Kelleyn de Oliveira Ribeiro
Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF)
para estabelecimento fabricante de produtos
destinados à alimentação animal
Trabalho apresentado para o
cumprimento de atividades
referentes ao curso de
Especialização Lato sensu em
Higiene Inspeção de Produtos
de Origem Animal.
Belo Horizonte – Julho de 2009
Kelleyn de Oliveira Ribeiro
Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF)
para estabelecimento fabricante de produtos
destinados à alimentação animal
Belo Horizonte – Julho de 2009
Belo horizonte – Julho de 2009
Manual de Boas Práticas de Fabricação
(BPF) para estabelecimento fabricante de
produtos destinados à alimentação animal
Comissão de Desenvolvimento
Supervisor: xxxxx
Coordenador: xxxxxxxxxx
Assistentes: xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social: XXXXXXXX
Nome Fantasia: XXXXX
Endereço: XXXXXXXXXX
Cidade: XXXXXX
Estado: Minas Gerais
Cep: XXXXXXXX
Telefone: XXX
CNPJ: 000000000000000
Inscrição Estadual: 0000000000000
Home page: XXXXXXXXXXX
E-mail: XXXXXXXXXXX
Presidente: XXXXXXX
Responsável Técnico:
Coordenador:
Gerente de Produção:
Categoria do Estabelecimento: Fabricante de suplementos,
concentrados e alimentos para animais
Nº de registro do SIF:
( OS DADOS DA EMPRESA FORMA PRESERVADOS)
Índice
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
Introdução...................................................................................................................4
Objetivos....................................................................................................................4
Aplicação....................................................................................................................4
Definições...................................................................................................................5
Edificações e Instalações............................................................................................7
5.1. Refeitório............................................................................................................9
5.2. Banheiros, Sanitários e Vestiários......................................................................9
Equipamentos e Utensílios.......................................................................................10
Higienização.............................................................................................................10
7.1. Higiene Instalações, Equipamentos e Utensílios.............................................10
7.2. Higiene Pessoal................................................................................................11
7.2.1. Ensinamentos de Higiene........................................................................11
7.2.2. Banho e Lavagem das Mãos....................................................................11
Pessoal......................................................................................................................11
Admissão e Condições de Saúde......................................................................11
Uniformes, Acessórios (EPI) e Segurança do Trabalho...................................12
Conduta pessoal................................................................................................12
Visitantes..........................................................................................................13
8.1.
8.2.
8.3.
8.4.
Produção...................................................................................................................13
Matérias-Primas................................................................................................13
Prevenção da Contaminação Cruzada..............................................................14
Uso da Água.....................................................................................................14
Processo de Produção.......................................................................................15
Embalagem dos Produtos.................................................................................15
Armazenamento, Conservação e Transporte....................................................16
Manutenção Preventiva e Calibração de Equipamentos e Instrumentos..........16
Controle da Qualidade e Responsabilidade Técnica........................................17
Rastreabilidade (Documentação e Registro) ...................................................17
9.1.
9.2.
9.3.
9.4.
9.5.
9.6.
9.7.
9.8.
9.9.
10. Controle de Resíduos e Efluentes.............................................................................18
11. Controle de Pragas....................................................................................................18
12. Anexos......................................................................................................................19
12.1. Procedimentos Operacionais Padrões – POP’s................................................19
13. Considerações Finais................................................................................................20
14. Referências Bibliográficas.......................................................................................21
1) Introdução
Nos últimos anos, o conceito de qualidade foi amplamente difundido e passou a representar
para as empresas dos mais diversos ramos do setor produtivo a satisfação de seus clientes.
Satisfação esta, alcançada por meio da qualidade do atendimento, da prestação de serviços e,
acima de tudo, do produto, que concentra em si a maior parte de sua imagem perante os
consumidores.
As empresas produtoras de alimentos, inclusive aqueles destinados à alimentação animal, têm
uma responsabilidade ainda maior, pois a oferta de produtos com qualidade duvidosa pode
comprometer todo um sistema de produção, ou até mesmo expor seus consumidores ao risco
de morte.
Para atender os padrões de qualidade, um produto deve passar por uma série de
procedimentos para garantir que está em conformidade com as especificações requeridas. No
entanto, desenvolvimentos recentes na área de garantia da qualidade têm enfatizado a
importância da prevenção de defeitos em primeiro lugar em detrimento ao controle centrado
nos produtos acabados. Desta forma, o emprego de sistemas de Qualidade Assegurada (QA),
dentre eles, as Boas Práticas de Fabricação (BPF), se tornaram essenciais, uma vez que a
qualidade só é alcançada a partir da aplicação de sistemas de melhoria contínuos, que
possuam mecanismos de controle efetivos que os garanta.
As BPF’s não se limitam ao monitoramento do processo de fabricação dos produtos em si.
Compreende, dentre outros procedimentos, o monitoramento dos requisitos higiênico-sanitários
das instalações, equipamentos e utensílios, do pessoal e da produção, ou seja, o
monitoramento se dá desde a seleção de fornecedores de matérias-primas até a utilização do
produto acabado, de forma a garantir a saúde e integridade do consumidor.
2) Objetivos
O programa de Boas Práticas de Fabricação a ser implantado na fábrica de produtos
destinados à alimentação animal da Granja envolvida no processo, tem como principais
objetivos:
- a padronização de procedimentos e normas adotados na elaboração de produtos destinados
à alimentação animal, estabelecendo os requisitos gerais de higiene e de boas práticas de
fabricação, de forma a garantir sua conformidade e inocuidade para o animal e o homem.
- atender a legislação vigente (Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007,
estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA).
3) Aplicação
O programa a ser implantado prevê a integração e harmonização de todos os setores do
estabelecimento e envolverá: administração, suprimentos, produção, manutenção, distribuição,
garantia da qualidade, pesquisa e desenvolvimento, recursos humanos, segurança etc. Sua
aplicação será, especialmente, sobre os seguintes aspectos:

Matérias-primas

Edificações e instalações

Equipamentos e utensílios

Higienização

Pessoal

Produção

Identificação, armazenamento e distribuição

Controle de pragas

Garantia e controle da qualidade

Rastreabilidade
4) Definições
Para efeito deste manual de boas práticas de fabricação, são definidos:
4.1) Alimento para animais: todo produto de origem mineral, vegetal ou animal no
estado natural, fresco ou conservado, e os derivados de sua transformação industrial, bem
como as substâncias orgânicas, simples ou em misturas, contendo ou não aditivos, que
são destinados à alimentação animal por via oral.
4.2) Armazenamento: é o conjunto de tarefas e requisitos para a correta conservação de
matérias-primas e produtos acabados.
4.3) Boas Práticas de Fabricação - BPF: procedimentos higiênicos, sanitários e
operacionais aplicados em todo o fluxo de produção, desde a obtenção das matériasprimas até a distribuição do produto final, com o objetivo de garantir conformidade e a
inocuidade dos produtos para o animal, o homem e o ambiente.
4.4) Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e
inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de
referência e/ou legislação pertinente.
4.5) Contaminação: presença de substâncias ou agentes estranhos de origem física,
química ou biológica que sejam considerados nocivos para saúde dos animais.
4.6) Contaminação Física: são contaminantes de natureza física corpos estranhos que
podem ser incorporados ao alimento em qualquer fase de sua produção. Os mais comuns
são: vidros, metais, madeiras, plásticos, pedras, pragas etc.
4.7) Contaminação Química: são contaminantes de natureza química qualquer produto
químico e seus resíduos não previstos na composição de um alimento e incorporados
equivocadamente em qualquer fase de sua produção. Os mais comuns são: produtos de
limpeza, pesticidas, metais pesados, aditivos, antibióticos etc.
4.8) Contaminação Biológica: são contaminantes de natureza biológica os
microrganismos encontrados em alimentos manipulados ou estocados de forma
inadequada, especialmente os capazes de deteriorarem o alimento e/ou causarem
patologias em seus consumidores. Os mais comuns são: fungos, leveduras, vírus e
bactérias.
4.9) Contaminação cruzada: contaminação de um produto destinado à alimentação
animal com outro produto durante o processo de produção ou contaminação gerada pelo
contato indevido entre matérias-primas, insumo, superfície, ambiente, pessoas e/ou
produtos contaminados.
4.10) Controle da qualidade: conjunto de procedimentos que envolvem programação,
coordenação e execução com o objetivo de verificar e assegurar a conformidade da
matéria-prima, do rótulo e da embalagem, do produto intermediário e do produto acabado
com as especificações estabelecidas.
4.11) Desinfecção: é a redução, por meio de agentes químicos ou métodos físicos
adequados, do número de microrganismos no ambiente, instalações, maquinários e
utensílios a um nível que não origine contaminação do produto que será elaborado.
4.12) Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou
acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas,
caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e
as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da
embalagem.
4.13) Higienização: limpeza e desinfecção.
4.14) Limpeza: remoção de qualquer tipo de resíduo indesejável.
4.15) Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e
tendo como característica a homogeneidade.
4.16) Manipulação: são as operações que se efetuam sobre as matérias-primas até o
produto acabado, em qualquer etapa do seu processamento, armazenamento e transporte.
4.17) Matéria-prima: é toda substância que, tendo sido avaliada quanto às suas
propriedades, é utilizada na alimentação animal, observando-se a seguinte classificação:
4.18) De origem vegetal: grãos, farelos, óleos etc.
4.19) De origem animal: farinhas, óleos, gorduras etc.
4.20) De origem mineral: macro e microminerais
4.21) Aditivo: toda substância ou preparado de substâncias que tenham ou não valor
nutritivo, não consumida normalmente tal qual como alimento, intencionalmente adicionada
aos produtos destinados à alimentação animal com a finalidade de conservar, intensificar,
potencializar ou modificar suas propriedades desejáveis e suprir as propriedades
indesejáveis ou melhorar o desempenho do animal. São classificados neste grupo os
aditivos zootécnicos, tecnológicos, nutricionais, sensoriais e anticoccidianos.
4.22) Premix ou núcleo: as misturas de aditivos entre si ou em misturas de uma ou várias
matérias-primas com substâncias que constituem suportes, que são destinados à
fabricação de alimentos para animais.
4.23) Material de embalagem: qualquer material, inclusive rótulos, empregado no
processo de embalagem de determinado produto. Os materiais de embalagem podem ser
primários ou secundários, de acordo com a existência ou não de contato direto com o
produto.
4.24) Mistura global: processo de mistura que engloba todas as matérias-primas de uma
determinada formulação, a partir do qual se obtém um produto acabado.
4.25) Pragas: insetos e todos os animais, tais como roedores e pássaros, capazes de
contaminar direta ou indiretamente os alimentos.
4.26) Pré-mistura: processo que consiste na prévia mistura de matérias-primas e ou
aditivos que entram em menor proporção em uma formulação e que tem por objetivo
aumentar a uniformidade de distribuição das mesmas no produto acabado. O produto
obtido na pré-mistura se torna um dos componentes da mistura global.
4.27) Procedimento(s)
Operacional(is)
Padrão(ões)
-
POP:
é
a
descrição
pormenorizada e objetiva de instruções, técnicas e operações rotineiras a serem utilizadas
pelos fabricantes de produtos destinados à alimentação animal, visando à proteção, à
garantia de preservação da qualidade e da inocuidade das matérias-primas e produto final
e a segurança dos manipuladores.
4.28) Produtos com medicamento: rações, suplementos, premixes, núcleos ou
concentrados que contenham produto de uso veterinário, para emprego em animal de
produção.
4.29) Produtos destinados à alimentação animal: substância ou mistura de substâncias,
elaborada, semi-elaborada ou bruta que se emprega na alimentação de animais.
4.30) Rastreabilidade: ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira
documentada as informações referentes a um processo/procedimento. É a capacidade de
recuperação do histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um
processo, ou um produto ou uma organização, por meio informações previamente
registradas. De um modo mais simples, rastrear é manter os registros necessários para
identificar e informar os dados relativos à produção, à origem e ao destino de um produto.
5) Edificações e instalações
O estabelecimento esta situado em zona que não apresenta níveis indesejáveis de odores
prejudiciais, fumaça, poeira e outros contaminantes, fora de área de riscos de inundações e
alojamento de pragas e longe de outras atividades industriais que possam prejudicar a
qualidade dos alimentos para animais por ele produzidos.
As vias de trânsito internas apresentam superfície compactada ou pavimentada e resistente ao
trânsito sobre rodas e possuem escoamento adequado e meios que possibilitem limpeza
adequada.
As vias de acesso e os pátios são mantidos livres de entulhos, lixo ou qualquer material que
propicie o estabelecimento e desenvolvimento de pragas.
O uso de plantas ornamentais ou similares é limitado a áreas onde não há manipulação ou
estocagem de alimentos.
As instalações apresentam construção sólida e sanitariamente adequada e todos os materiais
utilizados na construção e na manutenção não apresentam risco ao produto final.
O uso de madeira e outros materiais porosos e rugosos é evitado ao máximo. Normalmente, na
parte interna do estabelecimento, o uso destes se restringe à paletes e estrados, os quais
sempre se encontram em bom estado de limpeza e de conservação.
As instalações e equipamentos foram projetados e estão dispostos de forma a permitir
manutenção e limpeza adequadas.
A planta do prédio dispõe de espaço suficiente e adequado à realização de todas as
operações, à instalação dos equipamentos necessários e ao armazenamento de produtos
acabados, matérias-primas e demais materiais utilizados, além de estabelecer separação entre
área de produção e de produtos acabados, de forma a se evitar operações suscetíveis de
causar contaminação cruzada.
Os materiais tóxicos e utilizados nos processos de limpeza e desinfecção, explosivos ou
inflamáveis, ficam devidamente armazenados em ambientes próprios e independentes da área
de produção.
As áreas de processamento de alimentos possuem piso de material resistente ao trânsito e ao
impacto e de fácil drenagem, limpeza e higienização.
As paredes e divisórias são lisas, de fácil limpeza e higienização e não apresentam frestas e
rachaduras.
O teto e as instalações aéreas são construídos de modo a evitar o acúmulo de sujeira. Entre
paredes e tetos não existem aberturas que propiciem a entrada de pragas, bem como bordas
que facilitem a formação de ninhos.
As janelas, portas e outras aberturas são projetadas de forma a evitar o acúmulo de sujeira e
são de fácil limpeza. As janelas que se comunicam com o exterior são providas de proteção
contra pássaros.
As escadas, estruturas de sustentação e auxiliares (monta-cargas, plataformas, escadas de
mão, rampas etc.) são instalados de modo a evitar a contaminação de matérias-primas,
produtos acabados e embalagens e não dificultar a limpeza.
Nas áreas de elaboração dos produtos, todas as estruturas e acessórios suspensos são
instalados de forma que não dificultem as operações de limpeza e de maneira a evitar a
contaminação direta ou indireta das matérias-primas, dos produtos acabados e das
embalagens.
As instalações para abastecimento, armazenamento e distribuição de água são suficientes
para atender plenamente as necessidades.
Os meios de iluminação natural e/ou artificial adotados em cada setor possibilitam a adequada
realização das atividades.
As fontes de luz artificial (lâmpadas) são protegidas nas áreas onde há presença de produtos
expostos, abertos ou não protegidos, destinados à alimentação animal.
As instalações elétricas são embutidas ou exteriores e, neste caso, estão perfeitamente
revestidas por tubulações isolantes, de maneira a dificultar a deposição de resíduos de
qualquer natureza.
O estabelecimento dispõe de sistema de ventilação adequada, de forma a evitar o calor
excessivo, a condensação de vapor e o acúmulo de poeira, com a finalidade de eliminar o ar
contaminado. As aberturas de ventilação são providas de sistemas de proteção para evitar a
entrada de pragas e agentes contaminantes.
O lixo e resíduos não aproveitáveis são acondicionados em local específico e apropriado,
isolado da área de produção, de fácil acesso, devidamente identificado e construído de modo a
permitir o controle eficiente de pragas e evitar a contaminação de matérias-primas e produtos
acabados.
Os produtos acabados resultantes de devolução, recolhimento ou apreensão são devidamente
identificados e colocados em local específico, fora da área de produção, onde são devidamente
armazenados pelo período mínimo suficiente para sua destinação final.
O edifício é construído de maneira que permite o controle eficiente de pragas, de
contaminantes ambientais e de outros fatores que possam causar algum dano ao produto.
5.1) Refeitório
O refeitório é completamente separado dos locais de manipulação dos produtos destinados à
alimentação animal e não possibilita acesso direto e nem comunicação direta com estes locais.
5.2) Banheiros e vestiários
Os banheiros e vestiários são convenientemente situados, sem comunicação direta com o local
onde são processados os produtos destinados à alimentação animal, possuem sistema eficaz
que possibilita o escoamento sanitário das águas residuais, são em número suficiente, bem
iluminados e ventilados e mantidos sempre limpos.
Todos os lavabos são providos de sabão líquido e desinfetante para lavagem e desinfecção
das mãos e de meios higiênicos para sua secagem. E os mesmos possuem avisos e
recomendações sobre os procedimentos para a correta higienização das mãos.
6) Equipamentos e utensílios
Todos os equipamentos e utensílios são utilizados exclusivamente para os fins aos quais se
destinam.
Os equipamentos com partes móveis que requerem lubrificação são desenhados de tal forma
que a mesma possa ser efetuada sem oferecer riscos de contaminação aos alimentos. Os
lubrificantes utilizados em equipamentos que entram em contato direto com os produtos
destinados à alimentação animal são classificados como sendo de grau alimentício.
Após o término das operações de manutenção em algum equipamento, o mesmo é
inspecionado, limpo e desinfetado previamente a nova utilização.
Todos os equipamentos e utensílios utilizados nas áreas de manipulação de produtos
destinados à alimentação animal, que entram em contato direto ou indireto com estes, são
confeccionados em material atóxico, que não lhes transmite odores e sabores, resistente à
corrosão e capaz de suportar repetidas operações de limpeza e, se for o caso, desinfecção. Os
mesmos apresentam superfícies lisas, sem frestas e outras imperfeições que possam
comprometer a higienização e servir de fonte de contaminação para os alimentos.
Todos os equipamentos e utensílios foram projetados, construídos e instalados de modo a
permitir uma fácil e completa limpeza, desinfecção e lubrificação.
Os equipamentos e utensílios são devidamente inspecionados na freqüência necessária e
mantidos em bom estado de conservação e funcionamento.
7) Higienização
7.1) Higiene instalações, equipamentos e utensílios (POP Nº 11)
Todos os produtos utilizados na limpeza, desinfecção e lubrificação de instalações,
equipamentos e utensílios são adequados para o fim pretendido, não transmitem sabor nem
odor aos produtos, são registrados pelo órgão competente, identificados e guardados em local
específico, fora das áreas de processamento dos alimentos.
Toda a área de processamento e os equipamentos e utensílios são limpos com a freqüência
necessária e desinfetados sempre que as circunstâncias assim o exigirem.
Quando da limpeza, desinfecção e lubrificação das áreas de processamento e dos
equipamentos e utensílios, são tomadas todas as medidas necessárias para impedir a
contaminação dos alimentos com detergentes, desinfetantes, lubrificantes e outros.
As atividades de limpeza e desinfecção são realizadas por funcionários capacitados e
conscientes dos perigos e riscos da contaminação, e seguem programas descritos em manuais
específicos (POP Nº11).
Nas dependências do estabelecimento, todo o lixo é manipulado e removido de maneira que se
evite a contaminação dos produtos destinados à alimentação animal e da água.
Dentro do perímetro do estabelecimento, áreas internas e externas, não há animais e são
tomadas as medidas necessárias para impedir o acesso destes.
7.2) Higiene pessoal (POP Nº 12)
7.2)
Ensinamentos de higiene
Todo funcionário, quando de sua admissão para trabalhar com manipulação de produtos
destinados à alimentação animal, recebe treinamento relativo à higiene pessoal e aspectos
higiênico-sanitários para processamento de tais produtos. E à medida do necessário, em
grupos ou de forma individual, os funcionários passam por treinamentos de aperfeiçoamento e
de reciclagem.
7.2)
Banho e lavagem das mãos
Diariamente, antes de entrar nas dependências da fábrica, todos os funcionários que
participam do processo de produção de produtos destinados à alimentação animal devem
tomar banho e colocar o uniforme de uso exclusivo para serviço.
Todos os funcionários que participam de qualquer etapa de manipulação de produtos para
alimentação animal devem lavar as mãos em água corrente e com
agente de
limpeza/desinfecção apropriado sempre que necessário, respeitando no mínimo os seguintes
critérios: antes do início das atividades, após o uso do banheiro, após manipulação de produtos
contaminados, resíduos e lixo. Ou seja, após a execução de qualquer atividade/ato que possa
ter sujado e/ou contaminado as mãos.
8) Pessoal (POP Nº 12)
8.1) Admissão e condições de saúde
Todos os funcionários que mantêm contato com produtos destinados à alimentação animal,
quando de sua admissão, são submetidos a exames médicos e laboratoriais,
os quais são
repetidos anualmente ou sempre que houver razões clínicas ou epidemiológicas.
Nenhuma pessoa que esteja afetada por enfermidade infecto-contagiosa ou que apresente
inflamações, infecções ou afecções na pele, feridas ou outras anormalidades que possa
originar contaminação microbiológica do produto, do ambiente ou de outros indivíduos é
admitida para trabalhar no processo de manipulação de alimentos para alimentação animal.
Dentre os funcionários já admitidos, o que apresentar qualquer das situações descritas acima
será imediatamente direcionado a outro tipo de trabalho que não seja a manipulação de
alimentos ou ficará afastado de suas atividades pelo período necessário, a critério do médico
responsável.
Qualquer pessoa que esteja com algum tipo de enfermidade que possa oferecer riscos à
inocuidade dos produtos destinados à alimentação animal deverá comunicar imediatamente a
direção do estabelecimento de sua condição de saúde, a qual o deve encaminhar para
avaliação médica.
8.2) Uniformes, acessórios (EPI) e segurança do trabalho
Todos os funcionários da empresa utilizam uniformes adequados à atividade realizada, e os
mesmos são de uso exclusivo para o serviço.
O emprego de equipamentos de proteção individual (EPI) durante a manipulação de alimentos,
tais como: luvas, máscaras, tampões, óculos, aventais e outros, é obrigatório de acordo com as
especificações, e os mesmos devem estar em perfeitas condições de higiene e limpeza. No
caso de luvas, o seu uso não exime o manipulador da obrigação de lavar as mãos
cuidadosamente.
O uso de máscara para boca e nariz é obrigatório para todo funcionário presente em qualquer
área onde tenha produto exposto, estando este manipulando ou não algum produto.
8.3) Conduta pessoal
Roupas e demais pertences pessoais de todos os funcionários ficam guardados em local
específico.
Para evitar a possibilidade de certos objetos caírem no produto, é recomendado aos
funcionários, durante a manipulação dos mesmos, não carregarem no uniforme: canetas, lápis,
termômetros, ferramentas, pinças, alfinetes, etc., especialmente da cintura para cima.
Nas áreas de manipulação de alimentos, é proibido todo ato que possa originar contaminação
dos produtos, como comer, beber, mascar chicletes, fumar, introduzir os dedos nas orelhas,
nariz e boca, conversar próximo a produtos expostos ou outras práticas anti-higiênicas,
tampouco é permitido manter lápis, caneta, cigarro ou outros objetos atrás da orelha.
É expressamente proibida a entrada de qualquer tipo de alimento ou bebida na fábrica, os
quais deverão ficar restritos às áreas do refeitório.
Não é permitido o uso de jóias (brincos, pulseiras, correntes, colares, anéis, alianças, relógios
etc.) durante as etapas de manipulação de produtos destinados à alimentação animal, pelo
seguinte:
As jóias, na maior parte das vezes, não podem ser adequadamente desinfetadas e oferecem
risco de contaminação microbiológica aos produtos;
Existe perigo de que jóias e partes das mesmas se soltem e caiam no produto, ocasionando
contaminação física;
As jóias pessoais podem representar risco para a segurança pessoal e integridade dos
produtos e equipamentos.
É expressamente proibido fumar nas dependências internas do estabelecimento.
8.4) Visitantes
Os visitantes, para terem acesso às dependências internas da fábrica, devem cumprir todas as
disposições referentes ao uso de uniformes e higiene e conduta pessoal estabelecidas para os
funcionários, sem exceções.
9) Produção
9.1) Matérias-primas (POP’s Nº de 1 a 10)
Todo novo fornecedor de matérias-primas é qualificado quando da primeira aquisição de um
produto por ele fornecido.
No momento da recepção, as matérias-primas somente são aceitas se estiverem
acondicionadas na embalagem original devidamente rotulada e sem avarias.
Não é aceita nenhuma matéria-prima que contenha contaminação física, química e/ou
microbiológica que não possa ser reduzida a níveis aceitáveis antes ou durante o processo de
industrialização.
Embalagens de matérias-primas utilizadas de forma fracionada, como por exemplo, vitaminas e
minerais, são mantidas bem fechadas e devidamente armazenadas e identificadas quanto ao
conteúdo, fornecedor, registro, lote e datas de fabricação e validade.
Todas as matérias-primas empregadas na produção de alimentos para animais somente são
aceitas e utilizadas se estiverem devidamente registrados no órgão competente do Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), salvo aqueles dispensados de registro em
legislação específica.
Após a recepção, cada matéria-prima é encaminhada, de acordo com suas características e
particularidades, para o local mais adequado à sua armazenagem.
Os lotes de matérias-primas, durante a estocagem, ficam identificados da seguinte forma: sinal
vermelho – sob avaliação e não liberado para uso; sinal amarelo – apto a ser utilizado, porém
existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente; sinal azul –
indica que o produto deve passar por algum tipo de processamento previamente à sua
utilização e sinal verde – liberado para uso. Os que se apresentarem fora do padrão devem ser
removidos para o local específico para esse tipo de produto.
As matérias-primas consideradas impróprias para o consumo animal são separadas
cuidadosamente, de maneira a evitar contaminação de outros produtos, e ficam armazenadas
em local próprio até sua destinação final.
O estabelecimento toma todas as medidas cabíveis para garantir a origem, qualidade e
inocuidade das matérias-primas utilizadas na elaboração de seus produtos.
9.2) Prevenção da contaminação cruzada (POP Nº 16)
No estabelecimento, são tomadas medidas eficazes para evitar a contaminação dos produtos
destinados à alimentação animal por contato direto e indireto com qualquer componente que
possa oferecer risco à sua inocuidade. Estas medidas contemplam todas as etapas do
processo e fluxo de produção, considerando matérias-primas, instalações, equipamentos,
pessoal, utensílios, uniformes e embalagens.
As diferentes matérias-primas, embalagens e produtos acabados são identificados e
armazenados em separado e de acordo com suas particularidades.
O processo de fabricação dos diferentes produtos segue uma seqüência de produção racional
de forma a evitar a contaminação cruzada, levando-se em consideração: a categoria e espécie
animal a qual se destina o produto, o emprego de matérias-primas de origem animal, aditivos,
produtos veterinários etc.
No processo de transição entre a fabricação de produtos distintos, todos os equipamentos
utilizados na linha de produção passam por ido processo de limpeza. Os materiais utilizados
nestas operações são todos identificados e armazenados em local próprio. E os procedimentos
de limpeza e desinfecção adotados são devidamente validados (POP Nº 16) e verificados
periodicamente.
Nos casos em que exista risco elevado para a inocuidade dos produtos destinados à
alimentação animal, vinculados à contaminação cruzada, e se considere que a utilização dos
métodos de limpeza não são eficientes, serão utilizadas linhas de produção separadas.
Os procedimentos para prevenção da contaminação cruzada são previstos nos procedimentos
operacionais referentes ao processo de produção e demais atividades inerentes ao processo,
bem como são avaliados com a freqüência necessária os pontos críticos de controle e são
geradas instruções de medidas corretivas e preventivas.
9.3) Uso da água (POP Nº 13)
Em nenhum dos procedimentos executados pelo estabelecimento ocorre adição ou contato
direto de água com os produtos destinados à alimentação animal. No entanto, toda a água
utilizada no recinto para as diversas atividades é potável, sendo fornecida pelo órgão oficial de
saneamento básico do estado (Copasa).
A água utilizada é encana diretamente da rede de alimentação da Copasa para o reservatório,
de onde é distribuída para os diversos setores do estabelecimento.
O reservatório e o sistema de distribuição de água do estabelecimento atende a todos os
requisitos necessários: capacidade, vazão e pressão suficientes; são confeccionados de
material atóxico, inodoro e resistente aos produtos e processos de limpeza; o reservatório fica
em local de fácil acesso para inspeção e limpeza, possui tampa e permanece constantemente
fechado, de forma a evitar o acesso de material estranho, pássaros, insetos e outros e são
higienizados a cada 6 meses ou sempre que houver qualquer indício de contaminação da
água.
9.4) Processo de produção (POP Nº 17)
Todos os funcionários envolvidos com a elaboração de produtos destinados à alimentação
animal são treinados e capacitados em boas práticas de fabricação, e supervisionados por
pessoal qualificado. A empresa dispõe de programa de treinamento dos funcionários
contemplando o cronograma dos treinamentos, o conteúdo programático com carga horária,
qualificação dos instrutores, plano de avaliação de eficácia do treinamento entre outros (POP
Nº 12).
Todas as etapas do processo de fabricação são contínuas e são realizadas de forma a garantir
a inocuidade e integridade do produto final.
As matérias-primas só devem entrar na linha de produção se tiverem sido inspecionadas e
classificadas dentro da conformidade (identificação com placa verde).
Todas as operações do processo de produção, incluída a etapa de embalagem, são realizadas
com atenção, da forma mais breve possível e em condições que excluam toda a possibilidade
de contaminação, deterioração ou proliferação de microrganismos patogênicos.
O estabelecimento é especializado na produção de suplementos, concentrados e aditivos
destinados à alimentação de aves, suínos e bovinos. A produção destes pode se dar em duas
etapas (mistura global e envase) ou três (pré-mistura, mistura global e envase) de acordo com
sua composição.
Todos os produtos são produzidos seguindo cronograma estabelecido em manuais de
operação específicos (POP Nº 17) que contêm cada etapa do processo.
9.5) Embalagem dos produtos (POP Nº 17)
Todo material utilizado na embalagem dos produtos destinados à alimentação animal
produzidos pelo estabelecimento é apropriado ao que se destina, lhes conferindo
armazenamento seguro e proteção contra a contaminação.
As embalagens utilizadas para o acondicionamento dos produtos destinados à alimentação
animal são de primeiro uso e ficam armazenadas em áreas específicas para este fim e sob
condições higiênico-sanitárias apropriadas. Sendo que na área de envase, ficam apenas as
embalagens necessárias para uso imediato.
O rótulo é parte integrante da embalagem e atende todos os requisitos previstos em legislação.
Ao serem rotuladas, as embalagens são inspecionadas de forma a se verificar qualquer tipo de
não conformidade e evitar qualquer risco de contaminação do produto a ser embalado.
9.6) Armazenamento, conservação e transporte
As matérias-primas e os produtos acabados são armazenados e transportados devidamente
rotulados com todas as informações obrigatórias e em condições que garantem a integridade
das embalagens.
As matérias-primas e os produtos acabados são armazenados de forma a garantir a sua
inocuidade e integridade, sempre respeitando a temperatura e umidade adequada para
conservação.
Em hipótese alguma um produto é expedido/comercializado com prazo de validade expirado.
Os lotes de produtos acabados são devidamente paletizados e ficam na área de
estocagem/expedição identificados com: sinal verde - liberado para expedição ou sinal
vermelho - não liberado. Os que se apresentarem fora do padrão são removidos imediatamente
para o local específico para esse tipo de produto.
Os funcionários, ao transportar, manejar, mover ou armazenar matérias-primas e produtos
acabados tomam todo cuidado necessário para evitar danos físicos às embalagens (rasgos,
furos, rupturas, quebras etc.), uma vez que podem causar vazamentos, contaminação e
deterioração dos mesmos.
Produtos com a embalagem avariada são retirados da área de armazenagem imediatamente e
acondicionados em embalagens integras que possibilitem sua adequada conservação até sua
utilização ou reembalagem.
As matérias-primas e os produtos acabados não são armazenados diretamente sobre o piso, e
sim sobre estrados/paletes.
Os estrados e recipientes empregados no armazenamento e manejo de insumos ou produtos
acabados não são utilizados se estiverem sujos, quebrados ou oferecem algum risco à
inocuidade dos mesmos.
A expedição de lotes distintos de um mesmo produto acabado obedece à um programa de
rotatividade baseado na data de fabricação, sendo obrigatória a expedição primária do produto
produzido a mais tempo.
Os veículos utilizados no transporte são limpos e projetados e construídos de forma a manter a
integridade das embalagens e dos produtos destinados à alimentação animal.
As operações de carga e descarga são realizadas em locais apropriados, cobertos e fora da
área de produção e armazenamento.
9.7) Manutenção preventiva e calibração de equipamentos e instrumentos (POP Nº
18)
Os instrumentos de controle de processo tais como medidores de peso e temperatura são
aferidos periodicamente para evitar desvios de padrões de operação.
Frequentemente, os equipamentos envolvidos no processo de produção de produtos
destinados à alimentação animal são submetidos à inspeção, e à medida do necessário são
adotadas medidas corretivas de forma a possibilitar a conservação e adequado funcionamento
dos mesmos. No uso de lubrificantes, se deve evitar excessos, mesmo que este se enquadre
em grau alimentício, de forma a prevenir que goteje ou caia sobre os produtos.
9.8) Controle da qualidade e responsabilidade técnica
Os funcionários responsáveis pelo controle de qualidade são treinados e possuem
conhecimentos suficientes sobre as boas práticas de fabricação, para poder identificar os
perigos relacionados à inocuidade e qualidade dos produtos destinados à alimentação animal e
estabelecer os processos de controle.
Somente são aceitas como fornecedoras de matérias-primas empresas idôneas e que tenham
atendido os requisitos para cadastramento, as matérias-primas utilizadas são cadastradas e
avaliadas antes de entrarem na linha de produção, os funcionários são treinados e passam por
avaliação médica periódica, bem como respeitam os procedimentos de conduta préestabelecidos, a planta da indústria e os equipamentos utilizados são projetados de forma a
atenderem as necessidades específicas, o processo de produção é monitorado continuamente,
os produtos acabados só são liberados para expedição/comercialização depois de avaliados,
os produtos são armazenados de acordo com as especificações estabelecidas e o transporte é
feito por veículos apropriados, e a utilização dos mesmos na alimentação animal é monitorada
de forma sistemática por profissionais capacitados (agrônomos, médicos veterinários e ou
zootecnistas).
A responsabilidade técnica do estabelecimento fica a cargo de profissional da área e
devidamente qualificado.
9.9) Rastreabilidade (documentação e registro) (POP Nº 15)
Com o avanço do processo de globalização, diversas mudanças vêm ocorrendo no cenário
mundial, inclusive no mercado de alimentos. No entanto, no que diz respeito a este mercado,
não são somente fenômenos como a expansão do comércio mundial, mudanças nos hábitos
alimentares e maior demanda por produtos altamente processados que chamam a atenção. A
sociedade esta cada dia mais consciente dos reflexos da alimentação na saúde, e diante das
ocorrências de contaminações de alimentos e bebidas por micropatógenos e ou resíduos tem
exigido, diretamente e por meio das autoridades públicas, alimentos seguros e de qualidade.
Todo este contexto tem feito com que os produtores de alimentos, tanto de países
desenvolvidos quanto de países em desenvolvimento, adotem medidas de forma a atender as
exigências do mercado consumidor. Tendo em vista que a qualidade de alimentos como
carnes, ovos, leite e derivados dependem da qualidade da alimentação dos animais os quais
lhes dão origem, os produtores de alimentos destinados à alimentação animal também estão
tendo que se adequarem.
Na busca por alimentos destinados à alimentação animal seguros e de qualidade, o controle e
monitoramento de todo o processo de produção é fundamental. Para tal, podem ser adotadas
várias ferramentas, dentre as quais, a rastreabilidade assume papel de destaque.
Definindo de forma sucinta, rastreabilidade é uma ferramenta que permite controlar e gerenciar
de maneira documentada as informações referentes a um processo / procedimento. Ou seja, é
a capacidade de recuperação de um histórico, da aplicação ou da localização de uma
atividade, ou um processo, ou um produto ou uma organização, por meio de informações
previamente registradas.
Contudo, a empresa possui procedimentos para elaboração, emissão, circulação e controle da
documentação. A partir de um sistema de documentação e registro (rastreabilidade), todo o
processo de produção é monitorado, desde o cadastramento de fornecedores de matériasprimas até a venda final do produto acabado.
Os registros são feitos em formulários próprios, sem rasuras, preenchidos à tinta, datados,
assinados, arquivados em ordem cronológica e disponíveis para consulta. Sendo estes
registros mantidos por um período mínimo de 2 (dois) anos.
O estabelecimento mantém registradas as reclamações, sugestões e elogios de funcionários e
consumidores.
10) Controle de resíduos e efluentes
Os efluentes produzidos pelo estabelecimento são advindos dos vestiários, banheiros,
lavanderia e refeitório, são classificados como domésticos e são canalizados diretamente para
a rede de esgotos pertencente à companhia de saneamento básico responsável (COPASA).
Os resíduos gerados a partir das atividades executadas pelo estabelecimento são
exclusivamente sólidos, em sua maior parte, na forma de pó. Os quais são recolhidos
sistematicamente e encaminhados ao aterro sanitário municipal.
11) Controle de pragas (POP Nº 14)
O programa de controle de pragas adotado pelo estabelecimento é eficaz e aplicado de forma
contínua, compreendendo, inclusive, a inspeção periódica de suas áreas circundantes, uma
vez que a evidencia ou existência de insetos, roedores, pássaros e/ou outros animais é um
dos perigos mais sérios de contaminação dos produtos.
No estabelecimento são evitados fatores que propiciem a proliferação de pragas, tais como:
acúmulo de resíduos de alimentos e água; materiais e sucatas amontoados; armários e
equipamentos contra paredes; acúmulo de pó e sujeira; buracos e frestas no piso, paredes e
teto; mato e grama não aparada; desordem de material fora de uso; bueiros, ralos e acessos
abertos ou sem proteção; manuseio inadequado do lixo etc.
É evitada ao máximo a exposição de açúcar, soluções açucaradas e outros produtos do gênero
que funcionam como atrativo para abelhas e outros insetos.
As medidas de controle e combate de pragas que compreendem o tratamento com substâncias
tóxicas são aplicadas somente sob supervisão direta de técnicos autorizados, os quais devem
conhecer os riscos que estas substâncias podem trazer para a saúde animal e humana.
Lotes de matérias-primas e produtos acabados infestados com pragas são isolados
imediatamente e passam por avaliação criteriosa antes de sua destinação final.
Na área interna do estabelecimento, quando da aplicação de praguicidas, é tomado o cuidado
de proteger todos os produtos, equipamentos e utensílios contra contaminação e
posteriormente os equipamentos e utensílios são limpos minuciosamente, a fim de que, antes
de serem utilizados novamente sejam eliminados todos os resíduos.
Na aplicação de praguicidas é obrigatório o uso de todos os equipamentos de proteção
individual (EPI) indicados pelo fabricante, tais como luvas, máscaras, óculos etc.
Os pesticidas e outras substâncias tóxicas utilizadas no controle de pragas são registrados no
órgão competente, rotulados com informações sobre sua toxicidade e emprego e ficam
armazenados em áreas específicas fora da área de produção.
Relatórios de monitoramento sobre as atividades de controle de pragas são emitidos
periodicamente.
12) Anexos
12.1) Procedimentos Operacionais Padrões – POP’s
Nº 1 - Qualificação de Fornecedores de Matérias-Primas
Nº 2 - Aquisição de Matérias-Primas
Nº 3 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – ADITIVOS
Nº 4 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas –
AMINOÁCIDOS
Nº 5 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – AGENTES
ANTICOCCIDIANOS E PROMOTORES DE CRESCIMENTO
Nº 6 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – MACRO
MINERAIS
Nº 7 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – MICRO
MINERAIS
Nº 8 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – ORIGEM
ANIMAL
Nº 9 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – ORIGEM
VEGETAL
Nº 10 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas –
VITAMINAS
Nº 11 - Limpeza e Higienização de Instalações, Equipamentos e Utensílios
Nº 12 - Recursos Humanos
Nº 13 - Uso de Água
Nº 14 - Controle de Pragas
Nº 15 – Rastreabilidade
Nº 16 - Contaminação Cruzada
Nº 17 - Produção
Nº 18 - Manutenção Preventiva e Calibração de Equipamentos e Instrumentos
13) Considerações Finais
Este manual de boas práticas de fabricação, bem como seus anexos, devem ser
reavaliados pelo menos uma vez ao ano e conter as assinaturas dos responsáveis a
cada modificação.
Modificações
Data
Criação
Data da 1ª alteração
Data da 2ª alteração
Data da 3ª alteração
Data da 4ª alteração
Função
Nome
Assinatura
Responsável
Técnico
Coordenador
Gerente de
Produção
Belo Horizonte, Julho de 2009
14) Referencias Bibliográficas
Codex Alimentarius. CAC/RCP 1 -69, Ver 3 1997. Recommended
International Code of Principles of Food Hygiene.
Instrução Normativa nº 4, de 23/02/2007 – Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento – Aprova o regulamento técnico sobre as condições higiênicosanitárias e de boas práticas de fabricação para estabelecimentos fabricantes
de produtos destinados à alimentação animal, Brasília, DF, BR.
Manual de elementos de apoio para o Sistema APPCC, 2º ed., Brasília,
SENAI/DN, 2000.361p. Série Qualidade e Segurança Alimentar - Projeto
APPCC Indústria.
Portaria nº 3214, de 8/07/1978 - MTb. - Aprova as normas regulamentadoras NR - do capítulo V, do Título II, da CLT relativas à Segurança e Medicina do
Trabalho.
Portaria nº 24, de 29/12/94 da SSST Ministério do Trabalho e Emprego - NR7- Programa de controle médico de saúde ocupacional, Brasília, DF, BR.
Portaria nº 25, de 29/12/94, da SSST - MTb - NR- 9 - Programa de prevenção
de riscos ambientais, Brasília, DF, BR.
Portaria nº 6/83 - NR-10 - MTb - sobre equipamentos de proteção individual –
EPI, Brasília, DF, BR.
Portaria nº 09, de 06/11/00. Norma técnica para empresas prestadoras de
serviços em controle de vetores e pragas urbanas. São Paulo, SP, BR.
Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual Série Qualidade - PROFIQUA, primeira edição, 1995. Higiene e sanitização
para empresas de alimentos. São Paulo, SP.BR.
Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual
Série Qualidade - PROFIQUA, terceira edição, 1996. Boas práticas de
transporte e armazenagem de alimentos. São Paulo, SP. BR.
Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual
Série Qualidade - PROFIQUA, primeira edição, 1996. Controle integrado de
pragas. São Paulo, SP. BR.
Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual
Série Qualidade - PROFIQUA, primeira edição, 1996. Rastreabilidade de
insumos e produtos para indústria de alimentos. São Paulo, BR.
Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual
Série Qualidade - PROFIQUA, terceira edição, 1996. Programa de
fornecimento com garantia de qualidade para empresa de alimentos. São
Paulo, BR
Belo Horizonte, Julho de 2009
Plano de Implementação das Boas
Práticas de Fabricação na Fábrica de
Produtos Destinados à Alimentação
Animal de granjas
Atividade
Implantação de proteção às lâmpadas nas
áreas onde há presença de produtos
expostos, abertos ou não protegidos,
destinados à alimentação animal
Implantação de sistema de renovação de
ar / captação de pó que evite o acúmulo
de poeira.
Construção de recinto destinado
exclusivamente ao depósito de lixo e
resíduos não aproveitáveis.
Disponibilizar sabão líquido e
desinfetante para lavagem e desinfecção
das mãos e meios higiênicos para sua
secagem.
Identificação de cada área do
estabelecimento com placas.
Implantação de placas contendo avisos e
recomendações sobre os procedimentos
para a correta higienização das mãos, EPI
de uso obrigatório e outras.
Utilização de lubrificantes classificados
como sendo de grau alimentício nos
equipamentos que entram em contato
direto com os produtos destinados à
alimentação animal.
Treinamento dos funcionários quanto às
Boas Práticas de Fabricação.
Uso de gorros de cores distintas de acordo
com o setor de trabalho, para novos
funcionários e visitantes.
Construção de plataforma coberta para
carga e descarga de matérias-primas e
produtos acabados.
Implantação dos procedimentos previstos
no Manual de Boas Práticas de
Fabricação.
Prazo Previsto
para Conclusão
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
31/08/2008
POP
Página:
1 de 5
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Emissão:
Código:
01
Data
Vigência:
Próxima
Revisão:
Versão nº
1
Qualificação de
Fornecedores de
Matérias-Primas
Elaborado por
Aprovado por:
Data
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos na qualificação de
fornecedores de matérias-primas.
APLICAÇÃO
Se aplica na qualificação de fornecedores quando da aquisição primária de uma matéria- prima
por ele fornecida.
DEFINIÇÕES
Condição de Avaliação: o pagamento referente à carga só deve ser efetuado e as matérias-primas recebidas se
forem atendidos os requisitos estabelecidos pelo estabelecimento. Caso contrário, a carga deve ser devolvida
e a empresa fornecedora deve arcar com os custos referentes ao frete.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Comprador de Matérias-Primas e Responsável Técnico pelo estabelecimento.
PROCEDIMENTO
Todo novo fornecedor de matérias-primas deve ser qualificado segundo o procedimento
descrito abaixo.
1) Preenchimento do formulário
Deve ser enviado, via fax ou e-mail, um formulário para qualificação de fornecedores de
matérias-primas (anexo 1) ao estabelecimento a ser qualificado. O mesmo deve ser devolvido,
via fax ou postagem, preenchido e assinado pelo responsável pelas informações.
2) Aquisição na condição de avaliação
Recebido o formulário, se o estabelecimento fornecedor atender os requisitos estabelecidos, o
comprador de matérias-primas deve fazer a aquisição de uma carga na condição de avaliação.
No caso de matérias-primas classificadas como minerais, de origem vegetal ou animal, à
recepção da carga deve ser feita coleta e envio de amostras para análise laboratorial. Para as
demais matérias-primas, pode ser adotado o mesmo procedimento ou o fornecedor deve enviar
laudo laboratorial que comprove a composição do produto, especialmente, a concentração
do(s) princípio(s) ativo(s).
3) Avaliação final do fornecedor
O formulário para qualificação de fornecedores de matérias-primas devidamente preenchido,
bem como os laudos laboratoriais referentes às análises do produto em questão devem ser
encaminhados ao Responsável Técnico pelo estabelecimento, o qual deve avaliar a
documentação e emitir laudo conclusivo (anexo 2) aprovando ou não o estabelecimento em
questão.
Aprovado o estabelecimento fornecedor, a matéria-prima deve ser recebida. Caso contrário,
deve ser devolvida.
OBSERVAÇÃO: se o Responsável Técnico julgar que as informações fornecidas não são
suficientes para uma avaliação conclusiva, o mesmo deverá solicitar informações adicionais ou
visitar as instalações do estabelecimento fornecedor.
4) Documentação
Toda a documentação utilizada / gerada durante todo o processo de qualificação de um
fornecedor de matérias-primas deverá ser agrupada e entregue ao responsável pela
documentação e registro de dados, o qual deve arquiva-la em local específico.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
NATUREZA DA MUDANÇA
5
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXO
Anexo 1 – Formulário para qualificação de fornecedores de matérias-primas
FORMULÁRIO PARA QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES DE MATÉRIAS-PRIMAS
1) Dados referentes ao fornecedor:
- Razão social: _____________________________________________________
- Nome fantasia: _____________________________________________________
- Endereço Completo (Rua/Avenida, Nº / Complemento, Bairro, Cidade, Estado, País, Cx.
Postal / CEP): _______________________________________________________
______________________________________________________________________
- Fone: (
)___________________________ Fax: (
) _________________________
- E-mail: _____________________________ Home page: _______________________
- CNPJ: ____________________________ Inscrição Estadual: __________________
- SIF do estabelecimento: _________________________________________________
2)
Dados referentes à matéria-prima a ser adquirida:
- Nome comercial: ______________________________________________________
- Classificação (alimento, suplemento, aditivo etc.): ____________________________
- Composição básica: ____________________________________________________
____________________________________________________________________________
________________________________________________________________
- Níveis de garantia: _____________________________________________________
____________________________________________________________________________
________________________________________________________________
- Condições de armazenamento: ____________________________________________
______________________________________________________________________
- Número de registro do rótulo ou da autorização de uso (AU) expedido pelo Ministério da
Agricultura: __________________________________________________________
OBSERVAÇÃO: juntamente com este formulário, devem ser enviadas pelo menos uma
embalagem do produto contendo rótulo e uma amostra em quantidade suficiente para análises
laboratoriais diversas.
Nome do responsável: __________________________ Assinatura: ________________
Anexo 2 – Laudo de avaliação de fornecedor de matéria-prima
Belo Horizonte, 00 de Mês de Ano
LAUDO DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDOR DE MATÉRIA-PRIMA
Eu, (Nome do Responsável Técnico pelo estabelecimento), com base na documentação
fornecida e nos dados avaliados, qualifico o estabelecimento (colocar razão social), detentor do
SIF (nº) como (apto ou não) a fornecer para a Empresa XX a matéria-prima (descrever), cujo
rótulo se encontra registrado no Ministério da Agricultura sob o número (descrever).
* Quando da não aprovação do estabelecimento, a razão da mesma deve ser descrita no
laudo.
O laudo deve ser assinado.
Assinatura:_________________________________
Responsável Técnico
POP
Página:
Procedimento Operacional Padrão
Código:
02
Data de
Emissão:
Data
Vigência:
Próxima
Revisão:
1 de 4
Versão nº
1
Aquisição de MatériasPrimas
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos na aquisição de matériasprimas.
APLICAÇÃO
Se aplica na aquisição de qualquer matéria-prima utilizada pelo estabelecimento para
elaboração de produtos destinados à alimentação animal.
DEFINIÇÕES
Aquisição: comprar, adquirir.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Comprador de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
1) Cotação
O processo de aquisição de matérias-primas se inicia com a cotação. O comprador, deve fazer
o levantamento de preços do produto a ser adquirido em pelo menos três estabelecimentos
fornecedores. Os dados referentes ao produto cotado e aos fornecedores devem ser anotados
no formulário de cotação (anexo 1).
2) Aquisição
Deve ser feita a avaliação do melhor preço e então fazer a aquisição do produto, marcando na
ficha de cotação o fornecedor escolhido. Porém, antes de se adquirir qualquer matéria-prima
utilizada pelo estabelecimento para elaboração de produtos destinados à alimentação animal,
deve-se verificar se o fornecedor já se encontra credenciado como qualificado (consultar pasta
de qualificação de fornecedores de matérias-primas). Caso não esteja, terá que passar
previamente pelo processo de qualificação (POP Qualificação de fornecedores de matériasprimas).
Observações:
- O produto adquirido deve atender aos requisitos estabelecidos quanto à concentração do(s)
principio(s) ativo(s) e deve ser dada preferência aos fornecedores que oferecem produtos
paletizados.
- Deve se verificar a data de validade do produto a ser adquirido e traçar um paralelo com o
gasto estimado para o período, de forma que não se tenha risco de perda do mesmo.
- Após a aquisição da matéria-prima, o formulário de cotação, devidamente preenchido, deve
ser assinado e datado pelo comprador e entregue ao responsável pela documentação e
registro de dados, o qual deve arquiva-lo em local específico.
3) Transporte
O transporte dos produtos adquiridos pode ficar a cargo do fornecedor ou do comprador. No
caso do frete ficar a cargo da Empresa XX, o contratado deve receber algumas orientações:
- o veículo deve passar por uma adequada limpeza antes de carregar, especialmente o
compartimento de carga.
- o motorista deve verificar cuidadosamente os dados da nota fiscal:
· produto a ser carregado;
· quantidade;
· dados do comprador (Empresa XX).
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
DOCUMENTOS ANEXOS
PÁGINAS
4
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
Anexo 1 – Formulário de cotação
Formulário de Cotação
Produto:
Quantidade:
Fornecedor
Valor
Condições
Pagamento
Tel. Contato e
Pessoa
Contactada
Informações Adicionais:
Dados da ultima compra:
- Quantidade:
- Fornecedor:
- Valor:
- Condições Pagamento:
- Tel. Contato e Pessoa Contactada:
Observação: o fornecedor escolhido neste processo de cotação deve ser
destacado dos demais.
Assinatura:_______________________________________ Data:
Comprador de Matérias-Primas
/
/
Página:
POP
Código:
03
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 9
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de MatériasPrimas
(ADITIVOS)
1) Ácido Benzóico
2) Ácido Fumárico
3) Aditivo Acidificante
4) Aditivo Antioxidante
5) Aditivo Homogeneizante
6) Aditivo Palatabilizante
7) Dióxido de Silício
8) Fitase
9) Levedura Viva
10) Uréia
11) Violeta Genciana
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todos os aditivos utilizados no estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos aditivos utilizados no
estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Aditivo: substância adicionada a um produto em quantidades relativamente pequenas para
proporcionar ou melhorar suas propriedades desejáveis ou suprimir as indesejáveis.
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de
aditivos.
1)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
2)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente ao aditivo a ser recebido deve conter, obrigatoriamente, as seguintes
informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento.
OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 000000000000

Inscrição Estadual: 0000000000000

Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
3)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
4)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
5)
Verificação das condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
6)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
7)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para ADITIVOS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique
isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que
seja do mesmo produto e fornecedor.
8)
Controle de qualidade:
O controle de qualidade dos aditivos será realizado de acordo com as necessidades, a partir de
avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder com a
coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa para
tal.
9)
Estocagem / Armazenagem:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: ADITIVOS.
Todo lote de aditivo recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da
mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote
pode ser utilizado imediatamente).
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
9
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim
Não
O produto esta liberado para uso?
Sim
Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano:
_________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos
do referido ano.
001 /
002 /
003 /
004 /
005 /
006 /
007 /
008 /
009 /
010 /
011 /
012 /
013 /
014 /
015 /
016 /
017 /
018 /
019 /
020 /
021 /
022 /
023 /
024 /
025 /
026 /
027 /
028 /
029 /
030 /
031 /
032 /
033 /
034 /
035 /
036 /
037 /
038 /
039 /
040 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
041 /
042 /
043 /
044 /
045 /
046 /
047 /
048 /
049 /
050 /
051 /
052 /
053 /
054 /
055 /
056 /
057 /
058 /
059 /
060 /
061 /
062 /
063 /
064 /
065 /
066 /
067 /
068 /
069 /
070 /
071 /
072 /
073 /
074 /
075 /
076 /
077 /
078 /
079 /
080 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
081 /
082 /
083 /
084 /
085 /
086 /
087 /
088 /
089 /
090 /
091 /
092 /
093 /
094 /
095 /
096 /
097 /
098 /
099 /
100 /
101 /
102 /
103 /
104 /
105 /
106 /
107 /
108 /
109 /
110 /
111 /
112 /
113 /
114 /
115 /
116 /
117 /
118 /
119 /
120 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
121 /
122 /
123 /
124 /
125 /
126 /
127 /
128 /
129 /
130 /
131 /
132 /
133 /
134 /
135 /
136 /
137 /
138 /
139 /
140 /
141 /
142 /
143 /
144 /
145 /
146 /
147 /
148 /
149 /
150 /
151 /
152 /
153 /
154 /
155 /
156 /
157 /
158 /
159 /
160 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
161 /
162 /
163 /
164 /
165 /
166 /
167 /
168 /
169 /
170 /
171 /
172 /
173 /
174 /
175 /
176 /
177 /
178 /
179 /
180 /
181 /
182 /
183 /
184 /
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187 /
188 /
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192 /
193 /
194 /
195 /
196 /
197 /
198 /
199 /
200 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
Página:
POP
Código:
04
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 9
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de MatériasPrimas
(AMINOÁCIDOS)
12)
13)
14)
15)
16)
Arginina
Lisina
Metionina
Treonina
Triptofano
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todos os aminoácidos utilizados no estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos aminoácidos utilizados no
estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de
aminoácidos.
10)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
11)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente ao lote de aminoácido a ser recebido deve conter, obrigatoriamente, as
seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento.
OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 00000000000000000

Inscrição Estadual: 00000000000000000

Endereço completo: XXXXXXXXXXXXX.
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
12)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
13)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
14)
Verificação das condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
15)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de
fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
16)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para AMINOÁCIDOS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique
isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que
seja do mesmo produto e fornecedor.
17)
Controle de qualidade:
O controle de qualidade dos aminoácidos será realizado de acordo com as necessidades, a
partir de avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder
com a coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa
para tal.
18)
Estocagem / Armazenagem
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: AMINOÁCIDOS.
Todo lote de aminoácido recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da
mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote
pode ser utilizado imediatamente).
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
9
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
Sim Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
Sim
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Não
Sim Não
O produto esta liberado para uso?
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
/
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
001 /
002 /
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004 /
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074 /
075 /
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077 /
078 /
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XX
XX
XX
XX
XX
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093 /
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101 /
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172 /
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177 /
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183 /
184 /
185 /
186 /
187 /
188 /
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XX
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XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
Página:
POP
Código:
05
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 9
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento / Liberação para
uso de Matérias-Primas
(AGENTES ANTICOCCIDIANOS e
PROMOTORES DE CRESCIMENTO)
17)
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
Agentes anticoccidianos
Diclazuril
Lasolacida
Maduramicina
Monensina
Narasin
Nicarbazina
Salinomicina
Senduramicina
18)
1. Amoxicilina
2. Apramicina
3. Avilamicina
4. Bacitracina de Zinco
5. Bacitracina Disalicilato
6. Clortetraciclina
7. Enramicina
8. Halquinol
9. Lincomicina
10. Oxitetraciclina
11. Penicilina
12. Promodine
13. Sulfametazina
14. Sulfaquinoxalina
15. Sulfato de Colistina
16. Sulfato Neomicina
17. Tiamulina
18. Tilosina
19. Virginiamicina
Promotores de crescimento
Elaborado por:
Data
Assinatura:
Revisado por:
Data:
Assinatura:
Aprovado por:
Data:
Assinatura:
Revisão no: elaboração
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todos os promotores de crescimento e agentes
anticoccidianos utilizados no estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos promotores de
crescimento e agentes anticoccidianos utilizados no estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de
aditivos.
19)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
20)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente a um promotor de crescimento ou agente anticoccidiano a ser recebido
deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento.
OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 000000000000

Inscrição Estadual: 000000000

Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
21)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
22)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
23)
Verificação das condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
24)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
25)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para PROMOTORES DE CRESCIMENTO E AGENTES ANTICOCCIDIANOS, onde
deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de
carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor.
26)
Controle de qualidade:
O controle de qualidade dos agentes anticoccidianos e promotores de crescimento será
realizado de acordo com as necessidades, a partir de avaliações dos produtos acabados que
os contém. No entanto, não se deve proceder com a coleta de amostras à recepção dos
mesmos, a menos que tenha determinação expressa para tal.
27)
Estocagem / Armazenagem:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo
e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: PROMOTORES DE CRESCIMENTO E AGENTES
ANTICOCCIDIANOS.
Todo lote de promotor de crescimento ou agente anticoccidiano recebido deve ficar,
obrigatoriamente, identificado com etiquetas amarelas (as quais indicam que o lote está apto
a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado
previamente) ou verdes (que indicam que o lote pode ser utilizado imediatamente).
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
9
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA
USO DE MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim Não
Sim Não
Sim Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim Não
Sim Não
Sim Não
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja
etc.)?
Sim Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim Não
As informações estão legíveis?
Sim Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Sim Não
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim Não
O produto esta liberado para uso?
Sim Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a
produto devem ser anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
001 /
002 /
003 /
004 /
005 /
006 /
007 /
008 /
009 /
010 /
011 /
012 /
013 /
014 /
015 /
016 /
017 /
018 /
019 /
020 /
021 /
022 /
023 /
024 /
025 /
026 /
027 /
028 /
029 /
030 /
031 /
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033 /
034 /
035 /
036 /
037 /
038 /
039 /
040 /
XX
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XX
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XX
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XX
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XX
XX
XX
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XX
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XX
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XX
XX
XX
XX
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XX
XX
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048 /
049 /
050 /
051 /
052 /
053 /
054 /
055 /
056 /
057 /
058 /
059 /
060 /
061 /
062 /
063 /
064 /
065 /
066 /
067 /
068 /
069 /
070 /
071 /
072 /
073 /
074 /
075 /
076 /
077 /
078 /
079 /
080 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
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XX
XX
XX
XX
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XX
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XX
XX
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XX
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XX
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107 /
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109 /
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146 /
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182 /
183 /
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XX
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XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
Página:
POP
Código:
06
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 10
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de Matérias-Primas
(MACRO MINERAIS)
19) Calcário Calcítico
20) Calcário Calcítico 2 mm
21) Caulim
22) Cloreto de Sódio (Sal Comum)
23) Enxofre Ventilado
24) Farinha de Ossos Calcinados
25) Fosfato Tricálcico (Foscalmix)
26) Fosfato Bicálcico
27) Óxido de Magnésio
28) Sulfato de Cobre Monohidratado
29) Sulfato de Cobre Pentahidratado
30) Sulfato de Ferro
31) Sulfato de Manganês
32) Sulfato Zinco
Elaborado por
Aprovado por
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas macro minerais utilizadas no
estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas macro
minerais utilizadas no estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional.
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
Matérias-primas macro minerais: são todas as fontes de minerais que entram em “maior” proporção na
formulação dos produtos produzidos pelo estabelecimento e que ficam armazenadas em local denominado
MACRO MINERAIS, sendo estas: Calcário Calcítico, Caulim, Cloreto de Sódio (Sal Comum), Enxofre Ventilado,
Farinha de Ossos Calcinada, Fosfato Tricálcico (Foscalmix) , Fosfato Bicálcico, Óxido Magnésio, Sulfato Cobre
Monohidratado Sulfato de Cobre Pentahidratado, Sulfato de Ferro, Sulfato Manganês e Sulfato Zinco.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de macro
minerais.
28)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
29)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente à matéria-prima macro mineral a ser recebida deve conter,
obrigatoriamente, as seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento.
OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 000000000

Inscrição Estadual: 000000000000000

Endereço completo: XXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
30)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
31)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
32)
Verificação condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
33)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
34)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para MACRO MINERAIS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma
fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo
que seja do mesmo produto e fornecedor.
35)
Coleta de amostras:
A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados
confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem
as
seguintes normas devem ser seguidas:
1) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um
balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e
serem específicos para coleta de amostras).
2) Determinação da amostragem:

Produtos ensacados:
· Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco.
· Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco.
· Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco.
· Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto,
escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se
coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga).
Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem
normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve
perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado.

Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à
medida que se for procedendo a descarga.
Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez.
3)
Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de
amostragem deve ser feita a homogeneização do produto:
1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado.
2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos.
3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo.
4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de
uma amostra final de 300 gramas.
Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois
pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado
(“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo
e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem.
4) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o
qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis:
- identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.);
- fabricante do produto;
- data de fabricação;
- data de validade;
- lote de produção;
- data da coleta da amostra;
- responsável pela amostragem.
5) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo
Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares.
36)
Estocagem / Armazenagem:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: MACRO MINERAL.
Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para
serem liberados para utilização.
37)
Avaliações complementares:
As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e
ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização
macroscópica do produto a análises laboratoriais.
38)
Avaliação final / liberação para utilização:
Se um lote de matéria-prima macro mineral atender a todos os requisitos de conformidade
estabelecidos
neste
presente
documento,
inclusive
os
referentes
às
avaliações
complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter
a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está
apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado
previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente).
Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a
identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo
responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à
inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata.
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
10
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim
Não
O produto esta liberado para uso?
Sim
Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
001 /
002 /
003 /
004 /
005 /
006 /
007 /
008 /
009 /
010 /
011 /
012 /
013 /
014 /
015 /
016 /
017 /
018 /
019 /
020 /
021 /
022 /
023 /
024 /
025 /
026 /
027 /
028 /
029 /
030 /
031 /
032 /
033 /
034 /
035 /
036 /
037 /
038 /
039 /
040 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
041 /
042 /
043 /
044 /
045 /
046 /
047 /
048 /
049 /
050 /
051 /
052 /
053 /
054 /
055 /
056 /
057 /
058 /
059 /
060 /
061 /
062 /
063 /
064 /
065 /
066 /
067 /
068 /
069 /
070 /
071 /
072 /
073 /
074 /
075 /
076 /
077 /
078 /
079 /
080 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
081 /
082 /
083 /
084 /
085 /
086 /
087 /
088 /
089 /
090 /
091 /
092 /
093 /
094 /
095 /
096 /
097 /
098 /
099 /
100 /
101 /
102 /
103 /
104 /
105 /
106 /
107 /
108 /
109 /
110 /
111 /
112 /
113 /
114 /
115 /
116 /
117 /
118 /
119 /
120 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
121 /
122 /
123 /
124 /
125 /
126 /
127 /
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129 /
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146 /
147 /
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151 /
152 /
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154 /
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156 /
157 /
158 /
159 /
160 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
161 /
162 /
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164 /
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166 /
167 /
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170 /
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172 /
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174 /
175 /
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178 /
179 /
180 /
181 /
182 /
183 /
184 /
185 /
186 /
187 /
188 /
189 /
190 /
191 /
192 /
193 /
194 /
195 /
196 /
197 /
198 /
199 /
200 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
Página:
POP
Código:
07
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 10
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de MatériasPrimas
(MICRO MINERAIS)
33)
34)
35)
36)
37)
38)
Iodato de Cálcio
Selenito de Sódio
Sulfato de Cobalto
Bicarbonato de Sódio
Selênio Orgânico
Óxido de Zinco
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão n : elaboração
o
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas micro minerais utilizadas no
estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas micro
minerais utilizadas no estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional.
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
Matérias-primas micro minerais: são todas as fontes de minerais que entram em
“menor” proporção na formulação dos produtos produzidos pelo estabelecimento e que
ficam armazenadas em local denominado MICRO MINERAIS, sendo estas: iodato de
cálcio, selenito de sódio, sulfato de cobalto, bicarbonato de sódio, selênio orgânico e
óxido de zinco.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de micro
minerais.
39)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
40)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente à matéria-prima micro mineral a ser recebida deve conter,
obrigatoriamente, as seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento.
OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 000000000000000

Inscrição Estadual: 00000000000

Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
41)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
42)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
43)
Verificação condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
44)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
45)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para MICRO MINERAIS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma
fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo
que seja do mesmo produto e fornecedor.
46)
Coleta de amostras:
A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados
confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem
as
seguintes normas devem ser seguidas:
6) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um
balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e
serem específicos para coleta de amostras).
7) Determinação da amostragem:

Produtos ensacados:
· Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco.
· Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco.
· Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco.
· Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto,
escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se
coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga).
Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem
normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve
perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado.

Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à
medida que se for procedendo a descarga.
Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez.
8)
Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de
amostragem deve ser feita a homogeneização do produto:
1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado.
2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos.
3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo.
4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de
uma amostra final de 300 gramas.
Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois
pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado
(“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo
e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem.
9) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o
qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis:
- identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.);
- fabricante do produto;
- data de fabricação;
- data de validade;
- lote de produção;
- data da coleta da amostra;
- responsável pela amostragem.
10) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo
Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares.
47)
Estocagem / Armazenagem:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: MICRO MINERAL.
Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para
serem liberados para utilização.
48)
Avaliações complementares:
As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e
ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização
macroscópica do produto a análises laboratoriais.
49)
Avaliação final / liberação para utilização:
Se um lote de matéria-prima micro mineral atender a todos os requisitos de conformidade
estabelecidos neste presente documento, inclusive os referentes às avaliações
complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter
a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está
apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado
previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente).
Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a
identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo
responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à
inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata.
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
10
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
Sim
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Não
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim
Não
O produto esta liberado para uso?
Sim
Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
001 /
002 /
003 /
004 /
005 /
006 /
007 /
008 /
009 /
010 /
011 /
012 /
013 /
014 /
015 /
016 /
017 /
018 /
019 /
020 /
021 /
022 /
023 /
024 /
025 /
026 /
027 /
028 /
029 /
030 /
031 /
032 /
033 /
034 /
035 /
036 /
037 /
038 /
039 /
040 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
041 /
042 /
043 /
044 /
045 /
046 /
047 /
048 /
049 /
050 /
051 /
052 /
053 /
054 /
055 /
056 /
057 /
058 /
059 /
060 /
061 /
062 /
063 /
064 /
065 /
066 /
067 /
068 /
069 /
070 /
071 /
072 /
073 /
074 /
075 /
076 /
077 /
078 /
079 /
080 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
081 /
082 /
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084 /
085 /
086 /
087 /
088 /
089 /
090 /
091 /
092 /
093 /
094 /
095 /
096 /
097 /
098 /
099 /
100 /
101 /
102 /
103 /
104 /
105 /
106 /
107 /
108 /
109 /
110 /
111 /
112 /
113 /
114 /
115 /
116 /
117 /
118 /
119 /
120 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
121 /
122 /
123 /
124 /
125 /
126 /
127 /
128 /
129 /
130 /
131 /
132 /
133 /
134 /
135 /
136 /
137 /
138 /
139 /
140 /
141 /
142 /
143 /
144 /
145 /
146 /
147 /
148 /
149 /
150 /
151 /
152 /
153 /
154 /
155 /
156 /
157 /
158 /
159 /
160 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
161 /
162 /
163 /
164 /
165 /
166 /
167 /
168 /
169 /
170 /
171 /
172 /
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174 /
175 /
176 /
177 /
178 /
179 /
180 /
181 /
182 /
183 /
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187 /
188 /
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192 /
193 /
194 /
195 /
196 /
197 /
198 /
199 /
200 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
Página:
POP
Código:
08
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 10
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de MatériasPrimas
(ORIGEM ANIMAL)
39) Farinha de carne e ossos
40) Farinha de peixe
41) Leite em pó desnatado
42) Leite em pó integral (Nuklospray K51)
43) Plasma Sangüíneo
44) Soro de leite em pó (Nuklospray K21)
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de origem animal utilizadas
no estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de
origem animal utilizadas no estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional.
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de
matérias-primas de origem animal.
50)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
51)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente à matéria-prima de origem animal a ser recebida deve conter,
obrigatoriamente, as seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. Observação:
estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 0000000000

Inscrição Estadual: 000000000

Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
52)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
53)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
54)
Verificação condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
55)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
56)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para matérias-primas de ORIGEM ANIMAL, onde deve haver espaço suficiente para
que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro
lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor.
57)
Coleta de amostras:
A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados
confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem
as
seguintes normas devem ser seguidas:
11) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um
balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e
serem específicos para coleta de amostras).
12) Determinação da amostragem:

Produtos ensacados:
· Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco.
· Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco.
· Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco.
· Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto,
escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se
coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga).
Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem
normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve
perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado.

Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à
medida que se for procedendo a descarga.
Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez.
13) Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de
amostragem deve ser feita a homogeneização do produto:
1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado.
2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos.
3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo.
4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de
uma amostra final de 300 gramas.
Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois
pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado
(“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo
e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem.
14) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o
qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis:
- identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.);
- fabricante do produto;
- data de fabricação;
- data de validade;
- lote de produção;
- data da coleta da amostra;
- responsável pela amostragem.
15) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo
Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares.
58)
Estocagem / Armazenagem:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: ORIGEM ANIMAL.
Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para
serem liberados para utilização.
59)
Avaliações complementares:
As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e
ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização
macroscópica do produto a análises laboratoriais.
60)
Avaliação final / liberação para utilização:
Se um lote de matéria-prima de origem animal atender a todos os requisitos de conformidade
estabelecidos
neste
presente
documento,
inclusive
os
referentes
às
avaliações
complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter
a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está
apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado
previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente).
Se nas avaliações complementares se concluir que um lote de produto tem que passar por
algum tipo de processamento (moagem, peneiramento etc.) antes de ser utilizado, o mesmo
deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma azul (que indica que o
produto precisa ser processado antes de ser utilizado). Juntamente com a ficha azul, deve
haver um documento descrevendo que tipo de processamento o produto deve passar antes de
ser utilizado.
Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a
identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo
responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à
inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata.
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
10
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim
Não
O produto esta liberado para uso?
Sim
Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
001 /
002 /
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Página:
POP
Código:
09
Procedimento Operacional Padrão
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Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 10
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de Matérias-Primas
(ORIGEM VEGETAL)
45) Açúcar
46) Açúcar de Varredura
47) Amido de Milho
48) Farelo de Glúten de Milho 21% (Promil)
49) Farelo de Glúten de Milho 60% (Protenose)
50) Farelo de Milho Degerminado
51) Farelo de Milho Pré-Cozido
52) Farelo de Soja
53) Farelo de Soja Micronizada
54) Fubá de Milho
55) Milho em Grãos
56) Proteína Isolada de Soja (Soycomil)
57) Soja Grão
58) Soja Integral
Elaborado por
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão n : elaboração
o
Data:
Assinatura:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Rever em:
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de origem vegetal utilizadas
no estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de
origem vegetal utilizadas no estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional.
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de
matérias-primas de origem vegetal.
61)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
62)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente à matéria-prima de origem vegetal a ser recebida deve conter,
obrigatoriamente, as seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. Observação:
estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.


Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):

Razão Social: Empresa XX

CNPJ: 000000000000

Inscrição Estadual: 000000000

Endereço completo: XXXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
63)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
64)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
65)
Verificação condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
66)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
67)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para matérias-primas de ORIGEM VEGETAL, onde deve haver espaço suficiente
para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a
outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor.
68)
Coleta de amostras:
A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados
confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem
as
seguintes normas devem ser seguidas:
16) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um
balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e
serem específicos para coleta de amostras).
17) Determinação da amostragem:

Produtos ensacados:
· Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco.
· Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco.
· Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco.
· Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto,
escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se
coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga).
Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem
normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve
perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado.

Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à
medida que se for procedendo a descarga.
Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez.
18) Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de
amostragem deve ser feita a homogeneização do produto:
1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado.
2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos.
3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo.
4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de
uma amostra final de 300 gramas.
Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois
pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado
(“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo
e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem.
19) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o
qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis:
- identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.);
- fabricante do produto;
- data de fabricação;
- data de validade;
- lote de produção;
- data da coleta da amostra;
- responsável pela amostragem.
20) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo
Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares.
69)
Estocagem / Armazenagem:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: ORIGEM VEGETAL.
Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para
serem liberados para utilização.
70)
Avaliações complementares:
As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e
ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização
macroscópica do produto a análises laboratoriais.
71)
Avaliação final / liberação para utilização:
Se um lote de matéria-prima de origem vegetal atender a todos os requisitos de conformidade
estabelecidos
neste
presente
documento,
inclusive
os
referentes
às
avaliações
complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter
a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está
apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado
previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente).
Se nas avaliações complementares se concluir que um lote de produto tem que passar por
algum tipo de processamento (moagem, peneiramento etc.) antes de ser utilizado, o mesmo
deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma azul (que indica que o
produto precisa ser processado antes de ser utilizado). Juntamente com a ficha azul, deve
haver um documento descrevendo que tipo de processamento o produto deve passar antes de
ser utilizado.
Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a
identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo
responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à
inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata.
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
29/02/2008
PÁGINAS
10
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim
Não
O produto esta liberado para uso?
Sim
Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
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002 /
003 /
004 /
005 /
006 /
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020 /
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Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
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Vigência:
Revisão:
1 de 9
Versão nº
1
Recepção / Armazenamento /
Liberação para uso de MatériasPrimas
(VITAMINAS)
59) Ácido Fólico
60) Ácido Nicotínico
61) Ácido Pantotênico
62) Biotina
63) Cloreto de Colina
64) Vitamina A
65) Vitamina A/D3
66) Vitamina B1
67) Vitamina B12
68) Vitamina B2
69) Vitamina B6
70) Vitamina D3
71) Vitamina E
72) Vitamina K3
Aprovado por:
Elaborado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
o
Revisão n : elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer
procedimentos
operacionais
padrões
a
serem
seguidos
à
recepção,
armazenamento e liberação para uso de todas as vitaminas utilizadas no estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas vitaminas utilizadas no
estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a
homogeneidade.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Recepcionistas de Matérias-Primas.
PROCEDIMENTO
O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o
formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e
seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento.
Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de
vitaminas.
72)
Número de lote para controle interno
Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para
uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do
campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido
com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que
esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado
novamente.
73)
Verificação da nota fiscal:
A nota fiscal referente à(s) vitamina(s) a ser(em) recebida(s) deve conter, obrigatoriamente, as
seguintes informações:

Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento.
OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador.

Dados do fornecedor:

Razão Social

CNPJ

Inscrição Estadual

Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal).
 Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo):




Razão Social: Empresa XX
CNPJ: 000000000000
Inscrição Estadual: 000000000
Endereço completo: XXXXXXXXXX
- Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
74)
Verificação das condições externas do veículo:
O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira,
umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de
contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do
estabelecimento.
O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar
completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú.
- Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para
uso de matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
75)
Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas:
Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para
entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas.
76)
Verificação das condições internas do veículo:
Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser
aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando
se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou
de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao
estabelecimento.
Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga
na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o
acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos
aplicáveis para visitantes.
- Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
77)
Verificação da carga a ser recebida:
A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em
embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações
referentes
ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e
validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério
da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida
pelo Ministério da Agricultura.
- Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação
com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado.
Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma
matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve
ser notificado por escrito do ocorrido.
78)
Início da descarga:
Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da
descarga do produto.
Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem
específica para VITAMINAS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique
isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que
seja do mesmo produto e fornecedor.
79)
Controle de qualidade:
O controle de qualidade das vitaminas será realizado de acordo com as necessidades, a partir
de avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder com a
coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa para
tal.
80)
Estocagem / Armazenagem / Liberação para uso:
A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e
paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar.
Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas
características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste
documento é o identificado como: VITAMINAS.
Todo lote de vitamina recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas
amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da
mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote
pode ser utilizado imediatamente).
Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de
matérias-primas.
OBSERVAÇÃO:
Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve
assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de
dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os
mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de
dados.
O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em
local próprio.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
29/02/2008
PÁGINAS
9
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas.
Número de lote para controle interno: XXX / XX
FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE
MATÉRIAS-PRIMAS
Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor:
Produto recebido:
Data de recebimento:
Fornecedor:
/
/
Nº da nota fiscal:
Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa):
O veículo esta em bom estado conservação?
Sim
Não
Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação?
Sim
Não
Existe exposição direta do produto ao ambiente?
Sim
Não
A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa?
Sim
Não
Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)?
Sim
Não
Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores?
Sim
Não
Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)?
Sim
Não
Existem embalagens sem as informações obrigatórias*?
Sim
Não
As informações estão legíveis?
Sim
Não
O odor da matéria-prima se encontra normal?
Sim
Não
Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna):
Campo 4) Avaliação das condições da carga:
* Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação,
validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o
SIF do estabelecimento produtor.
Registrar os seguintes dados do produto:
Lote de produção:
Data de fabricação:
Validade:
Campo 5) Avaliação final
O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido?
Sim
Não
O produto esta liberado para uso?
Sim
Não
OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser
anexados à este formulário.
Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto:
Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data:
/
/
Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote.
Ficha seqüencial de controle de lote
Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________*
* Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido
ano.
001 /
002 /
003 /
004 /
005 /
006 /
007 /
008 /
009 /
010 /
011 /
012 /
013 /
014 /
015 /
016 /
017 /
018 /
019 /
020 /
021 /
022 /
023 /
024 /
025 /
026 /
027 /
028 /
029 /
030 /
031 /
032 /
033 /
034 /
035 /
036 /
037 /
038 /
039 /
040 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
041 /
042 /
043 /
044 /
045 /
046 /
047 /
048 /
049 /
050 /
051 /
052 /
053 /
054 /
055 /
056 /
057 /
058 /
059 /
060 /
061 /
062 /
063 /
064 /
065 /
066 /
067 /
068 /
069 /
070 /
071 /
072 /
073 /
074 /
075 /
076 /
077 /
078 /
079 /
080 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
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XX
XX
XX
XX
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XX
XX
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XX
XX
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XX
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082 /
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XX
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XX
XX
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XX
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XX
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XX
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XX
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XX
XX
XX
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122 /
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XX
XX
XX
XX
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XX
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XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
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XX
XX
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XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
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195 /
196 /
197 /
198 /
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200 /
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
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XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
XX
Página:
POP
Código:
11
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 7
Versão nº
1
LIMPEZA E
HIGIENIZAÇÃO
INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS
E UTENSÍLIOS
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos no processo de limpeza e higienização das
instalações e equipamentos e utensílios utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação
animal.
APLICAÇÃO
Se aplica nos processo de limpeza e higienização das instalações e equipamentos e utensílios utilizados na
linha de produção de produtos destinados à alimentação animal.
DEFINIÇÕES
Desinfecção: é a redução, por meio de agentes químicos e ou métodos físicos adequados, do número de
microrganismos no ambiente, instalações, maquinários e utensílios, a um nível que não origine contaminação
do produto que será elaborado.
EPI’s: Equipamentos de proteção individual, tais como luvas, óculos, máscara, botas, protetor auricular,
capacete e outros.
Higienização: limpeza associada à desinfecção.
Limpeza: remoção de qualquer tipo de resíduo indesejável.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Funcionários envolvidos no processo de produção e do setor de limpeza, desinfecção e controle de pragas.
PROCEDIMENTO
81)

Limpeza / higienização das instalações
Banheiros, sanitários e vestiários
Os banheiros, sanitários, vestiários e lavabos em uso devem ser higienizados diariamente,
uma ou mais vezes de acordo com a necessidade, por funcionários do setor de limpeza,
desinfecção e controle de pragas, conforme descrito a seguir.
Retirar as lixeiras e demais utensílios e produtos (papel higiênico, papel toalha, sabão etc.)
que não podem ser molhados. Sendo que as lixeiras devem ser esvaziadas e o lixo
encaminhado para local apropriado.
Molhar lavabos, vasos sanitários, mictórios, pisos e partes das paredes recobertas por
azulejo com solução à base de pasta de pinho e água (proporção de 1:100).
Esfregar os vasos sanitários e mictórios com escova contendo cabo e de uso exclusivo para
tal, e os pisos e paredes com o auxílio de vassoura, de forma a se retirar toda sujeira. Todos
os lavabos, inclusive os presentes nas áreas de acesso às repartições internas do
estabelecimento, devem ser higienizados utilizando a mesma solução e buchas.
Em seguida, os mesmos devem ser enxaguados com água pura e os pisos e paredes
secados com panos específicos para cada tipo de superfície.
Colocar aproximadamente 10 ml de solução desinfetante em cada vaso sanitário e 3
pastilhas de naftalina em cada mictório.
Os repartimentos que contêm sabão, papel toalha e papel higiênico devem ser reabastecidos
e recolocados em local próprio.

Refeitório
Diariamente, deve-se varrer o piso do refeitório e passar pano umedecido em solução à base
de pasta de pinho e água (proporção de 1:100). A mesma solução deve ser passada sobre
as mesas e cadeiras. As pias e utensílios utilizados (copos, garfos, facas, colheres etc.)
devem ser higienizados com bucha e detergente neutro (em quantidade suficiente para
produção moderada de espuma), e estes, após secados, devem ser guardados em local
próprio.
Semanalmente, deve-se retirar e guardar em local apropriado todos os utensílios utilizados
no refeitório que não podem ser molhados e lavar o piso, partes das paredes recobertas com
material impermeável, mesas, cadeiras, pias, janelas etc. utilizando-se vassouras, rodos,
escovas, buchas e detergente neutro (em quantidade suficiente para produção moderada de
espuma). Enxaguar os mesmos com água pura e secar o que for necessário com panos.

Áreas de processamento, pesagem e estocagem de matérias-primas e produtos
acabados
Diariamente, ao término do expediente de produção, e sempre que houver acúmulo de
resíduos que possa oferecer riscos à inocuidade dos produtos destinados à alimentação
animal, deve-se varrer todo o piso que se encontre acessível nas áreas de processamento,
pesagem e estocagem de matérias-primas e produtos acabados.
Mensalmente e sempre que se julgar necessário deve-se fazer uma limpeza mais ampla nas
áreas processamento, pesagem e estocagem de matérias-primas e produtos
acabados.
Neste caso, as paredes, portas, janelas, teto e demais superfícies que se encontrarem
com acúmulo de qualquer tipo de resíduo devem ser limpos com espanador, e se
necessário, pano umedecido em água pura. Posteriormente, as embalagens de
matérias-primas
e
produtos
acabados
estocados
e
devem
ser
removidas
gradativamente dentro do próprio galpão, de forma que se possibilite que toda a
extensão do piso seja varrida.
Os resíduos obtidos durante o processo de limpeza devem ser recolhidos com o auxílio de
uma pá, colocado em sacos plásticos e encaminhado para o local destinado ao
acondicionamento de lixo.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção dessas áreas.

Área de estocagem de embalagens
Semanalmente, deve-se retirar o excesso de poeira acumulada sobre as prateleiras e
embalagens estocadas com espanador e varrer o piso.

Depósito de lixo
O lixo produzido no estabelecimento deve ser recolhido diariamente de forma seletiva
(separado de acordo com suas características em papel, metal, vidro, plástico e orgânico) e
encaminhado ao depósito de lixo.
Mensalmente, ou sempre que houver acúmulo significativo de lixo classificado como
reciclável (papel, metal, vidro e plástico), o mesmo deve ser direcionado para locais
especializados. O lixo orgânico deve ser encaminhado ao aterro sanitário municipal pelo
menos três vezes por semana, independentemente da quantidade acumulada.
Mensalmente, o depósito de lixo deve ser esvaziado completamente, varrido e ou lavado com
solução à base de pasta de pinho e água (proporção de 1:100).

Dependências externas
As vias de trânsito sobre roda, passeios e pátios devem ser varridos semanalmente. Os
jardins devem ser reparados e as plantas podadas mensalmente.
82)

Limpeza / higienização dos equipamentos
Moinhos para processamento de matérias-primas
O moinho deve ser limpado diariamente ao termino do expediente de produção e no intervalo
entre o processamento de matérias-primas distintas, da seguinte forma:
Com o moinho desligado, desparafusar o compartimento que contem a peneira e retira-la.
Utilizando-se espátula, vassoura e escova, específicas para tal, remover todos os resíduos
aderidos à peneira e demais compartimentos internos e externos do moinho. Em seguida, os
mesmos devem ser soprados com ar comprimido de forma a se eliminar os demais
componentes residuais presentes, colocar a peneira já higienizada no local próprio e
parafusar o compartimento que a contem.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção do moinho.

Peneiras para uniformização de granulometria de matérias-primas
A peneira deve ser higienizada diariamente ao termino do expediente de produção e no
intervalo entre o processamento de matérias-primas distintas, da seguinte forma:
Com a peneira desligada, retirar manualmente a tela, a qual é móvel. Utilizando-se espátula,
vassoura e escova, específicas para tal, remover todos os resíduos aderidos à tela e demais
compartimentos internos e externos da peneira. Em seguida, os mesmos devem ser
soprados com ar comprimido de forma a se eliminar os demais componentes residuais
presentes,e por ultimo, colocar a tela já higienizada no local próprio.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção da peneira.

Balanças com capacidade de até 100 Kg e fração de até 20 g.
As balanças com capacidade de até 100 Kg e fração de até 20 g, devem ser higienizadas
diariamente ao término do expediente de produção, no intervalo entre a pesagem de
matérias-primas para produção de produtos distintos e quando do acúmulo de resíduos sobre
a plataforma das mesmas da seguinte forma:
Soprar toda sua superfície com ar comprimido até a remoção da máxima quantidade possível
de resíduos acumulados e passar pano umedecido em água pura para completar a limpeza.

Balanças com capacidade acima de 100 Kg e fração superior a 20 g.
As balanças com capacidade acima de 100 Kg e fração superior a 20 g, devem ser
higienizadas das seguintes formas:
Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre a pesagem de
matérias-primas para produção de produtos distintos: varrer a parte interna da balança com
vassoura e soprar com ar comprimido de forma a se retirar os resíduos restantes. Os
resíduos acumulados ao redor da plataforma e dentro do fosso das balanças movediças
devem ser recolhidos com vassoura e pá e descartado no lixo.
Intervalo de pesagem de matérias-primas para a produção de um mesmo produto: varrer a
parte interna da plataforma da balança com vassoura de forma a se retirar o máximo de
resíduos possível.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção da balança.

Impressoras conectadas às balanças
Deve ter sua superfície externa higienizada diariamente, uma ou mais vezes de acordo com
a necessidade, utilizando-se pano umedecido em água pura.

Redley
O redley deve ser higienizado diariamente ao término do expediente de produção e no
intervalo entre a produção de produtos distintos, da seguinte forma:
Com o equipamento desligado, retirar manualmente os resíduos que se encontrarem
depositados em sua base inferior. Posteriormente, deve-se abrir a extremidade superior do
redley e soprar a parte interna com ar comprimido ao longo de toda sua extensão e fecha-lo
novamente.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção do redley.

Silos
Os silos “pulmão” para matérias-primas e produtos acabados devem ser higienizados das
seguintes formas:
- Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre produção de
produtos distintos: varrer a parte interna do silo com vassoura e soprar com ar comprimido de
forma a se retirar os resíduos restantes.
- Intervalo entre batidas distintas para a produção de um mesmo produto: varrer a parte
interna do silo com vassoura de forma a se retirar o máximo de resíduos possível.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção dos silos.

Misturadores
Os misturadores utilizados para a elaboração de pré-misturas e produtos acabados devem
ser higienizados das seguintes formas:
- Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre produção de
produtos distintos: varrer a parte interna do misturador com vassoura e soprar com ar
comprimido de forma a se retirar os resíduos restantes.
- Intervalo entre batidas distintas para a produção de um mesmo produto: varrer a parte
interna do misturador com vassoura de forma a se retirar o máximo de resíduos possível.
Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de
qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente,
a lavação e ou desinfecção dos misturadores.

Máquina de costura
A máquina de costura utilizada para fechar as embalagens contendo produtos acabados
deve ter toda sua superfície externa higienizada diariamente, uma ou mais vezes de acordo
com a necessidade, utilizando-se ar comprimido e pano umedecido em água pura.

Aspirador de pó
O aspirador de pó deve ser higienizado diariamente ao término do expediente de produção
da seguinte forma:
- Remover o filtro que retêm o pó, retirar o excedente de pó acumulado e soprar o filtro e
câmara que o aloja com ar comprimido. Todo o pó retirado deve ser colocado em um saco
plástico e conduzido ao lixo.

Empilhadeiras e paleteiras
As empilhadeiras e paleteiras utilizadas no estabelecimento devem ser higienizadas
semanalmente ou sempre que houver necessidade por acúmulo de resíduos, com o auxílio
de ar comprimido e pano umedecido em água pura.
Observação: qualquer equipamento em manutenção, antes de ser utilizado novamente,
deve ser limpado/higienizado como descrito especificamente acima ou de acordo com o
determinado pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo
estabelecimento.
83)
Limpeza / higienização dos utensílios
Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre produção de produtos
distintos, os utensílios utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação
animal, tais como pás, conchas, vassouras, facas, tesouras, espátulas, baldes, tambores e
caixas plásticas devem ser soprados com ar comprimido.
Semanalmente, e sempre que se observar impregnação de resíduos não removíveis pelo
método de limpeza convencional, os utensílios em uso devem ser lavados utilizando-se buchas
e detergente neutro (em quantidade suficiente para produção moderada de espuma) e
enxaguados com água pura e corrente. Terminado o processo de higienização, os mesmos
devem ser secados e devidamente guardados.
Observações Gerais: durante a execução de quaisquer das atividades de limpeza e
higienização das instalações, equipamentos e utensílios os funcionários devem estar utilizando
botas e luvas de material impermeável e uniforme apropriado.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
DOCUMENTOS ANEXOS
Não há.
PÁGINAS
7
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
Página:
POP
Código:
12
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 9
Versão nº
1
Recursos
Humanos
Admissão, treinamento, saúde
e higiene dos funcionários
Visitantes
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
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DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à admissão e treinamento
de funcionários, bem como quanto à sua saúde e higiene quando da execução de atividades
relacionadas à produção de produtos destinados à alimentação animal.
APLICAÇÃO
Se aplica no processo de admissão e treinamento de todos funcionários que participam direta
ou indiretamente das atividades relacionadas à produção de produtos destinados à
alimentação animal, bem como quanto à saúde e higiene dos mesmos quando da execução de
suas atividades.
DEFINIÇÕES
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
SINE: sistema nacional de emprego, que existe em escala municipal, estadual e federal.
Caráter de experiência: período, compreendido em até 3 (três) meses, em que os novos funcionários são
avaliados antes de serem contratados em definitivo.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Setor de recursos humanos, todos funcionários envolvidos na produção de produtos destinados à alimentação
animal e visitantes.
PROCEDIMENTO
84)
Admissão de novos funcionários
Quando houver a necessidade de contratação de um novo funcionário para o estabelecimento,
o setor de recursos humanos (RH) e demais responsáveis pelo processo de admissão devem
proceder da seguinte forma:
- Inicialmente deve ser feita uma consulta ao arquivo de currículos encaminhados à empresa.
Se não forem encontrados candidatos que preencham os requisitos para a vaga disponível,
deverá lançar mão de outros artifícios (consulta à lista do SINE, divulgação através de
panfletos etc.).
- Os candidatos à(s) vaga(s) deveram ser avaliados/entrevistados pelo profissional qualificado
do setor de RH e pelo gerente de produção, responsável pelo controle de qualidade e/ou
responsável técnico do estabelecimento.
- Após a avaliação/entrevista, o candidato qualificado positivamente deve ser encaminhado
para realizar os exames médicos. Os exames devem ser marcados pelo setor de RH da própria
empresa e a data e o horário devem ser comunicados ao candidato com antecedência. Se o
médico atestar a aptidão do candidato, o mesmo deve ser orientados a providenciar os
documentos necessários à admissão em caráter de experiência:
- 2 fotos 3x4
- Cópia do CPF
- Cópia de identidade com foto
- Cópia da certidão de casamento
- Cópia da certidão de nascimento dos filhos com até 14 anos
- Cópia do cartão de vacinação dos filhos com até 6 anos
- Cópia do título de eleitor
- Cópia do certificado de reservista (somente homens)
- Cartão do PIS
- Carteira de trabalho
- Comprovante de residência (com data inferior a 90 dias)
- Comprovante de freqüência escolar para os filhos com mais de 6 anos
- Atestado de antecedentes criminais
- Comprovante de realização dos exames médicos e de audiometria.
Fatores a serem levados em consideração para admissão de novos funcionários:
- Dar preferência à contratação de pessoas que não fumem, já que a empresa não admite que
se fume em suas dependências internas.
- O candidato deve ter um perfil adequado ao setor em que irá atuar, como por exemplo porte
físico, escolaridade etc.
- A índole e o temperamento do candidato devem ser avaliados, uma vez que irá trabalhar em
equipe.
- Deve-se procurar obter referências dos candidatos em locais de trabalhos anteriores e dar
preferência àqueles com experiência e boas referências.
85)
Programa de treinamento
Os funcionários contratados em caráter de experiência, antes de iniciarem suas atividades,
devem ser submetidos a um “treinamento introdutório”, e em seguida serão submetidos a
treinamentos específicos de acordo com as atividades a serem executadas.
Os treinamentos serão aplicados por pessoas capacitadas e pelos demais funcionários da
empresa, especialmente
aqueles com
individualmente ou em grupos.
mais experiência, e poderão
ser realizados
ATENÇÃO: todo treinamento realizado deve ser devidamente registrado e avaliado a partir de
formulários próprios (respectivamente anexos 1 e 2).
2.1) Treinamento introdutório
O treinamento introdutório deve ser aplicado pelo responsável pelo controle de qualidade a
todos os funcionários recém contratados pelo estabelecimento e que irão participar do
processo de produção de produtos destinados à alimentação animal. Este treinamento deve
abordar dentre outros temas:
- Princípios e importância das boas práticas de fabricação;
- Normas da empresa (uniformes e acessórios (EPI); banho e lavagem das mãos; conduta
pessoal; e condições de saúde e segurança do trabalho)
- Atividades do setor no qual o funcionário irá atuar, e quais serão suas obrigações;
- Explicação em que consiste o período de experiência e o processo de avaliação.
2.2) Treinamento específico
O treinamento específico deve ser aplicado pelo gerente de produção e ou responsável pelo
controle de qualidade a todos os funcionários recém contratados pelo estabelecimento que
tenham passado pelo treinamento introdutório, e terá a contribuição dos demais funcionários do
setor, especialmente os mais experientes.
O novo funcionário deve ser apresentado a seus colegas e posteriormente deve ser
encaminhado ao setor onde irá trabalhar. Então o responsável pelo treinamento deve explicar
quais serão as atividades, obrigações e responsabilidades do novo funcionário.
OBSERVAÇÃO: dependendo da importância e ou complexidade de uma determinada
atividade, além do conteúdo teórico, devem ser feitos treinamentos práticos.
Nesta fase do processo, o funcionário em treinamento não deve executar nenhuma atividade
de forma independente, devendo sempre ser monitorado por alguém com experiência.
Gradativamente, à medida que for se familiarizando com as atividades, o funcionário deve ir
recebendo autonomia para executa-las. Por fim, deve ter suas atividades supervisionas
periodicamente, de forma a se verificar sua eficácia na realização das mesmas.
OBSERVAÇÃO: após os três meses de experiência/treinamento, o funcionário deve ser
reavaliado (pelo profissional qualificado do setor de RH e pelo gerente de produção,
responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento), e se
aprovado, deverá ser contratado em definitivo. Procedendo-se então com a regularização da
carteira de trabalho.
2.3) Treinamentos de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação
Sempre que se julgar necessário, os funcionários, o gerente de produção e ou responsável
pelo controle de qualidade podem solicitar treinamentos. Estes
treinamentos podem ser de
reciclagem, aperfeiçoamento ou capacitação e serão aplicados individualmente, em
grupos ou de forma coletiva de acordo com a determinação do instrutor.
Os instrutores responsáveis pelos treinamentos devem ser qualificados e com
experiência no que se propõem.
86)
Uniformes e acessórios (EPI)
Todos os funcionários da empresa devem utilizar uniformes adequados à atividade realizada, e os mesmos
deverão ser de uso exclusivo para o serviço.
Quando a atividade em execução propiciar que os uniformes se sujem rapidamente, o funcionário deve utilizar
avental plástico de forma a reduzir o risco de contaminação do produto.
É proibido o uso de chinelos, sandálias e similares nas dependências onde são manipulados produtos, sendo
indicado o uso de bota de couro ou borracha, que devem apresentar-se limpas e em boas condições.
O emprego de equipamentos de proteção individual (EPI) durante a manipulação de alimentos, como: luvas,
máscaras, tampões, óculos, aventais e outros, é obrigatório de acordo com as especificações (placas
indicativas em cada setor), e os mesmos devem estar em perfeitas condições de higiene e limpeza.
O uso de máscara para boca e nariz é obrigatório para todo funcionário presente em qualquer área onde se
tenha produto exposto, estando este manipulando ou não algum produto.
As luvas e quaisquer outros objetos, utensílios e equipamentos empregados no manuseio de alimentos,
produtos de limpeza, pesticidas etc. deverão ser de uso exclusivo e não podem em hipótese alguma serem
utilizados para outras atividades.
No caso de luvas, o seu uso não exime o manipulador da obrigação de lavar as mãos cuidadosamente
previamente a manipulação de qualquer produto.
Os tampões de ouvido contra ruídos devem estar atados entre si por um cordão que passe por trás do pescoço
para prevenir que soltem e caiam sobre o produto.
Todo funcionário, obrigatoriamente, devem estar uniformizados e utilizando os EPI’s que lhe cambem ao
iniciarem/executarem qualquer atividade nas dependências do estabelecimento.
87)
Banho e lavagem das mãos
Diariamente, antes de entrar nas dependências da fábrica, todos os funcionários da empresa envolvidos direta
ou indiretamente no processo de produção de produtos destinados à alimentação animal devem tomar banho
(seguindo os procedimentos estabelecidos em placas indicativas presente nos banheiros)
uniforme de uso exclusivo.
e colocar o
Todos os funcionários que participam de qualquer etapa de manipulação de produtos para alimentação animal
devem lavar as mãos banho (seguindo os procedimentos estabelecidos em placas indicativas presente nos
lavabos) sempre que necessário, respeitando no mínimo os seguintes critérios: antes do início das atividades,
ao alternar na execução de atividades distintas, após o uso do banheiro, após manipulação de produtos
contaminados, resíduos e lixo. Ou seja, após a execução de qualquer atividade/ato que possa ter sujado e/ou
contaminado as mãos.
88)
Conduta pessoal
Roupas e demais pertences pessoais devem ficar guardados no vestiário, preferencialmente nos escaninhos.
Para evitar a possibilidade de certos objetos caírem no produto, não é permitido aos funcionários, durante a
manipulação de produtos, carregarem no uniforme: canetas, lápis, termômetros, ferramentas, pinças, alfinetes,
etc., especialmente da cintura para cima.
Os homens deverão estar sempre bem barbeados para ajudar a manter o ambiente de limpeza. Mas quando da
utilização de barbas, esta não poderão ser longas.
Os cabelos de todos os funcionários envolvidos na manipulação de produtos para alimentação animal devem
ser mantidos totalmente cobertos através do uso de toucas, gorros ou similares.
Nas áreas de manipulação de alimentos, é proibido todo ato que possa originar contaminação dos produtos,
como comer, beber, mascar chicletes, fumar, introduzir os dedos nas orelhas, nariz e boca, conversar próximo
a produtos expostos ou outras práticas anti-higiênicas, tampouco será permitido manter lápis, caneta, cigarro
ou outros objetos atrás da orelha.
É expressamente proibida a entrada de qualquer tipo de alimento ou bebida na fábrica, os quais devem ficar
restritos às áreas do refeitório.
Não é permitido o uso de jóias (brincos, pulseiras, correntes, colares, anéis, alianças, relógios etc.) durante as
etapas de manipulação do produto, pelo seguinte:

as jóias, na maior parte das vezes, não podem ser adequadamente desinfetadas e oferecem risco de
contaminação microbiológica aos produtos;

existe perigo de que jóias e partes das mesmas se soltem e caiam no produto, ocasionando
contaminação física;

as jóias pessoais podem representar risco para a segurança pessoal e integridade dos produtos e
equipamentos.
É proibido fumar nas dependências internas do estabelecimento.
89)
Condições de saúde e segurança do trabalho
Os exames médicos, laboratoriais e audiométrico aos quais todo funcionário que mantêm contato com
produtos destinados à alimentação animal é submetido antes da admissão são repetidos anualmente ou
sempre que houver razões clínicas ou epidemiológicas.
Nenhum funcionário que esteja afetado por enfermidades infecto-contagiosas ou que apresente inflamações,
infecções ou afecções na pele, feridas ou outras anormalidades que possa originar contaminação
microbiológica do produto, do ambiente ou de outros indivíduos deve ser admitido para trabalhar no processo
de manipulação de alimentos para alimentação animal.
Dentre os funcionários já admitidos, o que apresentar qualquer das situações descritas acima será
imediatamente direcionado a outro tipo de trabalho que não seja a manipulação de alimentos ou ficará
afastado de suas atividades pelo período necessário, a critério do médico responsável.
É obrigação de todos os funcionários da empresa que mantêm contato com produtos destinados à
alimentação animal, comunicar imediatamente a direção do estabelecimento de sua condição de saúde quando
estas não se encontrarem dentro da normalidade. E o funcionário deve ser encaminhado para exame médico.
Alem de utilizar os EPI determinados para cada setor e seguir as demais normas de segurança do trabalho, é
obrigação de todos os funcionários comunicar à gerência a ocorrência de qualquer incidente no decorrer das
atividades rotineiras da empresa, especialmente aqueles que venham a comprometer a integridade dos
produtos e ou dos próprios funcionários.
90)
Visitantes
Os visitantes, para terem acesso às dependências internas da fábrica, devem cumprir todas as disposições
referentes ao uso de uniformes e higiene e conduta pessoal estabelecidas para os funcionários, sem exceções.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
PÁGINAS
10
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
DOCUMENTOS ANEXOS
Anexo 1 – Formulário para registro de treinamentos
1) Treinamento aplicado: __________________________________________________
______________________________________________________________________
2) Responsável(is) pelo treinamento: ________________________________________
______________________________________________________________________
3) Data de realização: _______/________/________ a _______/________/________
4) Duração: _________horas.
5) Participantes:
Nome
Assinatura
Setor*
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______________
* Setor de atuação do funcionário: 1) recepção e organização de matérias-primas; 2)
manipulação e pesagem de matérias-primas; 3) mistura, envase e expedição de produtos
acabados; 4) Outros, o qual deve ser citado.
Anexo 2 – Ficha para avaliação de treinamento
Fique à vontade para responder com sinceridade este questionário, pois você não
precisa se identificar.
1) Treinamento aplicado: __________________________________________________
______________________________________________________________________
2) Responsável(is) pelo treinamento: ________________________________________
______________________________________________________________________
3) Data de realização: _______/________/________ a _______/________/________
4) Duração: _________horas.
Avaliação do instrutor
- Foi claro em suas explicações
( ) sim
( ) não
- Apresentou domínio sobre o assunto em questão
( ) sim
( ) não
- Respondeu às dúvidas de forma clara
( ) sim
( ) não
- Foi educado e atencioso
( ) sim
- O material didático utilizado foi de boa qualidade
( ) sim
( ) não
( ) não
Avaliação do treinamento
- O treinamento atendeu ao que se propunha
( ) sim
( ) não
- O que você aprendeu te ajudará no seu trabalho
( ) sim
( ) não
- O tempo foi suficiente para contemplar todo conteúdo
( ) sim
( ) não
- O treinamento contribuiu para o seu aprendizado ( ) muito ( ) pouco
- O seu aproveitamento no treinamento foi
Sugestões e reclamações:
( ) bom
( ) satisfatório
( ) nada
( ) ruim
Página:
POP
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
Código:
13
1 de 5
Versão nº
1
Uso de Água
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por:
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
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DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos na higienização do
reservatório e sistema de distribuição de água do estabelecimento.
APLICAÇÃO
Se aplica no processo de higienização do reservatório e sistema de distribuição de água do
estabelecimento.
DEFINIÇÕES
Água potável: água cuja qualidade a torna adequada ao consumo humano e animal, por não oferecer riscos de
contaminação.
Desinfecção: é a redução, por meio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de
microrganismos no ambiente, instalações, maquinários e utensílios a um nível que não origine contaminação
do produto que será elaborado.
Higienização: limpeza e desinfecção.
Limpeza: remoção de qualquer tipo de resíduo indesejável.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Funcionários do setor de limpeza, desinfecção e controle de pragas.
PROCEDIMENTO
1) Introdução
Em nenhum dos procedimentos executados pelo estabelecimento ocorre adição ou contato
direto de água com os produtos destinados à alimentação animal. No entanto, toda a água
utilizada no recinto para as diversas atividades é potável, sendo fornecida pelo órgão oficial de
saneamento básico do estado (Copasa).
A água utilizada é encana diretamente da rede de alimentação da Copasa para o reservatório,
de onde é distribuída para os diversos setores do estabelecimento.
O reservatório e o sistema de distribuição de água do estabelecimento atende a todos os
requisitos necessários: capacidade, vazão e pressão suficientes; apresentam superfície lisa,
resistente e impermeável; são confeccionados de material atóxico, inodoro e resistente aos
produtos e processos de limpeza; o reservatório fica em local de fácil acesso para inspeção e
limpeza, possui tampa e permanece constantemente fechado, de forma a evitar o acesso de
material estranho, pássaros, insetos e outros e são higienizados a cada 6 meses ou sempre
que houver qualquer indício de contaminação da água.
2) Higienização do reservatório e sistema de distribuição de água
A higienização do reservatório e sistema de distribuição de água deve ser feita de forma
programada nos meses de janeiro e julho e deve seguir o seguinte procedimento:
1°. Passo

Em um dia programado, de preferência final de semana, feche o registro geral de
entrada de água na caixa e, para evitar desperdício, utilize a água armazenada para
limpeza de banheiros, pisos, jardim, etc., até restar apenas cerca de um palmo (20 cm)
de água na caixa.
2°. Passo

Tampe a boca do cano de saída da água com um tampão de madeira ou pedaço de
pano limpo para que a sujeira da caixa não entre no encanamento. Esgotar toda a
água presente no encanamento.
3°. Passo

Utilizando escovas e ou vassouras de nylon, preferencialmente novas, lave e esfregue
as paredes e o fundo da caixa. Este procedimento deve ser executado com o uso
exclusivo de água (não colocar sabão, desinfetantes etc.)
4°. Passo

Abra o registro de descarga da caixa ou faça um sifão com uma mangueira para
esgotar toda a água suja gerada durante o processo de limpeza. Não retire o tampão
da boca do cano de alimentação do sistema de distribuição de água. É de suma
importância que se retire toda a sujeira da caixa.
5°. Passo

Depois de limpar bem a caixa d’água, abra o registro geral de entrada de água para
enche-la, adicione quatro litros de água sanitária para cada 500 litros de água e agite
bastante (utilizando um pedaço de madeira ou ferro) para obter uma boa mistura. Após
a homogeneização, retire o tampão da boca do cano de alimentação do sistema de
distribuição de água e deixe a solução agir por no mínimo 4 horas. Observação: se a
capacidade do reservatório for superior a 2.000 litros, não é necessário preparar um
volume de solução maior que esse.
7°. Passo

Esvazie a caixa d’água, abrindo todas as torneiras e dando descargas no banheiro.
Quando tiver esgotado a solução, abra o registro geral de entrada de água e deixe
escorrer um pouco para retirar o resíduo da solução do encanamento. Posteriormente,
feche as torneiras e pare de dar descarga para que a caixa possa encher e pode
utilizar a água normalmente.
8°. Passo

Feche bem a caixa, verificando se a tampa ficou bem vedada para evitar a entrada de
materiais indesejáveis, pequenos animais e insetos, inclusive o mosquito transmissor
da dengue.
ATENÇÃO: se houver necessidade de higienização do reservatório e sistema de
distribuição de água por indício de contaminação, deve ser feita uma avaliação criteriosa
para se determinar qual o melhor procedimento a ser adotado.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
DOCUMENTOS ANEXOS
Não há.
PÁGINAS
5
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
Página:
POP
Código:
15
Procedimento Operacional Padrão
Data de
Data
Próxima
Emissão:
Vigência:
Revisão:
1 de 4
Versão nº
1
RASTREABILIDADE
Elaborado por:
Aprovado por:
Data:
Data:
Assinatura:
Assinatura:
Revisado por
Revisão no: elaboração
Data:
Assinatura:
Rever em:
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões que possibilitem rastrear todo o processo
produtivo dos produtos produzidos pelo estabelecimento, desde a aquisição das matériasprimas até a comercialização do produto acabado.
APLICAÇÃO
Aplica-se a todas atividades realizadas pelo estabelecimento que tenham envolvimento direto
ou indireto com o processo de produção de produtos destinados à alimentação animal.
DEFINIÇÕES
Rastreabilidade: ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira documentada as
informações referentes a um processo/procedimento. É a capacidade de recuperação do
histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um processo, ou um produto ou
uma organização, por meio informações previamente registradas. De um modo mais simples,
rastrear é manter os registros necessários para identificar e informar os dados relativos à
produção, à origem e ao destino de um produto.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Responsável técnico pelo estabelecimento, encarregado de produção e responsável pela documentação e
registro de dados.
PROCEDIMENTO
Introdução
A rastreabilidade é uma ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira documentada
as informações referentes a um processo / procedimento. Ou seja, é a capacidade de
recuperação de um histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um
processo, ou um produto ou uma organização, por meio informações previamente registradas.
No caso específico deste documento, a rastreabilidade se refere ao controle e gerenciamento
dos processos de produção dos produtos destinados à alimentação animal produzidos pelo
estabelecimento, desde a aquisição das matérias-primas até a comercialização do produto
acabado.
1) Fornecedores de matérias-primas
Todos os fornecedores de matérias-primas, quando da aquisição primária de um produto
pelo estabelecimento, são devidamente avaliados e só passam a ser credenciados se
atenderem a todos os requisitos pré-estabelecidos, conforme descrito no POP referente a
Qualificação de Fornecedores de Matérias-primas. Para efeito de rastreabilidade, as fichas
de avaliação dos fornecedores credenciados pelo estabelecimento e dos produtos por eles
fornecidos ficam devidamente arquivadas.
2) Matérias-primas
O estabelecimento só autorizada a aquisição de matérias-primas de fornecedores
previamente credenciados, e à recepção, estas só devem ser aceitas e descarregadas se
atenderem aos requisitos estabelecidos no POP referente ao grupo ao qual pertence.
À recepção, cada remessa de uma determinada matéria-prima é cadastrada individualmente
a partir de formulários apropriados (anexo 1 dos POP’s referentes à recepção /
armazenamento / liberação para uso de matérias-primas), os quais contêm todos os dados
referentes à ela e ao respectivo fornecedor.
No momento do cadastro, cada remessa de uma determinada matéria-prima recebe uma
identificação numérica (conforme estabelecido nos POP’s referentes à recepção /
armazenamento / liberação para uso de matérias-primas). Esta identificação numérica se
trata do número de lote de controle interno, a partir da qual é feito todo o acompanhamento
do produto dentro do estabelecimento. Para efeito de controle interno, cada remessa de uma
determinada matéria-prima equivale à um lote.
3) Controle da produção
Na linha de produção, a utilização de todas matérias-primas é controlada, e a utilização de
um mesmo tipo de matéria-prima respeita, obrigatoriamente, um programa de rotatividade: “o
primeiro que entra é o primeiro que sai” (FIFO). A partir do número de lote de controle
interno, que é seqüencial e de acordo com a ordem de recepção, se estabelece a ordem de
utilização de lotes distintos de uma mesma matéria-prima.
A produção de todos os produtos destinados à alimentação animal produzidos pelo
estabelecimento só se inicia a partir da emissão de uma ordem de produção. O bloco para
emissão de ordem de produção é único e segue uma numeração crescente, de forma a se
estabelecer a seqüência exata em que cada produto foi produzido. Neste documento
estabelece-se ainda o número de lote de produção do produto em questão e a quantidade a
ser produzida.
A partir da ordem de produção se estabelece a quantidade a ser gasta de cada matéria-prima
para a produção de um determinado lote de produto. A quantidade de cada matéria-prima a
ser gasta é especificada em uma planilha (ficha de controle de inclusão de matérias-primas –
anexo 3 do POP Produção), a qual é entregue ao encarregado de produção juntamente com
a ordem de produção referente ao lote de produto a ser produzido.
A partir desta planilha, o encarregado de produção faz a anotação dos lotes de todas as
matérias-primas utilizadas para a produção de um determinado lote de produto acabado.
Através desta planilha, é possível se rastrear todas as matérias-primas utilizadas para a
produção do lote de produto em questão.
4) Produtos acabados
Todos os produtos produzidos pelo estabelecimento são envasados em embalagens
contendo um rótulo cada, no qual estão contidas todas as informações a respeito do produto
em questão, dentre elas a data de fabricação e lote de produção, que possibilitam o
levantamento de todo seu histórico de produção.
5) Destino final dos produtos acabados
Todo e qualquer produto produzido pelo estabelecimento, quando de sua comercialização, só
deve ter autorizada sua saída do estoque a partir da emissão de nota fiscal correspondente.
Neste documento devem estar contidas informações referentes ao comprador (nome,
telefone, endereço etc.) e
referente ao(s) produto(s) vendido(s) (quantidade, lote de
produção ao qual pertence etc.), a partir das quais é possível localizar o produto e fazer recall
em caso de necessidade.
OBSERVAÇÃO:
Em caso de necessidade de qualquer tipo de rastreabilidade e ou recall, os mesma deve ser
realizados pelo responsável técnico pelo estabelecimento juntamente com responsável pela
documentação e registro de dados. Nestes casos, é obrigatória a elaboração de relatório
especificando pelo menos a causa, o solicitante, o responsável pela execução do processo de
rastreabilidade, a data e as conclusões obtidas.
Este relatório deve ser datado e assinado e entregue ao responsável pela documentação e
registro de dados, o qual deve arquiva-lo em local específico.
Em caso de recall, os produtos recolhidos e devem ficar estocados em local específico
(separado dos demais produtos acabados e matérias-primas) até que se determine seu destino
final.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
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NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
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POP
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Procedimento Operacional Padrão
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MANUTENÇÃO
PREVENTIVA E
CALIBRAÇÃO DE
EQUIPAMENTOS E
INSTRUMENTOS
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DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos no processo de manutenção preventiva
dos equipamentos utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação animal.
APLICAÇÃO
Se aplica à todos os equipamentos utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação
animal.
DEFINIÇÕES
Manutenção preventiva: serviços de inspeção, controle, conservação e restauração de um
item com a finalidade de prever, detectar ou corrigir defeitos, visando evitar falhas.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Funcionários envolvidos no processo de produção.
PROCEDIMENTO
Os procedimentos de manutenção preventiva em cada equipamento são executados
pelos próprios funcionários do setor onde os mesmos se encontram. Estes
procedimentos variam de um equipamento para outro, conforme descrito a seguir.

Moinho para processamento de matérias-primas
Diariamente, antes do início das atividades, deve ser feita inspeção das correias do moinho e
se houver necessidade, as mesmas devem ser ajustatadas ou substituidas. Semanalmente,
deve ser feita lubrificação dos rolamentos com uso de graxa classificada em categoria
alimentícia.

Peneira para uniformização de granulometria de matérias-primas
Diariamente, antes do início das atividades, deve ser feita inspeção das correias da peneira e
se houver necessidade, as mesmas devem ser ajustatadas ou substituidas.
Semanalmente, deve ser feita lubrificação dos rolamentos com uso de graxa classificada em
categoria alimentícia.

Balanças
Diariamente, antes do início das atividades, deve ser feita aferição de todas as balanças
que forem ser utilizadas. A aferição deve ser feita utilizando-se pelo menos três pesos
distintos, sendo um deles igual à precisão da balança. Se houver divergencia, deve ser
regulado seu aprumo. Caso a mesma persista, contactar a assistencia técnica
autorizada.
Anualmente, todas as balanças devem passar por uma revisão geral, a qual deve ser
executada por profissionais especializados a serem contradados.

Impressoras conectadas às balanças
O cartucho de tinta das impressoras devem ser trocados regularmente de acordo com a
necessidade e sempre que estiver ocorrendos imperfeições nas impressões.
Anualmente, todas as impressoras devem passar por uma revisão geral, a qual deve ser
executada por profissionais especializados a serem contradados.

Redley
Diariamente, deve ser feita verificação das palhetas, pinos e contra-pinos do redley, e de
acordo com a necessidade, os mesmos devem ser substituidos.
Semanalmente, seus rolamentos devem ser lubrificados com uso de graxa classificada em
categoria alimentícia.

Misturadores
Diariamente, as correias e correntes dos misturadores devem ser verificadas e ajustadas, e se
houver necessidade, as mesmas devem ser substituidas.
Semanalmente, seus rolamentos devem ser lubrificados com uso de graxa classificada em
categoria alimentícia.

Máquina de costura
A máquina de costura deve ser lubrificada diariamente, e de acordo com o desgaste, sua
agulha deve ser substituida.

Compressor de ar
Diariamente, se deve verificar e ajustar as correias, retirar e soprar o filtro de ar e verificar o
nível de óleo. Se o nível estiver abaixo do esperado, o mesmo deve ser ajustado colocando
mais óleo.
A cada 6 meses, o filtro de ar deve ser substituido, e a cada 4 meses se deve fazer.

Empilhadeiras
Diariamente, deve ser feita verificação do nível de água das baterias, e se estiver abaixo
do esperado, ajustar com adição de água destilada.
Semanalmente, deve ser feiat lubrificação das barras do elevador.

Paleteiras
Semanalmente, deve ser feita verificação dos rolamentos, rodas e nível do óleo do
compartimento hidraulico. Se houver necessiade, se deve colocar mais óleo.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
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Não há.
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Procedimento Operacional Padrão
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PRODUÇÃO
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Versão nº
1
DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA
Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de
Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA.
OBJETIVOS
Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos no processo de produção
dos produtos destinados à alimentação animal.
APLICAÇÃO
Aplica-se à produção de todos os produtos destinados à alimentação animal que o
estabelecimento possui.
DEFINIÇÕES
Batida: ciclo de produção envolvendo uma única mistura global e que tem como característica a
homogeneidade do produto final.
]
Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em
documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente.
Contaminação cruzada: contaminação de produto destinado à alimentação animal com outro produto durante o
processo de produção ou contaminação gerada pelo contato indevido entre matérias-primas, insumo,
superfície, ambiente, pessoas e/ou produtos contaminados.
Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas,
insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas,
plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor
parte integrante da embalagem.
Hermeticamente: fechado de forma que não permite a entrada e saída de ar.
Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco.
Lote: grupo de produtos obtidos sob as mesmas condições de fabricação, com a finalidade de controle, tendo
como característica em comum a homogeneidade.
Macro ingredientes: são as matérias-primas que entram em maior proporção nas formulações dos produtos
destinados à alimentação animal.
Micro ingredientes: são matérias-primas tais como vitaminas, minerais, promotores de crescimento, agentes
coccidiostáticos etc. que entram em proporções reduzidas nas formulações dos produtos destinados à
alimentação animal.
Mistura global: processo de mistura que engloba todas as matérias-primas de uma determinada formulação, a
partir do qual se obtém um produto acabado.
Pré-mistura: processo que consiste na prévia mistura de matérias-primas que entram em menor proporção em
uma formulação e que tem por objetivo aumentar a uniformidade de distribuição das mesmas no produto
acabado. O produto obtido na pré-mistura se torna um dos componentes da mistura global.
Redley: equipamento constituído de um tubo contendo pás móveis em seu interior e que é utilizado para o
transporte de produtos de granulometria reduzida.
Sala de Micro ingredientes: espaço físico destinado à armazenagem, pesagem e processamento de micro
ingredientes.
USUÁRIOS PRINCIPAIS
Gerente de produção, nutricionista, responsável pela documentação e registro de dados,
assistentes de
pesagem e assistentes de produção.
PROCEDIMENTO
Introdução
O estabelecimento é especializado na produção de suplementos, concentrados e aditivos
destinados à alimentação de aves, suínos e bovinos. No total são produzidos 37 produtos
comerciais e 4 produtos de uso interno.
De acordo com as características de cada um dos produtos, os mesmos são divididos em
grupos: Grupo 1) Produtos de uso interno; Grupo 2) Produtos sem inclusão de promotores de
crescimento, agentes coccidiostáticos e produtos de origem animal; Grupo 3) Produtos sem
inclusão de promotores de crescimento e agentes coccidiostáticos, mas com inclusão de
produtos de origem animal; Grupo 4) Produtos com inclusão de promotores de crescimento;
Grupo 5) Produtos com inclusão de promotores de crescimento e agentes coccidiostáticos. A
partir destes grupos, foi estabelecida uma ordem PREFERENCIAL de entrada de cada um dos
produtos na linha de produção (anexo 1), de forma a se minimizar os riscos de contaminação
cruzada.
As características de cada produto também foram utilizadas como critério para se determinar o
seu processo de produção, que pode se dar em duas ou três etapas. Os produtos cuja
formulação não possui nenhuma matéria-prima inclusa em proporção reduzida devem ser
obtidos a partir de duas etapas, mistura global e envase. Os produtos que possuem em sua
formulação uma ou mais matérias-primas inclusas em proporções reduzidas devem ter a etapa
de pré-mistura acrescida à seu processo de produção.
A pré-mistura consiste na prévia mistura de matérias-primas que entram em menor proporção em uma
formulação e que tem por objetivo aumentar a uniformidade de distribuição das mesmas no produto acabado.
O produto obtido na pré-mistura se torna um dos componentes da mistura global. A mistura global consiste
em um processo de mistura que engloba todas as matérias-primas de uma determinada formulação, a partir do
qual se obtém um produto acabado.
Processo de produção dos produtos destinados à alimentação animal
1)
Formulação dos produtos
A partir da composição proximal das matérias-primas, o nutricionista fórmula cada produto
determinando as quantidades de cada matéria-prima necessária para que ele fique dentro dos
níveis de garantia pré-estabelecidos.
2)
Ordem de produção e ficha de controle de inclusão de matérias-primas
Terminada a formulação, o nutricionista deve preencher a ordem de produção (exemplificada
no anexo 2), assina-la e repassa-la ao responsável pela documentação e registro de dados
juntamente com as fichas contendo as fórmulas de pré-mistura (exemplificada no anexo 4) e ou
mistura global (exemplificada no anexo 5) referente ao produto em questão, sendo estas
também assinadas.
O responsável pela documentação e registro de dados deverá então providenciar a ficha de
controle de inclusão de matérias-primas (exemplificada no anexo 3), preenchendo seu
cabeçalho e discriminando todas as matérias-primas contidas nas fórmulas de pré-mistura e ou
mistura global e as respectivas quantidades de cada uma a ser gasta para a produção da
quantidade total do produto expressa na ordem de produção. Finalizado o preenchimento dos
dados solicitados,
o responsável pela documentação e registro de dados deve conferir e
assinar a ficha de controle de inclusão de matérias-primas.
Observação: na ficha de controle de inclusão de matérias-primas a coluna referente ao número
de lote(s) de cada matéria-prima deve ficar em branco.
Posteriormente, o responsável pela documentação e registro de dados deve repassar ao
gerente de produção a ordem de produção, as fichas contendo as fórmulas de pré-mistura e ou
mistura global e a ficha de controle de inclusão de matérias-primas.
3)
Gerente de produção
O gerente de produção deve avaliar toda a documentação recebida, verificar se possui
quantidade suficiente de cada matéria-prima em estoque para a produção total estabelecida e
então conduzir a equipe de trabalho ao início das atividades de produção.
Observação: se houver qualquer tipo de dúvida, o nutricionista e ou o responsável pela
documentação e registro de dados devem ser consultados antes do início das atividades.
4)
Pré-Mistura
Os funcionários responsáveis pela preparação das pré-misturas, antes de iniciarem suas
atividades, devem verificar se os equipamentos e utensílios a serem utilizados se encontram
devidamente higienizados, bem como o próprio ambiente de trabalho. Se tudo estiver
adequado, deve-se proceder com o início das atividades.
O início do processo de produção das pré-misturas se dá a partir da pesagem das matériasprimas, a qual deve ser feita de forma seqüencial conforme estabelecido na ficha de fórmula de
pré-mistura (anexo 4).
As matérias-primas com inclusão de até 12 Kg devem ser pesadas em balanças com
capacidade para 15 Kg e precisão de 0,1 grama e as que tiverem inclusão entre 12 e 100 Kg
devem ser pesadas em balanças com capacidade para 100 Kg e precisão de 20 g.
A partir do nível de inclusão, se determina também o tamanho do recipiente a ser utilizado para
a pesagem individual de cada matéria-prima. Escolhido o recipiente, o mesmo deve ser
colocado sobre a balança para a retirada da tara. Com a balança tarada, deve-se iniciar a
pesagem.
Abrir a embalagem que contém a matéria-prima, retira-la com o auxílio de uma concha de
tamanho apropriado e adiciona-la cuidadosamente ao recipiente de pesagem, de forma a se
evitar desperdícios e produção excessiva de pó. A adição deve ser gradativa até atingir um
peso próximo ao desejado, que pode ser obtido com o auxílio de pequenas conchas ou
espátulas a partir da inclusão ou retirada de pequenas frações do produto.
Após estabilização da balança no peso desejado, deve ser feita a impressão correspondente
ao mesmo. Concluída a impressão, a matéria-prima pesada deve ser despejada
cuidadosamente em um recipiente maior destinado a receber todo o material já pesado. Ao
despeja-la, o funcionário deve utilizar um pincel para auxiliar na retirada do material residual no
recipiente utilizado para pesagem.
Este processo deve ser repetido sucessivamente para todos os componentes da fórmula, e a
cada matéria-prima pesada, deve ser feita uma marcação referente à mesma, de forma a se
evitar falhas de pesagem.
Terminada a pesagem, avaliar se há coincidência entre os pesos e seqüência de pesagem
estabelecidos na ficha de fórmula de pré-mistura e relatório de pesagens impresso.
Se estiver tudo de acordo, deve-se adicionar as matérias-primas cuidadosamente no
misturador de pré-misturas, fecha-lo hermeticamente e iniciar o processo de mistura, o qual
deve perdurar por 15 minutos (marcados utilizando cronômetro). Passado o tempo estipulado,
o misturador deve ser desligado e a pré-mistura esta pronta.
Depois de pronta, a pré-mistura deve ser retirada do misturador com o auxílio de conchas e
pinceis e colocada em baldes plásticos de forma fracionada de acordo com a especificação
contida na parte inferior da ficha de fórmula de pré-mistura (exemplificada no anexo 4). As
pesagens das frações da pré-mistura devem ser feitas em balanças com capacidade mínima
de 50 Kg e precisão máxima de 20 g.
Por fim, os recipientes contendo as frações da pré-mistura devem ser conduzidos para a área
de pesagem de macro ingredientes, onde estas serão inclusas na mistura global.
OBSERVAÇÕES GERAIS:
A) O(s) número(s) de lote(s) de cada uma das matérias-primas utilizadas na pré-mistura de
um determinado lote de produto acabado devem ser descritos pelo gerente de produção no
campo específico para tal na ficha de controle de inclusão de matérias-primas. Estes
números de lote devem ser aqueles gerados no momento da recepção das matérias-primas.
B) Enquanto uma batida de pré-mistura se encontra no misturador, deve-se providenciar a
pesagem das matérias-primas para a próxima batida. Porém este procedimento só deve ser
adotado, se a batida subseqüente for do mesmo produto.
C) OBRIGATORIAMENTE, as pré-misturas deve ser produzidas de forma simultânea à
produção do produto acabado ao qual se destina, não sendo permitida a produção de prémisturas para estocagem e ou uso posterior.
D) Entre a produção de pré-misturas de um mesmo produto ou de produtos distintos, devem
ser respeitados todos os procedimentos de limpeza/higienização estabelecidos no POP
referente à HIGIENE DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS.
5)
Mistura Global
Os funcionários responsáveis pelo processo de produção dos produtos acabados, antes de
iniciarem suas atividades, devem verificar se os equipamentos e utensílios a serem utilizados
se encontram devidamente higienizados, bem como o próprio ambiente de trabalho. Se tudo
estiver adequado, deve-se proceder com o início das atividades.
Inicialmente, todas as matérias-primas contidas na fórmula do produto a ser produzido devem
ser realocadas, em quantidades suficientes, da área de estocagem para a área de pesagem de
macro ingredientes.
Na área de pesagem de macro ingredientes, as matérias-primas devem ser pesadas em
balanças com capacidade mínima de 500 kg e precisão máxima de 200 g. Estas balanças
podem ser fixas ou possuírem plataformas que se movem sobre trilhos.
A pesagem das matérias-primas deve ser feita de forma ordenada, conforme seqüência
estabelecida na ficha de fórmula da mistura global (exemplificada no anexo 5).
A pesagem da primeira matéria-prima indicada na ficha de fórmula da mistura global deve se
dar a partir da balança tarada e da seguinte forma: abrir a(s) embalagem(s) que contém a
matéria-prima e ir despejando diretamente na plataforma da balança. Aproximado o peso
desejado, deve-se parar de despejar e fazer o ajuste final com o auxílio de uma concha. Obtido
o peso desejado, deve-se fazer a impressão referente ao mesmo e proceder de forma
semelhante na pesagem das matérias-primas subseqüentes. No entanto, nas pesagens
subseqüentes, a balança não deverá estar tarada.
Como na ficha de fórmula da mistura global os pesos estão dispostos de forma acumulativa,
terminada a pesagem de uma matéria-prima e feita a impressão referente ao peso obtido,
deve-se adicionar a matéria-prima subseqüente até atingir o peso indicado para tal, e assim
sucessivamente até chegar na ultima matéria-prima, cuja pesagem deve coincidir com o total
da mistura global.
Terminada a pesagem, avaliar se há coincidência entre os pesos e seqüência de pesagem
estabelecidos na ficha de fórmula de mistura global e relatório de pesagens impresso.
Se estiver tudo de acordo, a plataforma da balança deve ser deslocada sobre os trilhos até o
ponto que possibilite a acoplagem de sua extremidade inferior com o redley. Feita a
acoplagem, deve-se ligar o redley e abrir da válvula da balança. Assim, as matérias-primas são
conduzidas à um silo pulmão de matérias-primas, onde passam por uma
peneira e ficam
armazenadas temporariamente. No caso de balanças fixas, o procedimento é o mesmo, porém
estas ficam acopladas ao redley continuamente.
Com o misturador ligado e completamente vazio, deve-se abrir a válvula localizada na parte
inferior do silo pulmão, o qual fica localizado acima do misturador. Desta forma, as matériasprimas são conduzidas por gravidade ao misturador e se inicia o processo de mistura, que
deve ter duração de 5 minutos (que deve ser marcado utilizando cronômetro).
Passado o tempo estipulado o produto esta pronto. Então a parte inferior do misturador deve
ser aberta de forma que o produto passe por gravidade ao silo pulmão de produtos acabados
que se encontra abaixo do misturador. Do silo pulmão, os produtos acabados são direcionados
ao envase.
OBSERVAÇÕES GERAIS:
A)
O(s) número(s) de lote(s) de cada uma das matérias-primas utilizadas na mistura global
de um determinado lote de produto acabado devem ser descritos pelo gerente de produção
no campo específico para tal na ficha de controle de inclusão de matérias-primas. Estes
números de lote devem ser aqueles gerados no momento da recepção das matérias-primas.
B) Como há mais de uma balança, podem ser feitas pesagens simultâneas para a produção
de batidas distintas. Porém este procedimento só deve ser adotado, se a batida subseqüente
for do mesmo produto.
C) Entre as batidas de um mesmo produto e toda vez que um novo produto entrar na linha
de produção, devem ser respeitados todos os procedimentos de limpeza/higienização
estabelecidos no POP referente à HIGIENE DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E
UTENSÍLIOS.
D) Somente matérias-primas identificadas com etiqueta verde poderão ser realocadas da
área de estocagem para a área de pesagem de macro ingredientes.
6)
Envase
As embalagens utilizadas pelo estabelecimento para o acondicionamento dos produtos
destinados à alimentação são padronizadas para 20 kg e divididas em três categorias de
acordo com a espécie a qual se destina: verde para bovinos, laranjada para aves e vermelha
para suínos. As quais são rotuladas de acordo com o produto os quais deverão acondicionar.
À recepção da ordem de produção, o gerente de produção deve repassar ao responsável pelo
almoxarifado o tipo e a quantidade de rótulos e embalagens, o número de lote e data de
fabricação especificados na mesma.
O responsável pelo almoxarifado deve então separar a quantidade de embalagens e rótulos
estabelecida, carimbar os rótulos nos campos específicos com o nº de lote de produção e data
de fabricação do produto e colar um rótulo na face anterior-superior-direita de cada
embalagem. Durante todo o processo de preparação dos rótulos e embalagens, o funcionário
deve verificar se não existe nenhum tipo de não conformidade com os mesmos.
Imediatamente
antes
do
uso,
as
embalagens
devidamente
rotuladas
deverão
ser
encaminhadas diretamente para a sala onde o produto será envasado.
O envase dos produtos acabados é feito diretamente nas embalagens definitivas da seguinte
forma.
Através de uma rosca sem fim, o produto acabado é retirado do silo pulmão e conduzido à área
de envase. Na área de envase, o funcionário deve apoiar a embalagem sobre uma plataforma
localizada imediatamente abaixo da extremidade da rosca sem fim onde sai o produto e enchela até completar aproximadamente 20 kg.
Em seguida, a embalagem contendo o produto deve ser retirada da plataforma e conduzida à
uma balança com capacidade mínima de 25 kg e precisão máxima de 20 g. Na balança, seu
peso deve ser ajustado para 20 kg com o auxílio de pequenas conchas e ou espátulas a partir
da inclusão ou retirada de pequenas frações do produto.
Após ter o peso ajustado, a embalagem deve ter sua única abertura lacrada com o uso de
papel, barbante e máquina de costura. Em seguida, as embalagens devidamente lacradas
devem ser organizadas sobre paletes na posição horizontal, até o empilhamento máximo de 20
fileiras com 5 sacos cada.
Terminado o empilhamento, o palete pode ser envolvido com filme plástico.
O palete pronto deve ser conduzido com o auxílio de paleteiras ou empilhadeiras à área de
estocagem de produtos acabados, onde deve ficar identificado com etiqueta vermelha até
liberação para expedição.
OBSERVAÇÕES GERAIS:
A) Coleta de amostras
Devem ser coletadas amostras de todos os produtos acabados produzidos pelo
estabelecimento, da seguinte forma.
A cada batida, durante o processo de envase, com o auxílio de uma concha, devem ser
coletados aproximadamente 100 gramas do produto acabado em balde plástico específico,
com tampa e devidamente higienizado. Ao final do processo de produção, todo o material
coletado deve homogeneizado:
1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado.
2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos.
3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo.
4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de
uma amostra final de aproximadamente 300 gramas.
5º) Dividir a amostra final em duas partes iguais, acondiciona-las em sacos plásticos
específicos e contendo pelo menos os seguintes dados nome, lote de produção e data de
fabricação do produto e responsável pela coleta.
6º) Encaminhar a amostra obtida para o arquivo de amostras.
Observação: o conteúdo total coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde,
pois pode comprometer o processo de homogeneização. O excedente de amostra coletado
(“sobra” no processo de homogeneização) deve ser envasado normalmente.
B) Produtos de uso interno
Os produtos de uso interno são envasados de forma semelhante à dos produtos acabados,
mas com algumas ressalvas:
* são utilizadas embalagens lisas nas cores verde, para os produtos destinados a aves, ou
cinza, para os produtos destinados a suínos. E as mesmas são identificadas apenas com o
nome do produto, lote de produção, data de fabricação e validade.
* após o envase, os mesmos devem ser encaminhados para a área de estocagem de
matérias-primas. Onde devem ficar identificados com etiqueta vermelha até liberação para
uso, como as demais matérias-primas.
C) Documentação
Ao final do processo de produção de um lote de produto acabado o gerente de produção
deve devolver ao responsável pela documentação e registro de dados todos os documentos
utilizados:
- Ordem de produção: a qual deve estar assinada pelo gerente de produção e conter a data
de produção.
- Ficha de controle de inclusão de matérias-primas: a qual deve estar assinada pelo gerente
de produção e com todos os campos referentes aos lotes de matérias-primas utilizadas
devidamente preenchidos.
- Fichas contendo as fórmulas de mistura global e ou pré-mistura.
O responsável pela documentação e registro de dados deve conferir toda a documentação e
arquivar cada documento em locais próprios.
7)
Expedição de produtos acabados
A princípio, os paletes contendo os produtos de um determinado lote devem ficar na área de
estocagem de produtos acabados identificados com etiquetas vermelhas que indicam que não
estão liberados para expedição. Durante este período, os paletes devem ficar armazenados ao
abrigo da luz solar, em local seco e arejado e com um espaçamento de pelo menos 15 cm
entre si e a parede.
Após a realização das avaliações pertinentes referentes à um lote de produto acabado, se tudo
estiver dentro da conformidade, o mesmo tem a etiqueta vermelha substituída por uma verde.
A partir de então, o lote esta liberado para expedição e comercialização.
A expedição deve ser feita perante emissão de nota fiscal referente ao produto, da seguinte
forma: o gerente de produção separa e confere os produtos discriminados na nota fiscal. Com
o auxílio de uma empilhadeira ou paleteira, os paletes separados são conduzidos à área de
carga/descarga. Em seguida, os produtos são colocados na carroceria do veículo
transportador, o qual deve estar devidamente higienizado e estacionado na plataforma de
expedição. Por fim, a carga deve ser devidamente organizada, amarrada e coberta. Só então o
veículo é liberado para se retirar do estabelecimento.
HISTÓRICO
Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a
cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança.
Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa
conservar a rastreabilidade do mesmo .
VERSÃO
1
DATA
FORMULÁRIOS ANEXOS
PÁGINAS
15
NATUREZA DA MUDANÇA
Criação do Documento
Anexo 1 – Classificação dos produtos produzidos pelo estabelecimento em
grupos, de acordo com as características, e ordem PREFERENCIAL de
entrada de cada um na linha de produção.
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Kelleyn de Oliveira Ribeiro Manual de Boas Práticas de