Kelleyn de Oliveira Ribeiro Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para estabelecimento fabricante de produtos destinados à alimentação animal Trabalho apresentado para o cumprimento de atividades referentes ao curso de Especialização Lato sensu em Higiene Inspeção de Produtos de Origem Animal. Belo Horizonte – Julho de 2009 Kelleyn de Oliveira Ribeiro Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para estabelecimento fabricante de produtos destinados à alimentação animal Belo Horizonte – Julho de 2009 Belo horizonte – Julho de 2009 Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para estabelecimento fabricante de produtos destinados à alimentação animal Comissão de Desenvolvimento Supervisor: xxxxx Coordenador: xxxxxxxxxx Assistentes: xxxxxxxxxxxxxxxxxxx IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: XXXXXXXX Nome Fantasia: XXXXX Endereço: XXXXXXXXXX Cidade: XXXXXX Estado: Minas Gerais Cep: XXXXXXXX Telefone: XXX CNPJ: 000000000000000 Inscrição Estadual: 0000000000000 Home page: XXXXXXXXXXX E-mail: XXXXXXXXXXX Presidente: XXXXXXX Responsável Técnico: Coordenador: Gerente de Produção: Categoria do Estabelecimento: Fabricante de suplementos, concentrados e alimentos para animais Nº de registro do SIF: ( OS DADOS DA EMPRESA FORMA PRESERVADOS) Índice 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Introdução...................................................................................................................4 Objetivos....................................................................................................................4 Aplicação....................................................................................................................4 Definições...................................................................................................................5 Edificações e Instalações............................................................................................7 5.1. Refeitório............................................................................................................9 5.2. Banheiros, Sanitários e Vestiários......................................................................9 Equipamentos e Utensílios.......................................................................................10 Higienização.............................................................................................................10 7.1. Higiene Instalações, Equipamentos e Utensílios.............................................10 7.2. Higiene Pessoal................................................................................................11 7.2.1. Ensinamentos de Higiene........................................................................11 7.2.2. Banho e Lavagem das Mãos....................................................................11 Pessoal......................................................................................................................11 Admissão e Condições de Saúde......................................................................11 Uniformes, Acessórios (EPI) e Segurança do Trabalho...................................12 Conduta pessoal................................................................................................12 Visitantes..........................................................................................................13 8.1. 8.2. 8.3. 8.4. Produção...................................................................................................................13 Matérias-Primas................................................................................................13 Prevenção da Contaminação Cruzada..............................................................14 Uso da Água.....................................................................................................14 Processo de Produção.......................................................................................15 Embalagem dos Produtos.................................................................................15 Armazenamento, Conservação e Transporte....................................................16 Manutenção Preventiva e Calibração de Equipamentos e Instrumentos..........16 Controle da Qualidade e Responsabilidade Técnica........................................17 Rastreabilidade (Documentação e Registro) ...................................................17 9.1. 9.2. 9.3. 9.4. 9.5. 9.6. 9.7. 9.8. 9.9. 10. Controle de Resíduos e Efluentes.............................................................................18 11. Controle de Pragas....................................................................................................18 12. Anexos......................................................................................................................19 12.1. Procedimentos Operacionais Padrões – POP’s................................................19 13. Considerações Finais................................................................................................20 14. Referências Bibliográficas.......................................................................................21 1) Introdução Nos últimos anos, o conceito de qualidade foi amplamente difundido e passou a representar para as empresas dos mais diversos ramos do setor produtivo a satisfação de seus clientes. Satisfação esta, alcançada por meio da qualidade do atendimento, da prestação de serviços e, acima de tudo, do produto, que concentra em si a maior parte de sua imagem perante os consumidores. As empresas produtoras de alimentos, inclusive aqueles destinados à alimentação animal, têm uma responsabilidade ainda maior, pois a oferta de produtos com qualidade duvidosa pode comprometer todo um sistema de produção, ou até mesmo expor seus consumidores ao risco de morte. Para atender os padrões de qualidade, um produto deve passar por uma série de procedimentos para garantir que está em conformidade com as especificações requeridas. No entanto, desenvolvimentos recentes na área de garantia da qualidade têm enfatizado a importância da prevenção de defeitos em primeiro lugar em detrimento ao controle centrado nos produtos acabados. Desta forma, o emprego de sistemas de Qualidade Assegurada (QA), dentre eles, as Boas Práticas de Fabricação (BPF), se tornaram essenciais, uma vez que a qualidade só é alcançada a partir da aplicação de sistemas de melhoria contínuos, que possuam mecanismos de controle efetivos que os garanta. As BPF’s não se limitam ao monitoramento do processo de fabricação dos produtos em si. Compreende, dentre outros procedimentos, o monitoramento dos requisitos higiênico-sanitários das instalações, equipamentos e utensílios, do pessoal e da produção, ou seja, o monitoramento se dá desde a seleção de fornecedores de matérias-primas até a utilização do produto acabado, de forma a garantir a saúde e integridade do consumidor. 2) Objetivos O programa de Boas Práticas de Fabricação a ser implantado na fábrica de produtos destinados à alimentação animal da Granja envolvida no processo, tem como principais objetivos: - a padronização de procedimentos e normas adotados na elaboração de produtos destinados à alimentação animal, estabelecendo os requisitos gerais de higiene e de boas práticas de fabricação, de forma a garantir sua conformidade e inocuidade para o animal e o homem. - atender a legislação vigente (Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA). 3) Aplicação O programa a ser implantado prevê a integração e harmonização de todos os setores do estabelecimento e envolverá: administração, suprimentos, produção, manutenção, distribuição, garantia da qualidade, pesquisa e desenvolvimento, recursos humanos, segurança etc. Sua aplicação será, especialmente, sobre os seguintes aspectos: Matérias-primas Edificações e instalações Equipamentos e utensílios Higienização Pessoal Produção Identificação, armazenamento e distribuição Controle de pragas Garantia e controle da qualidade Rastreabilidade 4) Definições Para efeito deste manual de boas práticas de fabricação, são definidos: 4.1) Alimento para animais: todo produto de origem mineral, vegetal ou animal no estado natural, fresco ou conservado, e os derivados de sua transformação industrial, bem como as substâncias orgânicas, simples ou em misturas, contendo ou não aditivos, que são destinados à alimentação animal por via oral. 4.2) Armazenamento: é o conjunto de tarefas e requisitos para a correta conservação de matérias-primas e produtos acabados. 4.3) Boas Práticas de Fabricação - BPF: procedimentos higiênicos, sanitários e operacionais aplicados em todo o fluxo de produção, desde a obtenção das matériasprimas até a distribuição do produto final, com o objetivo de garantir conformidade e a inocuidade dos produtos para o animal, o homem e o ambiente. 4.4) Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. 4.5) Contaminação: presença de substâncias ou agentes estranhos de origem física, química ou biológica que sejam considerados nocivos para saúde dos animais. 4.6) Contaminação Física: são contaminantes de natureza física corpos estranhos que podem ser incorporados ao alimento em qualquer fase de sua produção. Os mais comuns são: vidros, metais, madeiras, plásticos, pedras, pragas etc. 4.7) Contaminação Química: são contaminantes de natureza química qualquer produto químico e seus resíduos não previstos na composição de um alimento e incorporados equivocadamente em qualquer fase de sua produção. Os mais comuns são: produtos de limpeza, pesticidas, metais pesados, aditivos, antibióticos etc. 4.8) Contaminação Biológica: são contaminantes de natureza biológica os microrganismos encontrados em alimentos manipulados ou estocados de forma inadequada, especialmente os capazes de deteriorarem o alimento e/ou causarem patologias em seus consumidores. Os mais comuns são: fungos, leveduras, vírus e bactérias. 4.9) Contaminação cruzada: contaminação de um produto destinado à alimentação animal com outro produto durante o processo de produção ou contaminação gerada pelo contato indevido entre matérias-primas, insumo, superfície, ambiente, pessoas e/ou produtos contaminados. 4.10) Controle da qualidade: conjunto de procedimentos que envolvem programação, coordenação e execução com o objetivo de verificar e assegurar a conformidade da matéria-prima, do rótulo e da embalagem, do produto intermediário e do produto acabado com as especificações estabelecidas. 4.11) Desinfecção: é a redução, por meio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microrganismos no ambiente, instalações, maquinários e utensílios a um nível que não origine contaminação do produto que será elaborado. 4.12) Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. 4.13) Higienização: limpeza e desinfecção. 4.14) Limpeza: remoção de qualquer tipo de resíduo indesejável. 4.15) Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. 4.16) Manipulação: são as operações que se efetuam sobre as matérias-primas até o produto acabado, em qualquer etapa do seu processamento, armazenamento e transporte. 4.17) Matéria-prima: é toda substância que, tendo sido avaliada quanto às suas propriedades, é utilizada na alimentação animal, observando-se a seguinte classificação: 4.18) De origem vegetal: grãos, farelos, óleos etc. 4.19) De origem animal: farinhas, óleos, gorduras etc. 4.20) De origem mineral: macro e microminerais 4.21) Aditivo: toda substância ou preparado de substâncias que tenham ou não valor nutritivo, não consumida normalmente tal qual como alimento, intencionalmente adicionada aos produtos destinados à alimentação animal com a finalidade de conservar, intensificar, potencializar ou modificar suas propriedades desejáveis e suprir as propriedades indesejáveis ou melhorar o desempenho do animal. São classificados neste grupo os aditivos zootécnicos, tecnológicos, nutricionais, sensoriais e anticoccidianos. 4.22) Premix ou núcleo: as misturas de aditivos entre si ou em misturas de uma ou várias matérias-primas com substâncias que constituem suportes, que são destinados à fabricação de alimentos para animais. 4.23) Material de embalagem: qualquer material, inclusive rótulos, empregado no processo de embalagem de determinado produto. Os materiais de embalagem podem ser primários ou secundários, de acordo com a existência ou não de contato direto com o produto. 4.24) Mistura global: processo de mistura que engloba todas as matérias-primas de uma determinada formulação, a partir do qual se obtém um produto acabado. 4.25) Pragas: insetos e todos os animais, tais como roedores e pássaros, capazes de contaminar direta ou indiretamente os alimentos. 4.26) Pré-mistura: processo que consiste na prévia mistura de matérias-primas e ou aditivos que entram em menor proporção em uma formulação e que tem por objetivo aumentar a uniformidade de distribuição das mesmas no produto acabado. O produto obtido na pré-mistura se torna um dos componentes da mistura global. 4.27) Procedimento(s) Operacional(is) Padrão(ões) - POP: é a descrição pormenorizada e objetiva de instruções, técnicas e operações rotineiras a serem utilizadas pelos fabricantes de produtos destinados à alimentação animal, visando à proteção, à garantia de preservação da qualidade e da inocuidade das matérias-primas e produto final e a segurança dos manipuladores. 4.28) Produtos com medicamento: rações, suplementos, premixes, núcleos ou concentrados que contenham produto de uso veterinário, para emprego em animal de produção. 4.29) Produtos destinados à alimentação animal: substância ou mistura de substâncias, elaborada, semi-elaborada ou bruta que se emprega na alimentação de animais. 4.30) Rastreabilidade: ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira documentada as informações referentes a um processo/procedimento. É a capacidade de recuperação do histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um processo, ou um produto ou uma organização, por meio informações previamente registradas. De um modo mais simples, rastrear é manter os registros necessários para identificar e informar os dados relativos à produção, à origem e ao destino de um produto. 5) Edificações e instalações O estabelecimento esta situado em zona que não apresenta níveis indesejáveis de odores prejudiciais, fumaça, poeira e outros contaminantes, fora de área de riscos de inundações e alojamento de pragas e longe de outras atividades industriais que possam prejudicar a qualidade dos alimentos para animais por ele produzidos. As vias de trânsito internas apresentam superfície compactada ou pavimentada e resistente ao trânsito sobre rodas e possuem escoamento adequado e meios que possibilitem limpeza adequada. As vias de acesso e os pátios são mantidos livres de entulhos, lixo ou qualquer material que propicie o estabelecimento e desenvolvimento de pragas. O uso de plantas ornamentais ou similares é limitado a áreas onde não há manipulação ou estocagem de alimentos. As instalações apresentam construção sólida e sanitariamente adequada e todos os materiais utilizados na construção e na manutenção não apresentam risco ao produto final. O uso de madeira e outros materiais porosos e rugosos é evitado ao máximo. Normalmente, na parte interna do estabelecimento, o uso destes se restringe à paletes e estrados, os quais sempre se encontram em bom estado de limpeza e de conservação. As instalações e equipamentos foram projetados e estão dispostos de forma a permitir manutenção e limpeza adequadas. A planta do prédio dispõe de espaço suficiente e adequado à realização de todas as operações, à instalação dos equipamentos necessários e ao armazenamento de produtos acabados, matérias-primas e demais materiais utilizados, além de estabelecer separação entre área de produção e de produtos acabados, de forma a se evitar operações suscetíveis de causar contaminação cruzada. Os materiais tóxicos e utilizados nos processos de limpeza e desinfecção, explosivos ou inflamáveis, ficam devidamente armazenados em ambientes próprios e independentes da área de produção. As áreas de processamento de alimentos possuem piso de material resistente ao trânsito e ao impacto e de fácil drenagem, limpeza e higienização. As paredes e divisórias são lisas, de fácil limpeza e higienização e não apresentam frestas e rachaduras. O teto e as instalações aéreas são construídos de modo a evitar o acúmulo de sujeira. Entre paredes e tetos não existem aberturas que propiciem a entrada de pragas, bem como bordas que facilitem a formação de ninhos. As janelas, portas e outras aberturas são projetadas de forma a evitar o acúmulo de sujeira e são de fácil limpeza. As janelas que se comunicam com o exterior são providas de proteção contra pássaros. As escadas, estruturas de sustentação e auxiliares (monta-cargas, plataformas, escadas de mão, rampas etc.) são instalados de modo a evitar a contaminação de matérias-primas, produtos acabados e embalagens e não dificultar a limpeza. Nas áreas de elaboração dos produtos, todas as estruturas e acessórios suspensos são instalados de forma que não dificultem as operações de limpeza e de maneira a evitar a contaminação direta ou indireta das matérias-primas, dos produtos acabados e das embalagens. As instalações para abastecimento, armazenamento e distribuição de água são suficientes para atender plenamente as necessidades. Os meios de iluminação natural e/ou artificial adotados em cada setor possibilitam a adequada realização das atividades. As fontes de luz artificial (lâmpadas) são protegidas nas áreas onde há presença de produtos expostos, abertos ou não protegidos, destinados à alimentação animal. As instalações elétricas são embutidas ou exteriores e, neste caso, estão perfeitamente revestidas por tubulações isolantes, de maneira a dificultar a deposição de resíduos de qualquer natureza. O estabelecimento dispõe de sistema de ventilação adequada, de forma a evitar o calor excessivo, a condensação de vapor e o acúmulo de poeira, com a finalidade de eliminar o ar contaminado. As aberturas de ventilação são providas de sistemas de proteção para evitar a entrada de pragas e agentes contaminantes. O lixo e resíduos não aproveitáveis são acondicionados em local específico e apropriado, isolado da área de produção, de fácil acesso, devidamente identificado e construído de modo a permitir o controle eficiente de pragas e evitar a contaminação de matérias-primas e produtos acabados. Os produtos acabados resultantes de devolução, recolhimento ou apreensão são devidamente identificados e colocados em local específico, fora da área de produção, onde são devidamente armazenados pelo período mínimo suficiente para sua destinação final. O edifício é construído de maneira que permite o controle eficiente de pragas, de contaminantes ambientais e de outros fatores que possam causar algum dano ao produto. 5.1) Refeitório O refeitório é completamente separado dos locais de manipulação dos produtos destinados à alimentação animal e não possibilita acesso direto e nem comunicação direta com estes locais. 5.2) Banheiros e vestiários Os banheiros e vestiários são convenientemente situados, sem comunicação direta com o local onde são processados os produtos destinados à alimentação animal, possuem sistema eficaz que possibilita o escoamento sanitário das águas residuais, são em número suficiente, bem iluminados e ventilados e mantidos sempre limpos. Todos os lavabos são providos de sabão líquido e desinfetante para lavagem e desinfecção das mãos e de meios higiênicos para sua secagem. E os mesmos possuem avisos e recomendações sobre os procedimentos para a correta higienização das mãos. 6) Equipamentos e utensílios Todos os equipamentos e utensílios são utilizados exclusivamente para os fins aos quais se destinam. Os equipamentos com partes móveis que requerem lubrificação são desenhados de tal forma que a mesma possa ser efetuada sem oferecer riscos de contaminação aos alimentos. Os lubrificantes utilizados em equipamentos que entram em contato direto com os produtos destinados à alimentação animal são classificados como sendo de grau alimentício. Após o término das operações de manutenção em algum equipamento, o mesmo é inspecionado, limpo e desinfetado previamente a nova utilização. Todos os equipamentos e utensílios utilizados nas áreas de manipulação de produtos destinados à alimentação animal, que entram em contato direto ou indireto com estes, são confeccionados em material atóxico, que não lhes transmite odores e sabores, resistente à corrosão e capaz de suportar repetidas operações de limpeza e, se for o caso, desinfecção. Os mesmos apresentam superfícies lisas, sem frestas e outras imperfeições que possam comprometer a higienização e servir de fonte de contaminação para os alimentos. Todos os equipamentos e utensílios foram projetados, construídos e instalados de modo a permitir uma fácil e completa limpeza, desinfecção e lubrificação. Os equipamentos e utensílios são devidamente inspecionados na freqüência necessária e mantidos em bom estado de conservação e funcionamento. 7) Higienização 7.1) Higiene instalações, equipamentos e utensílios (POP Nº 11) Todos os produtos utilizados na limpeza, desinfecção e lubrificação de instalações, equipamentos e utensílios são adequados para o fim pretendido, não transmitem sabor nem odor aos produtos, são registrados pelo órgão competente, identificados e guardados em local específico, fora das áreas de processamento dos alimentos. Toda a área de processamento e os equipamentos e utensílios são limpos com a freqüência necessária e desinfetados sempre que as circunstâncias assim o exigirem. Quando da limpeza, desinfecção e lubrificação das áreas de processamento e dos equipamentos e utensílios, são tomadas todas as medidas necessárias para impedir a contaminação dos alimentos com detergentes, desinfetantes, lubrificantes e outros. As atividades de limpeza e desinfecção são realizadas por funcionários capacitados e conscientes dos perigos e riscos da contaminação, e seguem programas descritos em manuais específicos (POP Nº11). Nas dependências do estabelecimento, todo o lixo é manipulado e removido de maneira que se evite a contaminação dos produtos destinados à alimentação animal e da água. Dentro do perímetro do estabelecimento, áreas internas e externas, não há animais e são tomadas as medidas necessárias para impedir o acesso destes. 7.2) Higiene pessoal (POP Nº 12) 7.2) Ensinamentos de higiene Todo funcionário, quando de sua admissão para trabalhar com manipulação de produtos destinados à alimentação animal, recebe treinamento relativo à higiene pessoal e aspectos higiênico-sanitários para processamento de tais produtos. E à medida do necessário, em grupos ou de forma individual, os funcionários passam por treinamentos de aperfeiçoamento e de reciclagem. 7.2) Banho e lavagem das mãos Diariamente, antes de entrar nas dependências da fábrica, todos os funcionários que participam do processo de produção de produtos destinados à alimentação animal devem tomar banho e colocar o uniforme de uso exclusivo para serviço. Todos os funcionários que participam de qualquer etapa de manipulação de produtos para alimentação animal devem lavar as mãos em água corrente e com agente de limpeza/desinfecção apropriado sempre que necessário, respeitando no mínimo os seguintes critérios: antes do início das atividades, após o uso do banheiro, após manipulação de produtos contaminados, resíduos e lixo. Ou seja, após a execução de qualquer atividade/ato que possa ter sujado e/ou contaminado as mãos. 8) Pessoal (POP Nº 12) 8.1) Admissão e condições de saúde Todos os funcionários que mantêm contato com produtos destinados à alimentação animal, quando de sua admissão, são submetidos a exames médicos e laboratoriais, os quais são repetidos anualmente ou sempre que houver razões clínicas ou epidemiológicas. Nenhuma pessoa que esteja afetada por enfermidade infecto-contagiosa ou que apresente inflamações, infecções ou afecções na pele, feridas ou outras anormalidades que possa originar contaminação microbiológica do produto, do ambiente ou de outros indivíduos é admitida para trabalhar no processo de manipulação de alimentos para alimentação animal. Dentre os funcionários já admitidos, o que apresentar qualquer das situações descritas acima será imediatamente direcionado a outro tipo de trabalho que não seja a manipulação de alimentos ou ficará afastado de suas atividades pelo período necessário, a critério do médico responsável. Qualquer pessoa que esteja com algum tipo de enfermidade que possa oferecer riscos à inocuidade dos produtos destinados à alimentação animal deverá comunicar imediatamente a direção do estabelecimento de sua condição de saúde, a qual o deve encaminhar para avaliação médica. 8.2) Uniformes, acessórios (EPI) e segurança do trabalho Todos os funcionários da empresa utilizam uniformes adequados à atividade realizada, e os mesmos são de uso exclusivo para o serviço. O emprego de equipamentos de proteção individual (EPI) durante a manipulação de alimentos, tais como: luvas, máscaras, tampões, óculos, aventais e outros, é obrigatório de acordo com as especificações, e os mesmos devem estar em perfeitas condições de higiene e limpeza. No caso de luvas, o seu uso não exime o manipulador da obrigação de lavar as mãos cuidadosamente. O uso de máscara para boca e nariz é obrigatório para todo funcionário presente em qualquer área onde tenha produto exposto, estando este manipulando ou não algum produto. 8.3) Conduta pessoal Roupas e demais pertences pessoais de todos os funcionários ficam guardados em local específico. Para evitar a possibilidade de certos objetos caírem no produto, é recomendado aos funcionários, durante a manipulação dos mesmos, não carregarem no uniforme: canetas, lápis, termômetros, ferramentas, pinças, alfinetes, etc., especialmente da cintura para cima. Nas áreas de manipulação de alimentos, é proibido todo ato que possa originar contaminação dos produtos, como comer, beber, mascar chicletes, fumar, introduzir os dedos nas orelhas, nariz e boca, conversar próximo a produtos expostos ou outras práticas anti-higiênicas, tampouco é permitido manter lápis, caneta, cigarro ou outros objetos atrás da orelha. É expressamente proibida a entrada de qualquer tipo de alimento ou bebida na fábrica, os quais deverão ficar restritos às áreas do refeitório. Não é permitido o uso de jóias (brincos, pulseiras, correntes, colares, anéis, alianças, relógios etc.) durante as etapas de manipulação de produtos destinados à alimentação animal, pelo seguinte: As jóias, na maior parte das vezes, não podem ser adequadamente desinfetadas e oferecem risco de contaminação microbiológica aos produtos; Existe perigo de que jóias e partes das mesmas se soltem e caiam no produto, ocasionando contaminação física; As jóias pessoais podem representar risco para a segurança pessoal e integridade dos produtos e equipamentos. É expressamente proibido fumar nas dependências internas do estabelecimento. 8.4) Visitantes Os visitantes, para terem acesso às dependências internas da fábrica, devem cumprir todas as disposições referentes ao uso de uniformes e higiene e conduta pessoal estabelecidas para os funcionários, sem exceções. 9) Produção 9.1) Matérias-primas (POP’s Nº de 1 a 10) Todo novo fornecedor de matérias-primas é qualificado quando da primeira aquisição de um produto por ele fornecido. No momento da recepção, as matérias-primas somente são aceitas se estiverem acondicionadas na embalagem original devidamente rotulada e sem avarias. Não é aceita nenhuma matéria-prima que contenha contaminação física, química e/ou microbiológica que não possa ser reduzida a níveis aceitáveis antes ou durante o processo de industrialização. Embalagens de matérias-primas utilizadas de forma fracionada, como por exemplo, vitaminas e minerais, são mantidas bem fechadas e devidamente armazenadas e identificadas quanto ao conteúdo, fornecedor, registro, lote e datas de fabricação e validade. Todas as matérias-primas empregadas na produção de alimentos para animais somente são aceitas e utilizadas se estiverem devidamente registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), salvo aqueles dispensados de registro em legislação específica. Após a recepção, cada matéria-prima é encaminhada, de acordo com suas características e particularidades, para o local mais adequado à sua armazenagem. Os lotes de matérias-primas, durante a estocagem, ficam identificados da seguinte forma: sinal vermelho – sob avaliação e não liberado para uso; sinal amarelo – apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente; sinal azul – indica que o produto deve passar por algum tipo de processamento previamente à sua utilização e sinal verde – liberado para uso. Os que se apresentarem fora do padrão devem ser removidos para o local específico para esse tipo de produto. As matérias-primas consideradas impróprias para o consumo animal são separadas cuidadosamente, de maneira a evitar contaminação de outros produtos, e ficam armazenadas em local próprio até sua destinação final. O estabelecimento toma todas as medidas cabíveis para garantir a origem, qualidade e inocuidade das matérias-primas utilizadas na elaboração de seus produtos. 9.2) Prevenção da contaminação cruzada (POP Nº 16) No estabelecimento, são tomadas medidas eficazes para evitar a contaminação dos produtos destinados à alimentação animal por contato direto e indireto com qualquer componente que possa oferecer risco à sua inocuidade. Estas medidas contemplam todas as etapas do processo e fluxo de produção, considerando matérias-primas, instalações, equipamentos, pessoal, utensílios, uniformes e embalagens. As diferentes matérias-primas, embalagens e produtos acabados são identificados e armazenados em separado e de acordo com suas particularidades. O processo de fabricação dos diferentes produtos segue uma seqüência de produção racional de forma a evitar a contaminação cruzada, levando-se em consideração: a categoria e espécie animal a qual se destina o produto, o emprego de matérias-primas de origem animal, aditivos, produtos veterinários etc. No processo de transição entre a fabricação de produtos distintos, todos os equipamentos utilizados na linha de produção passam por ido processo de limpeza. Os materiais utilizados nestas operações são todos identificados e armazenados em local próprio. E os procedimentos de limpeza e desinfecção adotados são devidamente validados (POP Nº 16) e verificados periodicamente. Nos casos em que exista risco elevado para a inocuidade dos produtos destinados à alimentação animal, vinculados à contaminação cruzada, e se considere que a utilização dos métodos de limpeza não são eficientes, serão utilizadas linhas de produção separadas. Os procedimentos para prevenção da contaminação cruzada são previstos nos procedimentos operacionais referentes ao processo de produção e demais atividades inerentes ao processo, bem como são avaliados com a freqüência necessária os pontos críticos de controle e são geradas instruções de medidas corretivas e preventivas. 9.3) Uso da água (POP Nº 13) Em nenhum dos procedimentos executados pelo estabelecimento ocorre adição ou contato direto de água com os produtos destinados à alimentação animal. No entanto, toda a água utilizada no recinto para as diversas atividades é potável, sendo fornecida pelo órgão oficial de saneamento básico do estado (Copasa). A água utilizada é encana diretamente da rede de alimentação da Copasa para o reservatório, de onde é distribuída para os diversos setores do estabelecimento. O reservatório e o sistema de distribuição de água do estabelecimento atende a todos os requisitos necessários: capacidade, vazão e pressão suficientes; são confeccionados de material atóxico, inodoro e resistente aos produtos e processos de limpeza; o reservatório fica em local de fácil acesso para inspeção e limpeza, possui tampa e permanece constantemente fechado, de forma a evitar o acesso de material estranho, pássaros, insetos e outros e são higienizados a cada 6 meses ou sempre que houver qualquer indício de contaminação da água. 9.4) Processo de produção (POP Nº 17) Todos os funcionários envolvidos com a elaboração de produtos destinados à alimentação animal são treinados e capacitados em boas práticas de fabricação, e supervisionados por pessoal qualificado. A empresa dispõe de programa de treinamento dos funcionários contemplando o cronograma dos treinamentos, o conteúdo programático com carga horária, qualificação dos instrutores, plano de avaliação de eficácia do treinamento entre outros (POP Nº 12). Todas as etapas do processo de fabricação são contínuas e são realizadas de forma a garantir a inocuidade e integridade do produto final. As matérias-primas só devem entrar na linha de produção se tiverem sido inspecionadas e classificadas dentro da conformidade (identificação com placa verde). Todas as operações do processo de produção, incluída a etapa de embalagem, são realizadas com atenção, da forma mais breve possível e em condições que excluam toda a possibilidade de contaminação, deterioração ou proliferação de microrganismos patogênicos. O estabelecimento é especializado na produção de suplementos, concentrados e aditivos destinados à alimentação de aves, suínos e bovinos. A produção destes pode se dar em duas etapas (mistura global e envase) ou três (pré-mistura, mistura global e envase) de acordo com sua composição. Todos os produtos são produzidos seguindo cronograma estabelecido em manuais de operação específicos (POP Nº 17) que contêm cada etapa do processo. 9.5) Embalagem dos produtos (POP Nº 17) Todo material utilizado na embalagem dos produtos destinados à alimentação animal produzidos pelo estabelecimento é apropriado ao que se destina, lhes conferindo armazenamento seguro e proteção contra a contaminação. As embalagens utilizadas para o acondicionamento dos produtos destinados à alimentação animal são de primeiro uso e ficam armazenadas em áreas específicas para este fim e sob condições higiênico-sanitárias apropriadas. Sendo que na área de envase, ficam apenas as embalagens necessárias para uso imediato. O rótulo é parte integrante da embalagem e atende todos os requisitos previstos em legislação. Ao serem rotuladas, as embalagens são inspecionadas de forma a se verificar qualquer tipo de não conformidade e evitar qualquer risco de contaminação do produto a ser embalado. 9.6) Armazenamento, conservação e transporte As matérias-primas e os produtos acabados são armazenados e transportados devidamente rotulados com todas as informações obrigatórias e em condições que garantem a integridade das embalagens. As matérias-primas e os produtos acabados são armazenados de forma a garantir a sua inocuidade e integridade, sempre respeitando a temperatura e umidade adequada para conservação. Em hipótese alguma um produto é expedido/comercializado com prazo de validade expirado. Os lotes de produtos acabados são devidamente paletizados e ficam na área de estocagem/expedição identificados com: sinal verde - liberado para expedição ou sinal vermelho - não liberado. Os que se apresentarem fora do padrão são removidos imediatamente para o local específico para esse tipo de produto. Os funcionários, ao transportar, manejar, mover ou armazenar matérias-primas e produtos acabados tomam todo cuidado necessário para evitar danos físicos às embalagens (rasgos, furos, rupturas, quebras etc.), uma vez que podem causar vazamentos, contaminação e deterioração dos mesmos. Produtos com a embalagem avariada são retirados da área de armazenagem imediatamente e acondicionados em embalagens integras que possibilitem sua adequada conservação até sua utilização ou reembalagem. As matérias-primas e os produtos acabados não são armazenados diretamente sobre o piso, e sim sobre estrados/paletes. Os estrados e recipientes empregados no armazenamento e manejo de insumos ou produtos acabados não são utilizados se estiverem sujos, quebrados ou oferecem algum risco à inocuidade dos mesmos. A expedição de lotes distintos de um mesmo produto acabado obedece à um programa de rotatividade baseado na data de fabricação, sendo obrigatória a expedição primária do produto produzido a mais tempo. Os veículos utilizados no transporte são limpos e projetados e construídos de forma a manter a integridade das embalagens e dos produtos destinados à alimentação animal. As operações de carga e descarga são realizadas em locais apropriados, cobertos e fora da área de produção e armazenamento. 9.7) Manutenção preventiva e calibração de equipamentos e instrumentos (POP Nº 18) Os instrumentos de controle de processo tais como medidores de peso e temperatura são aferidos periodicamente para evitar desvios de padrões de operação. Frequentemente, os equipamentos envolvidos no processo de produção de produtos destinados à alimentação animal são submetidos à inspeção, e à medida do necessário são adotadas medidas corretivas de forma a possibilitar a conservação e adequado funcionamento dos mesmos. No uso de lubrificantes, se deve evitar excessos, mesmo que este se enquadre em grau alimentício, de forma a prevenir que goteje ou caia sobre os produtos. 9.8) Controle da qualidade e responsabilidade técnica Os funcionários responsáveis pelo controle de qualidade são treinados e possuem conhecimentos suficientes sobre as boas práticas de fabricação, para poder identificar os perigos relacionados à inocuidade e qualidade dos produtos destinados à alimentação animal e estabelecer os processos de controle. Somente são aceitas como fornecedoras de matérias-primas empresas idôneas e que tenham atendido os requisitos para cadastramento, as matérias-primas utilizadas são cadastradas e avaliadas antes de entrarem na linha de produção, os funcionários são treinados e passam por avaliação médica periódica, bem como respeitam os procedimentos de conduta préestabelecidos, a planta da indústria e os equipamentos utilizados são projetados de forma a atenderem as necessidades específicas, o processo de produção é monitorado continuamente, os produtos acabados só são liberados para expedição/comercialização depois de avaliados, os produtos são armazenados de acordo com as especificações estabelecidas e o transporte é feito por veículos apropriados, e a utilização dos mesmos na alimentação animal é monitorada de forma sistemática por profissionais capacitados (agrônomos, médicos veterinários e ou zootecnistas). A responsabilidade técnica do estabelecimento fica a cargo de profissional da área e devidamente qualificado. 9.9) Rastreabilidade (documentação e registro) (POP Nº 15) Com o avanço do processo de globalização, diversas mudanças vêm ocorrendo no cenário mundial, inclusive no mercado de alimentos. No entanto, no que diz respeito a este mercado, não são somente fenômenos como a expansão do comércio mundial, mudanças nos hábitos alimentares e maior demanda por produtos altamente processados que chamam a atenção. A sociedade esta cada dia mais consciente dos reflexos da alimentação na saúde, e diante das ocorrências de contaminações de alimentos e bebidas por micropatógenos e ou resíduos tem exigido, diretamente e por meio das autoridades públicas, alimentos seguros e de qualidade. Todo este contexto tem feito com que os produtores de alimentos, tanto de países desenvolvidos quanto de países em desenvolvimento, adotem medidas de forma a atender as exigências do mercado consumidor. Tendo em vista que a qualidade de alimentos como carnes, ovos, leite e derivados dependem da qualidade da alimentação dos animais os quais lhes dão origem, os produtores de alimentos destinados à alimentação animal também estão tendo que se adequarem. Na busca por alimentos destinados à alimentação animal seguros e de qualidade, o controle e monitoramento de todo o processo de produção é fundamental. Para tal, podem ser adotadas várias ferramentas, dentre as quais, a rastreabilidade assume papel de destaque. Definindo de forma sucinta, rastreabilidade é uma ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira documentada as informações referentes a um processo / procedimento. Ou seja, é a capacidade de recuperação de um histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um processo, ou um produto ou uma organização, por meio de informações previamente registradas. Contudo, a empresa possui procedimentos para elaboração, emissão, circulação e controle da documentação. A partir de um sistema de documentação e registro (rastreabilidade), todo o processo de produção é monitorado, desde o cadastramento de fornecedores de matériasprimas até a venda final do produto acabado. Os registros são feitos em formulários próprios, sem rasuras, preenchidos à tinta, datados, assinados, arquivados em ordem cronológica e disponíveis para consulta. Sendo estes registros mantidos por um período mínimo de 2 (dois) anos. O estabelecimento mantém registradas as reclamações, sugestões e elogios de funcionários e consumidores. 10) Controle de resíduos e efluentes Os efluentes produzidos pelo estabelecimento são advindos dos vestiários, banheiros, lavanderia e refeitório, são classificados como domésticos e são canalizados diretamente para a rede de esgotos pertencente à companhia de saneamento básico responsável (COPASA). Os resíduos gerados a partir das atividades executadas pelo estabelecimento são exclusivamente sólidos, em sua maior parte, na forma de pó. Os quais são recolhidos sistematicamente e encaminhados ao aterro sanitário municipal. 11) Controle de pragas (POP Nº 14) O programa de controle de pragas adotado pelo estabelecimento é eficaz e aplicado de forma contínua, compreendendo, inclusive, a inspeção periódica de suas áreas circundantes, uma vez que a evidencia ou existência de insetos, roedores, pássaros e/ou outros animais é um dos perigos mais sérios de contaminação dos produtos. No estabelecimento são evitados fatores que propiciem a proliferação de pragas, tais como: acúmulo de resíduos de alimentos e água; materiais e sucatas amontoados; armários e equipamentos contra paredes; acúmulo de pó e sujeira; buracos e frestas no piso, paredes e teto; mato e grama não aparada; desordem de material fora de uso; bueiros, ralos e acessos abertos ou sem proteção; manuseio inadequado do lixo etc. É evitada ao máximo a exposição de açúcar, soluções açucaradas e outros produtos do gênero que funcionam como atrativo para abelhas e outros insetos. As medidas de controle e combate de pragas que compreendem o tratamento com substâncias tóxicas são aplicadas somente sob supervisão direta de técnicos autorizados, os quais devem conhecer os riscos que estas substâncias podem trazer para a saúde animal e humana. Lotes de matérias-primas e produtos acabados infestados com pragas são isolados imediatamente e passam por avaliação criteriosa antes de sua destinação final. Na área interna do estabelecimento, quando da aplicação de praguicidas, é tomado o cuidado de proteger todos os produtos, equipamentos e utensílios contra contaminação e posteriormente os equipamentos e utensílios são limpos minuciosamente, a fim de que, antes de serem utilizados novamente sejam eliminados todos os resíduos. Na aplicação de praguicidas é obrigatório o uso de todos os equipamentos de proteção individual (EPI) indicados pelo fabricante, tais como luvas, máscaras, óculos etc. Os pesticidas e outras substâncias tóxicas utilizadas no controle de pragas são registrados no órgão competente, rotulados com informações sobre sua toxicidade e emprego e ficam armazenados em áreas específicas fora da área de produção. Relatórios de monitoramento sobre as atividades de controle de pragas são emitidos periodicamente. 12) Anexos 12.1) Procedimentos Operacionais Padrões – POP’s Nº 1 - Qualificação de Fornecedores de Matérias-Primas Nº 2 - Aquisição de Matérias-Primas Nº 3 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – ADITIVOS Nº 4 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – AMINOÁCIDOS Nº 5 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – AGENTES ANTICOCCIDIANOS E PROMOTORES DE CRESCIMENTO Nº 6 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – MACRO MINERAIS Nº 7 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – MICRO MINERAIS Nº 8 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – ORIGEM ANIMAL Nº 9 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – ORIGEM VEGETAL Nº 10 - Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas – VITAMINAS Nº 11 - Limpeza e Higienização de Instalações, Equipamentos e Utensílios Nº 12 - Recursos Humanos Nº 13 - Uso de Água Nº 14 - Controle de Pragas Nº 15 – Rastreabilidade Nº 16 - Contaminação Cruzada Nº 17 - Produção Nº 18 - Manutenção Preventiva e Calibração de Equipamentos e Instrumentos 13) Considerações Finais Este manual de boas práticas de fabricação, bem como seus anexos, devem ser reavaliados pelo menos uma vez ao ano e conter as assinaturas dos responsáveis a cada modificação. Modificações Data Criação Data da 1ª alteração Data da 2ª alteração Data da 3ª alteração Data da 4ª alteração Função Nome Assinatura Responsável Técnico Coordenador Gerente de Produção Belo Horizonte, Julho de 2009 14) Referencias Bibliográficas Codex Alimentarius. CAC/RCP 1 -69, Ver 3 1997. Recommended International Code of Principles of Food Hygiene. Instrução Normativa nº 4, de 23/02/2007 – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Aprova o regulamento técnico sobre as condições higiênicosanitárias e de boas práticas de fabricação para estabelecimentos fabricantes de produtos destinados à alimentação animal, Brasília, DF, BR. Manual de elementos de apoio para o Sistema APPCC, 2º ed., Brasília, SENAI/DN, 2000.361p. Série Qualidade e Segurança Alimentar - Projeto APPCC Indústria. Portaria nº 3214, de 8/07/1978 - MTb. - Aprova as normas regulamentadoras NR - do capítulo V, do Título II, da CLT relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. Portaria nº 24, de 29/12/94 da SSST Ministério do Trabalho e Emprego - NR7- Programa de controle médico de saúde ocupacional, Brasília, DF, BR. Portaria nº 25, de 29/12/94, da SSST - MTb - NR- 9 - Programa de prevenção de riscos ambientais, Brasília, DF, BR. Portaria nº 6/83 - NR-10 - MTb - sobre equipamentos de proteção individual – EPI, Brasília, DF, BR. Portaria nº 09, de 06/11/00. Norma técnica para empresas prestadoras de serviços em controle de vetores e pragas urbanas. São Paulo, SP, BR. Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual Série Qualidade - PROFIQUA, primeira edição, 1995. Higiene e sanitização para empresas de alimentos. São Paulo, SP.BR. Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual Série Qualidade - PROFIQUA, terceira edição, 1996. Boas práticas de transporte e armazenagem de alimentos. São Paulo, SP. BR. Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual Série Qualidade - PROFIQUA, primeira edição, 1996. Controle integrado de pragas. São Paulo, SP. BR. Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual Série Qualidade - PROFIQUA, primeira edição, 1996. Rastreabilidade de insumos e produtos para indústria de alimentos. São Paulo, BR. Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos - SBCTA. Manual Série Qualidade - PROFIQUA, terceira edição, 1996. Programa de fornecimento com garantia de qualidade para empresa de alimentos. São Paulo, BR Belo Horizonte, Julho de 2009 Plano de Implementação das Boas Práticas de Fabricação na Fábrica de Produtos Destinados à Alimentação Animal de granjas Atividade Implantação de proteção às lâmpadas nas áreas onde há presença de produtos expostos, abertos ou não protegidos, destinados à alimentação animal Implantação de sistema de renovação de ar / captação de pó que evite o acúmulo de poeira. Construção de recinto destinado exclusivamente ao depósito de lixo e resíduos não aproveitáveis. Disponibilizar sabão líquido e desinfetante para lavagem e desinfecção das mãos e meios higiênicos para sua secagem. Identificação de cada área do estabelecimento com placas. Implantação de placas contendo avisos e recomendações sobre os procedimentos para a correta higienização das mãos, EPI de uso obrigatório e outras. Utilização de lubrificantes classificados como sendo de grau alimentício nos equipamentos que entram em contato direto com os produtos destinados à alimentação animal. Treinamento dos funcionários quanto às Boas Práticas de Fabricação. Uso de gorros de cores distintas de acordo com o setor de trabalho, para novos funcionários e visitantes. Construção de plataforma coberta para carga e descarga de matérias-primas e produtos acabados. Implantação dos procedimentos previstos no Manual de Boas Práticas de Fabricação. Prazo Previsto para Conclusão 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 31/08/2008 POP Página: 1 de 5 Procedimento Operacional Padrão Data de Emissão: Código: 01 Data Vigência: Próxima Revisão: Versão nº 1 Qualificação de Fornecedores de Matérias-Primas Elaborado por Aprovado por: Data Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos na qualificação de fornecedores de matérias-primas. APLICAÇÃO Se aplica na qualificação de fornecedores quando da aquisição primária de uma matéria- prima por ele fornecida. DEFINIÇÕES Condição de Avaliação: o pagamento referente à carga só deve ser efetuado e as matérias-primas recebidas se forem atendidos os requisitos estabelecidos pelo estabelecimento. Caso contrário, a carga deve ser devolvida e a empresa fornecedora deve arcar com os custos referentes ao frete. USUÁRIOS PRINCIPAIS Comprador de Matérias-Primas e Responsável Técnico pelo estabelecimento. PROCEDIMENTO Todo novo fornecedor de matérias-primas deve ser qualificado segundo o procedimento descrito abaixo. 1) Preenchimento do formulário Deve ser enviado, via fax ou e-mail, um formulário para qualificação de fornecedores de matérias-primas (anexo 1) ao estabelecimento a ser qualificado. O mesmo deve ser devolvido, via fax ou postagem, preenchido e assinado pelo responsável pelas informações. 2) Aquisição na condição de avaliação Recebido o formulário, se o estabelecimento fornecedor atender os requisitos estabelecidos, o comprador de matérias-primas deve fazer a aquisição de uma carga na condição de avaliação. No caso de matérias-primas classificadas como minerais, de origem vegetal ou animal, à recepção da carga deve ser feita coleta e envio de amostras para análise laboratorial. Para as demais matérias-primas, pode ser adotado o mesmo procedimento ou o fornecedor deve enviar laudo laboratorial que comprove a composição do produto, especialmente, a concentração do(s) princípio(s) ativo(s). 3) Avaliação final do fornecedor O formulário para qualificação de fornecedores de matérias-primas devidamente preenchido, bem como os laudos laboratoriais referentes às análises do produto em questão devem ser encaminhados ao Responsável Técnico pelo estabelecimento, o qual deve avaliar a documentação e emitir laudo conclusivo (anexo 2) aprovando ou não o estabelecimento em questão. Aprovado o estabelecimento fornecedor, a matéria-prima deve ser recebida. Caso contrário, deve ser devolvida. OBSERVAÇÃO: se o Responsável Técnico julgar que as informações fornecidas não são suficientes para uma avaliação conclusiva, o mesmo deverá solicitar informações adicionais ou visitar as instalações do estabelecimento fornecedor. 4) Documentação Toda a documentação utilizada / gerada durante todo o processo de qualificação de um fornecedor de matérias-primas deverá ser agrupada e entregue ao responsável pela documentação e registro de dados, o qual deve arquiva-la em local específico. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS NATUREZA DA MUDANÇA 5 Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXO Anexo 1 – Formulário para qualificação de fornecedores de matérias-primas FORMULÁRIO PARA QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES DE MATÉRIAS-PRIMAS 1) Dados referentes ao fornecedor: - Razão social: _____________________________________________________ - Nome fantasia: _____________________________________________________ - Endereço Completo (Rua/Avenida, Nº / Complemento, Bairro, Cidade, Estado, País, Cx. Postal / CEP): _______________________________________________________ ______________________________________________________________________ - Fone: ( )___________________________ Fax: ( ) _________________________ - E-mail: _____________________________ Home page: _______________________ - CNPJ: ____________________________ Inscrição Estadual: __________________ - SIF do estabelecimento: _________________________________________________ 2) Dados referentes à matéria-prima a ser adquirida: - Nome comercial: ______________________________________________________ - Classificação (alimento, suplemento, aditivo etc.): ____________________________ - Composição básica: ____________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ________________________________________________________________ - Níveis de garantia: _____________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ________________________________________________________________ - Condições de armazenamento: ____________________________________________ ______________________________________________________________________ - Número de registro do rótulo ou da autorização de uso (AU) expedido pelo Ministério da Agricultura: __________________________________________________________ OBSERVAÇÃO: juntamente com este formulário, devem ser enviadas pelo menos uma embalagem do produto contendo rótulo e uma amostra em quantidade suficiente para análises laboratoriais diversas. Nome do responsável: __________________________ Assinatura: ________________ Anexo 2 – Laudo de avaliação de fornecedor de matéria-prima Belo Horizonte, 00 de Mês de Ano LAUDO DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDOR DE MATÉRIA-PRIMA Eu, (Nome do Responsável Técnico pelo estabelecimento), com base na documentação fornecida e nos dados avaliados, qualifico o estabelecimento (colocar razão social), detentor do SIF (nº) como (apto ou não) a fornecer para a Empresa XX a matéria-prima (descrever), cujo rótulo se encontra registrado no Ministério da Agricultura sob o número (descrever). * Quando da não aprovação do estabelecimento, a razão da mesma deve ser descrita no laudo. O laudo deve ser assinado. Assinatura:_________________________________ Responsável Técnico POP Página: Procedimento Operacional Padrão Código: 02 Data de Emissão: Data Vigência: Próxima Revisão: 1 de 4 Versão nº 1 Aquisição de MatériasPrimas Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos na aquisição de matériasprimas. APLICAÇÃO Se aplica na aquisição de qualquer matéria-prima utilizada pelo estabelecimento para elaboração de produtos destinados à alimentação animal. DEFINIÇÕES Aquisição: comprar, adquirir. USUÁRIOS PRINCIPAIS Comprador de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO 1) Cotação O processo de aquisição de matérias-primas se inicia com a cotação. O comprador, deve fazer o levantamento de preços do produto a ser adquirido em pelo menos três estabelecimentos fornecedores. Os dados referentes ao produto cotado e aos fornecedores devem ser anotados no formulário de cotação (anexo 1). 2) Aquisição Deve ser feita a avaliação do melhor preço e então fazer a aquisição do produto, marcando na ficha de cotação o fornecedor escolhido. Porém, antes de se adquirir qualquer matéria-prima utilizada pelo estabelecimento para elaboração de produtos destinados à alimentação animal, deve-se verificar se o fornecedor já se encontra credenciado como qualificado (consultar pasta de qualificação de fornecedores de matérias-primas). Caso não esteja, terá que passar previamente pelo processo de qualificação (POP Qualificação de fornecedores de matériasprimas). Observações: - O produto adquirido deve atender aos requisitos estabelecidos quanto à concentração do(s) principio(s) ativo(s) e deve ser dada preferência aos fornecedores que oferecem produtos paletizados. - Deve se verificar a data de validade do produto a ser adquirido e traçar um paralelo com o gasto estimado para o período, de forma que não se tenha risco de perda do mesmo. - Após a aquisição da matéria-prima, o formulário de cotação, devidamente preenchido, deve ser assinado e datado pelo comprador e entregue ao responsável pela documentação e registro de dados, o qual deve arquiva-lo em local específico. 3) Transporte O transporte dos produtos adquiridos pode ficar a cargo do fornecedor ou do comprador. No caso do frete ficar a cargo da Empresa XX, o contratado deve receber algumas orientações: - o veículo deve passar por uma adequada limpeza antes de carregar, especialmente o compartimento de carga. - o motorista deve verificar cuidadosamente os dados da nota fiscal: · produto a ser carregado; · quantidade; · dados do comprador (Empresa XX). HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA DOCUMENTOS ANEXOS PÁGINAS 4 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento Anexo 1 – Formulário de cotação Formulário de Cotação Produto: Quantidade: Fornecedor Valor Condições Pagamento Tel. Contato e Pessoa Contactada Informações Adicionais: Dados da ultima compra: - Quantidade: - Fornecedor: - Valor: - Condições Pagamento: - Tel. Contato e Pessoa Contactada: Observação: o fornecedor escolhido neste processo de cotação deve ser destacado dos demais. Assinatura:_______________________________________ Data: Comprador de Matérias-Primas / / Página: POP Código: 03 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 9 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de MatériasPrimas (ADITIVOS) 1) Ácido Benzóico 2) Ácido Fumárico 3) Aditivo Acidificante 4) Aditivo Antioxidante 5) Aditivo Homogeneizante 6) Aditivo Palatabilizante 7) Dióxido de Silício 8) Fitase 9) Levedura Viva 10) Uréia 11) Violeta Genciana Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos os aditivos utilizados no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos aditivos utilizados no estabelecimento. DEFINIÇÕES Aditivo: substância adicionada a um produto em quantidades relativamente pequenas para proporcionar ou melhorar suas propriedades desejáveis ou suprimir as indesejáveis. Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de aditivos. 1) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 2) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente ao aditivo a ser recebido deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 000000000000 Inscrição Estadual: 0000000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 3) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 4) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 5) Verificação das condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 6) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 7) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para ADITIVOS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 8) Controle de qualidade: O controle de qualidade dos aditivos será realizado de acordo com as necessidades, a partir de avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder com a coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa para tal. 9) Estocagem / Armazenagem: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: ADITIVOS. Todo lote de aditivo recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote pode ser utilizado imediatamente). Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 9 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 04 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 9 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de MatériasPrimas (AMINOÁCIDOS) 12) 13) 14) 15) 16) Arginina Lisina Metionina Treonina Triptofano Elaborado por: Aprovado por: Data: Data Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos os aminoácidos utilizados no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos aminoácidos utilizados no estabelecimento. DEFINIÇÕES Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de aminoácidos. 10) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 11) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente ao lote de aminoácido a ser recebido deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 00000000000000000 Inscrição Estadual: 00000000000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXXXXX. - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 12) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 13) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 14) Verificação das condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 15) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 16) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para AMINOÁCIDOS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 17) Controle de qualidade: O controle de qualidade dos aminoácidos será realizado de acordo com as necessidades, a partir de avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder com a coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa para tal. 18) Estocagem / Armazenagem A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: AMINOÁCIDOS. Todo lote de aminoácido recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote pode ser utilizado imediatamente). Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 9 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final Sim O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Não Sim Não O produto esta liberado para uso? OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* / * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 05 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 9 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas (AGENTES ANTICOCCIDIANOS e PROMOTORES DE CRESCIMENTO) 17) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Agentes anticoccidianos Diclazuril Lasolacida Maduramicina Monensina Narasin Nicarbazina Salinomicina Senduramicina 18) 1. Amoxicilina 2. Apramicina 3. Avilamicina 4. Bacitracina de Zinco 5. Bacitracina Disalicilato 6. Clortetraciclina 7. Enramicina 8. Halquinol 9. Lincomicina 10. Oxitetraciclina 11. Penicilina 12. Promodine 13. Sulfametazina 14. Sulfaquinoxalina 15. Sulfato de Colistina 16. Sulfato Neomicina 17. Tiamulina 18. Tilosina 19. Virginiamicina Promotores de crescimento Elaborado por: Data Assinatura: Revisado por: Data: Assinatura: Aprovado por: Data: Assinatura: Revisão no: elaboração Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos os promotores de crescimento e agentes anticoccidianos utilizados no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todos promotores de crescimento e agentes anticoccidianos utilizados no estabelecimento. DEFINIÇÕES Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de aditivos. 19) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 20) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente a um promotor de crescimento ou agente anticoccidiano a ser recebido deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 000000000000 Inscrição Estadual: 000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 21) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 22) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 23) Verificação das condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 24) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 25) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para PROMOTORES DE CRESCIMENTO E AGENTES ANTICOCCIDIANOS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 26) Controle de qualidade: O controle de qualidade dos agentes anticoccidianos e promotores de crescimento será realizado de acordo com as necessidades, a partir de avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder com a coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa para tal. 27) Estocagem / Armazenagem: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: PROMOTORES DE CRESCIMENTO E AGENTES ANTICOCCIDIANOS. Todo lote de promotor de crescimento ou agente anticoccidiano recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote pode ser utilizado imediatamente). Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 9 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não Sim Não Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Sim Não Sim Não Campo 4) Avaliação das condições da carga: Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? Sim Não * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 06 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 10 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas (MACRO MINERAIS) 19) Calcário Calcítico 20) Calcário Calcítico 2 mm 21) Caulim 22) Cloreto de Sódio (Sal Comum) 23) Enxofre Ventilado 24) Farinha de Ossos Calcinados 25) Fosfato Tricálcico (Foscalmix) 26) Fosfato Bicálcico 27) Óxido de Magnésio 28) Sulfato de Cobre Monohidratado 29) Sulfato de Cobre Pentahidratado 30) Sulfato de Ferro 31) Sulfato de Manganês 32) Sulfato Zinco Elaborado por Aprovado por Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas macro minerais utilizadas no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas macro minerais utilizadas no estabelecimento. DEFINIÇÕES Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional. Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. Matérias-primas macro minerais: são todas as fontes de minerais que entram em “maior” proporção na formulação dos produtos produzidos pelo estabelecimento e que ficam armazenadas em local denominado MACRO MINERAIS, sendo estas: Calcário Calcítico, Caulim, Cloreto de Sódio (Sal Comum), Enxofre Ventilado, Farinha de Ossos Calcinada, Fosfato Tricálcico (Foscalmix) , Fosfato Bicálcico, Óxido Magnésio, Sulfato Cobre Monohidratado Sulfato de Cobre Pentahidratado, Sulfato de Ferro, Sulfato Manganês e Sulfato Zinco. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de macro minerais. 28) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 29) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente à matéria-prima macro mineral a ser recebida deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 000000000 Inscrição Estadual: 000000000000000 Endereço completo: XXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 30) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 31) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 32) Verificação condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 33) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 34) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para MACRO MINERAIS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 35) Coleta de amostras: A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem as seguintes normas devem ser seguidas: 1) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e serem específicos para coleta de amostras). 2) Determinação da amostragem: Produtos ensacados: · Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco. · Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco. · Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco. · Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto, escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga). Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado. Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à medida que se for procedendo a descarga. Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez. 3) Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de amostragem deve ser feita a homogeneização do produto: 1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado. 2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos. 3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo. 4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de uma amostra final de 300 gramas. Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado (“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem. 4) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis: - identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.); - fabricante do produto; - data de fabricação; - data de validade; - lote de produção; - data da coleta da amostra; - responsável pela amostragem. 5) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares. 36) Estocagem / Armazenagem: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: MACRO MINERAL. Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para serem liberados para utilização. 37) Avaliações complementares: As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização macroscópica do produto a análises laboratoriais. 38) Avaliação final / liberação para utilização: Se um lote de matéria-prima macro mineral atender a todos os requisitos de conformidade estabelecidos neste presente documento, inclusive os referentes às avaliações complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente). Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata. Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 10 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 07 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 10 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de MatériasPrimas (MICRO MINERAIS) 33) 34) 35) 36) 37) 38) Iodato de Cálcio Selenito de Sódio Sulfato de Cobalto Bicarbonato de Sódio Selênio Orgânico Óxido de Zinco Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão n : elaboração o Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas micro minerais utilizadas no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas micro minerais utilizadas no estabelecimento. DEFINIÇÕES Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional. Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. Matérias-primas micro minerais: são todas as fontes de minerais que entram em “menor” proporção na formulação dos produtos produzidos pelo estabelecimento e que ficam armazenadas em local denominado MICRO MINERAIS, sendo estas: iodato de cálcio, selenito de sódio, sulfato de cobalto, bicarbonato de sódio, selênio orgânico e óxido de zinco. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de micro minerais. 39) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 40) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente à matéria-prima micro mineral a ser recebida deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 000000000000000 Inscrição Estadual: 00000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 41) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 42) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 43) Verificação condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 44) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 45) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para MICRO MINERAIS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 46) Coleta de amostras: A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem as seguintes normas devem ser seguidas: 6) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e serem específicos para coleta de amostras). 7) Determinação da amostragem: Produtos ensacados: · Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco. · Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco. · Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco. · Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto, escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga). Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado. Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à medida que se for procedendo a descarga. Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez. 8) Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de amostragem deve ser feita a homogeneização do produto: 1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado. 2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos. 3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo. 4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de uma amostra final de 300 gramas. Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado (“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem. 9) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis: - identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.); - fabricante do produto; - data de fabricação; - data de validade; - lote de produção; - data da coleta da amostra; - responsável pela amostragem. 10) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares. 47) Estocagem / Armazenagem: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: MICRO MINERAL. Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para serem liberados para utilização. 48) Avaliações complementares: As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização macroscópica do produto a análises laboratoriais. 49) Avaliação final / liberação para utilização: Se um lote de matéria-prima micro mineral atender a todos os requisitos de conformidade estabelecidos neste presente documento, inclusive os referentes às avaliações complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente). Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata. Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 10 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: Sim O odor da matéria-prima se encontra normal? Não * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 08 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 10 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de MatériasPrimas (ORIGEM ANIMAL) 39) Farinha de carne e ossos 40) Farinha de peixe 41) Leite em pó desnatado 42) Leite em pó integral (Nuklospray K51) 43) Plasma Sangüíneo 44) Soro de leite em pó (Nuklospray K21) Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de origem animal utilizadas no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de origem animal utilizadas no estabelecimento. DEFINIÇÕES Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional. Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de matérias-primas de origem animal. 50) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 51) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente à matéria-prima de origem animal a ser recebida deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. Observação: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 0000000000 Inscrição Estadual: 000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 52) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 53) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 54) Verificação condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 55) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 56) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para matérias-primas de ORIGEM ANIMAL, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 57) Coleta de amostras: A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem as seguintes normas devem ser seguidas: 11) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e serem específicos para coleta de amostras). 12) Determinação da amostragem: Produtos ensacados: · Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco. · Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco. · Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco. · Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto, escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga). Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado. Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à medida que se for procedendo a descarga. Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez. 13) Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de amostragem deve ser feita a homogeneização do produto: 1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado. 2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos. 3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo. 4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de uma amostra final de 300 gramas. Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado (“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem. 14) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis: - identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.); - fabricante do produto; - data de fabricação; - data de validade; - lote de produção; - data da coleta da amostra; - responsável pela amostragem. 15) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares. 58) Estocagem / Armazenagem: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: ORIGEM ANIMAL. Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para serem liberados para utilização. 59) Avaliações complementares: As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização macroscópica do produto a análises laboratoriais. 60) Avaliação final / liberação para utilização: Se um lote de matéria-prima de origem animal atender a todos os requisitos de conformidade estabelecidos neste presente documento, inclusive os referentes às avaliações complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente). Se nas avaliações complementares se concluir que um lote de produto tem que passar por algum tipo de processamento (moagem, peneiramento etc.) antes de ser utilizado, o mesmo deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma azul (que indica que o produto precisa ser processado antes de ser utilizado). Juntamente com a ficha azul, deve haver um documento descrevendo que tipo de processamento o produto deve passar antes de ser utilizado. Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata. Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 10 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 09 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 10 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de Matérias-Primas (ORIGEM VEGETAL) 45) Açúcar 46) Açúcar de Varredura 47) Amido de Milho 48) Farelo de Glúten de Milho 21% (Promil) 49) Farelo de Glúten de Milho 60% (Protenose) 50) Farelo de Milho Degerminado 51) Farelo de Milho Pré-Cozido 52) Farelo de Soja 53) Farelo de Soja Micronizada 54) Fubá de Milho 55) Milho em Grãos 56) Proteína Isolada de Soja (Soycomil) 57) Soja Grão 58) Soja Integral Elaborado por Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão n : elaboração o Data: Assinatura: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Rever em: Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de origem vegetal utilizadas no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as matérias-primas de origem vegetal utilizadas no estabelecimento. DEFINIÇÕES Aleatório: ao acaso, sem direcionamento intencional. Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de matérias-primas de origem vegetal. 61) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 62) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente à matéria-prima de origem vegetal a ser recebida deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. Observação: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 000000000000 Inscrição Estadual: 000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 63) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 64) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 65) Verificação condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 66) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 67) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para matérias-primas de ORIGEM VEGETAL, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 68) Coleta de amostras: A adequada coleta de amostras é de suma importância para que o laboratório obtenha dados confiáveis e que reflitam a real composição do produto. Para uma boa amostragem as seguintes normas devem ser seguidas: 16) Ter em mãos os materiais para realização da amostragem: luvas, calador de metal e um balde com tampa que possibilite adequada vedação (estes equipamentos devem estar limpos e serem específicos para coleta de amostras). 17) Determinação da amostragem: Produtos ensacados: · Lote de 1 a 4 sacos: fazer 5 amostragens em cada saco. · Lote de 5 a 10 sacos: fazer 2 amostragens em cada saco. · Lote de 11 a 20 sacos: fazer 1 amostragem em cada saco. · Lotes com mais de 20 sacos: à medida que for se procedendo a descarga do produto, escolher 20 sacos aleatoriamente e fazer 1 amostragem em cada um (devendo-se coletar amostras no início, meio e fim do processo de descarga). Observação: se a carga estiver paletizada deve-se proceder a amostragem normalmente. Neste caso, ao invés de se retirar o filme que envolve o palete, se deve perfurar o mesmo com o calador para se ter acesso ao produto a ser coletado. Produtos a granel: fazer de 10 a 15 amostragens em diferentes pontos da carga, à medida que se for procedendo a descarga. Uma amostragem consiste no preenchimento completo do calador uma vez. 18) Todo o material coletado deve ser colocado no balde e ao final do processo de amostragem deve ser feita a homogeneização do produto: 1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado. 2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos. 3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo. 4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de uma amostra final de 300 gramas. Observação: o conteúdo coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois pode comprometer o processo de homogeneização. E o excedente de amostra coletado (“sobra” no processo de homogeneização) deve ser acondicionado em um saco plástico (novo e apropriado para tal) e armazenado juntamente com o restante da carga que lhe deu origem. 19) Os 300 gramas obtidos devem ser colocados em saco plástico específico para amostras, o qual deve estar devidamente identificados com os dados disponíveis: - identificação do produto (ex: fosfato bicálcico, calcário calcítico etc.); - fabricante do produto; - data de fabricação; - data de validade; - lote de produção; - data da coleta da amostra; - responsável pela amostragem. 20) A amostra coletada deve ser encaminhada ao Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, para que possam ser feitas as avaliações complementares. 69) Estocagem / Armazenagem: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: ORIGEM VEGETAL. Todo lote de produto recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas vermelhas em locais de fácil visualização e aguardarem as avaliações complementares para serem liberados para utilização. 70) Avaliações complementares: As avaliações complementares compreendem as avaliações feitas pelo Gerente de Produção e ou Responsável pelo Controle de Qualidade, as quais podem variar desde a caracterização macroscópica do produto a análises laboratoriais. 71) Avaliação final / liberação para utilização: Se um lote de matéria-prima de origem vegetal atender a todos os requisitos de conformidade estabelecidos neste presente documento, inclusive os referentes às avaliações complementares, automaticamente é considerado apto a entrar na linha de produção e deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma amarela (a qual indica que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verde (que indica que o lote pode ser utilizado imediatamente). Se nas avaliações complementares se concluir que um lote de produto tem que passar por algum tipo de processamento (moagem, peneiramento etc.) antes de ser utilizado, o mesmo deve ter a etiqueta vermelha de identificação substituída por uma azul (que indica que o produto precisa ser processado antes de ser utilizado). Juntamente com a ficha azul, deve haver um documento descrevendo que tipo de processamento o produto deve passar antes de ser utilizado. Caso contrário, se estes requisitos não forem atendidos, o lote deve continuar com a identificação vermelha até sua destinação final, que deverá ser decidida pelo responsável técnico pelo estabelecimento. No caso do produto oferecer riscos à inocuidade, a sua destinação / remoção deverá ser imediata. Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA 29/02/2008 PÁGINAS 10 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 10 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 9 Versão nº 1 Recepção / Armazenamento / Liberação para uso de MatériasPrimas (VITAMINAS) 59) Ácido Fólico 60) Ácido Nicotínico 61) Ácido Pantotênico 62) Biotina 63) Cloreto de Colina 64) Vitamina A 65) Vitamina A/D3 66) Vitamina B1 67) Vitamina B12 68) Vitamina B2 69) Vitamina B6 70) Vitamina D3 71) Vitamina E 72) Vitamina K3 Aprovado por: Elaborado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: o Revisão n : elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas as vitaminas utilizadas no estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica à recepção, armazenamento e liberação para uso de todas vitaminas utilizadas no estabelecimento. DEFINIÇÕES Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: produto obtido em um único ciclo de fabricação, sob as mesmas condições e tendo como característica a homogeneidade. USUÁRIOS PRINCIPAIS Recepcionistas de Matérias-Primas. PROCEDIMENTO O recepcionista de matérias-primas, ao iniciar o processo de recepção, deve ter em mãos o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas (anexo 1) e seguir, todos os procedimentos estabelecidos neste documento. Fluxograma de procedimentos para recepção, armazenamento e liberação para uso de vitaminas. 72) Número de lote para controle interno Ao se iniciar o preenchimento do formulário para recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas (anexo 1), deve-se proceder primeiramente com o preenchimento do campo referente ao Número de lote para controle interno. Este campo deve ser preenchido com o primeiro número da ficha seqüencial de lote (anexo 2) da respectiva matéria-prima que esta sendo recebida que não esteja marcado. O qual, deve ser marcado para não ser utilizado novamente. 73) Verificação da nota fiscal: A nota fiscal referente à(s) vitamina(s) a ser(em) recebida(s) deve conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: Descrição do produto, a quantidade, o valor e as condições de pagamento. OBSERVAÇÃO: estas informações devem ser iguais às do pedido feito pelo comprador. Dados do fornecedor: Razão Social CNPJ Inscrição Estadual Endereço completo (rua/avenida, nº, bairro, cidade, estado e CEP/Caixa Postal). Dados do receptor (devem ser idênticos aos descrito abaixo): Razão Social: Empresa XX CNPJ: 000000000000 Inscrição Estadual: 000000000 Endereço completo: XXXXXXXXXX - Preencher o campo 1 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. 74) Verificação das condições externas do veículo: O veículo deve se encontrar em bom estado de conservação e não possuir acúmulo de poeira, umidade, fezes ou qualquer outro componente em quantidades que possa oferecer riscos de contaminação ao produto a ser recebido, bem como às dependências internas do estabelecimento. O produto recebido não deve apresentar exposição direta ao ambiente, devendo estar completamente enlonados ou em compartimentos do tipo baú. - Preencher o campo 2 do formulário para aquisição/recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 75) Encaminhamento à plataforma de recepção de matérias-primas: Se as condições externas do veículo estiverem de acordo, o mesmo deve ser liberado para entrar no pátio do estabelecimento e conduzido à plataforma de recepção de matérias-primas. 76) Verificação das condições internas do veículo: Já na plataforma de recepção, o compartimento onde a carga se encontra deve ser aberto/desenlonado e em seguida deve ser feita inspeção da carga a ser recebida, verificando se a mesma se encontra limpa, seca e sem a presença de vestígios de insetos e roedores ou de qualquer componente que possa oferecer riscos de contaminação ao produto e ao estabelecimento. Observação: o motorista do veículo, bem como acompanhantes, devem aguardar a descarga na área externa do estabelecimento, preferencialmente no refeitório. Caso seja indispensável o acesso destes a qualquer parte interna da fábrica, terão que atender a todos os requisitos aplicáveis para visitantes. - Preencher o campo 3 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 77) Verificação da carga a ser recebida: A carga a ser recebida deve apresentar odor característico e estar acondicionada em embalagens íntegras e rotuladas, as quais devem conter as seguintes informações referentes ao produto: composição básica, níveis de garantia, lote de produção, data de fabricação e validade. E, obrigatoriamente, deve conter o nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura + SIF do estabelecimento produtor ou o nº da autorização de uso (AU) expedida pelo Ministério da Agricultura. - Preencher o campo 4 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Se estes requisitos não forem atendidos, se deve fazer uma avaliação criteriosa da situação com a participação do responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, para se determinar qual o procedimento a ser adotado. Observação: toda vez que houver uma situação de não conformidade com relação à uma matéria-prima, o responsável pela mesma (fornecedor, responsável pelo transporte etc.) deve ser notificado por escrito do ocorrido. 78) Início da descarga: Se forem atendidos todos os requisitos até aqui solicitados, deve-se proceder o início da descarga do produto. Observação: a carga a ser recebida deve ser encaminhada para a área de estocagem específica para VITAMINAS, onde deve haver espaço suficiente para que a mesma fique isolada. Em hipótese alguma um lote de carga pode ser misturado a outro lote, mesmo que seja do mesmo produto e fornecedor. 79) Controle de qualidade: O controle de qualidade das vitaminas será realizado de acordo com as necessidades, a partir de avaliações dos produtos acabados que os contém. No entanto, não se deve proceder com a coleta de amostras à recepção dos mesmos, a menos que tenha determinação expressa para tal. 80) Estocagem / Armazenagem / Liberação para uso: A estocagem/armazenagem deve ser feita sem ter contato direto do produto com o solo e paredes e em local seco e ao abrigo da luz solar. Cada matéria-prima deve ficar estocada/armazenada em local específico de acordo com suas características. No caso, o local específico de estocagem das matérias-primas descritas neste documento é o identificado como: VITAMINAS. Todo lote de vitamina recebido deve ficar, obrigatoriamente, identificado com etiquetas amarelas (as quais indicam que o lote está apto a ser utilizado, porém existe outro lote da mesma matéria-prima que deve ser utilizado previamente) ou verdes (que indicam que o lote pode ser utilizado imediatamente). Preencher o campo 5 do formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. OBSERVAÇÃO: Após a conclusão final a respeito do produto recebido, o responsável pelo procedimento deve assinar e datar o formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matériasprimas, e entrega-lo devidamente preenchido ao responsável pela documentação e registro de dados. Se houver laudos laboratoriais ou qualquer outro documento referente ao produto, os mesmos também devem ser repassados ao responsável pela documentação e registro de dados. O responsável pela documentação e registro de dados deve arquivar toda a documentação em local próprio. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA 29/02/2008 PÁGINAS 9 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para recepção/armazenamento/liberação para uso de matérias-primas. Número de lote para controle interno: XXX / XX FORMULÁRIO PARA RECEPÇÃO/ARMAZENAMENTO/LIBERAÇÃO PARA USO DE MATÉRIAS-PRIMAS Campo 1) Caracterização do produto e do fornecedor: Produto recebido: Data de recebimento: Fornecedor: / / Nº da nota fiscal: Campo 2) Condições do veículo (avaliação da parte externa): O veículo esta em bom estado conservação? Sim Não Apresenta acúmulo sujeira que ofereça risco de contaminação? Sim Não Existe exposição direta do produto ao ambiente? Sim Não A área onde se encontra a matéria-prima esta limpa? Sim Não Apresenta acúmulo de água (áreas com aspecto de úmido)? Sim Não Apresenta vestígio da presença de insetos ou roedores? Sim Não Existem embalagens avariadas (rasgada, furada, molhada, suja etc.)? Sim Não Existem embalagens sem as informações obrigatórias*? Sim Não As informações estão legíveis? Sim Não O odor da matéria-prima se encontra normal? Sim Não Campo 3) Condições do veículo (avaliação da parte interna): Campo 4) Avaliação das condições da carga: * Informações obrigatórias: composição básica, níveis de garantia, data de fabricação, validade, lote de produção, nº de registro do rótulo do produto no ministério da agricultura e o SIF do estabelecimento produtor. Registrar os seguintes dados do produto: Lote de produção: Data de fabricação: Validade: Campo 5) Avaliação final O produto atendeu a todos os requisitos estabelecido? Sim Não O produto esta liberado para uso? Sim Não OBSERVAÇÃO: os laudos laboratoriais e demais documentos referentes a produto devem ser anexados à este formulário. Responsável (is) pelo procedimento de recepção / liberação do produto: Nome:_______________________ Assinatura:__________________ Data: / / Anexo 2 – Ficha seqüencial de controle de lote. Ficha seqüencial de controle de lote Matéria-prima: ___________________________________ Ano: _________* * Onde tiver XX na tabela deve ser preenchido com os dois últimos dígitos do referido ano. 001 / 002 / 003 / 004 / 005 / 006 / 007 / 008 / 009 / 010 / 011 / 012 / 013 / 014 / 015 / 016 / 017 / 018 / 019 / 020 / 021 / 022 / 023 / 024 / 025 / 026 / 027 / 028 / 029 / 030 / 031 / 032 / 033 / 034 / 035 / 036 / 037 / 038 / 039 / 040 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 041 / 042 / 043 / 044 / 045 / 046 / 047 / 048 / 049 / 050 / 051 / 052 / 053 / 054 / 055 / 056 / 057 / 058 / 059 / 060 / 061 / 062 / 063 / 064 / 065 / 066 / 067 / 068 / 069 / 070 / 071 / 072 / 073 / 074 / 075 / 076 / 077 / 078 / 079 / 080 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 081 / 082 / 083 / 084 / 085 / 086 / 087 / 088 / 089 / 090 / 091 / 092 / 093 / 094 / 095 / 096 / 097 / 098 / 099 / 100 / 101 / 102 / 103 / 104 / 105 / 106 / 107 / 108 / 109 / 110 / 111 / 112 / 113 / 114 / 115 / 116 / 117 / 118 / 119 / 120 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 121 / 122 / 123 / 124 / 125 / 126 / 127 / 128 / 129 / 130 / 131 / 132 / 133 / 134 / 135 / 136 / 137 / 138 / 139 / 140 / 141 / 142 / 143 / 144 / 145 / 146 / 147 / 148 / 149 / 150 / 151 / 152 / 153 / 154 / 155 / 156 / 157 / 158 / 159 / 160 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX 161 / 162 / 163 / 164 / 165 / 166 / 167 / 168 / 169 / 170 / 171 / 172 / 173 / 174 / 175 / 176 / 177 / 178 / 179 / 180 / 181 / 182 / 183 / 184 / 185 / 186 / 187 / 188 / 189 / 190 / 191 / 192 / 193 / 194 / 195 / 196 / 197 / 198 / 199 / 200 / XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX XX Página: POP Código: 11 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 7 Versão nº 1 LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos no processo de limpeza e higienização das instalações e equipamentos e utensílios utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação animal. APLICAÇÃO Se aplica nos processo de limpeza e higienização das instalações e equipamentos e utensílios utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação animal. DEFINIÇÕES Desinfecção: é a redução, por meio de agentes químicos e ou métodos físicos adequados, do número de microrganismos no ambiente, instalações, maquinários e utensílios, a um nível que não origine contaminação do produto que será elaborado. EPI’s: Equipamentos de proteção individual, tais como luvas, óculos, máscara, botas, protetor auricular, capacete e outros. Higienização: limpeza associada à desinfecção. Limpeza: remoção de qualquer tipo de resíduo indesejável. USUÁRIOS PRINCIPAIS Funcionários envolvidos no processo de produção e do setor de limpeza, desinfecção e controle de pragas. PROCEDIMENTO 81) Limpeza / higienização das instalações Banheiros, sanitários e vestiários Os banheiros, sanitários, vestiários e lavabos em uso devem ser higienizados diariamente, uma ou mais vezes de acordo com a necessidade, por funcionários do setor de limpeza, desinfecção e controle de pragas, conforme descrito a seguir. Retirar as lixeiras e demais utensílios e produtos (papel higiênico, papel toalha, sabão etc.) que não podem ser molhados. Sendo que as lixeiras devem ser esvaziadas e o lixo encaminhado para local apropriado. Molhar lavabos, vasos sanitários, mictórios, pisos e partes das paredes recobertas por azulejo com solução à base de pasta de pinho e água (proporção de 1:100). Esfregar os vasos sanitários e mictórios com escova contendo cabo e de uso exclusivo para tal, e os pisos e paredes com o auxílio de vassoura, de forma a se retirar toda sujeira. Todos os lavabos, inclusive os presentes nas áreas de acesso às repartições internas do estabelecimento, devem ser higienizados utilizando a mesma solução e buchas. Em seguida, os mesmos devem ser enxaguados com água pura e os pisos e paredes secados com panos específicos para cada tipo de superfície. Colocar aproximadamente 10 ml de solução desinfetante em cada vaso sanitário e 3 pastilhas de naftalina em cada mictório. Os repartimentos que contêm sabão, papel toalha e papel higiênico devem ser reabastecidos e recolocados em local próprio. Refeitório Diariamente, deve-se varrer o piso do refeitório e passar pano umedecido em solução à base de pasta de pinho e água (proporção de 1:100). A mesma solução deve ser passada sobre as mesas e cadeiras. As pias e utensílios utilizados (copos, garfos, facas, colheres etc.) devem ser higienizados com bucha e detergente neutro (em quantidade suficiente para produção moderada de espuma), e estes, após secados, devem ser guardados em local próprio. Semanalmente, deve-se retirar e guardar em local apropriado todos os utensílios utilizados no refeitório que não podem ser molhados e lavar o piso, partes das paredes recobertas com material impermeável, mesas, cadeiras, pias, janelas etc. utilizando-se vassouras, rodos, escovas, buchas e detergente neutro (em quantidade suficiente para produção moderada de espuma). Enxaguar os mesmos com água pura e secar o que for necessário com panos. Áreas de processamento, pesagem e estocagem de matérias-primas e produtos acabados Diariamente, ao término do expediente de produção, e sempre que houver acúmulo de resíduos que possa oferecer riscos à inocuidade dos produtos destinados à alimentação animal, deve-se varrer todo o piso que se encontre acessível nas áreas de processamento, pesagem e estocagem de matérias-primas e produtos acabados. Mensalmente e sempre que se julgar necessário deve-se fazer uma limpeza mais ampla nas áreas processamento, pesagem e estocagem de matérias-primas e produtos acabados. Neste caso, as paredes, portas, janelas, teto e demais superfícies que se encontrarem com acúmulo de qualquer tipo de resíduo devem ser limpos com espanador, e se necessário, pano umedecido em água pura. Posteriormente, as embalagens de matérias-primas e produtos acabados estocados e devem ser removidas gradativamente dentro do próprio galpão, de forma que se possibilite que toda a extensão do piso seja varrida. Os resíduos obtidos durante o processo de limpeza devem ser recolhidos com o auxílio de uma pá, colocado em sacos plásticos e encaminhado para o local destinado ao acondicionamento de lixo. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção dessas áreas. Área de estocagem de embalagens Semanalmente, deve-se retirar o excesso de poeira acumulada sobre as prateleiras e embalagens estocadas com espanador e varrer o piso. Depósito de lixo O lixo produzido no estabelecimento deve ser recolhido diariamente de forma seletiva (separado de acordo com suas características em papel, metal, vidro, plástico e orgânico) e encaminhado ao depósito de lixo. Mensalmente, ou sempre que houver acúmulo significativo de lixo classificado como reciclável (papel, metal, vidro e plástico), o mesmo deve ser direcionado para locais especializados. O lixo orgânico deve ser encaminhado ao aterro sanitário municipal pelo menos três vezes por semana, independentemente da quantidade acumulada. Mensalmente, o depósito de lixo deve ser esvaziado completamente, varrido e ou lavado com solução à base de pasta de pinho e água (proporção de 1:100). Dependências externas As vias de trânsito sobre roda, passeios e pátios devem ser varridos semanalmente. Os jardins devem ser reparados e as plantas podadas mensalmente. 82) Limpeza / higienização dos equipamentos Moinhos para processamento de matérias-primas O moinho deve ser limpado diariamente ao termino do expediente de produção e no intervalo entre o processamento de matérias-primas distintas, da seguinte forma: Com o moinho desligado, desparafusar o compartimento que contem a peneira e retira-la. Utilizando-se espátula, vassoura e escova, específicas para tal, remover todos os resíduos aderidos à peneira e demais compartimentos internos e externos do moinho. Em seguida, os mesmos devem ser soprados com ar comprimido de forma a se eliminar os demais componentes residuais presentes, colocar a peneira já higienizada no local próprio e parafusar o compartimento que a contem. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção do moinho. Peneiras para uniformização de granulometria de matérias-primas A peneira deve ser higienizada diariamente ao termino do expediente de produção e no intervalo entre o processamento de matérias-primas distintas, da seguinte forma: Com a peneira desligada, retirar manualmente a tela, a qual é móvel. Utilizando-se espátula, vassoura e escova, específicas para tal, remover todos os resíduos aderidos à tela e demais compartimentos internos e externos da peneira. Em seguida, os mesmos devem ser soprados com ar comprimido de forma a se eliminar os demais componentes residuais presentes,e por ultimo, colocar a tela já higienizada no local próprio. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção da peneira. Balanças com capacidade de até 100 Kg e fração de até 20 g. As balanças com capacidade de até 100 Kg e fração de até 20 g, devem ser higienizadas diariamente ao término do expediente de produção, no intervalo entre a pesagem de matérias-primas para produção de produtos distintos e quando do acúmulo de resíduos sobre a plataforma das mesmas da seguinte forma: Soprar toda sua superfície com ar comprimido até a remoção da máxima quantidade possível de resíduos acumulados e passar pano umedecido em água pura para completar a limpeza. Balanças com capacidade acima de 100 Kg e fração superior a 20 g. As balanças com capacidade acima de 100 Kg e fração superior a 20 g, devem ser higienizadas das seguintes formas: Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre a pesagem de matérias-primas para produção de produtos distintos: varrer a parte interna da balança com vassoura e soprar com ar comprimido de forma a se retirar os resíduos restantes. Os resíduos acumulados ao redor da plataforma e dentro do fosso das balanças movediças devem ser recolhidos com vassoura e pá e descartado no lixo. Intervalo de pesagem de matérias-primas para a produção de um mesmo produto: varrer a parte interna da plataforma da balança com vassoura de forma a se retirar o máximo de resíduos possível. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção da balança. Impressoras conectadas às balanças Deve ter sua superfície externa higienizada diariamente, uma ou mais vezes de acordo com a necessidade, utilizando-se pano umedecido em água pura. Redley O redley deve ser higienizado diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre a produção de produtos distintos, da seguinte forma: Com o equipamento desligado, retirar manualmente os resíduos que se encontrarem depositados em sua base inferior. Posteriormente, deve-se abrir a extremidade superior do redley e soprar a parte interna com ar comprimido ao longo de toda sua extensão e fecha-lo novamente. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção do redley. Silos Os silos “pulmão” para matérias-primas e produtos acabados devem ser higienizados das seguintes formas: - Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre produção de produtos distintos: varrer a parte interna do silo com vassoura e soprar com ar comprimido de forma a se retirar os resíduos restantes. - Intervalo entre batidas distintas para a produção de um mesmo produto: varrer a parte interna do silo com vassoura de forma a se retirar o máximo de resíduos possível. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção dos silos. Misturadores Os misturadores utilizados para a elaboração de pré-misturas e produtos acabados devem ser higienizados das seguintes formas: - Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre produção de produtos distintos: varrer a parte interna do misturador com vassoura e soprar com ar comprimido de forma a se retirar os resíduos restantes. - Intervalo entre batidas distintas para a produção de um mesmo produto: varrer a parte interna do misturador com vassoura de forma a se retirar o máximo de resíduos possível. Observações: em casos específicos, a serem avaliados pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento, pode ser indicada, adicionalmente, a lavação e ou desinfecção dos misturadores. Máquina de costura A máquina de costura utilizada para fechar as embalagens contendo produtos acabados deve ter toda sua superfície externa higienizada diariamente, uma ou mais vezes de acordo com a necessidade, utilizando-se ar comprimido e pano umedecido em água pura. Aspirador de pó O aspirador de pó deve ser higienizado diariamente ao término do expediente de produção da seguinte forma: - Remover o filtro que retêm o pó, retirar o excedente de pó acumulado e soprar o filtro e câmara que o aloja com ar comprimido. Todo o pó retirado deve ser colocado em um saco plástico e conduzido ao lixo. Empilhadeiras e paleteiras As empilhadeiras e paleteiras utilizadas no estabelecimento devem ser higienizadas semanalmente ou sempre que houver necessidade por acúmulo de resíduos, com o auxílio de ar comprimido e pano umedecido em água pura. Observação: qualquer equipamento em manutenção, antes de ser utilizado novamente, deve ser limpado/higienizado como descrito especificamente acima ou de acordo com o determinado pelo responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento. 83) Limpeza / higienização dos utensílios Diariamente ao término do expediente de produção e no intervalo entre produção de produtos distintos, os utensílios utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação animal, tais como pás, conchas, vassouras, facas, tesouras, espátulas, baldes, tambores e caixas plásticas devem ser soprados com ar comprimido. Semanalmente, e sempre que se observar impregnação de resíduos não removíveis pelo método de limpeza convencional, os utensílios em uso devem ser lavados utilizando-se buchas e detergente neutro (em quantidade suficiente para produção moderada de espuma) e enxaguados com água pura e corrente. Terminado o processo de higienização, os mesmos devem ser secados e devidamente guardados. Observações Gerais: durante a execução de quaisquer das atividades de limpeza e higienização das instalações, equipamentos e utensílios os funcionários devem estar utilizando botas e luvas de material impermeável e uniforme apropriado. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA DOCUMENTOS ANEXOS Não há. PÁGINAS 7 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento Página: POP Código: 12 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 9 Versão nº 1 Recursos Humanos Admissão, treinamento, saúde e higiene dos funcionários Visitantes Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos à admissão e treinamento de funcionários, bem como quanto à sua saúde e higiene quando da execução de atividades relacionadas à produção de produtos destinados à alimentação animal. APLICAÇÃO Se aplica no processo de admissão e treinamento de todos funcionários que participam direta ou indiretamente das atividades relacionadas à produção de produtos destinados à alimentação animal, bem como quanto à saúde e higiene dos mesmos quando da execução de suas atividades. DEFINIÇÕES Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. SINE: sistema nacional de emprego, que existe em escala municipal, estadual e federal. Caráter de experiência: período, compreendido em até 3 (três) meses, em que os novos funcionários são avaliados antes de serem contratados em definitivo. USUÁRIOS PRINCIPAIS Setor de recursos humanos, todos funcionários envolvidos na produção de produtos destinados à alimentação animal e visitantes. PROCEDIMENTO 84) Admissão de novos funcionários Quando houver a necessidade de contratação de um novo funcionário para o estabelecimento, o setor de recursos humanos (RH) e demais responsáveis pelo processo de admissão devem proceder da seguinte forma: - Inicialmente deve ser feita uma consulta ao arquivo de currículos encaminhados à empresa. Se não forem encontrados candidatos que preencham os requisitos para a vaga disponível, deverá lançar mão de outros artifícios (consulta à lista do SINE, divulgação através de panfletos etc.). - Os candidatos à(s) vaga(s) deveram ser avaliados/entrevistados pelo profissional qualificado do setor de RH e pelo gerente de produção, responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico do estabelecimento. - Após a avaliação/entrevista, o candidato qualificado positivamente deve ser encaminhado para realizar os exames médicos. Os exames devem ser marcados pelo setor de RH da própria empresa e a data e o horário devem ser comunicados ao candidato com antecedência. Se o médico atestar a aptidão do candidato, o mesmo deve ser orientados a providenciar os documentos necessários à admissão em caráter de experiência: - 2 fotos 3x4 - Cópia do CPF - Cópia de identidade com foto - Cópia da certidão de casamento - Cópia da certidão de nascimento dos filhos com até 14 anos - Cópia do cartão de vacinação dos filhos com até 6 anos - Cópia do título de eleitor - Cópia do certificado de reservista (somente homens) - Cartão do PIS - Carteira de trabalho - Comprovante de residência (com data inferior a 90 dias) - Comprovante de freqüência escolar para os filhos com mais de 6 anos - Atestado de antecedentes criminais - Comprovante de realização dos exames médicos e de audiometria. Fatores a serem levados em consideração para admissão de novos funcionários: - Dar preferência à contratação de pessoas que não fumem, já que a empresa não admite que se fume em suas dependências internas. - O candidato deve ter um perfil adequado ao setor em que irá atuar, como por exemplo porte físico, escolaridade etc. - A índole e o temperamento do candidato devem ser avaliados, uma vez que irá trabalhar em equipe. - Deve-se procurar obter referências dos candidatos em locais de trabalhos anteriores e dar preferência àqueles com experiência e boas referências. 85) Programa de treinamento Os funcionários contratados em caráter de experiência, antes de iniciarem suas atividades, devem ser submetidos a um “treinamento introdutório”, e em seguida serão submetidos a treinamentos específicos de acordo com as atividades a serem executadas. Os treinamentos serão aplicados por pessoas capacitadas e pelos demais funcionários da empresa, especialmente aqueles com individualmente ou em grupos. mais experiência, e poderão ser realizados ATENÇÃO: todo treinamento realizado deve ser devidamente registrado e avaliado a partir de formulários próprios (respectivamente anexos 1 e 2). 2.1) Treinamento introdutório O treinamento introdutório deve ser aplicado pelo responsável pelo controle de qualidade a todos os funcionários recém contratados pelo estabelecimento e que irão participar do processo de produção de produtos destinados à alimentação animal. Este treinamento deve abordar dentre outros temas: - Princípios e importância das boas práticas de fabricação; - Normas da empresa (uniformes e acessórios (EPI); banho e lavagem das mãos; conduta pessoal; e condições de saúde e segurança do trabalho) - Atividades do setor no qual o funcionário irá atuar, e quais serão suas obrigações; - Explicação em que consiste o período de experiência e o processo de avaliação. 2.2) Treinamento específico O treinamento específico deve ser aplicado pelo gerente de produção e ou responsável pelo controle de qualidade a todos os funcionários recém contratados pelo estabelecimento que tenham passado pelo treinamento introdutório, e terá a contribuição dos demais funcionários do setor, especialmente os mais experientes. O novo funcionário deve ser apresentado a seus colegas e posteriormente deve ser encaminhado ao setor onde irá trabalhar. Então o responsável pelo treinamento deve explicar quais serão as atividades, obrigações e responsabilidades do novo funcionário. OBSERVAÇÃO: dependendo da importância e ou complexidade de uma determinada atividade, além do conteúdo teórico, devem ser feitos treinamentos práticos. Nesta fase do processo, o funcionário em treinamento não deve executar nenhuma atividade de forma independente, devendo sempre ser monitorado por alguém com experiência. Gradativamente, à medida que for se familiarizando com as atividades, o funcionário deve ir recebendo autonomia para executa-las. Por fim, deve ter suas atividades supervisionas periodicamente, de forma a se verificar sua eficácia na realização das mesmas. OBSERVAÇÃO: após os três meses de experiência/treinamento, o funcionário deve ser reavaliado (pelo profissional qualificado do setor de RH e pelo gerente de produção, responsável pelo controle de qualidade e/ou responsável técnico pelo estabelecimento), e se aprovado, deverá ser contratado em definitivo. Procedendo-se então com a regularização da carteira de trabalho. 2.3) Treinamentos de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação Sempre que se julgar necessário, os funcionários, o gerente de produção e ou responsável pelo controle de qualidade podem solicitar treinamentos. Estes treinamentos podem ser de reciclagem, aperfeiçoamento ou capacitação e serão aplicados individualmente, em grupos ou de forma coletiva de acordo com a determinação do instrutor. Os instrutores responsáveis pelos treinamentos devem ser qualificados e com experiência no que se propõem. 86) Uniformes e acessórios (EPI) Todos os funcionários da empresa devem utilizar uniformes adequados à atividade realizada, e os mesmos deverão ser de uso exclusivo para o serviço. Quando a atividade em execução propiciar que os uniformes se sujem rapidamente, o funcionário deve utilizar avental plástico de forma a reduzir o risco de contaminação do produto. É proibido o uso de chinelos, sandálias e similares nas dependências onde são manipulados produtos, sendo indicado o uso de bota de couro ou borracha, que devem apresentar-se limpas e em boas condições. O emprego de equipamentos de proteção individual (EPI) durante a manipulação de alimentos, como: luvas, máscaras, tampões, óculos, aventais e outros, é obrigatório de acordo com as especificações (placas indicativas em cada setor), e os mesmos devem estar em perfeitas condições de higiene e limpeza. O uso de máscara para boca e nariz é obrigatório para todo funcionário presente em qualquer área onde se tenha produto exposto, estando este manipulando ou não algum produto. As luvas e quaisquer outros objetos, utensílios e equipamentos empregados no manuseio de alimentos, produtos de limpeza, pesticidas etc. deverão ser de uso exclusivo e não podem em hipótese alguma serem utilizados para outras atividades. No caso de luvas, o seu uso não exime o manipulador da obrigação de lavar as mãos cuidadosamente previamente a manipulação de qualquer produto. Os tampões de ouvido contra ruídos devem estar atados entre si por um cordão que passe por trás do pescoço para prevenir que soltem e caiam sobre o produto. Todo funcionário, obrigatoriamente, devem estar uniformizados e utilizando os EPI’s que lhe cambem ao iniciarem/executarem qualquer atividade nas dependências do estabelecimento. 87) Banho e lavagem das mãos Diariamente, antes de entrar nas dependências da fábrica, todos os funcionários da empresa envolvidos direta ou indiretamente no processo de produção de produtos destinados à alimentação animal devem tomar banho (seguindo os procedimentos estabelecidos em placas indicativas presente nos banheiros) uniforme de uso exclusivo. e colocar o Todos os funcionários que participam de qualquer etapa de manipulação de produtos para alimentação animal devem lavar as mãos banho (seguindo os procedimentos estabelecidos em placas indicativas presente nos lavabos) sempre que necessário, respeitando no mínimo os seguintes critérios: antes do início das atividades, ao alternar na execução de atividades distintas, após o uso do banheiro, após manipulação de produtos contaminados, resíduos e lixo. Ou seja, após a execução de qualquer atividade/ato que possa ter sujado e/ou contaminado as mãos. 88) Conduta pessoal Roupas e demais pertences pessoais devem ficar guardados no vestiário, preferencialmente nos escaninhos. Para evitar a possibilidade de certos objetos caírem no produto, não é permitido aos funcionários, durante a manipulação de produtos, carregarem no uniforme: canetas, lápis, termômetros, ferramentas, pinças, alfinetes, etc., especialmente da cintura para cima. Os homens deverão estar sempre bem barbeados para ajudar a manter o ambiente de limpeza. Mas quando da utilização de barbas, esta não poderão ser longas. Os cabelos de todos os funcionários envolvidos na manipulação de produtos para alimentação animal devem ser mantidos totalmente cobertos através do uso de toucas, gorros ou similares. Nas áreas de manipulação de alimentos, é proibido todo ato que possa originar contaminação dos produtos, como comer, beber, mascar chicletes, fumar, introduzir os dedos nas orelhas, nariz e boca, conversar próximo a produtos expostos ou outras práticas anti-higiênicas, tampouco será permitido manter lápis, caneta, cigarro ou outros objetos atrás da orelha. É expressamente proibida a entrada de qualquer tipo de alimento ou bebida na fábrica, os quais devem ficar restritos às áreas do refeitório. Não é permitido o uso de jóias (brincos, pulseiras, correntes, colares, anéis, alianças, relógios etc.) durante as etapas de manipulação do produto, pelo seguinte: as jóias, na maior parte das vezes, não podem ser adequadamente desinfetadas e oferecem risco de contaminação microbiológica aos produtos; existe perigo de que jóias e partes das mesmas se soltem e caiam no produto, ocasionando contaminação física; as jóias pessoais podem representar risco para a segurança pessoal e integridade dos produtos e equipamentos. É proibido fumar nas dependências internas do estabelecimento. 89) Condições de saúde e segurança do trabalho Os exames médicos, laboratoriais e audiométrico aos quais todo funcionário que mantêm contato com produtos destinados à alimentação animal é submetido antes da admissão são repetidos anualmente ou sempre que houver razões clínicas ou epidemiológicas. Nenhum funcionário que esteja afetado por enfermidades infecto-contagiosas ou que apresente inflamações, infecções ou afecções na pele, feridas ou outras anormalidades que possa originar contaminação microbiológica do produto, do ambiente ou de outros indivíduos deve ser admitido para trabalhar no processo de manipulação de alimentos para alimentação animal. Dentre os funcionários já admitidos, o que apresentar qualquer das situações descritas acima será imediatamente direcionado a outro tipo de trabalho que não seja a manipulação de alimentos ou ficará afastado de suas atividades pelo período necessário, a critério do médico responsável. É obrigação de todos os funcionários da empresa que mantêm contato com produtos destinados à alimentação animal, comunicar imediatamente a direção do estabelecimento de sua condição de saúde quando estas não se encontrarem dentro da normalidade. E o funcionário deve ser encaminhado para exame médico. Alem de utilizar os EPI determinados para cada setor e seguir as demais normas de segurança do trabalho, é obrigação de todos os funcionários comunicar à gerência a ocorrência de qualquer incidente no decorrer das atividades rotineiras da empresa, especialmente aqueles que venham a comprometer a integridade dos produtos e ou dos próprios funcionários. 90) Visitantes Os visitantes, para terem acesso às dependências internas da fábrica, devem cumprir todas as disposições referentes ao uso de uniformes e higiene e conduta pessoal estabelecidas para os funcionários, sem exceções. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA PÁGINAS 10 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento DOCUMENTOS ANEXOS Anexo 1 – Formulário para registro de treinamentos 1) Treinamento aplicado: __________________________________________________ ______________________________________________________________________ 2) Responsável(is) pelo treinamento: ________________________________________ ______________________________________________________________________ 3) Data de realização: _______/________/________ a _______/________/________ 4) Duração: _________horas. 5) Participantes: Nome Assinatura Setor* ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ ________________________________ ___________________ ______________ * Setor de atuação do funcionário: 1) recepção e organização de matérias-primas; 2) manipulação e pesagem de matérias-primas; 3) mistura, envase e expedição de produtos acabados; 4) Outros, o qual deve ser citado. Anexo 2 – Ficha para avaliação de treinamento Fique à vontade para responder com sinceridade este questionário, pois você não precisa se identificar. 1) Treinamento aplicado: __________________________________________________ ______________________________________________________________________ 2) Responsável(is) pelo treinamento: ________________________________________ ______________________________________________________________________ 3) Data de realização: _______/________/________ a _______/________/________ 4) Duração: _________horas. Avaliação do instrutor - Foi claro em suas explicações ( ) sim ( ) não - Apresentou domínio sobre o assunto em questão ( ) sim ( ) não - Respondeu às dúvidas de forma clara ( ) sim ( ) não - Foi educado e atencioso ( ) sim - O material didático utilizado foi de boa qualidade ( ) sim ( ) não ( ) não Avaliação do treinamento - O treinamento atendeu ao que se propunha ( ) sim ( ) não - O que você aprendeu te ajudará no seu trabalho ( ) sim ( ) não - O tempo foi suficiente para contemplar todo conteúdo ( ) sim ( ) não - O treinamento contribuiu para o seu aprendizado ( ) muito ( ) pouco - O seu aproveitamento no treinamento foi Sugestões e reclamações: ( ) bom ( ) satisfatório ( ) nada ( ) ruim Página: POP Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: Código: 13 1 de 5 Versão nº 1 Uso de Água Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos na higienização do reservatório e sistema de distribuição de água do estabelecimento. APLICAÇÃO Se aplica no processo de higienização do reservatório e sistema de distribuição de água do estabelecimento. DEFINIÇÕES Água potável: água cuja qualidade a torna adequada ao consumo humano e animal, por não oferecer riscos de contaminação. Desinfecção: é a redução, por meio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microrganismos no ambiente, instalações, maquinários e utensílios a um nível que não origine contaminação do produto que será elaborado. Higienização: limpeza e desinfecção. Limpeza: remoção de qualquer tipo de resíduo indesejável. USUÁRIOS PRINCIPAIS Funcionários do setor de limpeza, desinfecção e controle de pragas. PROCEDIMENTO 1) Introdução Em nenhum dos procedimentos executados pelo estabelecimento ocorre adição ou contato direto de água com os produtos destinados à alimentação animal. No entanto, toda a água utilizada no recinto para as diversas atividades é potável, sendo fornecida pelo órgão oficial de saneamento básico do estado (Copasa). A água utilizada é encana diretamente da rede de alimentação da Copasa para o reservatório, de onde é distribuída para os diversos setores do estabelecimento. O reservatório e o sistema de distribuição de água do estabelecimento atende a todos os requisitos necessários: capacidade, vazão e pressão suficientes; apresentam superfície lisa, resistente e impermeável; são confeccionados de material atóxico, inodoro e resistente aos produtos e processos de limpeza; o reservatório fica em local de fácil acesso para inspeção e limpeza, possui tampa e permanece constantemente fechado, de forma a evitar o acesso de material estranho, pássaros, insetos e outros e são higienizados a cada 6 meses ou sempre que houver qualquer indício de contaminação da água. 2) Higienização do reservatório e sistema de distribuição de água A higienização do reservatório e sistema de distribuição de água deve ser feita de forma programada nos meses de janeiro e julho e deve seguir o seguinte procedimento: 1°. Passo Em um dia programado, de preferência final de semana, feche o registro geral de entrada de água na caixa e, para evitar desperdício, utilize a água armazenada para limpeza de banheiros, pisos, jardim, etc., até restar apenas cerca de um palmo (20 cm) de água na caixa. 2°. Passo Tampe a boca do cano de saída da água com um tampão de madeira ou pedaço de pano limpo para que a sujeira da caixa não entre no encanamento. Esgotar toda a água presente no encanamento. 3°. Passo Utilizando escovas e ou vassouras de nylon, preferencialmente novas, lave e esfregue as paredes e o fundo da caixa. Este procedimento deve ser executado com o uso exclusivo de água (não colocar sabão, desinfetantes etc.) 4°. Passo Abra o registro de descarga da caixa ou faça um sifão com uma mangueira para esgotar toda a água suja gerada durante o processo de limpeza. Não retire o tampão da boca do cano de alimentação do sistema de distribuição de água. É de suma importância que se retire toda a sujeira da caixa. 5°. Passo Depois de limpar bem a caixa d’água, abra o registro geral de entrada de água para enche-la, adicione quatro litros de água sanitária para cada 500 litros de água e agite bastante (utilizando um pedaço de madeira ou ferro) para obter uma boa mistura. Após a homogeneização, retire o tampão da boca do cano de alimentação do sistema de distribuição de água e deixe a solução agir por no mínimo 4 horas. Observação: se a capacidade do reservatório for superior a 2.000 litros, não é necessário preparar um volume de solução maior que esse. 7°. Passo Esvazie a caixa d’água, abrindo todas as torneiras e dando descargas no banheiro. Quando tiver esgotado a solução, abra o registro geral de entrada de água e deixe escorrer um pouco para retirar o resíduo da solução do encanamento. Posteriormente, feche as torneiras e pare de dar descarga para que a caixa possa encher e pode utilizar a água normalmente. 8°. Passo Feche bem a caixa, verificando se a tampa ficou bem vedada para evitar a entrada de materiais indesejáveis, pequenos animais e insetos, inclusive o mosquito transmissor da dengue. ATENÇÃO: se houver necessidade de higienização do reservatório e sistema de distribuição de água por indício de contaminação, deve ser feita uma avaliação criteriosa para se determinar qual o melhor procedimento a ser adotado. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA DOCUMENTOS ANEXOS Não há. PÁGINAS 5 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento Página: POP Código: 15 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 4 Versão nº 1 RASTREABILIDADE Elaborado por: Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por Revisão no: elaboração Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões que possibilitem rastrear todo o processo produtivo dos produtos produzidos pelo estabelecimento, desde a aquisição das matériasprimas até a comercialização do produto acabado. APLICAÇÃO Aplica-se a todas atividades realizadas pelo estabelecimento que tenham envolvimento direto ou indireto com o processo de produção de produtos destinados à alimentação animal. DEFINIÇÕES Rastreabilidade: ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira documentada as informações referentes a um processo/procedimento. É a capacidade de recuperação do histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um processo, ou um produto ou uma organização, por meio informações previamente registradas. De um modo mais simples, rastrear é manter os registros necessários para identificar e informar os dados relativos à produção, à origem e ao destino de um produto. USUÁRIOS PRINCIPAIS Responsável técnico pelo estabelecimento, encarregado de produção e responsável pela documentação e registro de dados. PROCEDIMENTO Introdução A rastreabilidade é uma ferramenta que permite controlar e gerenciar de maneira documentada as informações referentes a um processo / procedimento. Ou seja, é a capacidade de recuperação de um histórico, da aplicação ou da localização de uma atividade, ou um processo, ou um produto ou uma organização, por meio informações previamente registradas. No caso específico deste documento, a rastreabilidade se refere ao controle e gerenciamento dos processos de produção dos produtos destinados à alimentação animal produzidos pelo estabelecimento, desde a aquisição das matérias-primas até a comercialização do produto acabado. 1) Fornecedores de matérias-primas Todos os fornecedores de matérias-primas, quando da aquisição primária de um produto pelo estabelecimento, são devidamente avaliados e só passam a ser credenciados se atenderem a todos os requisitos pré-estabelecidos, conforme descrito no POP referente a Qualificação de Fornecedores de Matérias-primas. Para efeito de rastreabilidade, as fichas de avaliação dos fornecedores credenciados pelo estabelecimento e dos produtos por eles fornecidos ficam devidamente arquivadas. 2) Matérias-primas O estabelecimento só autorizada a aquisição de matérias-primas de fornecedores previamente credenciados, e à recepção, estas só devem ser aceitas e descarregadas se atenderem aos requisitos estabelecidos no POP referente ao grupo ao qual pertence. À recepção, cada remessa de uma determinada matéria-prima é cadastrada individualmente a partir de formulários apropriados (anexo 1 dos POP’s referentes à recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas), os quais contêm todos os dados referentes à ela e ao respectivo fornecedor. No momento do cadastro, cada remessa de uma determinada matéria-prima recebe uma identificação numérica (conforme estabelecido nos POP’s referentes à recepção / armazenamento / liberação para uso de matérias-primas). Esta identificação numérica se trata do número de lote de controle interno, a partir da qual é feito todo o acompanhamento do produto dentro do estabelecimento. Para efeito de controle interno, cada remessa de uma determinada matéria-prima equivale à um lote. 3) Controle da produção Na linha de produção, a utilização de todas matérias-primas é controlada, e a utilização de um mesmo tipo de matéria-prima respeita, obrigatoriamente, um programa de rotatividade: “o primeiro que entra é o primeiro que sai” (FIFO). A partir do número de lote de controle interno, que é seqüencial e de acordo com a ordem de recepção, se estabelece a ordem de utilização de lotes distintos de uma mesma matéria-prima. A produção de todos os produtos destinados à alimentação animal produzidos pelo estabelecimento só se inicia a partir da emissão de uma ordem de produção. O bloco para emissão de ordem de produção é único e segue uma numeração crescente, de forma a se estabelecer a seqüência exata em que cada produto foi produzido. Neste documento estabelece-se ainda o número de lote de produção do produto em questão e a quantidade a ser produzida. A partir da ordem de produção se estabelece a quantidade a ser gasta de cada matéria-prima para a produção de um determinado lote de produto. A quantidade de cada matéria-prima a ser gasta é especificada em uma planilha (ficha de controle de inclusão de matérias-primas – anexo 3 do POP Produção), a qual é entregue ao encarregado de produção juntamente com a ordem de produção referente ao lote de produto a ser produzido. A partir desta planilha, o encarregado de produção faz a anotação dos lotes de todas as matérias-primas utilizadas para a produção de um determinado lote de produto acabado. Através desta planilha, é possível se rastrear todas as matérias-primas utilizadas para a produção do lote de produto em questão. 4) Produtos acabados Todos os produtos produzidos pelo estabelecimento são envasados em embalagens contendo um rótulo cada, no qual estão contidas todas as informações a respeito do produto em questão, dentre elas a data de fabricação e lote de produção, que possibilitam o levantamento de todo seu histórico de produção. 5) Destino final dos produtos acabados Todo e qualquer produto produzido pelo estabelecimento, quando de sua comercialização, só deve ter autorizada sua saída do estoque a partir da emissão de nota fiscal correspondente. Neste documento devem estar contidas informações referentes ao comprador (nome, telefone, endereço etc.) e referente ao(s) produto(s) vendido(s) (quantidade, lote de produção ao qual pertence etc.), a partir das quais é possível localizar o produto e fazer recall em caso de necessidade. OBSERVAÇÃO: Em caso de necessidade de qualquer tipo de rastreabilidade e ou recall, os mesma deve ser realizados pelo responsável técnico pelo estabelecimento juntamente com responsável pela documentação e registro de dados. Nestes casos, é obrigatória a elaboração de relatório especificando pelo menos a causa, o solicitante, o responsável pela execução do processo de rastreabilidade, a data e as conclusões obtidas. Este relatório deve ser datado e assinado e entregue ao responsável pela documentação e registro de dados, o qual deve arquiva-lo em local específico. Em caso de recall, os produtos recolhidos e devem ficar estocados em local específico (separado dos demais produtos acabados e matérias-primas) até que se determine seu destino final. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA DOCUMENTOS ANEXOS Não há. PÁGINAS 4 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento Página: POP Código: 16 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: 1 de 4 Versão nº 1 MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CALIBRAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS Elaborado por Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão n : elaboração o Data: Assinatura: Rever em: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos no processo de manutenção preventiva dos equipamentos utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação animal. APLICAÇÃO Se aplica à todos os equipamentos utilizados na linha de produção de produtos destinados à alimentação animal. DEFINIÇÕES Manutenção preventiva: serviços de inspeção, controle, conservação e restauração de um item com a finalidade de prever, detectar ou corrigir defeitos, visando evitar falhas. USUÁRIOS PRINCIPAIS Funcionários envolvidos no processo de produção. PROCEDIMENTO Os procedimentos de manutenção preventiva em cada equipamento são executados pelos próprios funcionários do setor onde os mesmos se encontram. Estes procedimentos variam de um equipamento para outro, conforme descrito a seguir. Moinho para processamento de matérias-primas Diariamente, antes do início das atividades, deve ser feita inspeção das correias do moinho e se houver necessidade, as mesmas devem ser ajustatadas ou substituidas. Semanalmente, deve ser feita lubrificação dos rolamentos com uso de graxa classificada em categoria alimentícia. Peneira para uniformização de granulometria de matérias-primas Diariamente, antes do início das atividades, deve ser feita inspeção das correias da peneira e se houver necessidade, as mesmas devem ser ajustatadas ou substituidas. Semanalmente, deve ser feita lubrificação dos rolamentos com uso de graxa classificada em categoria alimentícia. Balanças Diariamente, antes do início das atividades, deve ser feita aferição de todas as balanças que forem ser utilizadas. A aferição deve ser feita utilizando-se pelo menos três pesos distintos, sendo um deles igual à precisão da balança. Se houver divergencia, deve ser regulado seu aprumo. Caso a mesma persista, contactar a assistencia técnica autorizada. Anualmente, todas as balanças devem passar por uma revisão geral, a qual deve ser executada por profissionais especializados a serem contradados. Impressoras conectadas às balanças O cartucho de tinta das impressoras devem ser trocados regularmente de acordo com a necessidade e sempre que estiver ocorrendos imperfeições nas impressões. Anualmente, todas as impressoras devem passar por uma revisão geral, a qual deve ser executada por profissionais especializados a serem contradados. Redley Diariamente, deve ser feita verificação das palhetas, pinos e contra-pinos do redley, e de acordo com a necessidade, os mesmos devem ser substituidos. Semanalmente, seus rolamentos devem ser lubrificados com uso de graxa classificada em categoria alimentícia. Misturadores Diariamente, as correias e correntes dos misturadores devem ser verificadas e ajustadas, e se houver necessidade, as mesmas devem ser substituidas. Semanalmente, seus rolamentos devem ser lubrificados com uso de graxa classificada em categoria alimentícia. Máquina de costura A máquina de costura deve ser lubrificada diariamente, e de acordo com o desgaste, sua agulha deve ser substituida. Compressor de ar Diariamente, se deve verificar e ajustar as correias, retirar e soprar o filtro de ar e verificar o nível de óleo. Se o nível estiver abaixo do esperado, o mesmo deve ser ajustado colocando mais óleo. A cada 6 meses, o filtro de ar deve ser substituido, e a cada 4 meses se deve fazer. Empilhadeiras Diariamente, deve ser feita verificação do nível de água das baterias, e se estiver abaixo do esperado, ajustar com adição de água destilada. Semanalmente, deve ser feiat lubrificação das barras do elevador. Paleteiras Semanalmente, deve ser feita verificação dos rolamentos, rodas e nível do óleo do compartimento hidraulico. Se houver necessiade, se deve colocar mais óleo. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA DOCUMENTOS ANEXOS Não há. PÁGINAS 4 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento Página: POP Código: 17 Procedimento Operacional Padrão Data de Data Próxima Emissão: Vigência: Revisão: PRODUÇÃO Elaborado por Aprovado por: Data: Data: Assinatura: Assinatura: Revisado por: Revisão n : elaboração o Data: Assinatura: Rever em: 1 de 15 Versão nº 1 DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA Este documento foi elaborado de forma a atender a Instrução Normativa nº 4, de 23 de Fevereiro de 2007, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. OBJETIVOS Estabelecer procedimentos operacionais padrões a serem seguidos no processo de produção dos produtos destinados à alimentação animal. APLICAÇÃO Aplica-se à produção de todos os produtos destinados à alimentação animal que o estabelecimento possui. DEFINIÇÕES Batida: ciclo de produção envolvendo uma única mistura global e que tem como característica a homogeneidade do produto final. ] Conformidade: atendimento às especificações de qualidade, segurança e inocuidade pré-estabelecidos em documentos próprios da empresa, compêndios de referência e/ou legislação pertinente. Contaminação cruzada: contaminação de produto destinado à alimentação animal com outro produto durante o processo de produção ou contaminação gerada pelo contato indevido entre matérias-primas, insumo, superfície, ambiente, pessoas e/ou produtos contaminados. Embalagem: todos os recipientes e materiais utilizados para envolver, cobrir ou acondicionar matérias-primas, insumos, produtos acabados etc. tais como: latas, garrafas, caixas, sacos, papel de diversos tipos, películas, plásticos, telas e outros. Sendo o rótulo e as informações referentes ao produto e ao estabelecimento produtor parte integrante da embalagem. Hermeticamente: fechado de forma que não permite a entrada e saída de ar. Inocuidade: inofensividade, que não traz nenhum tipo de risco. Lote: grupo de produtos obtidos sob as mesmas condições de fabricação, com a finalidade de controle, tendo como característica em comum a homogeneidade. Macro ingredientes: são as matérias-primas que entram em maior proporção nas formulações dos produtos destinados à alimentação animal. Micro ingredientes: são matérias-primas tais como vitaminas, minerais, promotores de crescimento, agentes coccidiostáticos etc. que entram em proporções reduzidas nas formulações dos produtos destinados à alimentação animal. Mistura global: processo de mistura que engloba todas as matérias-primas de uma determinada formulação, a partir do qual se obtém um produto acabado. Pré-mistura: processo que consiste na prévia mistura de matérias-primas que entram em menor proporção em uma formulação e que tem por objetivo aumentar a uniformidade de distribuição das mesmas no produto acabado. O produto obtido na pré-mistura se torna um dos componentes da mistura global. Redley: equipamento constituído de um tubo contendo pás móveis em seu interior e que é utilizado para o transporte de produtos de granulometria reduzida. Sala de Micro ingredientes: espaço físico destinado à armazenagem, pesagem e processamento de micro ingredientes. USUÁRIOS PRINCIPAIS Gerente de produção, nutricionista, responsável pela documentação e registro de dados, assistentes de pesagem e assistentes de produção. PROCEDIMENTO Introdução O estabelecimento é especializado na produção de suplementos, concentrados e aditivos destinados à alimentação de aves, suínos e bovinos. No total são produzidos 37 produtos comerciais e 4 produtos de uso interno. De acordo com as características de cada um dos produtos, os mesmos são divididos em grupos: Grupo 1) Produtos de uso interno; Grupo 2) Produtos sem inclusão de promotores de crescimento, agentes coccidiostáticos e produtos de origem animal; Grupo 3) Produtos sem inclusão de promotores de crescimento e agentes coccidiostáticos, mas com inclusão de produtos de origem animal; Grupo 4) Produtos com inclusão de promotores de crescimento; Grupo 5) Produtos com inclusão de promotores de crescimento e agentes coccidiostáticos. A partir destes grupos, foi estabelecida uma ordem PREFERENCIAL de entrada de cada um dos produtos na linha de produção (anexo 1), de forma a se minimizar os riscos de contaminação cruzada. As características de cada produto também foram utilizadas como critério para se determinar o seu processo de produção, que pode se dar em duas ou três etapas. Os produtos cuja formulação não possui nenhuma matéria-prima inclusa em proporção reduzida devem ser obtidos a partir de duas etapas, mistura global e envase. Os produtos que possuem em sua formulação uma ou mais matérias-primas inclusas em proporções reduzidas devem ter a etapa de pré-mistura acrescida à seu processo de produção. A pré-mistura consiste na prévia mistura de matérias-primas que entram em menor proporção em uma formulação e que tem por objetivo aumentar a uniformidade de distribuição das mesmas no produto acabado. O produto obtido na pré-mistura se torna um dos componentes da mistura global. A mistura global consiste em um processo de mistura que engloba todas as matérias-primas de uma determinada formulação, a partir do qual se obtém um produto acabado. Processo de produção dos produtos destinados à alimentação animal 1) Formulação dos produtos A partir da composição proximal das matérias-primas, o nutricionista fórmula cada produto determinando as quantidades de cada matéria-prima necessária para que ele fique dentro dos níveis de garantia pré-estabelecidos. 2) Ordem de produção e ficha de controle de inclusão de matérias-primas Terminada a formulação, o nutricionista deve preencher a ordem de produção (exemplificada no anexo 2), assina-la e repassa-la ao responsável pela documentação e registro de dados juntamente com as fichas contendo as fórmulas de pré-mistura (exemplificada no anexo 4) e ou mistura global (exemplificada no anexo 5) referente ao produto em questão, sendo estas também assinadas. O responsável pela documentação e registro de dados deverá então providenciar a ficha de controle de inclusão de matérias-primas (exemplificada no anexo 3), preenchendo seu cabeçalho e discriminando todas as matérias-primas contidas nas fórmulas de pré-mistura e ou mistura global e as respectivas quantidades de cada uma a ser gasta para a produção da quantidade total do produto expressa na ordem de produção. Finalizado o preenchimento dos dados solicitados, o responsável pela documentação e registro de dados deve conferir e assinar a ficha de controle de inclusão de matérias-primas. Observação: na ficha de controle de inclusão de matérias-primas a coluna referente ao número de lote(s) de cada matéria-prima deve ficar em branco. Posteriormente, o responsável pela documentação e registro de dados deve repassar ao gerente de produção a ordem de produção, as fichas contendo as fórmulas de pré-mistura e ou mistura global e a ficha de controle de inclusão de matérias-primas. 3) Gerente de produção O gerente de produção deve avaliar toda a documentação recebida, verificar se possui quantidade suficiente de cada matéria-prima em estoque para a produção total estabelecida e então conduzir a equipe de trabalho ao início das atividades de produção. Observação: se houver qualquer tipo de dúvida, o nutricionista e ou o responsável pela documentação e registro de dados devem ser consultados antes do início das atividades. 4) Pré-Mistura Os funcionários responsáveis pela preparação das pré-misturas, antes de iniciarem suas atividades, devem verificar se os equipamentos e utensílios a serem utilizados se encontram devidamente higienizados, bem como o próprio ambiente de trabalho. Se tudo estiver adequado, deve-se proceder com o início das atividades. O início do processo de produção das pré-misturas se dá a partir da pesagem das matériasprimas, a qual deve ser feita de forma seqüencial conforme estabelecido na ficha de fórmula de pré-mistura (anexo 4). As matérias-primas com inclusão de até 12 Kg devem ser pesadas em balanças com capacidade para 15 Kg e precisão de 0,1 grama e as que tiverem inclusão entre 12 e 100 Kg devem ser pesadas em balanças com capacidade para 100 Kg e precisão de 20 g. A partir do nível de inclusão, se determina também o tamanho do recipiente a ser utilizado para a pesagem individual de cada matéria-prima. Escolhido o recipiente, o mesmo deve ser colocado sobre a balança para a retirada da tara. Com a balança tarada, deve-se iniciar a pesagem. Abrir a embalagem que contém a matéria-prima, retira-la com o auxílio de uma concha de tamanho apropriado e adiciona-la cuidadosamente ao recipiente de pesagem, de forma a se evitar desperdícios e produção excessiva de pó. A adição deve ser gradativa até atingir um peso próximo ao desejado, que pode ser obtido com o auxílio de pequenas conchas ou espátulas a partir da inclusão ou retirada de pequenas frações do produto. Após estabilização da balança no peso desejado, deve ser feita a impressão correspondente ao mesmo. Concluída a impressão, a matéria-prima pesada deve ser despejada cuidadosamente em um recipiente maior destinado a receber todo o material já pesado. Ao despeja-la, o funcionário deve utilizar um pincel para auxiliar na retirada do material residual no recipiente utilizado para pesagem. Este processo deve ser repetido sucessivamente para todos os componentes da fórmula, e a cada matéria-prima pesada, deve ser feita uma marcação referente à mesma, de forma a se evitar falhas de pesagem. Terminada a pesagem, avaliar se há coincidência entre os pesos e seqüência de pesagem estabelecidos na ficha de fórmula de pré-mistura e relatório de pesagens impresso. Se estiver tudo de acordo, deve-se adicionar as matérias-primas cuidadosamente no misturador de pré-misturas, fecha-lo hermeticamente e iniciar o processo de mistura, o qual deve perdurar por 15 minutos (marcados utilizando cronômetro). Passado o tempo estipulado, o misturador deve ser desligado e a pré-mistura esta pronta. Depois de pronta, a pré-mistura deve ser retirada do misturador com o auxílio de conchas e pinceis e colocada em baldes plásticos de forma fracionada de acordo com a especificação contida na parte inferior da ficha de fórmula de pré-mistura (exemplificada no anexo 4). As pesagens das frações da pré-mistura devem ser feitas em balanças com capacidade mínima de 50 Kg e precisão máxima de 20 g. Por fim, os recipientes contendo as frações da pré-mistura devem ser conduzidos para a área de pesagem de macro ingredientes, onde estas serão inclusas na mistura global. OBSERVAÇÕES GERAIS: A) O(s) número(s) de lote(s) de cada uma das matérias-primas utilizadas na pré-mistura de um determinado lote de produto acabado devem ser descritos pelo gerente de produção no campo específico para tal na ficha de controle de inclusão de matérias-primas. Estes números de lote devem ser aqueles gerados no momento da recepção das matérias-primas. B) Enquanto uma batida de pré-mistura se encontra no misturador, deve-se providenciar a pesagem das matérias-primas para a próxima batida. Porém este procedimento só deve ser adotado, se a batida subseqüente for do mesmo produto. C) OBRIGATORIAMENTE, as pré-misturas deve ser produzidas de forma simultânea à produção do produto acabado ao qual se destina, não sendo permitida a produção de prémisturas para estocagem e ou uso posterior. D) Entre a produção de pré-misturas de um mesmo produto ou de produtos distintos, devem ser respeitados todos os procedimentos de limpeza/higienização estabelecidos no POP referente à HIGIENE DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS. 5) Mistura Global Os funcionários responsáveis pelo processo de produção dos produtos acabados, antes de iniciarem suas atividades, devem verificar se os equipamentos e utensílios a serem utilizados se encontram devidamente higienizados, bem como o próprio ambiente de trabalho. Se tudo estiver adequado, deve-se proceder com o início das atividades. Inicialmente, todas as matérias-primas contidas na fórmula do produto a ser produzido devem ser realocadas, em quantidades suficientes, da área de estocagem para a área de pesagem de macro ingredientes. Na área de pesagem de macro ingredientes, as matérias-primas devem ser pesadas em balanças com capacidade mínima de 500 kg e precisão máxima de 200 g. Estas balanças podem ser fixas ou possuírem plataformas que se movem sobre trilhos. A pesagem das matérias-primas deve ser feita de forma ordenada, conforme seqüência estabelecida na ficha de fórmula da mistura global (exemplificada no anexo 5). A pesagem da primeira matéria-prima indicada na ficha de fórmula da mistura global deve se dar a partir da balança tarada e da seguinte forma: abrir a(s) embalagem(s) que contém a matéria-prima e ir despejando diretamente na plataforma da balança. Aproximado o peso desejado, deve-se parar de despejar e fazer o ajuste final com o auxílio de uma concha. Obtido o peso desejado, deve-se fazer a impressão referente ao mesmo e proceder de forma semelhante na pesagem das matérias-primas subseqüentes. No entanto, nas pesagens subseqüentes, a balança não deverá estar tarada. Como na ficha de fórmula da mistura global os pesos estão dispostos de forma acumulativa, terminada a pesagem de uma matéria-prima e feita a impressão referente ao peso obtido, deve-se adicionar a matéria-prima subseqüente até atingir o peso indicado para tal, e assim sucessivamente até chegar na ultima matéria-prima, cuja pesagem deve coincidir com o total da mistura global. Terminada a pesagem, avaliar se há coincidência entre os pesos e seqüência de pesagem estabelecidos na ficha de fórmula de mistura global e relatório de pesagens impresso. Se estiver tudo de acordo, a plataforma da balança deve ser deslocada sobre os trilhos até o ponto que possibilite a acoplagem de sua extremidade inferior com o redley. Feita a acoplagem, deve-se ligar o redley e abrir da válvula da balança. Assim, as matérias-primas são conduzidas à um silo pulmão de matérias-primas, onde passam por uma peneira e ficam armazenadas temporariamente. No caso de balanças fixas, o procedimento é o mesmo, porém estas ficam acopladas ao redley continuamente. Com o misturador ligado e completamente vazio, deve-se abrir a válvula localizada na parte inferior do silo pulmão, o qual fica localizado acima do misturador. Desta forma, as matériasprimas são conduzidas por gravidade ao misturador e se inicia o processo de mistura, que deve ter duração de 5 minutos (que deve ser marcado utilizando cronômetro). Passado o tempo estipulado o produto esta pronto. Então a parte inferior do misturador deve ser aberta de forma que o produto passe por gravidade ao silo pulmão de produtos acabados que se encontra abaixo do misturador. Do silo pulmão, os produtos acabados são direcionados ao envase. OBSERVAÇÕES GERAIS: A) O(s) número(s) de lote(s) de cada uma das matérias-primas utilizadas na mistura global de um determinado lote de produto acabado devem ser descritos pelo gerente de produção no campo específico para tal na ficha de controle de inclusão de matérias-primas. Estes números de lote devem ser aqueles gerados no momento da recepção das matérias-primas. B) Como há mais de uma balança, podem ser feitas pesagens simultâneas para a produção de batidas distintas. Porém este procedimento só deve ser adotado, se a batida subseqüente for do mesmo produto. C) Entre as batidas de um mesmo produto e toda vez que um novo produto entrar na linha de produção, devem ser respeitados todos os procedimentos de limpeza/higienização estabelecidos no POP referente à HIGIENE DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS. D) Somente matérias-primas identificadas com etiqueta verde poderão ser realocadas da área de estocagem para a área de pesagem de macro ingredientes. 6) Envase As embalagens utilizadas pelo estabelecimento para o acondicionamento dos produtos destinados à alimentação são padronizadas para 20 kg e divididas em três categorias de acordo com a espécie a qual se destina: verde para bovinos, laranjada para aves e vermelha para suínos. As quais são rotuladas de acordo com o produto os quais deverão acondicionar. À recepção da ordem de produção, o gerente de produção deve repassar ao responsável pelo almoxarifado o tipo e a quantidade de rótulos e embalagens, o número de lote e data de fabricação especificados na mesma. O responsável pelo almoxarifado deve então separar a quantidade de embalagens e rótulos estabelecida, carimbar os rótulos nos campos específicos com o nº de lote de produção e data de fabricação do produto e colar um rótulo na face anterior-superior-direita de cada embalagem. Durante todo o processo de preparação dos rótulos e embalagens, o funcionário deve verificar se não existe nenhum tipo de não conformidade com os mesmos. Imediatamente antes do uso, as embalagens devidamente rotuladas deverão ser encaminhadas diretamente para a sala onde o produto será envasado. O envase dos produtos acabados é feito diretamente nas embalagens definitivas da seguinte forma. Através de uma rosca sem fim, o produto acabado é retirado do silo pulmão e conduzido à área de envase. Na área de envase, o funcionário deve apoiar a embalagem sobre uma plataforma localizada imediatamente abaixo da extremidade da rosca sem fim onde sai o produto e enchela até completar aproximadamente 20 kg. Em seguida, a embalagem contendo o produto deve ser retirada da plataforma e conduzida à uma balança com capacidade mínima de 25 kg e precisão máxima de 20 g. Na balança, seu peso deve ser ajustado para 20 kg com o auxílio de pequenas conchas e ou espátulas a partir da inclusão ou retirada de pequenas frações do produto. Após ter o peso ajustado, a embalagem deve ter sua única abertura lacrada com o uso de papel, barbante e máquina de costura. Em seguida, as embalagens devidamente lacradas devem ser organizadas sobre paletes na posição horizontal, até o empilhamento máximo de 20 fileiras com 5 sacos cada. Terminado o empilhamento, o palete pode ser envolvido com filme plástico. O palete pronto deve ser conduzido com o auxílio de paleteiras ou empilhadeiras à área de estocagem de produtos acabados, onde deve ficar identificado com etiqueta vermelha até liberação para expedição. OBSERVAÇÕES GERAIS: A) Coleta de amostras Devem ser coletadas amostras de todos os produtos acabados produzidos pelo estabelecimento, da seguinte forma. A cada batida, durante o processo de envase, com o auxílio de uma concha, devem ser coletados aproximadamente 100 gramas do produto acabado em balde plástico específico, com tampa e devidamente higienizado. Ao final do processo de produção, todo o material coletado deve homogeneizado: 1º) Tapar o balde e certificar-se de que esta completamente vedado. 2º) Girar o balde em diferentes sentidos por aproximadamente 3 minutos. 3º) Abrir o balde e retirar metade do conteúdo. 4º) Repetir os passos anteriores (1º, 2º e 3º) quantas vezes necessárias até a obtenção de uma amostra final de aproximadamente 300 gramas. 5º) Dividir a amostra final em duas partes iguais, acondiciona-las em sacos plásticos específicos e contendo pelo menos os seguintes dados nome, lote de produção e data de fabricação do produto e responsável pela coleta. 6º) Encaminhar a amostra obtida para o arquivo de amostras. Observação: o conteúdo total coletado não deve ocupar mais que 50% do espaço do balde, pois pode comprometer o processo de homogeneização. O excedente de amostra coletado (“sobra” no processo de homogeneização) deve ser envasado normalmente. B) Produtos de uso interno Os produtos de uso interno são envasados de forma semelhante à dos produtos acabados, mas com algumas ressalvas: * são utilizadas embalagens lisas nas cores verde, para os produtos destinados a aves, ou cinza, para os produtos destinados a suínos. E as mesmas são identificadas apenas com o nome do produto, lote de produção, data de fabricação e validade. * após o envase, os mesmos devem ser encaminhados para a área de estocagem de matérias-primas. Onde devem ficar identificados com etiqueta vermelha até liberação para uso, como as demais matérias-primas. C) Documentação Ao final do processo de produção de um lote de produto acabado o gerente de produção deve devolver ao responsável pela documentação e registro de dados todos os documentos utilizados: - Ordem de produção: a qual deve estar assinada pelo gerente de produção e conter a data de produção. - Ficha de controle de inclusão de matérias-primas: a qual deve estar assinada pelo gerente de produção e com todos os campos referentes aos lotes de matérias-primas utilizadas devidamente preenchidos. - Fichas contendo as fórmulas de mistura global e ou pré-mistura. O responsável pela documentação e registro de dados deve conferir toda a documentação e arquivar cada documento em locais próprios. 7) Expedição de produtos acabados A princípio, os paletes contendo os produtos de um determinado lote devem ficar na área de estocagem de produtos acabados identificados com etiquetas vermelhas que indicam que não estão liberados para expedição. Durante este período, os paletes devem ficar armazenados ao abrigo da luz solar, em local seco e arejado e com um espaçamento de pelo menos 15 cm entre si e a parede. Após a realização das avaliações pertinentes referentes à um lote de produto acabado, se tudo estiver dentro da conformidade, o mesmo tem a etiqueta vermelha substituída por uma verde. A partir de então, o lote esta liberado para expedição e comercialização. A expedição deve ser feita perante emissão de nota fiscal referente ao produto, da seguinte forma: o gerente de produção separa e confere os produtos discriminados na nota fiscal. Com o auxílio de uma empilhadeira ou paleteira, os paletes separados são conduzidos à área de carga/descarga. Em seguida, os produtos são colocados na carroceria do veículo transportador, o qual deve estar devidamente higienizado e estacionado na plataforma de expedição. Por fim, a carga deve ser devidamente organizada, amarrada e coberta. Só então o veículo é liberado para se retirar do estabelecimento. HISTÓRICO Deverá conter todas as alterações sucessivas realizadas no documento, sendo preenchido a cada modificação: a versão, a data, a página e a natureza da mudança. Quando um POP é extinto, o responsável pela documentação e registro de dados precisa conservar a rastreabilidade do mesmo . VERSÃO 1 DATA FORMULÁRIOS ANEXOS PÁGINAS 15 NATUREZA DA MUDANÇA Criação do Documento Anexo 1 – Classificação dos produtos produzidos pelo estabelecimento em grupos, de acordo com as características, e ordem PREFERENCIAL de entrada de cada um na linha de produção.