arq castro\ a im t fá e maria d uitecta] \curriculum vitæ] Nome\ Maria de Fátima Morais de Aguiar e Castro Nascimento\ 12-09-1982. Arcozelo, Barcelos, Portugal Estado Civil\ Solteira Carta de Condução\ Categoria B (2001) Morada\ Largo do Bom Jesus da Cruz nº27, 3ºAF. 4750-269 Barcelos - Portugal Contactos\ tlm: (00351) 916032369 e-mail: [email protected] Página web\ www.mfcastro.com Formação Académica\ Licenciatura em Arquitectura, FAUP, 2008 Percurso Académico 2007/2008 ¬ Terminou a Licenciatura em Arquitectura, na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), com média de 15 valores, (Plano de estudo em vigor até ao ano de 2009, com duração mínima de 6 anos) ¬ Realizou a Prova Final para Licenciatura em Arquitectura, intitulada por “Reabitar no Porto”, à qual foi atribuída a classificação de 17 valores ¬ Frequentou o seminário “O projecto face à sustentabilidade”, FAUP, no qual em parceria com a Câmara Municipal do Porto se realizou o projecto para uma Escola EB1 com Jardim-de-infância a construir na zona das Antas Conhecimentos Plataformas informáticos Conhecimento e utilização frequente dos sistemas operativos Windows e Mac OS Software Conhecimento avançado e utilização frequente: AutoCad 2D / 3D Archicad Autodesk Viz Adobe Photoshop Adobe Illustrator Adobe InDesign Adobe FreeHand Microsoft Office (Word, PowerPoint, Excel) 2005/2006 ¬ Realizou em grupo, o levantamento e estudo do Campo Novo, em Braga – no âmbito da disciplina de História da Arquitectura Portuguesa – trabalho que serviu de base ao texto “O Campo Novo em Braga. O plano, a praça e a Capela de Nossa Senhora da Guadalupe”, comunicação para o “Colóquio Internacional Praças Reais – Passado, Presente e Futuro”, realizada pela Prof. Doutora Marta Maria Oliveira, com Ana Cristina Silva, Jessica de Freitas, Maria de Fátima Castro, Paula Nunes e Sílvia Ramos. A Comissão Organizadora do colóquio, que se realizou em Novembro de 2006 em Lisboa, reuniu todos os estudos apresentados no livro Praças Reais. Passado, Presente e Futuro, cuja coordenação é de Miguel Figueira Faria. Lisboa: Livros Horizonte, 2008 Conhecimento e utilização básica: iWork 08 (Keynote, Pages e Numbers) Adobe Dreamweaver Adobe Flash Maxon Cinema 4D Cursos de Formação Profissional Autodesk Viz 2008, duração de 28 horas, ministrado pelo Centro de formação Profissional (Galileu), Porto (2008) AutoCAD 2008 3D, duração de 35 horas, ministrado pelo Centro Interdisciplinar de Tecnologia Avançada (fordual), Porto (2007) Graphisoft. Archicad, duração de 32 horas, ministrado pela Sociedade Portuguesa de Estudos e Informática, Lda. (infor), Matosinhos (2005) 2001/2007 ¬ Participou na Anuária da FAUP todos os anos lectivos, com os trabalho das disciplina de: Projecto V, Projecto Assistido por Computador e Patologia da Construção; História da Arquitectura Portuguesa e Redes e Instalações; Desenho Assistido por Computador; Introdução aos Sistemas Construtivos; Métodos e Linguagem da Arquitectura Contemporânea; Teoria Geral da Organização do Espaço 2001 ¬ Reingressa no ensino superior na FAUP, com média de 18,5 valores 2000 ¬ Ingressa no ensino superior, no Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho (DAAUM), com média de 17,2 valores 1994/2000 ¬ Frequentou o ensino básico do 3º ciclo e secundário no agrupamento de Artes, na Escola Secundária Alcaides de Faria, Barcelos, onde teve lugar todos os anos no Quadro de Excelência da Escola Línguas Língua mãe\ Portuguesa Elevado domínio da expressão escrita e oral. (Obteve 19 valores no exame Nacional de Portugês B, 2000) Inglês\ Bom conhecimento a nível oral e de compreensão e expressão escrita Francês\ Bom conhecimento nível oral e de compreensão e expressão escrita Espanhol\ Razoável conhecimento a nível oral e de compreensão escrita Curso de Inglês\ Escola Lancaster College ao nível Elementar, Pré-Intermédio e Intermédio, graus A1.2, A2 e B1.1 do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas, facultado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2005/2008 2006/2008 ¬ Frequenta o curso de Danças de Salão da Escola Global Dança, Porto, tendo já obtido certificados ao nível do grau IV, na categoria de Iniciados e Intermédios 1995/1998 ¬ Frequentou o Curso de Ballet Contemporâneo na Escola de Dança de Esposende e obteve certificados ao nível dos graus II e III, atribuídos pela Modern Theatre Dance Faculty, responsável pelos exames anuais \projecto] Aptidões e Competências Artísticas 1990/2004 ¬ Frequentou o Curso de Ballet Clássico na Escola de Dança de Esposende e obteve certificados ao nível dos graus I, II, III, IV, V, VI, VII, atribuídos pela Royal Academy of Dancing, responsável pelos exames anuais 1987/1996 ¬ Frequentou 9 anos de aulas de piano a nível particular, Barcelos Observações 2008 ¬ Esteve presente nas Sessões Técnicas Robbialac e Weber-Cimenfix do Ciclo 3R, Reabilitar/Reutilizar/Reciclar, Ciclo de Formação sobre Arquitectura e Sustentabilidade, promovido pela Ordem dos Arquitectos Secção Regional Norte, Porto. 2003 ¬ Esteve presente no Congresso Internacional “USE(R) DESIGN”, promovido pelo Centro Português de Design, Lisboa Seminário “O projecto face à sustentabilidade” Escola EB1 com Jardim de Infância Projecto V Intervenção de ordenamento e requalificação ambiental do Vale do Leça Projecto IV Biblioteca Municipal do tipo M3 Projecto III Conjunto de edifícios habitacionais, de comércio e escritórios Sistemas e Materiais de Construção Associação de fogos T2/T3 Projecto II Residência de Estudantes | Café com espaço expositivo Projecto I Residência para cinco estudantes Pequeno equipamento de praia Cidade imaginária Seminário “O projecto face à sustentabilidade” Escola EB1 com Jardim de Infância Prof. Rui Póvoas Prof. Álvaro Andrade 2007/2008 A proposta de trabalho, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, prende-se com o desenvolvimento de uma escola EB1 com Jardim de Infância que se prevê ser construída em curto prazo, na zona das Antas da Cidade do Porto. Dentro deste enquadramento a Sustentabilidade é assumida neste Curso de Seminário como assente na interacção complexa e articulada de três vertentes (Ambiental, Sociocultural e Económica), acepção actualmente mais consensual na comunidade científica; desenvolvendo-se investigação no sentido da averiguação da perturbação e influência ponderada de cada uma delas na definição metodológica do projecto de Arquitectura e de Desenho Urbano. 10 50 100 DD’ CC’ AA’ BB’ Planta piso 1 1 5 Planta piso 2 10 Perfil AA’ Perfil CC’ Perfil BB’ Perfil DD’ 1 5 10 Projecto V Intervenção de ordenamento e requalificação ambiental do Vale do Leça Prof. Manuel Fernandes Sá Prof. André Santos 2006/2007 Pretendeu-se, com esta proposta de trabalho, construir uma estratégia de desenvolvimento e requalificação urbana da área do Vale do Leça. Segundo acções de transformação do território, tendo em consideração as necessidades presentes e futuras da colectividade, o exercício que se desenvolveu em grupo tentou responder essencialmente a algumas questões: reordenar urbanisticamente a área em estudo; estruturar a vasta plataforma logística intermodal para esta área projectada; consolidar a estrutura verde que se desenvolve ao longo do Rio Leça. AA’ Planta de intervenção na área de Gatões Planta geral de intervenção 10 100 Perfil AA’ 10 50 100 Planta piso 1 | Equipamento desportivo PerfilNN’ Perfil MM’ 1 10 Pormenores construtivos Projecto IV Biblioteca Municipal do tipo M3 Prof. Pedro Ramalho | Prof. João Pedro Serôdio 2005/2006 Os exercícios propostos nesta cadeira pretendem estimular a capacidade dos alunos para o desenho de equipamentos de carácter público. Neste caso foi pedido o desenvolvimento de uma Biblioteca Municipal do tipo M3 para a Cidade de Espinho, a implantar num terreno junto à marginal, onde a malha de Espinho não exerce, incondicionalmente, a sua força e onde a proposta de requalificação da marginal ainda não chegou. É um terreno amplo que possui duas frentes, norte e sul, de um casario simples, com alguns casos de habitações pitorescas e outras duas onde se encontram o mar e um centro cultural que se impõe como elemento de excepção. É ainda de destacar a presença de uma capela que, embora de dimensões pequenas, se encontra num local que valoriza e enaltece o simbolismo que esta acarreta. 10 50 100 A solução encontrada foi a de um volume constituído por dois corpos que possuem a forte intenção de definir e abraçar dois grandes espaços. Um de maior dimensão e forte carácter público, mais relacionado com o mar, que acolhe a entrada principal da biblioteca, e outro, menor, que se encontra voltado para o lado Este, e possui duas funções, que se distinguem pelos dois pavimentos propostos. BB’ Planta piso 1 e 2 BB’ AA’ AA’ 1 5 10 Alçado Sul Corte AA’ Alçado Norte Corte BB’ Pormenor construtivos Projecto III Conjunto de edifícios habitacionais, de comércio e escritórios Prof. Luís Soares Carneiro Prof. Ana Paula Petiz 2004/2005 O exercício “Forma urbana: edificação habitacional e espaços públicos e privados”, é um trabalho de completamento urbano, num local onde o contraste de escalas, onde a mutação de funções, onde a transformação de espaços e a alteração de equilíbrios urbanos está, efectivamente a decorrer. O local em questão situa-se na zona da Boavista, junto à Avenida de Sidónio Pais, onde o exercício de reestruturação urbana foi realizado através da implantação de espaços destinados a Habitação, Comercio e Escritórios, assim como espaços exteriores públicos e privados, pavimentados ou ajardinados, de características adequadas, complementados pelos respectivos acessos e estacionamentos. Assim a proposta comporta duas grandes zonas: uma que faz frente com a Rua Sidónio Pais, onde se encontram dois edifícios, essencialmente de comércio e escritórios, que limitam um grande espaço público, permitindo que este funcione não só como espaço de estar, circulação e convívio, mas também como respiração da própria Rua, que se nos apresenta com grande movimento; outra que comporta os edifícios exclusivamente habitacionais e seus respectivos espaços exteriores. 5 1 1 5 10 Planta piso 2 Planta piso 1 1 5 10 Planta piso 3 Alçado Nordeste e Sudeste Alçado Sudoeste e Noroeste Sistemas e Materiais de Construção Associação de fogos T2/T3 Prof. António Madureira Pró. Ana Silva Prof. Eliseu Vieira Gonçalves 2004/2005 Com o objectivo de compreender os requisitos construtivos ao nível da construção habitacional, foi desenvolvido e aprofundado, nesta cadeira, um exercício abstracto feito anteriormente na disciplina de Projecto III. O exercício realizado serviu de introdução à temática da “habitação colectiva enquanto factor de crescimento e transformação urbana”. Consistiu na elaboração de um exercício projectual demonstrativo de efectivo trabalho de manipulação sobre o fogo e as suas modalidades de associação. Planta piso 1,2,3 e alçado principal 1 5 10 Módulo tipo, T2/T3. Piso 1,2 e 3 1 5 O resultado foi um conjunto habitacional com galeria, devidamente munido de todas as infra-estruturas e exigências necessárias que este tipo de programa prevê. Projecto II Residência de Estudantes Café com espaço expositivo Prof. Francisco Barata Fernandes Prof. Maria Madalena Silva 2003/2004 A proposta de intervenção arquitectónica e urbanística integra o Jardim do Carregal e a Travessa do Carregal, envolvendo tanto a qualificação do espaço público como a criação de novas construções (um café com esplanada e espaço expositivo no Jardim do Carregal; uma residência de estudantes no Lote da Travessa do Carregal). A proposta para a construção da Residência de Estudantes é constituída por dois grandes volumes que acompanham o limite do terreno frente à travessa. Estes encontram-se como que encaixados um no outro e desnivelados em altura, de acordo com o que se passa com as casas do séc. XIX, que desenham o alçado de toda a Travessa do Carregal. Existindo ainda um terceiro volume que faz a torção do edifício para a outra rua e que comporta a residência individual do director, todo o restante espaço exterior da Residência torna-se mais íntimo e acolhedor. No Jardim, a ideia que prevalece é a de dois blocos, interligados, com a tipologia de pavilhão, num jardim enquadrado por fortes presenças construtivas. Num jardim onde tudo é orgânico, incluindo os percursos, propôs-se um espaço expositivo semi-enterrado, como que a nascer do terreno, que faz aparecer na sua continuidade a cafetaria, vivendo da relação com o lago. Planta piso 1 1 5 10 Planta piso 2 e 3 1 5 10 Planta café 1 5 10 Projecto I Residência para cinco estudantes Prof. Sérgio Fernandez Prof. Pedro Gadanho 2002/2003 A construção projectada destina-se a albergar um pequeno grupo de cinco estudantes de arquitectura. Esta conta com um terreno adjacente à Rua do Alto d’Arrábida que se caracteriza por ser atravessado por uma pequena rua. A cada estudante foi atribuído um espaço autónomo (quarto) articulado com espaços colectivos (estar, comer, cozinhar e espaço comum de trabalho). Pretendendo-se que os espaços individuais de cada estudante tivessem a desejável independência e beneficiassem de espaço exterior próprio, optou-se por incorporar estes numa das porções do terreno, reservando a de situação privilegiada para as divisões de uso colectivo. Planta de implantação, piso 1, 2 e 3 1 5 10 Alçado Sul e corte pela rua transversal ao terreno Projecto I Pequeno equipamento de praia Prof. Sérgio Fernandez Prof. Pedro Gadanho 2002/2003 O presente exercício, salientando-se por ter sido a primeira intervenção em contexto real (praia da Foz, junto à Avenida Brasil), abordou o tratamento das questões inerente à concepção de elementos arquitectónicos de repetição e às da sua associação segundo leis naturalmente decorrentes da caracterização geométrica a que obedecem. A construção projectada destina-se a um pequeno equipamento de praia, onde foi dada especial atenção, não só à caracterização dos espaços determinados pelo agrupamento dos elementos de repetição, encerrados, como à qualificação dos espaços exteriores por eles conformados e à relação que estabelecem com a envolvente próxima. Através do uso sistemático de uma unidade identificável, cúbica, e da utilização de elementos arquitectónicos complementares, deu-se resposta às exigências programáticas (cafetaria, sanitários e vestiários públicos, arrecadação). Projecto I | Cidade imaginária Prof. Sérgio Fernandez Prof. Pedro Gadanho 2002/2003 A abordagem às questões relativas à organização do espaço iniciou-se com o presente exercício que se organizou baseado num espaço desvinculado de circunstâncias de contexto real. Um campo de forma rectangular, constituído por dois planos horizontais com diferença de cotas de 10m e um espaço livre, entendido como espaço natural (mar), serviram de base à organização e um espaço que pretendeu simular uma parcela imaginária de território construído. Neste trabalho deu-se especial atenção aos espaços de circulação e estar, que se imaginam para a vivência do Homem. À imagem do que se sucede nos aglomerados urbanos, consideraram-se situações marcadamente diferenciadas, tais como praças e vias de desigual importância. A segunda fase do exercício abordou as questões que se levantam ao aprofundar-se o estudo de um percurso específico e, de igual modo, aquelas que são patentes na elaboração de um espaço arquitectónico. O espaço arquitectónico estudado integrava quatro elementos (um prisma recto, oco, de secção quadrangular de 7mx5m e outros três, também quadrangulares com 0,30m de espessura), que posicionados em clara interacção e criteriosamente inseridos no espaço público, configuram um espaço, também público, destinado a criar condições apropriadas de observação e fruição da estátua da “Menina Nua” com o respectivo pedestal (obras de 1935, do Escultor Henrique Moreira e do Arquitecto Manuel Marques, respectivamente). \desenho] Desenho e Desenho da Arquitectura Prof. Joaquim Vieira Prof. José Manuel Barbosa Prof. José Maria Lopes 2002/2004 O desenho é uma presença constante em todo o percurso de aprendizagem da Arquitectura. É uma ferramenta imprescindível no processo de projectar, de pensar Arquitectura. Nestas duas cadeiras a passagem pelo desenho de objectos, de espaços e figura humana, bem como o estudo dos desenhos de diferentes autores e a sua reinterpretação na elaboração do desenho de projecto, foi essencial para aperfeiçoar e conhecer novas técnicas de desenho. \outros trabalhos] Prof. Manuel Graça Dias e Prof. Luís Urbano Prof. Domingos Tavares Prof. Alexandre Alves Costa e Prof. Marta Oliveira Prof. Rui Braz Afonso Prof. Paula Ranhada Prof. Carlos Medeiros e Prof. Nuno Valentim Lopes Prof. Carlos Machado Prof. Pedro Leão Neto 2004/2007 As bases teóricas e teórico-práticas que ao longo de todo o curso deram suporte ao estudo do projecto de Arquitectura foram imprescindíveis para a aprendizagem que durante estes 6 anos apenas marcou o início deste percurso. Assim o objectivo prende-se com a possibilidade de reunir todas as ferramentas necessárias, não só aumentando o conhecimento, como também desenvolvendo a capacidade de relacionar e equacionar para além das questões objectivas, funcionais e programáticas do projecto. A criação de narrativas gráficas torna-se assim uma das ferramentas mais forte e clarificadora, capaz de efectivar a recepção da mensagem que se pretende transmitir. Exercício 3D, “quarta torre” para a FAUP Desenho Assistido por Computador Exercícios 3D _ Formação profissional de AutoCad 2008 3D e Autodesk Viz 2008 Site | Projecto Assistido por Computador Teoria Geral da Organização do Espaço Caderno de viagens | História da Arquitectura Moderna Museu dos Transportes, Porto | Sistemas estruturais maria de fátima castro . FAUP . 2008