A ESTÉTICA MASCULINA ATRAVÉS DA HISTORIA DA MODA VESTUÁRIO
DO SECULO XX AOS DIAS ATUAIS. UM ESTUDO BIBLIOGRAFICO
Marcela T. B. N. da Fonseca 1, Silvani Emiliano 2
1. Pós-graduando(a) do curso - MBA Estética Clínica Avançada e
Cosmetologia, Universidade Tuiuti do Paraná – UTP (Curitba PR).
2. Professora Orientadora da Universidade Tuiuti do Paraná – UTP (Curitiba,
PR), Bacharel em Design de Moda, Especialista em Arte Educação .
Endereço para correspondência: email: [email protected]
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RESUMO: A moda vinculada à cultura específica de cada sociedade, o traje
usado em uma determinada época demonstra os hábitos e os costumes da
sociedade em questão. E este artigo tem como objetivo destacar a imagem
pessoal masculina através da história da vestimenta, do século XX aos dias
atuais. Sendo importante ressaltar que a transição do século XX ao XXI o
homem trouxe muitas possibilidades de construir uma nova aparência, que se
expressa de diferentes formas, trata-se do sujeito acompanhando o espírito de
seu tempo e usufruindo das diferentes possibilidades de “modos de ser”, tão
característico da contemporaneidade. Pode –se notar que a moda masculina
no século XX foi severa com os homens até meadas do século, onde com a
revolução dos jovens e a influência do rock, do cinema do surgimento das
tribos urbanas, o mesmo pode adquirir diferentes estilos de se apresentar
perante a sociedade, libertando das amarras do estilo tradicional e unitário.
Palavras chaves: Moda, história, masculina
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ABSTRACT: Fashion linked to an specific culture of each society, the costume
used in a given time shows the habits and customs of a society. This article
aims to highlight the male personal image through the history of the twentieth
century to present days. It is important to note that the transition of the twentieth
to twenty-first century brought to the man plenty of possibilities to compose a
new look, which is expressed in different possibilities ¨ways of being¨, great
characteristics of contemporaneity. Male fashion in the twentieth century was
severe up to the middle of the century, where the revolution of the young people
and the influence of rock, movies, the rise of urban tribes, brought different
styles to present in the society, freeing from the bonds of traditional and lonely
style.
Keywords: Fashion, history, male
INTRODUÇÃO
Desde o século XIX até metade do século XX, a moda se concentrou em
propor mudanças na imagem pessoal feminina, sempre trazendo novidades em
cores, tecidos, cortes, texturas, acessórios, maquiagem e cabelo. Mas a moda
masculina permaneceu sem grandes alterações. O traje do homem por
exemplo, consistia em cores sóbrias e escuras, variando minimamente e
sempre sendo relacionado com o ambiente de trabalho. Ao homem não era
permitido ter preocupações com assuntos frívolos e supérfluos, como era
encarada a moda e outros assuntos relacionados à estética (LIPOVETSKY ,
1991).
Mendes (2003) ressalta que no início do século XX, conhecida como era
Eduardina, ou a belle époque, foi um período de grande ostentação e
extravagância, marcado por muitos bailes, festas, jantares. Os Eduardinos,
vestiam-se com muito aprumo, gostavam de listras e usavam conjuntos de
passeio extremamente elegantes, sem deixar de lado o conforto, com paletós
de fechamento simples e abotoamento alto.
De acordo com Braga (2007), a moda é uma realidade presente em todos os
períodos históricos. Uma realidade passível de se tornar um tema
historiográfico que permite investigar tanto a organização habitual como as
grandes estruturas econômicas da sociedade, contemporânea ou bem distante
no tempo e no espaço.
Este artigo tem como objetivo destacar a imagem
pessoal masculina através da história da vestimenta , do século XX aos dias
atuais .
ESTÉTICA E MODA
Segundo Suenaga (2012) a estética é considerada uma ciência moderna,
no entanto sabe-se que desde a pré-história mulheres e homens demonstram
preocupação com a beleza, lançando mão de produtos retirados da natureza
para fins de embelezamento. Observou-se através de vestígios históricos,
cuidados com a pele e seus anexos, tatuagem, massagens, maquiagens,
casas de banho com aromatizantes, terapias físicas, uso de cosméticos
naturais, depilação, etc. A estética evolui, técnicas antigas foram
aperfeiçoadas, as pesquisas se multiplicaram, dessa forma as praticas antigas
se incorporam as técnicas atuais.
Já Barnard (2003) destaca que moda é comunicação, um fenômeno
cultural no sentido de que a cultura pode ser entendida como um sistema de
significados, como as formas pelas quais as experiências, os valores e as
crenças de uma sociedade se comunicam através de atividades, artefatos e
instituições.
De acordo com Lipovetsky (1991), a moda é considerada o espelho da
sociedade. É vinculada à cultura específica de cada sociedade, o traje usado
em uma determinada época demonstra os hábitos e os costumes da sociedade
em questão, atuando como um dos modos de construção e manutenção da
cultura.
A moda, de acordo com Barthes (1979), se configura como sistema
de signos. O vestuário seria tanto iconológico, o que diz respeito à imagem,
como também verbal, o que implica na descrição em palavras da peça de
roupa. A imagem que o vestuário transmite é do tipo plástica, sendo sensível
aos olhos pelas formas, cores, cortes, linhas e superfícies. Nesse sentido, o
vestuário-imagem, situado no nível da forma, e o vestuário-palavra constituem
estruturas de distintas difusões de significado.
A ESTÉTICA MASCULINA NA HISTORIA DA MODA DO SECULO XX
Para melhor compreensão da estética masculina na atualidade é
necessário traçar o perfil do homem através da história da moda do século XX.
Segundo Silva ( 2011) no início do século XX existe a permanência dos
gostos e tradição ingleses sobre o traje masculino. As peças são discretas e
distintas, visto que correspondem à atitude do homem daquela época.
No início do século XX os homens trajavam, calça comprida, paletó, colete
e gravata tornaram-se até mesmo um aspecto de uniformização. Isso foi o
reflexo do modelo de homem herdado da sociedade patriarcal, da figura do
homem forte, que não fraqueja, que não chora, provedor da família, mas
distante dos filhos, habitando o mundo do poder, do dinheiro e da política ,
(CASTILHO, 2007).
Segundo Sena (2011) durante a I Guerra Mundial (1914-1918) o vestuário
masculino tornou-se ainda mais simples, devido à escassez de material em
função dos esforços de guerra. Algumas inovações ocorreram nas décadas de
1920 e 1930, principalmente ligadas aos tecidos artificiais recém-descobertos.
Sena (2011) ainda ressalta que nos anos de 1920 o cinema foi um
importante difusor de estilo. Na moda masculina, o smoking surgiu como traje
para ocasiões mais formais. Sapatos bicolores, calças esportivas de golfe logo
abaixo dos joelhos, presas por uma espécie de cós e usadas com meias
xadrezes foram acrescentadas ao guarda-roupa dos homens. O colete caiu de
moda e surgiu o paletó com abotoamento duplo. Segundo Negrini (2006) havia
uma nova geração de homens impacientes por criar uma moda que não
recordasse o passado. A mudança ocorreu no corte militar dos cabelos, no
rosto sem barba e bigode.
Em 1931, estima-se que mais de oito milhões de pessoas estavam sem
trabalho devido à queda de Wall Street em 1929. O trabalhador comum não
podia arcar com os ternos bem feitos da época anterior. Agora, o foco era em
preços acessíveis e roupas produzidas em massa. Ternos masculinos
passaram de estilos justos para ombros largos e paletós trespassados. Em
1935, a economia estava se recuperando, o que deu lugar a roupas mais finas
com o corte de Londres, que contava com mangas afuniladas e bolsos altos.
Durante o verão, a moda era os homens usarem blazers e calças curtas,
(SENA, 2011).
Durante os anos de 1940, viveu se novamente um período de escassez
em função da II Guerra Mundial (1939- 1945) que afetou diretamente o vestir
de toda a sociedade, refletindo a falta de matérias para sua produção, já que os
mesmos eram voltados para produzir uniformes para os soldados, páraquedas, entre outros implementos de guerra. Com o fim da Guerra, já no
término da década de 1940, a moda se transformou e, aos poucos, a
sociedade foi retornando as suas atividades cotidianas. Novamente, “um grupo
de elegantes homens do mundo começou a vestir roupas feitas à moda
eduardina. Embora a tendência tivesse conotações dândis, ela foi aplaudida”.
Este fato foi o modo como a classe superior encontrou para se reerguer e
diferenciar dos demais, (MENDES, 2003).
De acordo com Crane ( 2000) nos anos de 1950 uma série de filmes de
Hollywood apresentou uma nova concepção de identidade adolescente que
milhões de jovens buscaram imitar: o mito do rebelde de classe operária.
Atores como James Dean e Marlon Brando adotaram um figurino composto de
calça jeans, jaqueta de couro preta e camiseta. Nestes filmes, as frustrações
adolescentes com a vida da classe operária eram identificadas pelos
espectadores, que adotavam o vestuário como forma de manifestação de
desafio. Entretanto, a partir da segunda metade do século XX o tradicional e
rígido modelo de identidade masculina,, até então construído, passa a ser
questionado.
Segundo o sociólogo Stuart Hall (2006), citado por Ferrari (2013), a partir
dos anos de 1950 não existe mais um único modelo referencial a ser seguido,
como percebido em alguns períodos da história recente. As referências se
tornaram multifacetadas, dando origem a identidades também múltiplas
Durante os anos de 1960 a palavra de ordem é libertação, permitindo aos
homens uma relação com a vaidade e com seu corpo, (CALDAS, 1997). Para
Barros ( 1998) a visão conservadora que regia a moda masculina começa,
afinal, a passar por transformações. Como uma verdadeira revolução, com prós
e contras, os homens começaram a se rebelar diante das tradições, a
construção das novas identidades masculinas alcança outros patamares,
Segundo o mesmo autor no começo dos anos de 1960, tais
transformações passaram pela inclusão de uma série de cores vibrantes, além
do ajustamento das formas do traje, delineando um pouco mais o corpo
masculino. A jaqueta com zíper e as golas altas tomaram o lugar da gravata.
As calças ficaram mais estreitas e as blusas mais coloridas. Já Braga ( 2007)
destaca que o homem estava voltando a se enfeitar e a difusão da moda
unissex nesse período só contribuiu positivamente para isso.
A irregularidade dos anos 1970 trouxe modificações ainda mais
significativas, Para os homens, a formalidade foi abandonada e estampas
florais e psicodélicas passaram a ser bem aceitas. O unissex também entra na
moda, as calças boca-de sino e os sapatos plataforma atendiam aos dois
públicos. A moda glitter também se torna tendência, mostrando características
futuristas com peças metalizadas e andróginas, personificada na figura do
camaleão David Bowie. O "paz e amor" foi cedendo espaço à moda disco,
(LAGE,2012).
Segundo Granero ( 2006), os homens começaram a usar camisas
listradas, com estampas florais e, até mesmo, camisetas de beisebol e de
algodão. A camisa, também tinha a cintura mais fina em meados de 1970 e, as
jaquetas mais usadas, eram as esportivas. Moutinho ( 2000) , também ressalta
que o homem ficou menos formal, pois ele trabalhava com “calças de veludo
cotelê ou denim (tecido de jeans).
Negrini ( 2006) destaca que em 1980
apareceram os ternos com
ombreiras largas, para dar a impressão de seu usuário ser bem maior. A roupa
procurava destacar a importância do homem, criando o que o escritor
americano Torn Wolfe chamou de “senhores do universo” em seu livro “A
fogueira das vaidades”. O poder é a palavra que define o espírito da roupa,
seja aplicada aos ternos ou aos complementos, como os relógios e gravatas de
griffe. Segundo o mesmo autor o cinema, música, TV e vida real, os anos 1980
foram revolucionários para a moda masculina em todas as áreas. Foi uma
época de umas mudanças e contrastes; na moda não seria diferente, calças
justas contrapondo às calças baggy, visual sério dos yuppies (young urban
professionals) e a irreverência da mescla de cores vibrantes, modelagens
amplas e roupas justíssimas, cabelos longos e volumosos e cabelos curtos
divididos para o lado, contrastes e diferenças que fizeram dessa época uma
fonte de tendências e peculiaridades.
Os cabelos, nos anos de 1980 tornaram-se grandes, no sentido de
volumosos. O mullets era popular nos homens dos subúrbios e o corte rígido e
curto era necessário aos empresários. Ao final dos anos de 1980, o heavy
metal, um tipo de rock bem pesado, impôs às peças do vestuário masculino,
elementos estritamente pretos, de couro, e fartas cabeleiras descabeladas aos
apreciadores do estilo musical, (BAUDOT, 2002,).
Os anos de 1990 surgem como o início de uma ruptura no que diz
respeito à fidelidade às tendências de moda. Essa década permite a mistura de
vários estilos diferentes. Várias décadas passadas voltaram a influenciar os
guarda-roupas, inclusive o masculino. O Grunge também foi um estilo seguido
por muitos homens durante a década destacada. Esse estilo teve influências na
música grunge, onde nomes como o da banda Nirvana ditavam os ritmos, o
vestuário e o comportamento, principalmente dos jovens. O estilo Heavy metal
transcorreu a um novo estilo punk, onde os jovens tingiam tanto seus cabelos
quanto suas camisetas esportivas. Também como parte de influência da
música, os homens se permitiram o uso das calças baggy – calças com pernas
e quadris largos, fazendo com que a calça assentasse no corpo na linha mais
volumosa do quadril -, provinda da cultura Hip Hop, juntamente com camisetas
largas, e grandes correntes de metais preciosos adornando os pescoços,
(BAUDOT, 2002,).
Mas se, por um lado, a moda das ruas ditava as regras, por outro, reinavam
as luxury brands (marcas de bens de luxo). Também o confronto entre os
sexos diminuiu e o homem começou a se permitir ser vaidoso como a mulher,
(VALENCIA ,2012).
SECULO XXI
Braga (2007) ressalta que a multiplicidade comportamental de moda, do
final do século XX, alicerçou um início de século XXI com importantes
conquistas (ou reconquistas) masculinas no que diz as escolhas que o homem
faz ao se vestir, construindo assim sua aparência, tornam-se importantes
ferramentas para compreender seu modo de ser e estar no mundo. Na
transição do século XX ao XXI o homem tem muitas possibilidades de construir
esta aparência, e se expressar de diferentes formas, o que foi entendido como
“novo homem”, o que, entretanto, tratava-se do sujeito acompanhando o
espírito de seu tempo e usufruindo das diferentes possibilidades de “modos de
ser”, tão característico da contemporaneidade, pois de acordo com Landowski
(2002) a moda faz advir a sensação do tempo, respeito ao cuidado com a
aparência.
Para Queiroz (2002) a moda masculina que no início do século XXI começa
a dar sinais de renovação é exigência da relação de poderes que também está
diferente. O papel da mulher no mercado de trabalho trouxe um desafio para o
homem até então confortável no seu posto. Trouxe uma nova preocupação
com a beleza e a moda, tornando-os fatores de concorrência. Há também a
questão do interesse pelo design presente em tudo. Num mundo repleto de
imagens, é impossível ficar alheio ao design, inclusive no que se veste. Então,
existem sinais de oxigenação no universo masculino, outros desenhos do corpo
do homem e outras propostas para vesti-lo. O que nos faz sempre pensar num
futuro diferente.
Segundo Silva (2011) o homem contemporâneo começa a ser um homem
que se permite possuir características “femininas”, sem deixar de manter sua
orientação sexual. Esse homem expressa seus sentimentos, preocupa-se com
sua aparência, enxerga a mulher como parceira igualitária, e busca em si
mesmo, e não nas influências externas e passadas, a consolidação da sua
identidade.
METODOLOGIA
O trabalho aqui apresentado é um estudo bibliográfico, que segundo Gil (1991,
p.45) tem por objetivo proporcionar maior familiaridade com o dado em
questão, com objetivo de torna-lo mais claro, aprimorando idéias. ¨Seu
planejamento é bastante flexível, de modo que possibilite a consideração dos
mais variados aspectos relativos ao fato estudado ¨. (GIL, 1991, p.45)
Nesse caso, utilizaram-se dados provenientes de levantamento bibliográfico,
assim sendo, artigos, meios eletrônicos e livros didáticos.
DISCUSSÂO
Segundo Tenorio & tal ( 2008) no final do século XX e início do século
XXI, surgiu uma nova imagem de homem na sociedade. Um homem associado
à cultura “pop”, com influências contemporâneas e liberais, que pregava
liberdade de expressão e atitude. Um homem que se libertou das algemas
preconceituosas do machismo. Esse novo ideal ficou mais conhecido como
metrossexual, o qual se preocupava em se vestir bem, gostava de cozinhar e ir
às compras. Atividades como ir ao salão de beleza, clínica de estética, dançar
ou até cuidar das crianças não ameaçavam, de forma alguma, sua
masculinidade. Percebeu-se que o sucesso desse novo homem com o sexo
oposto superou as expectativas e teve subsídios suficientes para destruir todo
o tipo de preconceito.
Segundo Freitas (2006) durante o século XX o homem que se preocupava
com a estética tinha logo sua masculinidade colocada em cheque.
Nos dias
de hoje, os homens evidenciam que vaidade também é uma característica
masculina. De acordo com reportagem no Caderno dominical Donna ZH,
online, do dia nove de Julho de 2010, pesquisas revelam que o Brasil já é o
segundo maior mercado do mundo de cuidados pessoais masculinos. A
consultoria Euromonitor Internacional afirma que só em 2010, os brasileiros
tendem a gastar US$ 2,69 bilhões em produtos específicos de beleza. Esses
dados indicam um aumento de 17% em relação ao ano anterior. Toda essa
preocupação com a aparência também é comprovada nos consultórios
médicos. Segundo os Laboratórios Vichy, da L’Oréal, uma pesquisa feita com
600 dermatologistas da América Latina, revela que 30% dos pacientes são
homens.
Vigarello (2006) destaca que a preocupação do homem com o corpo e a
beleza igualou-se ao da mulher no século XXI. Mais do que nunca o
embelezamento ganha importância, acima de tudo o que pode reconstruir a
aparência, como produtos, maquiagens, cirurgias de correção, permite a cada
individuo revelar sua própria personalidade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como pode-se observar no desenvolvimento desse artigo o homem
sempre teve sua masculinidade ligada a estética da roupa que usava, era
julgado quanto a seus bens materiais, hábitos e costumes através da
vestimenta. A moda masculina no século XX foi severa com os homens até
meada do século, onde com a revolução dos jovens e a influência do rock, do
cinema do surgimento das tribos urbanas, o mesmo pode adquirir diferentes
estilos de se apresentar perante a sociedade, libertando das amarras do estilo
tradicional e unitário.
Através da história da moda pode-se notar a evolução da estética
masculina, mas pouco se falou na com relação aos cuidados pessoais, assunto
que hoje é muito discutido, tendo o novo perfil masculino como um excelente
nicho de mercado para o profissional Tecnólogo e Estética e Cosmética.
Esse novo homem anteriormente citado, busca cada vez mais
novidades em tratamentos e produtos, dessa forma o profissional da área de
estética graduado, vem trazer seus conhecimentos não somente na área da
saúde mas também na área da estética, de encontro com o objetivo desse
homem contemporâneo, buscando um melhor resultado, levando em
consideração as características de cada individuo. No Brasil as referencias
bibliográficas destinada ao segmento masculino ainda é pouca, se fazendo
necessário que os profissionais da área da beleza e estética invistam em
estudos, como artigos, pesquisas e livros específicos.
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