Nome da Instituição
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula
Souza
CNPJ
62823257/0001-09
Data
05-01-2011
Número do Plano
131
Eixo Tecnológico
Hospitalidade e Lazer
Plano de Curso para
01. Habilitação
MÓDULO III
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO
Carga Horária
1200 horas
Estágio
0000 horas
TCC
0120 horas
02. Qualificação
MÓDULO II
Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE
EVENTOS E LAZER
Carga Horária
800 horas
Estágio
000 horas
03. Qualificação
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE
TURISMO REGIONAL/ SP
Carga Horária
1300 horas
Estágio
0000 horas
04. Qualificação
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE
TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/
AMÉRICA DO SUL
Carga Horária
1300 horas
Estágio
0000 horas
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 Presidente do Conselho Deliberativo
Yolanda Silvestre
 Diretor Superintendente
Laura M. J. Laganá
 Vice-diretor Superintendente
César Silva
 Chefe de Gabinete
Elenice Belmonte R. de Castro
 Coordenador de Ensino Médio e Técnico
Almério Melquíades de Araújo
Equipe Técnica
Coordenação:
Almério Melquíades de Araújo
Mestre em Educação
Organização:
Soely Faria Martins
Diretor de Departamento
Grupo de Formulação e Análises Curriculares
Colaboração:
Valência Ferraz da Silva Savioli
Graduação em Turismo
Bacharelado em Turismo
Etec Fernando Prestes (Sorocaba)
Fernando Henrique Campos
Bacharelado em Turismo
Qualificação em Guia de Turismo
Etec Benedito Storani (Jundiaí)
Ana Paula Sbrissa
Bacharelado em Turismo
Etec Martinho Di Ciero (Itu)
Simone Cristine de Souza Silva
Graduação em Educação Física
Etec Fernando Prestes (Sorocaba)
Divanil Antunes Urbano
Graduação em Engenharia Civil
Qualificação em Guia de Turismo
Etec Fernando Prestes (Sorocaba)
Marcio Prata
Assistente Técnico
Ceeteps
Levy Motoomi Takano
Assistente Administrativo
Ceeteps
Ayrton Motoyama
Auxiliar Administrativo
Ceeteps
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SUMÁRIO
CAPÍTULO 1
Justificativas e Objetivos
CAPÍTULO 2
Requisitos de Acesso
04
07
CAPÍTULO 3
Perfil Profissional de Conclusão
07
CAPÍTULO 4
Organização Curricular
13
CAPÍTULO 5
Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências
Anteriores
49
CAPÍTULO 6
Critérios de Avaliação da Aprendizagem
CAPÍTULO 7
Instalações e Equipamentos
CAPÍTULO 8
Pessoal Docente e Técnico
CAPÍTULO 9
Certificados e Diplomas
49
50
56
59
PARECER TÉCNICO DO ESPECIALISTA
66
PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSÃO
DE SUPERVISORES
70
APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO
71
PORTARIA CETEC, APROVANDO O PLANO DE CURSO
72
ANEXOS
Matrizes Curriculares
73-74
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CAPÍTULO 1
JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS
1.1. Justificativa
Embora não haja uma definição única do que seja Turismo, as recomendações da
Organização Mundial de Turismo/ Nações Unidas sobre Estatísticas de Turismo, o
definem como "as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e
permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um
ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros."
Turista é um visitante que desloca-se voluntariamente por período de tempo igual ou
superior a vinte e quatro horas para local diferente da sua residência e do seu trabalho
sem, este ter por motivação, a obtenção de lucro.
O turismo no Brasil se caracteriza por oferecer tanto ao turista brasileiro quanto ao
estrangeiro uma gama mais que variada de opções. Nos últimos anos, o governo tem feito
muitos esforços em políticas públicas para desenvolver o turismo brasileiro, com
programas que procuram baratear o deslocamento interno, desenvolvendo infraestrutura
turística e capacitando mão-de-obra para o setor, além de aumentar consideravelmente a
divulgação do país no exterior. São notáveis a procura pela Amazônia na região Norte, o
litoral na região Nordeste, o Pantanal e o Planalto Central no Centro-Oeste, além do
interesse pela arquitetura brasiliense, o turismo histórico em Minas Gerais, o litoral do Rio
de Janeiro e da Bahia e os negócios em São Paulo dividem o interesse no Sudeste, e os
pampas, o clima frio e a arquitetura germânica no Sul do país.
O turismo interno é muito forte economicamente. Os destinos mais procurados pelos
brasileiros são: São Paulo, Rio de Janeiro e os estados da região Nordeste,
principalmente Bahia e Pernambuco. Segundo a pesquisa "Hábitos de Consumo do
Turismo Brasileiro 2009", realizada pelo Vox Populi em novembro de 2009, a Bahia é o
destino turístico preferido dentre os turistas que residem no país, já que 21,4% dos
turistas que pretendem viajar nos próximos dois anos optarão pelo estado. A vantagem é
grande para os demais, Pernambuco, com 11,9%, e São Paulo, com 10,9%, estão,
respectivamente, em segundo e terceiro lugares nas categorias pesquisadas.
No turismo internacional, a imagem de que o Brasil é um país muito procurado por turistas
estrangeiros, e que esta terra recebe um número enorme de visitantes oriundos de outros
países é relativamente enganosa. Apesar das opções variadas e do enorme território a
ser visitado, o Brasil não figura sequer entre os trinta países mais visitados do mundo.
Alguns fatores como o medo da violência, da má estrutura e falta de pessoal capacitado
(como a carência falantes de inglês no serviço público do turismo, por exemplo) podem
ser motivos para explicar esta relativamente baixa procura pelo Brasil como destino.
Contudo, ao que tudo indica, a razão principal pela baixa procura por estrangeiros pelo
Brasil, se deve pelo fato deste país se encontrar distante dos países grandes emissores
de turistas; 85% das viagens aéreas feitas no mundo acontecem em, no máximo, duas
horas de vôo. Os problemas estruturais e socioeconômicos do Brasil parecem não
interferir tanto no fluxo de turistas estrangeiros, uma vez que, segundo o Plano Aquarela,
conduzido pela Embratur, 92% dos estrangeiros que estiveram neste país pretendem
voltar.
Mas a situação do turismo no Brasil aos poucos tem melhorado. Em 2010 o Brasil
recebeu aproximadamente 5 milhões de turistas estrangeiros e pretende aumentar esse
fluxo em 30% até 2014 e projetar a geração de 2 milhões de empregos formais e
informais. Mas ainda assim o número de estrangeiros é muito pequeno se compararmos,
por exemplo, à França, um país com o território de tamanho semelhante ao do estado de
Minas Gerais, mas que recebe 14 vezes mais visitantes estrangeiros que o Brasil.
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Devido à importância, cada vez maior, da atividade turística no cenário mundial e do
surgimento de consumidores cada vez mais exigentes, torna-se imprescindível a busca
por profissionais qualificados para suprir esta demanda, já que, a baixa qualidade dos
serviços é muito prejudicial ao sistema turístico.
Conforme Petrocchi (1998, p.182),” se o objetivo é consolidar um destino turístico, tudo
passa pela qualidade dos serviços prestados ao turista. Portanto, é essencial ter uma mão
de obra qualificada no atendimento ao visitante”.
Qualquer que seja a função do profissional na atividade turística, esta tem que estar
necessariamente associada a um bom atendimento. O cliente que é tratado com
educação, cortesia e amabilidade tenderá a ter uma boa imagem geral dos serviços
consumidos.
Dentre os profissionais desta área, destacam-se os guias de turismo. O guia de turismo é
um dos principais agentes da atividade turística. Sua atuação é essencial na formação da
imagem que o turista terá do lugar visitado. Segundo Valle (2004), a performance do guia
de turismo não só afeta a imagem da companhia, a lealdade do cliente e a comunicação
boca – a – boca, como também pode ser um fator que diferencia os serviços de uma
operadora com relação aos seus concorrentes.
Portanto, o guia de turismo pode ser considerado um fator de competitividade para as
empresas através de sua habilidade na prestação do serviço.
O turista, ao voltar para seu lugar de origem, leva consigo tudo que viu, ouviu e recebeu
das pessoas que lhe prestaram atendimento, além de divulgar para os outros à impressão
do lugar visitado. Isso mostra o efeito multiplicador do turismo, que pode ter
consequências tanto positivas como negativas. Portanto, fica evidente a constante
preocupação em satisfazer às necessidades e padrões de qualidade exigidos pelos
turistas, que contam com uma oferta diversificada de empreendimentos e destinos
turísticos.
Além de conduzir grupos de turistas, dando-lhes informações e assistência permanente,
os guias de turismo têm que ter a constante preocupação com a valorização da cultura e
a preservação do meio ambiente. Daí, a necessidade de se buscar uma formação
específica para estes profissionais.
Para formação de profissionais com esse perfil, tendo em vista as exigências e
diversidade do mercado de trabalho, o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula
Souza, instituição voltada para a Educação Profissional no Estado de São Paulo, propõe
a Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Técnico em Guia de Turismo.
Fonte: Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Turismo - Acesso em: 18-fev-2011.
WIKI - Notícia - http://pt.wikinoticia.com/entretenimento/turismo/48832-aimportancia-do-guia-de-turismo – Acesso em: 18-fev-2011.
Universidade Estadual de Santa Cruz http://www.uesc.br/cursos/graduacao/bacharelado/lea/monografias/analise_qualificacao_p
rofissional.pdf - Acesso em: 18-fev-2011.
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1.2. Objetivos
O Curso de Técnico em Guia de Turismo tem como objetivos capacitar o profissional
para:
orientar, assistir e conduzir pessoas ou grupos durante traslados, passeio, visitas;
informar sobre aspectos socioculturais, históricos, ambientais, geográficos e outros de
interesse do turista;
exercer suas atividades de acordo com a ética profissional, o respeito ao meio
ambiente, à cultura e à legislação.
1.3. Organização do Curso
A necessidade e pertinência da elaboração de currículo adequados às demandas do
mercado de trabalho, à formação profissional do aluno e aos princípios contidos na LDB e
Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, levou o Centro Estadual de Educação
Tecnológica Paula Souza, sob a coordenação do Prof. Almério Melquíades de Araújo,
Coordenador de Ensino Médio e Técnico, a instituir o “Laboratório de Currículo” com a
finalidade de atualizar os Planos de Curso das Habilitações Profissionais oferecidas por
esta instituição.
No Laboratório de Currículo foram reunidos profissionais da área, docentes especialistas,
supervisão educacional para estudo do material produzido pela CBO – Código Brasileiro
de Ocupações e para análise das necessidades do próprio mercado de trabalho. Uma
sequência de encontros de trabalho previamente planejados possibilitou uma reflexão
maior e produziu a construção de um currículo mais afinado com esse mercado.
O Laboratório de Currículo possibilitou, também, a construção de uma metodologia
adequada para o desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem e sistema de
avaliação que pretendem garantir a construção das competências propostas nos Planos
de Curso.
Fontes de Consulta
1. BRASIL
Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos.
Brasília: MEC: 2008. Eixo Tecnológico: “Hospitalidade e Lazer” (site:
http://www.mec.gov.br/)
2. BRASIL
Ministério do Trabalho e do Emprego – Classificação Brasileira de
Ocupações – CBO 2002 – Síntese das ocupações profissionais (site:
http://www.mtecbo.gov.br/)
Títulos
5114-05 – Guia de Turismo – Guia de Turismo Especializado em
Atrativo Turístico, Guia de Turismo Especializado em Excursão
Internacional, Guia de Turismo Especializado em Excursão Nacional,
Guia de Turismo Especializado em Turismo Regional.
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CAPÍTULO 2
REQUISITOS DE ACESSO
O ingresso ao Curso de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO dar-se-á por meio de processo
seletivo para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série e estejam
matriculados na segunda série do Ensino Médio ou equivalente.
O processo seletivo será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com
indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas
oferecidas.
As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do
Ensino Médio, nas três áreas do conhecimento:
Linguagem, Códigos e suas Tecnologias;
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias;
Ciências Humanas e suas Tecnologias.
Por razões de ordem didática e/ ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados
procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por
ocasião de suas inscrições.
O acesso aos demais módulos ocorrerá por classificação, com aproveitamento do módulo
anterior, ou por reclassificação.
CAPÍTULO 3
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
MÓDULO III – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM GUIA
DE TURISMO
O TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO orienta, assiste e conduz pessoas ou grupos
durante traslados, passeios, visitas, viagens, com ética profissional e respeito ao
ambiente, à cultura e à legislação. Informa sobre aspectos socioculturais, históricos,
ambientais, geográficos e outros interesses do turista. Apresenta ao visitante opções de
roteiros e itinerários turísticos disponíveis e, quando for o caso, concebe-o considerando
as expectativas ou necessidades do visitante, tanto no âmbito regional e/ ou nacional.
Utiliza instrumentos de comunicação, localização, técnicas de condução, de interpretação
ambiental e cultural.
MERCADO DE TRABALHO
 Prestação de serviços em empresas de turismo e órgãos governamentais de fomento
ao turismo, nas esferas municipal, estadual e municipal e de forma autônoma.
Ao concluir os MÓDULOS I, II e III, o TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO deverá ter
construído as seguintes competências gerais:
demonstrar responsabilidade;
contornar situações adversas;
zelar pela segurança do pax;
demonstrar capacidade de atenção difusa (estar atento);
trabalhar em equipe;
demonstrar capacidade de liderança;
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demonstrar flexibilidade;
manter-se atualizado e informado;
manifestar imparcialidade;
promover integração do grupo;
manifestar criatividade;
ouvir o pax;
dar provas de pontualidade;
transmitir segurança;
evidenciar ética profissional;
demonstrar gentileza;
demonstrar cuidado com a aparência;
manifestar capacidade de convivência com diferentes pessoas;
demonstrar paciência;
demonstrar capacidade de tolerância;
tomar decisões rápidas;
demonstrar tranquilidade;
identificar e avaliar
potencialidades;
os
atrativos
e
serviços
turísticos
e
suas
respectivas
organizar programas, roteiros, itinerários turísticos e atividades de lazer.
ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES
Acompanhar turistas conforme roteiros e itinerários já estabelecidos.
Planejar e executar viagens de lazer, de incentivo educacional ou empresarial.
Assessorar o embarque e desembarque nos meios de transportes: aéreo, marítimo,
fluviais e rodoviários.
Fornecer informações sobre o setor turístico em idioma de comum entendimento.
Aplicar e respeitar legislação específica da área de turismo.
Identificar patrimônio arquitetônico e artístico para fornecer informações de forma
lúdica e correta.
Demonstrar postura profissional e respeito ao meio ambiente.
Elaborar projetos que contribuam com a atividade turística e a categoria profissional.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – EXECUTAR ROTEIRO TURÍSTICO
 Recepcionar passageiro.
 Reunir grupo de passageiros (pax).
 Cuidar da unidade do grupo pela lista de presença de pax.
 Providenciar embarque e desembarque dos pax.
 Verificar apetrechos e indumentária dos passageiros para atividade do dia.
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





Apresentar pontos visitados, percurso e local.
Verificar restrições físicas dos pax para atividade do dia.
Adaptar ritmo do roteiro à capacidade física do grupo.
Organizar atividades de entretenimento ao longo da excursão.
Supervisionar refeições inclusas ou não no roteiro.
Apresentar atividades opcionais ao roteiro original.
B – TRANSMITIR INFORMAÇÕES
 Informar programação geral aos pax.
 Explicar ao pax normas de conduta a serem observadas ao longo da excursão.
 Explicar normas e regulamentos dos locais visitados no roteiro.
 Informar pax sobre o câmbio de moeda no país.
 Salientar diferenças culturais existentes no local visitado.
 Orientar pax sobre apetrechos e indumentárias para atividades do dia.
 Orientar pax sobre os procedimentos de segurança.
 Elucidar pax sobre níveis de dificuldade das atividades de aventura.
 Informar sobre atrativos culturais e naturais.
 Informar sobre infraestrutura e facilidades do local visitado.
 Orientar sobre locais de compras.
 Traduzir textos e conversações.
 Divulgar outros roteiros turísticos aos pax.
C – ATENDER PASSAGEIROS (PAX)
 Intermediar relações entre pax e operadoras de turismo, hotéis e transportadora.
 Localizar turistas retardatários ou perdidos.
 Prestar primeiros socorros.
 Providenciar assistência médica.
 Auxiliar pax em trâmites legais nos casos de extravios de bagagens.
 Localizar objetos extraviados.
 Acompanhar turista junto às autoridades para resolver problemas.
 Verificar bagagens do pax.
 Apoiar check-in em hotéis e aeroportos, e check-out em hotéis do pax.
 Acionar seguro viagem.
 Cuidar de documentos e valores e da criança desacompanhada.
D – ORGANIZAR ATIVIDADES DO DIA
 Despertar o grupo.
 Checar equipamentos de transporte.
 Coordenar equipe de trabalho.
 Controlar programação do dia.
 Contactar guia regional profissional especializado.
 Contratar guia regional.
 Examinar itinerário com o motorista.
 Organizar paradas técnicas.
 Providenciar serviços de bordo.
 Fazer serviços de bordo.
 Verificar a documentação dos pax.
 Supervisionar atividades de eventos incluídas no roteiro.
E – REALIZAR TAREFAS BUROCRÁTICAS
 Recolher os vouchers.
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

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





Analisar roteiros turísticos a serem executados.
Identificar as crianças desacompanhadas da excursão.
Solicitar documentos de responsabilidades e seguro saúde do pax.
Solicitar termo de responsabilidade para as atividades de aventura.
Administrar ingressos, documentos e valores da excursão.
Fazer confirmação e alterações de voos.
Fazer reservas de atividades opcionais.
Aplicar questionário de avaliação da excursão.
Elaborar relatório diário e final e prestação de contas da excursão para agências de
viagens.
F – DESENVOLVER ITINERÁRIOS E ROTEIROS DE VISITAS
 Pesquisar locais e itinerários.
 Levantar aspectos históricos, culturais e naturais dos itinerários.
 Avaliar o potencial turístico.
 Identificar infraestrutura necessária para execução do novo roteiro.
 Verificar o grau de dificuldade do local e do passeio.
 Consolidar informações do novo roteiro turístico.
 Apresentar os novos roteiros às operadoras.
G – COMUNICAR-SE
 Apresentar-se ao grupo.
 Comunicar-se via correio eletrônico, telefone e rádio.
 Elaborar atividades do dia por escrito.
 Utilizar recursos audiovisuais.
 Utilizar Internet.
 Utilizar meios de comunicação alternativos.
 Utilizar-se do serviço de mensageiros.
 Dialogar com pax.
 Expressar-se em outros idiomas.
 Dominar a linguagem falada.
 Ministrar palestras.
 Dar boas vindas aos pax.
 Utilizar bandeiras, crachás e placas para identificar o grupo.
PERFIS PROFISSIONAIS DAS QUALIFICAÇÕES
MÓDULO I – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES
Orientar e transmitir informações gerais sobre os lugares (localização geográfica,
aspectos históricos e atividades desenvolvidas).
Fornecer informações sobre o setor turístico.
Identificar vocabulário técnico e os principais atrativos turísticos regionais.
Ler mapas e manuais da área do Turismo.
Comunicar-se utilizando a norma culta de linguagem.
Aplicar recursos informatizados a serviço do turismo.
Identificar meios de transporte adequados aos serviços prestados.
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Estabelecer relações de trabalho de forma ética.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – ASSISTÊNCIA EM SERVIÇOS TURÍSTICOS
 Participar de workshop e encontros técnicos.
 Cadastrar empresas prestadoras de serviços turísticos e guias de Turismo.
 Fornecer informações sobre o setor turístico.
 Orientar e transmitir informações gerais sobre os lugares (localização geográfica,
atividades desenvolvidas).
 Ler mapas e manuais da área do Turismo.
B – AUXILIAR NO PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES DE TURISMO
 Auxiliar na organização de informações e dados para o Turismo.
 Identificar os recursos naturais e histórico-culturais como potencialidade turística.
C – COMUNICAÇÃO PESSOAL
 Identificar vocabulário técnico.
 Comunicar-se corretamente em idioma de comum entendimento.
D – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
 Demonstrar iniciativa.
 Motivar e liderar grupos.
 Demonstrar criatividade.
 Estabelecer relações éticas no cotidiano profissional.
MÓDULO II – Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E
LAZER
O AUXILIAR DE EVENTOS E LAZER é o profissional que organiza a logística de
condução de grupos em eventos; identifica necessidades do cliente, selecionando
adequadamente roteiros, itinerários, meios de transporte, serviços de apoio, locais,
equipamentos, assim como realiza atividades de lazer e de animação sociocultural para
os participantes dos eventos.
ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES
Prestar socorro imediato através de procedimentos adequados.
Organizar atividades sociais para os participantes do evento e seus acompanhantes.
Elaborar projetos cujo principal enfoque seja o atrativo turístico regional.
Comunicar-se em idioma de comum entendimento.
Identificar elementos artísticos e arquitetônicos na paisagem.
Organizar logística de condução de grupos em eventos.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – VENDER SERVIÇOS TURÍSTICOS
 Divulgar pacotes turísticos e excursões.
 Divulgar roteiros personalizados.
 Divulgar hospedagem.
 Divulgar aspectos artísticos locais e regionais.
 Alugar carros.
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 Divulgar serviços opcionais.
 Prestar assistência no embarque ou desembarque.
 Verificar satisfação do cliente (pós-venda).
B – ASSESSORAR EVENTOS
 Registrar participante.
 Organizar atividades sociais para os participantes do evento e seus acompanhantes.
 Selecionar empresas prestadoras de serviços de apoio a eventos.
 Realizar prestação de contas.
 Prestar assessoria aos participantes de eventos.
 Atender participantes, convidados, imprensa, autoridades e expositores.
C – COMUNICAÇÃO PESSOAL
 Identificar e compreender o vocabulário técnico.
 Utilizar corretamente vocabulário técnico instrumental em idioma
entendimento.
de
comum
D – TRABALHAR COM SEGURANÇA
 Aplicar conhecimentos e técnicas de auxílio e primeiros socorros.
E – COMPETÊNCIAS PESSOAIS
 Intermediar interesses.
 Transmitir confiança e segurança.
 Avaliar e analisar a satisfação dos clientes.
 Assumir as responsabilidades.
 Demonstrar persuasão.
 Manter bom relacionamento interpessoal.
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP
O GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP é o profissional que desenvolve atividades
inerentes à qualificação, podendo organizar e acompanhar grupos de turistas por roteiros
históricos, naturais, culturais e educativos no Estado de São Paulo, prestando-lhes
informações e assistência nesses deslocamentos, atendendo sempre as necessidades do
cliente.
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL
– BRASIL/ AMÉRICA DO SUL
O GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/ AMÉRICA DO SUL é o
profissional que desenvolve atividades inerentes à qualificação, podendo organizar e
acompanhar grupos de turistas por roteiros históricos, naturais, culturais e educativos no
Brasil e nos Países da América do Sul, prestando-lhes informações e assistência nesses
deslocamentos, atendendo sempre as necessidades do cliente.
ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES
GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP e GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL –
BRASIL/AMÉRICA DO SUL
Acompanhar turistas conforme roteiros e itinerários já estabelecidos.
Assessorar a saída para o passeio, a chegada ao destino, seus atrativos e o retorno
para o local de origem.
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Entreter os turistas em suas paradas e orientá-los nas melhores opções de lazer e
compras.
Organizar e executar roteiros considerando a infraestrutura: transporte, guias
especializados, restaurantes e outros.
Pesquisar regiões, cidades, lugares, hotéis, parques temáticos e ecológicos,
costumes e fatos folclóricos, históricos, geográficos e artísticos, objetivando a
elaboração de roteiros turísticos e a realização da atividade do guiamento.
Planejar e executar viagens de lazer, de incentivo educacional ou empresarial.
Prestar socorro imediato através de procedimentos adequados.
Assessorar o embarque e desembarque nos meios de transportes: aéreo, marítimo,
fluviais e rodoviários.
Elaborar relatório de viagem e prestação de contas.
Avaliar o trabalho desenvolvido.
CAPÍTULO 4
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1.
Estrutura Modular
O currículo foi organizado de modo a garantir o que determina Resolução CNE/CEB 04/99
atualizada pela Resolução CNE/CEB nº 01/2005, o Parecer CNE/CEB nº 11/2008, a
Resolução CNE/CEB nº 03/2008 a Deliberação CEE nº 79/2008 e as Indicações CEE nº
08/2000 e 80/2008, assim como as competências profissionais que foram identificadas
pelo Ceeteps, com a participação da comunidade escolar.
A organização curricular da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO
EM GUIA DE TURISMO está organizada de acordo com o Eixo Tecnológico de
“Hospitalidade e Lazer” e estruturada em módulos articulados, com terminalidade
correspondente à qualificação profissional de nível técnico identificada no mercado de
trabalho.
Os módulos são organizações de conhecimentos e saberes provenientes de distintos
campos disciplinares e, por meio de atividades formativas, integram a formação teórica à
formação prática, em função das capacidades profissionais que se propõem desenvolver.
Os módulos, assim constituídos, representam importante instrumento de flexibilização e
abertura do currículo para o itinerário profissional, pois que, adaptando-se às distintas
realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a unidade e a
equivalência dos processos formativos.
A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos estabelece as condições básicas
para a organização dos tipos de itinerários formativos que, articulados, conduzem à
obtenção de certificações profissionais.
4.2.
Itinerário Formativo
O curso de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO é composto por três módulos.
O MÓDULO I não oferece terminalidade e será destinado à construção de um conjunto de
competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais complexas,
previstas para os módulos subsequentes.
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O aluno que cursar os MÓDULOS I e II concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio
de AUXILIAR DE EVENTOS E LAZER.
Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que tenha
realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas, no Estado de São Paulo, num total de 100
horas (sendo uma viagem livre e duas viagens com pernoite) acompanhado de
profissional credenciado pelo Ministério do Turismo, fará jus ao Certificado de
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP.
Ao concluinte dos MÓDULO I, II e III maior de 18 anos ou emancipado, que tenha
realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas num total de 100 horas (sendo uma viagem
aérea, uma viagem interestadual, uma viagem livre) acompanhado de profissional
credenciado pelo Ministério do Turismo, fará jús ao Certificado de Qualificação Técnica de
Nível Médio de GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO
SUL.
As viagens realizadas para o GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP não poderão ser
contabilizadas para o GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA
DO SUL e vice-versa. As simulações para as viagens deverão ser feitas nas aulas
regulares.
Ao completar os MÓDULOS I, II e III, o aluno receberá o Diploma de TÉCNICO EM GUIA
DE TURISMO, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio.
MÓDULO I
SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
MÓDULO II
Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE
EVENTOS E LAZER
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE
TURISMO REGIONAL/SP
MÓDULO III
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE
TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA
DO SUL
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO
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4.3.
Proposta de Carga Horária por Componente Curricular
MÓDULO I – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
Carga Horária
Teórica
Teórica – 2,5
Prática
Profissional
Prática
Profissional – 2,5
Total
Total – 2,5
Total em Horas
Total em Horas – 2,5
Horas-aula
100
100
00
00
100
100
80
80
I.2 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia
60
50
00
00
60
50
48
40
I.3 – Aspectos Históricos e Formatação
do Produto Turístico
100
100
00
00
100
100
80
80
I.4 – Fundamentos do Turismo e da
Hospitalidade
60
50
00
00
60
50
48
40
I.5 – Tipologia de Transportes
40
50
00
00
40
50
32
40
I.6 – Ética e Relações Interpessoais
40
50
00
00
40
50
32
40
I.7 – Aplicativos Informatizados
00
00
60
50
60
50
48
40
I.8 – Manifestações Populares
40
50
00
00
40
50
32
40
440
450
60
50
500
500
400
400
Componentes
Curriculares
I.1 – Aspectos Geográficos e Formatação
do Produto Turístico
Total
MÓDULO II – Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E LAZER
Carga Horária
Teórica
Teórica – 2,5
Prática
Profissional
Prática
Profissional – 2,5
Total
Total – 2,5
Total em Horas
Total em Horas – 2,5
Horas-aula
60
50
00
00
60
50
48
40
100
100
00
00
100
100
80
80
II.3 – Inglês Instrumental I
40
50
00
00
40
50
32
40
II.4 – Espanhol Instrumental I
40
50
00
00
40
50
32
40
II.5 – Elementos Artísticos e
Arquitetônicos
60
50
00
00
60
50
48
40
II.6 – Planejamento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia de
Turismo
40
50
00
00
40
50
32
40
II.7 – Técnicas e Práticas de Lazer e
Eventos
100
100
60
50
160
150
128
120
Total
440
450
60
50
500
500
400
400
Componentes
Curriculares
II.1 – Primeiros Socorros
II.2 – Teoria e Técnica Profissional do
Guia de Turismo Regional/SP
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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MÓDULO III – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO
Carga Horária
Teórica
Teórica – 2,5
Prática Profissional
Prática Profissional – 2,5
Total
Total – 2,5
Total em Horas
Total em Horas – 2,5
Horas-aula
00
00
100
100
100
100
80
80
100
100
00
00
100
100
80
80
III.3 – Inglês Instrumental II
60
50
00
00
60
50
48
40
III.4 – Espanhol Instrumental II
60
50
00
00
60
50
48
40
III.5 – Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia de
Turismo
00
00
60
50
60
50
48
40
III.6 – Etiqueta e Marketing Pessoal nas
Relações Profissionais
40
50
00
00
40
50
32
40
III.7 – Legislação Aplicada ao Guia de
Turismo
40
50
00
00
40
50
32
40
III.8 – Meio Ambiente e Turismo
40
50
00
00
40
50
32
40
340
350
160
150
500
500
400
400
Componentes
Curriculares
III.1 – Teoria e Técnica Profissional do
Guia de Turismo Excursão Nacional –
Brasil/América do Sul
III.2 – Museologia
Total
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4.4.
Competências,
Curricular
Habilidades
e
Bases
Tecnológicas
por Componente
MÓDULO I – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
I.1 – ASPECTOS GEOGRÁFICOS E FORMATAÇÃO DO PRODUTO TURÍSTICO
Função: Planejamento
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Analisar
os
fenômenos
espaciais
identificando
as
singularidades ou generalidades
de cada lugar, paisagem ou
território.
1.1. Identificar conceitos e
códigos
específicos
da
cartografia.
1.2. Aplicar os conceitos de
cartografia.
1.3.
Interpretar
textos
identificando os conceitos e
expressões
específicas
da
geografia.
1.4. Diferenciar paisagem de
espaço geográfico
1.5. Descrever a paisagem
geográfica.
1.6. Identificar a paisagem como
atrativo turístico.
1. Conceitos
geografia
2. Caracterizar os aspectos
físicos, políticos, econômicos e
humanos dos países da América
do Sul.
2.1. Identificar a divisão política
dos países da América do Sul.
2.2. Pesquisar os aspectos
físicos, políticos, econômicos e
humanos dos países da América
do Sul.
6. Meios de transporte e sistema
viário
3. Avaliar a relação entre o
espaço geográfico e a atividade
econômica turística.
3.1.
Descrever
determinado
espaço geográfico adaptado ao
Turismo.
3.2. Conscientizar-se que o
espaço geográfico é o resultado
das contradições sociais e
econômicas.
4. Analisar os principais meios
de transporte e sistema viário de
interesse para as atividades
turísticas.
4. Localizar vias de acesso e
meios de transporte adequado
às necessidades da atividade
turística.
e
códigos
de
2. Divisão política da América do
Sul
3. Aspectos físicos, políticos,
econômicos e humanos dos
países da América do Sul
4. A paisagem
geográfico
e o espaço
5. A paisagem como atrativo
turístico
7. Pólos de atração turística
Carga Horária (horas-aula)
Teórica
100
Prática
00
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
100
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
100 Horas-aula
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I.2 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar textos técnicos/
comerciais da área de Turismo,
por
meio
de
indicadores
linguísticos e de indicadores
extralinguísticos.
1. Utilizar recursos linguísticos
de coerência e de coesão,
visando atingir objetivos da
comunicação comercial relativos
à área de Turismo.
2. Desenvolver textos técnicos
aplicados à área de Turismo de
acordo
com
normas
e
convenções específicas.
2.1. Utilizar instrumentos da
leitura e da redação técnica,
direcionadas à área de Turismo.
2.2.
Identificar
e
aplicar
elementos de coerência e de
coesão em artigos e em
documentação
técnicoadministrativa relacionados à
área de Turismo.
2.3.
Aplicar
modelos
de
correspondência
comercial
aplicado à área de Turismo.
1. Estudos de textos técnicos/
comerciais aplicados à área de
Turismo, através de:
indicadores linguísticos:
○ vocabulário;
○ morfologia;
○ sintaxe;
○ semântica;
○ grafia;
○ pontuação;
○ acentuação etc
indicadores extralinguísticos:
○ efeito
de
sentido
e
contextos socioculturais;
○ modelos
preestabelecidos
de produção de texto
3.
Pesquisar
e
analisar
informações da área de Turismo
em
diversas
fontes
convencionais e eletrônicas.
3.1. Selecionar e utilizar fontes
de pesquisa convencionais e
eletrônicas.
3.2. Aplicar conhecimentos e
regras linguísticas na execução
de pesquisas específicas da
área de Turismo.
4.
Definir
procedimentos
linguísticos
que
levem
à
qualidade
nas
atividades
relacionadas com o público
consumidor.
4.1.
Comunicar-se
com
diferentes públicos.
4.2.
Utilizar
critérios
que
possibilitem o exercício da
criatividade
e
constante
atualização da área.
4.3. Utilizar a língua portuguesa
como linguagem geradora de
significações,
que
permita
produzir textos a partir de
diferentes ideias, relações e
necessidades profissionais.
2. Conceitos de coerência e de
coesão aplicadas à análise e a
produção de textos técnicos
específicos da área de Turismo:
ofícios;
memorandos;
comunicados;
cartas;
avisos;
declarações;
recibos;
carta-currículo;
curriculum vitae;
relatório técnico;
contrato;
memorial descritivo;
memorial de critérios;
técnicas de redação
3. Parâmetros de níveis de
formalidade e de adequação de
textos a diversas circunstâncias
de comunicação
4. Princípios de terminologia
aplicados à área de Turismo:
glossário com nomes e origens
dos termos utilizados pelo
Lazer e Eventos;
apresentação de trabalhos de
pesquisas;
orientações
e
normas
linguísticas para a elaboração
do trabalho para conclusão de
curso
5. Técnicas de oratória:
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modulação da voz;
entonação;
pausas;
elaboração
de
diálogos
informativos para turistas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.3 – ASPECTOS HISTÓRICOS E FORMATAÇÃO DO PRODUTO TURÍSTICO
Função: Planejamento de Serviços de Turismo
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Analisar
os
fatores
socioeconômicos, políticos e
culturais
dos
povos
sulamericanos ao longo de sua
história.
1.1. Pesquisar sobre as causas
dos fatores sociais, políticos e
econômicos e sua relação com
atividades turísticas.
1.2. Identificar os processos
históricos de interesse para o
desenvolvimento das atividades
turísticas.
1.3. Selecionar e interpretar
diferentes fontes e testemunhos
das épocas passadas e do
presente
e
aplicá-las
ao
Turismo.
1. O processo de conquista e
colonização da América do Sul
2.1.
Relacionar
os
fatos
históricos
com
o
desenvolvimento
das
sociedades sul-americanas e o
Turismo.
2.2. Estabelecer relações entre
continuidade/ permanência e
rupturas/ transformações nos
processos históricos.
2.3. Relacionar as ações dos
atores sociais e políticos com a
produção do patrimônio histórico
e o Turismo.
5.
As
etapas
do
desenvolvimento econômico no
Brasil:
indústria açucareira;
mineração;
produção cafeeira;
industrialização
2. Analisar os ciclos econômicos
e
sua
relação
com
o
desenvolvimento político, social
e cultural do Brasil.
3.
Conscientizar-se
da
importância da preservação do
patrimônio histórico de um povo
3.1. Identificar o patrimônio
histórico sul-americano.
3.2. Enumerar a importância da
preservação dos bens locais e
patrimônio histórico e artístico
para o Turismo.
2. A ação das missões jesuíticas
no universo sociocultural das
sociedades indígenas
3. O legado das primeiras
civilizações do novo continente
4. A expansão das fronteiras
brasileiras
no
contexto da
colonização da América do Sul
6. A sociedade e a cultura
brasileira:
a perspectiva histórica
7.
Conceito
histórico
de
patrimônio
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
100
Prática
00
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
100
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
100 Horas-aula
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I.4 – FUNDAMENTOS DO TURISMO E DA HOSPITALIDADE
Função: Planejamento de Serviços de Lazer e Eventos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Analisar a área de Turismo e
sua complexidade dentro da
hospitalidade.
1. Pesquisar os fatos históricos
que influenciaram a construção
do conceito hospitalidade.
1.2
Identificar
informações
históricas
e
conceitos
da
hospitalidade.
1.3. Sistematizar os conceitos de
hospitalidade incluindo a área do
Turismo e da Hospedagem.
2.
Interpretar
legislação
pertinente ao trade turístico.
3.
Identificar
e
avaliar
oportunidades de mercado.
4.
Selecionar
meios
de
hospedagem, de transportes,
agenciamento
e
de
equipamentos.
BASES TECNOLÓGICAS
2.1.
Aplicar
as
leis
que
compõem a legislação pertinente
ao trade turístico.
3.1.
Aplicar
conclusões
decorrentes da interpretação de
informações referentes ao trade
turístico,
de
forma
contextualizada ao mercado.
4. Classificar
hospedagem/
equipamentos.
os meios
transporte
de
e
1. Conceito
hospitalidade
e
histórico
da
2. Área de Turismo:
seus diversos segmentos de
atuação no mercado
3. Principais Leis do Turismo
4. Ambiente macroeconômico e
microeconômico
5. Ameaças e oportunidades
para o mercado turístico em
esfera global e regional
6. Tipologia e classificação de:
meios de hospedagem;
setor de agenciamento:
○ agências de viagens e
operadoras
meios de transporte
7. Equipamentos:
parques temáticos;
parques nacionais e estaduais
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.5 – TIPOLOGIA DE TRANSPORTES
Função: Planejamento de Serviços de Lazer e Eventos
COMPETÊNCIAS
1. Ler e
vigente
transporte
atividades
interpretar legislação
na
utilização
do
para a realização de
turísticas.
2. Identificar e avaliar meios de
transportes existentes no Brasil
para realização de roteiros
turísticos.
3. Identificar a estrutura e
equipamentos existentes nos
meios de transportes utilizados
para guiamento.
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.1. Pesquisar e selecionar
informações,
Legislação,
Normas
e
Regulamentos
relativos
aos
meios
de
transporte.
1.2. Identificar os órgãos que
regulamentam os transportes.
1. Legislação específica para
fretamento
de
transporte
turístico
2.1.
Identificar
conceitos
históricos do transporte no
Brasil.
2.2. Interpretar os conceitos
históricos
dos
meios
de
transportes aplicados no Brasil
2.3. Selecionar informações e
dados dos meios de transporte
no Brasil: tipologia, estrutura
física,
mapeamento
de
empresas.
3. Classificar a estrutura física e
os equipamentos disponíveis em
cada tipo de transporte.
2. Órgãos
específicos
que
regulamentam os transportes
terrestre, marítimo e aéreo no
Brasil:
ANTT;
ANAC
3.
Órgãos
específicos
de
transporte no Estado de São
Paulo:
ARTESP
4.
Cronologia
histórica
do
desenvolvimento do transporte
rodoviário, ferroviário, aéreo e
marítimo no Brasil
5. Tipologia
transporte
6.
Estrutura
transportes:
rodoviários;
ferroviários;
aéreos;
marítimos
dos
meios
física
de
dos
7. Mapeamento de empresas do
setor de transportes no Brasil
8. Estrutura física (leiaute) dos
transportes
rodoviários,
ferroviários, aéreos e marítimos
9. Identificação de equipamentos
nos diversos tipos de transportes
utilizados para o guiamento
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.6 – ÉTICA E RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Função: Planejamento de Serviços de Lazer e Eventos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Identificar a importância de
atitudes
adequadas
no
relacionamento
entre
as
pessoas da organização, em
todos os níveis, como um fator
diferenciador,
facilitador
e
alavancador na busca e na
obtenção
dos
resultados.
1.1. Aplicar os princípios de
relações interpessoais e da ética
no ambiente de trabalho.
1.2.
Aprimorar
aspectos
pessoais
e
profissionais
essenciais ao ambiente de
trabalho.
1.3.
Identificar
aspectos
maturativos, psíquicos, afetivos
e cognitivos que norteiam o
desenvolvimento humano.
1. Conceitos e princípios das
relações interpessoais e da ética
2. Aprimorar o desempenho e o
relacionamento nos trabalhos
em equipe.
3. Identificar e
de desrespeito
envolvam os
interpessoais
organizacional.
prever situações
ou conflito que
relacionamentos
no
ambiente
4. Promover a melhoria do
ambiente de trabalho através do
estímulo, da motivação e da
liderança.
2.1. Aplicar estratégias de
compreensão e empatia com o
objetivo de sistematizar uma
assistência adequada e de
qualidade.
2.2. Desenvolver atividades que
busquem
melhorar
o
estabelecimento das relações
humanas.
3.1.
Estabelecer
relações
positivas com a empresa, com o
público e com os parceiros,
respeitando as diferenças.
3.2. Utilizar técnicas de trabalho
em grupo.
3.3. Participar e coordenar
equipes de trabalho.
3.4. Utilizar procedimentos que
evitem ou atenuem conflitos
internos e externos ao ambiente
de trabalho.
3.5. Aplicar estratégias de
compreensão e empatia com o
objetivo de sistematizar uma
assistência adequada e de
qualidade.
4.1. Participar de equipes no
ambiente
de
trabalho
encorajando a integração e a
colaboração de cada membro.
4.2.
Aplicar
técnicas
de
motivação
e
liderança
no
ambiente de trabalho.
4.3.
Estabelecer
relações
positivas com a empresa, com o
público e com os parceiros,
respeitando as diferenças.
4.5. Utilizar técnicas de trabalho
em grupo.
4.6. Participar de equipes no
ambiente
de
trabalho
2. Competências e conflitos
intrapessoais e interpessoais
3. Inteligência emocional no
trabalho:
conceito, tipos e importância
4. Desenvolvimento psíquico nas
diferentes fases da vida:
infância, adolescência, adulta
e terceira idade
5. O indivíduo na organização –
papéis e interação:
fatores que interferem no
desempenho
pessoal
e
profissional no ambiente de
trabalho;
atitudes e postura pessoal no
ambiente de trabalho:
empatia e comunicação;
comunicação verbal e não
verbal;
canais de comunicação
6. Princípios de trabalho em
equipe:
coordenação;
cooperação;
delegação;
valorização;
autonomia
7. Administração de conflitos
8. Motivação e liderança:
conceitos,
tipos
características
e
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encorajando a integração e a
colaboração de cada membro.
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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I.7 – APLICATIVOS INFORMATIZADOS
Função: Gestão de Meios Tecnológicos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1.
Identificar
os
principais
softwares e aplicativos.
1. Reconhecer a lógica de
funcionamento
de
sistemas
operacionais ligados ao Turismo
e ao Lazer.
1. Configurações:
painel de controle
2. Utilizar adequadamente os
principais softwares e aplicativos
na resolução de problemas.
3. Noções e procedimentos dos
programas da Microsoft Office:
Word, Excel, Power Point e
Corel Drawl
2. Selecionar programas de
aplicação a partir da avaliação
das necessidades do usuário.
BASES TECNOLÓGICAS
2. Gerenciamento de arquivos
4. Operação de programas de
computadores:
processadores
de
texto
(formatação
básica,
organogramas,
desenho,
figuras, mala direta, etiquetas);
planilhas para check -list, lista
de materiais e cotações,
controle de clientes (nome,
endereço, telefone, data de
nascimentos,
documentos
necessários, ficha médica –
relacionar problemas de saúde
e utilização de medicamentos
ou
procedimentos
necessários)
5. Técnicas de apresentação em
Power Point
6. Noções e fundamentos sobre
montagem de banners, faixas e
demais materiais de divulgação
impressa e digital
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
60
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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I.8 – MANIFESTAÇÕES POPULARES
Função: Concepção, Viabilização e Organização
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Analisar a influência da
cultura
popular
no
desenvolvimento da sociedade
brasileira.
1.1. Identificar valores, costumes
e crenças da sociedade no
espaço turístico.
1.2.
Identificar
aspectos
históricos e culturais do atrativo
turístico.
1.3.
Utilizar
vocabulário
e
informações da cultura popular
pertinente à atividade turística.
2. Valorizar as manifestações
populares do nosso país por
meio de roteiros turísticos.
3. Avaliar as manifestações
populares
para
o
desenvolvimento
do
turismo
local, regional e nacional com
sustentabilidade
social,
ambiental, cultural e econômica.
BASES TECNOLÓGICAS
2.1. Identificar as manifestações
populares.
2.2. Elaborar roteiros turísticos
tendo
como
produto
manifestações
da
cultura
popular.
3. Organizar roteiros e eventos
turísticos
que privilegiem a
sustentabilidade
social,
ambiental, cultural e econômica
por meio de manifestações
populares.
1. Conceituação:
cultura erudita;
cultura popular;
cultura de massa;
folclore
2. Fato folclórico:
origens e características
3.
Formação
Brasileira:
colonização,
miscigenação
da
Cultura
imigração
e
4. Geografia da cultura popular
brasileira
5. Cultura popular e turismo
6. Manifestações populares:
carnaval;
samba;
frevo;
folia de reis;
maracatu;
festa junina;
chula;
forró;
festa do divino;
bumba meu boi/ boi bumbá;
capoeira/ maculelê;
cavalhada;
congadas;
vaquejada;
lendas;
tradições de ano novo;
superstições e crendices;
artesanato;
medicina popular;
manifestações regionais;
linguagem popular;
literatura popular;
culinária
típica
nacional/
regional
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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MÓDULO II – Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E
LAZER
II.1 – PRIMEIROS SOCORROS
Função: Recuperação e Reabilitação
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Identificar
lesões
ou
problemas
súbitos,
visando
manter a vida do acidentado e
prevenir complicações de seu
estado de saúde até a chegada
de atendimento médico.
1. Identificar os diversos tipos de
lesões e outros problemas.
1. Noções de anatomia humana:
órgãos vitais e suas funções
básicas;
noções sobre pressão arterial
e frequência cardíaca;
funções das células nervosas
e cérebro – SNC
2. Aplicar técnicas de primeiros
socorros.
2.1. Aplicar as técnicas de
primeiros
socorros
e
de
transporte
adequado
para
encaminhamento
das
emergências.
2.2.
Estabelecer
prioridades
para o socorro básico de
urgência e emergência.
2.3. Aplicar normas de proteção
do trabalho e prevenção de
acidentes.
2.4. Orientar os clientes quanto
aos procedimentos em caso de
acidentes e imprevistos.
3. Identificar e avaliar os meios
de
apoio
e
recursos
de
prevenção e pronto atendimento.
3.1. Relacionar os locais de
atendimento
de
urgência
disponíveis na comunidade.
2.
Conceitos
de
primeiros
socorros,
urgência
e
emergência:
lei sobre a omissão de socorro
3. Procedimentos utilizados em
caso de:
desmaio;
mal súbito;
asfixia e engasgamento;
problemas respiratórios (asma
e bronquite);
fraturas, luxação e entorse;
ferimentos
(corte,
furo,
arranhão, escoriações), com
atenção às regiões das costas,
da cabeça e do pescoço;
identificação e controle de
hemorragias;
choque (elétrico e anafilático);
picada (insetos, serpentes,
aranhas e criaturas marinhas);
intoxicações
e
envenenamentos;
insolação e intermação;
queimaduras (1º, 2º e 3º
graus);
parada cardíaca e parada
respiratória (manobra RCP);
AVC – Acidente Vascular
Cerebral;
overdose
de
drogas
e
intoxicação por álcool;
ataque cardíaco;
convulsões e epilepsia
4. Imobilização de acidentados
5. Técnicas de transporte de
acidentados
6.
Atendimento
e
encaminhamento de emergência
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7. Prioridade no atendimento
8. Diagnóstico preventivo dos
locais e instalações para utilizar
9. Elaboração de manual de
orientações:
prevenção de acidentes;
informações úteis;
cadastro
específico
com
nomes,
endereços,
ficha
médica e carteira de convênio
médico;
telefones de emergência
10. Efeitos da altitude
11. Stress de voo
12. Prevenção de DST
13. Simulações
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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II.2 – TEORIA E TÉCNICA PROFISSIONAL DO GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP
Função: Planejamento de Serviços de Turismo
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Distinguir as classes e
funções de Guias de Turismo
segundo a legislação pertinente.
1.1. Aplicar a legislação que
regulamenta
as
classes
e
funções de Guias de Turismo.
1.2. Demonstrar atitudes éticas
profissionais.
1.3. Respeitar e cumprir leis e
regulamentos que disciplinem a
atividade.
1. Legislação da prática dos
Guias de Turismo:
Deliberações Normativas nº
426 e 427 e legislação
municipal
e
estadual
específicas
2. Sistematizar as informações
referentes
ao
Turismo
contextualizando para o seu
meio.
2.1.
Conduzir,
orientar
e
transmitir informações durante
visitas e excursões regionais.
2.2. Aplicar conhecimentos e
técnicas de relações humanas
para recebimento, orientação,
informação e condução do
turista.
3.
Dominar
técnicas
de
manuseio
de
máquinas
e
equipamentos, para o serviço de
guiamento.
3.1. Identificar os meios e
recursos disponíveis.
3.2. Utilizar equipamentos (TV,
vídeo, som, microfones, meios
informatizados).
4.
Avaliar
informações
geográficas,
históricas,
artísticas, atividades recreativas,
de
entretenimento,
lazer,
eventos, folclóricas, artesanais,
de transporte, gastronômicas, de
hospedagem no contexto local e
regional.
4.1. Adequar a oferta aos
interesses, hábitos, atitudes e
expectativas
dos
turistas,
preservando as peculiaridades e
a identidade do ambiente.
4.2. Aplicar técnicas, regras e
procedimentos
de
reservas,
efetivação e acompanhamento
de acomodação, transferências,
passeios, visitas, excursões e
ingressos regionais.
5.
Dominar
técnicas
de
manuseio de guias manuais e
mapas.
5. Utilizar técnicas de manuseio
de guias, manuais e mapas.
6. Coordenar e supervisionar os
serviços e recursos.
6.1. Identificar os recursos
institucionais,
financeiros,
materiais,
de
suprimento,
cobrança, segurança pessoal e
do turista, serviços auxiliares e
de apoio para as viagens locais
e regionais.
6.2. Articular outros profissionais
prestadores
de
serviços
e
produtos no contexto local e
regional.
7. Identificar as necessidades e
soluções
adequadas
para
atendimento ao turista.
7.1. Utilizar os dados referentes
aos turistas para atendimento às
necessidades e expectativas dos
2. Técnicas e regras de:
execução
de
roteiros,
programas e itinerários locais
e regionais;
manuseio de mapas, guias e
manuais locais e regionais;
pesquisa para elaboração de
speech, textos sobre pontos
turísticos,
históricos,
geográficos e culturais locais e
regionais
3.
Técnicas,
regras
e
procedimentos
de
reservas,
efetivação e acompanhamento
de acomodação, transferências,
passeios, visitas, excursões e
ingressos regionais
4. Técnicas de condução de
turistas
com
orientação,
assessoria,
interpretação
e
transmissão
de
informações
locais e regionais
5. A viagem – procedimentos:
procedimentos preliminares –
providências na agência;
material
de
trabalho,
documentos administrativos e
outros;
plano de viagem – o programa;
quilometragem;
pontos de apoio alternativos;
recepção
ao
turista
–
procedimentos de recepção;
documentação
de
passageiros;
etiquetagem de bagagem;
traslado para o hotel;
procedimentos de bordo;
uso de microfone e outros
equipamentos;
serviços de bordo;
entretenimento;
acomodação ao turista no
hotel – check -in;
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mesmos.
7.2. Colaborar na preparação e
montagem dos
produtos
e
serviços.
7.3. Aplicar os procedimentos
utilizados no guiamento (viagens
rodoviárias e ferroviárias).
7.4. Utilizar os procedimentos
para viagem regional.
distribuição dos apartamentos;
controle das bagagens;
gratificações;
procedimentos
diários
nos
meios de hospedagem;
procedimento na realização de
passeios/ visitas – reunião do
grupo;
procedimentos
durante
os
percursos do passeio;
procedimentos nas paradas
definidas e/ ou exploratórias;
paradas para refeições;
procedimentos em meios de
alimentação;
retorno para os meios de
hospedagem;
saída do turista do hotel –
check -out;
controle de bagagens;
pagamentos;
assistência
ao
turista/
documentos necessários;
check -in de embarque;
embarque/ desembarque no
meio de transporte;
procedimentos no retorno;
agradecimentos;
promoção de outros roteiros;
procedimentos finais juntos à
agência – relatório final;
prestação de contas;
devolução das sobras do
material;
procedimentos para traslados:
○ de chegada;
○ de saída
situações de emergência:
○ saúde do turista;
○ assalto/ roubo
procedimentos de segurança:
○ conduta
em
transporte
rodoviário
6. Simulações práticas em
classe e extraclasse (sugestão:
dramatização)
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
100
Prática
00
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
100
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
100 Horas-aula
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II.3 – INGLÊS INSTRUMENTAL I
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Recorrer a língua inglesa como
instrumento
de
acesso
a
informações, a outras culturas e
grupos sociais com foco na área
de Turismo.
1.1.
Identificar
estruturas
gramaticais
básicas
para
a
compreensão
de
informações
gerais e cotidianas.
1.2. Interpretar textos técnicos na
língua inglesa com foco na área
de Turismo.
1.3. Aplicar conceitos e normas
gramaticais da língua inglesa.
1.
Técnicas
de
leitura
instrumental,
identificando
cognatos, ideia geral e específica
do texto (scanning e sk imming),
título, conteúdo, palavras-chave,
vocabulário e expressões já
conhecidas etc
2.
Identificar
técnicas
de
comunicação oral e escrita em
inglês.
2.1. Aplicar normas gramaticais e
expressões
idiomáticas
na
representação,
simulação
e
conversação
realizada
em
contextos profissionais.
2.2. Aplicar expressões, termos e
frases de uso corrente utilizadas
em conversação telefônica, na
recepção de clientes, em eventos
ou atividades recreativas.
2.3. Elaborar e informar aos
clientes a programação/ agenda
de atividades, avisos etc.
2.4. Redigir textos simples em
inglês, como: avisos, pedido de
materiais,
solicitação
de
manutenção etc.
2.
Verbos,
pronomes,
preposições, dias da semana,
meses,
estações
do
ano,
números, horas, tempo, clima,
países,
nacionalidades,
apresentações pessoais e de
terceiros,
cumprimentos
e
saudações, informações pessoais
como: idade, origem, ocupação,
endereço etc
3. Vocabulário para:
atendimento telefônico;
identificação pessoal e da
empresa;
encaminhamento de chamadas
4. Recepção em eventos e
atividades de lazer:
direções e localizações;
convites, solicitações;
comandos
para movimentos
corporais;
serviços e atrativos turísticos
5.
Principais
eventos
tipologias
em
6. Noções para elaboração de
textos simples em língua inglesa
como:
agendas,
roteiros,
programações,
formulários
diversos (listas de presença,
registro
de
atividades,
solicitação ou controle de
materiais etc.)
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
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II.4 – ESPANHOL INSTRUMENTAL I
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Estabelecer relações entre
situações cotidianas do Turismo
e a língua espanhola.
1. Aplicar corretamente termos
técnicos da língua espanhola em
situações cotidianas do Turismo.
2. Comunicar-se com o turista/
hóspede em espanhol.
2. Utilizar o idioma espanhol na
comunicação com o turista/
hóspede.
3.
Identificar
os
atrativos
turísticos por meio de recurso
técnico da língua espanhola.
3. Apresentar o atrativo turístico
em língua espanhola.
1.
Recepção
hóspedes
aos
turistas/
2. Cumprimentos
3. Apresentações
4. Identificação de pessoas
5. Países e nacionalidades
6. Números
7. Atrativos turísticos
8. Serviços oferecidos
9. Procedimentos
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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II.5 – ELEMENTOS ARTÍSTICOS E ARQUITETÔNICOS
Função: Concepção, Viabilização e Organização
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar a importância dos
estilos artísticos e arquitetônicos
para o desenvolvimento de
roteiros turísticos.
1.1.
Pesquisar
informações
pertinentes à formação dos
estilos
artísticos
e
arquitetônicos.
1.2. Registrar as informações e
conceitos pertinentes aos estilos
artísticos e arquitetônicos.
1.3.
Identificar
aspectos
artísticos e arquitetônicos do
atrativo turístico.
1.4. Identificar e interpretar e
valorizar os estilos e patrimônios
artísticos
e
arquitetônicos
relacionando-os com a atividade
turística.
1. Introdução à arquitetura e
arte:
Idade Antiga:
○ Egito, Grécia e Roma
Idade Média:
○ Bizantina,
Romântica,
Gótica
Renascimento
2. Valorizar as manifestações
artísticas
e os patrimônios
arquitetônicos
brasileiros
por
meio de roteiros turísticos.
2.1. Pesquisar e selecionar
informações relacionados à arte
e ao patrimônio arquitetônico
brasileiro.
2.2. Identificar e interpretar os
estilos da arte brasileira.
3. Contextualizar o turismo
cultural e histórico, durante
atuação,
através
das
informações
pertinentes
aos
estilos.
3. Aplicar conceitos artísticos e
arquitetônicos
de
forma
contextualizada ao patrimônio
existente.
2. Séculos XVI – XVII:
arte indígena brasileira:
○ cerâmica, arte plumária,
máscaras
arquitetura colonial;
técnicas construtivas:
○ taipa de pilão, cantaria,
adobe, pau-a-pique
3. Século XVIII:
Barroco (arte e arquitetura):
○ conceito, desenvolvimento
histórico,
características
regionais;
Rococó (arte e arquitetura)
4. Século XIX:
Neoclassicismo (arquitetura e
pintura);
Arquitetura Eclética;
Arquitetura Neogótica;
Pintura
Acadêmica
(Academicismo);
Arte impressionista
5. Século XX:
Expressionismo;
Cubismo;
Semana de Arte de 1922;
Surrealismo;
Arquitetura Moderna Brasileira:
○ Le
Corbusier,
Oscar
Niemeyer
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
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II.6 – PLANEJAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EM
GUIA DE TURISMO
Função: Estudo e Planejamento
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Analisar dados e informações
obtidas de pesquisas empíricas
e bibliográficas.
1.1. Identificar demandas e
situações-problema no âmbito
da área profissional.
1.2.
Identificar
fontes
de
pesquisa sobre o objeto em
estudo.
1.3. Elaborar instrumentos de
pesquisa para desenvolvimento
de projetos.
1.4. Constituir amostras para
pesquisas técnicas e científicas,
de
forma
criteriosa
e
explicitada.
1.5. Aplicar instrumentos de
pesquisa de campo
1. Estudo do cenário da área
profissional:
características do setor:
o macro e micro regiões
avanços tecnológicos;
ciclo de vida do setor;
demandas e tendências futuras
da área profissional;
identificação
de
lacunas
(demandas
não
atendidas
plenamente) e de situaçõesproblema do setor
2.
Propor
soluções
parametrizadas por viabilidade
técnica
e
econômica
aos
problemas
identificados
no
âmbito da área profissional.
2.1.
Consultar
Legislação,
Normas
e
Regulamentos
relativos ao projeto.
2.2. Registrar as etapas do
trabalho.
2.3. Organizar os dados obtidos
na forma de textos, planilhas,
gráficos e esquemas.
.
2. Identificação e definição de
temas para o TCC:
análise das propostas de temas
segundo os critérios:
o pertinência;
o relevância;
o viabilidade
3. Definição
trabalho
do cronograma de
4. Técnicas de pesquisa:
documentação indireta:
o pesquisa documental;
o pesquisa bibliográfica
técnicas de fichamento de obras
técnicas e científicas;
documentação direta:
o pesquisa de campo;
o pesquisa de laboratório;
o observação;
o entrevista;
o questionário
técnicas de estruturação de
instrumentos de pesquisa de
campo:
o questionários;
o entrevistas;
o formulários etc
5. Problematização
6. Construção de hipóteses
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7. Objetivos:
geral e específicos:
o para quê?
o para quem?
8. Justificativa:
por quê?
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
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II.7 – TÉCNICAS E PRÁTICAS DE LAZER E EVENTOS
Função: Planejamento de Serviços de Turismo
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Sistematizar
informações
conceituais e históricas dos
eventos.
1.1.
Pesquisar
a evolução
histórica dos eventos.
1.2. Identificar os conceitos
básicos de lazer, recreação e
turismo.
1.3. Distinguir os eventos em
sua diversificada tipologia.
1. História dos eventos e sua
evolução
2. Analisar os eventos dentro
dos critérios de classificação.
2.1. Classificar os eventos
dentro de sua natureza.
2.2. Detectar as diferenças na
organização e operacionalização
dos eventos, considerando sua
tipologia.
3.
Identificar
a
representatividade do segmento
de eventos para a economia
local.
3. Coletar informações sobre o
mercado de eventos e sua
posição no mercado dentro de
uma esfera regional.
4.
Apontar
entidades
representativas
em
diversas
esferas de atuação (global/
regional).
4.
Identificar
representativas.
5. Identificar o funcionamento de
cada local onde podem ocorrer
atividades de lazer e recreação.
5.1.
Identificar
espaços
e
equipamentos
para
realizar
atividades de lazer e recreação.
5.2.
Listar
espaços
e
equipamentos
para
o
desenvolvimento das atividades.
5.3. Identificar a necessidade de
adequações dos espaços de
acordo com as atividades a
serem desenvolvidas.
6.
Dominar
atendimento
eventos
e
recreação.
técnicas
receptivo
atividades
de
em
de
as
entidades
6.1. Aplicar os conhecimentos
sobre lazer, recreação e turismo
para
oferecer
melhor
atendimento aos clientes.
6.2. Listar e executar atividades
recreativas.
2. Conceitos básicos de:
eventos;
lazer;
recreação e turismo;
diferenças entre as áreas de
conhecimento
3. Tipologia de eventos:
congressos;
seminários;
fóruns;
feiras;
work shop etc
4. Estudo do cenário do
segmento de eventos no Estado
de São Paulo
5. Entidades representativas no
setor de eventos:
ABEOC;
SPTURIS;
SPCVB;
ICCA;
UBRAFE etc
6.
Desenvolvimento
das
atividades
recreativas
relacionadas aos espaços:
navios;
spas;
clubes e associações;
hotéis, resorts e pousadas;
acampamentos
e
acantonamentos;
ônibus;
parques
(temáticos
e
aquáticos) e zoos;
hospitais, creches, asilos e
orfanatos
7.
Elaboração
e
desenvolvimento de atividades
recreativas:
check -list de equipamntos;
montagem e planejamento das
atividades
8.
Desenvolvimento
atividades
receptivas
eventos:
de
em
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atendimento
de
credenciamento;
orientações da estrutura do
evento;
atividades de saída do grupo:
o embarque/ solicitação de
transporte
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
100
Prática
60
Total
160 Horas-aula
Teórica (2,5)
100
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
150 Horas-aula
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MÓDULO III – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM GUIA
DE TURISMO
III.1 – TEORIA E TÉCNICA PROFISSIONAL DO GUIA DE TURISMO EXCURSÃO
NACIONAL – BRASIL/ AMÉRICA DO SUL
Função: Gestão dos Meios Tecnológicos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Interpretar legislação turística
e
outras
necessárias
ao
atendimento ao turista no Brasil
e na América do Sul.
1. Utilizar, cumprir e divulgar a
legislação pertinente ao turista
no Brasil e na América do Sul.
1. Legislação da prática do guia
de Turismo Nacional e América
do Sul
2. Sistematizar as informações
referentes ao turismo nacional e
sul-americano.
2.1.
Conduzir,
orientar
e
transmitir informações durante
as excursões nacionais e sulamericanas.
2.2. Aplicar conhecimentos e
técnicas de relações humanas
para recebimento, orientação,
informação e condução do
turista nos aeroportos.
2.3.
Utilizar
informações
referentes
ao
Turismo
contextualizando para o seu
meio nacional e da América do
Sul.
3.
Dominar
técnicas
de
manuseio de guias, manuais e
mapas (nacional e da América
do Sul).
3.1. Identificar meios e recursos
disponíveis no Brasil e na
América do Sul.
3.2.
Utilizar
técnicas
de
manuseio de guias, manuais e
mapas (nacional e da América
do Sul).
4.
Avaliar
informações
geográficas,
históricas,
artísticas, atividades recreativas,
de
entretenimento,
lazer,
eventos, folclóricas, artesanais,
de transporte, gastronômicas, de
hospedagem
no
contexto
brasileiro e sul-americano.
4.1. Adequar a oferta aos
interesses, hábitos, atitudes e
expectativas
dos
turistas,
preservando as peculiaridades e
a
identidade
do
ambiente
brasileiro e sul-americano.
4.2. Articular outros profissionais
prestadores
de
serviços
e
produtos no contexto brasileiro e
sul-americano.
5. Programar os produtos e
serviços a serem oferecidos nas
excursões nacionais e sulamericanas.
5. Preparar a montagem dos
produtos
e
serviços
nas
excursões nacionais e sulamericanas.
6.
Interpretar
contratos
internacionais
referentes
à
atividade
turística
como
passagens
aéreas
internacionais.
6.1.
Aplicar
as
regras
contratuais.
6.2. Contratar e supervisionar
outros prestadores de serviços
nacionais e sul-americanos.
7. Coordenar e supervisionar os
7.
Identificar
os
recursos
2. Técnica e regras de:
execução
de
roteiros,
programas
e
itinerários
nacionais e sul-americanos;
manuseio de mapas, guias e
manuais nacionais e sulamericanos;
técnicas de elaboração de
narrativas nacionais e sulamericanas
3. Técnicas
e regras
de
aplicação
de
normas
e
procedimentos
legais
específicos ao Guia de Turismo
Nacional e América do Sul
4.
Técnicas,
regras
e
procedimentos
de
reservas,
efetivação e acompanhamento
de acomodação, transferências,
passeios, visitas, excursões e
ingressos
5. Técnicas de condução de
turistas
com
orientação,
assessoria,
interpretação
e
transmissão
de
informações
pertinentes ao Brasil e à
América do Sul
6. Condução de
portos e navios
grupos
em
7. Procedimentos de viagens
aéreas e interestaduais:
plano de viagem;
pontos de apoio alternativos;
documentação
de
passageiros;
etiquetagem de bagagem;
traslado in/out;
controle de bagagem nos
aeroportos;
procedimentos
durante
os
percursos do passeio;
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serviços e recursos no Brasil e
na América do Sul.
institucionais
financeiros,
materiais,
de
suprimento,
cobrança, segurança pessoal e
do turista, serviços auxiliares e
de apoio para as viagens no
Brasil e na América do Sul.
8. Identificar as necessidades e
soluções adequadas no melhor
atendimento ao turista.
8.1. Utilizar os dados referentes
aos turistas para atendimento às
necessidades e expectativas dos
mesmos.
8.2. Aplicar os procedimentos
utilizados
no
guiamento
(viagem).
8.3. Utilizar os procedimentos de
viagem
nacional
e
sulamericana.
procedimentos no aeroporto:
o embarque e desembarque;
o pagamentos referentes ao
embarque
assistência
ao
turista
e
documentos necessários;
situações de emergência nos
aeroportos;
saúde do turista
8. Procedimentos de segurança:
conduta em transporte aéreo
9. Simulações das práticas do
Guia de Turismo Nacional e
América do Sul
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
100
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
100
Total (2,5)
100 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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III.2 – MUSEOLOGIA
Função: Gestão dos Meios Tecnológicos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Analisar o processo de
organização
das
unidades
museológicas.
1.1.
Pesquisar
informações
pertinentes a museus.
1.2. Identificar informações e
conceitos
pertinentes
a
museologia.
1.3.
Aplicar
conceitos
museológicos
de
forma
contextualizada às instituições
existentes.
2. Identificar os organismos
responsáveis pelos museus no
Brasil e no mundo, e pelo
processo
de
tombamento
histórico.
3. Analisar a importância da
museologia e do patrimônio
cultural para o desenvolvimento
da atividade turística.
4. Contextualizar museologia,
memória e identidade cultural
através de roteiros turísticos,
estimulando
a
educação
patrimonial.
BASES TECNOLÓGICAS
2.1. Pesquisar quais são os
órgãos
responsáveis
pelos
museus.
2.2. Pesquisar a legislação e as
atividades
dos
órgãos
responsáveis pelos processos de
tombamento histórico.
3.1. Identificar e valorizar os
patrimônios culturais, a memória
e
a
identidade
cultural
relacionando-os com a atividade
turística.
3.2.
Organizar
roteiros
às
instituições
museológicas
de
acordo com a tipologia de
turismo pertinente.
4.1. Identificar as ações sociais e
socioeducativas
desenvolvidas
pelos museus por meio de
roteiros turísticos.
4.2. Divulgar o trabalho realizado
pelos órgãos responsáveis pelo
patrimônio cultural e museus.
4.3.
Associar
a
educação
patrimonial
e
as
ações
educativas
aos
roteiros
desenvolvidos.
4.4. Interpretar a relação dos
museus
com as
diferentes
tipologias de turismo.
4.5. Identificar e valorizar as
principais
unidades
museológicas brasileiras.
1. Conceitos e funções:
museus;
tipos de museus;
funções:
o sociais e socioeducativas
tipos de exposição
2.
Órgãos
responsáveis
museus:
nacionais e internacionais
pelos
3. Tombamento histórico:
legislação;
órgãos responsáveis
4. Expografia:
acervos;
temáticas;
recursos expográficos
5. Programas educativos de museus
6. Museus brasileiros:
origem;
principais unidades museológicas
7. Patrimônio cultural:
tipologia;
educação patrimonial
8. Museologia, memória e identidade
cultural
9. Turismo e museus:
turismo cultural;
turismo histórico;
turismo pedagógico;
relação do turismo com os museus:
o Brasil e mundo
turismo
como
agente
de
preservação:
o Brasil e mundo
10. Visita técnica a museus
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
100
Prática
00
Total
100 Horas-aula
Teórica (2,5)
100
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
100 Horas-aula
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III.3 – INGLÊS INSTRUMENTAL II
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Estabelecer relações entre
situações cotidianas do Turismo
e a língua inglesa.
1.1. Aplicar termos técnicos da
língua inglesa em situações
cotidianas do Turismo.
1.2. Comunicar-se com o turista
utilizando o idioma inglês.
1.3. Prestar informações ao
cliente em inglês.
1. Recepção aos turistas:
cumprimentos;
apresentações;
sentido de direção;
países e nacionalidades;
procedimentos de check -in e
check -out
2.
Identificar
os
atrativos
turísticos por meio de recurso
técnico da língua inglesa.
2. Apresentar o atrativo turístico
em língua inglesa.
3. Identificar serviços oferecidos
por agências de viagens em
língua inglesa.
3. Utilizar termos técnicos na
língua inglesa em serviços
oferecidos em diversos tipos de
agências de viagens e no
gerenciamento ao serviço.
4. Identificar as técnicas da
elaboração de currículos e
folhetos turísticos.
4. Elaborar currículo e folhetos
turísticos.
2. Vocabulário técnico:
meios de transporte;
meios de hospedagem;
meios de alimentação;
tipos de atrativos turísticos;
problemas de saúde;
valores e moeda dos países
de língua inglesa;
postos
de
informações
turísticas
3. Serviços em agências:
atendimento e informações
sobre
atrativos,
cultura,
gastronomia, pacotes turísticos
e eventos;
reserva de hotéis, passagem
aérea e ingressos em geral;
locação de veículos;
seguro viagem
4. Elaboração de currículo
5.
Elaboração
turísticos
de
folhetos
6. Simulações
práticas
situações
do
ambiente
turismo
de
do
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.4 – ESPANHOL INSTRUMENTAL II
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Identificar serviços oferecidos
por agências de Turismo em
língua espanhola.
1. Aplicar corretamente termos
técnicos da língua espanhola em
serviços oferecidos em diversos
tipos de agências de turismo e
no gerenciamento ao serviço.
2.
Prestar
informações
cliente/ turista em espanhol.
ao
2. Utilizar o idioma estrangeiro
na comunicação com o cliente/
turista.
1. Serviços em agências:
atendimento e informações
sobre
atrativos,
cultura,
gastronomia, pacotes turísticos
e eventos;
reserva de hotéis, passagem
aérea e ingressos em geral;
locação de veículos;
seguro viagem
3. Identificar as técnicas da
elaboração
de
currículo
e
folhetos turísticos em língua
espanhola.
3. Elaborar currículo e folhetos
turísticos.
2. Vocabulário técnico:
meios de transporte;
meios de hospedagem;
meios de alimentação;
atrativos turísticos;
problemas de saúde;
valores e moeda dos países
de língua espanhola;
recepção;
postos
de
informações
turísticas
3. Simulações
práticas
situações
do
ambiente
turismo
de
do
4. Elaboração de currículo
5.
Elaboração
turísticos
de
folhetos
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.5 – DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EM
GUIA DE TURISMO
Função: Desenvolvimento e Gerenciamento de Projetos
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1.
Planejar
as
fases
de
execução de projetos com base
na natureza e na complexidade
das atividades.
1.1. Consultar catálogos e
manuais de fabricantes e de
fornecedores
de
serviços
técnicos.
1.2. Comunicar ideias de forma
clara e objetiva por meio de
textos e explanações orais.
2. Avaliar as fontes de recursos
necessários
para
o
desenvolvimento de projetos.
3. Avaliar a execução e os
resultados obtidos de forma
quantitativa e qualitativa.
BASES TECNOLÓGICAS
2.1.
Correlacionar
recursos
necessários
e
plano
de
produção.
2.2. Classificar os recursos
necessários
para
o
desenvolvimento do projeto.
2.3. Utilizar de modo racional os
recursos destinados ao projeto.
3.1. Verificar e acompanhar o
desenvolvimento do cronograma
físico-financeiro.
3.2. Redigir relatórios sobre o
desenvolvimento do projeto.
3.3. Construir gráficos, planilhas,
cronogramas e fluxogramas.
3.4. Organizar as informações,
os textos e os dados, conforme
formatação definida.
1. Referencial teórico:
pesquisa
e compilação
dados;
produções científicas etc
de
2.
Construção
de
conceitos
relativos ao tema do trabalho:
definições;
terminologia;
simbologia etc
3. Definição dos procedimentos
metodológicos:
cronograma de atividades;
fluxograma do processo
4. Dimensionamento dos recursos
necessários
5. Identificação
recursos
das
fontes
de
6. Elaboração
pesquisa:
seleção;
codificação;
tabulação
dos
dados
de
7. Análise dos dados:
interpretação;
explicação;
especificação
8. Técnicas para elaboração de
relatórios, gráficos, histogramas
9. Sistemas de gerenciamento de
projeto
10. Formatação
acadêmicos
de
trabalhos
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
60
Total
60 Horas-aula
Teórica (2,5)
00
Prática (2,5)
50
Total (2,5)
50 Horas-aula
Divisão de
Turmas
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III.6 – ETIQUETA E MARKETING PESSOAL NAS RELAÇÕES PROFISSIONAIS
Função: Planejamento e Execução de Serviços de Turismo
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Dominar
técnicas
de
apresentação e comportamento
pessoal e profissional.
1.1. Aplicar as técnicas de
apresentação pessoal.
1.2. Articular a postura e
linguagem corporal nas diversas
situações sociais.
1.3. Utilizar trajes convenientes
às diversas situações.
1.4 Aplicar os procedimentos de
higiene pessoal.
1.5.
Utilizar
linguagem
adequada à comunicação.
2.
Promover
mark eting
organizacional e pessoal.
2.1. Adequar a imagem pessoal
ao ambiente profissional.
2.2.
Identificar
a
responsabilidade do profissional
com a imagem da empresa.
2.3.
Aplicar
técnicas
de
promoção do mark eting pessoal
e organizacional.
3. Selecionar as técnicas de
empregabilidade.
3.
Aplicar
técnicas
empregabilidade.
4. Dominar técnicas de etiqueta
em situações diversas.
4. Aplicar técnicas de etiqueta
em
situações
sociais
e
profissionais.
de
1. Higiene e postura pessoal:
postura corporal;
linguagem corporal;
contato interpessoal;
gafes
2. Trajes e apresentação:
aspectos básicos de moda;
tipos de trajes;
regras básicas de apresentação
3. Formas de tratamento
4. Regras de comunicação:
comunicação oral;
comunicação escrita:
o e-mail;
o carta
comunicação por telefone
5. Mark eting pessoal e organizacional
6. Empregabilidade:
currículo;
cartão de visita;
organização e disciplina;
cliente
7. Etiqueta pessoal e profissional
8. Etiqueta à mesa:
postura;
tipos de serviços;
utensílios;
bebidas
9. Etiqueta em viagens:
bagagens;
aeroporto;
avião;
ônibus;
navios;
hotéis;
diversidade cultural
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.7 – LEGISLAÇÃO APLICADA AO GUIA DE TURISMO
Função: Planejamento Organizacional
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
1. Ler e interpretar a Legislação
vigente ao profissional Guia de
Turismo.
1.1. Pesquisar e selecionar
informações
de
Legislação,
Normas
e
Regulamentos
relativos ao profissional Guia de
Turismo.
1.2. Identificar conceitos dos
direitos
existentes
ao
profissional de Turismo.
1.3. Definir os conceitos da
legalidade
e
dos
direitos
existentes ao profissional de
Turismo.
1.4. Estabelecer a distinção
entre ética, moral e direito.
1.5.
Identificar
as
normas
jurídicas.
2. Analisar o Código de Defesa
do Consumidor.
BASES TECNOLÓGICAS
2.1. Interpretar o Código de
Defesa do Consumidor nas
relações consumidor fornecedor.
2.2. Relatar a observação do
Código
de
Defesa
do
Consumidor no desenvolvimento
de suas atividades.
3. Identificar as Associações e
Órgãos Específicos do setor.
3.
Conferir
através
das
Associações
e
Órgãos
Específicos a funcionalidade do
setor.
4. Desenvolver conhecimento da
legalidade e das atribuições do
Guia de Turismo.
4. Aplicar as atribuições do Guia
de
Turismo
durante
o
desenvolvimento
de
suas
atividades.
5. Analisar o turismo
Constituição Brasileira.
5.1. Identificar o turismo como
fator de desenvolvimento social
e econômico.
5.2.
Identificar
os
eixos
norteadores
para
atividades
turísticas.
na
1. Noções gerais de Direito
2. Distinção entre Ética, Moral e
Direito
3. Normas Jurídicas:
caracteres e espécies
4. Legislação Específica ao Guia
de Turismo:
Lei nº 8623/93;
Decreto 946/93;
Deliberação Normativa:
o 426/01
o 427/01
5.
Código de Defesa
Consumidor e o Turismo
do
6. Entidades Associativas
7. O Turismo na Constituição
Brasileira
Eixos norteadores para
atividades turísticas:
a) o turismo enquanto fator
de
desenvolvimento
social e econômico;
b) a promoção estatal do
turismo;
c) incentivo
estatal
do
turismo
8. O Turismo como:
desenvolvimento organizado
do setor;
gerando renda e emprego;
sem degradação do meio
ambiente
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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III.8 – MEIO AMBIENTE E TURISMO
Função: Planejamento e Execução de Serviços de Turismo
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
BASES TECNOLÓGICAS
1. Dominar conceitos básicos de
ecologia e meio ambiente.
1. Relacionar ecologia e meio
ambiente.
2. Reconhecer a importância da
preservação e uso racional dos
patrimônios naturais.
2.1. Identificar o patrimônio
natural como áreas de atrativo e
oferta turística.
2.2. Entender a finalidade do
patrimônio natural como áreas
de atrativo e oferta turística.
2.3. Utilizar os mecanismos de
proteção ambiental voltado para
o patrimônio natural.
3. Analisar e utilizar as técnicas
para o uso sustentável do
turismo
auxiliando
no
desenvolvimento turístico das
localidades.
3.1. Identificar as unidades de
conservação
e
suas
características, bem como as
modalidades
de
turismo
ambiental e educação ambiental.
3.2.
Localizar
no
território
nacional e sul-americano as
principais
unidades
de
conservação.
3.3.
Aplicar
a
legislação
pertinente
para
desenvolver
práticas e ações que garantam a
sustentabilidade
do
meio
ambiente pelo Turismo.
3.4. Utilizar as modalidades e
técnicas de turismo e educação
ambiental.
1. Conceitos de:
biodiversidade;
habitat, nicho ecológico e
bioma;
comunidades
animais
e
vegetais;
ecossistemas;
classificação dos seres vivos;
populações;
teorias da evolução;
origem da vida na terra;
patrimônio natural;
preservação e conservação
dos patrimônios naturais;
unidades de conservação e
áreas ambientalmente frágeis;
ecoturismo;
princípios
e
critérios
da
atividade ecoturística;
impactos positivos e negativos
da atividade no ambiente
natural;
tendência: turismo sustentável
técnicas para a prática de
turismo sustentável;
principais
políticas
governamentais
para
o
ecoturismo;
princípios
de
educação
ambiental
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
Teórica (2,5)
50
Prática (2,5)
00
Total (2,5)
50 Horas-aula
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4.5.
Enfoque Pedagógico
Constituindo-se em meio para guiar a prática pedagógica, o currículo organizado por meio
de competências será direcionado para a construção da aprendizagem do aluno,
enquanto sujeito do seu próprio desenvolvimento. Para tanto, a organização do processo
de aprendizagem privilegiará a definição de projetos, problemas e/ ou questões geradoras
que orientam e estimulam a investigação, o pensamento e as ações, assim como a
solução de problemas.
Dessa forma, a problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes
de formação se constituem em ferramentas básicas para a construção das habilidades,
atitudes e informações relacionadas que estruturam as competências requeridas.
4.6.
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
A sistematização do conhecimento sobre um objeto pertinente à profissão, desenvolvido
mediante controle, orientação e avaliação docente, permitirá aos alunos o conhecimento
do campo de atuação profissional, com suas peculiaridades, demandas e desafios.
Ao considerar que o efetivo desenvolvimento de competências implica na adoção de
sistemas de ensino que permitam a verificação da aplicabilidade dos conceitos tratados
em sala de aula, torna-se necessário que cada escola, atendendo às especificidades dos
cursos que oferece, crie oportunidades para que os alunos construam e apresentem um
produto final – Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Caberá a cada escola definir, por meio de regulamento específico, as normas e as
orientações que nortearão a realização do Trabalho de Conclusão de Curso, conforme a
natureza e o perfil de conclusão da Habilitação Profissional.
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá envolver necessariamente uma pesquisa
empírica, que somada à pesquisa bibliográfica dará o embasamento prático e teórico
necessário para o desenvolvimento do trabalho. A pesquisa empírica deverá contemplar
uma coleta de dados, que poderá ser realizada no local de estágio supervisionado,
quando for o caso, ou por meio de visitas técnicas e entrevistas com profissionais da área.
As atividades extraclasse, em número de 120 (cento e vinte) horas, destinadas ao
desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, serão acrescentadas às aulas
previstas para o curso e constarão do histórico escolar do aluno.
O desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso pautar-se-á em pressupostos
interdisciplinares, podendo exprimir-se por meio de um trabalho escrito ou de uma
proposta de projeto. Caso seja adotada a forma de proposta de projeto, os produtos
poderão ser compostos por elementos gráficos e/ ou volumétricos (maquetes ou
protótipos) necessários à apresentação do trabalho, devidamente acompanhados pelas
respectivas especificações técnicas; memorial descritivo, memórias de cálculos e demais
reflexões de caráter teórico e metodológico pertinentes ao tema.
A temática a ser abordada deve estar contida no âmbito das atribuições profissionais da
categoria, sendo de livre escolha do aluno.
4.6.1. Orientação
Ficará a orientação do desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso por conta do
professor responsável pelos temas do Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) em GUIA DE TURISMO, no 2º MÓDULO e Desenvolvimento de Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em GUIA DE TURISMO, no 3º MÓDULO.
4.7.
Prática Profissional
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A Prática Profissional será desenvolvida em empresas e nos laboratórios e oficinas da
Unidade Escolar.
A prática será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e não está
desvinculada da teoria; constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao longo do
curso por meio de atividades como estudos de caso, visitas técnicas, conhecimento de
mercado e das empresas, pesquisas, trabalhos em grupo, individual e relatórios.
O tempo necessário e a forma para o desenvolvimento da Prática Profissional realizada
na escola e nas empresas serão explicitados na proposta pedagógica da Unidade Escolar
e no plano de trabalho dos docentes.
4.8.
Estágio Supervisionado
A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO
não exige o cumprimento de estágio supervisionado em sua organização curricular,
contando com aproximadamente 250 horas-aula de práticas profissionais, que poderão
ser desenvolvidas integralmente na escola ou em empresas da região, por meio de
simulações, experiências, ensaios e demais técnicas de ensino que permitam a vivência
dos alunos em situações próximas da realidade do setor produtivo. O desenvolvimento de
projetos, estudos de casos, realização de visitas técnicas monitoradas, pesquisas de
campo e aulas práticas desenvolvidas em laboratórios, oficinas e salas-ambiente
garantirão o desenvolvimento de competências específicas da área de formação.
O aluno, a seu critério, poderá realizar estágio supervisionado, não sendo, no entanto,
condição para a conclusão do curso. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas
deverão constar do Histórico Escolar do aluno. A escola acompanhará as atividades de
estágio, cuja sistemática será definida através de um Plano de Estágio Supervisionado
devidamente incorporado ao Projeto Pedagógico da Unidade Escolar. O Plano de Estágio
Supervisionado deverá prever os seguintes registros:
sistemática de acompanhamento, controle e avaliação;
justificativa;
metodologias;
objetivos;
identificação do responsável pela Orientação de Estágio;
definição de possíveis campos/ áreas para realização de estágios.
O estágio somente poderá ser realizado de maneira concomitante com o curso, ou seja,
ao aluno será permitido realizar estágio apenas enquanto estiver regularmente
matriculado. Após a conclusão de todos os componentes curriculares será vedada a
realização de estágio supervisionado.
4.9.
Novas Organizações Curriculares
O Plano de Curso propõe a organização curricular estruturada em três módulos, com um
total de 1200 horas ou 1500 horas-aula.
A Unidade Escolar, para dar atendimento às demandas individuais, sociais e do setor
produtivo, poderá propor nova organização curricular, alterando o número de módulos,
distribuição das aulas e dos componentes curriculares. A organização curricular proposta
levará em conta, contudo, o perfil de conclusão da habilitação, da qualificação e a carga
horária prevista para a habilitação.
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A nova organização curricular proposta entrará em vigor após a homologação pelo Órgão
de Supervisão Educacional do Ceeteps.
CAPÍTULO 5
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
O aproveitamento de conhecimentos e experiências adquiridas anteriormente pelos
alunos, diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva
habilitação profissional, poderá ocorrer por meio de:
 disciplinas de caráter profissionalizante cursadas no Ensino Médio;
 qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros
cursos;
 cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, mediante
avaliação do aluno;
 experiências adquiridas no trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação
do aluno;
 avaliação de competências reconhecidas em processos formais de certificação
profissional.
O aproveitamento de competências, anteriormente adquiridas pelo aluno, por meio da
educação formal/ informal ou do trabalho, para fins de prosseguimento de estudos, será
feito mediante avaliação a ser realizada por comissão de professores, designada pela
Direção da Escola, atendendo os referenciais constantes de sua proposta pedagógica.
Quando o aproveitamento tiver como objetivo a certificação de competências, para
conclusão de estudos, seguir-se-ão as diretrizes a serem definidas e indicadas pelo
Ministério da Educação.
CAPÍTULO 6
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
A avaliação, elemento fundamental para acompanhamento e redirecionamento do
processo de desenvolvimento de competências estará voltado para a construção dos
perfis de conclusão estabelecidos para as diferentes habilitações profissionais e as
respectivas qualificações previstas.
Constitui-se num processo contínuo e permanente com a utilização de instrumentos
diversificados – textos, provas, relatórios, autoavaliação, roteiros, pesquisas, portfólio,
projetos, etc. – que permitam analisar de forma ampla o desenvolvimento de
competências em diferentes indivíduos e em diferentes situações de aprendizagem.
O caráter diagnóstico dessa avaliação permite subsidiar as decisões dos Conselhos de
Classe e das Comissões de Professores acerca dos processos regimentalmente previstos
de:
classificação;
reclassificação;
aproveitamento de estudos.
E permite orientar/ reorientar os processos de:
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recuperação contínua;
recuperação paralela;
progressão parcial.
Estes três últimos, destinados a alunos com aproveitamento insatisfatório, constituir-se-ão
de atividades, recursos e metodologias diferenciadas e individualizadas com a finalidade
de eliminar/ reduzir dificuldades que inviabilizam o desenvolvimento das competências
visadas.
Acresce-se ainda que, o instituto da Progressão Parcial cria condições para que os alunos
com menção insatisfatória em até três componentes curriculares possam,
concomitantemente, cursar o módulo seguinte, ouvido o Conselho de Classe.
Por outro lado, o instituto da Reclassificação permite ao aluno a matrícula em módulo
diverso daquele que está classificado, expressa em parecer elaborado por Comissão de
Professores, fundamentada nos resultados de diferentes avaliações realizadas.
Também através de avaliação do instituto de Aproveitamento de Estudos permite
reconhecer como válidas as competências desenvolvidas em outros cursos – dentro do
sistema formal ou informal de ensino, dentro da formação inicial e continuada de
trabalhadores, etapas ou módulos das habilitações profissionais de nível técnico, ou do
Ensino Médio ou as adquiridas no trabalho.
Ao final de cada módulo, após análise com o aluno, os resultados serão expressos por
uma das menções abaixo conforme estão conceituadas e operacionalmente definidas:
Menção
Conceito
Definição Operacional
MB
Muito Bom
B
Bom
O aluno obteve bom desempenho no desenvolvimento das competências do
componente curricular no período.
R
Regular
O aluno obteve desempenho regular no desenvolvimento das competências
do componente curricular no período.
I
Insatisfatório
O aluno obteve excelente desempenho no
competências do componente curricular no período.
desenvolvimento
O aluno obteve desempenho insatisfatório no
competências do componente curricular no período.
desenvolvimento
das
das
Será considerado concluinte do curso ou classificado para o módulo seguinte o aluno que
tenha obtido aproveitamento suficiente para promoção – MB, B ou R – e a frequência
mínima estabelecida.
A frequência mínima exigida será de 75% (setenta e cinco) do total das horas
efetivamente trabalhadas pela escola, calculada sobre a totalidade dos componentes
curriculares de cada módulo e terá apuração independente do aproveitamento.
A emissão de Menção Final e demais decisões, acerca da promoção ou retenção do
aluno, refletirão a análise do seu desempenho feita pelos docentes nos Conselhos de
Classe e/ ou nas Comissões Especiais, avaliando a aquisição de competências previstas
para os módulos correspondentes.
CAPÍTULO 7
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
7.1. Laboratório: 1°, 2° e 3° Módulos
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Espaço físico – 70m²
7.1.1. Equipamentos Necessários
Carro de transporte de malas.
DVD.
Microcomputador.
Impressora multifuncional.
Monitor de TV.
Receptor GPS portátil.
7.1.2. Acessórios/ Mobiliários
Balcão de recepção.
Conjunto de estofado de 2 ou 3 lugares.
Arquivo de aço.
Cadeira giratória.
Mesa escrivaninha.
Suporte para TV.
Quadro magnético em madeira.
2 Máquinas Fotográficas (de preferência digital).
1 Filmadora (portátil digital).
4 Microfones.
4 Caixas de Som.
3 Microcomputadores: softwares.
2 Impressoras Multifuncionais.
1 Scanner.
1 TV 29”.
1 Video DVD.
1 Datashow.
1 Tela
Acessórios mínimos para o laboratório
4 Cadeiras giratória.
2 Mesas para computador.
1 Mesa retangular para reuniões.
1 Mesa oval de apoio para eventos.
1 Mesa para recepção.
1 Rack (para a televisão e vídeo/DVD).
1 Telefone.
1 Estante para livros.
1 Quadro de avisos.
1 Quadro branco (1,2 metros de altura por 2,00 metros de largura).
1 Arquivo com gavetas em aço.
1 Armário com portas com chaves (guardar vídeos institucionais e demais materiais)
em aço.
1 Estante para guardar material informativo.
40 carteiras para os alunos.
40 cadeiras sem ser giratória.
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LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
1. 20 computadores com acesso a internet.
2. mesa do professor.
3. quadro branco.
BIBLIOGRAFIA
MÓDULO I
I.1 – ASPECTOS GEOGRÁFICOS E FORMATAÇÃO DO PRODUTO TURÍSTICO
BARROS, Nilton Cortez – Manual de Geografia do Turismo – Meio ambiente, cultura
e paisagens – Editora UFPE – Recife – 2002.
RODRIGUES, Adyr Balastreri – Turismo e Espaço: rumo a um conhecimento
transdisciplinar – Editora HUCITEC – São Paulo – 1999.
RUSCHAMNN, Dorin Van; SOLHA, Karina Toledo – Planejamento Turístico – Editora
MANOLE – Barueri – 2006.
YAZIGI, Eduardo – Turismo, Espaço, Paisagem e Cultura – Editora HUCITEC – São
Paulo – 1996.
I.2 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA
BARKER, Alan – Aprimore Suas Técnicas de Comunicação – Editora CLIO – São
Paulo – 2007.
MAZZAROTO, Luiz Fernando; CAMARGO, Davi Dias; SOARES, Ana Maria Hevera –
Mini Manual de Redação – Editora DCL – São Paulo – 2001.
SAVIOLLI, Platão; FIORIN, José Luiz – Para Entender o Texto – Editora ÁTICA –
São Paulo – 1995.
VIEIRA, Maria Christina de Andrade – Comunicação Empresarial: etiqueta e ética nos
negócios – Editora SENAC – 2ª Edição – São Paulo – 2007.
I.3 – ASPECTOS HISTÓRICOS E FORMATAÇÃO DO PRODUTO TURÍSTICO
BAHL, Miguel – Legados Étnicos & Oferta Turística – Editora JURUÁ – Curitiba –
2004.
LINHARES, Maria Yedda – História Geral do Brasil – Editora CAMPUS – 19ª Edição
– Rio de janeiro – 2000.
PINHEIRO, Paulo Sérgio; SACHS, Ignacy; WILHEIM, Jorge – Brasil: um século de
transformações – Editora COMPANHIA DAS LETRAS – São Paulo – 2001.
I.4 – FUNDAMENTOS DO TURISMO E DA HOSPITALIDADE
ANDRADE, José Vicente de – Turismo: fundamentos e dimensões – Editora ÁTICA
São Paulo – 2002.
BENI, Mario Carlos – Análise Estrutural do Turismo – Editora SENAC – 9ª Edição
São Paulo – 2003.
CAMPOS, Luiz Cláudio de A. Menescal; GONÇALVES, Maria Helena Barreto
Introdução ao Turismo e Hotelaria – Editora SENAC – São Paulo – 1998.
LAGE, Beatriz Helena Gales; MILONE, Paulo César – Turismo: teoria e prática
Editora ATLAS – São Paulo – 2000.
–
–
–
–
I.5 – TIPOLOGIA DE TRANSPORTES
LA TORRE, Francisco – Sistema de Transportes Turísticos – Editora ROCA – São
Paulo – 2002.
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
PALHARES, Guilherme – Transportes Turísticos – Editora ALEPH – São Paulo –
2002.
PAOLILLO, André Milton; RYOWSKI, Mirian – Coleção ABC do Turismo –
Transportes – Editora ALEPH – São Paulo – 2002.
I.6 – ÉTICA E RELAÇÕES INTERPESSOAIS
ARAÚJO, Cíntia Molle – Ética e Qualidade no Turismo – Editora ATLAS – São Paulo
– 2003.
BARROS FILHO, Clovis de – Ética na Comunicação – Editora SUMMUS – São Paulo
– 2008.
CRIVELARO, Rafael; TAKAMORI, Jorge Tukio – Dinâmica nas Relações
Interpessoais – Editora ALIENA E ÁTOMO – Campinas – 2005.
VIEIRA, Maria Christina de Andrade – Comunicação Empresarial: etiqueta e ética nos
negócios – Editora SENAC – 2ª Edição – São Paulo – 2007.
I.7 – APLICATIVOS INFORMATIZADOS
RAMALHO, José Antonio Alves – Introdução à Informática: teoria e prática – Editora
BERKELEY BRASIL – São Paulo – 2002.
VELLOSO, Fernando de Castro – Informática: conceitos básicos – Editora CAMPUS
– Rio de Janeiro – 2002.
I.8 – MANIFESTAÇÕES POPULARES
ARAÚJO, Alceu Maynard – Cultura Popular Brasileira – Editora MARTINS FONTES
São Paulo – 2007.
BARRETO, Margarita – Turismo e Legado Cultural – Editora PAPIRUS – Campinas
2000.
HUGHES, Howard – Arte, Entretenimento e Turismo – Editora ROCA – São Paulo
2004.
ORTIZ, Renato – Cultura Brasileira & Identidade Nacional – Editora BRASILIENSE
São Paulo – 2006.
–
–
–
–
MÓDULO II
II.1 – PRIMEIROS SOCORROS
HAFEN, Brent Q.; FRANDSEN, Kathryn I.; KARREN, Keith J. – Primeiros Socorros
para Estudantes – Editora MANOLE – Barueri – 2002.
LACOMBE, Gilles – Os Primeiros Socorros – Editora INSTITUTO PIAGET – Lisboa –
2000.
II.2 – TEORIA E TÉCNICA PROFISSIONAL DO GUIA DE TURISMO REGIONAL
CARVALHO, Paulo Jorge – Condução de Grupos de Turismo – Editora CHRONOS –
São Paulo – 2002.
RAPOSO, Alexandre – Turismo no Brasil: um guia para o guia – Editora SENAC –
São Paulo – 2002.
TAVARES, Adriana de Menezes – Coleção ABC do Turismo – City Tour – Editora
ALEPH – São Paulo – 2002.
II.3 – INGLÊS INSTRUMENTAL
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Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
Editorial Libsa – Inglês: guia de conversação para viagem – Editora ARX – São Paulo
– 2003.
Inglês para El Viajero – Editora LONELY PLANET – Porto – 2006.
OLIVEIRA, Luciana A. – English for Tourism Students – Editora ROCA – São Paulo –
2001.
II.4 – ESPANHOL INSTRUMENTAL
CARON, Susana Demaestri – Hasta La Vista! Espanhol para Quem Quer Viajar –
Editora NOVA ALEXANDRIA – São Paulo – 2002.
FABRIZIO, Diego – Espanhol Sem Gafes – Guia de Turismo, Lazer e Negócios –
Editora LETRAVIVA – Brasília – 2005.
MASIP, Vicente – Gramática Española para Brasileños – Editora DIFUSION –
Barcelona – 1999.
II.5 – ELEMENTOS ARTÍSTICOS E ARQUITETÔNICOS
GLANCEY, Jonathan – A História da Arquitetura – Editora LOYOLA – São Paulo –
2007.
GOMBRICH, E. H. – A História da Arte – Editora LTC – São Paulo – 2000.
PROENÇA, Graça – História da Arte – Editora ÁTICA – São Paulo – 1997.
II.6 – PLANEJAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EM GUIA
DE TURISMO
DENKER, Ada de Freitas Meneti – Pesquisa em Turismo – Editora SARAIVA – São
Paulo – 2007.
Organização Mundial de Turismo – Introdução à Metodologia da Pesquisa em
Turismo – Editora ROCA – São Paulo – 2006.
RYWOSKI, Miriam – Turismo e Pesquisa Científica – Editora PAPIRUS – Campinas –
2000.
II.7 – TÉCNICAS E PRÁTICAS DE LAZER E EVENTOS
BOULTON, Roberto C. – Atividades Turísticas e Recreativas: o homem como
protagonista – Editora EDUSC – São Paulo – 2004.
BRUHUS, Heloísa (Org.) – Introdução aos Estudos do Lazer – Editora UNICAMP –
Campinas – 1997.
CAVALLARI, Vinícius Ricardo; ZACHARIAS, Vany – Trabalhando com Recreação –
Editora ÍCONE – São Paulo – 2007.
GIACAGLIA, Maria Cecília – Organização de Eventos – Editora PIONEIRA
THOMPSON LEARNING – São Paulo – 2004.
MÓDULO III
III.1 – TEORIA E TÉCNICA PROFISSIONAL DO GUIA DE TURISMO NACIONAL E
AMÉRICA DO SUL
CAMPOS, Fernando Henrique; SERPA, Esmeralda Macedo – Guia de Turismo:
viagens técnicas e avaliação – Editora ÉRICA – São Paulo – 2010.
CARVALHO, Paulo Jorge – Condução de Grupos de Turismo – Editora CHRONOS –
São Paulo – 2002.
TRIGO, Luiz Gonzaga G. – Turismo Básico – Editora SENAC – 2ª Edição – São
Paulo – 2002.
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III.2 – MUSEOLOGIA
BRASIL, Ministério da Cultura – Política Nacional de Museus – Editora MINC –
Brasília – 2007.
FUNARI, Pedro Paulo; PINSKY, Jaime – Turismo e Patrimônio Cultural – Editora
CONTEXTO – São Paulo – 2003.
LEITE, Maria Isabel; OSTETTO, Luciana Esmeralda – Museu, Educação e Cultura –
Editora PAPIRUS – Campinas – 2005.
VASCONCELLOS, Camilo de Mello – Turismo e Museus – Editora ALEPH – São
Paulo – 2006.
III.3 – INGLÊS INSTRUMENTAL II
OLIVEIRA, Luciana A. – English for Tourism Students – Editora ROCA – São Paulo –
2001.
STUTT, Peter; JACOB, Mirian – English for International Tourism Course Book –
Editora LONGMAN – Espanha – 1997.
III.4 – ESPANHOL INSTRUMENTAL II
ARIAS, Sandra – Espanhol para Viagem – Editora CAMPUS – Rio de Janeiro – 2006.
CARON, Susana Demaestri – Hasta La Vista! Espanhol para Quem Quer Viajar –
Editora NOVA ALEXANDRIA – São Paulo – 2002.
III.5 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
DENKER, Ada de Freitas Meneti – Pesquisa em Turismo – Editora SARAIVA – São
Paulo – 2007.
FERREIRA, Maria Nazareth – Alternativas Metodológicas para a Produção Científica
– Editora CELACC–ECA/ USP – São Paulo – 2006.
GIL, Antonio Carlos – Como Elaborar Projetos de Pesquisa – Editora ATLAS – São
Paulo – 1991.
SEVERINO, Antonio Joaquim – Metodologia do Trabalho Científico – Editora
CORTEZ – 23ª Edição – São Paulo – 2007.
III.6 – ETIQUETA PROFISSIONAL
BENNETT, Carole – Etiqueta nos Negócios – Editora CENGAGE LEARNING – São
Paulo – 2008.
GRION, Laurinda – Etiqueta e Marketing Pessoal – Editora MADRAS – São Paulo –
2008.
MATARAZZO, Cláudia – Etiqueta Sem Frescuras – Editora MELHORAMENTOS –
31ª Edição – São Paulo – 2005.
VIEIRA, Maria Christina de Andrade – Comunicação Empresarial: etiqueta e ética nos
negócios – Editora SENAC – 2ª Edição – São Paulo – 2007.
III.7 – LEGISLAÇÃO APLICADA AO GUIA DE TURISMO
BOITEUX, Bayard de Couto – Legislação de Turismo – Editora CAMPUS – Rio de
Janeiro – 2005.
MAMEDE, Gladston – Agências de Viagens e Excursões: regras jurídicas, problemas
e soluções – Editora MANOLE – Barueri – 2003.
Organização Mundial do Turismo – Código de Ética do Turismo – 2000.
III.8 – MEIO AMBIENTE E TURISMO
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DIAS, Reinaldo – Turismo Sustentável e Meio Ambiente – Editora ATLAS – São
Paulo – 2003.
FERRETI, Eliane Regina – Turismo e Meio Ambiente: uma abordagem integrada –
Editora ROCA – São Paulo – 2002.
RODRIGUES, Adyr Balastreri – Turismo e Ambiente: reflexões e propostas – Editora
HUCITEC – São Paulo – 2000.
CAPÍTULO 8
PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
A contratação dos docentes, que irão atuar no Curso de TÉCNICO EM GUIA DE
TURISMO, será feita por meio de Concurso Público como determinam as normas próprias
do Ceeteps, obedecendo à ordem abaixo discriminada:
 Licenciados na Área Profissional relativa à disciplina;
 Graduados na Área da disciplina;
O Ceeteps proporcionará cursos de capacitação para docentes voltados para o
desenvolvimento de competências diretamente ligadas ao exercício do magistério, além
do conhecimento da filosofia e das políticas da educação profissional.
Titulações docentes por componente curricular*
Componente Curricular
Aplicativos Informatizados
Aspectos Geográficos e Formatação
do Produto Turístico
Aspectos Históricos e Formatação
do Produto Turístico
Titulação
Administração de Sistemas de Informação; Análise de Sistemas/
Sistemas de Informação; Análise de Sistemas Administrativos em
Processamento de Dados; Análise de Sistemas de Informação;
Análise de Sistemas e Tecnologia da Informação; Ciências da
Computação; Computação; Computação (LP); Computação
Científica;
Engenharia
da
Computação;
Informática/
Processamento de Dados; Informática/ Processamento de Dados
(EII); Matemática Aplicada às Ciências da Computação;
Matemática Aplicada e Computação Científica; Matemática
Aplicada e Computacional; Matemática com Informática;
Matemática Computacional/ Física Computacional/ Física - Opção
Informática; Programação de Sistemas (EII); Sistemas de
Informação/ Análise de Sistemas; Sistemas e Tecnologia da
Informação (LP); Tecnologia (qualquer modalidade na área de
Informática); Tecnologia da Informação e Comunicação;
Tecnologia em Análise de Sistemas e Tecnologia da Informação;
Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas; Tecnologia em
Projetos de Sistemas de Informações; Tecnologia em Sistemas da
Informação.
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Turismo; Estudos Sociais com Habilitação em
Geografia (LP); Geografia; Geografia (LP); Lazer e Turismo;
Tecnologia em Gestão de Empresas Turísticas; Tecnologia em
Turismo; Tecnologia em Turismo e Hospitalidade; Tecnologia em
Turismo e Hotelaria; Turismo; Turismo com ênfase em Hotelaria.
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Turismo; Ciências Sociais (LP)/ Sociologia e
Política (LP)/ Sociologia (LP); Ciências Sociais/ Sociologia e
Política/ Sociologia; Estudos Sociais com Habilitação em História
(LP); História; Lazer e Turismo; Tecnologia em Gestão de
Empresas Turísticas; Tecnologia em Gestão de Turismo e
Hotelaria; Tecnologia em Turismo; Tecnologia em Turismo e
Hospitalidade; Tecnologia em Turismo e Hotelaria; Turismo;
Turismo com ênfase em Hotelaria.
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia
de Turismo
Elementos Artísticos e
Arquitetônicos
Espanhol Instrumental I e II
Ética e Relações Interpessoais
Etiqueta e Marketing Pessoal nas
Relações Profissionais
Fundamentos do Turismo e da
Hospitalidade
Inglês Instrumental I e II
Legislação Aplicada ao Guia de
Turismo
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Turismo; Administração em Turismo e
Hotelaria; Tecnologia em Gestão de Empresas Turísticas;
Tecnologia em Gestão de Turismo e Hospitalidade; Tecnologia
em Gestão de Turismo e Hotelaria; Tecnologia em Hotelaria;
Tecnologia em Turismo; Tecnologia em Turismo e Hospitalidade;
Tecnologia em Turismo e Hotelaria; Turismo; Turismo (EII);
Turismo com ênfase em Hotelaria.
Arquitetura (qualquer modalidade); Artes Plásticas; Artes Visuais;
Desenho e Plástica; Educação Artística (LP) - qualquer
Habilitação; Museologia; Sociologia/ Ciências Sociais.
Letras - Neolatinas (G e LP); Letras com Habilitação em
Espanhol; Letras com habilitação em Secretariado Executivo
Bilingüe/ Espanhol; Letras com Habilitação em Tradutor e
Intérprete/ Espanhol; Secretário/ Secretariado Executivo com
Habilitação em Espanhol; Tecnologia em Automação de Escritório
e Secretariado/ Espanhol; Tecnologia em Formação de
Secretario/ Espanhol; Tecnologia em Secretariado Executivo
Bilingüe/ Espanhol; Tradutor e Intérprete com Habilitação em
Espanhol.
Administração
(qualquer
modalidade);
Administração
em
Recursos Humanos; Psicologia; Psicologia (LP); Sociologia/
Ciências Sociais; Sociologia/ Ciências Sociais (LP); Tecnologia
em Gestão de Recursos Humanos; Tecnologia em Turismo;
Tecnologia em Turismo e Hospitalidade; Turismo; Turismo (EII).
Administração em Hotelaria; Administração em Turismo;
Administração
Hoteleira/
Administração
em
Hotelaria;
Administração-Habilitação em Hotelaria e Turismo; Hotelaria;
Lazer e Turismo; Tecnologia em Administração Hoteleira;
Tecnologia em Gestão de Empreendimentos de Turismo e
Hotelaria; Tecnologia em Gestão de Empresas Turísticas;
Tecnologia em Gestão de Eventos/ Tecnologia em Eventos ;
Tecnologia em Gestão de Turismo e Hospitalidade; Tecnologia
em Gestão de Turismo e Hotelaria; Tecnologia em Hotelaria;
Tecnologia em Turismo; Tecnologia em Turismo e Hospitalidade;
Tecnologia em Turismo e Hotelaria; Turismo; Turismo com ênfase
em Hotelaria.
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Hotelaria; Administração em Turismo;
Administração em Turismo e Hotelaria; Administração Hoteleira/
Administração em Hotelaria; Gestão Hoteleira; Hotelaria; Lazer e
Turismo; Tecnologia em Administração de Eventos; Tecnologia
em Administração Hoteleira; Tecnologia em Gestão de
Empreendimentos de Turismo e Hotelaria; Tecnologia em Gestão
de Empresas Turísticas; Tecnologia em Gestão de Eventos/
Tecnologia em Eventos; Tecnologia em Gestão de Turismo e
Hospitalidade; Tecnologia em Gestão de Turismo e Hotelaria;
Tecnologia em Gestão Hoteleira; Tecnologia em Hotelaria;
Tecnologia em Turismo; Tecnologia em Turismo e Hospitalidade;
Tecnologia em Turismo e Hotelaria; Turismo; Turismo (EII);
Turismo com ênfase em Hotelaria.
Letras com Habilitação em Inglês (LP); Letras com Habilitação em
Secretário Bilingüe/ Inglês; Letras com Habilitação em Tradutor e
Intérprete/ Inglês; Língua Inglesa - Modalidade Secretariado
Bilingüe; Secretário/ Secretariado Executivo com Habilitação em
Inglês; Tecnologia em Automação de Escritório e Secretariado/
Inglês; Tecnologia em Formação de Secretário/ Inglês; Tecnologia
em Secretariado Executivo Bilingüe/ Inglês; Tradutor e Intérprete
com Habilitação em Inglês.
Administração em Turismo; Administração-Habilitação em
Hotelaria e Turismo; Ciências Jurídicas; Ciências Jurídicas e
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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Linguagem, Trabalho e Tecnologia
Manifestações Populares
Meio Ambiente e Turismo
Museologia
Planejamento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia
de Turismo
Primeiros Socorros
Técnicas e Práticas de Lazer e
Eventos
Teoria e Técnica Profissional do
Guia de Turismo Excursão Nacional
- Brasil/América do Sul
Teoria e Técnica Profissional do
Guia de Turismo Regional/SP
Sociais; Direito.
Letras com Habilitação em Lingüística; Letras com Habilitação em
Português (LP); Letras com Habilitação em Secretário Bilingüe/
Português; Letras com Habilitação em Secretário Executivo
Bilíngue/ Português; Letras com habilitação em Tradutor e
Intérprete/ Português; Letras com Habilitação em Tradutor e
Intérprete/ Português; Lingüística (G e LP); Secretariado/
Secretariado Executivo; Secretário/ Secretariado Executivo com
Habilitação em Português; Tecnologia em Automação de
Escritório e Secretariado; Tecnologia em Formação de Secretário;
Tecnologia em Secretariado Executivo Bilingüe; Tradutor e
Intérprete com Habilitação em Português.
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Turismo; Artes Plásticas; Artes Plásticas (LP);
Artes Visuais; Artes Visuais (LP); Ciências Sociais (LP)/
Sociologia e Política (LP)/ Sociologia (LP); Ciências Sociais/
Sociologia e Política/ Sociologia; Desenho e Plástica; Desenho e
Plástica (LP); Educação Artística (LP) - qualquer Habilitação;
Lazer e Turismo; Sociologia/ Ciências Sociais (LP); Sociologia/
Ciências Sociais/ Sociologia e Política; Tecnologia em Turismo;
Tecnologia em Turismo e Hospitalidade; Tecnologia em Turismo e
Hotelaria; Turismo; Turismo com ênfase em Hotelaria.
Biologia; Biologia(LP); Geografia; Geografia (LP); Tecnologia em
Gestão Ambiental; Tecnologia em Turismo; Turismo; Turismo
(EII); Turismo com ênfase em Hotelaria.
Administração em Turismo; Administração-Habilitação em
Hotelaria e Turismo; Artes Plásticas; Artes Plásticas (LP); Artes
Visuais; Artes Visuais (LP); Ciências Sociais (LP)/ Sociologia e
Política (LP)/ Sociologia (LP); Ciências Sociais/ Sociologia e
Política/ Sociologia; Educação Artística com habilitação em Artes
Plásticas; Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas
(LP); História; História (LP); Lazer e Turismo; Museologia;
Tecnologia em Gestão de Empresas Turísticas; Tecnologia em
Gestão de Turismo e Hospitalidade; Tecnologia em Turismo;
Tecnologia em Turismo e Hospitalidade; Tecnologia em Turismo e
Hotelaria; Turismo; Turismo com ênfase em Hotelaria.
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Turismo; Administração em Turismo e
Hotelaria; Tecnologia em Gestão de Empresas Turísticas;
Tecnologia em Gestão de Turismo e Hospitalidade; Tecnologia
em Gestão de Turismo e Hotelaria; Tecnologia em Hotelaria;
Tecnologia em Turismo; Tecnologia em Turismo e Hospitalidade;
Tecnologia em Turismo e Hotelaria; Turismo; Turismo (EII);
Turismo com ênfase em Hotelaria.
Biomedicina; Enfermagem; Enfermagem (LP); Medicina.
Administração
Habilitação
em Hotelaria e Turismo;
Administração em Hotelaria; Administração em Turismo;
Administração em Turismo e Hotelaria; Educação Física;
Educação Física (LP); Gestão Hoteleira; Hotelaria; Lazer e
Turismo; Tecnologia em Hotelaria; Tecnologia em Gestão de
Eventos/ Tecnologia em Eventos; Tecnologia em Lazer e Turismo/
Tecnologia em Lazer e Recreação; Tecnologia em Turismo;
Tecnologia em Turismo e Hospitalidade; Tecnologia em Turismo e
Hotelaria; Turismo; Turismo (EII);Turismo com ênfase em
Hotelaria.
Qualquer
bacharelado
ou
graduação
tecnológica,
com
credenciamento no Min do Turismo para Guia de Turismo Turismo
(EII)-cred. Min. do Turismo-Guia de Turismo de Excursão
Nacional e América do Sul.
Administração (qualquer modalidade); Administração - Habilitação
em Hotelaria e Turismo; Qualquer bacharelado ou graduação
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tecnológica, com credenciamento no Min do Turismo para Guia de
Turismo; Tecnologia em Turismo; Tecnologia em Turismo e
Hospitalidade; Tecnologia em Turismo e Hotelaria; Turismo;
Turismo (EII)-cred. Min. do Turismo-Guia de Turismo de Excursão
Nacional e América do Sul.
Tecnologia em Logística; Tecnologia em Turismo; Tecnologia em
Tipologia de Transportes
Turismo e Hospitalidade; Turismo; Turismo (EII).
* O quadro acima apresenta a indica ção da formação e qualificação para a função docente. Para a
organização dos concursos públicos, a unidade escolar deverá consultar o Catálogo de Requisitos
de Titulação para Docência.
CAPÍTULO 9
CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Ao aluno concluinte do curso será conferido e expedido o diploma de TÉCNICO EM GUIA
DE TURISMO, satisfeitas as exigências relativas:
 ao cumprimento do currículo previsto para habilitação;
 à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
O primeiro módulo não oferece terminalidade e será destinado à construção de um
conjunto de competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais
complexas, previstas para os módulos subsequentes.
Ao término dos dois primeiros módulos, o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação
Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E LAZER.
Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que tenha
realizado no minimo 3 (três) viagens técnicas, no Estado de São Paulo, num total de 100
horas (sendo uma viagem livre e duas viagens com pernoite) acompanhado de
profissional credenciado pelo Ministério do Turismo, fará jus ao Certificado de
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP.
Ao concluinte dos MÓDULO I, II e III maior de 18 anos ou emancipado, que tenha
realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas num total de 100 horas (sendo uma viagem
aérea, uma viagem interestadual, uma viagem livre) acompanhado de profissional
credenciado pelo Ministério do Trabalho, fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica
de Nível Médio de GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO
SUL.
Os certificados e o diploma terão validade nacional e serão acompanhados de históricos
escolares que explicitarão as competências profissionais adquiridas.
ANEXO A
Qualificação Técnica de Nível Médio de Guia de Turismo Regional/SP.
 Realizar três(3) viagens técnicas ( acompanhados pelo Guia Credenciado no Ministério
do Turismo e pelo professor responsável) no Estado de São Paulo, num total de 100
horas:


2 (duas) viagens com pernoite;
1(uma) viagem livre.
Procedimentos:
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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1- As viagens técnicas para a qualificação de Guia de Turismo Regional/SP terão que
totalizar obrigatoriamente 100 horas.
2- As simulações para as viagens deverão ser feitas nas aulas regulares.
3- Todo aluno que realizar as viagens técnicas deverá ser avaliado pelo Guia
Credenciado no Ministério do Turismo e pelo professor responsável.
4- Cada viagem terá uma avaliação.
5- A frequência mínima das viagens técnicas é de 100%.
6- As viagens poderão ser iniciadas concomitantemente com o módulo II (respeitando a
idade de 18 anos ou emancipado), mas a certificação só ocorrerá no módulo III.
7- As fichas de avaliação das viagens deverão ser arquivadas no prontuário do aluno.
I Qualificação Técnica de Nível Médio de Guia de Turismo de Excursão NacionalBrasil/América do Sul.
 Realizar três(3) viagens técnicas (acompanhados pelo Guia Credenciado no Ministério
do Turismo e pelo professor responsável) num total de 100 horas:



1(uma) viagem com procedimento de aeroporto( aérea) com pernoite;
1(uma) viagem interestadual, com pernoite;
1(uma) viagem livre.
Procedimentos
1- As viagens técnicas para a qualificação de Guia de Turismo Nacional e da América do
Sul terão que totalizar obrigatoriamente 100 horas.
2- As simulações para as viagens deverão ser feitas nas aulas regulares.
3- Todo aluno que realizar as viagens técnicas deverá ser avaliado pelo Guia
Credenciado no Ministério do Turismo e pelo professor responsável.
4- Cada viagem terá uma avaliação.
5- A freqüência mínima das viagens técnicas é de 100%.
6- As viagens só poderão ser realizadas no módulo III (idade de 18 anos ou
emancipado).
7- As viagens realizadas na qualificação de Guia de Turismo Regional não poderão ser
contabilizadas para o Guia de Turismo de Excursão Nacional-Brasil/América do Sul.
8- Para o credenciamento nas duas categorias de Guia será necessário 6 viagens num
total de 200 horas;
9- As fichas de avaliação das viagens deverão ser arquivadas no prontuário do aluno.
Observação: as viagens deverão ser realizadas com Agência de Viagens
cadastradas na EMBRATUR.
ANEXO B
Procedimentos da Unidade Escolar para o cadastramento no Ministério do Turismo:
Os pareceres serão emitidos pelo Ministério do Turismo para reconhecer a oferta das
qualificações técnicas de nível médio de Guia de Turismo Regional/SP e Guia de Turismo
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Excursão Nacional – Brasil/América do Sul, para que assim os egressos do curso
possam, posteriormente, solicitar o cadastramento no Ministério do Turismo e receber sua
carteira profissional. Para emissão dos pareceres será necessário enviar :
1- Ofício da Direção da Unidade Escolar contendo:
2- Nome da ETEc
3- Nome Fantasia
4- Razão Social
5- CNPJ nº:
6- Endereço completo
7- Telefones, FAX, e-mail e site se possuir
8- Coordenador (a) responsável pelo Curso naquela unidade, telefone e e-mail para
contato
9- Nome do Curso e as qualificações técnicas administradas.
10- Comprovantes de legalidade do curso:



portaria de autorização do curso;
portaria de ciência do CEE;
relação dos alunos matriculados.
Observação 1: Ofícios separados para o Guia de Turismo Regional/ SP e o Guia de
Turismo de Excursão Nacional-Brasil/ América do Sul.
Endereço do Ministério do Turismo
Aos cuidados do Setor de Guias.
Setor Comercial Norte – SCN, Quadra 06, Bloco A, 12 andar, sala 1204 – Brasília – DF –
Brasil
CEP - 70716-900
Tel: (XX) (61) – 2023-8216
Fax (XX) (61) - 2023-8239
Email:[mailto:[email protected]]
Observação 2: assim que a U.E. receber a cópia do parecer emitido pelo Ministério do
Turismo deverá arquivá-lo e depois inserir seu número no verso de Certificado ou Diploma
emitido ao final do curso.
Observação 3: encaminhar para o mesmo endereço a relação dos alunos que concluíram
as Qualificações de Guia de Turismo Regional/SP e o Guia de Turismo de Excursão
Nacional-Brasil/ América do Sul.
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MODELO
FICHA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE VIAGEM TÉCNICA
Destino da visita/viagem técnica:
________________________________________________________________________
Data: __________Total de horas __________Pernoite (
) Aérea (
) Rodoviária (
)
Professor Responsável:___________________________________________________
R.G.: _____________________________
Guia Credenciado: ______________________________________Credencial nº _____
Aluno
Nº
Observações
Conceito Final do Ponto
Conceito Final das
Atividades
__________________________________
Assinatura do Professor Responsável
Conceito Global
____________________________
Assinatura do Guia de Turismo
Ficha Avaliação de Visita/Viagem Técnica I (EXEMPLO)
Nº
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Ponto
Aspectos Históricos
Aspectos Geográficos
Rod. Castelo Branco – SP
Aeroporto de Guarulhos
(Gru)
Rod. Regis Bittencourt Br –
116
Aeroporto Afonso Pena
(Cwb)
Aeroporto Bacacheri (Cwb)
Hotel Slaviero Braz –
Palácio Avenida
Rua das Flores – Boca
Maldita
Vida Noturna
Gastronomia
Títulos da cidade de
Curitiba
Aluno
1
2
3
4
5
6
7
CF
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13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
Universidade livre do Meio
Ambiente
Memorial Ucraniano –
Parque Tingui
Parque Parigui
Parque Tangua
Catedral
Teatro Guairá
Jardim Botânico
Bosque do Papa
Bosque do Alemão
Memorial de Curitiba
Largo da Ordem/Feira de
Artesanato
Museu Oscar Niemeyer
Ópera de Arame
Farol do Saber
Praça Japão
Torre da Telepar
Rodoferroviária
Shopping Cristal
Eventos Importantes
Universidade Federal de
Curitiba
Rua 24 Horas
Museu de Artes Sacras
Sistema de Transp. – Linha
Turismo
Parque Estadual do
Morumbi
Observações:
Legenda:
1 – Pontualidade: pontualidade do aluno durante a realização de todas as atividades.
2 – Apresentação: avaliação de como o estudante descreve o atrativo, sua fluência verbal
e qualidade do conteúdo das informações.
3 – Vestimenta: avaliação da conformidade da vestimenta em harmonia com a atividade
do guia de turismo.
4 – Postura: avaliação da postura física, automotivação (cordialidade e sentimento nas
palavras) do aluno durante a atividade.
5 – Pesquisa: qualidade da pesquisa realizada pelo aluno para a realização do guiamento.
6 - Participação: avaliação do envolvimento do aluno com a atividade nos momentos em
que não estiver realizando atividades.
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7 – Conhecimento da Atividade: avaliação do domínio do aluno em relação as atividades
executadas (guiamento de grupos, serviços de bordo, embarque e desembarque, check-in
no hotel, etc)
Conceitos: MB, B, R e I
______________________________
Assinatura do Professor Responsável
_________________________
Assinatura do Guia de Turismo
Ficha Avaliação de Visita/Viagem Técnica II (EXEMPLO)
Nº
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
Atividade
Verificação do veículo e
frigobar
Montagem do serviço de
bordo
Bus list e embarque
Armazenamento de
bagagens
Checagem de pax
Speech
Serviço de bordo – ida
Serviço de bordo – volta
Atividade de integração
Atividade de recreação
Atividade de recreação
Parada técnica
Parada técnica
Parada técnica
Check-in
Despacho de bagagem
Check-out
Armazenamento de
bagagens
Procedimentos de
restaurante
Procedimentos de
restaurante
Procedimentos de
restaurante
Desembarque
Despacho de bagagens
Aluno
1
2
3
4
5
6
7
CF
Observações:
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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Legenda:
1 – Pontualidade: pontualidade do aluno durante a realização de todas as atividades.
2 – Apresentação: avaliação de como o estudante descreve o atrativo, sua fluência verbal
e qualidade do conteúdo das informações.
3 – Vestimenta: avaliação da conformidade da vestimenta em harmonia com a atividade
do guia de turismo.
4 – Postura: avaliação da postura física, automotivação (cordialidade e sentimento nas
palavras) do aluno durante a atividade.
5 – Pesquisa: qualidade da pesquisa realizada pelo aluno para a realização do guiamento.
6 - Participação: avaliação do envolvimento do aluno com a atividade nos momentos em
que não estiver realizando atividades.
7 – Conhecimento da Atividade: avaliação do domínio do aluno em relação as atividades
executadas (guiamento de grupos, serviços de bordo, embarque e desembarque, check-in
no hotel, etc)
Conceitos: MB, B, R, e I
______________________________
Assinatura do Professor Responsável
_________________________
Assinatura do Guia de Turismo
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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PARECER TÉCNICO
Análise dos Itens do Plano de Curso
1.1. Identificação da Instituição
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
Os Planos de Curso das Habilitações Profissionais Técnicas de Nível Médio, das
Especializações, das Habilitações Profissionais Técnicas de Nível Médio Integradas ao
Ensino Médio são autorizadas para a Instituição “Centro Paula Souza”.
As Unidades Escolares para implantar o curso, já autorizado, deverão fazer
solicitação ao Diretor Superintendente, em até 120 dias antes do início do curso,
demonstrando que possuem todas as condições para a implantação do mesmo, de
acordo com as determinações da Portaria Ceeteps ou seja:
justificativa: relevância do curso para a região;
objetivos: impacto social resultante da oferta do curso;
infraestrutura: espaço físico, instalações, equipamentos, acervo bibliográfico,
recursos humanos.
O grupo de supervisão, juntamente com o especialista da área do curso, vi sitam a
Unidade Escolar e emitem parecer acerca do pedido, subsidiando o parecer do
Coordenador de Ensino Médio e Técnico oferecido à decisão do Diretor-Superintendente
a respeito da autorização da implantação.
1.2. Identificação do Curso
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Técnico em Guia de Turismo.
Eixo Tecnológico: Hospitalidade e Lazer.
O Eixo Tecnológico propõe uma carga horária de 800 horas. O curso apresentado
propõe um total de 1200 horas distribuídas em três semestres, com 400 horas cada um.
1.3. Justificativas e Objetivos
O turismo no Brasil se caracteriza por oferecer tanto ao turista brasileiro quanto ao
estrangeiro uma gama mais que variada de opções. Nos últimos anos, o governo tem feito
muitos esforços em políticas públicas para desenvolver o turismo brasileiro, com
programas que procuram baratear o deslocamento interno, desenvolvendo infraestrutura
turística e capacitando mão-de-obra para o setor, além de aumentar consideravelmente a
divulgação do país no exterior. São notáveis a procura pela Amazônia na região Norte, o
litoral na região Nordeste, o Pantanal e o Planalto Central no Centro-Oeste, além do
interesse pela arquitetura brasiliense, o turismo histórico em Minas Gerais, o litoral do Rio
de Janeiro e da Bahia e os negócios em São Paulo dividem o interesse no Sudeste, e os
pampas, o clima frio e a arquitetura germânica no Sul do país.
O guia de turismo é um dos principais agentes da atividade turística. Sua atuação é
essencial na formação da imagem que o turista terá do lugar visitado. A atuação do guia
de turismo reflete na imagem da operadora, na lealdade do cliente e na comunicação
boca – a – boca, como também pode ser um fator que diferencia os serviços de uma
operadora com relação aos seus concorrentes.
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1.4. Perfil Profissional
O perfil profissional proposto define a identidade do curso e está descrito de acordo
com o proposto no Eixo Tecnológico Hospitalidade e Lazer.
As competências gerais, atribuições e atividades estão baseadas na Classificação
Brasileira de Ocupações (CBO – 5114-05 – Guia de Turismo – Guia de Turismo
Especializado em Atrativo Turístico, Guia de Turismo Especializado em Excursão
Internacional, Guia de Turismo Especializado em Excursão Nacional, Guia de Turismo
Especializado em Turismo Regional.
O mercado de trabalho proposto está coerente com o proposto no C.N.C.T. e com
as áreas de atuação ou seja prestação de serviços em empresas de turismo e órgãos
governamentais de fomento ao turismo, nas esferas municipal, estadual e municipal e de
forma autônoma.
1.5. Organização Curricular
1.5.1. O currículo foi organizado de modo a garantir o que determina Resolução CNE/CEB
04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB nº 01/2005, o Parecer CNE/CEB nº 11/2008, a
Resolução CNE/CEB nº 03/2008 a Deliberação CEE nº 79/2008 e as Indicações CEE nº
08/2000 e 80/2008, assim como as determinações emanadas pelo Ministério do Turismo
e as competências profissionais que foram identificadas pelo Ceeteps, com a participação
da comunidade escolar.
O curso é estruturado em três módulos, articulados com 400 horas cada um,
distribuídos em três semestres letivos.
O curso de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO propõe saídas intermediárias, ou
seja O MÓDULO I não oferece terminalidade e será destinado à construção de um
conjunto de competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais
complexas, previstas para os módulos subsequentes; os MÓDULOS I e II propõe a
Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E LAZER. é o
profissional que organiza a logística de condução de grupos em eventos, assim como
realiza atividades de lazer e de animação sociocultural para os participantes dos eventos.
Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que
tenha realizado no minimo 3 (três) viagens técnicas, no Estado de São Paulo, num total
de 100 horas (sendo uma viagem livre e duas viagens com pernoite) acompanhado de
profissional credenciado pelo Ministério do Turismo, fará jus ao Certificado de
Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP.
Ao concluinte dos MÓDULO I, II e III maior de 18 anos ou emancipado, que tenha
realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas num total de 100 horas (sendo uma viagem
aérea, uma viagem interestadual, uma viagem livre) acompanhado de profissional
credenciado pelo Ministério do Turismo, fará jús ao Certificado de Qualificação Técnica de
Nível Médio de GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO
SUL.
As viagens realizadas para o GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP não poderão ser
contabilizadas para o GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA
DO SUL e vise-versa. As simulações para as viagens deverão ser feitas nas aulas
regulares.
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O curso é organizado por componentes curriculares que indicam as competências
e habilidades a serem construídas e bases tecnológicas, que são conhecimentos a serem
adquiridos e sua carga horária, tanto teórica com a carga horária da parte prática
desenvolvida em laboratórios.
O proposto nos componentes curriculares está coerente e suficiente para atingir o
perfil proposto para as saídas intermediárias e perfil profissional de conclusão.
O perfil profissional de conclusão está coerente com o perfil proposto ao C.N.C.T.,
assim como os temas propostos estão incluídos em todos os componentes curriculares do
curso.
1.5.2. A Metodologia Proposta
O currículo organizado por competências propõe aprendizagem focada no aluno,
enquanto sujeito de seu próprio desenvolvimento. O processo de aprendizagem propõe a
definição de projeto, problemas e/ ou questões geradoras que orientam e estimulam a
investigação, o pensamento e as ações e a solução de problemas.
A problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes de
formação se constituem em ferramentas básicas para a construção de competências,
habilidades, atitudes e informações.
1.5.3. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo a sistematização do
conhecimento pertinente à profissão e será desenvolvido mediante controle, orientação e
avaliação docente; permitirá aos alunos o conhecimento do campo de atuação
profissional, com suas peculiaridades, demandas e desafios.
O Trabalho de Conclusão de Curso envolverá necessariamente uma pesquisa
empírica, que será somada à pesquisa bibliográfica e dará embasamento prático e teórico
ao trabalho.
As atividades extraclasse, em número de 120 (cento e vinte) horas, destinadas ao
desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, serão acrescentadas às aulas
previstas para o curso e constarão do histórico escolar.
1.5.4. O Estágio Supervisionado
O curso não exige o cumprimento do estágio supervisionado e sua matriz curricular
conta com aproximadamente 250 horas-aula de práticas profissionais, que serão
desenvolvidas na escola ou em empresas da região, por meio de simulações,
experiências, ensaios e demais técnicas de ensino que permitam a vivência dos alunos
em situações próximas da realidade do mercado de trabalho.
O aluno, a seu critério, poderá realizar, enquanto estiver cursando, o estágio
supervisionado. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas deverão constar do
histórico escolar. A escola acompanhará as atividades de estágio definido no “Plano de
Estágio Supervisionado”.
1.6. Os critérios de “Aproveitamento de Estudos” e os critérios de “Avaliação de
Aprendizagem” estão propostos de acordo com a legislação vigente e o contido no
Regimento Comum das Escolas Técnicas Estaduais do Centro Estadual de Educação
Tecnológica do Centro Paula Souza.
1.7. Instalações, Materiais, Equipamentos, Acervo Bibliográfico
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As instalações propostas para as aulas teóricas e aulas práticas correspondem às
necessidades de cada componente curricular a ser desenvolvido, assim como atendem às
propostas estabelecidas para o desenvolvimento do curso, as referências bibliográficas e
as referências eletrônicas.
1.8. Pessoal Docente e Técnico
Toda Unidade Escolar conta com:
Diretor de Escola;
Diretor de Serviço Administrativo;
Diretor de Serviço Acadêmico;
Coordenador Pedagógico;
Coordenador de Área;
Grupo de Apoio;
Docentes.
A habilitação dos docentes está organizada de acordo com o componente
curricular que o mesmo deverá desenvolver. Esta relação regulamenta, também, os
concursos públicos e a atribuição de aulas.
São Paulo, 05 de janeiro de 2011.
_____________________
Esmeralda Macedo Serpa
R.G. 7.993.414
A professora Esmeralda Macedo Serpa é Mestre em Educação pela UNISO (Universidade
de Sorocaba), Bacharel em Turismo pela IBERO AMERICANA. Atualmente é consultora
especialista do Ministério da Educação, professora responsável por projetos no Centro
Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS), membro do corpo docente
do curso Superior de Tecnologia em Turismo e Hospitalidade Gestão em Turismo,
oferecido pela FATEC SP (Faculdade de Tecnologia de São Paulo) e consultora nas
áreas
de:
turismo,
desenvolvimento
sustentável,
patrimônio
cultural,
eventos,
agenciamento de viagens e implantação de cursos na área de turismo e hospitalidade.
Autora do livro Guia de Turismo Viagens Técnicas e Avaliação, publicado pela Editora
Érica Ltda em 2009.
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE 05-01-2011
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Estadual de Educação Tecnológica
Paula Souza designa Sabrina Rodero Ferreira Gomes, R.G. 19.328.301, Ivone Marchi
Lainetti Ramos, R.G. 12.308.925-6 e Sônia Regina Corrêa Fernandes, R.G. 9.630.7407, para procederem à análise e emitirem parecer técnico do Plano de Curso da
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO,
incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E
LAZER, GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP E GUIA DE TURISMO EXCURSÃO
NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO SUL, a ser implantada na rede de escolas do Centro
Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza – Ceeteps.
São Paulo, 05 de janeiro de 2011.
ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO
Coordenador de Ensino Médio e Técnico
CNPJ: 62823257/0001-09 131
Página nº 70
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO
A Supervisão Educacional, supervisão delegada pela Resolução SE nº 78, de 07/11/2008,
com fundamento no item 14.5 da Indicação CEE 08/2000, aprova o Plano de Curso do
Eixo Tecnológico de “Hospitalidade e Lazer”, referente à Habilitação Profissional Técnica
de Nível Médio de TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO, incluindo as Qualificações Técnicas
de Nível Médio de AUXILIAR DE EVENTOS E LAZER, GUIA DE TURISMO
REGIONAL/SP E GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO
SUL, a ser implantada na rede de escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica
Paula Souza, a partir de 18-01-2011.
São Paulo, 18 de janeiro de 2011.
Sabrina Rodero Ferreira
Gomes
Ivone Marchi Lainetti
Ramos
Sônia Regina C. Fernandes
R.G. 19.328.301
R.G. 12.308.925-6
R.G. 9.630.740-7
Supervisor Educacional
Supervisor Educacional
Diretor de Departamento
Supervisor Educacional
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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PORTARIA CETEC Nº 82, DE 18-01-2011
publicada no D.O.E. de 19-02-2011, seção I, página 63.
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico, no uso de suas atribuições, com fundamento
na Resolução SE nº 78, de 07/11/2008, e nos termos da Lei Federal 9394/96, Decreto
Federal nº 5154/04, Resolução CNE/CEB 04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB
01/2005, Parecer CNE/CEB nº 11, de 12/06/2008, Resolução CNE/CEB nº 03, de
09/07/08, Deliberação CEE 79/2008, das Indicações CEE 08/2000 e 80/2008 e, à vista do
Parecer da Supervisão Educacional, expede a presente Portaria:
Artigo 1º – Fica aprovado, nos termos do item 14.5 da Indicação CEE 08/2000 e artigo 9º
da Deliberação CEE nº 79/2008, o Plano de Curso do Eixo Tecnológico “Hospitalidade e
Lazer”, da seguinte Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio:
a) Técnico em Guia de Turismo, incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de
Auxiliar de Eventos e Lazer, de Guia de Turismo Regional/SP e de Guia de Turismo
Excursão Nacional – Brasil/América do Sul.
Artigo 2º – O curso referido no artigo anterior está autorizado a ser implantado na Rede
de Escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a partir de 18-012011.
Artigo 3º – Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus
efeitos a 18-01-2011.
São Paulo, 18 de janeiro de 2011.
ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO
Coordenador de Ensino Médio e Técnico
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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ANEXO
Matrizes Curriculares
EIXO TECNOLÓGICO: Hospitalidade e Lazer
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Técnico em Guia de Turismo
Lei Federal 9394/96, Decreto Federal nº 5154/04, Resolução CNE/CEB 04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB 01/2005, Parecer CNE/CEB nº 11, de 12/06/2008, Resolução CNE/CEB nº 03, de 09/07/08, Deliberação CEE 79/2008, das
Indicações CEE 08/2000 e 80/2008.
Plano de Curso aprovado pela Portaria CETEC nº 82, de 18 -01-2011, publicada no DOE de 19-02-2011, seção I, página 63.
MÓDULO I
MÓDULO II
Carga Horária (horas-aula)
Componentes Curriculares
I.1 – Aspectos Geográficos e Formatação do
Produto Turístico
I.2 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia
I.3 – Aspectos Históricos e Formatação do
Produto Turístico
I.4 – Fundamentos do Turismo e da
Hospitalidade
I.5 – Tipologia de Transportes
Teoria
Prática
Total
100
00
100
60
00
60
100
00
100
60
00
60
40
00
40
40
00
40
I.7 – Aplicativos Informatizados
00
60
60
I.8 – Manifestações Populares
40
00
40
TOTAL
Carga Horária (horas-aula)
Componentes Curriculares
II.1 – Primeiros Socorros
II.2 – Teoria e Técnica Profissional do Guia
de Turismo Regional/SP
II.3 – Inglês Instrumental I
II.4 – Espanhol Instrumental I
I.6 – Ética e Relações Interpessoais
440
60
500
MÓDULO III
II.5 – Elementos Artísticos e Arquitetônicos
Carga Horária (horas-aula)
Teoria
Prática
Total
Componentes Curriculares
60
00
60
100
00
40
40
60
Teoria
Prática
Total
00
100
100
100
III.1 – Teoria e Técnica Profissional do Guia
de Turismo Excursão Nacional –
Brasil/América do Sul
00
40
III.2 – Museologia
100
00
100
00
40
III.3 – Inglês Instrumental II
60
00
60
60
III.4 – Espanhol Instrumental II
60
00
60
00
60
60
00
II.6 – Planejamento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia de
Turismo
40
00
40
III.5 – Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia de
Turismo
II.7 – Técnicas e Práticas de Lazer e Eventos
100
60
160
III.6 – Etiqueta e Marketing Pessoal nas
Relações Profissionais
40
00
40
III.7 – Legislação Aplicada ao Guia de
Turismo
40
00
40
III.8 – Meio Ambiente e Turismo
40
00
40
TOTAL
340
160
500
TOTAL
440
60
500
MÓDULO I
MÓDULOS I + II
MÓDULOS I + II + III
SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
Qualificação Técnica de Nível Médio de Auxiliar de
Eventos e Lazer
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
Técnico em Guia de Turismo
Total de Carga Horária Teórica: 1 2 2 0 horas - aula
Total de Carga Horária Prática: 2 8 0 horas - aula
Trabalho de Conclusão de Curso: 1 2 0 horas
1 – Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que tenha realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas, no Estado de São Paulo, num total de 100 horas (sendo uma viagem livre e duas viagens com
pernoite) acompanhado de profissional cre denciado pelo Ministério do Turismo, fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP.
2 – Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que tenha realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas num total de 100 horas (sendo uma viagem aérea, uma viagem interestadual e uma viagem
livre) acompanhado de profissional credenciado pelo Ministério do Trabalho, fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO SUL.
3 – As viagens realizadas para o GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP não poderão ser contabilizadas para o GUIA DE TUR ISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO SUL e vice-versa.
CNPJ: 62823257/0001-09 131
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Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
EIXO TECNOLÓGICO: Hospitalidade e Lazer
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Técnico em Guia de Turismo (2,5)
Lei Federal 9394/96, Decreto Federal nº 5154/04, Resolução CNE/CEB 04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB 01/2005, Parecer CNE/CEB nº 11, de 12/06/2008, Resolução CNE/CEB nº 03, de 09/07/08, Deliberação CEE 79/2008, das
Indicações CEE 08/2000 e 80/2008.
Plano de Curso aprovado pela Portaria CETEC nº 82, de 18-01-2011, publicada no DOE de 19-02-2011, seção I, página 63.
MÓDULO I
MÓDULO II
Carga Horária (horas-aula)
Componentes Curriculares
I.1 – Aspectos Geográficos e Formatação do
Produto Turístico
I.2 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia
I.3 – Aspectos Históricos e Formatação do
Produto Turístico
I.4 – Fundamentos do Turismo e da
Hospitalidade
I.5 – Tipologia de Transportes
Teoria
Prática
Total
100
00
100
50
00
50
100
00
100
00
50
50
00
50
I.6 – Ética e Relações Interpessoais
50
00
50
I.7 – Aplicativos Informatizados
00
50
50
I.8 – Manifestações Populares
50
00
50
TOTAL
Carga Horária (horas-aula)
Componentes Curriculares
II.1 – Primeiros Socorros
II.2 – Teoria e Técnica Profissional do Guia
de Turismo Regional/SP
II.3 – Inglês Instrumental I
II.4 – Espanhol Instrumental I
50
450
50
500
MÓDULO I
Sem Certificação Técnica
Total de Carga Horária Teórica: 1 2 5 0 horas - aula
MÓDULO III
II.5 – Elementos Artísticos e Arquitetônicos
Carga Horária (horas-aula)
Teoria
Prática
Total
Componentes Curriculares
50
00
50
100
00
50
00
50
50
Teoria
Prática
Total
100
III.1 – Teoria e Técnica Profissional do Guia
de Turismo Excursão Nacional –
Brasil/América do Sul
00
100
100
50
III.2 – Museologia
100
00
100
50
III.3 – Inglês Instrumental II
50
00
50
50
III.4 – Espanhol Instrumental II
50
00
50
00
50
50
00
00
II.6 – Planejamento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia de
Turismo
50
00
50
III.5 – Desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Guia de
Turismo
II.7 – Técnicas e Práticas de Lazer e Eventos
100
50
150
III.6 – Etiqueta e Marketing Pessoal nas
Relações Profissionais
50
00
50
III.7 – Legislação Aplicada ao Guia de
Turismo
50
00
50
III.8 – Meio Ambiente e Turismo
50
00
50
TOTAL
350
150
500
TOTAL
450
50
500
MÓDULOS I + II
Qualificação Técnica de Nível Médio de
Auxiliar de Eventos e Lazer
Total de Carga Horária Prática: 2 5 0 horas - aula
MÓDULOS I + II + III
Habilitação Profissional Técnica de Nível
Médio de Técnico em Guia de Turismo
Trabalho de Conclusão de Curso: 1 2 0 horas
1 – Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que tenha realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas, no Estado de São Paulo, num total de 100 horas (sendo uma viagem livre e duas viagens com
pernoite) acompanhado de profissional credenciado pelo Ministério do Turismo, fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP.
2 – Ao concluinte dos MÓDULOS I, II e III, maior de 18 anos ou emancipado, que tenha realizado no mínimo 3 (três) viagens técnicas num total de 100 horas (sendo uma viagem aérea, uma viagem interestadual e uma viagem
livre) acompanhado de profissional credenciado pelo Ministério do Trabalho, fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIONAL – BRASIL/AMÉRICA DO SUL.
3 – As viagens realizadas para o GUIA DE TURISMO REGIONAL/SP não poderão ser contabilizadas para o GUIA DE TURISMO EXCURSÃO NACIO NAL – BRASIL/AMÉRICA DO SUL e vice-versa.
CNPJ: 62823257/0001-09 131
Página nº 74
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Nome da Instituição Centro Estadual de Educação Tecnológica