PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO
EM TURISMO
GOIÂNIA
JUNHO DE 2014
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 2/85
SUMÁRIO
1.
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
2.
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
3.
3.1
3.2
3.3
3.4
4.
4.1
4.1.1
4.1.2
4.1.3
4.1.4
4.1.4.1.
4.1.4.2
4.1.4.3
4.1.4.5
4.1.4.6
4.1.5
4.1.6
4.2
4.3
4.3.1
4.3.2
4.3.3
5.
5.1
5.2
6.
6.1
6.2
6.3
7.
7.1
Interdisciplinaridade
04
07
07
09
09
10
10
10
12
12
16
16
16
16
16
16
16
16
16
18
18
18
18
18
21
21
22
22
22
23
24
25
29
31
32
32
Flexibilidade
Metodologia e estratégias de ensino-aprendizagem
Processo de avaliação
Avaliação do processo ensino-aprendizagem
Acompanhamento do egresso
Avaliação Institucional
EIXOS DE FORMAÇÃO E ESTRUTURA CURRICULAR
5.1 Matriz curricular
5.2 Ementas e bibliografias básicas e complementares
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
Núcleo docente estruturante (NDE)
Coordenação do Curso
Colegiado do Curso
RECURSOS HUMANOS DO CURSO
Corpo docente do Curso
33
34
36
38
39
39
42
43
45
65
65
66
68
69
69
APRESENTAÇÃO
CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Breve Histórico da Instituição
Mantenedora: denominação e localização
Mantida: denominação e localização
Diretor Superintendente
Diretora Acadêmica Regional Goiás
Coordenadora do Curso
CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
Contexto Socioeconômico Local e Regional
Inserção do Curso na realidade local e regional
Bases legais
Denominação
Total de vagas
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária
Duração
CONCEPÇÃO DO CURSO
Missão do Curso
Objetivo geral
Objetivos específicos
Perfil do egresso
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Concepção do currículo e princípios norteadores
Indissociabilidade entre Ensino-Pesquisa-Extensão
Reflexão
Formação para o Mundo do Trabalho e o Exercício da Cidadania
Articulação entre Teoria e Prática
Estágio Supervisionado
Visitas Técnicas
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Estudo de Caso
Práticas laboratoriais
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7.2
7.3
7.4
8.
8.1
8.2
8.3
8.4
8.5
8.6
8.7
9.
9.1
9.2
9.3
9.4
9.5
9.6
9.7
9.8
9.9
9.10
9.11
9.12
9.13
9.14
9.15
9.16
9.17
10.
Plano de Carreira Docente
Corpo técnico-administrativo
Corpo Discente
ESTRUTURA FÍSICA
Instalações Gerais
Recursos e Equipamentos
Recursos de Informática e Infraestrutura Tecnológica
Equipamentos Complementares
Instalações para a formação profissional
Instalações para a prática profissional e prestação de serviços à
comunidade
Quadro de Pessoal de Apoio
BIBLIOTECA
Quadro Resumo do Acervo por Área de Conhecimento
Espaço Físico e Equipamentos
Histórico
Recursos Humanos
Horário de Funcionamento
Política de Atualização de Acervo
Acervo
Serviços aos Usuários
Serviço de Circulação de Material
Serviço de Referência
Serviço de Treinamento e Orientação
Serviço de Reprografia
Módulos e Serviços
Registro (tombo)
Descrição Bibliográfica (catalogação)
Classificação
Regulamento da Biblioteca
PLANEJAMENTO ECONÔMICO - FINANCEIRO
69
70
71
75
75
75
76
76
77
78
78
80
80
80
81
81
82
82
82
83
83
83
84
84
84
84
84
85
85
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APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Turismo oferecido pela
Faculdade Alves Faria. Nele estão aglutinadas todas as decisões e a sistemática de construção
da estrutura curricular do curso, delineando-se as orientações estratégicas, de acordo com as
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo, diretrizes institucionais
expressas no Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Projeto de Desenvolvimento Institucional
(PDI) e exigências do mercado.
O ensino superior, em qualquer sociedade, representa um dos fatores de
desenvolvimento econômico e é um dos pilares da educação por toda a vida dos indivíduos. Em
síntese, é o principal instrumento da transmissão da experiência cultural e científica de qualquer
sociedade. Além disso, devido à inovação e ao avanço tecnológico, as economias de todos os
países exigem cada vez mais profissionais competentes, que possuam conhecimentos de nível
superior. Isso nos apresenta a importância do ensino superior para o desenvolvimento
socioeconômico com sustentabilidade bem como na preparação de indivíduos competentes para
o alcance do sucesso profissional e pessoal.
A Faculdade Alves Faria, uma Instituição de Ensino Superior privada comprometida
com a qualidade dos serviços que presta à comunidade, investe continuamente no
aprimoramento do Projeto Pedagógico de seus cursos atuais e se engajam na oferta de novos
cursos, a partir das demandas sociais. Neste sentido, apresentam o projeto do Curso de Turismo,
propondo-se a formar profissionais para lidar com o novo mundo empresarial, dando ênfase à
tomada de decisões, ao uso de novas tecnologias, ao relacionamento interpessoal.
A Faculdade Alves Faria, uma Escola de Negócios, é uma Instituição de Ensino Superior
comprometida com a qualidade dos serviços que presta à comunidade, tendo como missão
institucional “formar profissionais que tenham o domínio das mais modernas práticas de
mercado no seu foco de formação, competência em negócios e orientação para resultados”.
Por isso, investem continuamente no aprimoramento do projeto pedagógico de seus cursos de
Graduação e Pós-Graduação, na contratação de recursos humanos altamente qualificados e na
infraestrutura física e tecnológica.
Aliado a este contexto, a proposta do curso se Turismo está voltada para o
desenvolvimento dos processos relacionados ao turismo e à hospitalidade de uma forma geral,
formando um profissional polivalente dentro de sua especialidade, com flexibilidade e
multidisciplinaridade, possibilitando ao educando maior abertura e compromisso consigo
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mesmo e com o outro, de forma reflexiva e transformadora, inserindo-o na realidade social,
econômica, política, cultural e ambiental do mundo em que vivemos.
Destarte, a responsabilidade maior do curso de Turismo é com a capacitação do aluno
para o processo de aprendizagem contínuo, dentro dos imperativos pedagógicos do “aprender
a aprender” e “aprender-fazendo”. O papel, portanto, do professor é mais o de um orientador
do que um mero repassador de conteúdo.
O curso de Turismo, com enfoque em Hospitalidade, pretende atender à missão
estabelecida para a Instituição como um todo. Nesse sentido, sua missão e concepção estão
baseadas na busca permanente de um padrão de excelência no ensino do Turismo, associando
a eficiência e eficácia exigida pelo mercado, que deve se materializar na capacidade de
compreensão e realização das metas e estratégias de uma organização com os princípios éticos
que devem reger a atuação do profissional a ser formado. A decorrência dessa concepção geral
é a de procurar formar um profissional/cidadão que contribua para a evolução das organizações
que venha a criar ou dirigir, ou nas quais venha a trabalhar; bem como para a melhoria da
qualidade de vida em nossa sociedade. Sua finalidade precípua é formar profissionais capazes
de compreender, propor e implementar mudanças significativas no contexto em que se
desenvolvem as atividades turísticas na atualidade.
O desenvolvimento desse projeto permite ao aluno entender a importância da formação
teórico-acadêmica e dos parâmetros por ela estabelecidos, para aplicação e possível
transformação da realidade dos setores de turismo e de hospitalidade. Ao longo do Curso
proposto, pretende-se que o aluno adquira habilidades de coleta e análise da informação,
estabeleça relações entre as diversas disciplinas, além de incorporar os resultados dos processos
decisórios exercitados com base nos dados levantados.
A formação curricular proposta pressupõe, então, uma abertura às diferentes áreas do
turismo, aos diferentes conceitos, epistemologias e métodos e a uma lúcida articulação entre a
teoria e a prática, realidades distintas e ao mesmo tempo indissociáveis. A teoria é, então,
concebida como reflexão crítica, que compreende a prática exercida nos laboratórios do curso
e nos estágios realizados nas empresas do segmento.
O presente documento, que descreve o projeto pedagógico do Curso de Graduação em
Turismo, está dividido em oito seções, a saber:
1. Caracterização da Instituição
2. Caracterização do Curso
3. Concepção do Curso
4. Organização didático-pedagógica
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5. Eixos de formação e estrutura curricular
6. Administração acadêmica
7. Recursos humanos do Curso
8. Instalações físicas
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1. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
1.1 Breve Histórico da Instituição
A Faculdade Alves Faria (ALFA), mantida pelo Centro Educacional Alves Faria Ltda.
(CENAF), localizada na Avenida Perimetral Norte, n. 4.129, Vila João Vaz, na cidade de
Goiânia (GO), é integrante do grupo empresarial José Alves, com 50 anos atuando em diversos
segmentos de mercado no Estado de Goiás, sendo, em especial, concessionário da fabricação e
distribuição dos produtos Coca-Cola para os Estados de Goiás e Tocantins.
A ALFA surge no cenário da Educação Superior como uma instituição voltada para a
excelência na Educação em Negócios, visando a suprir a crescente demanda local e regional de
pessoal qualificado para atendimento das demandas de mercado, estabelecendo, como premissa
principal, a qualidade de ensino, tendo como referência as melhores escolas de Ensino Superior
do País.
A Instituição foi credenciada pela Portaria Ministerial nº. 443, de 31 de março de 2000,
iniciando suas atividades acadêmicas, no Estado de Goiás, em agosto do mesmo ano, com base
em dispositivo constante de seu Regimento Geral e de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (Lei nº. 9.394/96), com fundamento legal nas Portarias de autorização do
MEC.
Em Goiânia, a ALFA encontra-se instalada em três unidades, oferecendo os seguintes
cursos de Graduação: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Turismo,
Comércio Exterior, Comunicação Social - Jornalismo, Comunicação Social -Publicidade e
Propaganda, Direito, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de produção,
Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Telecomunicações. Sistemas de
Informação, Pedagogia, Psicologia e Turismo.
O Programa de Pós-Graduação, lato sensu, conta com a oferta de vários cursos de
especialização e MBA nas áreas de Educação, Engenharias e Tecnologias, Negócios, Psicologia
e Tecnologia.
O Programa de Pós-Graduação, stricto sensu, Mestrado Profissionalizante em
Desenvolvimento Regional, foi autorizado pela Portaria nº 550, de 4 junho de 2007, e
reconhecido pela Portaria nº. 1140, de 10 de setembro de 2008, tendo obtido conceito 3 (três)
nas avaliações da CAPES. O conjunto de disciplinas e atividades do Programa oferece
instrumentos para a análise dos recursos naturais e sociais e dos processos socioambientais e
seus impactos. Proporciona ferramentas para o planejamento e gestão do território e de
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empreendimentos públicos e privados nos diferentes setores socioeconômicos. Esse
instrumental permite ao mestrando desenvolver a sua dissertação com aplicabilidade na
realidade estudada, trazendo importantes contribuições para a compreensão e encaminhamento
de soluções de questões relacionadas ao desenvolvimento regional. Oferecendo duas linhas de
pesquisa: Análise e Políticas de Desenvolvimento Regional e Gestão Estratégica de
Empreendimentos, o Mestrado de Desenvolvimento Regional da ALFA tem conquistado
reconhecimento da comunidade acadêmica pelo alto nível de preparação de seu Corpo Docente,
pela excelência dos conteúdos das suas disciplinas e pelos projetos e pesquisas acadêmicas e
aplicadas que vem desenvolvendo.
Em 2012, a CAPES também recomendou o Mestrado profissional em Administração, o
único no Estado, com duas linhas de pesquisa: Gestão Integrada de Mercado e Gestão Integrada
de Finanças.
Na prestação dos serviços educacionais a que se propõe, a Faculdade Alves Faria atende,
nas suas unidades de Goiânia, a aproximadamente 4.500 alunos, mobilizando um quantitativo
de mais 200 colaboradores técnico-administrativos e cerca de 180 professores.
O Corpo Docente é formado por professores criteriosamente selecionados, levando-se
em conta sua trajetória profissional e acadêmica e titulação adequada às áreas de atuação em
cada um dos cursos oferecidos, sendo composto, em sua maioria, por professores especialistas,
mestres e doutores. O pessoal técnico-administrativo passa, sistematicamente, por programas de
treinamento, desenvolvidos pelo setor de Recursos Humanos, com o objetivo de fornecer o
suporte necessário aos Docentes e Discentes.
As unidades da Faculdade ALFA primam por oferecer instalações cuidadosamente
preparadas e adequadas à sua atividade fim, com espaços destinados às atividades acadêmicas,
administrativas, esportivas, de cultura e lazer, além de áreas de convivência para professores e
alunos.
As salas de aula são climatizadas e dimensionadas para acolher os alunos, observandose uma área individual de 1,60 m² por aluno, equipadas com carteiras do tipo universitário, com
assento acolchoado, quadro branco para uso de pincel e quadro verde para giz.
As unidades da Faculdade ALFA oferecem a seus professores e alunos infraestrutura
tecnológica de acesso direto e contínuo à Internet a partir das estações de trabalho instaladas em
todos os laboratórios de informática, na sala dos professores, na biblioteca e na área
administrativa. Encontra-se, também, disponível aos usuários, nas dependências das unidades o
serviço de acesso à rede sem fio (Wireless).
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Reforçando o desejo de manter e ampliar seus investimentos no Ensino Superior e
considerando a experiência bem sucedida nas unidades de Goiânia, o Centro Educacional Alves
Faria (CENAF) adquiriu, em 2009, outra instituição, sediada na capital de São Paulo: a
Faculdade Autônoma de Direito (FADISP).
A Faculdade ALFA adota como princípio filosófico a formação de valores democráticos
e de cidadania, aliada à produção de saberes. Essa concepção pressupõe uma Instituição de
Ensino Superior voltada para a formação de cidadãos que sejam capazes de responder aos
desafios postos por nosso tempo, em condições não só de atuar nas comunidades locais, mas
também de compreender o contexto sociocultural regional, nacional e mundial.
O Campus-sede da ALFA, onde o curso de Turismo é oferecido tem uma área de 424.740
m², com espaços destinados às atividades acadêmicas, administrativas, esportivas e de cultura e
lazer, além de um amplo estacionamento gratuito e segurado, com 2.000 vagas. Concebido de
forma modular, para atender, progressivamente, às demandas dos cursos de graduação e pósgraduação e às necessidades das atividades de pesquisa e extensão, o complexo acadêmico atual
tem uma área construída de 42.000 m², distribuídos em quatro blocos, com espaços destinados
às salas de aula, laboratórios de informática, laboratórios específicos dos cursos, biblioteca e
salas administrativas.
Nesse sentido, a ALFA disponibiliza, mantém e atualiza, permanentemente, sua
infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos para atender às demandas dos novos
tempos, ciente da importância de contribuir para a produção de conhecimentos que promovam
o desenvolvimento socioeconômico sustentável.
1.2 Mantenedora: denominação e localização
CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA – CENAF
Endereço: Av. Perimetral Norte, 4.129 – Vila João Vaz
Goiânia – Goiás – CEP 74445-190
Fone: 0800 621080 – Fax: (62) 3272 5002
E-mail: [email protected]
1.3 Mantida: denominação e localização
Nome: FACULDADE ALVES FARIA – ALFA
Endereço: Av. Perimetral Norte, 4.129 – Vila João Vaz
Goiânia – Goiás – CEP 74445-190
Fone: 0800 621080 – Fax: (62) 3280 5002
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E-mail: [email protected]
1.4 Diretor Superintendente
Prof. Nelson de Carvalho Filho
Formação acadêmica:
 Graduado em Administração de Empresas – FAES – Santos – 1977.
 MBA em Gestão de Negócios: Faculdade Alves Faria – ALFA – 2005.
Experiência profissional:
 Diretor Financeiro Corporativo do Grupo José Alves – 2005.
 Controller da Emegê Produtos Alimentícios S.A. – 1995.
 Gerente Financeiro do Grupo Expansão.
 Gerente Executivo do Sistema Petrobras.
 Membro da Diretoria da Associação Comercial e Industrial de Goiás – ACIEG.
 Membro do Conselho Temático de Responsabilidade Social da Federal da Indústria do
Estado de Goiás – FIEG.
 Membro do Conselho Temático de Agronegócio da FIEG.
1.5 Diretora Acadêmica Regional Goiás
Profª Fabine Évelin Romão Pimentel
Formação acadêmica:
 Mestre em Gestão de Políticas Públicas – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI –
2002.
 Graduada em Turismo e Hotelaria – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI – 2000.
 Graduada em Administração – Faculdade Alves Faria ALFA – 2009.
Experiência profissional:






Diretora Acadêmica Regional Goiás da Faculdade Alves Faria - ALFA
Gerente de Operações Logísticas Acadêmicas da Faculdade Alves Faria - ALFA
Coordenadora do Curso de Turismo da Faculdade Alves Faria – ALFA.
Coordenadora de Estágio Supervisionado em Turismo da Faculdade Alves Faria ALFA
Coordenadora do Trabalho de Conclusão de Curso em Turismo da Faculdade Alves
Faria - ALFA
Professora do Curso de Turismo do Centro Educacional Alves Faria – ALFA.
1.6 Coordenadora do Curso
Profª Fabine Évelin Romão Pimentel
Formação acadêmica:
 Mestre em Gestão de Políticas Públicas – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI –
2002.
 Graduada em Turismo e Hotelaria – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI – 2000.
 Graduada em Administração – Faculdade Alves Faria ALFA – 2009.
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Experiência profissional:






Diretora Acadêmica Regional Goiás da Faculdade Alves Faria - ALFA
Gerente de Operações Logísticas Acadêmicas da Faculdade Alves Faria - ALFA
Coordenadora do Curso de Turismo da Faculdade Alves Faria – ALFA.
Coordenadora de Estágio Supervisionado em Turismo da Faculdade Alves Faria ALFA
Coordenadora do Trabalho de Conclusão de Curso em Turismo da Faculdade Alves
Faria - ALFA
Professora do Curso de Turismo do Centro Educacional Alves Faria – ALFA.
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2. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
2.1 Contexto Socioeconômico Local e Regional
Criada em 30 de dezembro de 1999 pela Lei Complementar Estadual de número 27, a
Região Metropolitana de Goiânia foi a primeira do Centro-Oeste do Brasil. Englobando
treze municípios (Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás,
Goianápolis, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Nerópolis, Santo Antônio de Goiás, Senador
Canedo, e Trindade), a Região Metropolitana de Goiânia ocupava uma área de 5.787 km².
Entretanto, a Lei Complementar Estadual de número 78, aprovada em 25 de março de
2010, incluiu na Região Metropolitana de Goiânia, os municípios de Bonfinópolis,
Brazabrantes, Caldazinha, Caturaí, Inhumas, Nova Veneza e Terosopólis de Goías, totalizando,
20 municípios com uma área total de 7.397,203 km².
O Estado de Goiás, uma das 27 unidades federativas da República Federativa do Brasil,
situa-se a leste da Região Centro-Oeste, no Planalto Central brasileiro. O seu território é de
340.086 km², sendo delimitado pelos estados de Tocantis (norte), Bahia (nordeste), Mato
Grosso (sudoeste), Minas Gerais (leste e sul) e pelo Distrito Federal.
A capital e maior cidade de Goiás é Goiânia, sede da Região Metropolitana de
Goiânia (RMG). Outras cidades importantes quanto a aspectos econômicos, fora da região
metropolitana de Goiânia são: Rio Verde, Luziânia, Formosa, Itumbiara, Jatái, Porangatu,
Catalão, Caldas Novas Goianésia, Mineiros, Cristalina e Niquelândia, que que também são as
maiores cidades em população do interior do estado, além das cidades que compõem o Entorno
de Brasília. Ao todo são 246 municípios.
Goiânia, sua capital, é o núcleo polarizador da Região Metropolitana, aglomerado de 20
municípios que abriga 2,206 milhões de habitantes, segundo estimativa do IBGE 2011. Apesar
de sediar grandes indústrias, é o setor de serviços o pilar de sua economia. Além de apresentar
bons índices de qualidade de vida, acima da média nacional, Goiânia ostenta o título de cidade
com a área urbana mais verde do País.
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Dados Gerais do Estado de Goiás
Número de Municípios
246
População de Goiás (2011)
6.080.588
2
Área do Estado (km )
340.086,698
Densidade Demográfica (2011)(hab/km 2)
17,87
População do Brasil (2011)
192.376.496
Participação na População do Estado/Brasil (%)
3,16
IDH (2005)
0,800
Fonte: IBGE, PNUD.
Elaboração: SEGPLAN-GO/SEPIN/Gerência de Estatística Socioeconômica - 2012.
Municípios Goianos mais Populosos – 2011
Município
População (hab)
Goiânia
1.318.148
Aparecida de Goiânia
465.092
Anápolis
338.544
Rio Verde
181.020
Luziânia
177.098
Águas Lindas de Goiás
163.495
Valparaíso de Goiás
135.908
Trindade
106.256
Formosa
101.730
Novo Gama
96.602
Itumbiara
93.762
Jataí
88.353
Catalão
88.353
Senador Canedo
86.848
Planaltina
82.258
Fonte: IBGE.
Elaboração: SEGPLAN-GO/SEPIN/Gerência de Estatística Socioeconômica - 2012.
PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB)
Desde 2002, Goiás mantém a 9º posição no ranking dos estados que mais geram riqueza,
com destaque para o setor agropecuário que teve expansão de 14%.
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O PIB do quarto trimestre de 2013 cresceu 4,4%, maior alta do ano passado, na
comparação com o mesmo período do ano anterior; alta no último trimestre foi impulsionada
pelos bons desempenhos setoriais da agropecuária, que cresceu 23,3%, do setor de serviços
(alta de 3,5%), e da indústria, que expandiu 2,9% no período; Estado registrou saldo de 60.831
novos empregos formais.
Cálculos do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da
Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) mostram que o PIB do Estado no ano
passado fechou em 3,1% sobre o ano anterior, índice maior do que os 2,3% registrados pelo
IBGE para o PIB nacional.
A alta da agropecuária se deu sobre uma base praticamente nula, quando não negativa
dos três trimestres anteriores de 2013. Ainda assim, mostram os técnicos do IMB/Segplan, o
desempenho foi puxado pelas lavouras permanentes e levou o resultado anual do setor a fechar
em 1,2%. Os serviços cresceram ancorados na atividade de comércio (4,5%) e administração
pública (4,1%). No comércio, registraram expansão tanto o segmento varejista quanto o
atacadista. No ano, a alta do PIB do setor de serviços foi de 3,5%.
Já a expansão da indústria goiana no quarto trimestre de 2013 teve como destaques os
parques industriais de transformação (alta de 5,4%, com destaque para produtos químicos e de
alimentos e bebidas); a construção civil, que subiu 6,4% em relação a período idêntico do ano
anterior, em muito devido à expansão motivada pelas obras públicas e empreendimentos
imobiliários alimentados pelo crédito facilitado para a habitação. No resultado do ano, a alta da
indústria goiana ficou em 2,4%.
Composição do PIB
Dentre os grandes setores de atividades econômicas, o de Serviços é o que predomina
em Goiás, representando 59% da produção de riquezas. Neste setor pode-se ressaltar o comércio
tanto o varejista como o atacadista, bastante dinâmicos, principalmente na capital, assim como
as atividades imobiliárias. O setor industrial participa no PIB goiano em 27% e o agropecuário
com 14% (dados de 2009). Embora tenha participação inferior, o setor agropecuário é de grande
importância para a economia goiana, pois dele deriva a agroindústria, uma das atividades mais
pujantes do Estado, quer seja na produção de carnes, derivados de leite e de soja, molhos de
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tomates e condimentos e outros itens da indústria alimentícia, como também na produção
sucroalcooleira.
2.2 Inserção do Curso na realidade local e regional
O contexto socioeconômico local e regional permite uma análise dos desdobramentos
em relação às demandas atuais e futuras na formação de recursos humanos, entre eles os
profissionais da área de turismo.
O crescimento da indústria hoteleira no Brasil nos últimos anos trouxe um incremento
no investimento em novos negócios, gerando um grande volume de empreendimentos
relacionados ao segmento de hospitalidade. Mas a hotelaria, independentemente de seu porte
ou segmento, não é feita somente de grandes construções. O grande negócio da hotelaria é arte
de servir bem, de encantar o hóspede, aliada a uma eficiente gestão de recursos materiais,
humanos e financeiros.
O Estado de Goiás desponta como uma das regiões que mais se desenvolve no país,
atraindo investidores de outros estados, principalmente de diferentes países, gerando um grande
fluxo de pessoas indo e vindo, que necessitam de hospedagem, alimentação e serviços de
qualidade. Para tanto, a profissionalização na arte de servir nunca foi tão necessária para
consolidação da hospitalidade oferecida pelo Estado.
A empregabilidade na área do Turismo tem crescido consideravelmente nos últimos
anos em Goiás, principalmente na área hoteleira. Além disso, Goiânia tem se destacado
principalmente na área do turismo de eventos e negócios. Isso pela sua localização privilegiada
e boa infraestrutura, que ocasionando a procura por mão de obra especializada, principalmente
na área da hospitalidade.
Enfim, considerando-se as principais tendências socioeconômicas que caracterizam o
recente desenvolvimento da Região Centro-Oeste, do Estado de Goiás e da Região
Administrativa de Goiânia, e tendo em vista a crescente demanda por diferentes especialidades
para o trabalho na área de serviços na região, o Curso de Turismo da Faculdade ALFA contribui
significativamente para o desenvolvimento do Estado.
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2.3 Bases legais
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo foi elaborado com estrita
observância das mais recentes normas gerais expedidas pelos órgãos legisladores do Sistema
Nacional de Educação e das Diretrizes Curriculares Nacionais específicas.
Além disso, observou-se, na elaboração do Projeto Pedagógico, sua aderência à missão
e sua pertinência ao Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e ao Plano de Desenvolvimento da
Instituição (PDI).
Entre outras, o presente Projeto Pedagógico fundamenta-se nas seguintes bases legais:
- Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB);
- Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES) e dá outras providências;
- Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação, de março de 2006, elaborado
pelo MEC/CONAES/INEP;
- Parecer CNE/CES, nº 8, aprovado em 31 de janeiro de 2007, que dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
- Parecer CES/CNE, nº 288, homologado em 8 de abril de 2004;
- Resolução CES/CNE nº 2, de 18 de junho de 2007;
- Resolução CNE/MEC nº 13, de 24 de novembro de 2006;
- Portaria de Autorização nº 573, de 3 de maio de 2000;
- Portaria de Reconhecimento nº 444, de 4 de fevereiro de 2005.
2.4 Denominação: Curso de Graduação em Turismo
2.5 Total de vagas: Trezentas (360) vagas anuais
2.6 Número de alunos por turma: Cinquenta alunos por turma
2.7 Turnos de funcionamento: diurno e noturno
2.8 Regime de matrícula: Crédito
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2.9 Carga horária: Duas mil e quatrocentos e treze (2.413) horas/relógio
2.10 Duração: mínima de três (3) anos e, no máximo, quatro anos e meio (4,5 anos)
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3. CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1 Missão do Curso
O Curso de Graduação em Turismo da Faculdade ALFA tem como missão formar
profissionais de excelência na área de turismo reconhecidos pelo mundo do trabalho,
assegurando qualidade dos processos em todos os níveis da educação superior, por meio da
melhor composição de metodologias de ensino e corpo docente qualificado, promovendo a
aprendizagem e a produção do conhecimento para o desenvolvimento do indivíduo e a sua
inserção na sociedade. O aluno de Turismo será formado para atuar com ética e compromisso
com vistas à construção de uma sociedade socialmente responsável.
3.2 Objetivo geral
Formar profissionais capazes de compreender, propor e implementar mudanças significativas
no contexto em que se desenvolvem as atividades turísticas hoje, especialmente na
área da hospitalidade.
3.3 Objetivos específicos
- Formar recursos humanos capacitados para a prospecção, o planejamento a produção e
administração de serviços turísticos e hoteleiros;
- Capacitar os alunos a atuarem especificamente com as questões do turismo e hospitalidade;
- Propiciar os conhecimentos necessários sobre atividades turísticas controladas de
desenvolvimento sustentável;
- Difundir entre os alunos conhecimentos acerca dos fundamentos das atividades de
hospedagem bem como de todos os tipos de serviços de alimentação, das práticas
relacionadas ao lazer, entretenimento e meio ambiente;
- Preparar gestores capazes de atingir resultados, quer no setor público, quer no privado,
baseados na eficiência e eficácia, revertendo práticas clientelistas ultrapassadas;
- Contribuir para a formação de quadros que atendam as expectativas de ética e responsabilidade
nos negócios e no trato empresarial, funcionando com elementos multiplicadores
das ações profissionais;
- Formar líderes para o setor turístico;
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- Possibilitar ações que contribuam para o desenvolvimento turístico do País, da região e do
Estado de Goiás;
- Propiciar os conhecimentos necessários à elaboração e implementação de políticas públicas
de turismo, com especial ênfase no desenvolvimento municipal;
- Oferecer formação gestora como ponto central, completada pelas demais áreas formadoras de
um perfil multidisciplinar, subsidiando o egresso com o instrumental previsto na
Resolução CES no 13, de 24 de Novembro de 2006.
3.4 Perfil do egresso
O curso de Graduação em Turismo enseja, como perfil desejado, um graduado
capacitado e apto para compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e
culturais, relacionadas com o mercado turístico, sua expansão e seu gerenciamento, observados
os níveis graduais do processo de tomada de decisão, apresentando flexibilidade intelectual e
adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes, nos
vários segmentos do campo de atuação profissional.
De acordo com a Resolução CES 13/2006, o curso de Graduação em Turismo, com
enfoque em Hospitalidade, da Faculdade Alves Faria (ALFA), contempla, ainda, a formação
profissional que revela, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:
I.
II.
Compreensão das políticas nacionais e regionais sobre turismo;
Utilização de metodologia adequada para o planejamento das ações turísticas,
abrangendo projetos, planos e programas, com os eventos locais, regionais e
nacionais;
III.
Domínio das técnicas indispensáveis ao planejamento e à operacionalização do
Inventário Turístico, detectando áreas de novos negócios e de novos campos
turísticos e de permutas culturais;
IV.
V.
Adequada aplicação da legislação pertinente;
Planejamento e execução de projetos e programas estratégicos relacionados com
empreendimentos turísticos e seu gerenciamento;
VI.
Intervenção positiva no mercado turístico com sua inserção em espaços novos,
emergentes ou inventariados;
VII.
Classificação, sobre critérios prévios e adequados, de estabelecimentos prestadores
de serviços turísticos, incluindo meios de hospedagens, transportadoras, agências de
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FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 20/85
turismo, empresas promotoras de eventos e outras áreas, postas com segurança à
disposição do mercado turístico e de sua expansão;
VIII.
Domínios de técnicas relacionadas com a seleção e avaliação de informações
geográficas, históricas, artísticas, esportivas, recreativas e de entretenimento,
folclóricas, artesanais, gastronômicas, religiosas, políticas e outros traços culturais,
como diversas formas de manifestação da comunidade humana;
IX.
Domínio de métodos e técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados
turísticos, identificando os prioritários, inclusive para efeito de oferta adequada a
cada perfil do turista;
X.
Comunicação interpessoal, intercultural e expressão correta e precisa sobre aspectos
técnicos específicos e da interpretação da realidade das organizações e dos traços
culturais de cada comunidade ou segmento social;
XI.
Utilização de recursos turísticos como forma de educar, orientar, assessorar, planejar
e administrar a satisfação das necessidades dos turistas e das empresas, instituições
públicas ou privadas, e dos demais segmentos populacionais;
XII.
Conhecer a importância de diferentes idiomas para o exercício da profissão;
XIII.
Habilidade no manejo com a informática e com outros recursos tecnológicos;
XIV.
Integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares, interagindo
criativamente em face dos diferentes contextos organizacionais e sociais;
XV.
Compreensão da complexidade do mundo globalizado e das sociedades pósindustriais, onde os setores de turismo e entretenimento encontram ambientes
propícios para se desenvolverem;
XVI.
Vivência e conhecimento das relações humanas, de relações públicas, das
articulações interpessoais, com posturas estratégicas do êxito de qualquer evento
turístico;
XVII.
Conhecimentos específicos e adequado desempenho técnico-profissional, com
humanismo, simplicidade, segurança, empatia e ética.
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4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1 Concepção do currículo e princípios norteadores
Os projetos pedagógicos dos cursos de Graduação e Pós-Graduação da ALFA têm como
diferencial o desenvolvimento integral do aluno, aliado à uma forte integração entre teoria e
prática. Assim, ao aluno ALFA é disponibilizado o acesso a componentes curriculares
continuamente atualizados, a laboratórios, ambientes e atividades voltados para o exercício
futuro da profissão e a práticas pedagógicas que favorecem a aquisição e desenvolvimento de
habilidades e competências que facilitam a inserção do aluno no mundo dos negócios.
O Projeto Pedagógico do Curso indica os princípios norteadores de sua concepção e
organização curricular, bem como suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua
operacionalização. Além de privilegiar a integração entre teoria e prática, o Projeto leva em
conta as inter-relações existentes entre realidade local, regional, nacional e internacional, a
utilização de tecnologias inovadoras e que atendam aos campos interligados de formação.
Assim, assegura-se uma perspectiva histórica dos conhecimentos construídos e sua
contextualização e aplicabilidade no âmbito das organizações, visando à formação do
profissional como ser social e cidadão inserido na realidade do mercado, dotado de
conhecimento, de atualização tecnológica e de valores éticos e profissionais que lhe permitam
atingir autonomia e dignidade.
Para que a Instituição possa cumprir com seu objetivo, missão e atuação na comunidade,
alguns princípios são considerados para o exercício das atividades pedagógicas e acadêmicas.
Esses princípios privilegiam:
- indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão;
- reflexão;
- formação para o mundo do trabalho e exercício da cidadania;
- articulação entre teoria e prática;
- interdisciplinaridade;
- flexibilidade.
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4.1.1 Indissociabilidade entre Ensino-Pesquisa-Extensão
A organização curricular proposta objetiva a articulação ensino-pesquisa-extensão e
graduação-pós-graduação, de forma que o arquiteto e urbanista busque uma atualização crítico
reflexiva constante acerca de sua prática educativa, compreendendo-a como um todo inserido
num contexto histórico e social.
A articulação ensino-pesquisa-extensão faz-se por meio do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC), previsto para os dois últimos períodos do curso, além das atividades
acadêmico-científico-culturais e projetos de extensão à comunidade, desenvolvidos durante o
curso.
4.1.2 Reflexão
O projeto acadêmico da Faculdade ALFA, fazendo jus à sua visão de ser a melhor Escola
de Negócios do Centro-Oeste, está voltado para a formação do profissional reflexivo, perfil
demandado pelo atual modelo organizacional. O profissional reflexivo é aquele que tem, entre
outras características, a capacidade de acessar informações de que precisa para construir seu
próprio conhecimento, de ser agente das mudanças, flexível e competente o bastante para
colaborar na solução das situações-problema típicas de sua área de atuação, de forma a
promover a divulgação de conhecimentos técnicos e científicos do Turismo, em suas
especificidades objetivadas e incentivadas por esta IES, assim como a criação e difusão da
cultura em geral, tripé constituinte do patrimônio da humanidade, comunicando o saber, por
meio do ensino, publicações e outras formas de comunicação social.
A formação do profissional crítico-reflexivo é, em última instância, consequência da
formação da pessoa humana, isto é, de um ser humano capaz de ação e reflexão e que, num
movimento indissociável age-pensa-age sobre e nas realidades do mundo em que vive, nas
circunstâncias e contextos organizacionais em que venha a se inserir.
4.1.3 Formação para o Mundo do Trabalho e o Exercício da Cidadania
O Projeto Pedagógico do Curso de Turismo da ALFA se propõe a formar cidadãos aptos
a prestar serviços técnicos especializados à comunidade, estabelecendo vínculos com as
organizações e a sociedade, além de promover a extensão, visando à difusão das conquistas e
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benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica, geradas na
Instituição.
Para alcançar a efetiva formação cidadã e a preparação para o mundo do trabalho, são
propostas inúmeras atividades, dentre as quais destacamos:

Visitas técnicas;

Elaboração de projetos de integração horizontal das disciplinas dos diversos
semestres;

Visitas em trabalhos de campo e de extensão a cidades ou setores urbanos;

Práticas profissionais em laboratórios especializados;

Estágios curriculares supervisionados, com acompanhamento docente;

Participação dos alunos em projetos institucionais de extensão à comunidade;

Atividades complementares;

Trabalhos de conclusão de curso;
4.1.4 Articulação entre Teoria e Prática
De acordo com a legislação em vigor, a prática deve ser componente curricular e deve
ser pensada e desenvolvida ao longo do processo formativo. Neste sentido, a ALFA
disponibiliza aos seus alunos atividades, laboratórios, ambientes específicos e serviços que
promovem a verticalização dos conhecimentos, teorias e conceitos das disciplinas,
desdobrando-os nas suas possíveis aplicações práticas.
As próprias metodologias adotadas pelos professores, como o estudo de caso, são
fortemente orientadas nesta direção, o que, também, é facilitado pelo perfil do corpo docente,
constituído, em grande parte, de profissionais com destacada atuação no mercado.
O curso se propõe, portanto, a promover a integração entre teoria e prática, perseguindo
tanto um sólido rigor científico quanto uma vibrante sensibilidade para o social fundamentada
no conhecimento das teorias e métodos de sua área de conhecimento e na compreensão
adequada de sua aplicação prática.
A articulação entre teoria e prática é assegurada, entre outras iniciativas, pela inserção
na matriz curricular do curso de componentes como visitas técnicas, atividades
complementares, estágio curricular supervisionado, trabalho final de curso e pela adoção de
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metodologias ativas de ensino- aprendizagem e estratégias inovadoras, como estudo de caso e
práticas laboratoriais.
4.1.4.1 Estágio Supervisionado
De acordo como o artigo primeiro da Lei 11.788/08, o “Estágio é um ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos
anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e
adultos”.
Na ALFA, o Estágio objetiva aprendizagens social, profissional e cultural,
proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio,
sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou
privado, sob a responsabilidade e coordenação da Instituição de Ensino.
A ALFA, na sua proposta de formação em nível de 3º grau, entende que,
complementarmente ao processo de ensino, cabe-lhe viabilizar o aprendizado prático, sob a
forma de Estágio que possibilite aos acadêmicos a vivência das atividades inerentes à sua
formação humana e profissional.
Por entender o Estágio como atividade determinante na aquisição dos fundamentos
teórico-práticos da profissão, da formação integral, do exercício da cidadania e, sobretudo, da
consolidação das competências necessárias ao perfil do profissional formado pela ALFA, todos
os seus cursos de Graduação adotam o Estágio como componente curricular. O Estágio é
caracterizado por atividades práticas correlacionadas à área de formação do aluno e
desenvolvidas, em alguns casos, na própria Instituição, ou em campos de Estágio previamente
selecionados, abrangendo Empresas, Órgãos Públicos ou Entidades sem fins lucrativos.
De acordo com o Regulamento de Estágio da ALFA, nos cursos de Graduação são
admitidas as modalidades de Estágio Curricular Não Obrigatório e Estágio Obrigatório.
O Estágio Curricular Não Obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional
acrescida à carga horária regular e obrigatória. É, portanto, uma atividade complementar,
intencionalmente assumida pela ALFA e desenvolvida em situação real de trabalho, para o
enriquecimento da formação humana e acadêmico-profissional, podendo ser realizado do
primeiro ao último período do curso, de acordo com as parcerias estabelecidas entre a ALFA,
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Agentes de Integração, Empresas, Órgãos Públicos ou Entidades sem fins lucrativos, podendo
ter o caráter de Estágio Profissional, Estágio Sociocultural ou de Iniciação Científica e Estágio
Civil.
O Estágio Curricular Obrigatório é um componente que integraliza a carga horária do
Curso, cabendo à ALFA e ao Concedente de Estágio o acompanhamento, a supervisão e a
avaliação do Estagiário, sendo realizado a partir do sétimo período do Curso.
A operacionalização, acompanhamento, supervisão e avaliação das práticas de Estágio
são realizados por meio do Núcleo de Estágio ALFA e das Coordenações de Curso. Compete a
estas instâncias, entre outras, desenvolver ações no sentido de:
- propor e firmar a realização de parcerias com Empresas, Órgãos Públicos ou
Entidades sem fins lucrativos, visando buscar oportunidades de Estágio;
- orientar os aluno sobre a realização de Estágio, fazendo conhecer suas normas, os
documentos exigidos e prazos previstos;
- criar condições para que se viabilizem o acompanhamento, a supervisão e a
avaliação do Estágio;
- promover eventos de integração entre a ALFA e o setor produtivo;
- divulgar oferta de vagas de Estágio;
- validar a documentação de Estágio, no que se refere à matrícula e frequência;
- conferir e juntar toda a documentação exigida para formalização do Estágio;
- produzir, semestralmente, relatórios referentes ao Estágio;
- emitir parecer validando ou não a solicitação de Estágio;
- supervisionar o processo de acompanhamento e avaliação do Estágio, fazendo os
encaminhamentos necessários;
- manter contato com o Supervisor do Concedente de Estágio, se necessário;
- analisar e avaliar o Relatório de Acompanhamento e Avaliação do Estágio
Curricular Obrigatório, emitindo parecer sobre a aprovação ou não do Estagiário;
- registrar no Sistema Acadêmico o resultado da avaliação do Estagiário.
4.1.4.2 Visitas Técnicas
As Visitas Técnicas constituem um programa institucionalizado do curso. São realizadas em
todos os períodos. Podem subsidiar ou iniciar o trabalho de interdisciplinaridade
horizontal, ou ser de caráter isolado. As visitas técnicas são definidas pelo corpo
docente nas semanas de planejamento semestrais, considerando-se os conteúdos
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programáticos das disciplinas envolvidas, os objetivos propostos e os locais
selecionados para as visitas. Os alunos são acompanhados pelos professores e
apresentam, após as visitas, relatórios de aprendizagem que integram a avaliação
processual das disciplinas envolvidas.
4.1.4.3 Atividades complementares
As atividades complementares são componentes curriculares que possibilitam o
reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno,
inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações
com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, uma vez que as
mesmas se constituem em componentes curriculares enriquecedores e implementadores do
próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado.
A ALFA compreende as atividades acadêmico-científico-culturais (atividades
complementares) como conjunto de atividades acadêmicas, escolhidas e desenvolvidas pelo
aluno durante o seu período de integralização curricular, visando ao aperfeiçoamento da própria
formação e ao desenvolvimento do hábito da formação continuada.
Entende-se, portanto, por atividades complementares a participação em pesquisas,
conferências, seminários, palestras, congressos, encontros, simpósios, mesas redondas, ciclos
de debates, estágios extracurriculares sem vínculo empregatício, atividades de extensão e outras
atividades científicas, cursos livres, participação em fóruns, colóquios, cursos, oficinas
pedagógicas e outras atividades artísticas e culturais realizadas na própria Instituição ou em
outras instituições, devidamente validadas pela Coordenação do Curso.
Os alunos são motivados a participarem dessas atividades e devem efetivar o registro
de participação em formulário próprio validando-a com a apresentação de documentação
comprobatória junto à Coordenação do Curso.
O Curso adota as Atividades Complementares como componente necessário à
integralização curricular, o qual é regido por Regulamento próprio, definido pelo Conselho
Superior e aprovado por meio de Resolução do Diretor Superintendente.
O Curso de Turismo adota as Atividades Complementares como componente curricular,
o qual é regido por Regulamento próprio exposto abaixo, definido pelo Conselho Superior e
aprovado por meio de Resolução do Diretor Superintendente.
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I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Este regulamento, sendo parte das normas disciplinadoras do currículo pleno de graduação,
dispõe sobre o regime de atividades complementares próprias dos Cursos de Graduação oferecidos pela
Faculdade Alves Faria - ALFA, e estabelece a sua forma de realização com o apoio e controle do Núcleo
de Estágio e Atividades Complementares.
Art. 2º Compreende-se como atividades complementares, atividades de cunho acadêmico-científicoculturais e que estejam especificadas na matriz curricular respectivo ou nos programas das disciplinas
respectivas, exigida para integralização da carga horária do curso e a ser cumprida pelo aluno sob as
várias formas à sua escolha, de acordo com o planejamento ajustado com a Coordenação de cada Curso
ou com órgãos ou entidades competentes a esta vinculada.
Art. 3º As atividades complementares devem atender, em geral, os objetivos do ensino, da pesquisa e os
da ética profissional.
Art. 4º As atividades complementares previstas e quantificadas na estrutura curricular serão cumpridas
nas formas e condições descritas neste regulamento, abrangendo as seguintes modalidades explicitadas
no Art. 13º.
Art. 5º A escolha e a validação das atividades complementares deverão objetivar a flexibilização do
currículo pleno e a contextualização do ensino e aprendizagem, propiciando ao aluno a ampliação
epistemológica, a diversificação temática e o aprofundamento interdisciplinar como parte do processo
de individualização da sua formação acadêmica.
Art. 6º As atividades complementares não se confundem com estágio curricular obrigatório, trabalho de
conclusão de curso ou com atividades regularmente desenvolvidas no contexto das aulas.
II DO ÓRGÃO GESTOR
Art. 7º O Núcleo de Estágio e Atividades Complementares é o órgão responsável pela administração
das atividades complementares e pela observância das normas regimentais e regulamentares aplicáveis.
Art. 8º São atribuições do Coordenador de Curso coordenar a oferta geral dessas atividades, validar ou
não, junto ao Núcleo de Estágio e Atividades Complementares, as atividades apresentadas pelo aluno.
III DAS ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA GERAL
Art. 9o É atribuição da Secretaria Geral, nos casos de aproveitamento de disciplinas cursadas fora da
matriz curricular do aluno e/ou em outra instituição para os casos de transferência externa e portadores
de diploma, informar ao Núcleo de Estágios e Atividades Complementares a quantidade de horas a
serem lançadas.
IV DA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 10º O conjunto das atividades complementares será desenvolvido até o limite global da disciplina
respeitados os limites máximos de carga horária estabelecidos por modalidade durante o curso regular,
inclusive habilitação específica, conforme o plano curricular e normas estabelecidas no presente
documento, podendo ser cumpridas sob o patrocínio da Faculdade ALFA, ou externamente, em
Instituições de referência.
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Art. 11º As atividades complementares realizadas em outras instituições, entidades ou órgãos, sem a
chancela ou respaldo da Faculdade ALFA, ficarão sujeitos à validação pela respectiva Coordenação,
mediante exame de compatibilidade com os objetivos didático-pedagógicos e profissionalizantes do
curso, expressos no Projeto Pedagógico da Faculdade ALFA, e à vista da correspondente comprovação.
§ 1º A validação das atividades complementares será requerida e justificada pelo aluno interessado,
instruindo o pedido com a comprovação de frequência, comparecimento ou participação.
§ 2º O processo de requerimento, validação e comprovação das atividades complementares será
encaminhado ao Coordenador pelo Núcleo de Estágio e Atividades Complementares. Cabe a este
validar, registrar e arquivar.
§ 3º É vedada a validação de qualquer modalidade de atividades complementares realizadas
anteriormente ao ingresso do aluno no respectivo curso de graduação ministrado pela Faculdade ALFA.
Atividades realizadas em outras Instituições de Ensino Superior deverão constar no histórico escolar da
instituição de origem.
V DA IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 12º É vedado o cômputo concomitante ou sucessivo, como atividades complementares, de cargas
horárias ou conteúdos, trabalhos, atividades ou práticas próprias das disciplinas do currículo pleno, ou
destinado à elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, ou desenvolvidos nos estágios
supervisionados.
Art. 13º O aluno deverá comprovar a sua participação nas atividades, observado o limite máximo de
carga horária de acordo com a Tabela abaixo:
§ 1º Todas as atividades realizadas na modalidade à distância somente serão computados 5% a 50% da
carga horária total, independentemente da Instituição ofertante e após análise do setor competente.
§ 2º Para os discentes regularmente matriculados nos 7º e 8º períodos em 2011.2 e 2012.1,
respectivamente, as horas de atividades complementares serão computadas de acordo com o
regulamento anterior.
I) Iniciação Científica (IC)
a) Elaboração e entrega do relatório de pesquisa de IC
b) Participação como ouvinte nas apresentações de eventos programados pela
Faculdade ALFA ou outra IES.
c) Publicação de artigo científico oriundo da IC
II) Eventos na área do curso na ALFA
a) Palestras, Seminários, Congressos
b) Debatedor
c) Apresentação de trabalhos
Eventos na área do curso em outra Instituição
a) Palestras, Seminários, Congressos
b) Debatedor
c) Apresentação de trabalhos
III) Atividade de extensão universitária
a) Participação em atividades ou eventos culturais
b) Ministrar cursos de extensão, sob supervisão docente na área do curso.
c) Visitas técnicas
d) Viagens de estudo
e) Participação em programas de cunho social
Percentual de
Aproveitamento
80%
80%
80%
50%
80%
50%
50%
40%
80%
50%
70%
60%
60%
70%
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IV) Monitoria
a) Exercício de monitoria em disciplinas da Faculdade ALFA
V) Gestão ou Representação Estudantil
a) Participação em entidades de natureza acadêmica
b) Representação em colegiados
VI) Laboratório de informática
a) Participação em curso de informática
VII) Estágio voluntário/prática profissional em áreas afins ao curso.
VIII) Cursos na modalidade à distância - EAD
IX) Curso de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (somente para os
bacharelados)
Máximo por 2 semestres
100%
80%
80%
50%
50%
50%
50%
VI DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 14º Dos atos ou decisões do Coordenador do Curso caberá recurso ao Conselho Acadêmico.
Art. 15. Os casos omissos serão dirimidos pelo Diretor Acadêmico, ad referendum do Conselho da
Instituição.
Este Regulamento foi aprovado pela Direção Acadêmica da Faculdade ALFA, em 07 de julho de 2011,
e entra em vigor na data de sua publicação.
Revogam-se as disposições em contrário.
Goiânia, julho de 2011.
4.1.4.4 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
De acordo com o Regulamento da Área de Metodologia, Iniciação Científica e Trabalho
Final de Curso (TFC) da Faculdade ALFA, o Trabalho Final de Curso é exigido para a
concessão do diploma de Graduação e de Pós-Graduação e consiste na elaboração de
investigação científica, devendo, de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT), representar o resultado de estudo que expresse conhecimento do assunto
escolhido, obrigatoriamente emanado das disciplinas e programas ministrados ao longo do
Curso.
O Trabalho de Conclusão de Curso pode ser realizado em grupo, sendo, no mínimo, três
e, no máximo, seis alunos por grupo de trabalho ou individualmente, quando houver exigência
legal neste sentido.
Podem ser Orientadores e Leitores de Trabalhos de Conclusão de Curso Professores
integrantes do Corpo Docente da Faculdade ALFA, vinculados a uma das Linhas de Pesquisa
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institucional, previamente definidas por Áreas de Conhecimento, podendo um professor
assumir a orientação de até cinco Trabalhos de Conclusão de Curso por semestre.
A avaliação final dos Trabalhos de Conclusão de Curso é feita por meio de Banca
Examinadora composta pelo Professor Orientador, na condição de presidente da Banca, e pelo
menos um Professor Leitor, cabendo a ambos a avaliação final do Trabalho de Conclusão de
Curso. Os Trabalhos de Conclusão de Curso são avaliados pela sua forma escrita e pela
apresentação oral do(s) aluno(s).
A operacionalização dos Trabalhos de Conclusão de Curso é realizada pelas
Coordenações de Curso e Coordenação do Núcleo de Pesquisa ALFA (NUPES), que
estabelecem, por meio de Regulamento próprio, os mecanismos de efetivo acompanhamento
desta atividade na Instituição como um todo e no interior de cada Curso. O NUPES é um setor
de apoio ao Corpo Docente e Discente, que conta com instalações próprias e adequadas para
seu funcionamento e para as atividades de orientação, promovendo a iniciação científica dos
alunos, catalogando, constituindo e disponibilizando para consulta da Comunidade acadêmica
o acervo dos Trabalhos de Conclusão de Curso da Instituição.
No Curso de Graduação em Turismo da ALFA, o Trabalho de Conclusão de Curso é
compreendido como uma oportunidade de desenvolvimento de um trabalho sistemático, de
natureza teórica e, ao mesmo tempo, de planejamento e intervenção prática. Contudo, para que
ele não se transforme em uma exigência meramente burocrática, mas tenha um significado
pedagógico, vale ressaltar que o TCC:
-
tem como objetivo oferecer ao formando a oportunidade de consolidar seus
interesses e experiências pela elaboração de um trabalho científico que explicite
um esboço de formas de enfrentamento de problemas educativos de natureza
prática ou teórica;
-
deve consagrar um processo de maturação da autonomia do aluno em face de seus
estudos;
-
marca a iniciação aos procedimentos de pesquisa e deve ser apresentado sob as
seguintes formas: Monografia e/ou Projeto Experimental em uma das áreas
compreendidas pela atividade turística, definidas nas linhas de pesquisa do curso.
Na modalidade projeto os alunos realizam estudo de caso e, a partir deste,
planejam intervenções. É facultado aos alunos a implementação dos Projetos
Experimentais.
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-
está integrado às linhas institucionais de pesquisa e devem estar inseridos nas
seguintes linhas de pesquisa do curso:
-

Linha 1 - Planejamento e Gestão do Turismo e da Hospitalidade;

Linha 2 - Patrimônio, Turismo e Meio Ambiente;

Linha 3 - Gestão de empreendimentos turísticos.
não deve ser deixado para o último ano do curso, e sim, ser uma preocupação
corrente ao longo do curso: na disciplina de TCC I, no 5º período, os alunos
definem o projeto de pesquisa que pretendem realizar; na disciplina de TCC II,
no 6º período, realizam o projeto proposto, com o acompanhamento de um
professor orientador especialista no tema de estudo escolhido.
4.1.4.5 Estudo de Caso
Os cursos da Faculdade ALFA, por possuírem uma forte orientação para a prática,
adotam a metodologia de estudo de caso nas atividades de ensino e de pesquisa. O método
consiste no ato de o professor trazer para a sala de aula relatos casos, vividos ou não por ele,,
fazendo então a ligação desses relatos com o conteúdo que está sendo apresentado. Essa ligação
pode ter fins de contextualização do conteúdo, ou de sua aplicação.
Ao adotar tal metodologia a ALFA tem por o objetivo despertar a atenção do aluno e
aproximá-lo da realidade prática de sua área de estudo e de atuação, uma vez que o mesmo
oferece aos estudantes a oportunidade de direcionar sua própria aprendizagem na exploração
de situações relativamente complexas.
Neste contexto, o papel principal do professor consiste em ajudar o aluno a trabalhar
com os fatos e com a análise de um problema e a considerar, então, as possíveis soluções e
consequências de suas ações.
Dentre as vantagens do método de estudo de caso destaca-se seu potencial para fazer
face à fragmentação, à linearidade e ao individualismo, constituindo-se em uma alternativa
muito útil para os professores promoverem a interdisciplinaridade e o trabalho em grupo.
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4.1.4.6 Práticas laboratoriais
O ensino ministrado na Faculdade ALFA está fortemente apoiado em práticas
laboratoriais. Além do ensino ministrado em salas de aula, cada curso, de acordo com suas
especificidades, conta com laboratórios ou salas ambientes que favorecem o processo de
transmissão-assimilação de conteúdos.
Laboratórios e salas ambientes constituem uma prática inovadora no ensino, dado seu
potencial de tornar mais concreto e mais palpável conceitos e teorias de difícil assimilação por
outros meios de ensino. Nestes ambientes especiais, dotados com recursos apropriados, a
integração teoria e prática se torna realidade e o aluno pode experimentar, vivenciar situações
concretas sob a supervisão do professor, o que torna suas aprendizagens mais significativas e
duradouras.
4.1.5 Interdisciplinaridade
À luz da missão da IES, dos seus objetivos e da missão do curso, professores e alunos
são orientados pedagogicamente para o desenvolvimento de uma prática educativa marcada
pela interdisciplinaridade.
A interdisciplinaridade, de acordo com Japiassú, “caracteriza-se pela intensidade das
trocas entre os especialistas e pelo grau de integração real das disciplinas no interior de um
mesmo projeto de pesquisa”. Entende-se, portanto, que as disciplinas não representam uma
compartimentalização dos saberes escolares. Pelo contrário, a missão de cada disciplina é abrir
e ampliar novos horizontes, levando o aluno a estabelecer múltiplas relações entre as diferentes
áreas de conhecimento. Neste sentido, metodologias de ensino, como o estudo de caso, e
atividades multidisciplinares desenvolvem nos alunos o hábito de transitarem por diferentes
áreas de conhecimento e analisarem, sob diferentes perspectivas, um mesmo fato ou uma
mesma realidade.
As simulações das realidades profissionais contribuem na formação do aluno, na medida
em que o transporta da situação da sala de aula para a vivência e experiência de um cotidiano
real e multidisciplinar.
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4.1.6 Flexibilidade
A flexibilidade corresponde à capacidade de adaptar-se a situações novas surgidas
durante a execução de projetos pedagógicos, planos de curso ou programas de ensino. Segundo
Lück, “resulta da previsão de cursos alternativos de ação que antecipa possíveis imprevistos
ou situações novas de tal maneira que, diante delas, não se torna necessária a elaboração de
um novo plano de ação”.
Tal procedimento se justifica pela preocupação da ALFA em manter a vanguarda das
matrizes curriculares de seus cursos, adequando-as ao que há de mais atualizado em termos de
proposta pedagógica para o Ensino Superior, tendo em vista a rapidez das mudanças no mundo
dos negócios e no mercado de trabalho.
Nesse sentido, a flexibilidade antecipa mudanças, desde as esperadas até as imprevistas.
Esse princípio norteia a organização e o planejamento pedagógico da Instituição e ganha
concretude em diferentes momentos, como no Processo de Adequação e Readequação e nas
Reuniões de Colegiado.
A carga horária destinada às atividades complementares e a oferta de disciplinas
optativas têm por finalidade assegurar que possam ser oferecidas aos alunos oportunidades não
previstas na matriz curricular de atualização e complementação de conteúdos da matriz
curricular, assim como uma maior interlocução da instituição e do curso com a sociedade em
geral e com a comunidade acadêmica local.
4.2 Metodologia e estratégias de ensino-aprendizagem
Em sua proposta pedagógica, a Faculdade ALFA leva em conta o seu público-alvo,
constituído, majoritariamente, por jovens e adultos trabalhadores, alguns com dificuldades de
aprendizagem acumuladas ao longo do tempo, mas que veem no ensino superior uma
oportunidade de ingressarem ou de se firmarem no mercado de trabalho, como assalariados ou
como empreendedores de seu próprio negócio.
Diante deste quadro, a ALFA investe em metodologias e estratégias de ensino
inovadoras e diversificadas, consciente de que os adultos trazem consigo experiências de vida
que precisam ser respeitadas e valorizadas.
Assim, a prática educativa da Faculdade ALFA procura:
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- tirar proveito da experiência acumulada pelos alunos, adotando métodos de ensino
que exijam o uso de experiências anteriores, como discussões de grupo, exercícios de
simulação e estudo de casos;
- propor problemas, novos conhecimentos e situações sincronizadas com a vida real,
relacionando os conteúdos ministrados com a realidade do dia-a-dia dos alunos, dada a
predisposição do adulto para aprender algo que contribua para suas atividades
profissionais ou para resolver problemas reais;
- justificar a necessidade e utilidade de cada conhecimento, uma vez que adultos se
sentem motivados a aprender quando entendem as vantagens e benefícios de um
aprendizado, quando percebem suas próprias deficiências e reconhecem a necessidade
prática de determinado conhecimento, habilidade ou competência;
- envolver os alunos no planejamento e na responsabilidade pelo aprendizado, pois
adultos gostam de exercer sua independência e assumir suas responsabilidades;
- estimular e utilizar a motivação interna para o aprendizado, pois as motivações
mais fortes nos adultos são internas, relacionadas com a satisfação pelo trabalho
realizado, melhora da qualidade de vida e elevação da auto-estima;
- facilitar o acesso, os meios, o tempo e a oportunidade, para que os adultos se sintam
envolvidos e comprometidos com o programa de aprendizagem que a Instituição lhes
oferece.
As diferentes opções metodológicas visam, portanto, à integração das disciplinas do
curso, relacionando-as e contextualizando-as a temáticas específicas para despertar o interesse
do aluno adulto. Isto requer estratégias de ensino que propiciem uma maior interatividade
docente-discente e discente-discente, proporcionando a construção do saber e do conhecimento
a partir de um referencial teórico e do conjunto de vivências e experiências de cada aluno.
Dessa forma, no intuito de desenvolver o perfil profissional desejado para os alunos
egressos do curso, são privilegiadas metodologias de ensino-aprendizagem inovadoras e
desafiadoras.
Considerando a pluralidade de visões do processo de ensino-aprendizagem e tendo em
vista as características do público-alvo, são utilizadas diferentes metodologias e estratégias de
ensino, tais como:
- técnicas de exposição pelo professor, na forma de aulas expositivas dialogadas,
participativas e interativas, consideradas como necessárias para introduzir um novo
assunto, propiciar uma visão global e sintética, esclarecer conceitos e concluir
estudos;
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- técnicas centradas no aluno, na forma de estudos de texto e estudos de casos e de
estudos dirigidos (ou orientados), que objetivam desenvolver a capacidade de
estudar um problema, de forma sistemática, desenvolver a capacidade analítica e as
habilidades de compreensão, interpretação, análise, crítica, e (re)-criação de textos,
bem como preparar para o enfrentamento de situações complexas;
- técnicas de elaboração conjunta, em especial, seminários e trabalhos de grupo,
que objetivam propiciar a contribuição conjunta do professor e dos alunos e analisar
coletivamente um tema importante, a fim de se chegar a uma posição;
- utilização de pesquisas pontuais nas diversas disciplinas que compõem a matriz
curricular, sendo elas orientadas pelos respectivos professores;
- realização de visitas técnicas, dando oportunidade ao aluno de compartilhar
experiências e vivências tais como ocorrem no mundo do trabalho;
-
participação em eventos, internos e externos, como palestras, seminários e fóruns
temáticos de interesse para a formação do aluno;
- estudo de casos, que promovam nos alunos a capacidade de estabelecer relações
entre os conhecimentos das diferentes disciplinas para o encaminhamento da
solução de casos reais;
- práticas laboratoriais, aulas práticas em laboratório, ou em salas ambientes
especiais nas quais são fundamentais a explicitação dos objetivos da aula e a
colocação do professor como um elemento de suporte para se atingir esses objetivos.
Busca-se, com isso, dar ao aluno o máximo de autonomia na organização de suas
atividades visando ao seu desenvolvimento. A orientação é que nesses ambientes
sejam desenvolvidas atividades práticas, em pequenos grupos, com o objetivo de
promover a interação entre os alunos e desenvolver as habilidades de trabalho em
equipe.
4.3 Processo de avaliação
A avaliação é entendida pela Faculdade ALFA como um processo contínuo e sistêmico,
abrangendo a avaliação do processo ensino-aprendizagem, a avaliação do egresso e a avaliação
institucional, de forma articulada com os processos de autoavaliação do Docente, dos Discentes
e da própria Instituição.
Nesta proposta, entende-se o processo ensino-aprendizagem como um projeto coletivo,
onde todos são considerados agentes intelectuais ativos no processo de construção do saber.
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Embora cada professor, no exercício do seu fazer docente, possua autonomia para desenvolver
a disciplina que está sob sua responsabilidade, precisa se compreender como parte e como
participante ativo do percurso formativo dos alunos, que é resultado, em última instância, de
um trabalho coletivo.
A identificação do perfil profissional pretendido para o egresso é vista como essencial
e ponto de partida para o trabalho de reflexão, que antecede o exercício formal de registro do
plano do ensino (Plano de curso e Plano de aula) realizado pelo docente. Esta reflexão faz-se
necessária, pela possibilidade do melhor encaminhamento na organização do trabalho
pedagógico e pela sua relevância enquanto diferencial teórico, didático e da relação teoriaprática no processo ensino-aprendizagem.
Compete à Coordenação do Curso organizar momentos de discussão e reflexão coletiva
entre os docentes que atuam no curso, tendo como objetivo aproximar as áreas de conhecimento
para um trabalho coletivo que garanta a qualidade do processo ensino-aprendizagem
pretendido.
Os procedimentos de elaboração dos planos de ensino devem ser formalizados pelos
docentes em formulários próprios do Sistema de Adequação e Readequação. A qualidade do
processo formativo depende, em grande parte, do cumprimento integral das ementas das
disciplinas previstas na matriz curricular do curso e da sistemática de avaliação processual e
formal adotada na verificação contínua da aprendizagem.
A qualidade teórica, metodológica e os critérios avaliativos dos planejamentos devem
ser verificados pelo coordenador do curso e pelos professores e alunos durante os momentos de
avaliação coletiva deflagrados pela Avaliação Institucional. As avaliações do processo ensinoaprendizagem e do curso, fornecem elementos teórico-práticos que retroalimentam as ações de
melhoria dos processos formativos e, portanto, de avaliação curricular.
Para tanto, toda a prática educativa é acompanhada e supervisionada permanentemente,
a partir de critérios de asseguração da qualidade, tais como a excelência da organização dos
planos de ensino; o cumprimento das ementas das disciplinas; a atualização das bibliografias
adotadas; a pertinência e relevância dos conteúdos programáticos; a utilização de recursos
metodológicos variados e adequados à assimilação dos conhecimentos e ao desenvolvimento
das habilidades e competências, tendo como horizonte o perfil profissional pretendido.
Esses processos e elementos avaliativos só ganham sentidos quando os professores estão
comprometidos com um processo de construção do pensamento reflexivo por parte do aluno,
objetivando uma apreensão significativa de saberes.
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Cabe destacar que os objetivos do plano de ensino, em consonância com a concepção
de formação presente no projeto do curso, apresentam-se como elemento constitutivo do
processo formativo, pois antecipam resultados esperados do trabalho pedagógico, expressando
conhecimentos, habilidades e hábitos a serem assimilados de acordo com as exigências
metodológicas. É, portanto, fundamental que os professores compreendam a relação existente
entre conteúdos-objetivos-métodos-avalição, visando maior qualidade teórica e prática do
trabalho acadêmico.
Essas definições, quando debatidas e estabelecidas colegiadamente, consubstanciam um
diferencial teórico-conceitual e didático-metodológico, permitindo maior articulação entre
ensino, pesquisa e extensão, sobretudo no que tange à implementação de projetos e atividades
de caráter interdisciplinar.
Nesse contexto, é de suma importância que a avaliação do processo ensinoaprendizagem e do curso, em geral, seja vista e trabalhada de forma processual, pois a
perspectiva da formação de um profissional crítico-reflexo implica uma discussão constante das
práticas curriculares desenvolvidas no curso de modo a indicar a melhoria dos procedimentos
existentes na Instituição.
Assim, é preciso avaliar se ao longo do curso os princípios que orientam a organização
curricular estão sendo observados, conforme as diretrizes e bases do projeto, sem causar
descompasso entre a proposta e sua execução. De igual modo, é preciso acompanhar a inserção
profissional dos egressos do curso, tendo em vista uma melhor definição do perfil do
profissional a ser formado.
O Processo de Adequação e Readequação se caracteriza como um processo de
acompanhamento da implantação dos cursos de Graduação e Pós-Graduação da ALFA. Esse
acompanhamento visa especialmente o exame de questões relacionadas ao cumprimento do
currículo e do projeto pedagógico estabelecido para o curso e de sua real implementação em
nível de sala de aula.
4.3.1 Avaliação do processo ensino-aprendizagem
Segundo Sordi (1995) “avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos
na direção da consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma determinada
matriz epistemológica”.
No Projeto Pedagógico Institucional (PDI) a avaliação e o acompanhamento do aluno
são considerados como um processo contínuo e percebidos como uma condição que torna mais
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dinâmica a ação educacional, pela qual se procura identificar, aferir, investigar e analisar o
desenvolvimento do aluno, do professor e do Curso.
Neste sentido, a ALFA criou o processo de tutoria, no qual um dentre os Professores da
turma é escolhido como Professor Tutor da Turma. Para a Instituição, o Professor Tutor é um
parceiro no alcance das metas e objetivos institucionais. Para os alunos, é uma referência
acadêmica e profissional no interior do curso, um orientador de carreira, um interlocutor da
turma com a coordenação e com gestão da IES.
Assim, procura-se assegurar a qualidade de ensino em sala de aula pela dinamização do
fluxo de informação entre os alunos e a IES, sendo o Professor Tutor responsável por ser um
canal de comunicação, mais próximo e mais acessível, entre os alunos e a própria gestão
administrativa e educacional.
O programa de Tutoria é, também, uma oportunidade de aproximar o corpo docente da
gestão da IES, dando-lhe a oportunidade de participar ativamente da discussão das
oportunidades de melhoria identificadas, da construção coletiva do Projeto Pedagógico dos
Cursos e das ações de expansão. O foco do trabalho do Professor Tutor é, em última instância,
o sucesso acadêmico e profissional dos alunos, por meio da excelência da prática educativa
desenvolvida no interior de cada curso.
Do ponto de vista da avaliação da aprendizagem, propriamente dita, o Curso pode
verificar o alcance dos seus objetivos por meio de duas funções fundamentais para a avaliação:
- função diagnóstica: visa determinar a presença ou ausência de conhecimento e
habilidades, providências para estabelecimentos de novos objetivos, retomada de
objetivos não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço, sondagem,
projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento do aluno, dando-lhe
elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
- função formativa: evidencia se os objetivos conceituais, procedimentais e
atitudinais estão sendo alcançados e em que medida.
Quanto ao sistema de verificação e apuração dos resultados finais, a Resolução interna,
nº. 02/2010, estabelece que o aluno será avaliado ao longo do semestre letivo, pela sua
frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento, expresso em notas de 0 a 10 (zero a dez). O
aproveitamento do aluno é verificado por meio das avaliações denominadas N1, N2, N3 e N4
(Prova de Recuperação). As notas de N1 e N2 são compostas por avaliações formais, de caráter
documental, realizadas individualmente e sem consulta, valendo 80% da nota, e por avaliações
processuais, valendo 20% da nota. As notas de N3 e N4 são definidas, unicamente, por uma
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prova escrita, com valor igual a 10 (dez). A avaliação processual consiste da participação do
aluno em atividades propostas ao longo do semestre letivo.
4.3.2 Acompanhamento do egresso
Para acompanhamento do egresso, a ALFA conta com as ações desenvolvidas pelo
Núcleo Discente, que tem como um das suas finalidades a manutenção de um atualizado
cadastro de endereços de todos os alunos e ex-alunos do Curso, com homepage ou site na
Internet, para a comunicação de novos cursos de atualização, de extensão, de aperfeiçoamento
ou de pós-graduação que porventura venham a ser criados pela Instituição e que possam trazer
de volta à IES seus egressos para contínua capacitação e requalificação.
A Associação dos Alunos Diplomados da Graduação e Pós-Graduação da Faculdade
ALFA (AADGPG) é uma entidade sem fins lucrativos, criada com vistas a congregar os alunos
egressos dos cursos de Graduação e Pós-Graduação, visando a beneficiar ainda mais os
associados promovendo encontros, palestras e cursos, mantendo um vínculo permanente da
Instituição com seus egressos.
4.3.3 Avaliação Institucional
Em cumprimento à Lei n. 10.861/2004 e ao Decreto nº. 5.773/20, que estabelecem as
diretrizes para a Avaliação Institucional, a ALFA, por meio de sua Comissão Permanente de
Avaliação (CPA), desenvolve, anualmente, o processo de autoavaliação da Instituição,
contemplando as dez dimensões estabelecidas nos textos legais, envolvendo o Corpo Docente,
Discente e Técnico-administrativo que formam a Comunidade ALFA.
O processo de avaliação institucional das Faculdade ALFA está centrado em dois
grandes objetivos: o primeiro diz respeito ao aperfeiçoamento da qualidade acadêmica de seus
cursos de graduação e pós-graduação; o segundo visa à melhoria da gestão da Faculdade com
a avaliação das atividades de Pesquisa, de Extensão, dos Recursos Humanos e de Infraestrutura.
Busca-se, com esse processo, gerar um conjunto de dados e diagnósticos confiáveis que, além
de promover o autoconhecimento da Instituição, possibilite a organização de ações de melhoria
do seu funcionamento.
A Avaliação Institucional da ALFA foi sendo implantada de maneira gradual,
privilegiando num primeiro momento, a avaliação do ensino de graduação e das condições de
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infraestrutura e serviços. Atualmente, faz-se avaliação global da instituição, de forma a
contemplar todas as dimensões avaliativas propostas pelos SINAES (Lei 10861/2004).
Nessa avaliação, observa-se a coerência dos procedimentos de avaliação dos processos
de ensino e de aprendizagem com a concepção do Curso, especificamente a articulação da
autoavaliação do Curso com a autoavaliação institucional. A partir das avaliações realizadas pela
Comissão Própria de Avaliação (CPA), torna-se possível realizar uma análise interna de
resultados e diagnosticar possíveis ações que supram carências apresentadas nos aspectos
avaliados.
Vale ressaltar que o processo de avaliação do desempenho docente, da infraestrutura e
da autoavaliação do aluno é realizado semestralmente. Esses resultados somam-se ao processo
global de avaliação, de forma a completar os dados relativos à avaliação das dez dimensões,
culminando com a elaboração do Relatório de Avaliação Institucional, que é protocolado
anualmente no sistema E-Mec.
É importante destacar, ainda, que o processo de Avaliação Institucional da Faculdade
ALFA pauta-se pelos seguintes princípios orientadores:
- alcançar uma visão global da Instituição a partir do exame de todos os elementos que
compõem a vida da Faculdade;
- construir o processo avaliativo de forma gradativa, ampliando e refinando
constantemente suas estratégias de ação e procedimentos de coleta de dados;
- criar mecanismos que possibilitem uma participação efetiva de todos os envolvidos no
processo;
- criar oportunidades para a divulgação e discussão dos resultados em todos os
segmentos avaliados;
- criar uma nova concepção de avaliação institucional, como momento de reflexão e
proposições.
A avaliação institucional, entendida como um trabalho de permanente reflexão sobre a
prática universitária, é uma condição básica para identificar e equacionar os desafios envolvidos
na formulação de diretrizes para que o Ensino, a Pesquisa e a Extensão sejam compatibilizados
com as necessidades da sociedade, nas dimensões de natureza política, econômica, social e
cultural, preservadas as peculiaridades da Instituição na sua função de gerar conhecimento.
Nesse sentido, a avaliação deve ser um processo contínuo, uma ferramenta para o
planejamento e a gestão universitária, bem como um processo sistemático de prestação de contas
à sociedade.
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Sendo a preocupação da Instituição a busca da excelência, a avaliação institucional é um
processo aberto, do qual todos os setores da Faculdade ALFA participam efetivamente. Dessa
forma, um dos instrumentos para a busca da qualidade no ensino superior é a autoavaliação
institucional, que possibilita identificar, analisar e entender a realidade da Instituição, utilizandose de indicadores internos e externos, com ênfase nos indicadores internos, construídos de forma
participativa.
Para tanto, a Comissão Própria de Avaliação (CPA) dispõe de um projeto em permanente
construção que contempla os princípios, objetivos, indicadores institucionais, processos e
instrumentos que dão visibilidade às intenções e postura da Faculdade ALFA em relação à
autoavaliação da Instituição.
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5. EIXOS DE FORMAÇÃO E ESTRUTURA CURRICULAR
Visando ao atendimento ao disposto nas Diretrizes Nacionais, a estrutura do Curso de
Turismo da ALFA procura atender aos campos interligados de formação propostos pela
Resolução CNE/MEC nº 13, de 24 de novembro de 2006, da seguinte forma:
I Conteúdos Básicos:
Estudos relacionados
sociológicos,
Disciplinas propostas na matriz curricular
com
antropológicos,
os
aspectos
históricos,
filosóficos, geográficos, culturais e artísticos,
que conformam as sociedades e suas diferentes
Turismo em Ambientes Naturais
Turismo e Cultura
Ciências Sociais
Antropologia
culturas.
II Conteúdos Específicos
Disciplinas propostas na matriz curricular
Estudos relacionados com a Teoria Geral do
Turismo,
Teoria
da
Informação
e
da
Comunicação, estabelecendo ainda as relações
do turismo com a administração, o direito, a
economia, a estatística e a contabilidade, além
do domínio de, pelo menos, uma língua
estrangeira.
Técnicas de Leitura e Interpretação de Texto
Português Instrumental
Matemática
Matemática Aplicada
Metodologia Científica
Gestão de Carreira em Turismo
Administração de Empresas e Serviços
Economia
Inglês Instrumental
Contabilidade Geral
Estatística
Gestão de Custos e Formação de Preços
Fundamentação Legal para Gestão de
Negócios Turísticos
Gestão Estratégica
Administração de Recursos Humanos
Marketing
Gestão da Qualidade em Turismo
Consultoria em Turismo
Desenvolvimento de Comunidades Rurais e
Turismo
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Disciplinas propostas na matriz curricular
III Conteúdos Teórico-Práticos
Estudos localizados nos respectivos espaços de
fluxo
turístico,
compreendendo
visitas
técnicas, inventário turístico, laboratórios de
aprendizagem e de estágios.
Introdução ao Turismo e a Hospitalidade
Administração Hoteleira I e II
Administração de Restaurantes I e II
Lazer e Entretenimento
Planejamento e Organização de Eventos
Política e Planejamento do Turismo
Agências e Operadoras
Elaboração e gerenciamento de projetos em
hospitalidade
Trabalho de Conclusão de Curso I e II
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
5.1 Matriz curricular
Apresenta-se, a seguir, a matriz curricular do Curso de Graduação em Turismo, com a
identificação das disciplinas e carga horária, por períodos.
MATRIZ CURRICULAR – JANEIRO/2009
DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO
Administração de Empresas e Serviços
Gestão de Carreira em Turismo
Introdução ao Turismo e a Hospitalidade
Matemática
Técnicas de Leitura e Produção de Texto
Turismo e Cultura
Carga Horária do Período
CH
80
80
40
80
80
40
400
DISCIPLINAS DO 2º PERÍODO
Administração Hoteleira I
Matemática Aplicada
Metodologia Científica
Optativa Básica 1
Antropologia
Turismo em Ambientes Naturais
Carga Horária do Período
CH
80
80
80
80
40
40
400
DISCIPLINAS DO 3º PERÍODO
Administração de Restaurantes I
Administração Hoteleira II
Fundamentação Legal para Gestão de Negócios Turísticos
CH
80
80
40
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Ciências Sociais
Contabilidade Geral
Lazer e Entretenimento
Carga Horária do Período
80
80
40
400
DISCIPLINAS DO 4º PERÍODO
Administração de Restaurantes II
Economia
Optativa 2
Optativa 3
Gestão de Custos e Formação de Preços
Planejamento e Desenvolvimento de Eventos
Carga Horária do Período
CH
80
80
40
40
80
80
400
DISCIPLINAS DO 5º PERÍODO
Administração de Recursos Humanos
Agências e Operadoras
Estatística
Inglês Instrumental
Gestão da Qualidade em Turismo
Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga Horária do Período
CH
80
80
80
80
40
40
400
DISCIPLINAS DO 6º PERÍODO
Consultoria em Turismo
Elaboração e Gerenciamento de Projetos em Hospitalidade
Marketing
Política, Planejamento do Turismo
Trabalho de Conclusão de Curso II
Carga Horária do Período
CH
40
80
80
80
40
320
CARGA HORÁRIA TOTAL
ESTÁGIO SUPERVISIONADO (h/RELÓGIO)
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (h/RELÓGIO)
TOTAL GERAL DO CURSO
2320
200
280
2800
CARGA HORÁRIA TOTAL (h/RELÓGIO)
ESTÁGIO SUPERVISIONADO (h/RELÓGIO)
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (h/RELÓGIO)
TOTAL GERAL DO CURSO (h/RELÓGIO)
1.933
200
280
2.413
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
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DISCIPLINAS OPTATIVAS
Desenvolvimento de Comunidades Rurais e Turismo
Gestão Estratégica
DISCIPLINAS OPTATIVAS BÁSICAS
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS I
Português Instrumental
Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
Educação, Meio Ambiente e Saúde
CH
40
40
CH
80
80
40
40
5.2 Ementas e bibliografias básicas e complementares
PRIMEIRO PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS
80 H
EMENTA: Conceito de Organização e Administração; O Perfil do Administrador na
Atualidade; Escolas de Administração: principais figuras, ideias centrais, contribuições e
limites. Planejamento estratégico e situacional, conceito de missão e visão, como organizar de
forma eficaz, delegação, liderança e motivação para condução de equipes, benchmarking,
reengenharia, qualidade total, ética e responsabilidade social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORREIA, H. Gianesi. Administração estratégica de serviços. São Paulo: Atlas, 1998.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 2.ed. São Paulo: Atlas,
2000.
YAZIGI, Eduardo. A pequena hotelaria e o entorno municipal: guia de montagem e
administração. São Paulo: Contexto, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística. 7. ed. São Paulo: Altas, 2000.
GUERRIER, Yvonne. Comportamento organizacional em hotéis e restaurantes. São Paulo:
Futura, 2000.
LAMPRECHT, James; RICCI, Renato. Padronizando o sistema de qualidade na hotelaria
mundial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997.
RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no século XXI: ferramentas práticas de
gerenciamento aplicadas à hotelaria. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
WRIGHT, Peter L. et al. Administração Estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas, 2000.
GESTÃO DE CARREIRA EM TURISMO
80H
EMENTA: A formação profissional de nível superior. Finanças pessoais. Administração do
tempo. Caracterização da atividade profissional e perfil requerido. A relevância do papel do
profissional na sociedade. Exigências e diferenciais da proposta do curso na Alfa. Áreas de
atuação. Mercado de trabalho nacional, regional e local. Carreira profissional. Atualização
profissional e formação continuada. Marketing pessoal
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de
pessoas. São Paulo (SP): Atlas, 1996.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 46/85
PASSOS, Alfredo. Carreira e marketing pessoal: da teoria à prática. São Paulo: Negócio
Editora,
1999.
BALASSIANO, Moisés; COSTA, Afonso Gestão de carreiras: dilemas e perspectivas. São
Paulo: Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VOCÊ S.A. São Paulo: Abril,1998-. Mensal.
MOGGI, Jair; BURKHARD, Daniel. Assuma a direção de sua carreira: os ciclos que definem
o seu futuro profissional. 6. ed. Rio de Janeiro: Negócio Editora, 2003.
POCHMANN, Marcio. O Emprego na globalização: a nova divisão internacional do trabalho
e os caminhos que o Brasil escolheu. São Paulo: Boitempo, 2001.
PAULA, Mauricio de. O sucesso é inevitável: coaching e carreira. São Paulo: Futura, 2005
MINARELLI, José Augusto. Empregabilidade: o caminho das pedras. São Paulo: Gente, 1995
INTRODUÇÃO AO TURISMO E À HOSPITALIDADE
40 H
EMENTA: O estudo da Hospitalidade e suas relações com o Turismo; Manifestações da
Hospitalidade; O Turismo como fenômeno; Proposições teóricas acerca do Turismo;
Introdução ao SISTUR; Componentes da Atividade Turística; Tipologia de Turismo;
Comportamento do consumidor em Turismo e Hospitalidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, Antônio P. Turismo e desenvolvimento: planejamento e organização. São Paulo:
Atlas, 2001.
SANCHO, Amparo. Introdução ao turismo. Trad. Dolores Córner. São Paulo: Roca, 2001.
WALKER, John R. Introdução à Hospitalidade. São Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENI, Mário. Análise estrutural do turismo. São Paulo, SENAC, 2000.
CANDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS,
2003.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: EDUCS, 2000.
________________ Hospitalidade na perspectiva da gastronomia e da hotelaria. São Paulo:
Saraiva, 2005.
DENKER, Ada. Hospitalidade: cenários e oportunidades. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003.
MATEMÁTICA
80H
EMENTA: Operações com Números Reais; Noções iniciais de Álgebra: equações de 1º e 2º
graus, inequações e sistemas de equações de 1º e 2º graus; Razão, Proporção e Regra de Três:
aplicações; Porcentagem; Juro Simples; Tratamento da Informação: leitura e interpretação de
gráficos e tabelas; O conceito de função; Funções Polinomiais de Primeiro e Segundo Graus.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONORA, Dorival et al. Matemática: complementos e aplicações nas áreas de Ciências
Contábeis, Administração e Economia. 2. ed. São Paulo: Ícone, 2000.
GIOVANNI, José Ruy et. al. Matemática fundamental. São Paulo: FTD.
SILVA, S.M. et al. Matemática para os cursos de Economia, Administração, Ciências
Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 47/85
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações: ensino médio e preparação para a
educação superior. 2. ed. São Paulo: Ática, 2001.
HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar J. Matemática aplicada: administração, economia,
contabilidade. São Paulo (SP): Saraiva, 1999.
IEZZI, Gelson. Matemática: ciências e aplicações. São Paulo (SP): Atual 2001.
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo (SP):
Harbra, 1988.
NERI, Chico; TROTA, Fernando. Matemática: curso completo. São Paulo: Moderna, 1983.
TÉCNICAS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
80 H
EMENTA: Comunicação: tipos de código. Língua, Fala e Linguagem. Denotação e Conotação.
Funções de Linguagem. Figuras de Linguagem. Níveis de Linguagem. Leitura: as
possibilidades de leitura. Texto: gêneros. Palavras-chave. Ideias-chave. Parágrafo. Estrutura
simples e mista, parágrafo-chave, formas de construção, articulação. Coerência. Processo de
expansão das palavras-chave. Coesão. Recursos de coesão Paralelismos. Elementos conectivos.
Resumo. Síntese. Oralidade: técnicas de expressão oral. Desenvolvimento de competências e
habilidades disposição para ouvir, falar e redigir.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CEREJA, William Roberto. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de
gêneros e projetos. São Paulo (SP): Atual, 2000.
SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luis. Para entender o texto: leitura e redação. 17.
ed. São Paulo (SP): Ática, 2007.
VALENÇA, Ana Maria Macedo; CARDOSO, Denise Porto; MACHADO, Sônia
Maria. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo (SP): Scipione, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 50. ed., rev. e ampliada. São
Paulo: Loyola, 2007.
CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 4.
ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.
HOUAISS, Antônio; HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da
língua portuguesa. Rio de Janeiro (RJ): Objetiva, 2001.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão.
Prática de texto: para estudantes
universitários. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a
pensar. 22. ed. Rio de Janeiro (RJ): FGV, 2002.
TURISMO E CULTURA
40 H
EMENTA: Gestão do Patrimônio Cultural; a formação da cultura brasileira; Identidade
nacional; Manifestações culturais brasileiras e sua relação com o turismo: arte, arquitetura e
outras expressões culturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARRETO, Margarita. Turismo e legado cultural. São Paulo: Papirus. 2001.
FUNARI, Pedro Paulo; PINSKY, Jaime (orgs.). Turismo e patrimônio cultural. São Paulo:
Contexto, 2001.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 48/85
PELLEGRINI FILHO, Américo. Ecologia, cultura e turismo. São Paulo: Pioneira, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATAÍDES, Jézus Marco de; MACHADO, Laís Aparecida; SOUZA, Marcos André Torres de.
Cuidando do patrimônio cultural. Goiânia: UCG, 2000.
CUMMING, Robert. Para entender a arte. São Paulo: Ática, 1998.
FEATHERSTONE, Mike. Cultura global: nacionalismo, globalização e modernidade. 3.ed.
Petrópolis: Vozes, 2000
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5.ed. São Paulo: Jornal Correio
Braziliense, 1994.
______. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Jornal Correio Braziliense, 2001.
DISCIPLINAS DO SEGUNDO PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO HOTELEIRA I
80 H
EMENTA: Hospitalidade, hospedagem e hotelaria; tipologia dos meios de hospedagem; meios
de hospedagem alternativos; operação de equipamentos de hospedagem; empresas
representativas do setor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÂNDIDO, Índio; VIEIRA, Elenara. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias
do Sul: EDUCS, 2003.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2001.
HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Person
Prentice Hall, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro:
Qualitymark 2000.
DAVIES, Carlos. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul, EDUCS, 1997.
LOCKWOOD, Andrew,; MEDLIK, S., (Org.) Turismo e hospitalidade no século XXI. São
Paulo: Manole, 2003.
RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no século XXI: ferramentas práticas de
gerenciamento aplicadas a hotelaria. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
FELÍCIO, Brasigóis. Hotel do tempo.
Rio de Janeiro (RJ): Círculo do livro, 1981. 247 p.
MATEMÁTICA APLICADA
80 H
EMENTA: Função Quadrática. Conceito de Oferta, Demanda e Ponto de Equilíbrio. Funções
Oferta e Demanda. Conceito de Receita, Custo e Lucro. Funções Receita, Custo e Lucro. Ponto
de Nivelamento. Noções de Matemática Financeira: juro composto, valor presente, valor futuro,
descontos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONORA JR, Dorival. Matemática: complementos e aplicações nas áreas de ciências
contábeis, administração e economia. São Paulo (SP): Ícone, 1994.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 49/85
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da.
Matemática: para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 3. ed. São Paulo
(SP): Atlas 1996.
NERI, Chico; TROTA, Fernando. Matemática: curso completo. São Paulo: Moderna, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar J. Matemática aplicada: administração, economia,
contabilidade. São Paulo (SP): Saraiva, 1999.
GIOVANNI, José Ruy et. al. Matemática fundamental. São Paulo: FTD.
IEZZI, Gelson. Matemática: ciências e aplicações. São Paulo (SP): Atual 2001.
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo (SP):
Harbra, 1988.
WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo (SP): Harbra
1986.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
80 H
EMENTA: A construção do conhecimento. Tipos de conhecimento. A produção do
conhecimento científico. Modalidades de trabalhos acadêmicos: resumo, pesquisa
bibliográfica, relatório, artigo, resenha e projetos. Citações. Referências. Estrutura e
apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com a ABNT.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2009.
MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Claudia Regina Ribeiro; PRUDENTE, Heliane
Nunes. Trabalhos acadêmicos: planejamento, execução e avaliação. Goiânia (GO): Faculdade
ALFA, 2008.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed., revisada e
ampliada. São Paulo (SP): Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de
metodologia científica. 3. ed. São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall, 2007.
CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá. Metodología Científica: teoría e prática. Rio de Janeiro: Axcel
Books do Brasil, 2003.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.
________________ Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2002.
DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo:
Futura, 1998
ANTROPOLOGIA
40 H
EMENTA: Campos e abordagens da Antropologia; O desenvolvimento do conceito de Cultura;
A construção da Identidade e da Diferença; O Brasil na perspectiva Antropológica; Sociedades
transculturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro, Rocco, 1993.
LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1989.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 50/85
SILVA, T. T. da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis:
Vozes, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GEERTZ, C. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 17. ed. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004. 117 p.
MILTON, Santos. A natureza do espaço: técnica-tempo, razão-emoção. São Paulo, Hucitec,
1996.
OLIVEN, Ruben George. A Antropologia de Grupos Urbanos. 5. ed. Petrópolis, RJ: Editora
Vozes, 2002.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
TURISMO EM AMBIENTES NATURAIS
40 H
EMENTA: Revisão de conceitos de Geografia e Ecologia; ecossistemas; apropriação de
recursos naturais para o Turismo; Turismo como elemento de preservação da natureza;
ecoturismo e turismo de aventura; definição de áreas protegidas; conceito de biodiversidade;
impacto do desenvolvimento turístico ao meio ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CRUZ, Rita de Cássia Ariza da - Introdução à geografia do turismo. Roca, 2001.
CÂNDIDO, Luciene Aparecida. Turismo em áreas naturais protegidas. Caxias do Sul:
EDUCS, 2003.
LEMOS, Amália Ines Geraiges. Turismo: impactos socioambientais. 3. ed. São Paulo:
HUCITEC/UNESP, 2001
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RUCHMANN, Doris Van de Meene. Turismo e planejamento sustentável: a proteção do meio
ambiente. 5. ed. Campinas: Papirus, 1999.
RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e ambiente: reflexões e propostas. São Paulo:
HUCITEG,
1997.
RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e Geografia. 2.ed. São Paulo: Hucitec 1999.
SWARBROOKE, John. Turismo sustentável: setor público e cenários geográficos. São Paulo
(SP): Aleph, 2000.
DISCIPLINAS DO TERCEIRO PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO DE RESTAURANTES I
80 H
EMENTA: História da gastronomia; higiene e segurança alimentar; introdução à produção de
alimentos; staff e brigada de cozinha.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARRETO, Ronaldo Lopes Pontes. Passaporte para o sabor. São Paulo: SENAC, 2000.
FERNANDES, Caloca. Viagem gastronômica através do Brasil. 2. ed. São Paulo: Editora
SENAC, 1999.
TEICHMAN, Ione Terezinha Mendes. Tecnologia Culinária. 4. ed. Caxias do Sul: EDUCS,
2000.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 51/85
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARICATO, Percival. Como montar e administrar bares e restaurantes. 3. ed. São Paulo:
SENAC, 2001.
PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual de serviço do garçom. São Paulo: SENAC, 1997.
(Série Apontamentos Hotelaria; 42).
PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual do Maître d´Hôtel. 3. ed. São Paulo SENAC, 2000.
(Apontamentos Hotelaria; 18).
__________Iniciação à enologia. 2. ed. São Paulo: SENAC, 1999. (Apontamentos Hotelaria;
25).
__________Manual do bar. São Paulo. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. (Apontamentos
Hotelaria; 34).
ADMINISTRAÇÃO HOTELEIRA II
80 H
EMENTA: Gestão integrada dos departamentos; Centros de receita e centros de custo;
Modelos de gestão hoteleira; Análise e elaboração de orçamento anual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOEGER, Marcelo Assad; YAMASHITA, Ana Paula. Gestão financeira para meios de
hospedagem. São Paulo: Atlas. 2005
CÂNDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS,
2003.
________________. Controles em hotelaria. 5. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CÂNDIDO, Índio. Controles em hotelaria: sistema mecanizado para hotel. 3. ed. rev. amp. Rio
Grande do Sul: EDUCS, 1982.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2001.
______. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: Qualitymark 2000.
HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Person
Prentice Hall, 2005.
RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no século XXI: ferramentas práticas de
gerenciamento aplicadas à hotelaria. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A GESTÃO DE NEGÓCIOS 40 H
TURÍSTICOS
EMENTA: Introdução ao Direito. Definição de Regime Jurídico do Turismo. O Turismo e os
fundamentos constitucionais. Legislação das empresas turísticas. Legislação de Proteção ao
Consumidor. Contrato de relações jurídicas entre os agentes turísticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BADARÓ, Rui Aurélio de Lacerda (org.) Turismo e direito: convergências. São Paulo:
SENAC, 2004.
MAMEDE, Gladston. Direito do consumidor no turismo: código de defesa do consumidor
aplicado aos contratos, aos serviços e ao marketing do turismo. São Paulo: ATLAS, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DINIZ, Maria Helena. Compêndio de Introdução à ciência do Direito. São Paulo: Saraiva 2005.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 52/85
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
FEUZ, Paulo Sérgio. Direito do consumidor nos contratos de turismo: código de defesa ao
consumidor aplicado ao turismo. Bauru: Edipro, 2003
LENZA, Pedro. Direito constitucional esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2013.
MARQUES, Claudia Lima Marques; MIRAGEM, Bruno (Orgs). Direito do consumidor:
contratos de consumo. 2011 . v.4 (Doutrinas essenciais).
CIÊNCIAS SOCIAIS
80 H
EMENTA: As ciências sociais. Indivíduo e sociedade: cultura, alteridade e identidade.
Trabalho, sociedade e globalização. Desigualdade social. Estado Moderno e sociedade
industrial. Ética, Moral e poder. Ética nas organizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução
à filosofia. 2. ed. São Paulo (SP): Moderna 1993.
CASTELLS, Manuel. A Sociedade em rede. 9. ed., rev. ampl. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
698 p. ISBN 8521903294 , PASSOS, Elizete Silva. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas
S/A, 2004.
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo (SP): Ática, 2003.
ROCHA, Everardo P. Guimarães. O Que é etnocentrismo. 11. ed. São Paulo (SP): Correio
Braziliense, 1994.
TOMAZI, Nelson Dacio ((Org.)). Iniciação à sociologia. 2. ed. São Paulo (SP): Atual, 2000.
BILBIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOWBOR, Ladislaw; IANNI, Octavio; RESENDE, Paulo-Edgar A. Desafios da
globalização. 5. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2003.
DUPAS, Gilberto. Economia global e exclusão social: pobreza, emprego, estado e o futuro
do capitalismo. 3. ed., rev. e ampl. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza.
Sociologia e
sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 1977.
MARX, Karl. Trabalho assalariado e capital - 2. São Paulo (SP): Acadêmica 1987.
MARX, Karl. Salário, preço e lucro. São Paulo: Centauro, [199-?]. 78p. ,
SANTOS, Washington Dos. Dicionário de sociologia. 2. ed. rev. ampl. Belo Horizonte: Del
Rey,
1995.
CONTABILIDADE GERAL
80 H
EMENTA: Conceito básico de Contabilidade. Elementos básicos de constituição do
Patrimônio e seus usuários. Conceito, elementos e nomenclatura da conta. Plano de contas;
elaboração e nomenclatura. Livros básicos de escriturações. Conceito de receitas, despesas,
custos, investimentos e gastos. Apuração simplificada do resultado do período. Estruturação do
Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício. Interpretação dos
resultados e suas influências na estrutura patrimonial. Noções de análise de Balanço e D.R.E.
Noções de fluxo de caixa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, M. C. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade.
São Paulo: Atlas, 1996.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 53/85
EQUIPE DE PROFESSORES DA FEA/USP. Contabilidade Introdutória – Livro Texto e de
Exercícios. São Paulo: Atlas, 1993.
MARION, José C. Contabilidade Empresarial. 10 edição, São Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEITE, Helio de Paula. Contabilidade para administradores. 4.ed. São Paulo: Atlas S/A,
1997.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica. 2 ed. São Paulo: Atlas S/A 1991.
IUDICUBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial. São Paulo: Atlas, 2010
ATKINSON, Anthony A. Contabilidade gerencial. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leonidas. Análise de balanços para
controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2009.
LAZER E ENTRETENIMENTO
40 H
EMENTA: Histórico e Evolução do Lazer. Aspectos conceituais do Lazer, da Animação e do
Entretenimento. Relação entre Turismo e Lazer. Classificação das Atividades de Lazer.
Animação e entretenimento no turismo. O perfil do profissional de lazer. Planejamento de
atividades de lazer e entretenimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIRRE, Rafael Sanjuanbenito; SIMON, Maria Fernanda; DI SANTO, Silvia.
Recreação e turismo para todos. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
MARCELINO, Nelson Carvalho. Lazer e humanização. 2.ed. Campinas: Papirus, 1995.
__________________.
Lazer:
formação
e
atuação
profissional.
1ed. Campinas: Papirus 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAVALLARI, Vinicius Ricardo. Trabalhando com recreação. 5. ed. Ícone, 2001
COSTA, Lamartine Pereira da; MÜLLER, Ademir. Lazer e desenvolvimento regional. Santa
Cruz do Sul, RS: EDUNISC, 2002.
DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e cultura popular. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
NEGRINE, A et al. Recreação na hotelaria – o pensar e o fazer lúdico. Caxias do Sul: Educs,
2001.
MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do lazer: uma introdução. São Paulo: Autores
associados, 2012
DISCIPLINAS DO QUARTO PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO DE RESTAURANTES II
80 H
EMENTA: Tipos de cozinhas e restaurantes; tipos de Serviços; planejamento de cardápio e
serviços; mise en place e etiqueta a mesa; gestão de serviços de alimentos e bebidas;
estruturação de restaurantes; viabilização de ponto de venda de alimentos e bebidas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e bebidas. Caxias do Sul: EDUCS, 2001.
HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Person
Prentice Hall, 2005. TEICHMANN, Ione. Tecnologia culinária. Caxias do Sul: EDUCS, 2000.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 54/85
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CÂNDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS,
2003.
CASTELLI, Geraldo. Hospitalidade: na perspectiva da gastronomia e hotelaria. São Paulo:
Saraiva, 2005.
LIONEL, Maître. Restaurante: técnicas de serviço. 2.ed. Caxias do Sul: EDUCS 1990
KNIGHT, John Barton. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. São Paulo: Rocca,
2005.
TEICHMANN, Ione. Cardápios: técnica e criatividade. Caxias do Sul: EDUCS, 2004.
ECONOMIA
80 H
EMENTA: Conceito de Economia. Principais problemas econômicos. Divisão da Economia.
A Economia de mercado, origens e destino da produção. A unidade produtora, sua inserção no
sistema. A circulação numa economia de mercado. Estruturas de Mercado. As relações
econômicas internacionais. O setor público. O sistema financeiro. Repartição apropriada do
produto social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAGE, Beatriz; MILONE, Paulo. Economia do turismo. São Paulo: Atlas, 2001.
TROSTER, Roberto Luís; MORCILLO, Francisco Mochón; TROSTER, Roberto
Luís. Introdução à economia. São Paulo (SP): Makron Books, 1999.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro: teoria e
exercícios, glossário com 260 principais conceitos econômicos. 4. ed. São Paulo Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEITE, Hélio de Paula. Contabilidade para administradores. 4.ed. São Paulo (SP): Atlas, 1997.
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 5.ed.
São Paulo
(SP): Atlas, 1998
MONTORO FILHO, André Franco; MONTORO FILHO, André Franco. Manual de
Economia. São Paulo: Saraiva, 1991.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 17.ed. São Paulo: Atlas S/A 1997.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de; GARCIA, Manuel E. Fundamentos de
economia. 3. ed. São Paulo (SP): Saraiva, 2008.
GESTÃO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS
80 H
EMENTA: Introdução à gestão de custos, Material direto, Mão-de-obra direta, Custos
Indiretos de Fabricação, Custeio por departamento, Custeio por processos, Custeio por ordem
de Produção, Custeio-padrão, Custeio Baseado em Atividades (ABC), Custos da Produção
Conjunta, Custeio variável, Custos para decisão, Efeitos dos Tributos sobre Custos e Preços,
Formação de Preços: aspectos quantitativos e Formação de Preços: aspectos qualitativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOEGER, Marcelo Assad; YAMASHITA, Ana Paula. Gestão financeira para meios de
hospedagem: hotéis, pousadas, hotelaria: hospitalar e a hospitalidade. São Paulo: Atlas, 2005.
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 2. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 55/85
CHING, Hong Yuh. Gestão baseada em custeio por atividades: abm - activity based
management. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSEF, Roberto. Guia prático de formação de preços: aspectos mercadológicos, tributários e
financeiros para pequenas e médias empresas. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 9. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003.
NAKAGAWA, Masayuki. Gestão estratégica de custos: conceitos, sistemas e implementação.
São Paulo: Atlas, 1993.
OLIVEIRA, Luís Martins de; COSTA, Rogério Guedes. Gestão estratégica de custos. 3 ed. São
Paulo: Atlas, 2003.
PEREZ JUNIOR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luís Martins de; COSTA, Rogério
Guedes. Gestão estratégica de custos. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003.
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE EVENTOS
80 H
EMENTA: Eventos e sua relação com Turismo. Tipologia de eventos. Etapas da organização
de eventos. Operações básicas. Noções de cerimonial e protocolo. Eventos nos espaços
hoteleiros. Eventos como gerador de receita no hotel.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANTON, Antonia Marisa. Eventos: ferramenta de sustentação para as organizações do
terceiro setor. São Paulo: Roca, 2002.
CESCA, Cleuza Gertude Gimenes. Organização de eventos. São Paulo: Summus, 1997.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos. Barueri-SP: Manole, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CÂNDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS,
2003.
MARTINEZ, Marina. Cerimonial para executivos: guia para execução e supervisão de eventos
empresariais. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.
MIYAMOTO, Massahiro. Administração de congressos científicos e técnicos. São Paulo:
Pioneira, 1987.
RIBEIRO, Célia. Etiqueta na prática: um guia moderno para as boas maneiras. Porto Alegre:
Leart Livraria e Distribuidora, 2001.
SPPERS, Nelson. Cerimonial para relações públicas. São Paulo: CBL, 2003.
DISCIPLINAS DO QUINTO PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
80 H
EMENTA: Mundo do trabalho. Evolução da Administração de Recursos Humanos e do Papel
do Gestor de Pessoas nas Organizações. Diagnóstico organizacional. Planejamento Estratégico
de Recursos Humanos. Cultura e clima organizacional. Habilidades gerenciais: percepção,
comunicação, motivação e liderança. Processos de gestão de pessoas: descrição e análise de
cargos, recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho,
remuneração, saúde e segurança no trabalho.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 56/85
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROBBINS, Stephen P. Comportamento orgenizacional. 9 ed. São Paulo: Prentice Halldo Brasil,
2002.
DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. 2. ed. São Paulo (SP): Pearson
Prentice Hall, 2003.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 9.
ed. São Paulo (SP): Futura, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOOG, Gustavo. Anual de gestão de pessoas e equipes: operações. 6ed. São Paulo: Gente,
2002.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro (RJ): Campus, 1999.
TACHIZAWA, Takeshy; FERREIRA, Victor Cláudio Paradela; FORTUNA, Antônio Alfredo
Mello. Gestão com pessoas: uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. 4. ed. Rio de
Janeiro (RJ): FGV, 2004.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003.
ROCHA – PINTO, Sandra Regina. Dimensões funcionais da gestão de pessoas. 4. ed. Rio de
Janeiro: FGV, 2003.
AGÊNCIAS E OPERADORAS
80 H
EMENTA: Conceituação, histórico e tipologia. Terminologia turística. Processo de emissão
de passagens aéreas. O processo de intermediação; organização de viagens – estruturação,
cotação e comercialização. Códigos de cidades e aeroportos. Alfabeto Iata.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PALHARES, Guilherme Lohmann Transportes turísticos. São Paulo: Aleph, 2002.
TOMELIN, Carlos Alberto. Mercado de agências de viagens e turismo. São Paulo: Aleph,
2001.
PELIZZER, Hilário Ângelo; SCRIVANO, Nivaldo Bruneau. Administração e gerenciamento
de agências de turismo: planejamento orçamentário, abertura de agência de turismo, como
ingressar no mercado e procedimentos básicos. São Paulo: Edicon, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos viajantes. 3. ed. Salvador: Fundação
Odebrecht, 1994.
DE LA TORRE, Francisco Sistema de transporte turístico. São Paulo: Roco, 2002.
PALHARES, Guilherme Lohmann. Transporte aéreo e turismo: gerando desenvolvimento
socioeconômico. São Paulo: Aleph, 2001.
VALENTE, Amir Mattar; PASSAGLIA, Eunice; NOVAES, Antônio Galvão. Gerenciamento
de transportes e frotas. São Paulo: Pioneira, 2013
RONÁ, Ronaldo Di. Transportes no turismo. São Paulo: Manole, 2002.
ESTATÍSTICA
80 H
EMENTA: Estatística descritiva. Elaboração e interpretação de gráficos e tabelas. População,
Amostras e Amostragem. Representação de dados amostrais e medidas descritivas de uma
amostra. Principais distribuições de frequência.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 57/85
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 1996.
SILVA, Ermes Medeiros da. et al. Estatística para os cursos de administração e ciências
contábeis. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais. 4. ed. Florianópolis: Ed.
da UFSC, 2001.
BUSSAD, Wilton O. Estatística básica: métodos quantitativos. 4. ed. São Paulo: Atual, 1991.
DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 1999.
FREUND, Johon E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto
Alegre: Bookeseller, 2000.
HOEL, Paul G. Estatística elementar. São Paulo: Atlas, 1994.
INGLÊS INSTRUMENTAL
80 H
EMENTA: Estudo e desenvolvimento do vocabulário aplicado ao turismo. Pronomes,
advérbios, verbos, preposições e expressões idiomáticas. Desenvolvimento e prática de
vocabulário específico. Expressões de uso corrente. Diálogos da área de hospedagem e
alimentos e bebidas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ADAMSON, Donald. Be our guest: basic english for hotel staff. Estados Unidos: Prentice Hall,
1992.
HARDING, Keith; HENDERSON, Paul. HIgh season: English for the hotel and tourist
industry. oxford: Oxford, c1994.
VINEY, Peter. CURTAIN, John. Basic survival, international communication for professional
people. London: Macmillan Heinemann, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use. 13. ed. Great Britain: Cambridge University
Press, 2003.
MICHAELIS: moderno dicionário inglês-português, português-inglês. São Paulo: Companhia
melhoramentos, 2000.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégia de leitura. São Paulo: Texto Novo,
2003
COOPER, Gordon. Guia de conversação comercial: inglês. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
CRUZ, Décio Torres. Inglês.com.texto para informática. São Paulo: Disal, 2003
GESTÃO DA QUALIDADE EM TURISMO
40 H
EMENTA: O setor de serviços; gestão da qualidade; qualidade no turismo; comercialização de
produtos turísticos; gestão da qualidade em destinos e empreendimentos turísticos: estudos de
caso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, Cíntia Möller. Ética e qualidade no turismo do Brasil. São Paulo (SP): Atlas, 2003.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade no processo: a qualidade na produção de
bens e serviços. São Paulo: Atlas S/A 1995.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 58/85
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark, 2000.
CICHY, Ronald F. Gestão da qualidade sanitária de alimentos e bebidas. Salvador: Instituto
de Hospitalidade (VÍDEO) 2000.
GIL, Antonio de Loureiro. Qualidade total nas organizações. São Paulo: Atlas S/A, 1992.
TEXEIRA, Elder Lins. Gestão da qualidade em destinos turísticos.
Rio de Janeiro:
Qualitymark 1999
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios, casos
práticos. Alexandre Luzzi Las Casas. São Paulo: Atlas, 2008
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
40 H
EMENTA: A pesquisa científica no Brasil e em Goiás. Linhas de pesquisa institucionais da
Alfa. Regulamento da área de Metodologia Científica e TCC. Elaboração da estrutura do
Projeto de TCC: escolha e justificativa do tema; levantamento bibliográfico e ou documental;
problematização; hipóteses; objetivos; seleção do referencial teórico-metodológico: definição
do método de investigação, dos instrumentos de coleta, organização e análise de dados.
Cronograma de execução. Citações e Referências. Apresentação gráfica (ABNT).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina Andrade. Metodologia do trabalho científico. São
Paulo: Atlas, 2001.
MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Claudia Regina Ribeiro; PRUDENTE, Heliane
Nunes. Trabalhos acadêmicos:
planejamento, execução e avaliação. Goiânia (GO):
Faculdade ALFA, 2008.
RUIZ, João Alvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas,
1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 1998.
PARRA FILHO, Domingos; SANTOS, João de Almeida. Metodologia científica. 3. ed. São
Paulo: Futura, 2000.
RICHARDSON, Roberto J.(org.) Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas,
1999.
PÁDIA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricoprática. São Paulo: Papirus, 2012
BOAVENTURA, Edvaldo M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação e tese. São
Paulo: Atlas, 2004.
DISCIPLINAS DO SEXTO PERÍODO
CONSULTORIA EM TURISMO
40 H
EMENTA: Empreendedorismo. Análise de tendências de mercado. O papel do consultor em
Turismo e Hospitalidade. O processo de consultoria. Elaboração de propostas – negociação.
Novos negócios em Turismo e Hospitalidade
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 59/85
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3. ed.
São Paulo: Saraiva, 2008.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria empresarial: conceitos,
metodologia, práticas. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MERRON, Keith. Dominando consultoria: como tornar-se um consultor master e desenvolver
relacionamentos duradoros com seus clientes. São Paulo: Makron Books, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005.
MELLO, José Carlos Martins F. de. Negociação baseada em estratégia. São Paulo: Atlas,
2003.
JUNQUEIRA, Luiz Algusto Costacurta. Negociação: tecnologia e comportamento. 25. ed. Rio
de Janeiro: Cop, 1998.
KEITH, Merron. Dominando consultoria: como tornar-se um consultor máster e desenvolver
relacionamentos duradouros com seus clientes. São Paulo: Makron Books, 2007.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2012
ELABORAÇÃO
E
GERENCIAMENTO
DE
PROJETOS
EM 80 H
HOSPITALIDADE
EMENTA: Conceitos de projetos; projetos estratégicos; estudos de mercado; viabilidade
econômico-financeira de projetos; financiamento de projetos; exemplos de projetos turísticohoteleiros. Aplicação dos conceitos teóricos na elaboração de projetos vinculados à realidade
local
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOITEUX, Colbert Demaria. Administração de projetos. 5.ed. Rio de Janeiro: Interciência,
1997.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em
resultados. São Paulo: Atlas, 1997.
BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
LUCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 2. ed.
Petrópolis: Vozes, 2003.
WOILER, Sansão; MATHIAS, Washington Franco. Projetos: planejamento, elaboração e
análise. São Paulo Atlas, 1992.
VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projeto. São Paulo:
Makron Books, 2001.
MEREDITH, Jack R. Administração de projetos: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro:
Livraria Canuto, c2003.
MARKETING
80 H
EMENTA: O Surgimento do Conceito de Marketing e sua Evolução. Conceitos de Valor e
Satisfação para o cliente. O Marketing no Processo de Planejamento Estratégico: Objetivos de
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 60/85
Marketing. Segmentação do Mercado. Definição do Mercado Alvo. Mensuração da Demanda
de Mercado e Previsão de Vendas. Análise do Ambiente de Marketing. Processo e Fatores
Influenciadores do Comportamento do Consumidor. Diferenciação. Posicionamento da Oferta
ao Mercado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLACKWELL, Roger D. Comportamento do consumidor. São Paulo: Cengage Learning,
2005.
CHURCHILL JR., Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. 2.
ed. São Paulo (SP): Saraiva, 2005.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados.
13. ed. São Paulo: Futura, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOONE, Louis E.; KURTZ, David L. Marketing contemporâneo. 8. ed. Rio de Janeiro: Livraria
Canuto,
1995.
DIAS, Sergio Roberto (Coord.). Marketing: estratégia e valor. São Paulo: Saraiva, 2007
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 2.ed. São Paulo: Atlas
S/A 1987.
KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa saber. 5.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia de marketing. 12. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006
POLÍTICA E PLANEJAMENTO DO TURISMO
80 H
EMENTA: Modelos de planificação turística; histórico da política brasileira de turismo;
Sistema de Turismo; etapas do planejamento turístico; municipalização e regionalização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 7. ed. São Paulo: SENAC, 2002.
BISSOLI, Maria Angela Marques. Planejamento turístico municipal com suporte em sistemas
de informação. São Paulo: Futura, 2000.
PETROCHI, Mário. Gestão de pólos turísticos. São Paulo: Futura, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENI, Mário Carlos. Política e planejamento de turismo no Brasil. São Paulo: Aleph, 2006.
BOULLÓN, Roberto C. Planejamento do espaço turístico. Bauru-SP: EDUCS, 2002.
HALL, C. Michael. Planejamento turístico:- políticas, processos e relacionamentos. São Paulo:
Contexto, 2001.
MOLINA, Sérgio; RODRÍGUEZ, Sérgio. Planejamento integral do turismo: um enfoque para
a América Latina. Bauru - SP: EDUCS, 2001.
RUSCHMANN, Doris. Turismo e planejamento sustentável. Campinas: Papirus, 1997.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
40 H
EMENTA: A construção do conhecimento. Tipos de conhecimento. A produção do
conhecimento científico. Modalidades de trabalhos acadêmicos: resumo, pesquisa
bibliográfica, relatório, artigo, resenha e projetos. Citações. Referências. Estrutura e
apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com a ABNT.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 61/85
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica: ciência e
conhecimento, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. São Paulo (SP): Atlas, 1988.
231 p. ,
MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Cláudia Regina Ribeiro; NUNES, Heliane
Prudente. Trabalhos acadêmicos no ensino superior: planejamento, execução e avaliação.
Goiânia: ALFA, 2007.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 1998.
CARVALHO, M. C. M de. Construindo o saber. Campinas: Papirus, 1988.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos
científicos. 4. ed. São Paulo: Atlas S/A, 1992.
PARRA FILHO, Domingos; SANTOS, João de Almeida. Metodologia científica. 3. ed. São
Paulo: Futura, 2000.
RICHARDSON, Roberto J.(org.) Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas,
1999.
DISCIPLINAS OPTATIVAS BÁSICAS
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
80 H
EMENTA: Texto: tipos – verbal e não-verbal; características. O Parágrafo: estrutura simples
e mista; parágrafo-chave; formas de construção; articulação. Argumentação: tipos de
raciocínio; concatenação das ideias. Coesão textual; elementos de coesão: epítetos, pronomes,
termos- síntese, outros. Paralelismo: morfológico, sintático e semântico. Ênfase: ideia principal,
ideias dependentes e complementares. Coerência textual: narrativa, figurativa e argumentativa.
Unidade de sentido. Produção de textos dissertativo-argumentativos, técnicos, científicos.
Textos acadêmicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOT, L. S. Português instrumental, 22. ed. Porto Alegre: Sagra
Luzzanato, 2001.
PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação, 16. ed. São Paulo: Ática, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, N. Mendes de. Gramática metódica da Língua Portuguesa. São Paulo: Saraiva,
2001.
CITELLI, A. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 2000.
FARACO, C. A. Prática de texto para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes, 2001.
HOUAISS, A. Dicionário de Língua Portuguesa, 2001.
MEDEIROS, J. Bosco. Português instrumental, São Paulo: Atlas, 2000.
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 62/85
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS
80 H
EMENTA: Fundamentação teórica. Aspectos culturais do deficiente auditivo. Aspectos
linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como a fonologia, morfologia e sintaxe,
possibilitando ao aluno o uso desta língua em contextos reais de comunicação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRITO, L.F. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1995.
CAPOVILLA, F.C. et al. Manual ilustrado de sinais e sistema de comunicação em rede para
surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, USP, 1998.
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática língua de sinais. Rio de Janeiro (RJ): Tempo
Brasileiro, 2010. 273 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAPOVILLA, F.C. et al. A Língua Brasileira de Sinais e sua iconicidade: análises
experimentais computadorizadas de caso único. Ciência Cognitiva, 1997.
ALMEIDA, E. C. de; DUARTE, P. M. Atividades ilustradas em sinais da libras. Rio de
Janeiro (RJ): Revinter, 2004.
RAPHAEL, W. D.; CAPOVILLA, F. C.. Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilingue da Língua de Sinais Brasileira (2 VOLS.). ed. Editora EDUSP, 2010.
QUADROS, Ronice Müller de. O Tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília (DF): MEC, SEESP,
2004. 94 p.
GESSER, Audrei. Libras: que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo (SP): Parábola, 2009. 87 p.
EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E SAÚDE
40 H
Ementa: Os paradigmas que fragmentam a sociedade humana. Ambiente natural e a qualidade
de vida da humanidade. Condições ambientais, planetárias e locais. Políticas públicas e
privadas envolvendo princípios de educação ambiental, saneamento, riscos ambientais e saúde.
Ferramentas de gestão de resíduos diretamente relacionados com a promoção da saúde.
Bibliografia Básica
BOFF, L. Saber Cuidar. Petrópolis - RJ. Editora Vozes, 1999.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Em Direção ao mundo da vida: interdisciplinaridade
e educação ambiental: conceitos para se fazer educação ambiental. Brasília: IPÊ 1998. 102 p.
ISBN 8586838012
RUSCHEINSKY, Aloísio (Org.). Educação ambiental: abordagens múltiplas. Porto Alegre
(RS): Art editora, 2002. 183 p. ISBN 8573079932.
Bibliografia Complementar
NOAL, Fernando Oliveira; BARCELOS, Valdo Hermes de Lima (Org.). Educação ambiental
e cidadania: cenários brasileiros. Santa Cruz do Sul (RS): EDUNISC, 2003. 349 p. ISBN
9788575780190
Betinho; RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania.
São Paulo (SP): Moderna, 1994. 72 p.
ISBN 85-16-01147-x.
EDUCAÇÃO para um futuro sustentável: uma visão transdisciplinar para ações
compartilhadas. Brasília: IBAM 1999. 117 p. ISBN 8573000821
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 63/85
PELIZZOLI, M. L. A Emergência do paradigma ecológico: reflexões ético-filosóficas para o
século XXI. Petrópolis (RJ): Vozes, 1999. 160 p. ISBN 8532622151.
INTRODUÇÃO ao estudo das ciências ambientais. Duque de Caxias (RJ): UNIGRANRIO,
2003. 240 p.
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E 40 H
INDÍGENA
Ementa: Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem,
racismo e racialismo, preconceito e discriminação. Configurações dos conceitos de raça, etnia
e cor no Brasil: entre as abordagens acadêmicas e sociais. Cultura afro-brasileira e indígena.
Políticas de ações afirmativas e discriminação positiva – a questão das cotas.
Bibliografia Básica:
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. Editora Contexto, 2007.
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: uma
introdução. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas 1992. 308 p. ISBN 8522407754.
BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco: discutindo as relações raciais.
São Paulo: Ática.
Bibliografia Complementar:
Boletim DIEESE, Ed. Especial – A desigualdade racial no mercado de trabalho, Novembro,
2002.
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil; 1999. 11ª Ed. Brasília. Câmara dos
Deputados, Coordenação de Publicações, 1999.
BANDEIRA, Maria de Lourdes. Antropologia. Diversidade e Educação. Fascículos 3º e 4º, 2ª
Ed. Cuiabá, EDUFMT, 2000.
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Território Negro em Espaço
Branco: Estudo Antropológico de Vila Bela. Editora Brasiliense. São Paulo, SP, 1988
ESCALONA, Sara López. Antropologia e educação. São Paulo: Edições Paulinas 1983. 181
p.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
GESTÃO ESTRATÉGICA
40 H
EMENTA: Mercados, produtos e serviços; conceitos de estratégia e vantagem competitiva;
formulação e implementação de estratégias em turismo e hotelaria; estudo de práticas de
administração em empresas de serviços turísticos e de hotelaria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Léo G. Gestão de processos e a gestão estratégica. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2003.
ANSOFF, H. Igor. Implantando a administração estratégica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1993
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia
e práticas. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABELL, Derek. Definição do negócio: Ponto de partida do planejamento estratégico. São
Paulo: Atlas, 2000
Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino
FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 64/85
DRUCKER, Peter F.. Administrando em tempos de grandes mudanças. 5.ed. São Paulo:
Pioneira, 1998
SERRA, Fernando A. Ribeiro; TORRES, Maria Cândida S.; TORRES, Alexandre Pavan.
Administração estratégica: conceitos, roteiro prático e casos. Rio de Janeiro: Reichmann &
Affonso Editores, 2004
COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que
queremos. São Paulo: Saraiva, 2011
CARVALHO, Marly Monteiro de. Estratégia competitiva: dos conceitos à implementação. São
Paulo: Atlas, 2007
DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADES RURAIS E TURISMO
40 H
EMENTA: Turismo rural: definições e origens. Turismo rural e agroturismo. Turismo rural no
Brasil. Impactos socioeconômicos do turismo rural. Planejamento e desenvolvimento do
turismo rural. Diretrizes e tendência do turismo rural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Joaquim Anécio; RIEDL, Márcio. Turismo rural: ecologia, lazer e
desenvolvimento. São Paulo: EDUCS, 2000.
MARINHO, Alcyane; BRUHNS, Heloisa Turini. Turismo, lazer e natureza. Barueri: Manole,
2003.
ALMEIDA, Joaquim Anécio; FROEHLICH, José Marcos Froehlich, RIEDL, Mário. Turismo
rural e desenvolvimento sustentável. São Paulo: Papirus, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RUCHMANN, Doris Van de Meene. Turismo e planejamento sustentável: a proteção do meio
ambiente. 9. ed. Campinas: Papirus, 2002.
SWARBROOKE, John. Turismo sustentável: meio ambiente e economia. São Paulo: Aleph,
2000.
DIAS, Reinaldo. Turismo sustentável e meio ambiente. São Paulo: Atlas S/A, 2003. 208 p.
RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e ambiente: reflexões e propostas. 2.ed. São Paulo:
Hucitec, 1999
SERRANO, Célia Maria de Toledo; BRUHNS, Heloisa Turini. Viagens à natureza: turismo,
cultura e ambiente. 2. ed. São Paulo: Papirus, 1999.
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FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 65/85
6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
6.1 Núcleo docente estruturante (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante é formado pelo Coordenador do Curso e Professores
que fazem parte do Corpo Docente da Instituição com destacada experiência no Magistério
Superior e no mercado de trabalho,
Os professores participaram, desde o início, das sucessivas rodadas de estudo nas fases
de prospecção, concepção e organização do curso e integram o Corpo Docente do curso.
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6.2 Coordenação do Curso
Todos os cursos da ALFA são coordenados por profissionais com experiência
profissional e acadêmica comprovadas.
As coordenações constituem a unidade básica dos cursos da ALFA, cujas principais
atribuições são a organização administrativa, didático-pedagógica e científica de cada curso.
Cada coordenador de Curso responde hierarquicamente à Diretoria Acadêmica Regional Goiás
e suas atribuições, que estão consubstanciadas no Regimento Interno, são:
- responsabilizar-se pelo planejamento estratégico, pela gestão administrativa e
financeira do curso;
- zelar pela organização didático-pedagógica e científica dos curso, assegurando a
vanguarda da matriz curricular;
- convocar e presidir as reuniões do Colegiado do curso;
- supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas pelo Colegiado do
curso, bem como a assiduidade dos professores;
- apresentar semestralmente a Diretoria Acadêmica Regional Goiás, o relatório de
suas atividades e do Colegiado do curso;
- sugerir a Diretoria Acadêmica Regional Goiás, extensão a contratação ou dispensa
de pessoal docente;
- fiscalizar o cumprimento do presente Regimento, do calendário acadêmico e dos
demais planos de trabalho do Colegiado do curso;
- promover estudos e a atualização dos conteúdos programáticos, das práticas de
ensino e de novos paradigmas de avaliação de aprendizagem;
- exercer as demais atribuições que lhe sejam designadas pela Diretoria Acadêmica
Regional Goiás ou órgão colegiado superior; e
- representar o Curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade.
Todos os coordenadores de curso participam ativamente das seguintes instâncias de
decisão:
- Colegiado Acadêmico: é composto por todos os coordenadores de cursos da IES e
realiza reuniões semanais com a Diretoria Acadêmica Regional Goiás, para
deliberação de assuntos comuns e específicos a todos os cursos.
- Reuniões de Colegiado de Curso: são realizadas, em cada semestre letivo, duas
reuniões do colegiado de professores, com a participação de alunos representantes
de sala e nas quais professore e alunos avaliam a prática educativa e o andamento
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das atividades previstas.
- Semana de Planejamento Pedagógico: antes do início das aulas, é realizada a
Semana de Planejamento Pedagógico, na qual o Coordenador e o Corpo Docente de
cada curso desenvolvem atividades individuas e coletivas de planejamento das aulas
para o semestre. Nesta semana, é realizada a integração dos docentes recémcontratados e apresentados os novos produtos e serviços institucionais. Os docentes
são atualizados quanto às normas de funcionamento da secretaria geral, aos critérios
de avaliação e aos serviços da biblioteca e de outras áreas de apoio administrativo.
A Coordenação de cada curso realiza junto ao seu corpo docente a consolidação dos
planos de ensino e discute os aspectos relacionados à operacionalização do semestre.
- Convenção Acadêmica: é a atividade que abre oficialmente o semestre letivo, se
constituindo em um momento de formação, atualização e troca de experiências. A
convenção acadêmica congrega todos os colaboradores da IES, professores, pessoal
técnico-administrativos, gestores, Diretoria e representantes da Mantenedora. Na
convenção são divulgadas e discutidas as principais diretrizes administrativas e
pedagógicas da IES. A convenção é, também, um momento de confraternização, de
socialização das metas e objetivos semestrais, de renovação dos compromissos
institucionais e do comprometimento de todos com a sua missão educacional.
6.3 Colegiado do Curso
O Colegiado do Curso é composto pelo Coordenador, pelo Corpo Docente e dois
representantes de alunos de cada uma das turmas em andamento, eleitos pelos seus pares. São
realizadas duas reuniões de Colegiado por semestre letivo. Nas reuniões de Colegiado,
presididas pelo Coordenador, professores e alunos representantes avaliam o andamento do
semestre registrando os aspectos positivos e discutindo os aspectos que precisam de
encaminhamentos de melhoria.
As atas de reuniões de Colegiado são digitadas, validadas e assinadas por todos os
participantes e encaminhadas para arquivo na Secretaria Geral da Faculdade, ficando uma cópia
à disposição de todos no arquivo da sala da coordenação do curso.
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7. RECURSOS HUMANOS DO CURSO
7.1 Corpo docente do Curso
A ALFA tem como diferencial em seus cursos a contratação e manutenção em seus
quadros de um corpo docente que atenda a dois critérios considerados indispensáveis: a
formação acadêmica e a experiência profissional. Com isso, busca-se alcançar a sintonia com
as novas definições de cada área e as práticas correntes no mercado de trabalho. Estes são os
critérios utilizados tanto para seleção como para enquadramento dos professores dentro da IES.
O Corpo Docente do Curso de Turismo da ALFA é formado por professores
criteriosamente selecionados pelo setor de Recursos Humanos, levando-se em conta sua
trajetória profissional e acadêmica e titulação adequada às linhas de formação específicas do
curso.
A Coordenação do Curso busca alocar os docentes às disciplinas correlatas com sua área
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de formação acadêmica de graduação e/ou linha de pesquisa desenvolvida nos cursos de pósgraduação.
7.2 Plano de Carreira Docente
O Plano de Carreira Docente ALFA estabelece as normas que regem a vida acadêmica
do Docente dentro da Instituição e define as diferentes atribuições dos integrantes do Corpo
Docente; as classes da carreira; os prêmios e estímulos em forma de abono pecuniário; os
critérios de promoção; o regime de trabalho e a remuneração. Há diversos estímulos e prêmios
para incentivar a produção científica, assiduidade ao serviço, criatividade e dedicação, bem
como os requisitos para promoção vertical e horizontal.
O quadro de professores integrantes do Corpo Docente da ALFA constitui um único
grupo ocupacional organizado em carreira, compreendendo a seguinte série de classes:
I – professor titular;
II – professor adjunto;
III - professor especialista;
O regime de trabalho dos professores da ALFA é o da Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT).
A ALFA concede apoia e estimula a formação continuada e o contínuo aprimoramento
do seu Corpo Docente, por meio de prêmios, em função do desempenho profissional, como:
- abono pecuniário em caso de presença integral às aulas;
- abono pecuniário no caso de participação em evento (congresso, seminário,
encontro e outros) relacionado à disciplina que ministra e de real interesse para o
seu aprimoramento técnico-científico, limitado a uma participação por mês;
- abono pecuniário em virtude de publicação de artigo em revista científica indexada;
- menção honrosa em virtude de elevação do nome da instituição devido à publicação
de trabalhos em anais de congressos e seminários e pela representação da Faculdade
perante entidades, públicas ou privadas, ligadas ou não à sua área de atuação;
- homenagem ao Professor Destaque, distinção concedida por ocasião da Convenção
Acadêmica aos Professores que demonstraram melhor desempenho no exercício de
suas funções, de acordo com critérios estabelecidos pela Diretoria Acadêmica
Regional Goiás.
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7.3 Corpo técnico-administrativo
A exemplo da política de pessoal adotada para seu Corpo Docente, a instituição segue
princípios semelhantes para os demais colaboradores, com relação ao plano de cargos e salários.
A ALFA conta com profissionais previamente selecionados e continuamente treinados pelo
setor de Recursos Humanos para exercer suas funções específicas em cada setor, todos
concorrendo para assegurar o adequado funcionamento da sua atividade fim que é o ensino,
com atendimento nos três turnos de funcionamento da Instituição.
Para atender às suas necessidades a instituição mantém em seu quadro de colaboradores
profissionais qualificados para a ocupação de cargos, como bibliotecária, psicólogos,
psicopedagogo, enfermeiro, seguranças, contadores, analistas de sistemas, administradores e
assistentes administrativos, além de oferecer oportunidade de bolsas e estágios a seus alunos.
O Curso de Turismo é apoiado pelo pessoal técnico-administrativo já existente na
Faculdade, o qual é dimensionado de forma a atender às necessidades da instituição como um
todo e às especificidades de cada curso.
Assim, o curso conta com o suporte direto de uma secretária administrativa, cujas
atribuições, entre outras, são: realizar atendimento aos alunos, fotocopiar e envelopar as
avaliações que são aplicadas pelos professores aos alunos do curso, digitar atas de reuniões e
demais documentos solicitados pela coordenação, monitorar o andamento dos processos dos
alunos do curso nos demais setores da IES.
7.4 Corpo Discente
Visando se tornar um Centro de Excelência em Educação e Negócios, a ALFA incorpora
e investe em metodologias de ensino que se aproximam da excelência acadêmica e das melhores
práticas gerenciais do mercado, com o objetivo de preparar para o mercado de trabalho
profissionais reflexivos, com sólida formação teórica e prática, sendo aptos para a atuarem nas
mais competitivas empresas nacionais e internacionais.
Dessa forma, as características a serem desenvolvidas e que compõem o perfil
profissional desejado para os alunos dos cursos da ALFA são:
-
ter perfil empreendedor;
-
demonstrar domínio técnico na área de atuação;
-
ser proativo;
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-
demonstrar capacidade de gerir negócios;
-
ser objetivo e orientado para resultados;
-
possuir olhar investigativo (interpretar cenários de dados econômicos);
-
tomar decisões;
-
desenvolver liderança;
-
saber administrar conflitos;
-
atuar em equipe;
-
ser disciplinado e organizado;
-
saber ouvir, falar, redigir;
-
ter consciência e atitudes éticas;
-
ter capacidade de aprender a aprender sempre;
-
possuir raciocínio lógico;
-
ter capacidade crítica;
-
demonstrar noções básicas de qualidade total;
-
possuir consciência dos limites e potencialidade do ser humano;
-
ter visão e raciocínio multidisciplinar;
-
ser capaz de se adaptar a novas situações (flexibilidade).
O ingresso de alunos para o Curso se dá, basicamente, de três maneiras: vestibular,
transferência externa ou ingresso de portadores de diploma e alunos provenientes do Exame
Nacional do Ensino Médio (ENEM).
Conforme previsto no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e no Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), o Corpo Discente tem como órgão de representação o
Diretório Acadêmico, constituído na forma da legislação pertinente. A forma de escolha da
representação estudantil nos órgãos colegiados da Faculdade é prevista em regulamento
próprio, aprovado pelo Conselho Superior, observadas as regras estabelecidas em Regimento
próprio e na legislação.
Iniciado o Curso, depois de aprovado em processo seletivo, estando regularmente
matriculado, o Discente pode utilizar todas as instalações que a Instituição disponibiliza para a
realização das atividades acadêmicas de cultura, lazer e recreação, bem como usufruir dos
serviços de apoio pedagógico, psicológico e de apoio à carreira profissional.
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Buscando assegurar aos alunos não somente a qualidade do ensino, mas também a
permanência no curso escolhido, o atendimento ao Corpo Discente é feito por meio de
estruturas, programas e serviços de atenção ao aluno, entre os quais se destacam:
Inclusão digital: os alunos da ALFA têm livre acesso aos Laboratórios de Informática de uso
comum e são incentivados a utilizar as tecnologias de informação e comunicação para
acompanhamento da vida acadêmica, nos estudos e nas atividades profissionais. Os Laboratórios
de Informática podem ser utilizados, de acordo com as Normas de Funcionamento, para realizar
trabalhos escolares, estudos e pesquisas na Internet. A ALFA fornece uma conta de e-mail para
todos os alunos matriculados, além de disponibilizar informações on-line de interesse do aluno,
por meio da homepage institucional, do Aluno On-Line e da Central de Atendimento virtual;
Projeto de Tutoria: contempla a atuação de professores que são direcionados para cada turma
em andamento, considerando a interface entre o acadêmico e o administrativo na busca de
soluções rápidas e assertivas que contribuam com o desenvolvimento do aluno, do projeto do
curso e da IES como um todo.
Participação no processo de Avaliação Institucional: os alunos têm a oportunidade de
participar do processo de avaliação Institucional, avaliando, semestralmente, a Instituição, os
docentes, a estrutura física e os serviços educacionais, contribuindo na busca contínua da
qualidade do ensino.
Monitoria Voluntária e Remunerada: com o intuito de apoiar o aprendizado do aluno, a
ALFA, semestralmente, disponibiliza o edital de monitoria;
Segurança: a IES, visando assegurar a tranquilidade da comunidade acadêmica, conta com
sistema de segurança permanente em suas dependências, catracas eletrônicas e monitoramento
por câmeras de vídeo.
Ambulatório: tem como objetivo oferecer primeiros socorros e encaminhamento aos hospitais,
em casos mais graves, de alunos e colaboradores da Instituição. Realiza atividades de prevenção
de acidentes e doenças por meio de palestras e campanhas de conscientização.
Higiene e limpeza: a IES zela pela manutenção da higiene e limpeza de todas as suas
instalações, proporcionando conforto e bem estar a todos.
Programa de Nivelamento de Estudos: além de inserir nas matrizes curriculares disciplinas
de formação básica, a Instituição disponibiliza, de acordo com as demandas das Coordenações
dos Cursos e dos próprios alunos, programas de nivelamento de estudos, visando à superação
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das deficiências de aprendizagem acumuladas nas séries anteriores de escolarização,
principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
Núcleo de Estágio e Banco de Empregos: tem por finalidade administrar os processos de
estágios profissionais e curriculares; firmar parcerias com instituições e empresas para captação
de vagas; divulgar vagas de estágio, e encaminhar alunos para contratação efetiva; capacitar e
encaminhar alunos para processos de seleção nas empresas.
Núcleo de Apoio Pedagógico: oferece serviços de atendimento pedagógico. Os profissionais
desta área atuam de maneira preventiva, desenvolvendo sessões coletivas de orientação aos
alunos e realizando atendimento individualizado aos alunos interessados, envolvendo, quando
necessário, professores, coordenadores e familiares.
Biblioteca: contém o acervo indicado nas bibliografias básicas e complementares das disciplinas
dos Cursos, incluindo livros, periódicos, jornais, fitas, DVD’s, CD’s, mapas, manuais, teses e
dissertações servindo de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão para que a comunidade
acadêmica possa realizar os estudos propostos. Dispõe, ainda, de espaço para estudos
individuais, de salas para estudo em pequenos grupos, de computadores exclusivos para pesquisa
com acesso à Internet. O controle do acervo bibliográfico e as rotinas da Biblioteca são
informatizados.
Laboratórios: acreditando que a experiência laboratorial é essencial ao aprendizado, a ALFA
disponibiliza aos seus alunos laboratórios específicos, de acordo com a necessidade de cada
Curso.
Núcleo de esporte, cultura e lazer: desenvolve ações recreativas e culturais visando à
integração dos alunos, por meio da prática esportiva, de manifestações culturais e de lazer.
Associação dos Alunos Diplomados da Graduação e Pós-Graduação da ALFA (AADGPG):
é uma associação, sem fins lucrativos, criada para manter um vínculo permanente da Instituição
com seus Egressos, promovendo encontros, palestras e cursos aos seus associados.
Centros Acadêmicos e Diretório Central de Estudantes: A ALFA disponibiliza estrutura
física para instalação dos Centros Acadêmicos dos Cursos e do Diretório Central dos Estudantes.
Os CA’s e o DCE são importantes instâncias de participação na gestão acadêmica e de formação
política dos alunos.
Programa de Bolsas e Financiamento: consciente do seu papel social, a ALFA criou
programas de bolsas de estudo e financiamento próprio para os alunos matriculados de todos os
cursos, financiando até 50% do valor da primeira faixa da mensalidade.
Outros programas de financiamento: a ALFA participa dos programas dos Governos Federal
e Estadual, tais como: ProUni, FIES e OVG.
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8. ESTRUTURA FÍSICA
8.1 Instalações Gerais
O Campus da ALFA possui salas para as Diretorias, salas de reuniões, Secretaria Geral,
Central de Atendimento ao aluno, Almoxarifado, Instalações Sanitárias, Salas de coordenações
de cursos de graduação e mestrado, salas de aula, laboratórios de informática, laboratórios
específicos dos cursos de graduação, dois auditórios, Salas de Professores,
Biblioteca,
Refeitório para alunos, professores e funcionários, Serviços Gerais (Copa), duas lanchonetes,
uma fotocopiadora, sala da CPA, Gerência de Tecnologia da Informação, Gerência
de
Segurança, Núcleo de Apoio Pedagógico, Departamento Pessoal, Recursos Humanos,
Controladoria Financeira , Núcleo de Estágio, Marketing , Suporte Laboratórios, Tesouraria,
gabinete docente, Quadra esportiva descoberta, 2.000 vagas, dentre outras.
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A Instituição possui salas de aula climatizadas com ar condicionado distribuídas entre
os blocos B, C e D, além de 14 laboratórios de informática. Todas as salas possuem 02 quadros
para exposição de aula, sendo um em fórmica verde e outro em fórmica lisa branca, sistema de
iluminação fluorescente de acordo com as normas da ABNT e sistema de prevenção de incêndio
conforme normas do Corpo de Bombeiro do Estado de Goiás. As salas de aula apresentam
dimensões compatíveis com a capacidade instalada de alunos, isolamento adequado de ruídos
externos e boa acústica interna, mobiliário adequado e suficiente, e passam por rigorosa limpeza
diária.
Os professores possuem uma sala com computadores para acesso à Internet, preparação
de aulas, elaboração de provas, lançamento de notas e frequências no sistema on-line e
colaboradores para suporte.
8.2 Recursos e Equipamentos
Os seguintes recursos podem ser utilizados pelos professores mediante agendamento e
podem ser instalados nos laboratórios, em salas de aula, salas de reuniões, auditórios e mesmo
nas áreas comuns. O transporte e a instalação ficam a cargo do pessoal de apoio.
Quantidade
13
05
01
08
05
01
04
08
1
05
08
Tipo de Equipamento
Retroprojetor
DVD Player
Aparelho Som (hack)
Projetores de Mídia
Telas de Projeção
Televisor 14”
Televisor 20”
Televisor 29”
Televisor 54”
Vídeo
Computadores
8.3 Recursos de Informática e Infraestrutura Tecnológica
A Instituição dispõe de infraestrutura tecnológica de apoio às atividades acadêmicas e
administrativas, tais como laboratórios de informática de uso comum, equipamentos de
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informática (hardware) e programas (software); sistemas online de controle acadêmico e de
gestão administrativa e financeira.
A Faculdade possui um link de 4 megabits por segundo com a Brasil Telecom, que
fornece acesso direto e contínuo à Internet a partir de qualquer dos equipamentos de informática
existentes nos laboratórios, na sala dos professores, na biblioteca e na área administrativa.
A Faculdade dispõe de um total de 500 computadores distribuídos entre laboratórios,
bibliotecas e administração, sendo que em cada laboratório existe, além dos computadores para
os alunos, um computador para o professor.
8.4 Equipamentos Complementares
A manutenção dos computadores é feita na própria Instituição, uma vez que dispomos
dos equipamentos necessários. Os terminais são atualizados conforme exigências dos softwares
e num prazo máximo de três anos.
Além disso, os equipamentos adquiridos apresentam um ano de garantia, sendo sua
manutenção realizada pelo fabricante e a manutenção preventiva executada pelo responsável
pela área de Informática.
8.5 Instalações para a formação profissional
As instalações dedicadas à formação profissional encontram-se concentradas nos
Laboratórios de meios de Hospedagem, Alimentos e Bebidas e Laboratório de Lazer
(Brinquedoteca), que congregam uma gama de ambientes propícios ao desenvolvimento das
atividades acadêmicas simuladas e reais.
Constituídos por três salas distintas com 177, 12 m² cada uma, os Laboratórios de Meios
de Hospedagem, de Alimentos e Bebidas, de Lazer destinam-se ao desenvolvimento de
habilidade básicas da prática profissional e às técnicas de trabalho da área operacional dos
setores de recepção e de governança de hotéis, de eventos, além de propiciarem a aplicação de
habilidades básicas no processo de produção de serviço de alimentos e bebidas.
Esses laboratórios reproduzem as estruturas funcionais de Recepção, de Governança, de
Restaurante, de bar e de Cozinha de hotel, contando com equipamentos e utensílios adequados
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à prática operacional, de American Bar e software específico de gestão de hotéis (CM soluções
para hotéis).
O Laboratório de Meios de Hospedagem constitui-se de um apartamento hoteleiro,
composto por quarto e banheiro; recepção de hotel, constituído por balcão de recepção com três
computadores contendo programas operacionais de hotéis e ambiente de lobby de hotel.
O Laboratório de Alimentos e Bebidas compõe ambiente de cozinha comercial,
constituída por fogão, forno, bancadas e demais equipamentos inerentes e restaurante
pedagógico, composto por mesas de diversos formatos e respectivas cadeiras.
O Laboratório de Lazer (Brinquedoteca) conta com acervo de jogos, materiais para
brincadeiras diversas e mesas para quatro pessoas.
Essa infraestrutura é necessária para utilização durante aulas práticas do curso,
principalmente nas disciplinas de Administração Hoteleira I e II, Administração de
Restaurantes I e II e Lazer e Entretenimento. Vale ressaltar que esses ambientes também são
utilizados pelos demais cursos de graduação da IES, bem como pelos cursos de extensão e pós
graduação.
Ao possibilitar que os alunos adquiram a necessária vivência e monitoramento das
atividades operacionais de um hotel, os laboratórios propiciam a observação da relação entre
teoria e prática nas atividades turísticas e hoteleiras, as relações de trabalho e sua organização,
o desempenho de cada setor, além da aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos em sala
de aula.
A prática em laboratório desenvolvida pelos alunos da Faculdade ALFA busca
completar o aperfeiçoamento e aprendizado dos alunos nas habilidades operacionais dos setores
turísticos, dotando-se de habilidades necessárias ao bom desempenho e facilitando-lhes a
inserção na vida profissional, em consonância com as premissas expressas pela Organização
Mundial de Turismo (OMT) e adotadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos
de Turismo, do Ministério da Educação (MEC).
Dessa forma, as práticas pedagógicas laboratoriais da Faculdade ALFA pautam-se pela
premissa do saber-fazer, um dos pilares da Educação definidos pelo UNICEF, em que os alunos
são capazes de unir a competência com o manejo de técnicas e instrumentos em condições
novas e desafiadoras. A experiência prática traz a eles um constante pensar sobre “o que fazer?”,
“como fazer?” e o “por que fazer?”, buscando constantemente, com criatividade, soluções para
os problemas dessa área.
8.6 Instalações para a prática profissional e prestação de serviços à comunidade
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O Curso de Turismo, de uma maneira geral, desenvolve atividades de prática
profissional que contemplam a participação da comunidade. O Brunch organizado pelos alunos
no terceiro período, realizado no Laboratório de Alimentos e Bebidas, é tido como um
produto final que permite o fechamento das disciplinas Administração de Restaurantes I e II.
Na ocasião são convidadas pessoas integrantes do trade turístico que têm a oportunidade de
visualizar a relação teoria e prática muito latente no Curso de Turismo, como já mencionado
anteriormente.
O Curso de Turismo também tem ampla participação nas atividades desenvolvidas de
forma institucional na comunidade na qual a ALFA está inserida, como: Ação Ser Social e Luta
Contra a Dengue.
8.7 Quadro de Pessoal de Apoio
Quanto à disponibilidade, qualificação e regime de trabalho, os laboratórios contam com
encarregados, auxiliares e estagiários, que estão disponíveis durante o horário de uso dos
laboratórios.
Os laboratórios de Informática são abertos ao uso de Alunos e Professores da Faculdade.
Os horários de funcionamento dos laboratórios são de segunda a sexta-feira, das 7:30 às 22:00
horas e, aos sábados, das 8:00 às 17:00 horas.
Os alunos têm acesso aos laboratórios para realizar trabalhos escolares, de pesquisa pela
Internet e trabalhos que exijam softwares específicos aplicados às disciplinas que estão
cursando.
Todos os computadores são controlados por senha, sob a supervisão dos técnicos que se
mantêm disponíveis para auxiliar os alunos.
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9 BIBLIOTECA
9. 1 Quadro Resumo do Acervo por Área de Conhecimento
Grandes áreas de
conhecimento
Livros
Periódicos
Vídeos
CD´s
Títulos
Exemplares
Nacionais/
Estrangeiros
Generalidades. Ciência do
conhecimento.
676
2394
21
8
10
Filosofia. Lógica.
Psicologia. Teologia.
Religião.
Economia. Política. Direito.
Administração Pública.
Educação. Comércio
Matemática. Ciência
ambiental. Física. Química.
Ciências biológicas.
Ciências da terra. Zoologia.
Ciências aplicadas.
Tecnologia.Ciências
médicas. Engenharias.
409
1133
-
8
-
3515
13.837
107
276
66
371
1333
2
17
1
1292
4719
44
187
6
Bases
de dados
(cd-rom)
2
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Contabilidade.
Administração. Publicidade.
Artes. Arquitetura.
Fotografia. Recreação.
Língua. Literatura.
Linguística.
Geografia. Biografia.
História.
TOTAL GERAL
76
251
-
44
2
587
1440
-
12
-
165
380
3
13
3
7088
25483
177
565
88
2
Os usuários têm acesso aos computadores interligados em rede para pesquisar o acervo,
possibilitando-lhes maior independência em suas buscas, ampliando o conhecimento que terão
do acervo e da dinâmica da Biblioteca. É utilizado sistema de fiscalização na entrada da
biblioteca, através do qual todos os materiais do acervo estejam protegidos.
9.2 Espaço Físico e Equipamentos
Com um espaço físico total de 807,73 m2, a Biblioteca da Faculdade Alves Faria conta
com confortáveis e modernas instalações para as atividades de estudo e pesquisa destinado aos
usuários, distribuídos em áreas para estudo individual e em grupo, processos técnicos, serviços
e armazenamento do acervo e acesso à internet e multimídia, conforme quadro abaixo:
ESPAÇO FÍSICO
TIPO DO ESPAÇO
Sala de estudo individual
Sala para estudo em grupo
Processamento técnico e serviços
Armazenamento do acervo
Acesso à internet Multimídia
ÁREA EM m2
37,75
210,17
50
287
73,98
A Faculdade ALFA oferece aos seus alunos e comunidade acesso ao acervo da
Biblioteca e disponibiliza os seguintes serviços:

Instalações para estudos individuais: a sala para estudos individuais fica em local
próximo ao acervo e à área de computadores, contando com 28 escaninhos para estudos
individuais e 11 escaninhos equipados com terminal de computador.

Instalações para estudos em grupos: há 5 salas para estudos em grupo, próximas ao
acervo e à área de computadores. Há ainda ampla área para estudos em grupo, que
comporta 17 mesas com capacidade para 4 pessoas.
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9.3 Histórico
A Biblioteca da Faculdade ALFA foi criada em 2000 para atender aos alunos dos Cursos
de Graduação, Pós-Graduação e Extensão.
9.4 Recursos Humanos
A Biblioteca está diretamente ligada à Diretoria Acadêmica Regional Goiás, possuindo
equipe habilitada para seu gerenciamento e atendimento. O quadro a seguir demonstra a equipe
de funcionários das Bibliotecas.
Pessoal
Tempo integral (40hs)
De 20 a (40 hs)
Total
0
0
5
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Bibliotecário
Assistente de bibliotecário
Auxiliar de biblioteca
Estagiários
Segurança
9.5 Horário de Funcionamento
A biblioteca da Faculdade Alves Faria atende os usuários de segunda-feira a sextafeira, das 7h às 22h30min em horário ininterrupto e aos sábados das 8h às 16h.
9.6 Política de Atualização de Acervo
A política de atualização do acervo abrande todas as modalidades de aquisição (compra,
doação e permuta). A aquisição de livros, periódicos e outros tipos de documentos são feitos
com base na grade curricular e nas necessidades de cada curso. É aplicada e desenvolvida
através de comissão formada pelo bibliotecário, coordenadores de cursos e professores.
No início de cada semestre é realizada pelos coordenadores e professores, uma avaliação
entre o acervo existente, os títulos apresentados nos planos de ensino e a quantidade de alunos
por disciplina. Desta avaliação resulta uma lista de materiais a serem adquiridos para
complementar o acervo existente (livros, revistas, cd-roms, dvds, fitas de vídeo, etc.). Esta lista
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é encaminhada à biblioteca e posteriormente à Diretoria da Faculdade para aprovação. Estes
procedimentos garantem a atualização e a expansão do acervo de forma otimizada.
9.7 Acervo
O acervo da biblioteca compõe-se de aproximadamente 32.002 documentos, incluindo
livros em geral, periódicos (nacionais e estrangeiros), fitas de vídeo, dvds, mapas, bases de
dados em cd-rom, além de outros documentos, como: dissertações, folhetos, cd-rom, e outros
tipos de materiais.
O curso de Turismo conta a base de dados - Academic Search Elite - como sua fonte
central de informações acadêmicas. O Academic Search Elite oferece texto completo de cerca
de 2.000 revistas, incluindo mais de 1.550 títulos analisados por especialistas. Esta base de
dados multidisciplinar abrange praticamente todas as áreas do estudo acadêmico. Mais de 140
revistas especializadas têm imagens em PDF que remontam a 1985. Esta é atualizada
diariamente pelo EBSCOhost.
O acervo pode ser consultado diretamente dos terminais disponíveis na biblioteca ou
pela Internet, através da página: http://www.alfa.br/biblioteca. Desde que cadastrado no
sistema, podem utilizar o acervo no local ou retirar os materiais de interesse por empréstimo.
9.8 Serviços aos Usuários
Os serviços de gestão da biblioteca e de informação são automatizados; incluindo os
processos de aquisição de novos materiais, catalogação, circulação de materiais e disseminação
de informações. Para a gestão da informação e dos serviços, a biblioteca utiliza o sistema
Pergamum, software desenvolvido pela PUC-Paraná.
Dentre os serviços oferecidos aos usuários pela biblioteca, podemos destacar os
seguintes:




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
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
Comutação bibliográfica,
Orientação quanto ao uso das normas da ABNT e para a normalização de trabalhos
monográficos,
Reserva e renovação pela internet,
Consulta ao acervo (local e pela internet),
Treinamento de usuários,
Levantamento bibliográfico,
Divulgação do acervo, jornais eletrônicos e dos serviços da biblioteca,
Acesso às novas aquisições,
Murais informativos,
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

Exposição de novas aquisições,
Biblioteca virtual.
9.9 Serviço de Circulação de Material
Consultas, empréstimos e reservas estão sob a responsabilidade deste setor, sendo que
estão previstas no Regulamento as orientações necessárias para que este controle seja efetivo,
sem prejudicar o bom atendimento aos usuários.
9.10 Serviço de Referência
O Serviço de Referência da Biblioteca promove a interface entre os usuários e a
informação armazenada no acervo, disseminando e orientando quanto ao uso do universo
informacional, a interface entre o usuário e a busca da informação em geral, ou seja, orientações
quanto às buscas on-line (via Internet) em diferentes sistemas e redes de informação.
9.11 Serviço de Treinamento e Orientação
Orienta o usuário quanto aos diferentes serviços da Biblioteca, como utilizar a Base de
Dados local (catálogo da biblioteca), localizar material na biblioteca, referência bibliográfica
etc.
9.12 Serviço de Reprografia
Próximo às instalações da biblioteca a Instituição oferece serviço de reprografia.
9.13 Módulos e Serviços

Módulo Sócios: é possível cadastrar novos usuários da biblioteca.

Títulos: são feitos o cadastro, a alteração e exclusão de exemplares.

Retiradas: a movimentação de exemplares por sócio e título, bem como o registro de
movimentação.
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
Cadastros: inserção de novos registros úteis como cadastro de editoras, autores e
assuntos.

Tabelas: é específico para algumas funções do software, como influência dos feriados
na devolução dos livros, opções de descritores de autor, entre outros.

Outros: opções como troca de dados (importação e exportação) e consulta de alunos.
9.14 Registro (tombo)
O próprio sistema gerencia tal controle, observando as características de cada material.
Para efeitos legais esse registro consta em catálogo.
9.15 Descrição Bibliográfica (catalogação)
Para a padronização da descrição é utilizado o AACRII – Anglo American Cataloguing
Rules.
9.16 Classificação
A catalogação coleções é feita com base no AACR2 – Código de Catalogação AngloAmericano. O sistema pergamum possibilita o trabalho de catalogação cooperativo em rede,
como forma de compartilhar serviços e informações. Para a classificação, a biblioteca utiliza a
Classificação Decimal Universal – CDU, traduzida e editada pelo Instituto de Informação em
Ciência e Tecnologia – IBICT. A notação do autor está codificada através da Tabela Cutter.
9.17 Regulamento da Biblioteca
A Biblioteca dispõe de Regulamento próprio, no qual são estabelecidas as normas de
funcionamento, formas de acesso ao acervo, padrões de conduta a serem observadas na
utilização dos recursos, serviços e uso das instalações.
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10. PLANEJAMENTO ECONÔMICO - FINANCEIRO
Os recursos da Faculdade Alves Faria - ALFA, mantida pelo CENTRO
EDUCACIONAL ALVES FARIA (CENAF), são oriundos do recebimento de mensalidades,
convênios e parcerias.
A entidade mantenedora possui fins lucrativos e seus recursos são administrados através
de processo de gestão orçamentária, através do qual o fluxo financeiro é planejado e executado
sob rigoroso controle de despesas e de investimentos.
Para viabilizar o recebimento das mensalidades e por consequência a gestão
orçamentária e de caixa, é mantido com os alunos um Contrato de Prestação de Serviços
Educacionais.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DO