PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GOIÂNIA JUNHO DE 2014 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 2/85 SUMÁRIO 1. 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 2. 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 2.9 2.10 3. 3.1 3.2 3.3 3.4 4. 4.1 4.1.1 4.1.2 4.1.3 4.1.4 4.1.4.1. 4.1.4.2 4.1.4.3 4.1.4.5 4.1.4.6 4.1.5 4.1.6 4.2 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 5. 5.1 5.2 6. 6.1 6.2 6.3 7. 7.1 Interdisciplinaridade 04 07 07 09 09 10 10 10 12 12 16 16 16 16 16 16 16 16 16 18 18 18 18 18 21 21 22 22 22 23 24 25 29 31 32 32 Flexibilidade Metodologia e estratégias de ensino-aprendizagem Processo de avaliação Avaliação do processo ensino-aprendizagem Acompanhamento do egresso Avaliação Institucional EIXOS DE FORMAÇÃO E ESTRUTURA CURRICULAR 5.1 Matriz curricular 5.2 Ementas e bibliografias básicas e complementares ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA Núcleo docente estruturante (NDE) Coordenação do Curso Colegiado do Curso RECURSOS HUMANOS DO CURSO Corpo docente do Curso 33 34 36 38 39 39 42 43 45 65 65 66 68 69 69 APRESENTAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Breve Histórico da Instituição Mantenedora: denominação e localização Mantida: denominação e localização Diretor Superintendente Diretora Acadêmica Regional Goiás Coordenadora do Curso CARACTERIZAÇÃO DO CURSO Contexto Socioeconômico Local e Regional Inserção do Curso na realidade local e regional Bases legais Denominação Total de vagas Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária Duração CONCEPÇÃO DO CURSO Missão do Curso Objetivo geral Objetivos específicos Perfil do egresso ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Concepção do currículo e princípios norteadores Indissociabilidade entre Ensino-Pesquisa-Extensão Reflexão Formação para o Mundo do Trabalho e o Exercício da Cidadania Articulação entre Teoria e Prática Estágio Supervisionado Visitas Técnicas Trabalho de Conclusão de Curso – TCC Estudo de Caso Práticas laboratoriais Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 3/85 7.2 7.3 7.4 8. 8.1 8.2 8.3 8.4 8.5 8.6 8.7 9. 9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 9.6 9.7 9.8 9.9 9.10 9.11 9.12 9.13 9.14 9.15 9.16 9.17 10. Plano de Carreira Docente Corpo técnico-administrativo Corpo Discente ESTRUTURA FÍSICA Instalações Gerais Recursos e Equipamentos Recursos de Informática e Infraestrutura Tecnológica Equipamentos Complementares Instalações para a formação profissional Instalações para a prática profissional e prestação de serviços à comunidade Quadro de Pessoal de Apoio BIBLIOTECA Quadro Resumo do Acervo por Área de Conhecimento Espaço Físico e Equipamentos Histórico Recursos Humanos Horário de Funcionamento Política de Atualização de Acervo Acervo Serviços aos Usuários Serviço de Circulação de Material Serviço de Referência Serviço de Treinamento e Orientação Serviço de Reprografia Módulos e Serviços Registro (tombo) Descrição Bibliográfica (catalogação) Classificação Regulamento da Biblioteca PLANEJAMENTO ECONÔMICO - FINANCEIRO 69 70 71 75 75 75 76 76 77 78 78 80 80 80 81 81 82 82 82 83 83 83 84 84 84 84 84 85 85 86 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 4/85 APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Turismo oferecido pela Faculdade Alves Faria. Nele estão aglutinadas todas as decisões e a sistemática de construção da estrutura curricular do curso, delineando-se as orientações estratégicas, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo, diretrizes institucionais expressas no Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI) e exigências do mercado. O ensino superior, em qualquer sociedade, representa um dos fatores de desenvolvimento econômico e é um dos pilares da educação por toda a vida dos indivíduos. Em síntese, é o principal instrumento da transmissão da experiência cultural e científica de qualquer sociedade. Além disso, devido à inovação e ao avanço tecnológico, as economias de todos os países exigem cada vez mais profissionais competentes, que possuam conhecimentos de nível superior. Isso nos apresenta a importância do ensino superior para o desenvolvimento socioeconômico com sustentabilidade bem como na preparação de indivíduos competentes para o alcance do sucesso profissional e pessoal. A Faculdade Alves Faria, uma Instituição de Ensino Superior privada comprometida com a qualidade dos serviços que presta à comunidade, investe continuamente no aprimoramento do Projeto Pedagógico de seus cursos atuais e se engajam na oferta de novos cursos, a partir das demandas sociais. Neste sentido, apresentam o projeto do Curso de Turismo, propondo-se a formar profissionais para lidar com o novo mundo empresarial, dando ênfase à tomada de decisões, ao uso de novas tecnologias, ao relacionamento interpessoal. A Faculdade Alves Faria, uma Escola de Negócios, é uma Instituição de Ensino Superior comprometida com a qualidade dos serviços que presta à comunidade, tendo como missão institucional “formar profissionais que tenham o domínio das mais modernas práticas de mercado no seu foco de formação, competência em negócios e orientação para resultados”. Por isso, investem continuamente no aprimoramento do projeto pedagógico de seus cursos de Graduação e Pós-Graduação, na contratação de recursos humanos altamente qualificados e na infraestrutura física e tecnológica. Aliado a este contexto, a proposta do curso se Turismo está voltada para o desenvolvimento dos processos relacionados ao turismo e à hospitalidade de uma forma geral, formando um profissional polivalente dentro de sua especialidade, com flexibilidade e multidisciplinaridade, possibilitando ao educando maior abertura e compromisso consigo Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 5/85 mesmo e com o outro, de forma reflexiva e transformadora, inserindo-o na realidade social, econômica, política, cultural e ambiental do mundo em que vivemos. Destarte, a responsabilidade maior do curso de Turismo é com a capacitação do aluno para o processo de aprendizagem contínuo, dentro dos imperativos pedagógicos do “aprender a aprender” e “aprender-fazendo”. O papel, portanto, do professor é mais o de um orientador do que um mero repassador de conteúdo. O curso de Turismo, com enfoque em Hospitalidade, pretende atender à missão estabelecida para a Instituição como um todo. Nesse sentido, sua missão e concepção estão baseadas na busca permanente de um padrão de excelência no ensino do Turismo, associando a eficiência e eficácia exigida pelo mercado, que deve se materializar na capacidade de compreensão e realização das metas e estratégias de uma organização com os princípios éticos que devem reger a atuação do profissional a ser formado. A decorrência dessa concepção geral é a de procurar formar um profissional/cidadão que contribua para a evolução das organizações que venha a criar ou dirigir, ou nas quais venha a trabalhar; bem como para a melhoria da qualidade de vida em nossa sociedade. Sua finalidade precípua é formar profissionais capazes de compreender, propor e implementar mudanças significativas no contexto em que se desenvolvem as atividades turísticas na atualidade. O desenvolvimento desse projeto permite ao aluno entender a importância da formação teórico-acadêmica e dos parâmetros por ela estabelecidos, para aplicação e possível transformação da realidade dos setores de turismo e de hospitalidade. Ao longo do Curso proposto, pretende-se que o aluno adquira habilidades de coleta e análise da informação, estabeleça relações entre as diversas disciplinas, além de incorporar os resultados dos processos decisórios exercitados com base nos dados levantados. A formação curricular proposta pressupõe, então, uma abertura às diferentes áreas do turismo, aos diferentes conceitos, epistemologias e métodos e a uma lúcida articulação entre a teoria e a prática, realidades distintas e ao mesmo tempo indissociáveis. A teoria é, então, concebida como reflexão crítica, que compreende a prática exercida nos laboratórios do curso e nos estágios realizados nas empresas do segmento. O presente documento, que descreve o projeto pedagógico do Curso de Graduação em Turismo, está dividido em oito seções, a saber: 1. Caracterização da Instituição 2. Caracterização do Curso 3. Concepção do Curso 4. Organização didático-pedagógica Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 6/85 5. Eixos de formação e estrutura curricular 6. Administração acadêmica 7. Recursos humanos do Curso 8. Instalações físicas Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 7/85 1. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 1.1 Breve Histórico da Instituição A Faculdade Alves Faria (ALFA), mantida pelo Centro Educacional Alves Faria Ltda. (CENAF), localizada na Avenida Perimetral Norte, n. 4.129, Vila João Vaz, na cidade de Goiânia (GO), é integrante do grupo empresarial José Alves, com 50 anos atuando em diversos segmentos de mercado no Estado de Goiás, sendo, em especial, concessionário da fabricação e distribuição dos produtos Coca-Cola para os Estados de Goiás e Tocantins. A ALFA surge no cenário da Educação Superior como uma instituição voltada para a excelência na Educação em Negócios, visando a suprir a crescente demanda local e regional de pessoal qualificado para atendimento das demandas de mercado, estabelecendo, como premissa principal, a qualidade de ensino, tendo como referência as melhores escolas de Ensino Superior do País. A Instituição foi credenciada pela Portaria Ministerial nº. 443, de 31 de março de 2000, iniciando suas atividades acadêmicas, no Estado de Goiás, em agosto do mesmo ano, com base em dispositivo constante de seu Regimento Geral e de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº. 9.394/96), com fundamento legal nas Portarias de autorização do MEC. Em Goiânia, a ALFA encontra-se instalada em três unidades, oferecendo os seguintes cursos de Graduação: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Turismo, Comércio Exterior, Comunicação Social - Jornalismo, Comunicação Social -Publicidade e Propaganda, Direito, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Telecomunicações. Sistemas de Informação, Pedagogia, Psicologia e Turismo. O Programa de Pós-Graduação, lato sensu, conta com a oferta de vários cursos de especialização e MBA nas áreas de Educação, Engenharias e Tecnologias, Negócios, Psicologia e Tecnologia. O Programa de Pós-Graduação, stricto sensu, Mestrado Profissionalizante em Desenvolvimento Regional, foi autorizado pela Portaria nº 550, de 4 junho de 2007, e reconhecido pela Portaria nº. 1140, de 10 de setembro de 2008, tendo obtido conceito 3 (três) nas avaliações da CAPES. O conjunto de disciplinas e atividades do Programa oferece instrumentos para a análise dos recursos naturais e sociais e dos processos socioambientais e seus impactos. Proporciona ferramentas para o planejamento e gestão do território e de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 8/85 empreendimentos públicos e privados nos diferentes setores socioeconômicos. Esse instrumental permite ao mestrando desenvolver a sua dissertação com aplicabilidade na realidade estudada, trazendo importantes contribuições para a compreensão e encaminhamento de soluções de questões relacionadas ao desenvolvimento regional. Oferecendo duas linhas de pesquisa: Análise e Políticas de Desenvolvimento Regional e Gestão Estratégica de Empreendimentos, o Mestrado de Desenvolvimento Regional da ALFA tem conquistado reconhecimento da comunidade acadêmica pelo alto nível de preparação de seu Corpo Docente, pela excelência dos conteúdos das suas disciplinas e pelos projetos e pesquisas acadêmicas e aplicadas que vem desenvolvendo. Em 2012, a CAPES também recomendou o Mestrado profissional em Administração, o único no Estado, com duas linhas de pesquisa: Gestão Integrada de Mercado e Gestão Integrada de Finanças. Na prestação dos serviços educacionais a que se propõe, a Faculdade Alves Faria atende, nas suas unidades de Goiânia, a aproximadamente 4.500 alunos, mobilizando um quantitativo de mais 200 colaboradores técnico-administrativos e cerca de 180 professores. O Corpo Docente é formado por professores criteriosamente selecionados, levando-se em conta sua trajetória profissional e acadêmica e titulação adequada às áreas de atuação em cada um dos cursos oferecidos, sendo composto, em sua maioria, por professores especialistas, mestres e doutores. O pessoal técnico-administrativo passa, sistematicamente, por programas de treinamento, desenvolvidos pelo setor de Recursos Humanos, com o objetivo de fornecer o suporte necessário aos Docentes e Discentes. As unidades da Faculdade ALFA primam por oferecer instalações cuidadosamente preparadas e adequadas à sua atividade fim, com espaços destinados às atividades acadêmicas, administrativas, esportivas, de cultura e lazer, além de áreas de convivência para professores e alunos. As salas de aula são climatizadas e dimensionadas para acolher os alunos, observandose uma área individual de 1,60 m² por aluno, equipadas com carteiras do tipo universitário, com assento acolchoado, quadro branco para uso de pincel e quadro verde para giz. As unidades da Faculdade ALFA oferecem a seus professores e alunos infraestrutura tecnológica de acesso direto e contínuo à Internet a partir das estações de trabalho instaladas em todos os laboratórios de informática, na sala dos professores, na biblioteca e na área administrativa. Encontra-se, também, disponível aos usuários, nas dependências das unidades o serviço de acesso à rede sem fio (Wireless). Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 9/85 Reforçando o desejo de manter e ampliar seus investimentos no Ensino Superior e considerando a experiência bem sucedida nas unidades de Goiânia, o Centro Educacional Alves Faria (CENAF) adquiriu, em 2009, outra instituição, sediada na capital de São Paulo: a Faculdade Autônoma de Direito (FADISP). A Faculdade ALFA adota como princípio filosófico a formação de valores democráticos e de cidadania, aliada à produção de saberes. Essa concepção pressupõe uma Instituição de Ensino Superior voltada para a formação de cidadãos que sejam capazes de responder aos desafios postos por nosso tempo, em condições não só de atuar nas comunidades locais, mas também de compreender o contexto sociocultural regional, nacional e mundial. O Campus-sede da ALFA, onde o curso de Turismo é oferecido tem uma área de 424.740 m², com espaços destinados às atividades acadêmicas, administrativas, esportivas e de cultura e lazer, além de um amplo estacionamento gratuito e segurado, com 2.000 vagas. Concebido de forma modular, para atender, progressivamente, às demandas dos cursos de graduação e pósgraduação e às necessidades das atividades de pesquisa e extensão, o complexo acadêmico atual tem uma área construída de 42.000 m², distribuídos em quatro blocos, com espaços destinados às salas de aula, laboratórios de informática, laboratórios específicos dos cursos, biblioteca e salas administrativas. Nesse sentido, a ALFA disponibiliza, mantém e atualiza, permanentemente, sua infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos para atender às demandas dos novos tempos, ciente da importância de contribuir para a produção de conhecimentos que promovam o desenvolvimento socioeconômico sustentável. 1.2 Mantenedora: denominação e localização CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA – CENAF Endereço: Av. Perimetral Norte, 4.129 – Vila João Vaz Goiânia – Goiás – CEP 74445-190 Fone: 0800 621080 – Fax: (62) 3272 5002 E-mail: [email protected] 1.3 Mantida: denominação e localização Nome: FACULDADE ALVES FARIA – ALFA Endereço: Av. Perimetral Norte, 4.129 – Vila João Vaz Goiânia – Goiás – CEP 74445-190 Fone: 0800 621080 – Fax: (62) 3280 5002 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 10/85 E-mail: [email protected] 1.4 Diretor Superintendente Prof. Nelson de Carvalho Filho Formação acadêmica: Graduado em Administração de Empresas – FAES – Santos – 1977. MBA em Gestão de Negócios: Faculdade Alves Faria – ALFA – 2005. Experiência profissional: Diretor Financeiro Corporativo do Grupo José Alves – 2005. Controller da Emegê Produtos Alimentícios S.A. – 1995. Gerente Financeiro do Grupo Expansão. Gerente Executivo do Sistema Petrobras. Membro da Diretoria da Associação Comercial e Industrial de Goiás – ACIEG. Membro do Conselho Temático de Responsabilidade Social da Federal da Indústria do Estado de Goiás – FIEG. Membro do Conselho Temático de Agronegócio da FIEG. 1.5 Diretora Acadêmica Regional Goiás Profª Fabine Évelin Romão Pimentel Formação acadêmica: Mestre em Gestão de Políticas Públicas – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI – 2002. Graduada em Turismo e Hotelaria – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI – 2000. Graduada em Administração – Faculdade Alves Faria ALFA – 2009. Experiência profissional: Diretora Acadêmica Regional Goiás da Faculdade Alves Faria - ALFA Gerente de Operações Logísticas Acadêmicas da Faculdade Alves Faria - ALFA Coordenadora do Curso de Turismo da Faculdade Alves Faria – ALFA. Coordenadora de Estágio Supervisionado em Turismo da Faculdade Alves Faria ALFA Coordenadora do Trabalho de Conclusão de Curso em Turismo da Faculdade Alves Faria - ALFA Professora do Curso de Turismo do Centro Educacional Alves Faria – ALFA. 1.6 Coordenadora do Curso Profª Fabine Évelin Romão Pimentel Formação acadêmica: Mestre em Gestão de Políticas Públicas – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI – 2002. Graduada em Turismo e Hotelaria – Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI – 2000. Graduada em Administração – Faculdade Alves Faria ALFA – 2009. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 11/85 Experiência profissional: Diretora Acadêmica Regional Goiás da Faculdade Alves Faria - ALFA Gerente de Operações Logísticas Acadêmicas da Faculdade Alves Faria - ALFA Coordenadora do Curso de Turismo da Faculdade Alves Faria – ALFA. Coordenadora de Estágio Supervisionado em Turismo da Faculdade Alves Faria ALFA Coordenadora do Trabalho de Conclusão de Curso em Turismo da Faculdade Alves Faria - ALFA Professora do Curso de Turismo do Centro Educacional Alves Faria – ALFA. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 12/85 2. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO 2.1 Contexto Socioeconômico Local e Regional Criada em 30 de dezembro de 1999 pela Lei Complementar Estadual de número 27, a Região Metropolitana de Goiânia foi a primeira do Centro-Oeste do Brasil. Englobando treze municípios (Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Goianápolis, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Nerópolis, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo, e Trindade), a Região Metropolitana de Goiânia ocupava uma área de 5.787 km². Entretanto, a Lei Complementar Estadual de número 78, aprovada em 25 de março de 2010, incluiu na Região Metropolitana de Goiânia, os municípios de Bonfinópolis, Brazabrantes, Caldazinha, Caturaí, Inhumas, Nova Veneza e Terosopólis de Goías, totalizando, 20 municípios com uma área total de 7.397,203 km². O Estado de Goiás, uma das 27 unidades federativas da República Federativa do Brasil, situa-se a leste da Região Centro-Oeste, no Planalto Central brasileiro. O seu território é de 340.086 km², sendo delimitado pelos estados de Tocantis (norte), Bahia (nordeste), Mato Grosso (sudoeste), Minas Gerais (leste e sul) e pelo Distrito Federal. A capital e maior cidade de Goiás é Goiânia, sede da Região Metropolitana de Goiânia (RMG). Outras cidades importantes quanto a aspectos econômicos, fora da região metropolitana de Goiânia são: Rio Verde, Luziânia, Formosa, Itumbiara, Jatái, Porangatu, Catalão, Caldas Novas Goianésia, Mineiros, Cristalina e Niquelândia, que que também são as maiores cidades em população do interior do estado, além das cidades que compõem o Entorno de Brasília. Ao todo são 246 municípios. Goiânia, sua capital, é o núcleo polarizador da Região Metropolitana, aglomerado de 20 municípios que abriga 2,206 milhões de habitantes, segundo estimativa do IBGE 2011. Apesar de sediar grandes indústrias, é o setor de serviços o pilar de sua economia. Além de apresentar bons índices de qualidade de vida, acima da média nacional, Goiânia ostenta o título de cidade com a área urbana mais verde do País. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 13/85 Dados Gerais do Estado de Goiás Número de Municípios 246 População de Goiás (2011) 6.080.588 2 Área do Estado (km ) 340.086,698 Densidade Demográfica (2011)(hab/km 2) 17,87 População do Brasil (2011) 192.376.496 Participação na População do Estado/Brasil (%) 3,16 IDH (2005) 0,800 Fonte: IBGE, PNUD. Elaboração: SEGPLAN-GO/SEPIN/Gerência de Estatística Socioeconômica - 2012. Municípios Goianos mais Populosos – 2011 Município População (hab) Goiânia 1.318.148 Aparecida de Goiânia 465.092 Anápolis 338.544 Rio Verde 181.020 Luziânia 177.098 Águas Lindas de Goiás 163.495 Valparaíso de Goiás 135.908 Trindade 106.256 Formosa 101.730 Novo Gama 96.602 Itumbiara 93.762 Jataí 88.353 Catalão 88.353 Senador Canedo 86.848 Planaltina 82.258 Fonte: IBGE. Elaboração: SEGPLAN-GO/SEPIN/Gerência de Estatística Socioeconômica - 2012. PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) Desde 2002, Goiás mantém a 9º posição no ranking dos estados que mais geram riqueza, com destaque para o setor agropecuário que teve expansão de 14%. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 14/85 O PIB do quarto trimestre de 2013 cresceu 4,4%, maior alta do ano passado, na comparação com o mesmo período do ano anterior; alta no último trimestre foi impulsionada pelos bons desempenhos setoriais da agropecuária, que cresceu 23,3%, do setor de serviços (alta de 3,5%), e da indústria, que expandiu 2,9% no período; Estado registrou saldo de 60.831 novos empregos formais. Cálculos do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) mostram que o PIB do Estado no ano passado fechou em 3,1% sobre o ano anterior, índice maior do que os 2,3% registrados pelo IBGE para o PIB nacional. A alta da agropecuária se deu sobre uma base praticamente nula, quando não negativa dos três trimestres anteriores de 2013. Ainda assim, mostram os técnicos do IMB/Segplan, o desempenho foi puxado pelas lavouras permanentes e levou o resultado anual do setor a fechar em 1,2%. Os serviços cresceram ancorados na atividade de comércio (4,5%) e administração pública (4,1%). No comércio, registraram expansão tanto o segmento varejista quanto o atacadista. No ano, a alta do PIB do setor de serviços foi de 3,5%. Já a expansão da indústria goiana no quarto trimestre de 2013 teve como destaques os parques industriais de transformação (alta de 5,4%, com destaque para produtos químicos e de alimentos e bebidas); a construção civil, que subiu 6,4% em relação a período idêntico do ano anterior, em muito devido à expansão motivada pelas obras públicas e empreendimentos imobiliários alimentados pelo crédito facilitado para a habitação. No resultado do ano, a alta da indústria goiana ficou em 2,4%. Composição do PIB Dentre os grandes setores de atividades econômicas, o de Serviços é o que predomina em Goiás, representando 59% da produção de riquezas. Neste setor pode-se ressaltar o comércio tanto o varejista como o atacadista, bastante dinâmicos, principalmente na capital, assim como as atividades imobiliárias. O setor industrial participa no PIB goiano em 27% e o agropecuário com 14% (dados de 2009). Embora tenha participação inferior, o setor agropecuário é de grande importância para a economia goiana, pois dele deriva a agroindústria, uma das atividades mais pujantes do Estado, quer seja na produção de carnes, derivados de leite e de soja, molhos de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 15/85 tomates e condimentos e outros itens da indústria alimentícia, como também na produção sucroalcooleira. 2.2 Inserção do Curso na realidade local e regional O contexto socioeconômico local e regional permite uma análise dos desdobramentos em relação às demandas atuais e futuras na formação de recursos humanos, entre eles os profissionais da área de turismo. O crescimento da indústria hoteleira no Brasil nos últimos anos trouxe um incremento no investimento em novos negócios, gerando um grande volume de empreendimentos relacionados ao segmento de hospitalidade. Mas a hotelaria, independentemente de seu porte ou segmento, não é feita somente de grandes construções. O grande negócio da hotelaria é arte de servir bem, de encantar o hóspede, aliada a uma eficiente gestão de recursos materiais, humanos e financeiros. O Estado de Goiás desponta como uma das regiões que mais se desenvolve no país, atraindo investidores de outros estados, principalmente de diferentes países, gerando um grande fluxo de pessoas indo e vindo, que necessitam de hospedagem, alimentação e serviços de qualidade. Para tanto, a profissionalização na arte de servir nunca foi tão necessária para consolidação da hospitalidade oferecida pelo Estado. A empregabilidade na área do Turismo tem crescido consideravelmente nos últimos anos em Goiás, principalmente na área hoteleira. Além disso, Goiânia tem se destacado principalmente na área do turismo de eventos e negócios. Isso pela sua localização privilegiada e boa infraestrutura, que ocasionando a procura por mão de obra especializada, principalmente na área da hospitalidade. Enfim, considerando-se as principais tendências socioeconômicas que caracterizam o recente desenvolvimento da Região Centro-Oeste, do Estado de Goiás e da Região Administrativa de Goiânia, e tendo em vista a crescente demanda por diferentes especialidades para o trabalho na área de serviços na região, o Curso de Turismo da Faculdade ALFA contribui significativamente para o desenvolvimento do Estado. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 16/85 2.3 Bases legais O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo foi elaborado com estrita observância das mais recentes normas gerais expedidas pelos órgãos legisladores do Sistema Nacional de Educação e das Diretrizes Curriculares Nacionais específicas. Além disso, observou-se, na elaboração do Projeto Pedagógico, sua aderência à missão e sua pertinência ao Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e ao Plano de Desenvolvimento da Instituição (PDI). Entre outras, o presente Projeto Pedagógico fundamenta-se nas seguintes bases legais: - Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); - Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e dá outras providências; - Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação, de março de 2006, elaborado pelo MEC/CONAES/INEP; - Parecer CNE/CES, nº 8, aprovado em 31 de janeiro de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; - Parecer CES/CNE, nº 288, homologado em 8 de abril de 2004; - Resolução CES/CNE nº 2, de 18 de junho de 2007; - Resolução CNE/MEC nº 13, de 24 de novembro de 2006; - Portaria de Autorização nº 573, de 3 de maio de 2000; - Portaria de Reconhecimento nº 444, de 4 de fevereiro de 2005. 2.4 Denominação: Curso de Graduação em Turismo 2.5 Total de vagas: Trezentas (360) vagas anuais 2.6 Número de alunos por turma: Cinquenta alunos por turma 2.7 Turnos de funcionamento: diurno e noturno 2.8 Regime de matrícula: Crédito Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 17/85 2.9 Carga horária: Duas mil e quatrocentos e treze (2.413) horas/relógio 2.10 Duração: mínima de três (3) anos e, no máximo, quatro anos e meio (4,5 anos) Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 18/85 3. CONCEPÇÃO DO CURSO 3.1 Missão do Curso O Curso de Graduação em Turismo da Faculdade ALFA tem como missão formar profissionais de excelência na área de turismo reconhecidos pelo mundo do trabalho, assegurando qualidade dos processos em todos os níveis da educação superior, por meio da melhor composição de metodologias de ensino e corpo docente qualificado, promovendo a aprendizagem e a produção do conhecimento para o desenvolvimento do indivíduo e a sua inserção na sociedade. O aluno de Turismo será formado para atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade socialmente responsável. 3.2 Objetivo geral Formar profissionais capazes de compreender, propor e implementar mudanças significativas no contexto em que se desenvolvem as atividades turísticas hoje, especialmente na área da hospitalidade. 3.3 Objetivos específicos - Formar recursos humanos capacitados para a prospecção, o planejamento a produção e administração de serviços turísticos e hoteleiros; - Capacitar os alunos a atuarem especificamente com as questões do turismo e hospitalidade; - Propiciar os conhecimentos necessários sobre atividades turísticas controladas de desenvolvimento sustentável; - Difundir entre os alunos conhecimentos acerca dos fundamentos das atividades de hospedagem bem como de todos os tipos de serviços de alimentação, das práticas relacionadas ao lazer, entretenimento e meio ambiente; - Preparar gestores capazes de atingir resultados, quer no setor público, quer no privado, baseados na eficiência e eficácia, revertendo práticas clientelistas ultrapassadas; - Contribuir para a formação de quadros que atendam as expectativas de ética e responsabilidade nos negócios e no trato empresarial, funcionando com elementos multiplicadores das ações profissionais; - Formar líderes para o setor turístico; Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 19/85 - Possibilitar ações que contribuam para o desenvolvimento turístico do País, da região e do Estado de Goiás; - Propiciar os conhecimentos necessários à elaboração e implementação de políticas públicas de turismo, com especial ênfase no desenvolvimento municipal; - Oferecer formação gestora como ponto central, completada pelas demais áreas formadoras de um perfil multidisciplinar, subsidiando o egresso com o instrumental previsto na Resolução CES no 13, de 24 de Novembro de 2006. 3.4 Perfil do egresso O curso de Graduação em Turismo enseja, como perfil desejado, um graduado capacitado e apto para compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e culturais, relacionadas com o mercado turístico, sua expansão e seu gerenciamento, observados os níveis graduais do processo de tomada de decisão, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes, nos vários segmentos do campo de atuação profissional. De acordo com a Resolução CES 13/2006, o curso de Graduação em Turismo, com enfoque em Hospitalidade, da Faculdade Alves Faria (ALFA), contempla, ainda, a formação profissional que revela, pelo menos, as seguintes competências e habilidades: I. II. Compreensão das políticas nacionais e regionais sobre turismo; Utilização de metodologia adequada para o planejamento das ações turísticas, abrangendo projetos, planos e programas, com os eventos locais, regionais e nacionais; III. Domínio das técnicas indispensáveis ao planejamento e à operacionalização do Inventário Turístico, detectando áreas de novos negócios e de novos campos turísticos e de permutas culturais; IV. V. Adequada aplicação da legislação pertinente; Planejamento e execução de projetos e programas estratégicos relacionados com empreendimentos turísticos e seu gerenciamento; VI. Intervenção positiva no mercado turístico com sua inserção em espaços novos, emergentes ou inventariados; VII. Classificação, sobre critérios prévios e adequados, de estabelecimentos prestadores de serviços turísticos, incluindo meios de hospedagens, transportadoras, agências de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 20/85 turismo, empresas promotoras de eventos e outras áreas, postas com segurança à disposição do mercado turístico e de sua expansão; VIII. Domínios de técnicas relacionadas com a seleção e avaliação de informações geográficas, históricas, artísticas, esportivas, recreativas e de entretenimento, folclóricas, artesanais, gastronômicas, religiosas, políticas e outros traços culturais, como diversas formas de manifestação da comunidade humana; IX. Domínio de métodos e técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados turísticos, identificando os prioritários, inclusive para efeito de oferta adequada a cada perfil do turista; X. Comunicação interpessoal, intercultural e expressão correta e precisa sobre aspectos técnicos específicos e da interpretação da realidade das organizações e dos traços culturais de cada comunidade ou segmento social; XI. Utilização de recursos turísticos como forma de educar, orientar, assessorar, planejar e administrar a satisfação das necessidades dos turistas e das empresas, instituições públicas ou privadas, e dos demais segmentos populacionais; XII. Conhecer a importância de diferentes idiomas para o exercício da profissão; XIII. Habilidade no manejo com a informática e com outros recursos tecnológicos; XIV. Integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares, interagindo criativamente em face dos diferentes contextos organizacionais e sociais; XV. Compreensão da complexidade do mundo globalizado e das sociedades pósindustriais, onde os setores de turismo e entretenimento encontram ambientes propícios para se desenvolverem; XVI. Vivência e conhecimento das relações humanas, de relações públicas, das articulações interpessoais, com posturas estratégicas do êxito de qualquer evento turístico; XVII. Conhecimentos específicos e adequado desempenho técnico-profissional, com humanismo, simplicidade, segurança, empatia e ética. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 21/85 4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1 Concepção do currículo e princípios norteadores Os projetos pedagógicos dos cursos de Graduação e Pós-Graduação da ALFA têm como diferencial o desenvolvimento integral do aluno, aliado à uma forte integração entre teoria e prática. Assim, ao aluno ALFA é disponibilizado o acesso a componentes curriculares continuamente atualizados, a laboratórios, ambientes e atividades voltados para o exercício futuro da profissão e a práticas pedagógicas que favorecem a aquisição e desenvolvimento de habilidades e competências que facilitam a inserção do aluno no mundo dos negócios. O Projeto Pedagógico do Curso indica os princípios norteadores de sua concepção e organização curricular, bem como suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua operacionalização. Além de privilegiar a integração entre teoria e prática, o Projeto leva em conta as inter-relações existentes entre realidade local, regional, nacional e internacional, a utilização de tecnologias inovadoras e que atendam aos campos interligados de formação. Assim, assegura-se uma perspectiva histórica dos conhecimentos construídos e sua contextualização e aplicabilidade no âmbito das organizações, visando à formação do profissional como ser social e cidadão inserido na realidade do mercado, dotado de conhecimento, de atualização tecnológica e de valores éticos e profissionais que lhe permitam atingir autonomia e dignidade. Para que a Instituição possa cumprir com seu objetivo, missão e atuação na comunidade, alguns princípios são considerados para o exercício das atividades pedagógicas e acadêmicas. Esses princípios privilegiam: - indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão; - reflexão; - formação para o mundo do trabalho e exercício da cidadania; - articulação entre teoria e prática; - interdisciplinaridade; - flexibilidade. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 22/85 4.1.1 Indissociabilidade entre Ensino-Pesquisa-Extensão A organização curricular proposta objetiva a articulação ensino-pesquisa-extensão e graduação-pós-graduação, de forma que o arquiteto e urbanista busque uma atualização crítico reflexiva constante acerca de sua prática educativa, compreendendo-a como um todo inserido num contexto histórico e social. A articulação ensino-pesquisa-extensão faz-se por meio do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), previsto para os dois últimos períodos do curso, além das atividades acadêmico-científico-culturais e projetos de extensão à comunidade, desenvolvidos durante o curso. 4.1.2 Reflexão O projeto acadêmico da Faculdade ALFA, fazendo jus à sua visão de ser a melhor Escola de Negócios do Centro-Oeste, está voltado para a formação do profissional reflexivo, perfil demandado pelo atual modelo organizacional. O profissional reflexivo é aquele que tem, entre outras características, a capacidade de acessar informações de que precisa para construir seu próprio conhecimento, de ser agente das mudanças, flexível e competente o bastante para colaborar na solução das situações-problema típicas de sua área de atuação, de forma a promover a divulgação de conhecimentos técnicos e científicos do Turismo, em suas especificidades objetivadas e incentivadas por esta IES, assim como a criação e difusão da cultura em geral, tripé constituinte do patrimônio da humanidade, comunicando o saber, por meio do ensino, publicações e outras formas de comunicação social. A formação do profissional crítico-reflexivo é, em última instância, consequência da formação da pessoa humana, isto é, de um ser humano capaz de ação e reflexão e que, num movimento indissociável age-pensa-age sobre e nas realidades do mundo em que vive, nas circunstâncias e contextos organizacionais em que venha a se inserir. 4.1.3 Formação para o Mundo do Trabalho e o Exercício da Cidadania O Projeto Pedagógico do Curso de Turismo da ALFA se propõe a formar cidadãos aptos a prestar serviços técnicos especializados à comunidade, estabelecendo vínculos com as organizações e a sociedade, além de promover a extensão, visando à difusão das conquistas e Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 23/85 benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica, geradas na Instituição. Para alcançar a efetiva formação cidadã e a preparação para o mundo do trabalho, são propostas inúmeras atividades, dentre as quais destacamos: Visitas técnicas; Elaboração de projetos de integração horizontal das disciplinas dos diversos semestres; Visitas em trabalhos de campo e de extensão a cidades ou setores urbanos; Práticas profissionais em laboratórios especializados; Estágios curriculares supervisionados, com acompanhamento docente; Participação dos alunos em projetos institucionais de extensão à comunidade; Atividades complementares; Trabalhos de conclusão de curso; 4.1.4 Articulação entre Teoria e Prática De acordo com a legislação em vigor, a prática deve ser componente curricular e deve ser pensada e desenvolvida ao longo do processo formativo. Neste sentido, a ALFA disponibiliza aos seus alunos atividades, laboratórios, ambientes específicos e serviços que promovem a verticalização dos conhecimentos, teorias e conceitos das disciplinas, desdobrando-os nas suas possíveis aplicações práticas. As próprias metodologias adotadas pelos professores, como o estudo de caso, são fortemente orientadas nesta direção, o que, também, é facilitado pelo perfil do corpo docente, constituído, em grande parte, de profissionais com destacada atuação no mercado. O curso se propõe, portanto, a promover a integração entre teoria e prática, perseguindo tanto um sólido rigor científico quanto uma vibrante sensibilidade para o social fundamentada no conhecimento das teorias e métodos de sua área de conhecimento e na compreensão adequada de sua aplicação prática. A articulação entre teoria e prática é assegurada, entre outras iniciativas, pela inserção na matriz curricular do curso de componentes como visitas técnicas, atividades complementares, estágio curricular supervisionado, trabalho final de curso e pela adoção de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 24/85 metodologias ativas de ensino- aprendizagem e estratégias inovadoras, como estudo de caso e práticas laboratoriais. 4.1.4.1 Estágio Supervisionado De acordo como o artigo primeiro da Lei 11.788/08, o “Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos”. Na ALFA, o Estágio objetiva aprendizagens social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade e coordenação da Instituição de Ensino. A ALFA, na sua proposta de formação em nível de 3º grau, entende que, complementarmente ao processo de ensino, cabe-lhe viabilizar o aprendizado prático, sob a forma de Estágio que possibilite aos acadêmicos a vivência das atividades inerentes à sua formação humana e profissional. Por entender o Estágio como atividade determinante na aquisição dos fundamentos teórico-práticos da profissão, da formação integral, do exercício da cidadania e, sobretudo, da consolidação das competências necessárias ao perfil do profissional formado pela ALFA, todos os seus cursos de Graduação adotam o Estágio como componente curricular. O Estágio é caracterizado por atividades práticas correlacionadas à área de formação do aluno e desenvolvidas, em alguns casos, na própria Instituição, ou em campos de Estágio previamente selecionados, abrangendo Empresas, Órgãos Públicos ou Entidades sem fins lucrativos. De acordo com o Regulamento de Estágio da ALFA, nos cursos de Graduação são admitidas as modalidades de Estágio Curricular Não Obrigatório e Estágio Obrigatório. O Estágio Curricular Não Obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional acrescida à carga horária regular e obrigatória. É, portanto, uma atividade complementar, intencionalmente assumida pela ALFA e desenvolvida em situação real de trabalho, para o enriquecimento da formação humana e acadêmico-profissional, podendo ser realizado do primeiro ao último período do curso, de acordo com as parcerias estabelecidas entre a ALFA, Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 25/85 Agentes de Integração, Empresas, Órgãos Públicos ou Entidades sem fins lucrativos, podendo ter o caráter de Estágio Profissional, Estágio Sociocultural ou de Iniciação Científica e Estágio Civil. O Estágio Curricular Obrigatório é um componente que integraliza a carga horária do Curso, cabendo à ALFA e ao Concedente de Estágio o acompanhamento, a supervisão e a avaliação do Estagiário, sendo realizado a partir do sétimo período do Curso. A operacionalização, acompanhamento, supervisão e avaliação das práticas de Estágio são realizados por meio do Núcleo de Estágio ALFA e das Coordenações de Curso. Compete a estas instâncias, entre outras, desenvolver ações no sentido de: - propor e firmar a realização de parcerias com Empresas, Órgãos Públicos ou Entidades sem fins lucrativos, visando buscar oportunidades de Estágio; - orientar os aluno sobre a realização de Estágio, fazendo conhecer suas normas, os documentos exigidos e prazos previstos; - criar condições para que se viabilizem o acompanhamento, a supervisão e a avaliação do Estágio; - promover eventos de integração entre a ALFA e o setor produtivo; - divulgar oferta de vagas de Estágio; - validar a documentação de Estágio, no que se refere à matrícula e frequência; - conferir e juntar toda a documentação exigida para formalização do Estágio; - produzir, semestralmente, relatórios referentes ao Estágio; - emitir parecer validando ou não a solicitação de Estágio; - supervisionar o processo de acompanhamento e avaliação do Estágio, fazendo os encaminhamentos necessários; - manter contato com o Supervisor do Concedente de Estágio, se necessário; - analisar e avaliar o Relatório de Acompanhamento e Avaliação do Estágio Curricular Obrigatório, emitindo parecer sobre a aprovação ou não do Estagiário; - registrar no Sistema Acadêmico o resultado da avaliação do Estagiário. 4.1.4.2 Visitas Técnicas As Visitas Técnicas constituem um programa institucionalizado do curso. São realizadas em todos os períodos. Podem subsidiar ou iniciar o trabalho de interdisciplinaridade horizontal, ou ser de caráter isolado. As visitas técnicas são definidas pelo corpo docente nas semanas de planejamento semestrais, considerando-se os conteúdos Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 26/85 programáticos das disciplinas envolvidas, os objetivos propostos e os locais selecionados para as visitas. Os alunos são acompanhados pelos professores e apresentam, após as visitas, relatórios de aprendizagem que integram a avaliação processual das disciplinas envolvidas. 4.1.4.3 Atividades complementares As atividades complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, uma vez que as mesmas se constituem em componentes curriculares enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado. A ALFA compreende as atividades acadêmico-científico-culturais (atividades complementares) como conjunto de atividades acadêmicas, escolhidas e desenvolvidas pelo aluno durante o seu período de integralização curricular, visando ao aperfeiçoamento da própria formação e ao desenvolvimento do hábito da formação continuada. Entende-se, portanto, por atividades complementares a participação em pesquisas, conferências, seminários, palestras, congressos, encontros, simpósios, mesas redondas, ciclos de debates, estágios extracurriculares sem vínculo empregatício, atividades de extensão e outras atividades científicas, cursos livres, participação em fóruns, colóquios, cursos, oficinas pedagógicas e outras atividades artísticas e culturais realizadas na própria Instituição ou em outras instituições, devidamente validadas pela Coordenação do Curso. Os alunos são motivados a participarem dessas atividades e devem efetivar o registro de participação em formulário próprio validando-a com a apresentação de documentação comprobatória junto à Coordenação do Curso. O Curso adota as Atividades Complementares como componente necessário à integralização curricular, o qual é regido por Regulamento próprio, definido pelo Conselho Superior e aprovado por meio de Resolução do Diretor Superintendente. O Curso de Turismo adota as Atividades Complementares como componente curricular, o qual é regido por Regulamento próprio exposto abaixo, definido pelo Conselho Superior e aprovado por meio de Resolução do Diretor Superintendente. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 27/85 I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este regulamento, sendo parte das normas disciplinadoras do currículo pleno de graduação, dispõe sobre o regime de atividades complementares próprias dos Cursos de Graduação oferecidos pela Faculdade Alves Faria - ALFA, e estabelece a sua forma de realização com o apoio e controle do Núcleo de Estágio e Atividades Complementares. Art. 2º Compreende-se como atividades complementares, atividades de cunho acadêmico-científicoculturais e que estejam especificadas na matriz curricular respectivo ou nos programas das disciplinas respectivas, exigida para integralização da carga horária do curso e a ser cumprida pelo aluno sob as várias formas à sua escolha, de acordo com o planejamento ajustado com a Coordenação de cada Curso ou com órgãos ou entidades competentes a esta vinculada. Art. 3º As atividades complementares devem atender, em geral, os objetivos do ensino, da pesquisa e os da ética profissional. Art. 4º As atividades complementares previstas e quantificadas na estrutura curricular serão cumpridas nas formas e condições descritas neste regulamento, abrangendo as seguintes modalidades explicitadas no Art. 13º. Art. 5º A escolha e a validação das atividades complementares deverão objetivar a flexibilização do currículo pleno e a contextualização do ensino e aprendizagem, propiciando ao aluno a ampliação epistemológica, a diversificação temática e o aprofundamento interdisciplinar como parte do processo de individualização da sua formação acadêmica. Art. 6º As atividades complementares não se confundem com estágio curricular obrigatório, trabalho de conclusão de curso ou com atividades regularmente desenvolvidas no contexto das aulas. II DO ÓRGÃO GESTOR Art. 7º O Núcleo de Estágio e Atividades Complementares é o órgão responsável pela administração das atividades complementares e pela observância das normas regimentais e regulamentares aplicáveis. Art. 8º São atribuições do Coordenador de Curso coordenar a oferta geral dessas atividades, validar ou não, junto ao Núcleo de Estágio e Atividades Complementares, as atividades apresentadas pelo aluno. III DAS ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA GERAL Art. 9o É atribuição da Secretaria Geral, nos casos de aproveitamento de disciplinas cursadas fora da matriz curricular do aluno e/ou em outra instituição para os casos de transferência externa e portadores de diploma, informar ao Núcleo de Estágios e Atividades Complementares a quantidade de horas a serem lançadas. IV DA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 10º O conjunto das atividades complementares será desenvolvido até o limite global da disciplina respeitados os limites máximos de carga horária estabelecidos por modalidade durante o curso regular, inclusive habilitação específica, conforme o plano curricular e normas estabelecidas no presente documento, podendo ser cumpridas sob o patrocínio da Faculdade ALFA, ou externamente, em Instituições de referência. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 28/85 Art. 11º As atividades complementares realizadas em outras instituições, entidades ou órgãos, sem a chancela ou respaldo da Faculdade ALFA, ficarão sujeitos à validação pela respectiva Coordenação, mediante exame de compatibilidade com os objetivos didático-pedagógicos e profissionalizantes do curso, expressos no Projeto Pedagógico da Faculdade ALFA, e à vista da correspondente comprovação. § 1º A validação das atividades complementares será requerida e justificada pelo aluno interessado, instruindo o pedido com a comprovação de frequência, comparecimento ou participação. § 2º O processo de requerimento, validação e comprovação das atividades complementares será encaminhado ao Coordenador pelo Núcleo de Estágio e Atividades Complementares. Cabe a este validar, registrar e arquivar. § 3º É vedada a validação de qualquer modalidade de atividades complementares realizadas anteriormente ao ingresso do aluno no respectivo curso de graduação ministrado pela Faculdade ALFA. Atividades realizadas em outras Instituições de Ensino Superior deverão constar no histórico escolar da instituição de origem. V DA IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 12º É vedado o cômputo concomitante ou sucessivo, como atividades complementares, de cargas horárias ou conteúdos, trabalhos, atividades ou práticas próprias das disciplinas do currículo pleno, ou destinado à elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, ou desenvolvidos nos estágios supervisionados. Art. 13º O aluno deverá comprovar a sua participação nas atividades, observado o limite máximo de carga horária de acordo com a Tabela abaixo: § 1º Todas as atividades realizadas na modalidade à distância somente serão computados 5% a 50% da carga horária total, independentemente da Instituição ofertante e após análise do setor competente. § 2º Para os discentes regularmente matriculados nos 7º e 8º períodos em 2011.2 e 2012.1, respectivamente, as horas de atividades complementares serão computadas de acordo com o regulamento anterior. I) Iniciação Científica (IC) a) Elaboração e entrega do relatório de pesquisa de IC b) Participação como ouvinte nas apresentações de eventos programados pela Faculdade ALFA ou outra IES. c) Publicação de artigo científico oriundo da IC II) Eventos na área do curso na ALFA a) Palestras, Seminários, Congressos b) Debatedor c) Apresentação de trabalhos Eventos na área do curso em outra Instituição a) Palestras, Seminários, Congressos b) Debatedor c) Apresentação de trabalhos III) Atividade de extensão universitária a) Participação em atividades ou eventos culturais b) Ministrar cursos de extensão, sob supervisão docente na área do curso. c) Visitas técnicas d) Viagens de estudo e) Participação em programas de cunho social Percentual de Aproveitamento 80% 80% 80% 50% 80% 50% 50% 40% 80% 50% 70% 60% 60% 70% Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 29/85 IV) Monitoria a) Exercício de monitoria em disciplinas da Faculdade ALFA V) Gestão ou Representação Estudantil a) Participação em entidades de natureza acadêmica b) Representação em colegiados VI) Laboratório de informática a) Participação em curso de informática VII) Estágio voluntário/prática profissional em áreas afins ao curso. VIII) Cursos na modalidade à distância - EAD IX) Curso de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (somente para os bacharelados) Máximo por 2 semestres 100% 80% 80% 50% 50% 50% 50% VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 14º Dos atos ou decisões do Coordenador do Curso caberá recurso ao Conselho Acadêmico. Art. 15. Os casos omissos serão dirimidos pelo Diretor Acadêmico, ad referendum do Conselho da Instituição. Este Regulamento foi aprovado pela Direção Acadêmica da Faculdade ALFA, em 07 de julho de 2011, e entra em vigor na data de sua publicação. Revogam-se as disposições em contrário. Goiânia, julho de 2011. 4.1.4.4 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC De acordo com o Regulamento da Área de Metodologia, Iniciação Científica e Trabalho Final de Curso (TFC) da Faculdade ALFA, o Trabalho Final de Curso é exigido para a concessão do diploma de Graduação e de Pós-Graduação e consiste na elaboração de investigação científica, devendo, de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), representar o resultado de estudo que expresse conhecimento do assunto escolhido, obrigatoriamente emanado das disciplinas e programas ministrados ao longo do Curso. O Trabalho de Conclusão de Curso pode ser realizado em grupo, sendo, no mínimo, três e, no máximo, seis alunos por grupo de trabalho ou individualmente, quando houver exigência legal neste sentido. Podem ser Orientadores e Leitores de Trabalhos de Conclusão de Curso Professores integrantes do Corpo Docente da Faculdade ALFA, vinculados a uma das Linhas de Pesquisa Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 30/85 institucional, previamente definidas por Áreas de Conhecimento, podendo um professor assumir a orientação de até cinco Trabalhos de Conclusão de Curso por semestre. A avaliação final dos Trabalhos de Conclusão de Curso é feita por meio de Banca Examinadora composta pelo Professor Orientador, na condição de presidente da Banca, e pelo menos um Professor Leitor, cabendo a ambos a avaliação final do Trabalho de Conclusão de Curso. Os Trabalhos de Conclusão de Curso são avaliados pela sua forma escrita e pela apresentação oral do(s) aluno(s). A operacionalização dos Trabalhos de Conclusão de Curso é realizada pelas Coordenações de Curso e Coordenação do Núcleo de Pesquisa ALFA (NUPES), que estabelecem, por meio de Regulamento próprio, os mecanismos de efetivo acompanhamento desta atividade na Instituição como um todo e no interior de cada Curso. O NUPES é um setor de apoio ao Corpo Docente e Discente, que conta com instalações próprias e adequadas para seu funcionamento e para as atividades de orientação, promovendo a iniciação científica dos alunos, catalogando, constituindo e disponibilizando para consulta da Comunidade acadêmica o acervo dos Trabalhos de Conclusão de Curso da Instituição. No Curso de Graduação em Turismo da ALFA, o Trabalho de Conclusão de Curso é compreendido como uma oportunidade de desenvolvimento de um trabalho sistemático, de natureza teórica e, ao mesmo tempo, de planejamento e intervenção prática. Contudo, para que ele não se transforme em uma exigência meramente burocrática, mas tenha um significado pedagógico, vale ressaltar que o TCC: - tem como objetivo oferecer ao formando a oportunidade de consolidar seus interesses e experiências pela elaboração de um trabalho científico que explicite um esboço de formas de enfrentamento de problemas educativos de natureza prática ou teórica; - deve consagrar um processo de maturação da autonomia do aluno em face de seus estudos; - marca a iniciação aos procedimentos de pesquisa e deve ser apresentado sob as seguintes formas: Monografia e/ou Projeto Experimental em uma das áreas compreendidas pela atividade turística, definidas nas linhas de pesquisa do curso. Na modalidade projeto os alunos realizam estudo de caso e, a partir deste, planejam intervenções. É facultado aos alunos a implementação dos Projetos Experimentais. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 31/85 - está integrado às linhas institucionais de pesquisa e devem estar inseridos nas seguintes linhas de pesquisa do curso: - Linha 1 - Planejamento e Gestão do Turismo e da Hospitalidade; Linha 2 - Patrimônio, Turismo e Meio Ambiente; Linha 3 - Gestão de empreendimentos turísticos. não deve ser deixado para o último ano do curso, e sim, ser uma preocupação corrente ao longo do curso: na disciplina de TCC I, no 5º período, os alunos definem o projeto de pesquisa que pretendem realizar; na disciplina de TCC II, no 6º período, realizam o projeto proposto, com o acompanhamento de um professor orientador especialista no tema de estudo escolhido. 4.1.4.5 Estudo de Caso Os cursos da Faculdade ALFA, por possuírem uma forte orientação para a prática, adotam a metodologia de estudo de caso nas atividades de ensino e de pesquisa. O método consiste no ato de o professor trazer para a sala de aula relatos casos, vividos ou não por ele,, fazendo então a ligação desses relatos com o conteúdo que está sendo apresentado. Essa ligação pode ter fins de contextualização do conteúdo, ou de sua aplicação. Ao adotar tal metodologia a ALFA tem por o objetivo despertar a atenção do aluno e aproximá-lo da realidade prática de sua área de estudo e de atuação, uma vez que o mesmo oferece aos estudantes a oportunidade de direcionar sua própria aprendizagem na exploração de situações relativamente complexas. Neste contexto, o papel principal do professor consiste em ajudar o aluno a trabalhar com os fatos e com a análise de um problema e a considerar, então, as possíveis soluções e consequências de suas ações. Dentre as vantagens do método de estudo de caso destaca-se seu potencial para fazer face à fragmentação, à linearidade e ao individualismo, constituindo-se em uma alternativa muito útil para os professores promoverem a interdisciplinaridade e o trabalho em grupo. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 32/85 4.1.4.6 Práticas laboratoriais O ensino ministrado na Faculdade ALFA está fortemente apoiado em práticas laboratoriais. Além do ensino ministrado em salas de aula, cada curso, de acordo com suas especificidades, conta com laboratórios ou salas ambientes que favorecem o processo de transmissão-assimilação de conteúdos. Laboratórios e salas ambientes constituem uma prática inovadora no ensino, dado seu potencial de tornar mais concreto e mais palpável conceitos e teorias de difícil assimilação por outros meios de ensino. Nestes ambientes especiais, dotados com recursos apropriados, a integração teoria e prática se torna realidade e o aluno pode experimentar, vivenciar situações concretas sob a supervisão do professor, o que torna suas aprendizagens mais significativas e duradouras. 4.1.5 Interdisciplinaridade À luz da missão da IES, dos seus objetivos e da missão do curso, professores e alunos são orientados pedagogicamente para o desenvolvimento de uma prática educativa marcada pela interdisciplinaridade. A interdisciplinaridade, de acordo com Japiassú, “caracteriza-se pela intensidade das trocas entre os especialistas e pelo grau de integração real das disciplinas no interior de um mesmo projeto de pesquisa”. Entende-se, portanto, que as disciplinas não representam uma compartimentalização dos saberes escolares. Pelo contrário, a missão de cada disciplina é abrir e ampliar novos horizontes, levando o aluno a estabelecer múltiplas relações entre as diferentes áreas de conhecimento. Neste sentido, metodologias de ensino, como o estudo de caso, e atividades multidisciplinares desenvolvem nos alunos o hábito de transitarem por diferentes áreas de conhecimento e analisarem, sob diferentes perspectivas, um mesmo fato ou uma mesma realidade. As simulações das realidades profissionais contribuem na formação do aluno, na medida em que o transporta da situação da sala de aula para a vivência e experiência de um cotidiano real e multidisciplinar. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 33/85 4.1.6 Flexibilidade A flexibilidade corresponde à capacidade de adaptar-se a situações novas surgidas durante a execução de projetos pedagógicos, planos de curso ou programas de ensino. Segundo Lück, “resulta da previsão de cursos alternativos de ação que antecipa possíveis imprevistos ou situações novas de tal maneira que, diante delas, não se torna necessária a elaboração de um novo plano de ação”. Tal procedimento se justifica pela preocupação da ALFA em manter a vanguarda das matrizes curriculares de seus cursos, adequando-as ao que há de mais atualizado em termos de proposta pedagógica para o Ensino Superior, tendo em vista a rapidez das mudanças no mundo dos negócios e no mercado de trabalho. Nesse sentido, a flexibilidade antecipa mudanças, desde as esperadas até as imprevistas. Esse princípio norteia a organização e o planejamento pedagógico da Instituição e ganha concretude em diferentes momentos, como no Processo de Adequação e Readequação e nas Reuniões de Colegiado. A carga horária destinada às atividades complementares e a oferta de disciplinas optativas têm por finalidade assegurar que possam ser oferecidas aos alunos oportunidades não previstas na matriz curricular de atualização e complementação de conteúdos da matriz curricular, assim como uma maior interlocução da instituição e do curso com a sociedade em geral e com a comunidade acadêmica local. 4.2 Metodologia e estratégias de ensino-aprendizagem Em sua proposta pedagógica, a Faculdade ALFA leva em conta o seu público-alvo, constituído, majoritariamente, por jovens e adultos trabalhadores, alguns com dificuldades de aprendizagem acumuladas ao longo do tempo, mas que veem no ensino superior uma oportunidade de ingressarem ou de se firmarem no mercado de trabalho, como assalariados ou como empreendedores de seu próprio negócio. Diante deste quadro, a ALFA investe em metodologias e estratégias de ensino inovadoras e diversificadas, consciente de que os adultos trazem consigo experiências de vida que precisam ser respeitadas e valorizadas. Assim, a prática educativa da Faculdade ALFA procura: Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 34/85 - tirar proveito da experiência acumulada pelos alunos, adotando métodos de ensino que exijam o uso de experiências anteriores, como discussões de grupo, exercícios de simulação e estudo de casos; - propor problemas, novos conhecimentos e situações sincronizadas com a vida real, relacionando os conteúdos ministrados com a realidade do dia-a-dia dos alunos, dada a predisposição do adulto para aprender algo que contribua para suas atividades profissionais ou para resolver problemas reais; - justificar a necessidade e utilidade de cada conhecimento, uma vez que adultos se sentem motivados a aprender quando entendem as vantagens e benefícios de um aprendizado, quando percebem suas próprias deficiências e reconhecem a necessidade prática de determinado conhecimento, habilidade ou competência; - envolver os alunos no planejamento e na responsabilidade pelo aprendizado, pois adultos gostam de exercer sua independência e assumir suas responsabilidades; - estimular e utilizar a motivação interna para o aprendizado, pois as motivações mais fortes nos adultos são internas, relacionadas com a satisfação pelo trabalho realizado, melhora da qualidade de vida e elevação da auto-estima; - facilitar o acesso, os meios, o tempo e a oportunidade, para que os adultos se sintam envolvidos e comprometidos com o programa de aprendizagem que a Instituição lhes oferece. As diferentes opções metodológicas visam, portanto, à integração das disciplinas do curso, relacionando-as e contextualizando-as a temáticas específicas para despertar o interesse do aluno adulto. Isto requer estratégias de ensino que propiciem uma maior interatividade docente-discente e discente-discente, proporcionando a construção do saber e do conhecimento a partir de um referencial teórico e do conjunto de vivências e experiências de cada aluno. Dessa forma, no intuito de desenvolver o perfil profissional desejado para os alunos egressos do curso, são privilegiadas metodologias de ensino-aprendizagem inovadoras e desafiadoras. Considerando a pluralidade de visões do processo de ensino-aprendizagem e tendo em vista as características do público-alvo, são utilizadas diferentes metodologias e estratégias de ensino, tais como: - técnicas de exposição pelo professor, na forma de aulas expositivas dialogadas, participativas e interativas, consideradas como necessárias para introduzir um novo assunto, propiciar uma visão global e sintética, esclarecer conceitos e concluir estudos; Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 35/85 - técnicas centradas no aluno, na forma de estudos de texto e estudos de casos e de estudos dirigidos (ou orientados), que objetivam desenvolver a capacidade de estudar um problema, de forma sistemática, desenvolver a capacidade analítica e as habilidades de compreensão, interpretação, análise, crítica, e (re)-criação de textos, bem como preparar para o enfrentamento de situações complexas; - técnicas de elaboração conjunta, em especial, seminários e trabalhos de grupo, que objetivam propiciar a contribuição conjunta do professor e dos alunos e analisar coletivamente um tema importante, a fim de se chegar a uma posição; - utilização de pesquisas pontuais nas diversas disciplinas que compõem a matriz curricular, sendo elas orientadas pelos respectivos professores; - realização de visitas técnicas, dando oportunidade ao aluno de compartilhar experiências e vivências tais como ocorrem no mundo do trabalho; - participação em eventos, internos e externos, como palestras, seminários e fóruns temáticos de interesse para a formação do aluno; - estudo de casos, que promovam nos alunos a capacidade de estabelecer relações entre os conhecimentos das diferentes disciplinas para o encaminhamento da solução de casos reais; - práticas laboratoriais, aulas práticas em laboratório, ou em salas ambientes especiais nas quais são fundamentais a explicitação dos objetivos da aula e a colocação do professor como um elemento de suporte para se atingir esses objetivos. Busca-se, com isso, dar ao aluno o máximo de autonomia na organização de suas atividades visando ao seu desenvolvimento. A orientação é que nesses ambientes sejam desenvolvidas atividades práticas, em pequenos grupos, com o objetivo de promover a interação entre os alunos e desenvolver as habilidades de trabalho em equipe. 4.3 Processo de avaliação A avaliação é entendida pela Faculdade ALFA como um processo contínuo e sistêmico, abrangendo a avaliação do processo ensino-aprendizagem, a avaliação do egresso e a avaliação institucional, de forma articulada com os processos de autoavaliação do Docente, dos Discentes e da própria Instituição. Nesta proposta, entende-se o processo ensino-aprendizagem como um projeto coletivo, onde todos são considerados agentes intelectuais ativos no processo de construção do saber. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 36/85 Embora cada professor, no exercício do seu fazer docente, possua autonomia para desenvolver a disciplina que está sob sua responsabilidade, precisa se compreender como parte e como participante ativo do percurso formativo dos alunos, que é resultado, em última instância, de um trabalho coletivo. A identificação do perfil profissional pretendido para o egresso é vista como essencial e ponto de partida para o trabalho de reflexão, que antecede o exercício formal de registro do plano do ensino (Plano de curso e Plano de aula) realizado pelo docente. Esta reflexão faz-se necessária, pela possibilidade do melhor encaminhamento na organização do trabalho pedagógico e pela sua relevância enquanto diferencial teórico, didático e da relação teoriaprática no processo ensino-aprendizagem. Compete à Coordenação do Curso organizar momentos de discussão e reflexão coletiva entre os docentes que atuam no curso, tendo como objetivo aproximar as áreas de conhecimento para um trabalho coletivo que garanta a qualidade do processo ensino-aprendizagem pretendido. Os procedimentos de elaboração dos planos de ensino devem ser formalizados pelos docentes em formulários próprios do Sistema de Adequação e Readequação. A qualidade do processo formativo depende, em grande parte, do cumprimento integral das ementas das disciplinas previstas na matriz curricular do curso e da sistemática de avaliação processual e formal adotada na verificação contínua da aprendizagem. A qualidade teórica, metodológica e os critérios avaliativos dos planejamentos devem ser verificados pelo coordenador do curso e pelos professores e alunos durante os momentos de avaliação coletiva deflagrados pela Avaliação Institucional. As avaliações do processo ensinoaprendizagem e do curso, fornecem elementos teórico-práticos que retroalimentam as ações de melhoria dos processos formativos e, portanto, de avaliação curricular. Para tanto, toda a prática educativa é acompanhada e supervisionada permanentemente, a partir de critérios de asseguração da qualidade, tais como a excelência da organização dos planos de ensino; o cumprimento das ementas das disciplinas; a atualização das bibliografias adotadas; a pertinência e relevância dos conteúdos programáticos; a utilização de recursos metodológicos variados e adequados à assimilação dos conhecimentos e ao desenvolvimento das habilidades e competências, tendo como horizonte o perfil profissional pretendido. Esses processos e elementos avaliativos só ganham sentidos quando os professores estão comprometidos com um processo de construção do pensamento reflexivo por parte do aluno, objetivando uma apreensão significativa de saberes. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 37/85 Cabe destacar que os objetivos do plano de ensino, em consonância com a concepção de formação presente no projeto do curso, apresentam-se como elemento constitutivo do processo formativo, pois antecipam resultados esperados do trabalho pedagógico, expressando conhecimentos, habilidades e hábitos a serem assimilados de acordo com as exigências metodológicas. É, portanto, fundamental que os professores compreendam a relação existente entre conteúdos-objetivos-métodos-avalição, visando maior qualidade teórica e prática do trabalho acadêmico. Essas definições, quando debatidas e estabelecidas colegiadamente, consubstanciam um diferencial teórico-conceitual e didático-metodológico, permitindo maior articulação entre ensino, pesquisa e extensão, sobretudo no que tange à implementação de projetos e atividades de caráter interdisciplinar. Nesse contexto, é de suma importância que a avaliação do processo ensinoaprendizagem e do curso, em geral, seja vista e trabalhada de forma processual, pois a perspectiva da formação de um profissional crítico-reflexo implica uma discussão constante das práticas curriculares desenvolvidas no curso de modo a indicar a melhoria dos procedimentos existentes na Instituição. Assim, é preciso avaliar se ao longo do curso os princípios que orientam a organização curricular estão sendo observados, conforme as diretrizes e bases do projeto, sem causar descompasso entre a proposta e sua execução. De igual modo, é preciso acompanhar a inserção profissional dos egressos do curso, tendo em vista uma melhor definição do perfil do profissional a ser formado. O Processo de Adequação e Readequação se caracteriza como um processo de acompanhamento da implantação dos cursos de Graduação e Pós-Graduação da ALFA. Esse acompanhamento visa especialmente o exame de questões relacionadas ao cumprimento do currículo e do projeto pedagógico estabelecido para o curso e de sua real implementação em nível de sala de aula. 4.3.1 Avaliação do processo ensino-aprendizagem Segundo Sordi (1995) “avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na direção da consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma determinada matriz epistemológica”. No Projeto Pedagógico Institucional (PDI) a avaliação e o acompanhamento do aluno são considerados como um processo contínuo e percebidos como uma condição que torna mais Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 38/85 dinâmica a ação educacional, pela qual se procura identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do aluno, do professor e do Curso. Neste sentido, a ALFA criou o processo de tutoria, no qual um dentre os Professores da turma é escolhido como Professor Tutor da Turma. Para a Instituição, o Professor Tutor é um parceiro no alcance das metas e objetivos institucionais. Para os alunos, é uma referência acadêmica e profissional no interior do curso, um orientador de carreira, um interlocutor da turma com a coordenação e com gestão da IES. Assim, procura-se assegurar a qualidade de ensino em sala de aula pela dinamização do fluxo de informação entre os alunos e a IES, sendo o Professor Tutor responsável por ser um canal de comunicação, mais próximo e mais acessível, entre os alunos e a própria gestão administrativa e educacional. O programa de Tutoria é, também, uma oportunidade de aproximar o corpo docente da gestão da IES, dando-lhe a oportunidade de participar ativamente da discussão das oportunidades de melhoria identificadas, da construção coletiva do Projeto Pedagógico dos Cursos e das ações de expansão. O foco do trabalho do Professor Tutor é, em última instância, o sucesso acadêmico e profissional dos alunos, por meio da excelência da prática educativa desenvolvida no interior de cada curso. Do ponto de vista da avaliação da aprendizagem, propriamente dita, o Curso pode verificar o alcance dos seus objetivos por meio de duas funções fundamentais para a avaliação: - função diagnóstica: visa determinar a presença ou ausência de conhecimento e habilidades, providências para estabelecimentos de novos objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento do aluno, dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu. - função formativa: evidencia se os objetivos conceituais, procedimentais e atitudinais estão sendo alcançados e em que medida. Quanto ao sistema de verificação e apuração dos resultados finais, a Resolução interna, nº. 02/2010, estabelece que o aluno será avaliado ao longo do semestre letivo, pela sua frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento, expresso em notas de 0 a 10 (zero a dez). O aproveitamento do aluno é verificado por meio das avaliações denominadas N1, N2, N3 e N4 (Prova de Recuperação). As notas de N1 e N2 são compostas por avaliações formais, de caráter documental, realizadas individualmente e sem consulta, valendo 80% da nota, e por avaliações processuais, valendo 20% da nota. As notas de N3 e N4 são definidas, unicamente, por uma Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 39/85 prova escrita, com valor igual a 10 (dez). A avaliação processual consiste da participação do aluno em atividades propostas ao longo do semestre letivo. 4.3.2 Acompanhamento do egresso Para acompanhamento do egresso, a ALFA conta com as ações desenvolvidas pelo Núcleo Discente, que tem como um das suas finalidades a manutenção de um atualizado cadastro de endereços de todos os alunos e ex-alunos do Curso, com homepage ou site na Internet, para a comunicação de novos cursos de atualização, de extensão, de aperfeiçoamento ou de pós-graduação que porventura venham a ser criados pela Instituição e que possam trazer de volta à IES seus egressos para contínua capacitação e requalificação. A Associação dos Alunos Diplomados da Graduação e Pós-Graduação da Faculdade ALFA (AADGPG) é uma entidade sem fins lucrativos, criada com vistas a congregar os alunos egressos dos cursos de Graduação e Pós-Graduação, visando a beneficiar ainda mais os associados promovendo encontros, palestras e cursos, mantendo um vínculo permanente da Instituição com seus egressos. 4.3.3 Avaliação Institucional Em cumprimento à Lei n. 10.861/2004 e ao Decreto nº. 5.773/20, que estabelecem as diretrizes para a Avaliação Institucional, a ALFA, por meio de sua Comissão Permanente de Avaliação (CPA), desenvolve, anualmente, o processo de autoavaliação da Instituição, contemplando as dez dimensões estabelecidas nos textos legais, envolvendo o Corpo Docente, Discente e Técnico-administrativo que formam a Comunidade ALFA. O processo de avaliação institucional das Faculdade ALFA está centrado em dois grandes objetivos: o primeiro diz respeito ao aperfeiçoamento da qualidade acadêmica de seus cursos de graduação e pós-graduação; o segundo visa à melhoria da gestão da Faculdade com a avaliação das atividades de Pesquisa, de Extensão, dos Recursos Humanos e de Infraestrutura. Busca-se, com esse processo, gerar um conjunto de dados e diagnósticos confiáveis que, além de promover o autoconhecimento da Instituição, possibilite a organização de ações de melhoria do seu funcionamento. A Avaliação Institucional da ALFA foi sendo implantada de maneira gradual, privilegiando num primeiro momento, a avaliação do ensino de graduação e das condições de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 40/85 infraestrutura e serviços. Atualmente, faz-se avaliação global da instituição, de forma a contemplar todas as dimensões avaliativas propostas pelos SINAES (Lei 10861/2004). Nessa avaliação, observa-se a coerência dos procedimentos de avaliação dos processos de ensino e de aprendizagem com a concepção do Curso, especificamente a articulação da autoavaliação do Curso com a autoavaliação institucional. A partir das avaliações realizadas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), torna-se possível realizar uma análise interna de resultados e diagnosticar possíveis ações que supram carências apresentadas nos aspectos avaliados. Vale ressaltar que o processo de avaliação do desempenho docente, da infraestrutura e da autoavaliação do aluno é realizado semestralmente. Esses resultados somam-se ao processo global de avaliação, de forma a completar os dados relativos à avaliação das dez dimensões, culminando com a elaboração do Relatório de Avaliação Institucional, que é protocolado anualmente no sistema E-Mec. É importante destacar, ainda, que o processo de Avaliação Institucional da Faculdade ALFA pauta-se pelos seguintes princípios orientadores: - alcançar uma visão global da Instituição a partir do exame de todos os elementos que compõem a vida da Faculdade; - construir o processo avaliativo de forma gradativa, ampliando e refinando constantemente suas estratégias de ação e procedimentos de coleta de dados; - criar mecanismos que possibilitem uma participação efetiva de todos os envolvidos no processo; - criar oportunidades para a divulgação e discussão dos resultados em todos os segmentos avaliados; - criar uma nova concepção de avaliação institucional, como momento de reflexão e proposições. A avaliação institucional, entendida como um trabalho de permanente reflexão sobre a prática universitária, é uma condição básica para identificar e equacionar os desafios envolvidos na formulação de diretrizes para que o Ensino, a Pesquisa e a Extensão sejam compatibilizados com as necessidades da sociedade, nas dimensões de natureza política, econômica, social e cultural, preservadas as peculiaridades da Instituição na sua função de gerar conhecimento. Nesse sentido, a avaliação deve ser um processo contínuo, uma ferramenta para o planejamento e a gestão universitária, bem como um processo sistemático de prestação de contas à sociedade. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 41/85 Sendo a preocupação da Instituição a busca da excelência, a avaliação institucional é um processo aberto, do qual todos os setores da Faculdade ALFA participam efetivamente. Dessa forma, um dos instrumentos para a busca da qualidade no ensino superior é a autoavaliação institucional, que possibilita identificar, analisar e entender a realidade da Instituição, utilizandose de indicadores internos e externos, com ênfase nos indicadores internos, construídos de forma participativa. Para tanto, a Comissão Própria de Avaliação (CPA) dispõe de um projeto em permanente construção que contempla os princípios, objetivos, indicadores institucionais, processos e instrumentos que dão visibilidade às intenções e postura da Faculdade ALFA em relação à autoavaliação da Instituição. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 42/85 5. EIXOS DE FORMAÇÃO E ESTRUTURA CURRICULAR Visando ao atendimento ao disposto nas Diretrizes Nacionais, a estrutura do Curso de Turismo da ALFA procura atender aos campos interligados de formação propostos pela Resolução CNE/MEC nº 13, de 24 de novembro de 2006, da seguinte forma: I Conteúdos Básicos: Estudos relacionados sociológicos, Disciplinas propostas na matriz curricular com antropológicos, os aspectos históricos, filosóficos, geográficos, culturais e artísticos, que conformam as sociedades e suas diferentes Turismo em Ambientes Naturais Turismo e Cultura Ciências Sociais Antropologia culturas. II Conteúdos Específicos Disciplinas propostas na matriz curricular Estudos relacionados com a Teoria Geral do Turismo, Teoria da Informação e da Comunicação, estabelecendo ainda as relações do turismo com a administração, o direito, a economia, a estatística e a contabilidade, além do domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira. Técnicas de Leitura e Interpretação de Texto Português Instrumental Matemática Matemática Aplicada Metodologia Científica Gestão de Carreira em Turismo Administração de Empresas e Serviços Economia Inglês Instrumental Contabilidade Geral Estatística Gestão de Custos e Formação de Preços Fundamentação Legal para Gestão de Negócios Turísticos Gestão Estratégica Administração de Recursos Humanos Marketing Gestão da Qualidade em Turismo Consultoria em Turismo Desenvolvimento de Comunidades Rurais e Turismo Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 43/85 Disciplinas propostas na matriz curricular III Conteúdos Teórico-Práticos Estudos localizados nos respectivos espaços de fluxo turístico, compreendendo visitas técnicas, inventário turístico, laboratórios de aprendizagem e de estágios. Introdução ao Turismo e a Hospitalidade Administração Hoteleira I e II Administração de Restaurantes I e II Lazer e Entretenimento Planejamento e Organização de Eventos Política e Planejamento do Turismo Agências e Operadoras Elaboração e gerenciamento de projetos em hospitalidade Trabalho de Conclusão de Curso I e II Estágio Supervisionado Atividades Complementares 5.1 Matriz curricular Apresenta-se, a seguir, a matriz curricular do Curso de Graduação em Turismo, com a identificação das disciplinas e carga horária, por períodos. MATRIZ CURRICULAR – JANEIRO/2009 DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO Administração de Empresas e Serviços Gestão de Carreira em Turismo Introdução ao Turismo e a Hospitalidade Matemática Técnicas de Leitura e Produção de Texto Turismo e Cultura Carga Horária do Período CH 80 80 40 80 80 40 400 DISCIPLINAS DO 2º PERÍODO Administração Hoteleira I Matemática Aplicada Metodologia Científica Optativa Básica 1 Antropologia Turismo em Ambientes Naturais Carga Horária do Período CH 80 80 80 80 40 40 400 DISCIPLINAS DO 3º PERÍODO Administração de Restaurantes I Administração Hoteleira II Fundamentação Legal para Gestão de Negócios Turísticos CH 80 80 40 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 44/85 Ciências Sociais Contabilidade Geral Lazer e Entretenimento Carga Horária do Período 80 80 40 400 DISCIPLINAS DO 4º PERÍODO Administração de Restaurantes II Economia Optativa 2 Optativa 3 Gestão de Custos e Formação de Preços Planejamento e Desenvolvimento de Eventos Carga Horária do Período CH 80 80 40 40 80 80 400 DISCIPLINAS DO 5º PERÍODO Administração de Recursos Humanos Agências e Operadoras Estatística Inglês Instrumental Gestão da Qualidade em Turismo Trabalho de Conclusão de Curso I Carga Horária do Período CH 80 80 80 80 40 40 400 DISCIPLINAS DO 6º PERÍODO Consultoria em Turismo Elaboração e Gerenciamento de Projetos em Hospitalidade Marketing Política, Planejamento do Turismo Trabalho de Conclusão de Curso II Carga Horária do Período CH 40 80 80 80 40 320 CARGA HORÁRIA TOTAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO (h/RELÓGIO) ATIVIDADES COMPLEMENTARES (h/RELÓGIO) TOTAL GERAL DO CURSO 2320 200 280 2800 CARGA HORÁRIA TOTAL (h/RELÓGIO) ESTÁGIO SUPERVISIONADO (h/RELÓGIO) ATIVIDADES COMPLEMENTARES (h/RELÓGIO) TOTAL GERAL DO CURSO (h/RELÓGIO) 1.933 200 280 2.413 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 45/85 DISCIPLINAS OPTATIVAS Desenvolvimento de Comunidades Rurais e Turismo Gestão Estratégica DISCIPLINAS OPTATIVAS BÁSICAS Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS I Português Instrumental Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro-Brasileira e Indígena Educação, Meio Ambiente e Saúde CH 40 40 CH 80 80 40 40 5.2 Ementas e bibliografias básicas e complementares PRIMEIRO PERÍODO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS 80 H EMENTA: Conceito de Organização e Administração; O Perfil do Administrador na Atualidade; Escolas de Administração: principais figuras, ideias centrais, contribuições e limites. Planejamento estratégico e situacional, conceito de missão e visão, como organizar de forma eficaz, delegação, liderança e motivação para condução de equipes, benchmarking, reengenharia, qualidade total, ética e responsabilidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORREIA, H. Gianesi. Administração estratégica de serviços. São Paulo: Atlas, 1998. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. YAZIGI, Eduardo. A pequena hotelaria e o entorno municipal: guia de montagem e administração. São Paulo: Contexto, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística. 7. ed. São Paulo: Altas, 2000. GUERRIER, Yvonne. Comportamento organizacional em hotéis e restaurantes. São Paulo: Futura, 2000. LAMPRECHT, James; RICCI, Renato. Padronizando o sistema de qualidade na hotelaria mundial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997. RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no século XXI: ferramentas práticas de gerenciamento aplicadas à hotelaria. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. WRIGHT, Peter L. et al. Administração Estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas, 2000. GESTÃO DE CARREIRA EM TURISMO 80H EMENTA: A formação profissional de nível superior. Finanças pessoais. Administração do tempo. Caracterização da atividade profissional e perfil requerido. A relevância do papel do profissional na sociedade. Exigências e diferenciais da proposta do curso na Alfa. Áreas de atuação. Mercado de trabalho nacional, regional e local. Carreira profissional. Atualização profissional e formação continuada. Marketing pessoal BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo (SP): Atlas, 1996. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 46/85 PASSOS, Alfredo. Carreira e marketing pessoal: da teoria à prática. São Paulo: Negócio Editora, 1999. BALASSIANO, Moisés; COSTA, Afonso Gestão de carreiras: dilemas e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VOCÊ S.A. São Paulo: Abril,1998-. Mensal. MOGGI, Jair; BURKHARD, Daniel. Assuma a direção de sua carreira: os ciclos que definem o seu futuro profissional. 6. ed. Rio de Janeiro: Negócio Editora, 2003. POCHMANN, Marcio. O Emprego na globalização: a nova divisão internacional do trabalho e os caminhos que o Brasil escolheu. São Paulo: Boitempo, 2001. PAULA, Mauricio de. O sucesso é inevitável: coaching e carreira. São Paulo: Futura, 2005 MINARELLI, José Augusto. Empregabilidade: o caminho das pedras. São Paulo: Gente, 1995 INTRODUÇÃO AO TURISMO E À HOSPITALIDADE 40 H EMENTA: O estudo da Hospitalidade e suas relações com o Turismo; Manifestações da Hospitalidade; O Turismo como fenômeno; Proposições teóricas acerca do Turismo; Introdução ao SISTUR; Componentes da Atividade Turística; Tipologia de Turismo; Comportamento do consumidor em Turismo e Hospitalidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Antônio P. Turismo e desenvolvimento: planejamento e organização. São Paulo: Atlas, 2001. SANCHO, Amparo. Introdução ao turismo. Trad. Dolores Córner. São Paulo: Roca, 2001. WALKER, John R. Introdução à Hospitalidade. São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENI, Mário. Análise estrutural do turismo. São Paulo, SENAC, 2000. CANDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. ________________ Hospitalidade na perspectiva da gastronomia e da hotelaria. São Paulo: Saraiva, 2005. DENKER, Ada. Hospitalidade: cenários e oportunidades. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. MATEMÁTICA 80H EMENTA: Operações com Números Reais; Noções iniciais de Álgebra: equações de 1º e 2º graus, inequações e sistemas de equações de 1º e 2º graus; Razão, Proporção e Regra de Três: aplicações; Porcentagem; Juro Simples; Tratamento da Informação: leitura e interpretação de gráficos e tabelas; O conceito de função; Funções Polinomiais de Primeiro e Segundo Graus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONORA, Dorival et al. Matemática: complementos e aplicações nas áreas de Ciências Contábeis, Administração e Economia. 2. ed. São Paulo: Ícone, 2000. GIOVANNI, José Ruy et. al. Matemática fundamental. São Paulo: FTD. SILVA, S.M. et al. Matemática para os cursos de Economia, Administração, Ciências Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 47/85 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações: ensino médio e preparação para a educação superior. 2. ed. São Paulo: Ática, 2001. HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar J. Matemática aplicada: administração, economia, contabilidade. São Paulo (SP): Saraiva, 1999. IEZZI, Gelson. Matemática: ciências e aplicações. São Paulo (SP): Atual 2001. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo (SP): Harbra, 1988. NERI, Chico; TROTA, Fernando. Matemática: curso completo. São Paulo: Moderna, 1983. TÉCNICAS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS 80 H EMENTA: Comunicação: tipos de código. Língua, Fala e Linguagem. Denotação e Conotação. Funções de Linguagem. Figuras de Linguagem. Níveis de Linguagem. Leitura: as possibilidades de leitura. Texto: gêneros. Palavras-chave. Ideias-chave. Parágrafo. Estrutura simples e mista, parágrafo-chave, formas de construção, articulação. Coerência. Processo de expansão das palavras-chave. Coesão. Recursos de coesão Paralelismos. Elementos conectivos. Resumo. Síntese. Oralidade: técnicas de expressão oral. Desenvolvimento de competências e habilidades disposição para ouvir, falar e redigir. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CEREJA, William Roberto. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo (SP): Atual, 2000. SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luis. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo (SP): Ática, 2007. VALENÇA, Ana Maria Macedo; CARDOSO, Denise Porto; MACHADO, Sônia Maria. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo (SP): Scipione, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 50. ed., rev. e ampliada. São Paulo: Loyola, 2007. CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007. HOUAISS, Antônio; HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro (RJ): Objetiva, 2001. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Prática de texto: para estudantes universitários. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 22. ed. Rio de Janeiro (RJ): FGV, 2002. TURISMO E CULTURA 40 H EMENTA: Gestão do Patrimônio Cultural; a formação da cultura brasileira; Identidade nacional; Manifestações culturais brasileiras e sua relação com o turismo: arte, arquitetura e outras expressões culturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARRETO, Margarita. Turismo e legado cultural. São Paulo: Papirus. 2001. FUNARI, Pedro Paulo; PINSKY, Jaime (orgs.). Turismo e patrimônio cultural. São Paulo: Contexto, 2001. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 48/85 PELLEGRINI FILHO, Américo. Ecologia, cultura e turismo. São Paulo: Pioneira, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATAÍDES, Jézus Marco de; MACHADO, Laís Aparecida; SOUZA, Marcos André Torres de. Cuidando do patrimônio cultural. Goiânia: UCG, 2000. CUMMING, Robert. Para entender a arte. São Paulo: Ática, 1998. FEATHERSTONE, Mike. Cultura global: nacionalismo, globalização e modernidade. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2000 ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5.ed. São Paulo: Jornal Correio Braziliense, 1994. ______. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Jornal Correio Braziliense, 2001. DISCIPLINAS DO SEGUNDO PERÍODO ADMINISTRAÇÃO HOTELEIRA I 80 H EMENTA: Hospitalidade, hospedagem e hotelaria; tipologia dos meios de hospedagem; meios de hospedagem alternativos; operação de equipamentos de hospedagem; empresas representativas do setor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂNDIDO, Índio; VIEIRA, Elenara. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2001. HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Person Prentice Hall, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: Qualitymark 2000. DAVIES, Carlos. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul, EDUCS, 1997. LOCKWOOD, Andrew,; MEDLIK, S., (Org.) Turismo e hospitalidade no século XXI. São Paulo: Manole, 2003. RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no século XXI: ferramentas práticas de gerenciamento aplicadas a hotelaria. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. FELÍCIO, Brasigóis. Hotel do tempo. Rio de Janeiro (RJ): Círculo do livro, 1981. 247 p. MATEMÁTICA APLICADA 80 H EMENTA: Função Quadrática. Conceito de Oferta, Demanda e Ponto de Equilíbrio. Funções Oferta e Demanda. Conceito de Receita, Custo e Lucro. Funções Receita, Custo e Lucro. Ponto de Nivelamento. Noções de Matemática Financeira: juro composto, valor presente, valor futuro, descontos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONORA JR, Dorival. Matemática: complementos e aplicações nas áreas de ciências contábeis, administração e economia. São Paulo (SP): Ícone, 1994. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 49/85 SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática: para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas 1996. NERI, Chico; TROTA, Fernando. Matemática: curso completo. São Paulo: Moderna, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar J. Matemática aplicada: administração, economia, contabilidade. São Paulo (SP): Saraiva, 1999. GIOVANNI, José Ruy et. al. Matemática fundamental. São Paulo: FTD. IEZZI, Gelson. Matemática: ciências e aplicações. São Paulo (SP): Atual 2001. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo (SP): Harbra, 1988. WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo (SP): Harbra 1986. METODOLOGIA CIENTÍFICA 80 H EMENTA: A construção do conhecimento. Tipos de conhecimento. A produção do conhecimento científico. Modalidades de trabalhos acadêmicos: resumo, pesquisa bibliográfica, relatório, artigo, resenha e projetos. Citações. Referências. Estrutura e apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com a ABNT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2009. MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Claudia Regina Ribeiro; PRUDENTE, Heliane Nunes. Trabalhos acadêmicos: planejamento, execução e avaliação. Goiânia (GO): Faculdade ALFA, 2008. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed., revisada e ampliada. São Paulo (SP): Cortez, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall, 2007. CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá. Metodología Científica: teoría e prática. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil, 2003. GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999. ________________ Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2002. DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998 ANTROPOLOGIA 40 H EMENTA: Campos e abordagens da Antropologia; O desenvolvimento do conceito de Cultura; A construção da Identidade e da Diferença; O Brasil na perspectiva Antropológica; Sociedades transculturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro, Rocco, 1993. LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1989. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 50/85 SILVA, T. T. da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GEERTZ, C. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 17. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. 117 p. MILTON, Santos. A natureza do espaço: técnica-tempo, razão-emoção. São Paulo, Hucitec, 1996. OLIVEN, Ruben George. A Antropologia de Grupos Urbanos. 5. ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2002. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 1995. TURISMO EM AMBIENTES NATURAIS 40 H EMENTA: Revisão de conceitos de Geografia e Ecologia; ecossistemas; apropriação de recursos naturais para o Turismo; Turismo como elemento de preservação da natureza; ecoturismo e turismo de aventura; definição de áreas protegidas; conceito de biodiversidade; impacto do desenvolvimento turístico ao meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRUZ, Rita de Cássia Ariza da - Introdução à geografia do turismo. Roca, 2001. CÂNDIDO, Luciene Aparecida. Turismo em áreas naturais protegidas. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. LEMOS, Amália Ines Geraiges. Turismo: impactos socioambientais. 3. ed. São Paulo: HUCITEC/UNESP, 2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RUCHMANN, Doris Van de Meene. Turismo e planejamento sustentável: a proteção do meio ambiente. 5. ed. Campinas: Papirus, 1999. RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e ambiente: reflexões e propostas. São Paulo: HUCITEG, 1997. RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e Geografia. 2.ed. São Paulo: Hucitec 1999. SWARBROOKE, John. Turismo sustentável: setor público e cenários geográficos. São Paulo (SP): Aleph, 2000. DISCIPLINAS DO TERCEIRO PERÍODO ADMINISTRAÇÃO DE RESTAURANTES I 80 H EMENTA: História da gastronomia; higiene e segurança alimentar; introdução à produção de alimentos; staff e brigada de cozinha. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARRETO, Ronaldo Lopes Pontes. Passaporte para o sabor. São Paulo: SENAC, 2000. FERNANDES, Caloca. Viagem gastronômica através do Brasil. 2. ed. São Paulo: Editora SENAC, 1999. TEICHMAN, Ione Terezinha Mendes. Tecnologia Culinária. 4. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 51/85 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARICATO, Percival. Como montar e administrar bares e restaurantes. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2001. PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual de serviço do garçom. São Paulo: SENAC, 1997. (Série Apontamentos Hotelaria; 42). PACHECO, Aristides de Oliveira. Manual do Maître d´Hôtel. 3. ed. São Paulo SENAC, 2000. (Apontamentos Hotelaria; 18). __________Iniciação à enologia. 2. ed. São Paulo: SENAC, 1999. (Apontamentos Hotelaria; 25). __________Manual do bar. São Paulo. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. (Apontamentos Hotelaria; 34). ADMINISTRAÇÃO HOTELEIRA II 80 H EMENTA: Gestão integrada dos departamentos; Centros de receita e centros de custo; Modelos de gestão hoteleira; Análise e elaboração de orçamento anual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOEGER, Marcelo Assad; YAMASHITA, Ana Paula. Gestão financeira para meios de hospedagem. São Paulo: Atlas. 2005 CÂNDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. ________________. Controles em hotelaria. 5. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÂNDIDO, Índio. Controles em hotelaria: sistema mecanizado para hotel. 3. ed. rev. amp. Rio Grande do Sul: EDUCS, 1982. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2001. ______. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: Qualitymark 2000. HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Person Prentice Hall, 2005. RICCI, Renato. Hotel: gestão competitiva no século XXI: ferramentas práticas de gerenciamento aplicadas à hotelaria. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A GESTÃO DE NEGÓCIOS 40 H TURÍSTICOS EMENTA: Introdução ao Direito. Definição de Regime Jurídico do Turismo. O Turismo e os fundamentos constitucionais. Legislação das empresas turísticas. Legislação de Proteção ao Consumidor. Contrato de relações jurídicas entre os agentes turísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BADARÓ, Rui Aurélio de Lacerda (org.) Turismo e direito: convergências. São Paulo: SENAC, 2004. MAMEDE, Gladston. Direito do consumidor no turismo: código de defesa do consumidor aplicado aos contratos, aos serviços e ao marketing do turismo. São Paulo: ATLAS, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DINIZ, Maria Helena. Compêndio de Introdução à ciência do Direito. São Paulo: Saraiva 2005. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 52/85 NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Forense, 2001. FEUZ, Paulo Sérgio. Direito do consumidor nos contratos de turismo: código de defesa ao consumidor aplicado ao turismo. Bauru: Edipro, 2003 LENZA, Pedro. Direito constitucional esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2013. MARQUES, Claudia Lima Marques; MIRAGEM, Bruno (Orgs). Direito do consumidor: contratos de consumo. 2011 . v.4 (Doutrinas essenciais). CIÊNCIAS SOCIAIS 80 H EMENTA: As ciências sociais. Indivíduo e sociedade: cultura, alteridade e identidade. Trabalho, sociedade e globalização. Desigualdade social. Estado Moderno e sociedade industrial. Ética, Moral e poder. Ética nas organizações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 2. ed. São Paulo (SP): Moderna 1993. CASTELLS, Manuel. A Sociedade em rede. 9. ed., rev. ampl. São Paulo: Paz e Terra, 2006. 698 p. ISBN 8521903294 , PASSOS, Elizete Silva. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas S/A, 2004. CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo (SP): Ática, 2003. ROCHA, Everardo P. Guimarães. O Que é etnocentrismo. 11. ed. São Paulo (SP): Correio Braziliense, 1994. TOMAZI, Nelson Dacio ((Org.)). Iniciação à sociologia. 2. ed. São Paulo (SP): Atual, 2000. BILBIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOWBOR, Ladislaw; IANNI, Octavio; RESENDE, Paulo-Edgar A. Desafios da globalização. 5. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2003. DUPAS, Gilberto. Economia global e exclusão social: pobreza, emprego, estado e o futuro do capitalismo. 3. ed., rev. e ampl. São Paulo: Paz e Terra, 1999. FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 1977. MARX, Karl. Trabalho assalariado e capital - 2. São Paulo (SP): Acadêmica 1987. MARX, Karl. Salário, preço e lucro. São Paulo: Centauro, [199-?]. 78p. , SANTOS, Washington Dos. Dicionário de sociologia. 2. ed. rev. ampl. Belo Horizonte: Del Rey, 1995. CONTABILIDADE GERAL 80 H EMENTA: Conceito básico de Contabilidade. Elementos básicos de constituição do Patrimônio e seus usuários. Conceito, elementos e nomenclatura da conta. Plano de contas; elaboração e nomenclatura. Livros básicos de escriturações. Conceito de receitas, despesas, custos, investimentos e gastos. Apuração simplificada do resultado do período. Estruturação do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício. Interpretação dos resultados e suas influências na estrutura patrimonial. Noções de análise de Balanço e D.R.E. Noções de fluxo de caixa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, M. C. Curso Básico de Contabilidade: introdução à metodologia da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1996. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 53/85 EQUIPE DE PROFESSORES DA FEA/USP. Contabilidade Introdutória – Livro Texto e de Exercícios. São Paulo: Atlas, 1993. MARION, José C. Contabilidade Empresarial. 10 edição, São Paulo: Atlas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEITE, Helio de Paula. Contabilidade para administradores. 4.ed. São Paulo: Atlas S/A, 1997. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica. 2 ed. São Paulo: Atlas S/A 1991. IUDICUBUS, Sérgio de. Contabilidade comercial. São Paulo: Atlas, 2010 ATKINSON, Anthony A. Contabilidade gerencial. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leonidas. Análise de balanços para controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2009. LAZER E ENTRETENIMENTO 40 H EMENTA: Histórico e Evolução do Lazer. Aspectos conceituais do Lazer, da Animação e do Entretenimento. Relação entre Turismo e Lazer. Classificação das Atividades de Lazer. Animação e entretenimento no turismo. O perfil do profissional de lazer. Planejamento de atividades de lazer e entretenimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGUIRRE, Rafael Sanjuanbenito; SIMON, Maria Fernanda; DI SANTO, Silvia. Recreação e turismo para todos. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. MARCELINO, Nelson Carvalho. Lazer e humanização. 2.ed. Campinas: Papirus, 1995. __________________. Lazer: formação e atuação profissional. 1ed. Campinas: Papirus 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVALLARI, Vinicius Ricardo. Trabalhando com recreação. 5. ed. Ícone, 2001 COSTA, Lamartine Pereira da; MÜLLER, Ademir. Lazer e desenvolvimento regional. Santa Cruz do Sul, RS: EDUNISC, 2002. DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e cultura popular. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. NEGRINE, A et al. Recreação na hotelaria – o pensar e o fazer lúdico. Caxias do Sul: Educs, 2001. MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do lazer: uma introdução. São Paulo: Autores associados, 2012 DISCIPLINAS DO QUARTO PERÍODO ADMINISTRAÇÃO DE RESTAURANTES II 80 H EMENTA: Tipos de cozinhas e restaurantes; tipos de Serviços; planejamento de cardápio e serviços; mise en place e etiqueta a mesa; gestão de serviços de alimentos e bebidas; estruturação de restaurantes; viabilização de ponto de venda de alimentos e bebidas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e bebidas. Caxias do Sul: EDUCS, 2001. HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D. Gestão de operações hoteleiras. São Paulo: Person Prentice Hall, 2005. TEICHMANN, Ione. Tecnologia culinária. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 54/85 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÂNDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. CASTELLI, Geraldo. Hospitalidade: na perspectiva da gastronomia e hotelaria. São Paulo: Saraiva, 2005. LIONEL, Maître. Restaurante: técnicas de serviço. 2.ed. Caxias do Sul: EDUCS 1990 KNIGHT, John Barton. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. São Paulo: Rocca, 2005. TEICHMANN, Ione. Cardápios: técnica e criatividade. Caxias do Sul: EDUCS, 2004. ECONOMIA 80 H EMENTA: Conceito de Economia. Principais problemas econômicos. Divisão da Economia. A Economia de mercado, origens e destino da produção. A unidade produtora, sua inserção no sistema. A circulação numa economia de mercado. Estruturas de Mercado. As relações econômicas internacionais. O setor público. O sistema financeiro. Repartição apropriada do produto social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAGE, Beatriz; MILONE, Paulo. Economia do turismo. São Paulo: Atlas, 2001. TROSTER, Roberto Luís; MORCILLO, Francisco Mochón; TROSTER, Roberto Luís. Introdução à economia. São Paulo (SP): Makron Books, 1999. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro: teoria e exercícios, glossário com 260 principais conceitos econômicos. 4. ed. São Paulo Atlas, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEITE, Hélio de Paula. Contabilidade para administradores. 4.ed. São Paulo (SP): Atlas, 1997. MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 5.ed. São Paulo (SP): Atlas, 1998 MONTORO FILHO, André Franco; MONTORO FILHO, André Franco. Manual de Economia. São Paulo: Saraiva, 1991. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 17.ed. São Paulo: Atlas S/A 1997. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de; GARCIA, Manuel E. Fundamentos de economia. 3. ed. São Paulo (SP): Saraiva, 2008. GESTÃO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS 80 H EMENTA: Introdução à gestão de custos, Material direto, Mão-de-obra direta, Custos Indiretos de Fabricação, Custeio por departamento, Custeio por processos, Custeio por ordem de Produção, Custeio-padrão, Custeio Baseado em Atividades (ABC), Custos da Produção Conjunta, Custeio variável, Custos para decisão, Efeitos dos Tributos sobre Custos e Preços, Formação de Preços: aspectos quantitativos e Formação de Preços: aspectos qualitativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOEGER, Marcelo Assad; YAMASHITA, Ana Paula. Gestão financeira para meios de hospedagem: hotéis, pousadas, hotelaria: hospitalar e a hospitalidade. São Paulo: Atlas, 2005. BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 2. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 55/85 CHING, Hong Yuh. Gestão baseada em custeio por atividades: abm - activity based management. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSEF, Roberto. Guia prático de formação de preços: aspectos mercadológicos, tributários e financeiros para pequenas e médias empresas. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 9. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003. NAKAGAWA, Masayuki. Gestão estratégica de custos: conceitos, sistemas e implementação. São Paulo: Atlas, 1993. OLIVEIRA, Luís Martins de; COSTA, Rogério Guedes. Gestão estratégica de custos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2003. PEREZ JUNIOR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luís Martins de; COSTA, Rogério Guedes. Gestão estratégica de custos. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003. PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE EVENTOS 80 H EMENTA: Eventos e sua relação com Turismo. Tipologia de eventos. Etapas da organização de eventos. Operações básicas. Noções de cerimonial e protocolo. Eventos nos espaços hoteleiros. Eventos como gerador de receita no hotel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANTON, Antonia Marisa. Eventos: ferramenta de sustentação para as organizações do terceiro setor. São Paulo: Roca, 2002. CESCA, Cleuza Gertude Gimenes. Organização de eventos. São Paulo: Summus, 1997. MATIAS, Marlene. Organização de eventos. Barueri-SP: Manole, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÂNDIDO, Índio. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. Caxias do Sul: EDUCS, 2003. MARTINEZ, Marina. Cerimonial para executivos: guia para execução e supervisão de eventos empresariais. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001. MIYAMOTO, Massahiro. Administração de congressos científicos e técnicos. São Paulo: Pioneira, 1987. RIBEIRO, Célia. Etiqueta na prática: um guia moderno para as boas maneiras. Porto Alegre: Leart Livraria e Distribuidora, 2001. SPPERS, Nelson. Cerimonial para relações públicas. São Paulo: CBL, 2003. DISCIPLINAS DO QUINTO PERÍODO ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 80 H EMENTA: Mundo do trabalho. Evolução da Administração de Recursos Humanos e do Papel do Gestor de Pessoas nas Organizações. Diagnóstico organizacional. Planejamento Estratégico de Recursos Humanos. Cultura e clima organizacional. Habilidades gerenciais: percepção, comunicação, motivação e liderança. Processos de gestão de pessoas: descrição e análise de cargos, recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, remuneração, saúde e segurança no trabalho. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 56/85 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROBBINS, Stephen P. Comportamento orgenizacional. 9 ed. São Paulo: Prentice Halldo Brasil, 2002. DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. 2. ed. São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall, 2003. MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 9. ed. São Paulo (SP): Futura, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOOG, Gustavo. Anual de gestão de pessoas e equipes: operações. 6ed. São Paulo: Gente, 2002. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro (RJ): Campus, 1999. TACHIZAWA, Takeshy; FERREIRA, Victor Cláudio Paradela; FORTUNA, Antônio Alfredo Mello. Gestão com pessoas: uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. 4. ed. Rio de Janeiro (RJ): FGV, 2004. VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003. ROCHA – PINTO, Sandra Regina. Dimensões funcionais da gestão de pessoas. 4. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003. AGÊNCIAS E OPERADORAS 80 H EMENTA: Conceituação, histórico e tipologia. Terminologia turística. Processo de emissão de passagens aéreas. O processo de intermediação; organização de viagens – estruturação, cotação e comercialização. Códigos de cidades e aeroportos. Alfabeto Iata. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PALHARES, Guilherme Lohmann Transportes turísticos. São Paulo: Aleph, 2002. TOMELIN, Carlos Alberto. Mercado de agências de viagens e turismo. São Paulo: Aleph, 2001. PELIZZER, Hilário Ângelo; SCRIVANO, Nivaldo Bruneau. Administração e gerenciamento de agências de turismo: planejamento orçamentário, abertura de agência de turismo, como ingressar no mercado e procedimentos básicos. São Paulo: Edicon, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos viajantes. 3. ed. Salvador: Fundação Odebrecht, 1994. DE LA TORRE, Francisco Sistema de transporte turístico. São Paulo: Roco, 2002. PALHARES, Guilherme Lohmann. Transporte aéreo e turismo: gerando desenvolvimento socioeconômico. São Paulo: Aleph, 2001. VALENTE, Amir Mattar; PASSAGLIA, Eunice; NOVAES, Antônio Galvão. Gerenciamento de transportes e frotas. São Paulo: Pioneira, 2013 RONÁ, Ronaldo Di. Transportes no turismo. São Paulo: Manole, 2002. ESTATÍSTICA 80 H EMENTA: Estatística descritiva. Elaboração e interpretação de gráficos e tabelas. População, Amostras e Amostragem. Representação de dados amostrais e medidas descritivas de uma amostra. Principais distribuições de frequência. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 57/85 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. SILVA, Ermes Medeiros da. et al. Estatística para os cursos de administração e ciências contábeis. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais. 4. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2001. BUSSAD, Wilton O. Estatística básica: métodos quantitativos. 4. ed. São Paulo: Atual, 1991. DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 1999. FREUND, Johon E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto Alegre: Bookeseller, 2000. HOEL, Paul G. Estatística elementar. São Paulo: Atlas, 1994. INGLÊS INSTRUMENTAL 80 H EMENTA: Estudo e desenvolvimento do vocabulário aplicado ao turismo. Pronomes, advérbios, verbos, preposições e expressões idiomáticas. Desenvolvimento e prática de vocabulário específico. Expressões de uso corrente. Diálogos da área de hospedagem e alimentos e bebidas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ADAMSON, Donald. Be our guest: basic english for hotel staff. Estados Unidos: Prentice Hall, 1992. HARDING, Keith; HENDERSON, Paul. HIgh season: English for the hotel and tourist industry. oxford: Oxford, c1994. VINEY, Peter. CURTAIN, John. Basic survival, international communication for professional people. London: Macmillan Heinemann, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond. Essential grammar in use. 13. ed. Great Britain: Cambridge University Press, 2003. MICHAELIS: moderno dicionário inglês-português, português-inglês. São Paulo: Companhia melhoramentos, 2000. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégia de leitura. São Paulo: Texto Novo, 2003 COOPER, Gordon. Guia de conversação comercial: inglês. São Paulo: Martins Fontes, 2000. CRUZ, Décio Torres. Inglês.com.texto para informática. São Paulo: Disal, 2003 GESTÃO DA QUALIDADE EM TURISMO 40 H EMENTA: O setor de serviços; gestão da qualidade; qualidade no turismo; comercialização de produtos turísticos; gestão da qualidade em destinos e empreendimentos turísticos: estudos de caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, Cíntia Möller. Ética e qualidade no turismo do Brasil. São Paulo (SP): Atlas, 2003. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade no processo: a qualidade na produção de bens e serviços. São Paulo: Atlas S/A 1995. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 58/85 PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 2000. CICHY, Ronald F. Gestão da qualidade sanitária de alimentos e bebidas. Salvador: Instituto de Hospitalidade (VÍDEO) 2000. GIL, Antonio de Loureiro. Qualidade total nas organizações. São Paulo: Atlas S/A, 1992. TEXEIRA, Elder Lins. Gestão da qualidade em destinos turísticos. Rio de Janeiro: Qualitymark 1999 LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios, casos práticos. Alexandre Luzzi Las Casas. São Paulo: Atlas, 2008 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 40 H EMENTA: A pesquisa científica no Brasil e em Goiás. Linhas de pesquisa institucionais da Alfa. Regulamento da área de Metodologia Científica e TCC. Elaboração da estrutura do Projeto de TCC: escolha e justificativa do tema; levantamento bibliográfico e ou documental; problematização; hipóteses; objetivos; seleção do referencial teórico-metodológico: definição do método de investigação, dos instrumentos de coleta, organização e análise de dados. Cronograma de execução. Citações e Referências. Apresentação gráfica (ABNT). BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2001. MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Claudia Regina Ribeiro; PRUDENTE, Heliane Nunes. Trabalhos acadêmicos: planejamento, execução e avaliação. Goiânia (GO): Faculdade ALFA, 2008. RUIZ, João Alvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1998. PARRA FILHO, Domingos; SANTOS, João de Almeida. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Futura, 2000. RICHARDSON, Roberto J.(org.) Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. PÁDIA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricoprática. São Paulo: Papirus, 2012 BOAVENTURA, Edvaldo M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação e tese. São Paulo: Atlas, 2004. DISCIPLINAS DO SEXTO PERÍODO CONSULTORIA EM TURISMO 40 H EMENTA: Empreendedorismo. Análise de tendências de mercado. O papel do consultor em Turismo e Hospitalidade. O processo de consultoria. Elaboração de propostas – negociação. Novos negócios em Turismo e Hospitalidade Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 59/85 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria empresarial: conceitos, metodologia, práticas. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MERRON, Keith. Dominando consultoria: como tornar-se um consultor master e desenvolver relacionamentos duradoros com seus clientes. São Paulo: Makron Books, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. MELLO, José Carlos Martins F. de. Negociação baseada em estratégia. São Paulo: Atlas, 2003. JUNQUEIRA, Luiz Algusto Costacurta. Negociação: tecnologia e comportamento. 25. ed. Rio de Janeiro: Cop, 1998. KEITH, Merron. Dominando consultoria: como tornar-se um consultor máster e desenvolver relacionamentos duradouros com seus clientes. São Paulo: Makron Books, 2007. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012 ELABORAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM 80 H HOSPITALIDADE EMENTA: Conceitos de projetos; projetos estratégicos; estudos de mercado; viabilidade econômico-financeira de projetos; financiamento de projetos; exemplos de projetos turísticohoteleiros. Aplicação dos conceitos teóricos na elaboração de projetos vinculados à realidade local BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOITEUX, Colbert Demaria. Administração de projetos. 5.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1997. MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. São Paulo: Atlas, 1997. BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. LUCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. WOILER, Sansão; MATHIAS, Washington Franco. Projetos: planejamento, elaboração e análise. São Paulo Atlas, 1992. VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projeto. São Paulo: Makron Books, 2001. MEREDITH, Jack R. Administração de projetos: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro: Livraria Canuto, c2003. MARKETING 80 H EMENTA: O Surgimento do Conceito de Marketing e sua Evolução. Conceitos de Valor e Satisfação para o cliente. O Marketing no Processo de Planejamento Estratégico: Objetivos de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 60/85 Marketing. Segmentação do Mercado. Definição do Mercado Alvo. Mensuração da Demanda de Mercado e Previsão de Vendas. Análise do Ambiente de Marketing. Processo e Fatores Influenciadores do Comportamento do Consumidor. Diferenciação. Posicionamento da Oferta ao Mercado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLACKWELL, Roger D. Comportamento do consumidor. São Paulo: Cengage Learning, 2005. CHURCHILL JR., Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. 2. ed. São Paulo (SP): Saraiva, 2005. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. 13. ed. São Paulo: Futura, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOONE, Louis E.; KURTZ, David L. Marketing contemporâneo. 8. ed. Rio de Janeiro: Livraria Canuto, 1995. DIAS, Sergio Roberto (Coord.). Marketing: estratégia e valor. São Paulo: Saraiva, 2007 LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 2.ed. São Paulo: Atlas S/A 1987. KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa saber. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia de marketing. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006 POLÍTICA E PLANEJAMENTO DO TURISMO 80 H EMENTA: Modelos de planificação turística; histórico da política brasileira de turismo; Sistema de Turismo; etapas do planejamento turístico; municipalização e regionalização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 7. ed. São Paulo: SENAC, 2002. BISSOLI, Maria Angela Marques. Planejamento turístico municipal com suporte em sistemas de informação. São Paulo: Futura, 2000. PETROCHI, Mário. Gestão de pólos turísticos. São Paulo: Futura, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENI, Mário Carlos. Política e planejamento de turismo no Brasil. São Paulo: Aleph, 2006. BOULLÓN, Roberto C. Planejamento do espaço turístico. Bauru-SP: EDUCS, 2002. HALL, C. Michael. Planejamento turístico:- políticas, processos e relacionamentos. São Paulo: Contexto, 2001. MOLINA, Sérgio; RODRÍGUEZ, Sérgio. Planejamento integral do turismo: um enfoque para a América Latina. Bauru - SP: EDUCS, 2001. RUSCHMANN, Doris. Turismo e planejamento sustentável. Campinas: Papirus, 1997. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 40 H EMENTA: A construção do conhecimento. Tipos de conhecimento. A produção do conhecimento científico. Modalidades de trabalhos acadêmicos: resumo, pesquisa bibliográfica, relatório, artigo, resenha e projetos. Citações. Referências. Estrutura e apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com a ABNT. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 61/85 BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica: ciência e conhecimento, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. São Paulo (SP): Atlas, 1988. 231 p. , MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Cláudia Regina Ribeiro; NUNES, Heliane Prudente. Trabalhos acadêmicos no ensino superior: planejamento, execução e avaliação. Goiânia: ALFA, 2007. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1998. CARVALHO, M. C. M de. Construindo o saber. Campinas: Papirus, 1988. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 4. ed. São Paulo: Atlas S/A, 1992. PARRA FILHO, Domingos; SANTOS, João de Almeida. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Futura, 2000. RICHARDSON, Roberto J.(org.) Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. DISCIPLINAS OPTATIVAS BÁSICAS PORTUGUÊS INSTRUMENTAL 80 H EMENTA: Texto: tipos – verbal e não-verbal; características. O Parágrafo: estrutura simples e mista; parágrafo-chave; formas de construção; articulação. Argumentação: tipos de raciocínio; concatenação das ideias. Coesão textual; elementos de coesão: epítetos, pronomes, termos- síntese, outros. Paralelismo: morfológico, sintático e semântico. Ênfase: ideia principal, ideias dependentes e complementares. Coerência textual: narrativa, figurativa e argumentativa. Unidade de sentido. Produção de textos dissertativo-argumentativos, técnicos, científicos. Textos acadêmicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. MARTINS, D. S.; ZILBERKNOT, L. S. Português instrumental, 22. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzanato, 2001. PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação, 16. ed. São Paulo: Ática, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, N. Mendes de. Gramática metódica da Língua Portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2001. CITELLI, A. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 2000. FARACO, C. A. Prática de texto para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes, 2001. HOUAISS, A. Dicionário de Língua Portuguesa, 2001. MEDEIROS, J. Bosco. Português instrumental, São Paulo: Atlas, 2000. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 62/85 LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS 80 H EMENTA: Fundamentação teórica. Aspectos culturais do deficiente auditivo. Aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como a fonologia, morfologia e sintaxe, possibilitando ao aluno o uso desta língua em contextos reais de comunicação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRITO, L.F. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1995. CAPOVILLA, F.C. et al. Manual ilustrado de sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, USP, 1998. FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática língua de sinais. Rio de Janeiro (RJ): Tempo Brasileiro, 2010. 273 p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPOVILLA, F.C. et al. A Língua Brasileira de Sinais e sua iconicidade: análises experimentais computadorizadas de caso único. Ciência Cognitiva, 1997. ALMEIDA, E. C. de; DUARTE, P. M. Atividades ilustradas em sinais da libras. Rio de Janeiro (RJ): Revinter, 2004. RAPHAEL, W. D.; CAPOVILLA, F. C.. Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira (2 VOLS.). ed. Editora EDUSP, 2010. QUADROS, Ronice Müller de. O Tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília (DF): MEC, SEESP, 2004. 94 p. GESSER, Audrei. Libras: que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo (SP): Parábola, 2009. 87 p. EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 40 H Ementa: Os paradigmas que fragmentam a sociedade humana. Ambiente natural e a qualidade de vida da humanidade. Condições ambientais, planetárias e locais. Políticas públicas e privadas envolvendo princípios de educação ambiental, saneamento, riscos ambientais e saúde. Ferramentas de gestão de resíduos diretamente relacionados com a promoção da saúde. Bibliografia Básica BOFF, L. Saber Cuidar. Petrópolis - RJ. Editora Vozes, 1999. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Em Direção ao mundo da vida: interdisciplinaridade e educação ambiental: conceitos para se fazer educação ambiental. Brasília: IPÊ 1998. 102 p. ISBN 8586838012 RUSCHEINSKY, Aloísio (Org.). Educação ambiental: abordagens múltiplas. Porto Alegre (RS): Art editora, 2002. 183 p. ISBN 8573079932. Bibliografia Complementar NOAL, Fernando Oliveira; BARCELOS, Valdo Hermes de Lima (Org.). Educação ambiental e cidadania: cenários brasileiros. Santa Cruz do Sul (RS): EDUNISC, 2003. 349 p. ISBN 9788575780190 Betinho; RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. São Paulo (SP): Moderna, 1994. 72 p. ISBN 85-16-01147-x. EDUCAÇÃO para um futuro sustentável: uma visão transdisciplinar para ações compartilhadas. Brasília: IBAM 1999. 117 p. ISBN 8573000821 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 63/85 PELIZZOLI, M. L. A Emergência do paradigma ecológico: reflexões ético-filosóficas para o século XXI. Petrópolis (RJ): Vozes, 1999. 160 p. ISBN 8532622151. INTRODUÇÃO ao estudo das ciências ambientais. Duque de Caxias (RJ): UNIGRANRIO, 2003. 240 p. RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E 40 H INDÍGENA Ementa: Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem, racismo e racialismo, preconceito e discriminação. Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil: entre as abordagens acadêmicas e sociais. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas de ações afirmativas e discriminação positiva – a questão das cotas. Bibliografia Básica: MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. Editora Contexto, 2007. MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: uma introdução. 3. ed. São Paulo (SP): Atlas 1992. 308 p. ISBN 8522407754. BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco: discutindo as relações raciais. São Paulo: Ática. Bibliografia Complementar: Boletim DIEESE, Ed. Especial – A desigualdade racial no mercado de trabalho, Novembro, 2002. BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil; 1999. 11ª Ed. Brasília. Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 1999. BANDEIRA, Maria de Lourdes. Antropologia. Diversidade e Educação. Fascículos 3º e 4º, 2ª Ed. Cuiabá, EDUFMT, 2000. MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Território Negro em Espaço Branco: Estudo Antropológico de Vila Bela. Editora Brasiliense. São Paulo, SP, 1988 ESCALONA, Sara López. Antropologia e educação. São Paulo: Edições Paulinas 1983. 181 p. DISCIPLINAS OPTATIVAS GESTÃO ESTRATÉGICA 40 H EMENTA: Mercados, produtos e serviços; conceitos de estratégia e vantagem competitiva; formulação e implementação de estratégias em turismo e hotelaria; estudo de práticas de administração em empresas de serviços turísticos e de hotelaria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Léo G. Gestão de processos e a gestão estratégica. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. ANSOFF, H. Igor. Implantando a administração estratégica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1993 OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABELL, Derek. Definição do negócio: Ponto de partida do planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2000 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 64/85 DRUCKER, Peter F.. Administrando em tempos de grandes mudanças. 5.ed. São Paulo: Pioneira, 1998 SERRA, Fernando A. Ribeiro; TORRES, Maria Cândida S.; TORRES, Alexandre Pavan. Administração estratégica: conceitos, roteiro prático e casos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2004 COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. São Paulo: Saraiva, 2011 CARVALHO, Marly Monteiro de. Estratégia competitiva: dos conceitos à implementação. São Paulo: Atlas, 2007 DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADES RURAIS E TURISMO 40 H EMENTA: Turismo rural: definições e origens. Turismo rural e agroturismo. Turismo rural no Brasil. Impactos socioeconômicos do turismo rural. Planejamento e desenvolvimento do turismo rural. Diretrizes e tendência do turismo rural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Joaquim Anécio; RIEDL, Márcio. Turismo rural: ecologia, lazer e desenvolvimento. São Paulo: EDUCS, 2000. MARINHO, Alcyane; BRUHNS, Heloisa Turini. Turismo, lazer e natureza. Barueri: Manole, 2003. ALMEIDA, Joaquim Anécio; FROEHLICH, José Marcos Froehlich, RIEDL, Mário. Turismo rural e desenvolvimento sustentável. São Paulo: Papirus, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RUCHMANN, Doris Van de Meene. Turismo e planejamento sustentável: a proteção do meio ambiente. 9. ed. Campinas: Papirus, 2002. SWARBROOKE, John. Turismo sustentável: meio ambiente e economia. São Paulo: Aleph, 2000. DIAS, Reinaldo. Turismo sustentável e meio ambiente. São Paulo: Atlas S/A, 2003. 208 p. RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e ambiente: reflexões e propostas. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 1999 SERRANO, Célia Maria de Toledo; BRUHNS, Heloisa Turini. Viagens à natureza: turismo, cultura e ambiente. 2. ed. São Paulo: Papirus, 1999. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 65/85 6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 6.1 Núcleo docente estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante é formado pelo Coordenador do Curso e Professores que fazem parte do Corpo Docente da Instituição com destacada experiência no Magistério Superior e no mercado de trabalho, Os professores participaram, desde o início, das sucessivas rodadas de estudo nas fases de prospecção, concepção e organização do curso e integram o Corpo Docente do curso. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 66/85 6.2 Coordenação do Curso Todos os cursos da ALFA são coordenados por profissionais com experiência profissional e acadêmica comprovadas. As coordenações constituem a unidade básica dos cursos da ALFA, cujas principais atribuições são a organização administrativa, didático-pedagógica e científica de cada curso. Cada coordenador de Curso responde hierarquicamente à Diretoria Acadêmica Regional Goiás e suas atribuições, que estão consubstanciadas no Regimento Interno, são: - responsabilizar-se pelo planejamento estratégico, pela gestão administrativa e financeira do curso; - zelar pela organização didático-pedagógica e científica dos curso, assegurando a vanguarda da matriz curricular; - convocar e presidir as reuniões do Colegiado do curso; - supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas pelo Colegiado do curso, bem como a assiduidade dos professores; - apresentar semestralmente a Diretoria Acadêmica Regional Goiás, o relatório de suas atividades e do Colegiado do curso; - sugerir a Diretoria Acadêmica Regional Goiás, extensão a contratação ou dispensa de pessoal docente; - fiscalizar o cumprimento do presente Regimento, do calendário acadêmico e dos demais planos de trabalho do Colegiado do curso; - promover estudos e a atualização dos conteúdos programáticos, das práticas de ensino e de novos paradigmas de avaliação de aprendizagem; - exercer as demais atribuições que lhe sejam designadas pela Diretoria Acadêmica Regional Goiás ou órgão colegiado superior; e - representar o Curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade. Todos os coordenadores de curso participam ativamente das seguintes instâncias de decisão: - Colegiado Acadêmico: é composto por todos os coordenadores de cursos da IES e realiza reuniões semanais com a Diretoria Acadêmica Regional Goiás, para deliberação de assuntos comuns e específicos a todos os cursos. - Reuniões de Colegiado de Curso: são realizadas, em cada semestre letivo, duas reuniões do colegiado de professores, com a participação de alunos representantes de sala e nas quais professore e alunos avaliam a prática educativa e o andamento Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 67/85 das atividades previstas. - Semana de Planejamento Pedagógico: antes do início das aulas, é realizada a Semana de Planejamento Pedagógico, na qual o Coordenador e o Corpo Docente de cada curso desenvolvem atividades individuas e coletivas de planejamento das aulas para o semestre. Nesta semana, é realizada a integração dos docentes recémcontratados e apresentados os novos produtos e serviços institucionais. Os docentes são atualizados quanto às normas de funcionamento da secretaria geral, aos critérios de avaliação e aos serviços da biblioteca e de outras áreas de apoio administrativo. A Coordenação de cada curso realiza junto ao seu corpo docente a consolidação dos planos de ensino e discute os aspectos relacionados à operacionalização do semestre. - Convenção Acadêmica: é a atividade que abre oficialmente o semestre letivo, se constituindo em um momento de formação, atualização e troca de experiências. A convenção acadêmica congrega todos os colaboradores da IES, professores, pessoal técnico-administrativos, gestores, Diretoria e representantes da Mantenedora. Na convenção são divulgadas e discutidas as principais diretrizes administrativas e pedagógicas da IES. A convenção é, também, um momento de confraternização, de socialização das metas e objetivos semestrais, de renovação dos compromissos institucionais e do comprometimento de todos com a sua missão educacional. 6.3 Colegiado do Curso O Colegiado do Curso é composto pelo Coordenador, pelo Corpo Docente e dois representantes de alunos de cada uma das turmas em andamento, eleitos pelos seus pares. São realizadas duas reuniões de Colegiado por semestre letivo. Nas reuniões de Colegiado, presididas pelo Coordenador, professores e alunos representantes avaliam o andamento do semestre registrando os aspectos positivos e discutindo os aspectos que precisam de encaminhamentos de melhoria. As atas de reuniões de Colegiado são digitadas, validadas e assinadas por todos os participantes e encaminhadas para arquivo na Secretaria Geral da Faculdade, ficando uma cópia à disposição de todos no arquivo da sala da coordenação do curso. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 68/85 7. RECURSOS HUMANOS DO CURSO 7.1 Corpo docente do Curso A ALFA tem como diferencial em seus cursos a contratação e manutenção em seus quadros de um corpo docente que atenda a dois critérios considerados indispensáveis: a formação acadêmica e a experiência profissional. Com isso, busca-se alcançar a sintonia com as novas definições de cada área e as práticas correntes no mercado de trabalho. Estes são os critérios utilizados tanto para seleção como para enquadramento dos professores dentro da IES. O Corpo Docente do Curso de Turismo da ALFA é formado por professores criteriosamente selecionados pelo setor de Recursos Humanos, levando-se em conta sua trajetória profissional e acadêmica e titulação adequada às linhas de formação específicas do curso. A Coordenação do Curso busca alocar os docentes às disciplinas correlatas com sua área Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 69/85 de formação acadêmica de graduação e/ou linha de pesquisa desenvolvida nos cursos de pósgraduação. 7.2 Plano de Carreira Docente O Plano de Carreira Docente ALFA estabelece as normas que regem a vida acadêmica do Docente dentro da Instituição e define as diferentes atribuições dos integrantes do Corpo Docente; as classes da carreira; os prêmios e estímulos em forma de abono pecuniário; os critérios de promoção; o regime de trabalho e a remuneração. Há diversos estímulos e prêmios para incentivar a produção científica, assiduidade ao serviço, criatividade e dedicação, bem como os requisitos para promoção vertical e horizontal. O quadro de professores integrantes do Corpo Docente da ALFA constitui um único grupo ocupacional organizado em carreira, compreendendo a seguinte série de classes: I – professor titular; II – professor adjunto; III - professor especialista; O regime de trabalho dos professores da ALFA é o da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A ALFA concede apoia e estimula a formação continuada e o contínuo aprimoramento do seu Corpo Docente, por meio de prêmios, em função do desempenho profissional, como: - abono pecuniário em caso de presença integral às aulas; - abono pecuniário no caso de participação em evento (congresso, seminário, encontro e outros) relacionado à disciplina que ministra e de real interesse para o seu aprimoramento técnico-científico, limitado a uma participação por mês; - abono pecuniário em virtude de publicação de artigo em revista científica indexada; - menção honrosa em virtude de elevação do nome da instituição devido à publicação de trabalhos em anais de congressos e seminários e pela representação da Faculdade perante entidades, públicas ou privadas, ligadas ou não à sua área de atuação; - homenagem ao Professor Destaque, distinção concedida por ocasião da Convenção Acadêmica aos Professores que demonstraram melhor desempenho no exercício de suas funções, de acordo com critérios estabelecidos pela Diretoria Acadêmica Regional Goiás. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 70/85 7.3 Corpo técnico-administrativo A exemplo da política de pessoal adotada para seu Corpo Docente, a instituição segue princípios semelhantes para os demais colaboradores, com relação ao plano de cargos e salários. A ALFA conta com profissionais previamente selecionados e continuamente treinados pelo setor de Recursos Humanos para exercer suas funções específicas em cada setor, todos concorrendo para assegurar o adequado funcionamento da sua atividade fim que é o ensino, com atendimento nos três turnos de funcionamento da Instituição. Para atender às suas necessidades a instituição mantém em seu quadro de colaboradores profissionais qualificados para a ocupação de cargos, como bibliotecária, psicólogos, psicopedagogo, enfermeiro, seguranças, contadores, analistas de sistemas, administradores e assistentes administrativos, além de oferecer oportunidade de bolsas e estágios a seus alunos. O Curso de Turismo é apoiado pelo pessoal técnico-administrativo já existente na Faculdade, o qual é dimensionado de forma a atender às necessidades da instituição como um todo e às especificidades de cada curso. Assim, o curso conta com o suporte direto de uma secretária administrativa, cujas atribuições, entre outras, são: realizar atendimento aos alunos, fotocopiar e envelopar as avaliações que são aplicadas pelos professores aos alunos do curso, digitar atas de reuniões e demais documentos solicitados pela coordenação, monitorar o andamento dos processos dos alunos do curso nos demais setores da IES. 7.4 Corpo Discente Visando se tornar um Centro de Excelência em Educação e Negócios, a ALFA incorpora e investe em metodologias de ensino que se aproximam da excelência acadêmica e das melhores práticas gerenciais do mercado, com o objetivo de preparar para o mercado de trabalho profissionais reflexivos, com sólida formação teórica e prática, sendo aptos para a atuarem nas mais competitivas empresas nacionais e internacionais. Dessa forma, as características a serem desenvolvidas e que compõem o perfil profissional desejado para os alunos dos cursos da ALFA são: - ter perfil empreendedor; - demonstrar domínio técnico na área de atuação; - ser proativo; Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 71/85 - demonstrar capacidade de gerir negócios; - ser objetivo e orientado para resultados; - possuir olhar investigativo (interpretar cenários de dados econômicos); - tomar decisões; - desenvolver liderança; - saber administrar conflitos; - atuar em equipe; - ser disciplinado e organizado; - saber ouvir, falar, redigir; - ter consciência e atitudes éticas; - ter capacidade de aprender a aprender sempre; - possuir raciocínio lógico; - ter capacidade crítica; - demonstrar noções básicas de qualidade total; - possuir consciência dos limites e potencialidade do ser humano; - ter visão e raciocínio multidisciplinar; - ser capaz de se adaptar a novas situações (flexibilidade). O ingresso de alunos para o Curso se dá, basicamente, de três maneiras: vestibular, transferência externa ou ingresso de portadores de diploma e alunos provenientes do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Conforme previsto no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), o Corpo Discente tem como órgão de representação o Diretório Acadêmico, constituído na forma da legislação pertinente. A forma de escolha da representação estudantil nos órgãos colegiados da Faculdade é prevista em regulamento próprio, aprovado pelo Conselho Superior, observadas as regras estabelecidas em Regimento próprio e na legislação. Iniciado o Curso, depois de aprovado em processo seletivo, estando regularmente matriculado, o Discente pode utilizar todas as instalações que a Instituição disponibiliza para a realização das atividades acadêmicas de cultura, lazer e recreação, bem como usufruir dos serviços de apoio pedagógico, psicológico e de apoio à carreira profissional. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 72/85 Buscando assegurar aos alunos não somente a qualidade do ensino, mas também a permanência no curso escolhido, o atendimento ao Corpo Discente é feito por meio de estruturas, programas e serviços de atenção ao aluno, entre os quais se destacam: Inclusão digital: os alunos da ALFA têm livre acesso aos Laboratórios de Informática de uso comum e são incentivados a utilizar as tecnologias de informação e comunicação para acompanhamento da vida acadêmica, nos estudos e nas atividades profissionais. Os Laboratórios de Informática podem ser utilizados, de acordo com as Normas de Funcionamento, para realizar trabalhos escolares, estudos e pesquisas na Internet. A ALFA fornece uma conta de e-mail para todos os alunos matriculados, além de disponibilizar informações on-line de interesse do aluno, por meio da homepage institucional, do Aluno On-Line e da Central de Atendimento virtual; Projeto de Tutoria: contempla a atuação de professores que são direcionados para cada turma em andamento, considerando a interface entre o acadêmico e o administrativo na busca de soluções rápidas e assertivas que contribuam com o desenvolvimento do aluno, do projeto do curso e da IES como um todo. Participação no processo de Avaliação Institucional: os alunos têm a oportunidade de participar do processo de avaliação Institucional, avaliando, semestralmente, a Instituição, os docentes, a estrutura física e os serviços educacionais, contribuindo na busca contínua da qualidade do ensino. Monitoria Voluntária e Remunerada: com o intuito de apoiar o aprendizado do aluno, a ALFA, semestralmente, disponibiliza o edital de monitoria; Segurança: a IES, visando assegurar a tranquilidade da comunidade acadêmica, conta com sistema de segurança permanente em suas dependências, catracas eletrônicas e monitoramento por câmeras de vídeo. Ambulatório: tem como objetivo oferecer primeiros socorros e encaminhamento aos hospitais, em casos mais graves, de alunos e colaboradores da Instituição. Realiza atividades de prevenção de acidentes e doenças por meio de palestras e campanhas de conscientização. Higiene e limpeza: a IES zela pela manutenção da higiene e limpeza de todas as suas instalações, proporcionando conforto e bem estar a todos. Programa de Nivelamento de Estudos: além de inserir nas matrizes curriculares disciplinas de formação básica, a Instituição disponibiliza, de acordo com as demandas das Coordenações dos Cursos e dos próprios alunos, programas de nivelamento de estudos, visando à superação Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 73/85 das deficiências de aprendizagem acumuladas nas séries anteriores de escolarização, principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Núcleo de Estágio e Banco de Empregos: tem por finalidade administrar os processos de estágios profissionais e curriculares; firmar parcerias com instituições e empresas para captação de vagas; divulgar vagas de estágio, e encaminhar alunos para contratação efetiva; capacitar e encaminhar alunos para processos de seleção nas empresas. Núcleo de Apoio Pedagógico: oferece serviços de atendimento pedagógico. Os profissionais desta área atuam de maneira preventiva, desenvolvendo sessões coletivas de orientação aos alunos e realizando atendimento individualizado aos alunos interessados, envolvendo, quando necessário, professores, coordenadores e familiares. Biblioteca: contém o acervo indicado nas bibliografias básicas e complementares das disciplinas dos Cursos, incluindo livros, periódicos, jornais, fitas, DVD’s, CD’s, mapas, manuais, teses e dissertações servindo de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão para que a comunidade acadêmica possa realizar os estudos propostos. Dispõe, ainda, de espaço para estudos individuais, de salas para estudo em pequenos grupos, de computadores exclusivos para pesquisa com acesso à Internet. O controle do acervo bibliográfico e as rotinas da Biblioteca são informatizados. Laboratórios: acreditando que a experiência laboratorial é essencial ao aprendizado, a ALFA disponibiliza aos seus alunos laboratórios específicos, de acordo com a necessidade de cada Curso. Núcleo de esporte, cultura e lazer: desenvolve ações recreativas e culturais visando à integração dos alunos, por meio da prática esportiva, de manifestações culturais e de lazer. Associação dos Alunos Diplomados da Graduação e Pós-Graduação da ALFA (AADGPG): é uma associação, sem fins lucrativos, criada para manter um vínculo permanente da Instituição com seus Egressos, promovendo encontros, palestras e cursos aos seus associados. Centros Acadêmicos e Diretório Central de Estudantes: A ALFA disponibiliza estrutura física para instalação dos Centros Acadêmicos dos Cursos e do Diretório Central dos Estudantes. Os CA’s e o DCE são importantes instâncias de participação na gestão acadêmica e de formação política dos alunos. Programa de Bolsas e Financiamento: consciente do seu papel social, a ALFA criou programas de bolsas de estudo e financiamento próprio para os alunos matriculados de todos os cursos, financiando até 50% do valor da primeira faixa da mensalidade. Outros programas de financiamento: a ALFA participa dos programas dos Governos Federal e Estadual, tais como: ProUni, FIES e OVG. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 74/85 8. ESTRUTURA FÍSICA 8.1 Instalações Gerais O Campus da ALFA possui salas para as Diretorias, salas de reuniões, Secretaria Geral, Central de Atendimento ao aluno, Almoxarifado, Instalações Sanitárias, Salas de coordenações de cursos de graduação e mestrado, salas de aula, laboratórios de informática, laboratórios específicos dos cursos de graduação, dois auditórios, Salas de Professores, Biblioteca, Refeitório para alunos, professores e funcionários, Serviços Gerais (Copa), duas lanchonetes, uma fotocopiadora, sala da CPA, Gerência de Tecnologia da Informação, Gerência de Segurança, Núcleo de Apoio Pedagógico, Departamento Pessoal, Recursos Humanos, Controladoria Financeira , Núcleo de Estágio, Marketing , Suporte Laboratórios, Tesouraria, gabinete docente, Quadra esportiva descoberta, 2.000 vagas, dentre outras. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 75/85 A Instituição possui salas de aula climatizadas com ar condicionado distribuídas entre os blocos B, C e D, além de 14 laboratórios de informática. Todas as salas possuem 02 quadros para exposição de aula, sendo um em fórmica verde e outro em fórmica lisa branca, sistema de iluminação fluorescente de acordo com as normas da ABNT e sistema de prevenção de incêndio conforme normas do Corpo de Bombeiro do Estado de Goiás. As salas de aula apresentam dimensões compatíveis com a capacidade instalada de alunos, isolamento adequado de ruídos externos e boa acústica interna, mobiliário adequado e suficiente, e passam por rigorosa limpeza diária. Os professores possuem uma sala com computadores para acesso à Internet, preparação de aulas, elaboração de provas, lançamento de notas e frequências no sistema on-line e colaboradores para suporte. 8.2 Recursos e Equipamentos Os seguintes recursos podem ser utilizados pelos professores mediante agendamento e podem ser instalados nos laboratórios, em salas de aula, salas de reuniões, auditórios e mesmo nas áreas comuns. O transporte e a instalação ficam a cargo do pessoal de apoio. Quantidade 13 05 01 08 05 01 04 08 1 05 08 Tipo de Equipamento Retroprojetor DVD Player Aparelho Som (hack) Projetores de Mídia Telas de Projeção Televisor 14” Televisor 20” Televisor 29” Televisor 54” Vídeo Computadores 8.3 Recursos de Informática e Infraestrutura Tecnológica A Instituição dispõe de infraestrutura tecnológica de apoio às atividades acadêmicas e administrativas, tais como laboratórios de informática de uso comum, equipamentos de Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 76/85 informática (hardware) e programas (software); sistemas online de controle acadêmico e de gestão administrativa e financeira. A Faculdade possui um link de 4 megabits por segundo com a Brasil Telecom, que fornece acesso direto e contínuo à Internet a partir de qualquer dos equipamentos de informática existentes nos laboratórios, na sala dos professores, na biblioteca e na área administrativa. A Faculdade dispõe de um total de 500 computadores distribuídos entre laboratórios, bibliotecas e administração, sendo que em cada laboratório existe, além dos computadores para os alunos, um computador para o professor. 8.4 Equipamentos Complementares A manutenção dos computadores é feita na própria Instituição, uma vez que dispomos dos equipamentos necessários. Os terminais são atualizados conforme exigências dos softwares e num prazo máximo de três anos. Além disso, os equipamentos adquiridos apresentam um ano de garantia, sendo sua manutenção realizada pelo fabricante e a manutenção preventiva executada pelo responsável pela área de Informática. 8.5 Instalações para a formação profissional As instalações dedicadas à formação profissional encontram-se concentradas nos Laboratórios de meios de Hospedagem, Alimentos e Bebidas e Laboratório de Lazer (Brinquedoteca), que congregam uma gama de ambientes propícios ao desenvolvimento das atividades acadêmicas simuladas e reais. Constituídos por três salas distintas com 177, 12 m² cada uma, os Laboratórios de Meios de Hospedagem, de Alimentos e Bebidas, de Lazer destinam-se ao desenvolvimento de habilidade básicas da prática profissional e às técnicas de trabalho da área operacional dos setores de recepção e de governança de hotéis, de eventos, além de propiciarem a aplicação de habilidades básicas no processo de produção de serviço de alimentos e bebidas. Esses laboratórios reproduzem as estruturas funcionais de Recepção, de Governança, de Restaurante, de bar e de Cozinha de hotel, contando com equipamentos e utensílios adequados Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 77/85 à prática operacional, de American Bar e software específico de gestão de hotéis (CM soluções para hotéis). O Laboratório de Meios de Hospedagem constitui-se de um apartamento hoteleiro, composto por quarto e banheiro; recepção de hotel, constituído por balcão de recepção com três computadores contendo programas operacionais de hotéis e ambiente de lobby de hotel. O Laboratório de Alimentos e Bebidas compõe ambiente de cozinha comercial, constituída por fogão, forno, bancadas e demais equipamentos inerentes e restaurante pedagógico, composto por mesas de diversos formatos e respectivas cadeiras. O Laboratório de Lazer (Brinquedoteca) conta com acervo de jogos, materiais para brincadeiras diversas e mesas para quatro pessoas. Essa infraestrutura é necessária para utilização durante aulas práticas do curso, principalmente nas disciplinas de Administração Hoteleira I e II, Administração de Restaurantes I e II e Lazer e Entretenimento. Vale ressaltar que esses ambientes também são utilizados pelos demais cursos de graduação da IES, bem como pelos cursos de extensão e pós graduação. Ao possibilitar que os alunos adquiram a necessária vivência e monitoramento das atividades operacionais de um hotel, os laboratórios propiciam a observação da relação entre teoria e prática nas atividades turísticas e hoteleiras, as relações de trabalho e sua organização, o desempenho de cada setor, além da aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. A prática em laboratório desenvolvida pelos alunos da Faculdade ALFA busca completar o aperfeiçoamento e aprendizado dos alunos nas habilidades operacionais dos setores turísticos, dotando-se de habilidades necessárias ao bom desempenho e facilitando-lhes a inserção na vida profissional, em consonância com as premissas expressas pela Organização Mundial de Turismo (OMT) e adotadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Turismo, do Ministério da Educação (MEC). Dessa forma, as práticas pedagógicas laboratoriais da Faculdade ALFA pautam-se pela premissa do saber-fazer, um dos pilares da Educação definidos pelo UNICEF, em que os alunos são capazes de unir a competência com o manejo de técnicas e instrumentos em condições novas e desafiadoras. A experiência prática traz a eles um constante pensar sobre “o que fazer?”, “como fazer?” e o “por que fazer?”, buscando constantemente, com criatividade, soluções para os problemas dessa área. 8.6 Instalações para a prática profissional e prestação de serviços à comunidade Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 78/85 O Curso de Turismo, de uma maneira geral, desenvolve atividades de prática profissional que contemplam a participação da comunidade. O Brunch organizado pelos alunos no terceiro período, realizado no Laboratório de Alimentos e Bebidas, é tido como um produto final que permite o fechamento das disciplinas Administração de Restaurantes I e II. Na ocasião são convidadas pessoas integrantes do trade turístico que têm a oportunidade de visualizar a relação teoria e prática muito latente no Curso de Turismo, como já mencionado anteriormente. O Curso de Turismo também tem ampla participação nas atividades desenvolvidas de forma institucional na comunidade na qual a ALFA está inserida, como: Ação Ser Social e Luta Contra a Dengue. 8.7 Quadro de Pessoal de Apoio Quanto à disponibilidade, qualificação e regime de trabalho, os laboratórios contam com encarregados, auxiliares e estagiários, que estão disponíveis durante o horário de uso dos laboratórios. Os laboratórios de Informática são abertos ao uso de Alunos e Professores da Faculdade. Os horários de funcionamento dos laboratórios são de segunda a sexta-feira, das 7:30 às 22:00 horas e, aos sábados, das 8:00 às 17:00 horas. Os alunos têm acesso aos laboratórios para realizar trabalhos escolares, de pesquisa pela Internet e trabalhos que exijam softwares específicos aplicados às disciplinas que estão cursando. Todos os computadores são controlados por senha, sob a supervisão dos técnicos que se mantêm disponíveis para auxiliar os alunos. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 79/85 9 BIBLIOTECA 9. 1 Quadro Resumo do Acervo por Área de Conhecimento Grandes áreas de conhecimento Livros Periódicos Vídeos CD´s Títulos Exemplares Nacionais/ Estrangeiros Generalidades. Ciência do conhecimento. 676 2394 21 8 10 Filosofia. Lógica. Psicologia. Teologia. Religião. Economia. Política. Direito. Administração Pública. Educação. Comércio Matemática. Ciência ambiental. Física. Química. Ciências biológicas. Ciências da terra. Zoologia. Ciências aplicadas. Tecnologia.Ciências médicas. Engenharias. 409 1133 - 8 - 3515 13.837 107 276 66 371 1333 2 17 1 1292 4719 44 187 6 Bases de dados (cd-rom) 2 Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 80/85 Contabilidade. Administração. Publicidade. Artes. Arquitetura. Fotografia. Recreação. Língua. Literatura. Linguística. Geografia. Biografia. História. TOTAL GERAL 76 251 - 44 2 587 1440 - 12 - 165 380 3 13 3 7088 25483 177 565 88 2 Os usuários têm acesso aos computadores interligados em rede para pesquisar o acervo, possibilitando-lhes maior independência em suas buscas, ampliando o conhecimento que terão do acervo e da dinâmica da Biblioteca. É utilizado sistema de fiscalização na entrada da biblioteca, através do qual todos os materiais do acervo estejam protegidos. 9.2 Espaço Físico e Equipamentos Com um espaço físico total de 807,73 m2, a Biblioteca da Faculdade Alves Faria conta com confortáveis e modernas instalações para as atividades de estudo e pesquisa destinado aos usuários, distribuídos em áreas para estudo individual e em grupo, processos técnicos, serviços e armazenamento do acervo e acesso à internet e multimídia, conforme quadro abaixo: ESPAÇO FÍSICO TIPO DO ESPAÇO Sala de estudo individual Sala para estudo em grupo Processamento técnico e serviços Armazenamento do acervo Acesso à internet Multimídia ÁREA EM m2 37,75 210,17 50 287 73,98 A Faculdade ALFA oferece aos seus alunos e comunidade acesso ao acervo da Biblioteca e disponibiliza os seguintes serviços: Instalações para estudos individuais: a sala para estudos individuais fica em local próximo ao acervo e à área de computadores, contando com 28 escaninhos para estudos individuais e 11 escaninhos equipados com terminal de computador. Instalações para estudos em grupos: há 5 salas para estudos em grupo, próximas ao acervo e à área de computadores. Há ainda ampla área para estudos em grupo, que comporta 17 mesas com capacidade para 4 pessoas. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 81/85 9.3 Histórico A Biblioteca da Faculdade ALFA foi criada em 2000 para atender aos alunos dos Cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão. 9.4 Recursos Humanos A Biblioteca está diretamente ligada à Diretoria Acadêmica Regional Goiás, possuindo equipe habilitada para seu gerenciamento e atendimento. O quadro a seguir demonstra a equipe de funcionários das Bibliotecas. Pessoal Tempo integral (40hs) De 20 a (40 hs) Total 0 0 5 1 1 0 0 1 1 0 5 0 2 Bibliotecário Assistente de bibliotecário Auxiliar de biblioteca Estagiários Segurança 9.5 Horário de Funcionamento A biblioteca da Faculdade Alves Faria atende os usuários de segunda-feira a sextafeira, das 7h às 22h30min em horário ininterrupto e aos sábados das 8h às 16h. 9.6 Política de Atualização de Acervo A política de atualização do acervo abrande todas as modalidades de aquisição (compra, doação e permuta). A aquisição de livros, periódicos e outros tipos de documentos são feitos com base na grade curricular e nas necessidades de cada curso. É aplicada e desenvolvida através de comissão formada pelo bibliotecário, coordenadores de cursos e professores. No início de cada semestre é realizada pelos coordenadores e professores, uma avaliação entre o acervo existente, os títulos apresentados nos planos de ensino e a quantidade de alunos por disciplina. Desta avaliação resulta uma lista de materiais a serem adquiridos para complementar o acervo existente (livros, revistas, cd-roms, dvds, fitas de vídeo, etc.). Esta lista Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 82/85 é encaminhada à biblioteca e posteriormente à Diretoria da Faculdade para aprovação. Estes procedimentos garantem a atualização e a expansão do acervo de forma otimizada. 9.7 Acervo O acervo da biblioteca compõe-se de aproximadamente 32.002 documentos, incluindo livros em geral, periódicos (nacionais e estrangeiros), fitas de vídeo, dvds, mapas, bases de dados em cd-rom, além de outros documentos, como: dissertações, folhetos, cd-rom, e outros tipos de materiais. O curso de Turismo conta a base de dados - Academic Search Elite - como sua fonte central de informações acadêmicas. O Academic Search Elite oferece texto completo de cerca de 2.000 revistas, incluindo mais de 1.550 títulos analisados por especialistas. Esta base de dados multidisciplinar abrange praticamente todas as áreas do estudo acadêmico. Mais de 140 revistas especializadas têm imagens em PDF que remontam a 1985. Esta é atualizada diariamente pelo EBSCOhost. O acervo pode ser consultado diretamente dos terminais disponíveis na biblioteca ou pela Internet, através da página: http://www.alfa.br/biblioteca. Desde que cadastrado no sistema, podem utilizar o acervo no local ou retirar os materiais de interesse por empréstimo. 9.8 Serviços aos Usuários Os serviços de gestão da biblioteca e de informação são automatizados; incluindo os processos de aquisição de novos materiais, catalogação, circulação de materiais e disseminação de informações. Para a gestão da informação e dos serviços, a biblioteca utiliza o sistema Pergamum, software desenvolvido pela PUC-Paraná. Dentre os serviços oferecidos aos usuários pela biblioteca, podemos destacar os seguintes: Comutação bibliográfica, Orientação quanto ao uso das normas da ABNT e para a normalização de trabalhos monográficos, Reserva e renovação pela internet, Consulta ao acervo (local e pela internet), Treinamento de usuários, Levantamento bibliográfico, Divulgação do acervo, jornais eletrônicos e dos serviços da biblioteca, Acesso às novas aquisições, Murais informativos, Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 83/85 Exposição de novas aquisições, Biblioteca virtual. 9.9 Serviço de Circulação de Material Consultas, empréstimos e reservas estão sob a responsabilidade deste setor, sendo que estão previstas no Regulamento as orientações necessárias para que este controle seja efetivo, sem prejudicar o bom atendimento aos usuários. 9.10 Serviço de Referência O Serviço de Referência da Biblioteca promove a interface entre os usuários e a informação armazenada no acervo, disseminando e orientando quanto ao uso do universo informacional, a interface entre o usuário e a busca da informação em geral, ou seja, orientações quanto às buscas on-line (via Internet) em diferentes sistemas e redes de informação. 9.11 Serviço de Treinamento e Orientação Orienta o usuário quanto aos diferentes serviços da Biblioteca, como utilizar a Base de Dados local (catálogo da biblioteca), localizar material na biblioteca, referência bibliográfica etc. 9.12 Serviço de Reprografia Próximo às instalações da biblioteca a Instituição oferece serviço de reprografia. 9.13 Módulos e Serviços Módulo Sócios: é possível cadastrar novos usuários da biblioteca. Títulos: são feitos o cadastro, a alteração e exclusão de exemplares. Retiradas: a movimentação de exemplares por sócio e título, bem como o registro de movimentação. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 84/85 Cadastros: inserção de novos registros úteis como cadastro de editoras, autores e assuntos. Tabelas: é específico para algumas funções do software, como influência dos feriados na devolução dos livros, opções de descritores de autor, entre outros. Outros: opções como troca de dados (importação e exportação) e consulta de alunos. 9.14 Registro (tombo) O próprio sistema gerencia tal controle, observando as características de cada material. Para efeitos legais esse registro consta em catálogo. 9.15 Descrição Bibliográfica (catalogação) Para a padronização da descrição é utilizado o AACRII – Anglo American Cataloguing Rules. 9.16 Classificação A catalogação coleções é feita com base no AACR2 – Código de Catalogação AngloAmericano. O sistema pergamum possibilita o trabalho de catalogação cooperativo em rede, como forma de compartilhar serviços e informações. Para a classificação, a biblioteca utiliza a Classificação Decimal Universal – CDU, traduzida e editada pelo Instituto de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT. A notação do autor está codificada através da Tabela Cutter. 9.17 Regulamento da Biblioteca A Biblioteca dispõe de Regulamento próprio, no qual são estabelecidas as normas de funcionamento, formas de acesso ao acervo, padrões de conduta a serem observadas na utilização dos recursos, serviços e uso das instalações. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino FACULDADE ALFA – CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO – P. 85/85 10. PLANEJAMENTO ECONÔMICO - FINANCEIRO Os recursos da Faculdade Alves Faria - ALFA, mantida pelo CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA (CENAF), são oriundos do recebimento de mensalidades, convênios e parcerias. A entidade mantenedora possui fins lucrativos e seus recursos são administrados através de processo de gestão orçamentária, através do qual o fluxo financeiro é planejado e executado sob rigoroso controle de despesas e de investimentos. Para viabilizar o recebimento das mensalidades e por consequência a gestão orçamentária e de caixa, é mantido com os alunos um Contrato de Prestação de Serviços Educacionais. Gerência de Asseguração da Qualidade do Ensino