SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO AMAZONAS RELATÓRIO DE ATIVIDADES GESTÃO 2005 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO ROBERTO RODRIGUES Ministro de Estado LUIS CARLOS GUEDES PINTO Secretário-Executivo GABRIEL ALVES MACIEL Secretário de Defesa Agropecuária IVAN WEDEKIN Secretário de Política Agrícola MÁRCIO ANTÔNIO PORTOCARRERO Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo LINNEU CARLOS DA COSTA LIMA Secretário de Produção e Agroenergia GIRABIS EVANGELISTA RAMOS Diretor do DSV/SDA JORGE CAETANO JÚNIOR Diretor do DSA/SDA JOSÉ ROGÉRIO VASCONCELLOS DE ARAÚJO Superintendente Federal de Agricultura SUPERINTENDENCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO AMAZONAS Missão: Executar ações de controle e prevenção, através da inspeção e fiscalização dos produtos e subprodutos agropecuários de forma a preservar a saúde animal, vegetal e humana, assegurando qualidade e competitividade no mercado nacional e internacional. Visão: Alcançar o padrão de excelência na prestação de serviços,destacando-se em nível nacional e internacional, através da melhoria no atendimento e satisfação dos clientes. PALAVRA DO SUPERINTENDENTE Ao apresentar este relatório; gostaria de externar minha preocupação com o Amazonas, pois possuímos mais de 3.600 Km de Fronteira Internacional, com cidades gêmeas, como Letícia na Colômbia e Tabatinga no Brasil, mais de 1.500.000 Km² de extensão territorial, o 2º maior Pólo Industrial Brasileiro, o 3º aeroporto em movimentação de cargas e o 4º porto em recepção de cargas e, contamos apenas com 27 Fiscais Federais Agropecuários – FFAs, no quadro da Superintendência, isto posto, pretendo alertar as autoridades competentes, da nossa fragilidade, tanto Agropecuária do País. na Vigilância Agropecuária, quanto na Defesa DESCRIÇÃO DAS FINALIDADES A Superintendência Federal de Agricultura no Estado do Amazonas – SFA/AM, tem sob sua responsabilidade o conjunto das atividades destacadas a seguir. São atividades diretamente ligadas à inspeção, fiscalização e ao controle de produtos agropecuários, bem como as atividades de fomento e desenvolvimento da produção agrícola, todas coordenadas pelo Serviço de Defesa Agropecuária. ATIVIDADES DA SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA Compete executar atividades e ações de: I - defesa sanitária, inspeção, classificação e fiscalização agropecuárias; II - fomento e desenvolvimento agropecuários e da heveicultura; III - assistência técnica e extensão rural; IV - infra-estrutura rural, cooperativismo e associativismo rural; V - produção e comercialização de produtos agropecuários, inclusive do café, cana-deaçúcar, açúcar e álcool; VI - administração de recursos humanos e de serviços gerais; VII - programação, acompanhamento e execução orçamentária e financeira dos recursos alocados; VIII - qualidade e produtividade dos serviços prestados aos seus usuários; e IX - aperfeiçoamento da gestão da Superintendência. Parágrafo único. As Superintendências Federais têm jurisdição no âmbito de cada Estado da Federação e do Distrito Federal podendo haver alteração desse limite, no interesse comum, para execução das atividades de defesa agropecuária e de apoio à produção e à comercialização agropecuárias, à infra-estrutura rural, bem como ao cooperativismo e ao associativismo rural, mediante ato do Ministro de Estado. DIVISAO TÉCNICA/SFA/AM A DT/SFA/AM de acordo com a determinação regimental e orientações técnicas das Secretarias do Ministério da Agricultura , coordena a execução das ações de competências do Serviço, que são as atividades emanadas aos Setores Técnicos de função de Estado, exclusivas da União. Com a nova estrutura do Ministério da Agricultura, as antigas Delegacias Federais de Agricultura nos estados transformaram-se em Superintendências Federais de Agricultura e, fundamentalmente, os serviços das áreas animal e vegetal foram unificados, havendo também a criação do Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário (SEPDAG/DT). O SEDESA executa, orienta e supervisiona ações de Defesa Agropecuária, com atenção especial ao trânsito interestadual e internacional, às medidas de sanidade animal e vegetal, controle de doenças e pragas, medidas profiláticas e de epidemiologia e o outras providências. Cabe informar da extrema deficiência de Fiscais Federais Agropecuários, em especial para a execução das atividades da área Animal. Contamos com apenas um FFA médico veterinário, que ainda acumula a função de chefe do setor. Considerando o status sanitário do Amazonas, com recentes focos registrados de febre aftosa e várias ocorrências de pragas importantes, o setor necessitaria de urgente incremento de efetivo de Fiscais Federais Agropecuários, para execução do minimamente necessário. O SIPAG promove a fiscalização, supervisão e orientação das atividades de inspeção animal e vegetal, com ênfase às industrias que preparam, transformam, manipulam e acondicionam produtos de origem animal, destinados ao comércio interestadual ou internacional. Supervisionaram as indústrias registradas, fazem a implantação, acompanhando e desenvolvimento dos Procedimentos de Padrões de Higiene Operacional (PPHO) e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) nas indústrias sob Inspeção Federal e também realiza inspeção e a fiscalização sanitária e tecnológica de produtos, registra os estabelecimentos produtores de bebidas, vinhos, derivados da uva e do vinho e vinagres, bem como, registra e fiscaliza os importadores e exportadores desses produtos, visando garantir os padrões de identidade e qualidade estabelecidos pela legislação vigente. Na fiscalização e inspeção dos estabelecimentos, os FFA’s acompanham o processo produtivo, observando as condições higiênico-sanitárias das matérias primas dos produtos, das instalações e equipamentos, os procedimentos de trabalho e os aspectos tecnológicos do produto ao analisar a composição principal, os aditivos e se a rotulagem contém o que determina a legislação, nestes procedimentos são coletadas amostras dos produtos para análises laboratoriais. O SEFAG atua no controle e fiscalização da produção e comercialização de sementes e mudas, na classificação de produtos vegetais, fiscalização da produção de fertilizantes, corretivos e inoculantes e a aviação agrícola, registro dos estabelecimentos produtores e comerciais de alimentos para animais; realiza fiscalizações nos estabelecimentos e nos produtos e ingredientes usados na fabricação das rações, mantendo o controle da qualidade dos produtos por meio de coletas de amostras periódicas de ingredientes e rações. Cadastro dos estabelecimentos avícolas; registro do Sistema de Marca “Ordem e Progresso”. Ainda, realiza o registro e a fiscalização dos estabelecimentos que se dedicam ao comércio de material de multiplicação animal. No Amazonas às Unidades Gerenciais do VIGIAGRO ou Postos de Vigilância Agropecuária/PVA’s estão assim distribuídos em: Posto de Vigilância Agropecuária na DFA/AM, Porto de Manaus, Superterminais, Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, Aurora EADI, Chibatão. As unidades em outros Municípios: Tabatinga, Itacoatiara e em Parintins esta, onde funciona um Posto de Serviço. O serviço de Vigilância Agropecuária internacional conta com um número irrisório de Fiscais Federais Agropecuários. Agrava-se mais ainda a situação quando observa-se incrementos de produção da industria amazonense, com conseqüente aumento de demanda dos serviços do Ministério da Agricultura, sem no entanto haver proporcional condições de pessoal para a atividade. O Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário (SEPDAG/DT) surgiu com a reestruturação das Superintendências Federais de Agricultura, assumindo um papel de extrema importância no contexto da agricultura do país, principalmente no estado do Amazonas. Considerando-se a extrema carência de serviços públicos no interior do estado, o SEPDAG apresenta-se como o braço da Superintendência, no contexto de políticas públicas federais, para difusão de tecnologias, descentralização de verbas em forma de convênios federais para associações, cooperativas, prefeituras e outras entidades jurídicas. O SEPDAG apresenta-se ainda como o instrumento do MAPA para aplicação de verbas de emendas parlamentares para fins agropecuários, sendo o setor responsável pelo acompanhamento da aplicação dos convênios. A superintendência Federal de Agricultura tem como principal entrave o número reduzido de Fiscais Federais Agropecuários para o desempenho das atividades agropecuárias. Todavia, a região amazônica, por suas peculiaridades, apresenta-se como grande desafio para a SFA-AM, em virtude da necessidade da proteção de doenças e pragas da fauna e flora da região amazônica e da obrigação do desenvolvimento sustentável do interior do estado, onde as facilidades e infra-estrutura mínimas para o bem estar do homem do interior ainda não chegaram. SERVIÇO DE POLÍTICA E DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO – SEPDAG/AM 1. PERFIL O Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário – SEPDAG está ligado, dentro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, à Secretaria de Política Agrícola (SPA/MAPA) e à Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário (SDC/MAPA) e dentro da estrutura da Superintendência Federal de Agricultura, está diretamente ligada a Divisão Técnica e tem como principais atribuições à promoção, orientação e acompanhamento da execução de atividades relativas ao desenvolvimento rural e às políticas de crédito e investimentos públicos, a organização do setor primário, levantamento e transmissão de dados sobre a agropecuária do Estado do Amazonas, rastreabilidade, assessoramento e apoio ao Zoneamento Agropecuário, PROAGRO e seguro rural, além de participar nas comissões regionais, estaduais e municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável e Divulgação ampla das atribuições e competências do Serviço para instituições públicas e privadas. Analisar a viabilidade técnica de projetos do OGU/CEF, acompanhar metas de convênios da SDC/MAPA. 2 – NEGÓCIO E MISSÃO O SEPDAG tem, como missão “contribuir para a melhoria da produção da agropecuária Amazonense e brasileira”. As ações da UG estão respaldadas na legislação vigente (leis, decretos, portarias, instrução normativas, instruções de serviços, dentre outras). Está fundamentada no Decreto 5.351 de 21 de janeiro de 2005 e na Portaria 300 de 16 de junho de 2005. 3 – SISTEMA DE LIDERANÇA O SEPDAG é um Serviço novo dentro da estrutura das Superintendências e, portanto, está se discutindo e adaptando as competências e atribuições com os servidores lotados no Serviço e estabelecendo-se a hierarquia e prioridades nas execuções das ações. O SEPDAG/AM conta com 03 (três) FFA’s (02 Médicos Veterinários e 01 Engenheiro Agrônomo), 01 (um) Agente de Atividades Agropecuárias e 01 (um) Engenheiro Agrônomo cedido pela EMBRAPA Amazônia Ocidental. Dentro de sua hierarquia 01 (um) FFA é o Chefe do Serviço e 01 (um) FFA é o Chefe-Substituto. Por deficiência de pessoal, dentro da Superintendência Federal do Amazonas, os FFA’s lotados no SEPDAG/AM, quando possível, executam atividades em outros setores visando atender as demandas solicitadas à SFA/AM, especialmente na área de Defesa. 4 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O SEPDAG/AM desenvolveu o seu primeiro planejamento estratégico nesse ano, pautado nas ações inerentes ao Serviço e nas competências determinadas pelos Artigos 20 e 21 da Portaria nº 300 de 16 de junho de 2005. Tomaram-se como Prioridades Básicas para o Planejamento referente ao ano de 2005 as seguintes ações: Incentivo ao ordenamento e reorganização do Cooperativismo e Associativismo rural; Fomento a infra-estrutura rural e logística da produção; Incentivo a Indicação Geográfica de produtos agropecuários; Fomento da produção integrada, agroecológica, orgânica, agroindustrial, agroflorestal e extrativista; Rastreabilidade; Participação em Conselhos Estaduais e Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável; Articulação com agências de financiamento do agronegócio; Articulação, sensibilização de outros Ministérios e órgãos estaduais da importância da continuidade e efetiva execução do Zoneamento Econômico Ecológico para a realização do zoneamento agropecuário; Divulgação das atribuições do serviço aos órgãos públicos e instituições privadas; Emissão de Pareceres de Viabilidade Técnica Prévia nos Projetos Técnicos dos Recursos do Orçamento Geral da União, contratados através da Caixa Econômica Federal (Emendas Parlamentares). 5 – FOCO NO CLIENTE O SEPDAG/AM baseia suas ações visando atender a demanda trazida pela classe produtora do Estado do Amazonas. O atendimento eficiente aos diversos setores da sociedade, visando à satisfação dos usuários dos serviços do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é foco permanente em todas as ações deste serviço. 6 – PRINCIPAIS CLIENTES Governo do Estado do Amazonas; Prefeituras municipais; Instituições de ensino e pesquisa (EMBRAPA/INPA/UEA/UFAM, Escola Federal Agrotécnica de Manaus; Escola Agrícola Rainha dos Apóstolos); Caixa Econômica Federal; Instituições financeiras (Bancos Agências de fomento); CREA/AM; CRMV/AM; Instituições Federais (IBAMA, INCRA, CONAB, MDA, SUFRAMA, SIPAM); Cooperativas e Associações de produtores; 7 – INFORMAÇÃO E ANÁLISE O Serviço conta com os sistemas informatizados, disponibilizados pelo MAPA, para gerenciamento das informações, além de planilhas informatizadas que permitem o acompanhamento semanal do desempenho das atividades programadas. Dentro dos sistemas informatizados, disponibilizados pelo MAPA, o Serviço utiliza o SISBOV, o PUBCAL, o SIPE, o SIDOC, o AGROFIT e o SIPLAN dentro de suas atribuições para gerenciamento das atividades do Serviço. Todas as informações coletadas subsidiam os relatórios mensais e a geração de indicadores de eficiência do Serviço, auxiliando na tomada de decisões para ajustes nas programações mensais. INDICADORES DE DESEMPENHO Cabe ressaltar que o SEPDAG foi um Serviço criado na nova estrutura do MAPA pela Portaria nº 300, de 16 de junho de 2005. Portanto este Serviço contou, quando da sua criação na SFA/AM, com apenas dois FFAs (Médicos Veterinários). Após algum tempo, recebemos dois Agentes de Atividades Agropecuárias e um FFA (Engenheiro Agrônomo) nomeado no último concurso público do MAPA. Não havia Plano Operativo específico para a área de Fomento e Política Agrícola definido para o exercício de 2005. A atividade de Fomento dentro do âmbito da SFA/AM nunca havia sido desenvolvida satisfatoriamente, iniciandose efetivamente com a criação do SEPDAG/SFA/AM. Além disso, os antigos SFFV e SFFA, não repassaram o histórico de arquivos, pastas e respectivas legislações que caberiam a este Serviço, o que dificultou uma primeira ação. Diante disso, a equipe se reuniu para traçar linhas de ação, dentro das prerrogativas elencadas pela Portaria nº 300, considerando a racionalidade e a capacidade humana existentes, o tempo para execução e os objetivos que nos propusemos a atingir. Diante dessa nova proposta do MAPA com a criação dos SEPDAGs, diversas ações de fomento e de política agrícola foram desenvolvidas, especialmente com sensibilizações de órgãos públicos, prefeituras, entidades e outros, visando levar à esses parceiros as propostas de desenvolvimento agropecuário do Ministério da Agricultura, buscando mostrar os serviços disponíveis deste Ministério. De acordo com o proposto pela equipe do SEPDAG/SFA/AM as metas foram atingidas, conforme quadro abaixo: AÇÕES EXECUTADAS PELO SEPDAG/SFA/AM - 2005 AÇÃO EVENTO Participação em Cursos/Seminários Participação em Cursos/Seminários Participação em Cursos/Seminários Participação em Cursos/Seminários Participação em Cursos/Seminários Participação em Cursos/Seminários Participação em Cursos/Seminários Participação em evento/treinamento Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Reunião Técnica Participação em Treinamento Participação em Treinamento Participação em Palestras Participação em Conselhos Participação em Conselhos Participação em Câmaras Técnicas Participação em Exposições Agropecuárias Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Gestão de Convênio em Brasília Curso sobre Propriedade Industrial – INPI – Manaus/AM Seminário Qualidade do Queijo Coalho – SIPAG/SFA/AM Cadeias Produtivas – FNO/BASA – SEBRAE/AM Cadeias Produtivas e APL’s – SEPROR/BID – Manaus/AM Audiência Pública – Gestão de Recursos Hídricos – IBAMA/AM Curso de Legislação de Produtos Orgânicos – Rio de Janeiro/RJ Evento Gestão de Qualidade/Indicadores de desempenho e convênios – São Paulo/SP Reunião Técnica dos SEPDAG’s na SPA em Brasília/DF Reunião Técnica sobre a implantação da NIMF 15 – SESI – Manaus/AM Reunião Técnica sobre Legislação de Produtos Orgânicos com o FFA Roberto Habib Mattar em Manaus/AM Reunião Técnica sobre Defeso da Piracema na Sede do IBAMA/AM Reunião Técnica sobre Defeso da Piracema e Piscicultura com Técnicos do IBAMA na Sede da SFA/AM, organizado pelo SIPAG/SFA/AM. Reunião Técnica sobre CVC (amarelinho) na Sede do INPA em Manaus/AM Reunião Técnica sobre linhas de crédito do BNDES – Manaus/AM Curso sobre Cooperativismo no SEBRAE/AM Treinamento em Vistoria do SISBOV em Manaus/AM Treinamento em Gestão de Convênios em Brasília/DF Participação em palestras do SIPAM (Serviço de Proteção da Amazônia) (06 participações) em Manaus/AM Membro Efetivo do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentado (CEDRS) do Estado do Amazonas Membro Efetivo do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentado (CEDRS) do Município de Manaus/AM Membro Efetivo das Câmaras Técnicas de Infraestrutura e Comercialização e de Pesca e Aqüicultura do CEDRS/AM Participação nas Exposições Agropecuárias do Careiro do Castanho/AM e da EXPOAGRO – Exposição Estadual do Amazonas em Manaus/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a UFAM (UNISOL) sobre abelhas. CONTINUAÇÃO Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Participação em Reuniões com o Público Externo Participação em Reuniões com o Público Externo Participação em Reuniões com o Público Externo Reuniões Organizadas pelo SEPDAG/SFA/AM com o Público Externo Reuniões Organizadas pelo SEPDAG/SFA/AM com o Público Externo Participação em Reuniões Internas Participação em Comissões Internas Outras Ações Outras Ações Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para registro de empresa produtora de calcário Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para Produtores de Novo Remanso – Itacoatiara/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Associação Itapeaçú – ACPR (projeto de produção de Maracujá) – Urucurituba/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Apuí/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Humaitá/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Urucará/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Nhamundá/AM Reunião sobre Produtos Orgânicos em Manaus/AM (04 reuniões) Reunião sobre Mormo – Constituição do Comitê Estadual – Manaus/AM Reunião sobre a regulamentação da Lei nº 9712 com técnicos de Brasília em Manaus/AM Reunião sobre Zoneamento Agropecuário no Estado do Amazonas – 02 reuniões na SFA/AM Reunião sobre Indicações Geográficas no Estado do Amazonas – 02 reuniões na SFA/AM Reunião com os Chefes dos Setores Técnicos – 02 reuniões Comissão para discussão da Regulamentação da Lei nº 9712 que se encontrava em Consulta Pública (duração de 01 semana) Clipping Mensal das notícias sobre Mercado Agrícola, Agropecuária, Extensão Rural, Fomento Rural e Política Agrícola no Estado do Amazonas para envio ao Gabinete da SPA em Brasília/DF. Articulação, no âmbito do Ministério da Agricultura para a inclusão do Estado do Amazonas na Câmara Setorial da Borracha que havia sido criada e deixou de fora o Estado (historicamente um dos pioneiros na produção da borracha no Brasil). INDICADORES DE EFICIÊNCIA-PRODUTIVIDADE Índice de Vistoria - IDV Total de vistorias Nº de fiscais envolvidos 1 = 03 = 0,33 Índice de vistorias por fiscal = 0,33 INDICADORES DE CAPACIDADE Para medir a capacidade deste Setor em gerar produtos e serviços por unidade de tempo foram selecionados alguns Indicadores de Capacidade: Índice de Estabelecimentos Fiscalizados – Total de estabelecimentos fiscalizados no ano=00 (zero) (Em função da greve deflagrada pelos Fiscais Federais Agropecuários não foi possível executar as ações de Fiscalização programadas para o 4º trimestre) Índice de Estabelecimentos Vistoriados – Total de estabelecimentos vistoriados no ano=01 (um) Índice de Estabelecimentos Auditados – Total de estabelecimentos auditados no ano=00 (zero) (Em função da greve deflagrada pelos Fiscais Federais Agropecuários não foi possível executar as ações de Auditagem programadas para o 4º trimestre) Índice de Estabelecimentos Visitados – Total de estabelecimentos visitados no ano=14 (catorze) Índice de Participação em Eventos Agropecuários – Total=04 (quatro) Registros de Marca Ordem e Progresso no ano de 2005=01 (um) INDICADORES DE EFICÁCIA – QUALIDADE Índice de Fiscalização (IF) Total de estabelecimentos fiscalizados Total de estabelecimentos existentes 00 = 01 = 0,0 01 = 01 = 1,0 00 = 01 = 0,0 Índice de Vistoria (IV) Total de estabelecimentos vistoriados Total de estabelecimentos existentes Índice de Auditagem (IA) Total de estabelecimentos auditados Total de estabelecimentos existentes O índice de conformidade dos estabelecimentos atingiu o desejável, os estabelecimentos registrados, fiscalizados, vistoriados e auditados estavam dentro das normas legais, atendendo a legislação vigente. ANÁLISE DE RECURSOS FINANCEIROS Os recursos financeiros foram disponibilizados de acordo com o programado pela Coordenação em Brasília, visto que o SEPDAG foi criado no meio do exercício de 2005 e não possuía programação anterior, porém, em alguns casos, faltaram recursos, especialmente, para acompanhamento “in loco” de convênios firmados pelo MAPA e ações da SPA/MAPA que não possui PI’s ao nível estadual. Cabe ressaltar que a SPA/MAPA necessita, com urgência, criar, ao nível de SFA’s, a programação orçamentária e oficializar os respectivos Planos Internos (PI’s) para a execução das ações. PLEITOS ANALIZADOS PELO SEPDAG/SFA/AM Nº Processo 21010.000355/2005-72 21010.000198/2005-03 21010.000322/2005-22 21010.000426/2005-37 21010.000427/2005-81 21000.004960/2004-51 Origem do Pleito Objetivo Capacitação de Produtores Rurais em Fundação de Apoio Meliponicultura e Institucional Rio Apicultura em Solimões – comunidades UNISOL assistidas pelo Projeto S.O.S. Abelhas do Amazonas. Curso de Capacitação para Cooperativa Mista Produtores de Agropecuária de Hortaliças e Iranduba - COAPIR Frutas do Município de Iranduba/AM Curso de Capacitação para Produtores de Centro de Hortaliças Solidariedade São Orgânicas e José – Escola Frutíferas Agrotécnica Orgânicas e para Rainha dos Agentes atuantes Apóstolos na Suinocultura e Avicultura Caipira Orgânica. Projeto de Prefeitura Energização Rural Municipal de – Emenda Guajará Parlamentar Projeto de Prefeitura Energização Rural Municipal de – Emenda Ipixuna Parlamentar Apoio ao Projeto Confederação Ações Nacional dos Estratégicas p/ Trabalhadores na Implementação do Sistema CONTAG Agricultura – CONTAG e Organização da Produção Valor R$ MAPA Proponente Situação Atual 40.000,00 39.651,00 63.360,00 20.000,00 8.000,00 12.672,00 243.750,00 8.532,25 146.250,00 5.114,49 647.222,00 64.725,50 Em fase de Análise do Pleito na SFAAM. Em fase de Análise do Pleito no MAPA em Brasília. Em fase de Análise do Pleito no MAPA em Brasília. No âmbito da Caixa Econômic a Federal. No âmbito da Caixa Econômic a Federal. Parecer Técnico Conclusiv o emitido. 21000.013749/2004-29 21010.000220/2005-15 Apoio à Instituição de Lei Federal que estabelece as Fórum Nacional de Regras de Secretários de obtenção, 126.000,00 Agricultura comercialização, trânsito e uso de cama de aviário. Traço – Rastreabilidade e Certificação Rural Ltda. 21010.000331/2004-32 João Lemos Tavares 21010.000379/2005-21 Antonio Alves Barbosa 21010.000334/2004-76 Antonio Alves Barbosa 21010.000333/2004-21 José Adilson Souza Santos 21010.000332/2004-87 Pedro Fernandes Brasil Convênio nº 420013200500058 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP/AM Credenciamento junto ao SISBOV Título de Propriedade de Marca do Sistema “Ordem e Progresso” Título de Propriedade de Marca do Sistema “Ordem e Progresso” Título de Propriedade de Marca do Sistema “Ordem e Progresso” Título de Propriedade de Marca do Sistema “Ordem e Progresso” Título de Propriedade de Marca do Sistema “Ordem e Progresso” 135.000,00 ----------- ---------- ----------- ---------- ---------- ---------- ---------- ---------- ---------- ---------- Projeto de Desenvolvimento do Cooperativismo 75.050,68 no Estado do Amazonas. ---------- ---------- 8.364,00 Em fase de emissão de Parecer Técnico Conclusiv o Em análise em Brasília Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de execução. SEÇÃO DE PLANEJAMENTO E ACOMPANHAMENTO SPA/SFA/AM 1. PERFIL NEGÓCIO E MISSÃO Compete auxiliar e apoiar os setores da Superintendência, no sentido de orientar e executar relatórios mensais e anuais para o desenvolvimento de suas atividades. 2. SISTEMA DE LIDERANÇA A operacionalização do sistema de liderança da SFA/AM envolve diretamente o Superintendente, o Superintendente substituto, Divisão Técnica, chefe do SEPDAG, seus assessores, os chefes de setores, serviços e seções. Esses agentes desenvolvem ações que visam o bom andamento da gestão pela qualidade, atuando como multiplicadores do programa, identificando pontos de estrangulamento e propondo correções. 3 - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Tendo como base às metas da SPA/SFA/AM e considerando-se a ocorrências dos exercícios anteriores, o planejamento estratégico do setor é de buscar soluções as necessidades, para que os setores possam executar as suas atividades. 4 - FOCO NO CLIENTE Os setores são envolvidos através da participação em discussões técnicas sobre assuntos de seus interesses nas respectivas áreas, sendo todos os funcionários orientados para as realizações de relatórios e entrega em tempo hábil, para que possa ser enviado à Brasília/DF. 5- INFORMAÇÃO E ANÁLISE Os pedidos e informações que entram na SPA/SFA/AM, são distribuídos aleatoriamente aos setores da Delegacia para análise e estudo. Desta forma, os chefes, ao requisitarem informações sobre o andamento de relatórios ou qualquer informação solicitadas de Brasília/DF, são encaminhados aos responsáveis pela análise, com quem podem tratar diretamente das pendências e obter as informações necessárias para o bom andamento dos mesmos. 6 - PESSOAS A SPA/SFA/AM continua contando hoje, com um Agente de Inspeção Sanitária Industrial de Produtos de Origem Animal (Chefe), tentando desempenhar suas atividades de acordo com as orientações repassadas pelo Órgão Central. 7 – GESTÃO DE PROCESSOS Os principais processos da SPA/SFA/AM são mostrados no quadro seguinte: Produtos (documentos Processos Atividades gerados) • Orientação Técnica sobre normas e • procedimentos para emissão de • relatórios. Atendimento Pessoal Remessa de documentos • Correspondências, eletrônica, fax, pessoalmente. 8- RESULTADOS DO SETOR Foi dada uma atenção especial aos setores, com relação ao Plano Operativo e Relatório de Gestão, com orientações na elaboração e na conclusão dos mesmos, assim como esclarecimento de dúvidas aos chefes envolvidos nos assuntos em questão. via e SEÇÃO DE ATIVIDADES GERAIS SAG/SFA/AM A Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas – SFA/AM, efetuou no ano de 2005, despesas na Gestão Tesouro R$ 1.023.073,77 tendo recebido uma provisão de R$ 1.001.361,96. As atribuições regimentais dos serviços e seções do SAG da SFA/AM, classe “C”, são as seguintes: SAG – SEÇÃO DE ATIVIDADES GERAIS – compete orientar e controlar a execução das atividades administrativas, logísticas, transportes, almoxarifado e patrimônio, reprografia, zeladoria, limpeza, vigilância bem como as atividades auxiliares. SMP- SETOR DE MATERIAL E PATRIMÔNIO – responsável pelas atividades de processamento de pedidos de compras de material e contratação de serviços, elaborar e divulgar editais de licitações, controlar entregas de materiais e execução de serviços, organizar e atualizar documentação de bens móveis e imóveis, registros de fornecedores no sistema SICAF, gerenciar contratos, elaborar relatórios anuais, calcular multas a fornecedores conforme a legislação, bem como instruir processos administrativos de acordo com a legislação pertinentes. STR – SETOR DE TRANSPORTES – executa as atividades relativas à gerencia e orientação de controle e fiscalização de utilização dos veículos, bem como levante e analisa os custos da manutenção e consumo de combustíveis dos referidos veículos, além de acompanhar a execução de contratos pertinentes a este setor e elabora relatório anual de atividades e de plano anual de aquisição de veículos e propostas de alienação dos veículos inservíveis ou antieconômicos. SPR – SETOR DE PROTOCOLO – compete orientar, manter controle e executar o sistema de protocolo, atuar documentos e constituir processos administrativos, coletar, processar e manter dados dos sistemas de informações administrativas, prestar apoio as atividades desta superintendência e elaborar relatório anual das atividades exercidas. A Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas, homologou no exercício de 2005 um total de 157 Portarias com finalidades diversas. A Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas, registrou a admissão, no ano de 2005, de 05 (cinco) servidores, todos eles Fiscais Federais Agropecuários, 02 (dois) servidores removidos para esta SFA/AM, 01 (um) demissão, e 05 (cinco) contratações temporárias. É importante que se destaque a necessidade de colocar em exercício nesta Superintendência um Assistente Jurídico, ou assemelhado, para dinamizar as análises de processos licitatórios e demais peças jurídicas interna referentes a autos de infração, multa e penalidades impostas tanto a servidores como a clientes. Durante o ano de 2005, apenas 02 (dois) encontros/treinamentos foram realizados para os servidores da área administrativa, Semana de Administração Orçamentária e Financeira, nesta Superintendência, com a participação de 03 (três) servidores e Encontro sobre Encerramento do Exercício Financeiro/2005, também realizado nesta cidade. Esse curso, teve a participação de 02 (duas) servidoras do SEOF e de 04 (quatro) servidores da área de almoxarifado, patrimônio e da administração. Seção de Protocolo Processos autuados nos exercícios de 2003, 2004 e 2005 Total em 2003 Total em 2004 Total em 2005 Núcleo de Pesca e Aquicultura 1.010 Diversos Setores 3.410 574 439 Total 4.420 574 439 Consumo de Combustível Ano Gasolina Diesel 2003 4.644 14.305 2004 6.463 13.920 2005 6.300 22.100 A frota de veículos da DFA/AM é de 29 veículos, sendo 15 a gasolina e 14 a diesel. Dessa frota dois veículos (PICK-UP GM/S-10 CABINE DUPLA e PICK-UP TOYOTA BANDEIRANTE) não foram utilizados em 2005, devido terem se envolvidos em acidente de trânsito e 03 veículos foram doados por serem considerado como anti-econômico sua recuperação.(Gol, Fiat Elba e Parati) Consumo de Energia Elétrica Consumo de energia elétrica nos exercícios de 2003, 2004 e 2005 Ano JAN. 2003 FEV. MAR. ABR. MAIO JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ. 25625 34691 27428 30157 22790 27807 27423 27395 31482 32846 33020 32820 2004 27834 28788 23235 24225 24935 27772 27401 28426 27371 28692 28409 28157 2005 34560 29160 27000 27000 28080 27360 27380 33840 34560 35280 30240 33480 Processos Administrativos Processo nº 21010.000109/2005-11 Comissão de Sindicância – Portaria nº 30 de 29/03/2005 Objeto: Apuração de irregularidades administrativo-disciplinar Situação: Concluído __________________________________________________________________ Processo nº 21010.000115/2004-39 Comissão de Sindicância – Portaria nº 110 de 29/08/2005 Objeto: Acidente com um veículo da frota da SFA/AM Situação: Concluído Processo nº 21010.00256/2005-91 Comissão de Sindicância – Portaria nº 107 de 29/08/2005 Objeto: Acidente com um veículo da frota da SFA/AM Situação: Concluído Processo nº 21010.000252/2005-11 Comissão de Sindicância – Portaria nº 105 de 29/08/2005 Objeto: Desaparecimento de bens móveis do SIPAG/SFA/AM Situação: Concluído Processo nº 21010.000292/2005-54 Comissão de Sindicância – Portaria nº 109 de 29/08/2005 Objeto: Irregularidades em concessão de suprimentos de fundo Situação: Concluído Licitações Dispensa Convite Tomada de Preço Inexigibilidade Pregão 2004 89 04 01 07 00 2005 62 03 01 06 02 Lotação de servidores do Serviço de Administração SAG/SFA/AM Serviço/Seção Atual Ideal SAG 02 03 SAG/TRANSPORTE 06 07 SAG/PROTOCOLO 02 03 SAG/PAT.ALMOXARIFADO 02 04 SAG/ REPROGRAFIA 02 03 SEOF 02 03 SRH 04 05 SAG/BIBLIOTECA 0 01 SPA 01 01 Total 22 32 RECURSOS HUMANOS Quadro Total de Servidores por Situação Funcional em Cargo/Emprego CARGO EMPREGO 409001 008001 008001 010007 Fiscal Federal Agropecuário Agente Administrativo Agente Administrativo Agente de Atividades Agropecuárias 010047 Ag. de Insp. Sanit. e Ind. de Prod. de Origem Animal Agente de Portaria Agente de Serviço de Engenharia Agente de Vigilância Auxiliar Operacional em Agropecuária Datilógrafo Motorista Oficial Técnico em Comunicação Técnico em Contabilidade Enfermeiro Auxiliar de Enfermagem Assistente Administrativo Aux. de Recursos Humanos Aux. de Recursos de Materiais Aux. de Recursos Financeiros Auxiliar de Operações artÍfice de artes gráficas 012002 010013 010045 010057 008002 012001 009031 010042 009004 010001 * * * * * 007006 Total de Servidores SITUAÇÃO FUNCIONAL NÚMERO DE SERVIDORES RJU/AT.PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER. CEDIDO RJU/AT. PER 28 10 02 06 RJU/AT. PER 04 RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER RJU/AT. PER CLT CLT CLT CLT CLT RJU/AT.PER 04 03 09 03 04 01 01 02 01 01 01 01 01 01 03 01 87 Observação: • 02 servidores removidos p/ SFA/AM • • • 01 servidor demitido 05 FFA´s concursados 05 contratados temporários Cadastro de Servidores Ocupantes de Função Função DAS – 1013 DAS – 1012 DAS – 1012 DAS 1011 DAS 1011 DAS 1011 DAS 1011 DAS 1011 FG – 1 FG – 1 FG – 1 FG – 1 FG – 2 FG – 2 FG – 2 Matrícula SIAPE Nome do Titular Data da Nomeação Atividade Situação Funcional Cargo Comission. 0309910 José Rogério V. de Araújo 04/08/2003 Superintendente 002981 Antonio Gil Gato Bentes 08/11/2005 Assistente At. Perm 1348041 Guilherme de Melo Pessoa 18/04/2005 Chefe de Divisão At. Perm. 1347950 Edilene Cambraia Soares 29/06/2005 Chefe de Serviço At. Perm. 1345339 Ornã Teles da Silva 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. 1437242 Luciana Cherr Ribeiro 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. 1348008 Maria Aldenir Mota Brito 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. 37740 1112756 0002818 0002967 0002984 002968 002973 1112389 Neuza Terezinha Tolfo Oliveira Maria do Céu Souza de Melo Elaide Soares da Silva Amarildo Pereira da Silva Marcos Aurélio do N. Falcão Aderbal de Souza Loureiro Dinalvio Araújo de Oliveira Pedro Paulo Veiga 18/04/2005 11/04/2005 11/04/2005 11/04/2005 14/04/2005 11/04/2005 11/04/2005 11/04/2005 Chefe de Serviço Chefe de Seção Chefe de Seção Chefe de Seção Chefe de Seção Chefe de Setor Chefe de Setor Chefe de Setor At. Perm. At. Perm At. Perm At. Perm At. Perm At. Perm At. Perm At. Perm SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS – SIPAG 1 – PERFIL NEGÓCIO E MISSÃO O Serviço de Inspeção de Produtos Agropecuários compõe o Serviço de Defesa Agropecuária com a responsabilidade de conduzir a inspeção industrial, sanitária e tecnológica em empresas que preparam, transformam, manipulam e acondicionam produtos de origem animal, destinados ao comércio interestadual ou internacional. COMPETÊNCIAS REGIMENTAIS Estão discriminadas no Anexo I da Portaria MAPA nº 300, de 20 de junho de 2005 – Regimento Interno das Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Art. 18 – Ao Serviço de Inspeção de Produtos Agropecuários (SIPAG/DT/UF) compete: I - programar, promover, orientar e controlar a execução das atividades de a) inspeção ante-mortem e post-mortem de animais de açougue; b) inspeção e fiscalização da produção e do comércio de produtos de origem vegetal in natura, processados e industrializados; c) inspeção higiênico-sanitária e tecnológica de estabelecimentos que procedem ao abate de animais de açougue, que industrializam, beneficiam, manipulam, fracionam e embalam matérias-primas, produtos, subprodutos e derivados de origem animal; d) fiscalização das atividades de classificação de matérias-primas, produtos, subprodutos e derivados de origens animal e vegetal, bem como de tipificação de carcaças; e) inspeção higiênico-sanitária e tecnológica de produtos, subprodutos e derivados de origem animal e vegetal, inclusive resíduos de valor econômico; f) inspeção e/ou fiscalização de produtos de origens animal e vegetal no comércio varejista e atacadista, na forma da legislação; g) inspeção e fiscalização higiênico-sanitária e tecnológica de estabelecimentos que procedem à industrialização, beneficiamento, manipulação, fracionamento, certificação e embalagem de matérias-primas, produtos e derivados de origem vegetal; h) inspeção e fiscalização higiênico-sanitária e tecnológica dos estabelecimentos que produzem, fabricam, padronizam, acondicionam, engarrafam, importam e exportam vinhos, derivados da uva e do vinho, bebidas, vinagres, vegetais in natura e industrializados, consoante normas regulamentares, inclusive os estabelecimentos cadastrados como importadores de vinhos estrangeiros e derivados da uva e do vinho, para o mercado nacional; i) análises laboratoriais específicas para apoiar ações de inspeção e/ou fiscalização agropecuárias; j) apoio para o controle de resíduos químicos e biológicos e de contaminantes; e l) inspeção e fiscalização da produção integrada e orgânica. II - orientar e fiscalizar as atividades de classificação de produtos de origem vegetal, subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico e a inspeção de bebidas e fermentados acéticos, de competência estadual outorgada pela legislação especifica; III - fiscalizar os acordos e convênios firmados com os governos estaduais e municipais, quanto à execução da inspeção de produtos e derivados de origens animal e vegetal, e de classificação de produtos de origem vegetal, subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico; IV - cadastrar os escritórios e empresas de exportação e importação de produtos e derivados de origens animal e vegetal; V - autorizar previamente o embarque, inclusive no SISCOMEX, das importações e exportações de produtos de origens animal e vegetal, conforme legislação vigente; VI - orientar, controlar e promover a emissão de Certificados, quando destinados ao comércio interestadual ou internacional, de produtos e derivados de origens animal e vegetal processados em estabelecimentos registrados; VII - instruir, consoante normas específicas, processos de registro e apresentar parecer conclusivo para registro de: a) vinhos, bebidas, vinagres e fermentados acéticos; b) produtos, subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico de origens animal e vegetal; e c) estabelecimentos industriais, manipuladores, fracionadores, importadores, ou exportadores de produtos, subprodutos, derivados e resíduos de origens animal e vegetal; VIII - colher amostras de produtos, subprodutos, derivados, resíduos e materiais de valor econômico de origens animal e vegetal para fins de análise fiscal, controle e registro; IX - estudar e propor alterações de padrões e especificações de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico; X - opinar, emitindo pareceres, sobre pedidos de credenciamento de pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, para execução de atividades de tipificação e classificação de animais, carcaças e produtos de origens animal e vegetal, para o encaminhamento devido; XI - subsidiar o levantamento de necessidades e desenvolver programações de treinamento e formação de classificadores de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e de tipificação e classificação de animais e de produtos de origem animal; XII - acompanhar, orientar e auditar as entidades certificadoras de produtos de origens animal e vegetal credenciadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; XIII - instruir processos administrativos decorrentes de infrações, de acordo com a legislação específica, procedendo a devida notificação; XIV - acompanhar, orientar e realizar auditorias técnicas; XV - coletar, processar e manter os dados dos sistemas de informações relativas às atividades de inspeção e fiscalização de produtos agropecuários, inclusive dados quantitativos e qualitativos; XVI - apoiar e subsidiar a participação da SFA/MAPA em comissões regionais, estaduais e municipais relacionadas às suas competências; e XVII - elaborar relatório anual das atividades exercidas com vistas a subsidiar a elaboração do relatório de gestão anual da Superintendência Federal. VINCULAÇÃO PROGRAMÁTICA – PLANOS INTERNOS (PIs) As ações do SIPAG/AM estão integradas ao Programa de Segurança e Qualidade de Alimentos e Bebidas através dos Planos Internos (PIs), a saber: CONTROPOA - Controle da Qualidade na Garantia da Conformidade, Segurança e Inocuidade dos Produtos de Origem Animal. FISCFRAUDE - Fiscalização Contra a Fraude e a Clandestinidade de Produtos de Origem Agropecuária. INSPANIMAL2 - Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos, Subprodutos e Derivados de Origem Animal. 2 – SISTEMA DE LIDERANÇA A equipe do SIPAG preza a transparência nas ações e uniformidade e eficiência nos procedimentos. Busca-se uma postura acessível e esclarecedora, valorizando-se a importância da colheita de informações para o planejamento de ações e o incentivo para melhoria da qualidade dos produtos inspecionados. Estimula-se o desenvolvimento dos sistemas de autocontrole das indústrias, como a implantação das BPF, dos PPHO e da APPCC, para melhoria da qualidade dos produtos. O Serviço procura a aproximação com os outros órgãos cuja atividade relaciona-se com o Serviço de Inspeção Federal, como o Ministério Público Estadual e Federal, o IBAMA, a Polícia Federal e o Procon. O Serviço procura também, nas oportunidades, levantar dados relevantes sobre as cadeias produtivas com industriais, comerciantes, produtores e pescadores. O SIPAG realiza reuniões com os auxiliares e colaboradores do Serviço, para avaliação e realinhamento das metas programadas, com os demais Fiscais Federais do Serviço, e com os clientes, buscando incremento da eficiência em seus serviços. PRINCIPAIS CLIENTES Os consumidores finais são os principais clientes externos, cuja proteção o Serviço deve prover, no que se refere à segurança alimentar e qualidade dos produtos processados nos estabelecimentos registrados no SIF. Entre os estabelecimentos, são fiscalizados pelo SIPAG aqueles que realizam comércio interestadual e/ou internacional de produtos de origem animal, destacando-se: • estabelecimentos industriais destinados à matança dos animais e industrialização de produtos cárneos ; • entrepostos que recebem e processam pescados e derivados; • usinas de beneficiamento de leite, fábricas de laticínio, postos de refrigeração e entrepostos de laticínios; • propriedades rurais; • casas atacadistas que comercializam produtos de origem animal. ESTRUTURA No Quadro 1 está resumida a estrutura atual do SIPAG/AM, comparada com a necessidade real para o atendimento às demandas do Serviço. Quadro 1. Estrutura atual e necessidade do SIPAG/AM Discriminação Existente Necessidade 4 6 2 4 Aparelho telefone/fax 1 1 Impressora jato de tinta 1 2 Impressora laser 0 1 Linha telefônica 1 2 Ramal telefônico 1 1 Máquina copiadora 0 1 Notebook 0 2 Máquina fotográfica digital 0 2 Termômetro digital para alimentos 1 3 Viatura 0 1 Salas integradas (inclusive ante-salas e arquivos) Computadores ligados em rede e interligados com a rede MAPA 3 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO No Plano Operativo Anual, elaborado no mês de novembro do ano anterior, são relacionadas as metas quantitativas do Serviço. Nos primeiros meses de cada ano confeccionamos também o Plano de Gestão Estratégica para o ano seguinte, com priorização e levantamento dos gastos por meta. As Programações Orçamentárias enviadas ao DIPOA são mensais: até o dia 3 de cada mês é enviada a programação para o mês seguinte. A execução das atividades programadas depende da descentralização dos recursos e do empenho dos valores liberados nos PIs. É programada uma inspeção semestral para cada estabelecimento registrado no SIPAG/AM. Os técnicos do SIPAG/DT/SFA/AM supervisionam as indústrias registradas, acompanhando os procedimentos para adequação das não conformidades apontadas nos relatórios anteriores. Observou-se uma melhora significativa no que se refere à estrutura das instalações e Boas Práticas de Fabricação (BPF) na grande maioria das indústrias sob Inspeção Federal. Solicitou-se uma auditoria do DIPOA, por área, em 2005. Foi realizada auditoria da Divisão de Inspeção de Leite e Derivados em três indústrias de laticínios e um entreposto de mel. 4 – FOCO NO CLIENTE Pretende-se um relacionamento o mais transparente possível com os clientes do Serviço. Estimula-se a disseminação de conhecimentos e a conscientização do consumidor, no contato direto ou na organização de palestras e seminários. O Serviço atua em conjunto com outras unidades através de sugestões, desenvolvimento de sistemas, revisão de formulários e outras ações com o objetivo de atender com agilidade às expectativas dos clientes. Disponibiliza-se a legislação específica, instruções dos procedimentos relativos às atividades e formulários por meio eletrônico. As relações interdepartamentais são observadas de modo a garantir a satisfação do cliente interno, através do fornecimento de pareceres e informações específicas e auxílio técnico para as tomadas de decisão da SFA/AM. 5 – INFORMAÇÃO E ANÁLISE INFORMAÇÃO Os documentos gerados e recebidos são arquivados em pastas próprias. Mapas Estatísticos dos estabelecimentos são elaborados pelos agentes de inspeção nas indústrias e remetidos à sede até o dia 10 do mês subseqüente. O Serviço conta com dois computadores ligados em rede, com compartilhamento de documentos, o que evita a duplicidade e o conflito de documentos. Destacamos os sistemas de controle e gerenciamento de informações do MAPA como importantes instrumentos de trabalho. O Sistema de Gerenciamento de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIGSIF), o Sistema de Gestão de Documentos (SIDOC), o Sistema de Consulta à Legislação (SISLEGIS), o Sistema de Gerenciamento de Informações e Documentações (SIGID) e o Sistema de Informações Orçamentárias e Financeiras (SIOR) auxiliam imensamente o processamento de informações, o planejamento e a tomada de decisões pelo Serviço. A rede interna da Agricultura, os sítios da internet relacionados com a atividade – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Organização Internacional de Saúde Animal e Institutos de Pesquisa – e os serviços de busca provêm informações importantes para os trabalhos do Serviço. A disponibilidade de circulares e outros documentos em meio eletrônico agiliza o processamento das informações. ANÁLISE Para simplificação dos atendimentos são levadas em conta a importância dos eventos, sua urgência, a complexidade, a ordem protocolar dos documentos e as distâncias percorridas, para a priorização de processos, visando maior eficiência. Os projetos ou alterações de plantas de estabelecimentos são analisados previamente pelo Serviço, que emite parecer técnico, remetendo os processos ao DIPOA para apreciação e parecer final. Em relação à análise dos processos para registros de rótulos, os produtos com Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) — iogurte, bebidas lácteas, queijos, dentre outros — são registrados no próprio Estado. Aqueles ainda não regulamentados, bem como novas formulações — sobremesas lácteas, filé de peixe, polpa de peixe e outros — são encaminhados ao DIPOA/MAPA para análise e registro. Ressalte-se que o Serviço ainda não apresenta condições para análise dos rótulos, por conta da não realização de treinamento na área. 6 - RECURSOS HUMANOS Para a execução de todas as atividades retromencionadas, o SIPAG/DT/SFA/AM dispõe de um quadro técnico composto por profissionais de nível médio e de nível superior (Fiscais Federais Agropecuários/Médicos Veterinários), conforme relacionado no Quadro 2. No Quadro 3 expomos o quantitativo de pessoal nos anos de 2004 e 2005, bem como o número necessário para o pleno atendimento da demanda hoje existente no Estado do Amazonas. Quadro 2. Pessoal lotado no SIPAG/AM Nome Função Ornã Teles da Silva FFA Paula Amorim Schiavo FFA Alvim Simões Coelho Agente de Inspeção Gracildo Gomes de Azevedo Agente de Atividades Agropecuárias Manuel Augusto da Silva Agente de Inspeção Iza Porto Técnico de Inspeção Rachel Pio Ferreira Técnico de Inspeção Ricardo Lacerda de Lacerda Sandro Marcos Furtado Lima Técnico de Inspeção Técnico de Inspeção Lotação Chefe do SIPAG Sede Responsável por 1 Indústria Responsável por 2 Indústrias Responsável por 3 Indústrias Sede Responsável por 1 Indústria Sede Sede Quadro 3. Demanda de pessoal do SIPAG/AM FUN ÇÃO 2004 2005 DEMA NDA 02 entrepostos de pescados FFA 0 0 1 AI 0 0 2 01 fábrica de laticínios 02 entrepostos de pescados (sendo 01 habilitado para Lista Geral e UE) FFA 0 0 2 AI 1 1 3 FFA 0 0 1 AI 0 0 2 FFA 0 0 1 AI 0 0 7 FFA 0 0 1 AI 0 0 1 AAA 1 1 1 AI 0 0 1 MUNICÍPIO LOCAL DE LOTAÇÃO Manacapuru Iranduba Itacoatiara 01 entreposto de pescados Boca do Acre 01 matadouro frigorífico de bovinos Parintins 02 entrepostos de pescados Tefé 01 entreposto de pescados (inspeção final para reserva de SIF) MUNICÍPIO LOCAL DE LOTAÇÃO SIPAG/SEDE Manaus 01 entreposto de pescados 01 entreposto de laticínios 01 fábrica de laticínios 01 usina de beneficiamento 01 entreposto de mel e derivados 02 charqueadas (projeto aprovado) 01 matadouro frigorífico de bovinos Boa Vista do Ramos Rio Preto da Eva TOTAL 01 entreposto de mel e cera de abelhas (inspeção final para reserva de SIF) 01 entreposto de pescado (inspeção final para reserva de SIF) 15 estabelecimentos FUN ÇÃO 2004 2005 DEMA NDA FFA 2 2 5 AI 0 3 3 AI 0 0 7 AI 0 1 7 FFA 0 0 1 AI 0 0 1 AI 0 0 1 FFA 2 2 12 AI/ AAA 3 7 36 (FFA – Fiscal Federal Agropecuário / AI – Agentes de Inspeção / AAA – Agentes de Atividades Agropecuárias) Considerando as dimensões territoriais do Amazonas, as particularidades da região e a dificuldade de acesso a alguns de seus municípios, fica patente a necessidade de admissão de novos servidores para dotar o serviço de condições plenas de execução das atribuições previstas. O MAPA realizou concurso para o provimento de vagas para Fiscal Federal Agropecuário e Técnico de Inspeção, contudo, as vagas ainda são insuficientes para atender à demanda. A situação é agravada pela não disponibilidade de pessoal da área meio (administrativo), para compor a equipe de apoio do Serviço, restando aos Fiscais as tarefas inerentes ao pessoal de apoio. Por conta do número reduzido de Agentes de Inspeção alguns assumem a responsabilidade de mais de uma Indústria, conforme quadro acima. Algumas empresas dispõem de Auxiliares de Inspeção contratados na forma do Art. 102, colocados à disposição da Inspeção Federal e delas alguns assumiram a função de responsáveis, situação incompatível com o propósito da contratação. No ano de 2005 registrou-se um acentuado aumento da procura pelos serviços do Serviço, por parte de novos estabelecimentos, esbarrando, porém, na falta de pessoal, obrigando o Ministério a compor as equipes de Inspeção por funcionários das empresas colocados à disposição da Inspeção. Citando o exemplo do Matadouro Frigorífico Agropam, localizado no Município de Boca do Acre, a 1.200 km de Manaus, onde respondia pela Inspeção um Médico Veterinário cedido pelo Estado do Amazonas através de Convênio de Cooperação, e quatro auxiliares de Inspeção contratados pela Prefeitura; o Convênio com o Governo do Estado venceu e não foi possível a renovação. Ainda, no ano de 2005 foi concedido o SIF para um matadouro frigorífico no município de Manaus, porém não foi destinado FFA para compor a equipe de inspeção do estabelecimento. A inspeção é realizada trazendo, a cada 15 dias, um FFA de outra UF, recebendo diárias, o que implica em destinação de recursos descentralizados para este fim em detrimento de outras atividades do SIPAG. Ainda, é sensível a instabilidade da situação, já que os colegas de outros Estados por vezes não podem deslocar-se até Manaus, e nem sempre dispomos de recursos para o pagamento de diárias. Os funcionários contratados para compor a equipe de inspeção destes estabelecimentos (agentes de inspeção) estão em situação trabalhista instável, pois são contratados temporariamente. Desta forma, faz-se necessária a urgente contratação de pessoal para a solução do problema. 7 – PROCESSOS ANALISADOS PELO SIPAG No Quadro 4 está relacionado o número de processos nas diferentes categorias analisados pelo SIPAG no ano de 2005. Quadro 4. Processos analisados no ano de 2005. TIPO DE PROCESSO 2005 Vistoria de Terreno 10 Apreciação de Projetos de Construção 5 Apreciação de Projetos de Reformas 1 Rotulagem 40 Novos registros Alteração Pescado 2 Leite 0 Mel 10 Carne 2 Pescado 0 Leite 6 Mel 20 APPCC 1 Apuração de denúncia 2 Convênio 1 Anuências de Importação 5 Relacionamento 1 Cancelamento de SIF 1 Interdição de SIF 1 Instalação de SIF 1 8 – RESULTADOS DO SERVIÇO ESTABELECIMENTOS REGISTRADOS Em 2005 o SIPAG/DT/SFA/AM cancelou o SIF 3382, um entreposto de pescados, por paralisar suas atividades por tempo superior a um ano. Foram instalados dois novos SIFs (3165 e 3560) e apreciados outros processos que foram indeferidos. No Quadro 5 são demonstrados os estabelecimentos registrados no Estado do Amazonas. O número de estabelecimentos por área foi tomado como base para construção do Gráfico 1. Quadro 5. Estabelecimentos sob Inspeção Federal no Estado do Amazonas. Categoria Entrepostos de Pescados Fábrica de Laticínios Usina de Beneficiamento de Laticínios Entreposto de Laticínios Matadouro Frigorífico de Bovinos Entreposto de Mel e Cera de Abelhas TOTAL 2004 2005 8 (*) 8 (*) 2 2 1 1 1 1 1 2 1 1 14 15 OBS: (*) Um destes entrepostos do Estado está habilitado ao comércio internacional (Lista Geral e EU). Gráfico 1. Estabelecimentos sob Inspeção Federal no Estado do Amazonas por Área 13% 7% 53% 27% Pescado Leite Mel Carne O Quadro 6 apresenta a relação de estabelecimentos por município dentro do Estado do Amazonas. Quadro 6. Estabelecimentos Registrados no Amazonas por Município. Município PESCADO LEITE MEL CARNE Manaus 1 3 1 1 Iranduba 2 1 - - Manacapuru 2 - - - Itacoatiara 1 - - - Parintins 2 - - - Boca do Acre - - - 1 TOTAL 8 4 1 2 Existem 33 estabelecimentos relacionados (casas atacadistas) no SIPAG/AM. RESULTADOS As metas físicas programadas e executadas em 2005 são relacionadas no Quadro 7. Quadro 7. Metas físicas programadas e executadas em 2005. DESCRIÇÃO DAS METAS PROGRAMADAS EXECUTADAS SUPERVISÕES INDUSTRIAIS 36 19 Estabelecimento de pescado 24 9 Estabelecimento de leite 8 6 Estabelecimento de carne 2 3 Estabelecimento de mel 2 1 AUDITORIAS DE BPF E PPHO 3 3 Estabelecimento de leite 2 2 Estabelecimento de mel 1 1 INSTALAÇÃO DE INSPEÇÃO FEDERAL 7 2 COLHEITA PARA ANÁLISE 130 12 Pescado e derivados 40 9 Água de abastecimento 60 3 No exercício da função fiscalizadora os técnicos do SIPAG/DT/SFA/AM lavraram seis autos de infração, sendo um convertido em advertência, quatro em multa e um em interdição, como demonstrado no Quadro 8. Foram lavrados 10 autos de apreensão, resultando num volume de 21,755 kg de pescados; 426, 04 kg de charque; 244,8 kg de iogurte; e 3000 etiquetas falsificadas com o rótulo do SIF apreendidos. Destes, 230,4 kg de iogurte foram doados para entidades assistenciais; 29,510 kg de charque foram condenados e inutilizados. Ressalte-se que o Serviço contou apenas com dois FFAs responsáveis por todas as atividades, além de atenderem aos outros setores da SFA/AM, durante períodos de ausência dos colegas, acumulando funções. Quadro 8. Sanções impostas pelo SIPAG/DT/SFA/AM em 2005. SANÇÕES IMPOSTAS 6 Advertência 1 Multa 4 Interdição 1 APREENSÕES 10 PRODUTOS INSPECIONADOS A Inspeção Federal, na indústria, está pautada na condução das ações com a finalidade de garantir a segurança alimentar, os padrões de conformidade dos produtos, o cumprimento das exigências sanitárias nos procedimentos industriais e a inocuidade dos produtos. No Estado do Amazonas o SIPAG inspeciona as indústrias de laticínios, de pescado, de mel e carne. O Quadro 9 apresenta o quantitativo da produção, por categoria, de produtos inspecionados no exercício de 2005. Quadro 9. Volume de produtos inspecionados pelo SIPAG/AM em 2005. Produtos industrializados Quantidade Unidade Pescado e derivados 9.916.807 Quilogramas Peixe eviscerado congelado 4.827.473 Quilogramas Peixe inteiro congelado 3.689.366 Quilogramas Filé de peixe congelado 1.313.100 Quilogramas Manta de peixe congelada 14.093 Quilogramas Posta de peixe congelada 59.087 Quilogramas Cabeça de peixe congelada 13.688 Quilogramas Leite e derivados 3.166.710 Quilogramas Iogurte com polpa de fruta 3.006.890 Quilogramas Iogurte natural 94.200 Quilogramas Coalhada 4.700 Quilogramas Manteiga comum 7.520 Quilogramas Requeijão Cremoso 6.100 Quilogramas Queijo minas frescal 41.600 Quilogramas Doce de leite pastoso 5.700 Quilogramas Produtos industrializados Quantidade Unidade Mel e derivados 1.480.933 Gramas Mel de abelhas 641.470 Gramas Mel de abelhas com própolis 660.390 Gramas Mel de abelhas com 0,2% de óleo de eucalipto 179.073 Gramas Própolis em solução alcoólica 362 Litros Própolis em solução hidroetanólica 345 Litros Carne e derivados 12.880.870 Carne resfriada de bovinos com osso 10.513.589 Quilogramas Carne congelada de bovino desossada 1.256.356 Quilogramas Miúdos congelados de bovino 557.499 Quilogramas Farinha de carne e osso 515.921 Quilogramas Envoltório salgado de bovino 12.234 Quilogramas Sebo bovino 620.840 Quilogramas Pele salgada de bovino 1.602.009 Quilogramas Bile 1.032 Quilogramas Casco e chifres 21.960 Quilogramas Crina 48 Quilogramas Gramas COLHEITA DE AMOSTRAS Como parte do Programa de Controle de Resíduos, foram colhidas e enviadas ao LANAGRO/PE nove amostras de pescados para análise de metais pesados. Não foi encontrada nenhuma amostra fora do padrão. Foram colhidas ainda três amostras de água de estabelecimentos para concessão de SIF. Estes dados estão resumidos do Quadro 10. Quadro 10. credenciados em 2005. Nº amostras Amostras analisadas Programa por laboratórios Conformes oficiais e Nãoconformes PNCR 9 9 0 3 0 (Controle de Resíduos) 3 Análise de Água APLICAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS No Plano Operativo para o ano de 2005 orçamos a necessidade de R$ 173.470,420 para a realização das atividades do Serviço. Foi descentralizado R$ 31.995,23 em recursos financeiros para o Serviço. Destes, foram liquidados R$ 27.292,70. Estas informações estão resumidas no Quadro 11. Quadro 11. Recursos financeiros em 2005 (R$) PI Solicitado Programado Executado FISCFRAUDE 69.440,00 8.087,28 5.680,88 INSPANIMAL2 104.030,42 23.907,95 21.611,82 173.470,42 31.995,23 27.292,70 TOTAL PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS E EVENTOS O SIPAG/SFA/AM, estimulado pelo sucesso e pelas ações resultantes do I Seminário para Estabelecimento de Estratégias de Combate ao Abate Clandestino, organizado em 2004, realizou o I Seminário para discussão dos problemas na produção e comercialização do queijo coalho no Estado do Amazonas, no dia 13 de setembro de 2005, no Auditório do Ministério Público Estadual do Amazonas. O público inscrito no evento, de 164 pessoas, era composto de produtores, autoridades políticas, médicos veterinários, agrônomos, técnicos agrícolas, comerciantes, consumidores e estudantes, entre outras pessoas interessadas. A programação foi distribuída em oito horas de palestras ministradas pelo Chefe do SIPAG/DT/SFA/AM, Ornã Teles da Silva, professores, promotores e produtores, e abordou temas como: Legislação e Fiscalização de Produtos Derivados do Leite; Análise Microbiológica do Queijo consumido no Estado do Amazonas; Monitoração de Doenças de Veiculação Hídrica; Implicações Legais em Saúde Pública; Serviço de Inspeção do Estado; Organização de Ações para Redução de Fatores Estranguladores da Produção de Queijos Oriundos das Pequenas Propriedades Leiteiras; Ações do Governo do Estado do Amazonas para melhoria da Qualidade do Queijo Regional; Situação da Pecuária Leiteira dos Pólos Produtivos de Autazes, de Murutinga e Pólo Sede Autaz Mirim; Situação da Pecuária Leiteira em Itacoatiara; e o Projeto da Cadeia Produtiva do Leite no Município de Autazes. Folhetos sobre o Serviço de Inspeção Federal foram distribuídos nos eventos dos quais a SFA/AM participou. TREINAMENTOS REALIZADOS O SIPAG/SFA/AM, utilizando recursos descentralizados, treinou dois Técnicos de Inspeção de Produtos de Origem Animal, através de acompanhamento na linha de inspeção. Sugeriu-se 160 h de treinamento na linha de inspeção para cada Técnico, no entanto só foi possível um treinamento de 80 h para cada um deles. A Técnica de Inspeção de Produtos de Origem Animal Rachel Pio Ferreira acompanhou as atividades de inspeção do SIF 2058 (Matadouro Frigorífico) no período entre 02 e 15/10/2005. O Técnico de Inspeção de Produtos de Origem Animal Ricardo Lacerda de Lacerda realizou acompanhamento das atividades de inspeção de pescados do SIPAG/PA, no período de 02 a 14/10/2005. O FFA Ornã Teles da Silva também participou de treinamento em tecnologia e inspeção de mel e produtos apícolas promovido pelo DIPOA, utilizando recursos descentralizados para o evento. A FFA Paula Amorim Schiavo participou de treinamento em inspeção, tecnologia e qualidade de produtos da pesca e aqüicultura promovido pelo DIPOA. Ambos os treinamentos foram realizados no período de 21/11 a 03/12/2005. VIGILÂNCIA DO TRÂNSITO INTERNACIONAL DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS - VIGIAGRO PROGRAMA: SEGURANÇA INTERNACIONAL DE FITOZOOSANITÁRIA NO TRANSITO PRODUTOS AGROPECUARIOS. UNIDADE: VIGIAGRO/AM O Programa de Segurança Fitozoosanitária no Trânsito Internacional de Produtos Agropecuarios é executado no estado do Amazonas pelo Sistema de Vigilância do Trânsito Internacional de Produtos Agropecuários – VIGIAGRO , sediado em Manaus. 1. COMPETÊNCIAS REGIMENTAIS DO VIGIAGRO: De acordo com a Portaria Ministerial n.º 300, de 16 de Junho de 2005, as competências do Vigiagro são as seguintes: Fiscalizar o cumprimento das exigências estabelecidas para o trânsito internacional, realizando exames de animais vivos, a inspeção de produtos e derivados de origem animal e vegetais e de vegetais e partes de vegetais, bem como de forragens, boxes e materiais de acondicionamento, agrotóxicos, seus componentes e afins, visando o desembaraço aduaneiro na importação ou na exportação; Examinar, em articulação com as autoridades aduaneiras, a bagagem de passageiros, acompanhada ou não, com vistas a detectar produtos e derivados de origem animal ou vegetal, que possam veicular agentes etiológicos de doenças e pragas; Aplicar medidas de desinfecção e desinfestação, a animais e vegetais, partes de vegetais, de seus produtos e derivados, além de materiais de acondicionamento e veículos, quando se fizer necessário; Aplicar medidas de apreensão, interdição ou destruição a animais, vegetais, partes de vegetais, de seus produtos e derivados, quando passíveis de veicular agentes de doenças ou pragas que constituam ameaça à agropecuária nacional; Expedir certificados sanitários para trânsito interestadual ou internacional de animais, vegetais ou partes de vegetais, produtos ou derivados de origem animal ou vegetal, materiais biológicos ou materiais de multiplicação animal ou vegetal, com base nos certificados sanitários de origem. 2. Estrutura Organizacional e Unidades do VIGIAGRO/AM : O Vigiagro/AM faz parte do sistema pertencente ao Programa de Vigilância Agropecuária Internacional – VIGIAGRO, instituído pela Portaria Ministerial nº. 297, de 22.6.1998. O VIGIAGRO/AM é subordinado a DIRETORIA TÉCNICA/SFA/AM, e a ele estão vinculados as seguintes unidades: - Porto de Manaus; - Aeroporto Internacional Eduardo Gomes; - Porto Superterminais; - Porto Chibatão - Porto de Itacoatiara - Estação aduaneira- Aurora EADI - Porto/Aeroporto/ fronteira Tabatinga - Parintins O atendimento para fiscalização é feito nos seguintes locais: LOCAL MUNICIPIO PORTO DE MANAUS MANAUS AEROPORTO INT. EDUARDO MANAUS GOMES PORTO SUPERTERMINAIS MANAUS PORTO CHIBATÃO MANAUS PORTO DE ITACOATIARA ITACOATIARA EADI MANAUS TABATINGA* TABATINGA PARINTINS * PARINTINS • A Unidade de Parintins será transformada em uma ULTRA ( unidade técnica regional) • A unidade de Tabatinga esta desativada por falta de FFAs para execução das atividades. UNIDADE DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA EM ITACOATIARA A fiscalização da unidade de Vigilância Agropecuária em Itacoatiara é provida de uma estrutura satisfatória, sem custos funcionais para o MAPA. A HERMASA disponibiliza sala, computadores e móveis para as inspeções. Ao longo do tempo, percebe-se que há uma sazonalidade do serviço não exigindo a presença de servidor em tempo integral na unidade. Portanto o atendimento é feito conforme a demanda se deslocando um FFA de Manaus para efetuar o atendimento, evitando assim a subutilização de FFAs quando a carência nas unidades de Manaus é enorme. POSTO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA NA AURORA – EADI A EADI, localizada no Distrito Industrial de Manaus, atende basicamente à Portaria 499/99 e a IN 04/04. A fiscalização dos “pallets” é intensa e, em menor escala, as importações de bebidas, fermento e outros produtos que necessitam a anuência do MAPA. A empresa concedeu ao Ministério uma sala equipada com dois microcomputadores, móveis, e linha telefônica. A impossibilidade de executar telefonemas interurbanos e celulares, além da indisponibilidade de veículo para realização de atividades externas ,são fatores limitantes para o desempenho das atividades nesse posto. Além disso, é crescente a demanda de fiscalização aos fins de semana para atendimento das empresas da Zona Franca de Manaus, algo de difícil execução, já que o Vigiagro/AM dispõe de quadro reduzido de fiscais e auxiliares. Desta forma, ratifica-se a necessidade de contratação por concurso público de novos servidores. POSTO DE MANAUS VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA NO PORTO DE O porto de Manaus apresentava-se como a unidade de maior movimentação dentre todas às pertencentes ao Uvagros/SFA/AM (posição atualmente ocupada pelo Superterminais). No entanto, com o advento dos portos alfandegados particulares, houve redução no número de processos nesta unidade. Para tanto, é atendida a portaria 499/99, IN 04/04, as exportações de diversos produtos regionais, além da importação de mercadorias de competência deste Ministério. É importante destacar que não é feito o controle dos resíduos sólidos dos navios cargueiros e cruzeiros que aportam nesta unidade pela falta de efetivo e de treinamento aos fiscais do PVA da área animal e vegetal. POSTO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA NO AEROPORTO INTERNACIONAL EDUARDO GOMES Atualmente, o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes é o terceiro maior do País em movimentação de cargas. Não obstante, ainda existe deficiência de pessoal de nível superior, auxiliares técnicos e administrativos para a execução das ações da uvagro que precisa trabalhar em regime de plantão para atender à demanda da clientela que cresce expressivamente a cada ano mas, não o faz pois não existe numero suficiente de FFA para implantar o sistema. As instalações nesse posto são modestas, não há computadores suficientes, e nem todos estão conectado à rede (Internet/Intranet), o que dificulta a comunicação com a sede e os demais postos. Entretanto, é esperado que com a conclusão do terminal de cargas III e breve transferência de todo o serviço para as novas instalações, segundo informações da Infraero, haja maior disponibilidade de espaço e infraestrutura. As ações da área vegetal são basicamente no atendimento à portaria 499/99 e IN 04/04. Na área animal, a exportação de peixes ornamentais assume grande parte das ações efetivadas. Para efetuar o atendimento da exportação de peixes que necessitam exportar nos finais de semana foi montado o plantão de 24hs só com os médicos veterinários. Este plantão acaba causando a subutilização dos mesmos já que a demanda se concentra no período da manha e nos finais de semana. O mesmo deve ser extinto no exercício de 2006 e os FFAs irão desenvolver outras atividades ligadas à defesa animal (ex: gripe aviária, febre aftosa, e fiscalização nos aquários exportadores de peixes ornamentais). A fiscalização da ala de passageiro não é mais realizada desde de outubro de 2004 por se entender que além de ser uma atividade exclusiva do Fiscal Federal Agropecuário também os temos numero suficiente. A falta de laboratórios credenciados no País para executar diagnóstico de patologias infecciosas de peixes, tem impedido o embarque de peixes ornamentais para a Itália, França,Espanha, China desde a implantação de novos certificados zoossanitários internacional específico para cada país. POSTO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA NO SUPERTERMINAIS A empresa superterminais disponibilizou a SFA/AM sala equipada com quatro microcomputadores, mesas, cadeiras, frigobar,etc, possibilitando assim a instalação da Unidade de vigilância agropecuária. Ao longo desses últimos três anos, a melhor estruturação dos serviços portuários fizeram desta unidade a de maior movimentação dentre todas as demais unidades portuárias . Atualmente, o superterminais conta com dois fiscais federais, um engenheiro agrônomo e um auxiliar de fiscalização, estes últimos cedidos a SFA/AM por Termo de cooperação técnica com o governo do estado do Amazonas. Além do atendimento à portaria 499/99 e IN 04/04, a Unidade /Superterminais atende a importações de produtos de origem animal e vegetal e seus derivados, além de ser o mais importante posto de desembaraço de exportações de madeira. Também é importante dizer que os resíduos sólidos dos navios internacionais que operam nesta unidade não são fiscalizados, por número insuficiente de efetivo, além da falta de treinamento dos fiscais. POSTO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA NO CHIBATÃO O Chibatão é um porto alfandegado privado construído no ano de 2003. Foi concedida ao Ministério da Agricultura ótimas instalação, disponibilizando dois microcomputadores, geladeira, mesas, cadeiras, armários, máquina reprográficas, dentre outros. Por não dispormos de FFAs suficiente para ficarem tempo em integral na unidade, os fiscais do Superterminais, se deslocam até o Chibatão todos os dias pelo período da manhã e desembaraçam as cargas de competência deste Ministério. Entretanto, observa-se aumento constante na demanda dos serviços na unidade, de forma que muito em breve haverá lotação permanente de fiscais e auxiliares nesta unidade operacional. POSTO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA EM PARINTINS O posto de Parintins conta com um médico veterinário e um auxiliar de fiscalização. Na prática, esta unidade seria melhor identificada não como unidade de vigilância agropecuária, mas sim Unidade Regional da SFA/AM, visto que além das eventuais demandas do Vigiagro, os servidores lá lotados atendem às necessidades de todos os serviços de competência do Ministério da Agricultura, assumindo relevante importância às ações de Defesa Animal, Fomento e Fiscalização Animal e Inspeção de Produtos de Origem Animal. Por tratar-se de uma cidade turística, Parintins recebe um número significativo de cruzeiros, o que necessitaria a fiscalização dos resíduos sólidos.Porém, da mesma forma que as demais unidades, a falta de treinamento específico impede a execução desta tarefa. POSTO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA EM TABATINGA Tabatinga encontra-se no extremo oeste do estado do Amazonas e faz fronteira com a Colômbia e Peru. Trata-se de uma região de alta periculosidade por ser rota internacional de narcotráfico e pela presença da guerrilha colombiana armada. Cabe ressaltar que não há qualquer estrutura física deste Ministério, de forma que o fiscal lá lotado encontrava-se em extremas dificuldades para a execução de suas tarefas. Além disso, todo o serviço está por ser implantado, o que necessitaria um cadastro completo dos clientes que há muito exploram o comercio internacional de competência do Ministério da Agricultura, não obstante a ausência do mesmo. Ademais, por tratar-se de um município amazônico e grande parte do trânsito ocorrer por via fluvial, é imprescindível a aquisição de lanchas e barcos para atender à demanda do serviço. É importante ressaltar que há grande necessidade de médicos veterinários nesta unidade, já que a comercialização de pescado, bovino e outros é muito intensa na fronteira. Esta unidade está desativada desde de outubro de 2004 quando o único FFA, engenheiro agrônomo, lotado na região retornou a SFA/AM por motivos de segurança e ausência de infra-estrutura no local. 3. SUPORTE LEGAL DA ATIVIDADE: O Vigiagro operacionaliza suas ações de fiscalização com base nas normas estabelecidas pelos Departamentos Técnicos do Órgão Central, podendo citar, dentre outras: Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal (Decreto n.º 24.114, de 12.4.34) e legislação complementar; Regulamento de Defesa Sanitária Animal (Decreto n.º 24.548, de 3.7.34 ) e legislação complementar; Regulamento de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Animal (Decreto n.º 1.255, de 25.6.62) e legislação complementar; Decreto Legislativo n.º 30, de 15.12.94, que cria a Organização Mundial do Comércio e estabelece normas, inclusive de ordem sanitária; Portaria Ministerial n.o 297, de 22.6.98 – Cria o Programa VIGIAGRO; Portaria Ministerial n.º 300/2005 - Regimento Interno das SFA’s, Portaria Interministerial nº 499/99- Trata de Embalagem de Madeira dos paises asiáticos e EUA Instrução Normativa nº 04/04- Normatiza transito internacional de embalagens de madeira com base na NINF 15 Instrução Normativa nº 26, de 12.6.00 - Manual de Procedimentos Operativos da Vigilância Agropecuária Internacional nos Portos, Aeroportos e Postos de Fronteira; Legislações específicas de: • sementes e mudas - material de propagação; • agrotóxicos e afins; • fertilizantes, corretivos e inoculantes; • vinhos, bebidas e vinagres; • padronização e classificação de vegetais; • insumos pecuários; • produtos biológicos para uso animal; • medicamentos de uso veterinário; • alimentação animal. 4. FORÇA DE TRABALHO DO VIGIAGRO/AM: A força de trabalho do Vigiagro conta atualmente com 23 colaboradores entre técnicos e auxiliares. Tendo em vista os diversos pontos de atendimento já relacionados anteriormente o déficit de pessoal é considerável, conforme demonstra a tabela a seguir: Lotação de servidores do Vigiagro/SFA/AM Categoria funcional Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agentes Administrativos Total: Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal 8 9 7 8 20 2 3 3 5 5 5 16 5 17 8 18 10 23 12 37 Lotação de servidores do PVA/PORTO Categoria funcional Lotação Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agentes Administrativos Total: 2002 2003 2004 2005 Ideal 3 3 2 2 2 0 0 0 0 1 3 6 3 6 1 3 2 4 2 5 Lotação de servidores do PVA/EADI Categoria funcional Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agentes Administrativos Total: Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal 1 1 1 2 4 0 0 0 0 1 1 2 1 2 1 1 1 3 2 7 Lotação de servidores do PVA/PORTO SUPERTERMINAIS Categoria funcional Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agentes Administrativos Total: Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal 0 2 2 2 4 0 0 0 0 1 0 0 2 4 2 4 2 4 3 8 Lotação de servidores do PVA/ITACOATIARA Categoria funcional Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal Engº Agrônomos (FFA) 1 1 1 1* 1 Médicos Veterinários (FFA) 0 0 0 0 1 Agentes Administrativos 0 0 0 0 1 Total: 1 1 1 1 3 * FFA que atende a esta unidade também reponde pela Chefia do Vigiagro-am. Lotação de servidores do PVA/AEROPORTO Categoria funcional Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agentes Administrativos Total: Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal 4 4 1 1 5 2 2 3 4 5 1 7 1 7 2 6 4 9 4 14 Lotação de servidores do PVA/Parintins Categoria funcional Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agente Ativ.Agropecuária Total: Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal 0 0 0 0 2 1 1 1 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 2 6 Lotação de servidores do PVA/TABATINGA Categoria funcional Engº Agrônomos (FFA) Médicos Veterinários (FFA) Agentes Administrativos Total: Lotação 2002 2003 2004 2005 Ideal 0 1 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 1 0 0 0 0 3 7 5. RECURSOS FINANCEIROS : As ações da Vigilância Agropecuária – Vigiagro relativas ao Programa Segurança Fitozoosanitária no Trânsito de Produtos Agropecuários são: Segurança e Fiscalização do Transito Internacional de Animais e Seus Produtos; Segurança e Fiscalização do Trânsito Internacional de Vegetais e Seus Produtos. Os PI relativos às ações acima citadas são o FISCANIMAL e FISCPLANTA, respectivamente. Os recursos financeiros são necessários para manutenção do serviço nos Portos e Aeroporto de Manaus e Porto de Itacoatiara e Parintins onde o serviço possui escritórios estabelecidos e é necessário recursos para montar um escritório em Tabatinga. Especificamente são utilizados para o pagamento de deslocamento para atendimento em Itacoatiara uma vez que o atendimento é feito conforme a demanda não ficando um fiscal fixo na unidade, bem como aquisição de equipamentos, material de acondicionamento, material de expediente, impressos gráficos, equipamentos de segurança, material de informática e outros. 6. RELAÇÃO CUSTO/BENEFÍCIO DA ATIVIDADE : Os custos necessários para a manutenção do serviço de vigilância nos portos e aeroportos e a interferência nas atividades que envolvam o trânsito de animais, vegetais e seus produtos, além de insumos utilizados na agropecuária, sejam transportadas como carga, encomenda ou bagagem acompanhada, são insignificantes quando comparados com os prejuízos gerados pela simples notificação de ocorrência de pragas vegetais e doenças de animais introduzidas e/ou estabelecidas em qualquer País. Portanto, as medidas quarentenárias adotadas pela vigilância agropecuária geram incalculáveis benefícios de cunho econômico-social, uma vez que a introdução de pragas e doenças em nossas culturas ou rebanho pode consumir milhões de dólares em programas de controle, contenção ou erradicação e ainda, provocar rechaço de nossos produtos pelos paises importadores, colocando em risco bilhões de dólares/ano em exportações do setor do agronegócio brasileiro. 7. Relacionamento Institucional do VIGIAGRO – Interno e Externo O Vigiagro mantém: Relacionamento de ordem técnica com todas as seções técnicas da SFA, os quais instruem, acompanham e orientam as atividades do transito relativas às respectivas áreas, através de reuniões periódicas com as mesmas; Interface externa com os demais Órgãos que atuam, dentro das suas áreas de competência, na fiscalização do trânsito internacional de produtos e insumos agropecuários, por meio de relacionamento direto ou fazendo parte de Comissões como a Comissão Local do PROHAGE (Portos de Manaus, superterminais e Chibatão) e das Comissões de Segurança, de Facilitação e Coordenação da INFRAERO em Manaus. 8. RESULTADOS - DADOS E INFORMAÇÕES Nas tabelas a seguir apresentamos os dados e informações resumidas relativos à atividade de vigilância e fiscalização do trânsito do ano de 2005, especificamente sobre os produtos agropecuários certificados/despachados: 8.1 IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS – 2005 Numero de Importações - 2005 UVAGRO UNIDADE Nº de partidas PORTO DE MANAUS inspecionadas PORTO SUPERTERMINAIS Nº de partidas e PORTO CHIBATÃO * inspecionadas Nº de partidas PORTO DE ITACOATIARA inspecionadas AEROPORTO Nº de partidas INTERNACIONAL inspecionadas Nº de partidas EADI inspecionadas Nº de partidas TABATINGA inspecionadas Nº de partidas PARINTINS inspecionadas Nº de partidas TOTAL inspecionadas QTDE 3.404 19.311 03 38.060 38.322 - 99.100 • • • • • O atendimento no Porto Chibatão é feito pelos FFAs do Porto Superterminais, devido a carência de fiscais. A grande maioria das importações se refere a embalagens de madeira, devido a Zona franca de Manaus ser um grande importador de componentes eletroeletrônicos para o abastecimento das industrias do PIM. A unidade de Tabatinga Não está em exercício devido à carência de FFAs sendo todo o efetivo lotado em Manaus para atender a demanda. A unidade de Parintins também desenvolve trabalhos na área de Defesa Animal. As importações na unidade de Itacoatiara se referem à importação de fertilizantes. • 8.2 EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS – 2005 TOTAL DE PRODUTOS EXPORTADOS COM CERTIFICACAO – 2005 UVAGRO UNIDADE QTDE CERTIFICAÇÃO PORTO DE MANAUS EMITIDA 252 PORTO SUPERTERMINAIS CERTIFICAÇÃO e PORTO CHIBATÃO * EMITIDA 859 CERTIFICAÇÃO PORTO DE ITACOATIARA EMITIDA 59 AEROPORTO CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL EMITIDA 1526 CERTIFICAÇÃO EADI EMITIDA 0 CERTIFICAÇÃO TABATINGA EMITIDA CERTIFICAÇÃO PARINTINS EMITIDA CERTIFICAÇÃO TOTAL EMITIDA 1.170 • As exportações da unidade Aeroporto se referem a exportação de peixes ornamentais vivos, as exportações da área vegetais via aérea são esporádicas. • Nos portos a maioria das exportações se referem a exportação de madeira. • A unidade de Itacoatiara exporta Soja em grãos ,farelo de soja e óleo de soja,vindos do Centro -oeste através da hidrovia do rio madeira. 8.3. FISCALIZAÇÃO NO AEROPORTO INTERNACIONAL EDUARDO GOMES TERMINAL DE PASSAGEIROS – TPS / BAGAGEM. No. DE QUANT. UN. MEDIDA ADOTADA APREENSOES No. DE VÔOS 288 No. DE PASSAGEIROS 10770 PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TOTAL 11058 * A UNIDADE Aeroporto não faz fiscalização na área de passageiro devido ao numero insuficiente de FFAs Agrônomos para implantação do sistema de plantão, uma vez que a maioria dos vôos ocorre à noite e no fim de semana. Esta carência de FFAs para efetuar as inspeções de bagagens deixa o país exposto a um grande risco de entrada de pragas exóticas podendo vir a causar grandes prejuízos à agricultura nacional. 9. INDICADORES DE DESEMPENHO O Programa Segurança Fitozoossanitária no Trânsito de Produtos Agropecuários tem como objetivo Impedir a introdução e disseminação de pragas e doenças na agropecuária. E tem como ação a: a) Vigilância e Fiscalização do Trânsito Internacional de Vegetais e seus Produtos - Tem como finalidade Impedir a entrada, no país, de pragas de vegetais oriundos de outros países, com vistas a evitar danos à economia, ao meio ambiente e à saúde da população, bem como garantir a fitossanidade de produtos nacionais e sua exportação. A ação se dá por meio da vigilância e controle fitossanitário em portos, aeroportos e postos de fronteira do país, por meio da análise documental e da inspeção de partidas de vegetais, suas partes, produtos e subprodutos. b) Vigilância e Fiscalização do Trânsito Internacional de Animais e seus Produtos – Tem como finalidade impedir a entrada e a disseminação, no País, de doenças de animais e seus produtos, oriundos de outros países, com vistas a evitar danos à economia, ao meio ambiente e à saúde da população. Da mesma forma esta ação se dá por meio da vigilância e controle zoosanitário em portos, aeroportos, postos de fronteira e estações aduaneiras interiores, tanto nas importações como nas exportações de produtos animais. Ambas as ações são executadas de forma direta por meio da atuação dos Fiscais Federais Agropecuários do MAPA que verificam a legalidade do trânsito internacional dos citados produtos e possuem como unidade de medida partida inspecionada. Neste relatório, portanto, serão analisados os indicadores de eficácia e de efetividade e Eficiência-Produtividade. Para tanto apresentamos no quadro a seguir os dados da programação relativa ao ano de 2005, bem como o executado. DESPACHOS PROGRAMADO(*) 1.1. AREA VEGETAL REQUERIMENTOS ANALISADOS E 100.000 DESPACHADOS REQUERIMENTO PARA FISC. EMBALAGEM DE Ind MADEIRA TERMO DE FISCALIZAÇÃO (*) 100.000 TERMO DE OCORRÊNCIA NA EXPORTAÇÃO Ind CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO (*) 1.000 REALIZADO 102.296 98.643 80.086 198 1.171 1.2. AREA ANIMAL – EXPORTACAO(**) REQUERIMENTOS ANALISADOS 1.150 1525 TERMO DE FISCALIZAÇÃO (*) 1.150 1.525 CERTIFICADO ZOOSANITÁRIOINTERNACIONAL (*) No caso das embalagens de madeira são emitidos somente quando há verificação física da mercadoria. 9.1. ANÁLISE DA EFICÁCIA DAS AÇÕES: Destacando-se, entre os dados acima, os Requerimentos analisados e despachados , para aplicação do cálculo para medição da eficácia absoluta e relativa, temos: 1. VA=QR-QP 2.VR=[(QR:QP) x 100] – 100 onde: VA= Variação absoluta VR = Variação relativa QR= Quantidade realizada do produto da ação. QP= Quantidade programada do produto da ação. Então: AÇÃO VARIAÇÃO INDICADOR DO Trânsito Internacional de Trânsito Internacional de Vegetais e seus Produtos Animais e seus Produtos VA=QR – QP VA=QR – QP VA = 102.296-100.000 VA = 1.525-1.150 Absoluta VA=2.296 VA=375 VR=[(QR:QP) x100] – 100 VR=[(QR:QP) x100] – 100 VR=[(102.296:100.000) x VR=[(1.525:1150) x100] – Relativa 100] – 100 100 VR=2,296% VR=32,61% COMENTÁRIOS SOBRE A EFICÁCIA: A programação foi elaborada com base na execução das atividades dos últimos 2 anos. No entanto, visto que o comércio internacional pode sofrer variações nas quantidades de produtos agropecuários exportados ou importados, devido a inúmeras variáveis, entre elas, a flutuação do câmbio e a imposição de restrições de ordem sanitária pelos paises, etc. Os resultados encontrados são positivos, porém, estes indicadores poderiam variar, inclusive negativamente, com relação às metas programadas, pois as variáveis citadas influenciam diretamente na demanda do serviço. Este ano com a queda do dólar fez aumentou o numero de importações do Distrito Industrial de Manaus. 9.2. ANÁLISE DA EFETIVIDADE DAS AÇÕES: Utilizando-se o mesmo principio utilizado para medição da eficácia com relação à unidade de medida, temos: 1.VA=QR-QT 2.VR=QR:QP x 100 onde: VA= Variação absoluta VR = Variação relativa QR= Quantidade realizada do produto da ação. QP= Quantidade programada do produto da ação. QT= Quantidade total de unidades Para possibilitar o calculo da variação absoluta da efetividade a Quantidade Total foi considerada como o total de requerimentos analisados (cargas e encomendas) e a Quantidade Realizada foi considerado o numero de Termo de Fiscalização emitidos. Então: VARIAÇÃO INDICADOR Absoluta Relativa DO AÇÃO Trânsito Internacional de Trânsito Internacional de Vegetais e seus Produtos Animais e seus Produtos VA=QR – QT VA=QR – QT VA = 80086-102296 VA = 1525 – 1525 VA= (-) 22.210 VA=0 VR=QR : QP x100 VR= (QR : QP) x100 VR=(80086: 100000) x 100 VR=(1525 : 1525) x100 VR=80,08% VR=100% COMENTÁRIOS SOBRE A EFETIVIDADE: A efetividade absoluta que compara o universo de número total de requerimentos analisados demonstra que 22.210 unidades do PI FISCPLANTA não foram fiscalizadas ou seja não passaram por inspeção física da mercadoria. Estes números correspondem aos casos de processos de importação de embalagens de madeira, onde somente é feita a análise documental e emitido TERMO DE COMPROMISSO autorizando o tratamento fitossanitário das embalagens por empresa credenciada no MAPA fora da área primária. Este procedimento é adotado para o cumprimento da Portaria499/99 e IN 04/04 e por ser impossível realizar 100% das inspeções físicas considerando o numero de FFAs disponíveis nas unidades. Nas unidades do Aeroporto e EADI as cargas ficam armazenadas nos armazéns o que favorece a fiscalização, sendo que 100% das cargas passam pela verificação física. As unidades Porto de Manaus e Superterminais por apresentar na sua grande maioria cargas armazenadas em containers e por estes ficarem dispostos nos pátios dos terminais a inspeção física fica prejudicada devido ao numero elevados de container a serem fiscalizados e pela dificuldade de movimentação dos mesmos nos pátios , isso em conseqüência do numero reduzido de fiscais nestas unidades, o que nos força a adotar o procedimento de emissão de termo de compromisso para dar vazão ao grande numero de requerimento. Vale ressaltar que 100% das partidas destinadas a exportações no Vigiagro-am sofrem inspeção física da mercadoria antes da certificação. No setor animal por se tratar de carga viva os requerimentos são registrados somente se a documentação e a carga estiverem aptas a serem exportadas com isso 100% dos processos são fiscalizados. Concluindo que todas as unidades do FISCANIMAL foram inspecionadas. 9.3. ANÁLISE DA EFICIÊNCIA-PRODUTIVIDADE DAS AÇÕES: Quantidade total de requerimentos despachados - QT Nº de fiscais envolvidos- NF indicador- Produtividade por Fiscal Anual- PFA VARIAÇÃO INDICADOR Absoluta anual Relativa Mensal DO AÇÃO Trânsito Internacional de Trânsito Internacional de Vegetais e seus Produtos Animais e seus Produtos PFA= QT : NF PFA = QT : NF PFA = 12296:08 PFA= 1525:04 PFA=12787 PFA=381,25 PF = PFA : 12 PF = PFT:12 PF = 12787:12 PF = 381,25:12 PF=1.065,53 PF=31,37 COMENTÁRIO SOBRE A EFICIÊNCIA-PRODUTIVIDADE Podemos constatar na área vegetal que o numero de processos por fiscal (produtividade) é extremamente alto, comprovando ser praticamente inviável a inspeção física de todos os processos. Em última análise esses números são bem-vindos, pois demonstram que a demanda de fiscalização é muito alta e esta acima da capacidade de execução considerando o numero de FFAs que dispomos hoje. Portanto fica claro que não estamos cumprindo completamente o objetivo do Programa, que é evitar a introdução de pragas exóticas de vegetais e animais que possam causar danos econômicos a agricultura do país , ou seja, a vigilância do trânsito internacional de produtos agropecuários no estado do amazonas não esta sendo efetiva por carência de FFA. GRUPO DE TRABALHO DO VIGIAGRO/AM: Edilene Cambraia Soares – FFA- Chefe de gestão do vigiagro-AM- Sede Janaina Santos de Melo- Secretaria- Sede Sebastião de Melo Lisboa- FFA- Uvagro EADI Esequiel da Silva Araújo- FFA- Uvagro EADI Maria das Mercês R. Rodrigues -Aux.Administrativo- Uvagro EADI (*) Daniela Maria Santos Nery- FFA- Uvagro Superterminais e Chibatão Daniel Gustavo Brás Rocha- FFA- Uvagro Superterminais e Chibatão Ângela Lucia de Araújo Tavares- Engº Agrº- Uvagro Superterminais e Chibatão(**) Ájax de Suza Ferreira- Aux. Administrativo- Uvagro superterminais e Chibatão(**) Adauto Moisés Cardoso Carneiro- FFA- Uvagro Porto de Manaus Denise Fernandes da Silveira - FFA- Uvagro Porto de Manaus Lucio Lima Matos- Aux. Administrativo- Uvagro Porto de Manaus Cláudio Ferreira Mota- Aux. Administrativo- uvagro Porto de Manaus (*) Rubens de Siqueira Lima – FFA- Uvagro Aeroporto Mauricio Normand Tosta Pecantet- FFA- Uvagro Aeroporto Kátia Martins Baptistella- FFA- Uvagro Aeroporto João Nolberto Ormay- FFA- Uvagro Aeroporto Daniel Carvalho de Almeida- FFA- Uvagro Aeroporto Maria do Socorro Vasconcellos Palheta- Aux. Adm.- Uvagro Aeroporto(***) Ivana Marjorie de Oliveira Reis- Auxiliar . – Uvagro aeroporto Carlos Alberto de de Souza Ferreira- Auxiliar - Uvagro Aeroporto Paulo Oscar Serrão dos Santos- Auxiliar- Uvagro Aeroporto Hermes Rômulo de Araújo Pessoa- FFA- uvagro Parintins (*)- Funcionários da CONAB em exercício no SFA/AM (**)- Servidores do Estado cedido por termo de cooperação técnica (***)- servidora terceirizada SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO AGROPECUÁRIA SEFAG/AM PROGRAMA: Qualidade de Insumos e Serviços Agropecuários OBJETIVO: Salvaguardar a produção e a produtividade agropecuária pela garantia de níveis adequados de conformidade e qualidade dos insumos básicos colocados à disposição dos produtores. PI: FISCALSEM AÇÃO: Fiscalização de Sementes e Mudas PI: FISAGROTÓX AÇÃO: Fiscalização de Agrotóxicos PI: FISFECOI AÇÃO: Fiscalização de Fertilizantes, Corretivos e Inoculantes PI: FISCINAN AÇÃO: Fiscalização de Insumos Destinados à Alimentação Animal PI: FISPROVET AÇÃO: Fiscalização de Produtos de uso Veterinário PI: FISCIGENE AÇÃO: Fiscalização de Material Genético Animal 1. PERFIL 1.1. NEGÓCIO E MISSÃO As principais atribuições do Serviço de Fiscalização Agropecuária são: fiscalização de estabelecimentos fabricantes de alimentos para animais, fiscalização de estabelecimentos fabricantes e comerciais de produtos de uso veterinário, fiscalização e inspeção dos campos de multiplicação de sementes, viveiros de produção de mudas e estabelecimentos que produzem e comercializam sementes, mudas, fertilizantes, corretivos, inoculantes e biofertilizantes, além de manter o registro dos produtores destes insumos e dos estabelecimentos comerciais do ramo, com o objetivo de garantir aos consumidores, produtos de boa qualidade. A execução das atividades do Serviço de Fiscalização Agropecuária se realiza sob os princípios que regem a administração pública, exercendo os princípios da legalidade, finalidade, impessoalidade, moralidade e probidade administrativa, publicidade e eficiência. A fiscalização ocorre nos estabelecimentos e produtos, segundo o que dispõe a legislação pertinente, ou seja, Lei 10.711 de 05 de agosto de 2003 e seu regulamento, aprovado pelo Decreto 5.153 de 23 de julho de 2004, Lei 6.894 de 17 de dezembro 1980 e seu regulamento, aprovado pelo Decreto 86.955 de 18 de fevereiro de 1982, Lei 7.802 de 11 de julho de 1989 e seu regulamento aprovado pelo Decreto 4.074 de 04 de janeiro de 2002, Lei 6.198 de 26 de dezembro de 1974 e seu regulamento, aprovado pelo Decreto 76.986 de 06 de janeiro de 1976, Decreto-Lei 467 de 13 de fevereiro de 1969 e seu regulamento, aprovado pelo Decreto 5.053 de 22 de abril de 2004, Lei 6.446 de 05 de outubro de 1977 e seu regulamento, aprovado pelo Decreto 187 de 09 de outubro de 1991,bem como, os demais atos administrativos complementares. 1.2.PRINCIPAIS CLIENTES Os principais clientes externos do SEFAG são os produtores, comerciantes, exportadores e importadores de sementes e mudas; os produtores e comerciantes de fertilizantes, corretivos, inoculantes e biofertilizantes; fabricantes e comerciantes de alimentos para animais, fabricante e comerciantes de produtos de uso veterinário as empresas especializadas em aviação agrícola; as associações de classe; os sindicatos; os despachantes; os produtores rurais; as entidades de defesa do consumidor; prefeituras municipais e entidades representativas do meio rural. No âmbito interno da Superintendência Federal de Agricultura, o SEFAG está subordinado a Diretoria Técnica; relaciona-se com o Serviço de Defesa Agropecuária – SEDESA, possui uma interface com as Unidades de Vigilância Agropecuária – UVAGRO e com o Setor de Administração. 2. SISTEMA DE LIDERANÇA A programação das atividades, a avaliação das ações adotadas e a uniformização dos procedimentos foram estabelecidas e comunicadas através de reuniões internas da equipe de fiscalização com a chefia do serviço. As atividades de fiscalização da produção e do comércio, bem como o registro de produtores e comerciantes de fertilizantes, agrotóxicos e de sementes e mudas, no estado do Amazonas, são executadas por dois Fiscais Federais Agropecuários (agrônomos), com o apoio de um técnico de nível superior (Engenheiro Agrônomo) da Secretaria Estadual de Produção Agropecuária, Pesca e Desenvolvimento Rural Integrado – SEPROR, além de contar com o apoio da Comissão de Sementes e Mudas – CSM/AM, que se reúne periodicamente para discutir e deliberar sobre assuntos de importância para o estado do Amazonas, assim como colaborar no direcionamento e prioridades do segmento. As Atividades da área animal é executada por uma FFA (veterinária) e, sempre que necessário, com apoio dos demais FFA´s do setor. 3. RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Prefeituras Municipais, Secretaria de Produção do Estado, Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Amazonas, Embrapa, Sebrae, Senai, Senac, Universidade Federal do Amazonas, Escola Agrotécnica, Suframa, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia e Instituições Privadas. 4. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO As ações prioritárias do setor são pré-estabelecidas pelo MAPA, definidas pela Coordenação no órgão central, em consonância com as metas do Plano Plurianual 2004-2007 do Governo Federal. No segmento de alimentos para animais, são efetuadas fiscalizações “in loco” nos estabelecimentos produtores. Na fiscalização, os FFA’s acompanham o processo produtivo, observando as condições higiênico-sanitárias das matérias primas, dos produtos, das instalações e dos equipamentos. Os procedimentos de trabalho e os aspectos tecnológicos do produto são verificados ao se analisar a composição, os aditivos e a rotulagem conforme o que determina a legislação. Nestes procedimentos são coletadas amostras dos produtos constatando-se sua qualidade final, após as análises laboratoriais. No segmento de produtos de uso veterinários as fiscalizações ocorrem em estabelecimentos comerciais. No segmento de sementes e mudas, são feitas fiscalizações de rotina nos viveiros de mudas, campos de multiplicação de sementes localizados no município de Manaus e interior do Estado, bem como fiscalizações em pontos estratégicos com fins de coibir o comércio irregular desses produtos. No segmento de fertilizantes, corretivos, inoculantes e biofertilizantes a fiscalização é sobre a produção e o consumo de forma a inibir a existência no mercado de produtos fraudados ou fora dos padrões de qualidade, que comprometem a produtividade das culturas e a renda dos agricultores. No segmento de Agrotóxicos e afins as fiscalizações são feitas nos estabelecimentos prestadores de serviços de tratamentos quarentenários e fitossanitário no trânsito internacional de vegetais e suas partes. Os procedimentos fiscais são harmônicos de acordo com o que é recomendado durante reuniões técnicas em nível nacional. dos assuntos através de IN’s, assim como treinamento de fiscais em exercício nesta DFA/AM. O serviço também analisa processos de registro, de alterações do registro de estabelecimentos e seus produtos, mantém arquivados dados informativos para análise dos resultados e programação futura, atua com colaboradores de outros órgãos e entidades. 5. FOCO NO CLIENTE O Setor em consonância com a SFA/AM entende que a eliminação de procedimentos burocráticos torna os serviços mais acessíveis aos clientes externos. Deste modo, atua em conjunto com outras unidades através de sugestões, desenvolvimento, sistemas, revisão de formulários e outras ações visando atender com agilidade as expectativas dos clientes. Para melhor atender ao cliente, foram implantadas diversas medidas. O setor disponibiliza a legislação específica e instruções dos procedimentos relativos às atividades por meio eletrônico (e-mail, internet e outros). O setor busca atender os prazos, conforme padrões de atendimento da SFA/AM, analisando solicitações em processos de urgência, principalmente, quando se tratam da importação e exportação de produtos. As relações interdepartamentais são observadas de modo a garantir a satisfação do cliente interno, seja através do fornecimento de pareceres e informações específicas, e no auxílio técnico para a tomada de decisão da SFA/AM. 6. INFORMAÇÃO E ANÁLISE 6.1. INFORMAÇÃO O trânsito interno de documentos é lançado, em livros de registro onde é acompanhada a posição de cada processo no setor. O serviço conta também com Sistemas Informatizados de gerenciamento de informação dos produtos e estabelecimentos registrados – (Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos - SIPE) de movimentação de processos fora do setor (Sistema de Gerenciamento de Informações e Documentos - SIGID), elaboração de diárias, passagens, pareceres técnicos e relatórios ([email protected] e Sistema de Gestão de Documentos SIDOC) e Sistema Integrado de Planejamento - SIPLAN. 6.2. ANÁLISE 6.2.1.INDICADORES DE DESEMPENHO Dentro das metas e ações estabelecidas pelo SEFAG/SFA/AM para a execução de suas atividades no exercício de 2005, foram escolhidos como indicadores de desempenho o número de estabelecimentos fiscalizados, número de produtos inspecionados e número de amostras colhidas para análise laboratorial, conforme está demonstrado no quadro abaixo. ATIVIDADE UNID. PROGRAMADO REALIZADO INDICADOR DE DESEMPENHO* (%) Fiscalização de viveiros Um 81 77 95,06 Mudas inspecionadas Mil 950 129.012 13,58 Fiscalização de fabricantes de alimentos para animais Um 09 04 44,4 Fiscalização de estabelecimentos comerciais Um 38 02 5,26 Colheita de amostras fiscais de produtos para análise laboratorial Um 00 *Indicador de Desempenho = (Realizado / Programado) X 100. 7. PESSOAL Apresenta-se a seguir o quadro de servidores do SEFAG para a execução de todas as suas atribuições, atuando no atendimento ao público, análise de processos, registro e fiscalização. 7.1. LOTAÇÃO E DEMANDA DE SERVIDORES NO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO AGROPECUÁRIA Servidores à Disposição do SIV/DFA/AM Categoria Funcional 2004 2005 Demanda Fiscal Federal Agropecuário (Agrônomo) 01 02* 06 Fiscal Federal Agropecuário (Veterinário) 01 01 02 Agente de Atividade Agropecuária - - 02 Agente Administrativo - 01 02 *a partir de junho/2005. 8. GESTÃO DE PROCESSOS O quadro a seguir demonstra os principais processos executados pelo SEFAG. Principais Processos executados pelo SEFAG Processos Ações Desenvolvidas Orientação técnica sobre legislação, - Atendimento telefônico; procedimentos de registro de - Atendimento pessoal; produtos e estabelecimentos, - Remessa de textos legais Importação e exportação. - Análise documental; Registro de estabelecimentos e - Vistoria “in loco”; alterações. - Processo de cadastramento. - Inspeção das condições técnicas; - Verificação de conformidade com Inspeção e Fiscalização de as informações de registro; estabelecimentos. - Verificação de conformidade com as legislações vigentes. Inspeção e fiscalização de produtos. Autorização de importação exportação de produtos. - Inspeção de matéria-prima; - Coleta de amostra de matériaprima e dos produtos; - Acompanhamento da produção; - Verificação da utilização da matéria-prima correspondente; - Interpretação dos resultados analíticos da amostras. - Análise da documentação; e - Avaliação dos resultados analíticos. - Orientação às empresas solicitantes. - Recepção e análise documental; Registro de empresas prestadoras - Vistoria “in loco”; de serviços de tratamento - Relatório da inspeção e de fitossanitário e quarentenário conformidade; - Envio do processo para registro à CGA/DFIA/SDA Produto/Doc. gerados - Instruções para registro. - Certificado de registro; - Notificação de exigências; - Relatório de registro. - Termo de fiscalização; - Intimação; - Termo de embargo; - Auto de infração; - Termo de interdição. - Termo de fiscalização; - Termo/auto de coleta; - Auto de infração; - Termo de apreensão; - Intimação; - Termo de suspensão da comercialização; - Termo de liberação; - Termo de inutilização; - Termo de reaproveitamento; - Termo de destinação do produto. - Autorização de importação; - Visto de liberação alfandegária; - Autorização de exportação. - Fornecimento ao cliente de modelos específicos de documentos exigidos. - Informação sobre a legislação pertinente; - Emissão de relatório; - Geração do processo; - Emissão de Certificado. 9. RESULTADOS DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS Devido a reestruturação ocorrida no Mapa em 2005, este SEFAG teve sua programação, voltada, principalmente, para a realização de um diagnóstico do serviço e adequação à nova estrutura da Superintendência. A seguir será relatado o resultado obtido desse diagnóstico. No estado do Amazonas existem 206 estabelecimentos registrados junto ao SEFAG/SFA/AM, distribuídos conforme indicados no quadro abaixo. 9.1. TOTAL DE ESTABELECIMENTOS REGISTRADOS POR CATEGORIA Categoria Quantidade Produtor de mudas 151 Produtor de sementes 01 Fabricante de corretivos 01 Empresa prestadora de serviço de tratamento fitossanitário/quarentenário 03 Fabricante de alimentos para animais 09 Comerciante de Insumos Agropecuários 38 Importador/Exportador 03 TOTAL 206 9.2.FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS Do total de estabelecimentos registrados 151 são produtores de mudas, destacando-se as seguintes culturas: cupuaçu, guaraná, açaí, citros, banana, pupunha, coco, plantas ornamentais e espécies florestais. O segmento de mudas, no Amazonas, é um dos setores com demanda crescente, objetivando, principalmente, o mercado estadual para atender os projetos de financiamentos fomentados pelo governo do Estado. Com a publicação da Lei 10.711 de 05 de agosto de 2003 e seu regulamento técnico, Decreto 5.153 de 05 de agosto de 2004, foi criado o Sistema Nacional de Sementes e Mudas –SNSM, dessa forma, é necessário que todos os registros anteriores a essa publicação migrem para o novo sistema. Nesse sentido, o SEFAG, com apoio da Coordenação de Sementes e Mudas, realizou palestras para os produtores de mudas registrados, a fim de divulgar as novas normas para produção e comercialização e orientar sobre os procedimentos para inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas – RENASEM. Houve a participação de 60 viveiristas. Do total de viveiros registrados foram realizadas fiscalizações em 77 com inspeção de 129.012 mudas. Verificou-se que 70% dos viveiros fiscalizados não apresentam estruturas mínimas necessárias e adequadas ao exercício da atividade. Observou-se ausência do responsável técnico na maioria dos viveiros e quando este existia não realiza as vistorias necessárias durante o processo de produção das mudas resultando em mudas fora do padrão, colocando em risco a agricultura amazonense. Em geral, observa-se o desconhecimento total das exigências previstas na legislação tanto por parte do viveirista quanto pelo responsável técnico. O SEFAG também realizou reuniões com a Comissão e Subcomissões de Sementes e Mudas. Nessas reuniões foram sugeridos e encaminhados à Coordenação Geral de Sementes e Mudas, as sugestões para os padrões das seguintes espécies: guaranazeiro, pupunheira, cupuaçuzeiro, açaizeiro, aceroleira, castanha do Brasil, cajueiro, dendezeiro, gravioleira, urucuzeiro e pimenta-doreino. METAS PROGRAMADAS NO PLANO OPERATIVO-2005 UNIDADE ITEM 001 002 003 004 005 006 007 008 009 010 011 012 METAS DE MEDIDA Estabelecimento (Fiscalização) - Produtor de mudas (viveiristas) - Comerciante de sementes e mudas Amostra (coleta) - Amostra de fiscalização do comércio - Amostra para Certificação - Amostra para Importação Curso (Realização) Estabelecimento (Registro) Estabelecimento Produtor (Registro) Estabelecimento Comercial (Registro) Cultivar (Registro) Cultivar (Proteção) Eventos (Apoio) Viveiro (Inspeção ) Estabelecimento Produtor de Mudas ( Registrada ) Estabelecimento comercial de Sementes e Mudas (Registro ) Mudas (Inspeção) 013 014 015 016 017 Pomar de planta matriz( Registro ) – Seleção Sementes (Amostra ) Sementes (apreensão) Unidade (Fiscalização) TRIMESTRES I II Fiscaliz. Fiscaliz. Unidade Unidade Unidade 13 08 23 10 02 02 Unidade Unidade Unidade Certif. Certif. Unidade Unidade Unidade Unidade III IV Total 25 12 20 08 81 38 - 02 02 - 04 04 03 01 02 15 02 01 05 02 05 01 30 -08 02 04 03 02 35 01 01 05 01 04 04 01 25 03 02 21 06 15 07 02 02 105 Unidade 05 08 09 06 28 Unidade 1000 mudas 02 05 05 03 15 50 300 450 150 950 Unidade Kg Kg Unidade 03 - 02 01 01 - 01 01 07 02 Metas executadas no exercício 2005 de acordo com a descentralização de recursos pela Coordenação. EXECUÇÃO EM 2005 (em comparação aos anos de 2002, 2003 e 2004) ATIVIDADE UNIDADE 2002 2003 2004 2005 Produtor de mudas (viveiristas) Nº 14 32 31 02 Comerciante de mudas Nº 04 16 11 02 Produtor de sementes Nº 00 01 00 01 Produtor de mudas Nº 67 46 61 77 Comerciante de mudas Nº 15 16 52 02 Produtor de sementes Nº 00 01 00 00 1000 mudas 1.186 1.043 1.915 129.012 Nº 08 16 16 18 Autoriz. 00 01 00 00 1–REG. DE ESTABELECIMENTOS 2-FISC. DE ESTABELECIMENTOS 3 – INSPEÇÃO DE VIVEIROS Inspeção de mudas 4 – MUNICÍPIOS VISITADOS 5–AUTORIZAÇÃO DE IMPORTAÇÃO DE SEMENTES 9.3.FISCALIZAÇÃO DE FERTILIZANTES, INOCULANTES E BIOFERTILIZANTES CORRETIVOS, Da previsão das metas que foram programadas no plano operativo 2005, o Setor não conseguiu executar devido, principalmente, a ausência de FFA para atuar na área. Até a reestruturação do MAPA o Serviço contava com apenas um FFA para executar todas as atribuições inclusive responder pela chefia. METAS PROGRAMADAS NO PLANO OPERATIVO-2005 METAS FÍSICAS Fiscalização em estabelecimentos produtores (EP) Fiscalização em estabelecimentos comerciais (EC) COLETA DE AMOSTRAS Fertilizantes sólidos Fertilizantes líquidos Corretivos Inoculantes PRODUTOS AMOSTRADOS Fertilizantes sólidos Fertilizantes líquidos Corretivos Inoculantes TRIMESTRE Unid. I II III IV Total N° 01 01 01 01 04 N° 01 01 03 02 07 amost amost amost amost 10 05 05 00 10 10 05 00 15 15 10 01 10 10 05 02 45 40 25 03 Ton 1000 L ton dose 2.000 500 10.00 -- 5.000 1500 10.000 -- 10.000 800 5.000 -- 10.000 1000 10.000 -- 27.000 3.800 35.000 -- 9.4.FISCALIZAÇÃO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS Da previsão das metas que foram programadas no plano operativo 2005, o Setor só conseguiu executar a fiscalização em quatro estabelecimentos devido, principalmente, a ausência de FFA para atuar na área. No mês de junho o Serviço foi contemplado com um FFA (veterinária) para executar as demandas da área animal. Espera-se que no próximo exercício (2006) as fiscalizações sejam realizadas rotineiramente. METAS PROGRAMADAS NO PLANO OPERATIVO-2005 Trimestre Metas Registro de estabelecimentos produtores Cadastro de estabelecimentos comerciais Registro de rótulos Fiscalização dos Eps e Ecs Coleta de Amostra Unidad e I II III IV Subtotal Registro - 01 - - 01 Registro Registro Fiscaliz. Um 02 05 05 02 05 05 05 02 05 05 02 05 05 08 10 20 20 Metas executadas no exercício 2005 de acordo com a descentralização de recursos pela Coordenação. ATIVIDADE UNIDADE 2003 2004 2005 Fabricante Nº 02 02 00 Comercial Nº 00 00 00 2-REGISTRO DE PRODUTO Nº 10 34 02 3-FISC. EP e EC Nº 20 23 04 4-FISCALIZAÇÃO DE PRODUTO Nº 20 23 05 5-COLETA DE AMOSTRA Nº 20 08 00 Autoriz. 01 00 00 1–REG. DE ESTABELECIMENTOS 6–AUTORIZAÇÃO DE IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS 9.5.FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO Foi realizado um levantamento, cuja conclusão mostrou que todos os estabelecimentos estavam com o cadastrado vencido. Foi previsto para o exercício de 2006 a renovação desses cadastros, bem como, o cadastro daqueles que estão atuando na informalidade. Essa situação tem ocorrido devido, principalmente, à ausência da fiscalização. SETOR DE DEFESA SANITÁRIA AGROPECUÁRIA - ÁREA ANIMAL – SEDESA/DT/SFA/AM 1-PERFIL DO SEDESA As ações regimentais de Defesa Sanitária Animal no país são desenvolvidas pelo Serviço de Defesa Sanitária Agropecuária no Estado do Amazonas, que atua através dos diversos programas sanitários oficiais em vigor no Brasil, quais sejam Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa – PNEFA, Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNEBT, Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias – PNCRH, Programa Nacional de Sanidade Avícola – PNSA, Programa Nacional de Sanidade Suinícola – PNSS, Programa Nacional de Sanidade Eqüídea – PNSE, Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos – PNSAA, Programa Nacional de Educação Sanitária Animal – PNESA e Programa Nacional de Sanidade de Caprinos e Ovinos – PNSCO. A chefia do SEDESA responde pela coordenação no Estado, de cada um dos programas oficiais que possuem uma coordenação nacional em Brasília – Sede. I Indiretamente, este SEDESA atua através da delegação de competência para a execução de cada um dos referidos programas ao Órgão Executor estadual de Defesa Agropecuária, que no amazonas é denominado Comissão Executiva de Defesa sanitária Animal e Vegetal – CODESAV. A partir de Abril uma grande reforma no organograma do MAPA, permitiu a união da Defesa Sanitária Animal à Defesa Sanitária Vegetal. Portanto este Serviço passou a responder pelas atribuições legais tanto da Defesa Animal quanto da Defesa Vegetal. 2 -EMBASAMENTO LEGAL Decreto 24.548 de 03/07/34, decreto 467 de 03/02/69, decreto 1.662 de 06/10/95, decreto 38.983 de 06/04/56 e decreto lei 818 de 05/09/69 e outras legislações complementares (portarias, instruções normativas, instruções de serviços, acordos internacionais, etc). Ao SEDESA compete coordenar as atividades de Defesa Sanitária Animal no Estado do Amazonas com objetivo de promover e melhorar a saúde do rebanho, aumentando assim os níveis de produção e de produtividade, por conseguinte monitorar para que o Estado seja competitivo nos mercados internos e externos. Tendo como missão promover ações de prevenção, controle e fiscalização de forma a preservar a saúde animal, humana e ambiental. 3 - PRINCIPAIS CLIENTES Produtores (criadores), empresários, importadores, exportadores, comerciantes do segmento agro-produtivo, médicos veterinários, despachantes, entidades de ensino e pesquisa, órgão estadual executor de defesa sanitária animal - CODESAV, órgão estadual de saúde - COVIS, Fundação de Vigilância em Saúde – FVS e prefeituras municipais. 4 – LIDERANÇA O setor de sanidade animal vem desenvolvendo ao longo dos anos trabalho de informação, conscientização dos clientes diretos e beneficiários da importância da sanidade animal que é fundamental para a melhoria sanitária dos rebanhos na produção de matéria prima de melhor qualidade agregando valor aos produtos nacionais. Buscamos harmonizar os procedimentos e promover as atividades de rotina tanto técnicas como administrativas, através do exemplo e colaborações em forma de arquivos, recebidas de outros SEDESA´s localizados nas diversas unidades da Federação. REUNIÕES REALIZADAS DE 2003 A 2005 2003 2004 Eventos 01 02 Reuniões na Sede 12 12 Palestras na SFA/AM 03 0 Palestras externas 06 02 2005 1 25 0 3 5 - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Tendo como base às metas do PPA e considerando-se a ocorrências dos exercícios anteriores, o planejamento estratégico do setor de sanidade animal busca contemplar soluções que supram as necessidades do setor para que se possa executar as atividades de fiscalização nos vários segmentos, garantindo a qualidade do serviço. Os procedimentos são fundamentados nos decretos e legislações complementares conforme o exposto no item 2-Principais Processos. 6 - FOCO NO CLIENTE Os clientes são envolvidos através da participação em discussões técnicas sobre assuntos de seus interesses nas respectivas áreas, sem prejuízo da obediência à legislação vigente, sendo todos os funcionários orientados para a cortesia, “desburocratização” na medida do possível, com agilização via e-mail, fax, correio, etc. Ainda em relação ao foco no cliente, são entregues textos auto-explicativos sobre os principais procedimentos seguidos nas principais atividades do Serviço, como habilitação de médicos veterinários, cadastramento de atividades produtivas na área animal, registro de atividades produtivas na área animal entre outros. A legislação de defesa sanitária animal está atualizada por meio eletrônico, sendo entregue sempre que solicitado pelos clientes interessados. 7- INFORMAÇÃO E ANÁLISE INFORMAÇÃO O SEDESA utiliza para gerenciamento os sistemas disponíveis na Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas (ordens de serviços, protocolo, material, etc) e outros programas desenvolvidos para utilização do serviço tais como: cadastro de médicos veterinários habilitados, cadastro sanitário de estabelecimentos de criação, eventos agropecuários, esportivos, entre outros. ANÁLISE Foram utilizados durante o ano, alguns índices que demonstram a evolução percentual de um ano para o seguinte. O resultado deste será apresentado no item 8 e são os seguintes: .Indice de Habilitação de Médicos Veterinários (IHMV); .Índice de Cancelamento de habilitação de Médicos Veterinários (ICMV); .Índice de Emissão de Certificados de Inspeção Sanitária (IECIS); 8 – RECURSOS HUMANOS Para o cumprimento das atribuições de Defesa Sanitária Animal, o setor conta com os servidores nas categorias relacionadas no quadro seguinte, onde são apresentadas a situação atual e o grande déficit existente. A atividades do único FFA lotado neste setor, quase sempre são prejudicadas pois as atuações são iniciadas mas nem sempre concluídas visto que a demanda é muito grande e as prioridades são a nossa realidade. 9 – GESTÃO DE PROCESSOS Os principais processos do SEDESA/SFA/AM estã no quadro a seguir: Processos Atividades Orientação Técnica sobre normas e procedimentos na importação e Atendimento telefônico. exportação de animais e produtos Atendimento Pessoal. de origem animal, assim como no Remessa de textos legais. trânsito interestadual. Orientação sobre cadastramento Atendimento telefônico sanitário de estabelecimento de Atendimento Pessoal criação animal, de parques de Remessa de documentos. exposições e eventos esportivos. Análise de processos. Execução aves do cadastramento Quarentena de animais. Produtos (documentos gerados) Correspondências via eletrônica, fax, etc. Correspondências, via eletrônica, fax e pessoalmente. de Cadastramentogeoreferenci Cadastro numerado ado “in loco” Inspeção “in loco”. Termo de Interdição, Liberação Colheita de material para e Sacrifício dos animais diagnóstico. Emissão de Autorização de Importação de animais vivos e materiais de multiplicação Análise de documentos. Autorização de Importação. destinados ao Estado do Amazonas. Emissão do documento de trânsito Análise documental e de produtos de origem animalnão fiscalização física da carga Emissão do CIS “E” comestíveis. Vistoria às propriedades de Controle e Erradicação das doenças criação. Sacrifício de animais positivos. Colheita de material. dos eqüídeos. Análise de laboratório. Análise de processos. Credenciamento de Laboratório de Visita “in loco”. Licença de funcionamento Orientação buscando a A.I.E. conformidade. Anuência prévia nos requerimentos de importação de produtos de origem animal comestíveis e Análise de documentos. Visto de autorização. subprodutos de origem animal não comestíveis. Atendimento pessoalmente ou por telefone. Habilitação de Méd. Veterinários Fornecimento de para emissão de Guia de Trânsito formulários apropriados Portaria de habilitação. Animal – GTA. pessoalmente ou via eletrônica. Análise documental. Encaminhamento ao senhor Superintendente para assinatura de habilitação. Habilitação de Méd. Veterinários Atendimento pessoalmente ao Programa Nacional de Controle e ou por telefone. Erradicação da Brucelose e Fornecimento de Portaria de habilitação Tuberculoise - PNCEBT formulários apropriados pessoalmente ou via eletrônica. Elaboração epidemiológicos mensais. Análise documental. Encaminhamento ao senhor Superintendente para assinatura da habilitação. Recebimento via fax ou de informes correio eletrônico. semanais e Tabulação de dados por computador. Encaminhamento de relatórios via fax e/ou correio eletrônico . Relatórios consolidados. 10 - RESULTADOS DO SETOR O grande destaque neste ano de 2005 foi a realização do I Curso de Habilitação de Médicos Veterinários ao Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNCEBT. (Vide ANEXO III) 11 -VIGILÂNCIA ZOOSSANITÁRIA E COMBATE ÀS DOENÇAS A vigilância zoossanitária tem como negócio a monitoria de sanidade dos rebanhos. Entende-se como monitoria a análise das informações de ocorrência de enfermidades, buscando correlacioná-las a diversos programas de saúde animal, a movimentação dos animais dentro do território nacional e as diversas atividades econômicas. Conclui-se portanto, que a base de sustentação é o sistema de informação. O setor tem centralizado em sua sede a habilitação de médicos veterinários, a tabulação das informações recebidas resultando nos diversos informes epidemiológicos, a troca de informações entre os SEDESA’s das UF’s vizinhas e a divisão de epidemiologia /DSA/MAPA e o suporte às exportações através do monitoramento das atividades desenvolvidas nos aquários de peixes ornamentais, atendendo exigências dos países importadores. 12 - HABILITAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS AUTÔNOMOS O SEDESA, em busca do aprimoramento, adotou como um dos objetivos a habilitação dos Médicos Veterinários da iniciativa privada para emissão de Guia de Trânsito Animal –GTA. Os setores privados e públicos interagem, compondo o quadro da realidade sanitária animal no Estado que possibilita o direcionamento das atividades para o combate, controle e/ou erradicação às enfermidades de maior impacto econômico e social. A partir de 30/07/2005 tornou-se obrigatória a habilitação de médicos veterinários ao PNCEBT na SFA/AM, para que os mesmos póssam atuar na execução de programa e tenham o direito de adquirir antígeno para realização dos testes de Brucelose e Tuberculose. 13 - FEBRE AFTOSA O Estado do Amazonas faz parte do Circuito Pecuário Norte e, ainda, ostenta o “status” sanitário de risco desconhecido. A exceção cabe aos municípios de Boca do Acre e Guajará, que fazem divisa com o estado do Acre e que estão classificados como BR-2 Risco Baixo. A Secretaria de Produção Agropecuária do Estado do Amazonas, possui em sua estrutura organizacional , o executor dos serviços de defesa animal , através da Comissão Executiva de Sanidade Animal e Vegetal – CODESAV/SEPROR. No decorrer de 2005 vivenciamos graves problemas de relacionamento junto à SEPROR/CODESAV, com aquela instituição oficializando através de documento aos seus servidores a proibição do repasse de qualquer informação técnica aos servidores da SFA e que os mesmos nos informassem que informações deveriam ser obtidas junto à diretoria em Manaus. Este fato foi orientado pelo Diretor da CODESAV que não foi favorável a visita técnica do então SSA/DFA/AM às ULSA´S, que iniciamos no mês de Fevereiro/05. No início de Março participamos da abertura da 2ª campanha de vacinação acompanhada, contra Febre Aftosa, no municípuio de Careiro da Várzea, através da qual foi possível concluir o trabalho de interdição do município, iniciado por ocasião do foco de Febre Aftosa em Setembro/2004 Ainda em Março visitamos a região do Baixo Amazonas, nos municípios de Parintins e Nhamundá, onde não fomos recebidos. Nos municípios de Barreirinha e Boa Vista do Ramos fomos recebidos pelos responsáveis do órgão de assistência técnica e extensão rural do Amazonas mas constatamos as dificuldades enfrentadas pelos produtores pela ausência de instalação da Defesa. Por ocasião da ida ao Baixo Amazonas, foi possível visitar as salgadeiras de peles bovinas/ bubalinas cadastradas junto ao SSA e, também, das salgadeiras clandestinas, nas quais orientamos acerca dos procedimentos legais cabíveis (IN nº 82), o Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa e os riscos para o agronegócio brasileiro. Em Maio foi realizada a 1ª etapa da Campanha nos demais muncípios porém não tivemos acesso às ULSAV´S, por conta de ordem do Secretário da SEPROR aos servidores da Defesa Estadual. Os FFA´s da SFA/AM se dirigiram até os municípos porém, mais uma vez, não foram recebidos. Este lamentável fato foi sucedido pela não envio do relatório desta Campanha, embora o mesmo tenha sido entregue em mãos pelo Secretário SEPROR ao Secretário da SDA/MAPA. Através do PI FEBRE AFTOSA conseguimos adquirir a 1ª embarcação a ser utilizada na execução das ações no Amazonas, de extrema importância nesta região, onde na maioria dos municípos só é possível chegar através de transporte fluvial ou aéreo. 14 - RAIVA DOS HERBÍVOROS O fato marcante no PNCRH foi a ocorrência de um foco de raiva dos Herbívoros no município de Autazes no mês de Fevereiro e que, embora estivesse em fase de vacinação do rebanho, atravé sd a SEPRO/CODESAV o Serviço de Defesa Animal do MAPA ainda não havia recebido a notificação. Um FFA da SuperintendênciA foi deslocado para autazes e comprovou as ocorrências. Após sua visita, encaminhamos ao serviço de Defesa Estadual um documento contendo recomendações técnicas para aplicação nesta área mas não obtivemos resposta. No mês de Março realizamos uma reunião com a presença da CODESAV e Secretaria de Estado da Saúde – Fundação de Vigilância em Saúde, onde discutimos acerca do PNCRH, porém após a mesma a situação de atendimento no âmbito do estado não foi melhorada. Não temos informação quanto à comercialização de vacinas contra Raiva dos Herbívoros no Amazonas. Faltou programação adequada por parte do órgão executor de definir área endêmica e período da vacinação sistemática do rebanho; No mês de Setembro foi realizada em Belém/PA a 1ª reunião regional do PNCRH. Participamos do evento com uma FFA do SFFAG, porém a ausência do representante estadual foi registrada em ata. No mês de Dezembro foi realizada em Salvador/BA a 2ª reunião nacional do PNCRH. Nese evento, também não houve representante do órgão executor estadual de defesa do Amazonas – CODESAV. 15 - ANEMIA INFECCIOSA EQÜINA As ações sanitárias estão sendo desenvolvidas de acordo com o Regimento Interno da CECAIE/AM (Comissão Estadual de Controle da Anemia Infecciosa Eqüina) onde os animais positivos são eliminados. Nenhuma reunião específica da CECAIE foi realizda pois, ainda não tivemos definição dos representantes indicados. O estado do Amazonas continua possuindo apenas 01 Laboratório credenciado para A.I.E., que pertence ao Governo de estado do Amazonas e está localizado no prédio da SFA/AM. O trânsito de animais é realizado perante a apresentação de resultados negativos de exames tanto de AIE quanto de Mormo. foram 007 eventos agropecuários com a participação de eqüinos autorizados pela SFA/AM, embora o nº total deventos desta natureza em todo o Estado deva ser bem maior, visto que é uma prática que cresce dia após dia. Porém, conforme dispõa a legislção específica, os demais eventos vem sendo fiscalizados pela CODESAV. 16 - MORMO Doença contagiosa dos eqüídeos, de grande importância em saúde pública, por ser uma zoonose, causada por uma bactéria. A ocorrência desta doença no Estado do Amazonas deu-se em meados de agosto de 2002 com a introdução de animais procedentes do nordeste, adquiridos pela SOVAMA – Sociedade dos Vaqueiros do Amazonas. Os trabalhos de diagnóstico, interdição de propriedades, aplicação de medidas sanitárias inclusive o sacrifício de animais, desinterdição, trabalho de educação e informação foram desenvolvidas por este SSA em conjunto com a Secretaria de Agricultura do Estado do Amazonas, através da CODESAV. Não houve obediência à primeira interdição , com isto os focos foram se espalhando e o trabalhos do Serviço Oficial ficando cada vez mais difícil, pois o saneamento é contínuo e o número de profissionais envolvidos insuficiemte. Atualmente os focos que ocorrem são interditados e os animais positivos sacrificados. 17 -BRUCELOSE/TUBERCULOSE BOVINA E BUBALINA Os trabalhos estão sendo direcionados de acordo com o Programa de Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose – PNCEBT. No mês de Maio, dois FFA´S, sendo 01 do SEDESA e 01 do PVA participaram do Seminário de habilitação de Médicos Veterinários ao PNCEBT, realizado no Laboratório Nacional Agropecuário – LANAGRO/ Pedro Leopoldo. A SFA/AM, através do SEDESA promoveu o 1º Curso de Habilitação de Médicos Vetrinários ao PNCEBT no Amazonas. O curso foi ministrado pelos professores José Soares Ferreira Neto e Fernando Ferreira, ambos do quadro da USP/SP. Até o fechamento do ano letivo, possuímos 07 veterinários habilitados, 02 – Parintins, 01 – Apuí e 04 – Parintins. Possuímos 62 minucípios no Estados.O número de Médicos Veterinários é insuficiente para atender a demanda , além de posuirmos uma realidade diferente dos demais pois não possuímos rodovias interligando o Estado. Apenas 02 Federais e 02 Estaduais. O acessso a grande maioria dos municípios se dá por via fluvial e/ou via aérea. Em Setembro participamos da 2º Reunião Norte/Nordeste do PNCEBT, realizada em Fortaleza/CE. Contamos com a participação de 01 representante do Órgão Estadual Executor de Defesa no Amazonas – CODESAV. Ao término desta reunião foi realizada votação para escolha do local d apróxima reunião. Manaus/AM foi a escolhida para sediar a reunião na 1ª quinzena de Setembro. 18 - CARBÚNCULO HEMÁTICO Não houve vacinação oficial nas áreas endêmicas que abrangem os municípios de Envira, Eirunepé e Humaitá. 19 - CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DO TRÂNSITO DE ANIMAIS Na área do trânsito internacional de animais vivos a atividade de maior importância é o trânsito de peixes ornamentais. No mês de Novembro tivemos a oportunidade de realizar visita técnica aoa município de Tabatinga/AM em companhia do Coordenador do Vigiagro Dr Oscar Rosa e da chefe do PVA/SFA/AM. Observamos o livre trânsito de animais e produtos de origem animal que entram em Tabatinga e região circunvizinha tanto da Colômbia quanto do Peru. A entrada de aves e pintos de 01 dia oriundos da Colômbia representa hoje a situação mais preocupante, visto as ações de enfrentamento de uma pandemis de Influenza Aviária. A fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru está descoberta. Há necessidade da presença de um médico veterinário no PVA/Tabatinga a fim de atender a demanda daquela área internacional. 20 -SANIDADE AVÍCOLA No mês de Setembro foi iniciado o cadastramento georeferenciado “in loco” de granjas e criadouros de aves. Tal cadastramento está sendo realizado, apenas, com o quadro de servidores lotados no SEDESA/SFA/AM. Até o mês de Dezembro realizamos cadastramento nos municípios de Manaus, Iranduba , Manacapuru, Benjamin Constant , Tabatinga, Rio Preto da Eva e Itacoatiara. Os resultados podem ser observados no Anexo III. 21 -SANIDADE DOS ANIMAIS AQUÁTICOS O Amazonas detém a maior exportação de peixes ornamentais do país. No aeroporto internacional Eduardo Gomes, em Manaus existe um Posto de Vigilância Agropecuária – PVA/MAPA que atende quase quase a totalidade das exportações da área animal voltada para os peixes ornamentais. Porém, cada vez mais as exigências sanitárias internacionais carecem da certificação do FFA do MAPA, que fornece o suporte para que o FFA do PVA forneça o Certificado Zoossanitário internacional – CZI. Para que o FFA da Defesa assegure esta sanidade é necessário o controle oficial permanente, o que ainda não foi possível pela insuportável deficiência de pessoal. Realizamos reunão técnica junto a Universidade do Amazonas e ao CRMV/AM para discutirmos a implantação de um laboratório de análises bacteriológicas e virais de peixes. Conseguimos capacitar os veterinários do PVA em um Curso de Doenças de Peixes que foi realizado pelo CRMV/AM, com o apoio da SFA/AM e da Associação dos Exportadores de Peixes Ornamentais do Amazoans. Este curso foi ministrado pela Dra. Andréa Belém. Através de contato junto à Coordenação Geral de Laboratórios – CGAL/DSA/SDA/MAPA mantivevemos contato para que seja viabilizada a instalação no Amazonas de um laboratório que realize análises bacteriológicas e virais de peixes a fim de atender às exigências internacionais, que atualmente vem inviabilizando a exportação de peixes ornamentais para a União européia. 22 - CONVÊNIO BRASILEIRO/COLOMBIANO DE SANID. ANIMAL As atividades do convênio estão sendo desenvolvidas de acordo com os recursos disponíveis.Devido as deficiências mencionadas no quadro de pessoal não há uma estrutura para atendimento específico. Em época de Campanha, realiza-se a vacinação contra Febre Aftosa em Bovino/Bubalinos e, na oportunidade, costuma-se vacinar contra Raiva dos Herbívoros, visto que trata-se de área endêmica. Porém neste ano, o Governo do Estado não adquiriu tal vacina, portanto não foi possível atender à solicitação de doses que a SFA/AM fez ao Órgão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Amazonas – IDAM. ANEXO I VIGILÂNCIA ZOOSANITÁRIA E COMBATE AS DOENÇAS ATIVIDADE 1- Elaboração de informes epidemiológicos mensais 3- Renovação de Credenciamento Méd. Veterinários 4- Créd. De Méd. Veterinários p/ emissão de GTA’s 5- Cancelamento de credenciamento de Méd. Veterinários 6- Convênio Brasileiro Colombiano de Sanidade Animal 7- Orientação a Méd. Veterinários credenciados 8- Recebimento de antígenos e alergenos Antíg. Brucelose Tamponado Tuberculina Bovina Tuberculina Aviária 9– Distribuição de antígenos e alergenos Antíg. Brucelose Tamponado Tuberculina Bovina Tuberculina Aviária 10-Cadastramento de Estab. Comérc. Animais Aquáticos Vivos UNIDADE Informe Renovação Processo 2003 84 26 05 2004 144 24 06 2005 120 33 5 Processo 02 00 - Convênio Méd. Vet. 1 05 1 06 1 12 Dose Dose Dose 19.000 22.000 16600 12.500 5.000 8000 1.000 500 3000 Dose Dose Dose 12.600 14.200 5599 5.330 4.400 1350 1.000 100 1000 Estabel. 03 01 01 ANEXO II CONTROLE DE TRÂNSITO DE ANIMAIS E DE DOENÇAS EXÓTICAS ATIVIDADE 1- Trânsito Internacional Caninos Felinos Aves Ornamentais Peixes Ornamentais Material de Pesquisa Outros 2- Trânsito Interestadual Emissão de GTA’s Bovinos Bubalino Eqüinos Suínos Ovinos Caprinos Caninos Felinos Pintos de um dia galinhas Animais Silvestres Aves Silvestres Aves Exóticas Alevinos de (peixes) Peixes Ornamentais Outras Aves Domésticas Galinha doméstica Emissão de CIS”E” Sebo bovino Casco / chifres Pele curtida de peixe Pele Salgada de Bovino/Bubalino Outros 3- Autorização de Importação de material biológico (reingresso)lâminas fixadas de anfíbio 4- Guias de Importação de produtos comest. de origem animal e subprodutos não comestível de origem animal UNIDADE Animal Animal Animal Animal Unidade Animal 2003 2004 27 36 07 05 160 00 19.571.751 21.578.496 2005 30 3 0 31.526.444 160 0 224 00 GTA Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal 3.874 33.602 20 243 166 108 980 120 1.790 12 06 46 2.980 6.170 1.229 144 127 135 48 1.113 109 370 56 63 762 Animal Animal Animal Animal CIS”E” Kg Kg Peça Peça 15.790 2.425.657 26 18.930 -119.879 139.634 185.903 17.100 4.407.295 24 22.138 -220.270 19.161 50.000 144.508 Tecidos 07 145 72.265 (72 CIS) 303 (05 CIS) 01 0 0 08 00 0 6.364 8.2424 566 237 107 179 172 1073 132 44 144 2.393 3.500 4.828.951 10 39.492 82 126.770 (05 CIS) - Autorização Guia ANEXO III ATIVIDADES REALIZADAS ATIVIDADE 1- Vigilância e Combate a Doenças Exames de Brucelose Exames de Tuberculose Vacinação contra Brucelose Fiscal. Labor. Cred. AIE Fiscal. Salgadeira Peles Bovinas/Bubalinas Supervisão ULSAV Fiscal. Propriedades 3- Reuniões Reuniões na sede Reuniões com outros Órgãos Reuniões Nacionais Eventos Curso 4- Anemia Infecciosa Eqüina (Exames sorológicos) Positivos Negativos Total Focos Casos Retestes Animais sacrificados 5- Mormo Positivos Negativos Total Focos Casos Animais sacrificados 6-Febre Aftosa Propriedades atendidas Municípios atendidos Vacinação de bovinos/bubalinos – 1ª etapa Vacinação de bovinos/bubalinos – 2ª etapa Focos Casos 7-Raiva Propriedades atendidas Municípios atendidos Vacinação de bovinos/bubalinos Vacinação de suínos Vacinação de eqüinos Vacinação de caninos Vacinação de felinos Vacinação de ovinos Vacinação de caprinos 8- Carbúnculo sintomático Vacinação 9- Sanidade Avícola Propriedades Cadastradas Municípios atendidos Nº Animais Cadastrados (*) Os valores referem-se a somatória das informações Vacinação contra Febre aftosa. UNIDADE 2004 2005 5.486 428 12.429 01 1 0 - 2.919 1.580(**) 20.950 0 4 8 16 Reunião Reunião Reunião Evento Curso 20 12 02 02 03 25 10 4 1 2 Exames Exames Exames Focos Casos Exames Animais 79 2.025 2.104 30 79 79 00 48 1.784 1.838 26 48 48 13 Animais Animais Focos Casos Animais - 3 1.439 1.442 3 3 2 propriedade municípios Animal Animal foco casos (*)129 62 1.789.082 04 12 62 1.213.927 1.303.622 0 0 propriedade municípios Animal Animal Animal Animal Animal Animal Animal 191 24 00 00 00 6.543 529 00 0 159 2 13.179 0 266 6.167 540 3 8 00 452 Exame Exame Fêmea Fiscalização Fiscalização Fiscalização Fiscalização Animal 76 Propried. 0 6 Municípios 0 1.452.067 Animais 0 da 1ª e 2ª etapa da Campanha de (**) Os valores referem-se às informações parciais prestadas em relatórios mensais no período de Julho – Dezembro/05. ANEXO IV RECURSOS FINANCEIROS PI Recebido (R$) Aplicado (R$) FEBREAFTOSA 25280,29 25280,29 TUBERBRUCE 17122,42 2805,16 VACALOUCA 2805,16 2805,16 PCEBOV1 6572,14 6572,14 PCEAVE 11198,63 11198,63 6698,4 6698,4 69677,04 69677,04 PCEDPEM TOTAL ANEXO V INDICADORES DE DESEMPENHO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA - PRODUTIVIDADE Índice de custo de fiscalização Recursos financeiros aplicados = 69.677,04 x 100 = 204.933 % Total de fiscalizações 34 Índice fiscalização Total de fiscalizações = N.º FFA’s envolvidos 34_ x 100 = 11,33 % 03 INDICADORES DE EFICÁCIA-QUALIDADE Índices de fiscalização Total de estabelecimentos fiscalizados = Total de estabelecimentos existentes 34 _ x 100 = 62,96 % 54 Índices de habilitação de Médicos Veterinários Nº de novos médicos veterinários habilitados = _13 Total de médicos veterinários habilitados 43 x 100 = 30,23 % Obs. : Destaca-se o fato de que a Defesa Animal desta Superintendência nunca ter recebido FFAs nos 03 (três) concursos realizados até hoje. Os serviços eram desenvolvidos por fiscais com lotação em outros setores e atribuições de chefia, o que muitas vezes inviabilizou o atendimento e a execução das metas programadas. A partir de novembro de 2004, 01 (um) FFA do quadro do PVA/AM foi lotado no atual SEDESA/SFA/AM, assumindo a chefia, bem como a responsabilidade por todos os Programas Oficiais do MAPA no Amazonas, o que continuou inviabilizando o atendimento e a execução das metas programadas. O atendimento às prioridades fazem parte da rotina deste setor. SETOR DE DEFESA SANITÁRIA AGROPECUÁRIA - ÁREA VEGETAL SEDESA/DT/SFA/AM Até a presente data, nâo foram fornecidos os dados da referida área, ao qual foi solicitado a todos os setores da SFA/AM, em MEMO/CIRC/SPA/SFA/AM/Nº.009/2005, datado de 21.12.2005, dando prazo máximo para entrega até o dia 20.01.2006, para que fosse composto no Relatório de Atividades de Gestão de 2005 da SFA/AM, para ser encaminhado à CGU/AM. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ficou demonstrado a importância do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o Estado do Amazonas, durante o período de greve dos Fiscais Federais Agropecuários – FFAs, tanto isso é fato, que o Excelentíssimo Senhor Ministro da Agricultura – Dr. Roberto Rodrigues, no uso de seu extremo bom senso, assinou uma Portaria dando poderes para que o Órgão de Defesa Agropecuária do Estado (CODESAV), assumisse a liberação de cargas do Pólo Industrial de Manaus (PIM), evitando um colápso na economia do estado, bem como demissões em massa nas mais de 550 indústrias do PIM. Manaus/AM, 20 de fevereiro de 2006 JOSÉ ROGÉRIO VASCONCELLOS DE ARAÚJO Superintendente