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Jaú-SP
Ano XXXII nº 404 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio - Jahu - Agosto/2015
P
Editorial
Parabéns!!!
Aniversariantes
AGOSTO/2015
01 Simone Dutra Lima
01 Antonio Augusto Nascimbem
01 Aparecida Gaspareto Ronchesel
02 Carmem Rios Victor
02 Dumas Vicente Casagrandi
02 Raphael Machado
03 Álvaro Garrido Arjonas
03 Maria Augusta Chiarato
03 Luciano Sebastião Oliveira
04 Anna Pacheco de Almeida Prado
04 Nair Judite Zamarioli Auler
04 José Ronaldo Engrase Gonçalves
05 Maria Magali Dias Silva Fernandes
05 Maria Helena A. L. Bernardi
05 Hermínia Ferreira Gabriel
05 Cleusa Peralta Pahim
05 Geraldo Batista de Oliveira Filho
06 Clara Maria Bussab Eleuterio Goi
06 Aristeo Agostini
06 Osvaldo Gonzales
07 Idenir Alves de Oliveira
07 Maria Ap. Gonçalves de Oliveira Rosa
08 Vera Lúcia Pontalti Campanha
08 Gersolino Roque Rosin
08 Tharcizio Giaconi
08 Lúcia Helena Correa Videira
09 Aparecida Tecedor
10 Maria Luiza Bigarelli Viola
11 Maria Balestri Sanzogo
11 André Aparecido Polo
11 Maria Helena Fregolente Faracco
11 Giovana Gonzalez
12 Paschoal Fragiacomo
12 Cecilia Sola Veneziani
12 Osvaldo Gonzales Junior
13 Aparecida Paulino Ignácio
14 Júlio Batochio
16 Neide Maria Palma Vendramini
16 Roseli Agostinho Tecedor
16 Tereza da Silva
16 Maristela Campos Del’lorto
17 Paulo Fernando Casarin
19 Sarah Ramos Garcia
19 Maria Do Amaral Braga
20 Dorival Franco de Oliveira
21 Dacio de Oliveira
22 Maria Aparecida Ribeiro Sanchez
23 Maria das Graças Santos
24 Dirce Munerato Marangon
26 Lígia Orseli
26 Eva Corcine D. Eleuterio
28 Mafalda P. Rosa
28 João Isidro de Souza Tidei
28 Maria Adriana Fernandes da Silva
29 José Américo Piragine
30 Helio Dionísio
30 Sandra Odacia Moreira Gomes
31 Luiz Carlos Gasparotto dos Santos
2 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio
Vocação...
A
gosto é o mês dedicado a refletir e aprofundar as vocações
na Igreja. Vocação é chamado,
é resposta. Chamado de Deus e resposta do homem. Responder generosamente o chamado de Deus no
serviço aos irmãos e irmãs. Vivendo
o chamado, nossa vocação, nos realizamos e realizamos a missão para
a qual fomos chamados. Na igreja
somos cristãos leigos, ordenados e
religiosos, “Pedras vivas do edifício
espiritual que é a igreja” (Cf. Sp...).
Na sociedade somos colaboradores
na construção de um mundo mais
justo, fraterno e solidário. Vocação
é serviço, é doação, na igreja e na
sociedade. São muitos os serviços
(ministérios) que podemos realizar
na igreja: Catequese, liturgia, pastorais, movimentos, evangelização. São
muitos também os meios de engajamento que podemos ter para estar presente e ser presença cristã na sociedade, sal, luz e fermento: na política,
nas instituições filantrópicas, no trabalho, no bairro, na rua, na escola, etc.
Como discípulos de Jesus, somos enviados em missão a construir o Reino
de Deus.
Nosso boletim informativo paroquial de agosto esta chegando a você com
um convite, para participar de nossa paróquia com a sua vocação e viver
esse momento com o seu serviço na Festa da Padroeira, na Festa das Nações.
Venha participar conosco.
Boa leitura!
Pe. Celso
Expediente
Batizados
Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio - Jaú
Julho 2015
e-mail: [email protected]
Fone: 3622.2110 - Secretaria da Igreja: (14) 3622.2069
Sacristia: (14) 3626.3585
Colaboradores:
Felipe Ruiz e Ricardo Primo
Jornalista Responsável: Adilson Ortigoza - MTB - 19.083
Periódico Mensal - Tiragem: 1.500 exemplares
Manoela Victória Lopes
Luismar Henrique Ribeiro Rancura
Miguel Eduardo Vieira
Djúlia Gabrielly dos Santos Venites
Eduarda Rafaela Marques Negrão
Lívia Calderari Momesso
Bianca Garcia Barros de Oliveira
Impressão: Publicolor Gráfica e Editora
(14) 3626.4500 - Jaú
Davi Pires de Campos
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Os Anjos da Guarda que brotam do
Sagrado Coração de Jesus
O
mês de Agosto é dedicado às Vocações. No
primeiro domingo, celebramos as Vocações
Sacerdotais (Dia do Padre), no segundo a Vocação Familiar (Dia dos Pais), no terceiro as Vocações
Religiosas (Dia da Vida Religiosa), no quarto as Vocações Leigas (Dia dos Ministérios Leigos) e, nos anos
em que o mês possui cinco domingos, o Dia do Catequista.
Sempre observei que neste período são prestadas
homenagens (mais do que merecidas) aos sacerdotes,
aos pais, aos leigos e às catequistas, porém, praticamente nenhuma às Vocações Religiosas, ou seja, aos
nossos irmãos e irmãs que consagraram suas vidas a
Deus e ao próximo através de testemunhos vivos do
Evangelho nas suas relações humanas e espirituais.
São pessoas que estão continuamente a serviço do
Povo de Deus por meio da oração, das missões, da
educação e das obras de caridade. Em nossa cidade e,
mais especificamente, em nossa comunidade, temos
um exemplo pulsante e real da Caridade de Cristo por
nós que brota do Seu Sagrado Coração.
Tudo se iniciou no longínquo ano de 1894 em Viareggio, na bela Itália, quando a Serva de Deus Madre
Clélia Merloni fundou o Instituto das Apóstolas do
Sagrado Coração de Jesus, que tem como sigla a
inscrição A.S.C.J. (Apostolae Sacri Cordis Jesu).
Hoje, são aproximadamente 2000 Apóstolas que se
dedicam à assistência a saúde, à pastoral catequética,
ao serviço social e à atividades missionárias em 15
países. O carisma de Madre Clélia Merloni tem sua
origem no próprio Coração da Igreja que é o Coração
de Cristo. “Nós, Apóstolas, não devemos ter outro
objetivo que a glória do Coração de Jesus” anunciava a Fundadora às suas filhas. E fiéis a esse espírito,
as Apóstolas dedicam-se ao Sagrado Coração de Jesus
e à Igreja através do testemunho de uma vida de
amor, buscando difundir no âmago de todos quantos
delas se aproximam, a Caridade de Cristo. As Apóstolas do Sagrado Coração professam os Conselhos
Evangélicos de castidade, pobreza e obediência, encontrando razões para sua existência na Eucaristia,
nas orações litúrgica, comunitária e pessoal, na escuta da Palavra de Deus, na sincera conversão pessoal
e na vida comunitária, sempre sob a proteção da
Santíssima Virgem Maria.
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
O início da valiosa e profícua atuação das Apóstolas
do Sagrado Coração de Jesus entre nós, também já
vai bem distante no tempo: no dia 05 de dezembro
de 1909 elas assumiram a direção interna da nossa
Santa Casa de Misericórdia, entidade que, desde a
sua fundação, sempre teve uma finalidade cristã.
Atualmente, na clausura existente nas dependências
do hospital, vivem as Reverendíssimas Irmãs Maria
Angélica Freitas Otre, que, entre idas e vindas, está
no hospital desde o ano de 1970, ocupando o cargo
de gerente administrativa; Nadir Damião de Oliveira, que aqui aportou também na década de 70;
Terezinha Paulina dos Santos, que chegou em 2011;
Viviana Bernardes e Maria Helena Rogatti, que
vieram neste ano. Dentre outras intensas atividades,
as amadas Irmãs prestam relevantes serviços religiosos e administrativos ao hospital e, claro, à comunidade em geral.
Quem, estando nos corredores ou nos quartos da
Santa Casa já não teve a oportunidade de receber uma
palavra de fé, carinho, ânimo e conforto das amadas
Irmãs num momento da vida em que se está tão fragilizado física e emocionalmente? Quem, ao chegar na
Capela da Santa Casa para fazer suas orações ou participar das Missas que ali são diariamente celebradas
não se depara com seus cuidadosos préstimos dispensados àquele espaço sagrado? Quantas pessoas já foram
catequizadas por elas? Quantos dos nossos irmãos e
irmãs não foram auxiliados por esses verdadeiros
anjos da guarda num momento de agudo desespero
ou de lancinante dor momentaneamente experimentada no corpo ou na alma? Afinal, assim como Madre
Clélia, estas suas queridas Apóstolas sempre buscaram
ser testemunhas vivas do amor do Pai que brota do
Coração do Mestre, não se atendo única e exclusivamente à mera observância de regras teóricas ou doutrinárias.
O tempo é inexorável amadas Irmãs Angélica, Nadir,
Terezinha, Viviana e Maria Helena, e a quase tudo
apaga, mas saibam as senhoras que estão e permanecerão para sempre marcadas de forma indelével em
nossos corações, assim como sua fundadora marcou
e foi marcada pelo Sagrado Coração de Jesus! CELSO LUIZ MACACARI
Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio 3
Louve e Agradeça
N
a Pastoral da Sobriedade praticamos o passo entregar no 3º
passo. E aí perguntamos, será que
entrego realmente minha vida ao Senhor?
Sou grato por tudo sou e tenho? E ao
responder percebemos que o entregar
para nós no dia de hoje é muito complicado, vivemos num bombardeio diário
de más noticias, escândalos, violência e
tudo mais que você sabe que nos tira a
paz de espírito. Com isso, nossa fé e esperança se tornam incompleta.
A palavra de Deus em Mateus 6, 25-34
encontramos a resposta para nossas
aflições, onde Ele nos compara as aves
do céu e os lírios do s campos , que não
semeiam e nem ceifam, não trabalham
e nem fiam e no entanto o Pai celeste as
supri de todas as necessidades, mesmo
no caso dos lírios que amanhã secarão
e serão lançados fora que comparado ao
Rei Salomão jamais se vestiu como um
deles no auge de sua glória.
Sendo assim, não nos preocupemos com
o que comeremos e com o que vestiremos
deixemos para o Senhor essa preocupação, pois ele sabe de todas as nossas
necessidades. Assim como esta no versículo 33 do livro citado: ”Buscai em
primeiro lugar o Reino de Deus e
sua justiça e todas as coisas vos
serão dadas em acréscimo”. Observe que Ele se refere a toda nossa preocupação coisas e nós somos os seus filhos.
Isso não nos impede de viver momentos
de provações, pois todos os dias somos
provados e às vezes reprovados por
nossa própria conduta. Citarei um exemplo de fatos que ocorreram comigo na
semana de meu aniversário de 51 anos
de idade e 33 de motorista:
- apesar de todo esse tempo de experiência e me considerando um bom
motorista por haverem poucas ocorrências durante todo esse período, mesmo
assim consegui de uma única vez estourar 02 pneus e graças a Deus não me
aconteceu nada, estava em baixa velocidade. Mas o que quero dizer com isso?
Para ser franco na hora fiquei nervoso
comigo mesmo e depois com o obstáculo causador, pois era desnecessário e
mal sinalizado, queria achar um culpado,
e a prefeitura da cidade onde estava era
ideal para descontar minha raiva. Fiquei
no local por aproximadamente 2 horas
e meia até o socorro chegar e neste
tempo refleti o ocorrido, os gastos que
o envolvia e as explicações de como
consegui tal façanha.
Confesso demorou eu agradecer a Deus
pelo ocorrido e louvá-lo por essa “des-
graça”, iria percorrer vários kms, passar
por mais 02 cidades, quantas esquinas
eu iria passar, por quantos carros e
caminhos cruzar e agora não tenho dúvida meu Deus me livrou de algo pior,
por reconhecer isso O agradeci pelo
presente de aniversário que recebi com
antecedência.
Sou membro da Pastoral e lá temos os
doze passos que nos levam a uma vida
nova tendo uma atitude melhor e sendo
um ser humano melhor e coincidentemente minha fé foi provada e espero ter
sido aprovado para superar os problemas,
pecados e situações que me impedem de
ter uma fé viva e verdadeira. A minha
nunca foi um grande exemplo, mas estou
a caminho... e nesse caminho tenho
aprendido muito e nessas horas que
devemos praticar o que aprendemos.
Tenho planos de ir trabalhar amanhã,
pois sou autônomo, mas quem decide é
Deus, quem me inspira é Deus e se sentir que terei sua companhia posso partir
para o trabalho em paz.
Bom, o carro vai ficar bem e eu estou
cada vez melhor. Amém.
Ricardo Montanari
Pastoral da Sobriedade
Reuniões toda segunda-feira às
20h00 na sala do Leigo
Agradecimento de uma graça alcançada
M
eu nome é Jânio Dionísio Sellencio, 54 anos, casado com
Sandra e pai de uma filha, tenho
um genro e uma neta e moro em Dois
Córregos.
Quando vinha a Jaú entrava na igreja
matriz para rezar e numa dessas vezes
uma missa estava acontecendo, eu gostei muito e convidei minha esposa para
no domingo assistimos a missa inteira.
A missa foi linda, a palavra amorosa do
padre Celso nos arrebatou e a partir daí
não deixamos mais de frequentar as
missas.
Nessa época minha esposa tinha uma
corisa constante que já durava um ano,
era uma situação muito constrangedora
4 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio
porque o nariz dela escorria e ela nem
percebia, isso a deixava muito envergonhada, ela ainda assoava o nariz o tempo todo, dia e noite sem parar.
Sempre ao final das missas íamos ate o
altar e aos pés da cruz de Jesus eu pedia
a Deus que curasse a minha esposa, um
dia eu prometi que se o nariz dela parasse de escorrer eu viria a pé de Dois
Córregos até a igreja matriz de Jaú.
No dia 24/05/2015, Deus, Jesus e Nossa Senhora do Patrocínio ouviram minhas
preces e concederam a graça da cura da
minha esposa.
No dia 14/06/2015, saí de Dois Córregos
à pé as 6 horas e cheguei na igreja às 14
horas, mesmo a promessa sendo minha,
minha esposa me acompanhou nessa
caminhada.
Quando chegamos na igreja ela estava
fechada; esperamos na praça até às 18
horas, quando a igreja abriu fomos novamente ao altar, aos pés da cruz de
Jesus, agora, para rezar e agradecer a
infinita misericórdia de Deus e a interseção de Nossa Senhora do Patrocínio.
Na missa do dia 21/06/2015, coloquei o
nome dela na lista dos agradecimentos
da missa.
Hoje minha esposa está completamente
curada, em nome de Jesus.
Amém.
Jânio Dionísio Sellencio
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Ao nosso compassivo Pastor
N
unca fui afeito àquelas mensagens que, não
obstante dirigidas especificamente a alguém
em virtude da sua missão ou ofício, são
elaboradas de uma forma vaga, generalizada, como
por exemplo, ao escrever sobre determinado advogado, se faça referência mais à sua nobre profissão
que à sua pessoa, tipo: o advogado é importantíssimo ao Poder Judiciário posto que indispensável
à distribuição da Justiça e patati patatá.... Não.
Prefiro referir-me à pessoa especificamente. E Deus
tem sido extremamente bondoso comigo, também
neste ponto.
Com a aproximação do Dia do Padre (04 de Agosto), pensava eu: o que escreverei para o nosso
querido Padre Celso? Já o homenageei fazendo
alusão a tantas virtudes que dele extraí como ser
humano e sacerdote, que não sabia mais por que
mares navegar...
E eis que, participando da Santa Missa do final de
semana do dia 19 de julho, cuja Celebração teve
como tema a compaixão de Jesus para com o seu
povo, uma vez mais o Papai do Céu me ajudou na
elaboração de uma homenagem ao nosso pároco. Ao
chegarmos a Igreja como costumeiramente fazemos,
a Regina e eu fomos bater um papinho com a nossa
querida amiga Dona Lala Dadamos, e ela, em visível
angústia noticiou-nos que o seu amado esposo, o Seo
Nenê, havia passado naqueles dias por um sério
problema de saúde encontrando-se, inclusive, internado na Santa Casa naquela oportunidade. Entristecemos-nos, claro, com a notícia, e lhe dissemos
que iríamos orar pelo caríssimo amigo enfermo. Pois
bem: na homilia o Padre Celso fez menção à compaixão que Cristo teve com a multidão que, sentindo-se sem pastor, ansiava pela Sua presença cuidando com solicitude do seu rebanho, defendendo-o dos
perigos e alimentando-o na abundante mesa da
Palavra. Alertava-nos o querido sacerdote que também nós, nos dias de hoje, deveríamos ter a mesma
compaixão com o próximo, procurando aliviar-lhe
os sofrimentos, as angústias, as dores do corpo e da
alma e que, acima de tudo, colocássemos em nossas
atitudes cotidianas, a prática dessa verdadeira virtude divina. É o chamado “testemunho Cristão”, ou
seja, evangelizarmos através do nosso exemplo.
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Pois bem. Como sabemos, depois da homilia vem a
oração do Creio, as Preces da Comunidade e a Procissão das Oferendas. Logo após receber as ofertas,
o Padre Celso voltou-se para onde a Dona Lala estava sentada, passou-lhe carinhosamente as mãos
pelos cabelos e ombros, sussurrando-lhe algo, certamente relacionado àquela situação delicada pela
qual ela estava passando com a enfermidade do
marido que sempre - e inevitavelmente - a acompanha em todas as Missas. E foi aí que me veio o fio
da meada para a elaboração do presente texto.
Vejam que interessante caríssimos irmãos e irmãs.
O Padre Celso havia terminado de falar de “compaixão”, inclusive - frise-se - nos exortando a que,
como Cristãos, déssemos sempre o nosso testemunho em relação ao próximo. E o que ele fez em
seguida, talvez até mesmo sem perceber? Demonstrou sua irrestrita compaixão para com a Dona Lala,
confortando-a naquele difícil momento, vale dizer,
deu um testemunho público do que havia acabado
de proclamar.
Esse é o nosso Pastor, esse é o nosso Padre Celso
uma vez mais, através do seu nobilíssimo Ministério
Consagrado, colaborando eficaz e eficientemente com
a evangelização do seu rebanho através da vivência
efetiva do Evangelho que prega e anuncia!
Querido Pastor e Amigo: fazendo eco às palavras de
São João Maria Vianney, o Patrono dos Párocos,
lembramos que “Se não tivéssemos o sacramento da
Ordem, não teríamos Nosso Senhor. Quem o colocou
no tabernáculo? O padre. Quem foi que recebeu
nossa alma à entrada da vida? O padre. Quem a
alimenta para lhe dar força de fazer sua peregrinação?
O padre. Quem a prepara para comparecer perante
Deus, lavando-a pela última vez no sangue de Jesus
Cristo? O padre, sempre o padre. E se a alma vier a
morrer, quem a ressuscitará, que lhe dará a calma e
a paz? Ainda o padre. O sacerdote não é para si, mas
para vós...”
Parabéns Padre Celso pelo seu dia e que Cristo, o
Sacerdote dos Sacerdotes,por intercessão de Nossa
Senhora do Patrocínio continue a aspergir incontáveis
graças e bênçãos sobre ti e o seu Ministério!
CELSO LUIZ MACACARI
Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio 5
Ano XI nº125 Informativo da Igreja Matriz
N. Sra. do Patrocínio - Jahu - Agosto/2015
FEL IZ AN I VE RS ÁR IO!
Agosto 2015
CRISMA:
01 Isabela Sofia Sabeh
Padre Celso,
Ser Padre....
É deixar transparecer no
olhar o brilho de Jesus,
para que ao vê-los, todos
possam dizer...
“Olhando para ti, vi
refletido Jesus”!!
Parabéns e que Deus o
abençoe sempre.
Catequistas e catequizando
da Matriz.
03 Vitor de França Cardoso
12 Veronica Simioni Crisci
30 João Pedro Carinhato Santa Olalia
31 Mirella Gabriela Bento da Silva
CATEQUISTAS:
Matriz/Santa Casa
02 Raphael Machado
12 Miriam Arradi Sichieri
14 Jussara Caffeu Massucato
27 Cleide A. R. Borges Ignacio
Parabéns, que Deus e Nossa Senhora
do Patrocínio Abençoe a Todos.
04/08 – Dia do Padre
Oração do Catequista
Senhor, chamaste-me a ser catequista na Tua Igreja e na
minha paróquia. Confiaste-me a missão de anunciar a Tua
Palavra, de denunciar o pecado, de testemunhar com a
minha vida os valores do Evangelho. É grande a minha
responsabilidade, mas confio na Tua Graça. Faz-me Teu
instrumento para que venha o Teu Reino de Amor e de
Paz, de Fraternidade e Justiça.
Amém!
30/08 – Dia do Catequista – Parabéns, que Deus lhe
cubra de bençãos!
6 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Oi galerinha, as férias acabaram. E agora, volta as aulas
e também, olha que bacana, volta a CATEQUESE. Oba!!!!!!!!
Dia 03/08/2015.
Estamos com saudades, não faltem.
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio 7
A
tendendo solicitação do
nosso pároco, Padre Celso Buscariolo e de paroquianos da Matriz N.S. do Patrocínio, a Incorplan, empresa
encarregada do restauro do
maior monumento de nossa
cidade, deu início à colocação
de novo piso em torno do templo, como pode ser visto pelas
fotos. Como é um trabalho que
exige preparação do terreno e
muito cuidado na colocação dos
ladrilhos, estes de muita resistência, não se pode pretender
rápida execução. Aguarda-se
para o final de julho ou início
de agosto seu término. As pessoas, físicas ou jurídicas, que
desejarem colaborar em favor
das obras podem procurar o
escritório da matriz, para obtenção de informações.
Italo Poli Junior - Diretor
executivo da
Associação para o Desenvolvimento Cultural de Jahu
8 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Assunção
A
ssunção de Nossa Senhora aos
céus é a grande solenidade litúrgica do mês de agosto. É celebrada no dia 15 de agosto, mas no Brasil é
celebrada no domingo seguinte, neste
ano, no dia 16. A solenidade da Assunção
celebra a elevação de Maria em corpo e
alma à eternidade para junto de Deus
de forma definitiva. A palavra assunção
tem a mesma raiz que a palavra assumir
e, portanto, um significado semelhante.
Assunção deriva do latim assumptionis,
que significa “ação de tomar, de receber,
de assumir algo, apropriar-se”. Não
devemos confundir assunção com ascensão. São palavras com significados diferentes. Na assunção Maria foi sujeito
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
passivo. A assunção é um ato de Deus.
Deus elevou Maria até o céu em corpo
e alma. Na ascensão, Jesus foi ativo. À
vista dos discípulos, se elevou até o Pai.
Maria foi elevada. Deus a tomou para
junto de si. A Assunção de Maria é um
dos quatro dogmas marianos. Este dogma foi proclamado pelo papa Pio XII,
no dia 1º de novembro de 1950, na
constituição Munificentissimus Deus
(Generosíssimo Deus): “Declaramos e
definimos ser dogma divinamente revelado que Maria Imaculada, mãe de Deus,
sempre virgem Maria, no fim do curso
de sua vida terrestre, foi assunta em
corpo e alma à glória do céu”. A declaração do dogma da Assunção está dire-
tamente ligada a outro dogma: a Imaculada Conceição, promulgada por Pio
IX, em 8 de dezembro de 1854. Nesse
dogma, a Igreja afirma a santidade original de Maria. A mãe de Jesus foi
concebida em graça e sem pecado original. Essa relação entre os dois dogmas
é confirmada pelo Catecismo da Igreja
Católica: “Finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda mancha
da culpa original, terminado o curso da
vida terrestre, foi assunta em corpo e
alma à glória celeste. E para que mais
plenamente estivesse conforme a seu
Filho, Senhor dos senhores e vencedor
do pecado e da morte, foi exaltada pelo
Senhor como rainha do universo.” A
Assunção da virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu
Filho e uma antecipação da ressurreição
dos outros cristãos” (nº 966). Maria,
diferente de nós, não precisou esperar
o fim dos tempos para receber um corpo
glorificado. O que para nós é uma meta
a ser atingida, para a virgem Maria já é
uma realidade. Ele já está junto de Deus
com seu corpo transformado, cheio de
graça e luz. Deus a assumiu, a tomou
para si. Transformou seu corpo, suas
ações e sua história. Do céu, junto com
seu Filho, intercede por cada um de nós.
Pe. Maciel M. Claro
Matéria enviada por
João C. Andreoli
Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio 9
A Implantação do Reino de Deus
“Levantando os olhos, ele disse: ‘Vejo os homens como
árvores andando’.” (Mc 8,24)
F
ato é que Jesus veio a esta terra
como Enviado do Pai, com o fim
de aqui implantar o seu Reino de
justiça. Não foi fácil a Jesus cumprir sua
missão. E a implantação do Reino não
está consolidada, completa. Jesus, no
seu tempo, enfrentou o contínuo cerco
promovido pelos fariseus e doutores da
Lei. Enfrentou também a incompreensão
dos seus próprios discípulos. Eles não
entendiam a prática e a nova ética de
Jesus: “E quando parti sete pães para
quatro mil, quantos cestos levastes de
pedaços?” “Sete”, disseram eles. “Como
então não entendeis ainda?” disse-lhes
Jesus. (Mc 8,20-21)
Vê-se, assim, minha irmã e irmão, que
a prática de Jesus, que é o cumprimento do seu Evangelho, passa pelo entendimento, pela compreensão dos seus
seguidores. E ninguém ama alguém ou
alguma coisa senão pelo conhecimento.
E, no presente caso, é o conhecimento
do Evangelho do Senhor. Quando conhecemos de fato a Jesus, nós seguimos
o seu caminho, e o caminho dEle e
nosso é o seu Reino de Justiça e de Amor.
Nesse passo, é ilustrativo para nós o
relato do evangelista Marcos, que, no
seu Evangelho, capítulo 8, versículos de
22 a 26, nos apresenta a cura do cego
de Batsaida. Meditemos sobre o episódio:
“Chegaram a Betsaida. Trouxeram-Lhe
um cego e Lhe rogaram que o tocasse.
Tomando a mão do cego, levou-o para
fora da aldeia, passou-lhe saliva nos
olhos. Impôs-lhe as mãos e lhe perguntou: “Vês alguma coisa?”
Levantando os olhos, ele disse: “Vejo os
homens como árvores andando..”
De novo, pôs-lhe as mãos, sobre os olhos,
10 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio
e ele viu claro e distinguia tudo, de
longe. E o mandou para casa, dizendo-lhe: “Não entres nem na aldeia”.
O texto do Evangelho continua: “De
novo, pôs-lhe as mãos sobre os olhos, e
ele viu claro e distinguia tudo, de longe”.
Somente Marcos relata esse episódio.
Essa narrativa se torna o símbolo do
que Jesus fez com seus discípulos e faz
conosco também. Jesus nos incita como incitou aquele cego quando, após
ter-lhe passado saliva nos olhos dele,
perguntou-lhe: “Vês alguma coisa?”
Jesus quer que nós vejamos. Por quê?
Porque somente quem vê corretamente as coisas e os homens, tem possibilidade de cumprir, ou tentar cumprir
a justiça do Reino.
Quantos de nós não vemos as coisas, as
pessoas de forma correta logo, no primeiro momento! Assim, quantos de nós
somos como o cego de Betsaida! E fique
absolutamente claro, minha irmã e meu
irmão, que o cego de Betsaide viu claro
e distinguia tudo, de longe, porque ele
quis ver. Seus conhecidos pediram a
Jesus. Isto quer dizer que o milagre não
se realiza, se o homem e Deus não quiserem. É necessário que ambos queiram.
Certo é que Deus quer sempre a salvação
do homem. E Ele sempre espera o nosso sinal verde.
Interessante é a resposta do cego a Jesus:
“Levantando os olhos, ele disse: “Vejo
os homens como árvores, andando.”
Minha irmã e meu irmão, não é isso que
Jesus quer de nós. Jesus não quer que
vejamos “homens como árvores”, que,
em verdade, é o que os homens ou nós
fazemos na sociedade, ou seja, priorizamos coisas e não pessoas. Daí nosso
entranhado consumismo. Vê-se que o
reinado de hoje é o das coisas e não das
pessoas. E, não só compramos coisas,
mas também comercializamos pessoas.
Lembro-me aqui daquela expressiva
crônica. “O rio, a ilha e o índio”, no
momento em que o narrador faz referência a Moacir (índio) e a Janaína
(filha), que fazem a travessia de caudaloso rio com sua canoa. A canoa, em
dado momento vira. E o que faz o índio?
Com baita esforço salva. Não sua filha
de 7 anos, e sim a sua garrafa de pinga
pitu. Tal é, a nossa presente sociedade:
fazemos tudo por nossas coisas. E as
pessoas, o ser humano, o homem... Ah!
o homem.... Este fica no sopé da pirâmide social. Não é isso que Jesus quer.
Fato é que há na nossa sociedade duas
classes de pessoas: os que querem ver e
os que não querem ver. E há, dentre os
que querem ver, os que não veem logo,
no primeiro momento. São lentos no ver,
demoram. São como o cego de Betsaida.
E Deus é generoso e compassivo com
eles. Para o Senhor, o que importa é que,
de fato, nós queiramos ver. E a segunda
classe dos homens é a dos que não veem
e não querem ver nunca. É contra eles
que Jesus, nos Evangelhos, censurou:
“Tem olhos e não veem. Tem ouvidos e
não ouvem.” São os que vivem neurotizados, obcecados pela busca do prazer,
do prestígio, da notoriedade e da incessante acumulação de riquezas. Esses, é
lamentável dizer, optaram por não implantar na terra o Reino de Deus, que é
o reinado da Justiça e do Amor, especialmente àqueles de que mais precisam.
Sebastião (Sebá)
Antonio da Silva Neto
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
O canto na
liturgia
O canto, como “parte necessária e integrante da
liturgia” (SC 112), deve ser a expressão da fé e da
vida cristã da assembleia. É o elemento que melhor
colabora para a verdadeira participação pedida
pelo Concílio.
O canto litúrgico é, antes de tudo, oração. Os documentos conciliares nos apontam a sua função e
seu papel na liturgia. Eles não são apenas um arranjo ou adereço para ocupar lacunas nos momentos de silêncio, que também são primordiais na
celebração do Sacrifício Eucarístico. “Pelo canto, a
oração se exprime com maior suavidade, mais claramente se manifestam o mistério da liturgia e sua
índole hierárquica e comunitária, mais profundamente se atinge a unidade dos corações pela unidade das vozes, mais facilmente se elevam as almas
pelo esplendor das coisas até as realidades supraterrenas. Enfim, toda celebração mais claramente
prefigura aquela efetuada na celestial Jerusalém”
(MS 5 e SC 112).
A música está em íntima ligação com a liturgia,
dela depende e a ela serve. O canto litúrgico deve
levar a assembleia litúrgica à profunda compreen-
são do mistério que se celebra e à oração. Neste
sentido, é de extrema urgência que os grupos que
cantam nas celebrações estejam atentos ao que a
liturgia está rezando e tenham o cuidado para escolher cantos que toda a assembleia possa cantar.
“Matéria retirada da revista: “PASTORAL POPULAR”, escrita por Wallison da Silva”.
Pastoral dos Namorados e Noivos
Alertamos a turma do primeiro ano desta Pastoral, que o encontro marcado no Salão do Leigo no próximo dia
1° de agosto, não acontecerá mais, ficando para uma nova data a ser marcada, no qual entraremos em contato.
Não se esqueçam de nosso compromisso assumido para os dia 7 e 8 de novembro, nosso retiro anual, (com o
tema: Espiritualidade Conjugal) que será dirigido pelo Diácono José Roberto Sparapan (TICO), nas dependências do salão social da Santa Casa, onde gentilmente a Irmã Angélica nos reservou.
Solicitamos a vocês casais a divulgação de nossa Pastoral a outros namorados, convidando-os para o próximo ano.
Fica também o convite para que venham participar conosco na Festa das Nações de nossa Paróquia que tem
seu inicio no próximo dia 14. Venham com a gente.
João Carlos e Dulcinéia
(Coordenadores da Pastoral)
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio 11
Oração a Nossa Senhora
do Patrocínio
Você sabia?
Que o mês de agosto é dedicado às
vocações sacerdotal, familiar, religiosa e leiga?
Você sabia?
Que o mês vocacional foi instituído
na 19ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
e vem acontecendo desde o ano de
1981?
Você sabia?
Vocação é chamado e resposta? Que
é uma semente divina ligada um “sim”
humano e que nem a percepção do
chamado, nem a resposta a ela são
tão fáceis e tão “naturais”, exigindo
uma afinação ao divino e elaboração
de nós mesmos, sem as quais não há
vocação verdadeira e real?
Você sabia?
Que o mês vocacional quer nos chamar
à reflexão para a importância da
nossa vocação, descobrindo o nosso
papel e o nosso compromisso com a
Igreja e com a sociedade?
Você sabia?
Que todos nós possuímos uma vocação e que devemos colocá-la a serviço da Igreja e do próximo? Você já
Nossa Senhora, Mãe do Redentor, Vós Sois aquela que
acreditou e se entregou inteiramente à vontade de
Deus, nos ajuda com Teu Patrocínio a dizer sempre sim
à Vontade do Pai Celeste, a fim de que possamos
construir o projeto que Deus pensou para cada um de
nós. Buscamos em Vós, ó Mãe Celeste, o modelo de fé,
esperança e caridade. Ó Virgem do Patrocínio sede
nosso amparo, proteção e auxílio. Guardai-nos sempre
em Vosso Manto Maternal.
Amém!
15/08 - dia de Nossa Senhora do Patrocínio
Padroeira de Jaú
descobriu qual é a sua vocação?
12 Informativo da Igreja Matriz N. Sra. do Patrocínio
“Nossa Senhora do Patrocínio, rogai por nós!”
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Agosto/2015 1859-Paróquia N.Sra Do Patrocinio