Faculdade de Tecnologia Alto Médio São
Francisco
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO SUPERIOR DE
TECNOLOGIA EM
MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
Pirapora
2013
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ALTO MÉDIO SÃO FRANCISCO
FACULDADE DE TECNOLOGIA ALTO MÉDIO SÃO FRANCISCO
Diretor Geral
Diretor Presidente da Mantenedora
Prof. Dalton Soares de Figueiredo
Diretor de Planejamento e Administração
Diretor Administrativo / Financeiro da Mantenedora
Prof. Wilson Oliveira
Diretor Acadêmico
Prof. Joaquim Duarte Nunes
Superintendente Executivo
Cláudio Roberto Pereira da Silva
Pesquisador e Procurador Institucional
Prof. Ms. Marcus Vinicius Cotta Drumond
Coordenadora de Ensino
Profa. Teresinha Mendes Medeiros Vaz
Coordenador de Curso
Prof. Hugo Leonardo Silva de Almeida
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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2
APRESENTAÇÃO DO CURSO
O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial
proposto pela FAC FUNAM – Faculdade de Tecnologia Alto
Médio São Francisco, tem como principal objetivo dotar seus
egressos de sólidos conhecimentos no campo gerencial
voltados para a Manutenção Industrial propriamente dita, mas
sem perder de vista às exigências da moderna Administração
da Manutenção, com amplo domínio de suas técnicas
contemporâneas e, a par disso, estar voltado para os
interesses globais da empresa, tornando-se um cidadão e
profissional polivalente.
O Tecnólogo em Manutenção Industrial planeja, mantém e
inspeciona
sistemas
elétricos
e
mecânicos
industriais.
Fundamenta-se nas tecnologias da eletricidade e mecânica,
aplicando técnicas de intervenções seguras aos diversos
processos industriais, inspecionando, prevenindo e corrigindo
falhas, considerando a melhoria da qualidade, a garantia da
saúde e segurança, produtividade e competitividade. Gerencia
equipes, desenvolve manutenção preditiva, preventiva e
corretiva,
centrada
na
confiabilidade
dos
indicadores,
propondo melhorias. Exerce suas atividades nos setores de
manutenção e inspeção industriais, podendo ainda atuar em
institutos e centros de pesquisa, órgãos governamentais,
escritórios de consultoria, dentre outros.
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MISSÃO
Formar cidadãos e profissionais com competência e habilidade tecnológicas para
atender as demandas do mercado de trabalho com responsabilidade sócioambiental.
OBJETIVOS
Os cursos da Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco – FAC FUNAM
serão designados como cursos superiores de tecnologia e deverão:
I. incentivar o desenvolvimento da capacidade empreendedora e da compreensão
do processo tecnológico, em suas causas e efeitos;
II. incentivar a produção e a inovação cientifico-tecnologica, e suas respectivas
aplicações no mundo do trabalho;
III. desenvolver competências profissionais tecnológicas, gerais e especificas, para
a gestão de processos e a produção de bens e serviços;
IV. propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e
ambientais resultantes da produção, gestão e incorporação de novas
tecnologias;
V. promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as
mudanças nas condições de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de
estudos em cursos de pós-graduação;
VI. adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e atualização
permanente dos cursos e seus currículos,
VII. garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e da respectiva
organização curricular.
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4
SUMÁRIO
1.
DADOS DA INSTITUIÇÃO ......................................................................................... 7
1.1.
1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
1.6.
1.7.
2.
Denominação: .......................................................................................................... 7
Mantenedora: ........................................................................................................... 7
Natureza Jurídica: .................................................................................................... 7
CNPJ: ....................................................................................................................... 7
Inscrição Estadual: ................................................................................................... 7
Endereço: ................................................................................................................. 7
Caracterização da FAC FUNAM ............................................................................. 7
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................... 8
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.
2.7.
2.8.
2.9.
2.10.
2.11.
2.12.
3.
4.
NOME DO CURSO: ............................................................................................... 8
ANO DE IMPLANTAÇÃO: ................................................................................... 8
GRAU ACADÊMICO: ............................................................................................ 8
HABILITAÇÃO: ..................................................................................................... 8
REGIME DE ENSINO: ........................................................................................... 8
REGIME DE MATRÍCULA: .................................................................................. 9
TURNOS DE FUNCIONAMENTO: ...................................................................... 9
Nº DE VAGAS SEMESTRAIS: .............................................................................. 9
Nº DE VAGAS POR TURNO:................................................................................ 9
LOCAL DE FUNCIONAMENTO: ..................................................................... 9
FREQÜÊNCIA MÍNIMA EXIGIDA: ................................................................. 9
CARGA HORÁRIA TOTAL: ............................................................................. 9
JUSTIFICATIVA ....................................................................................................... 10
- Objetivos ................................................................................................................ 12
4.1.
4.2.
5.
Objetivos Gerais .................................................................................................... 12
Objetivos Específicos ............................................................................................ 13
Perfil profissional de conclusão dos egressos do curso ........................................... 15
5.1.
6.
7.
Habilidades e Competências .................................................................................. 16
PERFIL DO EGRESSO............................................................................................ 18
FUNDAMENTOS BÁSICOS ..................................................................................... 20
7.1.
Pressupostos Filosóficos e Psicopedagógicos que Norteiam a Prática Pedagógica
20
7.1.1. Aspectos filosóficos ........................................................................................ 20
7.1.2. Aspectos psicopedagógicos ............................................................................ 21
7.1.3. Princípios Didático-metodológicos ................................................................ 22
7.2. Aspectos Legais ..................................................................................................... 23
7.3. Metodologia ........................................................................................................... 24
8. FORMA DE INGRESSO .......................................................................................... 25
9. REGIME DE MATRÍCULA ....................................................................................... 26
10.
ATIVIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS ................................................ 26
10.1.
10.2.
11.
Estágio Curricular Supervisionado..................................................................... 26
Projeto de Graduação -Trabalho de Conclusão de Curso – TCC....................... 27
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..................................................................... 27
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CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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5
11.1.
11.2.
11.3.
11.4.
12.
AVALIAÇÃO .......................................................................................................... 28
12.1.
13.
14.
15.
Monitoria ............................................................................................................ 27
Iniciação Científica ............................................................................................ 28
Projeto Juventude Solidária ................................................................................ 28
Projeto cultural ................................................................................................... 28
Avaliação da Aprendizagem .............................................................................. 29
APROVEITAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS ................................ 31
FREQÜÊNCIA....................................................................................................... 32
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR............................................................................ 32
15.1.
Fundamentação Geral ......................................................................................... 32
15.2.
Estrutura Curricular ............................................................................................ 32
15.2.1.
Matriz Curricular ........................................................................................ 33
15.2.2.
Organização Curricular por Conteúdo ........................................................ 35
15.2.3.
Ementário .................................................................................................... 36
1º PERÍODO .................................................................................................................... 36
2º PERÍODO .................................................................................................................... 42
3º PERÍODO .................................................................................................................... 48
4º PERÍODO .................................................................................................................... 53
5º PERÍODO .................................................................................................................... 58
6º PERÍODO .................................................................................................................... 63
OPTATIVAS .................................................................................................................... 70
15.3.
15.4.
Flexibilidade Curricular ..................................................................................... 73
Fluxograma Curricular ....................................................................................... 74
16.
DOCENTES .......................................................................................................... 75
1º PERÍODO ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
2º PERÍODO ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
3º PERÍODO ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
4º PERÍODO ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
5º PERÍODO ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
6º PERÍODO ........................................................................ Erro! Indicador não definido.
17.
NÚCLEO DE DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ............................................... 81
18.
INSTALAÇÕES FÍSICAS ...................................................................................... 81
18.1.
Sala de Professores e Sala de Reuniões ............................................................. 81
18.2.
Gabinetes de Trabalho para Professores ............................................................ 81
18.3.
Sala de Coordenação de Cursos ......................................................................... 81
18.4.
Salas de Aula ...................................................................................................... 82
18.5.
Acesso dos Alunos a Equipamentos de Informática .......................................... 82
18.6.
Biblioteca ........................................................................................................... 82
18.7.
Laboratórios Específicos e Especializados ........................................................ 82
18.7.1.
Laboratório de Mecânica ............................................................................ 82
18.7.2.
Laboratório de Eletrotécnica ....................................................................... 83
18.7.3.
Laboratório de Eletrônica e Automação ..................................................... 83
18.7.4.
Laboratórios de Informática........................................................................ 83
18.7.5.
Equipamentos dos Laboratórios Específicos/ Especializados .................... 84
Anexos ............................................................................................................................ 85
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CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE
TECNOLOGIA EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
1. DADOS DA INSTITUIÇÃO
1.1. Denominação:
Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco – FAC FUNAM
1.2. Mantenedora:
Fundação Educacional Alto Médio São Francisco - FUNAM
1.3. Natureza Jurídica:
Fundação privada sem fins lucrativos
1.4. CNPJ:
20.533.295/0001-79
1.5. Inscrição Estadual:
Isento
1.6. Endereço:
Avenida Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos – Pirapora/MG.
1.7. Caracterização da FAC FUNAM
A Funam - Fundação Educacional Alto-Médio São Francisco é uma entidade de
direito privado, sem fins lucrativos, reconhecida como de Utilidade Publica
Municipal pela lei nº 767/79 de 07/06/1979, como de Utilidade Publica Estadual
pela Lei nº 14.760 de 29/08/2003, como de Utilidade Pública Federal aprovado
pelo processo nº 08026.001731/2004-28 e Certificada com Inscrição nº 014 em
05/05/2006 como empresa de Assistência Social Municipal e certificada como
Entidade Beneficente de Assistência Social pelo processo nº 71010.004186/200941 (portaria nº 89 de 1º de março de 2013), mantenedora da Escola Técnica AltoMédio São Francisco e da Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco,
instalada no município de Pirapora-MG.
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Nossa instituição de ensino, com mais de 30 anos de existência vem suprindo o
mercado de trabalho da região do Alto Médio São Francisco, que engloba
municípios como Pirapora, Várzea da Palma, Buritizeiro, Lassance, Ibiaí, Jequitaí,
entre outros, com técnicos formados em nossos cursos, com o objetivo de
desenvolvimento de uma cultura empreendedora e sempre mantendo uma visão
social sedimentada entre nossos alunos.
Nesse espaço encontra-se um vasto campo industrial, onde estão em
funcionamento várias empresas de Ferro Ligas, Têxteis, Metalúrgicas, de
Manufatura e outras, inclusive produzindo nas suas Unidades Industriais de
Metalurgia um dos melhores silícios do mundo. No entanto, trata-se de uma
microrregião com destacada desigualdade, alto índice de desemprego, devido à
falta de formação especializada da população. A FAC FUNAM vem suprir essa
lacuna social na cidade de Pirapora, distante dos grandes centros universitários, a
360 Km de Belo Horizonte e a 168 Km de Montes Claros. Além disso, as
peculiaridades do trabalho na indústria impedem o deslocamento do individuo para
outros centros em busca de formação tecnológica.
Nesse contexto, buscando uma formação mais sólida e conseqüentemente um
profissional mais bem qualificado para atender às mudanças que vêm ocorrendo
na economia, na indústria, e conseqüentemente no mundo do trabalho, a FUNAM
propõe a implantação de sua Faculdade de Tecnologia – FAC FUNAM.
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1. NOME DO CURSO:
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
2.2. ANO DE IMPLANTAÇÃO:
2010
2.3. GRAU ACADÊMICO:
Superior
2.4. HABILITAÇÃO:
Tecnólogo em Manutenção Industrial
2.5. REGIME DE ENSINO:
Regular - Presencial
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2.6. REGIME DE MATRÍCULA:
Semestral
2.7. TURNOS DE FUNCIONAMENTO:
Noturno
2.8. Nº DE VAGAS SEMESTRAIS:
40 vagas semestrais
2.9. Nº DE VAGAS POR TURNO:
40 vagas semestrais
2.10. LOCAL DE FUNCIONAMENTO:
Avenida Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos – Pirapora/MG.
2.11. FREQÜÊNCIA MÍNIMA EXIGIDA:
75 %
2.12. CARGA HORÁRIA TOTAL:
3016:40 horas
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3. JUSTIFICATIVA
A Globalização inseriu o Brasil nos megamercados internacionais, e num
ambiente de intensa competição, onde nossos principais competidores
produzem os mesmos produtos usando tecnologias avançadas e mão de obra
cada vez mais qualificada.
A estrutura do emprego no Brasil está se alterando de forma muito substantiva
e tal alteração não diz respeito somente à redução de oferta de empregos ou
das transferências de postos de trabalho da indústria para os setores de
serviço ou comércio, mas também em decorrência da abertura de novas
fronteiras de trabalho numa velocidade estonteante, nunca antes vista no país,
sem paralelo no mundo necessitando de permanente qualificação e
requalificação do jovem ou adulto trabalhador.
A Fundação Educacional Alto Médio São Francisco - FUNAM, sempre
preocupada
em
suprir
necessidades
evidenciadas
e
solicitadas pela
comunidade, propicia a educação profissional direcionada para o atendimento
às exigências tecnológicas do sistema produtivo. Educação profissional que
aponta para uma nova formação do trabalhador-cidadão com competências
técnicas, ou seja, consciente dos direitos e deveres que lhe são inerentes
como cidadão e capaz de intervir criticamente nos diversos sistemas sociais,
inclusive no produtivo, e de construir, articular e mobilizar valores,
conhecimentos e habilidades para resolução de problemas não só rotineiros,
mas também inusitados.
Diferentemente da formação especializada, a educação tecnológica é
indissociável da educação formal com a qual tem uma relação de
intercomplementariedade, e forma para a vida, inclusive e principalmente para
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o mundo do trabalho que ocupa uma parte muito importante na vida das
pessoas.
As duas, a educação formal e a profissional, se complementam na formação
do trabalhador do futuro: o cidadão com competências técnicas.
Um dos quesitos principais para uma nação participar da Revolução Industrial
que hora acontece, é a qualificação profissional dos seus cidadãos. Estudos
mostram que o Setor Industrial, é o que mais gera empregos e paga os
melhores salários no país.
No Brasil convivem atualmente indústrias, cujos indicadores são utilizados
como benchmarking pelo resto do mundo, com outras que se encontram ainda
em níveis intermediários de utilização das tecnologias e de metodologias de
gestão.
Na região do Norte de Minas encontra-se um vasto campo industrial, onde
estão
em
funcionamento
várias
empresas
de
Ferro
Ligas,
Têxteis,
Metalúrgicas, de Manufatura etc. Inclusive produzindo nas suas Unidades
Industriais de Metalurgia um dos melhores silícios do mundo.
Buscando sempre continuar cumprindo a sua missão e atender às mudanças
que vêm ocorrendo na economia, na indústria, e conseqüentemente no mundo
do trabalho, A FAC FUNAM, atendendo à demanda das empresas da região,
do
estado
e
do país,
e
buscando uma formação mais sólida
e
conseqüentemente um profissional melhor qualificado.
Acrescentando que para tal justificativa propomos as seguintes considerações:
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 A FAC FUNAM situa-se numa cidade privilegiada por ser banhada pelo Rio
São Francisco, Rio da Unidade Nacional, sendo também uma cidade de
pólo turístico e bem divulgada em âmbito nacional;
 O profissional Tecnólogo em Manutenção Industrial está sendo bem visto
pelas empresas da região; com boas perspectivas em virtude da demanda
já verificada nas indústrias de profissionais qualificados nesta área;
 Com a implantação nas empresas da região de programas de qualidade e
as constantes inovações tecnológicas, as empresas estão cada vez mais
demandando profissionais qualificados para manter os seus processos,
inclusive com a faculdade disponibilizando uma variedade de cursos
rápidos para qualificar os profissionais das empresas e também da
comunidade;
 A FAC FUNAM conta com professores qualificados e devidamente
habilitados capazes de desenvolver projetos importantes na nova
metodologia de ensino, e na maioria atuantes nas Indústrias, o que é uma
grande vantagem, visto que o aluno tem contato direto com profissionais da
área que futuramente irão atuar.
4. - Objetivos
4.1. Objetivos Gerais
A educação profissional, seja no nível técnico ou tecnológico, propicia ao
educando o desenvolvimento de um conjunto de saberes, competências e
habilidades e se constitui em base adequada sobre a qual, e ao longo de sua vida
no mundo do trabalho, ele possa somar aperfeiçoamentos, qualificações e
especializações.
Em sintonia com as demandas dos modernos sistemas produtivos, o Tecnólogo
em Manutenção Industrial dotar-se-á de sólidos conhecimentos no campo
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gerencial voltados para a Manutenção Industrial propriamente dita, mas sem
perder de vista às exigências da moderna Administração da Produção. Em
contraposição ao mero especialista em reparos de máquinas e equipamentos, o
profissional de nível de 3º grau na habilitação em tê-la deverá, portanto, ter um
perfil eminentemente gerencial no que concerne à Manutenção Industrial, com
amplo domínio de suas técnicas contemporâneas e, a par disso, estar voltado
para os interesses globais da empresa, tornando-se um cidadão e profissional
polivalente capaz de: gerenciar, liderar, fazer manutenção, planejar, operar, dar
assistência técnica, prestar serviços, e outros nos diversos setores industriais,
empresas públicas ou privadas, de diferentes portes e ramos de atuação,
desenvolvendo nos mesmos habilidades diversas, tornando o aluno capaz de
atuar nos diversos campos de conhecimentos e aplicação tecnológica capaz de
programar, desenvolver, otimizar Sistemas Eletroeletrônicos, Eletromecânicos e
Pneumáticos, sendo capaz de compreender e interagir com o meio no qual está
inserido.
4.2. Objetivos Específicos
O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial tem como objetivo
dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes
competências e habilidades gerais:

Coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuam na instalação, na
produção e na manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão
administrativa e de pessoas.

Aplicar normas técnicas de qualidade, saúde e segurança no trabalho e
técnicas de controle de qualidade no processo industrial.

Aplicar normas técnicas e especificações de catálogos, manuais e tabelas em
projetos, e processos de fabricação, na instalação de máquinas e de
equipamentos e na manutenção industrial.
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13

Aplicar, em desenho de produto, de ferramentas, de máquinas e de
equipamentos, técnicas de desenho e de representação gráfica com seus
fundamentos matemáticos e geométricos.

Elaborar projetos, layouts, diagramas e esquemas, correlacionando-os com as
normas técnicas e com os princípios científicos e tecnológicos.

Aplicar técnicas de medição e ensaios visando a melhoria da qualidade de
produtos e serviços da planta industrial.

Desenvolver projetos de manutenção, de instalações e de sistemas industriais,
caracterizando e determinando aplicações de materiais, acessórios, dispositivos,
instrumentos, equipamentos e máquinas.

Identificar os elementos de conversão, transformação, transporte e distribuição
de energia, aplicando-os nos trabalhos de implantação e manutenção do processo
produtivo.

Coordenar atividades de utilização e conservação de energia, propondo a
racionalização de uso e de fontes alternativas.

Possuir habilidade de liderança, trabalhar em equipe e possuir noções de
psicologia e relações interpessoais,

Desenvolver características empreendedoras e de cidadania;

Conhecer os procedimentos para manutenção das normas dos sistema da
qualidade ISO;

Conhecer o funcionamento básico de estruturas organizacionais de empresas;

Coordenar e desenvolver equipes de trabalho, aplicando métodos e técnicas
de gestão administrativa de pessoas, de treinamento no trabalho, e ter boa
desenvoltura para falar em público;

Conhecer a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho);

Saber desdobrar diretrizes e elaborar planos de ação para o atingir metas;

Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho;

Ter visão sistêmica sobre o processo sob sua intervenção;
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14

Possuir capacidade para supervisionar unidades de manutenção eletrotécnica
em indústrias têxteis;

Possuir capacidade para supervisionar unidades de manutenção eletrotécnica
em indústrias metalúrgicas;

Possuir capacidade para supervisionar unidades de manutenção eletrotécnica
em indústrias siderúrgicas;

Possuir capacidade para supervisionar unidades de manutenção eletrotécnica
em indústrias de produtos manufaturados;

Possuir
capacidade
para
supervisionar
unidades
de
manutenção
eletroeletrônicos, eletromecânicos e pneumáticos em sistemas de beneficiamento
de matérias primas e materiais em geral;

Desenvolver projetos de sistemas hidráulicos e pneumáticos;

Desenvolver projetos de sistemas eletroeletrônicos;

Saber interpretar o funcionamento de circuitos e processos automatizados, e
atuar no funcionamento e manutenção básica dos mesmos.
5. Perfil profissional de conclusão dos egressos do curso
O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial oferecerá uma
sólida formação nas áreas de mecânica e elétrica, abordando aspectos atuais
como informática, automação industrial, gerenciamento de trabalho, entre outros,
contando para isso com diversas atividades práticas. A formação deste
profissional lhe dará condições de planejar, gerenciar, implementar e supervisionar
sistemas e áreas ou setores de manutenção, treinar e chefiar equipes de
manutenção; propor e aplicar novas tecnologias aos processos; além de possuir
uma postura ética e atenta em relação ao meio ambiente. tendo como objetivo
dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício da profissão.
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5.1. Habilidades e Competências
O curso deve prover uma formação que capacite o profissional para a solução de
problemas do mundo real, por meio da construção de modelos computacionais e
de sua implementação. O curso tem como objetivo formar o profissional para o
exercício das seguintes habilidades e competências gerais:
 Planejar, manter e inspecionar sistemas elétricos e mecânicos industriais;
 Dominar os fundamentos da organização da manutenção;
 Fundamentar-se nas tecnologias da eletricidade e mecânica, aplicando
técnicas de intervenções seguras aos diversos processos industriais,
considerando a melhoria da qualidade, a garantia da saúde e segurança,
produtividade e competitividade;
 Identificar e corrigir defeitos e falhas em instalações industriais;
 Estabelecer o planejamento, programação e controle da manutenção;
 Conhecer evolução e tendências da manutenção;
 Ler e interpretar projetos, catálogos, tabelas e manuais técnicos;
 Ser capaz de gerenciar a Manutenção na empresa;
 Atuar de forma sistêmica para atendimento às demandas de mercado;
 Possuir ampla visão técnica e gerencial de produção – estratégia e gestão;
 Elaborar croquis e desenhos técnicos;
 Desenvolver o conhecimento de sistemas de manutenção corretiva,
preventiva e preditiva;
 Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
manutenção de sistemas;
 Avaliar o impacto das atividades no contexto social e ambiental;
 Operar de equipamentos, instrumentos, máquinas e ferramentas correlatas à
manutenção;
 Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
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16
 Desenvolver e/ou aprimorar o conhecimento acerca de sistemas de
manutenção produtiva total – TPM;
 Desenvolver
e/ou
aprimorar
o
conhecimento
acerca
de
sistema
informatizado de manutenção – SIM;
 Utilizar softwares específicos;
 Aplicar a legislação e das normas técnicas referentes à manutenção, à
saúde e segurança no trabalho, à qualidade e ao meio-ambiente;
 Criar estratégicas e políticas de manutenção;
 Imprimir ações para o desenvolvimento da qualidade total;
 Gerenciar equipes, desenvolver manutenção preditiva, preventiva e
corretiva, centrada na confiabilidade dos indicadores, propondo melhorias;
 Conduzir experimentos e interpretar resultados;
 Interagir com fontes diretas - observação e coleta de dados em situações
“naturais” e experimentais;
 Planejar layout em ambientes industriais;
 Avaliar o impacto potencial ou real das novas propostas, considerando
aspectos técnico-científicos, éticos e políticos;
 Dominar habilidades básicas de comunicação, negociação e cooperação;
 Empreender formas diversificadas de atuação profissional;
 Exercer suas atividades nos setores de manutenção e inspeção industriais,
podendo ainda atuar em institutos e centros de pesquisa, órgãos
governamentais, escritórios de consultoria, dentre outros;
 Identificar, propor, implantar, implementar soluções para problemas;
 Elaborar de orçamento;
 Assessorar em vendas, compras e controle de materiais elétricos e
mecânicos;
 Acompanhar sistematicamente as mudanças da tecnologia;
 Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;
 Conhecer e respeitar os direitos individuais e coletivos;
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6. PERFIL DO EGRESSO
O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial oferecerá uma
sólida formação nas áreas de mecânica e elétrica, abordando aspectos atuais
como informática, automação industrial, gerenciamento de trabalho, entre outros,
contando para isso com diversas atividades práticas. A formação deste
profissional lhe dará condições de planejar, gerenciar, implementar e supervisionar
sistemas e áreas ou setores de manutenção, treinar e chefiar equipes de
manutenção; propor e aplicar novas tecnologias aos processos; além de possuir
uma postura ética e atenta em relação ao meio ambiente. tendo como objetivo
dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício da profissão.
Competências e habilidades específicas a serem desenvolvidas
O curso deve prover uma formação que capacite o profissional para a solução de
problemas do mundo real, por meio da construção de modelos computacionais e
de sua implementação. O curso tem como objetivo formar o profissional para o
exercício das seguintes habilidades e competências gerais:
 Planejar, manter e inspecionar sistemas elétricos e mecânicos industriais;
 Dominar os fundamentos da organização da manutenção;
 Fundamentar-se nas tecnologias da eletricidade e mecânica, aplicando
técnicas de intervenções seguras aos diversos processos industriais,
considerando a melhoria da qualidade, a garantia da saúde e segurança,
produtividade e competitividade;
 Identificar e corrigir defeitos e falhas em instalações industriais;
 Estabelecer o planejamento, programação e controle da manutenção;
 Conhecer evolução e tendências da manutenção;
 Ler e interpretar projetos, catálogos, tabelas e manuais técnicos;
 Ser capaz de gerenciar a Manutenção na empresa;
 Atuar de forma sistêmica para atendimento às demandas de mercado;
 Possuir ampla visão técnica e gerencial de produção – estratégia e gestão;
 Elaborar croquis e desenhos técnicos;
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 Desenvolver o conhecimento de sistemas de manutenção corretiva,
preventiva e preditiva;
 Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
manutenção de sistemas;
 Avaliar o impacto das atividades no contexto social e ambiental;
 Operar de equipamentos, instrumentos, máquinas e ferramentas correlatas à
manutenção;
 Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
 Desenvolver e/ou aprimorar o conhecimento acerca de sistemas de
manutenção produtiva total – TPM;
 Desenvolver
e/ou
aprimorar
o
conhecimento
acerca
de
sistema
informatizado de manutenção – SIM;
 Utilizar softwares específicos;
 Aplicar a legislação e das normas técnicas referentes à manutenção, à
saúde e segurança no trabalho, à qualidade e ao meio-ambiente;
 Criar estratégicas e políticas de manutenção;
 Imprimir ações para o desenvolvimento da qualidade total;
 Gerenciar equipes, desenvolver manutenção preditiva, preventiva e
corretiva, centrada na confiabilidade dos indicadores, propondo melhorias;
 Conduzir experimentos e interpretar resultados;
 Interagir com fontes diretas - observação e coleta de dados em situações
“naturais” e experimentais;
 Planejar layout em ambientes industriais;
 Avaliar o impacto potencial ou real das novas propostas, considerando
aspectos técnico-científicos, éticos e políticos;
 Dominar habilidades básicas de comunicação, negociação e cooperação;
 Empreender formas diversificadas de atuação profissional;
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 Exercer suas atividades nos setores de manutenção e inspeção industriais,
podendo ainda atuar em institutos e centros de pesquisa, órgãos
governamentais, escritórios de consultoria, dentre outros;
 Identificar, propor, implantar, implementar soluções para problemas;
 Elaborar de orçamento;
 Assessorar em vendas, compras e controle de materiais elétricos e
mecânicos;
 Acompanhar sistematicamente as mudanças da tecnologia;
 Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;
 Conhecer e respeitar os direitos individuais e coletivos;
7. FUNDAMENTOS BÁSICOS
7.1. Pressupostos Filosóficos e Psicopedagógicos que Norteiam a Prática
Pedagógica
7.1.1. Aspectos filosóficos
A filosofia que direciona o projeto pedagógico da FAC FUNAM está fundada na
visão dialética em que a relação sujeito e objeto atuam entre si, influenciando-se
mutuamente.
Essa filosofia remete à reflexão de todos os envolvidos nas ações desenvolvidas
pela Faculdade, que quer dizer uma crítica do trabalho que se realiza, o
significado que tem para os sujeitos com os quais se trabalha e para a
comunidade da qual fazem parte e estão construindo.
Essa concepção exige de todos os colaboradores da FAC FUNAM a necessidade
de um olhar mais abrangente, uma visão de totalidade; esforço de distinguir para
unir, e, no que diz respeito ao ensino, à articulação estreita dos saberes e
capacidades; à necessidade do trabalho interdisciplinar; à relação teoria e prática
e a uma avaliação permanente.
Estão inseridos nesse olhar os valores estéticos, políticos e éticos. A organização
didática, as formas de convivência escolar, a organização do currículo e das
situações de aprendizagem e os procedimentos de avaliação devem estar
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coerentes com esses valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a
identidade.
7.1.2. Aspectos psicopedagógicos
Os aspectos psicopedagógicos estão ancorados na abordagem interacionista em
que o conhecimento é considerado como uma construção contínua em uma
relação sujeito-objeto, em que o desenvolvimento não depende apenas do
investimento recebido, mas de investimento de cada pessoa envolvida, do seu
interesse em construir e reconstruir sua aprendizagem. A aprendizagem se dá de
forma dinâmica, sempre relacionando a teoria e a prática.
A aprendizagem, portanto, é um processo ativo e integral do sujeito na construção
do conhecimento, não valendo aqui a transmissão mecânica e nem
descontextualizada. Nesse sentido o diálogo no processo educativo é essencial
para torná-lo dinâmico e promover a interação sujeito e objeto.
O fazer pedagógico consiste no processo de construção e reconstrução da
aprendizagem, que se dá nas relações do sujeito consigo mesmo e com os outros,
as quais se processam num contexto social e institucional marcado pela história
subjetiva e coletiva.
Pressupõe uma intencionalidade para a aquisição de um novo saber; pressupõe,
portanto, um ensino em que se dialetizem as relações existentes, não quem
aprende e quem ensina, mas a crença de que não se pode ensinar corretamente
enquanto não se aprende durante a própria tarefa de ensinar.
Na dialética da interação e da tarefa partilhada, todos e cada um são sujeitos do
conhecer; é o grupo que possibilita a conquista de um nível simbólico que integra
o plano da experiência mas que também o supera, com a elaboração de um
marco referencial comum.
Essa abordagem teórica abre um leque de desdobramentos metodológicos e
avaliativos, permitindo aos professores, pedagogos e coordenadores, enfim, a
todos os atores escolares, o exercício da criatividade, de práticas humanizadas e
rigorosas que recusem o assistencialismo, práticas que se pretendam radicais,
sem serem, jamais, sectárias.
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7.1.3. Princípios Didático-metodológicos
A política referente às práticas pedagógicas desenvolvidas pela FAC FUNAM
caminha em uma linha crítica alicerçada nos seguintes paradigmas:











criar e difundir culturas, conhecimentos, produção científica e tecnológica;
desenvolver os currículos dos cursos na perspectiva da educação continuada e
da possibilidade de certificações intermediárias, observados os interesses
individuais dos estudantes e a viabilidade pedagógica e administrativa da
Instituição;
forjar diuturnamente o raciocínio crítico;
prover práticas pedagógicas reflexivas e dialéticas;
formar, nas diversas áreas do conhecimento, profissionais compromissados
com o desenvolvimento socioeconômico e político regional e nacional;
preservar, vinculando-os à vida cotidiana, ideais da ética, da responsabilidade,
da cidadania, da solidariedade e do espírito coletivo;
priorizar a pesquisa científica, com vistas ao desenvolvimento tecnológico e
social;
socializar conhecimentos técnicos, sociais, políticos e científicos;
priorizar o atendimento às carências regionais e nacionais, atendendo via
serviços específicos à comunidade, estabelecendo relações de parceria;
valorizar e oferecer espaços para consolidação rotineira das atividades de
extensão, considerando os objetivos anteriores que tratam da socialização do
conhecimento;
considerar a singularidade humana, bem como seus múltiplos aspectos, como
ser social, biológico, psicológico, político e cultural, sujeito histórico, enfim.
Dessa forma, na implementação das Matrizes Curriculares dos cursos, a
Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco pretende:



promover o aprofundamento das ciências e da tecnologia no contexto histórico
das áreas de códigos e linguagens, sociedade e cultura, ciências da natureza e
matemáticas, buscando vigorosa e metodicamente a construção do
conhecimento por intermédio da livre discussão do ensino, da pesquisa e da
extensão, fazendo da ação profissional sempre uma ação retomada do
passado para o presente e o futuro;
privilegiar a produção e a construção do conhecimento de forma sistematizada
e sistêmica, partindo da reflexão, do debate e da crítica, numa perspectiva
criativa e interdisciplinar;
recuperar o conhecimento como prática, reflexão, dúvida, compreensão e
crítica do que nos é oferecido pela observação e pela experiência do mundo
físico e social, bem como pelas mídias tecnológicas disponíveis.
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Na organização curricular são observados os fundamentos da estética da
sensibilidade, política da igualdade e a ética da identidade, como também os
princípios específicos de flexibilidade, autonomia, interdisciplinaridade e
contextualização, necessários para o desenvolvimento de um currículo por
competências.
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo.
Também serão observados como eixos estruturais na organização dos cursos os
quatro pilares da educação: “aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a
viver, aprender a ser”, eixos encaminhados pela Unesco que orientarão a seleção
dos conteúdos significativos numa organização por competências e habilidades.
O currículo se propõe dinâmico, parcial, mutável e flexível, pois mobiliza recursos
e atividades facilitadoras da construção de competências, integrando teoria e
prática. Para tanto, a metodologia de ensino deve ser ativa, dinâmica e
envolvente; os meios devem ser o mais próximo possível da realidade do aluno.
Diante do exposto, torna-se necessário afirmar que o Curso de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas oferece ao discente referenciais teóricopráticos que colaboram na aquisição de competências cognitivas, habilidades e
atitudes e que promovem o seu pleno desenvolvimento como pessoa, o exercício
da cidadania e a qualificação para o trabalho.
7.2. Aspectos Legais
O Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Alto Médio São Francisco - FAC
FUNAM está organizado com base na seguinte legislação:
I. na autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e
patrimonial, e obediência ao princípio da indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão (art. 207 da Constituição da República Federativa do
Brasil);
II. no cumprimento das normas gerais da educação nacional e avaliação da
qualidade pelo Poder Público (art. 209 da Constituição da República Federativa
do Brasil);
III. na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – Lei 9.394/96;
IV. no Regimento da Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco – FAC
FUNAM;
V. no Estatuto da Fundação Educacional Alto Médio São Francisco – FUNAM;
VI. nas Diretrizes Curriculares dos cursos recomendados pelo Conselho Nacional
de Educação.
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7.3. Metodologia
O trabalho por competência implica metodologias que priorizem o envolvimento
cognitivo/afetivo dos alunos e professores, a articulação de todo e qualquer tema
trabalhado com a realidade, sempre partindo das representações dos estudantes,
demonstrando sua pragmaticidade, sem descuidar de seus aspectos éticos,
estéticos e filosóficos.
A metodologia não deve ser um exercício repetitivo e previsível de salivação e giz.
É, antes, processo a ser (re)construído coletivamente, considerando,
necessariamente, as demandas profissionais locais e regionais. Deve-se articular
com o mundo do trabalho, estabelecendo uma dialética relação entre teoria e
prática, bem como com as demais disciplinas (interdisciplinaridade), de modo que
promova aprendizagens profissionais significativas, gerando assim competências
profissionais.
Os métodos de ensino-aprendizagem devem possibilitar ao aluno assumir o papel
de sujeito ativo do processo. O aluno deve construir seus conhecimentos, refletir,
raciocinar, pesquisar, ser crítico, criativo, ter iniciativa, flexibilidade e ser
empreendedor.
Para atender a essa concepção deve partir das seguintes finalidades:



interação das diversas áreas do conhecimento num currículo que garanta a
participação do estudante e a valorização de suas experiências e interesses na
apropriação do saber universalmente sistematizado;
currículos e conteúdos organizados, visando estabelecer uma relação entre o
trabalho pedagógico e a realidade sócio-cultural dos estudantes;
interdisciplinaridade como princípio metodológico, possibilitando a articulação e
o diálogo das diversas áreas do conhecimento.
O desenvolvimento do trabalho metodológico de um currículo organizado por
competências encaminha principalmente o uso de métodos ativos, porque estes
desafiam e motivam os alunos a mobilizar conhecimentos que já possuem e a ir
buscar novos conhecimentos. Uma pedagogia dinâmica que transforme a sala de
aula num espaço privilegiado de aprendizagens vivas e enriquecedoras.
Algumas formas de organização didático-pedagógica, como estudos individuais,
trabalhos em pequenos e grandes grupos e projetos integradores contribuem para
dinamizar o processo de ensino. O uso diversificado de recursos audiovisuais,
material concreto relacionado à sua realidade, bem como o computador como
ferramenta de construção e suporte para a pesquisa e articulação dos saberes; as
excursões (visitas técnicas); as aulas práticas nos laboratórios; participação em
feiras; construção de maquetes; filmes; seminários, e tantos outros que
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possibilitem o envolvimento do aluno no processo de sua aprendizagem devem
fazer parte da realidade educacional do Ensino Superior da FAC FUNAM.
Os métodos e procedimentos a serem operacionalizados no desenvolvimento do
processo de ensino e aprendizagem devem ser variados, pois é necessário
adequá-los aos objetivos e à temática do momento. Métodos como discussão,
debates, simulação, exposição dinamizada/dialogada, experimentos, solução de
problemas, estudo de caso, projetos e jogos são métodos que possibilitam o
envolvimento do aluno no processo de ensino-aprendizagem. Ao selecionar os
métodos o professor deve considerar as competências imediatas a serem
adquiridas e o perfil do aluno egresso que se quer construído.
O planejamento, etapa da organização do trabalho pedagógico, é visto pela
Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco como um momento
privilegiado para a reflexão coletiva sobre as ações educacionais e também para a
integração da equipe de trabalho. É quando a equipe escolar avalia o trabalho
político-pedagógico em curso, analisa criticamente seus resultados, concebe
novas formas de atuação, toma decisões, executa planos e projetos, avalia
resultados diários, finais e parciais e retoma novamente o ciclo dinâmico e vivo do
planejamento.
Assim, deverá traduzir-se numa vivência crítica permanente diante do trabalho
pedagógico, possibilitando ao conjunto de profissionais da instituição conhecer,
apropriar-se e participar do projeto em desenvolvimento, tendo em vista o alcance
dos objetivos definidos coletivamente.
A organização do trabalho pedagógico ocorre por meio de reuniões quinzenais por
área de conhecimento/módulo; conselhos de classe; reuniões do colegiado e das
coordenadorias para promover reflexão, troca de experiências, integração e
articulação dos vários saberes, análise, avaliação e auto-avaliação dos trabalhos
realizados de forma contínua e permanente e encaminhamento de novas ações.
8. FORMA DE INGRESSO
Os processos seletivos para ingresso no curso, foram abertos a
ensino médio ou equivalente, destinando-se a avaliar a formação
candidatos e classificá-los dentro do limite de vagas oferecidas,
princípios da igualdade de oportunidades e de eqüidade de
avaliação.
concluintes do
recebida pelos
respeitados os
tratamento na
Para o ingresso inicial de acadêmicos foi observada a legislação específica sobre
o assunto, vigente por ocasião da publicação do edital de processo seletivo.
As inscrições para o processo seletivo foram abertas em edital, do qual constou o
curso e habilitação oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a
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documentação exigida para a inscrição, o calendário de provas, os critérios de
classificação e demais informações necessárias.
Quando da inscrição ao processo seletivo, a Instituição disponibilizou aos
candidatos um manual com informações diversas sobre as condições de oferta do
curso, conforme determina a legislação.
A classificação foi feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem
ultrapassar o limite de vagas fixadas no edital.
A classificação obtida foi válida apenas no período letivo para o qual se realiza o
concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de
requerer a matrícula no prazo estabelecido ou, em o fazendo, não apresentar a
documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados.
Na ocasioões em que restaram vagas não preenchidas, realizou-se novo processo
seletivo, e ainda restando vagas, foram recebidos alunos transferidos de outras
instituições, de outros cursos de nível superior da própria Instituição ou portadores
de diploma de graduação, conforme legislação vigente.
9. REGIME DE MATRÍCULA
A matrícula é o ato pelo qual candidato e instituição celebram um vínculo do qual
resulta a condição de integrante do quadro discente, na condição de aluno regular,
provendo vaga, mediante aprovação no processo seletivo.
A matrícula foi requerida pelo interessado, junto à secretaria acadêmica no prazo
estabelecido conforme edital do processo seletivo. O regime de matrícula,
trancamento e retorno após o trancamento aconteceu conforme previsto no
Regimento Interno.
10. ATIVIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS
10.1. Estágio Curricular Supervisionado
O estágio supervisionado, realizado a partir do 5º período, com carga horária
mínima de 600 horas obrigatória, extra-curricular, tem por finalidade proporcionar
ao aluno oportunidade de complementar a sua formação, em situações reais de
trabalho, em instituições públicas ou privadas que desenvolvam atividades
profissionais relacionadas ao curso. Informações detalhadas em ANEXO-A.
A FAC FUNAM, por meio do DIEE – Departamento de Integração
Empresa/Escola, encaminha e acompanha o aluno no estágio curricular
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obrigatório, bem como promove oportunidades de desenvolvimento social e
profissional do mesmo. Informações detalhadas em ANEXO-B.
10.2. Projeto de Graduação -Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Este trabalho objetiva verificar o nível de capacitação profissional atingido pelo
aluno ao final do curso de graduação. Deve ser um trabalho de síntese e
integração dos conhecimentos adquiridos, com aplicação de conhecimentos
matemáticos, científicos, tecnológicos e/ou instrumentais.
O aluno ou grupo deverá também comprovar a viabilidade econômica e de
mercado do seu projeto, demonstrando o desenvolvimento de sua capacidade
empreendedora.
Durante o desenvolvimento de seu Projeto de Graduação, o aluno terá à sua
disposição informações e instrumentos que lhe possibilitarão adquirir
conhecimentos básicos de planejamento, marketing, finanças, custos, vendas e
recursos humanos, para a elaboração do seu Plano de Negócios, e aprenderá a
identificar as potencialidades e oportunidades de negócios, bem como as
características do comportamento empreendedor. Informações detalhadas em
ANEXO-C.
Essas informações serão disponibilizadas aos alunos por meio de palestras,
seminários e workshops.
11. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Para que a formação do graduando seja plenamente realizada, é necessária a
realização de atividades complementares. Portanto, a FAC FUNAM oferece aos
seus alunos a oportunidade de exercerem uma série de atividades que, apesar de
não serem obrigatórias, significam um importante complemento à sua formação.
Essas atividades constarão do seu histórico escolar.
11.1. Monitoria
A FAC FUNAM instituirá o sistema de monitoria, nele admitindo alunos
regularmente matriculados, selecionados pelos departamentos e designados
pelo coordenador de curso, dentre estudantes que além de demonstrarem
aptidão para as atividades auxiliares de ensino e pesquisa, tenham
demonstrado rendimento satisfatório na disciplina ou área da monitoria.
O exercício da monitoria, que se resume no auxílio às atividades docentes, não
implica vínculo empregatício e deverá seguir orientação de um professor
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vedada a utilização de monitor para ministrar aulas teóricas ou práticas
correspondentes à carga – horária regular de disciplina curricular.
Os monitores, mensalmente, recebem bolsa de estudos, valor este
estabelecido pela mantenedora, devendo ser admitidos por período letivo e
ficando, automaticamente, dispensados a partir da data oficial de sua colação
de grau.
11.2. Iniciação Científica
Os alunos envolvidos nessas atividades auxiliarão o pesquisador – coordenador
do curso e ou professor – em um projeto de pesquisa, recebendo orientações e
tarefas específicas para desenvolvimento do mesmo.
11.3. Projeto Juventude Solidária
O Projeto Juventude Solidária será executado pelos alunos que perceberem a
necessidade de investir no seu próprio desenvolvimento pessoal, educacional e
social, aplicando as competências e habilidades adquiridas na Faculdade, para
promoverem o crescimento de comunidades carentes. Ou seja, os alunos
orientados pelo professor e/ou coordenador ministrarão cursos de treinamento
profissional para entidades de menores carentes.
11.4. Projeto cultural
O aluno executará projetos em que demonstrará suas habilidades, conhecimentos
e sensibilidade, ampliando seu universo cultural, participando de feiras de
tecnologia e exposições de trabalhos artesanais, apresentações artísticas em
fóruns e seminários, ressaltando e valorizando a cultura da região. Busca-se
estabelecer parcerias em eventos culturais unindo o conhecimento tecnológico e a
participação artística.
12. AVALIAÇÃO
A avaliação, entendida como um processo contínuo de obtenção de informações,
análise e interpretação da ação educativa, deverá subsidiar as ações de
orientação ao aluno, visando à melhoria de seus desempenhos e à certificação de
estudos.
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12.1. Avaliação da Aprendizagem
A avaliação, parte integrante dos processos de ensino e aprendizagem,
compreenderá funções destinadas a:
I. apurar competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) do aluno;
II. verificar os avanços e dificuldades do aluno no processo de apropriação e
recriação do conhecimento;
III. conscientizar o aluno sobre seus avanços e dificuldades;
IV. verificar o desempenho final do aluno, com vistas à certificação de estudos.
A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a
freqüência e aproveitamento.
A freqüência às aulas e demais atividades programadas, permitida apenas aos
matriculados, é obrigatória, sendo vedado o abono de faltas. Independentemente
dos demais resultados obtidos é considerado reprovado na disciplina o aluno que
não tenha freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e
demais atividades previstas. A verificação e registro da freqüência são de
responsabilidade do professor.
O aproveitamento escolar é avaliado mediante acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nas atividades escolares, sendo atribuída a
escala numérica de 0(zero) a 100(cem) pontos, por semestre letivo, para cada
componente curricular.
A avaliação de cada componente curricular obedecerá a seguinte modalidade:
I. 70% provas teórica e práticas;
a. Mínimo de 3 (três) instrumentos de elaboração individual que abordem o
conjunto de competências mais significativas, equivalendo a 70% dos
valores semestrais. Estes instrumentos serão aplicados em períodos
previamente determinados em calendário, com direito a segunda
chamada.
II. 30% trabalhos e participação.
a. Mínimo de 2 (duas) atividades assistemáticas que abordem as
competências complementares e/ou mais significativas, equivalendo a
30 % dos valores semestrais. Estes instrumentos não estão sujeitos à
marcação em calendário e não asseguram direito à segunda chamada.
Para que o aluno seja aprovado, deverá obter aproveitamento semestral
equivalente a 70% do total de pontos distribuídos em cada disciplina.
Será cobrada a taxa de 5% do valor da mensalidade para cada avaliação a ser
realizada pelo aluno faltoso para que o mesmo possa ter direito a nova
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oportunidade de avaliação, salvo os casos de apresentação de atestados
médicos. Já o trabalho entregue fora da data marcada pelo professor terá
avaliação máxima de 70% do valor atribuído. Toda pendência de avaliação deverá
ser regularizada dentro do semestre em questão, mediante requerimento próprio
da instituição.
As verificações de aprendizagem, de acordo com a natureza da disciplina,
poderão compreender:
I. provas escritas, gráficas, orais, seminários e argüições;
II. trabalhos práticos, inclusive extraclasse;
III. pesquisa ou estágio, desde que sob orientação, supervisão e controle do
professor;
IV. relatórios de aulas práticas ou trabalhos equivalentes;
V. elaboração de projetos, monografias, dissertações e tese e sua defesa;
VI. outras formas que atendam às peculiaridades didático-pedagógicas de cada
disciplina.
É obrigatória a atribuição de notas semestrais.
É assegurado ao aluno, desde que devidamente fundamentado, o direito de
requerer a revisão das avaliações, em formulário próprio da Instituição, solicitada
no prazo de 8 (oito) dias letivos, a contar da data da divulgação da respectiva
nota.
Para que o aluno seja aprovado deverá obter aproveitamento semestral
equivalente a 70% do total de pontos distribuídos em cada disciplina, por meio de
avaliações específicas, cujo número, valor e natureza estarão identificados no
Plano de Ensino. Considera-se em exame final o aluno que obtiver nota inferior a
70 (setenta) pontos em cada disciplina.
O exame final pode ser escrito e/ou oral e/ou prático, com a distribuição dos 100
(cem) pontos à verificação semestral, segundo critérios da Coordenação do Curso.
O exame final versará sobre matéria lecionada durante todo o período letivo, na
disciplina. Os mínimos de freqüência e aproveitamento, abaixo dos quais incorre o
aluno em reprovação automática na disciplina, estão previstos no Regimento.
É permitida a matrícula nas disciplinas do semestre seguinte, o aluno que tenha
obtido aprovação em todas as disciplinas do semestre anterior.
É permitida, ao aluno, a promoção em regime de dependência, obedecendo os
pré-requisitos de cada disciplina a ser matriculado.
O aluno, promovido para o módulo seguinte com disciplina(s) em regime de
dependência ou adaptação, poderá matricular-se na(s) disciplina(s) de que
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depende, desde que observada a compatibilidade de horários.
Poderão ser ministradas aulas de disciplinas para alunos com dependência ou
adaptação em horário ou período especial, a critério da Coordenação do Curso,
acarretando neste caso, ônus financeiro ao aluno.
O aluno que ingressar na Instituição por outra forma que não a de matrícula inicial
pela via do processo seletivo ficará sujeito ao mesmo sistema de avaliação e
desempenho escolar apontado no Regimento Interno.
Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado
por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos aplicados por
banca examinadora especial, poderão ter abreviado a duração dos seus cursos de
acordo com as normas dos sistemas de ensino.
A freqüência mínima obrigatória para aprovação do aluno deverá ser igual ou
superior a 75% (setenta e cinco por cento) sobre o total de horas letivas, de cada
unidade curricular, não havendo abono de faltas, exceto nos casos expressamente
previsto na legislação.
Nenhum aluno poderá sofrer prejuízo na avaliação de seu aproveitamento em
decorrência de motivos, devidamente comprovados, segundo legislação vigente.
A freqüência do aluno será controlada e registrada pelo professor responsável, em
cada aula, atividade ou estudo em documento próprio.
13. APROVEITAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS
Os conhecimentos profissionais adquiridos em cursos superiores e no trabalho,
comprovadamente certificados, em áreas compatíveis com as competências a
serem desenvolvidas neste curso poderão ser aproveitadas, sendo de iniciativa do
aluno.
A solicitação de aproveitamento, é concedido pela coordenação de curso, será
objeto de detalhada análise dos programas desenvolvidos, à luz do perfil
profissional de conclusão do curso.
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31
14. FREQÜÊNCIA
Freqüência/Assiduidade: Será exigido o mínimo de 75% de freqüência por
Unidade Curricular. As questões de tratamento especial, conforme legislação
vigente serão dirimidas em Regulamento Interno.
15. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
15.1. Fundamentação Geral
A estrutura curricular tem sua essência referenciada na pesquisa de mercado
identificando a demanda para a qualificação profissional. Contempla a
interdisciplinaridade das áreas do conhecimento por meio de projetos
multidisciplinares que visam atualização com o mundo do trabalho e a articulação
da teoria com a prática, possibilitando a aquisição de competências profissionais,
a compreensão do processo tecnológico e incentivando o desenvolvimento da
capacidade empreendedora.
Para dar atendimento à demanda do mercado de um profissional com um perfil
diferenciado, não só em tecnologia, mas também voltado para o desenvolvimento
social, a organização do curso apresenta bases científicas e de gestão de nível
superior dimensionadas e direcionada a terminalidade da formação do tecnólogo.
15.2. Estrutura Curricular
O desenho da matriz curricular apresenta-se na direção horizontal e vertical e, em
alguns casos, contempla ainda a direção transversal, exigindo do coletivo de
profissionais envolvidos maior empenho na organização do trabalho metodológico.
O sentido vertical é concebido como um sistema estruturado por módulos e
disciplinas. Nesta direção se garante o trânsito ascendente do estudante. No
sentido horizontal prima-se pela lógica da coordenação dos vários conteúdos, o
que permite o desenvolvimento da interdisciplinaridade. A direção transversal, por
sua vez, atravessa todo o curso, onde estão presentes, principalmente, os
conteúdos voltados aos valores, atitudes, interesses profissionais e outros.
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32
15.2.1.Matriz Curricular
Matriz Curricular 2010-2013
Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial
MÓDULO
I
II
III
CD
MI 01
MI 02
MI 03
MI 04
MI 05
MI 06
MI 07
MI 08
MI 09
TOTAL
CD
MI 10
MI 11
MI 12
MI 13
MI 14
MI 15
MI 16
MI 17
MI 18
MI 19
TOTAL
CD
MI 20
MI 21
MI 22
MI 23
MI 24
MI 25
MI 26
MI 27
MI 28
TOTAL
DISCIPLINA
Administração da Manutenção
Empreendedorismo I
Física I
Inglês Instrumental
Introdução à Segurança do Trabalho
Língua Portuguesa I
Matemática
Mecânica I
Metodologia Científica
DISCIPLINA
Cálculo I
Desenho Técnico I
Eletricidade I
Estatística e Probabilidade
Física II
Higiene e Segurança do Trabalho
Língua Portuguesa II
Mecânica II
Noções de Direito e Legislação
Teorias da Administração
DISCIPLINA
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Cálculo II
Circuitos Elétricos I
Desenho Técnico II – CAD
Eletricidade II
Língua Portuguesa III - Redação Técnica
Psicologia Aplicada ao Trabalho
Química I
Resistência dos Materiais
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CHS
33:20
33:20
66:40
33:20
33:20
50:00
66:40
50:00
33:20
400:00
CHS
66:40
33:20
33:20
33:20
50:00
33:20
50:00
33:20
33:20
33:20
400:00
CHS
50:00
66:40
50:00
33:20
33:20
33:20
33:20
33:20
66:40
400:00
AS
2
2
4
2
2
3
4
3
2
24
AS
4
2
2
2
3
2
3
2
2
2
24
AS
3
4
3
2
2
2
2
2
4
24
33
IV
V
VI
CD
MI 29
MI 30
MI 31
MI 32
MI 33
MI 34
MI 35
MI 36
TOTAL
CD
MI 37
MI 38
MI 39
MI 40
MI 41
MI 42
MI 43
MI 44
TOTAL
CD
MI 45
MI 46
MI 47
MI 48
MI 49
MI 50
MI 51
MI 52
MI 53
MI 54
MI 54
MI 55
MI 56
MI 57
MI 58
TOTAL
MI 59
DISCIPLINA
Acionamentos Elétricos
Circuitos Elétricos II
Fenômenos de Transporte
Gerência Ambiental
Gerência e Controle da Qualidade
Máquinas Elétricas I
Química II
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos
DISCIPLINA
Circuitos Elétricos III
Controlador Lógico Programável - PLC
Elementos de Máquinas
Eletrônica I
Instalações Elétricas I
Instrumentação e Controle
Lubrificação
Manutenção de Máquinas Hidráulicas e Pneumáticas
DISCIPLINA
Analise de Fratura
Automação
Eletrônica II
Empreendedorismo II
Fundição e Soldagem
Gerencia de Projetos
Instalações Elétricas II
Manutenção
Máquinas Elétricas II
Planejamento e Controle da Manutenção
Projeto de Graduação
Economia - Optativa
Ergonomia - Optativa
Libras – Optativa
Informática Aplicada - Optativa
Estágio Supervisionado
Carga Horária Total
CHS
66:40
50:00
50:00
33:20
50:00
33:20
66:40
50:00
400:00
CHS
50:00
50:00
50:00
83:20
50:00
33:20
33:20
50:00
400:00
CHS
33:20
50:00
66:40
33:20
33:20
33:20
33:20
33:20
33:20
50:00
16:40
33:20
33:20
33:20
33:20
416:40
600:00
AS
4
3
3
2
3
2
4
3
24
AS
3
3
3
5
3
2
2
3
24
AS
2
3
4
2
2
2
2
2
2
3
1
2
2
2
2
25
3016:40
Legenda
CHS
AS
CD
Carga Horária Semestral
Aulas Semanais
Código da Disciplina
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15.2.2.Organização Curricular por Conteúdo
Os conteúdos definidos para um currículo de formação profissional, deste curso, e
o tratamento que a ele deve ser dado assumem papel central, uma vez que é por
meio da aprendizagem de conteúdos que se dá a construção e o desenvolvimento
de competências. É por meio deles que os propósitos de formação da instituição
se realizam e, assim, no seu conjunto, o currículo contém os conteúdos
necessários ao desenvolvimento de competências exigidas para o exercício
profissional e os trata nas suas diferentes dimensões.
Na sua dimensão conceitual: teorias, informações, conceitos; na sua dimensão
procedimental: saber fazer; na sua dimensão atitudinal: na forma de valores e
atitudes que estarão em jogo na atuação profissional.
A doutrina de currículo que sustenta a proposta de organização e tratamento dos
conteúdos na FAC FUNAM envolve os conceitos de interdisciplinaridade,
contextualização e flexibilidade e atualização permanente. A idéia de uma
educação permanente ao longo da vida e a pretensão de ligar a aprendizagem
escolar ao mundo no qual se está inserido implica valorizar como conteúdos, o
manejo responsável da autonomia pessoal, fomentando os hábitos sociais de
trabalhar em grupo, o hábito de estudo e de busca de informação e pesquisa. A
seleção dos conteúdos deste curso leva em conta sua relevância para o
desenvolvimento da competência profissional requerida. É imprescindível buscar a
articulação entre o conteúdo e os métodos, não esquecendo, portanto, a
importância do tratamento metodológico.
Na seleção dos conteúdos foram considerados os seguintes aspectos: o
desenvolvimento das potencialidades educativas e afetivas que se quer construir
como perfil de saída; funcionalidade: aplicável à profissão, ajustado à Instituição,
ser atualizado técnica e cientificamente; flexibilidade, permitindo e ajustando-se às
particularidades dos alunos, prevendo saídas e permitindo a integração com
conteúdos afins; coerência a partir dos objetivos e competências propostos e
também com a formação do profissional em questão.
Serão desenvolvidas as seguintes atividades extra classe:



Cursos, palestras, seminários, congressos, conferências, oficinas, feiras
tecnologicas, visitas técnicas, estágios extracurriculares;
Pesquisa, teórica ou empírica, a fim de que os alunos possam visualizar o
conteúdo do curso em sua projeção social real, com a finalidade de que a
formação universitária não esteja dirigida apenas à aplicação e interpretação
do conhecimento.
Atividades comunitárias: extensão que consiste na prestação de serviços em
questões ligadas à cidadania a fim de que experimentem a função social do
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
conhecimento produzido.
Estágio Supervisionado: o estágio supervisionado, realizado a partir do 5º
módulo, com carga horária mínima de 600 horas obrigatória, extracurricular,
tem por finalidade proporcionar ao aluno oportunidade de complementar a sua
formação.
15.2.3.Ementário
1º PERÍODO
Disciplina: MI 01 – Administração da Manutenção
Período Letivo:
Carga Horária semanal:
Carga Horária Semestral:
1º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Visão Geral dos Sistemas de Produção. Histórico e Evolução da Manutenção. Tipos
de Manutenção. Técnicas de Manutenção Preditiva. Gestão Estratégica da
Manutenção. Práticas Básicas da Manutenção Moderna. Sistema Integrado de Gestão
pela Qualidade.
Referências Bibliográficas
Básicas:
NEPOMUCENO,Lauro Xavier. Técnicas de Manutenção Preditiva. 1a ed.. São
Paulo: Edgard Blucher, 1989.
BRANCO FILHO, Gil. Indicadores e índices de manutenção. Rio de Janeiro:
Ciência moderna, 2006.
RIBEIRO,José;FOGLIATO,Flávio. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Campu
Complementares:
KARDEC,Alan;NASCIF,Júlio. Manutenção – Função Estratégica. Qualitymark
SIQUEIRA,Iony Patriota de. Manutenção Centrada na Confiabilidade – Manual de
Implementação. Qualitymark
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Disciplina: MI 02 - Empreendedorismo I
Período Letivo:
Carga Horária semanal:
Carga Horária Semestral:
1º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Empreendedorismo tipologia; fundamentos; histórico e definições. O empreendedor:
características e perfis. Abertura de negócio próprio: processo empreendedor; análise
de oportunidades; tipos de negócios e introdução ao plano de negócios. Estudo e
análise do perfil empreendedor (estudo das 10 CCE's - Características
Comportamentais Empreendedoras). Processos empreendedores e os novos modelos
de gestão. Análise de oportunidades e tendências no atual contexto econômico-social.
Referências Bibliográficas
Básicas:
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo Dando asas ao espírito empreende
dor. 4a. ed. Barueri, SP: Manole, 2012.
DORNELAS, José Carlos de Assis. Empreendedorismo - Transformando idéias
em negócios. 7a ed.. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor - Prática e Princípios.
9a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
Complementares:
HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P.; SHEPHERD, Dean A..
Empreendedorismo. 7ª. ed.. Porto Alegre: Bookman, 2009. 662 p.
BESSANT, John; TIDD, Joe; BECKER, Elizamari Rodrigues, trad. Inovação e
Empreendedorismo. [Innovation and entrepreneurship]. Porto Alegre: Bookman,
2009. 511 p.
Disciplina: MI 03 - Física I
Período Letivo:
Carga Horária semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Grandezas físicas: Cinemática e dinâmica dos sólidos, Dinâmica: Força e Momento:.
Estática. Trabalho e energia. Máquinas simples. Hidrostática.
Referências Bibliográficas
Básicas:
BAEYER, Hans Christian Von. A Física e o nosso mundo. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
MERIAM, James Lathrop. Mecânica Dinâmica. 5a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Nussenzveig, H. Moysés. Curso de Física Básica 1 - Mecânica. 4a ed.. São Paulo:
Edgard Blucher, 2002. v.1.
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37
Complementares:
WALKER, Jean; HALLIDAY, David; BIASI, Ronaldo Sérgio de. trad.. Fundamentos de
Física: volume 3. [Fundamentals of physics, 8th ed.]. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física
Mecânica. 7a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v.1. 356 p.
Disciplina: MI 04- Inglês Instrumental
Período Letivo:
Carga Horária semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Desenvolvimento de habilidades de aprendizado de inglês como língua estrangeira.
Estratégias de Leitura e Compreensão de Textos Técnicos da área de Manutenção
Industrial e Gramática do Texto (estudo de estruturas gramaticais de nível
intermediário usadas em textos técnicos). Vocabulário Técnico Específico da Área de
Manutenção Industrial. Comandos. Uso de dicionários. Leitura e Exploração de Artigos
Técnicos. Interpretação de Manuais de Equipamentos em inglês.
Referências Bibliográficas
Básicas:
FURSTENAU, Eugênio. Novo dicionário de termos técnicos inglês-português.
24a. ed.. São Paulo: Globo, 2005. v.1.
FURSTENAU,Eugênio. Novo dicionário de termos técnicos inglês-português. 24a. ed..
São Paulo: Globo, 2006. v.2.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental Estratégias de leitura: Módulo I. São
Paulo: Texto novo, 2004.. v.1
Complementares:
PHILIPPSBORN, H. E.. Dicionário de tecnologia industrial: Inglês/português.
[Dictionary of industrial technology: in inglish, German and portuguese]. Rio de
Janeiro: Interciência, 2006. 819 p.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental Estratégias de Leitura. São Paulo: Texto
Novo, 2000..
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Disciplina: MI 05 - Introdução à Segurança do Trabalho
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Histórico da Segurança do Trabalho, Inter-relacionamento da Segurança do Trabalho
com demais setores da empresa, Custos e Estatística de Acidentes do Trabalho,
Prevenção de Acidentes do Trabalho, Doenças Ocupacionais e Doenças do Trabalho,
Investigação de Acidentes e Incidentes, CIPA, Equipamentos de Proteção, Normas
Regulamentadoras da Portaria 3.214/78.
Riscos Ambientais, Objetivos e Planejamento da Higiene do Trabalho; Sistema de
Gestão em Segurança e Higiene do Trabalho, Programas de Prevenção de Riscos
Ambientais – PPRA, Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO,
EPI’s versus Insalubridade.
Referências Bibliográficas
Básicas:
COSTA, Antonio Tadeu da. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho Seg. e
Saúde no Trabalho. 3a. Edição. São Paulo: Difusão, 2008.
Obra Coletiva de Autoria da Editora Saraiva. Segurança e Medicina do
Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2008. 1002 p. .
HOEPPNER, Marcos Garcia, org. Normas Regulamentadoras Relativas à
Segurança e Medicina do Trabalho. 3a. Edição. São Paulo: Icone, 2008. 752 p.
Complementares:
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho - Lei Nº 6.514, de 22 de
Dezembro de 1977. 62a ed.. São Paulo: Atlas, 2008.
GARCIA, Gustavo Filipe Barbosa. Acidentes do trabalho: Doenças ocupacionais e
nexo técnico epidemiológico. São Paulo: Método, 2007. 223 p.
Disciplina: MI 06 - Língua Portuguesa I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Teoria da Comunicação. Língua, linguagem e fala. Adequação da linguagem ao
contexto da fala e/ou escrita. O Processo, os elementos da comunicação e as funções
da linguagem. Técnicas de expressão oral. Tipos de textos: os literários e os nãoliterários. Técnicas de resumo. Organização textual. Organização do parágrafo. A
frase-núcleo. O substantivo e o verbo na oração. Neologismos aplicados à área
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tecnológica industrial.
Referências Bibliográficas
Básicas:
ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. 12.ed.. São Paulo: Ática, 2010.
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Metódica da Língua Portuguesa De
acordo com a nomenclatura gramatical brasileira e atualizada conforme o
Acordo Ortográfico de 1990. 46.São Paulo: Saraiva, 2009.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 46a
ed.. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005
Complementares:
CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo.
Rio de Janeiro: Lexikon, 2007. 762 p.
MARTINO, Agnaldo. Português esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2012.
Disciplina: MI 07 - Matemática
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Revisão de Matemática. Noções sobre conjuntos. Conceitos da Álgebra e da
Trigonometria. Função de variável real: limite, continuidade.
Referências Bibliográficas
Básicas:
IEZZI, Gelson; MURAKAMI,Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar
Conjuntos, Funções. 8a ed.. São Paulo: Atual, 2004.. V. 1.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar 3 Trigonometria. 8a.. São
Paulo: Atual, 2004.. v.3.
MORETTIN, Pedro A.;HAZZAN, Samuel;BUSSAB, Wilton de O. Cálculo - Funções
de uma e Várias Variáveis. 1a ed. São Paulo: Sariva, 2003
Complementares:
IEZZI, Gelson...[et al.]. Matemática volume único. 4a ed.. São Paulo: Atual, 2007.
SILVA, Sebastião Medeiros;SILVA, Elio Medeiros da;SILVA, Ermes Medeiros da.
Matemática Básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2010
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40
Disciplina: MI 08 - Mecânica I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Leis de Newton, 1ª, 2ª, 3ª lei de Newton conceitos e aplicações. Vetores força Modulo
direção e sentido aplicação e exemplos básicos. Definição de Equilíbrio Dinâmico e
Estático. Estática - Equilíbrio de partículas e de corpos rígidos aplicações e exemplos.
Centro de gravidade e Centróides de figuras planas e peças aplicações. Tensão
deformação gráfico e aplicações. Trabalho e Energia, energia Cinética. Potencia e
Rendimento.
Referências Bibliográficas
Básicas:
HIBBELER, R.C. ESTÁTICA - Mecânica para Engenharia. 10a ed.. São Paulo:
Pearson Prenice Hall, 2005.. v.1.
HIBBELER,R.C. Dinâmica Engineering Mechanics: dynamics mecânica para
engenharia. 10a ed.. São Paulo: Prentice Hall, 2005.. v. 2.
MERIAN, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Dinâmica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Complementares:
PROVENZA, Francesco;SOUZA, Hiran Rodrigues de. Física Elementar Cinemática,
Estática, Dinâmica. São Paulo: Provenza, [1993].
WALKER, Jean; HALLIDAY, David; BIASI, Ronaldo Sérgio de. trad.. Fundamentos de
Física: volume 3.. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 395 p.
Disciplina MI 09 - Metodologia Científica
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
1º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
A organização da vida de estudos no ensino superior. A documentação como método
de estudo pessoal. Resumo, resenha e fichamento. Citações diretas e indiretas.
Leitura, análise e interpretação de texto. Normas da ABNT. Normas Técnicas da FAC
FUNAM. Etapas de elaboração de uma monografia científica (Elementos pré-textuais,
textuais e pós-textuais). Aspectos técnicos da redação de trabalhos científicos. A
Internet como fonte de pesquisa. Como fazer uma apresentação de trabalhos em 20
minutos. Como fazer uma apresentação em público.
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41
Referências Bibliográficas
Básicas:
FRANÇA, Júnia Lessa;VASCONCELLOS,Ana Cristina de. Manual para Normalização de Publica
Técnico-Científicas. 8a. Edição. Belo Horizonte: ufmg, 2007.
LAKATOS, Eva Maria;MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do Trabalho
Científico. 7a ed.. São Paulo: Atlas, 2007.
MARCONI, Marina de Andrade;LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa. 6a ed.. São Paulo:
Atlas, 2007.
Complementares:
MATTAR, João. Metodologia Científica na Era Da Informática. 3a ed.. São Paulo:
Sariva, 2008.
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. [The logic of scientific
discovery]. 8. ed. São Paulo: Cultrix, 2007. 567 p
2º PERÍODO
Disciplina: MI 10 - Cálculo I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Funções de R em R, Limites e Funções Contínuas, Derivadas e Aplicações de
Derivadas.
Referências Bibliográficas
Básicas:
MALTA, Iaci; LOPES, Hélio; PESCO, Sinésio. Cálculo a uma Variável. Volume I –
Uma Introdução ao Cálculo. São Paulo: Loyola.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo - Vol. 1. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC
FLEMMING, D.M. & GONÇALVES, M.B. Cálculo A. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2006.
(Livro texto).
Complementares:
VALLADARES, Renato J. Costa. Cálculo e aplicações I: Funções reais. Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 604 p.
HUGHES-HALLETT, Deborah et al. Cálculo de uma variável. [Calculus]. 3.ed.
Rio de Janeiro: LTC,2011. 509 p.
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Disciplina: MI 11 - Desenho Técnico I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Integrais Indefinidas. Técnicas de Integração: integração por substituição, por partes e
por frações parciais. Equações Diferenciais Simples. Integrais Definidas. Aplicações
da integral definida: áreas e volume de sólido de revolução. Funções de várias
variáveis. Derivadas parciais. Integrais Duplas.
Referências Bibliográficas
Básica:
MICELI, Maria Teresa;Ferreira, Patricia. Desenho Técnico Básico. 2a ed.. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico,2003.
SCHMITT, Alexander. Desenho Técnico Fundamental. São Paulo: E.P.U, 1977.
SCHNEIDER, Wilhelm. Desenho Técnico Industrial. [s.l]: Hemus, 2008.
Complementar:
SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares; DIAS, João. Desenho Técnico Moderno.
4a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2006
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem Prancheta com
AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual Books, 2010. 346 p
Disciplina: MI 12 - Eletricidade I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
A Natureza da Eletricidade, Carga Elétrica. Processos de Eletrização. Lei de Ohm.
Resistência de um Condutor. Potência Elétrica. Energia Consumida.
Referências Bibliográficas
Básicas:
CRUZ, Eduardo. Eletricidade Aplicada em corrente contínua. 2.ed. São Paulo:
Editora Época, 2009.
GUSSOW, Milton;COSTA, Aracy Mendes da, trad.. Eletricidade básica. 2.ed..
São Paulo:
Pearson Makron Books, 2009.
NAVY, U.S. Curso Completo de Eletricidade Básica. Curitiba: Hemus, 2002.
Complementares:
SAY, M. G. Eletricidade Geral : Fundamentos. [s.l.]: Hemus, 2004
SAY, M.G. Eletricidade Geral: eletrotécnica. [S.L.] : Hemus, 2004.
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43
Disciplina: MI 13 - Estatística e Probabilidade
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Introdução. Estatística descritiva. Probabilidades. Variáveis aleatórias. Modelos
discretos. Modelos contínuos. Teorema central do limite. Introdução à diferença
estatística.
Referências Bibliográficas
Básicas:
CRESPO, Antonio Arnot. Estatística Fácil. 18a ed.. São Paulo: Sariva, 2002.
FONSECA, Jairo Simon da;MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística.
6a ed.. São Paulo: Atlas,1996.
MARTINS, Gilberto de Andrade;DONAIRE, Denis. Princípios de Estatística. 4a ed..
São Paulo: Atlas, 1990.
Complementares:
OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e Probabilidade. 2a ed.. São
Paulo: Atlas, 2007. 221 p.
BARBETTA,Pedro Alberto; REIS,Marcelo Menezes; BORNIA,Antônio Cezar.
Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. 2a ed.. São Paulo: Atlas,
2008. 410
Disciplina: MI 14 - Física II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Termologia : Transferência de calor e Dilatação Térmica.Equilíbrio.Termometria.
Dilatação Térmica. Calorimetria. Termodinâmica. Teoria Cinética dos Gases.
Referências Bibliográficas
Básicas:
IENO,Gilberto; NEGRO,Luiz. Termodinâmica. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2006.
MORAN, Michel J.;SHAPIRO, Howard N. Princípios de Termodinâmica para
Engenharia. 4a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física
Mecânica. 7a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v.1. 356 p.
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44
Complementares:
POTTER, Merle C.; SCOTT, Elaine P. Ciências Térmicas. Editora Cengage Learning
WALKER, Jean; HALLIDAY, David; BIASI, Ronaldo Sérgio de. trad.. Fundamentos de
Física: volume 3. [Fundamentals of physics, 8th ed.]. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
Disciplina: MI 15 - Higiene e Segurança do Trabalho
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Histórico da higiene e segurança do trabalho. Custos e Estatísticas de Acidentes do
Trabalho. Normas regulamentadoras. Proteções em máquinas e equipamentos.
Riscos ambientais. Programa de higiene e segurança na empresa; programas de
prevenção de riscos ambientais. Prevenção e causas dos acidentes do trabalho.
Metodologia para análise dos acidentes do Trabalho. Doenças ocupacionais.
Referências Bibliográficas
Básicas:
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho - Lei Nº 6.514, de 22 de
Dezembro de 1977. 62a ed.. São Paulo: Atlas, 2008.
HOEPPNER, Marcos Garcia, org. Normas Regulamentadoras Relativas à
Segurança e Medicina do Trabalho.3a. Edição. São Paulo: Icone, 2008
COSTA, Antonio Tadeu da. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho Seg. e
Saúde no Trabalho. 3a. Edição. São Paulo: Difusão, 2008.
Complementares:
Obra Coletiva de Autoria da Editora Saraiva. Segurança e Medicina do Trabalho.
São Paulo: Sariva, 2008. 1002 p. .
GARCIA, Gustavo Filipe Barbosa. Acidentes do trabalho: Doenças ocupacionais e nexo técnico
epidemiológico. São Paulo: Método, 2007. 223 p.
Disciplina: MI 16 - Língua Portuguesa II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Linguagem e argumentação. O texto e sua estrutura. Tipos de textos e seus objetivos.
A organização micro e macrotextual do texto: coesão e coerência. Formulação da
introdução, desenvolvimento e da conclusão textual. Técnicas argumentativas.
Revisão de noções gramaticais básicas. Elaboração de texto dissertativo.
Referências Bibliográficas
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45
Básicas:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 46a
ed.. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2005.
DELL'ISOLA, Regina Lúcia Péret. Retextualização de gêneros escritos. Rio de
Janeiro: Lucerna, 2007.
KOCH,Villaça;GRUNFELD, Ingedore. A Coesão Textual. 22.ed.. São Paulo: Contexto, 2010.
Complementares:
MARTINO, Agnaldo. Português esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2012.
CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo.
Rio de Janeiro: Lexikon, 2007. 762 p.
Disciplina: MI 17 - Mecânica II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Conceitos teóricos de metrologia. Bases metrológicas. Medidas com aparelhos
mecânicos. Padrões básicos de medidas. Causas de erros sistemáticos e acidentais.
Parelhos de medição analógicos e digitais. Medidas com instrumentos básicos.
Medidas de roscas e erros de forma. Acabamento superficial. Controle dimensional
de componentes mecânicos. Controle da qualidade.
Referências Bibliográficas
Básica:
LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. 7ª. São Paulo: Érica, 2011.
ALBERTAZZI, Armando;SOUSA, André R. de. Fundamentos de metrologia científica e ind
Barueri- SP: Manole, 2008
PROVENZA, Francesco; SOUZA, Hiran Rodrigues de. Física Elementar: Cinemática,
Estática, Dinâmica. São Paulo: Provenza, [1993]. 172 p.
Complementar:
Nussenzveig, H. Moysés. Curso de Física Básica 1 - Mecânica. 4a ed.. São Paulo:
Edgard Blucher, 2002. v.1. 328 p.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de
Física Mecânica. 7a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v.1. 356 p.
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46
Disciplina: MI 18 - Noções de Direito e Legislação
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Direitos fundamentais do trabalhador na CF/88. Normas gerais de tutela do trabalho:
da identificação do profissional, da duração do trabalho, das férias, da segurança e da
medicina do trabalho. Normas especiais de tutela do trabalho: da proteção do trabalho
da mulher e do menor. Contrato individual do trabalho. Organização sindical. Relações
humanas no trabalho. Administração de pessoal. Previdência social.
Referências Bibliográficas
Básicas:
CARRION, Valentin. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho
Legislação
complementar/Jurisprudência 33ª edição. 33a ed.. São Paulo: Saraiva, 2008.
MASCARO, Alysson Leandro Introdução a Filosofia do Direito Dos Modernos aos
Contemporâneos 2ª edição. 2a ed.. São Paulo: Atlas, 2005. 139 p
Complementares:
ALEXANDRINO, Marcelo;PAULO, Vicente. Manual de direito do trabalho. 11a ed.. Rio de
Janeiro: Impetus, 2008.
Brasil. Consolidação das Leis do Trabalho. 38ª edição. São Paulo: Ltr, 2011.
Disciplina: MI 19 - Teoria Geral da Administração
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
2º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Conceitos básicos de Administração e organização. Antecedentes históricos.
Abordagens: Clássica, Humanística, Processo administrativo. O estudo atual da
Teoria Geral da Administração. Administração Participativa, Administração
Empreendedora. As funções da administração frente as novas tendências e aos novos
paradigmas.
Referências Bibliográficas
Básicas:
MAXIMILIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria Geral da Administração. São Paulo:
Atlas, 2006. 353 p.
Chiavenato, Idalberto. Introdução `a Teoria Geral da Administração. 7a ed.. Rio de
Janeiro: Campus, 2004. 634 p.
ANSOFF, H. Igor; MCDONNELL, Edward J. Implantando a Administração
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47
Estratégica. 2a ed.. São Paulo: Atlas, 1993.
Complementares:
CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento Organizacional a Dinâmica do Sucesso
das Organizações. 2a. Edição. Rio de Janeiro: campus, 2005.
FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria Tereza Leme. Estratégias Empresariais e
Formação de Competências: um quebra-cabeça caleidoscópio da indústria
Brasileira. 3a. ed.. São Paulo: Atlas, 2010. 155 p.
3º PERÍODO
Disciplina: MI 20 - Álgebra Linear e Geometria Analítica
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Matrizes. Determinantes. Sistemas lineares. Espaço Vetorial Rn. Subespaço Vetorial
transformações lineares.
Referências Bibliográficas
Básica:
STEINBRUCK, Alfredo/ WINTERLE, Paulo - Álgebra Linear e Geometria Analítica –
Editora Pearson Education;
REIS, Genésio Lima;SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria analítica. 2a. ed.. Rio de
Janeiro: LTC, 2012.
SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e Matrizes Uma introdução à Álgebra Linear.
4 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2007.
Complementar:
REIS, Genésio Lima; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria Analítica. 2a. ed.. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 242 p.
LORETO, Ana Célia da Costa; LORETO JUNIOR, Armando Pereira. Vetores e
geometria analítica: Teoria e exercícios. 3a. ed.. São Paulo: Lcte Editora, 2011. 183
p.
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48
Disciplina: MI 21 - Cálculo II
Período Letivo:
3º Período
Ementa:
Carga Horária Semanal:
04 aulas
Carga Horária Semestral:
66:40 horas
Integrais Indefinidas. Técnicas de Integração: integração por substituição, por partes e
por frações parciais. Equações Diferenciais Simples. Integrais Definidas. Aplicações
da integral definida: áreas e volume de sólido de revolução.
Referências Bibliográficas
Básica:
PESCO, Sinésio; LOPES, Hélio; MALTA, Iaci. Cálculo a uma Variável. Volume II –
Derivada e Integral. Editora Loyola.
FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo A. Funções Limite Derivação Integração – 6. ed.
São Paulo: Makron Books
MORETTIN, Pedro Alberto; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de Oliveira.Cálculo:
Funções de uma e Várias Variáveis. São Paulo: Saraiva.
Complementar:
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L.. Cálculo - Um curso Moderno e
Suas Aplicações .. 9a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 624 p.
AYRES, Frank Jr.; MENDELSON, Elliot. Cálculo. 4a ed.. São Paulo: Bookman, 2007.
557 p.
Disciplina: MI 22 - Circuitos Elétricos I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Resolução de Circuitos em Corrente Contínua. Divisor de Corrente.
Referências Bibliográficas
Básica:
BIRD, John; BARROSO, Jorge Luiz, trad. Circuitos Elétricos : Teoria e Tecnologia.
Rio de Janeiro: Campus, 2009.
DORF, Richard C; SVOBODA, James A.; BIASI, Ronaldo Sérgio de., trad. Introdução
aos Circuitos Elétricos . 8a. ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
JOHNSON, David E.; MARTINS, Onofre de Andrade, trad. Fundamentos de Análise
de circuitos elétricos. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
Complementar:
ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N.O. Fundamentos de circuitos
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49
elétricos . 3.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
IRWIN, J. David; AGUIRRE, Luiz Antônio, trad. Análise de Circuitos em Engenharia.
São Paulo: Pearson, 2009. 848 p.
Disciplina: MI 23 - Desenho Técnico II – CAD
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Acesso ao Auto Cad. Configuração do Auto Cad. Introdução ao editor gráfico.
Manipulação de arquivos. Parâmetro para iniciar um desenho. Sistemas de
coordenadas. Recursos de visualização. Construções de objetivos primitivos. Edição
de desenhos. Alteração de propriedades de objetos. Dimensionamento. Hachuras.
Construções de perspectivas isométricas. Trabalho em camadas. Plotagem. Dicas
para aumentar de produtividade e padronização de projetos. Trabalho com escalas
diferentes.
Referências Bibliográficas
Básica:
LIMA JUNIOR, Almir Wirth. AUTOCAD 2011 para iniciantes e intermediários. Rio
de Janeiro: Alta Books, 2011.
BALDAM, Roquemar;COSTA, Lourenço. Autocad 2007 Utilizando Totalmente. 2.ed. São Paulo:
Editora Érica, 2011
LIMA, Claudia Campos Netto Alves de. Estudo Dirigido de AutoCAD 2010. 6.ed..
São Paulo:Érica, 2011. 336 p. (PD coleção).
Complementar:
KATORI, Rosa. AutoCAD 2010: Modelando em 3D e recursos adicionais. São
Paulo: Editora Senac São Paulo, 2010. 300 p.
KATORI, Rosa. AutoCAD 2011: Projetos em 2D. São Paulo: Editora Senac São
Paulo, 2011. 313 p.
Disciplina MI 24 - Eletricidade II
Período Letivo:
3º Período
Carga Horária Semanal:
02 aulas
Carga Horária Semestral:
33:20 horas
Ementa:
Análise de Circuitos em Corrente Contínua. Circuitos Série, Paralelo e Misto.
Referências Bibliográficas
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50
Básica:
RUZ, Eduardo. Eletricidade Aplicada em corrente contínua. 2.ed. São Paulo: Editora
Época, 2009.
TRIPLER, Mosca. Física. Vol.2 – Eletricidade, Magnetismo. Rio de Janeiro: LTC.
SILVA FILHO , Matheus Teodoro da. Fundamentos da Eletricidade. Rio de Janeiro:
LTC
Complementar:
CRUZ, Eduardo. Eletricidade Aplicada em corrente contínua. 2.ed. São Paulo:
Editora Época, 2009. 262 p.
MARTINO, G.; LAUAND, Carlos Antonio, trad. Eletricidade Industrial:
transformadores, pilhas,acumuladores, motores, instrumentos, linhas de transmissão.
Curitiba: Hemus, 2002.
Disciplina: MI 25 - Língua Portuguesa III – Redação Técnica
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Processos de comunicação - oral e escrita. Revisão gramatical. Redação de cartas
comerciais e oficiais; relatórios; exposição de motivos; pareceres técnicos; instruções;
ordens de serviço; projetos, planos; propostas; justificativas; atestados; requerimentos;
ofícios; portarias; atas; avisos; e outros de comunicação escrita.
Referências Bibliográficas
Básica:
KOCH, Ingedore G. Villaça. Argumentação e Linguagem. São Paulo: Cortez, 2008.
MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. 27a ed.. São Paulo: Atlas, 2008.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica A prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 10a ed.. São Paulo: Atlas, 2008
Complementar:
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto Leitura e
redação. 17.ed.. São Paulo: Ática, 2010.
GRANATIC, Branca. Técnicas Básicas de REDAÇÃO. 4a ed.. São Paulo: Scipione,
2005.
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51
Disciplina: MI 26 - Psicologia Aplicada ao Trabalho
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Este curso pretende abordar uma variedade dos assuntos gerencias e organizacionais
enfrentados no mundo complexo do ambiente empresarial. Falando sobre tópicos
como comportamento humano, motivação, emoções, e tomada das decisões, do
ponto de vista tanto teórica quanto aplicada. Estudos da relação do homem com o
trabalho, abordando diversos modelos de organização do trabalho e seus impactos
sobre o ser humano em termos de desempenho, qualidade de vida e saúde
psicológica. Discussão de novas tendências de gestão de pessoas em organizações,
considerando os novos cenários econômicos e tecnológicos e as consequentes
demandas de novos formatos organizacionais e um novo perfil de trabalhador.
Referências Bibliográficas
Básicas:
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do dia-a-dia. 8.
ed. Nova Lima: INDG Tecnologia e serviços LTDA, 2004.
Caroselli, Marlene. Relações Pessoais no trabalho Interpersonal Skills. Sao Paulo:
Cengage Learning, 2009.
Limongi-França. Qualidade de Vida no trabalho - QVT: Conceitos e práticas nas
empresas da sociedade pós-industrial. 2a. ed.. São Paulo: Atlas, 2010. 217 p.
Complementares:
Davis, Keith et al. Comportamento Humano no Trabalho: uma abordagem
Psicológica. [Human Behavior at Work: Organizational Behavior]. São Paulo: Pioneira,
1992. v.1. 207 p
Disciplina: MI 27 – Química I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Diagramas de comandos elétricos: Simbologia, identificação dos componentes dos
circuitos. Sistemas de acionamentos de máquinas e Motores. Acionamento de
Motores de indução, Partida de Motores de indução trifásicos, Fechamento de
Motores, Inversor de frequência, Soft starts (partida suave de motores de indução)
Referências Bibliográficas
Básica:
PERUZZO , F.M. e CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano . 3 ed. São
Paulo : Moderna , 2007.
BROWN, T.; LEMAY, H.; BURSTEN, B. Química, a ciência central. 9. ed. São Paulo:
Pearson prentice hall, 2005.
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52
GENTIL, V. Corrosão. 4a ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora
S A, 2003.
Complementar:
FELTRE, Ricardo. Fundamentos da Química – Química- Tecnologia –Sociedade.
Volume Único. São Paulo : Moderna
RUSSELL, John B.. Química Geral: Segunda Edição volume 1. [General chemistry
2/ed]. 2a. ed.. São Paulo: Person, 2008. 621 p.
Disciplina: MI 28 - Resistência dos Materiais
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
3º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Tração, compressão e cisalhamento. Análise de tensões e deformações. Estudo da
flexão e torção. Forca cortante e momento fletor. Tensões em vigas.
Referências Bibliográficas
Básica:
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos Materiais Para entender e
Gostar. São Paulo: Blucher, 2008.
HIBBELER, R. C.;MARQUES, Arlete Simille, trad.. Resistência dos materiais
Mechanics of maaterials. 7a. ed.. São Paulo: Pearson, 2010.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e resistência dos materiais. 18. São Paulo:
Érica, 2011.
Complementar:
ASSAN, Aloisio Ernesto. Resistência dos Materiais: volume 1. Campinas, SP:
Unicamp, 2010. 449 p.
BEER. Ferdinand P. et al. Mecânica Dos Materiais . [Mechanics of materials 5th
edition]. 5. ed. Porto Alegre: McGrawHill, 2011. 799 p.
4º PERÍODO
Disciplina: MI 29 - Acionamentos Elétricos
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
4º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Diagramas de comandos elétricos: Simbologia, identificação dos componentes dos
circuitos. Sistemas de acionamentos de máquinas e Motores. Acionamento de
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53
Motores de indução, Partida de Motores de indução trifásicos, Fechamento de
Motores, Inversor de frequência, Soft starts ( partida suave de motores de indução)
Referências Bibliográficas
Básica:
FRANCHI, Claiton Moro. Acionamentos elétricos motores elétricos, Diagrama de
comando, Chaves de partida, inversores de frequencias e soft-starters. 4a.
ed.. São Paulo: Editora Érica Ltda, 2011.
NASCIMENTO, G. Comandos elétricos teoria e atividades. São Paulo: Érica Ltda,
2011.
CAMINHA, Amadeu C. Introdução à proteção dos sistemas elétricos. São Paulo:
Blucher, 2011
Complementar:
NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Érica Ltda,
2011. 228 p.
PAPENKORT, Franz; SCHMIDT, Walfredo. esquemas elétricos de comando e
proteção. [Eletrische Steuerungen, maschinen und gerate]. São Paulo: EPU, 1989.
136 p.
Disciplina: MI 30 CIRCUITOS ELÉTRICOS II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
4º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Resolução de Circuitos em Corrente Contínua. Divisor de Corrente. Circuitos com
mais de uma fonte. Fontes Controladas. Teoremas de Thévenin e Norton.
Referências Bibliográficas
Básica:
ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N.O.. Fundamentos de Circuitos
elétricos. [Fundamentals of electric circuits, third edition]. Ariovaldo Griesi^r(Trad.).
3. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. 901 p.
JOHNSON, David E.; MARTINS, Onofre deAndrade, trad..Fundamentos de
Análise de Circuitos Elétricosos. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 538 p.
DORF, Richard C; SVOBODA, James A.; BIASI, Ronaldo Sérgio de.,trad.. Introdução
Aos Circuitos Elétricos.[Introduction to eletric circuits, eighth edition]. 8a. ed.. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 795 p.
Complementar:
CATHEY, Jimmie J. Teoria e problemas de dispositivos e circuitos
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
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54
eletrônicos. [Schaum's outline of theory and problems of electronic devices and
circuits 2/e]. 2.ed.. Porto Alegre: Bookman, 2003. 303 p.
IRWIN, J. David; BIASI, Ronaldo Sérgio de. Introdução à análise de circuitos
elétricos. [A Brief introduction to circuit analysis, first edition]. Rio de Janeiro: LTC,
2005. 391 p
Disciplina: MI 31 - Fenômenos dos Transportes
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
4º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Conceito de fluidos, estática e dinâmica dos fluidos, efeitos da viscosidade,
transferência de calor e massa
Referências Bibliográficas
Básica:
CANEDO, Eduardo Luis. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de transporte para engenharia. 2a.
ed.. São Carlos: Rima, 2006.
POTTER, Merle C.; SCOTT, Elaine P.. Ciências térmicas: Termodinâmica dos
Fluídos e transmissão de calor. [Thermal Scienses: an introduction to
thermodynamics, fluid mechanics, and heat transfer]. São Paulo: Thomson, 2007. 772
p.
Complementar:
BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E.; LIGHTFOOT, Edwin N.. Fenômenos de
transporte. 2a. ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 838 p.
BISTAFA, Sylvio R.. Mecânica dos Fluídos: Noções e aplicações. São Paulo:
Blucher, 2010. 278 p.
Disciplina: MI 32 - Gerência Ambiental
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
4º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Gestão ambiental e Esferas de Competências
- Legislação ambiental
- Licenciamento Ambiental
- Preservação Ambiental (Preservação Biodiversidade) / Poluição
- Responsabilidade social e Corporativa (Educação ambiental)
- Implantação Sistema de Gestão Ambiental (SGA)
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55
- Introdução ao Gerenciamento de Resíduos Industriais
Referências Bibliográficas
Básica:
CONH, Pedro Estéfano. Analisadores Industriais no processo, na área de utilidades, na Supervisão da emissão de poluentes e na segurança. Rio de Janeiro:
Editora Interciência, 2006.
JR. PHILIPPI, Arlindo;ROMÉRO, Marcelo de Andrade;BRUNA, Gilda Collet. Curso
de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004.
SEIFFERT, Maria Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental
Implantação Objetiva e econômica. 4a. ed.. São Paulo: Atlas, 2011.
Complementar:
CALLADO, Aldo Leonardo Cunha et al. Gestão Ambiental e responsabilidade
Social conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Atlas, 2009.
CAMPOS, Lucila Maria de Souza; LERÍPIO, Alexandre de Ávila. Auditoria
Ambiental: uma ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas, 2009. 134 p.
Disciplina: GPI 24 - Gerência e Controle da Qualidade
Período Letivo:
4º Período
Carga Horária Semanal:
03 aulas
Carga Horária Semestral:
50 horas
Ementa:
Evolução Histórica da Qualidade na produção industrial. Gerenciamento da Qualidade
– Conceitos e definições. Controle de Qualidade Total. Abordagens da qualidade.
Mestres da Qualidade. Técnicas para análise e melhoria da Qualidade.
Referências Bibliográficas
Básica:
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC controle da qualidade total (no estilo Japonês). 8.
ed.. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços LTDA, 2004.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da
Produção. 2a ed.. São Paulo: Atlas S/A, 2002. 747 p.
Complementar:
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade: teoria e prática. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2011. 339 p. ISBN 978--85-224-3673-6.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa Operacional na tomada de Decisões. Rio
de Janeiro: Campus, 2007. 213 p.
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56
Disciplina: MI 34 - Máquinas Elétricas I
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
4º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Introdução a conceitos de magnetismo e eletromagnetismo. Força Magnética. Leis de
Oersted, Faraday e Lenz.
Referências Bibliográficas
Básica:
SILVA FILHO, Matheus Teodoro da . Fundamentos de Eletricidade. Rio de Janeiro:
LTC, 2007. 151 p.
WALKER, Jean; HALLIDAY, David; BIASI, Ronaldo Sérgio de. trad.. Fundamentos
de Física: volume 3. [Fundamentals of physics, 8th ed.]. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
TIPLER, Paula A.; MOSCA, Gene. Física - Eletricidade e Magnetismo, Ótica.
Colaborador: Gene Mosca. 5a ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v.2. 550 p.
Complementar:
REZEK, Angelo José Junqueira. Fundamentos básicos de máquinas elétricas
teoria e ensaios. Rio de Janeiro: Synergia Editora, 2011
HAYT JR, William H.;BUCK, John A.;SOARES JUNIOR, Amilton, trad..
Eletromagnetismo Engineering electromagnetics, 7th. 7a. ed.. Porto Alegre:
McGraw-hill, 2010.
Disciplina: MI 35 – QUÍMICA II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
4º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Reações químicas : classificação , estudo das reações de oxirredução e
potenciais,pilhas eletroquímicas e meios corrosivos, formas de corrosão e combate a
corrosão.
Referências Bibliográficas
Básica:
BROWN, T.; LEMAY, H.; BURSTEN, B. Química, a ciência central. 9. ed. São Paulo:
Pearson prentice hall, 2005.
PERUZZO , F.M. e CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano . 3 ed. São
Paulo : Moderna , 2007.
GENTIL, V. Corrosão. 4a ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora
S A, 2003.
Complementar:
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
e-mail: [email protected]
57
GEMELLI, Eroni. Corrosão de materiais metálicos e sua caracterização. Rio de
Janeiro: Ltc editora, 2001. 183 p.
DUTRA, Aldo Cordeiro ; NUNES, Laerce de Paula. Proteção Catódica: técnica de
combate à Corrosão.Rio de Janeiro: Interciência, 2011. 343 p.
Disciplina: MI 36 – SISTEMAS HIDRÁULICOS E PNEUMÁTICOS
Período Letivo:
4º Período
Ementa:
Carga Horária Semanal:
03 aulas
Carga Horária Semestral:
50 horas
Introdução aos sistemas fluidomecânicos de transformação e transmissão de energia. Definições, campo
de aplicação e características dos sistemas hidráulicos. Elementos hidráulicos de potência. Fluidos
Hidráulicos. Técnicas de comando hidráulico e eletrohidráulico aplicadas a circuitos. Introdução à
pneumática. Campos de aplicação e características dos sistemas pneumáticos. Geração e distribuição de
ar comprimido. Atuadores hidráulicos e pneumáticos. Funcionamento e aplicação de elementos elétricos.
Válvulas e eletroválvulas direcionais. Sistemas controle da vazão e de pressão. Análise sob o aspecto
construtivo e funcional dos elementos/circuitos hidráulicos e pneumáticos. Desenvolvimento,
representação, simulação e montagem de circuitos industriais. Simbologia normalizada.
Referências Bibliográficas
Básica:
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática Projetos, dimensionamento
e análise de circuitos. 7a. ed. São Paulo: Érica, 2012.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 4a.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012
ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de Transporte para engenharia. 2a. ed.
São Carlos: Rima, 2006. 276 p.
Complementar:
BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E.; LIGHTFOOT, Edwin N.. Fenômenos de
Transporte . 2a. ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 838 p.
CANEDO, Eduardo Luis. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 535
p.
5º PERÍODO
Disciplina: GPI 39 – Circuitos Elétricos III
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Tensões e Correntes Elétricas Alternadas. Resolução de Circuitos em Corrente
Alternada. Circuitos Trifásicos Equilibrados e Desequilibrados.
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Telefax: (38) 3741-1829
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58
Referências Bibliográficas
Básica:
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos Elétricos. 8. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2009.
SANTANA, Eudemario Souza de;SILVA JUNIOR, Irênio de Jesus. Teoria e análise
de Circuitos Elétricos para cursos técnicos e tecnológicos. Rio de Janeiro:
Editora Interciência, 2011.
JOHNSON, David E.; MARTINS, Onofre de Andrade, trad. Fundamentos de Análise
de circuitos elétricos. 4.ed.Rio de Janeiro: LTC, 2000
Complementar:
ALEXANDER,
Charles
K.;
SADIKU,
Matthew
N.O.. Fundamentos
de
circuitos elétricos. [Fundamentals of electric circuits, third edition]. Ariovaldo
Griesi^r(Trad.). 3. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. 901 p.
IRWIN, J. David; BIASI, Ronaldo Sérgio de. Introdução à análise de
circuitos elétricos. [A Brief introduction to circuit analysis, first edition]. Rio de
Janeiro: LTC, 2005. 391 p.
Disciplina: MI 38 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL - PLC
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Discussão sobre sensores e transdutores de diferentes naturezas e instrumentação.
Atuadores de diferentes naturezas. Aspectos genéricos relacionados à Controladores
Lógicos Programáveis (CLPs). Programação de CLPs.
Referências Bibliográficas
Básica:
GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada descrição e implementação de
sistemas sequenciais com PLCs. 9ª.ed.. São Paulo: Érica, 2011.
PRUDENTE, Francesco. Automação industrial PLC: programação e instalação.
Rio de Janeiro: LTC, 2011. 347 p.
FRANCHI, Claiton Moro. Controle de processos industriais. Princípios e
aplicações. São Paulo: Érica Ltda,2011
Complementar:
SIGHIERI, Luciano. Controle Automático de Processos Industriais. São Paulo:
Edgard Blucher.
PRUDENTE, Francesco. Automação industrial PLC: teoria e aplicações: curso
básico. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2011. 298 p.
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59
Disciplina: MI 39 – ELEMENTOS DE MÁQUINAS
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Análise dos esforços externos e internos. Cargas variáveis. Choques. Tensões
combinadas. Fenômeno da fadiga. Elementos de Transmissão de potência. Elementos
de Fixação. Elementos de apoio.
Referências Bibliográficas
Básica:
CUNHA, Lamartine Bezerra da. Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 4. ed. São Paulo: Érica, 2003.
NIEMANN, Gustav. Elementos de máquinas. São Paulo: Edgard Blücher, 2012.. v. 1
Complementar:
Disciplina: MI 40 – ELETRÔNICA I
Período Letivo:
5º Período
Ementa:
Carga Horária Semanal:
05 aulas
Carga Horária Semestral:
83:20 horas
Estrutura de Matéria - Condutores. Isolantes. Semicondutores. Formação de Elementos tipo “p” e “N’ Junção P.N. (DIODOS).Transformadores e cálculos de transformadores. Circuitos Conversores
Estáticos. Retificador monofásico de onda Carga “R”. Fator de RIPPLE. Retificadores de meia onda
carga R.L. Análise de circuito R.L. Série em componentes D.C. Análise de Circuito R.L. Série em
componentes A. C. Retificador de meia onda R.L Estudos de transistores. Métodos de polarização e
configurações em que se apresentam os transistores. Projetos. Aplicações e análises de Circuitos
transistorizados. Diodo ZENER e reguladores de Tensão.
Referências Bibliográficas
Básica:
CRUZ, Eduardo Cesar Alves. Eletrônica aplicada. 2. ed. São Paulo: Érica, 2012.
MALVINO, Albert. Eletrônica. volume 1. 7ª ed.. São Paulo: McGrawHill, 2007.. 1.
MALVINO, Albert Paul; BATES, David J. Eletrônica. São Paulo: McGraw Hill, 2007..
v.2.
Complementar:
CIPELLI, Antonio Marco Vicari.;MARKUS, Otávio; SANDRINI, Valdir João. Teoria e
desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 23 ed. São Paulo: Érica,
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
e-mail: [email protected]
60
2012
SOUZA, Marco Antonio Marques . Eletrônica: todas as informações técnicas
essenciais de componentes eletrônicos. São Paulo: Hemus, 2003. 212 p.
Disciplina MI 41 - Instalações Elétricas I
Período Letivo:
5º Período
Ementa:
Carga Horária Semanal:
03 aulas
Carga Horária Semestral:
50 horas
Estudo das Normas. LAY – OUT de instalações prediais e industriais. Luminotécnica
Estudo da NBR 5410. Estudo da NBR 14039.
Referências Bibliográficas
Básica:
CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 15a. . Rio de Janeiro: LTC, 2011. 428 p.
NERY, Norberto Instalações Elétricas: Princípios e aplicações. São Paulo: Érica
Ltda, 2011. 368 p.
LIMA FILHO, Domingos. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 12a. ed. rev..
São Paulo: Érica Ltda, 2011. 272 p.
Complementar:
NERY, Instalações Elétricas: Princípios e Aplicações. 1ª edição. São Paulo: Editora
Érica, 2011. 368p.
CAVALIN, Geraldo e CERVELIN, Severino. Instalações Elétricas Prediais –
Conforme Norma NBR 5410:2004. 21ª Edição. São Paulo: Érica, 2011. 422p
Disciplina: MI 42 - Instrumentação e Controle
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Introdução á medição. Instrumentos de medição elétrica. Teoria dos erros. Métodos de
medição. Transformadores para instrumentos. Medição de energia elétrica. Cuidados
e manuseio de instrumentos de medição. Conceitos básicos sobre medidores de
pressão, nível, temperatura, vazão, Ph, turbidez, condutividade, etc. Na indústria e
simbologia de instrumentação industrial. Discussão sobre sensores e transdutores de
diferentes naturezas e instrumentação. Atuadores de diferentes naturezas.
Referências Bibliográficas
Básica:
Egídio Alberto Bega...[et al].. Instrumentação Industrial. 3. ed.. Rio de Janeiro:
Interciencia, 2011.
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
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61
FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação Industrial Conceitos, Aplicações e
Análises. 4 ed.. São Paulo:Érica, 2002.
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos.
2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012
Complementar:
BALBINOT, Alexandre;BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e
fundamentos de medidas. 2.ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2012.. V.1.
SIGUIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle Automático de processos
Industriais: Instrumentação. 2a. ed.. São Paulo: Blucher, 1973. 234 p.
Disciplina: MI 43 - LUBRIFICAÇÃO
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Tribologia. Atrito e desgaste. Lubrificantes - Função dos lubrificantes, Classificação da
lubrificação, Cunha lubrificante, Ranhuras para lubrificação, Propriedades dos
lubrificantes. Função dos aditivos. Graxas. Manuseio e estocagem de lubrificantes.
Análise preditiva do óleo
Referências Bibliográficas
Básica:
CARRETEIRO,Ronald. Lubrificantes & Lubrificação Industrial. Interciencia
MOURA,Carlos R. S.Lubrificantes e Lubrificação. Livros Téc. e Científicos.
PIRES e ALBURQUERQUE,Olavo A. L.Lubrificação. McGraw-Hill
Complementar:
Socony–Vacumm. Lubrificação correta.
Socony–Vacumm. Engrenagens e sua lubrificação.
Disciplina: MI 44 – MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS HIDRÁULICAS E
PNEUMÁTICAS
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Máquinas Hidráulicas; Bomba Centrifuga; Máquina Hidráulica do tipo Alternativa;
Partes Principais de uma Máquina Hidráulica do tipo Centrifuga; Acoplamento;
Acionadores; Idéias de NPSH; Idéias de Perda de Carga; Idéias de Pressão, Vazão,
Potência e Rendimento de uma Máquina Hidráulica; Conceito básico de Bombas em
Paralelo e Bombas em Série; Seleção de Bombas, Curvas e Associações em Série e
Paralelo.
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CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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62
Referências Bibliográficas
Básica:
FILHO,Gil Branco. A organização, o planejamento e o controle da Manutenção,Ciência Moderna. 2008.
VIANA,Herbert Ricardo Garcia. Planejamento e controle da Manutenção. Qualitymark
KARDEC,Alan;NASCIF,Júlio. Manutenção – Função Estratégica. Qualitymark
Complementar:
SIQUEIRA,Iony Patriota de. Manutenção Centrada na Confiabilidade – Manual de
Implementação. Qualitymark
VÁRIOS AUTORES .Análise de falhas em equipamentos de processo - mecanismos de
danos e casos práticos - Interciência. 2012
6º PERÍODO
Disciplina: GPI 48 - Análise de Fratura
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Mecanismos de falha estrutural: escoamento, deflexão excessiva, instabilidade
elástica, fluência, fadiga e propagação de trincas. Análise de tensões. Critérios de
escoamento. Tensões combinadas. Método SN de projeto à fadiga. Introdução à
mecânica da fratura. Introdução a propagação de trincas por fadiga.
Referências Bibliográficas
Básica:
SOUZA,Sérgio Augusto de. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos - 5ª EDIÇÃO. Edgard
Blucher
VÁRIOS AUTORES .Análise de falhas em equipamentos de processo - mecanismos de
danos e casos práticos - Interciência. 2012
CHIAVERINI,Vicente. Tecnologia Mecânica - Volume 1. Makron Books
Complementar:
BUENO, M. A. T. B.Vibrações Mecânicas - Minha Caderneta de Campo. PEARSON
BALACHANDRAN,Balakumar.Vibrações Mecânicas - Tradução da 2ª Edição Norteamericana. Cengage Learning
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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63
Disciplina: MI 46- Automação Industrial
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
Evolução da Automação. Módulos Básicos de sistemas automatizados. Circuitos
automatizados por sensores.Unidades automatizadas. Planejamento do processo
auxiliado por computador (CAPP). Integração total: manufatura integrada por
computador (CIM). Sistema de Apoio à Decisão e Supervisão. Controle Estatístico do
Processo (CEP).
Referências Bibliográficas
Básica:
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial PLC: teoria e aplicações:
curso básico. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2011. 298 p.
PRUDENTE, Francesco.
Automação Industrial PLC: programação e
instalação. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 347 p.
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e
automação de
processos. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 201 p.
Complementar:
GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada descrição e implementação de
sistemas sequenciais com PLCs. 9ª.ed.. São Paulo: Érica, 2011.
SIGHIERI, Luciano. Controle Automático de Processos Industriais. São Paulo:
Edgard Blucher.
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CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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64
Disciplina: MI 47 - Eletrônica II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
04 aulas
66:40 horas
Ementa:
Sistemas de Numeração. Funções Lógicas – Portas Lógicas. Circuitos
Combinacionais. Álgebra de BOOLE e Simplificação de Circuito Lógicos. FLIP-FLOP,
Registradores e Contadores. Conversores. Circuitos Multiplex e Memória. Família de
Circuitos Lógicos. Dispositivos Retificadores. Circuitos Retificadores. Operações dos
conversores. Comutação de corrente contínua. Conversão de freqüência. Aplicações –
Regulação de tensão. Circuitos de disparo. – Controle de Máquina de corrente
contínua. Controle de máquinas de corrente alternada. Amplificador operacional.
Referências Bibliográficas
Básica:
CRUZ, Eduardo Cesar Alves. Eletrônica aplicada. 2. ed. São Paulo: Érica, 2012.
MALVINO, Albert. Eletrônica. volume 1. 7ª ed.. São Paulo: McGrawHill, 2007.. 1.
MALVINO, Albert Paul; BATES, David J. Eletrônica. São Paulo: McGraw Hill, 2007..
v.2.
Complementar:
CIPELLI, Antonio Marco Vicari.;MARKUS, Otávio; SANDRINI, Valdir João. Teoria e
desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 23 ed. São Paulo: Érica,
2012
SOUZA, Marco Antonio Marques . Eletrônica: todas as informações técnicas
essenciais de componentes eletrônicos. São Paulo: Hemus, 2003. 212 p.
Disciplina: MI 33 - Empreendedorismo II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Principais aspectos e viabilidade referente à abertura de um novo negócio; Análise de
oportunidades e tendências; Elaboração e Aplicação de um plano de Negócio em
empreendimentos formais. Pesquisa de Mercado e Plano de Marketing
Referências Bibliográficas
Básica:
DORNELAS, José Carlos de Assis. Empreendedorismo - Transformando idéias
em negócios. 7ª ed.. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
DRUCKER, Peter F.. Inovação e Espírito Empreendedor - Prática e Princípios. 9a
ed.. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P.; SHEPHERD, Dean A.. Empreendedorismo. 7ª. ed.. Porto Alegre: Bookman, 2009. 662 p.
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
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Telefax: (38) 3741-1829
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65
Complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo Dando asas ao espírito
empreendedor. 4a. ed. Barueri, SP: Manole, 2012.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. Colaborador: Gina Paladino. Rio de
Janeiro: Sextante, 1999. 299 p.
Disciplina: GPI 52 - Fundição e Soldagem
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Introdução. Processos de conformação. Processos de fundição. Processos de
usinagem. Metalurgia do pó. Eletro-Erosão. Arco elétrico. Processos de soldagem:
oxiacetilênico, eletrodo revestido, com proteção gasosa, arco submerso, técnicas de
soldagem, simbologia de soldagem, normas técnicas. Metalurgia de soldagem.
Referências Bibliográficas
Básica:
FRANCHI, Claiton Moro. Controle de processos industriais Princípios e aplicações.
São Paulo: Érica Ltda, 2011. 255 p.
Complementar:
ARAUJO, Luiz Antonio de. Manual de Siderurgia: vol. 2 transformação. 2a. ed.. São
Paulo: Arte & Ciencia Editora, 2005. 511 p.
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
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66
Disciplina: GPI 53 - Gerência de Projetos
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
03 aulas
50 horas
Ementa:
A Busca da Excelência. Gerenciamento de Projetos nas Organizações.
Gerenciamento de Projetos versus Gerenciamento da Rotina. Ciclo de Vida do
Projeto. A Metodologias de GP. Ferramentas de GP. O Gerente do Projeto.
Inicialização. Planejamento. Execução. Controle. Encerramento. Utilização do MS
Project.
Referências Bibliográficas
Básica:
KERZNER, Harold. Gestão de projetos – As melhores Práticas. Bookman
FEIO, Rui. Gestão de projetos com o Microsoft MS Project. FCA
OLIVEIRA, Guilherme Bueno de. MS Project e gestão de projetos. Pearson
Complementar:
MENEZES, Luis Cesar de Moura. Gestão de Projetos – 3 ed. Atlas
VALLE, André Bittencourt do; SOARES, Carlos Alberto Pereira; FINOCCHIO JUNIOR, Jose;
FIRMINO DA SILVA, Lincoln de Souza. Fundamentos do Gerenciamento de projetos. FGV
Pmbok – Guia do conhecimento em gerenciamento de projetos – 4 ed. Saraiva
Disciplina: MI – 51 – Instalações Elétricas II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Aterramento Elétrico; Definições; Prescrições das Normas NBR 5410 e NBR 14039;
Aterramento e Equipotencialização; Condutores de Proteção; Correção de Fator de
Potência nas Indústrias; Fator de Potência; Consequências e Causa de um Baixo
Fator de Potência; Vantagens da Correção do Fator de Potência; Projetos e
Equipamentos da Instalação. Quantificação e Distribuição das Tomadas. Pontos de
Luz e Interruptores; Dimensionamento de Condutores elétricos; Dispositivos de
Proteção;Cálculo da Demanda.
Referências Bibliográficas
Básica:
CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 15a. . Rio de Janeiro: LTC, 2011. 428 p.
NERY, Norberto Instalações Elétricas: Princípios e aplicações. São Paulo: Érica
Ltda, 2011. 368 p.
LIMA FILHO, Domingos. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 12a. ed. rev..
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67
São Paulo: Érica Ltda, 2011. 272 p.
Complementar:
NERY, Instalações Elétricas: Princípios e Aplicações. 1ª edição. São Paulo: Editora
Érica, 2011. 368p.
CAVALIN, Geraldo e CERVELIN, Severino. Instalações Elétricas Prediais –
Conforme Norma NBR 5410:2004. 21ª Edição. São Paulo: Érica, 2011. 422p
Disciplina: MI 52 – Manutenção
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Fundamentos da Vibração. Sinais de vibração. Sensores de vibrações. Severidade da
vibração. Causas de vibração. Diagnósticos de vibração. Análise de espectros FFT.
Configuração de medições de vibrações. Alinhamento de eixos convencional e a laser .
Referências Bibliográficas
Básica:
KARDEC,Alan;NASCIF,Júlio. Manutenção – Função Estratégica. Qualitymark
SIQUEIRA,Iony Patriota de. Manutenção Centrada na Confiabilidade – Manual de
Implementação. Qualitymark
RIBEIRO,José;FOGLIATO,Flávio. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Campu
Complementar:
NEPOMUCENO,Lauro Xavier. Técnicas de Manutenção Preditiva. 1a ed.. São
Paulo: Edgard Blucher, 1989.
BRANCO FILHO, Gil. Indicadores e índices de manutenção. Rio de Janeiro:
Ciência moderna, 2006.
Disciplina: GPI 46 - Máquinas Elétricas II
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Máquinas elétricas de corrente contínua. Máquinas síncronas. Máquinas assíncronas.
Motores de corrente alternada com coletor. Geradores. Transformadores
Referências Bibliográficas
Básica:
TORO, Vicent Del. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
550 p.
REZEK,
Angelo
José
Junqueira. Fundamentos
básicos
de máquinas
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68
elétricas: teoria e ensaios. Rio de Janeiro: Synergia Editora, 2011. 123 p.
KOSOW, Irving L. Máquinas Elétricas e transformadores. [Eletric Machinery and
transformers]. 15a. 6ª reimpressão. São Paulo: Globo, 2005. 667 p.
Complementar:
NASCIMENTO JUNIOR, Geraldo Carvalho do. Máquinas Elétricas: Teoria e ensaios.
4a. ed. rev.. São Paulo: Editora Érica, 2011. 260 p.
PAPENKORT, Franz; SCHMIDT, Walfredo. Esquemas elétricos de comando e
proteção. [Eletrische Steuerungen, maschinen und gerate]. São Paulo: EPU, 1989.
136 p.
MARTIGNONI, Alfonso. Ensaios de Máquinas Elétricas. 2a. ed.. Rio de Janeiro:
Globo, 1979. 162 p.
Disciplina: MI 54 – Planejamento e Controle da Manutenção
Período Letivo:
6º Período
Ementa:
Carga Horária Semanal:
03 aula
Carga Horária Semestral:
50 horas
Aspectos Humanos; Planejamento e Organização da Manutenção; Métodos e Ferramenta para Aumento
da Confiabilidade. Disponibilidade Operacional. Análise da Confiabilidade. Análise de Risco.
Abordagem da Falha. FMEA. Árvore de Falhas. Cálculos através da árvore de falhas
Referências Bibliográficas
Básica:
FILHO,Gil Branco. A organização, o planejamento e o controle da Manutenção,Ciência
Moderna. 2008.
VIANA,Herbert Ricardo Garcia. Planejamento e controle da Manutenção. Qualitymark
KARDEC,Alan;NASCIF,Júlio. Manutenção – Função Estratégica. Qualitymark
Complementar:
SIQUEIRA,Iony Patriota de. Manutenção Centrada na Confiabilidade – Manual de
Implementação. Qualitymark
RIBEIRO,José;FOGLIATO,Flávio. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Campus
Disciplina: MI 55 - Projeto de Graduação
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
01 aula
16:40 horas
Ementa:
Acompanhamento do desenvolvimento dos trabalhos. Verificação e acompanhamento
das metas a serem alcançadas e seus resultados através de avaliação. Apresentação
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69
documental dos resultados parciais dos trabalhos de pesquisa. Apresentação de
TCC/Projeto de Graduação.
Referências Bibliográficas
Básica:
MARCONI, Maria de Andrade;LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho
básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatorio, publicações e trabalhos
científicos. 6. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2012.
MARCONI, Marina de Andrade;LAKATOS,Eva Maria. Técnicas de Pesquisa. 6a ed..
São Paulo: Atlas, 2007.
MATTAR, João. Metodologia Científica na era da informática. 3a ed.. São Paulo:
Sariva, 2008
Complementar:
Livros de cada área de atuação dos projetos
OPTATIVAS
Disciplina: GPI 40 – Economia
Período Letivo:
5º Período
Carga Horária Semanal:
02 aulas
Carga Horária Semestral:
33:20 horas
Ementa:
Análise da estrutura das demonstrações financeiras. Orçamento de capital.
Identificação das fontes de recursos - próprias e de terceiros. Alternativas de
financiamentos de curto e longo prazo. Critério de seleção de alternativas. Operações
internacionais. Operações de mercado.
Referências Bibliográficas
Básica:
VASCONCELLOS. Marco Antônio Sandoval de. Fundamentos de economia. São
Paulo: Saravia, 2005.
MOCHON, Francisco e Troster, Roberto Luiz. Introdução à Economia. São Paulo:
Makron Books, 1.999.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia: Princípios de Macro e Microeconomia. São Paulo: Campus, 2001
Complementar:
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa Operacional na tomada de Decisões. Rio
de Janeiro: Campus, 2007. 213 p.
SILVA, Edivan Morais da. Manual de Contabilidade Simplificada para Micro e
Pequenas Empresas. 4a. ed. rev. amp.. São Paulo: IOB, 2011. 2011 p.
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70
Procedime
Disciplina: GPI 41 – Ergonomia
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
5º Período
02 aulas
33:20 horas
Ementa:
Definição e Evolução do Conceito de Ergonomia. Principais Áreas da Ergonomia
Aplicada ao Trabalho. Stresses Ambientais. Os 10 Tipos de Solução Ergonômica.
Fundamentos de Biomecânica. Ergonomia do Trabalho na Posição Sentada e com
Computadores. Portaria NR- 3751 e Norma Regulamentadora – NR 17. Como
Implantar a Ergonomia na Empresa. Análise Ergonômica – Exemplos práticos
Prevenção das dores lombares no trabalho pesado. Prevenção dos distúrbios músculo
esqueléticos dos Membros Superiores (MS). A antropmetria no planejamento dos
postos de trabalho. Prevenindo LER/DORT. Legislação Trabalhista NTEP.
Responsabilidade Civil nas questões ocupacionais. Como implantar um Projeto
Ergonômico com uma visão MACRO
Referências Bibliográficas
Básica:
Iida, Itiro. Ergonomia - Projeto e Produção 2ª Edição. Edgard Blucher .São Paulo2005
Abrahão, Júlia. Introdução À Ergonomia - Da Prática À Teoria Edgard Blucher .São Paulo2009
Vieira, Jair Lot Manual de Ergonomia - Manual de Aplicação da Nr-17 - Conforme
Publicação Oficial do Ministério do Trabalho. Edipro .São Paulo. 2011
Complementar:
SÁ, Sérgio; FONSECA, Gilberto N.. Ergonomia, a grande aliada. 1a ed. Pirapora:
O Lutador, 2005. 152 p.
KROEMER, K. H. E; GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho
ao homem. [Fitting the task to the human]. tradução: Lia Buarque de Macedo
Guimarães. Porto Alegre: Bookman, 2008. 327p p. Bibliografia: p. [311]-320.
DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. 3. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Blucher, 2012. 163 p.
Disciplina: GPI 57 – Libras
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aula
33:20 horas
Ementa:
A disciplina proposta deve ser considerada como uma ação que contribuirá para a
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71
formação do profissional do Curso Superior de Tecnologia em ..., proporcionando
maior condição para que na prática ele tenha condições de atender com qualidade as
pessoas com surdez.
Referências Bibliográficas
Básicas:
QUADROS, R. M. de. Et all. Língua Brasileira de Sinais I, II, III. UFSC: Florianópolis,
2010.
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro.
QUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: estudos
linguísticos. Artmed Editora: Porto Alegre, 2004.
Complementares:
FELIPE, Tânia A. Introdução à Gramática da LIBRAS (Série Atualidades
Pedagógicas). In: Brasil, Secretaria de Educação Especial, Brasília, 1997.
Disciplina: GPI 58 - Informática Aplicada
Período Letivo:
Carga Horária Semanal: Carga Horária Semestral:
6º Período
02 aula
33:20 horas
Ementa:
Sistemas informatizados. Aplicativos. Planilhas. Iniciando o excel. Comandos e
formatações. Correções ortográficas. Fórmulas, Funções e gráficos. Macros.
Importação de dados. Listas. Operadores lógicos. Análise de dados. Definição de
faixas e critérios. Vínculos, Tabela Dinâmica. Gráficos dinâmicos. Filtros. Utilização de
VB.
Referências Bibliográficas
Básica:
TOSTES, Renato Parrela. Desvendando o Microsoft Excel 2010. Rio de Janeiro:
Campus, 2011. 270 p.
COX, Joyce; FRYE,Curtis; MORAES, Altair Caldas Dias de, Trad.. Passo a Passo Microsoft Office System 2007. [2007 Microsoft Office System Step by step]. Porto
Alegre: Bookman, 2008. 648 p.
NEUFELD, John L.. Estatística aplicada à Administração usando Excel. Tradução
José Luiz Celeste. São Paulo: Prentice Hall, 2003. 434 p.
Complementar:
FRYE, Curtis D.. Passo a Passo: Microsoft Excel 2010. [Microsoft Excel 2010 step
by step]. Porto Alegre: Bookman, 2012. 436 p.
REHDER,
Wellington
da
Silva;
OLIVEIRA,
Karina. Microsoft
Office
Excel 2003. Santa Cruz do Rio Pardo - SP: Viena, 2004. 142 p.
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72
15.3. Flexibilidade Curricular
O Curso encontra-se organizado em seis períodos, mais Estágio Curricular,
Atividades Complementares e Trabalho de Diplomação. Os módulos I, II e III são
básicos e obrigatórios para que o estudante possa prosseguir nos seus estudos.
Os módulos IV, V e VI oferecem, respectivamente, as certificações parciais:
Assistente de Manutenção Mecânica, Assistente de Manutenção Elétrica e
Assistente de Manutenção Eletrônica. Após a conclusão do Estágio
Supervisionado e aprovação do relatóriode estágio é que o discente obterá o título
de Tecnólogo em manutenção Industrial.
Período
Módulo IV
Qualificação
Básico
Básico
Básico
Assistente de Manutenção Mecânica
Módulo V
Assistente de Manutenção Elétrica
Módulo VI
Após
conclusão do
Estágio
Supervisionado
Assistente de Manutenção Eletrônica
Módulo I
Módulo II
Módulo III
Tecnólogo em Manutenção Industrial
TABELA 1 – Quadro de qualificações do Curso Superior de Tecnologia em
Manutenção Industrial da FAC FUNAM
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73
15.4. Fluxograma Curricular
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74
16. DOCENTES
1º PERÍODO
Nome
Formação
Disciplinas
Número de
aulas
semanais
Regime de
Trabalho
1
ADERILSON PEREIRA
FONSECA
Licenciatura em
Letras/Português
Língua Portuguesa I
03
Horista
2
ADSON DOMINGOS DE
ABREU
Bacharel em Engenharia Civil
Especialista em Engenharia
de Segurança do Trabalho
do Trabalho;
02
Horista
3
AWDREY DORÁSIO DE
SOUZA OLIVEIRA
Licenciatura em Letras e
Especialista em Supervisão
Educacional e
Psicopedagogia
Inglês Instrumental
02
Horista
4
EDNA GUIOMAR
SALGADO OLIVEIRA
GUEDES
Licenciada em Pedagogia
Mestre em Políticas Públicas
Doutoranda em Educação
Metodologia Científica
02
Parcial
Matemática
04
Parcial
04
Integral
Administração da
Manutenção
Mecânica I
05
Horista
Metodologia Científica
02
Integral
Empreendedorismo I
02
Horista
Introdução à Segurança
Licenciatura em Matemática
5
EVER ALVES SALGADO
Especialista em Educação –
Docência Superior
Bacharel em Engenharia
6
HUGO LEONARDO SILVA
Elétrica e Especialista em
DE ALMEIDA
Metodologia do Ensino
Física I
Superior
7
LUIZ JOSÉ DA CUNHA
8
MARCUS VINÍCIUS
COTTA DRUMOND
9
WALMATH WELLSON
MAGALHÃES FERREIRA
Bacharel em Engenharia
Mecânica e Especialista em
Gerenciamento de Projetos e
Especialista em Fundamentos
Teóricos Metodológicos do
Processo Educativo
Bacharel em Administração
de Empresas e Mestre em
Gestão de Empresas
Bacharel em Ciências
Econômicas e Especialista
em Gestão Agroindustrial
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Telefax: (38) 3741-1829
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75
2º PERÍODO
Nome
Formação
Disciplinas
Número de
aulas
semanais
Regime de
Trabalho
1
ADERILSON PEREIRA
FONSECA
Licenciatura em
Letras/Português
Língua Portuguesa II
03
Horista
ADSON DOMINGOS DE
ABREU
Bacharel em Engenharia Civil
Especialista em Engenharia
de Segurança do Trabalho
Higiene e Segurança do
2
02
Horista
02
Horista
02
Parcial
02
Integral
Bacharel em Direito
Especialista em Direito
Público
Doutorando em Ciências
Jurídicas Sociais
Licenciatura em Matemática
3
CHARLES DAVID
MENDES DUARTE
4
EVER ALVES SALGADO
Especialista em Educação –
Docência Superior
Trabalho;
Noções de Direito e
Legislação
Estatística e
Probabilidade
Bacharel em Engenharia
5
HUGO LEONARDO SILVA
Elétrica e Especialista em
DE ALMEIDA
Metodologia do Ensino
Eletricidade I
Superior
6
LUIZ JOSÉ DA CUNHA
Bacharel em Engenharia
Mecânica e Especialista em
Gerenciamento de Projetos e
Especialista em Fundamentos
Teóricos Metodológicos do
Processo Educativo
7
MARCELO DE OLIVEIRA
ROSA
Bacharel em Arquitetura e
Urbanismo
Desenho Técnico I
02
Horista
8
PAULO HENRIQUE
TESSARO
Bacharel em Administração e
Especialista em Tecnologia
de Redes de Computadores
TEORIA GERAL DA
ADMINISTRAÇÃO
02
Horista
9
THIAGO DA SILVA
ALTOÉ
Bacharel em Agronomia e
Mestre em Produção Vegetal
Física II
03
Parcial
10
WARLEY HUMBERTO DE
JESUS CARVALHO
Licenciatura em Matemática e
Especialista em Tecnologia
Educacional: ênfase em
Cálculo I
04
Horista
Mecânica II
02
Horista
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76
comunicação e educação
multimídia e Especialista em
Educação Matemática: um
enfoque multidisciplinar
3º PERÍODO
Nome
Formação
1
ANA LUIZA DA PAIXÃO
FERNANDES
2
CLARISSA LINO DA
SILVA
3
Bacharel em Engenharia de
Alimentos e Especialista e
Especialista em
Processamento e Controle de
Qualidade em Carne, Leite,
Ovos e Pescado.
Bacharel em Psicologia e
Especializando em Libras e
Especializando em
Administração de Recursos
Humanos
Disciplinas
Número de
aulas
semanais
Regime de
Trabalho
Química I
02
Horista
Psicologia Aplicada ao
Trabalho
02
Horista
04
Horista
FÁBIO PIRES DE
Bacharel em Engenharia
RESISTÊNCIA DOS
MORAIS
Mecânica
MATERIAIS
Bacharel em Engenharia
4
HUGO LEONARDO SILVA
Elétrica e Especialista em
Circuitos Elétricos I
DE ALMEIDA
Metodologia do Ensino
Eletricidade II
05
Integral
Superior
5
MARLY RODRIGUES
ROCHA
Licenciatura em Letras e
Especialista em Leitura e
Produção de Texto: uma
perspectiva lingüística
Língua Portuguesa III –
Redação Técnica
02
Horista
6
PEDRO UMBERTO
BAÊTA CAMARGOS
Bacharel em Administração
Desenho Técnico II
02
Horista
Álgebra Linear e
Geometria Analítica, e
Cálculo II
07
Horista
7
Licenciatura em Matemática e
Especialista em Tecnologia
Educacional: ênfase em
WARLEY HUMBERTO DE
comunicação e educação
JESUS CARVALHO
multimídia e Especialista em
Educação Matemática: um
enfoque multidisciplinar
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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77
4º PERÍODO
Nome
Formação
Disciplinas
Número de
aulas
semanais
Regime de
Trabalho
ANA LUIZA DA PAIXÃO
FERNANDES
Bacharel em Engenharia de
Alimentos e Especialista e
Especialista em
Processamento e Controle de
Qualidade em Carne, Leite,
Ovos e Pescado.
Química II
04
Horista
2
AILTON FERREIRA
BORGES
Bacharel em Administração
de Empresas e Especialista
em Finanças Empresariais e
Bancos e Especialista em
Gestão para resultados
03
Horista
3
FÁBIO PIRES DE
MORAIS
Bacharel em Engenharia
Mecânica
Sistemas Hidráulicos e
Pneumáticos
03
Horista
HERMANN WALSER DE
Bacharel em Engenharia
Elétrica
Acionamentos Elétricos
04
Horista
1
4
MARTINS FLÔRES
Gerência e Controle da
Qualidade
Bacharel em Engenharia
5
HUGO LEONARDO SILVA
Elétrica e Especialista em
Circuitos Elétricos II
DE ALMEIDA
Metodologia do Ensino
Máquinas elétricas I
05
Integral
Fenômenos de
Transporte
03
Horista
Gerência Ambiental
02
Horista
Superior
6
LUIZ JOSÉ DA CUNHA
Bacharel em Engenharia
Mecânica e Especialista em
Gerenciamento de Projetos e
Especialista em Fundamentos
Teóricos Metodológicos do
Processo Educativo
7
MARINA FERREIRA DE
CARVALHO
Bacharel em Engenharia
Agrônoma
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78
5º PERÍODO
Nome
Formação
Disciplinas
Número de
aulas
semanais
Regime de
Trabalho
1
ADSON DOMINGOS DE
ABREU
Bacharel em Engenharia Civil
Especialista em Engenharia
de Segurança do Trabalho
Elementos de Máquinas
03
Horista
2
ÉRICO EMMANUEL DE
BARROS MENDES
Bacharel em Engenharia
Industrial Elétrica e
Especialista
Eletrônica I
05
Horista
03
Integral
Bacharel em Engenharia
5
HUGO LEONARDO SILVA
Elétrica e Especialista em
DE ALMEIDA
Metodologia do Ensino
Circuitos Elétricos III
Superior
Tecnólogo em Administração
de Pequenas e Médias
Empresas
Manutenção de
Máquinas Hidráulicas e
Pneumáticas
03
Horista
6
LUIZ CARLOS DA SILVA
JÚNIOR
Bacharel em Engenharia
Instrumentação e
Controle;
Controlador Lógico
Programável - PLC
05
Horista
7
RICARDO PINTO DE
CARVALHO
Bacharel em Engenharia de
Controle e Automação
Instalações Elétricas I
03
Parcial
WILSON JUNIOR DE
OLIVEIRA PIMENTA
Bacharel em Engenharia
Industrial Mecânica e
Especialista em Engenharia
de Manutenção
Lubrificação
02
Horista
JOSÉ GERALDO COSTA
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79
6º PERÍODO
Nome
Formação
Disciplinas
Número de
aulas
semanais
Regime de
Trabalho
ÁTILA FRANCISCO DE
OLIVEIRA
Bacharel em Engenharia de
Controle e Automação
Automação Industrial
Eletrônica II
07
Horista
2
CÉSAR FERNANDES
HERÉDIA
Bacharel em Administração e
Especialista em Engenharia
de Manutenção na Gestão de
resultados
Manutenção
02
Horista
3
DANIEL AUGUSTO
RODRIGUES
Bacharel em Engenharia
Industrial Mecânica
Análise de Fratura
02
Horista
4
EDNA GUIOMAR
SALGADO OLIVEIRA
GUEDES
Licenciada em Pedagogia
Mestre em Políticas Públicas
Doutoranda em Educação
Projeto de Graduação
01
Parcial
5
FLAVIANO CÉSAR
ANDRADE
Bacharel em Engenharia
Industrial Mecânica
Planejamento de
Controle e Automação
03
Horista
6
HERMANN WALSER DE
MARTINS FLÔRES
Bacharel em Engenharia
Elétrica
Máquinas Elétricas II
02
Horista
7
HUMBERTO LOPES DE
MORAES
02
Horista
8
LUIZ JOSÉ DA CUNHA
02
Horista
1
Bacharel em Engenharia
Metalurgica / MBA Executivo
Gestão Empresarial / Mestre
em Engenharia
Bacharel em Engenharia
Mecânica e Especialista em
Gerenciamento de Projetos e
Especialista em Fundamentos
Teóricos Metodológicos do
Processo Educativo
Fundição e Soldagem
Gerência de Projetos
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CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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80
9
MARCUS VINÍCIUS
COTTA DRUMOND
10
REINALDO COSTA
MORAIS AMARAL
11
RICARDO PINTO DE
CARVALHO
Bacharel em Administração
de Empresas e Mestre em
Gestão de Empresas
Tecnólogo em Gestão da
Produção Industrial e
Especializando em
Engenharia de Produção
Bacharel em Engenharia de
Controle e Automação
Empreendedorismo II
02
Parcial
Informática Aplicada Optativa
02
Horista
Instalações Elétricas II
02
Parcial
17. NÚCLEO DE DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
Para estruturação deste curso, foi composto um grupo de professores NDE
(Núcleo Docente Estruturante) que estão comprometidos com a criação,
implantação e consolidação deste Projeto Pedagógico.
18. INSTALAÇÕES FÍSICAS
A Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco proporciona, em suas
instalações físicas, condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes
para pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais ou com
mobilidade reduzida, inclusive nas salas de aula, bibliotecas, auditórios,
instalações desportivas, laboratórios, áreas de lazer e sanitários e
estacionamentos, conforme previsto no Decreto Nº 5.296 de 02 de dezembro de
2004.
18.1. Sala de Professores e Sala de Reuniões
As instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão
equipadas segundo a finalidade e atendem, com 48 m², com mesa, cadeiras,
quadro negro, geladeira, escaninho, computador conectado a internet banda larga
e armário embutido.
18.2. Gabinetes de Trabalho para Professores
A FAC FUNAM oferecerá uma sala com gabinetes de trabalho equipado, para os
integrantes do NDE e corpo docente, com dois computadores conectados a
internet banda larga, mesas, cadeiras e quadro negro.
18.3. Sala de Coordenação de Cursos
A FAC FUNAM oferecerá uma sala de coordenação para este curso, equipada
com computadores conectados a internet banda larga, mesas e cadeiras.
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CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
Telefax: (38) 3741-1829
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81
18.4. Salas de Aula
As salas de aula do Curso de Tecnologia em Manutenção Industrial, previstas
para o primeiro ano do curso, com área de 48 m², estão equipadas com carteiras,
mesa para o professor, quadro, ar condicionado e/ou ventiladores.
18.5. Acesso dos Alunos a Equipamentos de Informática
A FAC FUNAM disponibiliza dois laboratórios de Informática com 48 m² cada um,
acesso à internet banda larga e ligados em rede, com 20 máquinas em cada, bem
como oito terminais disponíveis na biblioteca com acesso à internet.
18.6. Biblioteca
A FAC FUNAM conta com uma biblioteca cuja área é de 130 m², bem arejada,
com ventilação, conservação e iluminação adequada plenamente ao uso dos
acadêmicos. E ainda, conta com seis (6) terminais com acesso à internet, sala de
estudo individual, mesas e cadeiras, gabinetes de estudo individual, sala de
estudos em grupo, acervo diversificado e atualizado, escaninhos, e enfim, toda a
infra-estrutura necessária ao bom atendimento dos acadêmicos.
A biblioteca possui política de aquisição e desenvolvimento do acervo, bem como
expansão de suas instalações físicas ,contemplada no PDI da Faculdade.
18.7. Laboratórios Específicos e Especializados
A FAC FUNAM possui laboratórios específicos nas áreas de Mecânica,
Eletrotécnica, Desenho Técnico, Eletrônica e Informática para atender às
necessidades das disciplinas do primeiro ano do Curso Superior de Tecnologia em
Manutenção Industrial.
Para melhor desempenho do corpo discente nas aulas práticas de laboratório, o
número máximo de alunos por turma será de 20 (vinte).
18.7.1.Laboratório de Mecânica
O Laboratório de Mecânica esta dotado com diversos equipamentos e ferramentas
que permitem a realização de ensaios experimentais no âmbito da Mecânica geral,
Metrologia, Hidrostática e da Hidrodinâmica. Estes ensaios servemde
complemento ao conteúdo programático das disciplinas de Mecânica I e Mecânica
II. Para isto, é composto por equipamentos e ferramentas tais como: Ferramental
diverso, instrumentos de medição( paquímetros, micrômetros, etc), calibrador de
manômetro e presostato, conjunto didático de transmissão para montagem
mecânica composto por redutores polias e engrenagens, talha elétrica, tornos,
retificadores de solda, etc.
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
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82
18.7.2.Laboratório de Eletrotécnica
Este laboratório esta adequado as normas de proteção e segurança, e possibilita a
realização de diversas experiências e montagens nas áreas de Eletricidade,
Comandos Elétricos e Máquinas Elétricas. Tem como objetivoa identificação dos
princípios da eletricidade e do eletromagnetismo,medição e análise de grandezas
elétricas envolvidas em sistemas trifásicos equilibrados ou desequilibrados. Para
isto é equipado com motores elétricos, instrumentos de medição elétrica
(voltímetros, amperímetros, watímetros, etc), Caixa de teste TR – Triel, Alicate
watímetro, dispositivos de comando e proteção, painel para montagens Elétrica
Industrial, etc.
18.7.3.Laboratório de Eletrônica e Automação
O laboratório de Eletrônica e Automação, atua nas áreas de eletrônica analógica e
digital, permitindo desenvolver atividades práticas com diodos retificadores e de
sinal, circuitos básicos com diodos e transistores bipolares de sinal, circuitos de
polarização de transistores e amplificadores a pequeno sinal, além de praticas na
área de automação de um modo geral. Para isto, é equipado com maletas
didáticas, osciloscópios, PLC’s, multímetros, gerador de funções, fontes de
alimentação, computadores, ferramentas, componentes básicos de eletrônica, etc.
18.7.4.Laboratórios de Informática
Os dois Laboratórios de Informática cotam com 20 computadores cada um,
ligados em rede, com acesso a internet, para atender plenamente aos alunos em
suas atividades e práticas de pesquisa. A estrutura é bem iluminada, arejada e
ventilada, proporcionando aos alunos comodidade necessária à atividade
proposta.
Av. Jefferson Gitirana, 1422 - Bairro Cícero Passos
CEP: 39.270-000 – Pirapora (MG)
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18.7.5.Equipamentos dos Laboratórios Específicos/ Especializados
Equipamento
PLC ALTUS PICOLO
Especificação
Automação
Quantidade
10
Ano I
02
PLC SIEMENS S7 – 200
Automação
10
Computadores
Automação
10
Ano III
08
Ano IV
-
05
Ano II
-
05
-
05
-
05
-
Conjunto Lego Dacta
Controlador Lógico Programável com
12 entradas digitais (PNP ou NPN) 24
VDC
Softwares específicos
Automação
05
05
-
Automação
01
-
01
-
-
Automação
Diversos
-
-
Diversos
Diversos
Alicate Universal
Elétrica
12
08
04
-
-
Motores Elétricos
Elétrica
12
08
04
-
-
Caixa de teste TR – 51 Triel
Elétrica
01
01
-
-
Alicate Wattímetro
Elétrica
01
-
01
-
-
Jogo de chaves de fenda VDE
Elétrica
12
04
-
-
Rele RTW ET VCA/24 VCC
Elétrica
12
08
08
04
-
-
Rele RPW FF 220-50/60 HZ
Elétrica
12
08
04
-
-
Disjuntor – motor
-
12
04
-
-
Fasímetro
Elétrica
Elétrica
08
01
-
01
-
-
Terrômetro
Elétrica
01
-
01
-
-
Contator WM 220VCA 60Hz
Elétrica
48
32
16
-
-
Rele de sobrecarga térmica RW270
Elétrica
12
08
04
-
-
Botoeiras e sinaleiros
Elétrica
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Bornes
Elétrica
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Testador de Tensão
Elétrica
12
08
04
-
-
Painel para prática Elétrica Industrial
01
-
01
-
-
Alicate corte diagonal
Eletrônica
Elétrica/Eletrônica
24
08
08
08
-
Alicate para telefone
Elétrica/Eletrônica
24
08
08
08
-
Multímetro Digital
Elétrica/Eletrônica
20
15
05
-
-
Maletas Didáticas
Eletrônica
12
12
-
-
-
Osciloscópio
Eletrônica
06
03
-
03
-
Gerador de Funções
Eletrônica
05
01
-
04
-
Fontes de Alimentação
Eletrônica
12
04
04
04
-
Componentes Básicos
Eletrônica
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Ferro de solda
Eletrônica
12
07
05
-
-
Estação de solda
Eletrônica
01
01
-
-
-
Alicate bico meia cana 7X1/2 BELZER
Eletrônica
24
08
08
08
-
Computadores
Informática
20
20
-
-
-
Paquímetro Universal
Mecânica
20
10
10
-
-
Paquímetro Digital
Mecânica
01
01
Micrometros
Bancadas para ensaio
Pneumático/eletropneumáticos
Torquímetro
Mecânica
20
03
12
-
-
Mecânica
01
-
01
-
-
Mecânica
01
01
-
-
-
Relógio Comparador
Mecânica
01
01
-
-
-
Aquecedor Indutivo de rolamento
Mecânica
01
01
-
-
-
Jogo de Ferramentas MAYLE 110 peças
Mecânica
01
01
-
-
-
Ferramentas
Mecânica
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
Diversos
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84
Anexos
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85
ANEXO A
REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR
O Estágio Curricular Supervisionado é componente curricular obrigatório dos
cursos Superiores da FAC FUNAM, realizado em módulos determinados em seus
respectivos PPCs.
O mesmo tem por finalidade proporcionar ao acadêmico
oportunidade de complementar a sua formação, em situações reais de trabalho
em instituições públicas ou privadas, que desenvolvam atividades profissionais
relacionadas ao curso.
Art. 1º - O Estágio Curricular Supervisionado tem por finalidade:
§ 1º - Complementação do ensino e da aprendizagem;
§ 2º - Adaptação psicológica e social do estudante à sua futura atividade
profissional;
§ 3º - Treinamento do estudante para facilitar sua futura absorção pelo mercado
de
trabalho;
§4º - Orientação do estudante na escolha de sua especialização profissional.
Art. 2º - O Estágio Curricular Supervisionado terá sua duração estabelecida no
Projeto Pedagógico de cada curso.
§ 1º
O Estágio Curricular Supervisionado não pode ser recuperado por meio de
provas ou outro instrumento de avaliação.
§ 2º
Não cabem, para o Estágio Curricular Supervisionado, a realização de
exame final, prova substitutiva ou exercícios domiciliares.
Art. 3º - O Estágio Curricular Supervisionado é uma disciplina obrigatória e deverá
ser realizado em empresas ou instituições públicas e/ou privadas, devidamente
credenciadas à FAC FUNAM, tendo apresentado plenas condições de
proporcionar experiências na área de formação do acadêmico.
Parágrafo Único: Os planos de estágio serão incorporados aos Termos
de
Compromisso celebrados, por meio de aditivos.
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86
Art. 4º - O estágio realizado nas condições do Regimento Interno da IES não
estabelece vínculo empregatício na forma da Lei n° 11.788/2008, podendo o
estagiário receber bolsa de estágio, estar segurado contra acidentes e ter a
cobertura previdenciária prevista na legislação específica.
Parágrafo Único: Não caberá à FAC FUNAM, nenhum tipo de ônus ou
responsabilidade financeira no que tange o estágio. Todo estagiário deverá ser
assegurado pela empresa onde prestará estágio, ficando assim protegido contra
acidentes de trabalho.
Art. 5º - São obrigações da FAC FUNAM, em relação aos Estágios Curriculares
Supervisionado de seus acadêmicos:
§ 1º - Celebrar Termo de Compromisso com o acadêmico e a Empresa
Contratante, indicando as condições de realização do estágio.
§ 2º - Selecionar e encaminhar os acadêmicos para as Empresas.
§ 3º - Avaliar adequação da empresa à formação cultural e profissional do
estagiário;
§ 4º - Zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso, reorientando o
estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas;
§ 5º - Avaliar, através do coordenador de curso, os estágios desenvolvidos e os
estagiários, conforme os relatórios e instrumentos de avaliação especificados
nas normas complementares dos cursos;
Art. 6º - São obrigações da Empresa Contratante em relação aos Estágios
Curriculares Supervisionados oferecidos:
§ 1º - Celebrar o contrato de estágio com o estagiário.
§ 2º - Ofertar instalações, estrutura e serviços que tenham condições de
proporcionar ao estagiário atividades de aprendizagem social, profissional e
cultural;
§ 3º - Indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientar e supervisionar os estagiários.
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87
§ 4º - Os supervisores indicados pela Empresa Contratante, não terão, sob
nenhuma hipótese, vínculo empregatício com a FAC FUNAM, bem como a
supervisão realizada não gerará ônus para a Faculdade.
Art. 7º - São obrigações do estagiário, em relação ao Estágio Curricular
Supervisionado:
§ 1º - Celebrar Contrato de Estágio com a FAC FUNAM e a Empresa Contratante,
zelando por seu cumprimento;
§ 2º - Cumprir e zelar pelo cumprimento das normas de estágio;
§ 3º - Adquirir o material de uso individual necessário para o estágio;
§ 4º - Realizar as
atividades
orientação dada pelo
programadas
para
o
estágio,
a
partir da
Professor Orientador de estagio ou pelo supervisor da
empresa, conforme o caso;
§ 5º - Observar as políticas e normas instituídas pela Empresa Contratante;
§ 6º - Agir de acordo com os princípios da ética profissional;
Parágrafo Único: A participação do aluno em projetos de interesse para a
Instituição ou sociedade, proposta pela Coordenação do Curso, poderá ser
considerada como Estágio.
Art. 8º - Compete ao Supervisor Técnico da Empresa Contratante:
§ 1º - Acompanhar o Plano do Estágio (PE) sob sua responsabilidade
§ 2º - Orientar e acompanhar o desenvolvimento das atividades de formação
prática dos estagiários na Empresa Contratante, de acordo com o Plano de
Estágio estabelecido;
§ 3º - Registrar a frequência dos estagiários, em ficha própria, conforme modelo
estabelecido;
§ 4º - Avaliar o desempenho dos estagiários no estágio realizado, de acordo
com os critérios estabelecidos;
§ 5º - Promover a integração dos estagiários no campo de estágio;
§ 6º - Apresentar sugestões quanto à melhoria do desenvolvimento do estágio;
§ 7º - Cumprir e zelar pelo cumprimento das normas de estágio da FAC
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88
FUNAM.
Art. 9º - As atividades desenvolvidas pelo estagiário e sua frequência serão
registradas em fichas específicas, conforme modelo estabelecido, visadas
diariamente pelo Coordenador Docente ou pelo Supervisor Técnico que
acompanhe o estagiário.
Art. 10º - Quando por motivos internos à empresa em que se realiza o estágio, o
supervisor que assinou o plano de estágio for substituído, o Professor de Estágio
deverá ser comunicado antes da conclusão da carga horária prevista.
Art. 11º - Ao final do Estágio Curricular Supervisionado, o aluno deverá entregar
ao Professor de Estágio no prazo máximo de 7 (sete) dias úteis contados a partir
da finalização
do estágio uma via encadernada do Relatório Final de Estágio, obedecendo-se
rigorosamente as Normas para Escrita Científica da FAC FUNAM, contendo todos
os formulários necessários para suas devidas correções e aprovações.
Art. 12º - Será considerado aprovado o aluno que, no conjunto das atividades
previstas, cumprir 100% (cem por cento) da carga horária estabelecida e
obtiver nota igual ou superior a 70 (setenta) nos Estágios Curriculares
Supervisionados.
Parágrafo Único: A avaliação de aproveitamento de estágio será feita pelo
Coordenador de cada curso. Não logrando aprovação, o aluno realizará novo
estágio, observando-se o limite máximo de tempo para integralização curricular do
Curso.
Art. 13º - A aprovação final de Estágio é de competência dos Coordenadores de
Cursos, observados os seguintes critérios:
- Assiduidade e pontualidade;
- Realização de estudos de caso;
- Iniciativa e participação;
- Aplicação das técnicas;
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89
- Capacidade em estabelecer a relação entre a teoria e a prática;
- Capacidade de avaliar e intervir;
- Ética profissional;
- Interação com a equipe multidisciplinar;
- Capacidade de julgamentos e tomada de decisão;
- Compatibilidade do trabalho executado com plano de estágio;
- Qualidade do trabalho e apresentação do relatório;
- Capacidade criativa e inovadora demonstrada através do trabalho.
Art 14º - Os alunos que exercerem atividades profissionais em áreas correlatas ao
seu curso na condição de empregados devidamente registrados, autônomos ou
empresários poderão considerar tais atividades como estágio, desde que
cumpram todos os requisitos estabelecidos neste regulamento.
Parágrafo Único: A aceitação do exercício de atividades profissionais como
estágio, dependerá de decisão do Coordenador do Curso respectivo que levará
em consideração o tipo de atividade desenvolvida e o valor de sua contribuição
para complementar à formação profissional.
Art. 15º - Ao requerer o aproveitamento de suas atividades profissionais como
estágio, o aluno deverá apresentar os seguintes documentos:
I - se empregado, cópia da parte da Carteira de Trabalho em que fique
configurado seu vínculo empregatício e descrição, por parte de seu chefe
imediato, das atividades que desenvolve;
II - se autônomo, comprovante de seu registro na Prefeitura Municipal nessa
condição,
comprovante
de
recolhimento
do
Imposto
sobre
Serviços
correspondente ao mês da entrada do requerimento e descrição das atividades
que executa;
III - se empresário, cópia do Contrato Social da empresa e descrição das
atividades que executa.
Art. 16º - A carga horária referente à disciplina Estágio não será computada para
efeito da carga horária semanal máxima permitida para o aluno e terá duração
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90
mínima estabelecida em conformidade com o especificado em seus respectivos
Planos de Cursos.
Art. 17º - A complementação do estágio na mesma empresa ou em outra, após
sua interrupção, somente poderá ocorrer após a aprovação de novo Plano de
Estágio e assinatura de novo Termo de Compromisso.
Art. 18º - O tempo previsto para o Estágio passará a ser contado a partir da
aprovação do Plano de Estágio pelo Coordenador do Curso, elaborado em
consonância com o Supervisor de Estágio, analisado e acompanhado pelo
Professor de Estágio.
Art. 19º - O desligamento do estagiário ocorrerá automaticamente ao término do
contrato.
Art. 20º - O estagiário poderá ser desligado da empresa antes do encerramento do
período previsto, nos seguintes casos:
I - a pedido do estagiário;
II - por iniciativa da empresa.
Art. 21º - O acompanhamento de estágio será feito pelo coordenador do curso e
transcorrerá da seguinte forma:
I - reuniões de acompanhamento entre coordenador e aluno;
II – Orientações e esclarecimentos semanais;
III - visitas às empresas em que estão sendo realizados os estágios;
IV - relatórios mensais elaborados pelo estagiário.
Art. 22º - O Relatório Final deverá ser elaborado de acordo com as
recomendações contidas nas Normas vigentes da FAC FUNAM, disponibilizadas
no site da Faculdade.
Art. 23º - Os casos não previstos ou omissos neste Regulamento serão resolvidos
em primeira instancia pela Coordenação dos Cursos e Supervisão de Ensino e
em segunda instância pelo Conselho Superior da FAC FUNAM.
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91
ANEXO B
REGULAMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE INTEGRAÇÃO
EMPRESA/ESCOLA – DIEE
CAPÍTULO I – NOÇÕES INTRODUTÓRIAS
Art. 1º - O Departamento de Integração Empresa Escola - DIEE é um
órgão de apoio acadêmico previsto no artigo 110 do Regimento da FAC FUNAM
e no desenvolvimento do Programa do NAE – Núcleo de Atendimento ao
Estudante, decorrente da Política Institucional de Ensino, expressa no Projeto
Pedagógico Institucional (PPI), que é parte integrante do Plano de
Desenvolvimento Institucional da FAC FUNAM (PDI), recomendado pela
Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC).
§ 1° - O DIEE será constituído inicialmente por um coordenador técnicoadministrativo, formando assim um Subsistema ligado ao Sistema Acadêmico,
tendo a sua inclusão no Plano de Carreira ocorrendo quando da data de início
de suas atividades.
§ 2° – O DIEE será criado a partir do terceiro período de criação da FAC,
após deliberação do Conselho Diretor da Mantenedora.
CAPÍTULO II – DAS FINALIDADES
Art. 2º - O Departamento de Integração Empresa Escola - DIEE tem por
finalidade apoiar os alunos da Instituição no desenvolvimento de seus cursos de
graduação, buscando a democratização da sua permanência, integração e
participação na Faculdade, extra-acadêmico, estágios e relações com as
empresas conveniadas.
Art. 3° - O DIEE desenvolverá um Programa Institucional de Apoio aos
Discentes especificamente ao Estágio Supervisionado, que busque dar conta de
soluções de problemas de encaminhamento de estagiários e suas correlações e
minimizar as variáveis que interferem nas condições de inclusão profissional
dos alunos da Faculdade.
CAPÍTULO III – DOS OBJETIVOS
Art. 4º - São objetivos do DIEE:
I - Criar condições para colocação dos alunos estagiários junto à
empresas conveniadas ou não;
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92
II - Investir nas potencialidades e disponibilidades evidenciadas pelos
alunos, através do estímulo à canalização desse diferencial em monitorias de
ensino ou encaminhamento para estágios acadêmicos ou extra-acadêmicos;
III – Manter em constante permanência a relação com as empresas
conveniadas, visando a busca de oportunidades para colocação dos estagiários
da FAC FUNAM;
IV – Buscar permanentemente a inclusão de novas empresas a serem
conveniadas;
V – Encaminhar e acompanhar o discente no estágio curricular
obrigatório, bem como promover oportunidades de desenvolvimento social e
profissional do mesmo, conforme PPI e Regimento da Faculdade;
VI - Incluir os alunos com necessidades educacionais especiais advindas
de deficiências físicas, visuais e auditivas, através de ações específicas, junto
aos programas de colocação de profissionais, específicos das empresas
conveniadas;
VII - Apoiar os alunos concluintes de cursos de graduação na elaboração
do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), lincando os demais setores da
Instituição às necessidades burocráticas do processo e dos próprios discentes;
VIII - Preparar os alunos concluintes de cursos de graduação para
inserção no mercado de trabalho criando um vínculo para a sua relação junto às
empresas;
IX - Colaborar com a manutenção do clima de trabalho institucional,
através do cultivo da excelência das relações interpessoais aluno/Faculdade.
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93
CAPÍTULO III – DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 5º - São atribuições do DIEE, através de sua coordenação e da
equipe de auxiliares que por ventura venham a compor o Departamento:
I - Realizar reuniões com as Coordenações de Cursos, Procuradoria
Acadêmica e Secretaria Acadêmica, tendo em vista o levantamento de
alternativas de solução para as fragilidades discentes detectadas e as
possibilidades de apoio do DIEE;
II – Manter articulação com as coordenações dos cursos, para
auxiliá-los no que se refere aos problemas e necessidades dos estagiários;
III - Manter articulação com a Comissão de Avaliação, responsável
pela avaliação institucional interna da FAC, com a finalidade de integrar
ações;
IV - Buscar permanentemente a inclusão de novas empresas a
serem conveniadas e parceiras da Instituição;
V - Manter em constante permanência um excelente relacionamento
com as empresas conveniadas, visando oportunidades para colocação dos
estagiários da FAC FUNAM;
VI – Orientar os estudantes nas questões relacionadas com a
preparação para o desenvolvimento do estágio;
V - Elaborar Relatório Semestral das ações desenvolvidas pelo
Departamento.
CAPÍTULO IV – DAS ATIVIDADES PERMANENTES
Art. 6º - O apoio aos discentes candidatos ao estágio supervisionado
é desenvolvido pelo DIEE extensivamente após o 5° período letivo, visando
alcançar os objetivos propostos, de forma permanente, através de diferentes
atividades, tais como:
I - Análise semestral dos Relatórios de Estágios dos diferentes cursos;
II - Análise semestral dos dados estatísticos referentes ao rendimento
dos alunos, nos estágios;
III - Elaboração do Plano Semestral do DIEE com base nos resultados
das referidas análises do artigo anterior;
IV - Integração dos alunos novos ingressantes, ao sistema de trabalho
do DIEE e suas funções;
V - Apoio à participação dos estagiários em eventos externos como
seminários, congressos, encontros, palestras e outros, internos e externos;
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VI - Atendimento especializado e personalizado aos alunos portadores
de necessidades educacionais especiais (deficientes físicos, visuais e
auditivos), na busca de sua inserção no mercado de trabalho;
VII – Preparação para a inserção dos alunos concluintes no mercado
de trabalho, através de Oficinas sobre Planejamento de Carreira, Elaboração
do Curriculum Vitae, Entrevista para Emprego e outras;
VIII – Recebimento dos relatórios dos TCC’s dos discentes;
IX – Repasse dos relatórios de TCC’s aos coordenadores dos cursos;
X - Encaminhamento para a Diretoria Acadêmica do relatório
semestral das atividades realizadas pelo Departamento.
CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO DO DIEE
Art. 7º - A avaliação da ação de orientação ao discente desenvolvida
pelo DIEE será realizada em conjunto com a Diretoria Acadêmica, Diretoria
Geral do Ensino Superior e o Conselho Diretor da Fundação Educacional
Alto Médio São Francisco - FUNAM, tendo em vista avaliar o nível de
satisfação dos usuários, propondo ações de melhoria para os discentes nos
cursos da FAC FUNAM.
Pirapora – MG, Março de 2013.
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ANEXO C
Normas para Projeto de Graduação
Adotar as seguintes normas para a Disciplina Projeto de Graduação dos
Cursos Superiores de Tecnologia:
1. Introdução
O Projeto de Graduação é um requisito curricular necessário para a obtenção
da graduação em Tecnólogo, e tem por objetivo básico o treinamento do
aluno no que concerne à concatenação dos conceitos e teorias, adquiridos
durante o curso, em torno de um projeto. É também objetivo deste projeto,
propiciar o treinamento do aluno no que se refere à apresentação oral de
idéias e redação de textos técnicos de forma clara, concisa e objetiva.
O trabalho deverá ser desenvolvido individualmente, podendo ser, em casos
excepcionais, desenvolvido por mais de um aluno. Neste caso, cada aluno
deverá definir precisamente o escopo de seu trabalho, não podendo, em
circunstância nenhuma, haver dúvida sobre a participação de cada aluno no
projeto como um todo.
2. Sobre o Tema
O tema deverá ser aceito ou proposto por um professor (orientador). Deverá
representar uma contribuição, não necessariamente original ao curso de
tecnologia, além de representar ampla aplicação dos conhecimentos
adquiridos pelo aluno durante o curso. Ênfase deverá ser dada aos aspectos
de síntese e de multidisciplinaridade, normalmente envolvidos num projeto de
tecnologia.
3. Sobre Procedimento de Matrícula
O anteprojeto deverá ser apresentado no início do semestre anterior à
matrícula na disciplina Projeto de Graduação (5º período). Somente poderão
se matricular na disciplina Projeto de Graduação no período seguinte (no
caso 6º período) os alunos que tiverem seu anteprojeto aprovado pela
Comissão Permanente de Projeto de Graduação e tiverem cumprido os prérequisitos previstos pelo currículo.
A finalidade da antecipação da apresentação da proposta é fazer com que o
aluno tenha tempo hábil de familiarizar-se com o tema, fazendo leituras
preliminares indicadas pelo orientador, e que em caso de necessidade, tenha
tempo para efetuar mudanças no anteprojeto. Concomitantemente, esta
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antecipação permite que o aluno se concentre na realização do trabalho,
propriamente dito, desde o início da matrícula na disciplina.
4. Sobre a Coordenação de Projeto de Graduação
A Coordenação de Projeto de Graduação será ocupada por um professor
titular da área técnica do curso, cujo nome deverá ser aprovado pelo
Coordenador do Curso. O período deste professor na Coordenação deverá ser
de no mínimo 1(um) semestre letivo, salvo condições adversas.
São atribuições desta Coordenação:







publicar a cada semestre o calendário das atividades referentes ao
projeto de graduação;
receber os anteprojetos e apresentá-los à Comissão Permanente de
Projeto de Graduação para apreciação;
fazer o intercâmbio entre o orientador e a Comissão Permanente de
Projeto de Graduação no caso de alterações, e outras situações,
envolvendo o andamento do projeto proposto;
receber as solicitações da apresentação oral e definir, a partir da
proposta do orientador, a Banca Examinadora;
divulgar data, hora e local das apresentações dos projetos a cada
semestre
receber as versões finais do projeto e encaminhá-las ao Colegiado do
Curso;
solicitar aos professores temas para projetos e divulgá-los a cada
semestre.
A Comissão Permanente de Projeto de Graduação será composta pela
Comissão Permanente das Atividades Docentes - CPAD tendo por finalidade
discutir e emitir parecer sobre os anteprojetos e auxiliar nas decisões da
Coordenação de Projeto de Graduação.
5. Sobre o Anteprojeto
O anteprojeto deverá ser entregue na Coordenação de Projeto de Graduação.
No anteprojeto deve estar especificado:








Título do projeto
Nome do(s) aluno(s)
Nome do(s) orientador(es) e, se for o caso, do(s) co-orientador(es)
Objetivo
Descrição, incluindo definição do escopo do trabalho
Metodologia
Cronograma
Recursos necessários, detalhando o financiamento do projeto
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
Bibliografia inicial
A Comissão Permanente de Projeto de Graduação examinará o anteprojeto,
aprovando-o ou não, segundo os critérios de:





Valor acadêmico e utilidade prática
Interesse e aptidão do aluno
Cronograma de execução
Custos, condições e materiais disponíveis
Viabilidade técnica e financeira
6. Sobre o Orientador
O orientador é de livre escolha do aluno, dentre os professores que atuem no
curso e graduados na área do tema proposto. No caso do orientador não ser
um professor que atue no curso, deverá ser indicado um co-orientador, que
assumirá a responsabilidade acadêmica sobre o trabalho a ser desenvolvido.
São atribuições do orientador:





Propor, junto com o aluno, o anteprojeto do Projeto de Graduação
Examinar e rever o plano do projeto e a bibliografia
Analisar a viabilidade financeira e técnica do projeto
Orientar, no mínimo semanalmente, a pesquisa para o projeto em
horário fixo e determinado
Avaliar o progresso do projeto. No caso de impossibilidade de
cumprimento do cronograma, propor alterações no projeto ou no
cronograma ou o cancelamento do projeto. Todas estas alterações
devem ser comunicadas à Coordenação de Projeto de Graduação o
mais cedo possível para que sejam tomadas as providências cabíveis.
São atribuições do co-orientador:



Acompanhar o desenvolvimento do projeto, preocupando-se
principalmente com o lado acadêmico do mesmo
Sugerir alterações de interesse do curso ou de sua administração
(Departamentos ou Colegiado)
Acompanhar o cumprimento do cronograma. No caso de atrasos, sugerir
alterações no projeto ou no cronograma, ou o cancelamento do mesmo.
Todas estas alterações devem ser comunicadas à Coordenação de
Projeto de Graduação para que sejam tomadas as providências
cabíveis.
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7. Sobre o Aluno
São atribuições dos alunos:








Realizar o levantamento bibliográfico
Obter os dados para o projeto
Desenvolver o projeto de acordo com o cronograma apresentado
Fazer a redação final
Apresentar seminários preliminares à apresentação do projeto que forem
considerados necessários pelo orientador e/ou co-orientador
Entregar uma via da Documentação do Projeto, para cada membro da
Banca Examinadora, pelo menos uma semana antes da data prevista
para a apresentação oral
Apresentar oralmente o projeto em data e local estabelecidos pela
Coordenação de Projeto de Graduação
Entregar três cópias da versão final do trabalho escrito e em cd ou
similar à Coordenação do Projeto de Graduação, encadernadas e de
acordo com as especificações dos itens 8 e 9 destas normas, com todas
as modificações exigidas pela Banca Examinadora. É de
responsabilidade do aluno que eventuais correções sejam feitas o mais
rápido possível, de modo a permitir que sejam cumpridos os prazos
previstos no Calendário do Projeto de Graduação. Uma das cópias ficará
aos cuidados do Colegiado do Curso, outra será remetida à Biblioteca
da FAC FUNAM e uma ficará com o orientador.
8. Sobre a Documentação do Projeto
A documentação do projeto deverá conter:
1. Preliminares
Capa frontal (ver modelo no Anexo I)
Folha de rosto (ver modelo no Anexo II)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Resumo, de aproximadamente 300 palavras, que descreva
de forma clara, sucinta e breve os principais resultados e
metodologia seguida para obtê-los.
Índice de texto
Índice de figuras, tabelas e gráficos (opcionais)
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2. Texto
Introdução
Revisão Bibliográfica
Fundamentos Teóricos e Práticos
Materiais e Métodos
Resultados
Conclusões
3. Elementos de Complementação do Texto
Bibliografia, conforme normas NB-66 ou NB-60 da ABNT
Apêndices (opcional)
Índice por assunto ou palavras-chave (opcional)
Nomenclatura (opcional, mas recomendado quando o número de
variáveis for muito grande)
9. Sobre a Apresentação da Documentação do Projeto
O texto deve ser impresso de forma nítida em um só lado de
papel tamanho A4, margem inferior e direita de 2 cm, margens
superior e esquerda de 3 cm, numeração de folhas no alto e à
direita.
A fonte usada para o texto deverá ser Arial de tamanho 12 e
espaçamento 1,5 entre linhas.
Toda a numeração dos capítulos, seções e subseções deverá ser
feita com algarismos arábicos, com exceção dos apêndices, que
serão numerados usando letras.
A numeração das páginas de texto deverá ser feita em algarismos
arábicos, exceto a parte preliminar, cuja numeração deverá ser
feita em algarismos romanos. No caso de folhas de rosto, de
dedicatória e de agradecimentos e das primeiras páginas de cada
capítulo, o número da página não deverá ser impresso.
Gráficos, figuras, fotos, tabelas, listagens e relatórios impressos
por computador deverão ser inseridos no mesmo gabarito das
folhas de texto. Em casos especiais, quando isto for impossível,
poderá ser usado o tamanho A3 com dobra para o tamanho A4.
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10. Sobre a Banca Examinadora
A Banca Examinadora será constituída pelo(s) orientador(es)
(e professor(es) co-orientador(es), se for o caso) e por, no
mínimo, dois outros membros indicados pelo professor orientador
e aceitos pela Coordenação de Projeto de Graduação. A
presidência da Banca caberá ao professor orientador ou ao
professor co-orientador no caso do orientador não pertencer ao
curso. O presidente da banca será o responsável pelo
encaminhamento da Ata de Defesa com as notas à Coordenação.
11. Sobre a Apresentação Oral do Projeto
O orientador deverá fazer, de acordo com o calendário, a
solicitação da apresentação oral do trabalho à Coordenação de
Projetos de Graduação, na qual constará a data prevista para a
apresentação e a sugestão da Banca Examinadora. Junto com a
solicitação deverá ser entregue o número de cópias previsto
nestas normas, do trabalho escrito. A apresentação oral deverá
ser pública, em data estabelecida pela Coordenação de Projeto
de Graduação, com no mínimo, uma semana de antecedência. O
aluno ou o orientador deverá providenciar junto aos órgãos
competentes, o material necessário (retroprojetor, computador e
outros equipamentos) para a apresentação.
Cada aluno terá de 30 a 40 minutos para apresentação oral de
seu trabalho. No caso de trabalhos práticos (elaboração de
programas ou montagem de circuitos), o aluno terá 20 minutos
adicionais para demonstrar o seu funcionamento em laboratório.
Após a apresentação, o presidente da Banca Examinadora dará a
palavra a cada um dos membros, que poderá fazer quaisquer
perguntas pertinentes ao trabalho executado. Após esta argüição,
o presidente dará a palavra aos demais presentes. Então, a
banca reunir-se-á em particular para decidir a aprovação ou não
do projeto, e a nota a ser atribuída ao aluno.
No caso do projeto ser aprovado, mas no entender da Banca
Examinadora, modificações são necessárias, estas deverão ser
providenciadas e a versão final entregue no prazo previsto no
calendário. Um dos membros da Banca será indicado como
responsável pela verificação do cumprimento destas exigências.
O aluno só constará como aprovado na pauta de notas finais
mediante a entrega da versão final do trabalho à Coordenação de
Projeto de Graduação.
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12. Calendário das atividades do Projeto de Graduação
O calendário das atividades do Projeto de Graduação estará
vinculado às datas limites do Calendário Acadêmico da FAC
FUNAM.
2 meses após o primeiro dia de aula último dia para entregar o Anteprojeto
do semestre corrente
para os alunos que irão se matricular na
disciplina Projeto de Graduação no
próximo semestre
último dia de aula do semestre último
dia
para
solicitação
da
corrente
apresentação oral para os alunos
matriculados na disciplina Projeto de
Graduação neste semestre
último dia de prova final do semestre último dia para apresentação oral do
corrente
Projeto de Graduação para os alunos
matriculados na disciplina Projeto de
Graduação neste semestre
penúltimo dia para entrega das último dia para entregar a versão final
pautas de notas finais, no semestre do Projeto de Graduação deste
corrente
semestre
13. Sobre a Divulgação do Trabalho
Quanto ao projeto, não podem existir restrições de propriedades, segredos ou
quaisquer impedimentos ao seu amplo uso e divulgação. Todas as divulgações
(publicações) devem explicitar o nome do da FAC FUNAM, do Curso e do(s)
Orientador(es) do Projeto. Por ser o Projeto de Graduação uma realização
acadêmica na FAC FUNAM, não poderá o autor omitir na documentação final
qualquer parte do conteúdo que seja exigido pela Coordenação do Curso.
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102
ANEXO I - CAPA FRONTAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA ALTO MÉDIO
SÃO FRANCISCO - FAC FUNAM
TÍTULO
AUTOR(ES)
PROJETO DE GRADUAÇÃO
DATA
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103
ANEXO II- FOLHA DE ROSTO
FACULDADE DE TECNOLOGIA ALTO MÉDIO
SÃO FRANCISCO - FAC FUNAM
TÍTULO
AUTOR(ES)
ORIENTADOR: Xxxxx Yxxxxxx Mxxxxxxx
CO-ORIENTADOR: Xxxxx Yxxxxxx Mxxxxxxx
EXAMINADOR: Xxxxx Yxxxxxx Mxxxxxxx
EXAMINADOR: Xxxxx Yxxxxxx Mxxxxxxx
PIRAPORA, DATA
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ANEXO D
PROGRAMA DE MONITORIA DA FAC-FUNAM
O Programa de Monitoria será coordenado pela Procuradoria de Ensino
juntamente com a Supervisão de Ensino da Faculdade de Tecnologia Alto
Médio São Francisco - FAC FUNAM, iniciando suas atividades no 1º semestre
de funcionamento da IES. Além da coordenação executiva, o programa conta
com o apoio do NAE – Núcleo de Atendimento ao Discente da Faculdade.
Os objetivos do programa são:




contribuir para a formação de recursos humanos para o ensino superior;
propiciar ao aluno monitor oportunidades de desenvolver habilidades
relativas à carreira docente;
assegurar cooperação didática ao corpo docente nas atividades de
ensino;
promover uma integração ativa entre professores e alunos.
A inscrição dos candidatos à vaga de monitor é feita a partir de um edital de
chamada, publicado semestralmente. Podem candidatar-se os alunos dos
cursos de graduação que já tenham cursado os Componentes Curriculares
contemplados com monitoria de ensino constantes do edital. Os alunos
deverão também comprovar desempenho acadêmico pelo histórico escolar,
não apresentando nenhuma reprovação nos semestres cursados. Além disso,
exige-se nota final de aproveitamento igual ou superior a 8 (oito) no
Componente de interesse e bom desempenho nos semestres cursados.
Os alunos do primeiro semestre letivo receberão orientação dos professores do
NAE – Núcleo de Atendimento ao Discente.
Os alunos monitores que concluírem sua participação no Programa, de acordo
com o período previsto no Edital, receberão Atestados de Participação.
1 - Objetivos da monitoria de ensino:
● contribuir para a formação de recursos humanos para o ensino superior;
● propiciar ao aluno monitor oportunidade de desenvolver habilidades
relativas à carreira docente;
● assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente nas atividades
de ensino;
● promover uma integração ativa entre professores e alunos.
2 - Atribuições do aluno monitor:
● cumprir carga horária de 4 (quatro) horas semanais;
● auxiliar o corpo discente em tarefas pedagógicas e científicas;
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● auxiliar o corpo docente em atividades de pesquisa e extensão quando
relacionadas com o ensino;
● auxiliar o corpo discente nos trabalhos práticos e experimentais quando
relacionados com o ensino;
● auxiliar o corpo discente em trabalhos de laboratório, de biblioteca, de
campo e outros compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência.
3 - Atribuições do professor:
● identificar e encaminhar o aluno com dificuldades ao Programa de Monitoria
da FAC FUNAM;
● propiciar ao aluno monitor oportunidades de desenvolver habilidades
relativas à carreira docente;
● promover e estimular maior aproximação entre aluno monitor e aluno
monitorado;
● supervisionar e contribuir nas atividades referentes ao aluno monitor;
● comunicar à direção de curso e à coordenação do Programa de Monitoria
da FAC FUNAM qualquer problema relativo à monitoria.
4 - Atribuições do coordenador de curso:
● divulgar o Programa de Monitoria da FAC FUNAM no âmbito do curso,
bem como o seu edital;
● supervisionar e controlar as atividades dos alunos monitores e dos
professores orientadores, buscando avaliar os benefícios do programa;
● comunicar à coordenação do Programa de Monitoria qualquer problema
relativo à monitoria, bem como ajudar a saná-los.
5 - Atribuições do Programa de Monitoria da FAC FUNAM:
● apoiar e buscar soluções junto às coordenações de cursos referente a
qualquer problema relativo a monitoria de ensino;
● organizar reuniões com os alunos monitores e responsáveis pelas atividades
de monitoria de ensino;
● fazer o acompanhamento de todo o processo de seleção dos componentes
curriculares e dos alunos candidatos à vaga de monitor.
6 - Relatórios
6.1 - Relatório de Avaliação Mensal - relatório preenchido pelo aluno monitor
que deverá ser entregue na secretaria do Programa de Monitoria da FAC
FUNAM, na forma impressa, juntamente com as listas de presenças dos alunos
às atividades de monitoria de ensino, conforme data prevista no Calendário de
Atividades. O objetivo desse relatório é acompanhar o desenvolvimento das
atividades de monitoria e conhecer do aluno monitor, a opinião quanto ao
desempenho dessas atividades, do programa e os dados estatísticos
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alcançados durante o período. Sua entrega está vinculada à entrega do
Atestado de Participação.
6.2 - Relatório Bimestral de Avaliação (do professor) - relatório preenchido pelo
professor que deverá ser entregue na secretaria do Programa de Monitoria,
conforme data prevista no Calendário de Atividades. O objetivo deste relatório
é conhecer do professor a opinião quanto ao desempenho dos alunos (monitor
e monitorado) e do programa.
7 - Comunicação:
Elegemos o correio eletrônico (e-mail) como principal meio de comunicação
entre a coordenação, supervisão, alunos monitores e professores. Portanto,
solicitamos que todos os envolvidos no Programa de Monitoria abram seu email diariamente.
8 - É vetado ao aluno monitor:
● ministrar aulas teóricas ou práticas com ou sem a presença do professor;
● desempenhar atividades não compatíveis com o componente curricular ou
com as atividades de ensino, pesquisa e extensão condicionadas a esta.
9 - Motivos para cancelamento da Monitoria de Ensino:
Implicará no cancelamento da Monitoria de Ensino por parte do aluno monitor:
● não comparecer às atividades previstas para monitoria de ensino sem a
comunicação prévia ou devidamente justificada ;
● cobrança de quaisquer valores pelas atividades de monitoria de ensino.
10 - Benefício:
Ao final do período de monitoria, o aluno monitor terá direito a um Atestado de
Participação emitido pelo Programa de Monitoria da FAC FUNAM.
11 - Certificação:
Os alunos monitores receberão um Atestado de participação no Programa de
Monitoria da FAC FUNAM ao final das atividades de monitoria. Caso desistam
de participar do Programa de Monitoria ou sejam substituídos antes do final das
atividades, os alunos monitores receberão uma declaração de participação no
Programa.
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12 - Normas Reguladoras:
Resolução 07/98 (Fixa diretrizes para implantação de Monitoria, instituída
no artigo 84 da Lei 9.394, de 20/12/96, e dos artigos 148 a 150 do Regimento
da Faculdade de Tecnologia Alto Médio São Francisco – FAC FUNAM.
Coordenação:
Horário de Funcionamento:
Coordenadoria de Ensino
Supervisão de Ensino
A ser implantado
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
LUMIERE ELECTRIC : Instalações e materiais elétricos. Jaguaré : Lumière, .ISSN
1806338-1.
REVISTA VEJA. São Paulo: Abril, .ISSN 0100-7122
ENSINO SUPERIOR: Professor, formação em queda. São Paulo: Editora segmento
SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL. São Paulo: Duetto, .ISSN 1676979-1.
Gestão & Produção. Universidade Federal de São Carlos. ISSN 0104-530-X
Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Segmento.
Empreendedor. [S.L] : Editora empreendedor. ISSN 1414-0152
SETOR ELETRICO: Pequenas Centrais Hidrelétricas: confiabilidade e economia em
sistemas de serviços auxiliares elétricos. São Paulo: Atitude Editorial LTDA, .ISSN 19830912.
SOCIOLOGIA: Uma mãozinha para o futuro. São Paulo: Editora Escala, .ISSN 1980-8747.
BRASIL MINERAL: O que Muda?. São Paulo: Signus Editora, .ISSN 0102-4728.
INFO EXAME. São Paulo: Abril, .ISSN 1415-3270 1415-3270 .
VOCE S/A: seja seu melhor investimento. São Paulo: editora abril, .ISSN 1415-5206.
MERCADO COMUM. Belo Horizonte: Editora Empreendedor,
REVISTA DA ABIFA: controle de qualidade, logística reversa, software na fundição. são
paulo: Associação Brasileira de Fundição.
MAQUINAS E METAIS. São Paulo: Aranda, .ISSN 0025-2700.
ELETRICIDADE MODERNA São Paulo: Aranda, .ISSN 0100-2104.
CIPA. São Paulo: Editora CIPA livros e revistas.
INTECH: Inovação. São Paulo: Distrito 4, .ISSN 2177-8906.
MECATRONICA ATUAL: Cases de sucesso . São Paulo: Saber LTDA, .ISSN 1676-0972.
SABER ELETRONICA: Sensores: principais sensores . São Paulo: Editora Saber Ltda,
.ISSN 0101-6717.
ELETRONICA TOTAL. São Paulo: Saber LTDA, .ISSN 0103-4960.
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