1 CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BARRA. Aspectos Gerais O município de São João da Barra pertence à região norte fluminense, possuindo uma área de 455,044 Km², correspondente a 4,7 % da região norte fluminense. São João da Barra é o ponto de partida da BR-356, que acessa Campos dos Goytacazes e segue em direção a Minas Gerais. De acordo com o censo 2010, o município teve uma população estimada de 32.747 habitantes, correspondentes a 4% do contingente da região norte fluminense, com uma proporção de 9,6 homens para 10 mulheres (16.229 homens e 16.518 mulheres). Sua densidade demográfica é de 71,96 hab/Km². São João da Barra tem um contingente de 23.607 (IBGE- censo 2010) eleitores aproximadamente 72,09%da população. O município tem um total de 23.618 domicílios, com uma taxa de ocupação de 45,19%. Os domicílios desocupados têm uso ocasional, representando um contingente de turistas de temporada e fim de semana, em função da extensa área litorânea. O município se limita a leste com o Oceano Atlântico, ao norte com o município de São Francisco de Itabapoana e ao sul e a oeste com Campos dos Goytacazes. 2 Perfil Epidemiológico O perfil epidemiológico tem o objetivo de fornecer informações referentes a natalidade, mortalidade, doenças e agravos de notificação compulsória e outros eventos de interesses à saúde e contribuir para a escolha das prioridades, considerando-se as medidas adequadas e necessárias, a melhoria das condições de saúde da população sanjoanense. Mortalidade Alguns indicadores de saúde, como o coeficiente de mortalidade geral, a razão de mortalidade proporcional, o coeficiente de mortalidade Infantil e o coeficiente de mortalidade de menores de 5 anos são mais utilizados para diagnósticos epidemiológicos dos municípios. O coeficiente de ”mortalidade geral” é utilizado na avaliação do estado sanitário de áreas determinadas, porém associado a outros coeficientes e índices, propiciando a possibilidade de se relacionar o nível de saúde de regiões diferentes em uma mesma época, como também, promover estudos comparativos, considerando-se o tempo como uma importante variável. Todavia, tanto os coeficientes de mortalidade geral quanto os coeficientes de mortalidade infantil são bons indicadores em saúde pública. Assim também como os coeficientes de mortalidade por causas específicas que podem revelar de maneira bastante satisfatória o estado geral de saúde de uma coletividade, por exemplo, quando se referem as doenças transmissíveis, avaliam, sobremaneira, as possíveis condições de saneamento e a eficiência dos serviços de prevenção e controle de doenças oferecidos à população. Embora os dados de mortalidade por causas, no Brasil, ainda sejam deficientes, o uso crítico e conseqüente dos dados disponíveis é o primeiro caminho para que se possa melhorar sua qualidade. A análise histórica da mortalidade proporcional por causa indica uma alteração marcante e esperada historicamente 3 no quadro de mortalidade da população brasileira: o aumento da mortalidade proporcional por doenças do aparelho circulatório, neoplasias malignas e causas externas (acidentes e violências) e a diminuição progressiva, mas ainda com espaço importante, das doenças infecciosas e parasitárias definindo, desta forma, o quadro de polarização epidemiológica no Brasil (Ministério da Saúde, CENEPI, 1992). A mortalidade proporcional por grupo de causas revela as principais causas de óbito numa população em geral. Em São João da Barra, os três primeiros grupos de causa de óbitos no ano de 2011 (gráfico 1 e tabela 1), referem-se às doenças cardiovasculares (30,12%), causas externas (15,06%) e neoplasias (12,74%). Gráfico 1. São João da Barra: Mortalidade por capítulo CID – 10. 2000 a 2011. Fonte: www.datasus.gov.br 4 Tabela 1. São João da Barra: óbitos por Faixa Etária, segundo Capítulo CID-10 no Município de São João da Barra – Ano 2011. Capítulo CID-10 I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias II. Neoplasias (tumores) IV. Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas VI. Doenças do sistema nervoso IX. Doenças do aparelho circulatório X. Doenças do aparelho respiratório XI. Doenças do aparelho digestivo XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo XIV. Doenças do aparelho geniturinário XVI. Algumas afec originadas no período perinatal XVII.Malf cong deformid e anomalias cromossômicas XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e laborat XX. Causas externas de morbidade e mortalidade TOTAL Menor 10 a 14 15 a 19 20 a 29 30 a 39 40 a 49 50 a 59 60 a 69 70 a 79 80 anos Total 1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos e mais - - - 1 2 1 2 - 3 3 12 - - - - 1 5 1 12 10 4 33 - - - - - - 1 - 3 3 7 1 1 1 - - - - - - 3 6 - - - 4 - 7 6 19 17 25 78 - 1 - - - 3 2 6 7 10 29 - - - - - 3 3 1 5 2 14 - - - - - - - - - 1 1 - - - - - - - - 3 3 6 3 - - - - - - - - - 3 1 - - - - - - - - - 1 1 - - 1 - 2 8 5 9 4 30 - - 8 7 5 5 5 5 1 3 39 6 2 9 13 8 26 28 48 58 61 259 Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM A mortalidade geral foi de 7,82 óbitos / 1.000 habitantes. De um total de 259 óbitos, 55,21% foram do sexo masculino e 45,95% foram na faixa etária de 70 anos ou mais. Nas mulheres, 56,90% dos óbitos foram na faixa etária de 70 anos ou mais, diferente dos homens onde esse percentual foi de 37,06%, o que evidencia que a mortalidade é maior em homens mais jovens. 5 Tabela 2. São João da Barra: óbitos por Sexo segundo Faixa Etária no Município de São João da Barra – Ano 2011. Faixa Mas c Fe m Total Etária Menor 1 4 2 6 ano 10 a 14 1 1 2 anos 15 a 19 7 2 9 anos 20 a 29 9 4 13 anos 30 a 39 7 1 8 anos 40 a 49 15 11 26 anos 50 a 59 21 7 28 anos 60 a 69 26 22 48 anos 70 a 79 32 26 58 anos 80 anos e 21 40 61 mais TOTAL 143 116 259 Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM Tabela 3. São João da Barra: mortalidade proporcional por faixa etária no Município de São João da Barra – Ano 2011. Faixa Etária Mortalidade Faixa Etária proporcional Mortalidade proporcional Menores de 1 ano 2,32% 40 a 49 a nos 10,04% 10 a 14 anos 0,77% 50 a 59 anos 10,81% 15 a 19 anos 3,47% 60 a 69 anos 18,53% 20 a 29 anos 5,02% 70 a 79 anos 22,39% 30 a 39 anos 3,09% 80 e mais 23,55% 6 Fonte: WWW.datasus.gov.br O índice de Swaroop & Uemura encontra-se em 75,29%, indicando um bom nível de saúde, e a curva de Nelson & Moraes apresenta uma pendência para o J. Ressalta-se um decréscimo de óbitos em menores de 01 ano, assim como no percentual de óbitos de 20 a 49 anos, observa-se uma tendência para uma situação ótima, compatível com países mais desenvolvidos. Gráfico 2. São João da Barra: índice de Swaroop & Uemura. 2011. Fonte: SMS/SJB – 2011 Fonte: WWW.datasus.gov.br Observamos que na faixa etária de 20 a 49 anos, as principais causas de óbitos foram as causas externas em 2007, não havendo grandes alterações no perfil de mortalidade em 2011, principalmente na mesma faixa etária, cuja principal causa de morte também foi por causas externas. Houve uma queda na Taxa de Mortalidade Infantil, que no ano de 2007 foi de 24,23% e no período de 2011 foi de 15,04%. Dentre as causas básicas de óbitos, as doenças cardiovasculares despontam com a maior causadora de óbitos (n=78). Em segundo lugar as causas externas (n=39) e em terceiro as neoplasias (n=33). Houve uma inversão entre o segundo e terceiro colocados no grupo de causas, onde podemos verificar que os 7 óbitos por causas externas, no ano de 2011, superaram os por neoplasias. Essa situação vem ocorrendo desde o ano de 2008 em São João da Barra, mas para podermos afirmar que há uma tendência de mudança devemos esperar os indicadores dos próximos anos. Comparando a mortalidade dos anos anteriores com 2011, podemos observar um ligeiro aumento na proporção de óbitos por causas, ressaltando que houve um aumento da população, principalmente em função das obras de infraestrutura do complexo portuário do Açu. Não foram registrados óbitos maternos no referido ano, mas todos os 19 óbitos de mulheres em idade fértil foram investigados, sendo que destes, 05 foram por doenças cardiovasculares e 04 por causas externas. Houve uma queda na Taxa de Mortalidade Infantil, que no ano de 2007 e 2010 foram de respectivamente 24,23% e 23,87% e no período de 2011 foi de 15,04%. A mortalidade infantil é influenciada por causas de natureza médica, e também, social. A natureza médica é palpável à ação da assistência médica, ao passo que, as sociais dependem das condições sócio-econômica, cultural e ambiental que estão inseridas na vida cotidiana de uma população. O decréscimo do coeficiente de mortalidade infantil, nas últimas décadas, principalmente nos países mais desenvolvimento, fez com que a maior parte dos estudos de mortalidade na infância, desdobrassem em seus componentes, neonatais - óbitos ocorridos em menores de 28 dias e infantil tardia - óbitos de crianças de 28 dias de vida até 1 ano de idade. Observa-se uma diminuição mais marcante da mortalidade infantil tardia, principalmente através de uma redução do risco de morte por doenças infecto-contagiosas e parasitárias, destacando-se as doenças diarréicas, as doenças imunopreviníveis e as doenças respiratórias. Esse fato indica uma necessidade maior de monitoramento e investigação da mortalidade no período neonatal, que vêm passando a ocupar o primeiro lugar na 8 mortalidade infantil, sendo responsável por cerca de 50% ou mais de óbitos de crianças com até 1 ano de vida. A tabela abaixo destaca o panorama da mortalidade infantil. Tabela 4. São João da Barra: distribuição dos óbitos em menores de 1 ano no ano de 2011 em São João da Barra. Capítulo CID-10 0 a 6 dias 7 a 27 dias 28 a 364 dias Total VI. Doenças do sistema nervoso - - 1 1 XVI. Algumas afecções originadas no período Peri natal 2 1 - 3 XVII.Malformação congênita deformidade, anomalias cromossômicas 1 - - 1 XVIII.Sintomas, sinais e achados anormaisao exame clínico e laboratorial - - 1 1 TOTAL 3 1 2 6 Fonte:www.datasus.gov.br Observa-se que o coeficiente de mortalidade neonatal (0 a 27 dias de vida) que apresentou maior representatividade na tabulação com o correspondente a 15,44 óbitos / 1.000 nascidos vivos, ficando a mortalidade infantil tardia (28 dias a 11 meses e 29 dias), com o valor de 7,72 óbitos / 1.000 nascidos vivos. Tabela 5. São João da Barra: coeficiente de Mortalidade em menores de 1 ano no ano de 2011 Períodos de vida Coeficiente de Mortalidade Neonatal precoce 11,58 Neonatal tardio 3,86 9 Pós-neonatal 7,72 Fonte: www.datasus.gov.br Dentre as principais causas que levaram ao óbito, a que se destacou foram as afecções originadas no período Perinatal. Quanto aos óbitos de crianças na faixa etária de 1 a 9 anos, não foram registrados casos. Nascidos Vivos No período em estudo (2011) ocorreram 399 nascidos vivos de gestantes residentes no município. A velocidade de crescimento da população tem diminuído nos últimos anos, conforme apresentado na tabela abaixo. Tabela 6. São João da Barra: total de Nascidos Vivos– 2000 – 2011 Nascidos Vivos Total 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 523 472 446 445 431 497 395 454 455 349 419 2011 399 Fonte: www.Datasus.gov.br Tal fenômeno é compatível com o observado no crescimento da população brasileira, se relacionando com o menor número de filhos por família. Outro aspecto a ser observado em São João da Barra é o compartilhamento da execução dos partos com municípios vizinhos, particularmente Campos dos Goytacazes, município de referência para partos de alto risco. Mesmo considerando esse aspecto, identificou-se grande variabilidade de partos realizados no município, no âmbito da Santa Casa de Misericórdia de SJB. Tabela 7. São João da Barra: total de Partos realizados no Município – 2000 – 2011 Partos realizados no Município Total 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 285 265 183 196 119 200 108 194 124 90 155 95 Fonte: www.Datasus.gov.br 10 Observou-se que, do total de partos de gestantes residentes em São João da Barra, 75,43% ocorreram em maternidade do município de Campos dos Goytacazes e 23,81% em maternidade do próprio município. Notou-se que 53% foram do sexo masculino. Quanto ao tipo de parto, demonstra-se que o percentual de cesarianas está superdimensionado (64,16%) em relação ao preconizado pelo SUS (27,5%) e pela OMS (30%). Tabela 8. São João da Barra: nascidos Vivos segundo Tipo de Parto – 2000 – 2011 Tipo de parto 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Vaginal 281 252 241 237 230 211 188 192 162 130 158 143 Cesário 241 219 204 208 201 283 206 261 293 219 260 256 1 1 1 - - 3 1 1 - - 1 - 523 472 446 445 431 497 395 454 455 349 419 399 Ignorado Total Fonte: www.datasus.gov.br O peso ao nascer, indicador de grande relevância na avaliação da assistência ao pré-natal também tem apresentado concentração nas faixas ideais, acima de 3000 gramas. Do total de nascidos, 7,27% tinham baixo peso ao nascer (considera-se 10% como o ideal pela OMS). Tabela 9. São João de Barra: nascidos Vivos segundo Peso ao Nascer – 2000 – 2011 Peso ao nascer 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Menos de 500g - - - - - - - - - 3 - 1 500 a 999g - 2 3 2 - 1 4 1 1 4 1 2 1000 a 1499 g 3 2 1 3 4 6 2 4 2 2 2 - 1500 a 2499 g 17 30 27 24 30 19 33 35 41 23 21 26 2500 a 2999 g 114 88 112 91 99 120 89 98 103 71 97 104 3000 a 3999 g 360 313 281 293 282 328 239 293 287 229 280 248 11 4000g e mais 28 36 21 32 16 23 28 23 21 17 18 18 1 1 1 - - - - - - - - - 523 472 446 445 431 497 395 454 455 349 419 399 Ignorado Total Fonte: www.Datasus.gov.br No que tange ao acompanhamento das gestantes, considera-se o pré-natal como de boa qualidade quando se realiza 7 ou mais consultas. Nesse quesito, o município tem atendido satisfatoriamente nos últimos dez anos. Tabela 10. São João da Barra: nascidos Vivos segundo Consultas de Pré-natal – 2000 – 2011 Consultas prénatal 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 8 9 6 6 7 10 2 7 6 4 3 4 De 1 a 3 consultas 23 10 11 10 9 9 13 16 19 18 17 20 De 4 a 6 consultas 57 29 31 39 30 37 64 57 72 42 81 39 7 ou mais consultas 428 420 364 376 375 432 310 365 353 276 313 327 7 4 34 14 10 9 6 9 5 9 5 9 523 472 446 445 431 497 395 454 455 349 419 399 Nenhuma Ignorado Total Fonte: www.Datasus.gov.br Outro indicador, a idade da mãe mostra concentração na faixa etária de 20 a 34 anos. Porém, observa-se importante contribuição da faixa de 15 a 19 anos, destacando-se a gravidez na adolescência. Tabela 11. São João da Barra: nascidos Vivos segundo Idade da Mãe – 2000 – 2011 Idade da mãe 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 10 a 14 anos 7 5 4 3 2 3 3 10 7 2 6 4 15 a 19 anos 125 117 98 91 111 89 82 98 92 66 89 78 20 a 24 anos 159 130 155 157 136 158 131 142 142 111 117 101 25 a 29 anos 105 101 96 100 97 124 89 106 119 84 110 94 12 30 a 34 anos 72 72 48 60 47 76 52 53 62 37 67 80 35 a 39 anos 43 30 31 24 29 36 32 35 27 37 21 30 40 a 44 anos 10 11 10 8 5 7 6 10 6 12 9 12 45 a 49 anos 1 3 1 1 2 1 - - - - - - Ignorado 1 3 3 1 2 3 - - - - - - 523 472 446 445 431 497 395 454 455 349 419 399 Total Fonte: www.Datasus.gov.br Resumidamente, destacamos no quadro abaixo, os indicadores de saúde do ano de 2011. Tabela 12. São João da Barra: indicadores de saúde. 2011. MORTALIDADE NEONATAL 15,44 /1.000 NV MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE 11,58 /1.000 NV MORTALIDADE NEONATAL TARDIA 3,86 /1.000 NV MORTALIDADE PÓS-NEONATAL 7,72 /1.000 NV MORTALIDADE MATERNA 0 MORTALIDADE GERAL 7,82 NASCIDOS VIVOS /1.000 HAB 399 TOTAL DE ÓBITOS EM < DE 1 ANO 6 TOTAL DE ÓBITOS EM < DE 5 ANOS 0 TOTAL DE ÓBITOS NO MUNICIPIO 259 Fonte: www.datasus.gov.br MORBIDADE EM SJB O conhecimento dos agravos que acometem a população é imprescindível para o planejamento de ações que sejam efetivas na melhoria das condições de saúde. O levantamento e estudo desses agravos (morbidades) abrangem 13 principalmente as doenças transmissíveis, as não transmissíveis (DANT’s) e as causas externas. Historicamente, as doenças transmissíveis sempre foram a principal causa de óbito da humanidade. Entretanto, a incidência e a mortalidade por elas começam a diminuir a partir da segunda metade do século XX, com o advento dos antibióticos e melhoria das condições de vida da população (saneamento, expectativa de vida), particularmente nos países de primeiro mundo. Inicia-se a ascensão dos agravos não transmissíveis, geralmente relacionados com novos fatores de risco, como o sedentarismo, o excesso no consumo de alimentos industrializados, o tabagismo, dentre outros. Ao final da década de 1970, a descoberta da síndrome da imunodeficiência humana (AIDS) acompanhada das infecções oportunistas reforçou novamente o impacto das doenças infecciosas na saúde humana. No Brasil, identifica-se um perfil misto, com as DANTs assumindo o primeiro lugar, seguido das causas externas, entretanto, com contribuição estratégica de agravos infecciosos recentes como a AIDS e endêmicos como a dengue, a hanseníase, a tuberculose e a malária. Com base nessa tendência, buscou-se determinar um perfil de morbidade da população de São João da Barra por meio de indicadores variados, abrangendo notificações compulsórias, atendimentos e internações, além das demandas. As notificações são a comunicação compulsória de agravos determinados pelo Ministério da Saúde e seu conhecimento é importante na aplicação de ações de bloqueio e erradicação. Nessa lista incluem-se principalmente as doenças infecciosas prevalentes no Brasil, além das violências. A tabela 1 mostra as notificações de residentes de São João da Barra desde 2007, sendo algumas destacadas a seguir. Atualmente, a dengue é a mais importante arbovirose que vem afetando a população, constituindo-se em sério problema de saúde pública no mundo e no Brasil. 14 A partir da epidemia de 2002, já se percebia a circulação dos sorotipos 1,2 e 3 do vírus da dengue em diversos estados, sendo identificado em 2000 no Estado do Rio de Janeiro, pela primeira vez, o sorotipo 3, este último circulante em 2012. O impacto da dengue em São João da Barra tem sido constante, particularmente em 2008 houve uma epidemia com 844 casos notificados e com 211 confirmados. Ainda no ano de 2010, o número de casos confirmados foi significativo. Em concomitância, o poder público municipal iniciou no segundo semestre de 2009 a recomposição do quadro de funcionários da saúde por meio de concurso público, incluindo a Vigilância Ambiental. Dessa forma, as ações de controle da dengue e outros agravos foram intensificadas, refletindo-se nos indicadores a partir de 2011. A inspeção de domicílios para eliminação de focos ou criadouros de Aedes aegypti teve uma cobertura de 87,94 % para uma meta de 100% pactuada. Tal alcance se justifica pela característica do município ser balneário, contando com um considerável número de moradias de veraneio, que ficam fechadas uma parte do ano. Ainda assim, verifica-se uma queda no número de notificações e de internações de dengue desde 2011, o que corrobora a importância do trabalho de campo ininterrupto, incluindo ações de combate ao vetor e de educação em saúde. Em adição, os acidentes com animais peçonhentos também têm sido constantes no município, em função de sua própria característica geoambiental, com a presença de áreas de restinga. A Vigilância Ambiental tem atuado nessa questão intensamente, atendendo a denúncias e demandas da população e tem realizado ações de vistoria para buscas; recomendações de tratamento mecânico (recomendação de limpeza dos ambientes); tratamento químico; além das ações de prevenção. Nesse contexto, foram identificados animais não peçonhentos como a jiboia, a cobra d’água, a falsa coral e outros relevantes como: coral, viúva negra, madeira, marrom, de jardim, escorpião amarelo, este último o mais presente nas solicitações. 15 Apesar de não haver registros de casos de esporotricose ou mordedura, os morcegos e pombos também têm sido monitorados pela Vigilância Ambiental, no sentido de controlar as populações e diminuir riscos de agravos relacionados aos mesmos. Tabela 13. São João da Barra: Agravos notificados. 2007 a 2013. 2012 Agravo 2007 2008 2009* 2010 2011 Dengue (casos confirmados) Atendimento antirábico Varicela Verrugas Anogenitais Venéreas Hanseníase Sífilis em Gestante Aids Acidentes com animais peçonhentos Coqueluche Hepatites Exantemáticas Influenza pandêmica Intoxicação exógena Leptospirose Malária Meningite Sífilis congênita Violência doméstica Tuberculose Fonte: www.datasus.gov.br 2013 18 211 3 110 20 8 3 81 15 12 17 5 0 8 70 15 46 6 19 14 4 15 1 0 5 14 7 1 3 2 3 0 8 11 6 1 10 8 6 0 2 8 1 1 2 5 2 0 0 3 0 6 1 0 0 1 0 5 1 1 6 3 0 2 3 1 1 0 0 0 1 0 0 2 0 1 0 0 9 0 0 0 2 0 1 1 0 6 0 6 1 2 1 0 0 0 7 0 0 5 0 0 3 0 1 8 0 0 4 1 0 0 0 18 10 0 0 1 1 0 3 0 15 7 0 0 0 0 0 3 0 8 1 16 Em continuidade ao levantamento das notificações, a tuberculose e a hanseníase também são endemias importantes entre as doenças de notificação pela elevada magnitude apresentada no Brasil. Identifica-se no município a presença constante de casos em todos os anos, o que justifica a necessidade de ações de identificação (incluindo a busca ativa), acompanhamento e prevenção desses agravos. Para isso, o município conta com equipe multidisciplinar específica, que tem obtido bons resultados. Na avaliação de resultado do tratamento de tuberculose o percentual de cura dos casos novos foi de 100%, conforme metas pactuadas (proporção de cura acima de 75%) e acima do recomendado pela OMS, que considera como impacto epidemiológico um percentual de cura de no mínimo 85%. Apesar da redução da prevalência, a hanseníase ainda constitui problema de saúde pública que exige uma vigilância efetiva e resolutiva. No Estado do Rio de Janeiro, a endemicidade da doença apresenta um grau moderado de 1 a 5 casos por 10 mil habitantes (Sinan/SUS/ATDS/SES/IBGE. 2005), e o coeficiente de prevalência para a região sudeste é de 2,40 por 10 mil habitantes. No município de São João da Barra tem-se mantido o quadro endêmico, com uma proporção de cura de 100% dos casos novos, acima da meta pactuada de 86% de cura em 2010, inclusive com avaliação neurológica ao final do tratamento. Para ambos os agravos, ações de screening têm sido realizadas para identificação de casos novos, além do acolhimento da demanda espontânea. Outros agravos como meningite e a influenza pandêmica têm sido identificados e acompanhados pela equipe da Vigilância Epidemiológica com intenção de realizar ações de bloqueio. A efetividade dessas ações se confirmou pela inexistência de casos secundários desses agravos, isto é, derivados dos primeiros encontrados. Cabe destacar também o aumento das notificações de violência doméstica (incluindo a sexual), fruto do trabalho de convencimento dos profissionais de saúde em notificar essas agressões já presentes no dia a dia dos atendimentos dos serviços de saúde. 17 As doenças sexualmente transmissíveis, grupo de agravos que têm crescido e tido grande impacto na saúde da população também se mantido presentes em São João da Barra. A AIDS e as Hepatites virais são os agravos que mais tem preocupado as autoridades sanitárias, em função de sua forte propagação, de seu impacto na saúde humana e nos custos dos tratamentos. Houve uma diminuição do número de casos notificados de AIDS e Hepatites em 2011, o que reforça a necessidade de um programa municipal de DST/AIDS e Hepatites Virais que atue na promoção da educação em saúde e identificação de casos novos. Por outro lado, a sífilis em gestante ainda foi notificada em 2011, evidenciando a importância do diagnóstico e início precoce do pré-natal de forma a cumprir protocolo de duas testagens. Em seguimento na identificação das morbidades, o estudo das DANTs possibilita acompanhar a magnitude de doenças que resultam nas maiores causas de óbito na população sanjoanense. Com base nessa premissa, buscou-se conhecer o perfil de causas de internações dos munícipes (gráfico 3) segundo a proporção por capítulo CID 10. Excetuando-se o grande volume de partos normais, encontram-se as doenças infecciosas, as endócrinas, as do sistema respiratório e neoplasias como grandes contribuintes de causas de internação. Gráfico3. São João da Barra: internações por capítulo CID-10. 2008 a 2013. 18 2500 2000 1500 1000 500 0 2008 2009 2010 2011 I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias II. Neoplasias (tumores) III. Doenças sangue órgãos hemat e transt imunitár IV. Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas V. Transtornos mentais e comportamentais VI. Doenças do sistema nervoso VII. Doenças do olho e anexos VIII.Doenças do ouvido e da apófise mastóide IX. Doenças do aparelho circulatório X. Doenças do aparelho respiratório XI. Doenças do aparelho digestivo XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo XIII.Doenças sist osteomuscular e tec conjuntivo XIV. Doenças do aparelho geniturinário XV. Gravidez parto e puerpério XVI. Algumas afec originadas no período perinatal XVII.Malf cong deformid e anomalias cromossômicas XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e laborat XIX. Lesões enven e alg out conseq causas externas XX. Causas externas de morbidade e mortalidade XXI. Contatos com serviços de saúde Fonte: www.datasus.gov.br Dentre as neoplasias (malignas e benignas), nos últimos quatro anos as malignas contribuíram com 70% das internações. Os cânceres de mama e o de colo do útero são as principais causas, o que evidencia a necessidade do município investir nas ações de acompanhamento da saúde da mulher, principalmente no exame de preventivo do colo do útero. Particularmente, observa-se aumento das internações por câncer de mama e de próstata, podendo indicar a eficácia das 19 ações de diagnóstico precoce. Por fim, destacam-se também as leucemias e as neoplasias de órgãos intestinais, cavidade oral e faringe, pulmões e traquéia. Tabela 14. São João da Barra: internações por neoplasias. 2008 a 2013. Tipo de neoplasia 2008 2009 2010 2011 Total 9 12 7 13 41 Neoplasia maligna da mama 12 4 9 6 31 Leiomioma do útero 12 10 2 6 30 Leucemia 8 3 3 10 24 Neoplmaligoutr local mal defsecun e não esp 3 12 2 6 23 Outras neoplasias malignas de órgãos digestivos 2 2 9 2 15 Neoplasia maligna do lábio cavid oral e faringe 4 3 6 13 Neoplasia maligna de traqueia brônquios e pulm 2 3 8 13 Neoplasia maligna da próstata 1 4 6 1 12 Neoplasia maligna do colo do útero 2 6 2 10 Neoplmaligoutr porções e porç não espec útero 2 1 2 5 Carcinoma in situ de colo do útero Outrneopl in situ benigs e comportincertdesc/neoplasias benignas encéfalo e outras partes sistema nervoso Outras neoplasias malignas TOTAL 19 16 88 17 140 12 84 23 99 20 150 55 134 110 467 Fonte: www.datasus.gov.br Em seguimento a identificação das morbidades, o estudo das DANTs, pode identificar os agravos. Particularmente a Hipertensão arterial e o Diabetes mellitus são problemas de saúde de grande relevância para o município (tabela 15) e os dados, apesar dos sub-registros, revelam grande numero de pacientes desses agravos crônicos, principalmente hipertensos. Mesmo assim, com base em estimativas nacionais, ainda percebe-se a necessidade de identificar novos pacientes para início do tratamento, incluindo inclusão nos cadastros municipais. Tabela 15. São João da Barra: Quantitativo de diabéticos e hipertensos cadastrados. 2007 a 2013. Número de diabéticos Número de Hipertensos 20 Número de diabéticos com Hipertensão Tipo 1 Tipo 2 Mas Fem Mas Fem Total Mas Fem Total 6 0 80 67 153 536 790 1326 Mas 188 Fem 258 Total 446 Fonte: www.datasus.gov.br Tanto as pneumonias como o diabetes e a hipertensão são agravos passíveis de diminuição do número de internações, por meio de ações de atenção básica. A tabela 16 apresenta o quantitativo de internações sensíveis a atenção básica nos últimos quatro anos. Tabela 16 . São João da Barra: número de internações sensíveis a atenção básica. 2010 a 2013. Internações Sensíveis à Atenção Básica 1 1. Doenças preveníveis p/imuniz/condições sensív 1.12 Tuberculose Pulmonar 2. Gastroenterites Infecciosas e complicações 2.01 Desidratação 2.02 Gastroenterites 3. Anemia 3.01 Anemia por deficiência de ferro 4. Deficiências nutricionais 4.01 Kwashiokor/out.formasdesnut. prot. calórica 5. Infecções de ouvido, nariz e garganta 5.05 Amigdalite aguda 5.06 Infecção aguda VAS 6. Pneumonias bacterianas 6.03 Pneumonia por Streptococus 6.04 Pneumonia bacteriana NE 6.05 Pneumonia lobar NE 7. Asma 8. Doenças pulmonares 8.01 Bronquite aguda 8.04 Bronquite crônica não especificada 8.07 Outras doenças pulmonares obstrutiv crônicas 9. Hipertensão 9.01 Hipertensão essencial 9.02 Doença cardíaca hipertensiva 10. Angina 10.1 Angina pectoris 11. Insuficiência cardíaca 11.1 Insuficiência cardíaca 11.2 Edema agudo de pulmão 12. Doenças cerebrovasculares 13. Diabetes melitus 13.1 Com coma ou cetoacidose 13.2 Com complicações (renais,oftalm. etc.) 21 2010 2011 2012 2013 0 3 1 0 0 3 1 0 0 22 21 4 0 6 9 3 0 16 12 1 0 4 2 0 0 4 2 0 1 5 4 1 1 5 4 1 0 1 5 0 0 0 1 0 0 1 4 0 0 30 43 2 0 1 2 0 0 27 40 2 0 2 1 0 0 2 5 0 0 11 21 1 0 4 10 1 0 1 0 0 0 6 11 0 0 11 10 0 0 11 9 0 0 0 1 0 0 12 14 0 0 12 14 0 0 32 24 4 0 28 24 4 0 4 0 0 2 23 23 1 1 32 28 6 0 1 3 0 1 19 21 5 Total 4 4 47 18 29 6 6 11 11 6 1 5 75 3 69 3 7 33 15 1 17 21 20 1 26 26 60 56 4 49 67 4 46 13.3 Sem complicações específicas 14. Epilepsias 15. Infecção no rim e trato urinário 15.1 Nefrite túbulo-intersticial aguda 15.2 Nefrite túbulo-intersticial crônica 15.3 Nefrite túbulo-intersticial NE aguda crônica 15.4 Cistite 15.6 Infecção do trato urinário de localização NE 16. Infecção da pele e tecido subcutâneo 16.1 Erisipela 16.2 Impetigo 16.3 Abscesso cutâneo furúnculo e carbúnculo 16.4 Celulite 16.6 Outras infecções local. pele e tec.subcutâneo 17. Doença Inflamatória órgãos pélvicos femininos 17.1 Salpingite e ooforite 17.4 Outras doenças inflamatórias pélvicas feminin 17.5 Doenças da glândula de Bartholin 18. Úlcera gastrointestinal 19. Doenças relacionadas ao pré-natal e parto 19.1 Infecção no trato urinário na gravidez Total Fonte: www.datasus.gov.br 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6 12 1 64 2 0 1 1 60 32 23 0 2 5 2 2 1 0 1 3 15 15 305 4 5 77 0 3 0 0 74 37 24 0 5 7 1 3 0 2 1 0 34 34 357 1 0 9 0 0 0 0 9 6 3 1 0 1 1 0 0 0 0 2 4 4 40 17 6 152 2 3 1 1 145 75 50 1 7 13 4 5 1 2 2 5 53 53 708 Entende-se que a meta de cobertura de 100% da população com as equipes de atenção básica (ESF, PAC e outras) será de forte impacto na diminuição dessas ocorrências. Outro aspecto importante das morbidades em São João da Barra tem sido as causas externas, apresentadas na tabela 17. As quedas tem sido o principal motivo de internação, seguido da exposição a fatores ambientais não especificados. Apesar do aumento dos óbitos por acidentes de trânsito e agressões, as internações não destacam essas causas. Tabela 17. São João da Barra: principais causas externas de internação. 2008 a 2011. Categorias Causas 2008 2009 2010 2011 Total V99 Acidtransp NE 2 9 11 22 W01 Queda mesmo nivelescorrtropec passo falso W17 Outr quedas de um nível a outr W19 Queda s/especificação W99 Exposicaooutr fatores ambientartif e NE W18 Outr quedas no mesmo nível Outras causas externas Total 23 45 10 46 124 18 30 26 17 91 3 38 33 38 9 123 5 18 89 45 15 10 191 Fonte: www.datasus.gov.br Por fim, entende-se que as principais morbidades que acometem a população sanjoanense são passíveis de erradicação, controle ou diminuição por meio de ações de prevenção e combate aos agravos e seus fatores de risco. A Secretaria Municipal de Saúde tem o compromisso de avançar no processo de planejamento das ações e serviços de saúde, coerentes com os eixos estratégicos deste governo: eficiência administrativa; gestão democrática; cuidar da cidade; cuidar das pessoas e a saúde do futuro. A formulação do (Plano Municipal de Saúde) PMS foi norteada pelo perfil epidemiológico municipal, pela estrutura da rede e pelas necessidades da população sanjoanense e tem os seguintes objetivos específicos: Garantir o acesso com qualificação das ações de saúde; Promover a articulação efetiva dos diferentes níveis de atenção à saúde: básica, média e alta complexidade de forma integralizada, com integração entre as ações promoção, proteção da saúde; Fortalecer a gestão de vigilância à saúde do município, implementando a integração e a descentralização das ações, de forma a ampliar a capacidade de análise da situação de saúde com ênfase ao atendimento das necessidades da população; Aperfeiçoar os instrumentos de gestão do sistema de saúde através da utilização de informações estratégicas visando à tomada de decisão, o planejamento das ações, o controle social e a avaliação das políticas implantadas e a regulação assistencial; Implementar a Política de gestão do trabalho com a participação dos diversos atores envolvidos no processo, fortalecendo as relações do trabalho e o desenvolvimento profissional. 23 8 97 197 119 15 82 529 Cuidar das pessoas consolidando e aperfeiçoando o modelo de atenção à saúde; Avançar na gestão participativa e controle social; Aumentar a eficiência administrativa do sistema municipal de saúde; Qualificar a gestão do trabalho em saúde valorizando o trabalhador. Para elaboração das prioridades e metas foram definidos os seguintes eixos estruturantes: 1. Garantia do acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política de fortalecimento da atenção básica e integralização da assistência na atenção especializada, assim como Promoção de saúde. 2. Aprimoramento da Rede de Atenção às Urgências, com expansão e adequação de unidade de Pronto Atendimento, de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência e centrais de regulação, articulada às outras redes de atenção. 3. Promoção da atenção integral à saúde da mulher e da criança e implantação da “Rede Cegonha”, com ênfase nas áreas e populações de maior vulnerabilidade, com vistas à redução da mortalidade infantil e materna. 4. Controle do câncer do colo de útero e de mama 5. Fortalecimento da rede de saúde mental, com ênfase no enfrentamento da dependência de crack e outras drogas. 6. Garantia da atenção integral à saúde da pessoa idosa e dos portadores de doenças crônicas, com estímulo ao envelhecimento ativo e fortalecimento das ações de promoção e prevenção. 7. Atenção integral às pessoas em situação ou risco de violência 8. Fortalecimento da capacidade de resposta do sistema de saúde às pessoas com deficiência 24 9. Consolidação da educação popular em saúde, como prática de inclusão social 10. Atenção à saúde do idoso 11. Atenção à saúde bucal 12. Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias, como: dengue, hanseníase, tuberculose e influenza, hepatite e AIDS 13. Atenção à saúde do homem 14. Redução dos riscos e agravos à saúde da população, por meio das ações de promoção e vigilância em saúde, compreendendo a vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, vigilância ambiental e saúde do trabalhador. 15. Garantia da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS. 16. Fortalecimento do complexo produtivo e de ciência, tecnologia e inovação em saúde como vetor estruturante da agenda nacional de desenvolvimento econômico, social sustentável, com redução da vulnerabilidade do acesso à saúde. 17. Contribuição à adequada formação, alocação, qualificação, valorização e democratização das relações de trabalho dos trabalhadores do SUS. 18. Implementação de novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e financiamento estável. 19. Qualificação de instrumentos de execução direta, com geração de ganhos de produtividade e eficiência para o SUS. REDE DE ATENÇÃO A SAUDE 25 A atuação de forma territorializada e regionalizada visam aos estabelecimentosdas redes de atenção à saúde que, conforme preconizadas pelo Ministério daSaúde são definidas como “arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, dediferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoiotécnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado” (BRASIL,2010). Para o quadriênio 2014-2017, o desafio da SMS nas redes de atenção estána integração entre as esferas de atenção, com o fortalecimento da regulação dos serviços e na revisão dos processos de trabalho de forma integral, não se restringindo aos processos dos equipamentos de saúde de forma isolada, mas garantindo a transição do cuidado e fortalecendo a coordenação da APS (Atenção Primária à Saúde). 125 ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE A APS no município deve ser colocada como a ordenadora do cuidado do usuário junto ao sistema de saúde. O acesso aos serviços de saúde independente de sua complexidade deve ser assegurado, assim como respeitadas as equidades e as reais necessidades da população. Deve-se garantir serviços na APS a toda população, com capacidade diagnóstica e resolutiva assim como a existência de redes de apoio integradas e disponíveis. É considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e responsável pela longitudinalidade do cuidado em saúde. Fundamenta-se pela otimização das ações em saúde agindo sobre as causas das doenças mais prevalentes que ocorrem na população, manejando as doenças e maximizando a saúde. As Unidades Básicas de Saúde e as Unidades de Saúde da Família constituem-se como os serviços protagonistas da APS. Por ser reconhecida como as principais portas de entrada do sistema tanto para situações agudas de menor complexidade como para demandas programadas, com o papel ordenador do cuidado transversal na Rede de Atenção à Saúde, devem ser dispersos em quantidade e efetividade suficientes no território local, de acordo com os seus atributos: - proximidade com o usuário; 26 - longitudinalidade (vínculo); - integralidade; - foco no usuário, na família e na comunidade. Além disso, os atributos devem cumprir três funções essenciais: - Função resolutiva - de dar respostas efetivas a, pelo menos, 80% dos problemas mais comuns de saúde; - Função de coordenação - de ordenar os fluxos e contra-fluxos dos usuários por todos os níveis da rede de atenção à saúde; - Função de responsabilização - de responsabilizar-se pela saúde da população independentemente do ponto de atenção à saúde em que esteja. 126 Atualmente São João da Barra possui 14 Unidades Básicas de Saúde distribuídas nos distritos do município, 07 unidades básicas e 07 Equipes de Saúde da Família, 02 Equipes de PACS, 02 Policlínicas de Saúde, 04 Unidades de Urgência e Emergência, 01 CAPS I, 01 Núcleo de Controle de Zoonoses, 01 Farmácia Central, 01 Farmácia Popular do Brasil e 05 Centros de Fisioterapia. As Unidades Básicas de Saúde possuem equipes multidisciplinares atuando em um modelo de atenção assistencial, por vezes, segmentado com foco centrado na figura médica. UNIDADES BÁSICA DE SAÚDE Unidade Básica de Saúde de Atafona Unidade Básica de Saúde de Cajueiro Unidade Básica de Saúde Félix de Sá Unidade Básica de Saúde de Grussaí Unidade Básica de Saúde de Sabonete Unidade Básica de Saúde de Palacete Unidade Básica de Saúde de Quixaba 27 ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ESF Nova São João da Barra ESF Carrapicho ESF Campo de Areia ESF Mato Escuro ESF Sede (Centro SJB) ESF Açú PACS Barcelos PACS Grussaí POLICLÍNICAS DE SAÚDE Policlínica de Saúde Central Policlínica de Saúde Sabonete POSTO DE URGÊNCIA Unidade Mista de Saúde do Açú Unidade Mista de Saúde do Barcelos Unidade Mista de Saúde do Mato Escuro PU Central – Sede Centro de Atenção Psicossocial – CAPS l Núcleo de Controle e Zoonoses (NCZ) Farmácia Central Farmácia Popular do Brasil 28 FISIOTERAPIA Centro de Fisioterapia – Sede Centro de Fisioterapia – Sabonete Centro de Fisioterapia – Atafona Centro de Fisioterapia – Grussaí Centro de Fisioterapia – Barcelos 29 30 Estratégia Saúde da Família (ESF) é entendida como uma reorientação do modelo assistencial, resgatando conceitos mais amplos de saúde e formas diferenciadas de intervenção junto ao usuário, sua família e a comunidade. Desta forma consegue aplicar maior número dos princípios doSUS, com destaque para a integralidade, a equidade, a coordenação do cuidado, a preservação da autonomia e a participação e controle social (Lei 8080/90). A cobertura da Atenção Básica é de 100%, sendo 63,38% da Estratégia de Saúde da Família. . 127 Os usuários têm acesso na Atenção Primária de forma não padronizada. Emalgumas UBS o modelo de acesso existente é através das recepções dos serviços eo agendamento de consultas obedece a ordem de chegada exceto para os idosos, gestantes, crianças menores de um ano de idade e casos agudos. Nas Unidades deSaúde da Família o acesso é realizado pelo acolhimento realizado pelos profissionais de saúde. Integrados a APS, o Núcleo de Apoio à Saúde da Família a ser implantado potencializará as ações realizadas pelas Equipes de Saúde da Família. Assim aumentando a resolutividade. A Atenção Primária de Saúde (APS) tem interface com outros segmentos: a equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), dos serviços de Urgência e Emergência e de outros pontos de atenção, de acordo com a necessidade do usuário. ATENÇÃO ESPECIALIZADA AMBULATORIAL Atenção Especializada Ambulatorial caracteriza-se pelo papel complementar a APS, proporcionando ao usuário a continuidade de diagnóstico e/ ou assistência especializada. Os componentes da atenção especializada são serviços de média complexidade, ambulatórios e serviços especializados e que constituem as redes de atenção convergindo com a organização de linhas de cuidado. Para os casos agudos, serve como porta de entrada os serviços de Pronto Atendimento, e, na 31 demanda programada, como serviços de apoio especializado ambulatorial,referenciados. A implantação de serviços especializados deve ser consideradaa partir da relevância epidemiológica e da complexidade. Os serviços devem ser organizados em quantidade e efetividade suficientes em uma ótima relação custo-efetividade. Também, encontram-se ainda, outros serviços especializados ambulatoriais que atuam no âmbito do Sistema Único de Saúde, através da prestação de serviços de forma contratualizada e/ ou conveniada, e devendo estar inserido no contexto das redes de atendimento preconizado e estabelecido pelo Gestor Municipal, isto é, a Secretaria Municipal de Saúde de São João da Barra. Serviços Especializados de Atenção à Saúde Os usuários são referenciados pelas unidades de saúde através de regulação, estabelecendo integralidade necessária aos tratamentos que são fundamentais para garantia de um atendimento qualificado. Além disso, a realização de pequenos procedimentos e o acesso aos exames complementares de média complexidade possibilitam a resolutividade do profissional com o caso que se apresenta, permitindo a realização de um diagnóstico seguro, e conseqüentemente de um tratamento mais adequado. Esta situação se justifica pela necessidade de substituição do modelo hospitalar por um modelo de atenção básica. ATENÇÃO À SAÚDE INTEGRAL DA CRIANÇA E DOS ADOLESCENTES Tem como finalidade o atendimento às questões relacionadas ao desenvolvimento da criança e do adolescente. Destacando os seguintes temas prioritários: desenvolvimento integral, saúde mental, violência, deficiências. EQUIPE DE SAÚDE MENTAL Presta atendimento integral em saúde mental através de equipes interdisciplinares. Realizam consultas individuais, grupos e oficinas terapêuticas, 32 visitas domiciliares, interconsultas, articulação com outros serviços da rede de saúde, rede intersetorial e com a comunidade. CENTRO DE APOIO PSICOSSOCIAL CAPS Tem como objetivos do trabalho prestar atendimentos em regime de atenção diária, evitando as internações em hospitais psiquiátricos; acolher e atender as pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território; promover a reinserção social do indivíduo através do acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. Caracterizam-se como substitutivos e não complementares ao hospital psiquiátrico que articula seus profissionais, usuários e familiares, promovendo a autonomia e protagonismo nos tratamentos. TIPO DE CAPS POR ESPECIALIDADE: CAPS I – atendimento a adultos portadores de transtorno mental, em turno integral, horário das 8h às 17h; Residência terapêutica - Residência Terapêutica é moradia temporária, destinadas a usuários da saúde mental adultos, em processo de reabilitação e inclusão social que são referenciados pelos serviços especializados da rede de Saúde Mental. Possuem equipes interdisciplinares orientadas por portaria ministerial. Internação Psiquiátrica - atendimento destinado para as situações de crise aguda. Podem ser feitos na rede de hospitais públicos ou conveniados, preferencialmente em hospitais gerais. Sendo indicado para o município 04 leitos no prestador conveniado. SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL 33 Centro de Especialidades Odontológicas – CEO - O Centro de especialidades Odontológicas oferece à população, no mínimo, os seguintes serviços: diagnóstico bucal, com ênfase no diagnóstico e detecção do câncer de boca; estomatologia; periodontia especializada; cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros; endodontia; atendimento a pessoas com deficiência. O tratamento oferecido é uma continuidade do trabalho realizado pela rede de atenção básica do município, pelas equipes de saúde bucal. Os profissionais da atenção básica são responsáveis pelo primeiro atendimento ao paciente e pelo encaminhamento aos centros especializados apenas casos mais complexos. Orientado por portaria ministerial que identifica recursos e população referida (nº de habitantes). SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ATENÇÃO À DST/ AIDS Serviço de saúde que, articulado aos demais serviços do SUS, representa uma estratégia importante na promoção da eqüidade de acesso ao aconselhamento, ao diagnóstico do HIV, hepatites B e C, sífilis e à prevenção dessas e das demais DST, favorecendo segmentos populacionais em situação de maior vulnerabilidade, com respeito aos direitos humanos, à voluntariedade e à integralidade da atenção, sem restrições territoriais. PROGRAMA DE TUBERCULOSE Realiza o atendimento especializado aos pacientes com tuberculose. Com a incorporação progressiva da atividade de diagnóstico e tratamento da TB pela atenção primária com distribuição dos medicamentos do Esquema Básico. ATENÇÃO À SAÚDE DO TRABALHADOR O Programa de Saúde do trabalhador tem como função elaborar atividades de educação permanente, de coordenação de projetos de assistência, promoção e vigilância à saúde dos trabalhadores, no âmbito da sua área de abrangência, promovendo, assessorando e incentivando ações em saúde do trabalhador.140 Não é porta de entrada do Sistema, constituindo-se como centro articulador e organizador no seu território de abrangência, das ações intra e inter setoriais de 34 saúde do trabalhador, assumindo uma função de retaguarda técnica e pólo irradiador de ações e ideias de vigilância em saúde, de caráter sanitário e de base epidemiológica e de apoio à realização das ações de vigilância em Saúde do Trabalhador, realizar vigilância nos ambientes de trabalho. A subnotificação dos agravos em saúde do trabalhador nos Sistemas de Informação, assim como a dificuldade de inclusão de formas de obtenção de dados importantes, inclusive obrigatórios (como no caso da ocupação nos cadastros dos usuários-Portaria MS nº3947, de 25/11/98) e em fichas ambulatoriais utilizadas pela rede, dificultando a análise de situação de saúde. A invisibilidade do trabalho da criança e adolescente para o SUS, assim como o impacto do trabalho na saúde. Sobre o trabalho infantil os dados recém divulgados do Censo 2010 são um poderoso instrumento para gestores públicos federais, estaduais e municipais para analisar até que ponto os benefícios do crescimento econômico chegaram a estas crianças, adolescentes e suas famílias, para planejar e monitorar as metas e resultados das políticas públicas. As notificações e o diagnóstico de trabalho infantil no município de São João da Barra passam pelo reconhecimento do SUS como parte integrante da rede de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador Adolescente e pelo reconhecimento do Trabalho Precoce como uma forma de violência. Estão também, na dependência da identificação, pelos profissionais de saúde da APS, dos possíveis nexos entre o trabalho e as questões de saúde apresentadas pelos usuários do SUS, bem como no considerar que o agravo apresentado possa estar relacionado a alguma atividade ocupacional e da articulação em rede intersetorial e interinstitucional. OFERTA DE CONSULTAS ESPECIALIZADAS As consultas especializadas são acessadas pelas unidades da rede de atenção primária para a Central de Marcação de Consultas Especializadas. São disponibilizadas consultas especializadas. Por outro lado verifica-se que muitos usuários não comparecem as consultas agendadas devido a falhas de comunicação entre todos os atores envolvidos. 35 Observa-se também a necessidade de elaborar mecanismos junto à comunidade visando à diminuição do absenteísmo. Relação demanda/ oferta: número de solicitações no sistema (fila de espera) por oferta de consultas disponíveis no período. APOIO DIAGNÓSTICO Nas ciências da saúde, são denominados exames de apoio diagnóstico aqueles exames (laboratoriais, de imagem, etc.) que complementam aos dados da anamnese e do exame físico para a confirmação das hipóteses diagnósticas e tratamento. São solicitados por diversos profissionais, como médicos, cirurgiões dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, educadores físicos, nutricionistas, etc. As unidades básicas de saúde, os centros de saúde e pronto atendimento devem possuir cotas de exames para apoio diagnóstico. Atualmente os laboratórios que prestam serviço ao SUS em São João da Barra, devem realizar ou terceirizar todos os exames da tabela SUS. Com o aumento no número de exames ofertados, o número de solicitações exames/requisição cresceu muito. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA A Assistência Farmacêutica é uma Política de Saúde garantida pela Lei 8080/90 em seu artigo 6º e pela Política Nacional de Medicamentos (PNM), de 1998, que constituiu um dos elementos fundamentais para efetiva implementação de ações, capazes de promover a melhoria das condições da assistência à saúde da população. São João da Barra possui uma Farmácia Popular do Brasil e outra Farmácia Básica, localizadas na sede do município, estando programada a construção de uma Farmácia Básica no 5º Distrito. Contando com a presença do farmacêutico, que atua como responsável técnico e coordenador deste serviço especializado. Nas APS têm distribuição de medicamentos prescritos na unidade. Ampliar e melhorar o acesso à Assistência Farmacêutica; 36 Melhorar o acesso aos medicamentos especiais, facilitando a entrega; Ampliar o acesso a medicamentos através das APS. Informatizar todos os insumos necessários à execução dos serviços. A Relação Nacional de Medicamentos (RENAME), conforme decreto 7508/2011 artigos 27, 28 e 29, é a base para a definição de listas estaduais e municipais, as quais deverão ser estabelecidas a partir de pactuações das três esferas de governo, segundo a situação epidemiológica. É uma ferramenta fundamental para orientar a padronização, quer da prescrição, quer do abastecimento de medicamentos no âmbito do SUS, constituindo, assim, um mecanismo para a redução dos custos. O município adota a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (REMUME) atualizada em 2012, pela Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da REMUME (CTMAR). Esta comissão é instituída por portaria e é a responsável pela inclusão, exclusão de medicamentos visando padronizar os medicamentos para fornecimento junto à população do município de São João da Barra. 159 Programação Programação é o levantamento das necessidades de consumo de medicamentos previamente selecionados de um serviço de saúde a serem adquiridos, para um determinado período de tempo. Sua finalidade é evitar a descontinuidade do abastecimento. Pode ser realizada por diferentes métodos: consumo histórico, perfil epidemiológico, consumo ajustado ou oferta de serviços. O Componente Especializado refere-se ao financiamento de medicamentos para tratamento de doenças raras, de baixa prevalência ou de uso crônico prolongado com alto custo unitário, segundo diretrizes definidas nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. São de responsabilidade do Ministério da Saúde (co-financiamento e aquisição de parte do elenco) e Secretaria Estadual de Saúde (aquisição e distribuição) e dispensação pelas Secretarias Municipais de Saúde. 37 VIGILÂNCIA SANITÁRIA A Vigilância Sanitária no Município de São João da Barra conta com um profissional farmacêutico, uma enfermeira, um médico veterinário e uma sanitarista. ATENÇÃO NOS SERVIÇOS DE URGÊNCIAS De acordo com a Portaria nº 1.600 de 07 de julho de 2011, são considerados componentes e interface da Rede de Atenção às Urgências, todos os serviços e ações que buscam garantir a integralidade do cuidado. A Rede de Atenção às Urgências foi constituída considerando que o atendimento aos usuários com quadros agudos deva ser prestado por todas as portas de entrada dos serviços de saúde do SUS, possibilitando a resolução integrada demanda ou transferindo-a, responsavelmente, para um serviço de maior ou menor complexidade, dentro de um sistema hierarquizado e regulado, organizado em redes regionais de atenção às urgências enquanto elos de uma rede de manutenção da vida em níveis crescentes de complexidade e responsabilidade. O Modelo de Atenção às Urgências deve ser centrado no usuário, garantido a universalidade, equidade e integralidade do cuidado, ampliando o acesso com acolhimento e classificação de risco, integrando os componentes da Rede de Atenção à Saúde por meio da regulação. Esta nova visão da prestação de serviço em saúde surgiu da reflexão sobre práticas e necessidades emergentes na atenção à saúde no município de São João da Barra. O novo modelo de assistência está de acordo com os preceitos e diretrizes do SUS que visam à estruturação da rede de saúde dentro de perspectivas de garantia de acesso, qualidade assistencial e baseado na estruturação das redes de atenção. A portaria 1600 de julho de 2011 reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). Esta portaria normatiza a estruturação da rede de saúde para o atendimento aos usuários com quadros agudos. Ainda, destaca que a organização em rede visa atender aos problemas de saúde dos usuários na área de urgência. Sendo assim, é fundamental considerar o perfil epidemiológico no Brasil. 38 Compondo a reformulação da rede de atenção às urgências necessitamos considerar as necessidades regionais e planejar a re-estruturação da rede e dos pontos de atenção com base nas características regionais. O Decreto 7508, de 27de julho de 2011, regulamenta a organização do Sistema Único de Saúde – SUS dentro da lógica de regionalização da rede de saúde. O Plano Municipal de Atenção Integral às Urgências, tem como objetivo geral implementar o Sistema Municipal de Atenção às Urgências através da operacionalização do Complexo Regulador do Município de São João da Barra RJ, em consonância com a Política Nacional de Atenção às Urgências (Portaria GM/MS nº 1.600/2011) e com o Plano Regional de Atenção às Urgências da Região Norte. Os objetivos específicos do Plano são: Definir as Portas de Entrada do Sistema Municipal de Atenção às Urgências; Estabelecer a forma de acolhimento dos usuários nas diversas Portas de Entrada do Sistema Municipal de Atenção às Urgências; Estabelecer as referências para os atendimentos de urgência/emergência do município; Organizar os fluxos de atendimento às urgências/emergências no município; Garantir ao usuário atendimento / transporte adequado para um serviço de saúde, de forma hierarquizada e integrada ao SUS; Ampliar o acesso e acolhimento aos casos agudos demandados aos serviços de saúde em todos os pontos de atenção, contemplando a classificação de risco e intervenção adequada e necessária aos diferentes agravos. O Comitê de Urgência e Emergência de São João da Barra tem como missão estruturar, articular, regular e monitorar a rede de atenção às urgências, de acordo com as necessidades da população, assegurando os princípios do SUS. Tem por visão ser o referencial público na coordenação e operação do Sistema Municipal das Urgências, em suas diferentes complexidades e, a partir de valores de comprometimento com as políticas públicas e os princípios do SUS, respeito ao ser humano, trabalho em rede e competência técnica. Fazem parte do Sistema Municipal de Urgências os seguintes componentes: 39 Unidade Mista de Saúde do Açú Unidade Mista de Saúde do Barcelos Unidade Mista de Saúde do Mato Escuro PU Central – Sede Regionalização da Atenção às Urgências O Plano Regional de Atenção às Urgências da região Norte busca minimizar um dos problemas no contexto do funcionamento do Sistema Único de Saúde – SUS que é a da organização dos serviços de urgência da região qualificando o fluxo dos pacientes no sistema desde as Unidades Básicas passando pelos cuidados pré-hospitalares e hospitalares. Este plano visa diminuir a morbidade e a mortalidade e otimizar os processos assistenciais, desde o primeiro atendimento às situações de urgência, e oferecendo continuidade dos cuidados com o acompanhamento na convalescença, recuperação e reabilitação, quando cabível, contemplando também a abertura e estruturação de Portas de Emergência na região norte fluminense, tendo a proposta de referência para retaguarda na Rede Hospitalar, por tipologia de atendimento, para os serviços de Pronto Atendimento e seus territórios de abrangência. O Plano Regional de Atenção às Urgências, articulado com o Plano Estadual de Urgências tem como objetivo constituir-se como norteador para construção dos Planos Municipais de Atenção às Urgências, integrando os serviços de saúde em urgência da região Norte. 40 DIAGNÓSTICO DA REGIÃO DE SAÚDE ASPECTO SÓCIODEMOGRÁFICO REGIONAL A Região Norte do Estado do Rio de Janeiro está localizada entre o Estado do Espírito Santo e as regiões Noroeste Fluminense, Serrana e Baixada Litorânea, a região Norte Fluminense é formada por oito municípios: Campos dos Goytacazes, Carapebus, Conceição de Macabu, Macaé, Quissamã, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. Desses municípios, Campos dos Goytacazes, Macaé e Quissamã assinaram o Termo de Compromisso de Gestão do Pacto pela Saúde. A região Norte Fluminense corresponde a 21% da área total do Estado do Rio de Janeiro e, somente, o município de Campos equivale a 44% da região. Seus municípios se 41 localizam a distâncias consideráveis da capital do Estado, em especial São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. Dos 8 municípios, 6 possuem de 10.001 a 100.000 hab. e 2 tem entre 100.001 e 500.000 hab. A população equivale a 5% do total do Estado RJ, apresentando em geral densidades demográficas bastante baixas, com exceção de Campos dos Goytacazes e Macaé, conforme observa-se na planilha abaixo: 42 Tabela 18 -Região Norte- Área e Dados Populacionais Regiões / UF População 2008 Campos dos Goytacazes 431.839 % populaçã o na Região 54,75 % da Populaç ão do Estado Área (Km2 ) % área na Região % da Área no Estado Densidade Demográfica (hab/Km2) % pop. idosa 2,72 4.040,6 43,68 9,21 107,11 11,99 Carapebus 11.671 1 1,48 0,07 310,6 3,36 0,71 38,20 11,22 Conceição de Macabu 20.505 2,60 0,13 338,9 3,66 0,77 58,87 12,18 Macaé 18.8787 23,93 1,19 1.219,8 13,19 2,78 155,26 8,17 Quissamã 19.315 2,45 0,12 724,2 7,83 1,65 26,98 11,33 São Fidélis 39.057 4,95 0,25 1.035,6 11,20 2,36 37,99 16,53 São Francisco Itabapoana 47.247 5,99 0,30 1.122,3 12,13 2,56 42,51 11,99 São João da Barra 30.348 3,85 0,19 457,8 4,95 1,04 66,17 12,91 Norte Fluminense 788.769 100 4,97 9.215,56 100 21,09 85,59 11,31% 43 UNIDADES PRÉ-HOSPITALARES FIXAS DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS - Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Atualmente, a região possui três Unidades de Pronto Atendimento (UPA), sendo: Município Porte Localidade Campos dos 3 Rodovia Br 101, Km 1, bairro de Guarus Macaé 3 Rodovia RJ 106, s/nº , Barra de Macaé Macaé 2 Bairro do Lagomar Goytacazes -Salas de Estabilização (SE) Município Localidade Campos dos Goytacazes Carapebus Hospital Ferreira Machado e Hospital Geral de Guarus Hospital Municipal Carlito Gonçalves Conceição de Macabu Hospital Ana Moreira Macaé Hospital Municipal Público de Macaé Quissamã Hospital Mariana Maria de Jesus São Fidélis Hospital Armando Vidal São Francisco de Itabapoana Hospital Manoel Carola São João da Barra Santa Casa de Misericórdia de S.J. da Barra - COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL – SAMU A região conta com o GSE - Grupamento de Socorro de Emergência – prestando atendimento em via pública e logradouros públicos nos seguintes 44 municípios da região Norte, transportando pacientes com segurança até os hospitais públicos de referência da região: Campos dos Goytacazes – possui 2 Unidades de GSE, com três ambulâncias (sendo 2 de suporte avançado e uma básica) localizadas nas seguintes localidades: Codim e no Quartel do 5º Grupamento dos Bombeiros Militares; São Fidélis – possui uma unidade de GSE com uma ambulância básica; Macaé- possui 2 unidades de GSE, com duas ambulâncias ( sendo uma avançada e uma básica), localizadas nas localidades de: Cabiunas e no Quartel do 9º GBM A região não possui o Serviço Móvel de Urgência –SAMU- sendo consenso que será necessária a pactuação na CIR/N pela a implantação do SAMU Regional e a implantação da Central Regional de Regulação Médica das Urgências com objetivo de garantir tempo reposta de qualidade e racionalidade na utilização das viaturas de suporte a vida. Obs. O Município de Campos dos Goytacazes possui um serviço de atendimento denominado “Emergência em Casa” para atendimento ao seu munícipe, que utiliza o tridígito 192. - COMPONENTE ATENDIMENTO HOSPITALAR A Região Norte apresenta um quantitativo de leitos gerais SUS (excetuando-se os leitos de Psiquiatria, leitos de crônicos e hospital-dia) de 1.732 leitos – 2,2 leitos por 1000 hab. – valor inferior aos parâmetros da Portaria GM/MS nº 1.101/2002 de 2,5 a 3 leitos por 1000 hab. Por esse parâmetro a necessidade de leitos gerais seria de 1.972 a 2.366 leitos. Quando comparado o indicador - número de leitos gerais por 1000 hab. na região com a média geral no Estado do Rio de Janeiro (1,5), observa-se que o valor da Região Norte é maior que o valor estadual. 45 Gráfico 4. Leitos SUS por 1000hab excluídos leitos de Psiquiatria na Região Norte-2008. A análise por município revela que só três municípios atingem o parâmetro da Portaria GM/MS nº 1101/2002, de 4% a 10% dos leitos gerais necessários: São Fidélis – 4,2 leitos/1000hab, Conceição de Macabu – 3,5 leitos/1000hab. e Quissamã – 2,5 leitos/1000hab. Embora a SES- RJ ( Secretaria Estadual de Saúde) informe que teoricamente, não existe carência de leitos de UTI na região, uma vez que existem 84 leitos cadastrados, sendo atualmente 80 ativos, enquanto que a necessidade mínima de acordo com o parâmetro esperado que é de 79 leitos, a realidade tem demonstrado que os leitos de UTI não são suficientes para a região o que tem gerado o pagamento pelos mesmos com recursos próprios municipais. SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR – SAD Em consonância com a Portaria 2.527 de 27 de outubro de 2011 do Ministério da Saúde, a Atenção Domiciliar consiste num serviço substitutivo ou complementar aos já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integradas às redes de atenção a saúde. A proposta do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) compõe o projeto de Linhas de Cuidado, possibilitando a diminuição do tempo de permanência de 46 internação, aumentando a rotatividade dos leitos e assegurando atendimentos mais complexos fora do ambiente hospitalar. Essa população será beneficiada com atenção humanizada do cuidado, proporcionando ao paciente melhor recuperação no ambiente familiar. O atendimento domiciliar requer articulação entre família e a rede de atenção saúde, entre os diversos níveis, além de constituir rede de apoio na comunidade para contemplar a atenção ao usuário. A organização do SAD ocorre a partir de três (3) modalidades: AD1: Corresponde aos usuários que possuam problemas de saúde controlados, mas com dificuldade física de locomoção até uma unidade de saúde. Esta modalidade é de responsabilidade das equipes de atenção básica e as visitas devem ser realizadas, no mínimo, uma vez por mês. AD2: Corresponde aos usuários que possuam problemas de saúde, dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma unidade de saúde e que necessitam maior frequência de cuidados, recursos saúde e acompanhamento contínuos, podendo ser oriundos de diferentes serviços da rede de atenção. Essa modalidade é de responsabilidade das EMADs e EMAPs. AD3: Corresponde aos usuários com que possuam problemas de saúde, dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma unidade de saúde e que necessitam maior freqüência de cuidados, recursos saúde, acompanhamento contínuos e uso de equipamentos, podendo ser oriundos de diferentes serviços da rede de atenção. Essa modalidade é de responsabilidade das EMADs e EMAPs. Para a admissão das modalidades AD2 e AD3 é fundamental a presença do cuidador no domicílio, bem como a garantia do transporte sanitário e retaguarda de unidades assistenciais de funcionamento de 24 horas como referências ao usuário. 47 O SAD terá um coordenador responsável que irá compor um colegiado para definir e estabelecer diretrizes padronizadas referentes à organização, projetos terapêuticos, fluxos, normas e rotinas de funcionamento das equipes do programa. Esse grupo de trabalho também será responsável pela supervisão das equipes e monitoramento dos indicadores de avaliação da assistência domiciliar e na elaboração de documentos de registros e encaminhamentos. ATENÇÃO HOSPITALAR O Ministério da Saúde em novembro de 2012 apresentou para consulta publica texto que comporá a Portaria – Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP), que regulamenta as diretrizes operacionais da contratualização hospitalar no âmbito da Política Nacional de Atenção Hospitalar no Sistema Único de Saúde – SUS. O texto apresentado a seguir subsidia a organização dos elementos necessários ao acesso qualificado à atenção hospitalar em rede, e representa um compilado desta publicação. Os hospitais são instituições complexas, com alta densidade tecnológica, de caráter multiprofissional e interdisciplinar, vinculados a uma população de referência com base territorial, responsáveis pela assistência aos usuários de perfil agudo ou crônico, que apresentem potencial de instabilização e de complicações de seu estado de saúde, exigindo assistência contínua em regime de internação, por meio de ações que abrangem a promoção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação. Conforme portaria os hospitais devem prestar, idealmente, o atendimento ininterrupto nas 24 (vinte e quatro) horas por dia, todos os dias da semana, por demanda referenciada e/ou espontânea. Os hospitais devem ter densidade tecnológica, estrutura física, processos organizativos e profissionais adequados ao seu perfil assistencial. A PNHOSP, ainda em fase de consulta pública, no seu capítulo 4º, aponta como diretrizes: garantia da universalidade, equidade e integralidade na atenção hospitalar no SUS; regionalização da atenção hospitalar com abrangência territorial e populacional; longitudinalidade do cuidado por meio da articulação do 48 hospital com os demais pontos de atenção, promovendo ações coordenadas e contínuas; acesso regulado de acordo com o estabelecido na Política Nacional de Regulação do SUS; modelo de atenção centrado no usuário; atenção multiprofissional e interdisciplinar; atenção humanizada em consonância com a Política Nacional de Humanização; garantia de acessibilidade; acolhimento com classificação de risco e atendimento a vulnerabilidades especificas: integração dos processos de gestão, assistência, ensino e pesquisa; transparência e eficiência na aplicação de recursos; Gestão participativa e democrática; monitoramento e avaliação de desempenho das ações gerenciais e assistenciais; participação e controle social no processo de planejamento e avaliação; participação do hospital no planejamento e efetivação de projetos estratégicos relacionados às situações coletivas de perigo iminente, desastres, calamidades públicas e catástrofes, assim como de projetos relevantes para implementação e consolidação das redes de atenção a saúde do SUS e intersetorialidade. Os hospitais no SUS são classificados de acordo com sua esfera administrativa em Público, na esfera federal, estadual ou municipal e privado, com ou sem fins lucrativos. Os hospitais públicos ou privados sem fins lucrativos, independentes do perfil assistencial, poderão ser certificados como Hospital de Ensino. Os hospitais são classificados ainda de acordo com seu perfil assistencial em gerais e especializados. Em seu artigo 9º, a portaria ainda apresenta a classificação dos leitos hospitalares, da seguinte forma: 1) Leitos de internação clínicos ou cirúrgicos: leito pediátrico; leito obstétrico; leito de hospital-dia; leito de UTI; leito de UCI; leitos de cuidados prolongados; leitos de psiquiatria; leito de saúde mental em Hospital Geral; isolamento. 2) Leitos de observação: urgência e emergência; pós-anestésico; 49 Os leitos hospitalares nas suas diversas tipologias e especialidades deverão seguir as Portarias específicas que normatizam sua organização e funcionamento. Os estabelecimentos hospitalares deverão realizar censo hospitalar diário do número de leitos ocupados e vagos nas unidades de internação e serviços, levando-se em consideração os leitos bloqueados e os leitos extras. Na realização do censo hospitalar, deverá ser contabilizado o número de internações, altas, óbitos, transferências internas e externas, evasões e desistências de tratamento ocorridas nas 24 (vinte e quatro) horas relativas ao censo. Deverão ser realizados censo dos leitos de observação, com fins de controle e gestão de leitos para agilização das altas e das transferências dos usuários para as unidades de internação, levando-se em consideração a superlotação das Unidades de Urgência e Emergência e o prolongado período de permanência dos usuários, além das 24 (vinte e quatro horas). As responsabilidades, a configuração da missão e do perfil assistencial dos hospitais será definida conforme as necessidades locais e regionais de saúde estabelecidas no plano de saúde municipal e estadual e no Plano de Ação Regional. HOSPITAL LOCALIZADO EM SÃO JOÃO DA BARRA Santa Casa de Misericórdia de São João da Barra HOSPITAIS LOCALIZADOS EM CAMPOS DOS GOYTACAZES (Referência Regional) Privados(sem fins lucrativos) Santa Casa de Misericórdia de Campos dos Goytacazes; Hospital Escola Álvaro Alvim; Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos dos Goytacazes; Hospital dos Plantadores de Cana; 50 Privados (com fins lucrativos) Prontocárdio; Hospital geral Dr Beda; Pró- Rim; Clínica Santa Maria; Hospital Geral da Unimed Públicos Hospital Ferreira Machado; Hospital Geral de Guarus; Hospital São José; Hospital de Ururaí; Hospital de Travessão. O acesso à atenção hospitalar em São João da Barra ocorre de maneira referenciada (via complexo regulador do município e da CER – Central Estadual de Regulação) ou espontânea, através de serviços eletivos ou de emergência de São João da Barra. São João da Barra tem regulação de leitos hospitalares que é realizada pela CER e está em processo de informatização para integração em tempo real com todos serviços hospitalares. 176 OFERTA DE LEITOS O município de São João da Barra tem como proposta a construção de um hospital em parceria com a iniciativa privada e/ou construção de uma maternidade e/ou implantação de leitos de UTI no Centro Municipal de Emergência. REGULAÇÃO E CONTROLE DO SISTEMA DE SAÚDE 51 O escopo dos convênios e da contratualização é estabelecer metas quantitativas equalitativas que visam o aprimoramento do processo de atenção à saúde e de gestão hospitalar, formalizado por meio de convênios. Uma das maiores dificuldades é a fragilidade dos mecanismos de controle sobre o cumprimento das metas pactuadas entre gestor e prestador, é que não existe um controle sistemático in loco das realizações das ações e serviços contratualizados. O controle do gestor sobre o cumprimento dos contratos é realizado através de auditorias (denúncia gerada pelo usuário ou de outros órgãos ou instituições de controle social - MP, Conselho Municipal de Saúde). Em referência ao interesse coletivo, incluímos a programação pactuada integrada (PPI) que visa estabelecer referências interfederativas, tanto no âmbito municipal como federal, onde os municípios com maior capacidade de serviço instalada e com condições para realizarem procedimentos de maior complexidade, se comprometem em ofertar parte desta capacidade para outros municípios ou estados, mediante realocação dos recursos financeiros conforme pactuação firmada. A partir deste acordo se forma a rede de referências, cujo compromisso assumido pelo município nesta pactuação deverá estar contemplada nas negociações comestes prestadores de serviços, ser observada pelos complexos reguladores (urgência, internação, consultas eletivas e exames). . Complexo regulador O Ministério da Saúde, com a proposição da Política Nacional de Regulação consolida um importante eixo para a gestão do Sistema Único de Saúde a fim deviabilizar a operacionalização por parte dos gestores na garantia de uma oferta regulada dentro de um fluxo que permita o caminho mais oportuno na resposta da necessidade do cidadão. O Complexo Regulador é composto por uma estrutura denominada Central de Regulação, que compreende toda a ação meio do processo 52 regulatório, isto é, recebem as solicitações de atendimento, processam e agendam. A Central de Regulação atua em áreas assistenciais inter-relacionadas como a assistência pré-hospitalar e inter-hospitalar de urgência, as internações, além das consultas e procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade e são classificadas em: Central de Regulação de Urgência: sua ação é executada conforme disposto na Portaria n. º 2048/GM, de 5 de novembro de 2002. Regula o atendimento préhospitalar de urgência. Central de Regulação de Internações: é responsável pela regulação dos leitos hospitalares dos estabelecimentos de saúde vinculados ao SUS, contratados ou conveniados. Central de Regulação de Consultas e Exames: é responsável pela regulação do acesso dos pacientes às consultas especializadas, aos Serviços de Apoio Diagnose e Terapia – SADT, bem como aos demais procedimentos ambulatoriais especializados ou não. O complexo regulador tem como intuito de aperfeiçoar, de organizar a relação entre a oferta e a demanda qualificando o acesso da população aos serviços de saúde no SUS. Estas ações estão sintetizadas na Política Nacional de Regulação. O Complexo Regulador é responsável pela ordenação dos fluxos das necessidades e das respostas às urgências, de atendimento especializado e de internações. VIGILÂNCIA EM SAÚDE O reconhecimento da Vigilância em Saúde como responsabilidade indelegável e como um componente indissociável do SUS. Cabe a Vigilância em Saúde atuar no âmbito de proteção contra danos, riscos, agravos e determinantes dos problemas de saúde que afetam a população. 53 As ações executadas pela Vigilância em Saúde são definidas em função do risco epidemiológico, sanitário e ambiental em saúde, existentes no Município e também definidas pelo Ministério da Saúde (Programação de Ações de Vigilância à Saúde – PAVS). A Vigilância em Saúde atualmente atua nas seguintes áreas: Epidemiológica – Vigilância de Eventos Vitais, de Doenças Transmissíveis, de Doenças Crônicas, de Doenças Agudas; Imunização –Coordenação e distribuição dos insumos; organização das campanhas e vigilância dos efeitos adversos; Sanitária –Vigilância de Alimentos, Serviços e Produtos de Interesse à Saúde; Ambiental - Equipe de Vigilância de Saúde Ambiental, Equipe de Vigilância das Águas e Equipe de Vigilância de Zoonoses, subdividida em Núcleo de Vigilância de Roedores e Vetores e Núcleo de Vigilância de População Animal. Saúde do Trabalhador - Efetuação de busca direta e análise de bases de dados para: mapeamento dos estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços instalados no município, da força de trabalho, das fontes de riscos à população exposta, dimensionamento da rede de serviços de saúde relacionada á assistência e reabilitação em saúde do trabalhador. ATENÇÃO À SAÚDE DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência em seu preâmbulo reafirma a universalidade, a interdependência, a indivisibilidade e a inter-relação dos direitos humanos, assim como a necessidade de que as pessoas com deficiência tenham a garantia de poder usufruí-los sem discriminação. Harmonicamente é ressaltada a importância do reconhecimento da acessibilidade aos meios físico, social, econômico e cultural, à educação, à 54 saúde, à informação e comunicação, visando o pleno desfrute de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência. 18 A lei Complementar n° 681, no artigo 51-G, I e II19, define deficiência como a perda ou anormalidade de uma estrutura fisiológica, anatômica e psicológica que gere incapacidade temporária ou permanente para o desempenho de uma atividade dentro do padrão considerado como normal. São componentes da Rede de Atenção em Saúde das Pessoas com Deficiência a Reabilitação Física, Intelectual. O município de São João da Barra conta com: Centro de Fisioterapia – Sede Centro de Fisioterapia – Sabonete Centro de Fisioterapia – Atafona Centro de Fisioterapia – Grussaí Centro de Fisioterapia – Barcelos TRIAGEM VISUAL Triagem Visual do Escolar Realizada nas Escolas do município . Teste de Triagem Visual e Neonatal Realizada na Santa Casa de Misericórdia de São João da Barra. TRIAGEM AUDITIVA Triagem Auditiva Neonatal Realizada na Santa Casa de Misericórdia de São João da Barra. 55 O acesso aos serviços de fisioterapia pode ocorrer através de encaminhamento direto da Atenção Primária de Saúde, ou mediante encaminhamento de especialista conveniado. A Portaria GM/ MS nº 793/2011, que instituiu a nova Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência SUS e criou os Centros Especializados em Reabilitação (CER), definiu a necessidade de no mínimo dois componentes de reabilitação, ficando estabelecido os municípios de Campos dos Goytacazes e Macaé como pólos dos CERs, sendo que em Campos funcionará a reabilitação física, oficina de próteses e orteses, reabilitação visual, em Macaé funcionará reabilitação física, oficina de próteses e orteses, reabilitação auditiva. Os procedimentos básicos de odontologia são realizados nos serviços da atenção primária e os procedimentos de Especialidades Odontológicas, serão realizados no CEO (que será implantado em 2014) em São João da Barra. Em função da proposta de reorganização do governo federal - SAUDE SEM LIMITE, os estados e municípios devem se organizar e elaborar conjuntamente a organização da rede de atenção em saúde da pessoa com deficiência. ATENÇÃO À SAÚDE DAS PESSOAS EM CONDIÇÕES VULNERÁVEIS Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis A respeito do acesso das populações LGBT aos sistemas de saúde da rede pública indicam que estes grupos que, sabidamente são os que mais sofrem com discriminação social, racismo, desigualdades de gênero e repressão das suas sexualidades, são os mais vulneráveis à epidemia da AIDS e é exatamente nestes grupos que a epidemia continua a crescer. Diante disso, são necessárias mudanças nas estratégias de intervenções junto a estas populações, considerando-as como mais vulneráveis e a partir destas constatações, que sejam aplicadas estratégias reais de prevenção, a partir de políticas públicas que busquem intervir nas grandes desigualdades existentes. A partir destas realidades, a avaliação da qualidade do atendimento no SUS para as comunidades LGBT mostra questões que extrapolam as 56 associações simplistas relacionadas à orientação sexual e às identidades de gêneros. Entre os aspectos negativos apontados, aparecem o curto tempo destinado às consultas, dificuldades em agendamento e marcações de consultas e exames, bem como condições de trabalho e estrutura física apontadas como precárias. Estudos apontam também a dificuldade de aplicação do conceito de equidade para estas populações, que resultam em invisibilidades nas questões de gênero e nas identidades sexuais. 57 Diretriz 1- Garantia do acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política de atenção básica e da atenção especializada. Objetivo: Utilização de mecanismos que propiciem a ampliação do acesso da atenção básica ATUAL 2013 100% Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Garantir o funcionamento das Unidades da Atenção Básica Garantir o funcionamento das Unidades de Atenção Básica 15 % de internações por causas sensíveis à atenção básica. 14,9 % de internações por causas sensíveis à atenção básica. 14,8 % de internações por causas sensíveis à atenção básica. 14,7 % de internações por causas sensíveis à atenção básica. Proporção de internações por causas sensíveis à atenção básica. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento 100 % de Equipes de Saúde da Família apoiadas pelo NASF Manter Equipes de Atenção Básica apoiadas por Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) Manter Equipes de Atenção Básica apoiadas por Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) Manter Equipes de Atenção Básica apoiadas por Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) Percentual de equipes da Atenção Básica apoiadas por NASF. Acompanhar as condicionalidades do Programa Bolsa Família (PBF). 80% de acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família (PBF). 72% de acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família (PBF). 76% de acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família (PBF). Cobertura de acompanhamento das condicionalidades do PBF. Ampliar número de equipes de Saúde da Família aderidas ao PMAQ 30% equipes aderidas ao PMAQ de acordo com pactuações do MS 50 % equipes aderidas ao PMAQ de acordo com pactuações do MS Garantir custeio e o incremento para funcionamento das Unidades de Atenção Básica Qualificar a atenção básica: adequar recursos humanos, realizar atividades educativas visando a vinculação do usuário a Atenção Básica, monitorar a assistência através de metas quali e quantitativas Garantir o funcionamento Garantir Garantir o funcionamento o funcionamento Monitoramento Garantir o funcionamento das ações das Unidades de Atenção dasdas Unidades Unidades de Atenção de Atenção da das Atenção Unidades Básica de Atenção Básica Básica Básic Básic Objetivo: Qualificar a Rede de Atenção Básica ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Remanejar ou contratar por concurso público recursos humanos para o NASF tipo I, de acordo com o levantamento das necessidades das Equipes de Saúde da Família 58 74% de acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família (PBF). 75% equipes aderidas ao PMAQ de acordo com pactuações do MS 75% equipes aderidas ao PMAQ de acordo com pactuações do MS Percentual de equipes aderidas ao PMAQ. Ampliar a adesão para outras escolas segundo as diretrizes do Ministério da Saúde. Planejar conjuntamente ações anuais: prevenção de doenças crônicas (alimentação saudável, atividade física, tabagismo), prevenção da violência e acidentes de trânsito, saúde bucal, dsts, gravidez na adolescência, diagnóstico de tracoma, uso racional de medicamentos, Saúde na Escola e Olhar Brasil. 25 % Equipes de Atenção Básica contratualizadas no PSE 50 % Equipes de Atenção Básica contratualizadas no PSE 75 % Equipes de Atenção Básica contratualizadas no PSE Viabilizar reformas, ampliações e construções de Unidades e Serviços de Saúde Implementar e adequar a infra-estrutura física da Rede Municipal de Saúde Implementar e adequar a infra-estrutura física da Rede Municipal de Saúde Implementar e adequar a infra-estrutura física da Rede Municipal de Saúde Manter atualizadas as ESFs no CNES e SIAB Manter atualizadas 100% das Equipes de Saúde da Família no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) Manter atualizadas 100% das Equipes de Saúde da Família no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) Manter atualizadas 100% das Equipes de Saúde da Família no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) Manter atualizadas 100% das Equipes de Saúde da Família no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) Ampliar o número de profissionais de enfermagem na ESF Ampliar para mais 01 Técnico de enfermagem em cada equipe de Saúde da Família Manter 02 técnicos de enfermagem nas unidades de Saúde da Família Manter 02 técnicos de enfermagem nas unidades de Saúde da Família Manter 02 técnicos de enfermagem nas unidades de Saúde da Família 59 75 % Equipes de Atenção Básica contratualizadas no PSE % Equipes de Atenção Básica contratualizadas no PSE. Implementar e adequar a infra-estrutura física da Rede Municipal de Saúde Número de cadastro no CNES Percentual de ESF com 02 técnicos de enfermagem Objetivo: Implementar a atenção odontológica no município ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Implantar estratégias visando o aumento da quantidade de escovação dental supervisionada realizada no município. Ampliar para 3,3 a média de ação coletiva de escovação dental supervisionada. Ampliar para 3,4 a média de ação coletiva de escovação dental supervisionada. Ampliar para 3,5 a média de ação coletiva de escovação dental supervisionada. Garantir recursos humanos, materiais e equipamentos para atendimento na Atenção Básica Recursos humanos, materiais e equipamentos garantidos. Ampliar a oferta dos serviços conforme necessidades e projetos em acordo com portarias ministeriais de incentivo financeiro Qualificar e ampliar em 10 % a oferta dos serviços de especialidade odontológica Implantar o CEO Manter 100% atualizado os cadastros das unidades no Cadastro nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Ampliar para 3,6 a média de ação coletiva de escovação dental supervisionada. Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada Indicadores de produção: fatura e monitoramento mensal Qualificar e manter a oferta dos serviços de especialidade odontológica Aquisição de materiais, equipamentos e garantia de recursos humanos Qualificar e manter a oferta dos serviços de especialidade odontológica Qualificar e manter a oferta dos serviços de especialidade odontológica Produção de serviços odontológicos Produção de serviços odontológicos Cadastro atualizado 60 Objetivo: Reorganizar o atendimento oferecido à população acamada e em situação de vulnerabilidade ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Garantir recursos humanos considerando as especificidades dos profissionais integrantes da equipes através de concurso público e/ou convênios. Reavaliar os fluxos dos equipamentos de saúde no atendimento a pessoa acamada através de protocolo único e em cumprimento a portarias vigentes, reorganizando o atendimento, através do: PSF e Programa Melhor em Casa Garantir recursos humanos, materiais e equipamentos conforme portarias ministeriais vigentes Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Fortalecer ações de prevenção e diagnóstico precoce de DST/AIDS e HIV em populações vulneráveis. Fortalecer ações de prevenção e diagnóstico precoce de DST/AIDS e HIV em populações vulneráveis. Fortalecer ações de prevenção e diagnóstico precoce de DST/AIDS e HIV em populações vulneráveis. Fortalecer ações de prevenção e diagnóstico precoce de DST/AIDS e HIV em populações vulneráveis. Fortalecer a rede de atenção a saúde da pessoa acamada no município Fortalecer a rede de atenção a saúde da pessoa acamada no município Fortalecer a rede de atenção a saúde da pessoa acamada no município Fortalecer a rede de atenção a saúde da pessoa acamada no município Fortalecer a rede de atenção a saúde da pessoa acamada no município Garantir o funcionamento de 04 EMAD e 01 EMAP na ampliação do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), em acordo com a Portaria nº 2527 de 27 de outubro de 2011, projeto deliberado pela CIB 22/2014 Garantir o funcionamento de 04 EMAD e 01 EMAP na ampliação do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), em acordo com a Portaria nº 2527 de 27 de outubro de 2011, projeto deliberado pela CIB 22/2014 Garantir o funcionamento de 04 EMAD e 01 EMAP na ampliação do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), em acordo com a Portaria nº 2527 de 27 de outubro de 2011, projeto deliberado pela CIB 22/2014 Implantar o Programa Melhor em Casa 61 Indicadores Acompanhamento Equipes em funcionamento Objetivo: Garantir acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política da atenção especializada ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o custeio das Unidades próprias da Atenção Especializada Garantir o acesso aos serviços terapêuticos e diagnósticos de média complexidade próprios do município Garantir o acesso aos serviços terapêuticos e diagnósticos de média complexidade próprios do município Garantir o acesso aos serviços terapêuticos e diagnósticos de média complexidade próprios do município Garantir o acesso aos serviços terapêuticos e diagnósticos de média complexidade próprios do município Garantir a organização do processo de trabalho do departamento da atenção especializada de acordo com as diretrizes das três esferas de governo Desenvolver projeto de qualificação da oferta de média complexidade em 40% dos serviços próprios Desenvolver projeto de qualificação da oferta de média complexidade em 50% dos serviços próprios Desenvolver projeto de qualificação da oferta de média complexidade em 60% dos serviços próprios Desenvolver projeto de qualificação da oferta de média complexidade em 70% dos serviços próprios Ampliar serviços próprios de acordo com as demandas existentes Ampliar em 5% a oferta dos serviços próprios de média complexidade Ampliar em 2% a oferta dos serviços próprios de média complexidade Ampliar em 1% a oferta dos serviços próprios de média complexidade Manter a oferta dos serviços próprios de média complexidade Produção de serviços Monitorar escalas de serviço e dados CNES, ferramentas de avaliação da produção dos serviços Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo. Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo. Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo. Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo. Cadastro no CNES e Sistemas de Informações vigentes Garantir o custeio e incrementos necessários de recursos humanos, despesa permanente e insumos; e viabilizar o Fortalecer e qualificar as unidades próprias da atenção especializada que atendem doenças crônicas Fortalecer e qualificar as unidades próprias da atenção especializada que atendem doenças Fortalecer e qualificar as unidades próprias da atenção especializada que Fortalecer e qualificar as unidades próprias da atenção especializada que atendem doenças 62 Indicadores Acompanhamento Monitoramento das ações da Atenção Especializada Monitoramento das ações cumprimento da PAM, atendendo a Portaria vigente. transmissíveis, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde crônicas transmissíveis, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde atendem doenças crônicas transmissíveis, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde crônicas transmissíveis, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde Objetivo: Fortalecer as ações do Complexo Regulador nas redes de atenção, visando à integralidade do atendimento ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Desenvolver ações visando qualificar o Complexo Regulador. Garantir a educação permanente dos profissionais, através de capacitações e participação em eventos relacionados Viabilizar o aumento da oferta de serviços de media e alta complexidade de acordo com a disponibilidade financeira e orçamentária, pleiteando aumento de recursos MAC, junto ao Ministério da Saúde. Habilitar serviços especializados próprios, conveniados e/ou contratados junto ao Ministério da Saúde. Acompanhar, avaliar e monitorar o cumprimento do teto financeiro referente às cirurgias eletivas junto aos prestadores Manter contratos, convênios, e/ou contratualização com prestadores de serviços de MAC sob gestão municipal Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Adequar e Modernizar a estrutura física da Central de Agendamento de Consultas, Exames e Autorizações de Média e Alta Complexidade Qualificar o Complexo Regulador Qualificar o Complexo Regulador Qualificar o Complexo Regulador Viabilizar a ampliação de 5% da oferta de procedimentos de média e alta complexidade do município Viabilizar a ampliação de 5% da oferta de procedimentos de média e alta complexidade do município Viabilizar a ampliação de 5% da oferta de procedimentos de média e alta complexidade do município Viabilizar a ampliação de 5% da oferta de procedimentos de média e alta complexidade do município Ampliar o financiamento com recursos federais para ações de média e alta complexidade Ampliar o financiamento com recursos federais para ações de média e alta complexidade Ampliar o financiamento com recursos federais para ações de média e alta complexidade Ampliar o financiamento com recursos federais para ações de média e alta complexidade Adequar e incrementar contratos, convênios e contratualizações com prestadores de serviço de MAC, sob gestão municipal Manter contratos, convênios, e/ou contratualização com prestadores de serviços Manter contratos, convênios, e/ou contratualização com prestadores de Manter contratos, convênios, e/ou contratualização com prestadores de serviços 63 Indicadores Acompanhamento Produção de serviços de MAC sob gestão municipal serviços de MAC sob gestão municipal de MAC sob gestão municipal Implantar e acompanhar o módulo regulação do sistema informatizado SISSONLINE junto aos prestadores Informatizar 50% dos exames de Média e Alta Complexidade nos prestadores Informatizar 70% dos exames de Média e Alta Complexidade nos prestadores Informatizar 80% dos exames de Média e Alta Complexidade nos prestadores Implantar, monitorar e avaliar o módulo de patologia clínica no prontuário eletrônico no sistema SISSAÚDE Informatizar e regular 100% dos exames de patologia clínica nas Unidades de Saúde Informatizar e regular 100% dos exames de patologia clínica nas Unidades de Saúde Informatizar e regular 100% dos exames de patologia clínica nas Unidades de Saúde Informatizar e regular 100% dos exames de patologia clínica nas Unidades de Saúde Implantar 01 protocolo de regulação Implantar 01 protocolo de regulação Implantar 01 protocolo de regulação Implantar 01 protocolo de regulação Implementar o controle e avaliação das ações da DERAC Implementar o controle e avaliação das ações da DERAC Implementar o controle e avaliação das ações da DERAC Implementar o controle e avaliação das ações da DERAC Acompanhar, avaliar e monitorar o cumprimento do teto financeiro referente às cirurgias eletivas junto aos prestadores Acompanhar, avaliar e monitorar o cumprimento do teto financeiro referente às cirurgias eletivas junto aos prestadores Elaboração feita pelos técnicos da Central Regulação e Supervisão Ambulatorial e Hospitalar Disponibilizar relatório quadrimestral dos dados consolidados no Painel de Monitoramento Monitorar o cumprimento do projeto de cirurgias eletivas pelos prestadores municipais Acompanhar, avaliar e monitorar o cumprimento do teto financeiro referente às cirurgias eletivas junto aos prestadores Informatizar 95% dos exames de Média e Alta Complexidade nos prestadores Protocolo implantado Acompanhar, avaliar e monitorar o cumprimento do teto financeiro referente às cirurgias eletivas junto aos prestadores Objetivo: Fortalecer a rede hierarquizada de reabilitação do município ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Garantir o funcionamento das unidades de reabilitação de serviços próprios através de custeio (RH conforme legislação Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o acesso dos munícipes nos serviços de reabilitação do município Garantir o acesso dos munícipes nos serviços de reabilitação do município Garantir o acesso dos munícipes nos serviços de reabilitação do município Garantir o acesso dos munícipes nos serviços de reabilitação do município 64 Indicadores Acompanhamento vigente, despesa permanente e insumos) e convênios. Facilitar o acesso dos munícipes aos serviços de reabilitação Objetivo: Fortalecer as ações de Promoção da Alimentação Saudável e implementar o monitoramento em situações de Risco para Doenças e Agravos Previsíveis. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Implantar protocolos que orientem a organização dos cuidados relativos à alimentação e nutrição na rede de atenção à saúde e normatize os critérios para o acesso a alimentos para fins especiais de modo a promover a equidade e a regulação no acesso a esses produtos. Implementar os Programas de Alimentação e Nutrição na rede de atenção a saúde com aprimoramento dos fluxos e articulação intersetorial Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Implementar o serviço de nutrição visando à promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de agravos de origem nutricional Implementar o serviço de nutrição em 10% visando à promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de agravos Implementar o serviço de nutrição em 10% visando à promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de agravos Implementar o serviço de nutrição em 10% visando à promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de agravos Garantir a continuidade dos programas vigentes do âmbito da nutrição e alimentação pertinentes à saúde. Garantir a continuidade dos programas vigentes do âmbito da nutrição e alimentação. Garantir a continuidade dos programas vigentes do âmbito da nutrição e alimentação. Implementar os programas do âmbito da nutrição e alimentação pertinentes à Saúde em todas as Unidades de Saúde e garantir a continuidade dos programas vigentes junto a outros órgãos envolvidos (Secretaria Municipal de 65 Indicadores Acompanhamento N° de profissionais capacitados.N° de cuidadores de pacientes capacitados.N° de pacientes monitorados no SISVAN a partir dos dados antropométricos.N° de pacientes cadastrados no programa de Dieta industrializada N° de visitas domiciliares realizadas por Unidade de saúde. N° de beneficiários dos programas de alimentação. N° de capacitações realizadas com os profissionais envolvidos nos programas Educação e Assistência Social) Aprimorar articulação intersetorial e desenvolver estratégias de comunicação para sensibilização dos munícipes Fortalecer as ações de promoção de alimentação saudável Fortalecer as ações de promoção de alimentação saudável nos Distritos. Fortalecer as ações de promoção de alimentação saudável nos Distritos. Fortalecer as ações de promoção de alimentação saudável nos Distritos. Ampliar e aprimorar o tratamento de sobrepeso e obesidade de forma intersetorial e discutir a linha de cuidado. . Implantar e implementar grupos de reeducação alimentar infantil e adulto Implantar e implementar grupos de reeducação alimentar infantil e adulto nos Distritos. Implantar e implementar grupos de reeducação alimentar infantil e adulto nos Distritos. Implantar e implementar grupos de reeducação alimentar infantil e adulto nos Distritos. Ampliar a vigilância alimentar e nutricional da população adstrita com vistas à estratificação de risco para o cuidado do sobrepeso e obesidade. Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em adultos e idosos priorizando os portadores de diabetes nas Unidades Básicas de Saúde Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em adultos e idosos priorizando os portadores de diabetes nas Unidades Básicas de Saúde dos Distritos l Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em adultos e idosos priorizando os portadores de diabetes nas Unidades Básicas de Saúde dos Distritos V Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em adultos e idosos priorizando os portadores de diabetes nas Unidades Básicas de Saúde dos Distritos ll Realizar a vigilância alimentar e nutricional da população adstrita com vistas à estratificação de risco para o cuidado da obesidade e desnutrição. Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em crianças e gestantes Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em crianças e gestantes nos distritos de saúde Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em crianças e gestantes nos distritos de saúde Implementar as ações de vigilância nutricional e alimentar em crianças e gestantes nos distritos de saúde 66 N° de eventos , encontros, cursos e outros referente a promoção da alimentação saudável. N° de pais, professores e alunos participantes de atividades educativas. Relação de materiais educativos elaborados e distribuídos. Estado Nutricional dos participantes dos grupos Relatórios do SISVAN. N° de grupos de reeducação alimentar adulto e infantil por Distritos. Nº de indivíduos acompanhados/Relatórios - SISVAN. Nº de indivíduos acompanhados/Relatórios - SISVAN. Qualificar os técnicos visando o aprimoramento do serviço de nutrição e alimentação. Garantir a atualização e formação continuada dos nutricionistas. Garantir a atualização e formação continuada dos nutricionistas. Garantir a atualização e formação continuada dos nutricionistas. N° de profissionais capacitados. Nº de grupos de estudos realizados. % de profissionais que participaram de congressos, encontros e outros Garantir a atualização e formação continuada dos nutricionistas. Objetivo: Implementar, fortalecer e aperfeiçoar as iniciativas prioritárias da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem - PNAISH ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Desenvolver estratégias para implantação da Atenção Integral a Saúde do Homem nos Distritos de Saúde, com o incremento de profissionais e a implantação de protocolos de atendimento na Atenção Básica e Atenção Especializada Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Implantar ações visando a atenção integral à Saúde do Homem Garantir ações visando a atenção integral à Saúde do Homem na Sede do município. Garantir ações visando a atenção integral à Saúde do Homem na Sede do município. Garantir ações visando a atenção integral à Saúde do Homem na Sede do município. Indicadores Acompanhamento Produção de serviços. Protocolos implantados. Diretriz 2 – Aprimoramento da Rede de Atenção às Urgências, com expansão e adequação de Unidades de Pronto Atendimento, de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência e centrais de regulação, articulada às outras redes de atenção. Fortalecimento do papel dos serviços de urgência e emergência do município como integrante do cuidado no território e regulador da classificação de risco, em especial nos casos de doentes crônicos agudizados, visando a fixação na respectiva área de abrangência Objetivo: Implementação da Rede de Atenção às Urgências ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES - Dar continuidade no processo de adequação de recursos humanos nas Unidades de Urgência garantindo melhoria Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o funcionamento das Unidades de Urgência e Emergência Garantir o funcionamento das Unidades de Urgência e Emergência Garantir o funcionamento das Unidades de Urgência e Emergência Garantir o funcionamento das Unidades de Urgência e Emergência 67 Indicadores Acompanhamento Monitoramento das ações de Urgência e Emergência salarial das categorias de enfermagem e de apoio; - Garantir materiais permanentes, insumos e serviços nas Unidades de Urgência e Central de Remoção; – Contratação/alocação no CME (Centro Municipal de Emergência) de novos profissionais: Nutricionista; Assistente Social e Fisioterapeuta Capacitação dos profissionais para realização de notificações compulsórias Manter em 100% o número de Unidades de Urgência e Emergência com serviço de notificação contínua da violência doméstica, sexual e/ou outras formas de violências, assim como acidentes de trabalho e biológicos. Manter em 100% o número de Unidades de Urgência e Emergência com serviço de capacitação dos profissionais e notificação contínua do acidente biológico,da violência doméstica, sexual e/ou outras formas de violências ao ano. Manter em 100% o número de Unidades de Urgência e Emergência com serviço de capacitação dos profissionais e notificação contínua do acidente biológico,da violência doméstica, sexual e/ou outras formas de violências ao ano. Manter em 100% o número de Unidades de Urgência e Emergência com serviço de capacitação dos profissionais e notificação contínua do acidente biológico,da violência doméstica, sexual e/ou outras formas de violências ao ano. Proporção de unidades de saúde com serviço de notificação de violência implantada - Fortalecer a integração entre os serviços de atendimento pré hospitalar móvel e fixo Garantir que 100% dos munícipes acidentados e reguladas pelo 192 sejam assistidos de acordo com a gravidade presumida. Garantir que 100% dos munícipes acidentados e reguladas pelo SAMU 192 sejam assistidos de acordo com a gravidade presumida. Garantir que 100% dos munícipes acidentados e reguladas pelo SAMU 192 sejam assistidos de acordo com a gravidade presumida. Garantir que 100% dos munícipes acidentados e reguladas pelo SAMU 192 sejam assistidos de acordo com a gravidade presumida. Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente. Garantir capacitação, manutenção preventiva e informatização na rede de urgência Manter em 100% a Cobertura do serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) do município. Manter em 100% a Cobertura do serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) do município. Manter em 100% a Cobertura do serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) do município. Cobertura do serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192). - Capacitação dos profissionais nas Unidades de Urgência; - manutenção preventiva das ambulâncias e detodos os equipamentos das unidades de urgência; 68 - Informatização do serviço. Objetivo: Qualificar a Rede de Atenção às Urgências ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Cronograma de visitas as Unidades de Urgência para inspeção sanitária. 100% de inspeções sanitárias nas Unidades de Urgência 100% de inspeções sanitárias nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA). 100% de inspeções sanitárias nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA). 100% de inspeções sanitárias nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Implementação dos protocolos de acolhimento e classificação de risco garantindo os recursos humanos necessários Manter em 100% o Acolhimento com Classificação de risco no Centro Municipal de Emergência Manter em 100% o Acolhimento com Classificação de risco nas Unidades de Urgência e Emergência. Manter em 100% o Acolhimento com Classificação de risco nas Unidades de Urgência e Emergência. Manter em 100% o Acolhimento com Classificação de risco nas Unidades de Urgência e Emergência. Número de pacientes classificados Dar continuidade ao projeto de reforma e ampliação das Unidades de Emergência do município. Garantir a modernização tecnológica dos equipamentos de urgência e emergência. Promover a modernização tecnológica e adequações na estrutura física das Unidades de Urgência e Emergência Promover a modernização tecnológica e adequações na estrutura física das Unidades de Urgência e Emergência Promover a modernização tecnológica e adequações na estrutura física das Unidades de Urgência e Emergência Promover a modernização tecnológica e adequações na estrutura física das Unidades de Urgência e Emergência Número de Urgência e Emergência. reformadas e ampliadas. Instalar a base da central do 192 no Centro Municipal de Emergência Central implantada Indicadores Acompanhamento Taxa de inspeções sanitárias em Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Diretriz 3 – Promoção da atenção integral à saúde da mulher e da criança e implantação da “Rede Cegonha”, com ênfase nas áreas e populações de maior vulnerabilidade. 69 Objetivo: Reorganizar a Rede de Atenção à Saúde da Mulher para garantia do acesso, acolhimento e resolutividade ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Monitorar e avaliar o número de consultas de pré-natal realizado nas unidades básicas de saúde, através do SISPRENATAL Promover a discussão e implantação de políticas públicas no município para o incentivo a realização do parto normal. Viabilizar a implantação de um Centro de Parto normal no município. Promover a integração da gestante com as instituições hospitalares, através dos grupos de gestantes. Repassar às Unidades de Saúde os resultados de sífilis em gestantes notificados pelo Laboratório Municipal e monitorar a ocorrência de sífilis em gestantes; Identificar e garantir acompanhamento pré- natal para 90% das gestantes de risco usuárias de drogas com diagnóstico de sífilis Realizar busca ativa de gestantes usuárias de drogas faltosas no pré- natal pelas UBS/PSF. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 80% das gestantes do município realizando pelo menos 7 consultas de prénatal. 80% das gestantes do município realizando pelo menos 7 consultas de pré-natal. 85 % das gestantes do município realizando pelo menos 7 consultas de pré-natal. Ampliar em 10% a proporção de parto normal no município Ampliar em 10% a proporção de parto normal no município Ampliar em 10% a proporção de parto normal no município Ampliar em10% a proporção de parto normal no município Proporção de partos normais no município Santa Casa – A partir do 5º mês da gestação - 100% Santa Casa – A partir do 5º mês de gestação – 100% Santa Casa - A partir do 5 º mês de gestação – 100% Santa Casa – A partir do 5 º mês de gestação – 100% Proporção de mulheres vinculadas ao local de ocorrência do parto. Implantar o acesso ao teste rápido de sífilis nas gestantes usuárias do SUS na região, segundo o protocolo de pré-natal proposto pela "Rede Cegonha". Aumentar em 10% o acesso ao teste rápido de sífilis nas gestantes usuárias do SUS na região, segundo o protocolo de pré-natal proposto pela "Rede Cegonha". Aumentar em 10% o acesso ao teste rápido de sífilis nas gestantes usuárias do SUS na região, segundo o protocolo de pré-natal proposto pela "Rede Cegonha". Aumentar em 10% o acesso ao teste rápido de sífilis nas gestantes usuárias do SUS na região, segundo o protocolo de pré-natal proposto pela "Rede Cegonha". Proporção de gestantes usuárias do SUS que realizaram teste rápido para a sífilis. Identificar e garantir acompanhamento pré natal para 90% das gestantes de risco usuárias de drogas com diagnóstico de sífilis Identificar e garantir acompanhamento pré natal para 90% das gestantes de risco usuárias de drogas com diagnóstico de sífilis Identificar e garantir acompanhamento pré natal para 90% das gestantes de risco usuárias de drogas com diagnóstico de sífilis Identificar e garantir acompanhamento pré natal para 90% das gestantes de risco usuárias de drogas com diagnóstico de sífilis Nº de gestantes com sífilis usuários de drogas tratadas adequadamente/ Nº de gestantes com sífilis usuários de drogas 70 Meta Anual 2017 90% das gestantes do município realizando pelo menos 7 consultas de pré-natal. Indicadores Acompanhamento Proporção nascidos vivos de mães com no mínimo sete consultas de prénatal. Investigar os óbitos maternos e os óbitos em mulheres em idade fértil (MIF) por causas presumíveis de morte materna no município Manter a investigação dos óbitos maternos e os óbitos em mulheres em idade fértil (MIF) por causas presumíveis no município Manter a investigação dos óbitos maternos e os óbitos em mulheres em idade fértil (MIF) por causas presumíveis no município Manter a pactuação com hospitais conveniados com direito à acompanhante 100% de gestantes com acompanhante durante internação para realização do parto. 100% de gestantes com acompanhante durante internação para realização do parto. Garantir 95 % das gestantes inscritas no SISPRENATAL adequadamente imunizadas contra o tétano Garantir 95 % das gestantes inscritas no SISPRENATAL adequadamente imunizadas contra o tétano Estimular a alimentação do SISPRENATAL WEB monitorar a situação vacinal das gestantes, realizar busca ativa oportuna da gestantes faltosas Manter a investigação dos óbitos maternos e os óbitos em mulheres em idade fértil (MIF) por causas presumíveis no município 100% de gestantes com acompanhante durante internação para realização do parto. Garantir 95 % das gestantes inscritas no SISPRENATAL adequadamente imunizadas contra o tétano Manter a investigação dos óbitos maternos e os óbitos em mulheres em idade fértil (MIF) por causas presumíveis no município Proporção de óbitos maternos e de mulheres em idade fértil (MIF) por causas presumíveis de morte materna investigados. 100% de gestantes com acompanhante durante internação para realização do parto. Proporção de gestantes com acompanhante durante internação para realização do parto. Garantir 95 % das gestantes inscritas no SISPRENATAL adequadamente imunizadas contra o tétano Cobertura de gestantes vacinadas contra o tétano conforme protocolo de vacinação Objetivo:Fortalecer e ampliar as ações de prevenção, detecção precoce e tratamento oportuno do Câncer de Mama e do Colo do Útero ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES - Estimular a coleta do exame citopatológicocérvico vaginal na população alvo; - Avaliar o acesso de mulheres de 25 a 59 anos em situação de risco à coleta de Papanicolaou (risco =nunca colheram exame; último exame há mais de 3 anos; resultado anterior alterado) Estimular a realização de mamografias em mulheres de 50 a 69 anos Meta Anual 2014 Ampliar em 10% a realização de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos Ampliar em 10% o número de mamografias realizadas Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Ampliar em 10% de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 64 anos e a população feminina na mesma faixa etária. Ampliar em 10% de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 64 anos e a população feminina na mesma faixa etária. Ampliar em 10% de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 64 anos e a população feminina na mesma faixa etária. Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 64 anos e a população feminina na mesma faixa etária. Ampliar em 10% o número de mamografias realizadas em mulheres Ampliar em 10% o número de mamografias Ampliar em 10 % o número de mamografias realizadas em mulheres Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e 71 Indicadores Acompanhamento Manter a busca ativa junto às unidades de saúde das lesões de alto grau Monitorar mulheres com mamografias alteradas com seguimento informado em mulheres de 50 a 69 anos de 50 a 69 e população da mesma faixa etária. Manter em 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com diagnóstico de lesões intraepiteliais de alto grau de colo de útero. Manter em 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com diagnóstico de lesões intra-epiteliais de alto grau de colo de útero. Manter 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com mamografias com resultados alterados Manter 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com mamografias com resultados alterados realizadas em mulheres de 50 a 69 e população da mesma faixa etária. Manter em 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com diagnóstico de lesões intra-epiteliais de alto grau de colo de útero. Manter 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com mamografias com resultados alterados de 50 a 69 e população da mesma faixa etária. população da mesma faixa etária. Manter em 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com diagnóstico de lesões intra-epiteliais de alto grau de colo de útero. Seguimento/tratamento informado de mulheres com diagnóstico de lesões intra-epiteliais de alto grau de colo de útero. Manter 100% de seguimento/tratamento informado de mulheres com mamografias com resultados alterados Seguimento/tratamento informado de mulheres com mamografias com resultados alterados. Objetivo:Reorganizar a Rede de Atenção à Saúde da Criança para garantia do acesso, acolhimento e resolutividade ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Manter a taxa de mortalidade infantil abaixo de 8,0/1000 nascidos vivos Manter a taxa de mortalidade infantil abaixo de 8,0/1000 nascidos vivos Manter a taxa de mortalidade infantil abaixo de 8,0/1000 nascidos vivos Manter a taxa de mortalidade infantil abaixo de 8,0/1000 nascidos vivos Taxa de mortalidade infantil. Investigar os óbitos infantil e fetal no município Investigar 100% dos óbitos infantil e fetal no município Investigar 100% dos óbitos infantil e fetal no município Investigar 100% dos óbitos infantil e fetal no município Investigar 100% dos óbitos infantil e fetal no município Proporção de óbitos infantis e fetais investigados Desenvolver ações educativas quanto a importância da vacinação; realizar Garantir 95% das crianças menores de 5 anos adequadamente vacinadas Garantir 95% das crianças menores de 5 Garantir 95% das crianças menores de 5 Garantir 95% das crianças menores de 5 Cobertura vacinal em menores de 1 ano , 1º e 2º reforço na população Implantar estratégias que visem o fortalecimento da rede de assistência ao pré-natal, parto, puerpério e puericultura. Incentivar, promover e apoiar o aleitamento materno. 72 Indicadores Acompanhamento sistematicamente a busca de crianças faltosas Implantação do Comitê de Mortalidade Materno e Infantil anos adequadamente vacinadas anos adequadamente vacinadas anos adequadamente vacinadas Garantir o funcionamento do Comitê Mortalidade Materno e Infantil Garantir o funcionamento do Comitê Mortalidade Materno e Infantil Garantir o funcionamento do Comitê Mortalidade Materno e Infantil Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Organizar a Linha de cuidado do adolescente Fortalecer a linha de cuidado integral do adolescente Implantar a ficha de atendimento específico do adolescente no PEP Manter a linha de cuidado em funcionamento adequado Implantar um grupo de adolescentes de referência Garantir o funcionamento dos grupos de adolescentes existentes e ampliar a implantação em mais um distrito de saúde Garantir o funcionamento dos grupos de adolescentes existentes e ampliar a implantação em mais um distrito de saúde Garantir o funcionamento dos grupos de adolescentes existentes e ampliar a implantação em mais um distrito de saúde Ampliar para 75 % a cobertura vacinal contra hepatite B em adolescentes de 11 a 19 anos e atualizar demais vacinas indicadas para a faixa etária Ampliar para 75 % a cobertura vacinal contra hepatite B em adolescentes de 11 a 19 anos e atualizar demais vacinas Ampliar para 75 % a cobertura vacinal contra hepatite B em adolescentes de 11 a 19 anos e atualizar demais vacinas indicadas para a faixa etária Comitê de Mortalidade Materno e Infantil implantado e garantia do funcionamento do mesmo. de 1 a 5 anos por tipo de vacina. Objetivo:Implementar a Política Municipal para Adolescentes ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Mapear a rede de serviços para assistência integral ao adolescente. Elaborar fluxos de atendimento. Fortalecer a rede de proteção ao adolescente, promovendo ações intersetoriais para prevenção do uso de álcool e drogas. Garantir o funcionamento do grupo de adolescentes com equipe multiprofissional. Facilitar o acesso dos adolescentes na Atenção Básica Desenvolver ações sistemáticas de orientação e vacinação nas escolas públicas (municipais e estaduais) e privadas, visando a conclusão dos esquemas vacinais contra hepatite B e demais vacinas indicadas para a Ampliar para 75 % a cobertura vacinal contra hepatite B em adolescentes de 11 a 19 anos e atualizar demais vacinas indicadas para a faixa etária 73 Indicadores Acompanhamento Cobertura vacinal contra Hepatite B em pessoas de 11 a 19 anos faixa etária; Desenvolver ações em parceria com os profissionais envolvidos no PSE e Saúde na Escola (DST/AIDS) indicadas para a faixa etária Objetivo: Implementar as ações de planejamento familiar nas Unidades de Saúde do município ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Promover capacitação e educação continuada aos profissionais envolvidos no Planejamento Familiar nos 05 Distritos de Saúde Promover capacitação e educação continuada aos profissionais envolvidos no Planejamento Familiar nos 05 Distritos de Saúde Meta Anual 2017 Promover capacitação e educação continuada aos profissionais envolvidos no Planejamento Familiar nos 05 Distritos de Saúde Promover capacitação e educação continuada para os profissionais. Capacitar os ginecologistas em métodos contraceptivos. Promover capacitação e educação continuada aos profissionais envolvidos no Planejamento Familiar. Aquisição/Produção de material educativo em saúde sexual e reprodutiva. Disponibilizar material educativo para todas as Unidades Básicas de Saúde Disponibilizar material educativo para todas as Unidades Básicas de Saúde Promover cirurgias do Programa Planejamento Familiar Cirurgias realizadas na Santa Casa de Misericórdia de São João da Barra. Cirurgias do Programa Planejamento Familiar Cirurgias do Programa Planejamento Familiar Cirurgias do Programa Planejamento Familiar Ofertar distribuição da medicação contraceptiva Garantir a distribuição da medicação contraceptiva Garantir a distribuição da medicação contraceptiva Garantir a distribuição da medicação contraceptiva Garantir a distribuição da medicação contraceptiva Disponibilizar material educativo para todas as Unidades Básicas de Saúde Disponibilizar material educativo para todas as Unidades Básicas de Saúde Indicadores Acompanhamento Nº de profissionais capacitados 100% Nº de materiais educativos disponibilizados 60% Diretriz 4 – Fortalecimento da rede de saúde mental, com ênfase no enfrentamento da dependência de crack e outras drogas. Objetivo: Ampliar o acesso à Atenção Psicossocial da população em geral, de forma articulada com os demais pontos de atenção em saúde e outros pontos intersetoriais ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 74 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Garantir o funcionamento das unidades de saúde mental (custeio de recursos humanos, materiais e equipamentos e incrementos que se fizerem necessário) Garantir o acesso dos munícipes aos serviços de saúde mental Efetivar o credenciamento do CAPS 1 Garantir o acesso dos munícipes aos serviços de saúde mental Garantir o acesso dos munícipes aos serviços de saúde mental Garantir o acesso dos munícipes aos serviços de saúde mental Garantir o credenciamento do CAPS 1 Manter credenciamento do CAPS 1 Manter credenciamento do CAPS 1 Manter credenciamento do CAPS 1 Efetivar o credenciamento do ambulatório de álcool e drogas Garantir credenciamento para 2014 Garantir o credenciamento do CAPS ad Manter credenciamento do CAPS ad Manter credenciamento do CAPS ad Efetivar o credenciamento do CAPS infantil ------------------------------- ------------------------------- ------------------------------- Garantir credenciamento do CAPS i Implantação de 4 leitos psiquiátricos em HG Garantir Implantação de 4 leitos psiquiátricos em HG Implantação do ambulatório ampliado de saúde mental Garantir credenciamento em 2014 Manter o credenciamento dos leitos psiquiátricos em HG Garantir Implantação do ambulatório ampliado de saúde mental Manter o credenciamento dos leitos psiquiátricos em HG Manter o funcionamento do ambulatório ampliado de saúde mental Manter o credenciamento dos leitos psiquiátricos em HG Manter o funcionamento do ambulatório ampliado de saúde mental Implantação de 01 UA (Unidade Acolhimento) Implantação em 2017 Garantir a Implantação de 01 UA Manter a UA Manter a UA Implantação de 01 UAI (Unidade Acolhimento Infantil) Implantar em 2017 Garantir Implantação de 01 UAI Manter UAI Manter UAI Implantação de 2 residências terapêuticas Implantar no segundo semestre de 2015 Garantir implantação de 2 residências terapêuticas Manter as 2 residências terapêuticas Manter as 2 residências terapêuticas Implementação da estratégia de acompanhamento terapêutico domiciliar Implantar projetos de articulação e integração em rede nas diversas áreas pára prevenção de uso de drogas Moradia assistida em 2014 ------------------------------- Garantir a implantação dos projetos de articulação e integração em rede nas diversas áreas para prevenção de uso de drogas a partir de 2014 Manter e ampliar projetos de articulação e integração em rede nas diversas áreas pára prevenção de uso de drogas 75 Garantir a implementação de acompanhamento terapêutico domiciliar Manter e ampliar projetos de articulação e integração em rede nas diversas áreas pára prevenção de uso de drogas Manter acompanhamento terapêutico domiciliar Manter e ampliar projetos de articulação e integração em rede nas diversas áreas pára prevenção de uso de drogas Implemento de novas oficinas e atividades externas em parceria com outros serviços da rede Inter setorial Garantir novas oficinas e atividades externas em parceria com outros serviços da rede Inter setorial a partir de 2015 Ampliação da rede ambulatorial de Saúde Mental Dar sustentação aos serviços já implantados Readequar recursos humanos qualificados nas unidades próprias da atenção especializada Adequar infra-estrutura das unidades Promover a implantação do prontuário eletrônico (informatização) Revisar e instituir fluxos e protocolos para integralidade das ações de saúde mental Garantir a organização do processo de trabalho e supervisão clinica institucional das equipes Monitorar escalas de serviço e dados CNES, ferramentas de avaliação da produção dos serviços. Qualificar 10 % dos serviços da rede de atenção psicossocial Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo Manter oficinas e atividades externas em parceria com outros serviços da rede Inter setorial Manter a rede ambulatorial de Saúde Mental Manter oficinas e atividades externas em parceria com outros serviços da rede Inter setorial Manter oficinas e atividades externas em parceria com outros serviços da rede Inter setorial Manter rede ambulatorial de Saúde Mental Manter rede ambulatorial de Saúde Mental Qualificar 10 % dos serviços da rede de atenção psicossocial Qualificar 10 % dos serviços da rede de atenção psicossocial Qualificar 10 % dos serviços da rede de atenção psicossocial Centros de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (CAPS/AD) Qualificados Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo Manter 100 % atualizados os cadastros das unidades no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e dados nos Sistemas de Informações instituídos nas três esferas de governo Cadastro CNES Diretriz 5 – Garantia da atenção integral à saúde da pessoa idosa e dos portadores de doenças crônicas, com estímulo ao envelhecimento ativo e fortalecimento das ações de promoção e prevenção. 76 Objetivo: Aprimorar a assistência da pessoa idosa e dos portadores de doenças crônicas, com estímulo ao envelhecimento ativo, mediante qualificação da gestão e das redes de Atenção ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Intensificar as ações intersetoriais; Hiperdia; Concretizar a implantação dos protocolos de Assistência ao Portador de Hipertensão e Diabetes mellitus; Protocolos; Implantar protocolo de Combate ao Tabagismo;Monitorar a mortalidade por doenças respiratórias crônicas Reduzir em 2% a taxa de mortalidade prematura (<70 anos) por HAS, DM através da Promoção Social em rede (PSF, CRAS e CREAS) Reduzir em 2% a taxa de mortalidade prematura (<70 anos) por HAS, DM. Reduzir em 2% a taxa de mortalidade prematura (<70 anos) por HAS, DM. Reduzir em 2% a taxa de mortalidade prematura (<70 anos) por HAS, DM. Aprimorar um espaço físico para funcionamento do Programa com disponibilidade de recursos de informática móveis, pessoal qualificado (técnico de informática) para alimentar os dados, assim como ampliar a equipe com profissional de saúde. Garantir a implementação de um espaço físico para funcionamento do Programa com disponibilidade de recursos de informática móveis, pessoal qualificado (técnico de informática) para alimentar os dados, assim como ampliar a equipe com profissional de saúde. Garantir o acompanhamento mensal dos hipertensos e diabéticos Manter o acompanhamento mensal dos hipertensos e diabéticos Manter o acompanhamento mensal dos hipertensos e diabéticos Manter o acompanhamento mensal dos hipertensos e diabéticos Realizar Palestras Educativas em PSFs e Unidades de Saúde Realizar ações educativas nos PSFs para funcionários e usuários. Manter a realização de 14 palestras ano Manter a realização de 14 palestras ano Manter a realização de 14 palestras ano Implementar ações de vigilância e educativas de prevenção de queda e fratura de fêmur em Campanha “Retire o tapetinho” Realizar acompanhamento mensal dos hipertensos e diabéticos nas UBS Garantir insumos para controle da hipertensão e diabetes Indicadores Acompanhamento Taxa de mortalidade prematura (<70 anos) pelo conjunto das quatro principais Doenças Crônicas Não Transmissíveis - DCNT (Doenças do aparelho circulatório, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas) Taxa de internação hospitalar de pessoas 77 pessoas idosas nas Unidades Básicas de Saúde idosas por fratura de fêmur. Implantar um Serviço de Referência para atendimento do idoso. Integrar ações de atenção ao idoso no âmbito do SUS, SUAS e Secretarias Municipais Implementar a Rede de Assistência para atendimento ao idoso e portadores de doenças crônicas. Implementar a Rede de Assistência para atendimento ao idoso e portadores de doenças crônicas. Implementar a Rede de Assistência para atendimento ao idoso e portadores de doenças crônicas. Implementar a Rede de Assistência para atendimento ao idoso e portadores de doenças crônicas. Desenvolver ações intersetoriais com as Secretarias Municipais e Instituições parceiras para viabilizar a estratégia Garantir a estratégia "Cidade Amiga do Idoso" Garantir a estratégia "Cidade Amiga do Idoso" Garantir a estratégia "Cidade Amiga do Idoso" Garantir a estratégia "Cidade Amiga do Idoso" Garantir a ações de civilidade, respeito ao idoso nas escolas Garantir a ações de civilidade, respeito ao idoso nas escola Garantir a ações de civilidade, respeito ao idoso nas escolas Garantir a ações de civilidade, respeito ao idoso nas escolas Implementar ações de civilidade, respeito ao idoso na escola, desde os primeiros anos, compreensão quanto as limitações. Implantar um Centro Dia para acolhimento do idoso por umaequipe multidisciplinar Notificar, através das unidades de saúde, os casos de violência/negligência contra o idoso Centro de referência de Parkinson e Alzheimer implantado Casos notificados Diretriz 6 – Redução dos riscos e agravos à saúde da população, por meio das ações de promoção e vigilância em saúde. 78 Objetivo: Fortalecer as ações de vigilância em saúde ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o custeio dos serviços de Vigilância em Saúde Garantir o funcionamento de 100% dos serviços de Vigilância em Saúde Garantir o funcionamento de 100% dos serviços de Vigilância em Saúde Garantir o funcionamento de 100% dos serviços de Vigilância em Saúde Garantir o funcionamento de 100% dos serviços de Vigilância em Saúde Desenvolver ações para ampliar a adesão ao tratamento. Garantir 85% da proporção de cura nas coortes de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera no município. Garantir 85% da proporção de cura nas coortes de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera no município. Garantir 85% da proporção de cura nas coortes de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera no município. Garantir 85% da proporção de cura nas coortes de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera no município. Proporção de cura nas coortes de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera. Promover o diagnóstico precoce e tratamento supervisionado dos casos novos diagnosticados. Garantir 91% a proporção de cura nas coortes de casos novos de hanseníase no município. Garantir 91% a proporção de cura nas coortes de casos novos de hanseníase no município. Garantir 91% a proporção de cura nas coortes de casos novos de hanseníase no município. Garantir 91% a proporção de cura nas coortes de casos novos de hanseníase no município. Proporção de cura de casos novos de hanseníase diagnosticados nos anos das coortes. Busca de contatos intradomiciliares de casos novos de tuberculose diagnosticada pelas equipes referência das unidades básicas e especializadas em saúde. Garantir que 70% dos contatos intradomiciliares de casos novos de tuberculose sejam examinadas pelas unidades básicas e especializadas em saúde Garantir que 70% dos contatos intradomiciliares de casos novos de tuberculose sejam examinadas pelas unidades básicas e especializadas em saúde Garantir que 70% dos contatos intradomiciliares de casos novos de tuberculose sejam examinadas pelas unidades básicas e especializadas em saúde Garantir que 70% dos contatos intradomiciliares de casos novos de tuberculose sejam examinadas pelas unidades básicas e especializadas em saúde 70% de Contatos intradomiciliares examinados. Aumentar a Busca ativa de casos novos de tuberculose realizada pela unidade básica de saúde de acordo com % mínimo preconizado Implementar as ações para o diagnostico precoce de tuberculose em todas as Unidades de Saúde Implementar as ações para o diagnostico precoce de tuberculose em todas as Unidades de Saúde Implementar as ações para o diagnostico precoce de tuberculose em todas as Unidades de Saúde Implementar as ações para o diagnostico precoce de tuberculose em todas as Unidades de Saúde % de Sintomáticos Respiratórios examinados pela unidade básica de saúde. 79 Indicadores Acompanhamento Oferecer aconselhamento e testagem nos atendimentos individuais para pessoas que apresentarem situações de risco. Controlar taxa de não retorno para a testagem sorológica, e realizar busca quando consentida Aumentar em 2% a triagem sorológica para HIV, VDRL e hepatite B e C no município. Aumentar em 2% a triagem sorológica para HIV, VDRL e hepatite B e C no município. Aumentar em 2% a triagem sorológica para HIV, VDRL e hepatite B e C no município. Aumentar em 2% a triagem sorológica para HIV, VDRL e hepatite B e C no município. Número de testes sorológicos anti-HCV e marcadores para hepatite B realizados no município. Manter em 90 % a proporção de registro de óbitos com causa básica definida no município. Manter em 90% a proporção de registro de óbitos com causa básica definida no município . Manter em 90 % a proporção de registro de óbitos com causa básica definida no município . Manter em 90 % a proporção de registro de óbitos com causa básica definida no município . Proporção de registro de óbitos com causa básica definida. Encerrar oportunamente em 97% as investigações das notificações de agravos compulsórios registradas no SINAN. Encerrar oportunamente em 97% as investigações das notificações de agravos compulsórios registradas no SINAN. Encerrar oportunamente em 97% as investigações das notificações de agravos compulsórios registradas no SINAN. Encerrar oportunamente em 97% as investigações das notificações de agravos compulsórios registradas no SINAN. Desenvolver as ações de investigação, prevenção e controle surtos/epidemias notificados Investigar e desenvolver ações de prevenção, controle oportunamente em 95% dos surtos/epidemias notificados Investigar e desenvolver ações de prevenção, controle oportunamente em 96% dos surtos/epidemias notificados Investigar e desenvolver ações de prevenção, controle oportunamente em 97% dos surtos/epidemias notificados Investigar e desenvolver ações de prevenção, controle oportunamente em 98% dos surtos/epidemias notificados Investigar os óbitos indeterminados, de mulheres em idade fértil, maternos, fetais e infantis Investigar 100% dos óbitos indeterminados, de mulheres em idade fértil, maternos, infantis e fetais no município Investigar 100% dos óbitos indeterminados, de mulheres em idade fértil, maternos, infantis e fetais no município Investigar 100% dos óbitos indeterminados, de mulheres em idade fértil, maternos, infantis e fetais no município Investigar 100% dos óbitos indeterminados, de mulheres em idade fértil, maternos, infantis e fetais no município Implantar Comitê de Investigação de óbitos maternos, infantis, fetais e outros Comitê implantado ___________________ ___________________ ___________________ Discutir e implantar ações para redução da morbimortalidade no Monitorar e desenvolver ações para redução da Morbimortalidade por Monitorar e desenvolver ações para redução da Morbimortalidade por Monitorar e desenvolver ações para redução da Monitorar e desenvolver ações para redução da Morbimortalidade por Articular com SVO- regional mecanismos eficazes para a vigilância dos óbitos Garantir recursos humanos de acordo com o dimensionamento necessário para manutenção do serviço de vigilância epidemiológica e de informação; 80 Proporção de casos de doenças e agravos de notificação compulsória (DNC) encerrados oportunamente após notificação. Nº surtos investigados oportunamente/Nº de surtos notificados Indicadores de internações e mortalidade (SIH, SAI, SIM) município. Monitorar e avaliar os indicadores. Monitorar internações por complicações de HAS e DM na rede SUS. Neoplasias, Hipertensão, Diabetes, Violência e Acidentes. Neoplasias, Hipertensão, Diabetes, Violência e Acidentes. Manter 100% do monitoramento das informações de Internação e mortalidade por Doenças Cerebrovasculares, Doenças isquêmicas do coração e Diabetes Manter 100% do monitoramento das informações de Internação e mortalidade por Doenças Cerebrovasculares, Doenças isquêmicas do coração e Diabetes Manter 100% do monitoramento das informações de Internação e mortalidade por Doenças Cerebrovasculares, Doenças isquêmicas do coração e Diabetes Manter 100% do monitoramento das informações de Internação e mortalidade por Doenças Cerebrovasculares, Doenças isquêmicas do coração e Diabetes Monitoramento das Internações. Manter 100% das informações de Internação e mortalidade por Acidente de Trânsito monitorado e mortalidade por Queda. Manter 100% das informações de Internação e mortalidade por Acidente de Trânsito monitorado e mortalidade por Queda. Monitoramento das Internações. Monitorar as informações de Internações e mortalidade por acidente de transporte. Consolidar a Ficha de Avaliação de Risco para Queda em idosos na rede de atenção básica. Manter 100% das informações de Internação e mortalidade por Acidente de Trânsito monitorado e mortalidade por Queda. Manter 100% das informações de Internação e mortalidade por Acidente de Trânsito monitorado e mortalidade por Queda. Implementar protocolos de enfermagem. Capacitarmédicos e enfermeiros sobre abordagem sindrômica em DST Implementar as ações para o diagnóstico precoce das DST (abordagem sindrômica) Implementar as ações para o diagnóstico precoce das dsts (abordagem sindrômica) Morbimortalidade por Neoplasias, Hipertensão, Diabetes, Violência e Acidentes. Implementar as ações para o diagnóstico precoce das DST (abordagem sindrômica) Neoplasias, Hipertensão, Diabetes, Violência e Acidentes. Implementar as ações para o diagnóstico precoce das DST (abordagem sindrômica) Monitoramento das ações Objetivo: Ampliar ações para fomento da Política de Promoção da Saúde ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Implantar comissão intersetorial para o incentivo à atividade física. Atuar de forma integrada nas ações Implantar 02 Polos do Programa Academia da Saúde com profissional de saúde vinculado. Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Integrar as ações de incentivo à atividade Física das Secretarias Municipais Integrar as ações de incentivo à atividade Física das Secretarias Integrar as ações de incentivo à atividade Física das Secretarias 81 Indicadores Acompanhamento Nº de Pólos do Programa Academia da Saúde com profissional de saúde vinculado de incentivo à atividade física regular com monitoramento dos percentuais de munícipes com pratica de atividade física regular nos Distritos I, II Santo Antonio, III e IV Municipais nos Distritos II Solo Sagrado e V Municipais nos 05 Distritos de Saúde Ampliar as equipes de prevenção e controle do tabagismo, conforme o CRATOD, disponibilizar treinamentos e habilitação para os profissionais. Obs: Identificar profissionais da rede municipal de saúde, antes da capacitação, com perfil para atuação no Programa Municipal de Controle do Tabagismo. Ampliar as equipes de prevenção e controle do tabagismo, conforme o CRATOD disponibilizar treinamentos e habilitação para os profissionais Ampliar as equipes de prevenção e controle do tabagismo, conforme o CRATOD disponibilizar treinamentos e habilitação para os profissionais Ampliar as equipes de prevenção e controle do tabagismo, conforme o CRATOD disponibilizar treinamentos e habilitação para os profissionais Desenvolver Parcerias com as Coordenações vinculadas à Atenção Básica Fortalecer vínculos com outros Programas de Atenção Básica e PSF Desenvolver um melhor sistema de referência e contra-referência relacionados aos usuários do programa, com comunicação direta com outros programas e PSF Desenvolver Parceria no Programa de Saúde Mental Estreitar parceria com a Saúde Mental do Município Desenvolver um melhor sistema de referência e contra-referência relacionados aos usuários do programa Desenvolver um melhor sistema de referência e contrareferência relacionados aos usuários do programa, com comunicação direta com outros programas e PSF Desenvolver um melhor sistema de referência e contrareferência relacionados aos usuários do programa Desenvolver um melhor sistema de referência e contrareferência relacionados aos usuários do programa, com comunicação direta com outros programas e PSF Desenvolver um melhor sistema de referência e contrareferência relacionados aos usuários do programa Divulgar o Programa Municipal de Controle do Tabagismo Divulgar o Programa Municipal de controle do Tabagismo nos canais de comunicação do município e, Divulgar o Programa Municipal de Controle do Tabagismo nos Divulgar o Programa Municipal de Controle do Tabagismo nos Divulgar o Programa Municipal de Controle do Tabagismo nos Ampliar equipes de referência para tratamento do tabagismo 82 Nº equipes treinadas e habilitadas pelo CRATOD Aumentar a atuação do Programa no eixo de prevenção / Educação em Saúde Divulgar a estratégia no município, incentivando a participação de trabalhadores, portadores de doenças crônicas e idosos. Divulgar a estratégia no município, incentivando a participação de trabalhadores, portadores de doenças crônicas e idosos. Capacitar in loco as equipes de Saúde para atuação junto às violências doméstica, sexual e auto-provocada (tentativa de suicídio). principalmente, na própria rede de saúde. canais de comunicação do município e, principalmente, na própria rede de saúde canais de comunicação do município e, principalmente, na própria rede de saúde canais de comunicação do município e, principalmente, na própria rede de saúde Promover eventos, palestras e cursos em escolas, associações e outros órgãos públicos municipais. Promover eventos palestras e cursos em escolas, associações e outros órgãos públicos municipais Promover eventos, palestras e cursos em escolas, associações e outros órgãos públicos municipais Promover eventos, palestras e cursos em escolas, associações e outros órgãos públicos municipais Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Coluna Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Coluna Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Coluna N.º de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Coluna Ampliar em 10% o número de trabalhadores envolvidos na estratégia. Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Respiração Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Respiração Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Respiração N.º de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Respiração Estimular a Vigilância de violência e acidentes através da implantação de uma equipe matricial de apoio às Unidades de Saúde através de Visitas Técnicas Manter a Vigilância de violência e acidentes através de uma equipe matricial de apoio às Unidades de Saúde através de Visitas Técnicas Manter a Vigilância de violência e acidentes através de uma equipe matricial de apoio às Unidades de Saúde através de Visitas Técnicas Manter a Vigilância de violência e acidentes através de uma equipe matricial de apoio às Unidades de Saúde através de Visitas Técnicas Monitoramento das unidades de saúde com serviço de notificação de violência implantada ficha de notificação. Ampliar em 10% o número de munícipes envolvidos na estratégia Escola da Coluna Objetivo: Melhorar a homogeneidade e a cobertura vacinal na rotina e campanhas para prevenção, controle/erradicação das doenças imunopreveniveis ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir logística e recursos necessários para as atividades Garantir 95% das crianças menores de 5 anos Garantir 95% das crianças menores de 5 Garantir 95% das crianças menores de 5 Garantir 95% das crianças menores de 5 83 Indicadores Acompanhamento Coberturas vacinais por faixa etária e tipo de de vacinação (infra-estrutura, rede de frio, recursos materiais e humanos) Garantir os recursos necessários para realização da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite. Multivacinação e Monitoramento das Coberturas vacinais Realizar atividades educativas e trabalho conjunto com o Programa Saúde na Escola para melhoria das coberturas vacinais. adequadamente vacinadas na rotina e na Campanha de vacinação contra a Poliomielite anos adequadamente vacinadas na rotina e na Campanha de vacinação contra a Poliomielite anos adequadamente vacinadas na rotina e na Campanha de vacinação contra a Poliomielite anos adequadamente vacinadas na rotina e na Campanha de vacinação contra a Poliomielite vacina na rotina e campanhas de vacinação Garantir logística e recursos necessários para a realização da campanha Garantir cobertura vacinal de 80% na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza nos grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde Garantir cobertura vacinal de 80% na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza nos grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde Garantir cobertura vacinal de 80% na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza nos grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde Garantir cobertura vacinal de 80% na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza nos grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde Cobertura vacinal Garantir as ações necessárias para manter a estrutura adequada da rede de frio. Adequar e/ou manter a estrutura de rede de frio de 100% das salas de vacinação da rede municipal de saúde Adequar e/ou manter a estrutura de rede de frio de 100% das salas de vacinação da rede municipal de saúde Adequar e/ou manter a estrutura de rede de frio de 100% das salas de vacinação da rede municipal de saúde Adequar e/ou manter a estrutura de rede de frio de 100% das salas de vacinação da rede municipal de saúde Ações realizadas Desenvolver capacitações periódicas para profissionais qualificando as ações de imunização. Objetivo: Estruturar a Vigilância Ambiental ATUAL Metas Plurianuais 2014-2017 84 2013 AÇÕES Realizar as ações de controle da água : SISAGUA Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Realizar 100% das ações pactuadas com a Secretaria de Estado e Ministério da Saúde referente ao programa: SISAGUA. Realizar 100% das ações pactuadas com a Secretaria de Estado e Ministério da Saúde referente ao programa SISAGUA Realizar 100% das ações pactuadas com a Secretaria de Estado e Ministério da Saúde referentes ao programa SISAGUA Manter o monitoramento da água: SISAGUA Executar as ações do Programa de Qualidade da Água, através da coleta de amostras e análise dos parâmetros coliformes totais,cloro residual e turbidez de acordo com a demanda disponibilizada pelo estado. Divulgar os resultados obtidos das amostras de água coletadas Resultados divulgados Discutir ações em conjunto com órgãos estaduais para implantar o Sistema VIGIAR de acordos com as diretrizes apresentadas pela Secretaria de Estado da Saúde. Meta Anual 2017 Realizar 100% das ações pactuadas com a Secretaria de Estado e Ministério da Saúde referentes ao programa SISAGUA Indicadores Acompanhamento 360 amostras de água 360 de laudos/inspeções inseridos nos sistemas de acompanhamento, Realizar 360 amostras de água Ações do VIGIAR implantadas Objetivo: Prevenir e controlar a DENGUE e outras doenças transmitidas por vetores ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES - Manter a estrutura operacional para os agentes de saúde e agentes comunitários. - Executar estudo de viabilidade para projeto de informatização dos processos de trabalho dos Agentes de Saúde. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Executar as ações do Plano de Contingência da Dengue conforme situação epidemiológica (endêmica ou epidêmica) Executar as ações do Plano de Contingência da Dengue conforme situação epidemiológica (endêmica ou epidêmica) 85 Meta Anual 2016 Executar as ações do Plano de Contingência da Dengue conforme situação epidemiológica (endêmica ou epidêmica) Meta Anual 2017 Executar as ações do Plano de Contingência da Dengue conforme situação epidemiológica (endêmica ou epidêmica) Indicadores Acompanhamento - Capacitar Supervisores para o controle de vetores e animais nocivos. - Realizar levantamento amostral anual de índice de infestação de larvas em todo o município - Realizar bloqueios mecânicos, químicos e arrastões através das equipes específicas (BCC, NEB, Agentes de Saúde e Agentes Comunitários). - Desenvolver e coordenar ações e estratégias intersetoriais para eliminação de criadouros em áreas públicas. - Realizar busca ativa de casos suspeitos e/ou positivos em todos os imóveis visitados por Agentes de endemias ou Agentes Comunitários de Saúde. Atender as reclamações com a indicação e/ou execução de medidas de combate tendo em vista a prevenção e controle da ocorrência de diversos vetores (Aedes sp, Culexsp, Anophelessp, Lutzomyiasp) e animais nocivos (aranhas, escorpiões, ratos, carrapatos, percevejos, caramujos, pombos, etc.) - Identificar nas visitas rotineiras dos agentes de endemias / agentes comunitários de saúde, Manter as ações de controle e prevenção da ocorrência de casos secundários de dengue no Município. Atender 100% das denúncias/reclamações registradas nos canais disponibilizados à população relacionadas prevenção e controle da ocorrência de diversos vetores (Aedes sp, Culexsp, Anophelessp, Lutzomyiasp) e animais nocivos (aranhas, escorpiões, ratos, carrapatos, percevejos, caramujos, pombos, etc.) Realizar vigilância e ações de prevenção e controle a vetores/animais nocivos em todos os imóveis Manter as ações de controle e prevenção da ocorrência de casos secundários de dengue nos Distritos. Manter o atendimento das denúncias apresentadas ao Núcleo 86 Manter as ações de controle e prevenção da ocorrência de casos secundários de dengue nos Distritos. Manter as ações de controle e prevenção da ocorrência de casos secundários de dengue nos Distritos. Manter o atendimento das denúncias apresentadas ao Núcleo de Controle de Manter o atendimento das denúncias apresentadas ao Núcleo os imóveis em condições de risco sanitário. - Indicar ao responsável medidas corretivas ou quando necessário orientar ações de limpeza através das equipes locais de Agentes de Endemias /Agentes Comunitários de Saúde e Associação de Carroceiros de São João da Barra. - Identificar nas visitas rotineiras dos agentes de endemias / ACS as áreas em condições de risco sanitário e que assim favoreçam a proliferação de vetores / animais nocivos (pragas urbanas) - Articular e executar ações intersetoriais com objetivo de eliminação e controle de vetores e animais nocivos (pragas urbanas). Elaborar e executar ações educativas para orientação de combate e prevenção voltadas para 100% de vetores e animais nocivos de ocorrência no município identificados nas visitas rotineiras dos agentes de endemias / agentes comunitários de saúde em condições de risco sanitário Articular e executar ações intersetoriais de eliminação e prevenção de vetores e animais nocivos (pragas urbanas) em 100% das áreas identificadas em condições de risco sanitário Realizar ações educativas para orientação de combate e prevenção voltadas para 100% de vetores e animais nocivos de ocorrência no município de Controle de Zoonoses e Vigilância Ambiental Zoonoses e Vigilância Ambiental de Controle de Zoonoses e Vigilância Ambiental Manter 95% dos imóveis visitados e trabalhados, com índice de pendências abaixo de 30% e índice de breteu abaixo de 1,47% Manter 95% dos imóveis visitados e trabalhados, com índice de pendências abaixo de 30% e índice de breteu abaixo de 1,47% Manter 95% dos imóveis visitados e trabalhados, com índice de pendências abaixo de 30% e índice de breteu abaixo de 1,47% Realizar vigilância e ações de prevenção e controle a vetores/animais nocivos em todos os imóveis identificados nas visitas rotineiras dos agentes de saúde / agentes comunitários de saúde em condições de risco sanitário Realizar vigilância e ações de prevenção e controle a vetores/animais nocivos em todos os imóveis identificados nas visitas rotineiras dos agentes de saúde / agentes comunitários de saúde em condições de risco sanitário Realizar vigilância e ações de prevenção e controle a vetores/animais nocivos em todos os imóveis identificados nas visitas rotineiras dos agentes de saúde / agentes comunitários de saúde em condições de risco sanitário 87 Indicadores de produção e de imóveis com risco sanitário visitados (SISAWEB) Objetivo: Implementar ações de prevenção, controle e diagnóstico de zoonoses ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Coordenar as ações para implementar o programa com ONGs, associações, conselhos locais e outros. Ampliar a divulgação das ações. Adequar a estrutura física e de recursos humanos para as atividades de acordo com as normas vigentes. Elaborar e executar campanhas educativas para orientação de combate e prevenção a zoonoses Realizar campanha de vacinação antirrábica em conjunto com o Estado para imunização de cães e gatos. Enviar 100% das amostras pactuadas para diagnóstico da raiva em cães, gatos e morcegos coletados com comportamento suspeito. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Implementar programa de Posse Responsável Implementar programa de Posse Responsável Implementar programa de Posse Responsável Implementar programa de Posse Responsável Manter as ações de vigilância e controle das zoonoses de ocorrência no município Manter as ações de vigilância e controle das zoonoses de ocorrência no município Manter as ações de vigilância e controle das zoonoses de ocorrência no município Manter as ações de vigilância e controle das zoonoses de ocorrência no município Monitoramento das ações Garantir em 80% a vacinação antirrábica dos cães e gatos na campanha nacional Garantir em 80% a vacinação anti-rábica dos cães na campanha nacional Garantir em 80% a vacinação anti-rábica dos cães na campanha nacional Garantir em 80% a vacinação anti-rábica dos cães na campanha nacional Proporção de cães vacinados na campanha de vacinação Manter a vigilância em todos os casos de raiva Manter a vigilância em todos os casos de raiva Manter a vigilância em todos os casos de raiva Manter a vigilância em todos os casos de raiva Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Objetivo: Qualificação e expansão das ações de Vigilância Sanitária ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Implementar a estrutura física (espaço, equipamentos , mobiliários e insumos). Adequação /contratação de recursos humanos para a 88 Indicadores Acompanhamento realização das ações (profissionais e específicos para a área de fiscalização sanitária nível superior e médio). Investidura em cargo (fiscal Sanitário) através de publicação em D.O de ato jurídico legal, do “corpo técnico”; Guarda dos processos e adoção de rotinas e de trânsito processual; Publicação e adoção dos termos jurídicos (T. Intimação, T. Notificação, Auto de Infração etc.); Criação de estrutura administrativa, com pasta financeira para recebimento dos valores oriundos de multas, taxas, repasses financeiros Federais e Estaduais e de produção; Criação de núcleo de planejamento de ações em VISA, orçamentário e de avaliação técnica, assim como de prestação de conta. Manutenção das ações estratégicas intersetoriais (Epidemiologia, ACS, PMCD), e promoção de ações descentralizadas junto ao comércio, Rede de ensino, Associações de bairro, Sindicatos. Promover através do Estado e parcerias com entidades voltadas para a qualificação de mão de obra (Comércio e Serviços de interesse da VISA) nas BPF e posterior certificação (em conjunto com a ANVISA) 70% das ações pactuadas no PAVISA - Plano de Vigilância Sanitária 80% das ações pactuadas no PAVISA Plano de Vigilância Sanitária executadas 89 90% das ações pactuadas no PAVISA Plano de Vigilância Sanitária executadas 100% das ações pactuadas no PAVISA Plano de Vigilância Sanitária executadas Plano de Ações em VISA plenamente elaborado e em funcionamento. (100% PAVISA) com a criação de manuais e sistemas de monitoramento de processos nessas empresas. Avaliar a sistematização junto a ANVISA e MS referente aos medicamentos controlados e antibióticos. Criar canais próprios de denúncias (Ouvidoria) com atendimento minimamente qualificado de modo a otimizar o atendimento as demandas Avaliar os PGRSS dos geradores de resíduos de serviço de saúde prestadores do SUS e da rede particular com a apresentação de seus Manuais, prontos e em funcionamento. Contribuir no processo de contratação de serviços pelo SUS/ Credenciamento, sempre que solicitado, atuando na orientação dos prestadores. Capacitação continuada, com apoio do Estado aos profissionais técnicos da VISA e desenvolver capacitações para o Setor Regulado, conforme cronograma anual. Promover a participação em eventos (Congressos, Simpósios, Conferências, Conselhos) e realizar capacitações no município segundo programação anual. Garantir a capacitação permanente para 70% dos profissionais técnicos da VISA Garantir a capacitação permanente para 80% dos profissionais técnicos da VISA 90 Garantir a capacitação permanente para 90% dos profissionais técnicos da VISA Garantir a capacitação permanente para 100% dos profissionais técnicos da VISA 100% dos profissionais de VISA devidamente capacitados e treinados. Plano de Ações em VISA plenamente elaborado e em funcionamento. (100% PAVISA) Objetivo: Promover ações de vigilância em saúde do trabalhador ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Capacitar e sensibilizar os profissionais da rede municipal de saúde. Monitorar as notificações. Garantir que os casos suspeitos e/ou confirmados de doenças/agravos relacionados ao trabalho sejam notificados no município Garantir que os casos suspeitos e/ou confirmados de doenças/agravos relacionados ao trabalho sejam notificados no município Garantir que os casos suspeitos e/ou confirmados de doenças/agravos relacionados ao trabalho sejam notificados no município Garantir que os casos suspeitos e/ou confirmados de doenças/agravos relacionados ao trabalho sejam notificados no município Notificações de doenças/agravos relacionados ao trabalho Realizar seminários e divulgação das ações do PAST (Programa de Atenção à Saúde do Trabalhador) Realizar campanhas educativas sobre saúde do trabalhador nas empresas do município. Realizar campanhas educativas sobre saúde do trabalhador nas empresas e nos Distritos. Realizar campanhas educativas sobre saúde do trabalhador nas empresas e nos Distritos . Realizar campanhas educativas sobre saúde do trabalhador nas empresas e nos Distritos. N.º de campanhas Garantir estrutura adequada para as ações de vigilância em saúde do trabalhador Adequar a estrutura de vigilância em saúde do trabalhador Manter a estrutura de vigilância em saúde do trabalhador Manter a estrutura de vigilância em saúde do trabalhador Manter a estrutura de vigilância em saúde do trabalhador Objetivo: Implementar e fortalecer a Política Municipal de Saúde do Trabalhador do SUS em conformidade com as diretrizes da Portaria MS n.º 1.823 ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Desenvolver ações para estimular a participação da comunidade, dos trabalhadores e do controle social, articulado com as entidades representativas de trabalhadores do SUS. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Ampliar em 25% as ações previstas na Portaria para os municípios da área da abrangência Ampliar em 25% as ações previstas na Portaria para os municípios da área da abrangência Ampliar em 25% as ações previstas na Portaria para os municípios da área da abrangência Ampliar em 25% as ações previstas na Portaria para os municípios da área da abrangência 91 Indicadores Acompanhamento Ações desenvolvidas Diretriz 7 – Garantia da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS. Objetivo: Garantia da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Realizar reuniões mensais da Comissão de Farmácia e Terapêutica para avaliar as solicitações de inclusão/exclusão de medicamentos, em consonância com critérios epidemiológicos, técnicos, científicos e econômicos. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Publicar a REMUME 2014 Publicar a REMUME 2015 Publicar a REMUME 2016 Publicar a REMUME 2017 Portaria de publicação da REMUME. Objetivo: Garantir a aquisição regular dos medicamentos da REMUME em quantidade e prazo necessários ao abastecimento da rede municipal. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Viabilizar a aquisição dos medicamentos em tempo adequado para atender ao CMM e manter os estoques para regularidade no abastecimento. 100% dos medicamentos da REMUME adquiridos em tempo adequado para atender ao CMM (Consumo médio mensal) 100% dos medicamentos da REMUME adquiridos em tempo adequado para atender ao CMM (Consumo médio mensal) 100% dos medicamentos da REMUME adquiridos em tempo adequado para atender ao CMM (Consumo médio mensal) 100% dos medicamentos da REMUME adquiridos em tempo adequado para atender ao CMM (Consumo médio mensal) Indicadores Acompanhamento Proporção de unidade de medicamentos solicitados e atendidas. Objetivo: Qualificar a gestão da Assistência Farmacêutica por meio do monitoramento de indicadores que determinem a eficiência do serviço. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Garantir o custeio dos serviços de Assistência Farmacêutica Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o funcionamento dos serviços de Assistência Farmacêutica Garantir o funcionamento dos serviços de Assistência Farmacêutica Garantir o funcionamento dos Garantir o funcionamento dos serviços de Assistência Farmacêutica 92 Indicadores Acompanhamento serviços de Assistência Farmacêutica Estabelecer indicadores que permitam medir mudanças nos desfechos em saúde, em consonância com as ações prioritárias de saúde no município. Definir processo de avaliação que aponte para resultados na área de saúde e custos do cuidado. Definir processo de avaliação que aponte para os custos dos custos do cuidado Implantar indicadores definidos Implantar indicadores definidos Indicadores de resultados definidos. Objetivo: Qualificar os processos de trabalho desenvolvidos no âmbito do ciclo da Assistência Farmacêutica para garantir acesso e uso racional dos medicamentos da REMUME. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Rever, publicar normas e capacitar os recursos humanos em todas as etapas da Assistência Farmacêutica. Definir prazos e fluxos de aquisição de medicamentos conjuntamente com o FMS e a Gerência de Compras. Definir cronograma de entrega e os recursos necessários ao seu cumprimento. Realizar a consulta farmacêutica em pacientes identificados segundo critérios definidos. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Rever Manual da Assistência Farmacêutica. Rever Manual da Assistência Farmacêutica. Rever Manual da Assistência Farmacêutica. Rever Manual da Assistência Farmacêutica. Manual publicado. 95% dos medicamentos da REMUME adquiridos através da melhor modalidade de licitação vigente (princípio da economicidade). 95% dos medicamentos da REMUME adquiridos através da modalidade de licitação pregão. 96% dos medicamentos da REMUME adquiridos através da modalidade de licitação pregão. 96% dos medicamentos da REMUME adquiridos através da modalidade de licitação pregão. Proporção valor custo total da farmácia x valor inutilização. 100% dos medicamentos distribuídos pela Farmácia Central de acordo com o cronograma de entrega. 100% dos medicamentos distribuídos pela Farmácia Central de acordo com o cronograma de entrega. 100% dos medicamentos distribuídos pela Farmácia Central de acordo com o cronograma de entrega. Proporção de entregas realizadas de acordo com o cronograma. Realizar consulta farmacêutica em pacientes identificados pela equipe de saúde com necessidade de intervenção. Realizar consulta farmacêutica em pacientes identificados pela equipe de saúde 93 100% dos medicamentos distribuídos pela Farmácia Central de acordo com o cronograma de entrega. Realizar consulta farmacêutica em pacientes identificados pela equipe de saúde Realizar consulta farmacêutica em pacientes identificados pela equipe de saúde Indicadores Acompanhamento Número de consultas farmacêuticas. com necessidade de intervenção. com necessidade intervenção. 40% dos pacientes com DANT atendidos em distintos níveis de assistência identificados e incluídos em consulta farmacêutica. 100% dos medicamentos da REMUME distribuídos às farmácias das Unidades de Saúde em até 30 dias após o pedido cronograma. Estabelecer fluxo de informação e captação de pacientes atendidos nos diversos níveis de assistência do SUS. 20% dos pacientes com DANT atendidos em distintos níveis de assistência identificados e incluídos em consulta farmacêutica. 30% dos pacientes com DANT atendidos em distintos níveis de assistência identificados e incluídos em consulta farmacêutica. Adquirir e monitorar a aquisição de medicamentos para atender ao consumo médio mensal. 100% dos medicamentos da REMUME distribuídos às farmácias das Unidades de Saúde em até 30 dias após o pedido cronograma. 100% dos medicamentos da REMUME distribuídos às farmácias das Unidades de Saúde em até 30 dias após o pedido cronograma. com necessidade de intervenção. 50% dos pacientes com DANT atendidos em distintos níveis de assistência identificados e incluídos em consulta farmacêutica. 100% dos medicamentos da REMUME distribuídos às farmácias das Unidades de Saúde em até 30 dias após o pedido cronograma. Proporção de discrepância de medicamentos encontrada nas prescrições. Proporção unidade de medicamentos solicitadas pelas unidades de saúde e enviados pela Farmácia Central no período de 1 mês. Objetivo: Melhorar a área de armazenamento e dispensação de medicamentos da Farmácia Central e Unidades de Saúde da Atenção Básica e Especializada. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Prover equipamentos e outros recursos necessários a manutenção da estabilidade dos medicamentos. Meta Anual 2014 80% das farmácias das unidades equipadas e estruturadas de acordo com boas práticas de armazenamento de medicamentos. Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 90% das farmácias das unidades equipadas e estruturadas de acordo com boas práticas de armazenamento de medicamentos. 100% das farmácias das unidades equipadas e estruturadas de acordo com boas práticas de armazenamento de medicamentos. 100% das farmácias das unidades equipadas e estruturadas de acordo com boas práticas de armazenamento de medicamentos. Indicadores Acompanhamento Proporção de farmácias estruturadas e equipadas em consonância com a legislação sanitária vigente. Objetivo: Adequar recursos humanos em farmácia de acordo com os parâmetros definidos pela SMS e legislação farmacêutica. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 94 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento 90% das unidades adequadas com técnicos de farmácia de acordo com a parametrização. 90% das unidades adequadas com técnicos de farmácia de acordo com a parametrização. 90% das unidades adequadas com técnicos de farmácia de acordo com a parametrização. 90% das unidades adequadas com técnicos de farmácia de acordo com a parametrização. Capacidade instalada das farmácias com tempo médio de atendimento por dispensação em 4 minutos. Adequar conforme legislação. Adequar conforme legislação. Adequar conforme legislação. Adequar conforme legislação. Proporção de unidades de saúde com farmacêutico na totalidade do período de atendimento. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Identificar os pacientes, estabelecer plano terapêutico e avaliar resultados. 5% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de HAS incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 105% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de HAS incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 15% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de HAS incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 20% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de HAS incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Identificar os pacientes, estabelecer plano terapêutico e avaliar resultados. 5% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de DM incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 10% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de DM incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 15% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de DM incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Identificar os pacientes, estabelecer plano terapêutico e avaliar resultados. 5% dos pacientes com doenças respiratórias incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 10% dos pacientes com doenças respiratórias incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 15% dos pacientes com doenças respiratórias incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Adequar capacidade instalada para atendimento, conforme parametrização para o tempo de 4 minutos. Contratar farmacêutico prioritariamente por concurso público. Objetivo: Implantar acompanhamento farmacoterapêutico. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES 95 20% dos pacientes eleitos em consonância com o protocolo de DM incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. 20% dos pacientes com doenças respiratórias incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Indicadores Acompanhamento Proporção de pacientes com HAS incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Proporção de pacientes com DM incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Proporção de pacientes com DM incluídos em acompanhamento farmacoterapêutico. Objetivo: Manter funcionamento da Farmácia Popular do Brasil de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Manter quadro de recursos humanos e suprir necessidades em relação a equipamentos, insumos, manutenção. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Indicadores Acompanhamento Garantir funcionamento da Farmácia Popular. Garantir funcionamento da Farmácia Popular. Garantir funcionamento da Farmácia Popular. Garantir funcionamento da Farmácia Popular. Farmácia Popular funcionando. Objetivo: Garantir a aquisição regular dos medicamentos de Demandas Judiciais em quantidade e prazos necessários para o atendimento das mesmas. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Viabilizar a compra dos medicamentos de Demandas Judiciais em tempo oportuno Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 100% dos medicamentos de Demandas Judiciais adquiridos em tempo adequado para o seu atendimento. 100% dos medicamentos de Demandas Judiciais adquiridos em tempo adequado para o seu atendimento. 100% dos medicamentos de Demandas Judiciais adquiridos em tempo adequado para o seu atendimento. 100% dos medicamentos de Demandas Judiciais adquiridos em tempo adequado para o seu atendimento. Indicadores Acompanhamento Proporção de unidade de medicamentos solicitados e atendidos. Diretriz 08 – Fortalecimento do complexo produtivo e de ciência, tecnologia e inovação em saúde como vetor estruturante da agenda nacional de desenvolvimento econômico, social e sustentável, com redução da vulnerabilidade do acesso à saúde. Objetivo :Fomento a produção científica com foco nas vulnerabilidades à saúde. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Propor as prioridades das linhas de pesquisa às IES da região. Apoiar e monitorar a realização das pesquisas em desenvolvimento. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Apoiar a realização de estudos em parceria com as IES que contribuam para o fortalecimento das ações Apoiar a realização de estudos em parceria com as IES que contribuam para o fortalecimento das ações Apoiar a realização de estudos em parceria com as IES que contribuam para o fortalecimento das ações Apoiar a realização de estudos em parceria com as IES que contribuam para o fortalecimento das ações 96 Indicadores Acompanhamento Promover discussões com as Instituições de Ensino para revisão e implantação de novos protocolos Promover discussões com as Instituições de Ensino e colegiados no município para revisão e implantação de novos protocolos de assistência em saúde Promover discussões com as Instituições de Ensino e colegiados no município para revisão e implantação de novos protocolos de assistência em saúde Promover discussões com as Instituições de Ensino e colegiados no município para revisão e implantação de novos protocolos de assistência em saúde Promover discussões com as Instituições de Ensino e colegiados no município para revisão e implantação de novos protocolos de assistência em saúde Diretriz 09 – Contribuição à adequada formação, alocação, qualificação, valorização e democratização das relações de trabalho dos trabalhadores do SUS. Objetivo : Investir na qualificação dos trabalhadores do SUS ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Promover a educação permanente para os trabalhadores do SUS. Garantir a participação dos trabalhadores em eventos científicos, congressos, seminários, encontros e outros. Elaborar e produzir material educativo para as ações de educação permanente. Implementar ações de educação permanente para qualificação das redes de atenção pactuadas Implementar ações de educação permanente para qualificação das redes de atenção pactuadas Implementar ações de educação permanente para qualificação das redes de atenção pactuadas Implementar ações de educação permanente para qualificação das redes de atenção pactuadas Elaborar cronograma de capacitações da Vigilância Epidemiológica em conjunto com demais departamentos atendendo as situações de rotinas e as excepcionais (surtos, epidemias, campanhas, etc.). Garantir infra-estrutura necessária para a realização das capacitações programadas Integrar as capacitações propostas pela área de Vigilância em Saúde com as necessidades dos outros setores. Integrar as capacitações propostas pela área de Vigilância em Saúde com as necessidades dos outros setores. Integrar as capacitações propostas pela área de Vigilância em Saúde com as necessidades dos outros setores. Integrar as capacitações propostas pela área de Vigilância em Saúde com as necessidades dos outros setores. 97 Indicadores Acompanhamento Objetivo : Implementar ações para fortalecimento da integração ensino e serviço ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Discutir e implantar estratégias visando a integração ensino serviço. Apoiar e promover a aproximação dos movimentos de educação em saúde na formação dos profissionais de saúde. Programar e desenvolver as ações de acordo com as pactuações dos projetos. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Planejar e desenvolver ações visando a Integração Ensino Serviço Planejar e desenvolver ações visando a Integração Ensino Serviço Planejar e desenvolver ações visando a Integração Ensino Serviço Planejar e desenvolver ações visando a Integração Ensino Serviço Desenvolver em conjunto com os departamentos da SMS as ações pactuadas nos projetos Pró-Saúde, PET-Saúde, Pró-Residência e Residências Multiprofissionais, de acordo com editais do Ministério da Saúde e portarias vigentes Desenvolver em conjunto com os departamentos da SMS as ações pactuadas nos projetos PróSaúde, PET-Saúde, Pró-Residência e Residências Multiprofissionais, de acordo com editais do Ministério da Saúde e portarias vigentes Desenvolver em conjunto com os departamentos da SMS as ações pactuadas nos projetos Pró-Saúde, PET-Saúde, Pró-Residência e Residências Multiprofissionais, de acordo com editais do Ministério da Saúde e portarias vigentes Desenvolver em conjunto com os departamentos da SMS as ações pactuadas nos projetos Pró-Saúde, PET-Saúde, Multiprofissionais, de acordo com editais do Ministério da Saúde e portarias vigentes 98 Indicadores Acompanhamento Diretriz 10 – Implementação de novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e financiamento estável. Objetivo : Implementar o modelo de gestão da Secretaria de Saúde visando a garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados. ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Implementar ações pactuadas no SISPACTO transição para o COAP.A Programação Geral das Ações e Serviços de Saúde compõe o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde. Propor prioritariamente a reorganização da assistência farmacêutica, urgência e emergência, reabilitação e psicossocial Consolidar a gestão da informação do SUS para propiciar transparência e subsidiar a tomada de decisão.Planejar de forma conjunta todas as ações, projetos e protocolos a serem implantados Elaborar e apresentar aos departamentos monitoramento mensal da gestão financeira , contábil e orçamentária Integrar a análise dos dados para compor as informações do sistema de saúde local,assegurando a divulgação aos setores envolvidos. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Implementarações pactuadas no SISPACTO transição para o COAPContrato Organizativo da Ação Pública de acordo com as diretrizes interfederativas Implementarações pactuadas no SISPACTO transição para o COAPContrato Organizativo da Ação Pública de acordo com as diretrizes interfederativas Implementarações pactuadas no COAPContrato Organizativo da Ação Pública de acordo com as diretrizes interfederativas Implementarações pactuadas no COAPContrato Organizativo da Ação Pública de acordo com as diretrizes interfederativas Manter e implementar as discussões das Redes. Manter e implementar as discussões das Redes. Manter e implementar as discussões das Redes. Manter a cultura de planejamento, monitoramento e avaliação com ênfase na construção coletiva Manter a cultura de planejamento, monitoramento e avaliação com ênfase na construção coletiva Manter a cultura de planejamento, monitoramento e avaliação com ênfase na construção coletiva Desenvolver a gestão orçamentária, financeira e contábil do Fundo Municipal de Saúde Desenvolver a gestão orçamentária, financeira e contábil do Fundo Municipal de Saúde Desenvolver a gestão orçamentária, financeira e contábil do Fundo Municipal de Saúde Manter e implementar as discussões das Redes. Manter a cultura de planejamento, monitoramento e avaliação com ênfase na construção coletiva Desenvolver a gestão orçamentária, financeira e contábil do Fundo Municipal de Saúde Qualificar e ampliar o uso da informação em saúde Qualificar e ampliar o uso da informação em saúde 99 Qualificar e ampliar o uso da informação em saúde Qualificar e ampliar o uso da informação em saúde Indicadores Acompanhamento Indicadores de Acompanhamento- COAP Indicadores orçamentários e financeiros Discutir e elaborar estratégias de parcerias com outras instituições e empresas do município para implantar o Projeto Empresa Saudável, visando a melhoria das condições de saúde dos trabalhadores, ampliando o acesso e estimulando o autocuidado. Discutir e elaborar estratégias para implantar Projeto Empresa Saudável no município Implementar Projeto Empresa Saudável no município Implementar Projeto Empresa Saudável no município Implementar Projeto Empresa Saudável no município Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir para os usuários cadastrados nos Serviços da Rede Municipal de Saúde o Cartão Nacional de Saúde de acordo com disponibilização pelo Ministério da Saúde Garantir para os usuários cadastrados nos Serviços da Rede Municipal de Saúde o Cartão Nacional de Saúde de acordo com disponibilização pelo Ministério da Saúde Garantir para os usuários cadastrados nos Serviços da Rede Municipal de Saúde o Cartão Nacional de Saúde de acordo com disponibilização pelo Ministério da Saúde Garantir para os usuários cadastrados nos Serviços da Rede Municipal de Saúde o Cartão Nacional de Saúde de acordo com disponibilização pelo Ministério da Saúde Objetivo : Implantar o CARTAO NACIONAL DE SAÚDE ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Garantir a impressão do Cartão Nacional de Saúde em polos da Rede Municipal de Saúde. Integrar o SISSAUDE ao CADSUS. Indicadores Acompanhamento % de usuários cadastrados Objetivo : Implementar o canal de acesso da população para sugestões, reclamações, denúncias de violações dos direitos enquanto usuários do SUS ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o custeio das atividades da Ouvidoria Garantir o funcionamento das atividades da Ouvidoria Garantir o funcionamento das atividades da Ouvidoria Garantir o funcionamento das atividades da Ouvidoria Garantir o funcionamento das atividades da Ouvidoria Manter pelo Sistema OUVIDORSUS que 100% das Ouvidorias sejam encaminhadas, respondidas e atendidas conforme Manter pelo Sistema OUVIDORSUS Nível II que 100% das Ouvidorias sejam encaminhadas, Manter pelo Sistema OUVIDORSUS Nível II que 100% das Ouvidorias sejam encaminhadas, Manter pelo Sistema OUVIDORSUS Nível II que 100% das Ouvidorias sejam encaminhadas, Atender 100% das demandas. 100 Indicadores Acompanhamento Ouvidor SUS e monitoramento interno Ouvidor SUS e monitoramento interno preconizado pelo Ministério da Saúde respondidas e atendidas conforme preconizado pelo Ministério da Saúde Qualificar processo de trabalho e interagir com o Disque Saúde (CMS) Informatizar 100% das demandas recebidas via email, pessoalmente, via telefone e carta através do Ouvidor SUS nível I. Informatizar 100% das demandas recebidas via e-mail, pessoalmente, via telefone e carta através do Ouvidor SUS nível I. Informatizar 100% das demandas recebidas via e-mail, pessoalmente, via telefone e carta através do Ouvidor SUS nível I. Informatizar 100% das demandas recebidas via e-mail, pessoalmente, via telefone e carta através do Ouvidor SUS nível I. Ouvidor SUS nível I e monitoramento interno Capacitar gestores quanto à utilização do ouvidor SUS nível I e conclusão das ouvidorias Capacitar os gestores da rede municipal de saúde quanto às ações de ouvidoria Capacitar os gestores da rede municipal de saúde quanto as ações de ouvidoria Capacitar os gestores da rede municipal de saúde quanto as ações de ouvidoria Capacitar os gestores da rede municipal de saúde quanto as ações de ouvidoria Nº de gestores capacitados Elaborar indicadores norteadores da gestão em saúde do município, incluindo os de resolutividade Manter a elaboração de indicadores que sirvam de Suporte Estratégico para melhorias de gestão em saúde. Manter a elaboração de indicadores que sirvam de Suporte Estratégico para melhorias de gestão em saúde. Manter a elaboração de indicadores que sirvam de Suporte Estratégico para melhorias de gestão em saúde. Ouvidor SUS e monitoramento interno Avaliação da Satisfação de usuários Garantir busca ativa de nível de satisfação de usuários em todos os aspectos dos serviços de saúde através de Questionário de Satisfação. Garantir busca ativa de nível de satisfação de usuários em todos os aspectos dos serviços de saúde através de Questionário de Satisfação. Garantir busca ativa de nível de satisfação de usuários em todos os aspectos dos serviços de saúde através de Questionário de Satisfação. Questionário préformulado pelos DOGESMinistério da Saúde Manter fácil acesso da população ao serviço de ouvidoria Manter caixinhas de sugestões nas Unidades de Saúde do Município Manter caixinhas de sugestões nas Unidades de Saúde do Município Manter caixinhas de sugestões nas Unidades de Saúde do Município Manter caixinhas de sugestões nas Unidades de Saúde do Município Monitoramento e relatórios Incentivar o registro de ouvidorias pelos funcionários. Estimular a participação dos funcionários nas ações de Estimular a participação dos funcionários nas Estimular a participação dos funcionários nas ações Estimular a participação dos funcionários nas Manter a elaboração de indicadores que sirvam de Suporte Estratégico para melhorias de gestão em saúde. 101 respondidas e atendidas conforme preconizado pelo Ministério da Saúde Garantir busca ativa de nível de satisfação de usuários em todos os aspectos dos serviços de saúde através de Questionário de Satisfação. respondidas e atendidas conforme preconizado pelo Ministério da Saúde Nº de ouvidorias de funcionários Monitorar o registro de ouvidorias de funcionários ouvidoria nas Unidades de Saúde ações de ouvidoria nas Unidades de Saúde de ouvidoria nas Unidades de Saúde ações de ouvidoria nas Unidades de Saúde Manter atendimento padronizado Manter 100% do atendimento padronizado das tele atendentes da Ouvidoria pelo Ministério da Saúde Manter 100% do atendimento padronizado das tele atendentes da Ouvidoria pelo Ministério da Saúde Manter 100% do atendimento padronizado das tele atendentes da Ouvidoria pelo Ministério da Saúde Manter 100% do atendimento padronizado das tele atendentes da Ouvidoria pelo Ministério da Saúde Gravação do atendimento avaliando a qualidade dos serviços prestados pela ouvidoria, Ouvidorsus e monitoramento interno Garantir confiabilidade e resolução das demandas Manter 100% de gravação das demandas telefônicas, garantindo confiabilidade nas informações e resolução das solicitações dos usuários Manter 100% de gravação das demandas telefônicas, garantindo confiabilidade nas informações e resolução das solicitações dos usuários Manter 100% de gravação das demandas telefônicas, garantindo confiabilidade nas informações e resolução das solicitações dos usuários Manter 100% de gravação das demandas telefônicas, garantindo confiabilidade nas informações e resolução das solicitações dos usuários Gravação do atendimento avaliando a qualidade dos serviços prestados pela ouvidoria, Ouvidor SUS e monitoramento interno Objetivo: Ampliar e fortalecer a participação da comunidade e controle social na gestão do SUS ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o custeio das atividades do CMS. Garantir o funcionamento das atividades do CMS. Fortalecer, Implantar e manter as ações do Conselho Municipal de Saúde Fortalecer, Implantar e manter as ações do Conselho Municipal de Saúde Fortalecer, Implantar e manter as ações do Conselho Municipal de Saúde Fortalecer, Implantar e manter as ações do Conselho Municipal de Saúde _ Capacitar pessoas em controle social Capacitar pessoas em controle social e gestão participativa no SUS (Conselheiros municipais, locais, lideranças de movimentos sociais) até 2017. Acompanhar as ações da Ouvidoria dos indicadores, resolutividade, 102 Indicadores Acompanhamento acesso e de satisfação. Realizar Seminários, Fóruns, Conferências afins por deliberação do CMS.. Garantir a participação de conselheiros municipal de saúde e funcionários do CMS em conferências, congresso, cursos, seminários e eventos relacionados a controle social e gestão participativa no SUS. Manter e adequar o quadro de recursos humanos do CMS. Objetivo : Fortalecer as ações voltadas para a Educação Popular/Educação em Saúde como elemento de ampliação do cuidado em saúde ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Desenvolver ações educativas nas Unidades/Serviços de Saúde e comunidade, visando a percepção dos usuários aos processos de saúde e doença, ampliando o conhecimento popular e o controle social. Realizar atividades educativas com grupos em espaços da comunidade: escolas, igrejas, associações Desenvolver ações em conjunto a Secretaria de Comunicação Social (Rádio Educativa, Portal da Transparência e outras mídias) Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Desenvolver atividades educativas orientadas a Educação Popular/Educação em Saúde Desenvolver atividades educativas orientadas a Educação Popular/Educação em Saúde Desenvolver atividades educativas orientadas a Educação Popular/Educação em Saúde Desenvolver atividades educativas orientadas a Educação Popular/Educação em Saúde Discutir e implantar propostas para fortalecer a educação popular em conjunto com a Secretaria de Comunicação Social Discutir e implantar propostas para fortalecer a educação popular em conjunto com a Secretaria de Comunicação Social Discutir e implantar propostas para fortalecer a educação popular em conjunto com a Secretaria de Comunicação Social Discutir e implantar propostas para fortalecer a educação popular em conjunto com a Secretaria de Comunicação Social 103 Indicadores Acompanhamento Diretriz 11 – Qualificação de instrumentos de execução direta, com geração de ganhos de produtividade e eficiência para o SUS Objetivo : Promover o desenvolvimento institucional e a modernização administrativa ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o funcionamento das unidades administrativas e gabinete da SMS Garantir o funcionamento das unidades administrativas e gabinete da SMS Garantir o funcionamento das unidades administrativas e gabinete da SMS Garantir o custeio das unidades administrativas e coordenações da SMS Realizar diagnóstico situacional e estudos de viabilidade para implantação de melhorias nos serviços. Manter serviços para garantir a segurança nas Unidades de Saúde. Garantir o funcionamento das unidades administrativas e coordenações da SMS Estruturar o Setor de patrimônio na SMS. Adequar a estrutura elétrica dos prédios da Secretaria Municipal de Saúde. Garantir o funcionamento das Unidades administrativas Elaborar projeto para implantação de arquivo digital de documentos da Secretaria Municipal de Saúde. Adequar a frota de veículos. Objetivo : Promover o desenvolvimento institucional e a modernização tecnológica 104 Indicadores Acompanhamento ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o custeio do Departamento de Tecnologia Garantir o funcionamento do Departamento de Tecnologia Garantir o funcionamento do Departamento de Tecnologia Garantir o funcionamento do Departamento de Tecnologia Garantir o funcionamento do Departamento de Tecnologia Indicadores de produção Adquirir equipamentos, sistemas e implantar soluções de tecnologia. Adequar recursos humanos. Garantir a educação permanente dos profissionais através da participação em cursos, eventos e Certificações. Ampliar e modernizar a estrutura de tecnologia, visando o desenvolvimento institucional da Secretaria Municipal de Saúde Ampliar e modernizar a estrutura de tecnologia, visando o desenvolvimento institucional da Secretaria Municipal de Saúde Ampliar e modernizar a estrutura de tecnologia, visando o desenvolvimento institucional da Secretaria Municipal de Saúde Ampliar e modernizar a estrutura de tecnologia, visando o desenvolvimento institucional da Secretaria Municipal de Saúde N.º de equipamentos e sistemas. N.º profissionais capacitados Elaborar e desenvolver cursos para a capacitação dos funcionários e/ou inserir os temas nos cursos dos demais departamentos Promover a capacitação dos funcionários da rede municipal de saúde em temas relacionadas a tecnologia em conjunto com os demais departamentos Promover a capacitação dos funcionários da rede municipal de saúde em temas relacionadas a tecnologia em conjunto com os demais departamentos Promover a capacitação dos funcionários da rede municipal de saúde em temas relacionadas a tecnologia em conjunto com os demais departamentos Promover a capacitação dos funcionários da rede municipal de saúde em temas relacionadas a tecnologia em conjunto com os demais departamentos N.º funcionários capacitados Elaborar, monitorar e gerenciar contratos e serviços Elaborar, gerenciar e monitorar 100% dos contratos de tecnologia Elaborar, gerenciar e monitorar 100% dos contratos de tecnologia Elaborar, gerenciar e monitorar 100% dos contratos de tecnologia Elaborar, gerenciar e monitorar 100% dos contratos de tecnologia Elaborar e executar projetos para implantação de novas Tecnologias Elaborar e executar projetos para implantação de novas Tecnologias Elaborar e executar projetos para implantação de novas Tecnologias Elaborar e executar projetos para implantação de novas Tecnologias Estudo e implantação de novas tecnologias que facilitem a rotina da SMS: Gerenciar e realizar backups dos servidores da SMS Sistema de Ensino a Distância para eventos presenciais e a distância para profissionais da Rede da SMS 105 Indicadores Acompanhamento % de implantação do projeto Solução/sistema de callcenter (central de regulação 192) + PABX Digital + E1 redundante com Gravação de Áudio Adquirir solução e realizar a implantação para efetivar projeto Projeto Piloto VOIP SMS entre 3 unidades Estudo para Expandir VOIP na SMS Visando Redução de custos e ganho nas Comunicações Internas Diretamente dos Computadores Adquirir impressoras e insumos Implantar a impressão do cartão SUS em todos os Serviços da Rede Municipal de Saúde Implantar a impressão do cartão SUS em todos os Serviços da Rede Municipal de Saúde Expansão do projeto em 50% da Rede da SMS Expansão do projeto em 50% da Rede da SMS Implantar a impressão do cartão SUS em todos os Serviços da Rede Municipal de Saúde Implantar a impressão do cartão SUS em todos os Serviços da Rede Municipal de Saúde Objetivo Implementar ações de controle interno através da Auditoria Municipal ATUAL 2013 Metas Plurianuais 2014-2017 AÇÕES Implementar ações de controle interno através da Auditoria Municipal Executar os Processos Apura tórios de acordo com a demanda recebida. Meta Anual 2014 Meta Anual 2015 Meta Anual 2016 Meta Anual 2017 Garantir o funcionamento do Departamento de Auditoria Garantir o funcionamento do Departamento de Auditoria Garantir o funcionamento do Departamento de Auditoria Garantir o funcionamento do Departamento de Auditoria Apurar 100% das denúncias internas e externas recebidas dos Órgãos de Controle (Ministério da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde e Secretaria Municipal da Saúde). Apurar 100% das denúncias internas e externas recebidas dos Órgãos de Controle (Ministério da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde e Secretaria Municipal da Saúde). Apurar 100% das denúncias internas e externas recebidas dos Órgãos de Controle (Ministério da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde e Secretaria Municipal da Saúde). 106 Apurar 100% das denúncias internas e externas recebidas dos Órgãos de Controle (Ministério da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde e Secretaria Municipal da Saúde). Indicadores Acompanhamento Indicadores de produção Processos realizados Garantir educação permanente para a equipe de Auditores Garantir educação permanente para a equipe de Auditores Garantir educação permanente para a equipe de Auditores Garantir educação permanente para a equipe de Auditores Relatório de participação e Auditores capacitados Elaborar e executar Cronograma Anual de Monitoramento das Unidades. Apresentar relatórios quadrimestrais Monitorar as Unidades próprias que já foram Auditadas, conforme Cronograma Anual Monitorar as Unidades próprias que já foram Auditadas, conforme Cronograma Anual Monitorar as Unidades próprias que já foram Auditadas, conforme Cronograma Anual Monitorar as Unidades próprias que já foram Auditadas, conforme Cronograma Anual Relatórios de monitoramentos quadrimestrais. Realizar a Auditoria em Unidade Nova de acordo com cronograma Auditar todas as Unidades Próprias Novas Auditar todas as Unidades Próprias Novas Auditar todas as Unidades Próprias Novas Auditar todas as Unidades Próprias Novas Relatórios de quadrimestrais Realizar monitoramento anual dos serviços contratados Monitorar 100% do funcionamento dos serviços contratados Monitorar 100% do funcionamento dos serviços contratados Monitorar 100% do funcionamento dos serviços contratados Monitorar 100% do funcionamento dos serviços contratados Relatórios de quadrimestrais Executar Auditorias. Auditar 100% das demandas encaminhadas pelos departamentos da Secretaria Municipal de Saúde. Auditar 100% das demandas encaminhadas pelos departamentos da Secretaria Municipal de Saúde. Auditar 100% das demandas encaminhadas pelos departamentos da Secretaria Municipal de Saúde. Auditar 100% das demandas encaminhadas pelos departamentos da Secretaria Municipal de Saúde. Processo realizado. Executar as Auditorias de Monitoramento, de acordo com a demanda recebida. Auditar 100% das Demandas dos Órgãos Externos de Controle (Ministério da Saúde, ANS e Secretaria Estadual da Saúde). Auditar 100% das Demandas dos Órgãos Externos de Controle (Ministério da Saúde, ANS e Secretaria Estadual da Saúde). Auditar 100% das Demandas dos Órgãos Externos de Controle (Ministério da Saúde, ANS e Secretaria Estadual da Saúde). Auditar 100% das Demandas dos Órgãos Externos de Controle (Ministério da Saúde, ANS e Secretaria Estadual da Saúde). Processo realizado. Capacitar a equipe de Auditores Adequar a equipe com contratação de profissionais de nível superior através de concurso Público. Compor equipe deAuditores. Compor equipe deAuditores 107 Compor equipe deAuditores Compor equipe de Auditores Equipe ampliada Criar um hot site da Ouvidoria da Saúde junto ao site oficial da prefeitura Criar Serviço de senha eletrônica para atendimento médico e de exames (Policlínica); Instalação de painéis internos (divulgação dos serviços oferecidos e dos eventos realizados) Criação do informe Ouvidoria da Saúde SJB Implantação do serviço: Posso Ajudar? Instalação Sub-rede da Ouvidoria no Centro de Emergência Hot site da Ouvidoria implantado Manter o Hot site em funcionamento Manter o Hot site em funcionamento Manter o Hot site em funcionamento Serviço de Senha Eletrônica Implantado Manter o Serviço de Senha Eletrônica funcionando Manter o Serviço de Senha Eletrônica funcionando Manter o Serviço de Senha Eletrônica funcionando Painéis Internos implantados Manter os painéis internos Manter os painéis internos Manter os painéis internos Manter Informe Ouvidoria Manter Informe Ouvidoria Manter Informe Ouvidoria Manter o Serviço Posso Ajudar Manter Sub-rede da Ouvidoria no Centro de Emergência Manter o Serviço Posso Ajudar Manter Sub-rede da Ouvidoria no Centro de Emergência Manter o Serviço Posso Ajudar Manter Sub-rede da Ouvidoria no Centro de Emergência Informe Ouvidoria implantada Serviço Posso Ajudar, implantado Sub- rede da Ouvidoria no Centro de Emergência implantado 108 PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BARRA Prefeito: José Amaro Martins de Souza SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Secretária: Denise Marília Esteves COORDENAÇÃO GERAL DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE SETOR DE PLANEJAMENTO Responsável: Geiza Danúsia de Abreu Paes Retameiro Colaboradoras: Marta da C. Dias e Nice Berto de Oliveira COLABORAÇÃO COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Responsável: Claudiomar de Souza Alves VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Responsáveis: Fabiana Faria Schlittler Vanessa Pacheco Soares 109