ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO
Manaus - Amazonas
2014
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO .............................................................................................3
2. DADOS GERAIS DA INSTITUIÇÃO .....................................................................4
2.1 A Universidade Nilton Lins ............................................................................................4
2.2 Dados Socioeconômicos da Região................................................................................5
2.3 Perfil e Missão da IES ....................................................................................................7
2.4 Histórico .........................................................................................................................9
2.5. Estrutura Organizacional .............................................................................................12
3. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................ 17
3.1 Dados Gerais.................................................................................................................17
3.2 Formas de Acesso .........................................................................................................18
4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ...................................................... 18
4.1. Contexto Educacional ..................................................................................................18
4.2 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ................................................................19
4.3 Responsabilidade Social, Educação Étnico – Racial e Educação Ambiental..............27
4.4 Objetivos do Curso .......................................................................................................33
4.5 Perfil Profissional do Egresso......................................................................................33
4.6 Estrutura Curricular ......................................................................................................35
4.7 Ementário e Bibliografia ..............................................................................................42
4.8 Metodologia ..................................................................................................................84
4.9 Estágio Curricular Supervisionando .............................................................................86
4.10 Atividades Complementares .......................................................................................87
4.11 Trabalho de Conclusão de Curso ................................................................................88
4.12 Apoio ao Discente ......................................................................................................90
4.13 Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso .........................................91
4.14 Procedimentos de Avaliação do Processo Ensino- aprendizagem .............................96
5. CORPO DOCENTE ......................................................................................... 101
5.1 O Docente da Universidade Nilton Lins.................................................................... 101
5.2 Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE ..................................................... 103
5.3 Coordenação do Curso............................................................................................... 103
5.4 Corpo Docente ........................................................................................................... 104
6. INFRAESTRUTURA ........................................................................................ 105
6.1 Instalações Gerais ...................................................................................................... 105
6.2 Biblioteca ................................................................................................................... 107
6.3 Laboratórios ............................................................................................................... 114
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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
1. APRESENTAÇÃO
O presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Engenharia de Produção da Universidade Nilton Lins – UNINILTON LINS. Fruto de
trabalho coletivo, o PPC que ampara o Curso está ancorado nas Diretrizes Curriculares
Nacionais (Resolução CNE/CES n° 11 de 11 de março de 2002, do Conselho Nacional de
Educação do Ministério da Educação), que é responsável por estabelecer uma direção para
os cursos de Engenharias do País. Tal legislação delibera o que é considerado fundamental
para a formação do Engenheiro de Produção. Este documento considera, assim como os PPC
dos demais cursos ofertados pela IES, as políticas de ensino, pesquisa e extensão definidas
nos projetos oficiais da instituição, tais como o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o
Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), sem perder de vista o contexto regional onde
o curso está inserido e o perfil do aluno que a instituição objetiva formar.
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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
2. DADOS GERAIS DA INSTITUIÇÃO
2.1 A Universidade Nilton Lins
A Universidade Nilton Lins é pessoa jurídica de direito privado, mantida pelo Centro
de Ensino Superior Nilton Lins, CESNL, Pessoa Jurídica de Direito Privado - sem fins
lucrativos - Sociedade, com sede e foro na Avenida Professor Nilton Lins, 3259, Parque das
Laranjeiras, Manaus - AM, CNPJ 04.803.904/0001-06, com registro no Cartório de Registro
Civil de Pessoas Jurídicas de Manaus, no. 1.385, livro A, no. 23, de 23/12/2003. A
Universidade está situada na Av. Professor Nilton Lins, 3259, Parque das Laranjeiras,
Manaus – A. A Instituição foi recredenciada enquanto Centro Universitário segundo a
Portaria MEC no. 3.676, de 09 de dezembro de 2003, publicada no DOU de 10/12/2003.
Posteriormente, mediante Portaria MEC nº 3676/2003 de 09 de dezembro de 2003, a
Instituição obteve seu recredenciamento, pelo prazo de dez anos. Em maio de 2011 houve o
credenciamento da Universidade Nilton Lins, por transformação do Centro Universitário, de
acordo com a Portaria N. 575, de 13 de maio de 2011, publicada no DOU de 16 de maio de
2011. O curso avaliado funciona no mesmo endereço.
Esta IES assume como missão “Educar a Amazônia”, ofertando trinta e dois (32)
cursos de graduação, para mais de 10.000 alunos ativos, contando com um corpo de 400
professores, sendo que, destes, 65% mestres e doutores. Com mais de 700 funcionários,suas
instalações estão distribuídas em uma área de 1.000.000 m², tendo apenas 60% de ocupação
predial. Entre estas, um hospital universitário com 180 leitos, com programa de residência
médica já em funcionamento. Diversos programas de pós-graduação lato sensu; treze grupos
de pesquisa cadastrados no CNPq com produção científica de alto impacto, reconhecida
pelas comissões de avaliação da CAPES nos processos de credenciamento de seus mestrados
e doutorado; 14 laboratórios especializados de pesquisa, dentre os quais um fragmento de
floresta urbana e uma fazenda experimental; programas próprios de bolsas de mestrado, de
iniciação científica e de produtividade para pesquisadores, como contrapartida às bolsas
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captadas na CAPES, CNPq e FAPEAM, além de uma forte representatividade nos meios
científicos e empresariais locais e nacionais. Desde 2006, mantém programa próprio de
Mestrado Acadêmico e Mestrado Profissional em Biologia Urbana. Em 2009, aprovou
Mestrado e Doutorado em Aquicultura e Doutorado em Biologia Urbana, totalizando assim
três (3) mestrados e dois doutorados próprios.
2.2 Dados Socioeconômicos da Região
A Amazônia é uma região que apresenta uma grande pluralidade a começar pelas
várias denominações que recebe sempre relacionada à sua geopolítica e ecossistemas.
Caracterizá-la e traduzir sua importância exige o resgate de dados alusivos às suas diversas
identidades:

Amazônia Brasileira: área que corresponde a 42,07% do território brasileiro
abrangendo os estados do Amazonas Pará, Rondônia, Roraima, Acre, Amapá e
Tocantins.

Amazônia Internacional: área pertencente a nove países (Brasil, Bolívia Peru,
Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname e Equador) da qual
63,7% pertence ao Brasil;

Amazônia Legal: área que abrange os estados do Amazonas, Acre, oeste do
Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Roraima e Tocantins, compreendendo 60%
do território brasileiro.
Esta IES localiza-se em Manaus, capital do estado do Amazonas, o maior estado
brasileiro ocupando uma área de 1.570.946.8 km², com uma população de 2.812.557
habitantes e uma densidade demográfica de 1,8 hab/km2. O Estado do Amazonas, cuja
palavra de origem indígena quer dizer “ruído de águas, água que retumba”, tem geografia
singular, formada por florestas e rios que ocupam muito de seus 1.570.745,680 km². O
acesso à região é feito principalmente por via fluvial ou aérea. Com mais de três milhões de
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habitantes, é o segundo estado de maior densidade demográfica do Norte. Manaus, a capital,
é a maior e mais populosa cidade da região amazônica.
A unicidade da geografia do Estado acabou permitindo períodos especialmente ricos
e promissores aos amazônidas que oportunizaram enormes avanços em relação às demais
capitais; tendo sido aqui, no coração da Amazônia, inclusive, em 17 de janeiro de 1909,
fundada a primeira universidade brasileira, a Escola Universitária Livre de Manaós, mais
tarde denominada Universidade de Manáos, através da Faculdade de Ciências Jurídicas e
Sociais, Faculdade de Medicina, Faculdade de Ciências e Letras e Faculdade de Engenharia.
Inúmeras ocorrências, durante a fundação e ao longo dos primeiros anos, especialmente a
decadência econômica da região em função do declínio do ciclo da borracha, fragilizaram,
desintegraram e fragmentaram a Universidade, restando o oferecimento de cursos superiores
isolados. Somente em 12 de junho de 1962, através da reunificação das instituições de
ensino superior isoladas, o Estado voltou novamente a contar com uma Universidade, agora
denominada Universidade do Amazonas.
Durante sua trajetória histórica o desenvolvimento do Estado esteve comprometido
em função da história econômica da região assim como das poucas iniciativas
governamentais para promover o seu desenvolvimento, fato ocorrido somente com o
advento do modelo Zona Franca de Manaus causador de grande impacto social e econômico.
Assim sendo o estado apresenta um quadro incipiente no que se refere à saúde, habitação,
gestão ambiental e sanitária, educação entre outros, que necessita ser revertido pela atuação
conjunta do poder público, da sociedade organizada e das diferentes parcerias entre os atores
sociais.
O Amazonas é o segundo estado mais populoso da região Norte, porém em
comparação às demais Unidades da Federação é de baixa densidade demográfica. No
interior do estado, mais da metade dos domicílios não têm água encanada, o acesso à água
em todo o estado é de 60% e o acesso a rede de esgotos é de 47% apresentando o IDH de
0,775. Na área de saúde, a carência de médicos na ordem de 8,5/10 mil habitantes ajuda a
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PROJETO PEDAGÓGICO
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compor um quadro de elevada taxa de mortalidade infantil, agravadas pela insuficiência de
leitos hospitalares cujo índice é de 1,7 por mil habitantes. Na área da educação, ainda que
dados sobre os índices de matrículas na educação básica cheguem à média de 87,6 %, no
ensino superior atingem apenas 51,6% na rede pública, fato relacionado a pouca oferta de
vagas. Quanto à questão do analfabetismo o índice é de 15,3% porém o analfabetismo
funcional atinge o índice de 36,1%.A economia do estado encontra seu maior suporte na
indústria (56,9%) e serviços (40,4%) reservado à agropecuária um tímido percentual de
2,7%.
Paralelamente à ausência de investimentos suficientes em infraestrutura, saúde e
educação destaca-se o Polo Industrial do Amazonas, alicerçado no setor eletroeletrônico,
responsável por 1,3% do PIB do país que mesmo vivendo em uma época de crise é
responsável pela geração de empregos no estado. É nesse contexto que está inserida a
Universidade Nilton Lins, cuja finalidade não se esgota com a formação de profissionais
para o mundo do trabalho, mas volta-se principalmente para a formação de cidadãos críticos,
profundos conhecedores da realidade amazônica, capazes de intervirem nessa realidade a
fim de promover mudanças e bem-estar social alterando o quadro de desigualdades
delineado ao longo de sua história.
2.3 Perfil e Missão da IES
A definição da atuação de uma Instituição de Ensino Superior pressupõe a
responsabilidade social com o desenvolvimento global da região, o que está caracterizado na
sua missão institucional, “Educar a Amazônia”. Esta missão contempla a relação ecológica e
dialógica com a sociedade, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da
criação cultural e das pesquisas científicas e tecnológicas geradas na Instituição.
Esta IES, no cumprimento de sua missão institucional, assume como princípios
básicos:
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
a) Ter como base para o trabalho pedagógico, científico e cultural, a inserção
regional;
b) Desenvolver a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
c) Considerar o pluralismo como valor intrínseco à concepção do ser universitário.
Como decorrências destes princípios, são apontados como objetivos:
a) Contribuir para o desenvolvimento da região, articulando os programas de
ensino, pesquisa e extensão, tendo como referencial o homem amazônico e suas
necessidades;
b) Ministrar o ensino superior, formando indivíduos éticos capazes de exercer a
responsabilidade social na sua prática profissional;
d) Promover a criação e a difusão do conhecimento por meio de uma prática críticareflexiva;
e) Desenvolver
interação
dialógica
com
a
sociedade,
potencializando
a
reconstrução e a ressignificação de saberes;
f) Manter intercâmbios e cooperação com instituições científicas e culturais,
nacionais e internacionais de modo a ampliar o alcance da ação institucional;
g) Buscar nos processos de avaliação e auto avaliação subsídios para gestão
participativa, democrática e autônoma.
Por todo seu caminhar histórico, é notável que a instituição sempre direcionasse as
atividades para a inserção regional. Nesse período, procurando manter-se fiel à sua
identidade e à sua missão, a Universidade Nilton Lins vem se caracterizando pela integração
do processo de ensino, pesquisa e extensão. Esta missão definida pelo ainda Centro
Universitário Nilton Lins surgiu da necessidade de melhorar, qualitativamente, o ensino na
Região Norte, buscando integrar a Amazônia mediante um processo educativo global e
articulado, capaz de atender às transformações e desafios dos novos rumos que estão sendo
delineados para o mundo do trabalho e para as novas relações institucionais presentes num
mundo a cada dia mais globalizado.
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PROJETO PEDAGÓGICO
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2.4 Histórico
A Universidade Nilton Lins faz parte do complexo educacional fundado em 1988,
pelo Professor Nilton Costa Lins, administrador, advogado e ex-professor da Universidade
Federal do Amazonas que construiu um novo conceito na educação superior da região
Amazônica.
São ofertados cursos de graduação em instalações físicas privilegiadas, numa área de
1.000.000 m2, com apenas 60% de ocupação predial e fragmento de reserva florestal
intocável; prédios funcionais, com mais de 600 salas de aula, laboratórios especializados de
pesquisa, dentre os quais uma fazenda experimental, auditórios, sendo, um deles, o maior da
cidade, com capacidade para 4000 pessoas, áreas livres, complexo desportivo, bibliotecas,
com acervo superior a 100.000 livros; com programa de residência médica já em
funcionamento, encaminhou a trajetória que contempla forte engajamento com a região em
que se insere.
A instituição instituiu diversos programas de pós-graduação lato sensu; contando
com treze (13) grupos de pesquisa cadastrados no CNPq com produção científica de alto
impacto, reconhecida pelas comissões de avaliação da CAPES nos processos de
credenciamento de seus mestrados e doutorado; financiamento próprio para bolsas de
mestrado e de iniciação científica como contrapartida às bolsas captadas na CAPES, CNPq e
FAPEAM; realização do mestrado interinstitucional em Ciências Jurídicas, com a
Universidade Federal da Paraíba, e em Psicologia Social; programa próprio de Mestrado
Acadêmico e Mestrado Profissional em Biologia Urbana; tendo credenciado programa
próprio de Mestrado e Doutorado em Aquicultura e Doutorado em Biologia Urbana, além da
participação do Doutorado em Rede de Ensino de Ciências e Matemática, totalizando assim
três mestrados e três doutorados; forte representatividade nos meios científicos e
empresariais locais e nacionais.
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A trajetória da Instituição, em seu nascedouro, foi ancorada na enorme experiência
de seu fundador, Nilton Costa Lins, professor da Universidade Federal do Amazonas –
UFAM e assessor direto da reitoria daquela IFES, tendo tido desempenho decisivo na
coordenação das diversas equipes que trabalharam à época na UFAM, formulando propostas
para oferta e reconhecimento de cursos de extrema importância para a região, a exemplo do
curso de medicina. Visionário, sempre compreendeu a dimensão da região amazônica e do
quão necessário se fazia a formação de uma juventude pelo viés da Educação para a garantia
da integridade regional a partir de um modelo de sustentabilidade. Iniciou e manteve Escola
de Educação Infantil e de Ensino Fundamental e Médio, pela certeza que sempre teve de sua
vocação; assim em 1988 fundou o Centro de Ensino Superior da Amazônia, com oferta de
vagas para os cursos de Administração e Ciências Contábeis, oportunizando aos manauaras
maiores condições de acesso ao ensino superior. A Instituição, que adotou a missão “Educar
a Amazônia”, desenhou um conjunto de objetivos e metas voltadas a um trabalho engajado
com seu entorno, em sintonia com a região e com forte responsabilidade social.
O amadurecimento institucional, ao longo do tempo abriu espaço para a criação dos
cursos de direito, turismo e comunicação social, nos primeiros anos. A partir de 1997, com o
conhecimento adquirido em quase uma década de trabalho e em razão das problemáticas
regionais teve início a construção de Projetos Pedagógicos para o oferecimento de cursos da
área da saúde, inexistentes no Estado; desta forma no início da década foram formados pela
instituição
os
primeiros
fisioterapeutas,
fonoaudiólogos,
nutricionistas;
carreiras
responsáveis por melhorar de forma significativa os indicadores de saúde pública.
Desde a elaboração dos primeiros documentos, estatuto e regimento, pode ser
facilmente percebido pelo corpo social da Instituição a construção de uma identidade
responsável com a região, notadamente marcada pela compreensão de um modelo de
instituição do norte do Brasil, na cidade de Manaus, com forte interação com o Polo
Industrial, principal referência econômica do Estado e um dos mais produtivos do País. Há
uma clara proximidade com os poderes públicos estaduais e municipais a partir da
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qualificação de profissionais formados em matrizes curriculares capazes de oportunizar forte
interferência nas questões sociais – licenciaturas, bacharelado em ciências ambientais e
enfermagem. A partir das aulas práticas e do cumprimento das exigências dos estágios, nos
cursos de saúde, engenharias e tecnologias, foram iniciadas diversas unidades de campo: em
hospitais da rede pública, para que a compreensão do sistema único fosse incorporada ao
ambiente formador; em setores da prefeitura, enquanto contribuição para estudos sobre
impacto ambiental; com as indústrias instaladas, enquanto projetos sobre resíduos líquidos e
sólidos; por projetos de revitalização de áreas degradadas e abandonadas. A Instituição tem
íntima e forte interação com o município de Manaus e sua região metropolitana, conhecendo
suas problemáticas.
A maturidade institucional permitiu no ano de 1999, o credenciamento em Centro
Universitário, que se deu a partir dos resultados alcançados na avaliação externa (Decreto n.
204 de 22/10/1999) credenciando a Universidade Nilton Lins por período de cinco anos. A
renovação do credenciamento, pedido de forma voluntária, em prazo inferior ao concedido,
aconteceu em 2003, por dez anos. Enquanto Centro Universitário foi-se firmando a
excelência no ensino, consolidada a partir de ações concretas de extensão e do desenho
inicial de uma política de investimentos em pesquisa, que acabou oportunizando a instalação
dos primeiros laboratórios e a fixação de doutores na instituição.
A Instituição foi recredenciada enquanto Centro Universitário segundo a Portaria
MEC no. 3.676, de 09 de dezembro de 2003, publicada no DOU de 10/12/2003.
Posteriormente, mediante Portaria MEC nº 3676/2003 de 09 de dezembro de 2003, a
Instituição obteve seu recredenciamento, pelo prazo de dez anos. Em maio de 2011 houve o
credenciamento da Universidade Nilton Lins, por transformação do Centro Universitário, de
acordo com a Portaria N. 575, de 13 de maio de 2011, publicada no DOU de 16 de maio de
2011.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
2.5. Estrutura Organizacional
A Universidade Nilton Lins desenha sua estrutura organizacional na composição de
órgãos de natureza deliberativa e executiva.
O Conselho Deliberativo é órgão deliberativo e normativo, com competência para a
definição das diretrizes e políticas gerais da Universidade. O Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão é órgão superior de deliberação, responsável pela formatação de todas as
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Conforme a estrutura organizacional, a Chancelaria, Reitoria, Vice-Reitoria, PróReitoria de Administração, Orçamento e Finanças, Pró-Reitoria de Extensão, Pró-Reitoria de
Planejamento e Avaliação, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e Pró-Reitoria de
Ensino de Graduação são órgãos da Administração Superior de natureza deliberativa.
Na gestão acadêmica de cursos e programas, são órgãos deliberativos os Colegiados
de Área e Cursos e o Comitê de Ética; as Coordenações de Área e de Cursos são órgãos
executivos.
Esta IES dispõe, entre outros, dos serviços de órgãos suplementares, como o de
Registro, Convênios, Bibliotecas.
A Estrutura Organizacional é assim composta:
ÓrgãosColegiados:
• ConselhoDeliberativo;
• Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Órgãos da Administração Superior:
• Chancelaria;
• Reitoria;
• Vice-Reitoria;
• Pró-Reitoria de Administração e Finanças;
• Pró-Reitoria de Extensão;
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
• Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação;
• Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação;
• Pró-Reitoria de Ensino de Graduação.
Órgãos de Assessoria a Direção Superior:
• Gabinetes;
• Assessorias.
ÓrgãosIntermediários:
• Departamento de Administração;
• Departamento de Orçamento e Finanças;
• Coordenadoria Geral de Planejamento e Avaliação;
• Coordenadoria de Planejamento;
• Coordenadoria de Avaliação e Desenvolvimento;
• Coordenadoria de AssuntosComunitários;
• Coordenadoria de CapacitaçãoProfissional;
• Coordenadoria de Apoio e Desenvolvimento à Pesquisa;
• Coordenadoria de Pós-Graduação;
• Coordenadorias de Cursos;
• Coordenadoria de Educação a Distância.
O Conselho Deliberativo é composto pelo Chanceler, Reitor, como presidente, ViceReitor, representante da Mantenedora, Pró-Reitores, representantes do colegiado de
professores, representantes discentes, representante do corpo administrativo, representante
da comunidade e representante da Comissão Própria de Avaliação.
Compete, de forma primordial, ao Conselho Deliberativo definir a política
educacional da IES.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão é composto pelo Chanceler, Reitor,
como presidente, Vice-Reitor, representante da Mantenedora, Pró-Reitores, representantes
do
Colegiado
de
Professores,
representantes
discentes,
representante
do
corpo
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
administrativo, representante da comunidade e representante da CPA. A representação do
corpo de professores, os representantes discentes e o representante do corpo administrativo
não podem participar concomitantemente do Conselho Deliberativo, assim como seus
suplentes.
Compete fundamentalmente ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão o
acompanhamento das ações do ensino, da pesquisa e da extensão, na construção da missão
pela via da inserção nas problemáticas regionais.
Os Conselhos são instâncias finais de deliberação e homologação. Com máxima
independência representam a construção dos interesses de todo o corpo social da IES.
A instituição preconiza a descentralização em todos os níveis quando compreende
instâncias de decisão de forma pontual. Das decisões das Coordenadorias cabe recurso, para
as Pró-Reitorias; das decisões tomadas nas Pró-Reitorias cabe recurso encaminhado a
Reitoria, e, desta, para os Conselhos; não havendo obrigatoriedade no cumprimento da
sequência em razão de situações extraordinárias.
A Gestão Acadêmica está consubstanciada nas práticas do colegiado de
Coordenadores e de Cursos; entendendo aqui Colegiado como todo o grupo de
Coordenadores de Área e todo o conjunto de docentes engajados em um curso. Não se trata,
portanto, de órgãos, e sim de instâncias deliberativas e executivas.
É atribuição do
Colegiado de Coordenadores o zelo pelo cumprimento das políticas da Instituição, pelo
cumprimento do calendário acadêmico, pelo alinhamento das práticas nos diversos cursos
que formam a área, pelo zelo com as instalações físicas onde os cursos funcionam. É
composto por todos os Coordenadores de Área, que são indicados pela Reitora.
Ao
Colegiado de Curso, constituído do corpo docente, gerido por um Coordenador, dentre os
pares, indicado pela Reitoria, compete à execução das atividades acadêmicas em todas as
suas práticas. Dentre suas funções está a permanente análise da matriz curricular, o
estabelecimento das ações externas do curso, o exame de todos os processos de
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
aproveitamento dos estudos solicitados por alunos em processo de transferência, o exame de
atos dos docentes que não correspondam à prática da educação preconizada na Instituição.
A Pós-Graduação tem também colegiado próprio composto por representantes do
corpo docente e administrativo da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, com as
atribuições de elaborar os regulamentos específicos da pós-graduação, de avaliar e aprovar
em sua instância os programas de pós-graduação, de estabelecer diretriz quanto ao trabalho
de conclusão dos cursos e de analisar todos os processos inerentes aos discentes.
Todos os demais órgãos da instituição são, em sua essência, de apoio às atividades
acadêmicas. Em razão do avançado estágio de informatização em todas as rotinas da
Instituição há setores que tem como instrumento de trabalho computadores com
configuração adequada, garantindo a guarda dos dados e a agilidade na transmissão. O
sistema acadêmico existente contempla a interação em tempo real de professores, técnicoadministrativos e discentes com a IES.
Os setores que são componentes da Biblioteca, do Registro dos assentamentos dos
discentes, de Arquivo, garantem uma relação mais estreita com as ações diárias da produção
do conhecimento.
A Universidade por essência deve permanecer sempre livre de amarras que possam
desfigurá-la. A construção de seus objetivos; o conhecer suas características, de
regionalismo, quando for o caso, a contemplação de todas as tendências em suas matrizes,
conteúdos, linhas de pesquisa, ações de extensão, são as essências da independência pela
construção do conhecimento. A Universidade Nilton Lins goza de autonomia administrativa,
orçamentário-financeira e didático-pedagógica em ralação à Mantenedora com quem
mantém intensa relação de comunicação e estímulo.
Em todos os Conselhos há um (1) representante da Mantenedora, com direito a voz e
voto, participando, portanto, de forma efetiva das políticas maiores da IES e da constituição
das diretrizes que vão permear a existência da instituição.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
CONSELHO
DELIBERATIVO
CONSELHO DE ENSINO,
PESQUISA E EXTENSÃO
CHANCELARIA
REITORIA
ASSESSORIA
GABINETE
VICE-REITORIA
COMITÊ DE ÉTICA EM
PESQUISA
COMISSÃO PRÓPRIA DE
AVALIAÇÃO
PRÓ-REITORIA DE
ADMINISTRAÇÃO,
ORÇAMENTO E
FINANÇAS
PRÓ-REITORIA DE
PLANEJAMENTO E
AVALIAÇÃO
PRÓ-REITORIA DE
EXTENSÃO
PRÓ-REITORIA DE
PESQUISA E
PÓS-GRADUAÇÃO
PRÓ-REITORIA DE
ENSINO DE
GRADUAÇÃO
BIBLIOTECA CENTRAL
NÚCLEOS DE
CONVÊNIOS
NÚCLEO DE
ATENDIMENTO
PSICOSSOCIAL
NÚCLEO DE REGISTRO
E CONTROLE
ACADÊMICO
NÚCLEO DE APOIO AO
DOCENTE
Figura 1. Organograma institucional Universidade Nilton Lins
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA AMBIENTAL
3. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
3.1 Dados Gerais
a) Nome do curso: Engenharia de Produção
b) Endereço de funcionamento do curso: Av. Professor Nilton Lins, 3259. Parque das
Laranjeiras - CEP: 69058-030;
c) Ato legal de Autorização: Portaria GR N. 3.316/2005
d) Número de vagas oferecidas: 100 vagas anuais
e) Regime Letivo: Semestral
f) Turnos de funcionamento do curso: Noturno
g) Carga horária total do curso (em horas): 4.240 h
h)Tempo de Integralização Curricular
Prazo Mínimo: 05 anos
Prazo Máximo: 07 anos
j) Identificação do (a) coordenador (a) do curso: Dario Duran Gutierrez
k) Perfil do (a) coordenador (a) do curso: Engenheiro Mecânico graduado (1982) pela Escola
de Engenharia Industrial – EEI de São José dos Campos - SP, Mestre em Administração de
Empresas (1997) pela Escola de Administração e Economia – EASP da Fundação Getúlio
Vargas – FGV. Atuou por mais de 25 anos em Empresas do Ramo Eletroeletrônico como
Analista de Processos, Gerente de Projetos, Chefe e Gerente de Desenvolvimento de
Produtos, Gerente Industrial e Diretor Industrial. Atualmente é sócio de empresa na área
Sistemas Central de Ar Condicionado e Salas Limpas.
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
3.2 Formas de Acesso
O aluno ingressa no curso de Engenharia de Produção por meio do processo seletivo,
transferência entre instituições, mediante a realização de uma avaliação de conhecimentos
específicos do curso e análise da matriz curricular. Poderá também ingressar no curso o aluno
graduado na área de Ciências Exatas, mediante avaliação, dependendo da existência de vagas.
4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1. Contexto Educacional
O curso de Engenharia de Produção encontra sua inserção em um contexto econômico e
social, peculiar, caracterizado pela unicidade do estado com suas características geográficas
únicas e com um polo industrial que é o pulmão da economia. O Estado do Amazonas, cuja
palavra de origem indígena quer dizer “ruído de águas, água que retumba”, tem geografia
singular, formada por florestas e rios que ocupam muito de seus 1.570.745,680 km². O acesso
à região é feito principalmente por via fluvial ou aérea. Com mais de três milhões de
habitantes, é o segundo estado de maior densidade demográfica do Norte. Manaus, a capital, é
a maior e mais populosa cidade da região amazônica. A IES localiza-se em Manaus, capital
do estado do Amazonas, o maior estado brasileiro ocupando uma área de 1.570.946.8 km2,
com uma população de 2.812.557 habitantes e uma densidade demográfica de 1,8 hab/ km2. .
Durante sua trajetória histórica o desenvolvimento do Estado esteve comprometido em função
da história econômica da região assim como das poucas iniciativas governamentais para
promover o seu desenvolvimento, fato ocorrido somente com o advento do modelo Zona
Franca de Manaus causador de grande impacto social e econômico. Assim sendo o estado
apresenta um quadro incipiente no que se refere à saúde, habitação e educação entre outros,
que necessita ser revertido pela atuação conjunta do poder público, da sociedade organizada e
das diferentes parcerias entre os atores sociais. É o segundo estado mais populoso da região,
tem baixa densidade demográfica com carência habitacional estimada em 53.010. No interior
mais da metade dos domicílios não têm água encanada, o acesso a água em todo o estado é de
60% e o acesso a rede de esgotos é de 47% apresentando o IDH de 0,775. Na área de saúde, a
carência de médicos na ordem de 8,5 /10 mil habitantes ajuda a compor um quadro de elevada
taxa de mortalidade infantil, agravadas pela insuficiência de leitos hospitalares cujo índice é
de 1,7 por mil habitantes. Na área da educação ainda que dados sobre os índices de matrículas
na educação básica cheguem à média de 87,6 % , no ensino superior atingem apenas 51,6% na
18
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
rede pública, fato relacionado a pouca oferta de vagas. Quanto à questão do analfabetismo o
índice é de 15,3% porém o analfabetismo funcional atinge o índice de 36,1%. A economia do
estado encontra seu maior suporte na indústria (56,9%) e serviços (40,4%) reservado à
agropecuária um tímido percentual de 2,7%. Paralelamente à ausência de investimentos
suficientes em infraestrutura, saúde e educação destacam-se o Polo Industrial do Amazonas,
alicerçado no setor eletroeletrônico, responsável por 1,3% do PIB do país que mesmo vivendo
em uma época de crise é responsável pela geração de empregos no estado e o setor do
ecoturismo que vem se desenvolvendo nos últimos anos É nesse contexto está inserido curso
de Engenharia da Produção, cuja finalidade não se esgota com a formação de profissionais
para o mundo do trabalho, mas que se volta principalmente para a formação de cidadãos
críticos, profundos conhecedores da realidade amazônica, capazes de intervirem
realidade a fim de promover mudanças e bem-estar social alterando
nessa
o quadro de
desigualdades delineado ao longo de sua história.
4.2 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso
O PDI, implementado a partir da solicitação de recredenciamento do Centro
Universitário, contém informações pertinentes sobre a IES no que se refere a sua identidade,
organização, metas e cronograma de expansão, contemplando às áreas do ensino, pesquisa e
extensão. Os macros referenciais estabelecidos no PDI, para um arco temporal definido,
constituem o balizamento para a construção permanente e para a vivência dos PCCs, enquanto
instrumento que norteia a busca de concretização dos desafios e utopias que a instituição
encontra a partir de sua missão, de seus princípios e de suas políticas. Todas as concepções
que subjazem às políticas de ensino, da pesquisa e da extensão da questão acadêmica estão
voltadas para a solução dos problemas amazônicos, encontrando seus pressupostos teóricometodológicos nas grandes questões urbanas e ambientais amazônicas, em articulação com a
missão institucional de "Educar a Amazônia". Este eixo garante que as diferentes políticas
encontrem constantes e duradouros pontos de intersecção e que as diversas ações do cotidiano
sejam carregadas de significados. O PDI preocupa-se com a definição de políticas e de metas
que encontram ressonância no PPC do curso, que traduz em programas, ações e atividades
concretas as definições políticas constantes no PDI. O trabalho de difusão e de internalização
dos documentos e de seus valores é constante e abrange todas as categorias que compõem o
19
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
corpo social da instituição. Contribuem para tanto as instâncias colegiadas, as sistemáticas
formais e todos os grupos e mecanismos informais que participam da vivência institucional.
A busca da coerência entre os diversos instrumentos acadêmicos e de gestão, é, na
verdade, a busca para uma inserção coerente no meio em que a instituição está inserida.
Representa, também, o desafio crescente de fazer com que cada aluno que participa da
experiência educativa da IES seja um multiplicador de seus valores e de seus desafios,
contribuindo significativamente com a melhoria da região. Neste sentido, o agir constante e
diário do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão acadêmica poderão ser meios
privilegiados da concretização dos propósitos institucionais. Coerentemente com o PDI as
políticas de ensino, pesquisa e extensão do curso são plenamente implementadas no âmbito do
curso a partir das seguintes manifestações:
Implementação das Políticas de Ensino

Articulação entre o curso e as Pró-reitorias de graduação e de planejamento e
avaliação, buscando aperfeiçoar o processo seletivo, implementando sistemáticas
inovadoras e adaptando o aluno à matriz curricular através de programas especiais de
ambientação, acolhida e nivelamento;

Implementação e aprimoramento dos programas de nivelamento para discentes;

Participação intensiva do curso no Programa de Capacitação permanente do corpo
docente;

Estímulo da titulação do corpo docente em consonância com as necessidades e linhas
de atuação do curso;

Ampliação dos espaços que possibilitem maior oferta de aulas práticas e estágios;

Formatação, reconhecimento e aperfeiçoamento contínuo da matriz curricular em
consonância com o desenvolvimento das ciências e a missão da instituição;

Permanente mapeamento do egresso, através de sistemáticas que permitam seu
acompanhamento e sua inserção profissional;

Sensibilização permanente dos alunos com dificuldades financeiras na vida
universitária estimulando-os a participar de programas de manutenção próprio e
conveniados (Programas Bolsa Universidade, Programa EducamaisBrasil, Fies);
20
PROJETO PEDAGÓGICO

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Ampliação do intercâmbio de docentes e discentes com Instituições Nacionais e
Internacionais conveniadas;

Incentivo aos docentes quanto á realização de Mestrados e Doutorados, visando a
capacitação docente e o fortalecimento da pesquisa.
Implementação das Políticas de Pesquisa

Consolidação e ampliação do grupo de pesquisadores mestres e doutores, em
condições de sustentar as linhas de pesquisa e da iniciação científica do curso;

Estímulo ao engajamento na pesquisa de acordo com cronograma e financiamento
próprios e de agências de fomento;

Intercâmbios com instituições e empresas incentivadoras de pesquisa;

Consolidação da Iniciação Científica, com aplicação de bolsas e estímulo de
programas de voluntariado;

Consolidação dos atuais grupos de pesquisa e implementação de novos grupos que
atendam as diversas áreas do conhecimento atendidas pela instituição e que respondam
ás peculiaridades regionais;

Consolidação e ampliação dos atuais índices de produtividade docente;

Articulação com o Governo do Estado, em particular com a Secretaria de Ciência e
Tecnologia e a Universidade Estadual do Amazonas, no que tange a realização de
programas de stricto sensu consorciados e o intercâmbio e financiamento de
pesquisas;

Manter o compromisso da responsabilidade social em todas as ações de pesquisa do
curso;

Difusão do Comitê de Ética na Pesquisa.
A Universidade Nilton Lins estimula a pesquisa e a produção científica, visando à
ampliação da produção do saber, fortemente integrada à realidade local. As atividades de
pesquisa estão estreitamente associadas às atividades de ensino de graduação, de extensão e
de pós-graduação. Nesta perspectiva, a Instituição adota uma Política Institucional de
Pesquisa, claramente explicitada em seu PDI, voltada para a solução dos problemas
amazônicos.
21
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
O Programa de Iniciação Científica contribui para a consolidação da pesquisa no
curso, ao mesmo tempo em que constitui uma oportunidade de qualificação acadêmica dos
alunos. Os editais de iniciação científica destinados aos acadêmicos oferecem bolsas no
padrão CNPq. Os alunos são selecionados através de editais aprovados por Instituições de
pesquisa (INPA, UEA entre outras) e amplamente divulgados. Os alunos participantes são
mensalmente avaliados através de relatórios de atividades e semestralmente nas Jornadas de
Iniciação Científica.
Os cursos stricto sensu da Universidade Nilton Lins são resultante de decisões
estratégicas traçada no PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional, que induz uma Política
de Pesquisa alicerçada em princípios solidamente construídos: o trabalho pedagógico,
científico e cultural; a inserção regional; a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão; o pluralismo como valor intrínseco à concepção do Ser Universitário. Como
decorrências dos princípios são apontados objetivos estratégicos para alcançar suas
finalidades, destacando a contribuição para o desenvolvimento da região, articulando os
programas de ensino, pesquisa e extensão, tendo como referencial o homem amazônico e suas
necessidades.
Os resultados da pesquisa podem ser evidenciados nos cursos stricto sensu
implementados.
Mestrado Acadêmico
Mestrado Profissional
Doutorado
Mestrado
Doutorado
ANO DE
IMPLANTAÇÃO
2006
2006
2010
2010
2010
CONCEITO
CAPES
3
3
4
4
4
Doutorado
2010
4
CURSO
NÍVEL
Biologia Urbana
Biologia Urbana
Biologia Urbana
Aquicultura
Aquicultura
Ensino de Ciências e MatemáticaRede REAMEC (Rede Amazônica
Ensino de Ciências e Matemática)
Os primeiros passos voltados para os cursos stricto sensu foram direcionados à
Biologia Urbana. A recomendação da CAPES menciona a inovação da proposta e sua forte
inserção regional, reconhecendo a demanda reprimida por este tipo de ação na região. Trata-se
da mais nova oportunidade para profissionais das ciências da vida e áreas afins, de formação e
atuação em temas relacionados à ambientes urbanos.
22
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
É especialmente relevante, a enorme importância do Programa para a região
amazônica, cujas preocupações centram-se na floresta e na biodiversidade, sendo reduzida a
atenção para o crescimento urbano desordenado que requer estudos na área biológica com
urgência. É preciso ter sempre em consideração que a mesma pressão que o homem exerce
sobre a biodiversidade, esta exerce sobre o homem nas áreas de transição, particularmente no
que se refere à exposição do homem às doenças tropicais. Da mesma forma, a deposição de
lixo urbano em cidade tropical com cerca de dois milhões de pessoas gera um volume
considerável de lixiviáveis tóxicos que atinge os igarapés próximos a Manaus. Outra
abordagem relevante nas dissertações do programa relaciona-se à produção e à conservação
de alimentos em clima tropical. Sem dúvida, os resultados produzidos até aqui são
importantes para a gestão pública e avanços no manejo de áreas degradadas pela ocupação
urbana.
Além dos cursos próprios, houve oferta de dois mestrados interinstitucionais com a
UFPB, valorizando e fortalecendo os vínculos das instituições do Norte-Nordeste brasileiro
em busca da excelência na qualificação de novos profissionais para o mercado em franca
expansão, a saber:
CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU – CONVÊNIO UFPB
Conceito
Curso
Nível
Área básica
Psicologia Social
Mestrado Acadêmico
Psicologia
5
2007-2008
Ciências Jurídicas
Mestrado Acadêmico
Direito
5
2009-2010
Capes
Realização
A definição da atuação da Universidade pressupõe a responsabilidade social com o
desenvolvimento da região, o que está caracterizado na sua missão institucional ”Educar a
Amazônia”. Esta missão contempla a relação ecológica e dialógica com a sociedade, visando
à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e das pesquisas científicas
e tecnológicas geradas na Instituição.
A Política de Pesquisa que a instituição define para o curso encontra seus pressupostos
teórico-metodológicos nas grandes questões urbanas e ambientais amazônicas, em articulação
com sua missão institucional. As vivências em uma região peculiar, repleta de potencialidades
e problemáticas, conduzem a instituição a um engajamento que signifique capacitação de
23
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
recursos humanos e melhoria da qualidade de vida da população. A pesquisa encontra seus
princípios, diretrizes e estratégias voltadas para a originalidade e características regionais.
Na pesquisa distingue-se o núcleo de doutores dos cursos stricto sensu, composto por
pesquisadores competitivos em termos de captação de fomento e de reconhecimento em suas
áreas de atuação. Além disso, merecem destaque: o intercâmbio com instituições locais,
visando à otimização de recursos humanos; o uso compartilhado de laboratórios de alta
tecnologia e a realização conjunta de projetos; o investimento necessário para a manutenção
da ambiência de pesquisa já instalada; a manutenção dos laboratórios equipados com
tecnologia de ponta e os cursos de mestrado e doutorado recomendados pela CAPES.
Além dos grupos que dão suporte aos mestrados e doutorados aprovados, destacamos
os grupos nas áreas de Ciências Sociais e Humanas, Engenharias e Exatas, com o objetivo de
diversificar enfoques de pesquisa e estimular a captação de novos doutores e a formação de
novos programas de stricto sensu:
Os grupos são:
1. Botânica aplicada ao desenvolvimento urbano.
2. Educação, saúde e sustentabilidade na Amazônia.
3. Genética molecular e bioquímica de microrganismos amazônicos.
4. Genética Química
5. Grupo de Estudos e Pesquisas em Biodinâmica do Movimento
6. Patrimônio Cultural e Natural.
7. Produtos Fitoterápicos e Cosméticos da Amazônia
8. Saúde e Alimentos na Amazônia
9. Toxicologia Ambiental.
10. Zoologia Aplicada ao desenvolvimento urbano.
11. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Direito
12. Núcleo de Pesquisas Sociais Aplicadas na Amazônia
O Programa de Iniciação Científica contribui para a consolidação de linhas e de
grupos de pesquisa da Instituição, ao mesmo tempo em que constitui uma oportunidade de
qualificação acadêmica dos alunos, que são selecionados através de editais aprovados pela
reitoria e amplamente divulgados. O programa era fomentado exclusivamente com recursos
da Instituição. Atualmente há uma distribuição entre a Instituição e a FAPEAM.
24
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
2014
Fomento Interno
40
Fomento FAPEAM
20
TOTAL
60
A pesquisa e os cursos stricto sensu atingiram elevado grau de maturidade pelo
número e nível dos projetos financiados pelas agências CNPq, FAPEAM, e pelos
envolvimentos com os INCT’s, Projetos Genomas, Redes de Biotecnologias, entre outros,
ressaltando a excelente infraestrutura com equipamentos de pequeno, médio e grande porte
instalados na Unidade de Pesquisas da Universidade Nilton Lins. É relevante a participação
na Rede Norte de Biotecnologia (BIONORTE), recém-aprovada pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia.
Para que as atividades de pesquisa pudessem ter seu início, a Fundação Nilton Lins –
FNL, através de um convênio com a Universidade Nilton Lins, propiciou os primeiros
investimentos em laboratórios, equipamentos, mobiliários, materiais. A qualidade das
pesquisas oportunizou a captação de recursos por meio do fomento de agências nacionais e
regionais.
Os projetos aprovados junto ao CNPq representam 66% das aprovações, com um total
de 23 projetos, seguindo o fomento da FAPEAM e de demais agências e órgãos. Resultante
desses projetos foi a excelência dos laboratórios de pesquisa e o retorno disso na qualidade
dos alunos dos mestrados, oportunizado em pouco tempo o reconhecimento da comunidade
acadêmica que levou à aprovação do doutorado.
O Comitê de Ética em Pesquisa da Nilton Lins (CEP-UNINILTONLINS) foi criado
em 7 de abril de 2001, através da Portaria nº 03/2001 GR, com base na Resolução 196/96 do
Conselho Nacional de Saúde (CNS), que estabelece as diretrizes e normas regulamentadoras
de pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil. Está registrado junto à Comissão Nacional
de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde (CONEP/MS), conforme carta nº 180
CONEP/PNS/MS de 05/02/2003, assinado pelo Coordenador Dr. William Saad Hossne.
Com a Resolução 196/96 (CNS) ficou estabelecido que toda pesquisa envolvendo
seres humanos deverá ser submetida à apreciação de um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)
e que as instituições nas quais se realizem pesquisas envolvendo seres humanos devem
25
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
constituir um CEP. O CEP é um colegiado interdisciplinar e independente criado para
defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade, além de
contribuir para o desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos.
O CEP é responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas
as pesquisas envolvendo seres humanos. Este papel está bem estabelecido nas diversas
diretrizes éticas internacionais (Declaração de Helsinque, Diretrizes Internacionais para as
Pesquisas Biomédicas envolvendo Seres Humanos - CIOMS) e brasileiras (Res. CNS 196/96
e complementares), diretrizes estas que ressaltam a necessidade de revisão ética e científica
das pesquisas envolvendo seres humanos, visando a salvaguardar a dignidade, os direitos, a
segurança e o bem-estar do sujeito da pesquisa.
A atividade principal do CEP-UNINILTONLINS tem sido a revisão de protocolos de
pesquisa. Além de julgar os protocolos, cabe ao CEP salvaguardar os direitos e a dignidade
dos sujeitos da pesquisa. Contribui para a qualidade das pesquisas e para a discussão do papel
da pesquisa no desenvolvimento institucional e no desenvolvimento social da comunidade.
Valoriza também o pesquisador que recebe o reconhecimento de que sua proposta é
eticamente adequada.
O CEP também é responsável pelo acompanhamento e andamento das pesquisas. Para
isso é fundamental que os pesquisadores enviem relatórios parciais sobre as atividades
desenvolvidas até o final do estudo.
Implementação das Políticas de Extensão

Consolidação e ampliação dos programas de extensão a partir das demandas regionais;

Envolvimento da comunidade interna e externa nas diversas etapas das ações
extensionistas;

Ampliação dos programas e projetos permanentes interdisciplinares;

Envolvimento dos grupos de pesquisa nas atividades de extensão;

Participação de todas as áreas do conhecimento e seus respectivos cursos nas
atividades de extensão;

Ampliação da participação de bolsistas e voluntários nas atividades de extensão;

Ampliação da participação docente nas atividades de extensão e consolidação de um
grupo permanente de trabalho;
26
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Avaliação e acompanhamento contínuo das atividades de extensão;

Sistematização e difusão de saberes gerado nas atividades extensionistas;

Programação de atividades de formação continuada, contemplando a comunidade
interna e externa da Instituição;

Realização de cursos, usando a metodologia de Educação a Distância;

Fortalecimento das áreas temáticas: educação, saúde, comunicação, cultura, direitos
humanos, meio ambiente, tecnologia e trabalho;

Realização de intercâmbios e convênios com instituições locais, nacionais e
internacionais;

Captação de recursos que fomentem as atividades permanentes de extensão.
4.3 Responsabilidade Social, Educação Étnico – Racial e Educação Ambiental
Responsabilidade Social
As políticas de ensino, pesquisa e extensão encontram sua base de sustentação na
Responsabilidade Social. Em decorrência desta visão de homem e educação, a instituição
proclama a necessidade de viver e de difundir seus ideais e ações pautados na postura de
responsabilidade social. Um dos maiores desafios do processo de globalização econômica e
tecnológica é a incorporação do compromisso com a responsabilidade social por parte das
organizações.
Em virtude dessas novas expectativas, as Instituições de Ensino Superior vêm reforçar
seu papel, que transcende sua natureza de produção de conhecimento e qualificação de
recursos humanos e compreende também a valorização dos aspectos sociais, éticos e
ambientais. A Universidade Nilton Lins entende a responsabilidade social como paradigma
deste século que se inicia com o desejo de construir uma sociedade mais justa, por meio da
melhoria da qualidade de vida, da valorização do potencial humano, do equilíbrio ecológico e
da equidade social. A atuação socialmente responsável da Universidade Nilton Lins baseia-se
no respeito ao pluralismo cultural que leva a valorização dos alunos, professores e
funcionários, por meio da concessão de bolsas de estudo, cursos de imersão e de qualificação,
excelente ambiente de aprendizagem e trabalho, além de justa remuneração, defendendo
assim veementemente a inclusão social.
27
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Nesse contexto de responsabilidade social, as políticas de ensino, pesquisa e extensão
incorporam tais compromissos por meio de seus componentes curriculares e do
desenvolvimento de eventos, projetos e programas que visam aprimorar os princípios éticos
da comunidade e promover impacto social positivo no meio. O desenvolvimento da pesquisa
científica na instituição tem como objetivo maior ampliar os conhecimentos e
consequentemente apontar novos caminhos para a busca de soluções de problemas que estão
intimamente ligados às questões urbanas, ambientais e sociais dos amazônicos.
A Extensão Universitária também assume uma postura socialmente responsável como
base para o desenvolvimento de todas as suas ações, tendo como escopo central e urgente a
questão dos direitos humanos em uma sociedade marcada pela exclusão, conflitos e
desigualdades estruturais, com situações de injustiça institucionalizada. Assim, a conquista
dos direitos humanos está intimamente relacionada com o trabalho extensionista da
instituição, articulada com o ensino e a pesquisa, superando a visão individual desses direitos
e assumindo uma abrangência social.
À universidade cabe exercer um papel de humanização a partir da aquisição de
conhecimentos e de valores para a conquista do exercício pleno da cidadania – o que implica
no reconhecimento e na denúncia das formas pelas quais os direitos humanos são violados na
sociedade. E de forma contundente na apresentação de programas, projetos, propostas para
que na relação de troca que com a sociedade estabelece fique marcada a sua contribuição.
Atualmente, a Universidade Nilton Lins conta com duas unidades educacionais,
estando o Campus Universitário principal localizado no Parque das Laranjeiras, onde é
sediado o curso. Neste espaço, a IES oferta cursos de graduação em todas as áreas do
conhecimento, realiza cursos de pós-graduação (especialização e mestrados) em diversas
áreas, dispondo de infraestrutura física ampla, moderna e atualizada tecnologicamente, além
de um hospital-escola.
A segunda unidade se situa no bairro do Japiim, próximo ao Distrito Industrial,
concentrando a oferta de cursos tecnológicos que atendem à demanda de formação específica
requerida pelas indústrias da Zona Franca de Manaus (atual Polo Industrial de Manaus PIM).
É inegável o fato de que a paisagem amazônica foi e continua sendo alterada
rapidamente, tornando-se motivo de preocupação constante do governo e de organizações
ambientalistas (nacionais e internacionais). No âmbito do Estado do Amazonas, as atividades
28
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
extrativistas de fins do século XIX e início do século XX cederam espaço para implantação
pelo Governo Federal, na década de 1960, da Zona Franca de Manaus, denominada
atualmente de PIM (Polo Industrial de Manaus), segundo parque industrial do Brasil.
Essas características integram um quadro de desafios que se acentua quando tais
características são consideradas e analisadas no âmbito educacional. Dentro de um contexto
que engloba os interesses dos povos amazônidas (seringueiros, indígenas, caboclos,
pescadores, pequenos agricultores, trabalhadores do campo e das grandes indústrias instaladas
no Distrito Industrial de Manaus, migrantes e imigrantes, etc.), é possível perceber os
conflitos potenciais que reinam sobre esta região e a importância de serem formados
operadores de direito capazes de defender, de forma ética e crítica, os interesses de cada um
dos grupos citados.
A Educação Inclusiva é parte integrante das preocupações institucionais, balizando as
seguintes práticas:

Implementação de parcerias com a comunidade, ONGs, Associações, Federações e
Sistema de Ensino Federal, estadual e municipal, objetivando otimizar estratégias de
educação inclusiva no contexto universitário.

Sensibilização e mobilização da comunidade acadêmica no sentido de construção uma
postura ética, colaborativa e cooperativa diante da educação inclusiva, entendendo-a
como um processo social, onde todas as pessoas portadoras de necessidades
educacionais especiais e de distúrbios de aprendizagem têm o direito à escolarização o
mais próximo possível do normal.

Capacitação de docentes e outros profissionais que atuam diretamente com os
portadores de necessidades educacionais especiais, buscando o desenvolvimento de
um trabalho profissional especializado e não assistencialista capaz de contribuir
efetivamente para a promoção das potencialidades individuais e coletivas.

Fomento à pesquisa, estudos e debates, no interior dos cursos de graduação e pósgraduação, visando ampliar a compreensão e atuação da comunidade acadêmica no
processo de educação inclusiva, fornecendo suporte de serviços da área de Educação
Especial para os profissionais da Instituição e demais profissionais da região
amazônica.
29
PROJETO PEDAGÓGICO

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Investimento contínuo em melhoria da infraestrutura institucional, visando possibilitar
melhores condições de acesso e conforto ao aluno portador de necessidades
educacionais especiais, minimizando os agentes físicos limitadores da participação
desse aluno em várias atividades acadêmicas.

Desenvolvimento de pesquisas e investimento em novas tecnologias (equipamentos e
serviços) que capacitem professores e alunos para o desenvolvimento do processo
ensino-aprendizagem de portadores de necessidades especiais

Oportunidade aos profissionais portadores de necessidades especiais (professores e
técnico-administrativos) de desenvolver atividade remunerada na Instituição,
contribuindo para a valorização de recursos humanos dessa área por meio da inclusão
no mercado de trabalho.

Garantia de atendimento institucional aos portadores de necessidades educacionais
especiais (não só as decorrentes de deficiência física, mental, visual, auditiva ou
múltipla, como também aquelas resultantes de outras condições atípicas), em termos
de estilos e habilidades de aprendizagem dos alunos e em todos os outros requisitos do
princípio da inclusão. Entendendo-se que a educação inclusiva não se refere apenas às
pessoas com deficiência e sim a todas as pessoas, deficientes ou não, que tenham
necessidades educacionais especiais em caráter temporário, intermitente ou
permanente, visto que, a inclusão não admite exceções - todas as pessoas devem ser
incluídas.

Valorização de práticas, métodos e projetos institucionais onde predominam as co
autorias de saber, a experimentação, a cooperação, protagonizadas por alunos,
professores e comunidade, capazes de estimular a construção de personalidades
humanas, autônomas, críticas e criativas.

Construção no ambiente institucional de um clima de valorização e respeito à
diferença, pela convivência com os pares, pelo exemplo dos professores, pelo trabalho
realizado nas salas de aula, pelo clima sócio afetivo das relações estabelecidas em toda
a comunidade acadêmica.
30
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Educação das Relações Étnico-raciais
A Responsabilidade Social encontra seu alcance também nas questões pertinentes a
Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e
Africana (Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004), com as seguintes estratégias

Participação nas linhas de pesquisas e programa de extensão, alusivos às temáticas.

Inserção das temáticas da Educação das Relações Étnico-raciais e da Educação
Ambiental em disciplinas como “Sociologia”, “Introdução a Economia”, ”Ciências
Ambientais”, discutindo permanentemente a Educação Ambiental e contribuição do
curso para a sustentabilidade.

Difusão nas ementas, conteúdos e práticas voltadas para a Educação das Relações
Étnico-raciais, consciência da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil,
buscando relações étnico-raciais positivas, base da construção da nação democrática, a
partir dos conteúdos estudados na disciplina de “Economia do Amazonas”, com ênfase
nas habitações indígenas, desenho das aldeias e suas relações com outras culturas.
Educação Ambiental
Com relação à Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº
4.281 de 25 de junho de 2002), visando garantir a presença de modo transversal, contínuo e
permanente, o curso propõe e vivencia as seguintes estratégias:
O PPC contempla transversalmente a temática em diversas disciplinas, tendo como tema base
o Desenvolvimento sustentável enquanto construção da cidadania, justiça social, democracia,
equidade, diversidade cultural e étnica:
a) Na disciplina de Ciências Ambientais, são abordadas questões e aspectos de
convivência do ser humano em sociedade, usando como metodologia a
reflexão e a contextualização do ser humano nas intervenções que refletem a
conservação e preservação do meio ambiente.
b) Nas disciplinas de Práticas Integradas, que atravessam a matriz curricular do 2º
ao último período, é trabalhada de forma integrada a educação ambiental,
31
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
apresentando textos para discussão e reflexão, que contemplam o histórico da
educação ambiental no Brasil, abordando a I Conferência das Nações Unidas
para o meio ambiente e desenvolvimento; Conferência de Estocolmo, dentre
outros. Também nas Práticas Integradas é desenvolvido um trabalho de
conscientização e de ações efetivas quanto às questões dos descartes de sólidos
e líquidos.
c) Na disciplina de Ciências Ambientais são realizadas discussões e intervenções
acerca da gestão efetiva de resíduos, descarte de sólidos e líquidos, tendo como
base de estudo a ISO 14000 e 14001, associando a engenharia, gestão e meio
ambiente.
d) Na disciplina de Gestão da Qualidade, são desenvolvidas ações de combate ao
desperdício no processo produtivo bem como os ganhos de produtividade
decorrentes da aplicação de sistemas de qualidade incluindo as normas de
saúde, segurança e meio ambiente.
e) Na disciplina de Planejamento das Instalações Industriais e Projetos
Industriais, são abordados aspectos como reciclagem de materiais, balanço
energético e minimização de custos com utilidades.
f) Ampliação da vivência do estágio, focalizando as contribuições do profissional
para o desenvolvimento sustentável enquanto construção da cidadania, justiça
social, democracia, equidade, diversidade cultural e étnica.
Mas não é apenas através das disciplinas que se manifesta o engajamento do curso
com a Educação Ambiental. A inserção das temáticas da Educação Ambiental está presente
em todas as atividades e eventos do curso, discutindo permanentemente a Educação
Ambiental e a contribuição do curso para a sustentabilidade. No nível institucional, o curso
participa de forma efetiva dos eventos promovidos pela Pró-Reitoria de Extensão, como o dia
do meio ambiente e cursos voltados para a separação de lixo, palestras com temas
relacionados à temática. Toda a Universidade tem um profundo engajamento com seu entorno
e as peculiaridades regionais, marcadas dentre outras pelos povos tradicionais e as
comunidades ribeirinhas. Por isso surgem os Mestrados em Aquicultura e Biologia Urbana,
seguidos dos respectivos doutorados. E o curso engaja-se nesses através da Iniciação
Científica e da pesquisa que envolve o uso sustentável dos recursos naturais.
32
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
4.4 Objetivos do Curso
Objetivo Geral
Formar Engenheiros de Produção com formação conceitual, humanista, crítica,
organizacional, comunicativa, social, política e intelectual, capazes de atuar nas diversas áreas
relacionadas a Engenharia de Produção, estando aptos a conceber, avaliar, e conduzir
projetos, serviços técnicos de forma a que atendam aos princípios da sustentabilidade.
Objetivos Específicos
 Proporcionar através da integração interdisciplinar, uma visão sistêmica, de
modo a conferir bom domínio da realidade física, social e econômica, isto é, que o
profissional tenha ideia integrada do seu trabalho com o ambiente que o cerca;
 Garantir a formação e conduta ética que sejam base para o estabelecimento de
um comportamento profissional correto perante a sociedade, ou seja, baseado em
princípios éticos pautados pelo respeito aos demais profissionais e adoção de postura
correta na aplicação de seus conhecimentos;
 Buscar desenvolver seu potencial de criatividade, análise, síntese, crítica e
inovação e que este potencial seja aplicado na elaboração de projetos, desenvolvimento
de estudos e pesquisas de quaisquer outras atividades da engenharia de produção.
 Proporcionar uma visão técnica, científica, humanística e social que direcione
as ações do profissional no sentido de beneficiar a sociedade;
4.5 Perfil Profissional do Egresso
Pretende-se formar Engenheiros de Produção, aptos a engajarem em qualquer das
áreas de aplicação da engenharia de produção, com sólida formação profissional, capazes de
manter a aprendizagem e atualização contínua ao longo da vida profissional, ciente dos
aspectos socioeconômicos e políticos envolvidos nas soluções dos problemas de engenharia e
das implicações ambientais decorrentes, tais como: conceber e analisar sistemas, produtos e
processos, utilizando modelos adequados; planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos de engenharia; supervisionar a operação e manutenção de sistemas; desenvolver e/ou
33
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
utilizar novas ferramentas e técnicas; capacidade de analisar sistemas complexos de
engenharia identificando os fenômenos básicos que influem no comportamento geral; planejar
e conduzir experimentos e interpretar seus resultados; atuar em equipes multidisciplinares;
avaliar impactos sociais e ambientais das atividades de engenharia e propor inovações
tecnológicas.
A Universidade Nilton Lins pretende formar o profissional de Engenharia de Produção
capaz de responder aos desafios do mercado de trabalho, que seja detentor do conhecimento
técnico necessário para o bom desempenho da profissão e que também possua maturidade
social suficiente a fim de que possa auxiliar e apresentar soluções aos problemas inerentes à
sua área de atuação, na busca de uma melhor organização do espaço produtivo, levando em
conta as necessidades funcionais e culturais, em nível regional, nacional ou internacional.
O perfil do egresso visa sólida formação básica, indispensável ao exercício
profissional do Engenheiro de Produção, aliada à capacidade para enfrentar e solucionar
problemas da área e para buscar contínua atualização e aperfeiçoamento.
Coerências do currículo com o perfil desejado do egresso
Ao final dos cinco anos de curso, o egresso estará devidamente habilitado para atuar
como um profissional de engenharia de produção capaz de supervisionar, gerenciar e realizar
projetos na área da engenharia de produção.
Além das disciplinas básicas, as específicas preparam o acadêmico para o pleno
exercício profissional. A Matriz Curricular leva em conta que o egresso pretendido deverá ter
sólida formação humanística, técnica e prática. Abrangendo, neste sentido, todas as áreas de
atuação deste profissional.
Coerências do currículo em face das diretrizes curriculares nacionais
A nova Matriz Curricular do curso foi montada respeitando-se as diretrizes
curriculares nacionais, inserindo algumas características próprias enfatizando, assim, as
necessidades do Polo Industrial de Manaus. Foram contempladas as disciplinas básicas, o
ciclo profissional e a quantidade de horas/aulas exigidas. Além disso, foi dada ênfase à
34
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
interdisciplinaridade característica dos cursos da área de exatas, onde há necessidade de
prover os alunos de informações das áreas de cálculo, física, qualidade, mecânica e produção.
Adequação e atualização das ementas e programas das disciplinas
As ementas e os programas estão em consonância com os objetivos gerais e
específicos. Trata-se de uma metodologia que visa ensinar cada disciplina aliando teoria e
prática. A ementa resume o programa que por sua vez indicam os temas a serem
desenvolvidos nas disciplinas. O colegiado de curso promove reuniões com todo o corpo
docente e, pelo menos, dois representantes discentes, para discussão e reavaliação das
ementas e dos programas das disciplinas, no intuito de verificar a assertividade ou não que se
tem obtido com o que está em vigência. Este trabalho tem como o objetivo acompanhar toda e
qualquer adequação ou atualização que se fizer necessário.
4.6 Estrutura Curricular
A matriz curricular do Curso abrange uma sequência de disciplinas e atividades
ordenadas por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada, tomando-se por base a
Resolução do CNE/CSE nº. 11, de 11 de março 2002. O currículo do curso, composto de
disciplinas de caráter obrigatório e as eletivas, devem ser cumpridos integralmente pelo aluno
a fim de que ele possa qualificar-se para a obtenção do diploma. Por empregar o sistema
unificado, o aluno tem possibilidade de cursar livremente as disciplinas de interesse,
organizando o fluxo de disciplinas acadêmicas junto aos outros cursos, o que permite ampliar
o exercício da interdisciplinaridade.
Nos quatros primeiros semestres letivos concentram-se nas disciplinas básicas,
comuns as engenharias. Em todas as disciplinas em que se fizer necessário serão ministradas
aulas práticas em laboratórios altamente equipados, onde os alunos poderão desenvolver
projetos experimentais, de pesquisa e extensão.
A organização curricular do curso de Engenharia de Produção é resultante da
confluência de dois fundamentos: concepções educacionais fundamentais e eixos teóricometodológicos que a IES assume no PDI e PPI.
35
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Em termos conceituais, a educação é entendida como capacidade de posicionamento
em contextos problemáticos complexos. A base do processo formativo implica o
desenvolvimento de todas as suas dimensões. O processo educativo tem como finalidade
superar a concepção tecnicista, utilitarista e unilateral da educação. O currículo é mediação
que estimula o indivíduo ser criativo reflexivo e produtor de conhecimento e de relações. O
processo de ensino-aprendizagem implica em intencionalidade clara e explícita de um
professor entendido como facilitador e estimulador do uso de todas as habilidades presentes
nos alunos. As estratégias de aprendizagem devem valorizar o desafio, os problemas
significativos e a reconstrução da realidade.
A instituição firma um encaminhamento de competência entendida como capacidade,
processo, mecanismo de enfrentar uma realidade complexa, em constante processo de
mutação, perante a qual o sujeito é chamado a escolher. Entendemos os saberes, na sua
vertente de ciência e na sua dimensão de experiência, como sinônimos de conhecimentos e
que adquirem sentido se mobilizados no processo sempre único e original de construção e
reconstrução
de
competências.
Deste
modo,
conhecimentos,
habilidades
e
competênciasarticulam-se em movimentos complementares e progressivos que atravessam os
currículos dos cursos e que possibilitam aos alunos a leitura da própria história e a leitura do
mundo.
Algumas implicações de flexibilização e de inovação curriculares estão presentes na
caminhada pedagógica proposta na instituição e que servem de balizamento para o curso de
Engenharia de Produção. Como a percepção e engajamento em repensar permanentemente os
espaços formativos internos e externos, e avaliar até que ponto podem se caracterizar como
zonas de inovação; isso remete a questionar o tempo destinado à sala de aula e seu
funcionamento, a mapear laboratórios, convênios, estágios e todo e qualquer contato com a
comunidade, desenvolvendo projetos cooperativos.
A organização curricular busca permanentemente alternativas que vão superando a
lógica disciplinar e os tempos e espaços curriculares fechados e inflexíveis, firmando posição
que é possível aprender fora de aula, que todo componente curricular é articulado horizontal
verticalmente; que a avaliação é inserida numa lógica formativa que retroalimenta e corrige o
36
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
processo educativo; que o professor interlocutor avalia acima de tudo as relações que o
formando consegue estabelecer entre teoria, prática, reflexão e compromisso com a realidade.
Quadro das Disciplinas Curriculares por Créditos e Pré- Requisitos (1Crédito=20h)
Primeiro Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
01
Língua Portuguesa
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
4
0
4
80
-
02
Introdução ao Cálculo
3
0
3
60
-
03
Metodologia Científica
3
1
4
80
-
04
Introdução à Engenharia
2
0
2
40
-
05
Química Geral
2
1
3
60
-
06
Desenho I
1
1
2
40
-
TOTAL
15
3
18
360
-
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
Segundo Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
07
Álgebra Linear I
3
0
3
60
Introdução ao
Cálculo
08
Cálculo I
3
0
3
60
Introdução ao
Cálculo
09
Sociologia
3
0
3
120
-
10
Administração para Engenharia
3
0
3
40
-
11
Ciência da Computação
2
1
3
60
-
12
Desenho II
1
2
3
60
Desenho I
13
Práticas Integradas I
0
2
2
40
-
TOTAL
15
5
20
400
-
37
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Terceiro Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
14
Álgebra Linear II
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
3
0
3
60
Álgebra Linear
I
15
Cálculo II
3
0
3
60
Cálculo I
16
Física I
4
2
6
120
-
17
Ciências Ambientais
1
1
2
40
-
18
Cálculo Numérico
2
0
2
19
Desenho Auxiliado por Computador
0
2
2
40
-
20
Práticas Integradas II
0
2
2
40
-
TOTAL
13
7
20
400
-
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
40
-
Quarto Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
21
Introdução à Economia
3
0
3
60
-
22
Cálculo III
3
0
3
60
Cálculo I
23
Física II
3
1
4
80
Física I
24
Introdução à Ciência dos Materiais
2
0
2
25
Mecânica Geral
3
0
3
60
Cálculo I
26
Probabilidade e Estatística
3
0
3
60
-
27
Práticas Integradas III
0
2
2
40
-
TOTAL
17
3
20
400
-
40
-
38
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Quinto Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
28
Engenharia Econômica I
3
0
3
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
60
29
Cálculo IV
3
0
3
60
30
Física III
2
1
3
60
31
Fenômeno dos Transportes
2
1
3
60
-
2
1
3
60
Probabilidade e
Estatística
2
1
3
60
Probabilidade e
Estatística
0
2
2
40
-
14
6
20
400
-
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
32
Pesquisa Operacional I
33
Estatística Aplicada
34
Práticas Integradas IV
TOTAL
Cálculo III
Física I
Sexto Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
60
Engenharia
Econômica I
3
60
-
0
3
60
-
2
1
3
60
Mecânica dos Sólidos I
2
1
3
40
Estatística para Qualidade
3
0
3
41
Práticas Integradas V
0
2
2
TOTAL
15
5
20
35
Engenharia Econômica II
2
1
3
36
Engenharia de Tempos e Movimentos
3
0
37
Psicologia Industrial
3
Eletrotécnica
39
38
60
60
40
400
Mecânica Geral
Probabilidade e
Estatística
-
39
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Sétimo Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
42
Ergonomia
2
1
3
CARGA
HORÁRIA
60
REQUISITO
-
43
Planejamento e Projeto de Produto
3
0
3
60
-
44
Planejamento Programação e Controle da
Produção I
3
0
3
60
Administração
para Engenharia
45
Pesquisa Operacional II
3
0
3
46
Custos da Produção Industrial
2
1
3
47
Organização do Trabalho na Produção
2
1
3
48
Práticas Integradas VI
0
2
2
40
-
TOTAL
15
5
20
400
-
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
60
Pesquisa
Operacional I
60
60
-
Oitavo Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
49
Higiene e Segurança no Trabalho
2
1
3
50
Economia do Amazonas
2
1
3
51
Planejamento Programação e Controle da
Produção II
2
1
3
60
Planejamento
Programação e
Controle da
Produção I
52
Administração da Produção
2
1
3
60
Administração
para Engenharia
53
Estágio Supervisionado I
0
4
4
80
Todas as
disciplinas até o
sétimo período
54
Planejamento e Projeto das Instalações
Industriais
2
2
4
55
Práticas Integradas VII
0
2
2
TOTAL
10
12
22
60
60
80
40
440
Introdução à
Economia
-
40
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
NonoPeríodo
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
56
Logística e Transporte Industrial
2
1
3
57
Técnicas Avançadas de Planejamento da
Produção
2
1
3
58
Contabilidade Gerencial
2
1
3
59
Manutenção Industrial
2
1
3
0
5
5
60
Estágio Supervisionado II
61
Automação Industrial
2
1
3
62
Práticas Integradas VIII
0
2
2
TOTAL
10
12
22
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
60
60
Administração
da Produção
60
60
100
60
40
440
Estágio
Supervisionado
I
-
Décimo Período
CRÉDITOS
CÓD.
DISCIPLINA
TEO PRA TOT
CARGA
HORÁRIA
REQUISITO
63
Gestão de Projetos
2
1
3
64
Gestão de Materiais
2
1
3
60
-
65
Gestão da Qualidade
2
1
3
60
-
66
Projetos Industriais
1
2
3
60
-
67
Empreendedorismo
2
1
3
60
-
68
Trabalho de Conclusão de Curso
1
2
3
60
-
69
Práticas Integradas IX
0
2
2
TOTAL
10
10
20
Atividades Complementares
TOTAL GERAL
60
40
400
200
144
58
202
4240
-
-
Disciplina de Libras (optativa).....60h
41
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
4.7 Ementário e Bibliografia
1º PERÍODO
DISCIPLINA
EMENTA
Língua Portuguesa
Ensino da Linguagem; A língua e a fala; Gramática Atualizada; Ortografia;
Leitura e Interpretação de Textos; Significado das Palavras: dicionário,
etimologia; Vocabulário e Contexto; Prática da Escrita e Leitura. Curriculum
vitae e Elaboração de Relatórios Técnicos.
SCHOCAIR, N. M. Gramática Moderna da Língua Portuguesa. Teoria e
prática. São Paulo: Impetus, 2011.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. São Paulo:Ática, 2003.
BECHARA, I. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2009.
NALDÓSKIS, H. Norma de Comunicação em Língua Portuguesa. São Paulo:
Atlas, 2002.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
MARTINS, E. Manual de Redação e Estilo. São Paulo: Atlas, 1997.
ALMEIDA, A. F. e ALMEIDA, V. S. R. Português Básico: Gramática,
Redação, Texto. São Paulo: Atlas, 1999.
ANDRADE, Maria Margarida de. Língua Portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ALMEIDA, Antonio Fernando de. Português básico: gramática, redação, texto.
São Paulo: Atlas, 2004.
SANTOS, Ernani Garcia dos. A Língua Portuguesa Sem Mistério. Manaus.
Editora Prefeitura Municipal de Manaus, 1993.
CAVALCANTE, M. M. Texto e Discurso sob Múltiplos Olhares, V. 1:
Gêneros e Sequências Textuais. Rio de janeiro: Lucerna, 2007.
GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: Editora
Fundação Getúlio Vargas, 2011.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. São Paulo: Ática, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
SUASSUNA. L. Ensino da Língua Portuguesa: uma abordagem pragmática.
São Paulo: Papirus, 2001.
CEGALLA D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo:
2008.
PEREIRA, G. C. A palavra: expressão e criatividade; estudo e produção de
textos. São Paulo: Moderna, 1997.
LAROCA, M.N.C. Manual de Morfologia do Português. Ed. Pontes. 1994.
DISCIPLINA
EMENTA
Introdução ao Cálculo
Conjunto; Sistema Cartesiano Ortogonal; Relações; Funções; Inequação do 1º;
Função Quadrática; Inequação do 2º; Funções e Sentenças; Módulo e
42
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Modulares; Inequação e Função Modular; Potenciação, Radiação e
Exponencial; Inequação Exponencial; Função e Equação Logarítmica;
Inequação Logarítmica; Trigonometria; Matrizes e Determinantes; Binômio;
Geometria Espacial; Geometria Analítica; Vetores, Limites, Noções de
Derivadas e conceitos de Modelagem Matemática.
SASIER, F. Pré Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2013.
ELEON, L. L. et al. A Matemática do Ensino Médio – Vol. 1, Vol. 2 e Vol.
3. Rio de Janeiro: SBM, 2009.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
COELHO, F. U. Curso básico de cálculo. São Paulo: Saraiva, 2010.
BUSSAB, W.O. Introdução ao cálculo. Editora saraiva. 2009.
ANTON, H., Cálculo, Um Novo Horizonte, vols I Bookman, Porto Alegre,
2005.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo, vols. I, LTC, RJ, 2005.
BIENBENGUT, M. S. e HEIN, N. Modelagem Matemática no Ensino. São
Paulo: Contexto, 2007.
GOLDSTEIN, L. J., LAY, D. C. e SCHNEIDER, D. L. Matemática Aplicada Economia, Administração e Contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2006.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BASSANEZI, R.C. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática. São
Paulo: editora Contexto, 2009.
SIMMONS, G. F., Cálculo Com Geometria Analítica, vols I McGraw-Hill do
Brasil, RJ, 2008
HAZZAN, S. Introdução ao Cálculo. Editora Saraiva. 2009.
MORETTIN, L.G. Introdução ao Cálculo. Editora Saraiva. 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
SAFIER, F. Teoria e Problemas de Pré-Cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2003.
Metodologia Científica
O Conhecimento Humano: Características e Tipos. O Conhecimento Científico
e a Prática da Pesquisa. Função Social da Pesquisa. Tipos e Características da
Pesquisa. Instrumentação Metodológica. Projeto de Pesquisa. Relatório de
Pesquisa.
LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Científica. Rio de Janeiro:
Atlas, 2010.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: Introdução à metodologia científica.
Rio de Janeiro:Editora Vozes, 2008.
SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico.São Paulo: Atlas, 2009.
JUREMA, J. e QUEIROZ, W. Metodologia para apresentação de trabalhos
acadêmicos. Manaus: Editora Lorena, 2005.
43
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
CERVO, Amado L. Metodologia Científica. Prentice-Hall do Brasil Ltda,
2002.
FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o trabalho científico: explicitação das
normas da ABNT. Porto Alegre: Dáctilo-Plus, 2004.
CERVO, A. L. Metodologia Científica. São Paulo: Prentice-Hall do Brasil
Ltda, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ISKANDAR, J. I. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos.
Curitiba: Juruá, 2005.
MARTINS, G. A. e THEOPHILO, C. R. Metodologia da Investigação
Científica. São Paulo: Manole, 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
VAL, M. G. C. e ROCHA, G. Reflexões sobre práticas escolares de produção
de texto – O sujeito autor. Belo Horizonte: Editora Ceale, 2008.
Introdução à Engenharia
Introdução à Engenharia: Noções e Conceitos Básicos de Engenharia; Histórico
da Engenharia; O Mercado de Trabalho; CREA; Elementos de Deontologia;
Ética Profissional; Matriz Curricular; O Curso de Engenharia.
BAZZO, W. A. e PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia. Florianópolis:
Ed. da UFSC, 2002.
FUSCO, J. P. A. Tópicos emergentes em Engenharia de Produção. Vol. 01. São
Paulo: Arte & Ciência, 2002.
BIMBI, E. Código de Ética Profissional da Engenharia, da Agronomia, da
Geologia, da Geografia e da Meteorologia. Brasília: Sistema Confea, 2013.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
REGO, A. e BRAGA, J. Ética para Engenheiros - Desafiando a Síndrome do
Vaivém Challenger (2ª. Ed. Actualizada). Arménio Rego e, Jorge Braga, Lisboa ,
2010.
BRAGA, B. et al. - Introdução à Engenharia Ambiental – 2ª Ed. São Paulo - Ed.
Prentice Hall, 2005.
PEREIRA, L. T. BAZZO, W. A. Introdução a Engenharia, Santa Catarina.
UFSC. 2009.
SIMON, A. e GOUVEIA, M.T.J. O destino das espécies – como e porque
estamos perdendo a biodiversidade. 2011.
HOLTZAPPLE, M.T. Introdução à Engenharia. São Paulo: LTC, 2006.
WOMACK, J. P. A Máquina que Mudou o Mundo: Baseado no Estudo do
Massachusetts Institute of Technology sobre o Futuro do automóvel. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
FELLENBER, G. Introdução aos problemas de poluição ambiental. São Paulo:
EPU, 2011.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em Ecologia. São Paulo: Art Med, 2006.
BARROS, R.T.V. Manual de saneamento e proteção ambiental para os
municípios VOL. 2. 1ª Ed São Paulo. 2003.
44
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
FELLENBERG, G. Introdução aos problemas da poluição ambiental. 1ª Ed.
2011.
RICKLEFS, R. E. (2003), A Economia da Natureza, 5ª Edição, Editora
Guanabara. 2011.
DISCIPLINA
EMENTA
Química Geral
O átomo e os elementos químicos. Propriedades periódicas e a tabela periódica.
Estrutura atômica e molecular; Ligações Químicas; Reações Químicas e o
equilíbrio químico. Os estados da matéria e as forcas intermoleculares;
Fundamentos da Termoquímica e Termodinâmica Química; Fundamentos da
Cinética Química. Experimental: Noções de segurança, equipamentos básicos de
laboratório, técnicas básicas de laboratório, soluções, reações químicas e
propriedades relacionadas as forcas intermoleculares.
MAHAN, B. M. e MYERS, R. J. QUÍMICA: Um curso universitário. São Paulo:
Edgard Blücher, 2012.
TRSIC, M. e FRESQUI, M. C. Curso de Química para Engenharia – Vol. 1 Energia, Energia. Barueri: Manole, 2012.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. V1. São Paulo: LTC, 2005.
BROWN, L. HOLME, T.A. Química Geral Aplicada a Engenharia. CENGAGE,
2010.
MAHAN, Bruce M. & MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São
Paulo: Edgard Blücher, 2000.
KOTZ, J. C. et al.Química e reações químicas. V1. São Paulo: LTC, 1998.
RUSSEL, J. B. Química Geral. Vol. I. São Paulo: Makron, 1994.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. São Paulo: LTC, 2008.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
PEREIRA, J. A. Saneamento Ambiental em Áreas urbanas. Belém: EDUFPA,
2003.
SLABAUGH, Wendell; PARSONS, Teran D. Química Geral. 2.ed. Rio de
Janeiro: LTC,1982.
O’ CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do
Brasil,1977.
MELLO, R. Como fazer sabões e artigos de toucador. 10 ed. Ícone 2008.
DISCIPLINA
EMENTA
Desenho I
Sistemas de representação; Projeções cilíndricas ortogonais; Cortes; Cotas;
Perspectiva; Normas Técnicas; Pratica de desenho e/ou softwares de desenho
assistido por computador.
45
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
FRENCH, T. E e VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São
Paulo: Globo, 2002.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
PRINCIPE JÚNIOR, A. R. Noções de Geometria Descritiva. Vol. I. São Paulo:
Nobel, 2004.
SILVA, A. Desenho Técnico Moderno. São Paulo: LTC, 2006.
VOLLMER, D. Desenho Técnico. São Paulo: Ao Livro Técnico, 1982.
LACOURT, H. Noções e fundamentos de geometria descritiva. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 1995.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blucher,
2001.
VOLLMER DITTIMAR, Desenho Técnico. São Paulo: Ao Livro Técnico, RJ,
1982.
FRANCO, M. A. R. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da
paisagem com o paradigma ecológico. Anna blume Editora. 1997.
2º PERÍODO
DISCIPLINA
EMENTA
Álgebra Linear I
Vetores. Dependência Linear. Base. Produto Escalar. Retas e Planos. Produto
Vetorial. Coordenadas Cartesianas. Distância e Ângulo. Coordenadas Polares.
Coordenadas Cilíndricas. Coordenadas Esféricas. Cônicas. Translação e Rotação
de Eixos. Quádricas.
RORRES, C. e ANTON, H. Álgebra Linear com Aplicações. São Paulo: Bookman
Companhia Editora, 2004.
LIPSCHUT, S. Álgebra Linear. São Paulo: Bookman Companhia Editora, 2004.
BOULOS, P. CAMARGO, I. Geometria Analítica – Um Tratamento Vetorial.
São Paulo: Editora Makron Books, 2003.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
EDWARDS Jr. et al. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ.
Editora Prentice- Hall do Brasil. 4 ed. 2005.
REIS, Genésio Lima dos, SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria Analítica. Rio de
Janeiro. RJ. Editora LTC. 2 ed. 2002.
LEITHOLD, G. O. Cálculo com geometria analítica, vol, II. ed. Harbra, SP, 1994.
LAY, D. C. Álgebra Linear e Suas Aplicações - 4ª Edição. 2013.
POOLE, David. Álgebra Linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
REIS, G. L. e SILVA, V. Geometria Analítica. São Paulo: Editora LTC, 2002.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BOLDRINI, J.LC. COSTA, S.I..R. et all. Álgebra Linear. São Paulo: Editora
Harbra. 1986.
ANTON, H.A. Algebra Linear Contemporânea. São Paulo: Bookman Companhia
Editora, 2006.
46
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
CARLEN, E. e CARVALHO, M. C. Álgebra Linear: Desde o Início. São Paulo:
LTC, 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
Cálculo I
Derivada de uma Função; O Cálculo de Derivadas; Aplicações de Derivadas;
Integrais Indefinidas; Equações Diferenciais; Integrais Definidas; Aplicações de
Integração; Funções Exponenciais e Logarítmicas; Funções Trigonométricas;
Métodos de Integração; Outras Aplicações de Integração; Formas Indeterminadas
e Integrais Impróprias; Aplicações de Cálculo em Engenharia.
FLEMMING, D. M. e GONÇALVES, M. B. Cálculo A: Funções, Limite,
Derivação e Integração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
STEWART, J. Cálculo - Volume I. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2010.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
ANTON, H. Cálculo Um – Vol.1. Porto Alegre: Bookman, 2000.
AVILA, Geraldo, Cálculo, vol I, LTC, RJ, 2004.
SIMMONS, G. F, Cálculo com Geometria Analítica, volume I, McGraw-Hill do
Brasil, RJ, 2008.
BIENBENGUT, M. S. e HEIN, N. Modelagem Matemática no Ensino. São Paulo:
Contexto, 2007.
LEITHOLD, G. O. Cálculo com geometria analítica -Vol I. São Paulo: Editora
Harbra, 1997.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo, Vol. I. São Paulo:LTC, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
HOFFMANN, L. D. Cálculo 1: UM CURSO MODERNO E SUAS
APLICAÇOES. LTC - LIVROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS. 2001.
BASSANEZI, R.C. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática.
São Paulo: Editora Contexto, 2000.
LEITHOLD, G. O. Cálculo com Geometria Analítica, vol, I. ed. Harbra, SP, 2000.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo, vols. I,LTC, RJ, 2005.
SANTANA, Antonio. Noções de integral: introdução ao cálculo integral.
Ed valer, 1997.
DISCIPLINA
EMENTA
Sociologia
As Ciências Sociais. Ordem e mobilidade social. A ética nas relações humanas e o
engenheiro. O processo de globalização e a sociedade do conhecimento. A questão
sócio-ambiental. Realidade social brasileira. As Relações Etnico-raciais,
consciência da sociedade multicultural e plurietnica do Brasil, buscando relações
étnico-raciais positivas, base da construção da nação democrática.
47
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
COSTA, M. C. Sociologia - Introdução à Ciência da Sociedade. São Paulo: Ed.
Moderna,2005.
TOMAZI, N. D. Iniciação a sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
VIOLA, E. J. Meio Ambiente, Desenvolvimento e Cidadania: Desafios para
Ciências Sociais. Florianópolis: UFSC, 2001.
FERREIRA, L. C. Idéias para uma sociologia da questão ambiental, teoria social,
sociologia ambiental e interdisciplinaridade. In: Desenvolvimento e Meio
Ambiente, Editora UFPR. 2006.
SOCZKA, L.; Gulbenkian, C. Contextos humanos e psicologia ambiental. 2000.
ANTUNES, R. Adeus Trabalho? Ensaio sobre as Metamorfoses e a Centralidade
do Mundo do Trabalho. São Paulo: Cortez, 2008.
AMMAN, S. B. Ideologia do Desenvolvimento de Comunidade no Brasil. São
Paulo: Cortez, 2003.
SINGER, P. A formação da classe operária. Campinas: UNICAMP-Universidade
de Campinas, 2002.
GUNTER, Hartmut. Psicologia Ambiental: Entendendo a Relação do Homem com
seu Meio Ambiente. Campinas, SP: Editora Alínea, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
LAKATOS, E. M. Introdução à sociologia. Petrópolis: Vozes, 1989.
CERQUEIRA FILHO, G.. A questão social no Brasil. Civilização Brasileira,
1982.
LOUREIRO, C.F. B.. O movimento ambientalista e o pensamento crítico: uma
abordagem política. 2006.
RIO, V.; OLIVEIRA, L. Percepção ambiental: a experiência brasileira. Studio
Nobel. 1996.
MESSA, A. F. et. al. Sustentabilidade Ambiental e os novos desafios na era
digital, 2011.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Administração para Engenharia
Teoria Geral de Administração e as principais abordagens das organizações;
Sindicalismo e relações de trabalho. Divisão do Trabalho; Gestão Administrativa:
RH, financeiro, serviços gerais, contabilidade, planejamento estratégico,
elaboração e gestão de projetos; Estrutura Organizacional: organograma,
fluxograma, departamentalização; Motivação: necessidades humanas; teorias x, y e
z; Hierarquia de Maslow, Grupos; Gestão da Qualidade; Administração da
Produção; Processos Produtivos; Planejamento da Produção; Gestão da Produção;
Elaboração do Plano de Negócios: Ética e Responsabilidade Social; A Relação
entre a Sociedade e o Meio Ambiente.
KWASNICKA, E. L.. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2004.
SLACK, N.et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2009.
MONTANA, P. J. Administração. São Paulo: Ed. Saraiva, 2003.
48
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
SEWELL, G. H..Administração e Controle da Qualidade Ambiental. Pedagógica e
Universitária, 1978.
LOPES, I. G. V.; Cunha, A. S. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso.
Editora FGV. 1996.
CHIAVENATO, I. Introdução a Teoria Geral da Administração – Rio de Janeiro:
Campus, 2003.
MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes. São Paulo: Atlas, 1995.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
CHIAVENATO, I. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 1999.
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 1999.
DISCIPLINA
EMENTA
DRUCKER, Peter F. Desafios Gerenciais para o século XXI. São Paulo: Ed.
Pioneira, 2001.
Ciência da Computação
Introdução a lógica; definição conceitos pertinentes; ensino de métodos para
solução de problemas matemáticos; Reconhecimento de processos em problema;
Encadeamento de ideias; Definição de algoritmos em formato livre e fluxograma;
Algoritmos Estruturados; História dos Computadores; Conceitos de Hardware:
memórias, processadores; periféricos; Conceitos de Software: livre, proprietário,
sistemas operacionais e aplicativos; Conceitos de Firmware: BIOS; Sistema
Numérico e Representação de Dados; Estrutura e Organização da Informação;
Noções Básicas da Linguagem de Programação; Noções de Rede de
Computadores.
MANAS, A. V. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Érica,
2004.
LANCHARRO, E. A. Informática Básica. São Paulo: Makron Books, 2010.
GOLDBARG, Marco César, Otimização Combinatória e programação linear:
Modelos e Algoritmos – Rio de Janeiro: Campus, 2000.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
GUIMARÃES, A. M. e LAGES, N. A.C. Algoritmos e Estruturas de Dados.
Editora LTC, 2004.
VELLOSO, F. C. Informática: Conceitos básicos. RJ. Ed. Campus. 2004
WIRTH, N. Algoritmos e estruturas de dados. Ed. LTC, 1999.
BROOKSHEAR, J. G. Ciência da computação: uma visão abrangente. Bookman,
Porto Alegre, 2000.
MEIRELLES, F. S. Informática: Novas Aplicações com Computadores. São
Paulo: Makron Books, 1994.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
TORRES, G.Hardware Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 1999.
NORTON, P. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 1996.
49
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MESSA, A. F. Et. Ali. Sustentabilidade Ambiental e os novos desafios na era
digital. 1ª Ed. 2011.
ALCALDE, E; GARCIA, M. e PENUELAS, S. Informática Básica. São Paulo:
Makron Books, 1991.
FORBELLONE, A. L. V. e EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação – A
Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. Editora Makron Books, 2008.
AZEREDO, P. A. Métodos de classificação de dados. Ed. Campus, 1996.
DISCIPLINA
EMENTA
Desenho II
Normas técnicas. Projeções ortogonais. Perspectivas paralelas. Vistas auxiliares.
Cortes. Perspectiva cônica. Plantas baixas.
SILVA, A. Desenho Técnico Moderno. São Paulo: LTC, 2006.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
FRENCH, T. E. e VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia gráfica. São
Paulo: Globo, 2002.
LACOURT, H. Noções e fundamentos de geometria descritiva. Rio de Janeiro:
Ed. Guanabara Koogan, 1995.
PRINCIPE JÚNIOR, A. R. Noções de Geometria Descritiva. Vol. I. São Paulo:
Nobel, 2004.
PRINCIPE JÚNIOR, A. R. Noções de Geometria Descritiva. Vol. II. São
Paulo:Nobel, 1989.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
VOLLMER, D. Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2000.
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blucher,
2001.
FRANCO, M. A. R. 1997. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da
paisagem com o paradigma ecológico. Annablume Editora.
DISCIPLINA
EMENTA
FRENCH, T. E., 1871-1994; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico e tecnologia
gráfica. Eny Ribeiro Esteves (Trad.)São Paulo: Globo, 2005.
Práticas Integradas I
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em
relação ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do
desempenho acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem
que considerem o conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b)
seminários de integração. Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso.
Encaminhamento e acompanhamento de produções transversais e
interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
Rio de Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
50
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Nobel, 2012.
NOZAWA, S.R., SANTOS, A.L.W. (Org), Impactos Ambientais sobre a biologia
do ambiente Amazônico. Editora CRV. 2010
CRESWELL, JOHNW. Projeto de pesquisa. Métodos qualitativos, quantitativos e
mistos. Porto Alegre. Editora Artmed. 2010.
Plano Diretor do Município de Manaus – Disponível em www.pmm.am.gov.br
SIMÃO, M. A. R. Ativando a biblioteca escolar: recursos visuais para
implementar a interação biblioteca-usuário. [s. l.]: Sagra-Luzzatto, 1993.
RIBEIRO, M. L. S. História da educação brasileira: a organização escolar. 18 ed.
[s. l.]: Autores associados, 2003.
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,
Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Editora Vozes, 2008.
3º PERÍODO
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Álgebra Linear II
Espaços vetoriais. Subespaços. Transformações de Planos. Transformações
Lineares. Produto interno. Funções Lineares e suas representações. Tipos
Especiais de Representações. Tipos de Transformações. Formas Bi-lineares.
BOULOS, P. e CAMARGO, I. Geometria Analítica – Um Tratamento Vetorial.
São Paulo: Editora Makron Books. 2003.
RORRES, C. e ANTON, H. Álgebra Linear com Aplicações. Porto Alegre:
Bookman Companhia Editora, 2004.
POOLE, D. Álgebra Linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
EDWARDS JR., C. Henry. Cálculo com Geometria Analítica Vol. I e II. Rio de
Janeiro: Editora Prentice Hall do Brasil, 1997.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BOLDRINI, J.L.C. e COSTA, S.I.R. et al. Álgebra Linear. São Paulo. Editora
Harbra, 1990.
SHOKRANIAN, S. Exercícios em Álgebra Linear II. São Paulo: Ciência
Moderna, 2009.
51
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
REIS, G. L. e SILVA, V. V. Geometria Analítica. São Paulo: Editora LTC. 2002.
ESPINOSA, I. C. O. N. Álgebra Linear para Computação. São Paulo: LTC, 2007.
DISCIPLINA
EMENTA
Cálculo II
Séries Numéricas: Critérios de Convergência; Séries de Funções; Funções Reais
de Várias Variáveis; Diferenciabilidade de funções de Várias Variáveis; Máximos
e Mínimos, Fórmula de Taylor; Transformações; Teorema das Funções Implícitas;
Teorema da Função Inversa.
FIGUEIREDO, D. G. e NEVES, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. Rio de
Janeiro: IMPA, 2010.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo – Vol. II. São Paulo: 2004: LTC 2004.
AVILA, G. Cálculo2 - Funções de uma variável – Vol. II. São Paulo: LTC, 2008.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. São Paulo: Markron Books, 2004.
BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica – Um Tratamento Vetorial.
São Paulo. SP. Editora Makron Books. 2004.
REIS, G. L., SILVA, V. V. Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ. Editora LTC.
2002.
ZILL, D. et al. Equações Diferenciais -Vol. I.São Paulo: Makron Books, 2001.
LEITHOLD, G. O. Cálculo com geometria analítica –Vol. II. São Paulo: Ed.
Harbra, 1994.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica – Vol. II. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill do Brasil, 1987.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BOYCE, W. et al. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. São Paulo: LTC, 2002.
ANTON, H., Cálculo -Um novo horizonte – Vol. II. Porto Alegre: Bookman,
2002.
EDWARDS JR., C. H. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ.
Editora Prentice- Hall do Brasil. Vol II. 2005.
BOLDRINI, J.L.C. COSTA, S.I..R. et all. Álgebra Linear. São Paulo. Editora
Harbra. 1980.
LIMA, E.L., Álgebra Linear, IMPA, 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
Física I
Sistemas de medidas e tratamento de dados; Mecânica: movimento em uma
dimensão; Movimento em duas e três dimensões; Leis de Newton; Trabalho e
energia; Sistemas de Partículas e Conservação do momento linear; Rotação;
Momento de Força, Momento de inércia; Momento angular; Conservação do
momento angular; Equilíbrio estático de um corpo rígido; Gravitação universal.
HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER e J. FUNDAMENTOS DE FÍSICA Vol.1.São Paulo: Editora LTC, 2012.
52
PROJETO PEDAGÓGICO
BÁSICAS
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
NUSSENSZWEIG, H. M. CURSO DE FÍSICA BÁSICA -V.1. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
TIPLER, P. A. e MOSCA, G. FÍSICA: MECÂNICA -V.1.São Paulo: LTC, 1995.
MERIAN, J. L. e KRAIGE, L. G., MECÂNICA: DINÂMICA, 5. ed., v.1, Rio de
Janeiro: LTC, 2004.
HENNIES, C.E., GUIMARÃES, W.O.N., e ROVERSI, J.A. PROBLEMAS
EXPERIMENTAIS EM FÍSICA. v.1. Campinas: Editora Unicamp, 1993.
SERWAY, R. A. Física I para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna. São
Paulo: LTC, 1996.
SEARS; Z. e YOUNG, H. D.Curso de FÍSICA – Vol. I. São Paulo: Adison
Wesley, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ALVARENGA, B. e MÁXIMO, A. Curso de Física I. São Paulo: Scipione, 2008.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. FÍSICA I. 10ª ed., v.1, São Paulo: Adison
Wesley, 2004.
WITKOWSKI, F. M., CURSO PROGRAMADO DE FÍSICA: MECÂNICA, v.12, São Paulo: Plêiade, 2007.
DISCIPLINA
EMENTA
Ciências Ambientais
Relação com outras disciplinas; Subdivisões da Ecologia: autoecologia,
sinecologia e dinâmica de populações; Conceitos básicos: biosfera, ecossistema,
biocenose, biótopo, habitat, nicho, bioma biócoro, biociclo, comunidade,
população, espécie e organismo; Estrutura e funcionamento dos ecossistemas:
fluxo de energia e ciclo da material; Impacto das atividades humanas no ambiente;
Características evolutivas dos ecossistemas naturais e a comparação com os
ecossistemas humanos; Capacidade de suporte; O conceito de desenvolvimento
sustentável; Recursos renováveis e não renováveis; Resíduos. Industrialização e
meio ambiente; Superpopulação; Consumo e poluição; Os problemas sociais e a
degradação ambiental; Estudo de casos regionais de impacto ambiental e
formulações de alternativas; Avaliação ambiental. Critérios para o estudo prévio
de impacto ambiental; Legislação Ambiental; ISO 14.000; Propostas de Educação
Ambiental.
PHILIPI JUNIOR, A. Curso de Gestão Ambiental. (Coleção Ambiental 1).
Barueri: Manole, 2004.
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentince Hall
do Brasil, 2005.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Art Med, 2006.
ABRAMOVAY, R. Construindo a Ciência Ambiental. São Paulo: AnnablumeFAPEPS. 438 p. 2002.
ASSUMPÇÃO, L. F. J. Sistema de Gestão Ambiental: manual prático de
implementação de SGA e Certificação ISO 14.001. Curitiba: Juruá, 2004.
53
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MILARE. E.. Direito do Ambiente: A Gestão Ambiental Em Foco: Doutrina,
Jurisprudencia, Glossario, RT. 2011
RIBEIRO, M. A. Ecologizar - Princípios para a Ação. Vol. I. Brasília: Edu CB,
2009.
NETO,C. e CASTRO N.D. et al. Crimes e Infrações Administrativas Ambientais:
comentários à Lei n° 9.605/98. Brasília: Brasília Juridica, 2001.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
GÜNTER F. Introdução aos problemas da poluição ambiental. EPU: Springer: Ed.
Universidade de São Paulo, 2011
GILBERT, M. J. ISO 14001/BS7750: Sistema de gerenciamento ambiental. São
Paulo: IMAM, 1995.
DISCIPLINA
Cálculo Numérico
EMENTA
Representação numérica. Aritmética de máquina. Erros. Métodos de resolução de
sistemas lineares e não–lineares. Equações reais e transcendentais. Integração
Numérica. Interpolação. Ajuste de Curvas. Soluções numéricas de equações
diferenciais ordinárias.
CLAUDIO, D. M. e MARINS, J. M. Cálculo Numérico Computacional. São
Paulo: Atlas, 1994.
FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
BARROSO, L. C. Cálculo Numérico (com Aplicações). São Paulo: Harbras, 1987
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
HUMES, Ana Flora P. de Castro. Noções de cálculo numérico, São Paulo:
McGraw-Hill, 1984.
SANTOS, V. R. de B. Curso de Cálculo Numérico. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
CLAUDIO, D. M.; MARINS, J. M. Cálculo numérico computacional: tória e
prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1994.
ALBRECHT, P. Análise numérica: um curso moderno. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1973.
RUGGIERO e LOPES, Cálculo Numérico, McGraw-Hill, 1996.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
TORRES,G.Hardware Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 1999.
LOVASZ, L. et al. Matemática discreta. Rio de Janeiro: SBM, 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
Desenho Assistido por Computador
Conceitos sobre o ambiente gráfico e primitivas geométricas. Comandos de
auxílio, edição e controle da imagem. Comandos avançados de auxílio, edição e
controle da imagem. Aplicação de software.
54
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BUGAY, E. L. Autocad 14: Técnicas de Renderização. Visual Books, 1998.
LIMA, C.C. N. A. e LADEIRA, M. C. Auto CAD 14: Guia Prático. São Paulo:
Érica, 1998.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
BALDAM, R. L. Autocad 2000: utilizando totalmente 2D, 3D e avançado. São
Paulo: Érica, 2004.
LACOURT, H. Noções e fundamentos de geometria descritiva. RJ. Ed. Guanabara
Koogan As. 1995.
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blucher,
1997.
FRENCH, T E, 1871-1994; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico e tecnologia
gráfica. Eny Ribeiro Esteves (Trad.) São Paulo: Globo, 2005.
SOUZA, A. C. Auto CAD 2000: Guia Práticos para Desenhos em 3D.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2002.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MAXEY, R. A. Migrando para o AutoCad 13. Rio de janeiro: Campus, 1996.
SILVA, A. Desenho Técnico Moderno. São Paulo: LTC, 2011.
SAMPAIO, L. A. A. Autocad 2000: Dominando 100%. Brasport Livros e
Multimídia Ltda, 1999.
DISCIPLINA
Práticas Integradas II
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em
relação ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do
desempenho acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem
que considerem o conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b)
seminários de integração. Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso.
Encaminhamento e acompanhamento de produções transversais e
interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
Rio de Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,
Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
55
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema
de Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Editora Vozes, 2008.
4º PERÍODO
DISCIPLINA
EMENTA
Introdução à Economia
Definições e Leis da Economia. Oferta e Demanda I: mercado privado,
elasticidade e aplicações, Mercado Público; Oferta e Demanda II: mercado e bem
estar, consumidores, produtores, eficiência dos mercados, custo da tributação,
comercio internacional; Economia do Setor Público: externalidades, bens
públicos, recursos de uso comuns, sistema tributário; Empresas e Indústrias:
custo da produção, empresas e mercados competitivos, monopólio, oligopólio,
concorrências; Economia de Mercados de Trabalho: mercados e fatores de
produção, ganhos e discriminação, distribuição de renda; Tópicos Avançados:
teoria da escolha do consumidor; Macroeconomia: renda nacional, custo de vida;
trade offs; desemprego; Economia em Longo Prazo: produção e crescimento,
poupança, investimento, sistema financeiro, taxa de desemprego; Moeda e Preço
em Longo Prazo: sistema monetário, inflação (causas e custos); Microeconomia:
formação de preços e cesta básica.
ROSSETTI, J. P. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas Editora, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
VICENCONTI, P. E. V. Introdução a Economia. São Paulo: Editora
Saraiva,1999.
MANKIN, N. G. Princípios de microeconomia. São Paulo: Campus. 1999.
RIVOIRRE, J. Introdução à Economia de Mercado. Europa, América, 1996.
SANTANA, C. M. Economia: Uma introdução. Manaus: Uniletras, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ALBUQUERQUE, M.C.C. Introdução à Teoria Econômica. Rio de Janeiro:
Makron Books do Brasil, 1972.
PASSOS, C. R. e NOGAMI, O. Princípios de Economia. São Paulo: Pioneira,
2008.
DISCIPLINA
EMENTA
VASCONCELLOS, M. A. e GARCIA, M. H. Fundamentos de Economia. São
Paulo: Saraiva, 2008.
Cálculo III
Equações diferenciais ordinárias: breve histórico. Modelos matemáticos e as
equações diferenciais. Equações lineares e não lineares de primeira ordem.
Existência e unidade de soluções: o problema Cauchy. Equações lineares de
segunda ordem. Soluções por séries (método Euler-Frobenius). Sistema de
equações de primeira ordem.
56
PROJETO PEDAGÓGICO
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
FIGUEIREDO, D. G. e NEVES, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. Rio de
Janeiro: IMPA, 2010.
DIACU, F. Introdução a equações diferenciais, teoria e aplicações.São Paulo:
LTC, 2004.
ZILL, D. et al. Equações Diferenciais, Vol. II.São Paulo: Makron Books, 2005.
OLIVEIRA, E. C. e TYGEL, M. Métodos Matemáticos para Engenharia. Rio de
Janeiro: SBC, 2010.
STEWART, J. Cálculo. Volume 2. São Paulo: Ed. Pioneira, 2005.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica, Vol. II. Rio de janeiro:
McGraw-Hill do Brasil, 2008.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC, 2002.
ANTON,H. Cálculo - Um novo horizonte - Vol II. Porto Alegre: Bookman, 2005.
Física II
Hidrostática. Pressão. Hidrodinâmica. Viscosidade. Movimento Harmônico.
Ondas Mecânicas. Interferência. Ondas Sonoras e Acústicas. Termologia.
Temperatura. Termometria. Dilatação Térmica. Calor. Primeiro Princípio da
Termodinâmica. Teoria Cinética dos Gases. Gás Perfeito e de Van de Waals.
Segundo Princípio da Termodinâmica.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física,
Vol.2.São Paulo:LTC Editora, 2002.
NUSSENZVEIG, H. M. Física Básica, Vol.2. São Paulo: Editora Edgard
Blucher, 2004.
ALONSO, M.e FINN, E. J. Um Curso Universitário de Física, Vol. 2. São Paulo:
Editora Edgard Blücher, 1995.
TIPLER, P. A. Física, Vol.2.São Paulo: LTC Editora, 2000.
SERWAY, R. A. e JEWETT JR., J. W. Princípios de Física - Vol.2. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2004.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. Física Vol.2. São Paulo: Adison Wesley,
2004.
CARUSO, F. e OGURI, V. Física Moderna: Origens Clássicas e Fundamentos
Quânticos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Introdução à Ciências dos Materiais
Estrutura dos materiais; tipos de materiais: metais, polímeros, semicondutores,
cerâmicas e vidros e materiais compósitos; propriedades elétrica, térmica e
mecânica dos materiais; Tipos e Aplicações dos Materiais.
CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: LTC
Engenharia dos Materiais. São Paulo: LTC, 2012.
VLACK, L. V. Princípios de Ciência e Tecnologia de Materiais.São Paulo:
Blucher, 2008.
SMITH, W. F. Princípios de Engenharia e Ciências dos Materiais. São Paulo:
Macgraw Hill, 1998.
CALLISTER, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. São
Paulo: LTC, 2008.
MAHAN, B. M. e MYERS, R. J. QUÍMICA: Um curso universitário. São Paulo:
Edgard Blücher, 2012.
SCHACKELFORD, J. F. Introduction to Materials Science for Engineers, New
York: Prentice Hall, 1996.
JONES, D. et al. Engenharia dos Materiais. V1. São Paulo: Campus, 2007.
Mecânica Geral
57
PROJETO PEDAGÓGICO
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
EMENTA
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Grandezas Mecânicas e Sistemas de Unidades; Sistemas de Unidades; Sistemas
coerentes; Dimensões das unidades; Sistema CGS; Sistema SI; Sistema de
Conversão de Unidades; Precisão e Algarismos Significativos; Forças e
Momentos; Forças como Grandeza Vetorial; Força; Vetor momento de uma
força; Sistemas de Forças Aplicadas a Corpos Rígidos: Sistemas Equivalentes;
Resultante e momento de um sistema de forces; Teorema de Varignon (forças
concorrentes);Mudança de polo; Momento em relação a um eixo ; Componentes
do momento; Binário (ou conjugado); Sistemas equivalentes; Decomposição de
uma Força em uma Força e um Binário; Redução a um Sistema de duas Forças;
Redução de um Sistema de Forças a uma Força e um Binário; Momento Mínimo
- Eixo Central; Estática; Equilíbrio dos Corpos Rígidos; Classificação da
estrutura quanto ao número de vínculos; Sistemas Estruturais: treliças, método
dos nós, método das barras; Polias e Fios; Força de Atrito; Atrito seco de
escorregamento; Direção e sentido da força de atrito; Módulo da força de atrito;
Lei de Coulomb; Hidrostática; Superfícies planas; Superfícies curvas;
Cinemática do Ponto; Introdução; Cinemática Escalar; Cinemática Vetorial;
Trajetória, velocidade e aceleração; Estudo do movimento em outros sistemas de
coordenadas; Coordenadas cilíndricas; Coordenadas polares; Coordenadas
esféricas; Componentes Intrínsecas; Cinemática do Corpo Rígido; Tipos de
Movimento; Translação; Rotação em torno de um eixo fixo; Movimento rototranslatório; Movimento plano geral; Movimento ao redor de um ponto fixo;
Movimento; Atos de movimento; Teorema do Movimento Rígido; Vetor
Rotação; Fórmula de Poisson; Propriedades do vetor de rotação; Teorema do
movimento geral; Eixo helicoidal instantâneo; Movimento Plano; Centro
instantâneo de rotação (CIR); Determinação gráfica do CIR; Composição de
Movimentos; Referencial fixo à Terra; Equações do movimento; Equações
intrínsecas do movimento; Teoremas Gerais da Dinâmica do Ponto Material;
Trabalho de uma força constante; Teorema do momento angular; Integral da
energia; Movimento Unidimensional de um Ponto Material; Leis de Kepler; Lei
da gravitação; Movimento Vinculado; Dinâmica do Corpo Rígido; Sistemas de
Pontos Materiais; Resultantes e momentos em relação a um polo; Teorema do
Movimento do Baricentro; Sistema geral; Binário Giroscópico; Precessão
estacionária de um giroscópio.
BEER,F. P. e JOHNSTON J. R.Mecânica Vetorial para Engenheiros. Estática.
Vol. 1. São Paulo: Pearson Educacional, 2005.
FRANÇA, L.N.F. Mecânica Geral. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo:
Érica, 2004.
TIPLER, P. A. Física, Vol. 1. Rio de Janeiro: LTCEditora, 2000.
SERWAY, R. A. Física I para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna. São
Paulo: LTC, 1996.
SEARS; Z. e YOUNG, H. D. Curso de FÍSICA – Vol. I. São Paulo: Adison
Wesley, 2004.
CALLISTER, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. São
Paulo: LTC, 2008.
Probabilidade e Estatística
Conceitos fundamentais. Distribuição de frequência. Tabela e gráficos. Medidas
de posição. Medidas de dispersão. Introdução à probabilidade. Variáveis
aleatórias e unidimensionais. Esperança matemática. Distribuições discretas.
Distribuição contínua. Noções elementares de amostragem. Estimativa
estatística. Decisão estatística. Regressão e correlação.
58
PROJETO PEDAGÓGICO
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
FONSECA, J. S. e MARTINS, G. A. Curso de Estatística, Editora Atlas, 2012.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica Probabilidade, Editora Makron do Brasil,
2005.
DOWNING, D. et al. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2005.
BUSSAB, W. O. e MORETTIN, P. A. Estatística Básica. São Paulo: Editora
Saraiva, 2010.
KELLNER, B. Estatística sem mistérios. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
VIEIRA, S. Princípios de estatística. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003.
HOEL, P. G. Estatística elementar. São Paulo: Atlas, 1981.
LIPSCHUTZ, S. Probabilidade, Coleção Schaum.São Paulo: McGraw-Hill,
1994.
OLIVEIRA, F. E. M. Estatística e Probabilidade. São Paulo, Atlas. 1999.
Práticas Integradas III
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em
relação ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do
desempenho acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem
que considerem o conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b)
seminários de integração. Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso.
Encaminhamento e acompanhamento de produções transversais e
interdisciplinares do curso.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
Rio de Janeiro: Campus, 2004.
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua.
Barueri: Nobel, 2012.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,
Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006.
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014.
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o
Sistema de Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Editora Vozes, 2008.
5º PERÍODO
DISCIPLINA
Engenharia Econômica I
59
PROJETO PEDAGÓGICO
EMENTA
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Matemática financeira: valor do dinheiro no tempo. Fluxo de caixa e determinação
de fator de juros. Amortização de empréstimo. Análise de investimentos: métodos
do valor atual, custo anual uniforme equivalente e taxa interna de retorno.
Depreciação. Noções de propriedade industrial. Produção industrial. Influência de
imposto de renda. Substituição de equipamentos.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo. Ed.
Atlas, 2000.
PUCCINI, A. L. Matemática Financeira Objetiva e Aplicada com planilha
REFERÊNCIAS BÁSICAS
eletrônica. São Paulo: LTC, 2004.
SOUZA, Decisões financeiras e análise de investimentos. São Paulo: Ed. Atlas,
2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
KUHN, O. L. e BAUER, U. R. Matemática financeira aplicada e análise de
investimento. São Paulo: Atlas, 2001.
ARAUJO, C.R.V. Matemática Financeira.São Paulo: Atlas, 1993.
ROSS, S. A. et al. Princípios de Administração Financeira.São Paulo: Atlas, 1998.
GARRITY, P. MBA COMPACTO, Matemática Aplicada aos Negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2000.
DISCIPLINA
Cálculo IV
Equações diferenciais ordinárias:introdução e histórico. .Modelos matemáticos e
EDO. Existência e unicidade de soluções. O problema de Cauchy. ED lineares de
segunda ordem. ED lineares de ordem superior à segunda. Soluções por séries
(método de Euler-Frobenius). Sistemas de ED de primeira ordem.
FIGUEIREDO, D. G. de, e NEVES, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. Rio
de Janeiro: IMPA, 2010.
REFERENCIAS BÁSICAS BOYCE, W. et al. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. São Paulo: LTC, 2002.
ZILL, D. et al. Equações Diferenciais Vol.I e II. São Paulo: Makron Books, 2005.
EMENTA
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
OLIVEIRA, E. C. e TYGEL, M. Métodos Matemáticos para Engenharia. Rio de
Janeiro: SBC, 2010.
LEITHOLD, G. O. Cálculo com geometria analítica – Vol. II. São Paulo: Ed.
Harbra, 1994.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC, 2008.
SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica – Vol.II. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill, 2008.
Física III
Carga e força elétrica. Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância. Corrente
elétrica. Resistência elétrica. Leis de Ohm e Joule. Circuitos elétricos. Fluxo e
EMENTA
indução magnética. Leis de Ampere e Biot-Savart. Leis de Faraday e Lens.
Indutância.
HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física - Vol.3.
São Paulo: LTC, 2003.
TIPLER, P. A., FÍSICA para Cientistas e Engenheiros - VOL.3. São Paulo: LTC,
REFERÊNCIAS BÁSICAS
2006.
NUSSENZVEIG, H. M., Física Básica - Vol.3.São Paulo Editora EdgardBlucher,
1997.
REFERÊNCIAS
GROTHC, H. e MCKELVEY, J. P. FÍSICA - VOL 3. São Paulo: EDITORA
60
PROJETO PEDAGÓGICO
COMPLEMENTARES
DISCIPLINA
EMENTA
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
HARBRA, 1979.
ALONSO, M. e FINN, E. J. Um Curso Universitário de Física. - Vol III. São
Paulo: Edgard Blücher,2007.
Fenômenos dos Transportes
Propriedades dos fluidos. Estática dos fluidos. Equações básicas de escoamento.
Análise dimensional. Efeitos viscosos. Escoamento compressível. Transferência de
calor. Atividades de laboratório.
SCHIOZER, D. Mecânica dos Fluidos.São Paulo: LTC, 2001.
REFERÊNCIAS BÁSICAS FOX, R.W. et al. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SCHIOZER, D. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: LTC, 2001.
ASSY, T.M. Mecânica dos Fluídos. São Paulo: LTC, 2004.
MUNSON, B. R, YOUNG, D. e OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos
Fluidos. Volume I. São Paulo: Edgar Blücher, 1994.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
CARRON, W. e GUIMARÃES, O. As fases da física. Vol. único. São Paulo:
Moderna, 1997.
HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, J.Fundamentos de Física, Vol.2. São
Paulo: LTC Editora, 2002.
NUSSENZVEIG, H. M. Física Básica, Vol.2. São Paulo: Editora Edgard Blucher,
2004.
DISCIPLINA
EMENTA
Estatística Aplicada
Análise exploratória de dados. Amostragem. Estimação de parâmetros. Testes de
hipóteses. Testes de aderência. Regressão. Análise de variância. Aplicações de
métodos estatísticos à indústria. Uso de softwares e pacotes computacionais
aplicados à Estatística.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica e Probabilidade. São Paulo: Editora Makron
do Brasil, 1994.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
FONSECA, J. S. e MARTINS, G. A. Curso de Estatística. São Paulo: Editora
Atlas, 2012.
MILONE, G. e ANGELINI, F. Estatística Aplicada. São Paulo: Ed. Atlas, 1995.
HOEL, P. G. Estatística elementar. São Paulo: Ed. Atlas, 1981.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
FONSECA, J. S., MARTINS, G. A e TOLEDO, G. L. Estatística Aplicada. São
Paulo: Ed. Atlas, 1998.
SILVER, M. Estatística para Administração. São Paulo: Ed. Atlas, 2000.
LIPSCHUTZ, S. Probabilidade, Coleção Schaum. São Paulo, McGraw-Hill, 1979.
61
PROJETO PEDAGÓGICO
DISCIPLINA
EMENTA
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
OLIVEIRA, F. E. M. Estatística e Probabilidade. São Paulo: Atlas, 1999.
Pesquisa Operacional I
Conceituação de sistema. Formulação de modelos de otimização linear.
Representação algébrica e interpretação geométrica de modelos lineares de
otimização. Obtenção de solução pelo método simplex. Dualidade e análise de
sensibilidade do modelo. Modelo de transporte - formulação, resolução, dualidade
e análise de sensibilidade. Aplicações de simulação: modelo determinístico,
modelo probabilístico, processos industriais, sistema de estoques.
FAVERO, L. P. e BELFIORE, P. Pesquisa operacional para cursos de engenharia.
Rio de Janeiro: Elsivier, 2013.
REFERÊNCIAS BÁSICAS ANDRADE, E. L. Introdução a Pesquisa Operacional métodos e modelos para a
análise de decisão. São Paulo: Editora LTC, 1990.
TAHA, H. A. Pesquisa Operacional: Uma visão Geral. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2008.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Rio de
Janeiro: CAMPUS, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ESPINOSA, I. C. O.N. Álgebra linear para computação. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
EHRLICH, Pierre Jacques. Pesquisa Operacional: Curso Introdutório, Atlas. São
Paulo: Ed. Atlas. Brasil. 1988.
SILVA, E. M. Pesquisa operacional. São Paulo: Atlas, 1998.
DISCIPLINA
Práticas Integradas IV
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em
relação ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do
desempenho acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem
que considerem o conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b)
seminários de integração. Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso.
Encaminhamento e acompanhamento de produções transversais e interdisciplinares
do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo. Rio
de Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,
Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
62
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema
de Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Editora Vozes, 2008.
6º PERÍODO
DISCIPLINA
Engenharia Econômica II
EMENTA
Sistemas de capitalização contínua. Considerações sobre inflação na análise de
projetos. Avaliação de projetos sob risco e incerteza. Seleção de projetos sob
racionamento de capital. Análise de custo-benefício. Avaliação de projeto sob
critérios múltiplos. Estrutura de capital e custo do capital da empresa.
EHRLICH, P. J. Engenharia econômica: avaliação e seleção de projetos de
investimento. São Paulo: Atlas, 1989.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo: Ed.
Atlas, 2000.
SOUZA, A. Decisões financeiras e análise de investimentos. São Paulo. Ed.
Atlas. 2004.
PUCCINI, A. L. Matemática Financeira Objetiva e Aplicada com planilha
eletrônica. São Paulo: LTC. 2004.
KUHN, O. L.e BAUER, U. R. Matemática financeira aplicada e análise de
investimento.São Paulo: ATLAS, 2001.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
FARO, C. Elementos de engenharia econômica. São Paulo: Atlas, 1979.
GARRITY, P.MBA COMPACTO, Matemática Aplicada aos Negócios. Rio de
Janeiro: Campus,2000.
MARTELANC, R.; PASIN, R.; CAVALCANTE, F. Avaliação de empresas: um
guia para fusões & gestão de valor. São Paulo: Pearson PrenticeHall, 2005.
DISCIPLINA
EMENTA
Engenharia de Tempos e Movimentos
Estudo de movimentos: técnicas para registro e análise de trabalho, análise dos
movimentos, análise de operações, princípios de economia dos movimentos.
Estudo de tempos: cronoanálise, tempos pré-determinados, amostragem de
trabalho. Evolução da organização do trabalho na fábrica.
63
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BARNES, R. M.Estudo de Movimentos e de Tempos. São Paulo: Editora Edgard
Blücher , 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
SILVA, A. V. e COIMBRA, R. R. C. Manual de tempos e métodos: princípios e
técnicas do estudo de tempos. São Paulo: Hemus, S/D.
MARTINS, P. G. e LAUGENI, F. P. Administração da Produção. São Paulo:
Editora Saraiva, 2005.
SLACK, N. et. al.Administração da Produção. São Paulo: Editora Atlas, 2002.
DAVIS, M. M. etal. Administração da Produção. Porto Alegre: Editora
Bookman, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
GAITHER, N. e FRAZIER, G. Administração da produção e operações. São
Paulo: Pioneira, 2004.
MOREIRA, D. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Editora
Pioneira,2004.
DISCIPLINA
Psicologia Industrial
EMENTA
Trabalho e condição humana. Psicologia do trabalho (história, tendências e
práticas). Comportamento organizacional: liderança e grupos, motivação, poder e
conflito, comunicação e cultura organizacional. Participação dos trabalhadores
nas empresas. Psicologia e economia: análise do trabalho. Trabalho e saúde
mental.
BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada a administração de empresas. São
Paulo: Atlas, 2011.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
JAYET, C. D. Psicodinâmica do Trabalho. São Paulo: Atlas. 2009.
FREITAS, A. D. A psicologia, o homem e a empresa. São Paulo: Atlas 1991.
OLIVEIRA, M. G. Análise transacional na empresa. São Paulo: Atlas, 1990.
MINICUCCI, A. Psicologia aplicada à administração. São Paulo: Atlas, 1995.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
GLASSMANN, W. E. Psicologia: Abordagens Atuais. Porto Alegre: Artmed,
2008.
GLEITMAN, H. Psicologia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
GRIGGS, R. Psicologia: uma abordagem concisa. Porto Alegre: Artmed, 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Eletrotécnica
Materiais elétricos; Definições e parâmetros de circuitos elétricos; Análise de
circuitos. Energia e potência. Circuitos polifásicos. Medições dos principais
parâmetros elétricos. Circuitos magnéticos e eletromagnéticos; Automação dos
sistemas de energia.
IRWIN, J. D. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. São Paulo: LTC,
64
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
2003.
MARKUS, O. Circuitos Elétricos – Corrente Contínua e Corrente Alternada. São
Paulo: Érica, 2001.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. Porto Alegre: Bookman, 2007.
EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,
1985.
NILSSON, J.W. et al. Circuitos Elétricos. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MARIOTTO, P. A. Análise de Circuitos Elétricos. São Paulo: Prentice-Hhall,
2003.
MARKUS, O. Circuitos elétricos, corrente contínua e corrente alternada.São
Paulo: Erica, 2001.
ORSINI, L.Q. Curso de Circuitos Elétricos V1. São Paulo: Edgard Blucher, 2008.
DISCIPLINA
Mecânica dos Sólidos I
EMENTA
Cargas. Tensões e Deformações. Análise de tensões. Solicitações simples.
Tração, compressão, cisalhamento, torção e flexão. Flambagem.
BEER, F. P. e Johnston JR., E. R. Resistência dos Materiais. São Paulo:
McGraw-Hill. 2010.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
HIBBELER,R. C. Resistência de materiais. São Paulo: Pearson,2010.
MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São
Paulo:Érica, 2007.
NETO, J. A. e SPERANDIO JUNIOR E. Exercícios de Estática e Resistência dos
Materiais. São Paulo: Interciência, 1979.
NASH, W. A. Resistência dos Materiais.. São Paulo: McGraw-Hill, 1982.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
POPOV, E. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Ed. Prentice-Hall,
2001.
CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: LTC,
2012.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Estatística para Qualidade
O sistema de controle total da qualidade. Custos e aspectos de controle de
qualidade. Controle de processos e padrões subjetivos. Controle estatístico de
qualidade: filosofia, distribuição de frequência, gráficos de variáveis e de
atributos. Tabelas. Investigação de processo.
AGUIAR, S. Integração das Ferramentas da Qualidade ao PDCA e ao Programa
Seis Sigma - Volume 1. Belo Horizonte: Editora de Desenvolvimento Gerencial,
2002.
65
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: os novos passos para o planejamento
da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage, 1997.
FONSECA, J. S. e MARTINS, G. A. Curso de Estatística. São Paulo: Editora
Atlas, 2012.
ECKES, G. A revolução seis sigma: O método que levou a GE e outras empresas
a transformar processos em lucros. Rio de janeiro: Campos, 2001.
YOSHIMOTO, T. Qualidade, produtividade e cultura: o que podemos aprender
com os japoneses. São Paulo: Saraiva, 1992.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
PALADINI, E. P. Avaliação Estratégica da Qualidade. São Paulo: Atlas, 2002.
DEMING, W. E. A revolução da administração. Rio de Janeiro: Marque-Saraiva,
1990.
TOLEDO, J. C. Qualidade: Gestão e Métodos. São Paulo: LTC, 2014.
DISCIPLINA
Práticas Integradas V
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em
relação ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do
desempenho acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem
que considerem o conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b)
seminários de integração. Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso.
Encaminhamento e acompanhamento de produções transversais e
interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
Rio de Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua.
Barueri: Nobel, 2012.
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,
Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o
Sistema de Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
66
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Editora Vozes, 2008.
7º PERÍODO
DISCIPLINA
Ergonomia
EMENTA
Conceito de sistema homem-máquina. Antropometria. Abordagem ergonômica
do trabalho. Dispositivo de informações e controle. O homem como fonte de
energia. Fatores Ambientais.
IIDA, I. Ergonomia – Projeto e Produção. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
MORAES, Ana Maria, MONTAVAO, Claudia. Ergonomia: Conceitos e
Aplicações. Rio de Janeiro: 2AB, 1998.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DUL, J. e WEERDMEESTER, B. Ergonomia prática. São Paulo, Editora Edgard
Blücher, 2012.
GUERIN, F. et al. Compreender o trabalho para transformá-lo: A prática da
Ergonomia. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2001.
GRANDJEAN, E. e KROEMER, K. H. E. Manual de Ergonomia: adaptando o
trabalho ao homem. Porto Alegre: Bookman, 2005.
FIALHO, Francisco; SANTOS, Neri dos. Manual de análise ergonômica no
trabalho. Curitiba, Gênesis, 1995.
MENDES, R. Patologia do Trabalho. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995.
FANTAZZINI, M. L. Condições Ambientais dos Postos de Trabalho com
VDU's. Relatório Souza Cruz, São Paulo, ITSEMAP, 1992.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BELLUSCI, Silvia Meirelles. Doenças Profissionais ou do Trabalho. São Paulo:
Editora do SENAC, 1996.
FISCHER, M. F. Trabalhos em Turnos e Noturnos na Sociedade 24 Horas. São
Paulo: Editora Atheneu, 2004.
LIMONGI, F.(Coord.).Stress e trabalho: uma abordagem psicossomática. 3ª
Edição, Atlas: São Paulo, 2002.
DISCIPLINA
EMENTA
Planejamento e Projeto do Produto
Processo de Desenvolvimento de Produtos. Tipos de projetos de desenvolvimento
de produtos. Escopo do processo de desenvolvimento de produtos. Abordagens
para o desenvolvimento de produtos. Arranjos organizacionais para o processo de
desenvolvimento de produtos. Modelagem de processos. Pré-desenvolvimento,
67
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
desenvolvimento e pós-desenvolvimento de um produto. Métodos e ferramentas
de desenvolvimento de produtos. Indicadores de desempenho do processo de
desenvolvimento de produtos. Planejamento estratégico de produtos.
Planejamento do projeto do produto. Projeto informacional. Projeto conceitual.
Detalhamento do projeto do produto. Preparaçãoda produção do produto.
Lançamento do produto no mercado.
ROZENFELD, H. et al. Gestão de Desenvolvimento de Produtos. São Paulo:
Saraiva, 2006.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
ROMEIRO FILHO, E. et al. Projeto do Produto. Rio de Janeiro, Campus, 2010.
VIEIRA, D. et al. Gestão de Projeto do Produto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
PAHL, G. et al. Projeto na Engenharia – Métodos e Aplicações. São Paulo:
Edgard Blücher, 2005.
DINSMORE, Paul C. Como se tornar um profissional em gerenciamento de
projetos. São Paulo: Qualitymark, 2003.
SLACK, N. etal.Administração da produção.SãoPaulo:Atlas, 2002.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MENEZES, L. C. M. Gestão de projetos. São Paulo: Atlas, 2003.
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: os novos passos para o planejamento
da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage, 1992.
KEELLING, R. Gestão de projetos: Uma abordagem global. São Paulo: Saraiva,
2002.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Planejamento e Controle da Produção I
Fundamentos do planejamento e controle da produção. A função do PCP e a
previsão de vendas. Fases do planejamento e controle da produção. Principais
problemas no planejamento e controle da produção. Definição do roteiro da
produção. Técnicas de planejamento da produção. O PCP e a gestão dos estoques.
Definição da capacidade de produção. O PCP e o controle de qualidade.
Balanceamento da produção e sincronização dos fluxos. Emissão e programação
de ordens de fabricação. Métodos quantitativos no planejamento e controle da
produção.
CORRÊA, H. L., GIANESI, I. G. e CAON, M. Planejamento, Programação e
Controle da Produção – MRPII/ERP: Conceitos, uso e implantação. São Paulo:
Atlas, 2013.
TUBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção – Teoria e Prática. São
Paulo: Atlas, 2009.
MARTINS, P. G. e LAUGENI, F. P.Administração da Produção. São Paulo:
Saraiva, 2005.
CHIAVENATO, I. Planejamento e Controle da Produção. São Paulo: Editora
MANOLE,2008.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ARNOLD JUNIOR, T. Administração de materiais: Uma introdução. 4ªed. São
Paulo; Atlas, 1999.
RUSSOMANO, V. H. Planejamento e controle da produção. São Paulo: Pioneira,
68
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
2000.
CORRÊA, H.L. e GIANESI, I. G. N. Just -in- time, MRP ll e OPT – Um enfoque
estratégico. São Paulo: Atlas, 1993.
GOLDRATT, E. eCOX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Pesquisa Operacional II
Processos estocásticos: definições, cadeias de Markov e matriz de transição.
Programação dinâmica determinística, programação dinâmica estocástica. Teoria
das filas. Simulação.
FÁVERO, L. P. e BELFIORE, P. Pesquisa Operacional para cursos de
engenharia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
TAHA, H. A., Pesquisa Operacional: uma visão geral. São Paulo: Prentice Hall,
2008.
MEDEIROS, S. E. etal. Pesquisa Operacional: Programação Linear. São Paulo:
Atlas, 1998.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
EHRLICH, Pierre Jacques. Pesquisa Operacional, Atlas. São Paulo: Ed.
Atlas,1988.
ANDRADE, E. L. Introdução à Pesquisa Operacional: Métodos e modelos para
análise de decisão. São Paulo: LTC2000.
CORRAR, L. J., THEOFILO C. R. (Coord.). Pesquisa operacional para decisão
em contabilidade e administração: contabilometria. São Paulo: Atlas, 2004.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Custos da Produção Industrial
Terminologia dos custos. Acumulação dos custos. Sistemas de custeio. Custos
padrão. Custos diretos e indiretos. Análise custo-volume-lucro do sistema
produtivo. Taxa horária do equipamento ou do centro de produção. Técnica de
preparação de relatórios de custos.
VICECONTI, P. E.V. e NEVES, S. Contabilidade de Custos: um enfoque direto e
objetivo. São Paulo: Frase, 2003.
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, 2010.
PERES JUNIOR, J. H., OLIVEIRA, L. M. e COSTA, R. G.Gestão Estratégica de
Custos: Textos, Casos Práticos e Testes com as Respostas. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS, J. J. Análise de Custos. São Paulo: Atlas, 1990.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
LEÃO, N. S. Custos e orçamento na prestação de serviço. São Paulo: NOBEL,
2004.
IUDÍCIBUS, S. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 1998.
AMÉRICO, M. Custos: princípios, cálculo e contabilização. Rio de Janeiro: FGV,
69
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
1993.
BERTÓ, D. J. Gestão de Custos. São Paulo: Saraiva, 2011.
DISCIPLINA
EMENTA
Organização do Trabalho na Produção
Indústria de forma e indústria de propriedade, estudo das cargas física, cognitiva
e psíquica do trabalho. Bases para concepção ergonômica do trabalho e das
instalações.
ALBORNOS, S. O que é trabalho. São Paulo: Brasiliense, 1997.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
CHIAVENATO, I. Remuneração, benefícios e relações de trabalho. São Paulo:
Atlas, 2003.
FARIA, N. M. Organização do Trabalho. São Paulo: Atlas, 1984.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro:
Campus, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas.
Porto Alegre: Bookman, 2002.
RUSSOMANO, Victor Henrique. Planejamento e controle da produção. São
Paulo: Pioneira, 1995.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
DISCIPLINA
Práticas Integradas VI
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em
relação ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do
desempenho acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem
que considerem o conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b)
seminários de integração. Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso.
Encaminhamento e acompanhamento de produções transversais e
interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
Rio de Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
70
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento,
Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a
Empresa do Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema
de Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Editora Vozes, 2008.
8º PERÍODO
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Higiene e Segurança do Trabalho
Higiene e medicina do trabalho. Acidentes do trabalho: conceitos, causas e
custos. Agentes de doenças profissionais. Métodos de prevenção individual e
coletiva. Aspectos legais. O ambiente de trabalho e seus reflexos na segurança,
na qualidade e na produtividade. Riscos físicos: iluminação, calor, ruídos etc.
Medição e avaliação de agentes ambientais físicos. Riscos químicos. Medição e
avaliação de agentes ambientais químicos. Técnicas de tratamento ambiental.
Conforto térmico. Acústica. Ilumino técnica. Proteção contra incêndios e
explosões.
BARSANO, P. R. Segurança do Trabalho: guia prático e didático. São Paulo:
Érica, 2012.
BARBOSA FILHO, A. N. Insalubridade e Periculosidade: Manual de iniciação
pericial São Paulo: Atlas: 2004.
MATTOS, U. A. A. e MASCULO, F. (orgs.). Higiene e Segurança do Trabalho,
Rio de Janeiro: Elsevier/ABEPRO, 2011.
FISCHER, M. F. Trabalhos em Turnos e Noturnos na Sociedade 24 Horas. São
Paulo: Editora Atheneu, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
Manual de Legislação de Segurança e Medicina no Trabalho. São Paulo: Atlas,
1993. (Sem autor)
BELLUSCI, S. M. Doenças Profissionais ou do Trabalho. São Paulo: Editora do
SENAC, 1996.
LIMONGI, F, Coord. Stress e trabalho: uma abordagem psicossomática. 3ª
Edição, - Atlas: São Paulo, 2002.
71
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BENSOUSSAN, E. ALBIERI, S. Manual de higiene, segurança e medicina do
trabalho. São Paulo: Atheneu, 1997.
DISCIPLINA
EMENTA
Economia do Amazonas
Estudo do processo de desenvolvimento econômico da Amazônia brasileira, Fase
colonial: estudar os esforços de salvação da borracha dos anos 1940, Fase imperial
até os dias atuais: estudar o desenvolvimento econômico da Amazônia até os dias
atuais.
BARBOSA, E. B. Ideias e debates acadêmicos no estado do amazonas: Amazônia,
Educação, Pesquisa, Ciência e Socioeconomia. Manaus: BK editora, 2007.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
BRANCO, S. M. O Desafio Amazônico. São Paulo: Moderna, 1989.
BOTELHO, A. J. Redesenhando o projeto Zona Franca de Manaus – um estado de
alerta.
MATTOS, A. M. Em defesa da Amazônia Brasileira & outros estudos. Belém:
CEJUP, 1995.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BENCHIMOL, Samuel. Comércio Exterior da Amazônia Brasileira. Manaus:
Valer, 2000.
GONÇALVES, Carlos W.P.G. Amazônia, Amazônias. São Paulo: Contexto,
2001.
ARCE, B. et al. Amazônia Continental Desafios e Soluções na Visão de grandes
Amazônidas. Manaus: Associação PanAmazônia, 2014.
LOUREIRO, A. A grande Crise (1908 – 1916). Manaus: Valer, 1986.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Planejamento Programação e Controle da Produção II
Planejamento dos recursos de manufatura (MRP II). Planejamento das
necessidades de distribuição (DRP). Sequenciamento de operações. Controle do
chão de fábrica por simulação. Manufatura integrada por computador(CIM).
Técnicas industriais japonesas (JIT). Tecnologia de produção otimizada(OPT).
Exemplos e experiências fronteiras do conhecimento.
CORRÊA, H. L., GIANESI, I. G. e CAON, M. Planejamento, Programação e
Controle da Produção – MRPII/ERP: Conceitos, uso eimplantação. São Paulo;
Atlas, 2013.
SLACK, N. e CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. São
Paulo: Atlas, 2002.
TUBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção – Teoria e Prática. São
Paulo, Atlas, 2009.
MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo:Thompson
Pioneira, 2006.
72
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
CHIAVENATO, I. Planejamento e Controle da Produção. Editora MANOLE,
2008.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
RUSSOMANO, V. H. Planejamento e controle da produção. 6ªed. São Paulo;
Pioneira, 2000.
CORRÊA, H. L. e GIANESI, I. G. N.Just -in- time, MRP ll e OPT – Um enfoque
estratégico. Atlas. 1993.
ARNOLD JR. T. Administração de materiais: Uma introdução. 4ªed. São Paulo;
Atlas, 1999.
DISCIPLINA
EMENTA
Administração da Produção
Princípios básicos que determinam a configuração de um sistema de operações,
tendo em vista a estratégia de operações e o contexto concorrencial em que se
desenvolvem os negócios explorados pela empresa; procedimentos e pressupostos
envolvidos no projeto de arranjo físico e fluxo, as relações de causa – efeito, as
características do JIT e MRP; acompanhamento e controle da produção, visando à
eficiência na utilização dos recursos ou fatores de produção; projeto de processos
produtivos de bens e serviços e/ou sistemas de formação de valor sob a
perspectiva do cliente.
MARTINS, P. G. eLAUGENI, F. P. Administração da Produção. São
Paulo:Saraiva, 2005.
SLACK, N.et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2002.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DRUCKER, P. F. Desafios Gerenciais para o século XXI. SP. Ed. Pioneira, 2001.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS, J. , WYSK, R. A. e TORRES, J. M. Otimizando a produção com a
metodologia LEAN. São Paulo: Leopardo, 2009.
COSTA, L.S.S. e CAULLIRAUX, H.M.Manufatura Integrada por Computador.
Rio de Janeiro: EditoraCampus, 1995.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
GIANESI,I.G.N. e CORREA, H.L. Just in time, MRP II e OPT – Um enfoque
estratégico. São Paulo: Editora Atlas: 1993.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento e Controle da Produção. São Paulo:
Manole, 2008.
MONTANA, P. J. Administração.Rio de Janeiro, Ed. Saraiva, 2003.
DISCIPLINA
EMENTA
Estágio Supervisionado
Atividade de observação, acompanhamento e implementação de melhorias
supervisionada/orientada em indústrias, empresas públicas, ongs, etc., numa das áreas
da Engenharia de Produção, com a elaboração de relatório semestral, objetivando a
familiarização com a realidade empresarial, como forma de adquirir uma visão crítica
do ambiente produtivo e organizacional, e em especial com o universo de sua
profissão.
73
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BURIOLLA, M.A. Estágio Supervisionado. São Paulo: Cortez, 2001.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
FUSCO, J. P. A. Tópicos Emergentes em Engenharia de Produção. Volume I e II. São
Paulo: Editora Arte&Ciência, 2004.
BIANCHI, C. M. Manual de Orientação: Estágio supervisionado. São Paulo:
Thomson Learning, 2003.
JUREMA, J. e QUEIROZ, W. Metodologia para apresentação de trabalhos
acadêmicos. Manaus: Editora Lorena, 2005.
FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas
da ABNT. Porto Alegre, 2001.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
LAKATOS, E. e MARCONI, C. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2000.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. 2002.
MULLER, M. S. e CORNELSEN, J.M. Normas e Padrões para teses, dissertações e
monografias. São Paulo: Eduel, 2003.
DISCIPLINA
EMENTA
Planejamento e Projetos das Instalações Industriais
Dados para o projeto: previsão de vendas e produção, localização, arquitetura industrial.
Análise para arranjo, análise de processo e do produto, das operações, dos fluxos
materiais, componentes e pessoas, das condições de transporte interno. Análise para
dimensionamento: utilização de capacidade produtiva, esperas e balanceamento,
estoques e armazenamento. Técnicas de execução e apresentação de um projeto.
Arranjo físico, técnicas quantitativas de avaliação para arranjos alternativos.
ANTUNES, J. et al. Sistemas de Produção: Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão
Enxuta. Porto Alegre, Bookman, 2008.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2002.
GAITHER, Norman et al. Administração da Produção e Operações São Paulo:
Thomson, 2001.
DORNELAS, J. A. Empreendedorismo. São Paulo: Campus, 2005.
GRACIOSO, F. Planejamento Estratégico. São Paulo: Atlas, 2013.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
DINSMORE, P. C. Gerenciamento de Projetos: Como gerenciar seu Projeto com
Qualidade Dentro do Prazo e Custos Previstos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004.
MARTINS, P. G. eLAUGENI, F. P. Administração da Produção. São Paulo:Saraiva,
2005.
WOILER, S. et al. Projetos. São Paulo: Atlas, 1996.
DISCIPLINA
Práticas Integradas VII
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em relação
ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do desempenho
acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem que considerem o
conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b) seminários de integração.
74
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso. Encaminhamento e
acompanhamento de produções transversais e interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, Organização
e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a Empresa do
Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Rio de
Janeiro: Editora Vozes, 2008.
9º PERÍODO
DISCIPLINA
Logística e Transporte Industrial
EMENTA
A função industrial e logística da empresa. Conceitos fundamentais da função logística.
A gestão dos fluxos internos e externos. A gestão dos processos contínuos e
descontínuos. A gestão da função de compras. Os sistemas de distribuição. Otimização
da planta industrial. Estratégias de logística e a excelência industrial.
BERTAGLIA, P. R.Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São Paulo:
Saraiva, 2003.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
POZO, H. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais- Uma abordagem
Logistica. São Paulo: Atlas, 2004.
OLIVO, R. Logística na Cadeia de Suprimentos: Técnicas, Ferramentas e Conceitos.
São Paulo: Saint Paul Editora, 2013.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos- Logistica Industrial: Porto
Alegre: Bookman, 2006.
75
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
GONÇALVES, P.S. Administração de Materiais. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
CHRISTOPER, M.Logistica e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo:
Cengage Learning, 2013.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
GURGEL, F. C. A. Logística Industrial. São Paulo: Atlas, 2000.
DIAS, M. A. P.Administração de Materiais Edição Compacta: Resumo da Teoria,
Questões de Revisão, Exercícios e Estudos de Casos. São Paulo: Atlas, 2001.
HOEL, L. A., GARBER, N. J. e SADEK, A. W. Engenharia de Infraestrutura de
transportes: uma integração multimodal. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Técnicas Avançadas de Planejamento da Produção
Evolução das Tecnologias de Planejamento da Produção; Técnicas de Administração da
Produção; Técnicas de Planejamento Estratégico; Técnicas de Planejamento e Controle
da Produção; Técnicas de Planejamento de Recursos Materiais; Técnicas de
Planejamento de Recursos Empresariais; Técnicas de Planejamento de Sistema
Avançados; Tecnologias Avançadas; Nanotecnologias e Biotecnologias.
AMATO NETO, J. Manufatura de Classe Mundial. Rio de Janeiro: Editora Atlas, 2013.
CORRÊA, H.L., GIANESI, I.G. e CAON, M. Planejamento, Programação e Controle
da Produção – MRPII/ERP: Conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2013.
SANTOS, J. , WYSK, R. A. e TORRES, J. M. Otimizando a produção com a
metodologia LEAN. São Paulo: Leopardo, 2009.
COSTA, L.S.S. CAULLIRAUX, H.M. Manufatura Integrada por Computador. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 1985.
SLACK, Nigel. et al. Administração da Produção. São Paulo: Editora Atlas, 2002.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ROMANO, V.F. Robótica Industrial: Aplicações na indústria de manufatura e de
processos. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2002.
SHAFER, S. M. Administração da Produção para MBA´s. Porto Alegre: Bookman,
2002.
DISCIPLINA
EMENTA
Manutenção Industrial
Engenharia de manutenção. Manutenção corretiva e preventiva. Inventários. Definição
de estoques de sobressalentes. Técnicas administrativas para a manutenção.
Programação da manutenção. Controle da manutenção. Custos da manutenção. Fichas
de controle. Técnicas de inspeção. Análise de defeitos. Sistemas de informação
aplicados à manutenção.
NASCIF, J. Manutenção Função Estratégica. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
VIANA, H. R. G. Planejamento e Controle da Manutenção. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2002.
KARDEC, A. e NASCIF, J. Manutenção Função Estratégica, Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2005.
76
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
XENOS, H. G. Gerenciando a Manutenção Produtiva: O Caminho para Eliminar Falhas
nos equipamentos e Aumentar a Produtividade. Belo Horizonte: Desenvolvimento
Gerencial, 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MICHAWAKA, V. Manutenção Preditiva- Caminho para zero defeitos. São Paulo:
Makron,1991
KARDEC, A. ; ZEN, M. Gestão Estratégica e Manutenção Autônoma. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2002.
DISCIPLINA
Contabilidade Gerencial
EMENTA
Introdução à contabilidade. Registros contábeis. Análise dos demonstrativos
financeiros, índices e testes. Fluxo de caixa. Análise gerencial de custos. Planejamento e
orçamento empresarial. Ênfase no uso gerencial da contabilidade.
IUDÍCIBUS, S. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 1998.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
LEITE, H. P. Contabilidade para Administradores. São Paulo: Atlas, 1997.
PADOVESE, C. L. Contabilidade Gerencial: Um enfoque em sistema de informação
contábil. São Paulo: Atlas, 2004.
CORBETT NETO, T. Contabilidade de Ganhos: A Nova contabilidade Gerencial de
Acordo com a Teoria das Restrições. São Paulo: Nobel, 1997.
BERTÓ, D. J. Gestão de Custos. São Paulo: Saraiva, 2011.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
PIZOLATTI, N. D. Introdução à Contabilidade Gerencial. SP: MakronBooks, 1998.
NOREEN, E. A Teoria das Restrições e suas Implicações na Contabilidade Gerencial:
relatório Independente. São Paulo: Educator, 1996.
SIEGEL, J. G. Pensando Financeiramente: Tudo o que os Gerentes Precisam Saber
sobre Finanças e Contabilidade. Rio de Janeiro: Ediouro, 1994.
DISCIPLINA
EMENTA
Estágio Supervisionado II
Atividade de observação, acompanhamento e implementação de melhorias
supervisionada/orientada em indústrias, empresas públicas, ongs, etc., numa das áreas
da Engenharia de Produção, com a elaboração de relatório semestral, objetivando a
familiarização com a realidade empresarial, como forma de adquirir uma visão crítica
do ambiente produtivo e organizacional, e em especial com o universo de sua profissão.
BIANCHI, A. C.M. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2009.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
FUSCO, J. P. A. Tópicos Emergentes em Engenharia de Produção. Volume I e II. São
Paulo: Editora Arte&Ciência, 2004.
77
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BIANCHI, C. M. et al. Manual de Orientação: Estágio supervisionado. São Paulo:
Thomson Learning, 1998.
BURIOLLA, M. A. Estágio Supervisionado. Belo Horizonte: Cortez, 2001.
JUREMA, J. e QUEIROZ, W. Metodologia para apresentação de trabalhos acadêmicos.
Manaus: Editora Lorena, 2005.
FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas
da ABNT. Porto Alegre: 13a.ed., 2004.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
LAKATOS, E. e MARCONI, C. Metodologia Científica. São Paulo: Ed. Atlas: 2000.
BASTOS, C.L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Rio de
janeiro: Editora Vozes, 2002.
SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2009.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Automação Industrial
Organização do trabalho na manufatura. Enriquecimento de cargos e grupos semiautônomos. Organização do trabalho nos sistemas recentes de automação industrial:
máquinas ferramentas de controle numérico, robôs, sistemas flexíveis de manufatura.
Sistemas de fabricação flexível. A abordagem Just-in-time. Tecnologia de grupo.
Sistema Kanban.
MORAES, C. C. e CASTRUCCI, P. L. Engenharia de Automação Industrial. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2013.
COSTA, L. S. S. CAULLIRAUX, H. M. Manufatura Integrada por Computador.
Editora Campus, 1985.
ROMANO, V. F. Robótica Industrial: Aplicações na indústria de manufatura e de
processos. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2002.
PRUDENTE, F. Automação Industrial PLC: Programação e Instalação. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
MORAES, C.C. Automação Industrial Hardware e Software, Redes de Petri, Sistemas
de Manufatura, Gestão da Automação. São Paulo: LTC, 2001.
COSTA, L.S.S. e CAULLIRAUX, H. M. Manufatura Integrada por Computador.
Editora. Campus, 1995.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MOUSSA, S. Sistemas Automáticos. São Paulo, Ed. Do Autor, 2011.
SILVA, S.D. CNC – Programação de Comando Numérico por Computador. São Paulo:
Editora Erica, 2002.
PRUDENTE, F. Automação Industrial Pneumática: Teorias e Aplicações. Rio de
Janeiro: LTC, 2013.
78
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
DISCIPLINA
Práticas Integradas VIII
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em relação
ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do desempenho
acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem que considerem o
conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b) seminários de integração.
Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso. Encaminhamento e
acompanhamento de produções transversais e interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, Organização
e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a Empresa do
Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Rio de
Janeiro: Editora Vozes, 2008.
10º PERÍODO
DISCIPLINA
Projetos Industriais
EMENTA
Sistema econômico. Noções de planejamento econômico. Desenvolvimento industrial.
Aspectos administrativos do projeto. Aspectos técnicos e financeiros do projeto.
Mercado, localização, processo e arranjo físico. Escala de produção e escolha
tecnológica. Estrutura de receitas e custos. Os investimentos. Avaliação, financiamento
e análise de sensibilidade.
79
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
SAMANEZ, C. P. Gestão de Investimentos e Geração de Valor. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
CORREIA NETO, J. ElaboraçãoeAvaliação de Projetos de Investimento. RJ: Campus,
2009
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
REILLY, F. K. Investimentos. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico - Conceitos, Metodologia e Práticas. São
Paulo: Atlas, 2013.
SOUZA, A. Decisões financeiras e análise de investimentos. São Paulo. Ed. Atlas.
2004.
SALIM, C. S. Construindo Planos de Empreendimentos: Negócios Lucrativos, Ações
Sociais e Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
MAXIMINIANO, A. C. A. Administração de Projetos. São Paulo: ATLAS, 2010.
WOILER, S.Projetos. São Paulo: Atlas, 1996.
ANTUNES, J. et al. Sistemas de Produção: Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão
Enxuta. Porto Alegre, Bookman, 2008.
FALCINI, P. Avaliação Econômica de Empresas. São Paulo: Atlas, 1995.
DISCIPLINA
EMENTA
Gestão de Projetos
Conceitos gerais de gestão de projetos. Ciclo de vida do projeto. O processo de
inicialização do projeto. Gerenciamento do escopo do projeto. Planejamento e Execução
do projeto. Programação, cronogramas e prazos. Recursos, Custos e Orçamentos. A
qualidade no projeto. Gestão de Aquisições e contratos.. Controle e avaliação do
projeto. Gestão de riscos, diagnósticos, e contingências. Gerenciamento das
comunicações do projeto. Conceitos de gestão de RH em projetos. A gestão de
Integração do projeto. O encerramento de projetos.Conceitos de gestão de RH em
projetos. O gestor do projeto, a equipe de projetos, tipos de organização de projetos.
OLIVEIRA, D. P. R. Administração de Projetos: Melhores Práticas para Otimizar
Resultados. São Paulo: Atlas, 2013.
GIDO, J. e CLEMENTS, J.P. Gestão de Projetos. São Paulo: Thomson, 2002.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
TRENTIM, M. H. Gerenciamento de Projetos: Guia para a certificação CAPM e PMP.
São Paulo: Atlas, 2011.
DINSMORE, P. C. Gerenciamento de Projetos - Como gerenciar projetos com
qualidade, dentro do prazo e custos. Rio de Janeiro: Qualimark, 2004.
80
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: Estabelecendo diferenciais competitivos.
RJ: Brasport, 2002.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
KEELING, R. Gestão de projetos: Uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2002.
MAXIMINIANO, A. C. A. Administração de Projetos. São Paulo: ATLAS, 2010.
MENEZES, L. C. M. Gestão de Projetos. São Paulo: Atlas, 2003.
KERZNER, H. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
DISCIPLINA
EMENTA
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
Gestão de Materiais
Importância, definição e objetivos da administração de materiais. Sistema de
administração de materiais. Classificação de materiais. Controle de materiais:
determinação da demanda. Classificação dos estoques. Determinação dos lotes de
reposição. Sistemas de controle de estoques. Estoques de segurança e rotatividade dos
estoques. Aquisição de materiais. Armazenagem e movimentação de materiais.
MARTINS, P. G. e ALT, P. R. C. Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais.
São Paulo: Saraiva, 2009.
GONÇALVES, P. S. Administração de Materiais: Obtendo vantagens competitivas. Rio
de Janeiro: Campus, 2003.
POZO, H. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: Uma abordagem
logística. São Paulo: Atlas, 2004.
DIAS, M. A. P. Administração de Materiais. Uma abordagem logística. São Paulo:
Atlas, 2001.
SLACK, N. et. al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2002.
BERTAGLIA, P. R. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ARNOLD, J. R. T. Administração de Materiais: Uma Introdução. SP: Atlas, 1999.
DIAS, M. A. P.Administração de Materiais Edição Compacta: Resumo da Teoria,
Questões de Revisão, Exercícios e Estudos de Casos. São Paulo: Atlas, 2001.
CHIAVENATO, I. Planejamento e Controle da Produção. São Paulo: Manole, 2008.
DISCIPLINA
Gestão da Qualidade
EMENTA
Conceitos básicos de Qualidade. Gerenciamento da qualidade total. Custos de
qualidade. Aspectos humanos e motivacionais para a qualidade. Ferramentas da
qualidade. Normalização. Certificação. Implantação de programas de qualidade. ISO
9001. Lean Seis Sigma.
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
CIERCO, A. A. et al. Gestão da qualidade. Rio de janeiro: editora FGV, 2010.
PALADINI, E. P. Gestão da Qualidade: Teoria e Prática. RJ: Campus, 2012.
MARSHALL JÚNIOR, I. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2010.
81
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MOREIRA, D.
A.
Administração
Paulo:Thompson/Pioneira, 2004.
da
produção
e
operações.
São
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
CERQUEIRA NETO, E. P. Gestão da Qualidade: Princípios e Métodos. Rio de
Janeiro:UFRJ, 1995.
YOSHIMOTO, T. Qualidade, produtividade e cultura: o que podemos aprender com os
japoneses.São Paulo: Saraiva, 1992.
DEMING, W. E. A revolução da administração. Rio de Janeiro: Marque-Saraiva, 1990.
DISCIPLINA
Empreendedorismo
EMENTA
Empreendedorismo: Habilidades, atitudes, competências e características dos
empreendedores. Início e ciclo de vida de uma empresa. Oportunidades de negócios,
identificação, seleção e definição do negócio. Elementos essenciais para iniciar um
novo negócio: o plano de negócio. Informações ambientais, estratégias de marketing e
planos operacionais.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
SALIM, C.S., HOCHMAN, N. e RAMAL, S.A. Construindo plano de negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2001.
CHIAVENATO, I. Vamos Abrir um Novo Negócio. São Paulo: Makron Books, 1995.
SALIM, C. S. Construindo Planos de Empreendimentos: Negócios Lucrativos, Ações
Sociais e Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
ZOGHLIN, G. G. De executivo a empreendedor. São Paulo: Makron Books, 1994.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
PORTER, M. E. Vantagem Competitiva: Criando e Sustentando um desempenho
Superior. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
DEGEN, R. J. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo:
McGraw-Hill, 1989.
MINTZBERG, H. e QUINN, J. B. O Processo da Estratégia. São Paulo: Editora
Saraiva, 2003.
DISCIPLINA
EMENTA
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
Caracterização da natureza do trabalho de conclusão de curso. Elaboração do projeto do
trabalho de conclusão de curso. Desenvolvimento das atividades previstas no projeto.
Elaboração do documento final do trabalho de conclusão de curso. Apresentação do
trabalho de conclusão de curso perante banca examinadora.
82
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Científica. Rio de Janeiro: Atlas, 2001.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
BASTOS, C.L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Rio de
Janeiro: Editora Vozes, 2008.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo, 2009.
MARTINS, G. A. e THEOPHILO, C. R. Metodologia da investigação Científica. São
Paulo: Manole, 2009.
CERVO, Amado L. Metodologia Científica. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ISKANDAR, J. I. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos. Curitiba:
Juruá, 2005.
JUREMA, J. e QUEIROZ, W. Metodologia para apresentação de trabalhos acadêmicos.
Manaus: Editora Lorena, 2005.
VAL, M.G.C. e ROCHA, G. Reflexões sobre práticas escolares de produção de texto –
O sujeito autor.São Paulo: Edtora Ceale, 2003.
DISCIPLINA
Práticas Integradas IX
EMENTA
Intervenções educativas visando a integração e o posicionamento do aluno em relação
ao perfil profissional: a) acompanhamento individual e coletivo do desempenho
acadêmico por meio de estratégias de verificações da aprendizagem que considerem o
conjunto dos conhecimentos, habilidades e competências; b) seminários de integração.
Engajamento nos eixos e núcleos temáticos do curso. Encaminhamento e
acompanhamento de produções transversais e interdisciplinares do curso.
WOMACK, J.P.; JONES, D. T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
REFERÊNCIAS
BÁSICAS
DENNIS, P. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GOLDRATT, E. e COX, J. A Meta - Um processo de Melhoria Contínua. Barueri:
Nobel, 2012.
ROBBINS, S. P. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2003.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, Organização
e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2010.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: ArtMed, 2006
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
TOLEDO, J. C. Qualidade Gestão e Métodos. Rio de Janeiro: LTC 2014
MARIOTTI, H. Organizações de Aprendizagem: Educação Continuada e a Empresa do
Futuro. São Paulo: Atlas, 2011.
DENNIS, Pascal. Produção Lean Simplificada: Um Guia para Entender o Sistema de
Produção mais Poderoso do Mundo. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CORREA, H. L. e CORREA, C. A. Administração da Produção - Manufatura e
83
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
BASTOS, C. L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Editora
Vozes, 2008.
DISCIPLINA
EMENTA
LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais)
Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio antropológicos da surdez. A
Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções
básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais.
Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial.
ARANTES, V. A. e SILVESTRE, N. Educação de surdos. São Paulo: Summus, 2007.
DEMO, P. Conhecimento Moderno. Petrópolis: Vozes, 2001.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SACKS, O. W. Obra: Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São
Paulo:Companhia das Letras, 2010.
QUADROS, R. M. Educação de Surdos: a Aquisição da Linguagem. Porto alegra:
Artes Médicas, 1997.
SALLES, H. M. M. L. Ensino de Língua Portuguesa para Surdos, Vol. I. Brasília:
MEC, SEESP, 2004.
QUADROS, R. M. Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua
Portuguesa. 1. ed. Brasília: MEC, 2007.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
ALMEIDA, E. C. Atividades ilustradas em sinais da LIBRAS. São Paulo: Revinter,
2004.
GUARINELLO, A. C.O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo:
Plexus, 2007.
SKLIAR, C. Educação & Exclusão: abordagens sócio antropológicas em educação
especial. Porto Alegre: Mediação, 2004.
4.8 Metodologia
A ação didático-pedagógica considera, em seu desenrolar, os seguintes princípios
metodológicos:
a) Tempos e espaços curriculares que favoreçam a iniciativa dos alunos,
protagonistas do processo de aprendizagem;
b) Tempos e espaços de aprendizagem com duplo vínculo: com os alunos e com a
comunidade;
84
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
c) Estratégias didático-pedagógicas que privilegiem a resolução de situaçõesproblemas contextualizadas;
d) Valorização do conhecimento advindo da experiência do aluno;
e) A realidade como ponto de partida e ponto de chegada da aprendizagem;
f) Associação do ensino com a pesquisa e a extensão;
g) Toda ação de aprendizagem deve ser carregada de sentido e de intencionalidade;
h) A ética e o compromisso social fazem parte das competências profissionais.
O curso alicerça seu processo curricular na competência entendida como capacidade,
processo, mecanismo de enfrentar uma realidade complexa, em constante processo de
mutação, perante a qual o sujeito é chamado a escolher. Os conhecimentos adquirem sentido
se mobilizados no processo sempre único e original de construção e reconstrução de
competências. Desse modo, conhecimentos, habilidades e competências se articulam em
movimentos complementares e progressivos que atravessam o currículo.
O currículo permite uma formação geral e específica, apoiado nos seguintes eixos
teóricos e metodológicos norteadores:

As estratégias de aprendizagem valorizam o desafio, os problemas significativos e a
reconstrução da realidade. O currículo contempla os problemas mais frequentes e
relevantes a serem enfrentados na vida profissional. A solução de problemas é uma
das mais nobres competências que o indivíduo deve desenvolver associada a outras e
que pode ser desenvolvida pela articulação de metodologias diferenciadas que
garantam a articulação do saber, do saber fazer e do ser, e por práticas reais
contextualizadas.

O aluno é responsável pela sua aprendizagem. A assistência ao aluno é
individualizada, de modo a possibilitar que ele discuta suas dificuldades com
profissionais envolvidos com o gerenciamento do currículo. É permanentemente
avaliado quanto ao desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à
profissão

Sólida fundamentação teórica: o rigor teórico deve se constituir em requisito e
pressuposto para a formação técnica e prática.

Unidade teoria-prática: o aluno é inserido desde o início do curso em atividades
práticas relevantes para sua futura vida profissional. Fortalecer o aprender-fazendo e o
aprimoramento da prática através do processo ação-reflexão-ação, considerando o
85
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
conjunto de ações e a ampla variedade de oportunidades de aprendizagem em
laboratórios, experiências e estágios, uso de novas tecnologias, bibliotecas
convencionais e virtuais.

Interdisciplinaridade e integração. Superação do currículo meramente disciplinar e
que ocasiona a sobreposição ou repetição de conteúdos, a oposição ou contradição de
enfoques, a justaposição ou mera agregação de conteúdos e a omissão de conteúdos.
Fomento do trabalho em grupo e a cooperação interdisciplinar e multiprofissional.
O curso de Engenharia de Produção privilegia, em suas unidades curriculares,
metodologias ativas de aprendizagem baseadas em problemas e processos de ensinoaprendizagem centrados no aluno:
a) Aulas práticas e teóricas em pequenos grupos com especialistas nas diferentes áreas de
conhecimento abordadas na unidade;
b) As aulas teóricas são expositivas e dialogadas e as aulas práticas são interativas, sendo
realizadas em laboratório próprio de cada área de conhecimento.
c) As aulas são conduzidas por temáticas, situações problemas e estímulo a tomadas de
decisões, tendo o aluno como protagonista ativo de sua aprendizagem e o docente
como um mediador do “aprender a aprender”.
d) Seminários multidisciplinares de integração;
e) Uso intensivo de recursos multimídia, da biblioteca, das fontes impressas e virtuais
como base de discussão do processo ensino-aprendizagem.
f) Dinamizar os processos avaliativos, valorizando a articulação da avaliação
diagnóstica, formativa e somativa, proporcionando ao aluno o devido feedback de sua
aprendizagem e tornando-o protagonista de sua formação.
4.9 Estágio Curricular Supervisionando
A matriz curricular foi estruturada a partir da preocupação existente com as questões
da regionalização, do mercado demandante e da necessidade de aprofundamento e
aprimoramento dos profissionais nessas áreas. Foi organizada tendo por base, além da
legislação que regulamenta a profissão, a Resolução CNE/CES nº11, DE 11 DE MARÇO DE
2002, no Art. 7º o Estágio Supervisionado constitui etapa integrante obrigatória da graduação,
possuindo carga horária mínima de 160h. No curso de Engenharia de Produção, está dividido
86
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
em Estágio Supervisionado I – 80 horas e Estágio Supervisionado II – 100 horas, totalizando
assim 180 h.
4.10 Atividades Complementares
As Atividades Complementares constituem importante componente curricular dos
cursos de graduação da Universidade Nilton Lins, cuja carga horária para o curso são de 200
horas. Essas atividades têm como objetivos enriquecer o processo de ensino-aprendizagem,
por meio de uma formação profissional e humanizada, ampliando os horizontes para
aquisição de conhecimentos, habilidades e competências, fortalecendo a articulação da teoria
com a prática e valorizando a participação em atividades de ensino, pesquisa e extensão. As
atividades complementares internas são oferecidas durante o período letivo em horários
diferentes aos de aulas.
Há o projeto de se iniciar a participação efetiva em ações
comunitárias e oportunizar trocas significativas entre a academia e a comunidade. Palestras
Educativas e Orientações à comunidade sobre temas ligados à engenharia.
Para estimular os discentes a participarem, estas atividades serão relacionadas à aulas
teóricas e avaliações. A Universidade Nilton Lins possui Regulamento próprio sobre as
Atividades Complementares, no qual são traçados objetivos e mencionadas atividades que
poderão ser consideradas Atividades Complementares, de forma a serem creditadas no
histórico escolar dos discentes.
As Atividades Complementares têm por objetivos:

Enriquecer o processo de ensino-aprendizagem por meio de uma formação
profissional e social, ampliando os horizontes do conhecimento para além da sala de
aula;

Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a participação em
atividades de ensino, pesquisa e extensão;

Favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais
nos mais diversos contextos sociais;

Aprofundar a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade no currículo, dentro e
entre os semestres;

Estimular práticas de estudo independentes, visando a uma progressiva autonomia
profissional e intelectual do aluno;
87
PROJETO PEDAGÓGICO

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências
adquiridas fora do ambiente institucional, inclusive as que se referirem às
experiências profissionalizantes julgadas relevantes para a formação humanizada.
São consideradas Atividades Complementares para o curso proposto aquelas
pertencentes aos seguintes grupos:

Atividades técnico-científicas internas e externas relacionadas à área de conhecimento
do curso, como por exemplo: palestras; seminários; visitas técnicas; congressos;
estágio voluntário; monitoria; jornadas acadêmicas; workshops.

Atividades relacionadas a programas e projetos tais como: iniciação científica e
tecnológica; grupos de estudo; produção intelectual e técnico-científica; publicações
em anais; revistas e jornais; entre outros do gênero.
4.11 Trabalho de Conclusão de Curso
O curso de Engenharia de Produção da Universidade Nilton Lins inseriu no 10º
período a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O TCC poderá ser apresentado
em diferentes formatos, tais como trabalho monográfico, revisão sistemática e aprofundada da
literatura, artigo científico, patente, registros de propriedade intelectual, projetos técnicos,
publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos, de materiais didáticos e
instrucionais e de produtos, processos e técnicas; produção de programas de mídia, editorial,
composições, concertos, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos de caso, relatórios
técnicos com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo experimental ou de
aplicação em serviço, proposta de intervenção em procedimentos técnicos ou de serviço
pertinente, projeto de aplicação ou adequação tecnológica, protótipos para desenvolvimento
ou produção de instrumentos, equipamentos e kits, projetos de inovação tecnológica.
Caso o aluno elabore uma Monografia, será orientado por um professor do curso
alinhado com o tema. Esta monografia será submetida à avaliação de uma banca examinadora
formado por professores do próprio curso, sendo que sua confecção representa uma avaliação
obrigatória, quando serão observados, no discente, a capacidade de sintetizar e integralizar
conhecimentos de áreas específicas ou interdisciplinares da Engenharia de Produção.
Para elaboração do TCC a instituição elaborou um documento contendo as normas
técnicas de trabalhos de graduação e pós-graduação que está disponível no portal da
88
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
instituição. Uma das medidas para flexibilizar e dinamizar os currículos foi a normativa do
TCC que prevê uma diversificação de seus resultados. Existe uma portaria específica da IES
que respalda a condução do TCC em cada curso de graduação (Portaria PRG nº001//2009 -,
de 03 de agosto de 2009), com os objetivos de diversificar as oportunidades formativas dos
alunos de graduação por meio de diferentes formatos de trabalho de conclusão de curso, além
de ampliar a participação integrada em ações de ensino, pesquisa e extensão, em órgãos
internos e externos.
O curso, por meio do TCC ou outras atividades previstas no PPC, poderá manter
articulações com atividades e órgãos de pesquisa: o aluno poderá participar de grupos e de
projetos de pesquisas em programas de iniciação científica ou correlatos, em programas de
fomento internos e externos.
A participação do aluno em programas de iniciação científica e em atividades
correlatas com os formatos de TCC previstos no curso poderá ser reconhecida por meio de
aproveitamentos de estudo regulamentados para tal finalidade.
Caso o aluno venha a desenvolver o trabalho de TCC em algum laboratório de
pesquisa ou órgão similar relacionado com os formatos de TCC estabelecidos no curso, será
estabelecido termo específico de cooperação, credenciando o chefe ou outro responsável pelo
laboratório/órgão na qualidade de responsável pela orientação e acompanhamento desse
aluno.
São mecanismos privilegiados de apresentação e de avaliação do TCC: a participação
em eventos de iniciação científica com a apresentação de trabalho; a publicação de relatórios
finais de pesquisa e trabalhos científicos em periódicos e demais canais científicos; o registro
de propriedade intelectual; a implementação de projetos técnicos, de materiais didáticos e
instrucionais, de aplicativos, de produtos processos e técnicas; o desenvolvimento de
aplicativos; a produção de programas de mídia, de manuais de operação técnica, protocolo
experimental ou de aplicação em serviço; a proposta de serviço pertinente, projeto de
aplicação e demais produções decorrentes na regulamentação do curso.
89
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
4.12 Apoio ao Discente
O corpo discente do curso é constituído por alunos oriundos da cidade de Manaus, de
cidades do interior do Estado do Amazonas e de outras cidades dos vários estados brasileiros
que buscam a formação e o aperfeiçoamento profissional. Desde o seu ingresso na IES o
discente dispõe de Programas específicos visando sua fixação e permanência no curso:

Programa de Acolhida e Ambientação

Programas de Nivelamento

Programa de Atendimento Psicossocial
Há um acompanhamento constante por meio da coordenação de curso e de área
orientando-o quanto a dinâmica de funcionamento do curso e da rotina acadêmica. A atenção
aos discentes acontece pelo desenvolvimento e execução de programas nas mais variadas
áreas, incentivo à participação em eventos, concessão de bolsas de estudo, participação em
órgãos colegiados e de representatividade acadêmica, entre outros. Esse processo não é
encerrado com a conclusão do curso pelo discente visto que a instituição continua a
desenvolver programas de acompanhamento destinado ao aluno egresso.
As dificuldades encontradas pelos alunos ou qualquer outra reivindicação são
encaminhadas à Coordenação pelo representante de cada turma em reuniões específicas para
esse fim ou em outros momentos necessários. Os representantes de turma são escolhidos pelos
acadêmicos da própria turma. E os representantes estudantis têm assento permanente no
Colegiado do Curso.
O programa de monitoria tem como objetivo assegurar cooperação entre estudantes e
professores nas atividades acadêmicas pedagógicas relativas ao ensino e proporcionar ao
aluno de graduação a possibilidade de otimizar o seu potencial acadêmico, e despertar a
vocação para o magistério superior.
A Monitoria
O programa de monitoria tem como objetivo assegurar cooperação entre estudantes e
professores nas atividades acadêmicas pedagógicas relativas ao ensino e proporcionar ao
aluno de graduação a possibilidade de aperfeiçoar o seu potencial acadêmico, e despertar a
vocação para o magistério superior. O credenciamento dos estudantes interessados na
monitoria é realizado pela coordenação e em conjunto com o professor responsável pela
disciplina são selecionados os candidatos mais aptos de acordo com os critérios de seleção:
90
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Nota, frequência e índice de participação no desenvolvimento da disciplina quando cursada
como aluno. É indispensável que o candidato a monitor já tenha cursado a disciplina e haverá
crédito no histórico escolar de carga de atividades extracurriculares e emissão de certificado.
Obrigações do monitor
Exercer suas tarefas, conforme cronograma elaborado com o professor. Cumprir no
mínimo de 10 horas semanais conforme horário estabelecido com o professor. Apresentar na
coordenação do curso relatório de suas atividades assinado pelo professor.
A seleção dos monitores é realizada pelos professores orientadores através de prova
escrita e o dia é determinado pala coordenação do curso que determina o dia da prova por
edital a nota mínima de aprovação é 7.
4.13 Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso
Mecanismos de Avaliação Institucionais
A Instituição, em 1999 deu início ao processo de avaliação institucional interna,
quando da criação da Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação. Ainda naquele ano,
realizando pesquisas em cursos de graduação e em alguns segmentos da administração de
forma muito simplificada, constatou-se que o processo não estava estruturado de forma que
houvesse uma avaliação interna. Felizmente, os estudos e pesquisas realizados, evoluíram no
sentido de que se possam apresentar, hoje, resultados significativos quanto à avaliação e ao
planejamento institucional.
A prática contínua e rotineira da avaliação já é uma realidade; a comunidade
acadêmica já tem consciência de sua importância e seriedade como estratégia para
desenvolvimento de uma cultura de autoconhecimento para o desenvolvimento institucional.
A avaliação institucional busca fornecer uma visão global sob dupla perspectiva:
O objeto de análise é o conjunto de dimensões, estruturas, relações, atividades,
funções e finalidades da IES, centrado em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão
segundo seu perfil e missão institucional. Estão compreendidas, na avaliação da instituição, a
gestão, a responsabilidade e compromissos sociais e a formação acadêmica e profissional com
vistas a repensar sua missão para o futuro.
91
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Os sujeitos da avaliação são os conjuntos de professores, estudantes, técnicoadministrativos e membros da comunidade especialmente convidados (avaliação interna) ou
designados (avaliação externa).
A auto avaliação da IES conta com elementos quantitativos e qualitativos, possuindo
numerosas possibilidades de verificação e obtenção de resultados, como formas de alcançar os
objetivos a que se propõem.
A metodologia selecionada está de acordo com os princípios e diretrizes propostos
pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES para o SINAES.
Assim, a IES com sua atuação socialmente responsável vem garantindo a qualidade do ensino
superior em todos os segmentos, reconhecendo a diversidade do sistema bem como o respeito
à identidade, à missão e à história da instituição.
A visão da realidade da instituição atua num prisma globalizado e integrado da IES é
possibilitada pela utilização de um conjunto de indicadores que consideram as relações
orgânicas necessariamente existentes entre os diversos atores, tornando o processo avaliativo
um instrumento de comparação e aproximação deste com a prática, contribuindo de forma
significativa para a melhoria da qualidade acadêmica.
Nesse sentido, são adotados os seguintes modelos, métodos, instrumentos e fontes:
Modelos:
• Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES;
• Planejamento, Avaliação e Gestão da IES;
• Planejamento Participativo Orientado por Objetivos - ZOPP-GTZ.
Métodos:
• Roteiro de Auto Avaliação Institucional 2004 – CONAES;
• Planejamento Participativo Orientado por Objetivos - ZOPP-GTZ.
Instrumento:
• Sistema Diálogo das Dimensões (ferramenta própria).
Fontes:
• Projeto Pedagógico Institucional (PPI)
• Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)
• Regimento e Estatuto da IES
• Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
• Sistemas de informações da IES
92
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
• Cadastro de docentes da IES
• Catálogo Institucional
• Relatórios de avaliação do MEC
• Diretrizes Curriculares dos cursos de graduação
Os diversos instrumentos da auto avaliação da instituição foram construídos e
operacionalizados a partir de estudos participativos de toda comunidade acadêmica, orientada
e coordenada pela CPA – Comissão Própria de Avaliação. Dentro desta ótica, a IES
desenvolve seus processos avaliativos em conformidade com a Lei n° 10.861/2004, no seu art.
3°, que estabelece as dimensões que devem ser o foco da avaliação institucional e que
garantem simultaneamente a unidade do processo avaliativo em âmbito nacional e a
especificidade de cada instituição:
A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) - identifica o projeto e/ou
missão institucional, em termos de finalidade, compromissos, vocação e inserção regional
e/ou nacional.
A política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - e as respectivas formas
de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo ao desenvolvimento do
ensino, à produção acadêmica e das atividades de extensão - explicita as políticas de formação
acadêmico-científica, profissional e cidadã; de construção e disseminação do conhecimento;
de articulação interna, que favorece a iniciação científica e profissional de estudantes, os
grupos de pesquisa e o desenvolvimento de projetos de extensão.
A responsabilidade social da instituição - considerada especialmente no que se refere à
sua contribuição em relação à inclusão social; ao desenvolvimento econômico e social; à
defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural
- contempla o compromisso social da instituição na qualidade de portadora da educação como
bem público e expressão da sociedade democrática e pluricultural, de respeito pela diferença e
de solidariedade, independentemente da configuração jurídica da IES.
A comunicação com a sociedade - identifica as formas de aproximação efetiva entre
IES e sociedade, de tal sorte que a comunidade participe ativamente da vida acadêmica, bem
como a IES se comprometa, efetivamente, com a melhoria das condições de vida da
comunidade, ao repartir com ela o saber que produz e as informações que detém.
93
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Políticas de pessoal - as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo,
seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho - explicita as
políticas e os programas de formação, aperfeiçoamento e capacitação do pessoal docente e
técnico-administrativo, associando-os aos planos de carreira condizentes com a magnitude das
tarefas a ser desenvolvidas e a condições objetivas de trabalho.
Organização e gestão da instituição - especialmente o funcionamento e a
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a
mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade acadêmica nos processos
decisórios - avalia os meios de gestão para cumprir os objetivos e projetos institucionais, a
qualidade da gestão democrática, em especial nos órgãos colegiados, as relações de poder
entre estruturas acadêmicas e administrativas e a participação nas políticas de
desenvolvimento e expansão institucional.
Infraestrutura física - especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos
de informação e comunicação - analisa a infraestrutura da instituição, relacionando-a às
atividades acadêmicas de formação, de produção e disseminação de conhecimentos e às
finalidades próprias da IES.
Planejamento e avaliação - especialmente dos processos, resultados e eficácia da
auto avaliação institucional - consideram o planejamento e a avaliação como instrumentos
integrados, elementos de um mesmo continuo, partícipes do processo de gestão da educação
superior. Esta dimensão está na confluência da avaliação como processo centrado no presente
e no futuro institucional, a partir do balanço de fragilidades, potencialidades e vocações
institucionais.
Políticas de atendimento aos estudantes - analisam as formas com que os estudantes
estão sendo integrados à vida acadêmica e os programas por meio dos quais a IES busca
atender aos princípios inerentes à qualidade de vida estudantil.
Assim, a avaliação institucional como conjunto de processos articulados, segundo
esses princípios e conceitos e os modelos apresentados no processo, vem viabilizando,
gradualmente, a melhoria da qualidade dos serviços e do desempenho da IES, constituindo-se
em importante instrumento de planejamento e gestão. Com a avaliação institucional, pretendese construir um contexto adequado para a análise e avaliações de desempenho, buscando
definir padrões de qualidade institucional, prestando contas da responsabilidade da IES à
sociedade.
94
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Mecanismos de Avaliação do Curso
A Instituição possui um sistema de auto avaliação dos cursos, elaborado e
executado pela Pró-Reitoria de Avaliação e Planejamento. A maior ênfase é para a avaliação
que os acadêmicos fazem dos docentes no que tange à didática, conteúdo e relacionamento. É
feita também a avaliação dos Coordenadores, da Administração e infraestrutura física, num
sistema onde o aluno se expressa livremente e assim participa da administração universitária.
O sistema é informatizado, sendo os acadêmicos estimulados a participar do processo de
avaliação. Para comodidade dos discentes, a avaliação é feita eletronicamente por meio do site
da Universidade que disponibiliza seus laboratórios de informática para aqueles que não
possuem os meios eletrônicos em casa. Além desse sistema, são feitas reuniões periódicas
entre a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e as Coordenadorias, no intuito de avaliar as
estratégias de todos os cursos se nortear novas ações que se façam necessárias. As reuniões
também acontecem, objetivando-se detectar os pontos que podem estar comprometendo o
processo de ensino aprendizagem.
Visando melhorar a qualidade da ação pedagógica a partir dos resultados do
ENADE, bem como de outras dinâmicas de avaliação internas e externas, é proposto um
Programa de Progressão ede Integração, baseado em uma metodologia que tem como
propósito engajar os cursos em um processo de aperfeiçoamento, mediante as seguintes ações:

Formação de comitê institucional permanente formado por coordenadores, alunos e
professores;

Estudos no âmbito do NDE sobre a formação geral e específica exigidas nas
avaliações acadêmicas nacionais e no mundo do trabalho, e o trabalho pedagógico
efetivamente desenvolvido na instituição, no que concerne metodologias e processos
avaliativos, de maneira a proceder aos ajustes necessários;

Realizar seminários de integração e avaliações de progresso em todos os períodos dos
cursos, posicionando o aluno, a turma e o curso no comparativo do desempenho
avaliativo nacional. Este posicionamento garante ao aluno saber como ele se encontra
no cenário dos resultados locais e nacionais e mostra que o está aprendendo aqui é
exatamente o que aprenderia em outras IES de qualidades no Brasil. A prova
evidenciará, também, eventuais faltas de domínios que poderão ser trabalhados em
seminários especiais e atividades complementares;
95
PROJETO PEDAGÓGICO

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Produzir material didático que sintetize os conhecimentos e competências do curso e
material que estruture ferramentas de estudo.

Oportunizar momentos formativos sob forma de atividades complementares;

Análise dos resultados do Questionário Socioeconômico, sintetizando a percepção do
aluno de seu processo formativo e verificando como esta percepção pode melhorar os
processos formativos;

Intensificar a representação discente em todas as instâncias colegiadas, aproximandoos das discussões e melhorias dos projetos pedagógicos;

Interação dos cursos com os segmentos envolvidos com planejamento, avaliação e
capacitação (CPA, Núcleo de Apoio Psicossocial, Pró-reitorias) para uso intensivo de
todos os resultados da avaliação institucional para a melhoria dos cursos e da
instituição.
4.14 Procedimentos de Avaliação do Processo Ensino- aprendizagem
O processo de ensino-aprendizagem encontra sua sustentação no Marco Referencial,
ponto de partida ancorado nas Diretrizes Curriculares e no PPC, que gera a ação do docente
no Marco Operacional, delineamento de conteúdos, metodologia, avaliação, cargas horárias, e
atividades extraclasses. Seminários de Integração com os alunos são promovidos explicando
os mecanismos de integração das disciplinas e o alcance das habilidades e competências
previstas nas Diretrizes Curriculares. Os conhecimentos, habilidades e competências exigidas
no perfil do egresso encontram-se traduzidas nos programas e planos de ensino-aprendizagem
atualizados semestralmente e disponibilizados no Portal do Aluno e Portal do Professor. A
proposta de plano de ensino-aprendizagem integra o Marco Referencial (Perfil do Egresso,
Objetivo do Curso, Ementa e Contextualização da disciplina) com o Marco Operacional do
professor, que exige coerência dos procedimentos de ensino- aprendizagem com a concepção
do curso;coerência entre objetivos e conteúdos com a metodologia e avaliação, dentro de um
contexto de problematização da aprendizagem e construção de competências e habilidades. O
Programa Permanente de Formação de Professores oferece capacitação e suporte permanentes
aos docentes.
A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita
diagnosticar lacunas a serem superadas, medir resultados alcançados considerando os saberes
96
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
e as competências a serem constituídas, e identificar mudanças de percurso eventualmente
necessárias.
A avaliação destina-se à análise da aprendizagem dos alunos, de modo a favorecer seu
percurso e regular as ações de sua formação. Contribui para que cada aluno identifique as suas
necessidades de formação e estabeleça os mecanismos necessários para seu desenvolvimento.
Dessa forma, o conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos
instrumentos de avaliação e auto avaliação são imprescindíveis, pois favorecem a consciência
do aluno sobre o seu processo de aprendizagem. Assim, é possível conhecer e reconhecer seus
próprios métodos de pensar, utilizados para aprender, desenvolvendo capacidade de autoregular a própria aprendizagem, descobrindo e planejando estratégias para diferentes
situações.
A avaliação deve superar a medição de conteúdos convencionais, centrando suas
atenções na identificação e análise de situações complexas e/ou problemas da realidade; na
elaboração de projetos para resolver problemas identificados em contextos específicos.
Assume-se uma abordagem de avaliação mais significativa e aprofundada, imprimindo, em
primeiro lugar significado à aprendizagem: se o aluno é capaz de atribuir significado ao que
aprende, dependendo de suas capacidades, experiências prévias, estruturas mentais e
mediação exercida pelo professor, também será capaz de reconhecer na avaliação papel de
melhoria de sua aprendizagem. Por ser a realidade repleta de situações únicas, complexas e
que exigem tomada de decisão, a avaliação passa pelo processo de fomentar a dúvida, de
enfrentar situações problemas. A avaliação articula dialeticamente e permanentemente as
clássicas dimensões diagnóstica, formativa e somativa. A avaliação diagnóstica objetiva
redirecionar situações de aprendizagem a partir das necessidades que o aluno apresenta. É
inicial, mas este aspecto temporal não pode ser entendida apenas como aplicada no início de
um semestre, mas como estado de vigilância de um professor-mediador atento a demandas
constantes de seus alunos a partir das estratégias de aprendizagem e de avaliação aplicadas.
Neste sentido, a avaliação diagnóstica está intrinsecamente relacionada com a avaliação
formativa, cujo papel é exatamente regular, guiar e otimizar a aprendizagem em andamento,
evitando reduzir o fracasso e apenas constatar insucessos com os resultados negativos ao final
de um processo de aprendizagem. A avaliação somativa, cuja finalidade implica em verificar
o conjunto de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas em determinado
período, deve estar a serviço do diagnóstico e da formação do aluno.
97
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
O horizonte do trabalho pedagógico que se pretende alcançar é um processo formativo
compreendido de um conjunto de competências, com um constante desafio que teste limites,
questionando as bases de segurança de um conhecimento cumulativo. O educador-formador
deve ter disponibilidade no diálogo orientador e crítico, oportunizando a chance de poder
refazer durante um semestre, mas que possa continuar depois. A definição de critérios entre
professores e alunos, através de consensos, denota rigor e não mediocridade. A prática assim
compreendida proporciona ampliar a concepção de avaliação. A avaliação é ao mesmo tempo
um processo de orientação que acompanha a evolução de originalidade e autonomia,
alternativas teóricas e práticas, discussão de alternativas, evolução de pesquisas e projetos,
capacidade de produção própria, limites da escrita. Acima de tudo, é uma avaliação
preocupada em perceber as alterações da concepção de mundo e da prática social do aluno. É
a observação do grau de engajamento concreto em práticas educativo-culturais, da capacidade
de agir sobre o real e de se empenhar nos espaços de conquista diária e progressiva, afastando
toda postura fatalista, mas ciente das múltiplas determinações que o cercam. O parâmetro da
avaliação é, pois, uma continuidade que considera as constantes transformações e a infinita
capacidade de romper com os limites de uma realidade.
O horizonte do trabalho pedagógico que se almeja é um processo formativo
compreendido como uma orquestração de um processo de competências, como um constante
desafio que testa limite, questionando as bases de segurança de um conhecimento cumulativo,
possibilitando contratos de vínculo, de riscos, de existencialidade, lançando as bases de uma
comunidade de aprendizagem não limitada aos limites territoriais da universidade.
Para tanto, se faz desenhar tempos e espaços de aprendizagem com duplo vínculo:
com os alunos e com uma comunidade. A reconstrução da própria história, a construção de
conhecimento, a transgressão criativa, requer um processo de avaliação não reduzido a
verificação de conteúdo, não significando ausência de rigorosidade. O educador-formador
deve ter disponibilidade no diálogo orientador e crítico, oportunizando a chance de poder
refazer durante um semestre, mas que possa continuar depois. A definição de critérios entre
professores e entre professores e alunos, através de consensos, denotam rigor e não
mediocridade. A prática assim compreendida proporciona ampliar a concepção de avaliação.
A avaliação é ao mesmo tempo um processo de orientação que acompanha a evolução de
originalidade e autonomia, alternativas teóricas e práticas, discussão de alternativas, evolução
de pesquisas e projetos, capacidade de produção própria, limites da escrita.
98
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Acima de tudo, é uma avaliação preocupada em perceber as alterações da concepção
de mundo e da prática social do aluno. É a observação do grau de engajamento concreto em
práticas educativo-culturais, da capacidade de agir sobre o real e de se empenhar nos espaços
de conquista diária e progressiva, afastando toda postura fatalista, mas, ciente das múltiplas
determinações que o cercam. O parâmetro da avaliação é, pois, uma continuidade que
considera as constantes transformações e a infinita capacidade de romper com os limites de
uma realidade. O Guia do Professor transcreve as normas regimentais que dirigem a avaliação
da aprendizagem na Universidade.
O processo de avaliação de aprendizagem guarda íntima relação com a natureza da
disciplina, é parte integrante do processo de ensino e obedece ao sistema estabelecido pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão que dispõe sobre normas e procedimentos
pedagógicos. A avaliação do rendimento escolar será expressa numericamente numa escala de
0 (zero) a 10 (dez), admitindo-se fração com uma decimal. Atendida, em qualquer caso, a
frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas previstas e demais atividades
programadas, o aluno é aprovado:

Quando cumprir o Sistema de Avaliação Acadêmica de 14 (Quatorze) pontos para
aprovação em cada disciplina, mediante a aplicação de 2 (duas) avaliações com pesos
iguais, sem necessidade de 3ª avaliação. Caso o aluno não atinja os 14 (Quatorze), mas
some 8 (oito) pontos ou mais terá direito a fazer uma 3ª avaliação onde deve obter
conceito mínimo maior ou igual a 7 (sete) pontos para aprovação na disciplina.
As avaliações institucionais são de responsabilidade do docente, com programação e
controle da Coordenação do curso, sendo facultativo ao docente a aplicação de até três
avaliações parciais (na forma de testes, relatórios, seminários, estudos de caso, etc.) que
comporão a média a cada avaliação;
As avaliações institucionais obedecerão ao calendário acadêmico fixado pela
autoridade competente.
Aos alunos faltosos é oferecida a oportunidade de realização de provas de 2ª
chamada, realizada regularmente ao término de cada período de avaliações. Para tanto, os
alunos devem oficializar o pedido de provas no setor protocolo;
Na avaliação global do acadêmico são aplicados testes, seminários, provas, visitas
técnicas, laboratórios, pesquisas de campo, etc. e principalmente as avaliações práticas, que
englobam bem mais do que simplesmente o trabalho mecânico executado. A parte variável,
99
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
igual à parte fixa, é combinada entre a classe e o professor, de forma a que cada disciplina
seja ensinada e avaliada conforme os objetivos do curso.
100
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
5. CORPO DOCENTE
5.1 O Docente da Universidade Nilton Lins
A Região Norte, dentre as demais é a que tem menor número de programas de
doutorado, por via de consequência número insuficiente de doutores fixados, carece de
Instituições de Ensino e Pesquisa que oportunizem melhores índices. A Universidade Nilton
Lins, reconhecendo as características regionais onde se insere, fez fomentar incentivos à
titulação docente buscou fixar doutores em nossa Cidade, quando intensificou suas ações na
Pesquisa e assim vem aumentando de forma consistente o número de professores doutores; na
área em que isto não se fez possível, incrementamos o número de mestres, com quem, a partir
de um plano de cargos, carreira e salários, que estimula de forma acentuada a titulação,
temos firme compromisso de incentivo em busca do doutoramento. É evidente e significativo
o crescimento e fortalecimento do corpo de professores e gestores de forma a garantir a
excelência.
A instituição na medida em que consolidada seus programas de pós-graduação stricto
sensu torna-se importante referencia para o crescimento do número de doutores na Cidade de
Manaus; todavia, reconhece que este esforço não é pontualmente suficiente, para a formação
de seu corpo docente, dessa forma, tem se tornado, por toda sua trajetória e compromissos,
importante polo de atração para que Doutores transfiram suas residências e emprestem sua
força de trabalho aos nossos projetos. Neste ano, mais de uma dezena de doutores, de outras
regiões, particularmente em razão dos programas de Aquicultura, dos cursos de graduação em
Direito e de Engenharia, iniciaram suas trajetórias enquanto docentes.
Consolida-se, pois, a função universitária essencial de formar, de captar e de fixar
quadros qualificados em alto nível.
Coerentemente com suas políticas traçadas no PDI, são traçados os seguintes
princípios norteadores da ação pedagógica:
a) O professor é “profissional da educação”. Detém um conjunto de saberes e
competências específicas que o distingue de outros profissionais. Somente um
profissional é capaz de uma intencionalidade educativa que desperta para a autonomia
101
PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
da aprendizagem, que contribui para desenvolver as mais altas habilidades mentais. Os
saberes e competências específicas são:

Saberes e competências científicas – própria da formação científica da
profissão;

Saberes e competências pedagógicas – domínio pedagógico-didático;

Saberes e competências pessoais e interpessoais.
b) O curso obedece a uma filosofia educacional institucional;
c) O professor desenvolve as competências integrais no estudante, articulando conteúdos
e ferramentas de aprendizagem;
d) O curso é conduzido a partir de um PPC – Projeto Pedagógico do Curso, que articula
referenciais educacionais nacionais e institucionais.
e) O professor integra sua disciplina em um contexto maior, que deve ser compreendido
pelos alunos. Não há “donos” de disciplinas, mas “intérpretes” de uma parte do PPC
que deve conduzir ao mesmo objetivo maior representado pelo perfil do profissional.
f) A organização do Curso de Graduação, observadas as
Diretrizes Curriculares
Nacionais se expressa através do seu projeto pedagógico, abrangendo o perfil do
formando, as competências e habilidades, os conteúdos
curriculares,
o
estágio
curricular supervisionado, as atividades complementares, o sistema de avaliação e o
trabalho de conclusão de curso como componente curricular obrigatório do curso.
A gestão acadêmica administrativa do Curso de Engenharia de Produção é colegiada
em diversos níveis, com a participação ativa da Coordenação, do Colegiado do Curso, e do
Núcleo Docente Estruturante. A Coordenação, articuladora dos colegiados, conduz o curso
através de um processo de construção coletiva e democrática, caracterizada pelo compromisso
e pela presença participativa de todos os atores envolvidos.
O Colegiado é um órgão com função normativa, deliberativa, consultiva e de
planejamento acadêmico, tem por finalidade auxiliar na coordenação administrativa
pedagógica e na integração do Curso.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE), em pleno funcionamento, é órgão ativo,
composto por cinco docentes, que respondem mais diretamente pelas discussões que
envolvem o desenvolvimento, manutenção da qualidade e implantação do Projeto Pedagógico
do Curso.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
5.2 Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
O NDE encontra-se estruturado de acordo com as exigências legais, com a presença do
coordenador do curso, e de docentes que participam ativamente da consolidação do PPC. A
composição do NDE obedece plenamente o critério de qualidade que aponta a totalidade de
seus membros com sólida formação na docência, com titulação acadêmica obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu, atuando ininterruptamente desde o último ato
regulatório. A composição do NDE definida pelo curso registra um conjunto de docentes que
na totalidade apresenta regime de tempo integral e parcial. A política de captação de mestres e
doutores da instituição permite fixar e manter docentes com este perfil. O baixo índice de
rotatividade de professores demonstra a vontade da instituição em garantir qualidade
permanente do curso.
5.3 Coordenação do Curso
Nas amplitudes acadêmicas, gerencial, política e institucional, a coordenação do
curso exercita as atribuições e funções que lhe competem, buscando sinergia entre elas, de
maneira a alcançar os objetivos fundamentais do projeto pedagógico, seu aprimoramento e
atualização com base nas diretrizes curriculares nacionais e nas necessidades despontadas no
dia-a-dia acadêmico e na dinâmica social.
O coordenador é responsável pelo perfeito andamento das atividades pedagógicas e
seus registros, bem como pela qualidade e regularidade das avaliações desenvolvidas no
curso. Promove, junto com os professores e demais setores da Instituição, atividades
acadêmicas complementares, incentivando professores e alunos no desenvolvimento de
atividades de extensão, iniciação científica e pesquisa, buscando os meios necessários para tal.
Convoca reuniões regulares com o corpo docente do curso, onde são repassadas
orientações institucionais, ouvidos professores sobre o andamento dos trabalhos letivos,
definidas diretrizes para a interdisciplinaridade dos conteúdos e o acompanhamento do
desempenho dos alunos buscando demonstrar a importância da dedicação ao desenvolvimento
das atividades extraclasse propostas, incentivando o entendimento da melhor forma de
preparação para uma atuação profissional propícia à maior contribuição à sociedade.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Em conjunto com a Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação, a coordenação do
curso auxilia no processo seletivo e contratação de professores com formação adequada às
disciplinas da matriz curricular. Participa da elaboração da grade de horário das disciplinas e
da distribuição das avaliações institucionais dentro do calendário acadêmico. Orienta alunos
advindos de outras instituições quanto à matriz curricular e proposta pedagógica do curso e ao
aproveitamento de ensino das disciplinas já cursadas.
O coordenador é a figura representativa do curso interna e externamente e preocupase com a divulgação da profissão e com a consequente repercussão no mundo de trabalho para
os futuros profissionais que estão sendo formados na instituição. Acompanha professores e
discentes em atividades de extensão, participa de reuniões dos órgãos de classe, públicos e
organizações não
governamentais quando convocada, de encontros de trabalhos
interinstitucionais, de entrevistas junto à mídia local, de congressos, de oficinas de
planejamento, representando a instituição, seu corpo docente e discente.
O compromisso do coordenador com o PPC é patente em sua função de movimentar
o NDE em suas finalidades, de propiciar o pleno funcionamento do colegiado com a
representação discente, de difundir as informações institucionais e do curso perante a
comunidade acadêmica do curso.
5.4 Corpo Docente
Visando garantir um corpo docente estável e qualificado, a instituição assume a grande
parte de seus professores em regime de tempo integral e parcial, priorizando os titulados em
cursos stricto sensu e com ampla experiência acadêmica e profissional. O corpo docente é
regido pela legislação aplicável em vigor, obedecendo ao regime de trabalho integral, parcial,
conforme Plano de Cargos, Salários e Carreira da IES.A Universidade Nilton Lins seleciona,
para o seu quadro de docentes, profissionais experientes, com atuação no magistério superior,
todos com elevado tempo de docência e muita experiência didático-pedagógica, que favorece
a formação dos discentes, contribuindo para a qualidade do ensino ofertado pelo curso.
O quadro docente conta com índice plenamente satisfatório de materiais produzidos
nos últimos 3 (três) anos, incluindo a relação desses docentes com alunos de iniciação
científica do curso. A IES adota uma política de incentivos que prevê para seu corpo docente
ações de qualificação, vínculos com a pesquisa e a iniciação científica e incentivos salariais
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
explicitados no Plano de Cargos e Salários. Os docentes têm apoio para a produção científica,
técnica, pedagógica e cultural representado, que adota, também, a política de incentivo para a
participação em seus cursos de pós-graduação por meio de bolsas parciais ou integrais.
6. INFRAESTRUTURA
6.1 Instalações Gerais
A Universidade Nilton Lins dispõe de uma área total construída de 236.087,5 m2.
As instalações da Universidade Nilton Lins têm em sua infraestrutura rampas de
acesso, elevador, sanitários e vagas no estacionamento para atender aos portadores de
necessidades especiais, em conformidade Portaria Ministerial 1.679/99.
O curso funciona em salas de aula de 60m²cada uma, todas possuem ambiente
climatizado. Para o desenvolvimento das aulas existem diversos recursos pedagógicos, os
quais são disponibilizados de acordo com a solicitação do docente.
No térreo do prédio destinado às salas de aula do curso, em posição privilegiada do
Campus da Universidade, ficam as instalações administrativas. Elas se compõem de amplos
salões, em condições adequadas de iluminação, ventilação e conforto. Todos os ambientes
possuem mobiliário, computadores e outros equipamentos de comunicação e trabalho, prontos
para garantir o bom desempenho da administração.
A coordenação do curso funciona em ampla sala, por onde entram os alunos e
professores. Dispondo de área e de equipamentos para a administração do curso, utilizando-se
de programa desenvolvido pela Instituição denominado Sistema de Gestão de Graduação e
Sistema Protocolo.
Todo o Campus Universitário, especialmente nas áreas comuns, como estacionamento,
auditórios, praças de alimentação, é assistido por discreta e eficiente equipe de segurança
formada por profissionais selecionados e treinados para o trabalho em instalações
universitárias.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral
O curso conta com gabinetes de trabalho para os professores Tempo Integral e Tempo
Parcial com condições de desenvolverem trabalhos em condições de silêncio e comodidade.
Tais gabinetes estão localizados em vários espaços da Universidade: sala dos professores,
biblioteca, Pró-reitoria de pesquisa e unidades de pesquisas.
Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
A instalação da Coordenação de curso atende as necessidades de competência do
Coordenador, como acesso à internet e com arquivo de documentos necessários para consulta
de assuntos pertinentes ao curso. A coordenação possui suporte próprio de serviço acadêmico,
com técnicos qualificados para o atendimento e o uso das ferramentas de gestão, além de
contar com a secretaria geral e o departamento de registro acadêmico, que garantem o
processamento de todas as informações acadêmicas até a emissão dos diplomas.
Sala dos professores
A sala de professores é um local é amplo, limpo, refrigerado, com conexão à internet a
aos sistemas gerenciais e acadêmicos. O espaço apresenta gabinetes individuais, sala de
atendimento aos alunos, estar com sofás, cadeiras, poltronas, televisão e copa.
Salas de aula
O curso ocupa amplas salas climatizadas, confortáveis, com cadeiras estofadas,
atendendo a padrões de acústica, iluminação, ventilação e conservação. Para o
desenvolvimento das aulas, existem diversos recursos pedagógicos, os quais são disponíveis
de acordo com a solicitação do docente à Coordenação do Curso. A Instituição possui
auditórios grandes e médios, salas de professores e de coordenação, laboratórios de
informática, gabinetes de pesquisa, espaços para eventos, plenamente disponíveis para as
atividades do curso.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A instituição disponibiliza um conjunto de laboratórios de informática, além dos
equipamentos e do espaço que a biblioteca oferece aos seus usuários. Todos os computadores
permitem acesso à internet, ao portal da Capes e aos sistemas gerenciais e acadêmicos da
instituição.
6.2 Biblioteca
A Universidade Nilton Lins – UNINILTON LINS mantém uma biblioteca central,
com o objetivo de facilitar o ensino/aprendizagem possibilitando o acesso e o uso das fontes
de informações bibliográficas adequadas para os estudantes, professores, pesquisadores e para
a comunidade, desenvolvendo o hábito e a capacidade de leitura, consulta e pesquisa e
proporcionando a atualização do acervo, adequando-o às necessidades surgidas.
A Biblioteca Aderson Dutra foi fundada no dia 22 de março de 1994 tendo a
finalidade de atender o público estudantil das Faculdades, da Universidade Nilton Lins e à
comunidade em geral com acervo adequado para subsidiar os processos de ensino, pesquisa e
extensão.
Com mais de 48.272 títulos e somando mais de 101.435 livros e demais exemplares, o
SIBib – Sistema Integrado de Bibliotecas reflete a qualidade de ensino no Complexo Escolar
da Universidade Nilton Lins. Possui um sistema de atendimento de qualidade colocando a
disposição do corpo discente e docente a informação vital para fomentar o ensino e a pesquisa
através de seus inúmeros livros, slides, fitas de vídeo, CD-Rom, mapas, transparências,
folheteria, jornais, revistas além do material de suporte tais como retroprojetor, projetor de
slides, sistema de vídeo, televisor e multimídia.
Totalmente informatizada possui terminais para consulta, permitindo inclusive, acesso
por parte de seus usuários através de computadores em seus locais de trabalhoou residência.
Funciona durante os três turnos para consulta e empréstimos. Presta os seguintes serviços:
1. Consulta ao acervo geral (pelo autor, assunto, título, editora, etc).
2. Consulta em terminais próximo aos locais de leitura.
3. Empréstimo de livros, periódicos, vídeos, jornais, dentre outros.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
4. Orientação de bibliotecáriosqualificados.
5. Impressões por área de interesse/ título/assunto/autor/editora.
6. Consultoria de trabalhosacadêmicos.
7. Assessoriaempesquisabibliográfica.
O Sistema Organizacional Técnico se dá através de:
1. Catálogo – dicionário, autor, título e assunto.
2. Classificação Decimal Universal – CDU.
3. Catalogação – AACR2.
4. Normas ABNT
O Sistema de Consulta é realizado através de:
Acesso às Bases e Bancos de Dados, links e revistas on-line através do Portal
Educacional e Biblioteca Virtual.
O Sistema de Empréstimo Domiciliar é feito pelo:
Prazo de doisdias.Renovável até três solicitações do usuário, no balcão de referência ou pela
internet.Responsabilidade por perdas e danos.Respeitabilidade ao prazo e quantidade de livros
por empréstimo.
O Sistema de Reservas:
1. É feito através de ficha de solicitação de empréstimo.
2. Aguarda-se a retirada em 48 horas passando ao seguinte da lista.
3. O Sistema de Cadastro é realizado:
4. Automaticamente para discentes, docentes e funcionários, com atualização semestral.
5. Usuários externos, mediante apresentação e aprovação para cadastro específico.
O Sistema de Seleção e Aquisição de Novos Títulos se dá através de:
1. Demanda dos Coordenadores de Curso e/ou Professores;
2. Demanda Semanal dos Usuários da Biblioteca;
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
3. Aquisição por Compra, Doação e Permuta.
Sistema de Desenvolvimento de Coleções:
1. Levantamentosemanal no acervo;
2. Estudo de Usuário e Uso dos Materiais;
3. Elaboração de Estatísticas;
4. Realização de Restauro dos materiais;
5. Estudos qualitativos e quantitativos do acervo.
O Sistema de Recursos Humanos praticado no SIBib – Sistema Integrado de Biblioteca
mantém em seus quadros :
1. Bibliotecárias;
2. Auxiliaresadministrativos.
O Sistema de Atendimento acontece nos seguintes horários:
1. Segunda a Sexta-Feira: Das 7:30h às 22:00h.
2. Sábados: Das 8:00h às 12:00h.
A Biblioteca Aderson Dutra (Central) está situada no Bloco A, um prédio de três
andares que comporta em sua estrutura: Acervo de Livros, Acervo de Monografias, Teses,
Dissertações e Relatórios, Acervo de Periódicos, Acervo de Obras Raras e Especiais, Acervo
de Multimídia (CDs, DVDs), Acervo de Jornais e Materiais para Intercâmbio, Arquivo, Sala e
Restauro e Memoriais, Sala de Treinamento, Salão para Estudo em Grupo e Individual com
salas, cabines, computadores, mesas e cadeiras, Balcão de Referência e Mural de Avisos, Sala
de Processamento Técnico e Orientações.
Memorial Descritivo da Estrutura Física
Instalada, no Bloco A, numa área de 2.400m2, exclusivos para atender a sua clientela
acadêmica, a estrutura da biblioteca é apresentada a seguir.
1. Area Total: 2.400m2
2. Area de Acervo: 360m2
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
3. Area de Leitura: 1968m2
4. AreaAdministrativa: 36m2
5. AreaTécnica: 36m2
Estas áreas estão distribuídas em três pavimentos que estão assim compostos:
1º Pavimento:
Salões de Leitura da Biblioteca – equipado para atender a demanda local e preparado para
propiciar um ambiente propício ao desenvolvimento do trabalho intelectual individual ou em
grupo e com uma estrutura que permite acessar qualquer lugar do mundo, via Internet. Neste
espaço dispõem-se dos seguintes equipamentos:
40 mesas redondas e 4 cadeiras em cada uma delas;
6 cabines de estudo para trabalhos em grupo tendo em cada uma delas 1 mesa e quatro
cadeiras;
15 cabines de estudo individual contendo em cada um 1 balcão, 1 cadeira;
1 balcão de referência contendo 2 micro computadores;
1 balcão para devolução e renovação de livros;
1 guarda volume com 24 lugares disponíveis e numerados;
1 porta jornal;
10 microcomputadores para consultas ao acervo;
10 microcomputadores para consulta à Internet;
2 painéis informativo com folhetos e folders de Eventos de interesse acadêmico.
2º Pavimento:
Sala de Processamento Técnico - destinada a receber o material adquirido para que possa ser
tecnicamente preparado, obedecendo os padrões da ABNT sob a forma de Norma NBR
6023/1989, CDU e tabela PHÁ para o seu cadastramento, como também normas de
Catalogação (AACR2), Indexação e Resumos. Compete aos bibliotecários o trabalho de
classificação, catalogação e indexação das publicações.
Após este preparo técnico são
realizadas as disseminações de informação de forma eficaz e eficiente com intuito de oferecer
aos usuários rapidez no atendimento.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Sala da Administração - destinada ao atendimento das rotinas, neste espaço encontram-se:
1 aparelho telefônico
1 impressora/copiadora colorida
6 mesas de escritório
5 microcomputadores
2 arquivos para pasta suspensa
1 ar condicionado
1 mesa para telefone / fax
Sala de Leitura de Periódicos e Monografias – espaço destinado à exposição de periódicos de
cunho nacional e internacional com a finalidade de atender aos trabalhos de pesquisa e
extensão realizados na Instituição ou fora desta.
Acervo de Livros e Obras Raras: Destinado à organização e conservação dos
materiaisinformacionais, tais como livros, dicionários e enciclopédias em todas as áreas do
conhecimento.
Acervo de Obras Raras – destinada a guarda do acervo de notória raridade anteriores a década
de 1930 e para que a comunidade acadêmica possa conviver com obras que ajudaram a
construir a história do Estado e do Mundo.
3º Pavimento:
Galeria de Arte - por considerar-se este espaço de grande relevância para a produção
acadêmica, toda a sua área de circulação foi destinada às exposições de caráter permanente ou
não, realizadas no decorrer do ano letivo. Utilizado ainda para abrigar os trabalhos realizados
em sala de aula e de interesse à coletividade. Podemos destacar as seguintes exposições já
realizadas:
Exposição Fotográfica da Manaus Antiga pelos alunos das Escolas Nilton Lins.
Exposição Fotográfica dos Grupos Étnicos do Xingu pela antropóloga e professora da
Instituição, Arminda Mendonça.
Exposição Fotográfica da Expedição do Marechal Rondon da Antropóloga Anete Amâncio.
Exposição de Pintura (Óleo sobre Tela) de Grupos Étnicos Contemporâneos do Amazonas,
destacadamente Matis e Yanomami, da antropóloga e artista plástica Anete Amâncio.
No terceiro pavimento,a biblioteca conta ainda com o seguinte material:
10 quadros com fotos;
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Sala de Vídeo e Treinamento: destinada para o desenvolvimento das atividades acadêmicas na
qual o professor dispõe de uma sala equipada com recursos para apresentação de vídeos,
enfocando os assuntos ministrados em sala de aula. Pode ser utilizada, ainda, para realização
de treinamento à comunidade acadêmica, no sentido de capacitar o usuário nos produtos e
serviços oferecidos nas bibliotecas, orientações na disseminação seletiva da informação,
normas técnicas, bases e bancos de dados disponíveis, acesso ao portal educacional, revistas
eletrônicas e normatização.
Acervo de Multimídia – reunidos neste espaço encontra-se o acervo de fitas de vídeos, slides,
transparências, vinil, CDRom, cassetes, folhetos institucionais e comercias, pôsteres e
fotografias.
Acervo de Monografias, Dissertações, Teses e Relatórios - neste espaço são reunidas às
monografias realizadas na graduação, pós-graduação e as dissertações de mestrado dos
professores desta IES. Fazendo parte da construção da história da Instituição também estão
organizados neste espaço os livros de autoria dos professores.
Acervo de Idiomas e Literaturas – além de livros técnicos, possui inúmeras obras literárias
clássicas e populares que permitem ao aluno um conhecimento cada vez maior da língua
estudada.
Acervo de Periódicos - Organização e conservação de periódicos impressos de todas as áreas
do conhecimento, além de jornais, informativos e anais.
Exposição dos periódicos mais recentes para consulta dos usuários.
Acervo de Restauro e Intercâmbio – Destinado à organização e conservação de publicações
para restauro e realização de permuta com outras instituições.
Arquivo: Destinado à guarda de documentos da biblioteca e fichas de empréstimo, renovação
e devolução dos usuários.
Sala de Apoio Técnico – espaço reservado para guarda de materiais que fazem parte da
manutenção do 3º pavimento. Nesta sala encontram-se:
a) Cavaletes
b) Molduras
c) Equipamentos para manutenção elétrica e hidráulica
d) Miudezas em geral para apoio as exposições
A biblioteca conta com lavabos (masculino e feminino), instalados para que não haja
necessidade de grandes deslocamentos dos usuários.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Base de dados
A biblioteca disponibiliza sua base de dados do acervo para consulta local e possui
microcomputadores com acesso à Internet para consulta às diversas bases de dados
disponíveis, tais como:
Portal CAPES
Como consequência dos resultados com os mestrados em andamento, a CAPES
concedeu em 2009 o acesso ao Portal de Periódicos, beneficiando não apenas os alunos dos
cursos stricto sensu, mas toda a comunidade acadêmica. A concessão permite o acesso às
bases Science Direct, Scopus e ASTM Standard Worldwide. Há possibilidade de acessar mais
de 15 mil periódicos em todas as áreas do conhecimento, também ressaltando que a instituição
é a única beneficiária do Amazonas a receber o portal em função de seu desempenho na
pesquisa e na pós-graduação. Com a aprovação do Doutorado estamos na expectativa de
acesso a todas as bases de dados do Portal.
SCIELO: Coleção virtual de artigos de revistas científicas brasileiras disponíveis na lnternet.
Traz textos completos de artigos científicos abrangendo todas as áreas do conhecimento, além
de possibilitar o acesso a indicadores de uso e de impacto da literatura nacional.
SCOPUS: Da editora Elsevier é uma base de dados de resumos e de citações da
literatura
científica
e
de
fontes
de
informações
de
nível
acadêmico
na
internet.
ASTM Internacional : Disponibiliza normas técnicas ativas aplicáveis à materiais, sistemas,
produtos e serviços, publicações técnicas, manuais e capítulos daSociedade.
SCIENCE DIRECT: Base Multidisciplinar de periódicos eletrônicos da editora Elsevier,
abrangendo as áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde,Ciências Agrárias, Ciências
Exatas e da Terra, Engenharias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Letras e Arte.
O Portal Educacional da instituição disponibiliza para acesso, além das bases de
dados, revistas, artigos e livros eletrônicos, assim como links para instituições de ensino,
pesquisa e profissionais, de forma a permitir uma disseminação seletiva das informações aos
seus usuários.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Aquisição, expansão e atualização do acervo
A aquisição dos materiais para formação e desenvolvimento do acervo das bibliotecas
da Universidade Nilton Lins é realizada através de compra, doação e permuta. A compra de
materiais obedece às normas estabelecidas pela instituição, segundo políticas orçamentárias
próprias para expansão e atualização do acervo.
EXPANSÃO – Observa-se aqui a demanda da procura do acervo como um todo, ou de obras
específicas.
Procura por primazia atender às indicações existentes nas grades curriculares através das
ementas e bibliografias ali indicadas dos cursos oferecidos
As indicações recebidas por parte dos coordenadores, professores e alunos, poderão ser
adquiridas para o acervo mediante prévia avaliação, considerando a relevância do conteúdo e
da qualidade da obra.
Acervo
A Biblioteca dispõe de um acervo específico destinado ao curso. A aquisição ocorre
com regularidade semestral, visando o período letivo seguinte, com objetivo de estar de
acordo com o planejamento curricular. Se nesse espaço de tempo houver necessidade de
novas aquisições, quer de títulos ou exemplares, efetua-se novo processo de compra.
Para assegurar a atualização do acervo, a coordenadoria do Curso, em conjunto com a
bibliotecária que administra a biblioteca, faz contatos periódicos com editores, distribuidores,
livrarias, instituições de ensino, entre outros.
Pessoal técnico e administrativo
A biblioteca é dirigida por bibliotecários graduados e auxiliares com nível médio.
6.3 Laboratórios
Laboratório de Física
Este laboratório se compõe como atividade acadêmica obrigatória para os cursos de engenharias.
Está localizado no bloco Unicenter, a sala do laboratório de física é climatizada e mobiliada
adequadamente, ocupa área de 120 m². Neste ambiente são realizados experimentos envolvendo
fenômenos físicos, necessários ao entendimento e desenvolvimento prático/técnico discente das
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
disciplinas Física I, sendo o título das aulas: Movimento de lançamento; Caracterização do MRU;
Determinação da equilibrante; 1a Lei de Newton; Determinação do trabalho mecânico; Energia
cinética e potencial; Pressão em um ponto de um líquido em equilíbrio; Comprovação
experimental da presença do empuxo; Pêndulo simples-Lei das massas-Lei dos comprimentos;
Determinação experimental do coeficiente de dilatação linear; Determinação do equivalente em
água do calorímetro; Eletrização por atrito; Eletrização por contato; Eletrização por indução;
Descargas em Gases a Alta Pressão; Traçado de superfícies; Equipotenciais e Analise do Campo
Elétrico; Códigos de Cores para Identificação de um resistor; Lei de Ohm; Identificação de um
Resistor não Ôhmico; Associação de Resistores em Série, Paralela e Mista; Resistor Variável
(Potenciômetro); Resistência de um Diodo; Potencia Elétrica; O Campo Magnético; Vetor
Indução Magnética; Indução Magnética Gerada por Corrente; Indução Magnética no Interior de
uma Bobina; Indução Magnética no Interior de um Solenóide; Força Eletromagnética que atua
num Condutor Imerso num Campo Magnético; Motor Elétrico de Corrente contínua.
Laboratório de Química
Conforme Diretrizes Curriculares este laboratório se compõe como atividade acadêmica
obrigatória para os cursos de engenharias. Localizado no bloco Unicenter, a sala do laboratório de
química é climatizada e mobiliada adequadamente, ocupa área de 120 m². São realizados
experimentos envolvendo fenômenos físico-químicos, permitindo uma melhor compreensão do
entendimento teórico adquirido na disciplina Química Geral. Sendo os temas de aulas: Introdução
às técnicas de laboratório e noções de segurança; Reações químicas; Estequiometria; Equilíbrio
químico; Preparo de soluções ácido-base; Padronização de soluções ácido base; Determinação da
concentração de uma solução por análise volumétrica: titulação; Termoquímica; Corrosão.
Laboratório de Mecânica dos Fluidos/ Hidráulica
Este laboratório constitui um dos laboratórios específicos da Engenharia de Produção, Engenharia
Civil e Arquitetura. Espaço físico: Localizado no bloco Centro Tecnológico, a sala destinada ao
laboratório de mecânica dos fluidos e hidráulica. A sala é climatizada e mobiliada
adequadamente. Ocupa área de 180 m².
São realizados experimentos permitindo uma melhor compreensão do entendimento teórico
adquirido na disciplina Fenômeno dos Transportes. Sendo os ensaios: viscosidade; densimetria;
perdas de carga localizada; medição de vazão com hidrômetros; e ensaios de aerodinâmica.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Laboratório de Informática
A Instituição possui várias salas de informática destinadas a uso docentes e discentes. Uma delas,
localizada num dos ambientes da biblioteca, possibilita acesso aos sistemas de instituição, à
internet e Portal de Periódicos, com assistência do pessoal da biblioteca. A disponibilidade é de 8h
às 21h todos os dias.
Uma empresa parceira está instalada no Campus e oferece todos os produtos da Autodesk.
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PROJETO PEDAGÓGICO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Universidade Nilton Lins