MÁRCIO CÉSAR SEIXAS
PERSPECTIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO DO MUNICÍPIO DE JAPORÃ-MS, APÓS OS
FOCOS DE FEBRE AFTOSA EM 2005- 2006.
CAMPO GRANDE – MS
2008
MÁRCIO CÉSAR SEIXAS
PERSPECTIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO DO MUNICÍPIO DE JAPORÃ-MS, APÓS OS
FOCOS DE FEBRE AFTOSA EM 2005- 2006.
Trabalho apresentado para o cumprimento de atividades referente ao
Curso de Especialização lato sensu em Vigilância em Saúde e Defesa
Sanitária Animal, realizado pelo Instituto Qualittas-Universidade
Castelo Branco.
CAMPO GRANDE – MS
2008
AGRADECIMENTOS
A Deus, por iluminar meu caminho e me dar forças para seguir sempre
em frente;
À minha esposa, pelo carinho e compreensão nos momentos mais difíceis;
À professora Sueli Cristina, pelo apoio e dedicação de mestra.
RESUMO
Os dados conflitantes refletem a dificuldade em se obter informações precisas
quanto à produção e comercialização no setor apícola, entretanto, conseguem
passar a idéia da importância dessa atividade para o País. Devido às distorções de
dados da produção de mel encontrados na literatura, este trabalho teve como
objetivos verificar a real produção de mel no município de Japorã / MS, fazer um
levantamento da produção e aspectos econômicos da atividade meleira no município
de Japorã - MS, levantar o número de apiários e a quantidade de mel produzido,
identificar pontos de estrangulamento e sugerir melhorias para a atividade na região
estudada, além de verificar a viabilidade dos investimentos públicos de construção
de uma casa do mel. Primeiramente foi feita uma pesquisa de campo, onde o
pesquisador visitou as unidades produtivas de mel no município de Japorã - MS,
onde foram entrevistados os proprietários, mediante a aplicação de um questionário.
Os dados encontrados referentes ao número de apiários e produção de mel, bem
como, a viabilidade econômica foi analisada pelo teste de média e comparada aos
descritos na literatura. Foram encontrados 14 apicultores no ano de 2004, que
produziram juntos um total de 140 enxames e 800 Kg de mel; no ano de 2005, os 15
apicultores produziram juntos 155 enxames e 1040 Kg de mel, dando uma média
para 2004 de 4,7 kg de mel/ano/colméia e em 2005 6,3 kg de mel/ano/colméia.
Apesar da baixa produção de mel encontrada no município de Japorã, existem
recursos municipais e federais sendo empregados para a construção de uma Casa
do Mel, existe também a doação de 02 terrenos para a realização desta obra. A
doação dos terrenos e a construção de uma casa de mel não vêm em momento
oportuno devido à baixa produção de mel no município, além de representar um
gasto público com retorno social duvidoso e a atividade não representar significativa
importância econômica nem para os produtores e nem para o município.
Palavras-chave: Febre Aftosa; Desenvolvimento Econômico; Sanidade Animal.
SUMÁRIO
RESUMO
1 INTRODUÇÃO ...................................................................................5
2 OBJETIVOS ........................................................................................8
2.1 GERAL ...........................................................................................8
2.2 ESPECÍFICOS .............................................................................8
3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ..............................................................9
4 MATERIAIS E MÉTODOS ...............................................................12
5
RESULTADOS E DISCUSSÃO ......................................................13
6
CONCLUSÃO..................................................................................16
7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..............................................17
ANEXOS................................................................................................18
1 INTRODUÇÃO
As abelhas são insetos sociais da ordem dos Himenópteros, pertencem à
família Apidae, gênero Apis e espécie Apis mellifera (MELLO, 1979).
Pesquisas arqueológicas mostram que as abelhas sociais já produziam e
estocavam mel há 20 milhões de anos, antes mesmo do surgimento do homem na
terra, que só ocorreu poucos milhões de anos atrás.
São conhecidas como Nigra ou Alemã. Sua cor é muito pronunciada, tem
uma penugem pardacenta sobre os segmentos do abdômen e é facilmente
subjugada pela fumaça. Além de ser robusta e resistente às enfermidades, é
agressiva e com tendência para pilhagem, porém muito resistente ao frio, o que a
torna apta para os lugares cujos invernos são longos e rigorosos (MELLO, 1979).
Uma família normal, forte, é composta de 50.000 operárias, cerca de 500
zangões e uma rainha. A vida de toda colméia depende da abelha rainha e das
abelhas operárias; os zangões que são os machos têm a única função de reproduzir
(MUXEFEDT, 1986).
A população de uma colméia é bastante variável. Seu tamanho depende
de uma série de fatores como a capacidade de postura da rainha, área livre para a
postura (favos vazios), da força da florada em curso e das condições climáticas.
Podem ser explorados economicamente: o mel, a cera, o própolis, o
pólen, além da apitoxina.
6
O mel é considerado o produto apícola de mais fácil exploração e
comercialização, por ser o mais conhecido. Além de ser um alimento, é também
utilizado em indústrias farmacêuticas e cosméticas, por suas conhecidas ações
terapêuticas.
A China é o maior produtor mundial de mel (267,8 mil toneladas, em
2002), quantidade três vezes maior que a produzida pela Argentina (85 mil toneladas
no mesmo ano), que se recuperou do mal desempenho de anos anteriores e
reassumiu a liderança do mercado mundial (Argentina). Os Estados Unidos ocupam
o terceiro lugar na produção e são os maiores importadores mundiais (disputam e se
alternam na posição com a Alemanha). No Brasil, o consumo per capita de mel tem
crescido continuamente, tendo atingido cerda de 500g por ano, em 2001. O produtor
de mel brasileiro tem, então, muito mercado para conquistar, além do mercado de
exportação. Até o ano de 2001, o Brasil perdia em volume produzido de mel para
países como a Etiópia, o Quênia e a Angola sendo responsável por menos de 2,0 %
da Produção mundial. O consumo brasileiro neste mesmo ano ficou em torno de 30
mil toneladas, obrigando o país a importar o produto (COSTA, 2005). A partir de
2002, houve um aumento das exportações brasileiras de mel, devido principalmente
às profundas transformações que ocorreram neste setor, neste período a produção
passou de 20 para 34 mil toneladas no ano de 2002. São Paulo foi o estado que
mais exportou mel chegando a 5.047.745 kg gerando uma receita de US$ 552.760,
estes fatores levaram os produtores a um crescimento na remuneração de 200%
tornando a atividade muito competitiva e atrativa (COSTA, 2005).
Nos anos de 2002 e 2003 mais da metade da produção nacional de mel
foi destinada ao mercado externo, em 2004, a demanda ainda continuou alta, mas
os preços recuaram, mas, mantidos ainda num patamar bastante convidativo para os
7
produtores brasileiros. O Piauí foi o único estado do Brasil que aumentou as
exportações de mel em 2005. As 2,5 mil toneladas exportadas totalizaram um
crescimento de 43% nas vendas (COSTA, 2005).
Segundo estimativas da Confederação Brasileira de Apicultura, o Brasil
possuía, em janeiro de 2004, cerca de 04 milhões de colméias produzindo 33 mil
toneladas de mel por ano.
Estudos sobre a produção apícola no Brasil mostram dados contraditórios
quanto ao número de apicultores e colméias, produção e produtividade. Quanto aos
apicultores, as pesquisas apontam os extremos entre 26.315 e 300.000. Esses
produtores, juntos, possuem entre 1.315.790 e 2.500.000 colméias e um
faturamento anual entre R$ 84.740.000,00 e R$ 506.250.000,00.
Os dados conflitantes refletem a dificuldade em se obter informações
precisas quanto à produção e comercialização no setor apícola, entretanto,
conseguem passar a idéia da importância dessa atividade para o País.
O Estado de Mato Grosso do Sul tem mais de mil apicultores, com 15 mil
colméias e uma produção estimada em 250 toneladas de mel/ano. Em torno de 98%
são pequenos apicultores com exploração fixa e com média de produção de 15
kg/colméia/ano. Os apicultores com boas técnicas de manejo conseguem produzir
de 30 a 50 kg de mel/colméia/ano.
Em Japorã-MS existem atualmente 12 apicultores que estão em franco
desenvolvimento da produção de mel, processando 106 colméias espalhadas por
suas propriedades com produção anual de 4.600 kg.
2 OBJETIVOS
2.1 GERAL
Verificar a real produção de mel no município de Japorã / MS.
Fazer um levantamento da produção e aspectos econômicos da atividade
meleira no município de Japorã-MS.
2.2 ESPECÍFICOS
a)
Levantar o número de apiários e a quantidade de mel produzida;
b)
Identificar pontos de estrangulamento e sugerir melhorias para a
atividade na região estudada, além de verificar a viabilidade dos
investimentos públicos na construção de uma casa do mel no setor.
3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Pesquisas arqueológicas mostram que as abelhas sociais já produziam e
estocavam mel há 20 milhões de anos, antes mesmo do surgimento do homem na
terra que ocorreu poucos milhões de anos atrás.
No início, o homem promovia uma verdadeira “caçada ao mel” em locais
de difícil acesso causando grande risco aos coletores. Naquela época, o alimento
ingerido era uma mistura de mel, pólen, cria e cera, pois o homem ainda não sabia
como separar o mel do favo. Os enxames, muitas vezes, morriam ou fugiam,
obrigando o homem a procurar novas colméias cada vez que necessitasse retirar
mel para consumo.
Somente na idade média, quando os produtores já não suportavam mais
ter que matar suas abelhas para coletar o mel, é que os estudos neste sentido foram
iniciados. O uso de recipientes horizontais e com comprimento maior que o produtor
foi uma das tentativas. Nessas colméias, para a colheita do mel, o apicultor jogava
fumaça na entrada da caixa, fazendo com que todas as abelhas fossem para o
fundo, inclusive a rainha, e depois retirava somente os favos da frente, deixando
uma reserva para as abelhas (EMBRAPA 2004; MUXFELDT, 1986)
É sabido que o mel elaborado pela Apis meliifera contém: vitamina A, C
(que defendem o organismo das invasões microbianas e infecções gerais), D (que
favorece os ossos e os dentes, principalmente em fase de formação), K (que é antihemorrágica), todo o complexo B, cálcio, fósforo, enxofre, potássio, magnésio, sódio,
10
cloro, ferro, manganês, cobre, silício, nitrogênio, além de fermentos, óleos vegetais e
de ácidos indispensáveis à sua conservação. Todos esses fatores variam em
quantidade, de mel para mel e dependem da vegetação e de fatores climáticos. Um
outro elemento encontrado muito importante é a rutina, que reforça os vasos
sanguíneos e os preserva de ruptura (LIMA, 1979).
Dietas ricas em mel são capazes de restituir em poucos dias o vigor às
pessoas cansadas e convalescentes. Também o tônus muscular aumenta
consideravelmente a sua eficiência e o atleta resiste à fadiga. Proporciona energia
para o trabalho intelectual, sendo recomendado nos casos de gripe, rouquidão,
tosse, bronquite, asma, broncopneumonia, doenças do sistema nervoso e do
sistema genito-urinário, anemia, problemas nos órgãos da visão, além de ser um
poderoso cicatrizante (LIMA 1979; MELLO, 1989).
Estudos sobre a produção apícola no Brasil mostram dados contraditórios
tanto ao número de apicultores e colméias, produção e produtividade. O número de
apicultores pode ter extremos entre 26.315 e 300.000 e esses produtores possuem
entre 1.315.790 e 2.500.000 colméias com um faturamento anual entre R$
84.740.000,00 e R$ 506.250.000,00 (EMBRAPA, 2004).
O Estado de Mato Grosso do Sul tem mais de mil apicultores, com 15 mil
colméias e uma produção estimada em 250 toneladas de mel/ano. Em torno de 98%
são pequenos apicultores com exploração fixa e com média de produção de 15
Kg/colméia/ano. Os apicultores com boa técnica de manejo conseguem produzir de
30 a 50 kg de mel/colméia/ano (UNIFOLHA, 2003).
Assim como no Brasil, em Japorã também encontramos extremos na
produção apícola. Em 2003, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,
a produção apícola do município de Japorã correspondia a 700 kg de mel. A
11
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário do estado de Mato Grosso do Sul
demonstra em um levantamento feito no período de 2004/2005 que a produção de
mel no município de Japorã corresponde a 4600 kg (IBGE, 2003).
.
4 MATERIAIS E MÉTODOS
Primeiramente foi feita uma pesquisa de campo, onde o pesquisador
visitou as unidades produtivas de mel no município de Japorã - MS, onde foram
entrevistados os proprietários, mediante a aplicação de um questionário, (Anexo I).
Os dados encontrados referentes ao número de apiários e produção de
mel, bem como, a viabilidade econômica foram analisados pelo teste de média e
comparados aos descritos na literatura.
.
5
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Após realizar a pesquisar com os produtores no município de Japorã/MS,
foram observados que nenhum dos entrevistados explorava Geléia Real, Cera e
Própolis nos anos de 2004 e 2005 e que em nenhuma das propriedades o mel era a
sua principal fonte de renda.
Foi pesquisada a produção de mel no ano de 2004 e observado que neste
ano havia 14 apicultores e no ano de 2005, esse número passou a ser de 15
apicultores.
Os 14 apicultores do ano de 2004 produziram juntos um total de 140
enxames e 800 kg de mel; no ano de 2005, os 15 apicultores produziram juntos 155
enxames e 1040 kg de mel, dando uma média para 2004 de 4,7 kg de
mel/ano/colméia e em 2005 de 6,3 kg de mel/ano/colméia. (Gráfico I). Na maior parte
do Brasil, em uma florada normal, uma colméia fixa pode produzir até 50 Kg de mel
por ano (COSTA, 2005).
Nos anos de 2004 e 2005 apenas 03 produtores realizavam a colheita do
mel através do uso de centrífuga. Sabe-se que para as abelhas produzirem 1 kg de
cera, será necessário consumir de 7 a 15 kg de mel e que a média de produção de
cera é de 2% da produção normal de mel (COSTA, 2005).
Verificou-se que os apicultores de Japorã – MS iniciam suas atividades
apícolas com recursos próprios e que nenhum dos produtores tem como a principal
14
fonte de renda a produção apícola e sim, apenas uma atividade paralela nas
propriedades pesquisadas, sendo a principal atividade das mesmas a bovinocultura
de leite.
92,9% dos produtores pesquisados realizavam a produção apícola de
forma fixa e 7,1% realizavam a produção de forma migratória em 2004.
93,3 % dos produtores pesquisados realizavam a produção apícola de
forma fixa e 6,7% realizam a produção de forma migratória em 2005.
As
principais
comercialização,
dificuldades
instalação
para
encontradas
produção,
tempo
pelos
produtores
disponível
do
são:
produtor,
dificuldade para encontrar novos enxames, pasto apícola.
A produção de mel no município de Japorã é destinada ao consumo da
propriedade e o excedente é vendido diretamente ao consumidor. O preço variou
nos anos de 2004 e 2005 de R$ 5,00 a R$ 10,00.
Apesar da baixa produção de mel encontrada no município de Japorã,
existem recursos municipais e federais sendo empregados para a construção de
uma Casa do Mel, fato este que não é justificado, devido ao montante da produção
encontrada.
Desde 03 de outubro de 2006 existe uma solicitação para instalação de
um entreposto de mel no distrito de Jacareí, Município de Japorã, com a doação de
02 terrenos para tal finalidade.
15
Gráfico 1
Evolução da produção de mel e do número de
enxame no município de Japorã-MS.
Valor absoluto
1200
1000
Nº de enxames
produção por Kg de mel
800
600
400
200
0
2004
Ano
2005
6 CONCLUSÃO
Através dos dados apresentados podemos concluir que a produção de
mel do município de Japorã - MS a partir de abelhas africanizadas Apis mellifera,
apresenta-se abaixo da encontrada na literatura, por apresentar 4,7 kg de
mel/colméia/ano em 2004 e 6,3 kg de mel/colméia/ano em 2005 ficando abaixo dos
50 kg mel/colméia/ano, citado na literatura (COSTA, 2005).
O manejo inadequado na hora de extração do mel é um fator que
favorece a baixa produção, além da mesma não representar uma importante fonte
de renda das propriedades localizadas em Japorã - MS.
A doação dos terrenos e a construção não vêm em momento oportuno
devido à baixa produção de mel do município, além de representar um gasto público
com retorno social duvidoso e a atividade não representar significativa importância
econômica, nem para os produtores e nem para o município.
Pelos resultados encontrados nesta pesquisa, não se recomenda a
instalação de uma Casa de Mel no município de Japorã - MS, devido a sua baixa
produtividade. Ou sugere-se que esta atividade, primeiramente fosse estimulada
com a ajuda de técnicos que levassem estes conhecimentos aos produtores.
17
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGROLINE, notícias, Piauí aumenta exportação de mel. Disponível em:
<http://www.agronline.com.br/agrono. phpid=1986>. Acesso em 28 de fev.2006.
COSTA, P. S. C., OLIVEIRA, J.S. Manual Prático de Criação de Abelhas.
Viçosa/MG: Aprenda Fácil, 2005. p.424.
DOURADOS NEWS, Apicultores de Japorã são capacitados pelo Idaterra.
Disponível
em:<http://www.douradosnews.com.br/municipios/view.phpma_
id=135431>. Acessado em 28 de fev.2006.
EMBRAPA, Produção de mel, Disponível em: <http://sistemasdeproducao.
cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/historico.htm> Acessado em 01 de mar.
2006.
GLOBO ON LINE, Cresce a exportação de mel no Piauí. Disponível em:
<http://oglobo.globo.com/especiais/exterior/191634082.asp>. Acessado em 28 de
fev. 2006
IAGRO – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal. Governo do Estado de Mato
Grosso do Sul. Campo Grande – MS. Boletim de Defesa Sanitária Animal. Campo
Grande-MS: 2007.
IBGE,
Produção
da
Pecuária
municipal
2003
Disponível
em:
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/pam/2004/default.shtm>. Acesso
em: 28 fev.2006.
LIMA, N. M. Abelha e Mel: Criação-Exportação. ed. tecnoprint S.A, Rio de
Janeiro,1979. p.149.
MELLO, N.B.Guia Prático do Apicultor. São Paulo,Ground, 1989, p. 158.
MUXFELDT, H. Uma Vida Com Mel e Abelhas. ed. Sagra, 1986, p.231.
PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO INSTITUTO DE
ECONOMIA
AGRÍCOLA.
Disponível
em:
<http://www.iea.sp.gov.br/
out/verTexto.phpcodTexto=126>. Acesso em 28 de fev. 2006.
UNIDERP Unifolha, Uniderp realiza curso básico de apicultura a partir de amanhã.
Disponível em: <http://www.unifolha.com.br/Materia/id=8588>. Acessado em 28 de
fev. 2006.
18
ANEXOS
19
ANEXO I
QUESTIONÁRIO APLICADO AOS APICULTORES
Cadastro de Produção de Mel
Data: / /2006
Nome do produtor: _______________________________________________
Telefone: residencial ___________; p/ recado ________; celular ____________
Propriedade: ____________________________________________________
Localização: via de acesso:
W_______________________________
S_______________________________
Ano em que o produtor entrou na atividade________
O produtor mantêm-se da atividade ( )sim
( )não
Que outras atividades são desenvolvidas na propriedade: ( ) Bovino cultura de corte;
( ) bovinocultura de leite; ( ) Suíno cultura; ( ) piscicultura; ( ) avicultura;
( )
extrativismo vegetal; ( )lavoura; ( ) Sericicultura .
Recurso para iniciar a atividade: ( ) próprio; ( ) financiamento; ( ) empréstimo.
Número de enxames: ___ núcleo ____caixa sem melgueira _____caixas com
melgueira.
( ) apicultura fixa.
( ) apicultura migratória.
Forma de coleta do mel ( ) com centrifuga ( )não centrifugado.
20
Acesso ao mercado: ( ) direto a industria; ( ) cooperativa; ( ) venda direta ao
consumidor; ( ) atravessador; ( ) integrado.
Dificuldades encontradas na
atividade?_____________________________________
Tabela 1 - Comparação de Produtos Produzidos Anualmente
na Cidade de Japorã / Ms.
Tipos de
produtos
2004
R$ Venda
2005
Mel
Kg
Kg
Própolis
Kg
Kg
Geléia Real
Kg
Kg
Cera
Kg
Kg
Número de
enxames
R$ venda
21
ANEXO II
MODELOS DE CAIXAS MELÍFERAS UTILIZADAS NO
MUNICÍPIO DE JAPORÃ-MS.
22
23
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MÁRCIO CÉSAR SEIXAS