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II Congresso Nacional de Formação de Professores
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Trabalho Completo
OS ELEMENTOS QUÍMICOS EM MINHA VIDA: UMA PROPOSTA DIDÁTICA PARA O
ENSINO DA QUÍMICA NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Carmem Janaína Dutra Ferreira Rodrigues, Eduardo Adolfo Terrazzan, Lílian Castilho Dos
Santos
Eixo 7 - Propostas curriculares e materiais pedagógicos no ensino e na formação de
professores
- Relato de Experiência - Apresentação Oral
Este texto como objetivo relatar a vivência de uma das autoras,no âmbito de ações
desenvolvidas no Subprojeto/Área de Ensino de Ciências Naturais,coordenado pelo Prof.
Eduardo Adolfo Terrazzan,do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da
Universidade Federal de Santa Maria(PIBID/CAPES/UFSM),durante o ano de 2013,na
condição de Bolsista de Iniciação à Docência(BID).Em particular, centramos a atenção no
trabalho de fundamentação e operacionalização da preparação de materiais didáticos, bem
como no processo de implementação desses materiais em sala de aula, com uma turma dos
Anos Finais do Ensino Fundamental(AFEF)em uma escola da Rede Escolar Pública
Estadual do Rio Grande do Sul, da cidade de Santa Maria/RS.Os tópicos conceituais
básicos tratados nesses materiais,organizados na forma de um Módulo Didático,são os
Elementos Químicos,trabalho desenvolvido em conjunto com a professora de Educação
Básica Lilian Castilhos dos Santos, que atuou como Bolsista Supervisora(BS)do Subprojeto
em questão.Um dos objetivos desse Subprojeto é capacitar os BID participantes,alunos de
Cursos de Licenciatura da UFSM,futuros professores da Educação Básica,a desenvolverem
propostas de Módulos Didáticos,que resultam da sequencia fundamentada de Atividades
Didáticas,nas quais os conteúdos escolares são inseridos e trabalhados a partir da
explicitação da sua relevância interna na Área de Referência para a Matéria de Ensino,o
caso a grande área de Ciências Naturais,e também da sua relevância social para a vida
atual e futura dos alunos.
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Ficha Catalográfica
OS ELEMENTOS QUÍMICOS EM MINHA VIDA: UMA PROPOSTA
DIDÁTICA PARA O ENSINO DA QUÍMICA NOS ANOS FINAIS DO ENSINO
FUNDAMENTAL
Carmem Janaína Dutra Ferreira Rodrigues; Eduardo Adolfo Terrazzan.
Universidade Federal de Santa Maria; Lilian Castilhos Dos Santos. Rede
Escolar Pública Estadual do RS - Escola Estadual de Ensino Médio Dom
Antonio Reis e Universidade Federal de Santa Maria. NEC/CE/UFSM e
PIBID/CAPES/UFSM
Contexto do Relato:
O subgrupo Interdisciplinar/Área de Ensino de Ciências Naturais do
PIBID da UFSM conta com a participação de alunos de graduação de
Licenciaturas em Geografia, Química, Física e Ciências Biológicas. No ano de
2013 a participação ficou restrita à alunos do curso de Física, Ciências
Biológicas e Química, que desenvolveram as atividades em duas escolas da
Rede Pública Estadual de Santa Maria.
O presente relato teve a implementação na Escola Estadual de Ensino
Médio Dom Antônio Reis, que é situada na periferia da cidade de Santa Maria
no Rio Grande do Sul, em uma turma de 8ª série/9º ano.
Encontros de Estudo e Fundamentação para elaboração dos Módulos
Didáticos são feitos semanalmente, entre os BID, BS e a equipe
coordenadora do subprojeto
O módulo didático é uma organização dos conteúdos a serem
trabalhados baseando-se em atividades desenvolvidas seguindo os Três
Momentos Pedagógicos (DELIZOICOV, ANGOTTI e PERNAMBUCO, 2007)
que são a Problematização Inicial (PI), Organização do Conhecimento (OC) e
Aplicação do Conhecimento (AC).
Para trabalhar os conteúdos primeiramente são elencados os elementos
do campo conceitual que serão trabalhados com os alunos, conceitos (C), os
processos(P), os fenômenos (F), as leis (L), teorias (T) ou modelos (M) que
poderiam estar presentes, com a caracterização destes e a objetividade de
como eles deveriam ser compreendidos pelos alunos.
A partir da escolha dos elementos do campo conceitual elencamos as
aprendizagens esperadas. Neste momento, o objetivo é ver como trabalhar
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estes conceitos, processos, fenômenos, etc. de forma a atingir uma
compreensão relevante para os alunos. Assim, elaboramos as aprendizagens
esperadas nos três campos de conhecimento, a saber: conceitual,
procedimental e atitudinal (COLL, et al, 2000).
Após selecionar todas as aprendizagens, passa-se ao passo de
organizar as atividades a serem desenvolvidas, de forma que contemplem e
desenvolvam estes conhecimentos objetivados.
Considera-se que quanto maior a diversidade de atividades utilizada em
um módulo, maior as chances de atingirmos um numero considerável de
alunos que consigam compreender e alcançar os objetivos propostos pelo
professor. Com isto temos atividades baseadas em recursos diversos
(analogia, texto de divulgação cientifica, vídeos, questões prévias, modelo,
exposição do professor, experimento e mapa conceitual), organizadas em
roteiros de desenvolvimento com explicações para o professor e para o aluno,
considerando as aprendizagens esperadas nos três campos de ensino já
citados.
Esse desenvolvimento de atividades de planejamento do MD são feitas
em reuniões semanais na UFSM sob orientação e coordenação do Prof.
Eduardo Terrazzan, a colaboradora Prof. Ms Vanessa Sandri e da Prof. Ms
Lilian Castilho dos Santos, bem como a participação dos outros BID.
1.1.
Preparação do Módulo Didático
O primeiro momento foi organizar um mapa conceitual com os
elementos que seriam trabalhados, elencando a ligação entre eles para uma
melhor organização dos conteúdos.
Após, o segundo passo foi o levantamento dos conhecimentos prévios
dos alunos na literatura, para adequarmos as aprendizagens esperadas e
saber o que podemos obter de respostas ao questionarmos sobre o assunto.
Esse passo é muito importante na preparação do professor
O terceiro momento foi elencar os elementos do campo conceitual a
serem trabalhados. Para o MD Os elementos químicos em minha vida
elenquei os seguintes elementos, a saber: Elemento Químico (conceito),
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Propriedades
Físicas
(conceito),
Propriedades
Químicas
(conceito),
Transformações Químicas (processo), Transformações Físicas (processo),
Número Atômico (conceito), Número de Massa (conceito), Classificação
Periódica (conceito).
A
partir
dos
elementos
do
campo
conceitual
selecionei
as
aprendizagens esperadas dos alunos, bem como quais seriam os indicadores
de aprendizagem. Os indicadores são uma parte importante da organização,
pois através deles é que o professor irá avaliar as aprendizagens dos alunos.
Segue abaixo a descrição das aprendizagens esperadas par ao MD
desenvolvido.
Descrição das Aprendizagens
Esperadas
O aluno deverá compreender
que Transformações Químicas
estão relacionadas com as
características próprias dos
elementos químicos
Compreender que
Transformações Físicas não
irão alterar as propriedades
químicas dos elementos
Reconhecer que o elemento
químico tem como elemento de
identificação o número atômico
• Ao ser explicado sobre transformações
químicas o aluno deverá saber relacionar com
as mudanças na estrutura química da matéria
• Ao ser explicado sobre transformações
químicas o aluno deverá saber relacionar com
as mudanças na estrutura física da matéria
• Entender a importância de identificar as
famílias e os períodos da Tabela Periódica
Existem elementos químicos
naturais e elementos químicos
artificiais
• Atribuir aos elementos químicos artificiais a
sua produção de átomos criados em
laboratório;
• Já os naturais são os existentes naturalmente
na natureza
Identificar relações entre
conhecimento científico,
produção de tecnologia e
condições de vida, no mundo
de hoje e em sua evolução
histórica.
• Ao ser apresentado a tabela periódica o aluno
deverá compreender que sua atual estrutura
não foi a 1º , ela sofreu modificações e teve
influência de vários cientistas para estar na
estrutura atual
Elaborar relatórios descritivos
sobre os experimentos
desenvolvidos.
Perceber a disposição dos
elementos químicos na tabela
periódica
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Indicadores de Aprendizagem
• Com base na observação e nas questões
apresentadas os alunos deverão apresentar
explicações coerentes com o cientifico sobre
os eventos acontecidos durante o
experimento.
• Identificar a posição dos elementos químicos
relacionando com suas propriedades (famílias
e período)
Posicionar-se de maneira
crítica, responsável e
construtiva nas diferentes
situações de diálogo em sala de
aula.
Utilizar as diferentes linguagens
— verbal e escrita— como meio
para produzir, expressar e
comunicar suas ideias.
• Em debates e questionamentos os alunos
devem mostrar-se interessados em participar,
apresentando sua opinião e respeitando à
dos colegas.
• Por meio da fala, textos escritos os alunos
deverão apresentar entendimento do assunto
trabalhado.
• Por meio de relatórios e dos questionamentos
os alunos deverão explicitar os
acontecimentos ocorridos durante a execução
do experimento.
Avaliação dos resultados do
experimento.
Após elencarmos todos os elementos, partiu-se para a escolha das AD
que iriam compor o MD. Para o MD ‘Os elementos químicos em minha vida’
foi utilizada como atividade na PI uma AD baseada Vídeo. Sobre a
organização da tabela periódica e o desenvolvimento da ciência com a
colaboração dos cientistas, em especial da Química e do cientista Dimitri
Mendeleev, que foi vinculado pelo programa Globo Ciências.
Na parte da OC foram selecionadas as AD baseadas em Questões
Prévias, Exposição do Professor, Experimento e Texto de Divulgação
Científica.
As questões problematizadoras têm como intuito fazer com que o aluno
repense conceitos que eles já tem sobre o assunto, para tentar responder
questões mais complexas que necessitam de conceitos que serão aprendidos
durante o desenvolvimento do módulo.
O experimento realizado teve por objetivo explicar aos alunos que as
cores presentes nos fogos de artifício tem relação com a transação eletrônica
dos elétrons de elementos químicos específicos. Então, baseado na queima
dos cloretos de metais alcalinos e alcalinos terrosos que apresenta cores
devido a transação eletrônica dos elementos químico dos cloretos (Sódio,
Bário,
Estrôncio,
Lítio,
Magnésio,
Potássio,
Cálcio)
foram
feitos
questionamentos em relação ao porque das cores diferentes nos cloretos. É
referente ao cloreto ou à algum elemento específico?
O texto de divulgação cientifica utilizado foi uma noticia vinculada pelo
Jornal Diário de Santa Maria, que apresentava os 11 elementos químicos
mais importantes para o corpo humano. E como situação problema eles
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deveriam responder: Como podemos obter elementos químicos essenciais à
nossa saúde? E o que seria dizer que um elemento químico é essencial?
Como AC, foi escolhida uma AD baseada em Modelo, onde foi proposto
aos alunos a montagem de uma tabela periódica para exposição em sala de
aula, levando consideração as fichas com características de cada elemento
entregue à eles.
1.2.
Implementação em Sala de Aula
A turma em que implementei o MD contava com 21 alunos em idade
escolar regular.
Os alunos não tinham conhecimento sobre como funcionava o trabalho
dos bolsistas PIBID em sala de aula, o que intrigava pela maneira
diferenciada de como as aulas se desenvolviam, de maneira que em cada
aula eram apresentadas à eles quais as aprendizagens esperadas, bem como
a relação entre o conhecimento prévio deles e o conhecimento científico
existente. Ao passo que as atividades eram apresentadas, eles tentavam
entender o mecanismo de avaliação, que é feito seguindo a evolução de
desenvolvimento dos conhecimentos apresentados por eles ao serem
solicitados a responder questões problematizadoras, estas feitas em todas as
aulas (cada AD apresenta no mínimo 1 questão problematizadora prévia e 1
ao final do desenvolvimento da AD).
Fazer com que eles compreendessem que durante os questionamentos
feitos, eram considerados todos os tipos de resposta, com a finalidade de
desenvolvermos aos poucos o conhecimento para que assim chegássemos a
uma resposta cientificamente aceita, ou muito próxima dela. O que nos daria
uma resposta muito válida.
A regência da turma na maior parte do tempo foi tranquila. E o planejado
durante a elaboração do MD para a implementação aconteceu de modo
satisfatório na maioria das aulas. A ausência de alunos e a necessidade de
dar sequencia nas atividades em mais de uma aula, dificultou o andamento
de 2 aulas em específico (AD baseada em modelo e AD baseada em Texto
de divulgação científica), pois havia necessidade de novas explicações e até
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mesmo de um momento em que a aula anterior fosse explicada novamente
em sua totalidade.
A professora que atua como BS acompanhou as implementações, e além da
orientação que antecedia a entrada em sala de aula, se houvesse alguma
dificuldade ela estava ali para interceder e orientar.
Este momento foi o mais importante, tanto para o desenvolvimento da
atividade, como para crescimento pessoal/profissional. Pois, ao termos
contato direto com os alunos, após planejarmos os materiais que seriam
trabalhados, podemos ter verdadeira noção do que é o trabalho docente no
âmbito da sala de aula.
Como aluna de curso de licenciatura e professora em formação inicial é
relevante considerar o que FLORES (2010) traz a respeito de que “A
transição de aluno a professor encontra-se marcada pelo reconhecimento
crescente de um novo papel institucional e pela interação complexa entre
perspectivas, crenças e práticas distintas.” Com isso, todas as atividades
desenvolvidas tem um papel fundamental neste crescimento e descoberta da
minha formação inicial como professora, capacidade esta que somente com
as atividades acadêmicas infelizmente não são supridas.
1.3.
Elaboração de Diários da Prática Pedagógica.
Como instrumento para reflexão da prática desenvolvida em sala de aula,
utilizamos a elaboração dos Diários da Prática Pedagógica (DPP). Os DPP
foram elaborados por atividade, ou seja, a cada dia em sala que desenvolvi
uma atividade didática com os alunos, foi feito um diário com as anotações
feitas referente à implementação, postura dos alunos em relação à AD, meu
papel como aluna de graduação com iniciação na docência.
Como o MD trabalhado teve constou do desenvolvimento de 6 AD, foram
produzidos 6 DPP. Todos estes materiais compõem o contexto de
implementação do MD.
Antes de preencher os diários era feita também a avaliação dos alunos frente
os materiais recolhidos, seja as fichas de respostas das AD, ou os materiais
produzidos como relatórios, para análise das aprendizagens esperadas e
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análise do meu papel como professora na mediação do desenvolvimento do
conhecimento, considerando se o objetivo havia sido alcançado.
Como fundamentação para o desenvolvimento dos diários foi feito leitura de
estudo e discussão de textos da literatura que trazem a importância desta
reflexão para o professor neste contexto educacional, assim como o que diz
PORLÁN (1997 p.19-20) ao definir o instrumento como “una guía para la
reflexión sobre la práctica, favoreciendo la toma de conciencia del profesor
sobre su proceso de evolución y sobre sus modelos de referencia”.
Segundo ZABALZA (2004) os diários não possuem um conteúdo específico a
ser citado, mas devemos levar em consideração alguns pontos que foi julgado
como relevante a ser (re)pensado ao se analisar a nossa prática pedagógica,
a saber:
1) Planejamento das aulas
a)
Mecanismos/rotinas adotadas para (re)planejamento das aulas
b)
Diversificação de recursos, estratégias e atividades diferentes
c)
Tratamento das possíveis inovações
d)
Nível de compatibilidade entre o planejado e o executado (dar
exemplos)
2) Avaliação dos alunos
a.
Mecanismos usados para avaliação dos alunos
b.
Restrições colocadas pela escola e/ou pela área disciplinar
c.
Elaboração dos instrumentos
d.
Discussão dos resultados
3) Gestão da classe
4) Desafios enfrentados durante a elaboração e o desenvolvimento do
Módulo Didático
a)
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Identificar e caracterizar desafios e dificuldades
b)
Sugestões e encaminhamentos dados para as dificuldades.
Considerações Finais
Mediante a vivência em sala de aula e a oportunidade de participar de um
subprojeto PIBID que além de orientação de estudo para planejamento de
atividades, também me deu a oportunidade de viver a docência em quase
todos seus âmbitos, pois tivemos contato com o espaço escolar além da sala
de aula, pude perceber a importância desta política para a formação inicial
dos licenciandos.
Quanto a observação do papel do professor, o estudo contínuo e o uso de
recursos diversos se fazem muito importante também. No contato com a
bolsista supervisora pude ter a troca da experiência vivida por ela e da nova
metodologia de trabalho desenvolvida no nosso subprojeto, pois muitas vezes
os alunos não estão acostumados a trabalhar de maneira diferenciada, o que
causa uma recusa do modelo de avaliação.
O programa possibilitou conhecimentos que não foram supridos no curso de
licenciatura, além da possibilidade de conversa entre alunos de cursos
diferentes, o que traz uma maior visão do campo educacional, considerando a
nossa realidade.
Palavras-chave:
Iniciação à Docência, Módulos Didáticos, Ensino Fundamental.
Referências
COLL, C. et al. Os conteúdos na reforma: ensino e
aprendizagem de conceitos, procedimentos e atitudes. Tradução de
Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre/BR: Artmed, 2000.
10420
DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO,
Marta Maria. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 2.ed.
Colaboração: Antônio Fernando Gouvêa da Silva. São Paulo/BR: Cortez,
2007.
FLORES, Maria Assunção. Algumas reflexões em torno da
formação inicial de professores. Revista Educação, Porto Alegre v.33. n. 3.
p.182-188
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