ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declamdo Utilidmic Públka - Lei Municipal nO. 1.60S de 16/05/2001 Lei Estadualn". 14.770 de 13107/2009. CNPJ 04.003.02010001-77 VCM RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ANO DE 2011. REC 000081 I -IDENTIFICAÇÃO: ENTIDADE: Associação Maria Rosa - AMAR CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA CNPJ: 04.003.020/0001-77 ENDEREÇO SEDE: Rua: Carlos Coelho de Souza, 480 Bairro: DER CIDADE: Caçador-SC CEP: 89.500-000 DDD/TELEFONE: (49) 35671805 FAX: (49) 35671805 E-MAIL: amar@)gegnet.com.br NOME DO REPRESENTANTE LEGAL: Terezinha Dobler Huçulak CPF: 046.011.078-06 CI: 10.886.455 CARGO: Presidente MANDATO: Biênio Dezembro de 2010 a Dezembro de 2012 ENDEREÇO RESIDENCIAL: Rua Santa Edwirges, 100, Bairro Nossa Senhora Salete, Caçador-SC DDD/TELEFONE: (49) 3567 2146/ (49) 9981 3800 CEP: 89.500-000 E-MAIL: [email protected] 2- FINALIDADES ESTATUTÁRIAS CAPITULO II - DOS FINS Art. 2°. A Associação Maria Rosa - AMAR é uma associação beneficente de assistência social, sem fins lucrativos, sempre com o objetivo de: I - Atender pessoas, em especial as mulheres, grupos ou entidades que procurarem a Associação Maria Rosa para esclarecimentos de seus direitos, dentro das possibilidades da Associação; U - Patrocinar a troca de experiência com outros movimentos sociais que tenham propósitos afins; lU - Realizar encontros, cursos, reuniões de estudos e aprofundamentos de temas para resgate da identidade da mulher, em especial da mulher caçadorense; IV - Elaborar e divulgar subsídios teóricos para estudo e formação de grupos de base; V - Elaborar propostas e políticas públicas que contemplam a demanda das mulheres, adolescentes e crianças de Caçador, e de municípios da região; VI - Conquistar cadeiras representativas nos Conselhos Municipal, Estadual e Federal; VII - Integrar as mulheres, adolescentes e crianças vítimas de violência nas áreas de saúde, educação, assistência social, trabalho, cultura, lazer, oficinas e cursos d'11 " f) formação; V VIII - Elaborar, executar e coordenar projetos e programas sócio-edu !ivo,S ~ / Jl ",' '1' àsdQllli.uii~ às pessoas' e violência e/ou em lçã, e \'1\.., (I ~~~I~~ ~ P8rl8,ment:rõ ~_e I~q~m~ horas. As )0 AntO '"" 10 Csca SBm""" ". , ','/ ~:;ç~' '1 ~. ff1FI. n o ' » . r- arA.s LOs.lo r,,_. '. .s-SCE?\ ' )})l.' V .~' ~'~ ' A\iIr.liv·l' ,/,JF 1\ , 1'\ O'1 "lU' ,v: ~,I, )ir!'Utv 1 ~J JI (/ ~\f '~ ti ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei lvlunicipaillo. 1.608 de 16!05i200I Lei Estadualll". 14.770 de 13/07/2009. (,NP) 04.003.020/0001-77 vulnerabilidade social; IX - Prestar atendimento integral e multidisciplinar (psicológico, pedagógico, social e jurídico) de forma sistemática as mulheres, adolescentes e críanças vítimas de violência e/ou em situação de vulnerabilidade social; X - Proporcionar acolhimento institucional temporário, às mulheres, adolescentes e crianças que sofrem violência e/ou risco social, visando segurança, integridade física, atendimento integral e multidisciplinar; XI - Promover serviços de convivência, valorização, fortalecimento e preservação de vinculos familiares, assim como a reintegração familiar dos usuários da entidade; XII - Proporcionar aos usuários o encaminhamento e o acesso aos mais diversos serviços públicos e privados para garantia de direitos, inclusão social, exercício da cidadania e melhoria da qualidade de vida; XIII - Desenvolver e executar projetos de cunho social, pedagógico, psicológico e lúdico voltados ao atendimento de crianças e adolescentes com histórico de violência doméstica/familiar ou em situação de vulnerabilidade social, que apresentam prejuízo acadêmico (problemas de aprendizagem), problemas psicológicos e comportamentais; XIV - Desenvolver e executar projetos e ações de qualificação profissional em benefício das mulheres e adolescentes com histórico de violência ou em situação de vulnerabilidade social, visando sua inclusão e permanência no mercado de trabalho e a obtenção de renda própria; XV - Disponibilizar atendimento psícológico terapêutico (clínico e social) aos usuários. XVI - Prestar atendimento integral e multidisciplinar aos agressores visando sua educação, sua reabilitação e sua readaptação ao convívio familiar e social; XVII - Desenvolver projetos para atendimento a demandas de gênero e faixa-etária não contempladas no município e região, como por exemplo, atendimento ao agressor e projetos direcionados às mulheres encarceradas; XVIII - Promover ações de conscientização para a sociedade, como meios de prevenção a todas as formas de violência; XIX - Fornecer orientações e apoio sócio-familiar e sócio-educativo aos usuários da Associação Mal'ia Rosa - AMAR; XX - Angariar e receber recursos financeiros e materiais de órgãos governamentais e não governamentais, de pessoas físicas e jurídicas, de órgãos nacionais e internacionais, para manutenção da entidade e de seus projetos; XXI - Desenvolver produtos artesanais e/ou educativos, e comercializá-los para obtenção de fundos exclusivos à manutenção e a ampliação da entidade e dos serviços, sem caráter lucrativo; XXII - Realizar feiras promocionais e educativas, em caráter filantrópico, visando a divulgação dos serviços, a conscientização da população e a obtenção de fundos exclusivos à manutenção da entidade e dos serviços prestados; XXIII - Promover condições e recursos aos funcionários para a execução dos serviços da Entidade; XXIV- Estabelecer parcerias, contratos e convênios, com diversos segmentos da sociedade, de forma não lucrativa, visando o atendimento integral e de qualidade aos usuários. Parágrafo único - As ações da entidade serão constantemente atualizadas, em conformidade com o presente estatuto e com embasamento nas Leis pertinentes. ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei Municipal n°. 1.608 de 16/0512001 Lei Estadual nO. 14.770 de 13107/2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 3 - HITÓRICO DA ENTIDADE A AMAR - Associação Maria Rosa teve início a pattir do Movimento de Mulheres Urbanas (1991) que tinha entre suas atividades palestras nas comunidades sobre saúde, sexualidade, busca de auxílio às famílias de baixa renda, entre outras carências apresentadas durante o ciclo de atividades do Movimento. A pattir dessas atividades, sentiu-se a necessidade de um trabalho voltado ao auxílio das mulheres vítimas de violência doméstica e seus filhos. O Movimento das Mulheres Urbanas, juntamente com entidades parceiras conseguiu reunir cerca de 7.762 assinaturas em favor da instalação de uma Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente, no município de Caçador. A instalação desta Delegacia representaria na época um gratlde avanço e melhoria no atendimento voltado às mulheres vítimas de violência. A Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente foi inaugurada em Caçador no dia 28/0311995, oportunidade esta, em que a Secretária de Segurança Pública do Estado, Sra. Lúcia Stefanovich sugeriu que se fizesse uma casa de apoio, para acolher as mulheres vítimas de violência e seus filhos. As mulheres voluntárias que compunham o Movimento de Mulheres Urbanas iniciaram uma busca por informações a fim de instalar uma Casa-Abrigo no município, quando surgiu também a idéia da criação de uma Entidade para buscar recursos para a manutenção desta Casa-Abrigo. Vários nomes foram sugeridos para esta entidade, quando uma voluntária da época, sugeriu o nome de "Maria Rosa" pela história desta mulher batalhadora na "Guerra do Contestado". Desta forma, foi fundada no dia 06 de agosto de 2000 a "Associação Maria Rosa" como uma entidade não-governamental e filantrópica, por iniciativa de um grupo de mulheres comprometidas com as causas sociais. A Associação Maria Rosa - AMAR foi declarada Utilidade Pública Municipal, através da Lei n° 1.608, de maio de 200 I e também Declarada Utilidade Pública Estadual, através da Lei nO 14.770, de 13 de julho de 2009. A Associação Maria Rosa é uma Entidade Beneficente de Assistência Social, que mantém uma Casa de Acolhimento Institucional. A Casa Abrigo Maria Rosa, tem o objetivo de atender mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica ou em situação de vulnerabilidade social. Os mesmos são encaminhados por toda a Rede Sócio-Assistencial de Caçador-SC, além de encaminhamentos de outras cidades da região. 4- OBJETIVO GERAL - Prestar atendimento multidisciplinar e integral de qualidade as mulheres, adolescentes e crianças vítimas de violência, ao agressor e as pessoas em situação de vulnerabilidade social. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Proporcionar às mulheres, adolescentes e crianças que sofrem violência ou vivem em situação de vulnerabilidade social, serviço de acolhimento institncional temporário, atendimento social, psicológico, pedagógico e outros serviços essenciais de forma a proporcionar-lhes um atendimento integral. - Atender pessoas, em especial as mulheres, grupos ou entidades que procurarem a Associaç~o :;taria Rosa para esclarecimentos de seus direitos, dentro das possibilidades ~O FI$(j da Assocraçao; l!" ~l ~~ A UI 0'1 ~~ ..s'sc~~\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Ikdarado Utilidade Pública - Lei ivlunicipalno. 1.608 de 16/05i2001 Lei Estadualu". 14.770 de 13/07i2009. CNP) 04.003.020/(1001-77 - Realizar encontros, cursos, reuniões de estudos e aprofundamentos de temas para resgate da identidade da mulher, em especial da mulher caçadorense; - Elaborar propostas e políticas públicas que contemplam a demanda das mulheres, adolescentes e crianças de Caçador, e de municípios da região; - Conquistar cadeiras representativas nos Conselhos Municipal, Estadual e Federal; - Integrar as mulheres, adolescentes e crianças vítimas de violência nas áreas de saúde, educação, assistência social, trabalho, cultura, lazer, oficinas e cursos de formação; - Elaborar, executar e coordenar projetos e programas sócio-educativos e psicoterapêuticos, destinados às pessoas vítimas de violência e/ou em situação de vulnerabilidade social; - Prestar atendimento integral e multidisciplinar (psicológico, pedagógico, social e juridico) de forma sistemática as mulheres, adolescentes e crianças vítimas de violência e/ou em situação de vulnerabilidade social; - Proporcionar acolhimento institucional temporário, às mulheres, adolescentes e crianças que sofrem violência e/ou risco social, visando segurança, integridade fisica, atendimento integral e multidisciplinar; - Promover serviços de convivência, valorização, fortalecimento e preservação de vínculos familiares, assim como a reintegração familiar dos usuários da entidade; - Proporcionar aos usuários o encaminhamento e o acesso aos mais diversos serviços públicos e privados para garantia de direitos, inclusão social, exercício da cidadania e melhoria da qualidade de vida; - Desenvolver e executar projetos de cunho social, pedagógico, psicológico e lúdico voltados ao atendimento de crianças e adolescentes com histórico de violência doméstica/familiar ou em situação de vulnerabilidade social, que apresentam prejuízo acadêmico (problemas de aprendizagem), problemas psicológicos e comportamentais; - Desenvolver e executar projetos e ações de qualificação profissional em benefício das mulheres e adolescentes com histórico de violência ou em situação de vulnerabilidade social, visando sua inclusão e permanência no mercado de trabalho e a obtenção de renda própria; - Disponibilizar atendimento psicológico terapêutico (clínico e social) aos usuários. - Desenvolver projetos para atendimento a demandas de gênero e faixa-etária não contempladas no município e região, como por exemplo, atendimento ao agressor e projetos direcionados às mulheres encarceradas; - Promover ações de conscientização para a sociedade, como meios de prevenção a todas as formas de violência; - Fornecer oricntações e apoio sócio-familiar e sócio-educativo aos usuários da Associação Maria Rosa - AMAR; - Angariar e receber recursos financeiros e materiais de órgãos governamentais e não governamentais, de pessoas físicas e jurídicas, de órgãos nacionais e internacionais, para manutenção da entidade e de seus projetos; - Promover condições e recursos aos funcionários para a execução dos serviços da Entidade; - Estabelecer parcerias, contratos e convênios, com diversos segmentos da sociedade, de forma não lucrativa, visando o atendimento integral e de qualidade aos usuários. ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei ivlunicipaln". 1.608 de 16/05í2001 Lei Estadual n". 14.770 de 13107/2009. CNPJ 04.fJ03.020mOOI-77 5 - ORIGEM DOS RECURSOS DESTINADOS NO ANO DE 2011 FONTE Prefeitura Municipal de Caçador-SC (CONVENIO) - Fundo Municipal de Assistência Social. Ano de 2011 Outras Receitas Fundo Social do Estado (Investimento e Custeio) - 2011. Convênio cidade de Calmon ano 2011 6-INFRAESTRUTURA 6 1 Recursos Físicos Recursos Físicos Lavanderia Area de Lavar roupas dos acolhidos Banheiros Cozinha Sala de Refeição Sala de Estar e Televisão para acolhidos Qumios Garagem Sala Pedagógica Sala da Equipe Técnica (Atendimentos) 62 RECURSOS MATERIAIS Recursos Materiais Permanente Automóvel Computador com acesso internet Notebook Projetor Telefone - Fax Telefone TV DVD Receptor de Parabólica Vídeo Game Aparelho de Som Computador sem acesso a internet Mesa de Escritório Arquivo com mesa Armários (Sala das Técnicas) Arquivo Aço Freezer Armários (Sala Pedagógica) Baú para guardar brinquedos Balcão (Sala Pedagógica) Quantidade 01 01 OS 01 01 01 OS 01 OI 01 Quantidade 01 03 01 01 01 02 02 02 01 02 01 02 02 01 04 02 01 03 01 OI ~O F12() 4~ ~ __ tH~~ .sSCE.~' ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Públka -I,ci Municipall{'. t .60S de 16/0512001 Lei Estadualu". 14.770 de 13107i2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 OI OI Mesa 10 Lugares (Sala Pedagógica) Microondas Geladeira Forno Elétrico Fogão Mesa 06 Lugares (Cozinha) Balcão (Cozinha) Armário (Cozinha) Maquina de Lavar Roupas Taque de lavar roupas Balcão (Lavanderia) ATmários (Lavanderia) Balcão (Refeitório) Armário (Refeitório) Mesa 12 Lugares (Refeitório) Guarda Roupas (quarto funcionária) Armários (Quartos Acolhidos) Cômoda com gavetas (quarto funcionária) Sofá 03 lugares Sofá 06 lugares Sofá 02 lugares Sofá Cama 02 lugares Sofá 03 lugares Cama de Solteiro com estrado em baixo Cama de casal Cômodas com gavetas (Quartos acolhidos) Berço 02 OI OI OI 03 03 02 02 OI 02 03 OI OI 01 09 OI OI OI 01 01 OI 07 02 02 02 6.3 RECURSOS HUMANOS Nome CargolFunção Vínculo Horas Semanais Andreia Cristiana Monteiro Nunes Dias Ivanilda Colussi Dayse Cristina dos Santos Mirela Carla Urio Neuzeli Aparecida da Silva Graziele C. Drehmer de Oliveira Anna Karyne Turbay Palodetto Serviço Gerais CLT 44 Atendente Serviços Gerais Assistente Social Psicóloga Pedagoga CLT CLT CLT CLT Prestadora de Serviço Voluntária 44 44 Advogada 30 20 20 Sempre que necessário Terezinha Dobler Huçulak Zilda de Melo Albuquerque Patricia Corso Trevisol Elizabete Fezoli Maciel Neida Schneider Carletto Presidente Vice Presidente Primeira Secretária Segunda Secretária Primeira Tesoureira Voluntária Voluntária Voluntária Voluntária Voluntária ~O F~() /~~ ~. ~ m:;:(;~ <S'.sCE.~\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei lvlunicipalno, 1.608 de 16/0512001 Lei Estadual u". 14.770 de 13/07/2009. CNP) 04.003.02010001-77 Nelva Maria Coféri Corrêa Marilda de Fátima Alves Padilha Erenilda Americano Jane Aparecida Campo Natalina Huçulak Marilene Pelegrinello Iva da Silveira Entre outras voluntárias que não fazem parte da diretoria Segunda Tesoureira Conselho Fiscal Titular Voluntária Voluntária Conselho Fiscal Titular Conselho Fiscal Titular e Presidente do Conselho Fiscal Conselho Fiscal Suplente Conselho Fiscal Suplente Conselho Fiscal Suplente Voluntária Voluntária Voluntária Voluntária Voluntária Voluntárias 7 - IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS, PROGRAMAS, PROJETOS E BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS TIPOLOGIA (X) Proteção Social Básica ( ) Proteção Social Especial Média Complexidade ( ) Proteção Social Especial Alta Complexidade NOME DO SERVIÇO, PROGRAMA, PROJETO OU BENEFÍCIO Ação social com grupos, através de reflexão sobre a violência doméstica e familiar, no combate a todas as formas de violências. ENDEREÇO Rua: Carlos Coelho de Souza, 480 Bairro: DER Caçador-SC CEP: 89.500-000 Telefone: (49) 3567 1805 USUÁRIOS/PÚBLICO ALVO Sociedade em geral. CAPACIDADE DE BENEFICIADOS Toda demanda apresentada. NUMERO DE PESSOAS BENEFICIADAS 103 Pessoas em Palestras. Sociedade em geral pelas ações e campanhas realizadas em rádio e mídia escrita que atingiram um grande numero de pessoas. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES OBJETIVO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DURANTE O ANO TODO DE 2011 Promover ações de conscientização para a - Orientações em grupo e apoio sóciosociedade, como meios de prevenção a todas educativo. as formas de violência. - Reflexão junto à sociedade sobre a violência doméstica e familiar praticada contra as mulheres, adolescentes e crianças. - Conscientização da importância da denúncia na Delegacia da Mulher associada _. à representação criminal, tendo em vista aA"'ÇS:JO P~6 responsabilizacão do agressor; ~ Cf) /'/. n -g t- &. ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedamdo Utilidade Pública ~ Lei Municipal nO. 1.608 de 16/0512001 Lei Estadual u". 14.770 de 13!o7i2009. CNPJ 04.003.020fOOOI-77 - Orientações sobre a Lei nO 11.340. - Orientações individuais ou em grupo. - Através de uma Escuta Ativa de forma ajudar a vítima escutada a restaurar um laço de confiança, na medida em que se sinta compreendida e respeitada. Foram realizadas as atividades através de: -Palestras para grupos de diversos segmentos. -Campanhas na mídia escrita e falada. - Outdoor e folder educativos em dias alusivos ao Combate da Violência em geral. - Orientações as mulheres que procuram a AMAR por iniciativa própria ou encam inhadas por órgãos competentes, sobre como agir diante da violência sofrida. Estás ações foram realizadas na Rádio, nas Ruas, Cras NOIte, Cras Mmtello, Universidade Turma 10 Fase de Serviço Social, Caps AD e Universidade Turma de Administração, PERÍODO FUNCIONAMENTO: Sempre que solicitado e em datas alusivas, RECURSOS FINANCEIROS QUE FORAM UTILIZADOS O investimento para a execução do projeto é de baixo custo, e os recursos materiais foram disponibilizados pela Amar. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS 01 Assistente Social- CLT - 30 Horas O1 Psicóloga - CLT - 20 Horas RECURSOS MATERIAIS 01 Notebook 01 Projetor Folders (Material Educativo) Outdoors ABRANGENCIA TERRITORIAL Cidade de Caçador-SC FORMA DE ACESSO - Por iniciativa própria ou encaminhadas por órgãos competentes. - Em dias alusivos ao Combate da Violência em geral. - Campanhas na midia escrita e falada, outdoor e folder em dias alusivos ao Combate da Violência em geral. - Palestras solicitadas para grupos de diversos segmentos. AQUISIÇÕES DOS usuÁRIos - Prevenção e o combate a todas as formas de violência, contra a mulher e seus filhos. FORMA DE PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS Estes espaços foram através do serviço oferecido, os quais os usuários estavam inseridos, através de repasse de informações, instrumentais técnicos etc, A Forma de Participação dos Usuários está no projeto oferecido, os quais os usuários I~O F 120 .?:~ nO ~~,... mFI. -;; ~\e SSC~\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública ~ Lei lvlunicipallt. 1.608 de 16/0512001 Lei Estadualn". 14.770 de 13107i2009. CNPJ 04.0113.020;0001-77 estão inseridos, através da troca de informações prestadas e perguntas, com livre expressão de suas opiniões acerca das informações prestadas A presença dos usuários é fundamental para que os objetivos sejam alcançados. O acesso dos usuários às informações e ao conhecimento, de forma abrangente é entendido como uma condição favorável ao acesso dos direitos sociassistenciais. ARTICULAÇÃO COM REDE SOCIOASSISTENCIAL PÚBLICA E PRIVADA - Rede de Proteção da Criança e o Adolescente do Município - Rede SócioAssistencial do Município - Delegacia de Proteção a Mulher, Criança, Adolescente e ao Idoso. - Secretaria Municipal de Assistência Social - Secretaria Municipal de Educação - Secretaria Municipal de Saúde - Polícia Militar - Caps 1- AD - UNIARP - Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe ~ Núcleo de Práticas Jurídicas. IMPACTO SOCIAL ESPERADO • • • • Empoderamento de informações sobre a violência doméstica e familiar; Conscientização da importância da denúncia na Delegacia da Mulher associada à representação criminal, tendo em vista a responsabilização do agressor; O combate às formas de discriminação e violência contra as mulheres, crianças e adolescentes garantindo o pleno exercício de seus direitos civis, como também de seus direitos sociais, econômicos e culturais; Contribuir para a prevenção e o combate a toda forma de violência, contra a mulher e seus filhos. ANALISE AVALIATIVA: Na execução das ações a metodologia, as estratégias e os recursos utilizados foram constantemente analisados e avaliados, para que pudéssemos amenizar alguns fatores que afetassem o desenvolvimento das ações e os resultados. Os resultados foram positivos, havendo a sensibilização da sociedade através de diversos eventos e as campanhas da mídia, sobre as formas de prevenir e combater a violência. As pessoas que por iniciativa própria ou encaminhadas a AMAR, obtiveram orientações sobre suas indagações referente a violência sofrida e relataram mudanças em sens comportamento, no seu ambiente de vida e sua auto-estima. 7.1 - IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS, PROGRAMAS, PROJETOS E BÉNEFÍCIOSSOCIOASSISTENCIAIS TIPOLOGIA e ) Proteção Social Básica eX) Proteção Social Especial Média Complexidade e ) Proteção Social Especial Alta Complexidade (X) Atendimento e ) Assessoramento e ) Defesa e Garantias de Direitos NOME DO SERVIÇO, PROGRAMA, PROJETO OU BENEFÍCIO Casa Abrigo Maria Rosa - Projeto Arco Iris - Atendimento Pedagógico ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei 1\'ilmicipal If. 1.608 de 16105/2001 Lei bladllalll". 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04.003.02010001-77 ENDEREÇO Rua: Carlos Coelho de Souza, 480 Bairro: DER Caçador-SC CEP: 89.500-000 Telefone: (49) 3567 1805 USUÁRIOS/PÚBLICO ALVO Crianças (crianças até 12 anos de idade) e adolescentes (12 a 18 anos de idade) com exceção de adolescentes do sexo masculino cujo atendimento se limitará até 15 anos e mães vitimas de violência e ou em situação de negligência familiar, vulnerabilidade social, encaminhada por órgãos competentes. CAPACIDADE DE BENEFICIADOS 100 crianças (média) NUMERO DE PESSOAS BENEFICIADAS A Entidade acolheu 87 pessoas durante o ano de 2011 (44 crianças e adolescentes e 43 mulheres). CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES OBJETIVO DURANTE O ANO TODO DE 2011 acolhimento social -De forma individual ou coletiva, -Agregar ao pedagógico às durante permanência atendimento a da crianças/adolescentes, de forma criança/adolescente no abrigo. -Através de entrevistas com a mãe e individualizada ou em grupo. -Promover a escuta e a ajuda mútua de observações da criança sobre o seu para planejar modo que falando, sendo ouvidos e desenvolvimento, ouvindo, as crianças e adolescentes atividades de estimulação. visualizem possibilidades novas para -Através de entrevistas com a criança, observações e contato com a escola para mudar sua situação. -Desenvolver atividades lúdicas e identificar suas dificuldades escolares e com vista terapêuticas ao traçar estratégias de ajuda; desenvolvimento da autonomia. -Através de atividades lúdicas -Atividades pedagógicas (com as crianças (brincadeiras, vivências e recreação); e adolescentes, visando trabalhar questões -Através de atividades pedagógicas complementares, auto- como cantos, jogos, histórias educativas, pedagógicas estima, autonomia; com as famílias de vídeos educativos, estímulo à leitura, ongem, visando à preservação e reforço escolar, desenhos, recOlie e fortalecimento de vínculos e reintegração colagem, passeios, etc. familiar); -Através atividades de estimulação -Promover o acesso das cnanças e psicomotora para o esquema corporal, adolescentes abrigados às diferentes lateralidade, estruturação espacial e possibílidades de apoio social (rede sócio- orientação espacia!. assistencial). -Através de diálogos com a -Organizações de registros sobre a criança/adolescente. história de vida e desenvolvimento de -Através de dinâmicas que facilitem cada criança e adolescente. trabalhar temas como: comportamento; como estratégia -Envolver sócio- valores (pessoais, éticos, espirituais, 1)0 FS'O /~"?' ~ ~Fl.n$O ~ Õ'SCEt'\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei Municipal n". 1.60& de 1610512001 Lei EsI3du3111". 14.770 de 13/07i2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 educativa, a participação nas atividades cotidianas do abrigo, conforme suas potencialidades. -Trabalhar regras de convivência ( direitos, deveres e sanções), -Desenvolver atividades que estimulem as habilidades sociais, como: a cooperação, responsabilidade, empatia, autocontrole, relação com companheiros, ajustamento, assertividade e civilidade, -Envolver as crianças, adolescentes e suas mães em atividades culturais, espirituais, esportivas e de lazer do município e no próprio abrigo, -Promover a reinserção social da família abrigada com os outros segmentos da sociedade, -Encaminhar as crianças e adolescentes aos serviços educacionais como creches, escolas, programas culturais e desportivos, etc. -Acompanhar a vida escolar das crianças e adolescentes, oferecendo atividades de reforço escolar e atividades sócioeducativas. -Identificar a presença de problemas de aprendizagem e de comportamento, e de sintomas relacionados a transtornos específicos da infância e da adolescência, para os atendimentos e encaminhamentos necessários. -Promover a aprendizagem de novos valores e crenças, que favoreça a mudança de comportamentos e a reeducação da relação familiar. -Despertar a importância da manutenção de vínculos: afetivos, com a família; de compromisso com a escola e com o trabalho, etc, -Monitoramento e avaliação do atendimento (método de avaliação e monitoramento feito pela equipe técnica e diretoria, educacionais e familiares); normas de convivência familiar e social; sexualidade, cuidados com a saúde; prevenção de DST's e Aids, prevenção da gravidez indesejada; noções de higiene e organização; prevenção da gravidez; qualificação profissional; trabalho; relações de gênero e outros, de acordo com a faixa etária e a capacidade de compreensão dos patticipantes, -Através de diálogos em grupo ou individual, procurando mostrar a eles a importância de uma boa convivência familiar e em sociedade -Através de parceria com a escola e programas SOClatS que as crianças freqüentem ou passem a freqüentar. -Através de trabalho interdisciplinar com os profissionais da entidade. -Com visitas domiciliares após o desabrigamento, -Através de contatos com órgãos competentes, buscando inserção destes, -Através de atividades de leitura, escrita, cálculo e mtes; individuais -Com diálogos e acompanhamentos do processo de aprendizagem. -Com acompanhamento do desempenho acadêmico na escola, na creche e nos programas que estiverem participando, -Desenvolvendo atividades que estimulem o fortalecimento dos vínculos familiares. -Com momentos de diálogo onde as trocas vão se intensificando, a interação é crescente, chegando na real necessidade. -Monitoramento este que acontecera através de relatórios técnicos e de instrumentais e com reuniões com toda eqUIpe. PERIODO FUNCIONAMENTO: 20hrs no período matutino, ou quando necessário. I-'R~E::ç..::::C..:::U~R;::S..:::O..:::S~F~IN~A~N-==C:.::E::::IR,-,:O~S--"Q;.,:U:.:E::.cF~O",-RA=~M,;-U=TI~L~I..:::Z~A..:::D-==O:..oS'----_~;-;-o_---:-_--IIQO ~~O O investimento para execução deste projeto será através de recursos adquiridos pela d/,. n~. ~ U):~~ ";See?\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano d~ 2000. Declarado Utilidade Púhlka ~ Lei Municiplllno, 1.608 de 1610512001 Lei Estadual nó. 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04.003.02010001-77 Amar, sendo que o local de realização deste projeto é anexo a casa abrigo. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS O1 Pedagoga - Prestadora de Serviço - 20 Horas Técnicas de apoio: O1 Assistente Social- CLT -30 Horas O1 Psicóloga - CLT - 20 Horas ABRANGENCIA TERRITORIAL Cidade de Caçador e região. FORMA DE ACESSO: -Encaminhados pela rede sócio assistencial do município de Caçador e região, serviço este oferecido para todos os usuários da casa abrigo, todos os dias da semana. AQUISIÇÕES DOS USUÁRIOS -Atendimento pedagógico adequado às necessidades de cada usuário, aquisição do conhecimento; encaminhamentos para atendimento especializado nas áreas que necessitam; inclusão social; ser ouvindo expressando suas necessidades, interesses e possibilidades;a melhora da auto-estima; apoio para construção de projeto de vida e autonomia e fOltalecimento nas relações interpessoais. FORMA DE PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS - E essencial um intercambio entre equipe técnica e usuário para expor objetivos, avaliar o nível de aprendizado, conferir suas necessidades e propondo atividades almejando o conhecimento. - A forma de pmticipação dos usuários está no projeto oferecido os quais estão inscridos, acontecera através da troca de informações prestadas, de responder a duvidas apresentadas por eles, principalmente as originadas da escola entre outros. -Oportunidade de avaliar, criticar, sugerir ou elogiar os serviços oferecidos. - O acesso dos usuários às informações e ao conhecimento, de forma abrangente é entendido como uma condição favorável ao acesso dos direitos sociassistenciais. ARTICULAÇÃO COM REDE SOCIOASSISTENCIAL PÚBLICA E PRIVADA Efetivando articulações com a rede sócio assistencial para a garantia de atendimento integral e multidisciplinar. A rede sendo acionada para auxiliar nos casos mais graves que necessitaram intervenção mais abrangente e em caráter de urgência, que necessitam acompanhamento a médio e longo prazo. Tendo com parceria durante o ano: - Rede de Proteção da Criança e o Adolescente do Município - Secretaria Municipal de Educação - Rede Sócio Assistencial do Município - Delegacia de Proteção a Mulher, Criança, Adolescente e ao Idoso. - Secretaria Municipal de Assistência Social - Secretaria Municipal de Saúde - Polícia Militar - Caps 1- AD - UNIARP - Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe - Núcleo de Práticas Jurídicas. IMPACTO SOCIAL ESPERADO -Confiança no profissional que presta este atendimento, assnll facilitando entendimento; o~FSO ~'?" ~ :# FI. nO {) S; . Cr- ~SCE?\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR fundada no ano de 2000. Dcdamdo Utilidade Pública -- Lei Municipal nO, 1.608 de 16/0512001 Lei Estadual 11".14.770 tio l3i07i2009. CNP] 04.003.02010001-77 -Fortalecimento do aprendizado das crianças, adolescentes e mulheres, contribuindo para a qualidade rotina escolar; -Ganhando qualidade do conhecimento adquirido; -Oferecido às crianças, adolescente e mulheres tenham também todas as condições materiais básicas para um bom aprendizado (alimentação e encaminhamento atendimento básico de saúde, especialmente odontológico e oftalmológico) que lhes permitam freqüentar as aulas e aprender; -Fortalecimento emocional as crianças e adolescentes, para uma melhora de qualidade nas suas relações na sociedade e com a família; - Participação da mãe e ou responsável nas decisões da escola, permitindo a troca de informações relevantes entre escola e família; -Inclusão social e acesso as crianças, adolescentes, mulheres (mãcs) e demais familiares aos bens e serviços, os quais lhes são de direito; -Inclusão de mulheres (mães), adolescentes e seus familiares em ações de qualificação social e profissional, e no mercado de trabalho; -Melhoria de qualidade de vida das mulheres e filhos (as); -Conscientização da importância do conhecimento; - Garantia da legitimidade e agilidade das ações, executadas em parceria com a rede sócioassistencial; -Prevenção a toda forma de violência, contra a mulher e seus filhos nas diversas formas de violência da sociedade. ANALISE AVALIATIVA: Na execução das ações, a metodologia, as estratégias e os recursos utilizados foram constantemente analisados e avaliados, para que pudéssemos amenizar alguns fatores que afetassem o desenvolvimento das ações e os resultados. As avaliações foram fundamentadas em objetivos e critérios claros e coerentes com o conteúdo trabalhado. Houve acompanhamento do processo de aprendizagem, visando sanar dúvidas e estimular o estudo; práticas pedagógicas possibilitando além de múltiplas aprendizagens, o resgate da auto-estima melhorando o estado emocional e o relacionamento interpessoal. Proporcionou aos pmiicipantes um contexto sócio educativo de aprendizagem, recreação e socialização para crianças e adolescentes. Os resultados obtidos foram positivos, havendo uma melhora gradativa no processo de ensino e aprendizagem e melhora na interação das crianças e adolescentes acolhidos. 7.2 - IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS, PROGRAMAS, PROJETOS E BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS TIPOLOGIA ( ) Proteção Social Básica (X) Proteção Social Especial Média Complexidade ( ) Proteção Social Especial Alta Complexidade (X) Atendimento ( ) Assessoramento ( ) Defesa e Garantias de Direitos NOME DO SERVIÇO, PROGRAMA, PROJETO OU BENEFÍCIO "PROJETO EXTREMOSA" - ~O F~() I~~ ~FI. n~- ,... SSCE.\'\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano (k 2000. Declarado Utilidade Públk[j- Lei Municipal 11°. 1.608 de 1610512001 Lei Estadualn". 14.770 de 13107/2009. CNPJ 04.003.02010001-77 ENDEREÇO Sala Número 4 do subsolo do salão paroquial da Catedral São Francisco de Assis, Caçador-SC - Telefone: (49) 35671805 USUÁRIOS/PÚBLICO ALVO Mulheres adultas ou idosas e demais pessoas que sofrem violência ou apresentam demanda semelhante: adolescentes de ambos os sexos, crianças de ambos os sexos, e pais (homens) que procuram orientações em relação aos filhos. CAPACIDADE DE ATENDIMENTO Até 6 pessoas (semanalmente), NUMERO DE PESSOAS ATENDIDAS NO ANO DE 2011 - NO PROJETO PROJETO EXTREMOSA - Atendimento psicológico: 43 PESSOAS ATENDIDAS (crianças, adolescentes e adultos). Obs.: O Projeto Extremosa não inclui pessoas acolhidas, uma vez que é destinado a pessoas que não necessitam de acolhimento porque possuem familiares e outras pessoas que podem oferecer apoio" foram atendidas 43 pessoas (crianças, adolescentes e adultas). NUMERO DE ATENDIMENTOS 52 atendimentos (devido aos retornos), OBJETIVOS Prestar atendimento psicológico e orientações para mulheres vítimas de toda forma de violência e a demais pessoas com demanda semelhante, representando este um espaço oportuno e seguro, no qual as pessoas possam espontaneamente procurar ajuda sigilosa e respeitosa para a resolução dos seus gramas pessoais. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES OBJETIVOS DURANTE O ANO TODO DE 2011 psicológico O atendimento Psicológico e as atendimento e Prestar orientações para mulheres vítimas de toda orientações aconteceram na forma de forma de violência e a demais pessoas sessões semanais. Cada sessão teve em com demanda semelhante, representando média a duração de 30 a 60 minutos, este um espaço oportuno e seguro, no conforme a gravidade do caso, das qual as pessoas possam procurar exigências da situação e da forma de sigilosa e atendimento, se individual ou em grupo. espontaneamente ajuda respeitosa para a resolução dos seus A maioria das pessoas optou pelo gramas pessoais, atendimento individual. Os atendimentos, conforme previsto, sempre aconteceram nas terças-feiras, no horário das 8h30 às 10 horas, na sala número 4 do subsolo do salão paroquial da Catedral São Francisco de Assis, em Caçador. Possibilitar através do atendimento Sempre na recepção e atendimento foi estabelecido rapport com os usuários e psicológico: Um espaço de acolhimento para a mulher feito esclarecimento sobre a forma de ~p F120 ~il mFI. nO .ss '1:'\" r- ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano d~ 2000. Declamdn Utilidade Pública - Lei ivlunicipal n°, 1.608 de 16/051200 I Lei Estadualn". 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04'<1113.020/0001-77 vítima de violência e pessoas com demanda semelhante. O sentimento de segurança e confiança para poder falar sobre a violência sofrida e dramas pessoais. A superação de traumas e sofrimentos, o enfrentamento de seus problemas, a melhoria da qualidade de suas relações e em outros aspectos de sua vida. A criação de vínculos interpessoais positivas. e relações A aprendizagem e a mudança de atitudes, visando a prevenção de novas situações de violência. A aprendizagem sobre a Lei Maria da Penha e sobre diversos direitos. A compreensão da dinâmica de vida, dos padrões de pensamentos e das possibilidades de mudança. O incentivo a outras mulheres que sofrem violência, a coragem para procurar ajuda e denunciar o agressor. O atendimento integral e multidisciplinar, através de encaminhamentos para profissionais especializados e selviços. atendimento. Sempre foi realizado esclarecimento sobre o sigilo em relação aos conteúdos expostos pelo usuário. Trabalhou-se durante o ano, o autoconhecimento do usuários, desenvolvimento da auto-estima, a releitura de sua dinâmica de vida e a compreensão de suas crenças, que influenciam nas suas escolhas e em suas relações interpessoais. Realizou-se através de técnicas psicológicas, realizar com o usuário, a . de seu histórico de vida, a revlsao revisão de seu sistema de crenças e valores, a fim de promover uma mudança comportamental em relação a novas escolhas e relacionamentos. Ensinou-se ao usuário prestar atenção aos sinais prévios de situação de violência em seu e próprio comportamento, como subsidio para o auto-controle e a prevenção de novos conflitos. Foram feitos esclarecimentos sobre a Lei, sobre direitos e deveres da mulher e penalidades ao agressor. Foi realizado a distribuição de cmtilhas e folders educativos com referências à lei para os usuários atendidos. Através de técnicas psicológicas, realizou-se com o usuário, a revisão de seu histórico de vida, a revisão de seu sistema de crenças e valores, a fim de promover uma mudança comportamental em relação a novas escolhas e relacionamentos. Foram feitas algumas divulgações na imprensa (no espaço social) sobre a disponibilidade do serviço; e foram realizados contatos com programas e órgãos do municipio para o mesmo fim. Buscou-se atender todas as demandas apresentadas pela mulher, ou seja, as necessidades e fragilidades presentes em várias áreas da sua vida, onde foram ~O FSO~ I~"?' .l -p - ~~I:;1;;rSSC\?S'\ ... · ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei Municipal nO, 1.608 de 16/0512001 Lei Estadualn". 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04'c103.021l/000 1-77 A inclusão social e encaminhamento para o mercado de trabalho. O encaminhamento para atendimento e acompanhamento jurídico e para a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e à Pessoa Idosa. A prevenção da violência na sociedade. realizados encaminhamentos para os profissionais competentes em cada uma dessas áreas. Foram realizados contatos e , encaminhamentos com orgaos e programas do município, para inserção social (creches, escolas, saúde mental, caps, bolsa família, etc.); foram encaminhados jovens e mulheres para o Sine para cadastro a emprego e encaminhamentos para as vagas de trabalho; também foi realizado contato direto com empresas e pessoas físicas para colocação dos usuários. Foi realizado o encaminhamento de casos que necessitaram de orientações e acompanhamento jurídico; para o Núcleo de Atendimento Jurídico da Uniarp e para a Advogada Voluntária da Associação Maria Rosa. Foram feitos esclarecimentos às pessoas atendidas; foram prestadas informações a diversos órgãos e programas sócioassistenciais município do e conscientização através da imprensa. - PERÍODO FUNCIONAMENTO Semanalmente, durante o ano todo: todas as terças-feiras, no horário das 8h30 às 10 horas, na sala número 4 do subsolo do salão paroquial da Catedral São Francisco de Assis, em Caçador. RECURSOS FINANCEIROS QUE FORAM UTILIZADOS O investimento para a execução do projeto foi de baixo custo, e os recursos materiais foram disponibilizados pela Amar. O local (sala de atendimento) foi cedido pela Diretoria da Mitra Diocesana. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS OI Psicóloga - contrato de 20 horas Apoio de 01 Assistente Social e de 01 Pedagoga; Parceria de OI Advogada Voluntária RECURSOS MATERIAS OI Notebook 01 Máquina Fotográfica OI Filmadora 01 Veículo Material para anotações ABRANGENCIA TERRITORIAL Cidade de Caçador-SC e Região FORMA DE ACESSO Algumas pessoas interessadas procuraram o atendimento por iniciativa própria. A ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - I.ti ivlunicipaln°. 1.60S de 1610512001 Lei Est3dualu". 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04.CJ03.020/000 1-77 mmol'la foi encaminhada por órgãos, programas, profissionais e autoridades legais, como Rede Socioassistencial, Delegacia de Polícia, Fórum, Juizado, Promotoria Pública, Conselho Tutelar, CREAS, CRAS, Caps II e Caps AD, Hospitais, etc. AQUISIÇÕES DOS USUÁRIOS - Receberam atendimento psicológico adequado as suas demandas. - Receberam atendimento gratuito em local de fácil acesso. - Foram encaminhados e receberam atendimento especializado nas áreas que necessitavam. - Tiveram acesso facilitado aos bens e serviços que necessitavam, através dos encaminhamentos realizados. - Foram incluídos socialmente (em diversas áreas) como lhes era de direito. - Alguns usuários foram encaminhados e inseridos no mercado de trabalho. - Várias usuárias, mães de família conseguiram resgatm' a auto-estima, a autonomia, a independência financeira e emocional. - Várias usuárias conseguiram resgatar vínculos afetivos com os filhos, pais e demais familiares. - Tiveram acesso à alimentação, materiais de higiene e outros bens e serviços básicos à sobrevivência, que antes não tinham acesso, passando sérias dificuldades. - Conseguiram e espaços mais adequados para morar, dormir, cuidar da higiene, etc. - Puderam ter uma nova percepção de si mesmo e mudança de conduta diante da vida. - Puderam requerer documentos civis legais que ainda não possuíam ou extraviaram.. - Adquiriram aprendizagem e autonomia para tocarem as suas vidas sozinhos, e enfrentar os desafios e problemas que se apresentam, com a segurança de que receberão apoio se um dia necessitarem. FORMA DE PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS Aos usuários foi oportunizado um ambiente adequado para que tivessem: Participação ativa durante os atendimentos. Livre expressão de seus pensamentos, sentimentos e emoções. Livre expressão de suas opiniões acerca das informações prestadas, da forma de atendimento, da aceitação ou recusa de determinada orientação ou encaminhamento. Oportunidade de avaliar, criticar, sugerir ou elogiar os serviços oferecidos. Atendimento disponibilizado aos seus familiares, principalmente filhos (crianças e adolescentes). Os próprios usuários falaram de forma positiva e recomendaram este atendimento a outras pessoas vitimadas pela violência, ou em conflito com os filhos (devido a uso de drogas e outros problemas); estas que acabaram buscando desde simples orientações para supressão de dúvidas, até aconselhamentos, atendimento psicológico de fato e encaminhamentos. Algumas pessoas atendidas, passaram pelo acolhimento institucional e sentiram necessidade de mais algumas vezes buscar a continuidade do atendimento no Projeto Extremosa. ARTICULAÇÃO COM REDE SOCIOASSISTENCIAL PÚBLICA E PRIVADA Foi realizado articulação com a rede sócio-assistencial para a garantia de atendimento integral e multidisciplinar. A rede foi acionada para auxiliar nos casos mais graves que necessitaram intervenção mais abrangente e em caráter de urgência, que necessitam acompanhamento a médio e longo prazo, onde os direitos se encontram violados e a pessoa encontra-se em situação de extremo risco. ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei iVlunicipalno. 1.608 de 16/0512001 Lei Estadual n". t4.770 de 13/07/2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 Os casos que não puderam ser resolvidos pela Psicóloga, foram encaminhados a outros profissionais especialistas e a outros programas. Vários parceiros foram contatados e auxiliaram durante o ano: Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social, CAPS AD e CAPS lI, Conselho Tutelar de Caçador, Secretaria Municipal de Educação, Fundação Municipal de Cultura, ACEIAS, Programa Bolsa Família, CRAS, CREAS, SINE, Projeto Pescar, SENAI, SINE, Polícia Militar e Civil, Delegacia de Proteção à Mulher Criança e Adolescente e Idoso, Fórum (Ministério Público), Escolas Municipais e Estaduais, demais Órgãos do Governo Estadual/Federal, e Entidades do Município, empresas e pessoas da comunidade. IMPACTO SOCIAL ESPERADO - Iniciativa de várias mulheres vitimadas pela violência em procurar ajuda. - FOlialecimento emocional da mulher, para a qualidade das suas relações, e sua participação ativa em família e em sociedade. - Inclusão social e acesso da mulher e seus familiares aos bens e serviços, os quais lhes são de direito. - Inserção de mulheres e seus familiares no mercado de trabalho. - Conscientização da importância da denúncia na Delegacia da Mulher associada à representação criminal, tendo em vista a responsabilização do agressor. - Apoio jurídico para resolução da situação de violência e para garantia de direitos. - Rompimento do ciclo da violência; - Melhoria de qualidade de vida das mulheres e filhos (as); - Garantia da legitimidade e agilidade das ações, executadas em parceria com os diversos órgãos e serviços; - Conscientização da comunidade em favor das vítimas e contra a violência. - Prevenção a novas situações de violência contra a mulher e seus filhos. - Prevenção da violência na sociedade. ANALISE AVALIATlVA Durante a execução do Projeto, a metodologia, as estratégias e os recursos utilizados foram continuamente avaliados, de modo a conduzir ou dirimir fatores de risco que pudessem comprometer o alcance dos objetivos e/ou resultados almejados. A avaliação se deu também pelo feedback dos usuários através de críticas, sugestões; através de depoimentos, pelos contatos estabelecidos (telefonemas e visitas) e novas procuras, pelos depoimentos de familiares e pela procura por parte de novas pessoas que obtiveram boas informações, pela mudança de comportamento e da qualidade de vida apresentado pelos usuários. Os objetivos propostos no projeto foram alcançados no decorrer do ano. Os resultados foram positivos, a procura pelo serviço vem aumentando devido o resultado das campanhas de conscientização e divulgação deste serviço na mídia; também devido aos encaminhamentos realizados pela rede sócio-assistencial. Algumas mulheres procuram este atendimento apenas para uma orientação de como proceder em situação de violência. Outras mulheres procuram atendimento psicológico para fortalecimento emocional e para aprender a lidar com a violência sofrida mudando seu comportamento em relação ao agressor; também buscam ajuda para melhorar sua qualidade de vida. Algumas dessas mulheres optam por freqüentar o atendimento várias sessões para que possam melhorar sua auto-estima, adquirir novas habilidades sociais e serem mais assertivas diante de diversas situações da vida. ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública ~ Lei ivlunicipalno. 1.608 de 16í05í2001 I.ei E$tadual u". 14. no de 13i07i2009. CNPJ 04.003.020iOOO I-n O relato dessas mulheres é positivo afirmando que houve mudanças significativas em suas vidas. Um aspecto positivo deste serviço foi à ampliação do atendimento a crianças, adolescentes e casais. 7.3 - IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS, PROGRAMAS, PROJETOS E BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS. TIPOLOGIA ( ) Proteção Social Básica ( ) Proteção Social Especial Média Complexidade (X) Proteção Social Especial Alta Complexidade (X) Atendimento ( ) Assessoramento ( ) Defesa e Garantias de Direitos NOME DO SERVIÇO, PROGRAMA, PROJETO OU BENEFÍCIO "PROJETO PSIQUE: ATENDIMENTO PSICOLÓGICO" ENDEREÇO Rua: Carlos Coelho de Souza, 480, Bairro: DER - Caçador-SC - CEP: 89.500-000 Telefone: (49) 3567 1805 USUÁRIOS/PÚBLICO ALVO Mulheres (com idade superior a 18 anos), Adolescentes (moças entre 12 e 18 anos de idade e rapazes entre 12 e 15 anos) e Crianças (com idade entre O e 12 anos incompletos), acolhidos institucionalmente, vitimados pela violência doméstica ou em situação de extrema vulnerabilidade social, encaminhados pelos órgãos, programas (rede sócio-assistencial), entidades e autoridades legais do município de Caçador e da região. CAPACIDADE DE ATENDIMENTO Até 18 pessoas (semanalmente). A Entidade acolheu 87 pessoas durante o ano de 2011 (44 crianças e adolescentes e 43 mulheres). NUMERO DE PESSOAS ATENDIDAS NO ANO DE 2011- ACOLHIDAS Atendimento psicológico direcionado a: 71 pessoas. NUMERO DE ATENDIMENTOS Total de atendimentos psicológicos realizados: 161 atendimentos. OBJETIVOS Possibilitar atendimento psicológico às crianças, adolescentes e mulheres, acolhidos institucionalmente devido a situações de violência e/ou de vulnerabilidade social, complementando o atendimento social e pedagógico existente, de modo a promover o fortalecimento emocional, a superação de traumas e sofrimentos, o enfrentamento e a busca de soluções para situações-problema, a melhoria das habilidades SOCIaiS, acadêmicas e em outros aspectos de suas vidas. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES OBJETIVOS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DURANTE O ANO TODO DE 2011 Agregar ao atendimento social e O atendimento Psicológico aconteceu pedagógico, o atendimento psicológico em forma de I sessão semanal. Vários direcionado às crianças/adolescentes e casos mais complexos, exigiram mais V,§O Fl20 ~ oS'scer'\ :J1FI. n' '~J ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Públh.'a _. Lei Municipal nO. 1.608 de 16!05í2001 Lei Estadualu'. 14.770 de 13107/2009. CNP J 04.003.020/0001-77 mulheres, de forma individualizada ou em que uma sessão semanal (2 ou 3), dependendo da seriedade do quadro grupo. apresentado. cuidados médicos, Durante o ano, várias consultas foram Garantir . os foram vários e farmacêuti cos agendadas, odontológicos encaminhamentos e condução de necessários. acolhidos para os atendimentos médicos, odontológicos e farmacêuticos e outros, necessários à saúde e bem estar. de observações do Promover a escuta e a ajuda mútua de Através modo que falando, sendo ouvidos e comportamento, escuta, levantamento ouvindo, as crianças e adolescentes do historio e da dinâmica de vida, visualizem possibilidades novas para durante a sessão, foi possível intervir com as pessoas acolhidas para mudar sua situação. devolutiva e orientação levando-as à auto-reflexão para mudanças de atitudes e compOltamentos. Favorecer o auto-conhecimento, a Em todos os atendimentos, a elevação da auto-estima e a autonomia, intervenção psicológica foi conduzida à através da intervenção psicológica e de auto-reflexão e esclarecimentos sobre o significado da auto-estima. atividades psicoterapêuticas. Os instrumentos utilizados durante o ano foram escuta psicológica, entrevista, atividades através de técnicas como desenhos, leitura e interpretação e jogos. Despertar o sentimento de segurança e Na recepção das pessoas na instituição e confiança para poder falar sobre a no início das sessões de atendimentos, violência sofrida, sobre a situação de sempre fora estabelecido rapport, empatia, garantia de sigilo e utilização risco, de miséria ou de desamparo. de técnicas de entrevista que motivam e tranqüilizam a pessoa, de modo a expor seus dramas com mais facilidade. Promover o acesso das crianças e Foram realizados diversos contatos com adolescentes abrigados às diferentes estabelecimentos de ensino, de saúde e possibilidades de apoio sócio educativo e sociais, como escolas (Naya Gonzaga, assistencial (rede sócio-assistencial). Tabajara, Paulo Schieffler, Dante Mosconi, Creches da Aceias, Saúde Mental, vários Postos de Saúde, Caps II, empresas, etc, no sentido de estar incluindo os acolhidos da entidade em diversos programas e serviços. Desenvolver atividades que estimulem o Foi promovido na entidade atividades lúdico e psicopedagógicas, incluindo fortalecimento dos vínculos familiares. materiais lúdicos e educativos de qualidade, direcionados ao contato familiar (irmãos e mãe), orientando para 11)0 FS O ~7tO~ 8SCEI'\/ _ _o ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedaradu Utilidade Pública _. Lei j'\'1unicipall{', 1.60S de 16/0512001 Lei Estadual ti". 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 Desenvolver atividades que estimulem as habilidades sociais, como: a cooperação, responsabilidade, empatia, autocontrole, relação com companheiros, ajustamento, assertividade e civilidade. Promover a reinserção social da família abrigada com os outros segmentos da sociedade. Acompanhar a saúde psicorgânica das crianças, adolescentes e mulheres acolhidas, e seu desempenho nas diversas áreas. Auxiliar profissionais da Assistência social e pedagogia no encaminhamento aos serviços de cunho sócio-educativo e serviços de saúde. Identificar a presença de problemas de aprendizagem e de comportamento, e sintomas relacionados a transtornos específicos da inrancia, da adolescência, da fase adulta e velhice, para os atendimentos e encaminhamentos necessários. Promover a aprendizagem de novos valores e crenças, que favoreça a mudança de comportamentos, a reelaboração da relação intrapessoal, interpessoal e com a família. o fortalecimento dos vínculos afetivos, acerca do tratamento fraternal e parenta!. Foram desenvolvidas atividades recreativas e ludoterápicas; Jogos, filmes, livros, textos, conversas, passeios, etc., orientadas para trabalhar formas adequadas de comportamento. Foi realizada a inserção de várias pessoas acolhidas em programas existentes no município, de acordo com o gênero, faixa etária, necessidade e interesse (creches, escolas, saúde mental, caps, etc.) Foi realizado o acompanhamento às consultas médicas, psiquiátricas, pediátricas, fonoaudiológicas, odontológicas, etc., e contato com os profissionais para interação sobre a saúde de cada pessoa encaminhada. Foi realizado a divisão de tarefas entre a equipe técnica, como participação em reuniões, etc. Assim foi possível auxiliar as colegas profissionais na condução dos usuários ao serviços necessários de modo que todos os atendimentos tivesses qualidade. Sempre houve atenção à manifestação de smms, sintomas, comportamentos anormais e dificuldades escolares. Atenção aos relatos de pais, colegas e professores, e os casos que sinalizam problemas foram feitos os devidos atendimentos e encaminhamentos necessários aos profissionais competentes da área educacional, da saúde, etc. Realizados contatos com profissionais da escola para mudar estratégias de ensino-aprendizagem (ex. Nayá Gonzaga, Tabajara, etc.). Foram realizadas orientações, leitura de textos, vídeos e vivências. Escuta e reflexão dirigida ao usuário para a percepção de crenças contraditórias, do seu sistema de valores. Foi possível verificar as mudanças positivas de comportamentos dos usuários. ~O F~() ~FI.n~L! l$'l$'CE.~\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dcdarndo Utilidade Pública - Lei Municipal nO. 1.60S de 16/051200 I I,ei Estadual n", 14,770d" 13107/2009, CNPJU4,003-020iOOOI-77 Os acolhidos sempre foram incentivados Promover a manutenção ou o resgate dos a estabelecer contato com familiares vlnculos afetivos, com a família; do para resgatar vlnculos e em busca apoio. compromisso com a escola e com o Estes sempre foram esclarecidos e trabalho, etc. conscientizados sobre a importância do estudo e da escolarização para a qualidade de vida, e a importância do trabalho para se sentir útil, adquirir autonomia e independência financeira. ProvIdenciar o acesso aos cuidados Foram realizados vários contatos médicos, odontológicos, farmacêuticos e telefônicos e encaminhamentos formais. outros necessários. . . Acompanhar os usuanos, quando Os usuanos foram conduzidos e nos atendImentos necessário, aos servIços para os qUais acompanhados foram encaminhados. médicos, educacionais, odontológicos e outros, para Inteiração sobre as suas condições psicorgânicas e em outras áreas, e também garantir a integridade física e psicológica dos mesmos, principalmente quando havia ameaças por parte do agressor. Promover a inserção de adolescentes e Foram realizado diversos contatos com mulheres em cursos de qualificação social o Senai, Sine, Coopesc, Projeto Pescar e profissional, e no mercado de trabalho. para encaminhamento dos usuários. Estabelecer contatos e parcerias contínuas Foram a realizados contatos através de com profIssionais de diversas áreas, como telefone e de ofícios, cartas de psicólogos, psiquiatras, pediatras, encaminhamentos e visitas, para que os clínicos, odontólogos, oftalmos, acolhidos da entidade pudessem receber fonoaudiólogos, pedagogos, assistentes atendimento integral e multidisciplinar. sociais, advogados, empresários e outros, para a garantia do atendimento multidisciplinar e de qualidade aos usuários da entidade. PERÍODO FUNCIONAMENTO A entidade presta atendimento 24 HORAS ininterruptamente em sistema de Acolhimento Institucional. O atendimento psicológico aconteceu o ano todo de 2011, diariamente, das 8 às 12 horas, de segunda a sexta-feira. Esporadicamente à tarde ou a noite e no sábado foi prestado atendimento àquelas pessoas que se encontravam em atividade externa durante as manhãs, como creche, escola, programas e trabalho RECURSOS FINANCEIROS QUE FORAM UTILIZADOS O investimento para a execução do projeto é de baixo custo, e os recursos materiais foram disponibilizados pela Amar, sendo que o local de atendimento é anexo à entidade. . . RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS OI Psicóloga - contrato de 20 horas Apoio de OI Assistente Social e de OI Pedagoga; Parceria de OI Advogada Voluntária 6õF~() ~~ ~FI. n~ .•._ \~SCe.~ --...._~ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei Municipal n°, 1.608 de 16/0512001 Lei Estadualn". 14.770uo 13/07i2009. CNPJ 04JJ03.020iOOOI-77 RECURSOS MATERIAIS 01 Computador O1 Impressora 01 Telefone - FAX 01 Máquina Fotográfica O1 Filmadora 01 DVD 01 TV 01 Aparelho de Som 01 Veículo Materiais para anotações. ABRANGENCIA TERRITORIAL Cidade de Caçador-SC e Regíão FORMA DE ACESSO Os usuários tiveram acesso facilitado ao atendimento semanal e poderam solicitá-lo sempre que sentiram necessidade, visto que o atendimento ocorreu no espaço da própria instituição, onde os mesmos encontravam-se acolhidos. As pessoas que já haviam se desligado do acolhimento e necessitaram de atendimento, foram encaminhadas para atendimento no Projeto Extremosa. Os usuários que chegavam até a Associação Maria Rosa para acolhimento, foram sempre encaminhados formalmente por órgãos do município, por programas, profissionais e autoridades legais, como Delegacia de Polícia, Fórum, Juizado, Promotoria Pública, Conselho Tutelar, Rede Socioassistencial, CREAS, CRAS, CAPS II e CAPS AD, Hospitais, etc. AQUISIÇÕES DOS USUÁRIOS - Receberam acolhimento e proteção contra as ameaças e riscos de agressão. - Recebcram acolhimento respeitoso, atendimento livre de pré-julgamentos, com garantia de sigilo. - Receberam atendimento psicológico adequado as suas demandas. - Receberam atendimento gratuito em local de fácil acesso. - Foram encaminhados e receberam atendimento especializado nas áreas que necessitavam. - Tiveram acesso facilitado aos bens e serviços que necessitavam, através dos encaminhamentos realizados. - Foram inclusão socialmente (em diversas áreas) como lhes era de direito. - Algumas usuárias foram inseridas no mercado de trabalho. - Várias usuárias, mães de família conseguiram resgatar a auto-estima, a autonomia, a independência financeira e emocional. - Várias usuárias conseguiram resgatar vínculos afetivos com os filhos, pais e demais familiares. - Tivcram acesso à alimentação, materiais de higiene e outros bens e serviços básicos à sobrevivência, que antes não tinham acesso, passando sérias dificuldades. - Aquisição de espaços mais adequados para morar, dormir, cuidar da higiene, etc. - Puderam ter uma nova percepção de si mesmo e mudança de conduta diante da vida. - Puderam requerer documentos civis legais que ainda não possuíam ou extraviaram. -Adquiriram aprendizagem e autonomia para seguirem as suas vidas sozinhos, e enfrentar os desafios e problemas que se apresentam, com a segurança de que receberão ~ I~'?' l' :J1FI. nO , ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei lvlunicipal nO. 1.608 de 16105i200 I Lei Estadual 11". 14.770 de 13107/2009. CNPJ 04.003.020/000 t-77 apoio se um dia necessitarem. FORMA DE PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS Aos usuários foi opOliunizado um ambiente adequado para que tivessem: Participação ativa durante os atendimentos, Livre expressão de seus pensamentos, sentimentos e emoções. Livre expressão de suas opiniões acerca das informações prestadas, da forma de atendimento, da aceitação ou recusa de determinada orientação ou encaminhamento. Oportunidade de avaliar, criticar, sugerir ou elogiar os serviços oferecidos, Atendimento disponibilizado aos seus familiares, principalmente filhos (crianças e adolescentes). Os próprios usuários falaram de forma positiva a outras pessoas a respeito dos atendimentos recebidos; estas que acabam buscando desde simples orientações para supressão de dúvidas, até aconselhamentos, atendimento psicológico de fato e encaminhamentos. Alguns casos foram direcionados para o Projeto Extremosa, ARTICULAÇÃO COM REDE SOCIOASSISTENCIAL PÚBLICA E PRIVADA Foi realizado miiculação com a rede socioassistencial para a garantia de atendimento integral e multidisciplinar. A rede foi acionada para auxiliar nos casos mais graves que necessitaram intervenção mais abrangente e em caráter de urgência, que necessitam acompanhamento a médio e longo prazo, onde os direitos se encontram violados e a pessoa encontra-se em situação de extremo risco. Os casos que não puderam ser resolvidos pela Psicóloga, foram encaminhados a outros profissionais especialistas e a outros programas, Vários parceiros foram contatados e auxiliaram durante o ano: Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social, CAPS AD e CAPS lI, Conselho Tutelar de Caçador, Conselho Tutelar de Calmon, Secretaria Municipal de Educação, Fundação Municipal de Cultura, ACEIAS, Programa Bolsa Família, CRAS, CREAS, SINE, Projeto Pescar, SENAI, Polícia Militar e Civil, Delegacia de Proteção à Mulher Criança e Adolescente e Idoso, Poder Judiciário, Ministério Público, Escolas Municipais e Estaduais, demais Órgãos do Governo Estadual/Federal, e Entidades do Municipio, empresas e pessoas da comunidade. IMPACTO SOCIAL ESPERADO - Confiança e adesão das crianças, adolescentes e mulheres acolhidas, ao atendimento psicológico, - Fortalecimento emocional das crianças, adolescentes e mulheres, contribuindo para a qualidade das suas relações, e sua participação ativa em família e em sociedade - Fornecimento de subsídios às crianças/adolescentes para que não passem a sentir a vida como cheia de perigos e inseguranças. - Elevação da qualidade da saúde psíquica e orgânica dos acolhidos. - FOlialecimento emocional da mulher, para a qualidade das suas relações, e sua pmiicipação ativa em família e em sociedade. - Inclusão social e acesso as crianças, adolescentes, mulheres (mães) e demais familiares aos bens e serviços, os quais lhes são de direito, - Inserção de mulheres (mães), adolescentes e seus familiares em ações de qualificação social e profissional, e no mercado de trabalho. - Conscientização da importância da denúncia na Delegacia da Mulher associada à representação criminal, tendo em vista a responsabílização do agressor. ~O' f~ 'P""i§õ ~ ~-~~ ~S'sca~\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedaradn Utilidade Pública - Lei Jvlullicipal nO. 1.608 de 16/05/2001 Lei Estadaal a". 14.770 de 13/07/2009. CNPJ 04.003.020íOOOI-77 - Apoio jurídico para resolução da situação de violência e para garantia de direitos. - Rompimento do ciclo da violência; Melhoria de qualidade de vida das mulheres e filhos (as); - Garantia da legitimidade e agilidade das ações, executadas em parceria com os diversos órgãos e serviços; - Conscientização da comunidade em favor das vítimas e contra a violência. - Prevenção a novas situações de violência contra a mulher e seus filhos. - Prevenção da violência na sociedade. ANALISE AVALIATIVA Durante a execução do Projeto, a metodologia, as estratégias e os recursos utilizados foram continuamente avaliados, de modo a conduzir ou dirimir fatores de risco que pudessem comprometer o alcance dos objetivos e/ou resultados almejados. A avaliação se deu também pelo feedback dos usuários através de críticas, sugestões; através de depoimentos, pelos contatos estabelecidos (telefonemas e visitas) e novas procuras, pelos depoimentos de familiares e pela procura por parte de novas pessoas que obtiveram boas informações, pela mudança de comportamento e da qualidade de vida apresentado pelos usuários. Os objetivos propostos no projeto foram alcançados no decorrer do ano. 7.4 -IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS, PROGRAMAS, PROJETOS E BENEFÍCIOS SOClOASSISTENCIAIS TIPOLOGIA ( X) Proteção Social Básica ( ) Proteção Social Especial Média Complexidade ( ) Proteção Social Especial Alta Complexidade (X) Atendimento ( ) Assessoramento ( ) Defesa e Garantias de Direitos NOME DO SERVIÇO, PROGRAMA, PROJETO OU BENEFÍCIO AMAR - OFICINA DE ARTESANATO com atividades em Bordado em Tela e Patchwork ENDEREÇO Sala Anexa a Capela Nossa Senhora da Consolação. Rua: Bahia Bairro: Vila Santa Catarína Caçador-SC CEP: 89.500-000 Telefone: (49) 3567 1805 USUARIOSIPÚBLICO ALVO - Mulheres vítimas de violência doméstica e familiar ou em situação de vulnerabilidade social, atendidas pela Associação Maria Rosa através da Casa-Abrigo, e indiretamente, seus filhos adolescentes e crianças, igualmente vitimizados. CAPACIDADE DE ATENDIMENTO Mulheres, Crianças e Adolescentes: 52 NUMERO DE PESSOAS ATENDIDAS Mulheres, Crianças e Adolescentes: 38 NUMERO DE ATENDIMENTOS Técnicos . 14> $ cnFI. n ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei :vlunicipall{'. 1.608 de 16105i:200 I Lei Estadual n". 14.770 de l1i07i2009. CNPJ 04JJ03.020iOOO 1-77 Atendimentos Técnicos: 45 (Participantes e Familiares) OBJETIVO Implantação de uma Oficina de Artesanato com atividades em Bordado em Tela e Patchwork, visando proporcIOnar às mulheres, vítimas de violência doméstica e familiar, um espaço para aprendizagens através da confecção de produtos artesanais, vislumbrando a possibilidade de uma renda alternativa para sustento próprio e de seus filhos, promovendo uma mudança comportamental que favoreça uma melhor qualidade de vida. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES OBJETIVOS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DURANTE O ANO TODO DE 2011 Foi oportunizado ao grupo: - Oportunizar um espaço de aprendizagem e de desenvolvimento de habilidades para a confecção de produtos mtesanais. Atividade I: Bordado em Tela - Proporcionar às crianças com idade entre 7 e 12 anos, e aos adolescentes com idade entre 13 e Conteúdo Programático: - Possibilitar às mulheres (adultas) meios de geração de renda que ajude no sustento familiar. - Contribuir para o fortalecimento da auto-estima dos abrigados vitimas de violência doméstica. - Despertar nas mulheres, adolescentes e crianças habilidades para viver em sociedade, sentindo-se parte integrante dela, e agentes de transformação. - Habilidades Básicas: é a palte teórica, com técnicas ou explicações sobre como realizar o trabalho prático. - Habilidades Especificas: é a parte prática do Bordado em Tela. Atividade lI: Patchwork - Construir uma imagem positiva de si, confiar em sua capacidade de escolher e realizar seu projeto de vida. Conteúdo Programático: - Promover a inserção das mulheres vitimizadas no mercado de trabalho. - Habilidades Básicas: é a palte teórica, com técnicas ou explicações sobre como realizar o trabalho prático. - Orientar as mulheres para a condnção de sna vida financeira e profissional. - Habilidades Específicas: é a parte prática do Patchwork. As aulas de m1esanato foram realizadas semanais, 02 aulas/semana, com uma carga horária de (04) quatro horas cada aula, completando 08 horas semanais. Cada turma pode pmticipar durante 3 meses em ambos os módulos: Bordado em Tela e Patchwork. Consideramos a possibilidade de alguns cnrsistas pmticiparem das dnas atividades (bordado em tela e patchwork. Muitas demandas surgiram durante o curso, onde as técnicas da AMAR (Assistente Social, Psicóloga e da Estagiária de Serviço Social) realizaram várias ações como encaminhamento das participantes ou de seus filhos para atendimento psicológico ou médico-psiquiátrico; encaminhamentos para o Caps, para o Programa Saúde Mental e para o Centro de Referência de Assistência Social; realizaram parceria com escolas: aplicacão de dinâmicas de grupo e ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei ivluniciplllno, 1,60S de 1610512001 I.ei ESloda"ln". 14.770 de 13/07/2009. CNP.I 04.003.020/0001-77 organização de palestras, abordando temas como prevenção do câncer e cuidados com a saúde; Benefícios previdenciários; violência doméstica/familiar e Lei Maria da Penha; relacionamento interpessoal, etc. PERÍODO FUNCIONAMENTO Duração de 06 meses - O curso teve início dia 12 de abril de 2011, acontecendo sempre nas terças e quintas-feiras, no horário das 13h30 as 17h30 e foi concluído no final do mês de novembro/20 11, com formatura em dezembro de 2011. RECURSOS FINANCEIROS QUE FORAM UTILIZADOS Realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasíl, cujo valor para execução do mesmo foi orçado e aprovado em R$ 25.518,90. Deste valor, R$ 11.912,00 foi utilizado para aquisição de Materiais para a Atividade de Bordado em Tela; R$ 10.150,90 foi utilizado para aquisição de Materiais para a Atividade de Patchwork; R$ 3.456,00 foi o valor pago para a instrutora do curso. Contrapartida da entidade foi R$ 1.228,24 foi destinado ao lanche e o valor de RS 1.271,76 foi destinado ao pagamento dos encargos sociais da instrutora do curso. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS O1 Instrutora de Artesanato - CLT - 20 Horas 01 Estagiária de Serviço Social 20 Horas 01 Assistente Social- CLT - 30 Horas O1 Psicóloga - CLT - 20 Horas RECURSOS MATERIAIS Materiais para Oficina de Bordado em Tela Materiais para Oficina de Patchwork Materiais para anotações OI Computador OI Impressora OI Telefone - Fax OI Máquina Fotográfica OI Filmadora 01 Veículo ABRANGENCIA TERRITORIAL Cidade de Caçador-SC FORMA DE ACESSO - Mulheres vítimas de víolência doméstica e familiar ou em situação de vulnerabilidade social, atendidas pela Associação Maria Rosa através da Casa-Abrigo, e indiretamente, seus filhos adolescentes e crianças, igualmente vitimizados. - Encaminhadas pelo CRAS NOlic. - Busca Ativa. AQUISIÇÕES DOS USUÁRIOS - Contexto sócio-educativo: para as crianças e adolescentes foi uma 0pOliunidade para aprendizagem, recreação e socialização. - Confecção de produtos atiesanais (de patchwork e Bordado em Tela): as patiicipantes demonstraram habílidades para trabalhos manuais e esforço e dedicação, o que resultou em belíssimas peças de tapetes (telas), guirlandas, panos de prato e outros. - Espaço para múltiplas aprendizagens: além das atividades em bordado em tela e patchwork, outras ações educativas e sociais foram promovidas para as patiicipantes, l§pTitb <'" 't~rUiI·J-. (J)F.n, ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano dt': 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei ivIlIllicipall{'. 1.608 de 16105i2001 I.ei Estadual n". 14.770 de l3i07i2009. CNP] 04.003.020/0001-77 colaborando para o seu crescimento pessoal. - Fortalecimento da auto-estima das participantes: principalmente nas mulheres que vivenciaram e passam por situações de violência. Através do depoimento das próprias participantes, de que foi positivo freqüentar o curso, porque além da aprendizagem estavam convivendo com o grupo; houve melhora nos sintomas depressivos, estão mais alegres e tranqüilas. "algumas chegam a verbalizar que o curso "é uma terapia", que são boas as horas que passam na aula e que querem continuar. Percebe-se o empenho de algumas mulheres em fazer escolhas mais assertivas para suas vidas, buscando melhorar sua qualidade de vida em vários sentidos, principalmente, na resolução de conflitos familiares e buscando ajuda aos filhos, para livrá-los das drogas. - Busca da autonomia financeira e profissional: algumas participantes estão produzindo em casa os atiesanatos e já estão comercializando informalmente os mesmos, obtendo ganhos para ajudar na renda familiar. - Comercialização dos produtos artesanais em feiras: o material confeccionado foi reservado, e a entidade está organizando para os próximos dias a exposição pública dos produtos, com ampla divulgação na mídia, juntamente com uma feira para comercialização dos artesanatos, cuja renda será revertida integralmente para as participantes. - Inserção das mulheres patiicipantes no mercado de trabalho através de parceria com o SINE: foi realizado contato com o SINE, e algumas patiicipantes que manifestaram interesse e seus filhos, realizaram cadastro para emprego, e já estão concorrendo às vagas de emprego. - Novas habilidades para viver em sociedade: o projeto já teve este caráter de inclusão social, onde as atividades atiesanais foram estratégicas, pois além de opOliunizar o desenvolvimento de habilidades manuais, auxiliaram a promoção de outras ações voltadas ao desenvolvimento das habilidades sociais, como dinâmicas de grupo, palestras, o próprio convívio com o grupo, orientações, atendimentos e encaminhamentos que foram possibilitados às patiicipantes e eu agregaram valor ao curso. FORMA DE PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS Através do acesso as informações durante o curso. Participação ativa durante os atendimentos e aprendizados. Livre expressão de seus pensamentos, sentimentos e emoções. Livre expressão de suas opiniões acerca das informações prestadas, da forma de atendimento, da aceitação ou recusa de determinada orientação ou encaminhamento. Oportunidade de avaliar, criticar, sugerir ou elogiar os serviços oferecidos. A presença e a participação efetiva dos usuários foram fundamentais para que os objetivos fossem alcançados. - Rede de Proteção da Criança e o Adolescente do Município - Rede SócioAssistencial do Municfpio - Delegacia de Proteção a Mulher, Criança, Adolescente e ao Idoso. - Programas e projetos de formação para o trabalho, de profissionalização e de inclusão produtiva - Agência Banco do Brasil de Caçador-SC. - Fundação Banco do Brasil. - SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dcc!amdo Utilidade Públictl- Lei iI,'iunicipallt. 1.60g de 1610512001 Lei Estadualn". 14.770 de 13ill7i2009. CNP) 04.003.020íOOOI-77 - SINE - Sistema Nacional de Emprego. - Entidades Não Governamentais do Município. IMPACTO SOCIAL ESPERADO - Fortalecimento da auto-estima das participantes. - Busca da autonomia financeira e profissional. - Confecção de produtos artesanais (de patchwork e Bordado em Tela). - Comercialização dos produtos artesanais em feiras. - Inserção das mulheres participantes no mercado de trabalho através de parceria com o SINE - Sistema Nacional de Emprego. - Novas habilidades para viver em sociedade. Quanto ao impacto social, acreditamos que através do projeto houveram por parte das participantes, mudanças de comportamento direcionadas a escolhas mais assertivas para suas vidas e algumas passaram a visualizar novas perspectivas, como a geração de renda e a busca de qualidade para sua vida familiar e social. ANALISE AVALIATIVA - Possibilitou a participação de mulheres, em sua maioria donas de casa e desempregadas; algumas com histórico de sintomas depressivos e outros problemas de saúde; algumas tendo passado ou vivenciando situações de violência doméstica e/ou envolvimento dos filhos adolescentes com drogas; algumas enfrentando problemas de saúde na família ou outra situação vulnerável; falta de alimentos dentro de casa; dificuldade de acesso a serviços médicos, etc. - Ações como encaminhamento das pUliicipantes ou de seus filhos para atendimento psicológico ou médico-psiquiátrico; encaminhamentos para o Caps lI, para o Programa Saúde Mental e para o Centro de Referência de Assistência Social; realização de parceria com escolas; aplicação de dinâmicas de grupo e organização de palestras, abordando temas como Prevenção do Câncer e Cuidados com a Saúde; Beneficios Previdenciários; Violência Doméstica/Familiar e Lei Maria da Penha; Relacionamento lnterpessoal, etc. - Possibilitou além de múltiplas aprendizagens, o resgate da auto-estima melhorando o estado emocional; o relacionamento interpessoal colaborando para o sentimento de pertencimento ao grupo; a inclusão social através de escuta e encaminhamento das pmiicipantes e seus familiares a diversos atendimentos; um contexto sócio-educativo (de aprendizagem, recreação e socialização) para as crianças e adolescentes. - A partir da aprendizagem adquirida durante o curso, já estão produzindo em casa os produtos artesanais e já estão gerando renda para auxiliar no sustento familiar. - Contribuições positivas do curso para a vida das participantes, melhorando o aspecto emocional e as habilidades sociais. - Qualidade dos produtos confeccionados através do Bordado em Tela e do Patchwork, considerando que as participantes não conheciam tais técnicas. Com relação à meta de atingir 52 pmiicipantes, surgiram dificuldades no decorrer do curso, para manter este número, havendo a desistência de algumas cursistas. Apesar de várias investidas e visitas domiciliares como tentativa de resgate, não foi possível manter o número proposto de participantes, as quais desistiram por motivo de trabalho, porque tiveram que mudar-se para outro local muito distante do curso ou porque precisaram cuidar de um familiar doente. Com relação aos objetivos, comparando o período inicial de implantação do projeto ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei Munidpaln°. 1.608 de 1610512001 Lei Estadual n". 14.770 de 13107i2009. CNPJ 04.003.020iOOO 1-77 com a fase final do curso, percebemos que houve progresso significativo: na organização e desenvolvimento das atividades attesanais; no desempenho das patticipantes produzindo artesanatos de qualidade, apesar de a maioria nunca ter tido contato com as técnicas de artesanato; no aspecto psicológico e social das participantes, com a superação de estados depressivos e de baixa auto-estima; na resolução de conflitos familiares das patticipantes, através de orientações repassadas pela equipe técnica da entidade; na resolução de problemas de saúde, através dos encaminhamentos realizados pela equipe técnica; no relacionamento interpessoal, através da melhoria das habilidades sociais. 7.5 - IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS, PROGRAMAS, PROJETOS E BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS TIPOLOGIA ( ) Proteção Social Básica ( ) Proteção Social Especial Média Complexidade (X) Proteção Social Especial Alta Complexidade (X) Atendimento ( ) Assessoramento ( ) Defesa e Garantias de Direitos NOME DO SERVIÇO, PROGRAMA, PROJETO OU BENEFICIO Casa Abrigo Maria Rosa - Acolhimento Institucional ENDEREÇO Rua: Carlos Coelho de Souza, 480 Bairro: DER Caçador-SC CEP: 89.500-000 Telefone: (49) 3567 1805 USUÁRIOS/PUBLICO ALVO - Mulheres vítimas de violência nas suas diversas formas, acompanhadas de seus filhos menores que presenciam ou também sofrem violência (Crianças até 12 anos de idade incompletos e adolescentes entre 12 e 18 anos de idade), com exceção de adolescentes do sexo masculino cujo atendimento se limitará até 15 anos. - Crianças e adolescentes e mães em situação de negligência familiar, vulnerabilidade social e psicológica, quando encaminhadas por programas sociais da Rede SócioAssistencial do Município de Caçador e Região. - Mulheres de outros municípios, cuidadoras de doentes em situação de CTI encaminhadas pelos Hospitais de Caçador-SC, para que possam se alimentar e repousar, observada a dificuldade financeira para se manter. CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 18 Pessoas acolhidas (abrigadas) Em média 100 Pessoas atendidas durante o ano. NUMERO DE PESSOAS ATENDIDAS NO ANO DE 2001- ACOLHIDAS MULHERES: 43 CRIANÇAS E ADOLESCENTES: 44 TOTAL: 87 PESSOAS NUMERO DE ATENDIMENTOS '''''°0 ~'?' ~F~()~ Jj{F/. n l$' O~ r- ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. DCi..'laradn Utilidade Pública - Lei Municipal n\)o 1.608 de 16/05120lH Lei Estadual n". 14.770 de 13107/2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 485 Atendimentos Técnicos. OBJETIVOS Proporcionar às mulheres e aos seus filhos que sofrem violência, acolhimento temporário, atendimento social, psicológico e pedagógico, de forma a proporcionarlhes um atendimento integral, visando à segurança e a integridade física e psicológica; o encaminhamento e o acesso aos mais diversos serviços públicos e privados para garantia de direitos, para a inclusão social, para o exercício da cidadania, para a mudança de crenças e para melhoria da qualidade de vida dessas famílias em várias áreas. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES OBJETIVOS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DURANTE O ANO TODO DE 2011 Acolher temporariamente mulheres, - O acolhimento aconteceu qualquer hora do adolescentes e crianças vítimas de agressão dia ou da noite, inclnsive finais de semana e garantindo atendimento social, segnrança, feriados por uma funcionária do Abrigo, alimentação e todas as necessidades básicas voluntária ou a Assistente Social, a qual diárias às mnlheres, crianças e adolescentes. providenciará as ações necessárias para o acolhimento da mulher e de seus filhos que as acompanham, informando os abrigados das normas de funcionamento da casa. - Atendimento baseou-se em uma escuta não julgadora. - Oferecemos através do acolhimento garantia de segurança física e psicológica das mulheres vitima de violência e seus filhos. - Realizamos: Acompanhamento de caso, ficha cadastral, estudo social e relatórios. - Encaminhamentos necessários das mulheres, adolescentes e crianças para programas sociais do município. - Encaminhamentos para atendimento nas áreas edncacional, jurídica e de saúde, incluindo interferências clínicas como consnltas, medicamentos, fisioterapia, etc. - Orientações individuais e apoIO sócioeducativo. - Acompanhamento através de visitas domiciliares, após o desligamento do abrigo. - Sistema de arquivo de todos os abrigados que passarem pela Casa Abrigo, para que fique cadastrada toda a ação providenciada pela equipe técnica. - A metodologia teve como eixo nOlteador o núcleo familiar, visando-se a prevenção e erradicação da violência, a proteção da vítima e de seus filhos (crianças e adolescentes), a mudança de comportamento do agressor, a inclusão da '-------------"--"-"==="-='--=="'-'..-''-==::::''''O:''---J/ O FED~ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública ~ Lei lvlunicipallf. 1.608 de 16i05í200 I Lei Estadualn". 14.770 de 13iU7i2009. CNPJ 04.003.020/0001-77 família nos programa sociais existentes no município e o acompanhamento sistemático. - Atendimento visando o resgate da autoestima da mulher vítima, autonomia e o rompimento da relação violenta, através de uma escuta não julgadora, respeitosa e sem discriminação, de forma a propiciar um ambiente no qual a mulher, através dos atendimentos, vai (re) construindo sua estrutura emocional e afetiva. Oferecer atendimento psicológico individual ou em forma de grupo às mulheres vítimas e aos filhos que as acomoanham. Oferecer atendimento pedagógico às mulheres e as crianças/adolescentes na forma de palestras, informações, atividades lúdicas, reforço escolar, encaminhamento a creches, inclusão na escola, em cursos profissionalizantes, etc. - Realizou-se através de encaminhamentos e acompanhamentos do setor de serviço social, para a profissional psicóloga. Realizaram-se através de encaminhamentos, acompanhamentos do setor de serviço social, para a profissional pedagoga. Através de encaminhamentos, acompanhamento e monitoramento aos órgãos competentes. (Sempre que necessário) - Reflexão junto à mulher vítima de Informar sobre a Lei Maria da Penha nO. violência, sobre a violência sofrida. I 1.340 de agosto de 2006. Lei criada para - Conscientização da importância da coibir e prevenir a violência doméstica e denúncia na Delegacia da Mulher associada familiar contra as mulheres. à representação criminal, tcndo em vista a responsabilização do agressor; - Orientações sobre a Lei n° I 1.340. - Orientações individuais ou em grupo. - Através de uma Escuta ativa de forma ajudar a vítima escutada a restaurar um laço de confiança, na medida em que se sinta compreendida e respeitada, Garantir através de encaminhamentos a programas do município, cuidados médicos, odontológicos e farmacêuticos. Apoiar em reestruturação sociedade. todo processo de sua familiar e convívio a Verificar o acesso e a necessidade da mulher, crianças e adolescentes às diferentes possibilidades de apoio familiar e social (rede sócio-assistencial). '-- Promover condições de inclusão social da mulher, conjugando as ações da Casa Abrigo a programas de saúde, moradia, emprego e - Realizou-se através do atendimento social, psicológico e pedagógico da Casa Abrigo, serviços sócio-assistenciais e serviços de políticas públicas setoriais. Através de acompanhamento e órgãos competentes. encaminhamentos, monitoramento aos Através de encaminhamentos, acompanhamento e monitoramento. - Alternativas de trabalho, vaga em creche, I ~O Fr- '-"ac;:.e:..;s"'s;:.o---:a:....."'n""o:..;t"'·a"'d.:..:ia:......;:.et:..;c:.l.,-.:n:..;o,--",se:..;I""t",id.:..:o,-",d",e--T.~~V_ ::O~ _nJl ycr-~ fJ1F/. \;,SCEI'\ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei ivlunicipnl nO, 1.608 de 1610512001 Lei Estad"al fi". 14.770 de 13107/2009. CNP] 04.003.020/0001-77 possibilitar sua autonomia e permitir o rompimento com uma relação violenta. Isto significa a reivindicação de políticas públicas que reconheçam a violência contra a mulher como uma situação de vulnerabilidade social, o que justifica uma política pública com caráter intersetorial. - Através de encaminhamentos, Propiciar, à mulher assistida, os meios para acompanhamento e monitoramento. obter o apoio jurídico necessário a cada caso - Parceria com Núcleo Jurídico da Uniarp específico. Universidade Alto Vale do Rio do Peixe. - Atendimentos Jurídicos (Advogada Voluntária da Associação Maria Rosa AMAR. -Se realizou este serviço alravés de Criar oficinas de trabalhos artesanais com Implantação de Oficina de Artesanato, efeito terapêutico, de descoberta de através da confecção de produlos artesanais. aprendizagens potencialidades e que oportunizem a geração de renda para o sustento familiar. PERÍODO FUNCIONAMENTO: 24 HORAS ininterruptanlente em sistema de Acolhimento Institucional RECURSOS FINANCEIROS QUE FORAM UTILIZADOS R$ 102.100,00 Prefeitura Municipal de Caçador-SC (CONVÊNIO) - Fundo Municipal de Assistência Social. Ano de 2011 RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS 01 Assistente Social- CLT - 30 Horas OI Psicóloga - CLT - 20 Horas O1 Pedagoga - Prestadora de Serviço - 20 Horas O1 Serviço Gcrais - CLT - 44 Horas 01 Atendente - CLT - 44 Horas O1 Advogada - Voluntária - Sempre que necessário O1 Diretoria O1 Conselho Fiscal RECURSOS MATERIAIS OI Computador OI Impressora 01 Projetor 01 Telefone - Fax 01 Máquina Fotográfica OI Filmadora 01 DVD OITV O1 Aparelho de Som 01 Veículo Materiais para anotações. ABRANGÊNCIA TERRITORIAL Cidade de Caçador-SC e Região renda, profissionalização, entre outros. I~O A'~O~ fgFI. n-3j ~ r- I$' ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Pública - Lei i\·iunicipal nO, 1.60S de 16í05i2001 Lei Estadualu". 14.770 de 13/07/2009. CNP] 04.003.020/0001-77 FORMA DE ACESSO: - Por encaminhamentos dos serviços da rede Socioassistencial, Delegacia de Proteção a Mulher, Criança, Adolescente e Idoso, Polícia Militar, Ministério Público, Poder Judiciário, serviços de políticas públicas setoriais, Conselho Tutelar, Hospital entre outros. AQUISIÇÕES DOS USUÁRIOS - Acolhimento em condições de digna, - Atendimento baseado na sua identidade, integridade e história de vida preservada. - Ter todas as necessidades básicas diárias supridas. (Como alimentação higiene etc.) - Garantia a segurança, bem estar e a melhoria de qualidade de vida das mulheres e filhos(as). - Ser ouvido e expressar necessidades, interesses e possibilidades; - Ter acesso aos serviços públicos de direitos e de qualificação profissional e inserção ao mercado de trabalho. - Apoio em todo processo de sua reestruturação familiar e convivio a sociedade, onde possibilite o desenvolvimento de habilidades de autogestão, autossustentação e independência; - Ter acesso ao apoio jurídico necessário a cada caso específico - Re-inserção social mais qualificada às mulheres, segundo as necessidades. - Melhoria das relações interpessoais a pat1ir dos atendimentos psicológicos, social e pedagógico. - Garantia da legitimidade e agilidade das ações, executadas em parceria com os diversos órgãos e serviços. - Maior integração entre as voluntárias para o trabalho em equipe e maior compromisso e qualificação para o trabalho dentro de sua especificidade. - Empoderamento das mulheres a partir das suas vivências na casa e acompanhamento de uma técnica. - Acesso a informações sobre a Lei Maria da Penha nO. 11.340 de agosto de 2006. Lei criada para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra as mulheres. - Conscientização da importância da denúncia na Delegacia da Mulher associada à representação criminal, tendo em vista a responsabilização do agressor. - Maior contato da equipe com os familiares das usuárias, contribuindo para uma leitura mais abrangente do caso. - Contribuir para a prevenção e o combate a toda forma de violência, contra a mulher e seus filhos. - Promover o acesso a participação de mulheres vitimizadas, na Terapia Social. -Ter ampliada a capacidade protetiva da família e a superação de suas dificuldades; - Apoio para construir projetos de vida e alcançar a autonomia; - Ser preparado para o desligamento do serviço. - Avaliar o serviço. FORMA DE PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS - A presença dos usuários da entidade é fundamental para que os objetivos sejam alcançados. - A participação dos usuários se dá através dos serviços e projetos aos quais estão inseridos, através de perguntas, instrumentais técnicos etc. - Os usuários da entidade têm livre arbítrio para decidir sobre seus interesses de forma ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Declarado Utilidade Pública - Lei rvluuicipul n°. 1.608 de 16/0511001 Lei Estadual n", 14,770 de 13/07/2009, CNPJ 04,003,020/0001-77 autônoma, para assim, poderem ser sujeitos da transformação social. - A paliicipação dos usuários se dá através do seu acesso às informações; às orientações referentes aos serviços que serão prestados, aos seus direitos e à forma de acessá-los. - A participação do usuário se dá através das informações que lhes são repassadas, através do acolhimento, da escuta, dos encaminhamentos, onde todas essas etapas são adequadas e/ou ajustadas ao perfil que se apresenta, - O usuário é colocado como agente, onde lhe é permitido a expressão de seus problemas, necessidades e anseios. - Oportunidade ao usuário de avaliar, criticar, sugerir ou elogiar os serviços oferecidos. ARTICULAÇÃO COM REDE SOCIOASSISTENCIAL PÚBLICA E PRIVADA Considerando a complexidade do fenômeno e a multiplicidade de demandas apresentadas pela mulher em situação de violência, tem se verificado a necessidade de que o atendimento se realize numa perspectiva multisetorial, capaz de oferecer respostas mais eficazes, em um prazo mais CUlio de tempo, Entretanto é fundamental que estas ações possam se dar de forma aliiculada, para que os diferentes serviços possam conhecer seus parceiros e trabalhar num sistema de referência e contrareferência, garantindo que as necessidades das usuárias sejam atendidas. Vários parceiros foram contatados e auxiliaram durante o ano: - Rede de Proteção da Criança e o Adolescente do Município - Rede SócioAssistencial do Município - Delegacia de Proteção a Mulher, Criança, Adolescente e ao Idoso. - Programas e projetos de formação para o trabalho, de profissionalização e de inclusão produtiva - Prefeitura Municipal - Câmara Municipal de Vereadores - Fórum da Comarca de Caçador - Secretaria Municipal de Assistência Social - Secretaria Municipal de Educação - Secretaria Municipal de Saúde - Delegacia de Proteção à Mulher - Polícia Militar - Conselho Tutelar - Caps 1- AD - Programa Saúde Mental - ACEIAS - Associação Caçadorense Educação Infantil e Assistência Social. - UNIARP - Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe - Núcleo de Práticas Jurídicas. - Auto Coletivo Caçador. - Agência Banco do Brasil de Caçador-SC. - Fundação Banco do Brasil. - SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. - SINE - Sistema Nacional de Emprego. - Entidades Não Governamentais do Município. - Sociedade civil, com doações de alimentos, roupas e móveis. IMPACTO SOCIAL ESPERADO • Rompimento do ciclo da violência; • Garantia de proteção e segurança para a família; [,' ~ ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR Fundada no ano de 2000. Dedarado Utilidade Públkn - Lei lvlunicipalno, 1.608 de 1610512001 Lei Estadual u". 1<1.770 de 13i07i2009. CNPJ 04.fJ03.020/fJOO 1-77 • Melhoria da auto-estima, da relação intrapressoal e interpessoal a pmlir dos atendimentos psicológicos; • Inclusão social das mulheres, crianças, adolescentes e suas famílias ao acesso aos bens e serviços que necessitam e que lhes são de direitos. • Garantia da legitimidade e agilidade das ações, executadas em parceria com os diversos órgãos e serviços; • Melhoria de qualidade de vida das mulheres e filhos (as); • Acesso aos serviços públicos de assistência social, de qualificação profissional e de inserção no mercado de trabalho; • Apoio juridico para resolução da situação de violência e para garantia de direitos; • Empoderamento das mulheres a partir das suas vivências na casa; • Conscientização da importância da denúncia na Delegacia da Mulher associada à representação criminal, tendo em vista a responsabilização do agressor; • Maior contato da equipe com os familiares das usuárias, contribuindo para uma leitura mais abrangente do caso; • O combate às formas de discriminação e violência contra as mulheres, crianças e adolescentes garantindo o pleno exercício de seus direitos civis, como também de seus direitos sociais, econômicos e culturais; • Redução das violações dos direitos socioassistenciais, seus agravamentos ou reincidência; ANALISE AVALIATIVA Este serviço de alta complexidade da AMAR esta sendo positivo aos usuários que dele necessitam, devido à quebra da violência sofrida pela mulher e seus filhos que os acompanham. No abrigo os usuários se sentem acolhidos, seguros, compreendidos nos seus dilemas e sofrimentos. Muitos de seus problemas são amenizados ou resolvidos através da intervenção da equipe técnica da AMAR e de outros órgãos. Um dos principais objetivos desde serviço ofel1ado é a prevenção e erradicação da violência familiar. A mulher abrigada recebe orientações necessárias para a melhoria de sua qualidade de vida, sempre respeitando a escolha de cada abrigada. Algumas mulheres decidem seguir sua vida longe do agressor, mas ha casos em que a mulher decide voltar a conviver com o agressor, motivada pela dependência financeira, material e emocional. Percebe-se que uma família onde a violência perdura há anos a uma dificuldade maior para ruptura do ciclo de violência, havendo a necessidade de uma conscientização constante e em longo prazo. A entidade percebe a necessidade de ações conjuntas entre as políticas públicas, voltadas para um atendimento integral às mulheres vítimas de violência e sua família.