1CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
2ATA 05/2012
3DATA: 1º DE MARÇO DE 2012
4Primeiro dia do mês de março do ano de dois mil e doze, às 18h35min, no auditório da
5Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, situado na Avenida João Pessoa nº
6325, reuniu-se o Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre. 1 - ABERTURA: A
7SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde de
8Porto Alegre): No uso das atribuições que me são concedidas pelas Leis 8080, de
9setembro de 1990, pela LC 277/92, de maio de 1992, que cria o Conselho Municipal de
10Saúde, pela Lei Orgânica, pelo Código Municipal de Saúde do nosso Município e pelo
11Regimento Interno deste Conselho, aprovado em julho de 2008, declaro aberta a
12sessão ordinária do Plenário do dia 01 de março de 2012. 2 – Apreciação da Ata nº
1302/2012 – Consulto se os (as) conselheiros (as) têm alguma questão, algum acréscimo
14ou modificação com relação à Ata n.º 02/2012. (Silêncio no Plenário) Podemos colocar
15em votação? (Aquiescência do Plenário) Em votação a Ata nº 02/2012. Os (as)
16conselheiros (as) que a aprovam se manifestem levantando o crachá. (Pausa) 21
17votos a favor. Os (as) conselheiros (as) que não aprovam se manifestem levantando o
18crachá. (Pausa) Nenhum voto contrário. Abstenções? (Pausa.) 06 abstenções.
19APROVADA A ATA 02/12. 3 – FALTAS JUSTIFICADAS: Ciro Vieira da Silva;
20Gilberto Fagundes da Silva; Mônica Ellwanger Leyser; Nesioli dos Santos; Olir Citolin;
21Sônia Regina Coradini; Sônia Silvestrin; Tânia Ledi da Luz Ruchinsque. Presentes os
22(as) seguintes Conselheiros (as): TITULARES: Ábdon Medeiros Filho; Ademir
23Carvalho; Adriane da Silva; Antônio Tadeu da Rocha Barros; Brizabel Müller da Rocha;
24Carlos Antônio da Silva; Djanira Corrêa Conceição; Doralice Mello dos Santos; Flávio
25Bécco; Gilmar Campos; Hamilton Pessoa Farias; Heverson Luís Vilar Cunha; Ione
26Terezinha Nichele; Lindsey Marlyn da Silva Larson; Maria Angélica Mello; Maria
27Encarnacion Morales Ortega; Maria Ivone Dill; Maria Letícia de Oliveira Garcia; Milton
28Santos; Mirtha da Rosa Zenker; Nauber Gavski da Silva; Oscar Paniz; Palmira
29Marques de Fontoura; Paulo Goulart dos Santos; Paulo Roberto Padilha Cruz; Pedro
30Luís da Silva Vargas; Roberta Alvarenga Reis; Roger dos Santos Rosa; Salete
31Camerini; Sandra Regina da Silva; Sílvia Giugliani; Vera Maria Rodrigues da Silva;
32Victor Nascimento Fontanive. SUPLENTES: Alberto Moura Terres; Christiane Nunes
33de Freitas; Débora Raymundo Melecchi; Fátima Regina Carlos Saikoski; Gabriel
34Antônio Vigne; Liane Terezinha de Araújo Oliveira; Lourdes Zilli de Souza; Marcelo
35Bósio; Maria Noelci Teixeira; Marta Schneider da Silva. 4 – PAUTA: Análise dos
36Projetos do Pró-Saúde. Passamos ao período dos INFORMES: o primeiro inscrito é o
37Sr. Humberto Scorza, que está com a palavra. O SR. HUMBERTO SCORZA (Morador
38da Glória): Falo como membro da pastoral arquidiocesana da AIDS. Quero me referir
39ao cartaz da Campanha da Fraternidade de 2012, que vocês estão vendo aqui (mostra
40o cartaz). A Campanha da Fraternidade tem a finalidade de despertar questões na
41população. Em 1964, quando começou, era voltada para os problemas da Igreja.
42Depois, para os problemas sociais durante a ditadura e agora vem abrangendo coisas
43como ecologia, a questão da água e outros temas. A saúde pública é um tema às
44vezes muito mal compreendida, inclusive muitas vezes distorcida pela mídia. Em três
45momentos estivemos conversando com um grupo de professores do colégio Rosário,
46fomos eu e a Heloísa; no Dom Bosco fomos eu e a Heloísa. E, no La Salle, fomos eu e
47a Joana, para mostrar para a população, para aqueles professores, em torno de cento
48e cinquenta, o que significa saúde pública, como apareceu o SUS. Sendo militantes na
49área da saúde, independente do credo que se tenha, ou não se tenha, o importante é
50nos aproximarmos desses grupos e começarmos a divulgar a história de como o SUS
51apareceu, para não ficar aquela discussão centrada em ter ou não hospital, em fichinha
52que demora e não sei mais o quê. Então, é o apelo que faço, que procurem se
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53aproximar e fazer com que as pessoas cresçam com isso. Vou entregar para a
54Coordenadora do Conselho e para o Sr. Secretário o texto básico, pois acho
55interessante todos tomarem conhecimento. Obrigado. O SR. GABRIEL VIGNE (CDS
56Noroeste): Boa noite. Estou representando o conselho local de saúde do IAPI, e em
57função disso quero relatar algumas coisas. Estamos com defasagem de pessoal, com
58atendimento apenas em um turno, por falta de pessoal. Não é somente o IAPI que está
59com esse problema, mas toda Porto Alegre. Com a obrigação da marcação do ponto
60para os médicos eles estão se afastando e quem era do Estado está retornando para o
61Estado. Esse é um assunto bastante grave. De acordo com o prometido, no ano
62passado, em relação à da Estratégia de Saúde da Família, foram encaminhados um
63dentista, uma enfermeira e dois técnicos, mas faltam médicos e agentes de saúde de
64rua. O CEO, inicialmente, foi negociado com um e com outro e o senhor disse que em
65seguida o teríamos, mas isso tudo não saiu do papel. Gostaria de receber alguma
66notícia. Obrigado. A SRA. LIANE OLIVEIRA (CDS Centro): Como participo do
67Conselho Gestor do Hospital Fêmina trago um informe a respeito da inauguração, no
68próximo dia 07, às 9 horas, do laboratório de reprodução humana, reprodução essa
69assistida totalmente pelo SUS. Inclusive já são trezentos casais inscritos. É uma
70novidade que será muito importante para as pessoas que estiverem interessadas.
71Obrigada. O SR. HEVERSON VILAR DA CUNHA (CDS Restinga): O meu primeiro
72informe é para dizer que chegaram os funcionários que irão compor a segunda equipe
73da ESF Quinta Unidade, mas ainda faltam os agentes comunitários de saúde, e
74também uma equipe de odonto para operar a saúde bucal. Conversamos com a
75gerente, a Silvane foi a representante, e fizemos o fechamento de área para atender os
76novos empreendimentos do Minha Casa Minha Vida da Lomba do Pinheiro, e a
77Restinga vai ter de “segurar essa barra” por enquanto. O segundo informe é quanto à
78USF. Começaram as obras em primeiro de dezembro e, incrivelmente, nesta semana,
79durante seis dias diretos, não teve nenhum trabalhador no canteiro de obras. Está lá o
80gabarito marcado e nada executado. Temos de fiscalizar essa obra mais de perto.
81Marcelo: gostaria de um retorno a respeito do convênio com o Hospital Moinhos de
82Vento, que vai atingir a nossa região, já que existe projeto pactuado entre a Secretaria
83da Saúde e o Ministério para o sistema de saúde Restinga/Extremo Sul. Ouvimos nos
84corredores que há problemas no convênio e que o senhor estaria designado pela
85Secretaria para mediar algumas situações. Gostaria de retorno sobre isso. Por último,
86todos estão convidados a comparecer, no sábado, na Restinga, onde teremos uma
87grande festa, porque a Restinga foi a campeã do carnaval. Obrigado. A SRA. NEUSA
88HEIZELMANN (Comissão de Saúde da Mulher): Em nome da comissão de Saúde da
89Mulher venho fazer um convite para, no dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher,
90participarem da programação que estará acontecendo na Cidade. Costumamos dizer
91que não comemoramos, mas lembramos a data, até porque é triste a lembrança que
92temos do dia 08 de março. Não vou ler toda a programação, mas dentre as ações
93quero destacar a entrega do prêmio Mulher Cidadã, que vai acontecer no dia 07 de
94março às 14 horas, no Plenário 20 de Setembro da Assembleia Legislativa, para a
95nossa colega e conselheira Maria Letícia e também para a Maria Noelci, do Maria
96Mulher. A Comissão de Saúde da Mulher está programando uma atividade para o dia
9712 de março, onde estaremos apresentando o relatório de uma pesquisa que
98desenvolvemos, o Coletivo Feminino Plural e Gestos, de Pernambuco, pesquisa
99nacional, sobre HIV e violência contra a mulher. Tenho a programação completa para
100aqueles que tiverem interesse. Obrigada. O SR. PAULO GOULART DOS SANTOS
101(Conselho Distrital de Saúde Noroeste): Boa noite. Secretário, em primeiro lugar,
102como é que ficou aquele problema dos agentes comunitários? Pelo que me consta, até
103anteontem eles não haviam recebido aquele “plus” que recebem anualmente, e o
104senhor falou que seria ser depositado. Em segundo lugar, sobre a UPA da Zona Norte.
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105No Conselho Gestor do Conceição cobramos da direção e, no dia 14, ela irá lá expor a
106sua posição. Aqui diz assim, só para o senhor saber, porque o prédio está muito bonito,
107mas diz o superintendente do Hospital Conceição: (Lê) “O pregão para a compra de
108equipamentos ainda não saiu do papel, precisa de tudo, desde computador a
109equipamento de raio X, respiradores e leitos hospitalares”. Néio Lúcio Flávio Pereira,
110que não é o superintendente, mas se intitulou como tal, referiu que somente após isso
111é que o hospital poderá entrar para fazer a gestão. A expectativa de Pereira era de que
112a UPA pudesse estar funcionando em abril ou maio deste ano, quase nove meses após
113a previsão inicial. Então, queremos oficialmente uma posição sua, porque nós também
114vamos cobrar, para não ficar naquele joguinho de empurra. A Prefeitura, o gestor não
115comprou equipamento, o Conceição não pode funcionar. Então, quero oficialmente a
116sua posição. A SRA. MARIA LETÍCIA DE OLIVEIRA GARCIA (CDS
117Glória/Cruzeiro/Cristal): Boa noite. O meu informe é um pouco do que a Neusa falou.
118Então, quero manifestar o meu agradecimento por ter sido indicada para receber o
119prêmio “Mulher Cidadã”, da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, sendo que a
120indicação foi feita pelo Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre e pelo Conselho
121Estadual de Saúde, o que me deixou muito honrada. Parece-me que é mais uma forma
122e mais um momento em que o controle social, para além das honrarias pessoais, sai
123fortalecido. Para mim, certamente, será uma honra estar recebendo este Prêmio em
124nome do controle social do SUS de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul.
125Muito obrigada. (Palmas.) A SRA. SILVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho
126Municipal de Saúde): Orgulho temos nós por contarmos com pessoas com ideias e
127sonhos que nos fazem acreditar que é importante seguir a caminhada. Letícia, no dia 7,
128as nossas palmas, desta vez e de sempre, são o retorno que historicamente buscamos
129em todas as instâncias; que elas cumpram a sua função. Acredito que seja o
130reconhecimento que recebes de forma legítima. É registrar o que significa esta
131premiação e testemunhar o teu recebimento deste prêmio. Parabéns! O SR.
132MARCELO BÓSIO (Secretário Adjunto da Saúde): Boa noite a todos. Quero fazer
133minhas as palavras da Sílvia quanto à questão da premiação e parabenizar a Letícia,
134porque nada mais é do que o reconhecimento por tudo que ela tem feito aqui no
135Conselho e pela saúde pública no nosso Estado também. Quanto à questão dos
136médicos e do ponto, quero dizer que ninguém está se desmunicipalizando. Há
137profissionais que estão pedindo a desmunicipalização. Não estamos autorizando
138nenhuma desmunicipalização. Há algumas exceções que são discutidas com o
139governo do Estado, porque são profissionais que vão a áreas estratégicas do Estado,
140como, por exemplo, da regulação, da central de transplante em que existe previamente
141o cumprimento de carga horária no Estado. Nestes casos de exceção, que revertem
142em impacto positivo no Município de Porto Alegre, temos autorizado. Mas nenhuma
143desmunicipalização por conta de falta de horário ou coisa assim está sendo autorizada.
144Os pedidos estão vindo, mas estão sendo negados. Isso já foi discutido inclusive com o
145próprio sindicato médico, e vão continuar sendo negados porque não há sentido
146autorizarmos a desmunicipalização e abrirmos vacância no atendimento de Porto
147Alegre. Algumas pessoas estão pedindo exoneração? Bem, se algumas pessoas não
148conseguem cumprir com seus compromissos acho que é justo. Estamos tentando fazer
149as nomeações para que possamos suprir estas demandas e organizar a situação.
150Quanto aos agentes comunitários de saúde, segunda ou terça-feira, deve estar saindo
151o edital do concurso do IMESF. Assim, vamos poder contratar agentes comunitários
152que estão faltando nos locais. Por isso, estamos agilizando. O Heverson coloca sobre
153o convênio do Moinhos. Devo dizer que vamos ter uma reunião com o Ministério,
154amanhã em Brasília, onde discutiremos todo o projeto e faremos a adequação. Ontem,
155conversamos com o Núcleo de Coordenação. A ideia é que possamos rediscutir e
156pactuar novamente em cima do que tínhamos pensado no início, para ter outras
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157garantias neste processo, possamos ter continuidade neste trabalho e que não seja
158simplesmente uma questão pontual, mas buscando que seja favorável aos
159trabalhadores, para a comunidade da Restinga e Extremo Sul, para a Secretaria, para
160o Conselho, ou seja, para todos. Em relação à UPA Zona Norte, já dei entrevista sobre
161isso. Acho que o Dr. Néio esta desinformado, talvez ele não esteja acompanhando
162muito de perto o processo da UPA Zona Norte. Acho que é por isso que ele está dando
163este tipo de informação, porque não pode haver outro motivo senão desinformação. É
164uma situação em que todos os passos do Município foram pactuados com o Grupo
165Conceição e com o governo do Estado, que são os três responsáveis pela construção.
166Ontem estavam aqui os técnicos do GHC para fazerem a validação técnica dos
167equipamentos que estão sendo comprados para a UPA. Então, não só saiu do papel,
168como já aconteceu e estamos em fase final do julgamento e inclusive vamos ter o
169prazo de entrega. Temos um atraso que também foi pactuado com os três entes, em
170face da necessidade de fazermos uma adequação do projeto no que diz respeito à
171segurança e à qualidade de atendimento. Não há como iniciarmos um trabalho com
172uma área física que não seja condizente com as rotinas de trabalho e que não atenda à
173legislação. É isso que estamos fazendo e foi isso que atrasou. Há muitas coisas para
174fazer, mas temos 60 dias para realizar. Havia a previsão de entrega da obra para
175março. Abrimos os processos de licitação para compra dos equipamentos. O GHC está
176tratando sobre a questão de pessoal. Estamos comprando os equipamentos somente
177agora, porque a quantidade é muito grande, há equipamentos sensíveis ao transporte,
178por isso não tinha como comprar, colocar no depósito e depois transferir para a UPA,
179pois há monitor, respirador e uma série de equipamentos. Portanto, toda vez que
180compramos estes equipamentos, entregamos direto no local para não haver perda de
181garantia ou qualquer outro dano no equipamento. Então, dentro desse cronograma,
182estamos seguindo à risca o que foi combinado com as três entidades. Quanto aos
183atrasos, os três entes são responsáveis, porque as alterações deveriam ser feitas
184antes da entrega da obra. O atraso está justificado. Poderiam ter previsto isso? Sim,
185tanto é que da outra UPA que o Estado vai construir, o projeto já está concluído pelo
186Município, somente aguardando a liberação do terreno para fazer a avaliação. Era isto.
187A SRA. SILVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde): Vou
188encerrar o ponto dos informes com dois informes da Mesa do Conselho. A reunião que
189havíamos agendado para o dia 7, para planejar uma atividade no dia 7 de abril, Dia
190Mundial da Saúde, foi transferida para o dia 9 de março, às 9h30min, aqui no
191Conselho. A justificativa é em virtude do horário da entrega do prêmio, que é o mesmo.
192O outro informe é um lembrete de que estamos retomando o funcionamento e o
193encontro dos coordenadores dos conselhos distritais. A reunião será no dia 15, às 16h.
194Vocês vão receber, mas é bom ativar o canal de comunicação, porque a plenária é um
195canal privilegiado para isso. A nossa pauta de hoje é extensa. (Manifestação fora do
196microfone.) A SRA. CHRISTIANE NUNES DE FREITAS (Coordenadora Municipal
197da Rede de Atenção Básica): A pergunta do vereador foi se o concurso é só para os
198agentes comunitários. Não, o concurso é para todos os cargos. A SRA. SILVIA
199GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde): Agora vamos entrar
200na nossa Pauta, que é a Análise dos Projetos do Pró-Saúde. São quatro projetos. Cada
201instituição terá quinze minutos para fazer a sua apresentação. Serão concedidas, no
202máximo, dez intervenções de dois minutos para perguntas e quinze minutos para as
203universidades responderem. A votação será feita separadamente. Portanto, serão
204quatro votações. Então, vamos começar as apresentações. (Integrante da plenária
205solicita a palavra por um minuto para falar sobre situação de extrema gravidade que
206está acontecendo com sua filha, que está sendo vítima de uma quadrilha). A SRA.
207SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde): Desculpa,
208mas temos de dar conta da nossa Pauta. Depois, poderemos tratar desse assunto, não
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209na plenária, mas o Marcelo poderá dar a atenção devida. Começamos pela
210apresentação do projeto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que será
211apresentado pela Sra. Mirian Dias. A SRA. MÍRIAN DIAS (Instituto de Psicologia do
212UFRGS): Estamos trazendo a proposta da Universidade para responder ao edital. É a
213primeira vez que vêm o Pró-Saúde e PET juntos. Quem já acompanhou esses projetos
214antes sabe que eles vinham de forma fragmentada. Dessa vez eles vêm articulados, o
215que é muito interessante, porque podemos ter uma visão mais geral da proposta. (Faz
216a apresentação com o auxílio do data show).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
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COORDENADORIA DA SAÚDE – COORSAÚDE
222 Rua Ramiro Barcelos, 2777 – Antiga Escola Técnica, Sala 163 – Porto Alegre/RS
223
Contato: [email protected] – Fone (51) 3308-5512
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PROJETO PRÓ-SAÚDE E PET SAÚDE 2012/2013
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UFRGS e SMS de Porto Alegre:
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CONSOLIDAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO-SERVIÇO
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230Proponentes:
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232
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
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SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PORTO ALEGRE/RS
235Coordenador do Projeto: Pantelis Varvakis Rados - Diretor da Faculdade de
236Odontologia
237Equipe elaboradora da proposta:
238Míriam Dias – Curso de Serviço Social – Instituto de Psicologia - UFRGS
239Roberta Reis – Curso de Fonoaudiologia – Faculdade de odontologia - UFRGS
240Cristianne Maria Famer Rocha – Curso de Saúde Coletiva - UFRGS
241Pantelis V. Rados – Faculdade de Odontologia - UFRGS
242Danielle Cerqueira Stein – Gerente Distrital - SMS
243Liliane Maria dos Santos – Assessora Gerência Distrital - SMS
244Mirela Bastiani Pasa - Assessora Gerência Distrital - SMS
245Pedro Luiz do Amaral Ribeiro – Conselheiro do Conselho Municipal de Saúde
246
247
APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA
248
Cursos Participantes no Projeto
Curso envolvido
Duração em semestres
Discentes
Biomedicina
8
124
Ciências Biológicas
9
324 (bac.) / 226 (licen.)
Educação Física
8
700
Enfermagem
9
400
Farmácia
11
800
Fisioterapia
10
100
5
5
Fonoaudiologia
Medicina
Nutrição
Odontologia
Psicologia
Serviço Social
8
120
12
804
8
150
10 (diurno) / 16 (noturno)
560
10 (diurno) / 12 (noturno)
300
9
120
Total
4.728
249Um total de cerca de 4.728 discentes se beneficiarão diretamente com esta proposição,
250além dos discentes do Curso de Bacharelado em Saúde Coletiva, que estarão
251indiretamente envolvidos.
252
253Território de atuação do projeto: Gerência Distrital Glória/Cruzeiro/Cristal
254
255
Desenvolvimento em rede do projeto
256Equipe Técnica da GDGCC
257Farmácia Distrital
258NASF
259NASCA
260CAPS - AD
261
262Centro de Saúde Vila dos Comerciários:
263Centro de Especialidades Odontológicas - CEO
264Centro de Orientação e Apoio Sorológico - COAS
265Centro de Reabilitação
266Serviço de Atenção Especial - SAE
267Laboratório
268
Estratégia de Saúde da
Unidade Básica de Saúde
Família
ESF Alto Embratel
UBS Aparício Borges
ESF Cruzeiro do Sul
UBS Belém Velho
ESF Divisa
UBS Cristal
ESF Graciliano Ramos
UBS Estrada dos Alpes
ESF Jardim Cascata
UBS Glória
ESF Mato Grosso
UBS Primeiro de Maio
ESF Nossa Senhora das Graças
UBS Vila Cruzeiro
ESF Nossa Senhora de Belém
UBS Vila Gaúcha
ESF Orfanotrófio
UBS Tronco
ESF Osmar Freitas
Ambulatório Básico
ESF Rincão
ESF Santa Tereza
ESF Santa Anita
ESF São Gabriel
269Atendimento de Urgência e Emergência:
270Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul
271
272Vigilância em Saúde: Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS)
273
274Nível Central da SMS
275
6
6
276Coordenação de Atenção Primária, Serviços Especilizados e Substitutivos (CAPSES)
277Coordenadoria Geral de Administração e Desenvolvimento de Servidores da Saúde
278(CGADSS)
279Assessoria de Planejamento e Programação (ASSEPLA)
280Assessoria de Comunicação (ASSECOM)
281
282Controle Social: Conselho Municipal de Saúde (CMS)
283
284Hospital Conveniado: Hospital Divina Providência
285
286
OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS
287Geral:
288- Fortalecer e ampliar a articulação das ações em saúde entre a UFRGS e o Distrito
289GCC para qualificar a docência, a formação, a assistência, a pesquisa e a participação
290da comunidade, de tal forma que seja possível ampliar as transformações do processo
291de formação, com geração de conhecimentos e prestação de serviços de saúde à
292comunidade com qualidade e resolutividade.
293Específicos:
294- Promover a integração ensino-serviço de forma interdisciplinar;
295- Concretizar a integração dos cursos da área da saúde tendo como eixo a
296integralidade da formação e atenção, as Diretrizes Curriculares e os princípios do SUS;
297- Orientar os atores para a identificação e intervenção sobre os determinantes de
298saúde e doença mais prevalentes na população, utilizando-se dos indicadores de
299saúde disponíveis no município;
300- Apoiar a formação e o fortalecimento das redes de atenção em saúde;
301- Desenvolver a atividade de ensino integradora dos cursos da área da saúde no
302Distrito GCC;
303- Propiciar condições para a realização da intersetorialidade no território;
304- Acompanhar as mudanças dos cursos da saúde da UFRGS e realizar formação
305pedagógica para preceptores e supervisores do território, através da criação do Núcleo
306didático-pedagógico;
307- Desenvolver educação permanente em saúde para docentes, trabalhadores e
308controle social;
309- Desenvolver e aplicar estratégias de monitoramento e avaliação do projeto.
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311 ATIVIDADES PREVISTAS E INDICADORES DE ACOMPANHAMENTO NOS EIXOS
312EIXO 1: ORIENTAÇÃO TEÓRICA
313VETOR 1: Determinantes de saúde e doença
314
315Atividades 3161. Seminários, oficinas de estudo com discentes, docentes e profissionais dos serviços
317
de saúde.
3182. Adequação e estruturação de espaços físicos nos cenários de prática
3193. Desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão que auxiliem na
320
consolidação dos objetivos propostos.
321
322Indicadores – número de cursos com propostas curriculares adequadas aos DSS
323
324VETOR 2: Produção de conhecimentos segundo as necessidades do SUS
325Atividades 3261. Seminários, oficinas e grupos de estudos envolvendo discentes, docentes e
327
trabalhadores de saúde para desenvolvimento de projetos de pesquisa integrados.
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7
3282. Desenvolvimento de pesquisas e atividades de extensão ajustadas às
329
necessidades do SUS e demandas locais.
3303. Divulgação dos estudos realizados em eventos científicos.
331
332Indicadores –
333- quantificação de pesquisas orientadas à rede de atenção à saúde
334- quantificação de bolsistas de iniciação científica que abordem temas relacionados à
335realidade local
336- quantificação de trabalhadores de saúde participantes em pesquisas
337- quantificação de membros do controle social como participantes em pesquisas
338
339VETOR 3: Educação Permanente
340Atividades 3411. Seminários integrados entre ensino e serviço para colaborar na implementação do
342
Plano de Educação Permanente para a Atenção Primária e Especializada
343
(PEPAPE).
3442. Realização de oficinas, cursos, eventos e/ou outras atividades de compartilhamento
345
de experiências para a qualificação da atenção à saúde.
3463. Oferta de vagas aos preceptores e demais trabalhadores nos cursos de
347
especialização em Saúde Pública, em Saúde do Trabalhador, em Humanização da
348
Atenção e Gestão do SUS, em Saúde Mental Álcool e outras Drogas, e outros a
349
serem disponibilizados.
3504. Oferta de vagas aos preceptores, demais trabalhadores e discentes nos cursos de
351
extensão: Determinantes e Desigualdades em Saúde; Epidemiologia e Demografia;
352
Globalização e Cooperação Internacional; Saúde do Trabalhador; Oficina
353
HumanizaSUS.
354
355Indicadores –
356- quantificação de atividades (cursos, atualizações, especializações) oferecidas, de
357acordo com as necessidades do SUS, assegurando vagas para áreas estratégicas e
358carentes de profissionais
359- criação do Núcleo Didático-Pedagógico,
360- número de trabalhadores que participam das ações/atividades oferecidas
361- número de usuários que participam das ações/atividades oferecidas
362
363EIXO 2: CENÁRIOS DE PRÁTICAS
364VETOR 4 - Integração Ensino-Serviço
365Atividades 3661. Criação de laboratórios de informática para ensino e pesquisa em serviço.
3672. Implementar o planejamento conjunto entre ensino e serviço, de
forma
368
permanente.
3693. Qualificar os trabalhadores dos cenários de práticas para o ensino em serviço.
3704. Seminários e vivências para os monitores compartilharem suas aprendizagens e
371
experiências com os demais acadêmicos.
3725. Realização do III Seminário de Integração Ensino e Serviço.
373
374Indicadores –
375- quantificação de ações de integração ensino-serviço, em atividades de promoção,
376recuperação, reabilitação da saúde e prevenção de doenças
377
378VETOR 5: Diversificação dos cenários do processo de aprendizagem
379Atividades 8
8
3801. Ampliação da integração ensino-serviço em todos os níveis de atenção do SUS no
381
Distrito.
3822. Pesquisas de diagnóstico, de avaliação de processo, estrutura e resultados, com os
383
usuários, docentes, discentes e trabalhadores de saúde, em todos os níveis de
384
atenção do SUS no Distrito.
385
386Indicadores –
387- quantificação de cursos que realizam práticas de atenção à saúde em todos os (ou na
388maior parte dos) serviços de saúde
389- quantificação de horas, por curso, dedicadas a atividades em diferentes níveis de
390atenção e à gestão do cuidado
391
392VETOR 6: Articulação dos Serviços Universitários com o SUS
393Atividades 3941. Assessoria e consultoria com profissionais da rede pública.
3952. Discussão coletiva de estratégias multiprofissionais e interdisciplinares entre os
396
trabalhadores da rede e IES.
397
398Indicadores –
399- número de encaminhamentos (referência e contra-referência) realizados entre os
400serviços próprios da IES e os serviços do DGCC
401
402EIXO 3: ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
403VETOR 7 - Análise crítica da atenção básica e dos serviços de saúde
404Atividades 4051. Atividades voltadas à análise reflexiva e crítica dos atores envolvidos com o
406
processo de trabalho em saúde.
407
408Indicadores –
409- número de cursos que desenvolvem atividades práticas junto à rede de serviços
410- número de estudantes que participam das atividades de extensão, iniciação científica
411e PET-Saúde
412
413VETOR 8 - Integração do ciclo básico/ciclo profissional
414Atividade 4151. Atividades para a consolidação do processo de reorientação curricular dos cursos
416proponentes.
417
418Indicadores –
419- número de cursos que adotaram a disciplina Práticas Integradas em Saúde em sua
420grade curricular
421- número de estudantes que participam da disciplina integradora
422- número de experiências realizadas pela IES com vistas à integração de módulos,
423conteúdos, cursos, etc
424
425VETOR 9 - Mudança Metodológica
426Atividades 4271. Implementação da disciplina Práticas Integradas em Saúde I, II e III, ofertada pelos
428
cursos proponentes.
4292. Criação do Núcleo Didático-Pedagógico para a formação em ensino em saúde.
430
431
9
9
432Indicadores –
433- número de cursos que utilizam metodologias ativas em seus processos de ensino434aprendizagem
435- número de cursos que utilizam processos de avaliação participativa, incluindo
436avaliação do currículo desenvolvido.
437
438
ARTICULAÇÃO COM PROGRAMAS E AÇÕES DA SGTES
439
A Universidade vem realizando vários programas do Ministério da Saúde,
440destacando-se os que têm relação com a diretriz de integração ensino em serviço, e
441que vão estar participando desta Proposta:
442
Educação permanente, com participação na CIES da Região metropolitana;
443
HumanizaSUS;
444
Residências em várias especialidades médicas e residência multiprofissional em
445saúde mental;
446
Pró-Saúde I da Faculdade de Odontologia;
447
PET Saúde da Família, PET Vigilância em Saúde, PET Saúde Mental AD (em
448fase de encerramento dos projetos atuais);
449
Telessaúde,
450
Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde (OTICS),
451em parceria com a Fiocruz;
452
Projeto VERSUS (Apoio e fortalecimento da atenção básica por meio da
453educação permanente e de estágios e vivências na realidade do SUS);
454
Projeto de Avaliação da Atenção Básica no Programa de Melhoria do Acesso e
455da Qualidade da AB (PMAQ);
456
Projeto de Apoio à implementação do processo de cooperação do MS a Estados
457e Municípios e à Gestão Regional do SUS;
458
O Programa de Pós-graduação Ensino na Saúde - Mestrado Profissional,
459vinculado a Faculdade de Medicina da UFRGS;
460
A Rede Multicêntrica RS para a Formação Permanente Interdisciplinar e
461Intersetorial, como ferramenta estratégica de enfrentamento ao uso e abuso de crack e
462outras drogas no Rio Grande do Sul na região Macro Metropolitana de Porto Alegre 463Edital SENAD.
464
A Coordenadoria da Área da Saúde - CoorSaúde, instância intermediária entre
465os cursos da área e a Pró-Reitoria de Graduação, e o Comitê Gestor UFRGS –
466SMS/GGCC são as instâncias articuladoras do ensino na rede de atenção à saúde.
467
468
PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS
Planilha Orçamentária Destinada
a UFRGS
Total
1° Ano
2° Ano
Equipamento e Material
Permanente
Material de Consumo
Serviços de Terceiros (Pesssoa
Jurídica)
Serviço de Terceiro (Pessoa Física)
Passagens
Diárias
Total
150.000,00
100.000,00
75.000,00
50.000,00
75.000,00
50.000,00
350.000,00
100.000,00
200.000,00
100.000,00
175.000,00
50.000,00
100.000,00
50.000,00
175.000,00
50.000,00
100.000,00
50.000,00
1.000.000,00
500.000,00
500.000,00
469
10
1
Planilha Orçamentária Destinada
a SMS POA
Total
Equipamento e Material
Permanente
Material de Consumo
Serviços de Terceiros (Pessoa
Jurídica)
Serviço de Terceiro (Pessoa Física)
Passagens
Diárias
Adequação de Espaço Físico
Total
470
471
472
473
474
2° Ano
332.000,00
134.000,00
166.000,00
67.000,00
166.000,00
67.000,00
20.000,00
6.000,00
8.000,00
10.000,00
3.000,00
4.000,00
10.000,00
3.000,00
4.000,00
500.000,00
250.000,00
250.000,00
1.000.000,00
500.000,00
500.000,00
APRESENTAÇÃO DOS SUBPROJETOS PROPOSTOS
Temas Edital
Rede
Cegonha
Rede de
Urgência e
Emergência
11
1° Ano
Títulos
Subprojetos
Rede Cegonha
Fortalecendo a
articulação entre os
serviços de
Urgência/Emergênci
a e a Atenção
Primária à Saúde
para o cuidado
integral e
continuado
Nº
subProjetos
02
01
Tutores
Cursos
Roberto
Isler
MED
Helga
Gouveia
ENF
Idiane
Cruz
ENF
Objetivos da intervenção/pesquisa
Implementar ações de atenção a saúde às
mulheres e crianças segundo os Componentes da
Rede Cegonha e reorientar a formação de
profissionais da área da saúde.
Desenvolver um modelo de atenção para o
atendimento de situações agudas e crônicas
apresentadas por moradores da área de
abrangência dos distritos Glória/Cruzeiro/Cristal que
buscam atendimento em serviços de emergência.
Fortalecer a articulação dos mecanismos de
referência e contra-referência na região assistencial
da UFRGS;
Identificar as necessidades de cuidados a
indivíduos que receberem alta da emergência para
suas residências;
Atender a essas necessidades de cuidado ;
Identificar e buscar soluções às possíveis carências
de recursos materiais e de capacitação para
atender a essas demandas.
Promover a saúde e prevenir doenças e agravos à
saúde, conforme demandas locais.
A pesquisa terá como foco os fluxos dos pacientes
atendidos nestes serviços de emergência na Rede,
motivos de internação e necessidades de cuidados,
de modo a melhor abordar suas demandas na
comunidade. Serão ainda avaliadas as
necessidades de recursos materiais para a unidade
de saúde e de preparo da equipe de saúde,
indispensáveis ao cuidado continuado e como
poderão ser supridos. Os dados serão colhidos por
meio de uma planilha elaborada para identificação
de dados dos indivíduos que receberem alta de
emergências e são residentes da região.
1
Promoção da
Saúde e
Prevenção
de Agravos e
Doenças,
com ênfase
no estímulo
às atividades
físicas e
alimen
tação saudá
vel
A promoção da
saúde com ênfase
na
articulação
atividade
física/práticas
corporais
e
alimentação
saudável/cultura
alimentar
Alex
Fraga
02
Linha de cuidado
em Hipertensão e
Diabete
Vigilância,
prevenção e
controle das
Doenças
Crônicas
Não
Transmissív
eis (DCNT) e
das Doenças
Transmissíveis de
interesse da
Saúde
Pública
(Hipertensão
/Diabetes +
AIDS)
DST/HIV/Aids
na
rede de atenção
primária em saúde
para redução da
transmissão vertical
e para melhorar na
adesão
aos
tratamentos.
Cristina
Neuman
n
03
Vigilância
em
Saúde: Indicadores
de Monitoramento e
Avaliação
de
Programas
Rede de
Atenção
Psicossocial,
cuidados
aos usuários
de álcool,
crack e
outras
drogas
12
Ações de cuidado
na perspectiva da
Atenção
Psicossocial
a
usuários de crack,
álcool
e
outras
drogas:
uma
proposta
de
integração da rede
de
serviços
de
saúde mental
Michele
Drehmer
Ricardo
Kruchen
becker
Roger
Celeste
01
Leandro
Pinho
ESEF
NUT
Identificar, mapear e analisar, de forma crítica, as
práticas corporais mais usadas e os padrões
alimentares mais prevalentes na comunidade,
juntamente com aspectos sociais, biológicos,
culturais e econômicos envolvidos.
Pesquisa: Atividade Física no SUS na visão dos
usuários do Distrito, para prospectar e mapear os
sentidos atribuídos pelos usuários do SUS do
Distrito.
MED
Melhorar a qualidade da atenção capacitando
estudantes preceptores e equipes. Criar um sistema
de avaliação de qualidade da atenção. Criar
condições para o rastreamento de complicações
crônicas do diabete gerenciando o cuidado e
disponibilizando tecnologias adequadas. Pesquisa
de Coorte: cadastramento digital dos pacientes
adscritos com reavaliação anual dos mesmos com
relação ao controle, cuidado oferecido, presença de
fatores de risco e complicações crônicas.
MED
Ampliar as estratégias de integração ensino-serviço
através da inclusão de temáticas relacionadas a
infecção pelas DST/HIV/AIDS junto a rede
Municipal de Saúde, suas unidades básicas de
saúde e equipes de saúde da família.
Pesquisa junto ao banco de dados do SICTA levantamento e análise de dados
sociodemográficos, epidemiológicos e
comportamentais dos usuários do COAS, com
vistas a intervenções junto à atenção básica.
ODONT
O
Avaliar os indicadores de cobertura vacinal,
nascidos vivos com >7 consultas no PN no Distrito
geoeducacional da UFRGS comparativamente ao
município de Porto Alegre e o Estado do Rio
Grande do Sul.
Avaliar os processos de notificação da produção
ambulatorial de procedimentos odontológicos.
Avaliar os indicadores de assistência à tuberculose
e AIDS.
Pesquisa - Avaliar os indicadores de cobertura e de
assistência referidos para comparação entre
Distrito, município de Porto Alegre e o Estado do
Rio Grande do Sul.
ENF
Fomentar a formação de estudantes de graduação
na área da saúde no âmbito da Atenção
Psicossocial, dando ênfase às questões
relacionadas ao crack, álcool e outras drogas.
Estabelecer ações de educação em saúde nos
serviços da rede em saúde mental do Distrito;
Construir estratégias de diálogo entre os alunos, os
trabalhadores da rede e os usuários de álcool,
crack e outras drogas, com ênfase ao
fortalecimento da rede de saúde mental;
Promover a integração dos conhecimentos das
diversas áreas da saúde da UFRGS, possibilitando
que os discentes construam um percurso de
formação que favoreça desenvolvimento das
habilidades, competências e atitudes
interdisciplinares no contexto da Atenção
Psicossocial;
Construir propostas de ações de cuidado a usuários
de álcool, crack e outras drogas, visando à melhoria
da rede e dos processos de articulação entre os
diferentes recursos disponíveis.
Pesquisa: Analisar as trajetórias terapêuticas de
usuários de álcool, crack e outras drogas em
atendimento na rede de serviços de saúde mental.
1
Rede de
Atenção
Psicossocial,
cuidados em
saúde
mental;
cuidados
para
crianças e
adolescentes
Estratégia
Saúde da
Família e as
redes de
atenção
incorporand
o a Saúde da
Mulher,
Saúde do
Homem,
Saúde da
Criança,
Saúde do
Adolescente,
Saúde do
Idoso;
Gestão do
SUS
Rede de Atenção
Psicossocial,
Cuidados em Saúde
Mental, da Criança
e do Adolescente,
do Jovem e do
Adulto –
Monitoramento e
Avaliação
Estratégia de saúde
da família e redes
de
atenção:
consolidando
mudanças
na
formação
e
na
atenção à saúde
Qualificação
da
Política
de
integração ensinoserviço para uma
gestão baseada no
monitoramento
e
avaliação
destas
políticas
no
município de Porto
Alegre
Gestão das ações
de
integração
ensino-serviço
no
Distrito Assistencial
GCC
13
01
07
Rosemar
ie
Tschiede
l
PSICO
João
Falk
MED
Mariene
Riffel
Cristine
Warmlin
g
Luciana
Paiva
Márcio
França
Simone
Castro
Alzira
Lewgoy
Erica
Duarte
ENF
ODONT
O
FISIO
FONO
FARM
Desenvolver atividades de integração ensino,
serviço e comunidade que efetivem a atenção
primária à saúde e a reorientação na formação
profissional integrando o ensino ao Sistema Único
de Saúde (SUS), fortalecendo a articulação dos
mecanismos de referência e contra-referência nas
redes de atenção e colaborando na construção do
NASF no Distrito Docente-Assistencial GlóriaCruzeiro-Cristal.
Pesquisa: Realização de pesquisa que analise a
clínica ampliada na Atenção Primária, fornecendo
subsídios para as mudanças curriculares
necessárias para a formação do profissional que irá
atuar no SUS.
SERSO
C
ENF
02
Denise
Silveira
Mapear a rede de atenção psicossocial e o sistema
de referência e contra-referência, assinalando as
suas fragilidades e fortalezas, colaborando na
construção de políticas em Saúde Mental no
Município;
Auxiliar na articulação da rede de serviços de saúde
mental e saúde no Distrito;
Reforçar estratégias voltadas para o apoio sóciofamiliar nos diferentes níveis de atenção na saúde;
Contribuir para que se efetuem ações de promoção,
prevenção, recuperação e reinserção psicossocial
elevando a resolutividade da assistência na saúde
mental;
Fomentar a articulação entre os serviços de saúde
e destes com os de assistência, educação,
proteção, incentivando a intersetorialidade e a
interdisciplinaridade.
Pesquisa abrangerá duas fases: 1) Levantamento e
análise, por ciclo de vida e gênero, dos dados
produzidos pelos serviços de saúde mental do
Distrito e de banco de dados; 2) Identificação dos
fluxos formais e informais dos encaminhamentos
desencadeados no atendimento em rede através de
estudos de casos.
ENF
Criar estratégias e tecnologias de gestão para
qualificar a relação ensino-serviço-comunidade
visando constituir uma rede escola no municipio;
Sistematizar e racionalizar os processos
administrativos para agilizar as relações com as
instituições de ensino;
Constituir sistemática para mapeamento e
acompanhamento das ações de integração ensinoserviço-comunidade entre todos os projetos e ações
(Pró-Saúde, subprojetos PET; estágios; pesquisas;
projetos de extensão);
Analisar as ações de integração ensino-serviçocomunidade de todos os projetos e ações (PróSaúde, subprojetos PET; estágios; pesquisas;
projetos de extensão) e pesquisar indicadores de
avaliação dessas ações para orientá-los segundo
as metas e prioridades da secretaria e
necessidades da população do território indicado
para integração ensino e serviço de cada IES.
Pesquisa de indicadores para avaliação das ações
de integração ensino-serviço-comunidade.
Qualificar a gestão das ações de integração ensinoserviço no Distrito Assistencial GCC, criando uma
sistemática de monitoramento, mapeamento e
avaliação de ações, onde existe a integração entre
eles, (pró-saúde, sub-projeto PET, VER-SUS,
projetos de extensão, pesquisas, estágios, Saúde
Escolar, entre outros), com vistas a qualificação da
atenção prestada a população e seus impactos nos
indicadores de saúde deste território.
1
Participação
Social
Participação
da
comunidade
na
construção de um
observatório
de
saúde
Processos
de educação
permanente
em saúde
Educação
permanente em
saúde
TOTAL
01
Cristianne
Rocha
SCOL
01
Roberta
Reis
FONO
Desenvolver e implementar um Observatório de
Saúde no Distrito GCC, composto por um conjunto
de soluções tecnológicas e operacionais; Qualificar
o monitoramento e a avaliação de indicadores de
saúde produzidos; Identificar e/ou criar meios que
facilitem o acesso e a troca de informações entre os
diversos atores envolvidos direta ou indiretamente
com informação em saúde, estabelecendo a base
para um processo permanente e contínuo de
participação, de gestão e de ensino no sistema de
saúde; Ampliar a participação da comunidade na
produção e no uso de informações em saúde, com
vistas a um maior e efetivo controle social do SUS;
Desenvolver e aplicar as TICS adequadas à
realidade sócio-cultural, de forma a ampliar o
acesso da comunidade às informações em saúde
de interesse local; Identificar fatores relacionados
com outras politicas públicas com influência na
situação de saúde do território.
Pesquisa- Levantar e diagnósticar a situação da
participação comunitária no território, incluindo as
diversas modalidades de comunicação e
disseminação da informação
Construir coletivamente a implementação do
PEPAPE na Gerência Distrital, contribuindo para o
desenvolvimento da proposta no município.
Operacionalizar ações de ensino, extensão e
pesquisa
que
integrem
conhecimentos
e
tecnologias
consolidados
pela
educação
permanente e popular em saúde e outras propostas
pedagógicas inovadoras para a qualificação dos
diferentes atores do distrito; Proporcionar a reflexão
crítica sobre os processos de EP e de trabalho nos
cenários de prática, na gestão, na rede de atenção
e no controle social. Realizar diagnóstico da
capacidade instalada envolvendo servidores e
áreas de atuação em EP na GDGCC.
21
475
476A SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde)
477(Após a apresentação do projeto da Universidade Federal de Ciências da Saúde):
478Passamos a palavra à Sra. Flávia Thiesen, que fará a apresentação do projeto Redes
479de Atenção em Saúde, Práticas Integradas Ampliadas, da Pontifícia Universidade
480Católica (PUC/RS). A SRA. FLÁVIA THIESEN (PUC/RS): (Apresenta o projeto)
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre
Redes de Atenção em Saúde:
Práticas Integradoras
Ampliadas
481
14
1
Proposta PUCRS/SMS-POA
Edital no. 24, 15/12/2011
Ministérios da Saúde e da Educação
Edital Pró-Saúde/PET-Saúde
Profa. Flavia Valladão Thiesen
Profa. Valéria Lamb Corbellini
Cursos e Número de Alunos
Contemplados:
• Educação Física: 670 alunos
• Enfermagem: 179 alunos
• Farmácia: 305 alunos
• Fisioterapia: 252 alunos
• Medicina: 461 alunos
• Nutrição: 194 alunos
• Odontologia: 347 alunos
• Psicologia: 1427 alunos
• Serviço Social: 155 alunos
TOTAL: 3990 alunos
481
Território de Atuação
• Distritos de Saúde Leste e Nordeste
• Distritos de Saúde Partenon e Lomba
do Pinheiro
• CGVS
482
15
1
Serviços Envolvidos e Níveis de
Atenção
Serviço
UBS Chácara da Fumaça
Categoria
Unidade Básica de Saúde
Centro de Saúde
CS Bom Jesus
ESM Infância e Adolescência
Especialidade
CEU Vila Fátima
Centro de Extensão Universitária /PUCRS
USF Laranjeiras
Estratégia de Saúde da Família
UBS Vila Jardim
Unidade Básica de Saúde
Estratégia de Saúde da Família
USF Tijuca
Especialidade
CGRAPS
USF Wenceslau Fontoura
Estratégia de Saúde da Família
USF Protásio Alves
Estratégia de Saúde da Família
USF Timbaúva
Estratégia de Saúde da Família
UBS Pequena Casa Criança
Unidade Básica de Saúde
USF Santo Alfedro
Estratégia de Saúde da Família
USF Maria da Conceição
Estratégia de Saúde da Família
Especialidade
PA Lomba
USF Ernesto Araújo
Estratégia de Saúde da Família
483
Serviço
484
USF Jardim da FAPA
USF Vila Brasília
Estratégia de Saúde da Família
USF Mato Sampaio
Estratégia de Saúde da Família
USF Jardim Carvalho
Estratégia de Saúde da Família
USF Vila Pinto
Estratégia de Saúde da Família
USF Milta Rodrigues
Estratégia de Saúde da Família
USF Safira Nova
Estratégia de Saúde da Família
USF Herdeiros
Estratégia de Saúde da Família
USF Batista Flores
Estratégia de Saúde da Família
Eq. Saúde Mental Adulto
Especialidade
USF Santa Helena
Estratégia de Saúde da Família
USF São Pedro
Estratégia de Saúde da Família
USF Morro da Cruz
Estratégia de Saúde da Família
Eq. de Matriciamento
Especialidade
UBS São José
Unidade Básica de Saúde
UBS Panorama
Unidade Básica de Saúde
UBS São Carlos
Unidade Básica de Saúde
USF Pitoresca
16
Categoria
Estratégia de Saúde da Família
Estratégia de Saúde da Família
1
Atividades Previstas de
Integração Ensino-Serviço
•
•
Reuniões de Avaliação e Planejamento
Capacitações:
▪
▪
▪
▪
▪
•
•
•
Política de humanização;
Programas e ações da SGTES/MS
Educação para a Saúde
Metodologias Ativas de Ensino e Aprendizagem
Em temas específicos de cada área e de acordo com
demandas dos serviços
Mostra sobre as tecnologias produzidas pelo
programa, ao final de cada ano, para os trabalhadores
da rede .
Criação de Blog com informações das atividades
realizadas pelo Programa Pró-Saúde/PET-Saúde
Criação de Boletim eletrônico para divulgar material
produzido pelos acadêmicos.
485
Atividades de atuação
multiprofissional
•
•
•
•
•
•
Seminários Itinerantes
Eventos em Atenção Primária em Saúde
Feiras de saúde itinerantes com atividades
multiprofissionais que visem valorizar as datas
para cuidados específicos definidos pela OMS e
Ministério da Saúde
Formação e capacitação de equipes matriciais nas
diferentes áreas da saúde, como Saúde Mental,
Saúde do Escolar e Vigilância do Colo Uterino.
Oficinas sobre temáticas diversas
Seminários Integradores e Rodas de Conversa
486
Atividades que integram
programas e ações da SGTES
•
•
•
•
Oficinas
Capacitações
Feiras de saúde/Mutirões de saúde
Seminários integradores
487
17
1
Objetivos
•
•
•
Consolidar a integração ensino-serviço-comunidade,
integrando novos campos de prática, somando aos
Distritos Leste e Nordeste, os Distritos de Saúde
Partenon e Lomba do Pinheiro e a Coordenadoria
Geral de Vigilância em Saúde.
Ampliar as atividades dos 07 cursos iniciais para os
09 cursos da saúde, uma vez que no PET Saúde da
Família os cursos de Fisioterapia e Educação Física
não participavam, e no Pró-Saúde II o Curso de
Educação Física.
Ampliar e consolidar a participação do Controle Social
nas atividades realizadas, bem como estimular a
participação dos acadêmicos nestas instâncias e a
inserção desta temática nos currículos dos cursos da
área da saúde.
487
Objetivos
•
•
•
•
Promover atividades multi e interdisciplinares na
rede de atenção em saúde.
Consolidar a reorientação profissional, visando
abordagem integral do processo saúde-doença na
perspectiva de redes de atenção.
Promover práticas de ensino-aprendizagem
inovadoras, que fomentem transformações no
processo de construção de conhecimentos e ensinoaprendizagem e de prestação de serviços à
população.
Estimular formação de grupos de aprendizagem
tutorial em áreas estratégicas para o serviço de
saúde, de acordo com prioridades definidas pelos
territórios sanitários da Secretaria Municipal de Saúde
de Porto Alegre e alinhados aos princípios do SUS.
488
Objetivos
•
•
Oportunizar atividades de iniciação ao trabalho e
formação de estudantes de cursos de graduação em
saúde e residência médica e multidisciplinar, tendo em
perspectiva a qualificação da atenção e a inserção das
necessidades dos serviços como fonte de produção de
conhecimento e pesquisa na Universidade.
Aprimorar a infraestrutura física e material das
unidades de atenção básica.
489
18
1
Indicadores
489
• Número de alunos e professores
participantes no programa.
• Número de disciplinas e carga horária
envolvidas com o programa.
• Número de capacitações realizadas.
• Número de participantes em:
▪ Oficinas
▪ Seminários Integradores
▪ Capacitações
▪ Feiras da Saúde (atendimentos e
alunos participantes)
Indicadores
• Número de publicações.
• Número de trabalhos apresentados em
eventos científicos.
• Novas tecnologias desenvolvidas.
• Satisfação dos usuários.
• Avaliação do efeito da capacitação no
cotidiano dos serviços e no processo
de formação profissional (para cada
capacitação serão propostos
instrumentos e indicadores próprios).
490
Metas
O projeto será permanentemente avaliado, pela
Comissão
Gestora
Local,
em
reuniões
realizadas
mensalmente. Serão utilizados para a avaliação do
projeto, indicadores referentes à/ao:
•
•
•
Execução das ações/atividades propostas;
impacto alcançado nas mudanças curriculares dos
Cursos de Graduação da Área da Saúde/ PUCRS;
impacto social das ações/atividades desenvolvidas e à
execução do orçamento proposto.
491
19
1
Metas
•
•
•
•
•
•
•
Promover uma capacitação/semestre.
Promover uma mostra sobre as tecnologias produzidas
pelo programa, ao final de cada ano.
Promover uma Feira de Saúde por Distrito por
semestre.
Realizar Seminário Itinerante em todos os serviços
participantes do programa até o final do primeiro
semestre do programa.
Realizar um Fórum sobre integração ensino-serviço
Expandir atividades de ensino, extensão e pesquisa em
10% na rede de serviços de saúde e social.
Desenvolver no mínimo dez ações de promoção e
educação da Saúde nas áreas priorizadas pelo MS e
SMS/semestre.
491
Metas
•
Capacitar os profissionais da rede (100% dos
preceptores) e 100% dos docentes para desenvolvimento
de práticas assistenciais e pedagógicas
problematizadoras no serviço de saúde.
•
Publicar pesquisas sobre impacto dos programas no
ensino, serviço e comunidade.
•
Avaliar o efeito das capacitações no cotidiano dos
serviços e no processo de formação profissional (para
cada capacitação serão propostos instrumentos e
indicadores próprios).
492
Orçamento
• Verba a ser solicitada: 2 milhões de reais
• SMS
▪
Adequação e reforma do auditório do Centro de
Saúde Murialdo da Gerência Distrital
Partenon/Lomba do Pinheiro.
▪
Ampliação do espaço da ESF Tijuca - Distrito
Leste.
493
20
2
Orçamento
•
PUCRS:
▪
▪
▪
▪
▪
▪
▪
▪
▪
493
▪
▪
▪
Custeio para capacitações
Material educativo: folders, vídeos, banners
Material para Academia de Saúde
Kits de diagnóstico
Material para Feiras de Saúde
GPS
Máquina fotográfica
Minigravador
Instrumentais como oxímetros, adipômetros,
aparelhos de pressão, balanças, aspirador portátil,
entre outros...
Livros didáticos
Material de escritório
Computadores e notebooks
Subprojetos
1. Implementação de um sistema de vigilância de câncer de colo do útero
para mulheres moradoras de Porto Alegre.
2. Rede Cegonha: Cuidando da mãe e da criança.
3. Saúde escolar: nutrição, odontologia e saúde mental
4. Academia de Saúde: Promoção de saúde e prevenção de doenças
crônicas degenerativas.
5. Doenças Sexualmente Transmissíveis: HIV (Teste rápido (DST)) e Sífilis.
6. Emergência/Urgência: Contribuições para a qualificação da notificação e
do acompanhamento em saúde dos casos de violência contra populações
vulneráveis.
7. Prevenção e controle das doenças crônicas não -transmissíveis (DCNT) de
interesse em Saúde Pública: Doenças Cardiovasculares (DCV) e seus
fatores de risco manejados através dos “clubes do coração”.
8. Saúde da População Negra como interferente no diagnóstico.
9. Tuberculose nas Comunidades: diagnóstico precoce e cura dos doentes.
10.Acompanhamento e desenvolvimento de ações de Saúde Mental dos
distritos Leste/Nordeste e Lomba/Partenon de Porto Alegre.
11.Prevalência de doenças crônicas não transmissíveis autorreferidas e
fatores de risco e proteção, em quatro distritos de Porto Alegre/RS – Um
estudo de base populacional.
494
Nome dos Tutores/PUCRS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Heloísa Maria Reckziegel Bello
Maria Rita Macedo Cuervo
Vanessa Maurente
Karen Weigert
Guilherme Dantas
Thaísa Closs
Regis Gemerasca Mestriner
Rafael Reimann Baptista
Luciana Redivo
Maria Cristina Werlang
Helenita Correa Ely
495
21
2
Implementação de um sistema de vigilância de
câncer de colo do útero para mulheres
moradoras de Porto Alegre
•
Preceptores:
•
▪
▪
Enf. Sirlei Fajardo (CGVS)
Enf. Karla Livi (CGVS)
▪
Enf. Eliane Gonçalves (USF Wenceslau Fontoura)
▪
▪
Enf. Luciane Cassol (USF Mato Sampaio)
Médica Rejane Berger (USF Batista Flores)
▪
Enf. Débora Lautenschlager (USF Santa Helena)
Objetivos:
▪
▪
▪
Implementar a vigilância do câncer do colo do útero para
mulheres moradoras de Porto Alegre;
Consolidar a rotina de vigilância do câncer do colo do útero
instituida a partir do PET Vigilância;
Sensibilizar os profissionais de saúde para ações de
prevenção, proteção e promoção da saúde em relação ao
câncer do colo do útero.
495
Rede Cegonha: Cuidando da mãe e da
criança
•
Preceptores:
▪

▪



•
Objetivos:

Criar oficinas para envolvendo docentes/acadêmicos,
gestores/trabalhadores da rede e gestantes/familias para trabalhar
temas sobre cuidados em saúde;
▪
Identificar na comunidade demandas e possibilidades para criação e
implementação de espaços de educação em saúde;
▪
Articular atividades entre escolas públicas e rede de serviços de saúde,
identificando e acompanhando adolescentes gestantes e trabalhando na
perspectiva da prevenção de novos casos de gestação em
adolescentes;
Identificar as possibilidades de ações intersetoriais entre as políticas
públicas da saúde, educação e assistência social na perspectiva de
atendimento integral;
▪
▪
▪
496
Enf. Caren dos Santos (USF Herdeiros)
Dentista Mônica Hermann (USF Santo Alfredo)
Enf. Adriana Almeida (USF Chácara da Fumaça)
Médico Natan Estivallet (USF Jardim Carvalho)
Dentista Valquíria de Oliveira (USF Safira Nova)
Rejane Lehugeur (USF Tijuca)
Estimular a participação de puérperas em atividades de educação em
saúde;
Realizar acompanhamento domiciliar a gestantes e puérperas.
A escola como ambiente de promoção de saúde
com ênfase na saúde bucal, nutricional e
mental
•
•
Preceptores:
▪
▪
▪
Dentista Caroline Eidelwein (USB Panorama)
Dentista Liliana Acosta (USB Pequena Casa Criança)
Nutricionista Cinara Monser (USB Vila Jardim)
▪
▪
Dentista Luiz Carlos de Freitas (USB Vila Jardim)
Enf. Marinês Pereira (USF Vila Pinto)
▪
Assistente Social Wanize Janke (Gerência Distrital)
Objetivos:

Trabalhar com a prevenção e promoção de saúde bucal, mental e nutricional em
escolas em quatro distritos sanitários de Porto Alegre;

Produzir atividades educativas relacionadas à saúde bucal, mental e nutricional
junto a escolas públicas (Semáforo dos alimentos, rodas de conversa) ;


Promover a formação em saúde, através de uma experiência interdisciplinar;
Produzir conhecimento acerca dos hábitos alimentares e de higiene bucal dos
alunos das escolas, além de possíveis transtornos mentais relacionados à
alimentação;

Elaborar material educativo a ser posteriormente compartilhado com outras
escolas;
Divulgar a experiência junto a alunos não-bolsistas na PUCRS e em eventos
científicos, a fim de multiplicar a amplitude da formação em saúde.

497
22
2
Academia de Saúde: Promoção de saúde e
prevenção de doenças crônicas degenerativas
•
•
Preceptores:

Fisioterapeuta Gracieli Deponti (Equipe de Matriciamento)

Assistente Social Giselda Endres (Eq. Saúde Mental Adulto)

Médica Marcia Dias (ESM Infância e Adolescência)


Enfermeira Márcia Zinn (USF Jardim Carvalho)
Enfermeira Marilda Bariviera (CEU Vila Fátima)

Fisioterapeuta Rosangela da Cunha (CS Bom Jesus)
Objetivos:
Fortalecer ações de prevenção e promoção da saúde;
▪
▪
Facilitar o acesso da população às políticas públicas de prevenção e
promoção da saúde;
▪
▪
Estimular a adoção de hábitos alimentares saudáveis;
Promover ações educativas e sociais, por meio de uma integração
multiprofissional na construção e execução das ações;
▪
Criar ambientes de convivência onde se sobressaia uma cultura de
paz e solidariedade.
497
Doenças Sexualmente Transmissíveis: HIV
(Teste rápido (DST)) e Sífilis
•
•
Preceptores:



Enfermeira Luana Machado (USF São Pedro)
Enfermeira Cassiane Kerkhoff (USF Morro da Cruz)
Médica Geralda Rigotti (USF Wenceslau Fontoura)


Assistente Social Marta Alves (Eq. Saúde Mental Infância e
Adolescência)
Farmacêutica Ruth Gonçalves (CS Bom Jesus)

Psicólogo Sandro Novelli (Eq. Saúde Mental Adulto)
Objetivos:
▪
▪
▪
▪
▪
Reduzir taxa de incidência de casos de Sífilis e AIDS na população;
Estimular a população à realização de exames para detecção
precoce das doenças;
Capacitar os profissionais de saúde da rede no uso seguro dos
testes diagnósticos rápidos;
Reduzir a taxa de transmissão vertical do HIV e da sífilis;
Garantir que o paciente receba adequadamente a terapia
medicamentosa;
▪
▪
Reduzir a taxa de abandono do tratamento;
Reduzir a morbi-mortalidade associada à AIDS e a sífilis;
▪
Fornecer subsídios para à prática do Cuidado farmacêutico em
DST/AIDS.
498
Emergência/Urgência:Violência
•
•
Preceptores:
▪
▪
▪
Médica Sylvia Rego (USF Vila Pinto)
Enfermeira Tania Alegre (PA Bom Jesus)
Psicóloga Luiza Ribeiro (Matriciamento PL)
▪
▪
Enfermeira Maria Alice Madruga (PA Lomba)
As. Social Oswaldina Lopes (Matriciamento PL)
▪
Enfermeira
Objetivos:
•
•
•
499
23
Simone Lerner(CGVS)
Realizar estudo sobre as notificações de violência nos
serviços de urgência/emergência, com ênfase para as
situações de tentativas de suicídio e casos de violência
contra populações vulneráveis (crianças e adolescentes,
idosos e pessoas com deficiência);
Investigar e acompanhar a efetivação da contra-referência
das situações de violência notificadas nos serviços de
urgência/emergência;
Desenvolver processos de formação junto aos serviços de
saúde sobre a notificação e acompanhamento integrado da
rede de saúde e demais políticas públicas à violência.
2
Prevenção e controle das doenças crônicas não
transmissíveis (DCNT) de interesse em Saúde
Pública: Doenças Cardiovasculares (DCV) e
seus fatores de risco manejados através dos
“clubes do coração”.
•
Preceptores:
▪
▪
Nutricionista Márcia Lago (UBS São José)
Nutricionista Andreia Teixeira (CEU Vila Fátima)
▪
Médica Gisele Schafirowitz (USF Tijuca)
▪
▪
▪
Médica Sheila Fernandes (USF Jardim da FAPA)
Farmacêutica Thais de Souza (CS Bom Jesus)
Enfermeiro Luis Felipe Lopes (USF Tijuca)
• Objetivos:
▪
▪
▪
Realizar ações de promoção da saúde, prevenção e reabilitação
de pessoas com risco potencial ou portadores de DCV.
Fazer vigilância de fatores de risco e proteção para doenças
crônicas de modo integrado à programação de ações de
vigilância em Saúde (PAP);
Monitorar e avaliar processos relativos à gestão dos serviços de
saúde em suas três esferas e de acordo com a proposta de
avaliação para a melhoria da qualidade da Estratégia de Saúde
da Família (AMQ) dentro da concepção de redes de atenção a
saúde.
499
Saúde da População Negra como
Interferente no Diagnóstico
• Preceptores:
▪
▪
▪
▪
▪
▪
Enfermeira Sandra Bueno (USF Maria da Conceição)
Dentista Carla Estulla (USF Laranjeiras)
Enfermeira Dagma da Silva (USF Laranjeiras)
Enfermeira Elaine Soares (GRAPS)
Enfermeira Kelly de Carvalho (USF Jardim da FAPA)
Assistente Social Marisa Altamirano (Gerência Distrital LN)
Objetivos:
▪
▪
▪
▪
500
24
Fortalecer a implementação da PNSIPN através da ação integrada
ensino e serviço
desenvolver pesquisa sobre a qualidade da coleta do quesito
raça/cor
Prover, junto a profissionais, estudantes professores e comunidade,
espaços de formação e a discussão sobre as desigualdades étnico raciais e o racismo institucional como determinantes sociais das
condições de saúde;
Conhecer de que forma são coletados/informados os dados
referentes à identificação da etnia nos formulários de saúde, tendo
em vista a importância destes para o planejamento de ações de
promoção e prevenção da saúde.
2
•
Acompanhamento e desenvolvimento
de ações de Saúde Mental dos distritos
Leste/Nordeste e Lomba/Partenon de
Porto Alegre
Preceptores:
•
•
•
•
•
•
•
Psicóloga Ana Paula Lima (Saúde Mental Criança e Adolesc. LN)
Médico Psiquiatra Leandro Pizutti (Saúde Mental Adulto LN)
Psicóloga Nara Macedo (Saúde Mental Criança e Adolesc. LN)
Assistente Social Sinara Rodrigues (Saúde Mental PL)
Psicóloga Sandra Kurtz (Saúde Mental PL)
Psicóloga Adriane da Silva (Matriciamento PL)
Objetivos:
Promover ações em saúde mental com ênfase na promoção e
prevenção.
Analisar os principais fatores psicossociais de risco e proteção à
saúde mental da população com problemas relacionados ao uso
de crack, álcool e outras drogas;
Investigar e acompanhar o processo de matriciamento dos
distritos;
Promover ações de promoção de saúde mental nas comunidades,
envolvendo os principais grupos populacionais vulneráveis
identificados e diferentes profissionais de saúde e de saúde
mental, envolvendo as equipes de Saúde da Família.
•
•
•
•
501
Prevalência de doenças crônicas não
transmissíveis autorreferidas e fatores
de risco e proteção, em quatro distritos
de Porto Alegre/RS – Um estudo de
base populacional.
• Preceptores:
•
•
•
•
•
•
Dentista Graziela Bennemann (USF Timbaúva)
Enfermeira Ligia da Silva (USF Vila Brasília)
Enfermeira Thais Schossler (SF São Carlos)
Enfermeira Silvia Torres (USF Pitoresca)
Enfermeira Neiva Isabel Raffo Wachholdz (CGVS)
Enfermeira Patrícia Conzatti (CGVS)
• Objetivos:
▪
▪
▪
▪
Estimar a prevalência de DCNT, por relato de diagnóstico
médico, e dos fatores de risco para este grupo de doenças.
Oferecer dados para o cálculo de indicadores de morbidade e
fatores de risco para as DCNT;
Subsidiar o planejamento de políticas públicas para o
enfrentamento das DCNT, considerando as especificidades
locais;
Comparar os dados epidemiológicos levantados no estudo com
os resultados de inquéritos realizados pelo Ministério da Saúde.
502
503A SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde)
504(Após a apresentação do projeto da PUCRS): Passamos a palavra à Sra. Andréa
505Bonamigo, que fará a apresentação do projeto da UFCSPA. A SRA. ANDREA
506BONAMIGO
(UFCSPA)
(Apresenta
o
projeto)
25
2
Reitora: Míriam da Costa Oliveira
Pró-Reitora de Graduação: Maria Terezinha Antunes
“Interações no distrito docente assistencial
UFCSPA- - Norte/Eixo Baltazar”
507
Secretaria Municipal de Saúde
Porto Alegre
“Interações no distrito docente
assistencial UFCSPA - Norte/Eixo
Baltazar”
Coordenadora: Maria Eugênia Bresolin Pinto
Edital nº 24 de 15 de dezembro de 2011
Pró-Saúde e PET 2012-2013
508
26
2
509
Cursos Envolvidos
• Graduação em Biomedicina
Semestre(s): 1º( x) 2º( ) 3º( ) 4º(x ) 5º( ) 6º( x) 7º( x) 8º( )
Nº alunos: 40
Graduação em Enfermagem
Semestre(s): 1º(x) 2º(x) 3º(x) 4º(x) 5º(x) 6º(x) 7º(x) 8º(x)
Nº alunos: 40
• Graduação em Farmácia
Semestre(s): 1º( ) 2º( x) 3º(x ) 4º( x) 5º( ) 6º( ) 7º(x ) 8º( ) 9º( )10º( )
Nº alunos: 40
• Graduação em Fisioterapia
Semestre(s): 1º( x) 2º( ) 3º( x) 4º( x) 5º( ) 6º( x) 7º( ) 8º( ) 9º( ) 10°( )
Nº alunos: 40
510
• Graduação em Fonoaudiologia
Semestre(s): 1º(x) 2º(x) 3º(x) 4º( ) 5º(x) 6º( ) 7º( x) 8º(x )
Nº alunos: 40
• Graduação em Medicina
Semestre(s): 1º(x) 2º(x) 3º( ) 4º( ) 5º( ) 6º( ) 7º(x) 8º(x) 9º(x) 10º(x)
11º(x) 12º(x)
Nº alunos: 88
Graduação em Nutrição
Semestre(s): 1º( x) 2º( ) 3º( x) 4º( x) 5º( ) 6º( x) 7º(x ) 8º( x)
Nº alunos: 40
• Graduação em Psicologia
Semestre(s): 1º( x) 2º( x) 3º( ) 4º(x ) 5º( ) 6º( ) 7º( ) 8º( ) 9°( )10°( )
Nº alunos: 40
. Toxicologia Analítico (Tecnológico)
Semestre(s): 1º( x) 2º( x) 3º( ) 4º( ) 5º( )
Nº alunos: 20
511
27
2
Território de Atuação
Distrito Docente Assistencial
UFCSPA - Norte/Eixo Baltazar
Secretaria Municipal de Saúde
Prefeitura Municipal Porto Alegre
512
513
28
2
UBS Vila Elisabete
UBS Nova Brasília
ESF Asa Branca
PSNSA
ESF Santo Agostinho
UBS Sarandi
Carrefour e
BIG
ESF São Borja
UBS Assis
UBS
Brasil
Santa Rosa
Strip
Center
Lindóia
Shopping
ESF
Santa Fé
ESF Esperança
Cordeiro
UBS Passo das
Pedras I
ESF
Planalto
UFCSPA
UBS Ramos
ESF Beco dos
Coqueiros
ESF Jenor
Jarros
PSPM
ESF Santa
Maria
PSCS
PSJL
ESF Passo das
Pedras II
ESF Nova
Gleba
UBS São
Cristóvão
UBS Rubem
Berta
Legenda:
PSLJ – Programa de Saúde Jardim Leopoldina
PSCS – Programa de Saúde Costa e Silva
PSPM – Programa de Saúde Parque dos Maias
PSNSA – Programa de Saúde Nossa Senhora Aparecida
514
Desenvolvimento em Rede do
Projeto Pró-Saúde
Unidades de Saúde com Estratégia da
Saúde da Família
Unidades Básicas de Saúde
NASF
CRASS
Escolas Infantil e Fundamental
(Municipais e Estaduais)
Vigilância de Saúde
515
Atividades de Ensino-Serviço
•
•
•
•
Inserir o acadêmico da área da saúde em atividades
integradas desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde
(APS), em equipes multiprofissionais, assim como em outros
cenários como escolas, creches, de vigilância, e outros
dentro do Distrito Docente Assistencial Norte Eixo Baltazar
(DDA NEB).
Proporcionar a implementação e a ampliação da rede de
assistência da população do DDA NEB.
Formar profissionais da área da saúde com visão integral do
processo saúde-doença e com práticas humanizadas de
assistência à saúde individual e coletiva.
Trabalhar o processo de ensino-aprendizagem dos
acadêmicos com base na problematização da realidade com
a construção de um diagnóstico comunitário, propondo e
executando ações que modifiquem situações de risco e
melhorarem a qualidade de vida da comunidade.
516
29
2
Atividades Curriculares e/ou
Extracurriculares de Atuação
Multiprofissional
• Seminário Integrador
• Saúde Mental (Cultura da Paz, Prevenção de
Drogas)
• Programa Saúde na Escola
• Assistência Farmacêutica
• Nascer Saudável
• NASF (Matriciamento, Projetos Terapêuticos)
• Vigilância em Saúde
• Academia da Saúde
516
Atividades Curriculares e/ou
Extracurriculares e/ou de Educação
Permanente - SGTES
• UNASUS (cursos de aprimoramento e
especialização – Saúde da Família e
Vigilância em Saúde – profissionais de saúde)
• Curso de Enfrentamento da Violência
(educadores de escolas da Rede de
Educação)
517
EIXOS: Objetivos, Indicadores e Metas
A. Eixo de Orientação Teórica
1. Determinantes de Saúde e Doença
Sub-Projeto Seminário Integrador
518
30
3
2.
Pesquisa ajustada a realidade local
Sub-Projeto Diagnósticos da Assistência Farmacêutica
Sub-Projeto Saúde Mental
Sub-Projeto Programa Saúde do Escolar (PSE)
Sub-Projeto Nascer Saudável
Sub-Projeto Vigilância
Sub-Projeto Biossegurança na Comunidade
Sub-Projeto Academia da Saúde
518
3.
Educação Permanente
Sub-Projeto Desenvolvimento de Recursos Humanos
•
•
•
•
•
•
•
Especialização em Saúde da Família (ESF e NASF)
Cursos de Libras
Projetos Vigilância
Capacitação Pedagógica dos preceptores da rede
Cursos de Extensão (Trabalho em Grupo,
Matriciamento, Projetos Terapêuticos)
Saúde Mental
Academia da Saúde
519
B. Eixo de Cenários de Práticas
1. Integração Ensino Serviço
2. Utilização dos diversos níveis de atenção:
Atenção Primária – Referência e Contra-Referência
(Diagnóstico)
Atenção Primária – Referência e Contra-Referência
(Diagnóstico) – Notificação de Doenças
3. Integração dos serviços próprios das IES com
os serviços de saúde
520
31
3
C. Eixo de Orientação Pedagógica
1. Integração básica clinica
2. Analise crítica dos serviços:
Diagnósticos da Assistência Farmacêutica
3. Aprendizagem ativa
520
SUB-PROJETOS
521
11 Sub-Projetos
Tutor
(11)
66 Preceptores
66 Alunos
Bolsistas/Monitores
Alunos não
bolsistas
• Preceptores das ESF, UBS pertencentes ao DDA NEB,
SSC-GHC e Vigilância que recebem alunos da
UFCSPA.
522
32
3
1. Sub-Projeto SEMINÁRIO INTEGRADOR
Visa uma formação profissional voltada para a constituição de equipes
multiprofissionais com o desenvolvimento de trabalho interdisciplinar.
Objetivos:
•
Inserir o acadêmico da área da saúde em atividades integradas
desenvolvidas em um cenário de Atenção Primária à Saúde (APS), numa
comunidade adscrita, em equipes multiprofissionais.
•
Formar profissionais da área da saúde com visão integral do processo
saúde-doença e com práticas humanizadas de assistência à saúde
individual e coletiva.
•
Trabalhar o processo de ensino-aprendizagem dos acadêmicos com base
na problematização da realidade para a construção de um diagnóstico
comunitário, propondo e executando ações que modifiquem uma situação
de risco e melhorarem a qualidade de vida de uma comunidade.
Local de execução: Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Estratégia
de Saúde da Família da Gerência Norte-Eixo Baltazar
522
523
2. Sub-Projeto ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Objetivo: Realizar diagnóstico dos dispensários da Gerência NorteEixo Baltazar verificando sua adequação aos padrões técnicos
preconizados e, com base nos resultados obtidos, propor
adequações para qualificação dos mesmos e realizar atividades de
formação para os profissionais das unidades envolvidos.
Local de execução: Unidades Básicas de Saúde e Unidades de
Estratégia de Saúde da Família da Gerência Norte-Eixo Baltazar
Indicadores de avaliação:
Número de prescrições atendidas/mês;
Condições de limpeza e organização do dispensário;
Percentual de medicamentos vencidos nos dispensários;
Adequação do preenchimento das planilhas de registro de
temperatura;
Número de profissionais treinados para realização das atividades de
armazenamento, conservação e dispensação de medicamentos.
Cont.
Preceptores do Sub-Projeto Assistência Farmacêutica
Nome: Marta Susane Damann CPF: 365 811 190 91
•
Categoria Profissional: Farmacêutica
•
Farmácia Distrital Sarandi CNES: 6882 803
Nome: Bianca Almeida Gama
•
CPF: 01062139038
•
Categoria Profissional: Farmacêutica
•
Farmácia Distrital Sarandi CNES: 6882 803
524
33
3
3. Sub-Projeto Saúde Mental
Objetivos: Fortalecer os serviços de atenção primária à saúde na
identificação e acompanhamento de casos de saúde mental envolvendo o
consumo de álcool e outras drogas. Fortalecer os serviços de APS na
identificação e acompanhamento de casos de saúde
mental.Promover a articulação entre serviços (CAPS) e equipes de
saúde mental e os serviços de APS no Distrito Eixo Norte Baltazar.
–
Indicadores de avaliação: Percentual de pessoas acompanhadas pela
rede básica com problemas de uso prejudicial de álcool, por faixa etária e
sexo; Percentual de pessoas com problemas de uso prejudicial de outras
drogas, acompanhadas na rede básica, por faixa etária e sexo; Realização
de atividades de prevenção do uso de drogas com as pessoas da
comunidade; Realização de capacitação de profissionais de saúde da
atenção primária sobre prevenção do uso de drogas e promoção de saúde;
Realização de capacitação de profissionais de saúde da atenção primária
sobre o acompanhamento de pessoas com uso prejudicial de álcool e
outras drogas.
Local de execução: Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Estratégia de
Saúde da Família da Gerência Norte-Eixo Baltazar.
524
4. Sub-Projeto Proposta Saúde na Escola
Objetivo: Fortalecer a escola como um espaço de produção de
saúde, envolvendo a comunidade escolar e demais setores que
integram a rede de saúde e educação nas ações voltadas à
promoção da saúde integral.
– Indicadores de avaliação: Aumentar a cobertura da avaliação
antropométrica; Aumentar a identificação de educandos com
alterações antropométricas; aumentar a cobertura vacinal dos
educandos; aumentar a realização das atividades de educação
prevenção de agravos e promoção de saúde com a comunidade
escolar; aumentar o encaminhamento para as unidades de
saúde dos agravos e situações identificadas. Ergonomia.
Local de execução: Unidades Básicas de Saúde e Unidades de
Estratégia de Saúde da Família da Gerência Norte-Eixo Baltazar
•
Integração com o curso de especialização “Promoção da
Saúde na Escola” da UAB-UFCSPA;
525
5. Sub-Projeto NASCER SAUDÁVEL
Objetivo: formação dos alunos da enfermagem, fonoaudiologia,
fisioterapia e nutrição e dos profissionais da rede de APS em
relação à Rede Cegonha (assistência pré-natal de baixo risco e
puerperal e da primeira infância)
– Indicador de avaliação: Redução do encaminhamento para o
pré-natal de alto risco, implementação e continuidade dos
grupos de gestação; adesão ao aleitamento materno exclusivo;
adesão as consultas do pré-natal; Cobertura vacinal das
gestantes e crianças; redução de uso de hábitos orais deletérios
(chupeta e mamadeira); Vigilância da saúde auditiva; redução
de problemas posturais e queixas de dores musculoesqueléticas
em gestantes e mulheres em puerpério; acompanhamento e
avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor de crianças até
24 meses; acompanhamento e avaliação do desenvolvimento
neuropsicomotor de crianças pertencentes a grupos de risco
(prematuros, doenças neurológicas congênitas e adquiridas).
Local de execução: Unidades Básicas de Saúde e Unidades de
Estratégia de Saúde da Família da Gerência Norte-Eixo Baltazar
526
34
3
6. Sub-Projeto Biossegurança na Comunidade
– Objetivo Geral da atividade: Avançar na consolidação da
integração ensino-serviço-comunidade dos alunos da
Biomedicina da UFCSPA, com formação profissional
inserida na comunidade e na APS, de maneira
transdiciplinar.
– Local de execução: US Beco dos Coqueiros; US São
Borja
– Indicador de avaliação:
526
Sub-Projeto Proposta Saúde na Escola
Objetivo: Fortalecer a escola como um espaço de produção de
saúde, envolvendo a comunidade escolar e demais setores que
integram a rede de saúde e educação nas ações voltadas à
promoção da saúde integral.
– Indicador de avaliação: Aumentar a cobertura da avaliação
antropométrica; Aumentar a identificação de educandos com
alterações antropométricas; aumentar a cobertura vacinal dos
educandos; aumentar a cobertura de avaliação auditiva;
aumentar a realização das atividades de educação prevenção
de agravos e promoção de saúde com a comunidade escolar;
aumentar o encaminhamento para as unidades de saúde dos
agravos e situações identificadas. Ergonomia.
Local de execução: Unidades Básicas de Saúde e Unidades de
Estratégia de Saúde da Família da Gerência Norte-Eixo Baltazar
527
Sub-Projeto Vigilância em Saúde
– Locais de execução:
• Eixo Norte-Baltazar (NEB/SMS-POA): Unidades de Saúde a
serem definidas pela gerência.
• Serviço de Vigilância em Saúde de Porto Alegre (CGVSSMS-POA): Divisão de Vigilância Epidemiológica; e Divisão
de Vigilância Ambiental.
• Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do
Sul (CEVS/SES-RS): Divisão de Vigilância Epidemiológica,
Sanitária, Ambiental.
– Vigilância Epidemiológica: Dengue, Tuberculose, Hepatite B.
Influenza (continuidade do Projeto em execução junto ao
CEVS/SES –RS)
– Vigilância Sanitária: mamografias
– Vigilância Ambiental: Vigiar (implantação de Unidade
Sentinela)
– Projetos de pesquisa e ensino
– Cursos de extensão em vigilância e planejamento via
UNASUS/UFCSPA
528
35
3
Sub-Projeto Academia da Saúde
Objetivo: Contribuir para a promoção da saúde da população a
partir de práticas corporais e atividades físicas, bem como,
atividades de educação alimentar e nutricional com ênfase na
prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.
– Indicador de avaliação: Promover fatores de proteção para a
saúde da comunidade;
– Reduzir problemas posturais e queixas de dores
musculoesqueléticas
– -Reduzir as complicações em grupos de doenças crônicas nãotransmissíveis (diabetes, hipertensão e doenças cardíacas)
– - Melhorar as condições funcionais e a qualidade de vida.
Local de execução: Unidade Básica de Saúde Nova Gleba da
Gerência Norte-Eixo Baltazar
528
Sub-Projeto Desenvolvimentos dos
Recursos Humanos
Capacitação pedagógica, preceptoria e atualizações
para os servidores que recebem alunos da UFCSPA
– Projeto piloto de uma oficina de capacitação para os
preceptores de Medicina de Família e Comunidade que
recebem alunos do internato em parceria com Associação
Gaúcha de Medicina de Família e Comunidade, no
primeiro semestre de 2012. Adaptação para outras áreas,
que serão ministradas no segundo semestre de 2012 e
em 2013.
– Serão ofertas vagas no Curso de especialização em
Saúde da Família pelo Projeto UFCSPA/UNASUS a todos
os profissionais médicos, enfermeiros e odontólogos que
não tiverem especialização no município de Porto Alegre.
– Cursos de extensão para a atualização para todos os
profissionais;
– Curso de libras para os servidores das UBSs e ESFs;
529
Proposta em consonância com a Gerência
Distrital NEB Pró-Saúde
•
Criação do Centro de Educação Continuada
DDA NEB
–
–
–
–
–
Local: US Sarandi
Auditório
Salas de Aula
Acesso a internet e Portal Capes
Criação consultório com câmeras e áudio para
acompanhamento d e atendimentos
530
Secretaria Municipal de Saúde
Porto Alegre
Grupo de Trabalho:
Maria Eugênia Bresolin Pinto
Adriana Aparecida Paz
Andrea Wander Bonamigo
Daniela Cardoso Tietzmann
Edital nº 24 de 15 de dezembro de 2011
Pró-Saúde e PET 2012-2013
531
36
3
532A SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde)
533(Após a apresentação do projeto da UFCSPA): Passamos a palavra à Sra.
534Alessandra, que fará a apresentação do projeto do Instituto Metodista de Porto Alegre.
535A SRA. ALESSANDRA (IPA): (Apresenta o projeto)
PRÓ_PET_SAÚDE
Centro Universitário Metodista IPA
Secretaria Municipal de Saúde PMPA
536
537
CONSTRUÇÃO
COLETIVA

O Centro Universitário Metodista, do IPA,

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre,

O Conselho Municipal de Saúde vem apresentar
seu projeto, construído conjuntamente.
538
OBJETIVOS
Este projeto propõe a articulação de um
conjunto de ações de integração entre ensino,
serviço e comunidade, visando à reorientação da
formação
profissional,
para
assegurar
uma
abordagem integral do processo saúde-doença
com ênfase na atenção primária, a qualificação da
atenção à saúde da população, e a transformação
da rede municipal de saúde numa efetiva rede
escola.
539
37
3
540
CURSOS ENVOLVIDOS











541
Biomedicina
Educação Física
Enfermagem
Farmácia
Fisioterapia
Fonoaudiologia
Nutrição
Psicologia
Serviço Social
Terapia Ocupacional
Aproximadamente 3.000 acadêmicos na área da
saúde
TERRITORIALIZAÇÃO DA INTEGRAÇÃO
ENSINO-SERVIÇO

A Gerência Noroeste, Navegantes, Humaitá e Ilhas
- GD NHNI – é composta por dois distritos: o
Distrito Noroeste e o Distrito Humaitá/Navegantes e
Ilhas,

18 bairros

183.472 habitantes, o que representa
população de Porto Alegre (IBGE, 2010)

com uma população de 29.933 idosos o que
corresponde a 17,03% da população do território.
13%
da
542
GD NEB
GD NHNI
IPA
GD LENO
GD Centro
GD PALP
GD GCC
GD SCS
GD RES
DISTRITOS DOCENTESASSISTENCIAIS
543
38
3
SERVIÇOS DE SAÚDE




Hospitais Conceição, Cristo Redentor, Hospital da
Criança Conceição;
Centro de Saúde IAPI, Centro de Saúde
Navegantes;
UBS Ipiranga, UBS Diretor Pestana, a UBS
Farrapos;
ESF Nazaré, ESF Mario Quintana, o ESF
Marinheiros, o ESF da Ilha da Pintada e o ESF da
Ilha do Pavão e 4 Postos de Família do Hospital
Conceição, assim denominados: Posto Conceição,
Posto Santíssima Trindade, Posto Jardim Itu e
Posto Vila Floresta.
542
EIXO DA ORIENTAÇÃO TEÓRICA, CENÁRIOS
DA PRÁTICA E ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA




Formação em Educação em Saúde para docentes,
trabalhadores e acadêmicos/as através de uma
atuação coletiva, onde acadêmicos de diferentes
cursos estarão desenvolvendo ações conjuntas;
Incluir as instâncias do controle social como campo
de prática das disciplinas dos diversos cursos.
O processo de ensino-aprendizagem baseado na
aprendizagem significativa, onde a realidade passa
ser considerada como elemento norteador das
práticas assistenciais
Incorporar os temas trabalhados no projeto como
conteúdos prioritários das disciplinas de graduação
543
RESULTADOS ESPERADOS
Espera-se com a realização deste projeto o
fortalecimento do Distrito Docente Assistencial
como estratégia para a qualificação da formação,
da assistência e da pesquisa, pela ampliação do
trabalho
em
equipe
multiprofissional
com
abordagem interdisciplinar, através da interlocução
tutores, preceptores, acadêmicos/as, participação
social;
544
39
3
MECANISMOS DE
SUSTENTABILIDADE

pela consolidação do Comissão Gestora Local do
Distrito Docente Assistencial,

pela criação do Núcleo de Educação Permanente
na Gerência Distrital,

pela implementação de estratégias de incorporação
das experiências desenvolvidas no território aos
processos de produção de conhecimento e ensinoaprendizagem no âmbito da univerisdade.
544
DESCRIÇÃO DOS
SUBPROJETOS
545
DIAGNÓSTICO
POPULACIONAL E IMPLANTAÇÃO DE
SISTEMA DE MONITORAMENTO DA POPULAÇÃO
IDOSA DO TERRITÓRIO
Objetivos:
 Conhecer
e construir informações sobre as
condições
sócio-demográfica
e
culturais
identificando as necessidades locais.
 Implantar
sistema
de
monitoramento
e
acompanhamento da população idosa
546
40
4
REDE DE GRUPOS DE PROMOÇÃO,
PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Objetivo:
criação
de
espaços
coletivos
de
integração e interação com a população idosa,
assim como a produção de conhecimentos e
intervenção interdisciplinar entre diferentes atores,
com diferentes escutas e modos de olhar, pensar e
produzir saúde.
546
VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS
DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS E DAS
DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS DE INTERESSE DE
SAÚDE PÚBLICA ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO/COLETA
DE EXAMES
Objetivo: Montar um laboratório para coleta de
amostra biológicas para a população idosa, com o
favorecendo os encaminhamentos das solicitações
dos exames e promover a inclusão no processo de
intervenção;
547
CURSO
DE CUIDADORES DE IDOSOS/AS E
INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA
Objetivo: É um projeto educativo, que visa
capacitar e/ou qualificar tanto cuidadores leigos,
quanto profissionais de instituições de longa
permanência para idosos/as,
548
41
4
OBSERVATÓRIO
DA CIDADANIA E DOS
DIREITOS HUMANOS DO IDOSO
Objetivo: Implantar sistemática de monitoramento
da situação e condição de cidadania dos idosos
quanto
à
garantia
dos
direitos
humanos
e
participação social, como estratégia de apoio às
políticas de saúde para essa população.
548
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE
Objetivo: um espaço para o diálogo entre todos os
atores envolvidos no processo de produção de
saúde, a partir da identificação das necessidades
locais e construção de estratégias de resolução,
baseados na análise e reflexão crítica sobre as
práticas reais.
549
RESULTADOS



ESPERADOS
Ampliação do trabalho em equipe multiprofissional
com abordagem interdisciplinar, através da
interlocução tutores, preceptores, acadêmicos/as,
participação social;
Ampliação da capacidade de reflexão-ação a partir
da realidade local e da integração ensino, serviço,
gestão e participação social;
Produção de dados e melhoria das condições de
garantia dos direitos humanos, exercício da
cidadania e participação social pela população
idosa;
550
42
4
PLANILHA ORÇAMENTÁRIA IES
Instituição
Custeio, passagens,
diárias
Serviços de terceiros pessoa jurídica
Serviços de terceiros –
pessoa física
Equipamentos e Material
Permanente
IPA
201.250,00
Total
575.000,00
157.500,00
130.000,00
86.250,00
550
PLANILHA ORÇAMENTÁRIA SMS
Instituição
Secretaria Municipal de
Saúde
Custeio, passagens,
diárias
143.750,00
Serviços de terceiros
(pessoa jurídica e física)
57.500,00
Equipamentos e Material
Permanente
86.250,00
Adequação do espaço
físico
287.500,00
Total
575.000,00
551
552A SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde)
553(Após a apresentação do projeto do Instituto Porto Alegre (IPA): A Christiane
554Nunes está com a palavra. A SRA. CHRISTIANE NUNES DE FREITAS
555(Coordenadora Geral da Rede e Atenção Primária à Saúde): Concentramos a
556questão dos valores de cada projeto, e vamos ressaltar o que incluem esses valores
557em cada universidade, que são custeio, serviços de terceiros, material permanente
558para as equipes e adequação do espaço físico. No projeto da UFRGS vamos
559reestruturar as equipes de saúde da família do Santa Tereza e Jardim Cascata; no
560projeto da Universidade de Ciências da Saúde, a reestruturação do UBS Sarandi e,
561num segundo momento, conforme a verba, a UBS Nova Brasília; no projeto da PUC,
562como acreditamos que a adequação do auditório é para as duas gerências, e que esse
563valor será absorvido pelo auditório, existe a possibilidade de a Tijuca entrar como
564segundo critério; e no IPA a adequação do auditório do Centro de Saúde IAPI. É isso.
565A SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde):
43
4
566Estão abertas as inscrições. (Pausa.) A Maria Encarnacion é a primeira inscrita. A
567SRA. MARIA ENCARNACIÓN ORTEGA (CDS Leste): Boa noite, nas apresentações
568me chamou a atenção o seguinte: a UFRGS colocou o nome do representante do
569Conselho Municipal de Saúde, que é o Pedro. Meus parabéns, mas as outras
570universidades não fizeram isso, ainda que a PUC tenha colocado que estão
571participando, mas é importante saber quem representa este Conselho. Quero saber
572quando é que essas apresentações serão feitas nos conselhos distritais de saúde.
573Também não observei nada em termos de retorno à comunidade que será beneficiada
574com esses projetos, e que não estão sendo ouvidas. A PUC, depois de ouvir muita
575reclamação do CDS Leste, faz a apresentação dos projetos, mas em relação às outras
576universidades não vi nada a respeito disso. Então, quero saber quem são os
577representantes do Conselho Municipal de Saúde, porque o Conselho representa todo
578controle social. E os conselhos distritais de saúde também devem estar presentes,
579porque são eles que conhecem a realidade da sua comunidade e, pelo que entendi,
580não estão sendo ouvidos. É isso. O SR. ALBERTO MOURA TERRES (Conselho
581Regional de Serviço Social): Boa noite. Primeiro, quero parabenizar as quatro
582universidades que apresentaram os projetos, porque vão qualificar o atendimento na
583ponta dos serviços. São excelentes os projetos. Mas, tenho algumas preocupações.
584Cito duas: uma das apresentações fala da questão da política de saúde da população
585negra. E as outras apresentações não falam, e acho que todos os projetos deveriam
586contemplar essa questão. É apenas um exemplo. O IPA fez referência a se fazer do
587controle social um campo de aprendizagem. Acho que todos os conselhos distritais
588devem ser um campo de aprendizagem. Com isso, creio que podemos dar uma certa
589padronizada em todas as regiões. Como está, algumas ações que foram contempladas
590por um projeto não estão contempladas em outro. Existe a possibilidade de se
591padronizar algumas questões que são peculiares e comuns dentro das comunidades,
592como a da população negra e a participação do controle social. Como é que entra a
593participação dos conselhos distritais de saúde? Talvez eu não tenha prestado toda
594atenção devida, mas quero deixar esses exemplos para colaborar. Obrigado. O SR.
595HEVERSON VILLAR DA CUNHA (CDS Restinga): Boa noite. Gostaria de saber da
596representante da UFRGS se CEO do PACS está em funcionamento e de que maneira
597vamos agregar os trabalhadores em saúde, os alunos, os profissionais numa coisa que
598não está em funcionamento. Preciso saber sobre esse questionamento, se está
599funcionando e qual a equipe que existe lá. Segundo: qual é a área de atendimento dos
600projetos? Vi que estão bem definidos os distritos. Mas, há distritos e gerências que
601estão contemplados com quase nada. Como vamos resolver esse problema?
602Conforme foram sendo feitas as apresentações fui fazendo um mapinha da Cidade:
603Centro e Zona Sul, estão tranquilos, todo mundo está com saúde, não há problema
604nenhum. Chegou no morro da Glória já não me enxergaram do outro lado. Então, já vi
605como é que vai ser o negócio. Essa é uma situação. Na apresentação da Universidade
606de Ciências da Saúde apareceu a expressão “CRASS”, e não sei se está ligado à
607assistência social. Gostaria que isso ficasse esclarecido. Na apresentação da
608Christiane, quanto à readequação das unidades, gostaria de saber se isso não entra na
609lista de aplicação dos recursos para a reforma e ampliação da rede. Depois, se não
610estou enganado, não vi nada em relação ao relatório, ao acompanhamento e a
611avaliação. Se vão receber recursos públicos, devem mandar um relatório dizendo
612quanto é que recebeu, quanto foi gasto, quanto foi aplicado, quanto pagou por cada
613profissional. Não vi nada em relação a isso. Pelo que vi são cinco gerências. E as
614demais? Então quero pedir à Silvana, representante do Cardiologia, que está lá na
615Restinga, que não vá embora, porque acho que a coisa vai ficar ainda um pouco pior
616para aquela região. A SRA. LILIA: Quero comentar rapidamente a questão do projeto
617da Ciência da Saúde no Centro de Educação Continuada. Eu proponho uma mudança
44
4
618do titulo para Educação Permanente para entrar na lógica da política pública. Eu sei
619que vocês estavam escrevendo isso hoje à tarde, trabalhando em cima disso. É que eu
620acho que está contraditória a proposta do Ministério para as políticas públicas. O SR.
621HAMILTON PESSOA DE FARIAS (SIMPA): Boa-noite a todos. A minha pergunta é
622direcionada ao pessoal do IPA. Vi que vocês fizeram uma opção em torno da questão
623dos idosos na região que estão trabalhando. As outras universidades falaram e
624colocaram a saúde do escolar, optaram por uma faixa etária. A minha pergunta é sobre
625a possibilidade de ampliar esta faixa de atendimento englobando também o pessoal
626das escolas, porque, como professor, é uma coisa que se sente bastante a falta e é um
627trabalho necessário. O SR. PEDRO RIBEIRO (Conselho Distrital de Saúde
628Glória/Cruzeiro/Cristal): Quero continuar o que a Encarnacion e o Terres falaram com
629relação ao controle social. Desde o início da minha participação no Pró Saúde, tenho
630colocado que o controle social é um cenário de prática, assim como a gestão. Em
631função de toda esta discussão que lá no distrito se conseguiu, depois de quatro, cinco
632anos bater, um PET social trabalhando a questão da participação da comunidade que
633no princípio era uma chatice, mas que depois passou a ser um discurso aceito, e
634também um PET gestão. Porque o entendimento que se tinha, até com resistência dos
635próprios colegas da gestão, é que a gestão é naturalmente um campo de atuação da
636área da saúde. Este espaço significa um espaço de compartilhamento das propostas.
637Que se possa estar incluindo, se não agora, mas ao longo de todo este processo que
638não deve parar para podermos estar assimilando o que as distintas instituições estão
639propondo. Uma outra coisa que tem a ver com isso, que é algo mais da gestão e não é
640nem do Pró Saúde, mas que temos que incluir, é a visibilidade para a comunidade. A
641comunidade não são os pobres, mas o que é o comum. Temos um investimento muito
642grande nestes projetos, investimento de dinheiro, de pessoas, porque há muita gente
643envolvida e a população de modo geral não sabe. Os trabalhadores que não estão
644envolvidos não sabem. Acho que as instituições e a gestão têm que assumir para que
645os trabalhadores que não estão envolvidos saibam. Pois há muitos colegas que
646trabalham comigo que não sabem. É o que se costuma chamar de pauta positiva.
647Então, estamos fazendo uma coisa muito boa, estamos investindo muito, só que as
648pessoas não estão sabendo. As pessoas saberem o que está acontecendo na cidade
649significa saúde. Este é um desafio que eu costumo fazer via internet. Temos outras
650formas de comunicação para que a população de modo geral saiba. Nos postos de
651saúde não há nenhuma plaquinha dizendo que ali há pró saúde. Isso eu digo há quatro
652anos. Por isso, acho que temos que pensar nisso. A SRA. HELOISA ALENCAR
653(Assessora Técnica do Conselho Municipal de Saúde): Acho que faltou uma
654explicação a respeito do processo de construção destes projetos. O Ministério da
655Saúde lançou o edital em 15 de dezembro. Eles têm até o dia 15 de março para
656entregar. Período de férias. Todas as universidades, professores, alunos entram de
657férias. É um período difícil de trabalhar. Então, a Secretaria e o Conselho participando
658da Comissão Permanente de Integração, Ensino e Serviço. Tivemos como opção a
659ideia de trabalhar intensivamente nas férias de um ou de outro, participar praticamente
660de todas as reuniões, encontros e discussões no sentido de tentar compor um conjunto
661de projetos que pudesse atender a maior parte possível da cidade. Não tem toda a
662cidade, porque as universidades não cobrem o território da cidade. Mas elas têm um
663território e este território está vinculado a um processo antigo de regionalização. As
664universidade têm definido por este grupo, por esta comissão, um território do docente
665assistencial. Ele pode vir a ser modificado, há toda uma discussão atual na cidade de
666novos bairros, novas gerências, mas há dois anos para começar a trabalhar com este
667novo projeto. O recurso é público, há um edital com um monte de informações que
668foram perguntadas aqui, só que por ser muito grande não tinha como socializá-lo para
669o plenário. Este grupo trabalhou. Tínhamos nos projetos mais antigos PUC, UFRGS
45
4
670um comitê gestor local com representação de controle social que os conselheiros
671reclamaram com razão de não saberem, porque a maioria das coisas não era
672socializada. Foi a nossa proposição na comissão que deu um certo trabalho para
673compor, porque os coordenadores dos conselhos distritais dos territórios atendidos por
674cada projeto serão os representantes do Conselho de Saúde dos comitês gestores
675locais. Então, estas pessoas têm nomes e agora serão os responsáveis por
676socializarem no seu território as informações. As pessoas têm nome, CPF e RG. É a
677Encarnacion, a dona Vera, o Gilmar, a Marizete, o Gilberto, a dona Palmira, a Maria
678Angélica, a Sandra, o Ademir. É claro que as reuniões não aconteceram em todas as
679regiões, com o mesmo número. Algumas tiveram mais dificuldade que outras, porque
680entraram em férias coletivas, enquanto outras continuaram se reunindo. Então, foi um
681processo heterogêneo. Mas queremos dizer aqui que o projeto, que a proposta final foi
682muito boa, como alguém já disse aqui. Há problemas em algumas coisas e poderia ser
683melhor. Inclusive penso que há coisas para arrumar. Não sabemos se todos os
684projetos serão aprovados pelo Ministério da Saúde, se virão com cortes. Os comitês
685gestores locais definirão os cortes. Portanto, discutam e participem disso. Vamos
686mandar por e-mail a cópia destes projetos e, assim que forem aprovados, haverá
687reuniões e todos vão ter que começar a participar. Eu me inscrevi para explicar o
688processo, mas poderia ter sido melhor se tivéssemos mais tempo e não fosse, como
689sempre acontece no Ministério, ter que ser correndo. O SR. JOSÉ CARLOS
690(Coordenador Adjunto da Vigilância): Boa-noite a todos. Estou muito feliz, porque
691estamos vencendo um processo que está evoluindo muito rápido da academia para o
692sistema de saúde. Estou há 16 anos na Vigilância e ela sempre abriu as portas para
693campo de estágio, depois para o PET saúde e fizemos alguns projetos com algumas
694instituições. Agora, está aberto com o Pró Saúde que envolve não só a vigilância e a
695assistência estanque, mas todo o sistema de saúde municipal com participação até do
696próprio estado. Estamos trabalhando com urgências, com vigilâncias em saúde, com
697assistência dentro do território. Inclusive o IPA está se engajando neste novo processo.
698Eu ia começar a minha fala com a da Heloísa. Foi um processo rápido que envolveu
699muita gente, mas são quatro projetos envolvendo diversos territórios de Porto Alegre, e
700com quatro instituições de peso daqui do município. Críticas sempre vão existir, mas
701temos quatro projetos bem sustentáveis para apresentar ao Ministério. Obrigado. O
702SR. PAULO GOULART DOS SANTOS (Conselho Distrital de Saúde Noroeste):
703Nós, do conselho da Noroeste, estamos acompanhando. Fomos convidados desde a
704primeira vez pela Drª. Ana. O Gilberto foi designado para acompanhar o processo
705desde o início. Inclusive, na época, houve a indicação de um grupo de idosos, existente
706no Jardim Floresta, e o Dr. José Mário já fez contato com a Cláudia, que é a nossa
707agente comunitária, para participar também. A menina se enganou quando se
708pronunciou naquele momento. Não foi o conselho local que participou, mas o Conselho
709Distrital Noroeste. Obrigado. A SRA. SILVIA GIUGLIANI (Coordenadora do
710Conselho Municipal de Saúde): Como todo processo, ele vai ter um conjunto de
711situações que vai nos ensinar. Haverá lições o tempo todo. Acredito que temos que ter
712muita humildade para aprender, porque vai qualificando com o tempo. É um avanço
713este debate. Ter esta pauta no Conselho é um avanço. É a academia próxima,
714pensando a vida real. Desculpem-me por dizer isso, porque pode soar como
715brincadeira, mas às vezes, a academia está bastante distante do cotidiano onde muitos
716dos seus profissionais vão intervir. Falo isso da minha área, da psicologia, e de uma
717luta de trinta anos de incidir políticas públicas no currículo. E ainda não avançamos
718muito. Isso é um exercício que certamente vai depender também do nosso
719compromisso e da forma de ocupar este espaço. Com certeza, dentro da academia
720existem várias questões que são fáceis e outras não são fáceis, mas está andando, e
721dentro da política também. Há posição de todos os atores no sentido de reconhecer
46
4
722que está sendo um momento importante da política. Por isso, há lições para todos nós.
723Juntos vamos aprender muito mais se não nos isolarmos. Não é uma crítica, não é
724uma ressalva, mas me chamou a atenção – vou falar da saúde mental - dois projetos
725dispararam a questão de álcool e drogas. Os outros dois trataram a saúde mental de
726forma mais ampliada. Estou querendo dar um destaque, um holofote para o campo da
727saúde mental. Assim como algumas leituras, especialmente a última, relacionou com o
728contexto da região a questão do idoso. Penso que isso seja riquíssimo. É fundamental
729trabalharmos no campo a partir do que aquele território informa. As pessoas não estão
730ali apenas crescendo e fazendo aniversário, elas estão vivendo e construindo
731demandas e necessidades. Elas precisam existir para aquele corpo de serviços, de
732profissionais sensíveis ao seu pedido. Como ficou muito forte a questão de álcool e
733drogas, vou pedir licença a vocês, porque saúde mental é muito mais que isso. Vou
734usar uma imagem que vimos casualmente hoje, pois estávamos em um encontro sobre
735convivência familiar e comunitária, de um “iceberg” onde há uma pontinha que aparece,
736mas há um montão de coisas que está sustentando aquele “iceberg”. Acho que para
737todas as questões, não só na saúde mental, terão a sensibilidade em perceber que o
738que se apresentar como demanda, como pedido dentro de todo o universo de
739situações, de relações e contextos que as pessoas estão vivendo. Eu me inscrevi para
740valorizar os projetos e dizer que vai ser difícil, mas fundamental. A SRA. SÍLVIA
741GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde): O Secretário Marcelo
742Bósio quer dar um resposta ao Heverson. O SR. MARCELO BÓSIO (Secretário
743Municipal Adjunto da Saúde): Quanto ao CEO do PACS do Centro de Saúde Vila dos
744Comerciários: Heverson, o CEO foi inaugurado no dia 10 de março de 2011, portanto
745está funcionando há quase um ano. A SRA. SÍLVIA GIUGLIANI (Coordenadora do
746Conselho Municipal de Saúde): A Cristiane Rocha vai responder pela UFRGS. A
747SRA. CRISTIANE ROCHA (Curso de Saúde Coletiva da UFRGS): Vou falar pela
748Mirian que, em função de outro compromisso, teve de se ausentar. Anotei tudo que foi
749dito aqui e ouvi muitas contribuições interessantes. O tempo é exíguo e temos muita
750coisa a fazer ainda, mas agradeço a todos pelas contribuições, e também observando
751o projeto das outras universidades notamos algumas coisas que poderíamos fazer a
752mais. Quanto às temáticas dos projetos, que foi uma das provocações que nos fizeram,
753quando foram trazidos, pelo menos, três aspectos: a saúde da população negra, álcool
754e drogas – o edital não fala em álcool e drogas, fala em crack e álcool, não fala em
755drogas, só traz a questão do crack -, e também a questão do controle social. Na
756UFRGS, juntamente com os distritos, tentamos abarcar o máximo possível de
757questões, tanto é que fizemos vinte e um subprojetos. Isso com muitas dificuldades
758porque temos de ter vinte e um professores, cento e vinte e seis preceptores, não sei
759quantos alunos, dentro de uma realidade difícil. Tivemos também de fazer opções em
760função do nosso próprio corpo docente. Isso não quer dizer que estejamos sensíveis a
761determinadas questões. Vou levar novamente essas questões para o nosso grupo,
762porque ainda vamos nos reunir, mas tentamos avançar o máximo possível nas
763temáticas. As temáticas obrigatórias do edital, que devem constar, são vinte e três.
764Existe uma outra população que não foi referida aqui, talvez porque não tenha
765representantes, que é a indígena, mas nós temos essa responsabilidade, essa
766preocupação, não sei se poderemos dar conta de tudo, mas, como disse, é um
767processo onde estamos também aprendendo, com a inclusão de mais gente, mais
768preceptores e, sobretudo, mais alunos atentos a isso. Quanto à questão do pagamento
769dos profissionais: não estão relacionados no orçamento dos projetos, por determinação
770do edital, as bolsas, tanto dos preceptores, quanto dos tutores e alunos. A questão das
771bolsas, depois de os projetos estarem aprovados, automaticamente serão
772disponibilizadas. Quanto ao controle social, já conversamos com o Pedro e fizemos
773questão de fazer esse projeto em conjunto com o controle social. Apesar de não ser
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774frequentadora assídua do Conselho, vou tentar fazer a tutoria do projeto, o que será
775um enorme desafio. Espero fazer com muita seriedade e responsabilidade, em honra à
776história da construção do sistema de saúde público brasileiro. A UFRGS se
777compromete fazer o melhor de si. Em relação à importância do acompanhamento do
778relatório, da avaliação, estamos tentando colocar tudo isso. A Mirian não conseguiu
779apresentar, mas temos metas, indicadores e como é que vai ser feita a devolução para
780a comunidade. Então, sendo aprovados os projetos, espero que vocês fiquem atentos
781e nos cobrem, porque o sucesso vai depender de todos nós. Obrigada. A SRA.
782ANDRÉA BONAMIGO (Universidade Federal de Ciências da Saúde): Agradeço
783muito, mais muito mesmo, aos colegas da Universidade, e também agradeço a cada
784um de vocês pelas considerações feitas. Estamos aqui com cinco tutoras dos projetos
785que somos eu, Andréia, a Professora Daniele, a Professora Débora, e Professora
786Adriana, com práticas de há bastante tempo com trabalhos de serviços públicos, e
787também envolvidas com a população interessada nessas ações. Em relação à
788participação dos conselhos distritais a Maria Angélica tem sido a nossa parceira
789constante na região. Eu mesma participei de reuniões do Conselho Distrital e estamos
790ainda necessitando da indicação de um Conselheiro da região Norte/Eixo Baltazar. É
791importante e necessário que o controle social esteja pari passu com o desenvolvimento
792dos projetos na região. Em relação ao que falou um conselheiro sobre o processo de
793prestação de contas, o que é extremamente importante, quero dizer que estamos
794totalmente responsabilizados por essa questão. Assim como estamos com essa
795aproximação do controle social da Norte, os projetos, tão logo noticiados que
796aprovados, certamente a população da região Norte/Eixo Baltazar, ficará totalmente
797conhecedora, e teremos a presença do conselho gestor. Desejamos profundamente
798esse acompanhamento. Muito obrigada. A SRA. FLÁVIA THIESEN (PUC/RS):
799Respondendo aos questionamentos feitos: um dos nossos objetivos não é apenas para
800os alunos bolsistas. Precisamos que essa temática conste para os alunos no currículo,
801a importância da participação nessas representações, para todos os alunos e não
802apenas para os bolsistas. Quero dizer que o Seu Gilmar, a Dona Vera, a Dona
803Encarnación têm participado, mas estamos sem representação do Partenon, que não
804compareceu em nenhuma de nossas reuniões, não sei se está ocorrendo algum
805problema. Em relação à questão do retorno à comunidade dos trabalhadores, isso foi
806bastante discutido nas nossas reuniões, principalmente a questão do retorno aos
807trabalhadores, e por isso a ideia de criar o blog- porque realmente não podemos ter
808todo esse trabalho, ser utilizado esse investimento apenas pelos preceptores, mas que
809possamos socializar com todos os trabalhadores. Todas as capacitações que fazemos
810normalmente são abertas algumas vagas para que trabalhadores de outros serviços
811também possam vir e participar. Por isso também realizamos os nossos seminários
812itinerantes, para que aqueles que não estejam participando diretamente dos projetos
813entendam o que é o PET e PRO, porque a maior parte das pessoas não sabem. Por
814isso são importantes esses seminários itinerantes. Quanto ao retorno à comunidade é
815uma dificuldade que precisamos trabalhar, e por isso a avaliação é muito importante
816também, porque com a avaliação identificamos as fragilidades e verificamos o que
817podemos corrigir. Quanto ao pagamento: o Ministério coloca o valor da bolsa, mas
818quero lembrar que além dos relatórios semestrais temos a visita dos avaliadores do
819Ministério. É um estresse bem grande quando eles vêm, porque eles nos pedem
820muitos documentos, nos sabatinam, são bem rigorosos para que a gente mostre o que
821está sendo feito. Era isso e muito obrigada. A SRA. ALESSANDRA (IPA):
822Respondendo sobre a questão do controle social: nós temos o Gilberto, que está aqui e
823que compareceu a todas as reuniões. Em relação à questão do Hamilton, sobre a
824ampliação do projeto para contemplar outras faixas etárias, a partir das reuniões com a
825gerência, com o Conselho Distrital, e com os apontamentos da Secretaria Municipal de
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826Saúde, nós precisamos fazer algumas escolhas, até porque estaremos fazendo essa
827experiência pela primeira vez. A ideia é focarmos numa população para podermos
828avaliar o impacto das ações e acompanhar. Nesse momento foi uma escolha coletiva,
829e não temos pernas para ampliar. A ideia é que no próximo poderemos ampliar, porque
830temos muitas necessidades, e o centro universitário tem muito interesse em ampliar,
831mas no momento é uma questão de escolha mesmo. Temos a questão do
832professor/tutor, seis preceptores dos acadêmicos e o serviço preciso estar estruturado
833para atender à demanda do projeto. Em relação à divulgação, o Observatório de
834Vigilância é um observatório que vai estar voltado às questões de violência e
835fortalecimento dos direitos humanos. Está prevista a construção de um “site” que
836contenha as informações de todas as atividades. Além das atividades que estão
837envolvidas com a comunidade, vamos ter outros dispositivos de informática, de boletins
838e as próprias publicações e pesquisas que são formas de retorno à comunidade. Para
839nós é uma satisfação poder ocupar este espaço neste momento. E as contribuições
840são sempre muito importantes, porque vamos aprendendo com todo o processo.
841Então, todas as apresentações acrescentam. E as colocações também nos fazem
842pensar sobre algumas coisas em que, às vezes, pensamos tanto, e sobre umas em
843que não pensamos. Obrigada. A SRA. SILVIA GIUGLIANI (Coordenadora do
844Conselho Municipal de Saúde): Estamos cumprindo rigorosamente a nossa pauta.
845Com a palavra o conselheiro Humberto. O SR. HUMBERTO SCORZA (Usuário da
846Glória): Estou vivendo um momento muito feliz, porque recordo quando o reitor Hélgio
847Trindade levou uma unidade lá para dentro para homenagear, certamente com
848resistência inclusive de alguns professores e colegas que não entendiam que o povo
849participasse. Só se falava em extramuros e começaram a falar em ultramuros. Este é
850um momento privilegiado. E digo que estou de alma lavada. Quero dizer para vocês,
851que são bem mais jovens do que eu, principalmente quando se ouve alguém dizer que
852está de saco cheio e vai chutar o balde, que não desistam! Semeiem, semeiem! Se não
853colhermos, outros vão colher. O importante é continuar. Hoje é um dia de graça. A
854SRA. SILVIA GIUGLIANI (Coordenadora do Conselho Municipal de Saúde): Vamos
855passar à votação de cada instituição por vez, já que são quatro projetos. Os(as)
856conselheiros(as) que aprovam o Projeto da UFRGS se manifestem levantando o
857crachá. (Pausa) 25 votos a favor. Os(as) conselheiros(as) que não o aprovam se
858manifestem levantando o crachá. (Pausa) Nenhum voto contrário. Abstenções? 01
859abstenção. APROVADO o Projeto Pró-Saúde da UFRGS. Os(as) conselheiros(as)
860que aprovam o Projeto da UFCSPA se manifestem levantando o crachá. (Pausa) 25
861votos a favor. Os(as) conselheiros(as) que não o aprovam se manifestem levantando
862o crachá. (Pausa) Nenhum voto contrário. Abstenções? Nenhuma abstenção.
863APROVADO o Projeto Pró-Saúde da UFCSPA. Os(as) conselheiros(as) que aprovam
864o Projeto da PUC se manifestem levantando o crachá. (Pausa) 27 votos a favor.
865Os(as) conselheiros(as) que não o aprovam se manifestem levantando o crachá.
866(Pausa) Nenhum voto contrário. Abstenções? Nenhuma abstenção. APROVADO o
867Projeto Pró-Saúde da PUC. Os(as) conselheiros(as) que aprovam o Projeto do IPA
868se manifestem levantando o crachá. (Pausa) 25 votos a favor. Os(as) conselheiros(as)
869que não o aprovam se manifestem levantando o crachá. (Pausa) Nenhum voto
870contrário. Abstenções? Nenhuma abstenção. APROVADO o Projeto Pró-Saúde do
871IPA. Agradeço a presença de todos e declaro encerrada a sessão do Plenário às
87221h10min. Boa-noite.
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SÍLVIA GIUGLIANI
DJANIRA CORRÊA DA CONCEIÇÃO
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Coordenadora do CMS/POA
Vice-Coordenadora do CMS/POA
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