MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE
FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO
DAIANE CASTRO DIAS
DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA PARA
ELABORAÇÃO INTEGRADA DE ORÇAMENTOS,
CRONOGRAMAS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE
OBRAS
Rio de Janeiro
2013
INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA
DAIANE CASTRO DIAS
DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA PARA
ELABORAÇÃO INTEGRADA DE ORÇAMENTOS,
CRONOGRAMAS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE
OBRAS
Projeto de Fim de Curso apresentado ao Curso de
Graduação em Engenharia de Foritifcação e
Construção do Instituto Militar de Engenharia.
Orientadores: Luiz Augusto Cavalcante Moniz de
Aragão Filho – Maj QEM D.C.
Renata Albergaria de Mello Bandeira – Cap QEM
D.C.
Adriano de Paula Fontainhas Bandeira – Cap QEM
D.C.
Rio de Janeiro
2013
INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA
Praça General Tibúrcio, 80 – Praia Vermelha
Rio de Janeiro – RJ
CEP: 22290-270
Este exemplar é de propriedade do Instituto Militar de Engenharia, que poderá
incluí-lo em base de dados, armazenar em computador, microfilmar ou adotar qualquer
forma de arquivamento.
São permitidas a menção, reprodução parcial ou integral e a transmissão entre
bibliotecas deste trabalho, sem modificação de seu texto, em qualquer meio que esteja
ou venha a ser fixado, para pesquisa acadêmica, comentários e citações, desde que sem
finalidade comercial e que seja feita a referência bibliográfica completa.
Os conceitos expressos neste trabalho são de responsabilidade dos autores e dos
orientadores.
690
D541d
Dias, Daiane Castro.
Desenvolvimento de uma ferramenta para elaboração integrada
de orçamentos, cronogramas e especificações técnicas de obras/
Daiane Castro Dias; orientado por Luiz A. C. Moniz de Arargão
Filho, Renata A. de M. Bandeira e Adriano de P. F. Bandeira. -Rio de
Janeiro: Instituto Militar de Engenharia, 2013.
80f: il.
Projeto de Final de Curso. - Instituto Militar de Engenharia. Rio de Janeiro, 2013.
1. Engenharia de Fortificação e Construção – Projeto de Final
de Curso. 2. Construção Civil - Planejamento. 3. Edificações Planejamento. I. Aragão Filho, Luiz Augusto Cavalcante Moniz de.
II. Bandeira, Renata Albergaria de Mello. III. Bandeira, Adriano de
Paula Fontainhas. IV. Instituto Militar de Engenharia.
CDD 690
INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA
DAIANE CASTRO DIAS
DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA PARA
ELABORAÇÃO INTEGRADA DE ORÇAMENTOS,
CRONOGRAMAS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE OBRAS
Projeto de Final de Curso apresentado ao Curso de Graduação em Engenharia de
Fortificação e Construção do Instituto Militar de Engenharia.
Orientadores: Luiz Augusto Cavalcante Moniz de Aragão Filho – Maj QEM D.C.
Renata Albergaria de Mello Bandeira - Cap QEM D.C
Adriano de Paula Fontainhas Bandeira – Cap QEM D.C.
Aprovado em 18 de junho de 2013 pela seguinte Banca Examinadora:
___________________________________________________________________
Luiz Antônio Cavalcante Moniz de Aragão Filho – Maj QEM D.C.
___________________________________________________________________
Luiz Antônio Vieira Carneiro – TC QEM D.C.
___________________________________________________________________
Carlos Alexandre Bastos de Vasconcellos – Maj QEM D.C.
___________________________________________________________________
Marcelo de Miranda Reis – Maj QEM D.C.
Rio de Janeiro
2013
SUMÁRIO
LISTA DE ILUSTRAÇÕES ............................................................................................ 8
LISTA DE TABELAS ..................................................................................................... 9
RESUMO ....................................................................................................................... 10
ABSTRACT ................................................................................................................... 11
1
INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 12
1.1 Objetivo ................................................................................................................ 14
1.2 Justificativa do Tema ............................................................................................ 14
1.3 Metodologia .......................................................................................................... 15
1.4 Estrutura do Trabalho ........................................................................................... 16
2
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ............................................................................... 17
2.1 Projeto Básico ....................................................................................................... 17
2.2 Leis e Normativos Aplicáveis............................................................................... 18
2.2.1 Lei de Licitações e Contratos Administrativos – Lei n° 8.666/93 ................ 19
2.2.2 Lei de Diretrizes Orçamentárias .................................................................... 20
2.2.3 IG 50-03 ......................................................................................................... 23
2.2.4 IR 50-16 ......................................................................................................... 24
2.2.5 Normas para Orçamentação de Obras Militares do Exército ........................ 25
2.2.6 Leis e Resoluções Relativas à Profissão de Engenheiro................................ 26
3
GESTÃO DE PROJETOS ...................................................................................... 27
3.1 Definição de Projetos............................................................................................ 27
3.2 Gestão de Projetos ................................................................................................ 29
3.2.1 Gestão de Projetos na Construção Civil no Brasil ......................................... 29
3.3 Padrões Mundiais para Gestão de Projetos........................................................... 31
3.4 Project Management Institute (PMI) .................................................................... 33
3.4.1 Guia de Conhecimentos de Gestão de Projetos (PMBoK) ............................ 34
3.4.2 Grupos de Processo ....................................................................................... 35
3.4.3 Áreas de Conhecimento ................................................................................. 39
3.5 Planejamento na Gestão de Escopo ..................................................................... 42
3.6 Planejamento na Gestão de Prazo ......................................................................... 45
3.7 Planejamento na Gestão de Custos ....................................................................... 50
4
FLUXOGRAMA DO PROGRAMA ..................................................................... 53
4.1 Metodologia do programa .................................................................................... 53
4.1.1 Montagem das planilhas de composição ....................................................... 53
4.1.2 Montagem do banco de dados das composições existentes .......................... 56
4.1.3 Montagem da planilha de orçamento descritivo ............................................ 57
4.1.4 Montagem do arquivo de especificações técnicas ......................................... 59
4.1.5 Montagem do arquivo de cronograma físico-financeiro ............................... 61
4.2 Fluxograma das macros ........................................................................................ 62
4.2.1 Formatação da planilha de insumos .............................................................. 62
4.2.2 Planilha de composições ................................................................................ 64
4.2.3 Planilha Banco de Dados ............................................................................... 65
4.2.4 Planilha de orçamento ................................................................................... 65
4.2.5 Especificações técnicas.................................................................................. 66
4.2.6 Cronograma físico-financeiro ........................................................................ 66
5
TUTORIAL DO PROGRAMA .............................................................................. 67
5.1 Planilhas de composição ....................................................................................... 67
5.2 Planilha de Insumos .............................................................................................. 69
5.3 Planilha Banco de Dados ...................................................................................... 69
5.4 Geração do orçamento da obra ............................................................................. 71
5.5 Geração das especificações técnicas da obra ........................................................ 72
5.6 Geração do cronograma físico-financeiro da obra ............................................... 73
5.7 Limitações do programa ....................................................................................... 74
6
CONCLUSÃO ........................................................................................................ 75
6.1 Propostas de Atividades Futuras........................................................................... 76
7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................... 77
8
APÊNDICES .......................................................................................................... 81
8.1 Apêndice 1: Macro MONTAGEM _COMPOSIÇÃO ......................................... 81
8.2 Apêndice 2: Macro AUXILIAR 01 ...................................................................... 89
8.3 Apêndice 3: Macro BANCO DE DADOS ........................................................... 98
8.4 Apêndice 4: Macro AUXILIAR 2 ...................................................................... 101
8.5 Apêndice 5: Macro AUXILIAR 3 ...................................................................... 103
8.6 Apêndice 6: Macro LIST ALL FILE .................................................................. 109
8.7 Apêndice 7: Macro BOTÃO_ATUALIZAR ...................................................... 110
8.8 Apêndice 8: Macro ORÇAMENTO ................................................................... 111
8.9 Apêndice 9: Macro AUXILIAR 4 ...................................................................... 116
8.10 Apêndice 10: Macro AUXILIAR_CLASSES .................................................. 133
8.11 Apêndice 11: Macro ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ................................... 138
8.12 Apêndice 12: Macro CRONOGRAMA ........................................................... 143
8.13 Apêndice 13: Planilha Banco de Dados Atualizada ......................................... 157
8.14 Apêndice 14: Orçamento da obra de ampliação do CCOPAB – Cobertura do
Pavilhão de Ensino ................................................................................................... 163
8.15 Apêndice 15: Especificações Técnicas da obra de ampliação do CCOPAB –
Cobertura do Pavilhão de Ensino ............................................................................. 173
8.16 Apêndice 16: Cronograma físico-financeiro da obra de ampliação do CCOPAB
– Cobertura do Pavilhão de Ensino .......................................................................... 194
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
FIG. 1 - Principais características de um projeto............................................................ 28
FIG. 2 - Ciclo PDCA ...................................................................................................... 36
FIG. 3 - Mapeamento entre os grupos de processos de gerenciamento de projetos e o
ciclo PDCA ..................................................................................................................... 36
FIG. 4 - Resumo das iterações entre os grupos de processo (Guia PMBoK, 2009) ....... 38
FIG. 5 – Principais atividades dentro do processo de planejamento (Sotille, et. all, 2006)
........................................................................................................................................ 41
FIG.
6
-
Exemplo
de
EAP
(Fonte:
www.gestaodeprojetos10.blogspot.com.br/2009/06/eap-wbs.html) .............................. 44
FIG. 7 - Método do diagrama de precedência (Guia PMBoK, 2009) ............................ 47
FIG. 8 - Método do diagrama de setas. (Guia PMBoK, 2009) ....................................... 47
FIG. 9 - Gráfico de Gantt (Fonte: http://www.garantiadaqualidade.com.br) ................. 50
FIG. 10 - Base da planilha de composição ..................................................................... 54
FIG. 11 - Exemplo do preenchimento feito pelo usuário na planilha de composição
........................................................................................................................................ 55
FIG. 12 - Exemplo da planilha de composição pronta ................................................ 56
FIG. 13- Planilha "Banco de Dados" .............................................................................. 57
FIG. 14 - Planilha de orçamento descritivo .................................................................... 58
FIG. 15 - Exemplo de folha resumo de planilha de orçamento ...................................... 58
FIG. 16 – Folha do orçamento com composições detalhadas ........................................ 59
FIG. 17 - Arquivo Excel intermediário de especificações técnicas ................................ 60
FIG. 18 - Arquivo Word de especificações técnicas ...................................................... 60
FIG. 19 - Arquivo Excel intermediário de cronograma físico-financeiro ...................... 61
FIG. 20 - Arquivo de cronograma físico-financeiro ....................................................... 62
FIG. 21 – Planilha de recursos de cronograma físico-financeiro ................................... 62
FIG. 22 - Conversão da planilha de insumos de PDF para Excel .................................. 63
FIG. 23 - Planilha de insumos após formatação ............................................................. 64
FIG. 24 - Planilha da composição 73742/1 - Rodapé em mármore branco, espessura 7
cm ................................................................................................................................... 68
FIG. 25 - Banco de dados atualizado.............................................................................. 70
FIG. 26 - Folha-resumo da obra do CCOPAB ............................................................... 72
FIG. 27 - Especificações técnicas da obra do CCOPAB ................................................ 73
Figura 28 - Cronograma físico da obra do CCOPAB ..................................................... 74
LISTA DE TABELAS
TAB. 1 - Planilha Banco de Dados atualizada ............................................................. 157
TAB. 2 - Planilha de orçamento descritivo - CCOPAB ............................................... 163
TAB. 3 - Folha-resumo da obra do CCOPAB .............................................................. 171
TAB. 4 - Planilha auxiliar de especificações técnicas da obra do CCOPAB ............... 173
TAB. 5- Planilha de recursos da obra do CCOPAB ..................................................... 194
TAB. 6 - Lista de tarefas da obra do CCOPAB............................................................ 196
RESUMO
O presente trabalho tem por objetivo desenvolver uma ferramenta para a elaboração
integrada de orçamentos, cronogramas e especificações técnicas das atividades
executadas em obras de edificações com a finalidade de otimizar o planejamento da
construção e reduzir o tempo na execução dos projetos. Em um primeiro momento, é
realizada uma pesquisa de caráter bibliográfico e documental sobre diferentes
tecnologias de construção e sobre documentos que regulam as licitações no contexto
brasileiro, além de abordar alguns conceitos de planejamento, orçamentação e controle
de projetos e obras. Em um segundo momento, é elaborado um banco de dados de
especificações técnicas de serviços de engenharia para obras de edificações e de
orçamento dos diversos tipos de serviços e materiais utilizados em uma obra. Em um
terceiro momento, é desenvolvida uma estrutura de banco de dados de serviços de
engenharia, por meio do qual são elaborados semi-automaticamente orçamentos no
Microsoft Excel, cronogramas no Microsoft MS Project e especificações técnicas no
Microsoft Word através da utilização da programação em linguagem VBA. Por fim, é
apresentado um tutorial de utilização do programa, utilizando uma obra real de
engenharia como exemplo.
ABSTRACT
The present work aims to develop a tool for the development of integrated budgets,
schedules and technical specifications of activities performed on building projects in
order to optimize the construction planning and reduce time in the projects’ execution.
First, it is performed a search about different construction technologies and documents
that regulates bids in Brazilian context, in addition to addressing some concepts of
planning, budgeting and controlling projects and works. In a second step, it is compiled
a database of technical specifications for engineering services for building projects and
budget of services and materials used in a work. In a third phase, a database of
engineering services is developed, through which we made semi-automatically budgets
in Microsoft Excel, schedules in MS Project and technical specifications in Microsoft
Word by using the programming language VBA. Finally, we present a tutorial on using
the program, using a work of engineering as example.
1
INTRODUÇÃO
O procedimento necessário para a administração pública adquirir bens e serviços
é denominado licitação. O artigo 2° da Lei 8.666/93 estabelece como regra para a
contratação de obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações,
concessões, permissões e locações da Administração Pública, a realização de licitação
pública. A principal razão desse comando é possibilitar, por meio do princípio
constitucional da isonomia, a obtenção de maior número de propostas mediante a
ampliação do universo concorrencial e, em consequência, a seleção daquela mais
vantajosa para a Administração Pública.
A Lei 8.666/93 regula todas as etapas do processo licitatório, estabelecendo as
modalidades e tipos de licitação, regulando a abertura do processo administrativo, o
lançamento do edital, a habilitação, o julgamento, a classificação das propostas, a
ajudiação e a homologação da licitação, assim como as hipóteses de dispensa e
inexigibilidade de licitação.
De acordo com a referida lei, obras somente poderão ser licitadas quando houver
projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos
interessados em participar do processo licitatório. Entende-se por projeto básico o
conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para
caracterizar a obra ou o serviço objeto da licitação, elaborado com base nas indicações
dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado
tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do
custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução.
Segundo as Instruções Gerais para o Planejamento e Execução de Obras
Militares no Exército (IG 50-03), as obras militares de construção, ampliação e
adaptação só deverão ser postas em execução após terem seu projeto básico (plantas de
arquitetura, especificações e orçamentos) formalmente aprovado pela Diretoria de Obras
Militares. Desta forma, fica evidente a importância do projeto básico e de seus
componentes – plantas de arquitetura, especificações e orçamentos – no processo de
contratação de obras por parte da administração pública, em especial pelo Exército
Brasileiro.
A Especificação Técnica é um documento que deve trazer a solução escolhida de
forma a fornecer a visão global da obra e identificar todos os seus elementos
constitutivos, os tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar
à obra, além de suas especificações que assegurem os melhores resultados para o
empreendimento. Por sua vez, o orçamento detalhado do custo global da obra deve ser
fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados,
trazendo a composição de todos os seus custos unitários. Há ainda a Lei de Diretrizes
Orçamentárias de 2011 (Lei nº 12.309), a qual estabelece que, no caso de adoção do
regime de empreitada por preço global, deve ser adotado o Sistema Nacional de
Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) como referência para o
preço global orçado.
Outra ferramenta de planejamento importante para o acompanhamento e
fiscalização da execução de obras públicas é o cronograma físico-financeiro. Um
cronograma é a representação gráfica da execução de um projeto, indicando os prazos
em que deverão ser executadas as atividades necessárias, mostradas de forma lógica
para que o projeto termine dentro de condições previamente estabelecidas (Limmer,
1997). Assim, os cronogramas permitem acompanhar o desenvolvimento físico dos
serviços e efetuar as previsões de quantitativos de mão-de-obra, materiais e
equipamentos, além de permitir que se determine o faturamento a ser feito ao longo da
execução da obra.
Devido à importância da especificação técnica, do orçamento e do cronograma
físico-financeiro para a atividade de fiscalização, monitoramento e controle de obras de
edificações, o presente trabalho pretende desenvolver uma ferramenta para a elaboração
integrada destes elementos, utilizando a programação em VBA (Visual Basic for
Applications) no ambiente do sistema Excel do pacote MS Office.
O VBA é uma ferramenta utilizada por mais de três milhões de desenvolvedores
nos programas do Microsoft Office. Trata-se de uma tecnologia de desenvolvimento
para criar aplicativos empacotados do lado cliente (desktops) e integrá-los aos dados e
sistemas existentes. Este ambiente de desenvolvimento está disponível através do Office
Developer Edition e permite a criação de customizações que posteriormente serão
executadas nos aplicativos MS Word e MS Excel. Essa linguagem de programação é
utilizada para automatizar tarefas e rotinas repetitivas, envolvendo os diversos
elementos do banco de dados (tabelas, consultas, formulários, relatórios, folhas de
dados, macros e módulos).
Ele oferece um conjunto de ferramentas que permitem criar aplicações
personalizadas com base nos elementos dos programas do Office, como acessar dados
de uma ou mais planilhas, manipulação de objetos, criação de funções definidas pelo
usuário, definição de condições e controle de fluxo e realização de cálculos complexos e
soluções de problemas que envolvam uma lógica complexa. Uma de suas principais
vantagens é a possibilidade de manipulação das aplicações usando o DDE (Dynamic
Data Exchange – Intercâmbio Dinâmico de Dados), um protocolo para troca de
informações entre aplicativos do Windows.
O VBA substituiu e ampliou a capacidade das linguagens anteriormente
disponíveis como programação de macro, as quais além de serem proprietárias, não
eram completas. Devido a sua flexibilidade e abrangência, programas de terceiros tais
como AutoCad, MathCad e WordPerfect o incorporaram por completo ou parcialmente.
As possibilidades de sua utilização são inúmeras e a dinamicidade dos negócios pode
ser grandemente implementada nas aplicações.
1.1 Objetivo
Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma ferramenta para a elaboração
integrada de orçamentos, cronogramas e especificações técnicas das atividades
executadas em obras de edificações. Dentro do ambiente do sistema Excel do pacote
MS Office, o trabalho proporá a estrutura de um banco de dados de serviços de
engenharia facilmente manipulável, a partir de onde poderão ser elaborados semiautomaticamente orçamentos no Excel, cronogramas no MS Project e especificações
técnicas no MS Word através da utilização da programação em VBA (Visual Basic for
Applications).
1.2 Justificativa do Tema
O planejamento de uma obra consiste na organização para a posterior execução.
A elaboração de orçamentos, especificações técnicas dos serviços e a programação são
etapas do planejamento de uma obra. O orçamento contribui para a compreensão das
questões econômicas e a programação é relacionada com a distribuição das atividades
no tempo. Já as especificações técnicas são o detalhamento dos materiais e dos
procedimentos de execução dos diversos serviços relacionados à obra, sendo essenciais
para delimitação do escopo do projeto.
Cada projeto de serviços ou obras de construção civil apresenta características
ímpares que devem ser consideradas caso a caso, como por exemplo, padrão de
acabamento, concepção estrutural, custos locais e prazos para conclusão. Dessa forma, é
fundamental que sejam adotadas durante o processo de construção todas as medidas
para se evitar eventuais falhas ou erros. Não é raro o surgimento de falhas que pareciam
inicialmente de pequeno vulto, mas que causam efeitos ou prejuízos de grandes
dimensões.
Assim, a correta organização e utilização dos documentos em obras é
fundamental para o sucesso na construção civil. Existe uma grande quantidade de
informações a serem registradas e não é possível atingir a qualidade do produto sem o
correto planejamento e um rígido monitoramento e controle destas informações.
Utilizando uma ferramenta que integre o orçamento da obra com suas
especificações técnicas e com seu cronograma, torna-se possível otimizar o
planejamento da construção e reduzir o tempo na execução dos projetos. A ferramenta
proposta visa aumentar a eficiência do engenheiro na elaboração de projetos básicos de
obras e serviços de engenharia, evitando trabalhos repetitivos e erros de
incompatibilidade entre os elementos do projeto.
1.3 Metodologia
Este trabalho pode ser classificado quanto aos fins como uma pesquisa aplicada
(Vergara, 2009), por ser motivada pela necessidade de resolver problemas concretos
enfrentados por engenheiros civis e de fortificação e construção no planejamento de
obras e serviços da construção civil, em especial, na elaboração de projetos básicos.
A elaboração deste trabalho foi dividida em três etapas. Primeiramente, foi
realizada uma pesquisa de caráter bibliográfico e documental sobre diferentes
tecnologias de construção, a fim de elaborar um banco de dados de especificações
técnicas e de orçamentos. Além disso, realizou-se uma revisão bibliográfica sobre os
conceitos de planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras, considerando
os documentos que regulam as licitações, no contexto brasileiro, e as composições de
preços.
Em um segundo momento, foi elaborado um banco de dados de especificações
técnicas de serviços de engenharia para obras de edificações e de orçamento dos
diversos tipos de serviços e materiais utilizados em uma obra.
Enfim, desenvolveu-se uma estrutura de um banco de dados de serviços de
engenharia, por meio do qual poderão ser elaborados semi-automaticamente orçamentos
no Microsoft Excel, cronogramas no Microsoft MS Project e especificações técnicas no
Microsoft Word através da utilização da programação em linguagem VBA.
1.4 Estrutura do Trabalho
O trabalho é estruturado da seguinte forma. No Capítulo 2, é apresentada uma
revisão bibliográfica sobre os conceitos gerais de planejamento e controle de uma obra,
além de uma exposição das principais normas e leis aplicáveis com relação a obras
públicas e militares. No Capítulo 3, é apresentada uma revisão bibliográfica sobre
gestão de projetos e sua aplicação na construção civil no Brasil, além de uma exposição
dos padrões mundiais, explicitando o Project Management Institute (PMI) e o Guia
PMBoK. No Capítulo 4, é apresentado o fluxograma do programa, descrevendo todas as
etapas das macros e a metodologia seguida para montagem do programa. No Capítulo 5,
é apresentado um tutorial do programa, fornecendo informações de como o usuário deve
manipulá-lo. Para isso, é utilizada uma obra real de engenharia como exemplo a fim de
descrever todos os procedimentos de utilização do programa. No Capítulo 6, é feita uma
conclusão, explicitando os benefícios da ferramenta elaborada e propostas de atividades
futuras para melhoria do programa. Por fim, são apresentadas as referências
bibliográficas utilizadas e os apêndices do trabalho, os quais contêm as linhas de código
de todas as macros do programa comentadas e a exemplificação de utilização do
programa.
2
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Este capítulo aborda o conceito de projeto básico, e traz uma análise sobre as leis
e normativos que regem o processo licitatório no Brasil e que são aplicáveis à
contratação de serviços e obras de engenharia por parte da administração pública no
país. Também é apresentada uma síntese de algumas instruções que regem a licitação e
a contratação de obras militares por âmbito do Exército Brasileiro.
2.1 Projeto Básico
Segundo a Lei n° 8.666/93, o projeto básico é definido como “o conjunto de
elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado para caracterizar
uma obra ou um serviço, elaborado com base nas indicações do estudo preliminar, que
possibilite a avaliação do seu custo e a definição dos métodos construtivos e do prazo de
sua execução.”
O projeto básico deve representar uma projeção detalhada da futura contratação,
abordando todos os ângulos de possível repercussão para a Administração. Devem ser
abordadas questões técnicas, financeiras, prazos, reflexos ambientais, etc. O projeto
básico não se destina a disciplinar a execução da obra ou do serviço, mas demonstrar a
viabilidade e a conveniência de sua execução. Deve evidenciar que os custos são
compatíveis com as disponibilidades financeiras; que todas as soluções técnicas
possíveis foram cogitadas, selecionando a mais conveniente; que os prazos para
execução foram calculados e que os reflexos para o meio ambiente foram analisados.
Entretanto, a Lei n° 8.666/93 define apenas que o projeto básico depende da natureza do
objeto a ser licitado, mas não impõe regras rígidas sobre seu conteúdo. Conclui-se
apenas que deve ser tanto mais complexo e minucioso na medida em que assim exija o
objeto da futura contratação.
Mesmo que a Lei não defina exatamente os objetos que devem constar no
Projeto Básico, há alguns itens que constam em todo projeto básico licitado no âmbito
do Exército Brasileiro, pois a Diretoria de Obras Militares (DOM), órgão de apoio
técnico do Departamento de Engenharia de Construção (DEC) incumbido de
superintender no âmbito do Exército Brasileiro as atividades de construção, ampliação,
reforma e remoção de instalações relacionadas a obras militares, define o que deve
haver em um projeto básico para obras licitadas dentro do Exército Brasileiro. Segundo
as IR 50-16, o projeto básico como objeto de análise e aprovação da DOM é constituído
dos seguintes elementos: memórias descritiva e justificativa, programa de arquitetura,
especificações técnicas de materiais e serviços, orçamento descritivo, plantas de
situação e locação, plantas baixas, cortes, fachadas, planta de cobertura e lay-out, além
de plantas de pontos de instalação elétrica, telefone, hidrossanitárias, gás e lógica.
As especificações técnicas descrevem de forma precisa, completa e ordenada os
materiais e os procedimentos de execução a serem adotados na construção. Tem como
finalidade complementar a parte gráfica do projeto. São muito importantes para o bom
andamento da obra, pois a quantidade de informações a serem gerenciadas ao longo da
obra facilmente provoca confusão, esquecimento ou modificações de critérios. A
definição clara da qualidade, tipo e marca dos materiais é fundamental, assim como a
forma de execução dos serviços. A base deste trabalho é o Caderno de Encargos da
PINI, uma vez que este é o padrão adotado por parte da Diretoria de Obras Militares.
Foram utilizados também arquivos de especificações técnicas de obras militares
anteriores.
O orçamento é uma previsão ou uma estimativa do preço da obra. Todo projeto
básico deve conter uma discriminação orçamentária da obra, a qual consiste na relação
dos serviços ou atividades a serem executadas. Os serviços listados devem ser
codificados e agrupados de acordo com critérios lógicos, de acordo com o tipo de
serviço, a sequência de execução, os materiais empregados, etc.
Na elaboração dos orçamentos de obras, os custos diretos e os benefícios de
despesas indiretas (BDI) determinam o preço final de uma obra. O primeiro é definido
em função das especificações dos materiais e das normas de execução dos serviços
constantes nos projetos, nos memoriais descritivos e no caderno de encargos. O segundo
é um componente aplicado sobre o custo direto com vistas a contemplar as despesas
indiretas e o lucro da construtora.
2.2 Leis e Normativos Aplicáveis
Os dispositivos que regem o processo licitatório para a contratação de obra
pública não se restringem à Lei n° 8.666/93. Qualquer responsável pela condução desse
tipo de processo deve saber o conjunto normativo que estabelece diretrizes relativas a
procedimentos, preços, responsabilidade e estudos técnicos. No âmbito de obras
públicas em geral, tem-se como leis que contém as principais diretrizes a Lei n°
8.666/93 e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Há ainda algumas instruções que regem a
licitação e contratação de obras militares dentro do Exército Brasileiro, quais são a IG
50-03, a IR 50-16 e a NOROM. Além dessas, há leis e resoluções relativas à profissão
de engenheiro, as quais mostram a responsabilidade exercida pelo engenheiro em cada
projeto assinado e em cada obra executada.
2.2.1 Lei de Licitações e Contratos Administrativos – Lei n° 8.666/93
Licitação é o procedimento necessário para que a administração pública adquira
bens e serviços e venda bens que não lhe servem mais, com o objetivo de obter a
proposta mais vantajosa, com igualdade de condições a todos os concorrentes que
participarem do processo licitatório.
Para regular todas as etapas do processo licitatório, foi criada em 1993 a Lei de
Licitações (Lei n° 8.666/93). Ela é o instrumento jurídico que dita todas as regras gerais
que devem ser cumpridas pelos órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) ao
contratarem bens e serviços. Ela estabelece as modalidades e tipos de licitação, regula a
abertura do processo administrativo, o lançamento do edital, a habilitação, o
julgamento, a classificação das propostas, a adjudiação e a homologação da licitação,
assim como as hipóteses de dispensa e inexigibilidade de licitação.
A Lei n° 8.666/93 define alguns princípios a serem seguidos durante a licitação
de algum serviço: Princípio da Legalidade e Competência Vinculada, Princípio da
Proporcionalidade, Princípio da Impessoalidade e da Objetividade do Julgamento,
Princípio da Moralidade e da Probidade, Princípio da Publicidade, Princípio da
Economicidade. Com isso, o processo de licitação torna-se justo para todos os
concorrentes e possibilita que a Administração Pública escolha a proposta mais
vantajosa.
O que define a modalidade de licitação a ser utilizada é o tipo de bem a ser
licitado e o valor total da aquisição pretendida pelo Poder Público. A Lei de Licitações
estabelece algumas modalidades, quais sejam: concorrência, tomada de preços, convite,
concurso, pregão e leilão. A concorrência de preços é para obras e serviços de
engenharia acima de R$ 1.500.00,00. Devido aos altos valores envolvidos, a
concorrência é usada para grandes obras e é a modalidade que impõe mais exigências
para habilitação das empresas concorrentes.
Além das modalidades do processo, a Lei define os critérios de julgamento das
propostas dos participantes: menor preço, melhor técnica, melhores técnica e preço e
maior lance ou oferta. O tipo “menor preço” é o mais utilizado nas licitações. Ele é o
critério básico de comparação de propostas. Obras e serviços de engenharia só podem
ser julgados pelo critério de menor preço.
O processo licitatório é iniciado com a abertura do processo administrativo. A
partir daí, há uma fase interna, administrativa, a qual ocorre dentro do órgão contratante,
e uma fase externa, onde entram em cena as empresas concorrentes. Na fase interna, é
elaborado o orçamento da obra e a elaboração do edital/convite. O edital é o
instrumento convocatório da licitação. Nele está o objeto a ser licitado, os requisitos de
participação, a documentação exigida, o valor estimado da contratação, o prazo para
apresentação da proposta, o local de entrega dos envelopes e todos os detalhes
necessários para a empresa entrar na licitação. Além disso, deve ter o memorial
descritivo, projeto básico ou executivo e especificações técnicas, a minuta do contrato, o
orçamento em planilhas (quantitativos e preços unitários dos serviços de engenharia) e
modelos de declarações, atestados, etc.
Na fase externa, é feita a entrega dos documentos e propostas das empresas, suas
habilitações, o julgamento, a homologação, a adjudiação e por fim a contratação.
Seguindo-se todos os parâmetros que constam na Lei e obedecendo aos itens do projeto,
é possível entregar uma obra limpa, justa e no prazo proposto.
2.2.2 Lei de Diretrizes Orçamentárias
Todo o processo orçamentário tem sua obrigatoriedade estabelecida na
Constituição Federal, art. 165, que determina a necessidade do planejamento das ações
do governo por meio do Plano Plurianual de Investimentos (PPA), da Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Na esfera federal, o Governo ordena suas ações com a finalidade de atingir
objetivos e metas por meio do PPA, um plano de médio prazo elaborado no primeiro
ano de mandato do presidente eleito, para execução nos quatro anos seguintes. O PPA é
instituído por lei, estabelecendo, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas
da Administração Pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para
aquelas referentes programas de duração continuada. O orçamento anual visa
concretizar os objetivos e metas propostas no PPA, segundo as diretrizes estabelecidas
pela LDO.
A LDO tem a finalidade de orientar a elaboração dos orçamentos fiscal e da
seguridade social e de investimento das empresas estatais. Busca sintonizar a Lei
Orçamentária Anual - LOA com as diretrizes, objetivos e metas da administração
pública, estabelecidas no PPA. Ela contém as diretrizes orçamentárias da União para o
ano seguinte compreendendo as metas e prioridades da administração pública federal, a
estrutura e organização dos orçamentos, as diretrizes para elaboração e execução dos
orçamentos, as disposições relativas à dívida pública federal, às transferências e a
despesas com pessoal e encargos sociais, os custos de obra e serviços de engenharia e as
disposições sobre transferência.
A partir da LDO de 2003, o Sinapi é citado como fonte de referência. O artigo
93 da Lei de 2003 afirma que “os custos unitários de materiais e serviços de obras
executados com recursos dos orçamentos da União não poderão ser superiores a 30%
àqueles constantes do Sistema Nacional de Pesquisas de Custos e Índices da Construção
Civil (Sinapi), mantido pela Caixa Econômica Federal”. Além disso, afirma que
somente em condições especiais, devidamente justificadas, os custos poderão superar o
limite estipulado. Para isso, foi necessário que a Caixa Econômica Federal se
comprometesse a ampliar os tipos de empreendimentos abrangidos pelo sistema, a fim
de contemplar os principais tipos de obras públicas contratadas.
A LDO de 2004 muda a forma como o Sinapi será adotado. O artigo 101 da Lei
de 2004 afirma que os custos unitários de materiais e serviços de obras executadas com
recursos dos orçamentos da União não poderão ser superiores à mediana daqueles
constantes do Sinapi e que os custos somente poderão ultrapassar o limite fixado em
condições especiais devidamente justificativas em relatório técnico circunstanciado e
aprovados por autoridade competente, sem prejuízo da avaliação dos órgãos de controle
interno e externo.
A LDO de 2005 mantém as mesmas regras da LDO de 2004 com relação ao
Sinapi.
A LDO de 2006 mantém as mesmas regras da LDO de 2004, acrescentando
apenas que as informações do Sinapi devem ser disponibilizadas na Internet e que os
casos não abrangidos no sistema poderão ser formulados através do Custo Unitário
Básico – CUB, divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil.
A LDO de 2007 mantém as mesmas regras da LDO de 2006 com relação ao
Sinapi.
A LDO de 2008 mantém as mesmas regras da LDO de 2006, acrescentando no
artigo 115 que a inclusão de dados no Sinapi deve ser feita até o mês de junho e que a
Fundação Nacional de Saúde pode utilizar sistema de custos próprio, baseado em
coletas regionais periódicas, os quais devem ser informados à Caixa Econômica Federal
para inclusão no Sinapi.
A LDO de 2009 modifica um pouco as regras com relação ao Sinapi. O artigo
109 diz que “o custo global de obras e serviços executados com recursos e orçamentos
da União será obtido a partir de custos unitários de insumos ou serviços iguais ou
menores que a mediana de seus correspondentes no Sinapi, mantido e divulgado, na
internet, pela Caixa Econômica Federal”. A Lei diz ainda que “nos casos em que o
SINAPI não oferecer custos unitários de insumos ou serviços, poderão ser adotados
aqueles disponíveis em tabela de referência formalmente aprovada por órgão ou
entidade da administração pública federal, incorporando-se às composições de custos
dessas tabelas, sempre que possível, os custos de insumos constantes do SINAPI”. Além
disso, o órgão que aprovar a tabela de custos unitários deve divulgar na Internet e
encaminhar à Caixa Econômica. Da mesma forma que nas Leis dos anos anteriores,
somente em condições especiais devidamente justificadas os custos unitários podem
exceder o limite fixado. A Lei ainda dita regras para o projeto básico. Segundo o artigo
109, devem constar no projeto básico a anotação de responsabilidade técnica e
declaração expressa do autor das planilhas orçamentárias, quanto à compatibilidade dos
quantitativos e dos custos constantes de referidas planilhas com os quantitativos do
projeto de engenharia e os custos do SINAPI. Finalmente, o último parágrafo afirma
que “a diferença percentual entre o valor global do contrato e o obtido a partir dos
custos unitários do SINAPI não poderá ser reduzida, em favor do contratado, em
decorrência de aditamentos que modifiquem a planilha orçamentária”.
A LDO de 2010 acrescenta outro sistema como base. No caso de obras e
serviços rodoviários, os custos globais de obras são obtidos a partir de custos unitários
de insumos ou serviços menores ou iguais à mediana de seus correspondentes na tabela
do Sistema de Custos de Obras Rodoviárias (SICRO). Além disso, acrescenta que “em
obras cujo valor total contratado não supere o limite para Tomada de Preços, será
admitida variação máxima de 20% (vinte por cento) sobre os custos unitários de que
trata o caput deste artigo, por item, desde que o custo global orçado fique abaixo do
custo global calculado pela mediana do SINAPI”. São adotados também na elaboração
dos orçamentos de referência os custos constantes das tabelas do SINAPI e SICRO
locais e, subsidiariamente, as de maior abrangência. A Lei de 2010 acrescenta ainda
como montar o preço de referência, resultante da composição do custo unitário direto do
SINAPI ou da SICRO acrescido do percentual de Benefícios e Despesas Indiretas (BDI)
incidente, o qual deve estar demonstrado na proposta do fornecedor.
A LDO de 2011 mantém a regra básica para composição de custos da LDO de
2010, excetuando apenas os itens caracterizados como montagem industrial ou que não
possam ser considerados como de construção civil. Entretanto, a Lei de 2011 não
impede que a Administração Federal desenvolva novo sistema de preços, desde que a
adoção dos outros sistemas adotados seja incompatível. Caso isso ocorra, deve ser
demonstrada por justificação técnica elaborada pelo órgão mantenedor do novo sistema,
o qual deve ser aprovado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e
divulgado pela internet. Caso não haja itens constantes nos sistemas de referência
adotados, os custos são apurados por meio de pesquisa de mercado e justificados pela
Administração. Além disso, na elaboração dos orçamentos de referência, são adotadas
variações locais dos custos, desde que constantes do sistema de referência utilizado. A
LDO de 2010 acrescenta ainda a necessidade de evidenciação da composição do BDI, a
qual deve constar no mínimo taxa de rateio da administração central, percentuais de
tributos incidentes sobre o preço do serviço, excluídos aqueles de natureza direta e
personalística que oneram o contratado, taxa de risco, seguro e garantia do
empreendimento e taxa de lucro.
A LDO de 2012 mantém as mesmas regras da LDO de 2011, acrescentando
apenas uma definição de composição de custos. O parágrafo 8 do artigo 125 afirma que
“Entende-se por composições de custos unitários correspondentes, a que se refere
o caput deste artigo, aquelas que apresentem descrição semelhante a do serviço a ser
executado, com discriminação dos insumos empregados, quantitativos e coeficientes
aplicados”.
2.2.3 IG 50-03
As IG 50-03 são as “Instruções Gerais para o Planejamento e Execução de Obras
Militares no Exército”, aprovadas na Portaria n° 073 de 27 de fevereiro de 2003. Estas
Instruções têm por finalidade sistematizar o planejamento e disciplinar a execução das
obras militares; estabelecer as atribuições dos diversos órgãos e comandos para a
elaboração e aprovação de planejamento, programação, planos diretores das
organizações militares (PDOM), programas e projetos de engenharia das obras
militares; estabelecer as atribuições das organizações militares (OM) no que se refere a
atividades de obras e serviços de engenharia e uniformizar conceitos relacionados a
obras militares. No âmbito do Exército, é o Departamento de Engenharia e Construção
(DEC) o órgão de direção setorial incumbido de superintender a função logística de
engenharia relacionada a obras militares.
Elas contêm informações sobre o planejamento e a programação de obras
militares, as atribuições de cada setor, as prescrições para os programas e planos
diretores, as prescrições e normas para elaboração de projetos e para execução das
obras. Contém ainda um glossário de termos usados nas obras militares, um calendário
geral, um programa para PNR e alguns modelos de fichas.
Segundo essas Instruções, o planejamento e a programação de obras militares se
desenvolvem a partir do levantamento das necessidades específicas segundo projetos da
Lei Orçamentária, que comporão o Plano de Obras Anual. É a Diretoria de Obras
Militares (DOM) a responsável por elaborar anualmente o Plano de Obras Anual, o qual
será submetido à aprovação do DEC. As Instruções Gerais (IG) são complementadas
por Instruções Reguladoras (IR) e Normas (N) a serem elaboradas pela DOM e
aprovadas pelo DEC.
2.2.4 IR 50-16
As IR 50-16 são as “Instruções Reguladoras para a Elaboração, a Apresentação,
e a Aprovação de Projetos de Obras Militares no Comando do Exército”, aprovadas na
Portaria n° 006-DEC, de Dezembro de 2004. Estas Instruções Reguladoras têm por
finalidade regular a elaboração, a apresentação e a aprovação de projetos de obras
militares, estabelecer atribuições e responsabilidades, uniformizar conceitos e
padronizar formas e procedimentos relativos aos citados projetos.
Estas Instruções trazem informações sobre todas as etapas do projeto e o que
cada uma deve conter: estudos preliminares, anteprojeto, projeto básico e projeto
executivo. Além disso, os anexos contêm modelos para identificação e conteúdo das
pastas do processo para análise e aprovação do projeto básico, de folha resumo para
aprovação de projetos, o programa de arquitetura, a itemização das especificações
técnicas de projetos, o carimbo para plantas do projeto, parâmetros para projetos
arquitetônicos em função dos climas predominantes no Brasil, orientações para
elaboração de desenhos em plantas e cálculos de área equivalente de construção.
Segundo a IR 50-16, cabe às comissões regionais de obras/serviços regionais de
obras (CRO/SRO) a atribuição e a responsabilidade pela realização dos estudos
preliminares das obras sob seu encargo, além de ter a responsabilidade de acompanhar e
orientar a execução dos EIA-RIMA. A elaboração do anteprojeto também é atribuição e
responsabilidade das CRO/SRO, que o submete à análise e parecer técnico da Diretoria
de Obras Militares (DOM). O mesmo deve conter levantamento topográfico, memórias,
plantas de anteprojeto, especificações técnicas resumidas e uma estimativa de custos.
O projeto básico é elaborado pelas CRO/SRO, conforme estas Instruções e
normas específicas e submetido à análise e aprovação da DOM. O projeto básico de
obras militares atende a alguns requisitos que não constam na Lei 8666/93 e nas IG 5003, tais como conforto e higiene em locais determinados, segurança e utilidade,
principalmente no que esteja relacionado a vilas militares e próprios nacionais
residenciais (PNR). Para aprovação da DOM, o projeto básico deve conter memórias
descritiva e justificativa, programa de arquitetura, especificações técnicas de materiais e
serviços, orçamento descritivo, planta de situação e locação, plantas baixas, cortes,
fachadas, detalhes e plantas de pontos de instalações elétricas, telefone, gás, lógica, etc.
O projeto executivo segue as mesmas prescrições contidas na Lei 8.666/93 e nas
IG 50-03 e fica sob responsabilidade dos respectivos autores e das CRO/SRO. O mesmo
contém além do projeto básico, projetos complementares, constituídos de memórias de
cálculo e plantas.
2.2.5 Normas para Orçamentação de Obras Militares do Exército
As NOROM são as “Normas para Orçamentação de Obras Militares do
Comando do Exército”, aprovadas na Portaria n°001-DEC, de 18 de Abril de 2005. Tem
por finalidade regular o processo de elaboração, apresentação e aprovação de
orçamentos de obras militares, estabelecer atribuições e responsabilidades, uniformizar
conceitos e padronizar formas e procedimentos de orçamentos de obras militares.
A NOROM contém, além de atribuições, metodologia, análise e aprovação de
orçamentos e despesas indiretas, ela contém anexos com documentos padrões a serem
preenchidos. Há modelos e instruções para preenchimento de folhas resumo de
orçamento descritivo, de planilhas analíticas, de fichas de composição de custo unitário
de serviço, de parecer de aprovação de orçamento, de discriminação orçamentária. Há
também tabelas de quantificação de serviços, de pesos e volumes de materiais, de
produção, de encargos sociais na construção civil, de distribuição percentual dos custos
dos serviços de construção e de custos de instalação e de honorários.
Segundo essas Normas, há dois órgãos cujas atribuições estão relacionadas à
orçamentação de obras militares: a DOM e a CRO/SRO. Em resumo, compete à DOM
conduzir as atividades relacionadas ao estudo, à elaboração, à análise e à aprovação de
orçamento das obras militares e ao acompanhamento dos índices da construção civil,
além de gerenciar e superintender todas as atividades relacionadas a obras militares no
SINAPI. Já as CRO/SRO tem como atribuição elaborar e submeter à aprovação da
DOM os orçamentos de projetos básicos e orçamentos referentes a termos aditivos a
contrato em andamento.
A NOROM indica ainda a metodologia a ser seguida para a orçamentação. O
sistema de obras militares segue a metodologia de orçamentação do SINAPI, o qual é
um sistema computacional desenvolvido pela Caixa Econômica Federal. O SINAPI
calcula custos para projetos residenciais e comerciais, relacionando os serviços
desenvolvidos durante a execução de uma obra. Para o preenchimento das planilhas
orçamentárias, os custos unitários de serviços devem estar compatíveis com os valores
de referência indicados pelo SINAPI. Caso não haja valor de referência no SINAPI,
mediante justificativa, são adotados valores de referências obtidos a partir de outras
fontes. O SINAPI adota o valor de 122,88% como percentual médio de encargos sociais
aplicados à mão-de-obra dos trabalhadores da construção civil, aplicados às horas
efetivamente trabalhadas. Além disso, a parcela relativa ao BDI (Benefícios e Despesas
Indiretas) deve obedecer ao limite máximo de 26,5% do custo direto admitido pela
DOM.
Os casos omissos ou duvidosos desta Norma são dirimidos pelo Chefe do
Departamento de Engenharia e Construção (DEC) mediante proposta da DOM.
2.2.6 Leis e Resoluções Relativas à Profissão de Engenheiro
Existem diversas leis relacionadas ao exercício da profissão de engenheiro, os
quais podem-se destacar:
- Lei n° 5.194/66: Regula o exercício das profissões de engenheiro e arquiteto.
- Lei n° 6.496/77: Institui a Anotação de Responsabilidade Técnica na prestação
de serviços de engenharia, de arquitetura e agronomia.
Há ainda algumas resoluções que o Conselho Federal de Engenharia e
Arquitetura (Confea) aprovou:
- Resolução n° 317/86: Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos
profissionais de engenharia e arquitetura e expedição de certidão.
- Resolução n° 361/91: Dispõe sobre a conceituação de projeto básico em
consultoria de engenharia e arquitetura.
- Resolução n° 425/98: Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica.
É importante que todos os engenheiros, seja executando ou projetando uma obra,
tenham conhecimento dos documentos que regem não apenas o projeto, como os
documentos que regem suas profissões e denotam suas responsabilidades.
3
GESTÃO DE PROJETOS
Este capítulo aborda os principais conceitos de gestão de projetos e de ciclo de vida
de um projeto, além de apresentar a gestão de projetos no Brasil e, especialmente, na
construção civil. Trata também sobre os padrões mundiais do assunto, além de os
grupos de processo e as áreas de conhecimento encontradas guia de conhecimentos
(PMBoK), enfatizando o planejamento na gestão de escopo, de prazo e de custos, que
são o enfoque do presente trabalho.
3.1 Definição de Projetos
O conceito de projeto apresenta inúmeras definições. De um modo geral, um
projeto é conceituado como um esforço temporário para criar um serviço único.
Segundo Guido e Clementes (2006), projeto é “um esforço para se atingir um
objetivo específico por meio de um conjunto único de tarefas inter-relacionadas e da
utilização eficaz de recursos. Tem um objetivo bem definido em termos de escopo,
cronograma e custo.” Segundo o mesmo autor, o projeto nasce quando uma necessidade
é identificada pelo cliente, uma organização ou pessoas dispostas a fornecer os recursos
financeiros para que sua necessidade seja atingida.
De acordo com a ISO 10.006, projeto é “um processo único, consistindo de um
grupo de atividades coordenadas e controladas com datas para início e término,
empreendido para alcance de um objetivo conforme requisitos específicos, incluindo
limitações de tempo, custos e recursos”.
Por sua vez, o PMBoK (2009) define um projeto como “um empreendimento
temporário planejado, executado e controlado, com o objetivo de criar um produto ou
serviço único (...), além de apresentar data de início e término definidas, sendo a última
a chave para determinar se um trabalho é um projeto”.
Um projeto é temporário pois apresenta data de início e de término bem
definidas, não sendo necessariamente de curta duração. Além disso, o termo temporário
não é aplicado ao produto final do projeto, mas apenas à duração do projeto. A natureza
temporária também é aplicada à oportunidade ou janela do mercado e à equipe do
projeto, pois a mesma geralmente é realocada segundo suas funções dentro do mesmo
projeto.
Um
projeto
possui
ainda
uma
elaboração
progressiva,
isto
é,
um
desenvolvimento em etapas e sempre incrementado a fim de alcançar um resultado
satisfatório no final. Além disso, é importante ressaltar que o projeto é conduzido por
pessoas, apresenta risco, possui recursos limitadas e necessita de administração
específica. Assim, resume-se na Figura FIG. 1 as principais características de um
projeto.
FIG. 1 - Principais características de um projeto
Segundo o PMBoK (2009), o trabalho pode ser categorizado como projetos ou
operações. Embora os dois ocasionalmente se sobreponham e apresentem algumas
características semelhantes, há grandes diferenças entre eles. Ambos são realizados por
pessoas, são restringidos por recursos limitados e são planejados, executados e
controlados. Entretanto, as operações são rotineiras, repetitivas e contínuas, não
possuindo um final definido. As operações possuem a finalidade de manter o negócio,
adotando sempre um novo conjunto de objetivos visando a continuidade do trabalho. O
mesmo produto é produzido ininterruptamente, diferentemente do projeto, o qual tem a
finalidade de atingir seu objetivo e, em seguida, terminar.
3.2 Gestão de Projetos
Um projeto é uma entidade complexa, composta de uma grande quantidade de
atividades que se inter-relacionam e que exigem para a sua realização esforços
humanos, materiais e equipamentos a fim de atingir os objetivos pretendidos. Para
garantir que todos os parâmetros do projeto sejam atendidos, tais como a qualidade, o
custo e o prazo, é necessário que haja uma coordenação eficaz e eficiente de todos os
tipos de recursos.
O Guia PMBoK (2009) define gerenciamento de projetos como a aplicação de
conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de
atender seus requisitos. A consequência de um bom gerenciamento é a economia a
longo prazo, pois um planejamento, uma execução e um monitoramento apropriados
evitam erros e retrabalho.
Para Limmer (1997), gerenciar um projeto é assegurar também que o mesmo
seja planejado em todas as suas fases, emitindo, através de mecanismos de controle,
uma vigilância contínua onde os impactos de prazos e/ou custos sejam analisados e
projetados para um horizonte de curto e médio prazos, possibilitando antecipar decisões
gerenciais que garantam a execução do projeto no curso desejado.
Em resumo, o processo de gestão de projetos significa planejar o trabalho e
depois executar o plano com um monitoramento adequado. O esforço inicial da gestão
de um projeto deve se concentrar no estabelecimento de um plano-base, o qual deve
conter um esquema mostrando como seu escopo será concluído dentro do prazo
estipulado e de acordo com o orçamento planejado.
A gestão adequada de um projeto gera inúmeras vantagens, dentre as quais se
pode citar um aprimoramento do desempenho geral do projeto, uma menor duração,
menores riscos, aumento da qualidade, aprimoramento da comunicação e a implantação
de metodologias normatizadas a serem aplicadas por toda a organização.
O gerenciamento de um projeto cria uma atitude empresarial para o trabalho
coordenado, na qual o comportamento organizacional é fundamental para o sucesso do
trabalho em grupo e que desenvolve, ao mesmo tempo e sob uma diretriz básica,
atividades diferentes com objetivos comuns.
3.2.1 Gestão de Projetos na Construção Civil no Brasil
O ambiente de negócios atual é complexo e exige objetivos claramente definidos
e decisões cada vez mais rápidas e eficazes. Uma organização constituída por mudanças
constantes na sua composição de grandes e pequenos projetos deve apresentar um alto
nível de gerenciamento, principalmente em relação ao planejamento, priorização e
monitoramento dos recursos. (ELONEN; ARTTO, 2003). No entanto, isso não vem
ocorrendo na maioria das organizações que atuam na construção civil.
A atividade da construção civil representa um dos principais ramos da indústria
de transformação com grande importância na economia do país e, apesar da sua
relevância, não vem acompanhando o desenvolvimento dos outros segmentos
industriais. Apesar de todo o desenvolvimento e disponibilidade das atuais tecnologias
de apoio à concepção do projeto, os projetos são entregues à obra repletos de erros e
lacunas, levando a grandes perdas de eficiência nas etapas de execução, bem como ao
prejuízo de determinadas características do produto que foram desenvolvidos antes de
sua execução (MELHADO, 2000). Mesmo em construtoras mais estruturadas, isto é,
em empresas que aplicam em sua gestão um efetivo controle do andamento de seus
projetos, utilizando uma metodologia para gerenciamento de suas obras, há grandes
problemas com relação aos prazos e custos das obras.
A necessidade de implantação de uma metodologia de gerenciamento de
projetos pode ser identificada pela apresentação de vários sintomas, tais como atraso na
execução das obras, projetos entregues acima do custo orçado, não-obtenção dos
resultados esperados, insatisfação dos clientes e falhas constantes na comunicação
durante o projeto, gerando conflitos constantes.
São grandes os desafios atuais no setor da construção civil. Para que as empresas
permaneçam no mercado, é necessário que estejam preparadas para mudar, inovar e
implementar sempre adoção de níveis de melhoria nos conceitos e metodologias como
ferramentas adequadas no desenvolvimento do seu produto. Graças a isso, o setor
estratégico das empresas passou a dar uma maior importância para as técnicas de
planejamento, controle da produção e também a qualidade dos bens e serviços
oferecidos. Tornou-se imprescindível o gerenciamento total dos recursos empregados
em uma obra, seja ela grande ou pequena, visando aperfeiçoar todos os processos.
No Brasil, a indústria da construção civil apresenta grande importância
socioeconômica e estratégica para o desenvolvimento do país. Sendo um dos mais
dinâmicos setores da economia brasileira, a cadeia produtiva da construção civil
impacta a economia de forma bastante ampla e seu macro setor inclui toda a complexa
cadeia de atividades ligadas à construção, seja como fornecedora de insumos industriais
ou como prestadora de serviços ao setor. (FREJ; ALENCAR, 2010). Rabechini Jr. e
Carvalho (2006) apontam que o setor da construção desempenha papel significativo no
processo de desenvolvimento econômico no Brasil por empregar mão de obra direta de
maneira intensiva e dinamizar diversas cadeias produtivas pelo seu elevado efeito
multiplicador e baixo coeficiente de importação.
Segundo Frej e Alencar (2010), a
indústria da construção civil no Brasil ainda é conhecida pelo atraso nos procedimentos
gerenciais e técnicas construtivas, pela mão de obra desqualificada, por baixos índices
de produtividade, por atrasos nos prazos de entrega, pela não conformidade e baixa
qualidade do produto final, entre outras limitações.
Uma pesquisa realizada pelo PMI-RIO em 2005 demonstrou os seguintes
resultados para o mercado da construção civil: 100% das construtoras entrevistadas
tiveram custos reais maiores que o orçamento previsto em até 25% dos seus projetos
recentes, 50% das construtoras entrevistadas responderam que tiveram problemas com
os prazos em até 25% dos seus projetos recentes, 25% responderam que tiveram
problemas de prazo entre 26 e 55% dos projetos e as demais enfrentaram problemas de
prazo entre 56 e 75% dos seus projetos. Essa pesquisa demonstra a importância da
utilização de métodos eficientes para a elaboração do planejamento das obras e do
monitoramento das atividades durante a execução da mesma.
O mercado da construção civil é um mercado muito dinâmico e as empresas
precisam se adaptar aos diversos tipos de projetos, tendo agilidade para responder às
demandas sem sobrecarregar demasiadamente a sua estrutura interna. A fim de cumprir
seus objetivos dentro do prazo, do custo e da qualidade, é necessária uma gestão de
projetos adequada para o cumprimento de todos os objetivos, os quais geralmente são o
término de uma obra dentro do prazo, com qualidade aceitável pelos clientes e dentro do
custo orçado no projeto.
3.3 Padrões Mundiais para Gestão de Projetos
Quanto maior o crescimento e a consolidação da gestão de projetos, maior a
necessidade de definir padrões mundiais para a gestão de projetos. O estabelecimento
de padrões para o aperfeiçoamento dos métodos exige a criação de centros de
excelência em gestão de projetos.
Os Grupos de Trabalho Mundial sobre Padrões de Gerenciamento de Projetos
são grupos que tem como objetivo facilitar a comunicação entre os engajados com o
desenvolvimento de gerenciamento de projeto, lastreada em padrões mundialmente
aceitos. Os associados recebem informações atualizadas voltadas aos padrões de
gerenciamento de projeto e podem participar do processo de desenvolvimento destes
padrões. As principais organizações existentes são o Project Manangement Institute
(PMI), o Project In a Controlled Enviroment (PRINCE), o International Project
Manangement Association (IPMA) e o SCRUM.
O Project Management Institute (PMI) é uma das maiores associações de
profissionais, com mais de meio milhão de membros e titulares de credenciais, em mais
de 180 países. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos que promove a profissão
de gerenciamento de projetos por meio de padrões e certificações mundialmente
reconhecidos. Uma das missões do PMI é publicar diretrizes e normas referentes a
práticas relacionadas à gestão de projetos. Assim, a partir de 1996 há o Guia PMBoK,
um conjunto de práticas em gestão de projetos.
O Guia PMBoK é baseado em processos e subprocessos para descrever de forma
organizada o trabalho a ser realizado durante o projeto. Os processos se relacionam e a
descrição dos mesmos é feita em termos de entradas, ferramentas e técnicas, e saídas. O
conhecimento de gerenciamento de projetos é definido nesse guia consiste em:
definição do ciclo de vida e da organização de um projeto, descrição de cinco grupos de
processo de gerenciamento de projetos, descrição de nove áreas de conhecimento. O
Guia PMBoK é melhor detalhado na seção 3.4.1.
A metodologia de gerenciamento de projetos PRINCE foi desenvolvida
originalmente pela Central Computer and Telecommunications Agency (CCTA) como
uma norma do Governo Britânico para gerenciamento de projetos de Tecnologia da
Informação (TI). Atualmente, a metodologia é uma marca registrada da OGC (Office
Government Commerce) do Reino Unido. Sua versão mais recente, a PRINCE2, é
consistente com a gestão de todos os tipos de projeto, não sendo mais restrita somente
aos projetos de TI.
O método PRINCE2 aborda o gerenciamento de projeto com quatro elementos
integrados: princípios, temas, processos e ambiente do projeto. Além disso, foca-se no
controle de seis objetivos principais do projeto: escopo, tempo, custo, qualidade, riscos
e benefícios. O PRINCE2 é totalmente aderente às boas práticas contidas no PMBOK, o
guia de referência adotado pelo PMI.
O International Project Manangement Association (IPMA), ou Associação
Internacional de Gerenciamento de Projetos, foi criada em Viena, na Suíça, em 1965.
No Brasil, a única instituição que representa a IPMA é a ABGP (Associação Brasileira
em Gerenciamento de Projetos). Em 2004, foi publicado o manual RBC (Referencial
Brasileiro de Competências em Gerenciamento de Projetos), o qual, além de contemplar
os elementos de conhecimento do gerenciamento de projetos, apresenta uma ampla
estrutura para avaliação das competências do profissional da área de gestão de projetos.
Atualmente, o IPMA é a associação mais aceita e mais conhecida em países da Europa.
O método SCRUM é um processo de desenvolvimento iterativo e incremental
para gerenciamento de projetos e desenvolvimento ágil de software. Sua metodologia
não descreve o que fazer em cada situação. Ele é utilizado para trabalhos complexos nos
quais é impossível prever tudo o que irá ocorrer. De um modo geral, o scrum é um
esqueleto de processo que contém grupos de práticas e papéis bem definidos. Os
projetos são divididos em ciclos tipicamente mensais denominados sprints. O sprint
representa uma caixa de tempo dentro do qual um conjunto de atividades deve ser
executado.
O presente trabalho toma como base as práticas e a metodologia adotadas pelo
PMI, o qual é detalhado na seção 3.4.
3.4 Project Management Institute (PMI)
O Project Management Institute (PMI) é uma associação sem fins lucrativos
fundada em 1969 com a missão de fomentar a atividade de gerenciamento de projetos.
Seu primeiro seminário foi realizado em Atlanta (Estados Unidos).
O instituto nasceu da necessidade de haver existências de práticas de projeto
comuns em áreas distintas. Visa avançar a prática, a ciência e a profissão de
gerenciamento de projetos, além de melhorar o desempenho dos profissionais e
organizações dessa área. Seus principais objetivos são formular padrões profissionais de
gestão de projetos, gerar conhecimento por intermédio da investigação e promover a
gestão de projetos como profissão através de seus programas de certificação.
A partir de 1976, começou-se uma discussão sobre a documentação das práticas
relacionadas a gestão de projetos. Em 1981, a diretoria aprovou o projeto para
desenvolvimento dos procedimentos e conceitos necessários para suportar a profissão
de gerente de projetos. Assim, em 1996, foi lançada a primeira edição do Guia do
PMBoK (Project Management Body of Knowledge), o qual se tornou pilar básico para a
gestão e direção de projetos.
Atualmente, o PMI tem abrangência internacional e está distribuído em 125
países. Há mais de 200.000 afiliados que tem acesso, através do site do PMI, a
documentos, artigos e informações sobre gerenciamento de projetos. Além das
oportunidades de associação, o PMI administra e coordena um programa de
credenciamento mundialmente reconhecido, o qual promove o desenvolvimento da
profissão e da carreira. O PMI oferece cinco certificações que atestam conhecimento e
competência, dentre as quais, a de Profissional em Gerenciamento de Projetos (PMP)®,
que conta com mais de 370.000 profissionais certificados em todo mundo.
No Brasil, há 14 seções PMI, localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia,
Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Manaus, Minas Gerais, Paraná,
Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. Além disso, conta
atualmente com 4500 membros e aproximadamente 3700 PMPs certificados.
3.4.1 Guia de Conhecimentos de Gestão de Projetos (PMBoK)
Uma das atividades realizadas pelo PMI é a publicação de diretrizes e normas, as
quais são preparadas através de um processo voluntário de desenvolvimento de normas
de consenso. Um desses documentos é o “Conjunto de Conhecimento em
Gerenciamento de Projetos”, que está em sua quinta edição, a qual foi lançada em 2009.
O “Project Management Body of Knowledge”, ou PMBoK como é conhecido, é
um guia de referência básico de conteúdo para profissionais de gerenciamento de
projetos e contribui para a divulgação de uma terminologia e vocabulário comuns ao
ambiente de projetos. Ele inclui práticas tradicionais comprovadas amplamente
aplicadas, além de práticas inovadoras que estão surgindo na profissão, inclusive
materiais publicados e não publicados. Assim, esse guia está em constante evolução.
“O principal objetivo do Guia PMBoK é identificar o subconjunto do Conjunto
de conhecimentos em gerenciamento de projetos que é amplamente reconhecido
como boa prática. “Identificar” significa fornecer uma visão geral , e não uma
descrição completa. “Amplamente reconhecido” significa que o conhecimento e
as práticas descritas são aplicáveis à maioria dos projetos na maior parte do
tempo, e que existe um consenso geral em relação ao seu valor e sua utilidade.
“Boa prática” significa que existe acordo geral de que a aplicação correta dessas
habilidades, ferramentas e técnicas podem aumentar as chances de sucesso em
uma ampla série de projetos diferentes.” (Guia PMBoK, 2009)
Entretanto, uma boa prática não significa que esse conhecimento deva ser
aplicado de forma rigorosamente igual ao descrito no guia, pois o que é adequado para
cada projeto é determinado pela sua equipe de gerenciamento. Essa equipe
é
responsável por decidir como as atividades serão abordadas dentro do contexto e nas
circunstâncias do projeto para o qual o Guia está sendo utilizado.
O PMI utiliza este documento como base, mas não como a única referência de
gerenciamento de projetos para seus programas de desenvolvimento profissional.
Entretanto, o PMBoK é considerado a Bíblia de metodologia PMI e é o guia básico para
certificação PMP. Atualmente, há mais de nove milhões de cópias em circulação.
O PMBoK está organizado em 12 capítulos. Os três primeiros capítulos fazem
uma introdução, apresentando uma descrição sobre a estrutura do gerenciamento de
projetos, além de definições sobre ciclo de vida, organização de projeto e processos de
gerenciamento de projetos de um projeto. O restante dos capítulos trata sobre as áreas
de conhecimento em gerenciamento de projetos, dividindo em 9 áreas de conhecimento:
gerenciamento do escopo, gerenciamento do tempo, gerenciamento dos custos,
gerenciamento da qualidade, gerenciamento dos recursos humanos, gerenciamento das
comunicações,
gerenciamento
dos
riscos,
gerenciamento
das
aquisições
e
gerenciamento da integração do projeto, cujo domínio é essencial para um bom
gerenciamento de projetos.
3.4.2 Grupos de Processo
Pode-se definir processo como um conjunto de atividades inter-relacionadas
capazes de gerar resultados. Assim, o gerenciamento de projetos pode ser estruturado
em processos específicos, os quais garantem ganhos de eficiência na realização de
projetos. Segundo o guia PMBoK (2009), os processos são agregados em cinco grupos,
definidos como os grupos de processos de gerenciamento de projetos:
- Iniciação
- Planejamento
- Execução
- Monitoramento e Controle
- Encerramento
Esses processos são elementos distintos, entretanto os mesmos se sobrepõem na
prática e interagem entre si. Os grupos de processo necessários e seus processos são
orientações para a aplicação do conhecimento e das habilidades de gerenciamento de
projetos adequados em cada projeto. Cabe a equipe de projetos quais processos dos
grupos serão empregados e quem será o responsável por cada etapa.
Cada grupo de processos contém um conjunto de processos capazes de gerar os
resultados esperados do projeto. O Guia PMBoK toma como base um conceito definido
por Shewhart e modificado por Deming, no ASQ Handbook, páginas 13 e 14, American
Society for Quality, 1999. Esse conceito é o ciclo PDCA (plan-do-check-act), um ciclo
ligado por resultados , onde o resultado de uma parte do ciclo é a entrada para outra
parte, conforme mostra o esquema da Figura FIG. 2.
FIG. 2 - Ciclo PDCA
A natureza integradora dos grupos de processo descritos no PMBoK é um pouco
mais complexa, pois os mesmos não são separados ou descontínuos. Suas atividades se
sobrepõem, ocorrendo com intensidades variáveis ao longo de cada fase do projeto. A
Figura FIG. 3 apresenta um esquema da integração entre os grupos de processos
existentes.
FIG. 3 - Mapeamento entre os grupos de processos de gerenciamento de projetos e o ciclo PDCA
Os processos de gerenciamento têm como finalidade gerenciar como serão as
atividades necessárias à concretização do produto do projeto. Assim, os grupos de
processo não são fases do projeto, pois os processo são genéricos, ou seja, se aplicam a
todo e qualquer projeto e se repetem ao longo do ciclo de vida do projeto, se repetindo a
cada fase do projeto.
O grupo de processos de iniciação ocorre quando o projeto ou quando cada fase
do projeto tem sua autorização para início. É nesse momento que é a analisada a
viabilidade técnico-econômica, a necessidade do projeto e todas as partes interessadas e
influenciadoras do projeto.
O grupo de processos de planejamento define e refina os objetivos e planeja a
ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o projeto foi
realizado. É o “pensar” do projeto, onde cada fase é elaborada dentro do plano do
projeto. Nesse momento, é feita a identificação das alternativas, a engenheirização
(confecção do projeto básico e do projeto executivo) e é quando se obtém autorização
para prosseguir com a execução do trabalho.
O grupo de processos de execução é a integração das pessoas e de outros
recursos para realizar o plano de gerenciamento do projeto. Corresponde às etapas de
suprimento (aquisição de materiais, equipamentos e mão-de-obra) e de construção
(materialização física do projeto).
O grupo de processos de monitoramento e controle mede e monitora
regularmente o progresso para identificar variações em relação ao plano de
gerenciamento do projeto, de forma que possam ser tomadas ações corretivas quando
necessário para atender aos objetivos do projeto. Corresponde à análise da qualidade, do
desempenho e do progresso do trabalho de execução do projeto.
Finalmente, o grupo de processos de encerramento formaliza a aceitação do
produto e conduz o projeto ou a fase do projeto a um final ordenado. É o momento em
que ocorre a colocação em operação da obra (pré-operação), a documentação dos
resultados, a transferência de responsabilidades e a desmobilização dos recursos.
A Figura FIG. 4 apresenta um resumo das iterações entre os grupos de processos
definidos pelo guia PMBoK.
FIG. 4 - Resumo das iterações entre os grupos de processo (Guia PMBoK, 2009)
Este trabalho apresenta foco no grupo de processos de planejamento. Os
processos de planejamento desenvolvem o plano de gerenciamento do projeto. Esses
processos identificam, definem e amadurecem o escopo do projeto, o custo do projeto e
agendam as atividades do projeto que ocorrem dentro dele. Segundo o Guia PMBoK
(2009), à medida que são descobertas novas informações sobre o projeto, as
dependências, os requisitos, os riscos, as oportunidades, as premissas e as restrições
adicionais são identificadas ou resolvidas. O grupo de processos de planejamento dá
ênfase à exploração de todos os aspectos de escopo, tecnologia, riscos e custos,
alterando e sempre o gerenciamento do projeto à medida que são feitas atualizações do
mesmo. Esse detalhamento progressivo do gerenciamento do projeto é denominado
“planejamento em ondas sucessivas”, mostrando o processo iterativo e contínuo que é o
planejamento. A equipe do planejamento do projeto deve envolver todas as partes
interessadas adequadas no projeto, fazendo com que todos contribuam de forma
adequada para o bom andamento do mesmo.
3.4.3 Áreas de Conhecimento
De acordo com o guia PMBoK (2009), são definidas nove áreas de
conhecimento dentro do processo de gerenciamento de um projeto: escopo, tempo,
custos, qualidade, recursos humanos, comunicação, riscos, aquisições e integração.
Cada uma dessas áreas apresentam processos que asseguram o bom andamento do
projeto. A seguir, há uma pequena explicação de como funciona a gerência de cada uma
dessas nove áreas de conhecimento.
- Gerência do escopo: processos necessários para assegurar que o projeto
contemple todos o trabalho requerido, além de seu término com sucesso.
- Gerência do tempo: processos para assegurar que o projeto termine dentro do
prazo previsto.
- Gerência do custo: processos para assegurar que o projeto termine dentro do
orçamento aprovado.
- Gerência da qualidade: processos que assegurem que as necessidade que
originaram o desenvolvimento do projeto sejam atendidas.
- Gerência dos recursos humanos: processos necessários para proporcionar a
melhor utilização das pessoas envolvidas no projeto.
- Gerência das comunicações: processos necessários para assegurar que a
geração, captura, distribuição, armazenamento e apresentação das informações sejam
feitas de forma adequada e no tempo certo.
- Gerência dos riscos: identificação de riscos, análises qualitativa e quantitativa
de riscos e planejamento de respostas a riscos. Diz respeito às ameaças e às
oportunidades.
- Gerência das aquisições: processos necessários para a aquisição de mercadorias
e serviços fora da organização que desenvolve o projeto.
- Gerência da integração do projeto: processos que asseguram que os diversos
elementos do projeto sejam adequadamente coordenados.
Cada um dos grupos de processo apresenta processos de gestão divididos nessas
nove áreas de conhecimento, a fim de uma melhor organização dos processos de gestão.
Dentro de cada processo, há suas entradas, que são os dados necessários para sua
realização, o trabalho propriamente dito e sua saída, isto é, os resultados daquele
processos de gerenciamento. De uma forma resumida, o grupo de processos de
planejamento inclui os seguintes processos de gerenciamento de projetos:
- Desenvolvimento do plano de gerenciamento do projeto: principal fonte de
informações de como o planejamento, a execução, o monitoramento e o controle serão
feitos.
- Planejamento do escopo
- Definição do escopo
- Criação da Estrutura Analítica do Projeto (EAP): subdivisão das principais
entregas do projeto e divisão do trabalho do projeto em componentes menores e mais
facilmente gerenciáveis.
- Definição de atividades específicas
- Sequenciamento das atividades
- Estimativa de recursos da atividade
- Estimativa da duração da atividade
- Desenvolvimento do cronograma
- Estimativa de custos
- Orçamentação
- Planejamento da qualidade: definição dos padrões de qualidade do projeto e
como satisfazê-los.
- Planejamento de recursos humanos: identificação e documentação das funções,
responsabilidades e relações hierárquicas do projeto, além da criação do plano de
gerenciamento de pessoal.
- Planejamento das comunicações
- Planejamento do gerenciamento de riscos
- Identificação de riscos
- Análise qualitativa de riscos
- Análise quantitativa de riscos
- Planejamento de respostas a riscos
- Planejamento de compras e aquisições
- Planejamento de contratações
A figura FIG. 5 mostra todos as atividades desenvolvidas dentro do grupo de
processos de planejamento.
FIG. 5 – Principais atividades dentro do processo de planejamento (Sotille, et. all, 2006)
Em primeiro lugar, define-se o escopo do projeto para em seguida dimensionar o
tempo necessário para sua realização e após isso determinar a quantificação dos custos
necessários para atender àquele escopo. Depois da definição dessa tríplice restrição, são
definidos os demais parâmetros do projeto.
O Plano de Gerenciamento do Projeto, o qual é base de referência para a
execução do projeto, deve conter todas as orientações necessárias para completar a
entrega do projeto, bem como todos os documentos dedicados ao gerenciamento do
projeto. Um bom Plano de Gerenciamento, isto é, uma boa documentação de um projeto
é fator decisivo para seu bom gerenciamento e para ganhos de produtividade em
projetos futuros desenvolvidos pela organização.
Além de focar no processo de planejamento, o presente trabalho foca na tríplice
restrição, isto é, o planejamento dentro da gestão de escopo, de prazo e de custos, áreas
de conhecimento essenciais para o bom andamento do projeto. O gerenciamento de
projetos implica em levantar necessidades e identificar prioridades entre escopo, tempo
e custo. Priorizar escopo, tempo e custo significa que há uma dificuldade intrínseca de
projetos em atender plena e simultaneamente as três dimensões principais de um
projeto, uma vez que os projetos são carregados de incertezas geradoras de desvios. A
chamada tríplice restrição é melhor detalhada nas três seções a seguir.
3.5 Planejamento na Gestão de Escopo
A declaração do escopo é a definição do projeto, isto é, as escolhas a serem
feitas tanto em termo de produto como em termo de projeto. O escopo do projeto é o
trabalho que precisa ser realizado para entregar um produto, serviço ou resultado com as
características e funções especificadas, sendo o ponto de partida para todas as outras
variáveis do projeto. O escopo do produto são as características e funções que
descrevem um produto, um serviço ou um resultado, isto é, as especificações técnicas
das ações a serem realizadas.
De um modo geral, o planejamento dentro da gestão de escopo aborda as coletas
dos requisitos necessários, a definição do escopo e a criação da EAP. Após isso, é
realizado sua verificação e controle dentro do grupo de processos de monitoramento e
controle.
A etapa de coleta de requisitos tem a função de definir e documentar as funções
e funcionalidades do projeto e do produto necessárias para atender às necessidades e
expectativas das partes interessadas. Para melhor realizar o processo de definição do
escopo é recomendável que se utilize as informações disponíveis até o momento, tais
como o histórico de projetos anteriores, a declaração do trabalho e a declaração
preliminar do escopo.
A partir de documentos tais como o Termo de Abertura e o Registro das partes
interessadas e utilizando ferramentas, como entrevistas, dinâmicas de grupo, oficinas,
questionários, pesquisas, observações e protótipos, tem-se como resultado a
documentação de requisitos, o plano de gerenciamento de requisitos e a matriz de
rastreabilidade de requisitos, isto é, as necessidades e expectativas das partes
identificadas no registro das partes interessadas.
Tanto os requisitos do projeto como os do produto precisam ser obtidos,
analisados e registrados com detalhes suficientes para serem medidos. O plano de
gerenciamento dos requisitos tem a função de documentar como tais requisitos serão
analisados e gerenciados durante o projeto através de um processo de priorização dos
requisitos. Já a matriz de rastreabilidade dos requisitos é uma tabela que liga os
requisitos às suas origens e os rastreia durante todo o ciclo de vida do projeto.
Além desses documentos, tem-se ainda a formulação do plano de gerenciamento
do escopo do projeto. Segundo o Guia PMBoK (2009), “o plano de gerenciamento do
escopo do projeto é uma ferramenta de planejamento que descreve como a equipe irá
definir o escopo do projeto, desenvolver a declaração do escopo detalhada do projeto,
definir e desenvolver a estrutura analítica do projeto, verificar o escopo do projeto e
controlar o escopo do projeto. O desenvolvimento do plano de gerenciamento do escopo
do projeto e o detalhamento desse escopo do projeto se iniciam pela análise das
informações contidas no termo de abertura do projeto, pela declaração do escopo
preliminar do projeto, pelas informações históricas contidas nos ativos de processos
organizacionais e por quaisquer fatores ambientais relevantes para a empresa”.
Após a documentação dos requisitos, inicia-se a fase do planejamento do escopo,
isto é, sua definição e gerenciamento, os quais influenciam o sucesso total do projeto.
Nessa fase, tem-se como resultado a declaração do escopo do projeto e a atualização dos
documentos, a partir de ferramentas como a análise do produto, a identificação de
alternativas, oficinas e opiniões especializadas.
A declaração do escopo do projeto descreve em detalhes as entregas do projeto e
o trabalho necessário para criar tais entregas, além de
fornecer um entendimento
comum a todas as partes interessadas, descrevendo os objetivos principais do projeto.
Permite ainda que a equipe de projeto realize um planejamento mais detalhado e que o
trabalho seja melhor orientado durante a execução. Além disso, toma-se a declaração
como base para verificar o escopo, avaliar solicitações de mudanças e decisões futuras
relacionadas ao projeto. Tal declaração pode ser substituída pelo memorial descritivo ou
pelas especificações técnicas do projeto.
A declaração do escopo inclui a descrição do escopo do produto, critérios de
aceitação do produto, entregas do projeto, exclusões do escopo e restrições do projeto.
O grau e o nível de detalhe com que a declaração do escopo define o trabalho que será
realizado pode determinar a eficácia com que a equipe de projeto controle o escopo
geral do projeto.
Após a coleta dos requisitos e a declaração do escopo, tem-se ainda a criação da
EAP (Estrutura Analítica de Projeto). Segundo o Guia PMBoK (2009), a EAP “é uma
decomposição hierárquica orientada à entrega do trabalho a ser executado pela equipe
do projeto, para atingir os objetivos do projeto e criar as entregas necessárias”, isto é, é
um processo de subdivisão das entregas e do trabalho do projeto em componentes
menores e de gerenciamento mais fácil, a fim de organizar e definir o escopo total do
projeto. A figura FIG. 6 mostra um exemplo de uma EAP.
FIG. 6 - Exemplo de EAP (Fonte: www.gestaodeprojetos10.blogspot.com.br/2009/06/eap-wbs.html)
Os documentos utilizados como base são a declaração do escopo do projeto, a
documentação dos requisitos, o plano de gerenciamento do escopo do projeto e os
ativos de processos organizacionais. Uma das ferramentas utilizadas para a criação da
EAP são os modelos de estrutura analítica do projeto, pois embora cada projeto seja
único, uma EAP de um projeto anterior pode ser utilizado como um modelo para um
novo projeto devido às semelhanças entre os projetos.
Outra técnica utilizada é a decomposição, isto é, a subdivisão das entregas do
projeto em componentes menores até que tenha sido identificado todo o trabalho do
projeto. O nível de pacotes de trabalho é o nível mais baixo e é o ponto onde o custo e o
cronograma do trabalho podem ser estimados de forma confiável. Cada tarefa deve ser
decomposta em pacotes de trabalho que não requerem mais de 80 horas de trabalho para
serem completados. As descrições dos componentes do trabalho são geralmente
encontradas em um dicionário da EAP, o qual inclui outras atividades do planejamento.
Após toda a parte de planejamento do escopo, há as fases de verificação do
escopo, a qual formaliza a aceitação das entregas do projeto terminadas, e seu controle,
a qual controla as mudanças no escopo do projeto.
O gerenciamento do escopo do projeto precisa estar bem integrado aos outros
processos da área de conhecimento, de forma que o resultado do trabalho do projeto seja
a entrega do escopo do produto especificado. Com um escopo bem definido, é possível
aumentar a exatidão das estimativas de custos, duração e recursos e definir uma base de
referência para a medição e controle do desempenho, além de facilitar a definição das
responsabilidades.
3.6 Planejamento na Gestão de Prazo
O gerenciamento do tempo do projeto são os processos necessários para garantir
que o projeto seja encerrado dentro dos prazos estipulados. Segundo o Guia PMBoK
(2009), os processos de gerenciamento do tempo incluem: definição da atividade,
sequenciamento das atividades, estimativa dos recursos da atividade, estimativa de
duração da atividade, desenvolvimento do cronograma e, por fim, controle do
cronograma. Todos esses processos interagem entre si e com outras áreas de
conhecimento. O gerenciamento do prazo é a área mais percebida durante o processo de
gestão de projeto e é o que mais sofre influência de outros fatores.
A decomposição das entregas em pacotes de trabalho identificam as atividades
necessárias para a realização das entregas previstas pelo projeto. A definição das
atividades, isto é, de porções definidas do trabalho que consomem tempo mas não
necessariamente esforço das pessoas, envolve identificar e documentar o trabalho
planejado para ser realizado. A definição e o planejamento das atividades do programa
são feitos de forma que os objetivos do projeto sejam atendidos. Utilizando como base o
escopo do projeto e a EAP, é formulada uma lista de atividades, isto é, uma lista que
inclui todas as atividades do cronograma planejadas para serem realizadas no projeto.
além disso, são formulados os atributos de cada atividade do cronograma, a lista de
marcos (obrigatórios ou opcionais) e as mudanças solicitadas através da revisão do
projeto.
O sequenciamento das atividades envolve a identificação e a documentação das
interdependências entre as atividades, de modo a suportar o desenvolvimento do
cronograma. A dependência lógica entre as atividades é uma relação de causa e efeito
entre atividades, em que a atividade predecessora é a causadora da sucessora. O
sequenciamento pode ser realizado utilizando softwares de gerenciamento de projetos
ou a partir de técnicas manuais.
Utilizando como entradas a declaração do escopo do projeto, a lista de atividades
e marcos e as solicitações de mudança aprovadas, são formuladas ferramentas e técnicas
tais como o método do diagrama de precedência, o método do diagrama de setas, o
modelo de rede do cronograma e a determinação da dependência, as quais podem ser
obrigatórias
(atividade
sucessora
depende
necessariamente
da
predecessora),
facultativas (sem dependência lógica, mas arbitrada pelo gestor do projeto) ou externas
(fatores externos gerando restrições quanto ao sequenciamento das atividades).
Uma das técnicas de planejamento de redes é o método de diagrama de
precedência (MDP), onde cada atividade é representada por um nó na rede e as
atividades são conectadas por setas para mostrar suas precedências. Há quatro tipos de
dependência. O primeiro tipo de dependência e o mais utilizado é a dependência “de
término para início”, onde uma atividade deve terminar para que outra possa começar.
O segundo tipo é a “de início para início”, onde uma atividade deve iniciar para que a
outra possa começar, pois se uma for cancelada a outra também será. O terceiro tipo é a
“de término para término”, onde as atividades devem terminar juntas. O quarto e último
tipo é a “de início para término”, onde uma atividade deve iniciar para que a outra possa
finalizar. Há ainda o tempo de espera, isto é, o tempo de atividades entre os diagramas.
A partir dessas dependências e do sequenciamento dessas atividades, tem-se as
atualizações dos documentos do projeto e os diagramas de rede do cronograma do
projeto.
O diagrama de redes é o gráfico esquemático das atividades do cronograma e das
relações lógicas entre elas. É ele quem determina o modo de execução do projeto e é a
base para calcular o cronograma. No diagrama de rede, ou diagrama de precedência, são
identificadas quais atividades serão executadas em série e quais serão desenvolvidas
simultaneamente em paralelo. Um mesmo projeto pode ter vários caminhos, isto é,
conjuntos de atividades dependentes, mas todos partirão do ponto de início e terminarão
no ponto de fim do projeto. A figura FIG. 7 apresenta um exemplo de um diagrama de
redes.
FIG. 7 - Método do diagrama de precedência (Guia PMBoK, 2009)
O método do diagrama de setas (MDS) é um método de construção de um
diagrama de rede que utiliza setas para representar as atividades e as conecta nos nós
para mostrar suas dependências. O MDS utiliza apenas dependências do tipo “término
para início” e utiliza relacionamentos “fantasmas” para indicar corretamente todos os
relacionamentos lógicos. As atividades fantasmas são representadas por linhas
pontilhadas e, como não são atividades reais do cronograma, possuem uma duração nula
para fins de análise de rede do cronograma. A técnica do MDS é menos adotada que o
método do diagrama de precedência, porém ainda é utilizada no ensino da teoria de rede
do cronograma e em algumas áreas de aplicação.
A figura FIG. 8 mostra um exemplo de um diagrama de lógica de rede simples
desenhado utilizando o MDS.
FIG. 8 - Método do diagrama de setas. (Guia PMBoK, 2009)
Após a definição das atividades e seu sequenciamento, é necessário determinar
os recursos humanos, os materiais e os equipamentos que serão utilizados. Graças a
isso, uma das etapas do planejamento na gestão do prazo é a estimativa dos recursos da
atividade, isto é, a identificação de quais recursos serão utilizados e em qual quantidade.
Além disso, é necessário identificar a disponibilidade de cada um do recursos e a
associar cada recurso a uma atividade. Após a estimativa dos recursos da atividade, temse a atualização dos atributos de cada atividade, a atualização do calendário de recursos,
além da estrutura analítica dos recursos (EAR), o qual é “uma estrutura hierárquica dos
recursos identificados por categoria de recursos e tipos de recursos” (Guia
PMBoK,2009).
Uma vez que os recursos executores com suas respectivas capacidades de
desempenho são determinadas, é possível estimar o tempo de duração das atividades. A
duração das atividades é influenciada pelos recursos, pelo escopo, pelo quantitativo
físico, pela natureza da atividade, pelo banco de dados de estimativas de duração e
outros dados de referência, pelas métricas de produtividade, pelas informações
comerciais publicadas e tomando como base outros projetos. Ao realizar o processo de
estimativa da duração das atividades é necessário determinar o grau de precisão
requerido, pois uma estimativa com maior precisão requer mais esforço e maior custo,
apesar de ter uma maior confiabilidade.
A estimativa de duração é progressivamente elaborada e o processo considera a
qualidade e a disponibilidade dos dados de entrada. Conforme o planejamento se
desenvolve, há uma maior quantidade de dados e consequentemente uma melhor
precisão das estimativas. A estimativa de duração das atividades afeta a duração da
atividade do programa, pois os recursos atribuídos à atividade do cronograma e sua
disponibilidade influenciam de forma significativa a duração de cada atividade. Para o
desenvolvimento dessa estimativa, são utilizadas algumas técnicas, dentre as quais se
pode citar a opinião especializada, experiência empírica dos profissionais em projetos
anteriores similares; a estimativa análoga, a qual utiliza a duração de um projeto anterior
similar para a estimativa; a estimativa paramétrica, a qual utiliza uma relação estatística
entre dados históricos e outras variáveis; a estimativa de três pontos, a qual analisa o
ponto mais provável, o ponto otimista e o pessimista e calcula uma média desses três
pontos; e a análise de reservas, a qual possui uma reserva de tempo para contingências,
em caso de incertezas.
O resultado desses estudos é a estimativa da duração das atividades
considerando uma faixa de resultados possíveis, além da atualização dos atributos das
atividades. Uma boa estimativa é aquela com alto grau de confiabilidade, utilizando a
maior quantidade de dados possíveis e balanceando prazos e efetivos. O prazo de
duração da obra é feito a partir de cada uma das atividades necessárias à sua realização e
dos respectivos inter-relacionamentos resultantes da metodologia de execução. Assim, a
principal saída da estimativa da duração das atividades é o tempo de duração total do
projeto.
Uma das etapas finais do planejamento do tempo do projeto é o
desenvolvimento do cronograma, isto é, a determinação das datas de início e término
planejadas de cada atividade do projeto. O processo de desenvolvimento do cronograma
do projeto é iterativo e continua durante todo o projeto conforme o trabalho que se
desenvolve, pois o plano de gerenciamento se modifica e os eventos de risco esperados
ocorrem ou desaparecem à medida que novos riscos são identificados. Durante esse
processo, é feita uma análise constante das atividades, suas durações, seus recursos
necessários e suas restrições.
Uma das ferramentas existentes é o método do caminho crítico (CPM – Critical
Path Method), no qual o desenvolvimento do cronograma inicia-se partindo do
princípio que não há restrições, isto é, não há datas impostas nem eventos-chave. Após
isso, é feita uma adequação a partir das restrições existentes. O conceito baseia-se em
um modelo de rede que identifica caminhos, isto é, conjunto de atividades dependentes
entre si. O caminho crítico é o caminho mais longo através do diagrama. Este caminho
determina a duração total do projeto e é considerado crítico porque qualquer atraso nele
resulta em atraso do projeto. Os demais caminhos possuem menor duração e esta menor
duração gera uma folga, isto é, um tempo que determinada atividade pode atrasar sem
atrasar o projeto. Uma manipulação adequada das folgas de caminhos não-críticos pode
gerar economia de tempo e custos significativas ao projeto.
Cada ferramenta utilizada para o gerenciamento do projeto possui uma
finalidade específica e apresenta um conjunto diferente de informações. O diagrama de
barras, ou gráfico de Gantt, é a ferramenta mais antiga de planejamento e programação.
É uma ferramenta muito comum na Construção Civil e continua bastante popular
devido a sua simplicidade e poder de visualização. A partir do diagrama, é mostrado se
as atividades estão paralisadas, dentro do prazo previsto ou atrasadas, através da barra
realizado x planejado. A figura FIG. 9FIG. 9 mostra um exemplo de um gráfico de Gantt.
FIG. 9 - Gráfico de Gantt (Fonte: http://www.garantiadaqualidade.com.br)
O cronograma de mão-de-obra necessita do efetivo total para a realização de
cada serviço, designado a partir do quadro de produtividade das equipes e dos prazos
para a realização de cada serviço, constante do Gráfico de Gantt. Há ainda o
cronograma físico-financeiro e o cronograma de equipamentos, formando assim o
cronograma total. O cronograma aprovado do projeto é o cronograma base, utilizado
para avaliação do acompanhamento do desempenho do projeto e o mesmo nunca deve
ser alterado sem apropriada revisão e aprovação.
Após o desenvolvimento do cronograma do projeto, é necessário que haja seu
controle, o qual envolve a coleta de dados constante sobre o desempenho do projeto, a
comparação entre o desempenho real e o planejado e aplicação de ações corretivas caso
o desempenho real esteja abaixo do planejado. Essa atividade de controle ocorre
periodicamente durante todo o projeto e é de fundamental importância para evitar
prejuízos e atrasos.
3.7 Planejamento na Gestão de Custos
Uma vez definido o escopo e o tempo necessário para realizar as atividades do
projeto, pode-se estimar o seu custo. Segundo o Guia PMBoK (2009), “o gerenciamento
de custos do projeto inclui os processos envolvidos em planejamento, estimativa,
orçamentação e controle de custos, de modo que seja possível terminar o projeto dentro
do orçamento aprovado”. Para isso, são realizados três processos dentro do
planejamento: a estimativa de custos, a orçamentação e o controle de custos.
A estimativa de custos é o processo de desenvolvimento de uma aproximação
dos custos para terminar cada atividade do cronograma e inclui a identificação e a
consideração de diversas alternativas de custos. Os custos considerados são os custos
diretos, isto é, os imputados diretamente ao produto construído, e os custos indiretos,
isto é, todos os custos que não aparecem como mão de obra, material ou equipamento
nas composições de custos unitários do orçamento. Dentro dos custos indiretos estão os
custos da administração central, provenientes da máquina empresarial, as sobretaxas dos
custos previstos da própria obra e os custos indiretos não operacionais, tais como
fianças ou multas e obrigações fiscais.
O orçamento estimativo é obtido através de critérios simplificados de
quantificação de serviços a executar ou de determinação de preços. Há diversos tipo de
ferramentas para essa estimativa, sendo as principais a estimativa análoga e a estimativa
paramétrica. A estimativa análoga é feita no início do projeto e utiliza o custo real dos
projetos anteriores similares como base para estimar os custos do projeto atual. É uma
maneira rápida e barata para estimar, porém estima apenas um valor bruto e é menos
precisa, além de necessitar habilidade técnica especializada e experiência para sua
formulação. Já a estimativa paramétrica utiliza uma relação estatística entre dados
históricos e outras variáveis.
Dentro da área da construção civil, a Lei 4.591/64 atribuiu à ABNT a tarefa de
padronizar critérios e normas para cálculo de custos unitários de construção, execução
de orçamentos e avaliação global. Assim, mensalmente os Sindicatos da Indústria da
Construção de cada estado calculam e divulgam os custos unitários da construção em
sua base territorial. Os custos divulgados são denominados Custos Unitários Básicos
(CUB) e são um parâmetro médio, não sendo considerados custos referentes às
especificidades da construção. O cálculo do custo global da construção é o resultado da
multiplicação entre o CUB e as áreas equivalentes à área de custo padrão somado com
as despesas não incluídas no CUB, tais como o valor do terreno, os elevadores e as
despesas da administração.
Há ainda outras ferramentas, tais como a estimativa bottom-up, estimativa mais
precisa e mais demorada, baseada em análise detalhada dos custos dos pacotes de
trabalho individuais; a estimativa de três pontos, a qual analisa a faixa de variabilidade a
partir de três estimativas de tempo/custo por atividade (otimista, mais provável e
pessimista); e a análise das reservas, custos estimados que devem ser utilizados para
lidar com eventos antecipados, porém não garantidos. A reserva de contingência não faz
parte da linha de base dos custos do projeto, mas estão incluídas em seu orçamento, pois
reduzem a chance de ultrapassar os custos ou o prazo previsto quando os riscos se
tornam problemas.
Utilizando um dos métodos existentes, tem-se as estimativas de custos das
atividades e os detalhes que dão suporte à estimativa de custos da atividade, além das
mudanças solicitadas e as atualizações do plano de gerenciamento de custos. Esse tipo
de estimativa pode ser apresentado na forma sumarizada ou detalhada e os custos são
estimados para todos os recursos aplicados.
Após a estimativa de custos, tem-se a orçamentação propriamente dita. Em
projetos de menor escopo, a estimativa de custos e a orçamentação são consideradas um
único processo, o qual pode ser realizado por uma única pessoa durante um período de
tempo relativamente curto. Entretanto, em projetos maiores, os dois processos são
considerados distintos pois utilizam ferramentas e técnicas diferentes. A orçamentação é
o processo de alocação do custo total estimado nas diversas atividades e pacotes de
trabalho, para estabelecer a linha de base de custos que será usada no acompanhamento
da performance de custos do projeto.
Há três tipos de orçamento: o estimativo, feito na fase anterior à orçamentação, o
preliminar, a partir de um levantamento inicial de quantidades e o descritivo ou
pormenorizado, obtido através do levantamento das quantidades de todos os serviços e
respectivos preços. Para a confecção do orçamento descritivo, são utilizados diversos
softwares e sites especializados em composição de custos.
De uma forma geral, as etapas da orçamentação são o estudo das condicionantes,
a composição dos custos e o fechamento do orçamento. O estudo das condicionantes
são as condições de contorno para a orçamentação, isto é, o estudo dos projetos e da
especificação técnica, a leitura e interpretação do edital no caso de concorrências e a
visita técnica ao local da obra. Para a composição dos custos, é feita a identificação dos
serviços, o levantamento dos quantitativos, a discriminação dos custos diretos e
indiretos, a cotação dos preços e a definição de encargos sociais e trabalhistas. Para o
fechamento do orçamento, é feita a definição da lucratividade, considerando
concorrência e risco, o cálculo do BDI e o desbalanceamento da planilha, isto é, uma
redistribuição não uniforme do preço total nos itens da planilha.
Por último, tem-se a etapa de controle de custos do projeto, o qual deve controlar
as mudanças do projeto, monitorar o desempenho de custos e evitar mudanças
incorretas no projeto. Um bom controle dos custos garante que os possíveis estouros nos
custos não ultrapassem o financiamento autorizado periodicamente e no total do projeto.
O programa proposto nesse trabalho trata do planejamento na gestão de escopo,
de prazo e de custo. Dentro do planejamento na gestão de escopo, é formulado um
arquivo Word com as especificações técnicas de cada atividade do projeto. Dentro do
planejamento na gestão de prazo, é utilizado como ferramenta o gráfico de Gantt a partir
do software MS Project e, dentro do planejamento na gestão de custo, é formulado um
arquivo Excel a partir das composições extraídas do SINAPI, conforme as regras da
NOROM (seção 2.2.5).
4
FLUXOGRAMA DO PROGRAMA
Este capítulo tem por objetivo descrever o funcionamento do programa
elaborado, abordando seu fluxograma, descrevendo a metodologia utilizada e
explicando cada etapa do programa e de suas macros.
4.1 Metodologia do programa
Como dito anteriormente, o foco do presente trabalho é o planejamento na
gestão de escopo, de prazo e de custo. Para isso, a ferramenta utilizada faz a elaboração
integrada de orçamentos, cronogramas e especificações técnicas de obras utilizando a
linguagem de programação VBA. Para a criação dessa ferramenta completa, seguiu-se
uma metodologia, a qual é descrita a seguir.
Primeiramente, foi feita uma formulação inicial para o programa e a definição de
padrões a serem seguidos dentro da ferramenta. Decidiu-se nessa etapa que a
concentração de todas as macros seriam feitas em um único arquivo, a fim de liberar a
planilha final do orçamento de macros, evitando que os usuários e clientes tenham
algum receio de abrir a planilha final. Além disso, na planilha principal, isto é, a
planilha que contém todo o programa, há uma orientação sobre como utilizar cada
programa e cada macro, a fim de facilitar a utilização dos programas por seus usuários.
Deve-se ressaltar que a primeira atividade realizada antes da montagem de
qualquer macro foi utilizar referências relativas, acrescentando dentro do VBA do Excel
a biblioteca do VBA – MS Project, a fim de conseguir criar o programa que faz as
especificações técnicas.
4.1.1 Montagem das planilhas de composição
Após a etapa inicial de definição de padrões, foi feita a montagem das planilhas
de composição. A planilha de composição contém todos os dados necessários para a
posterior elaboração do orçamento do serviço, das especificações técnicas e do
cronograma da obra. Para a montagem de tais planilhas, é adotado o Sistema Nacional
de Pesquisas e Índices da Construção Civil (SINAPI) como referência para o preço
global orçado, seguindo ordens da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a qual diz desde
2011 que o orçamento de obras públicas deve utilizar como base o SINAPI.
Cada planilha de composição contém o número do serviço, sua descrição, sua
classe segundo o SINAPI e segundo a NOROM, a unidade de medida adotada, os
dados de insumos e de composições auxiliares, a descrição do serviço e as
especificações dos materiais. Além disso, os insumos e as composições auxiliares
também contém dados necessários para a formulação do orçamento.
Dentro dos insumos de mão-de-obra, há informações sobre sua descrição, seu
código SINAPI, seu consumo e sua unidade de medida. Além disso, é feito um cálculo
que estima a equipe necessária para aquele consumo e sua produtividade, dados
necessários para a elaboração do cronograma físico-financeiro. Dentro dos insumos de
materiais, há informações sobre sua descrição, seu código SINAPI, seu consumo e sua
unidade de medida. A partir dos dados existentes, é calculada ainda a quantidade de
material consumido pela equipe adotada, informação necessária para o cronograma
físico-financeiro também. Caso a composição apresenta alguma composição auxiliar,
esta contém sua descrição, seu código SINAPI, seu consumo e sua unidade de medida.
A FIG. 10 - Base da planilha de composiçãofigura FIG. 10 contém o modelo da
planilha de composição, com todas as informações que deve conter.
FIG. 10 - Base da planilha de composição
Essa planilha deve ser preenchida para cada composição existente. Deve-se
seguir este padrão a fim de garantir o funcionamento do programa. As células brancas
devem ser preenchidas pelo usuário, a partir de dados contidos no SINAPI e no Caderno
de Encargos da PINI. Já as células azuis são preenchidas automaticamente ao rodar a
macro cuja finalidade é montar as planilhas de composição. Deve-se atentar para o fato
que a planilha deve ser salva com o número da composição descrita na mesma e que
todas as composições devem ser salvas em um mesmo diretório do computador, a fim
de que o programa busque nessa pasta todas as informações necessárias.
A figura FIG. 11 mostra a planilha após o preenchimento feito pelo usuário e a
figura FIG. 12 mostra a planilha após rodar a macro.
FIG. 11 - Exemplo do preenchimento feito pelo usuário na planilha de composição
FIG. 12 - Exemplo da planilha de composição pronta
Para rodar a macro de preenchimento das composições, utiliza-se outra planilha,
denominada Preço_Insumos, a qual é uma planilha obtida do SINAPI que contém os
preços atualizados dos insumos. Nessa planilha há uma relação de todos os insumos
utilizados no SINAPI e suas respectivas informações (código, descrição, unidade de
medida e valor unitário). Utilizando essa planilha, é possível preencher todos os dados
necessários em planilha de cada composição criada.
O preenchimento das planilhas é demorado, entretanto, feita uma vez, não é
necessário modifica-la, pois nenhuma informação existente nessas planilhas muda com
o tempo.
4.1.2 Montagem do banco de dados das composições existentes
A próxima etapa é a de montagem de um arquivo que contenha todas as
composições já criadas pelo usuário. A planilha “Banco de Dados” é a planilha base
para a elaboração do orçamento desejado. Para que o programa rode corretamente, é
necessário que essa planilha esteja no mesmo diretório que todos os outros arquivos.
O arquivo contém a classe de cada composição, seu código e sua descrição
completa, todos ordenados conforme sua classe de serviço. Além disso, contém ainda a
data de sua última atualização para fins de controle do usuário.
A macro que cria esse arquivo permite ainda que o usuário crie uma nova
planilha “Banco de Dados” caso naquele diretório não haja nenhum arquivo desse tipo
ou apenas atualize o arquivo existente, evitando assim uma confusão de arquivos de
bancos de dados.
A figura FIG. 13 mostra o arquivo que contém a descrição de todas as
composições.
FIG. 13- Planilha "Banco de Dados"
Após a montagem da planilha, o usuário pode pesquisar os serviços utilizando os
filtros existentes em cada título da coluna da tabela (Classe de svç, código e descrição
completa) e selecionar os serviços desejados digitando qualquer número acima de 1
(um) na coluna A da planilha. Ao selecionar todos os arquivos desejados, basta rodar a
macro que gera automaticamente o orçamento para os serviços selecionados.
4.1.3 Montagem da planilha de orçamento descritivo
Ao rodar a macro dentro da planilha “Banco de Dados”, é gerado
automaticamente o orçamento descritivo dos serviços selecionados. A planilha de
orçamento gerada segue o modelo padrão descrito pela Diretoria de Obras Militares
(DOM), a qual contém uma folha resumo, a folha do orçamento descritivo e a folha
contendo todas as composições e suas descrições, com todas as folhas contendo um
cabeçalho padrão. Caso o usuário deseje modificar o cabeçalho, basta fazer uma
alteração manual.
A folha do orçamento descritivo contém a classe de serviço de cada serviço, seu
código, sua descrição, sua unidade e os custos unitários de seus insumos, buscados na
planilha de insumos existente. Para que o usuário tenha o custo total de cada serviço,
deve-se apenas preencher os quantitativos necessários de cada serviço para a obra
(células azuis). Ao preencher os quantitativos, o usuário tem acesso ao custo total da
obra. Na folha de orçamento descritivo, todos os serviços já estão ordenados em classes
conforme regra da NOROM. A figura FIG. 14 mostra uma planilha de orçamento
descritivo já preenchida.
FIG. 14 - Planilha de orçamento descritivo
Ao preencher os quantitativos na folha de orçamento descritivo, o usuário tem
acesso ao custo de cada item e ao custo total da obra, todos informados na folha-resumo
da planilha. Na folha resumo, o usuário precisa preencher apenas o valor do BDI
(Benefício de Despesas Indiretas) adotado, tendo assim o custo total de sua obra com
BDI.
A figura FIG. 15 mostra um exemplo de folha resumo.
FIG. 15 - Exemplo de folha resumo de planilha de orçamento
A última parte obrigatória em uma planilha de orçamento para a licitação de
obras dentro do Exército Brasileiro é a folha com a descrição detalhada de cada
composição. Assim, na folha de composições são encontradas todas as descrições
detalhadas dos serviços selecionados, informações obtidas nas planilhas de composições
criadas no começo da metodologia.
A figura FIG. 16 a seguir mostra um exemplo de uma composição detalhada.
FIG. 16 – Folha do orçamento com composições detalhadas
Após rodar a macro, a planilha de orçamento é automaticamente salva no mesmo
diretório que todos os outros arquivos e seu nome também é gerado automaticamente
com a data em que foi criado.
Com isso, apesar de ter uma liberdade quanto ao cabeçalho e quanto às folhas
existentes na planilha, é criado um padrão para o orçamento, evitando confusões quanto
ao layout do orçamento e quanto as informações que o mesmo deve conter.
4.1.4 Montagem do arquivo de especificações técnicas
Com a planilha de orçamento pronta, resta apenas criar as especificações
técnicas e o cronograma físico-financeiro. As especificações técnicas são apresentadas
em um arquivo Word, pormenorizando os serviços e os materiais utilizados em cada
serviço. A partir da descrição contida nas planilhas de composições criadas no começo,
é criada uma planilha contendo a especificação técnica e após isso é criado um arquivo
Word contendo a especificação no modelo utilizado.
As especificações técnicas contém a classe do serviço, os serviços e suas
descrições. O usuário deve apenas organizar a formatação do Word e acrescentar algo
que deseje nas especificações, tais como a marca que deseja dos materiais. O arquivo é
salvo automaticamente no mesmo diretório de todos os outros arquivos.
A figura FIG. 17 mostra o arquivo Excel intermediário que faz a montagem das
especificações técnicas.
FIG. 17 - Arquivo Excel intermediário de especificações técnicas
A figura FIG. 18 mostra o arquivo Word das especificações técnicas.
FIG. 18 - Arquivo Word de especificações técnicas
4.1.5 Montagem do arquivo de cronograma físico-financeiro
Para a montagem do cronograma físico-financeiro, utiliza-se a ferramenta MS
Project. No arquivo do cronograma, são inseridas todas as tarefas da obra,
pormenorizando o tempo de duração de cada tarefa, a equipe utilizada e o consumo do
material, além de seus custos. A equipe adotada é uma equipe mínima adotada a partir
de cálculos realizados na fase de montagem das planilhas de composição. A partir da
equipe adotada, da produtividade calculada e da quantidade desejada da tarefa, tem-se o
tempo de duração da atividade.
A partir de dados obtidos das planilhas de composição e da planilha de
orçamento gerada, é criada uma planilha auxiliar contendo todos os dados necessários
para inserir a tarefa no MS Project. A partir dessa planilha, é criado um arquivo Project
contendo a obra.
O cronograma físico-financeiro contém todas as composições compondo um
gráfico de Gantt e uma planilha de recursos com o custo de cada recurso. O usuário
deve apenas organizar a equipe que o mesmo irá adotar na obra e organizar a ordem de
cada serviço e a dependência entre tarefas para, assim, ter seu cronograma pronto. O
arquivo é salvo automaticamente no mesmo diretório de todos os outros arquivos.
A figura FIG. 19 mostra o arquivo Excel intermediário que faz a montagem do
cronograma físico-financeiro.
FIG. 19 - Arquivo Excel intermediário de cronograma físico-financeiro
A figura FIG. 20 mostra o gráfico de Gantt de um exemplo de arquivo Project de
cronograma físico-financeiro.
FIG. 20 - Arquivo de cronograma físico-financeiro
A
figura
FIG. 21 mostra a planilha de recursos de um exemplo de arquivo Project de cronograma
físico-financeiro.
FIG. 21 – Planilha de recursos de cronograma físico-financeiro
4.2 Fluxograma das macros
O programa completo é composto por diversas macros. Cada macro representa
uma etapa do programa final. Os itens a seguir descrevem o fluxograma de cada etapa e
como cada macro funciona.
4.2.1 Formatação da planilha de insumos
A primeira macro é responsável pela formatação da planilha de insumos,
ajustando-a para utilização nas próximas etapas.
O site do SINAPI oferece os preços dos insumos atualizados para cada região.
Entretanto, o arquivo dos preços atualizados está em formato PDF, o que
impossibilitaria sua utilização no programa, pois seria necessário que o mesmo estivesse
em formato Excel. A fim de poder utilizá-lo, foi feita uma conversão de PDF para Excel
utilizando um programa online de conversão. A figura FIG. 22 mostra o resultado da
conversão.
FIG. 22 - Conversão da planilha de insumos de PDF para Excel
Entretanto, após a conversão o arquivo ainda não ficou no formato desejado. O
formato desejado era que todos os insumos estivessem em uma mesma folha e que cada
insumo estivesse descrito em apenas uma linha, diferentemente do apresentado. Como
forma de aprendizado e a fim de otimizar o processo, foi criado um programa utilizando
a linguagem em VBA para deixar o arquivo no formato desejado.
Assim, a partir da planilha inicial, todas as folhas foram unificadas,
apresentando o padrão mostrado na figura FIG. 23.
FIG. 23 - Planilha de insumos após formatação
A planilha final recebe a denominação “Precos_Insumos” e é base para o
restante do programa. Deve-se atentar para o fato que a planilha deve ser salva no
mesmo diretório das composições.
4.2.2 Planilha de composições
Para rodar a macro que realiza a montagem das planilhas de composições,
inicialmente o usuário deve abrir o arquivo base já montado e preencher as células
brancas, conforme explicado anteriormente. Após salvar esse arquivo com o número da
composição criada, o mesmo deve rodar a macro, a qual preenche automaticamente as
células em azul e organiza a formatação da planilha, estabelecendo um padrão para as
planilhas de composição.
Primeiramente, a macro abre a planilha “Preco_Insumos” existente e busca cada
código de insumo existente na planilha de composição. Quando encontra o insumo
buscado, transcreve sua descrição e sua unidade. Caso haja alguma composição auxiliar
dentro da composição, a macro busca dentro do diretório se a mesma existe, abre o
arquivo da composição auxiliar e transcreve sua descrição e sua unidade. Para isso,
deve-se garantir que o arquivo da composição auxiliar já está criado.
Após isso, a macro faz os cálculos de produtividade e da quantidade de material
necessária. Por fim, realiza a formatação da planilha.
4.2.3 Planilha Banco de Dados
A planilha “Banco de Dados” é a planilha base para gerar a planilha de
orçamento. Nela, o usuário escolhe quais os serviços necessários para gerar o orçamento
da obra. Ao rodar a macro, o usuário define inicialmente em qual diretório estão as
planilhas de composição, diretório este que deve conter todas as planilhas de
composições e a planilha de insumos. Ao definir qual é a pasta, a macro verifica se o
arquivo “Banco de Dados” já existe. Caso o arquivo não exista, ele simplesmente abre
um novo arquivo. Caso exista, o programa dá a opção de o usuário criar um novo
arquivo, apagando o anterior, ou apenas atualizar o arquivo, abrindo assim o arquivo já
existente.
Ao criar o arquivo, ele é salvo no mesmo diretório de todos os outros arquivos
com o nome de “Banco de Dados”. Após isso, são listadas todas as composições
existentes, a classe de serviço e a descrição de cada composição. Por fim, é colocada a
data da última atualização. A primeira coluna da planilha é onde o usuário escolherá
quais os serviços, bastando para isso digitar qualquer número acima de 1 (um) na linha
desejado e ao fim da escolha, rodar a macro que gera a planilha de orçamento.
A macro transforma ainda os títulos das colunas da tabela em títulos com filtros,
a fim de facilitar a pesquisa do usuário pela descrição serviço, pela classe ou pelo
próprio código.
4.2.4 Planilha de orçamento
Inicialmente, a macro cria um novo arquivo, o qual fica salvo no mesmo
diretório das composições e cria 3 folhas: a folha resumo, a planilha descritiva e a
planilha contendo todas as composições.
A macro busca na planilha “Banco de Dados” os arquivos selecionados que
comporão o orçamento. Para cada arquivo selecionado, é aberta sua planilha de
composição e são transcritos os dados necessários para a folha descritiva do orçamento:
a referência SINAPI, o código, a descrição e a unidade. A macro organiza ainda as
composições de acordo com a classe de serviço, segundo regras contidas na NOROM
quanto à apresentação da folha de orçamento.
Após isso, a composição é detalhada na folha de orçamentos, onde a macro
busca os valores unitários de cada insumo e automaticamente calcula o valor da mãode-obra e dos materiais. Caso haja alguma composição auxiliar, a macro
automaticamente coloca sua descrição detalhada na folha que contém todas as
composições e calcula seu custo total, acrescentando seu valor no custo de mão-de-obra.
Ao ter todos os valores, os mesmos são transcritos para a folha descritiva do
orçamento. Resta apenas calcular o valor total e o custo total do item, além do custo
total da obra. Para isso, o usuário deve apenas incluir as quantidades de cada serviço,
gerando automaticamente os valores desejados.
Por fim, a macro cria a folha-resumo a partir da folha descritiva, a qual contém
todos os itens e classes de serviço, com seu valor unitário sem BDI, restando apenas
para o usuário entrar com esse valor, tendo assim o custo final da obra. Além disso, a
macro organiza toda a formatação da planilha, mantendo um padrão de apresentação da
folha de orçamento.
4.2.5 Especificações técnicas
A macro que elabora as especificações técnicas cria arquivos no Microsoft Word
e no Microsoft Excel. Primeiramente, ela busca na planilha de orçamento gerada quais
os itens a serem considerados na obra. Para cada serviço selecionado, é aberta a sua
planilha de composição e a descrição do serviço e especificação dos materiais são
transcritos para uma nova planilha.
A nova planilha é criada também pela macro e é salva no mesmo diretório das
composições. Quando pronta, a macro cria um novo arquivo Word e copia todos os
dados da planilha de especificações técnicas para esse arquivo de especificações. Para o
usuário, resta apenas organizar a formatação da especificação técnica no Word.
4.2.6 Cronograma físico-financeiro
A macro que elabora o cronograma físico-financeiro cria arquivos no Microsoft
Project e no Microsoft Excel. Primeiramente, ela copia a partir da planilha de orçamento
gerada a folha com a descrição detalhada de cada serviço para uma nova planilha Excel,
a qual será uma planilha auxiliar para a geração do cronograma. A nova planilha criada
pela macro é salva no mesmo diretório das composições. Para cada serviço existente na
planilha auxiliar, é aberta a sua planilha de composição e os dados de equipe adotada,
de produtividade e de consumo de material são transcritos para a nova planilha. Além
disso, a planilha auxiliar contém a quantidade desejada de cada serviço, dado obtido da
planilha de orçamento gerada anteriormente. Por fim, antes de gerar o arquivo Project, a
planilha realiza o cálculo da duração estimada de cada serviço.
Após a montagem do arquivo Excel auxiliar, a macro cria um novo projeto no
MS Project e transcreve para o mesmo todos os dados das tarefas e dos recursos
utilizados em cada tarefa. Para o usuário, resta apenas listar a equipe que o mesmo irá
adotar na obra, organizar a dependência entre tarefas e definir a ordem das tarefas.
5
TUTORIAL DO PROGRAMA
Este capítulo tem por objetivo aplicar o programa em uma obra real a fim de
mostrar como o usuário pode utilizá-lo em casos reais de engenharia. A obra utilizada
como exemplo é a obra de ampliação do Centro Conjunto de Operações de Paz do
Brasil – CCOPAB, localizada na Vila Militar do Rio de Janeiro. A fim de exemplificar
a utilização do programa, são mostrados aqui apenas os serviços de construção da
COBERTURA do Pavilhão de Ensino do CCOPAB.
Inicialmente, o arquivo principal, isto é, o arquivo que contém todas as macros
do programa, deve estar aberto. Caso contrário, nenhuma macro rodará. Deve-se
verificar no começo se todas as composições necessárias na obra existem no banco de
dados. Caso alguma composição não exista, deve-se criar uma nova composição, a qual
deve ser salva no mesmo diretório das outras, conforme explicado no Capítulo 4.
Com todas as composições criadas, deve ser feita uma atualização do banco de
dados, a fim de mantê-lo o mais completo possível. Com o banco de dados aberto, devese selecionar todos os serviços que comporão a obra e rodar o programa que gera o
orçamento. Por fim, a partir da planilha de orçamento gerada, o programa é rodado para
gerar o cronograma no MS Project e as especificações técnicas no MS Word.
5.1 Planilhas de composição
Caso não haja alguma composição desejada, executa-se o seguinte
procedimento:
1.
Caso exista, abre o arquivo-base e salva com o nome da composição. Caso não
haja o arquivo-base, basta criar uma cópia de alguma composição existente e
salvar o arquivo novo com o nome da composição.
2. Caso a composição esteja contida em um agrupador, isto é, caso haja
composições com o mesmo código, a mesma deve ser salva no seguinte formato:
CÓDIGO_NÚMERO. Como exemplo, caso a descrição básica do agrupador
seja “Rodapé de granito” com um código 73742 e a descrição básica do serviço
seja “Rodapé em mármore branco, espessura 7 cm”, com um código 73742/1 no
Sinapi, o mesmo deve ser salvo com o nome 73742_1.
3. Preencher as células brancas do arquivo a partir dos dados do SINAPI.
4. Caso haja alguma composição auxiliar, deve-se verificar se a mesma já possui
sua planilha de composição criada. Caso não exista, antes de rodar a macro para
essa composição, deve-se criar a planilha da composição auxiliar.
5. Rodar o programa, utilizando o atalho Ctrl+q na planilha da composição.
Ao final, a composição contém todos os dados necessários para gerar o
orçamento. Uma vez feita, não há a necessidade de editá-la, pois os dados contidos
nessas planilhas são fixos para cada composição.
A figura FIG. 24 mostra um modelo de planilha de composição pronto.
FIG. 24 - Planilha da composição 73742/1 - Rodapé em mármore branco, espessura 7 cm
5.2 Planilha de Insumos
A planilha de insumos contém os preços atualizados de todos os insumos para
cada
região.
A
mesma
é
obtida
no
site
do
SINAPI
(http://www1.caixa.gov.br/download/asp/download.asp?subCategId=1060&CategId=12
0&subCateglayout=Relat%F3rios+de+Insumos+Mar%E7o%2F13&Categlayout=SINA
PI++Sist.+Nac.+Pesq.+Custos+e+Indices+Const.+Civil). Entretanto, o formato que o
Sinapi oferece para o relatório de insumos é o formato PDF, devendo inicialmente ser
transformado em formato Excel.
Para isso, deve ser utilizado algum programa que converta arquivos PDF em
arquivos Excel. Antes de gerar o orçamento, deve-se verificar se a planilha de insumos
está com a última atualização fornecida pelo Sinapi.
No caso do presente trabalho, o arquivo mais atualizado que o Sinapi
disponibilizou foi o relatório de insumos de Março de 2013 para a cidade do Rio de
Janeiro.
5.3 Planilha Banco de Dados
Conforme dito no Capítulo 4, a planilha denominada “Banco de Dados” contém
todas as composições existentes em determinado diretório. Deve-se atentar que ao
inserir uma composição nova na pasta, é necessário atualizar a planilha. Além disso,
mesmo que não haja nenhuma adição de composições na pasta, antes de gerar o
orçamento propriamente dito, é importante verificar se o arquivo está atualizado.
Para atualizar ou gerar a planilha “Banco de Dados”, há dois procedimentos
possíveis, os quais são descritos a seguir.
Procedimento 1 – quando não existe a planilha ou o usuário não está com a
mesma aberta:
1. Na planilha que contém todos os programas, o usuário utiliza o atalho Ctrl+j.
2. Ao rodar a macro, o programa pergunta em qual diretório encontra-se tal
planilha.
3. Após o usuário informar a pasta, o programa verifica se tal arquivo já existe,
dando a opção de apagar o arquivo e criar outro ou apenas atualizar o arquivo
existente.
4. Ao final, o arquivo encontra-se aberto para utilização com a data de sua última
atualização.
Procedimento 2 – quando a planilha já se encontra aberta:
1. Caso a planilha esteja aberta, o usuário deve apenas utilizar o atalho Ctrl+a.
2. Ao rodar a macro, o usuário deve definir apenas qual o diretório que as
composições se encontram para atualizar a planilha.
3. Ao final, o arquivo encontra-se aberto para utilização com a data de sua última
atualização.
A
figura
FIG. 25 mostra a última atualização do banco de dados antes de gerar o
orçamento da obra desejada.
FIG. 25 - Banco de dados atualizado
O Apêndice 13 mostra a atualização do banco de dados, mostrando todas as
composições feitas.
5.4 Geração do orçamento da obra
Após confirmar que o banco de dados está atualizado, parte-se para a etapa de
geração de orçamentos. O arquivo de orçamento será a base para a geração das
especificações técnicas e do cronograma físico-financeiro da obra.
Para gerar a planilha de orçamento, executa-se o seguinte procedimento:
1. Na planilha “Banco de Dados”, selecionam-se todas as composições necessárias
para composição da obra ou do serviço. Para selecioná-las, deve-se digitar na
coluna A correspondente o número 1 (um).
2. É possível filtrar sua pesquisa nas linhas do cabeçalho da tabela de composições,
pesquisando por classe de serviço, por composição ou por descrição.
3. Ao selecionar todos os serviços desejados, o usuário roda o programa utilizando
o atalho Ctrl+y na planilha “Banco de Dados”.
4. O programa fornece, assim, a planilha de orçamentos contendo uma folha
resumo, uma folha com a descrição dos serviços e quantitativos a inserir e uma
folha com o detalhamento de todas as composições. Resta ao usuário preencher
manualmente os quantitativos e o valor do BDI (Benefício de Despesas
Indiretas). Para o presente trabalho, utilizou-se um BDI igual a 22,97%, valor
adotado na obra utilizada como exemplo.
5. Ao final da geração, o orçamento é automaticamente salvo no mesmo diretório
das composições.
6. A partir do orçamento gerado, é possível verificar o custo total da obra e gerar os
arquivos de especificações técnicas e cronograma físico-financeiro.
A obra do CCOPAB apresenta algumas composições que não estão contidas no
SINAPI e cujas composições não foram encontradas. Por isso, após a geração
automática do orçamento, as composições não existentes no SINAPI foram inseridas
manualmente.
A figura FIG. 26 mostra a folha-resumo da obra do CCOPAB, utilizando o
cabeçalho padrão e um BDI de 22,97%.
FIG. 26 - Folha-resumo da obra do CCOPAB
Tem-se assim que a obra apresenta um custo total de R$ 394.211,69,
considerando o relatório de insumos mais atualizado, isto é, o de Março de 2013.
O Apêndice 14 apresenta as tabelas de orçamento geradas.
5.5 Geração das especificações técnicas da obra
Após gerar o orçamento, é possível gerar as especificações técnicas dos serviços
existentes a partir da planilha de orçamento. Para isso, executa-se o seguinte
procedimento:
1. Na planilha de orçamento gerado, o usuário deve rodar o programa utilizando o
atalho Ctrl+w.
2. Ao rodar a macro, são gerados automaticamente um arquivo Excel e um arquivo
Word com as especificações técnicas. O arquivo Excel é apenas um arquivo
auxiliar para a geração do arquivo Word.
3. Ao final, o arquivo Word encontra-se aberto para utilização e edição.
A figura FIG. 27 mostra uma parcela do arquivo final do Word após rodar a
macro.
FIG. 27 - Especificações técnicas da obra do CCOPAB
Conforme visto na FIG. 27, uma das limitações do programa é não adequar o
Word à formatação adequada nem à numeração exigida. Assim, o usuário deve recortar
todo o texto do arquivo final e colar especial utilizando o comando de manter somente o
texto. Além disso, deve adequar o texto à formatação adequada e acrescentar os itens
iniciais da especificação técnica, tais como as obrigações da contratada e do contratante.
O Apêndice 15 apresenta as especificações técnicas das composições
cadastradas na obra do CCOPAB.
Cabe ressaltar ainda que as especificações técnicas são descritas de um modo
geral na planilha de cada composição, sendo dever do engenheiro analisá-las e
acrescentar as particularidades e as exigências da obra a ser realizada.
5.6 Geração do cronograma físico-financeiro da obra
A partir da planilha de orçamento, é possível gerar também o cronograma físicofinanceiro da obra. Para isso, executa-se o seguinte procedimento:
1. Verificar se o botão “Usar referências relativas” está ativado. Caso não esteja,
ativá-lo.
2. Na planilha de orçamento gerado, o usuário deve rodar o programa utilizando o
atalho Ctrl+k.
3. Ao rodar a macro, são gerados automaticamente um arquivo Excel e um arquivo
do MS Project com o cronograma. O arquivo Excel é apenas um arquivo auxiliar
para a geração do arquivo Project.
4. Ao final, o arquivo Project encontra-se aberto para utilização e edição.
A figura a seguir mostra o arquivo final do MS Project da obra do CCOPAB
após rodar a macro.
Figura 28 - Cronograma físico da obra do CCOPAB
O arquivo auxiliar do Excel apresenta todas as informações de produtividade da
mão-de-obra e de quantidade de material consumido pela equipe adotada, além dos
custos de cada insumo.
A partir do arquivo final do Project, o usuário deve apenas realizar as
correlações entre os serviços e suas precedências, além de adotar a equipe utilizada em
cada serviço, pois o programa considera a equipe mínima possível para realizá-lo.
5.7 Limitações do programa
Apesar de o programa funcionar corretamente e possibilitar a integração entre
orçamentos, especificações técnicas e cronogramas de obras, o mesmo ainda apresenta
algumas limitações, sendo necessárias algumas atividades futuras a fim de alterá-lo e
atualizá-lo para novas versões.
As principais limitações são descritas a seguir.
1. As composições devem conter pelo menos seus três primeiros caracteres sendo
números, a fim de que o programa que gera a planilha “Banco de Dados” a
reconheça como composição.
2. Não há uma atualização automática dos preços da “Planilha de Insumos” do
SINAPI nem um programa padrão de conversão automática de PDF para Excel.
No presente trabalho, foram utilizadas versões de teste de programas pagos
disponibilizadas na Internet.
3. A versão na qual o programa foi produzido foi o Microsoft Excel 2010, com
uma posterior adequação ao Microsoft Excel 2013. Com isso, percebe-se que
com a evolução do pacote Office, o programa deve ser reavaliado e readequado
a fim de rodar em novas versões do Office.
4. No arquivo Excel de orçamento da obra, o programa insere os custos das
composições auxiliares dentro dos insumos de mão-de-obra, pois o mesmo não
faz ainda uma separação do que é mão-de-obra e do que é material dentro da
composição auxiliar.
5. Nas especificações técnicas, o programa não formata o arquivo Word, sendo
papel do usuário criar sumário e organizar a formatação e a numeração do
mesmo.
6. No arquivo de cronograma, o programa não contabiliza as composições
auxiliares nem no material nem na mão de obra. Além disso, o programa não
insere automaticamente as relações de precedência entre os serviços nem mesmo
a equipe utilizada em cada atividade, sendo papel do engenheiro fazer as
relações necessárias e definir qual equipe utilizada para realização da atividade.
Cabe ressaltar que nenhuma limitação apresentada impede o funcionamento do
programa. As mesmas são apresentadas apenas para conhecimento dos possíveis
usuários do programa, a fim de que os mesmos tenham todo o esclarecimento
necessário para utilização correta desta ferramenta. Além disso, algumas dessas
limitações podem ser resolvidas em atividades futuras.
6
CONCLUSÃO
A ferramenta elaborada é capaz de integrar o orçamento da obra com suas
especificações técnicas e com seu cronograma, evitando trabalhos repetitivos e erros de
incompatibilidade entre os elementos do projeto. Além disso, o programa apresenta uma
estrutura de banco de dados de serviços de engenharia facilmente manipulável dentro de
um ambiente de fácil acesso a todos os usuários, o ambiente Excel.
Com os resultados do presente trabalho, é possível gerar semi-automaticamente
três documentos indispensáveis para a elaboração do projeto básico e posterior licitação
do mesmo, o que evita o surgimento de falhas que podem causar efeitos ou prejuízos de
grandes dimensões.
Com o avanço do desenvolvimento do programa e principalmente com o
aumento do banco de dados de serviços de engenharia, será possível disseminar essa
ferramenta para utilização em todas as Comissões Regionais de Obras, otimizando o
planejamento das obras militares e permitindo um rígido monitoramento e controle das
informações registradas. Por enquanto, pode-se dizer que o programa elaborado
apresenta grandes chances de utilização dentro do Exército Brasileiro, a fim de criar um
padrão de orçamentação dentro da Diretoria de Obras Militares e uma redução no tempo
de execução dos projetos dentro das CRO’s.
6.1 Propostas de Atividades Futuras
O programa necessita ainda de algumas melhorias, as quais são descritas aqui
como propostas de atividades futuras, a fim de que o programa possa ser utilizado
efetivamente em projetos das Comissões Regionais de Obras e dos Batalhões de
Engenharia de Construção.
1. Atualizações que acompanhem a evolução do pacote Office, a fim de garantir
que o programa funcionará em todos os pacotes a partir do Microsoft Office
2010.
2. Definição de um programa que converta o arquivo PDF de relatório dos insumos
para um arquivo Excel, a fim de obter facilmente a planilha “Preço dos
Insumos” sempre atualizada.
3. Disponibilizar o programa para todas as Organizações Militares de Construção
do Exército Brasileiro.
7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Utilização. 2 ed. Belo Horizonte: Fórum, 2009.
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em:
8
APÊNDICES
Os apêndices a seguir mostram todas as macros desenvolvidas para a criação da
ferramenta de elaboração integrada de orçamentos, cronogramas e especificações
técnicas de obras, com um breve comentário das funções das linhas de código descritas.
8.1 Apêndice 1: Macro MONTAGEM _COMPOSIÇÃO
Objetivo:
Preencher os campos não-editáveis da planilha de composição de custos
(células de fundo azul), além de fazer todos os cálculos de equipe da
planilha básica de composição de custo. Atalho: Ctrl + q.
Linhas de Código
Option Base 1
Sub Macro Montagem_composicao()
'
' Apaga células azuis
' Refaz toda a formatação
' Preenche nomes e unidades dos insumos
' Recalcula equipe e produtividade
'
' Atalho do teclado: Ctrl+q
'
Dim aviso_fim, linha, linha_inicial, nr_maodeobra,
nr_materiais, nr_servicos As Integer
Dim linha_sinapi, cod_sinapi, cod_lido As Integer
Dim planilha_atual, folha_atual, planilha_insumos,
string_aux As String
Dim
nome,
descricao_insumo,
unid_insumo,
preco_sinapi, myRange, myValue As String
Dim myArray(10) As Double
Dim cod_servico As String
' Parâmetros e constantes
linha_inicial = 9
planilha_insumos = "Precos_Insumos "
planilha_atual = ActiveWorkbook.Name
folha_atual = ActiveSheet.Name
' Valores iniciais
Comentário
Define
as
variáveis
utilizadas no programa
Define
parâmetros
e
constantes.
O
parâmetro
planilha_de_insumos
consiste na planilha com
os
insumos
SINAPI
convertida para o formato
Linhas de Código
aviso_fim = 0
linha = linha_inicial
' Verifica o Nr de itens de mão de obra
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha).Value = "MATERIAIS"
Then
aviso_fim = 1
Else
linha = linha + 1
End If
If linha = 0 Or linha = 1000 Then Stop
Loop
Comentário
Excel;
O
parâmetro
planilha_atual é o arquivo
Excel que será editado;
Verifica o número de itens
de mão de obra.
nr_maodeobra = linha - linha_inicial - 1
' Verifica o Nr de itens de materiais
Do While aviso_fim = 1
If Range("A" & linha).Value = "SERVIÇOS" Then
aviso_fim = 2
Else
linha = linha + 1
End If
Verifica o número de itens
de materiais.
If linha = 0 Or linha = 1000 Then Stop
Loop
nr_materiais = linha - linha_inicial - nr_maodeobra - 3
' Verifica o Nr de itens de serviços
Do While aviso_fim = 2
If Range("A" & linha).Value = "DESCRIÇÃO DO
SERVIÇO" Then
aviso_fim = 3
Else
linha = linha + 1
End If
If linha = 0 Or linha = 1000 Then Stop
Loop
nr_servicos = linha - linha_inicial - nr_maodeobra nr_materiais - 5
‘Apaga células azuis e refaz toda a formatação
Verifica o número de itens
de serviços.
Refaz toda a formatação
Linhas de Código
Call
Macro_aux01(linha_inicial,
nr_materiais, nr_servicos)
Comentário
nr_maodeobra, utilizando a macro auxiliar
Macro_aux01.
' Preenche nomes e unidades dos insumos
For i = 1 To nr_maodeobra
linha = linha_inicial + i - 1
cod_sinapi = Range("B" & linha).Value
nome = ActiveWorkbook.Path &
planilha_insumos
Workbooks.Open (nome)
Windows(planilha_insumos).Activate
Sheets(1).Select
linha_sinapi = 1
"\"
Procura na planilha o
& código Sinapi dos insumos
de mão de obra.
Do While linha_sinapi <= 10000
codigo_lido
=
Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
1).Value
If Val(codigo_lido) = cod_sinapi Then Exit Do
linha_sinapi = linha_sinapi + 1
Loop
Close #1
descricao_insumo = Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
2).Value
unid_insumo
=
Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
3).Value
'preco_sinapi
=
Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
4).Value
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(folha_atual).Select
Range("A" & linha).Value = descricao_insumo
Range("D" & linha).Value = unid_insumo
Next
For i = 1 To nr_materiais
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + i + 1
cod_sinapi = Range("B" & linha).Value
Workbooks.Open (nome)
Windows(planilha_insumos).Activate
Sheets(1).Select
linha_sinapi = 1
Do While linha_sinapi <= 10000
Ao encontrar o item na
planilha de insumos, busca
sua descrição e sua
unidade e copia para a
planilha da composição
ativada.
Refaz as mesmas ações
para preencher as células
de descrição e de unidade
dos insumos de materiais.
Linhas de Código
Comentário
codigo_lido
=
Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
1).Value
If Val(codigo_lido) = cod_sinapi Then Exit Do
linha_sinapi = linha_sinapi + 1
Loop
Close #1
descricao_insumo = Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
2).Value
unid_insumo
=
Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
3).Value
'preco_sinapi
=
Sheets(1).Cells(linha_sinapi,
4).Value
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(folha_atual).Select
Range("A" & linha).Value = descricao_insumo
Range("D" & linha).Value = unid_insumo
Next
'Pesquisa os serviços a partir das planilhas já existentes
For i = 1 To nr_servicos
diretorio = ThisWorkbook.Path & "\"
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + nr_materiais
+i+3
cod_sinapi = Range("B" & linha).Value
cod_servico = cod_sinapi
nome = ActiveWorkbook.Path & "\" & cod_sinapi
Workbooks.Open (nome)
' Windows(planilha_insumos).Activate
Sheets(1).Select
Close #1
Pesquisa os serviços a
partir
das
planilhas
existentes.
O diretório é a pasta onde
se encontra a macro.
Para cada linha de item de
serviços, lê o código
Sinapi e abre a planilha
cujo nome é esse código.
descricao_insumo = Sheets(1).Cells(4, 2).Value
unid_insumo = Sheets(1).Cells(5, 2).Value
preco_sinapi = Sheets(1).Cells(linha_sinapi, 4).Value
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(folha_atual).Select
Lê na planilha do serviço
Range("A" & linha).Value = descricao_insumo
aberta a descrição do
Range("D" & linha).Value = unid_insumo
insumo e sua unidade e
copia para a planilha
Linhas de Código
Next
' Calcula o MDC
If nr_maodeobra > 1 Then
linha = linha_inicial + nr_maodeobra - 1
Range("E" & linha_inicial & ":E" & linha).Select
Selection.Merge
myValue = ""
For j = 1 To nr_maodeobra
' linha = linha_inicial + j - 1
'
myArray(j) = Int(Range("C" & linha).Value *
100)
If j = 1 Then
myValue = "=GCD(RC[-2]*100"
Else
If j = nr_maodeobra Then
myValue = myValue & ",R[" &
(nr_maodeobra - 1) & "]C[-2]*100)/100"
Else
myValue = myValue & ",R[" & (j - 1) &
"]C[-2]*100"
End If
End If
Next
Range("E" & linha_inicial & ":E" & linha).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
Else
Range("E" & linha_inicial & ":E" & linha).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=RC[-2]"
End If
Comentário
aberta.
Cálculo do MDC.
Utilizando o comando
R1C1, a fórmula do MDC
fica explícita na planilha.
Caso o número de itens
seja um, o valor do MDC é
o valor do consumo do
item único.
' Calcula a equipe
myValue = ""
For j = 1 To nr_maodeobra
Range("F" & (linha_inicial + j - 1)).Select
If j = 1 Then
myValue = "=ROUND(RC[-3]/RC[-1],0)"
Else
myValue = "=ROUND(RC[-3]/R[" & -(j - 1) &
Calcula a equipe.
Divide-se o valor do
consumo pelo valor do
MDC.
O valor é colocado na
célula da coluna F.
Linhas de Código
Comentário
"]C[-1],0)"
End If
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
Next
Calcula a coluna de
quantidade adotada.
' Calcula coluna G
Divide-se o valor da
myValue = ""
quantidade teórica daquele
For j = 1 To nr_maodeobra
item pelo valor mínimo
Range("G" & (linha_inicial + j - 1)).Select
das quantidades teóricas
If j = 1 Then
existentes, retornando um
myValue = "=ROUND(RC[-1]/MIN(RC[-1]:R[" & inteiro.
(nr_maodeobra - 1) & "]C[-1]),0)"
O valor é colocado na
Else
célula da coluna G.
myValue = "=ROUND(RC[-1]/MIN(R[" & -(j - 1)
& "]C[-1]:R[" & (nr_maodeobra - j) & "]C[-1]),0)"
End If
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
Next
Range("A1").Select
' Calcula coluna H
Calcula a produtividade
teórica.
Range("H" & linha_inicial & ":H" & (linha_inicial + Primeiramente mesclam-se
nr_maodeobra - 1)).Select
as células dos itens de mão
Selection.Merge
de obra.
Range("H" & linha_inicial).Select
O valor da produtivdidade
myValue = "=ROUND(RC[-2]/RC[-5],2)"
será o valor da quantidade
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
teórica de equipe dividido
pelo consumo.
' Calcula coluna I
Esse valor é igual para
todos os itens.
Range("I" & linha_inicial & ":I" & (linha_inicial +
nr_maodeobra - 1)).Select
Selection.Merge
Calcula a produtividade
myValue = ""
adotada. Primeiramente,
For j = 1 To nr_maodeobra
mesclam-se as células da
Range("I" & (linha_inicial + j - 1)).Select
coluna I.
If nr_maodeobra > 1 Then
Define-se então o valor
If j = 1 Then
mínimo entre a divisão da
myValue = "=ROUND(MIN(RC[-2]/RC[-6]" quantidade adotada e do
Else
consumo de cada item de
If j < nr_maodeobra Then
mão de obra.
Linhas de Código
Comentário
myValue = myValue & ",R[" & j - 1 & O valor é colocado na
"]C[-2]/R[" & j - 1 & "]C[-6]"
célula da coluna I.
Else
myValue = myValue & ",R[" & j - 1 &
"]C[-2]/R[" & j - 1 & "]C[-6]),2)"
End If
End If
Else
myValue
=
"=ROUND(MIN(RC[-2]/RC[6]),2)"
End If
Next
Range("I" & linha_inicial).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
' Faz coluna J
A coluna J apresenta a
Range("J" & linha_inicial & ":J" & (linha_inicial + unidade da produtividade.
nr_maodeobra - 1)).Select
Primeiramente, mesclamSelection.Merge
se as colunas e depois
myValue = Sheets(folha_atual).Cells(linha_inicial - busca-se a unidade de
4,
2).Value
&
"
/
"
& medida da composição
Sheets(folha_atual).Cells(linha_inicial, 4).Value
adotada (M2, por exemplo)
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
e divide-se pela unidade de
produção (H), ficando no
' Calcula coluna G - linhas dos materiais
final escrito M2/H.
myValue = ""
For j = 1 To nr_materiais
Range("G" & (linha_inicial + nr_maodeobra + 2 +
j - 1)).Select
Calcula
o
material
myValue = "=ROUND(RC[-4]*R[" & - consumido pela equipe
(nr_maodeobra + j + 1) & "]C[2],2)"
adotada e na célula ao lado
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
coloca a unidade de
Range("H" & (linha_inicial + nr_maodeobra + 2 + medida.
j - 1)).Select
Em cada linha, faz-se o
myValue = Sheets(folha_atual).Cells(linha_inicial consumo
do
material
+ nr_maodeobra + 2 + j - 1, 4).Value & " / " & multiplicado
pela
Sheets(folha_atual).Cells(linha_inicial, 4).Value
produtividade.
ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
Next
'Range("H" & linha_inicial & ":J" & (linha_inicial +
Linhas de Código
Comentário
nr_maodeobra - 1)).Select
'Selection.Merge
'myValue = Sheets(folha_atual).Cells(4, 2).Value & "
/ " & Sheets(folha_atual).Cells(8, 4).Value
'ActiveCell.FormulaR1C1 = myValue
Range("A1").Select
End Sub
Fim da macro 1.
8.2 Apêndice 2: Macro AUXILIAR 01
Objetivo:
Refazer toda a formatação da planilha de composições. É chamada no
programa Macro Montagem_composicao utilizando como parâmetros a
linha_inicial, o número de itens de mão de obra, de serviços e de
materiais.
Linhas de Código
Sub
Macro_aux01(linha_inicial,
nr_materiais, nr_servicos)
'
' Desfaz as mesclagens de células
Comentário
nr_maodeobra,
Dim linha As Integer
Range("B3:I3").Select
Selection.UnMerge
Range("B4:I4").Select
Selection.UnMerge
Desfaz as mesclagens das
células de descrição básica
e de descrição básica do
agrupador.
Desfaz a mesclagem das
células de descrição do
serviço e de especificação
dos materiais.
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + nr_materiais +
nr_servicos + 6
Range("A" & linha & ":I" & linha).Select
Selection.UnMerge
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + nr_materiais +
nr_servicos + 9
Range("A" & linha & ":I" & linha).Select
Selection.UnMerge
Range("A1").Select
' Deleta e refaz células das colunas E a J
' Deleta colunas E a J
Columns("E:J").Select
Selection.Delete Shift:=xlToRight
' Refaz textos dos cabeçalhos
Deleta todas as linhas das
colunas de E a J.
Linhas de Código
Comentário
Range("E" & linha_inicial - 2).Select
Refaz todos os cabeçalhos,
ActiveCell.FormulaR1C1 = "EQUIPE"
mesclando e escrevendo os
Range("E" & linha_inicial - 1).Select
títulos.
ActiveCell.FormulaR1C1 = "MDC"
Range("F" & linha_inicial - 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "QTDE TEÓRICA"
Range("G" & linha_inicial - 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "QTDE ADOTADA"
Range("H" & linha_inicial - 2).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "PRODUTIVIDADE"
Range("H" & linha_inicial - 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "TEÓRICA"
Range("I" & linha_inicial - 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ADOTADA"
Range("H" & linha_inicial - 2 & ":I" & linha_inicial 2).Select
Selection.Merge
Range("E" & linha_inicial - 2 & ":G" & linha_inicial 2).Select
Selection.Merge
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + 1
Range("G" & linha).Select
ActiveCell.FormulaR1C1
=
"MATERIAL
CONSUMIDO PELA EQUIPE ADOTADA"
Range("A1").Select
Range("E" & (linha_inicial - 2) & ":I" & (linha_inicial 1)).Select
Modifica a cor do fundo
das células.
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorDark2
.TintAndShade = -9.99786370433668E-02
End With
Faz o alinhamento dos
textos.
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
Linhas de Código
Comentário
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Modifica a cor do fundo
das células e faz o
Range("G" & linha & ",E" & linha & ":G" & alinhamento dos textos.
linha).Select
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorDark2
.TintAndShade = -9.99786370433668E-02
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlRight
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Columns("F:G").Select
Selection.ColumnWidth = 16
Modifica a cor do fundo
das células e faz o
alinhamento dos textos.
Columns("H:I").Select
Selection.ColumnWidth = 14
Range("B3:I3").Select
Selection.Merge
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
End With
Range("B4:I4").Select
Selection.Merge
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
Refaz a mesclagem das
células de descrição básica
e de descrição básica do
agrupador.
Linhas de Código
Comentário
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
End With
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + nr_materiais +
nr_servicos + 6
Range("A" & linha & ":I" & linha).Select
Selection.Merge
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
End With
Refaz a mesclagem do
espaço deixado para a
descrição do serviço, além
de fazer o alinhamento do
texto.
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + nr_materiais +
nr_servicos + 9
Range("A" & linha & ":I" & linha).Select
Selection.Merge
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
End With
' Refaz formatação de todas as linhas de mão de obra
linha = linha_inicial + nr_maodeobra - 1
Range("A" & linha_inicial & ":A" & linha).Select
Selection.ClearContents
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
.TintAndShade = 0.799981688894314
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
Refaz a mesclagem do
espaço deixado para a
especificação
dos
materiais, além de fazer o
alinhamento do texto.
Refaz formatação das
linhas dos itens de mão de
obra,
modificando
primeiramente a cor de
fundo e o alinhamento do
texto.
Linhas de Código
Comentário
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("D" & linha_inicial & ":I" & linha).Select
Selection.ClearContents
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
.TintAndShade = 0.799981688894314
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("B" & linha_inicial & ":C" & linha).Select
With Selection.Interior
.TintAndShade = 0
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("J" & linha_inicial & ":J" & linha).Select
With Selection
Refaz a cor azul do item
das unidades dos itens de
mão de obra.
Refaz
formatação
do
código Sinapi e do
consumo, modificando a
cor
interior
e
o
alinhamento das células
selecionadas.
Linhas de Código
Comentário
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
' Refaz formatação de todas as linhas dos materiais
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + 2
Range("A" & linha & ":A" & (linha + nr_materiais 1)).Select
Do mesmo modo que os
Selection.ClearContents
itens de mão de obra, essa
With Selection.Interior
parte do programa refaz
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
toda a formatação das
.TintAndShade = 0.799981688894314
linhas dos materiais.
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("D" & linha & ":D" & (linha + nr_materiais 1)).Select
Selection.ClearContents
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
.TintAndShade = 0.799981688894314
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
Linhas de Código
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("G" & linha & ":G" & (linha + nr_materiais 1)).Select
Selection.ClearContents
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
.TintAndShade = 0.799981688894314
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("B" & linha & ":C" & (linha + nr_materiais 1)).Select
With Selection.Interior
.TintAndShade = 0
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("H" & linha & ":H" & (linha + nr_materiais 1)).Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
Comentário
Linhas de Código
Comentário
End With
'Refaz formatação de todas as linhas de serviços
Do mesmo modo que os
linha = linha_inicial + nr_maodeobra + nr_materiais + 4 itens de mão de obra, essa
parte do programa refaz
Range("A" & linha & ":A" & (linha + nr_servicos - toda a formatação das
1)).Select
linhas dos serviços.
Selection.ClearContents
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
.TintAndShade = 0.799981688894314
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("D" & linha & ":D" & (linha + nr_servicos 1)).Select
Selection.ClearContents
With Selection.Interior
.ThemeColor = xlThemeColorLight2
.TintAndShade = 0.799981688894314
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Linhas de Código
Comentário
Range("B" & linha & ":C" & (linha + nr_servicos 1)).Select
With Selection.Interior
.TintAndShade = 0
End With
With Selection
.Borders(xlEdgeTop).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeBottom).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeRight).Weight = xlThin
.Borders(xlEdgeLeft).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideVertical).Weight = xlThin
.Borders(xlInsideHorizontal).Weight = xlThin
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("E" & linha & ":E" & (linha + nr_servicos 1)).Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
End With
Range("A1").Select
End Sub
Fim da macro que auxilia a
macro_01.
8.3 Apêndice 3: Macro BANCO DE DADOS
Objetivo:
Montar um arquivo que lista todas as composições existentes em um
determinado diretório. Atalho: Ctrl + j.
Linhas de Código
Comentário
Sub Banco_de_Dados()
Dim objFSO As Object
Dim objFolder As Object
Dim objFile As Object
Dim ws As Worksheet
Dim str_objFolder As String
Dim nome_arquivo, arquivo_delet, nome As String
Set
objFSO
CreateObject("Scripting.FileSystemObject")
Define
as
variáveis
utilizadas no programa.
=
str_objFolder = ActiveWorkbook.Path
str_objFolder = GetFolder(str_objFolder)
Set objFolder = objFSO.GetFolder(str_objFolder)
'Conta o número de arquivos existentes no diretório
i=0
For Each objFile In objFolder.Files
i=i+1
Next
nr_arquivos = i
j=0
For Each objFile In objFolder.Files
j=j+1
nomedocara = objFile.Name
extensaodocara = Right(nomedocara, 4)
codigo = Left(nomedocara, Len(nomedocara) - 5)
If (codigo = "Banco de dados") Then
'MsgBox ("OK")
Response = MsgBox(prompt:="O arquivo 'Banco
de Dados'já existe. Você deseja apagar o existente e criar
um novo?", Buttons:=vbYesNo)
Define qual o diretório do
usuário.
Conta o número
arquivos existentes
diretório selecionado.
de
no
Verifica se o arquivo
‘Banco
de
Dados’
encontra-se no diretório
selecionado.
Linhas de Código
'Botão SIM: Apagar o existente e criar um novo
If Response = vbYes Then
'Apaga o arquivo Banco de dados
arquivo_delet = str_objFolder & "\" & "Banco de
dados.xlsx"
Kill arquivo_delet
'Cria o novo arquivo e salva no mesmo diretório
anteriormente escolhido
nome_arquivo = "Banco de dados.xlsx"
Set NewWkbk = Workbooks.Add
NewWkbk.SaveAs str_objFolder & "\" &
nome_arquivo
If Err.Number = 1004 Then
NewWkbk.Close
MsgBox "File Name Not Valid" & vbCrLf &
vbCrLf & "Try Again."
'GoTo TryAgain
End If
Comentário
Caso a resposta do usuário
seja SIM, apaga o arquivo
‘Banco de Dados’ e cria
um novo no mesmo
diretório selecionado.
'Ativar o arquivo criado e chamar a Macro_aux2
(Atualização/criação do banco de dados)
Windows(NewWkbk.Name).Activate
Call Macro_aux2(str_objFolder)
'Clean up!
Set objFolder = Nothing
Set objFile = Nothing
Set objFSO = Nothing
Chama a macro auxiliar
Macro_aux2, macro que
atualiza a planilha ‘Banco
de Dados’.
'Botão NÃO: Apenas abre o existente e atualiza o
arquivo (Macro_aux2)
Else
'MsgBox "Abrir o Banco de Dados existente"
nome = objFolder & "\" & "Banco de dados"
Workbooks.Open (nome)
Call Macro_aux2(str_objFolder)
Caso a resposta do usuário
End If
seja NÃO, abre o existente
e atualiza o arquivo.
'Coloca essa restrição para parar o loop
j = nr_arquivos + 1
Linhas de Código
Comentário
Else
If j = nr_arquivos Then
MsgBox ("Não existe o arquivo. Criar?")
nome_arquivo = "Banco de dados.xlsx"
Set NewWkbk = Workbooks.Add
NewWkbk.SaveAs str_objFolder & "\" &
nome_arquivo
If Err.Number = 1004 Then
NewWkbk.Close
Caso não exista o arquivo
MsgBox "File Name Not Valid" & vbCrLf & ‘Banco de Dados’, cria
vbCrLf & "Try Again."
essa planilha salva no
End If
mesmo diretório.
'Ativa o arquivo criado para poder chamar a
Macro_aux2 de criação/atualização
Windows(NewWkbk.Name).Activate
Call Macro_aux2(str_objFolder)
End If
End If
Next
End Sub
8.4 Apêndice 4: Macro AUXILIAR 2
Objetivo:
Macro auxiliar que atualiza a planilha do banco de dados.
Linhas de Código
Comentário
Sub Macro_aux2(str_objFolder)
Dim planilha_atual, folha_atual As String
Dim linha, linha_inicial, aviso_fim, nr_linhas As Integer
Dim conteudo As Variant
Define as variáveis utilizadas
no programa.
planilha_atual = ActiveWorkbook.Name
folha_atual = ActiveSheet.Name
linha_inicial = 2
linha = linha_inicial
'Apaga dados anteriores (limpa a planilha)
Cells.Select
Selection.ClearContents
Apaga os dados anteriores da
planilha ‘Banco de Dados’.
Chama macro auxiliar que lista
MsgBox ("Indique o diretório onde se encontram as os nomes de todos os arquivos
composições")
contidos na pasta definida pelo
Call ListAllFile
usuário.
.
Columns("B:B").Select
ActiveWorkbook.Worksheets(folha_atual).Sort.SortFiel
ds.Clear
ActiveWorkbook.Worksheets(folha_atual).Sort.SortFiel
ds.Add
Key:=Range("B1"),
_
SortOn:=xlSortOnValues,
Order:=xlAscending,
DataOption:=xlSortNormal
With ActiveWorkbook.Worksheets(folha_atual).Sort
.SetRange Range("B3:D42")
.Header = xlNo
.MatchCase = False
.Orientation = xlTopToBottom
.SortMethod = xlPinYin
.Apply
End With
Linhas de Código
'Organizando as primeiras linhas da tabela
Range("B2").Value = "Classe de svç"
Range("C2").Value = "Código"
Range("D2").Value = "Descrição completa"
Comentário
Organiza a primeira linha da
tabela.
Range("B2:D2").Select
Selection.Font.Bold = True
Selection.Font.Size = 13
Rows("1:1").Select
Selection.ClearContents
Range("B2:D2").Select
Selection.AutoFilter
Columns("B:D").EntireColumn.AutoFit
Columns("C:C").Select
Selection.SpecialCells(xlCellTypeBlanks).Select
Selection.EntireRow.Delete
Rows(1).Insert
'Verifica os arquivos que realmente são composições
i=3
Do While i <= 1000
conteudo = Range("C" & i).Value
If conteudo <> "" Then
ini_cont = Left(conteudo, 3)
If IsNumeric(ini_cont) Then
i=i+1
Else
Range("C" & i).Delete
End If
Else
i=i+1
End If
Loop
Apaga as linhas vazias que
apareceram na coluna C.
Verifica os arquivos que
realmente são composições,
considerando
que
uma
composição apresenta os 3
primeiros caracteres sendo
números.
Call Macro_aux03(str_objFolder)
Chama a macro auxiliar 3, que
formata o ‘Banco de Dados’ e
completa os dados.
End Sub
Fim da macro auxiliar.
8.5 Apêndice 5: Macro AUXILIAR 3
Macro auxiliar que formata a planilha ‘Banco de Dados’ e completa com
Objetivo:
os dados necessários.
Linhas de Código
Comentário
Sub Macro_aux03(str_objFolder)
Dim bancodedados, codigo, nome, classe_comp,
descricao_comp, folha_atual As String
Dim linha, linha_inicial, aviso_fim, nr_linhas As
Integer
'Parâmetros e constantes
bancodedados = ActiveWorkbook.Name
linha_inicial = 3
folha_atual = ActiveSheet.Name
Define
as
variáveis,
os
parâmetros, as constantes e os
valores iniciais utilizadas no
programa.
'Valores iniciais
linha = linha_inicial
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("C" & linha).Value = 0 Then
aviso_fim = 1
Else
If Range("D" & linha).Value = 0 Then
codigo = Range("C" & linha).Value
nome = str_objFolder & "\" & codigo
Workbooks.Open (nome)
Sheets(1).Select
classe_comp = Range("B2").Value
descricao_comp = Range("B4").Value
Windows(bancodedados).Activate
'Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(1).Select
Range("B" & linha).Value = classe_comp
Range("D" & linha).Value = descricao_comp
Windows(codigo & ".xlsx").Close
linha = linha + 1
Linha a linha, abre o arquivo
listado na planilha do banco de
dados, abre o mesmo e pega os
dados necessários: a classe do
serviço e a descrição do mesmo.
Os dados obtidos são transcritos
para cada composição.
.
Linhas de Código
Comentário
Else
aviso_fim = 1
End If
End If
Loop
'Conta número de composições
aviso_fim = 0
nr_linhas = 3
Do While aviso_fim = 0
If Range("C" & nr_linhas).Value = 0 Then
aviso_fim = 1
Else
nr_linhas = nr_linhas + 1
End If
Loop
'Organizando a formatação final da planilha
Columns("D:D").ColumnWidth = 60
Range("D3" & ":D" & nr_linhas).Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlGeneral
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = True
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
Range("D2").Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = False
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
Conta o número de composições
existentes na planilha.
Itens de formatação da planilha.
Linhas de Código
Comentário
.MergeCells = False
End With
Columns("A:C").Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = False
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
Range("B2").Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = False
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
'Wrap Text na coluna D
Range("D3:D" & nr_linhas).Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlGeneral
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = False
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
Itens de formatação da planilha.
Itens de formatação da planilha.
Linhas de Código
Comentário
With Selection
.HorizontalAlignment = xlGeneral
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = True
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
'Coloca as células da coluna A como condicionais
linha_inicial = 3
Range("A"
&
linha_inicial
&
":A"
&
nr_linhas).Select
Selection.FormatConditions.AddIconSetCondition
Selection.FormatConditions(Selection.FormatCondition
s.Count).SetFirstPriority
With Selection.FormatConditions(1)
.ReverseOrder = False
.ShowIconOnly = True
.IconSet = ActiveWorkbook.IconSets(xl3Symbols)
End With
With Selection.FormatConditions(1).IconCriteria(2)
.Type = xlConditionValueNumber
.Value = 0.1
.Operator = 7
End With
With Selection.FormatConditions(1).IconCriteria(3)
.Type = xlConditionValueNumber
.Value = 1
.Operator = 7
End With
Columns("B:B").Select
Transforma as células da coluna A
como
células
condicionais,
inserindo símbolos caso o valor da
célula célula seja maior que 1.
Linhas de Código
Comentário
ActiveWorkbook.Worksheets("Sheet1").Sort.SortFields
.Clear
ActiveWorkbook.Worksheets("Sheet1").Sort.SortFields
.Add Key:=Range("B1"), _
SortOn:=xlSortOnValues,
Order:=xlAscending,
DataOption:=xlSortNormal
With ActiveWorkbook.Worksheets("Sheet1").Sort
.SetRange Range("B2:D46")
.Header = xlGuess
.MatchCase = False
.Orientation = xlTopToBottom
.SortMethod = xlPinYin
.Apply
End With
Range("H2").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "Última atualização:"
Range("H3").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = Day(Date) & "/" &
Month(Date) & "/" & Year(Date)
Columns("H:H").EntireColumn.AutoFit
Range("H2:H3").Select
Selection.Borders(xlDiagonalDown).LineStyle
=
xlNone
Selection.Borders(xlDiagonalUp).LineStyle
=
xlNone
With Selection.Borders(xlEdgeLeft)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
.TintAndShade = 0
.Weight = xlMedium
End With
With Selection.Borders(xlEdgeTop)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
.TintAndShade = 0
.Weight = xlMedium
End With
With Selection.Borders(xlEdgeBottom)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
Organiza segundo a classe de
serviço SINAPI.
Coloca data da última atualização
da planilha e formata a célula que
contém a data.
Linhas de Código
.TintAndShade = 0
.Weight = xlMedium
End With
With Selection.Borders(xlEdgeRight)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
.TintAndShade = 0
.Weight = xlMedium
End With
Selection.Borders(xlInsideVertical).LineStyle
xlNone
Selection.Borders(xlInsideHorizontal).LineStyle
xlNone
Range("A1").Select
End Sub
Comentário
=
=
Fim da macro auxiliar.
8.6 Apêndice 6: Macro LIST ALL FILE
Objetivo:
A partir de uma seleção prévia do diretório, são listados todos os arquivos
existentes na pasta selecionada.
Linhas de Código
Comentário
Sub ListAllFile()
Dim objFSO As Object
Dim objFolder As Object
Dim objFile As Object
Dim ws As Worksheet
Dim str_objFolder As String
Set
objFSO
CreateObject("Scripting.FileSystemObject")
'Set ws = Worksheets.Add
Set ws = ActiveSheet
Define
as
variáveis
utilizadas no programa.
=
Pega todos os arquivos
encontrados no diretório.
str_objFolder = ActiveWorkbook.Path
str_objFolder = GetFolder(str_objFolder)
Set objFolder = objFSO.GetFolder(str_objFolder)
ws.Cells(1, 1).Value = "The files found in " &
objFolder.Name & "are:"
For Each objFile In objFolder.Files
i = ws.UsedRange.Rows.Count + 1
nomedocara = objFile.Name
extensaodocara = Right(nomedocara, 4)
codigo = Left(nomedocara, Len(nomedocara) - 5)
ws.Cells(i, 3).Value = codigo
Um a um, coloca o nome
do arquivo sem sua
extensão.
.
Next
'Clean up!
Set objFolder = Nothing
Set objFile = Nothing
Set objFSO = Nothing
End Sub
Fim da macro auxiliar.
8.7 Apêndice 7: Macro BOTÃO_ATUALIZAR
Objetivo:
Atualizar a planilha ‘Banco de Dados’. Atalho: Ctrl+a.
Linhas de Código
Comentário
Sub Botão_atualizar()
Dim caminho As String
Call Macro_aux2(caminho)
Chama a macro auxiliar
que faz a listagem e a
montagem da planilha
‘Banco de Dados’.
End Sub
Fim da macro.
caminho = ActiveWorkbook.Path
8.8 Apêndice 8: Macro ORÇAMENTO
Objetivo:
A partir de uma seleção prévia na planilha ‘Banco de Dados’ dos itens a
compor o orçamento, cria uma planilha com as folhas exigidas pela
NOROM para orçamento de obras no âmbito do Exército. Atalho: Ctrl+y.
Linhas de Código
Comentário
Sub Orcamento()
Dim str_diretorio, bancodedados, planilha_orc, caminho
As String
Dim classe_lida, desc_completa As String
Dim i, j, aviso_fim, linha_inicial, linha_final, nr_comp As
Integer
'Dim codigo_lido As Integer
Define
as
variáveis
utilizadas no programa.
planilha_atual = ActiveWorkbook.Name 'Planilha do
banco de dados
folha_atual = ActiveSheet.Name
caminho = ActiveWorkbook.Path
planilha_insumos = "Precos_Insumos"
Cria
a
planilha
orçamento e salva
planilha_orc = "Orcamento_" & Day(Now) & "_" & mesmo
diretório
Month(Now) & "_" & Year(Now) & "_" & Timer & arquivo do programa.
".xlsx"
str_diretorio = ActiveWorkbook.Path
Set NewWkbk = Workbooks.Add
NewWkbk.SaveAs str_diretorio & "\" & planilha_orc
If Err.Number = 1004 Then
NewWkbk.Close
MsgBox "File Name Not Valid" & vbCrLf & vbCrLf &
"Try Again."
End If
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(1).Select
i=3
de
no
do
Linhas de Código
nr_comp = 3
aviso_fim = 0
Windows(planilha_atual).Activate
Do While aviso_fim = 0
conteudo = Range("C" & nr_comp).Value
If conteudo = 0 Then
aviso_fim = 1
Else
nr_comp = nr_comp + 1
End If
Loop
Do While (i <= nr_comp)
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(1).Select
If Range("A" & i).Value >= 1 Then
classe_lida = Sheets(1).Cells(i, 2).Value
codigo_lido = Sheets(1).Cells(i, 3).Value
desc_comp = Sheets(1).Cells(i, 4).Value
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(2).Select
Range("B" & i).Value = classe_lida
Range("C" & i).Value = codigo_lido
Range("D" & i).Value = desc_comp
End If
i=i+1
Loop
Windows(planilha_orc).Activate
'Apaga as linhas vazias que apareceram na coluna B
Columns("B:B").Select
Selection.SpecialCells(xlCellTypeBlanks).Select
Selection.EntireRow.Delete
'Insere uma linha de cabeçalho
Rows(1).Insert
Comentário
Conta o número de
composições selecionadas
no arquivo ‘Banco de
Dados’.
Lê os dados necessários e
copia para a planilha de
orçamento.
Linhas de Código
Comentário
Rows(1).Insert
Range("A1").Value = "Item"
Range("B1").Value = "Classe"
Range("C1").Value = "Código"
Range("D1").Value = "Descrição"
Range("E1").Value = "Unidade"
Range("F1").Value = "Qtde"
Range("G1").Value = "Mão-de-obra"
Range("H1").Value = "Materiais"
Range("I1").Value = "Custo unitário"
Range("J1").Value = "Custo total"
'Abre a planilha do preço de insumos
plan_insumos = caminho & "\" & planilha_insumos
Workbooks.Open (plan_insumos)
Insere a linha de cabeçalho
na folha descritiva de
orçamento.
Padrão:
ITEM
REFERÊNCIA SINAPI CÓDIGO - DESCRIÇÃO UNIDADE
QUANTIDADE
MATERIAIS - MDO C.U. - CUSTO TOTAL
Abre a planilha ‘Preço
Insumos’.
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(2).Select
aviso_fim = 0
linha_inicial = 1
Do While aviso_fim = 0
conteudo = Range("C" & linha_inicial).Value
ini_cont = Left(conteudo, 3)
If IsNumeric(ini_cont) Then
If conteudo <> 0 Then
aviso_fim = 1
Else
linha_inicial = linha_inicial + 1
End If
Else
linha_inicial = linha_inicial + 1
End If
Loop
aviso_fim = 0
linha_final = linha_inicial
Verifica qual a primeira
linha de composição.
Linhas de Código
Do While aviso_fim = 0
conteudo = Range("C" & linha_final).Value
If conteudo = 0 Then
aviso_fim = 1
Else
linha_final = linha_final + 1
End If
Loop
linha_final = linha_final - 1
Columns("B:B").EntireColumn.AutoFit
Columns("C:C").EntireColumn.AutoFit
Columns("E:E").EntireColumn.AutoFit
Columns("F:F").EntireColumn.AutoFit
Columns("G:G").EntireColumn.AutoFit
Columns("H:H").EntireColumn.AutoFit
Columns("I:I").EntireColumn.AutoFit
Columns("J:J").EntireColumn.AutoFit
Columns("D:D").ColumnWidth = 70
Comentário
Verifica a linha final de
composições.
Formatação das folhas.
Range("D3" & ":D" & nr_comp).Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlGeneral
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = True
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
Sheets(1).Name = "Folha resumo"
Sheets(2).Name = "Planilha de custos"
Sheets(3).Name = "Composições"
Sheets(2).Select
Rows("1:1").Select
Selection.Font.Bold = True
With Selection
Nomeação das folhas da
planilha.
Formatação das folhas.
Linhas de Código
Comentário
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlBottom
.WrapText = False
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
Chama a macro que cria a
Call macro_aux04(linha_inicial, linha_final, planilha_orc, planilha de composições
planilha_atual, planilha_insumos, caminho)
na folha 2.
End Sub
Fim da macro Orçamento.
8.9 Apêndice 9: Macro AUXILIAR 4
Objetivo:
Criar a folha descritiva dos custos do orçamento (folha 2).
Linhas de Código
Comentário
Sub macro_aux04(linha_inicial, linha_final, planilha_orc,
planilha_atual, planilha_insumos, caminho)
'Macro que cria as composições na folha "Composições"
Dim linha, i, aviso_fim As Integer
Dim codigo As String
Dim cod_svc As String
Define
as
variáveis
utilizadas no programa.
num_linhas = linha_final - linha_inicial + 1
linha = linha_inicial
i=1
contador_comp = 0
Do While (contador_comp < num_linhas)
contador_comp = contador_comp + 1
linha_atual = linha_inicial + contador_comp - 1
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(2).Select
Range("C" & linha_atual).Select
codigo_ini = ActiveCell.FormulaR1C1
codigo_fecha = codigo_ini
Range("D" & linha_atual).Select
descricao_comp = ActiveCell.FormulaR1C1
'Windows(planilha_insumos).Activate
'1.Abre a planilha do código dado
nome = caminho & "\" & codigo_ini
Workbooks.Open (nome)
aviso_fim = 0
linha = 1
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha).Value = "MATERIAIS" Then
aviso_fim = 1
Else
Linha a linha, vai
copiando
os
dados
existentes no arquivo do
código.
Conta a qtde de mão de
obra e de materiais
existentes no arquivo
selecionado.
Verifica o número de
itens de mão de obra.
Linhas de Código
Comentário
linha = linha + 1
End If
If linha = 0 Or linha = 1000 Then Stop
Loop
contador_mo = linha - 10
Do While aviso_fim = 1
If Range("A" & linha).Value = "SERVIÇOS" Then
aviso_fim = 2
Else
linha = linha + 1
End If
If linha = 0 Or linha = 1000 Then Stop
Loop
contador_mat = linha - contador_mo - 12
Verifica o número de
itens de materiais.
Do While aviso_fim = 2
If Range("A" & linha).Value = "DESCRIÇÃO DO
SERVIÇO" Then
Verifica o número de
aviso_fim = 3
itens de serviços.
Else
linha = linha + 1
End If
If linha = 0 Or linha = 1000 Then Stop
Loop
contador_svc = linha - contador_mo - contador_mat - 14
If contador_svc = 1 Then
linhaini = linha - 2
If Range("A" & linhaini).Value = "-" Then
contador_svc = 0
End If
End If
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(2).Select
Cells.Delete
'Faz as composições auxiliares caso haja
i=1
resposta = 0
Saida:
Limpa a folha do Banco
de Dados inicialmente.
Linhas de Código
Do While i <= contador_svc
Windows(codigo_ini & ".xlsx").Activate
linha_svc_inicial = linha - contador_svc - 2 + i
Windows(codigo_ini & ".xlsx").Activate
cod_svc = Range("B" & linha_svc_inicial).Value
desc_svc = Range("A" & linha_svc_inicial).Value
plan_svc = caminho & "\" & cod_svc
Workbooks.Open (plan_svc)
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets("Composições").Select
Call verifica_servico(cod_svc, resposta)
flag = 0
Comentário
Caso
a
composição
apresente
composições
auxiliares, verifica-se se a
mesma já existe na folha
de composições (macro
auxiliar Verifica_servico).
If resposta = 1 Then
Caso exista, apenas copia
i=i+1
o valor do serviço. Caso
GoTo Saida
não
exista,
a
sua
Else
descrição detalhada é
flag = 0
criada (macro auxiliar
Call monta_servico(cod_svc, flag, planilha_atual, Monta_servico) acima da
planilha_insumos, planilha_orc)
composição principal .
If flag = 1 Then
Call monta_servico(cod_svc, flag, planilha_atual,
planilha_insumos, planilha_orc)
End If
If flag = 2 Then
i=i+1
GoTo Saida
End If
If flag = 0 Then
i=i+1
GoTo Saida
End If
End If
Loop
Call
transcreve_servico(codigo_ini,
planilha_atual,
planilha_insumos, planilha_orc)
Call copia_servico(planilha_atual, planilha_orc)
Ao final dessa análise,
transcreve e copia a
composição auxiliar para
If contador_svc = 0 Then
a planilha de orçamento.
Linhas de Código
Comentário
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets("Composições").Select
Call verifica_servico(codigo_ini, resposta)
If resposta = 0 Then
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(2).Select
Call transcreve_servico(codigo_ini, planilha_atual,
planilha_insumos, planilha_orc)
Call copia_servico(planilha_atual, planilha_orc)
End If
End If
If codigo_ini <> codigo_fecha Then
Workbooks(codigo_fecha).Close
Else
Workbooks(codigo_ini).Close
End If
Loop
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets("Composições").Select
nrlinhas = ActiveSheet.UsedRange.Rows.Count
Columns("A:A").Select
Selection.ColumnWidth = 35
i=1
Do While (i <= nrlinhas)
Rows(i & ":" & i).EntireRow.AutoFit
Range("A" & i).Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlLeft
.VerticalAlignment = xlCenter
.WrapText = True
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
i=i+1
Loop
Fecha o arquivo inicial
caso ele tenha outras
composições
auxiliares
dentro.
Formata a folha das
composições da planilha
do orçamento.
Linhas de Código
Comentário
Columns("A:A").Select
Selection.SpecialCells(xlCellTypeBlanks).Select
Selection.EntireRow.Delete
contador_comp = 0
Do While (contador_comp < num_linhas)
contador_comp = contador_comp + 1
linha_atual = 2 + contador_comp
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(2).Select
codigo_comp = Range("C" & linha_atual).Value
'Procura o valor na folha de composições
i=1
Do While i <= 10000
codigo_lido = Sheets(3).Cells(i, 1).Value
If codigo_lido = codigo_comp Then Exit Do
i=i+1
Loop
Linka
totais
da
composição com a folha
descritiva de orçamento.
Sheets("Composições").Select
linha_mo = i
Do While linha_mo <= 10000
If Range("D" & linha_mo).Value = "TOTAL MÃO Pesquisa onde está o valor
DE OBRA = " Then Exit Do
total de MO, MAT,
linha_mo = linha_mo + 1
SERVIÇO E TOTAL.
Loop
linha_mat = linha_mo
Do While linha_mat <= 10000
If Range("D" & linha_mat).Value = "TOTAL
MATERIAIS = " Then Exit Do
linha_mat = linha_mat + 1
Loop
linha_svc = linha_mat
Do While linha_svc <= 10000
If Range("D" & linha_svc).Value = "TOTAL
SERVIÇOS = " Then Exit Do
linha_svc = linha_svc + 1
Loop
linha_total = linha_svc + 1
Linhas de Código
Comentário
linha_uni = i + 2 - linha_atual
linha_custo_mo = linha_mo - linha_atual
linha_custo_mat = linha_mat - linha_atual
linha_custo_svc = linha_svc - linha_atual
linha_custo_total = linha_total - linha_atual
Sheets(2).Select
Range("E" & linha_atual).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=Composições!R["
linha_uni & "]C[-3]"
Range("G" & linha_atual).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=Composições!R["
linha_custo_mo & "]C[-1] + Composições!R["
linha_custo_svc & "]C[-1]"
Range("H" & linha_atual).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=Composições!R["
linha_custo_mat & "]C[-2]"
Range("I" & linha_atual).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=Composições!R["
linha_custo_total & "]C[-3]"
Range("J" & linha_atual).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=RC[-4]*RC[-1]"
Loop
&
&
&
Linka os valores da
& planilha
de
“Composições” para a
folha descritiva de custos.
&
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(2).Select
Columns("G:J").Select
Selection.NumberFormat = "0.00"
Range("A1:J1").Select
With Selection.Interior
.Pattern = xlSolid
.PatternColorIndex = xlAutomatic
.ThemeColor = xlThemeColorDark1
.TintAndShade = -0.149998474074526
.PatternTintAndShade = 0
End With
Range("B3:J" & linha_atual).Select
ActiveWorkbook.Worksheets("Planilha
Formata a planilha dos
custos.
de
Linhas de Código
Comentário
custos").Sort.SortFields.Clear
ActiveWorkbook.Worksheets("Planilha
de
custos").Sort.SortFields.Add Key:= _
Organiza
segundo
a
Range("B3:B" & linha_atual), SortOn:=xlSortOnValues, ordem das classes da
Order:=xlAscending, CustomOrder:= _
NOROM.
"SETP, SEAA, SERC, SERP, SEDI, SERT, CANT,
MOVT, DROP, ESCO, ASTU, LIPR, FUES, INPR, INHI,
INEL, INES, PARE, COBE, IMPE, ESQV, REVE, PISO,
PINT, FOMA, PAVI, URBA", DataOption:=xlSortNormal
With
ActiveWorkbook.Worksheets("Planilha
de
custos").Sort
.SetRange Range("B3:J" & linha_atual)
.Header = xlGuess
.MatchCase = False
.Orientation = xlTopToBottom
.SortMethod = xlPinYin
.Apply
End With
contador = 1
Call macro_aux_classes(linha_atual, "SETP", "SERVIÇOS
TÉCNICOS-PROFISSIONAIS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"SEAA",
"SERVIÇOS AUXILIARES E ADMINISTRATIVOS",
contador)
Call macro_aux_classes(linha_atual, "SERC", "SERVIÇOS
COMPLEMENTARES", contador)
Call macro_aux_classes(linha_atual, "SERP", "SERVIÇOS
PRELIMINARES", contador)
Cria linha das classes
Call macro_aux_classes(linha_atual, "SEDI", "SERVIÇOS SINAPI com nome e
DIVERSOS", contador)
descrição da classe.
Call macro_aux_classes(linha_atual, "SERT", "SERVIÇOS
TÉCNICOS(LOCAÇÃO)", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"CANT",
"CANTEIRO DE OBRAS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"MOVT",
"MOVIMENTO DE TERRA", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"DROP",
"DRENAGEM/OBRAS DE CONTENÇÃO/POÇOS DE
VISITA E CAIXAS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"ESCO",
Linhas de Código
"ESCORAMENTO EM VALAS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"ASTU",
"ASSENTAMENTO DE TUBOS E PEÇAS", contador)
Call macro_aux_classes(linha_atual, "LIPR", "LIGAÇÕES
PREDIAIS
ÁGUA/ESGOTO/ENERGIA/TELEFONE",
contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"FUES",
"FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"INPR",
"INSTALAÇÕES DE PRODUÇÃO (MONTAGENS EM
GERAL-RESERVATÓRIOS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"INHI",
"INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"INEL",
"INSTALAÇÕES ELÉTRICAS/ELETRIFICAÇÃO E
ILUMINAÇÃO EXTERNA", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"INES",
"INSTALAÇÕES ESPECIAIS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"PARE",
"PAREDES/PAINÉIS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"COBE",
"COBERTURA", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"IMPE",
"IMPERMEABILIZAÇÃO E PROTEÇÃO DIVERSAS",
contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"ESQV",
"ESQUADRIAS/FERRAGENS/VIDROS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"REVE",
"REVESTIMENTOS E TRATAMENTOS ESPECIAIS",
contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"PISO",
"PISOS/SOLEIRAS/RODAPÉS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"PINT",
"PINTURAS", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"FOMA",
"FORNECIMENTO
DE
MATERIAIS
E
EQUIPAMENTOS(PAVIMENTAÇÃO)", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"PAVI",
"PAVIMENTAÇÃO", contador)
Call
macro_aux_classes(linha_atual,
"URBA",
"URBANIZAÇÃO", contador)
Comentário
Linhas de Código
Comentário
Columns("A:A").Select
Selection.Font.Bold = False
Selection.Font.Bold = True
Range("A" & linha_atual).Select
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(2).Select
aviso_fim = 0
i=3
linha = i
Do While aviso_fim = 0
If Range("D" & linha).Value = "TOTAL DO ITEM"
And Range("B" & linha + 2) = 0 Then
aviso_fim = 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Range("D" & linha + 1).Value = "CUSTO TOTAL"
Calcula custo total.
Range("J" & linha + 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=(SUM(R[" & (-linha + 2) &
"]C:R[-1]C))/2"
Range("A1:J" & linha + 1).Select
Selection.Borders(xlDiagonalDown).LineStyle = xlNone
Selection.Borders(xlDiagonalUp).LineStyle = xlNone
With Selection.Borders(xlEdgeLeft)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
.TintAndShade = 0
.Weight = xlThin
End With
With Selection.Borders(xlEdgeTop)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
.TintAndShade = 0
.Weight = xlThin
End With
Formatação da planilha
descritiva.
Linhas de Código
Comentário
Range("F3:F" & linha + 1).Select
With Selection.Interior
.Pattern = xlSolid
.PatternColorIndex = xlAutomatic
.ThemeColor = xlThemeColorAccent5
.TintAndShade = 0.599993896298105
.PatternTintAndShade = 0
End With
Rows("1:7").Select
Selection.Insert
Shift:=xlDown,
CopyOrigin:=xlFormatFromLeftOrAbove
Range("A3").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "OBRA:"
Range("A4").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "PROJETO N°:"
Range("A5").Select
Coloca o título padrão na
ActiveCell.FormulaR1C1 = "LOCAL:"
folha.
Range("A6").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ÁREA EQUIVALENTE
(m²):"
Range("A7").Select
Columns("A:A").ColumnWidth = 17
'Columns("A:A").EntireColumn.AutoFit
Range("C4").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "OM:"
Range("C5").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "DATA:"
Range("C6").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ÁREA ÚTIL (m²):"
Range("C7").Select
Columns("C:C").EntireColumn.AutoFit
'Columns("B:B").EntireColumn.AutoFit
Range("E4").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "RM:"
Range("E6").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ÁREA CONSTRUÍDA (m²):"
Range("E7").Select
Columns("E:E").ColumnWidth = 12
'Columns("E:E").EntireColumn.AutoFit
Range("A3:A6").Select
Linhas de Código
Comentário
Selection.Font.Bold = True
Range("C4:C6").Select
Selection.Font.Bold = True
Range("E4:E6").Select
Selection.Font.Bold = True
'Columns("D:D").ColumnWidth = 16
Range("A1:F1").Select
Selection.Merge
ActiveCell.FormulaR1C1
=
"ORÇAMENTO
DESCRITIVO - PLANILHA ANALÍTICA"
Range("A1:F1").Select
Selection.Font.Bold = True
Selection.Font.Size = 13
Call macro_aux_folha_resumo(planilha_orc)
Sheets(2).Select
Range("A1").Select
End Sub
Chama macro auxiliar
que organiza a folha
resumo e coloca os dados
restantes nela.
-----------------------------------------------------------------------Sub verifica_servico(cod_svc, resposta)
Dim linha As Integer
Dim codiguu As String
linha = 1
Do While linha < 1000
codiguu = Range("A" & linha).Value
If codiguu = cod_svc Then
resposta = 1
linha = 10001
Else
linha = linha + 1
resposta = 0
End If
Loop
End Sub
------------------------------------------------------------------------
Macro que verifica se o
serviço já existe na
planilha dada.
Linhas de Código
Sub
monta_servico(cod_svc,
planilha_insumos, planilha_orc)
flag,
Comentário
planilha_atual, Macro auxiliar que monta
o sub-serviço na folha de
composições.
resposta = 0
aviso_fim = 0
linha_f = 1
Windows(cod_svc & ".xlsx").Activate
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha_f).Value = "DESCRIÇÃO DO
SERVIÇO" Then
aviso_fim = 1
Else
linha_f = linha_f + 1
End If
If linha_f = 0 Or linha_f = 1000 Then Stop
Loop
linha_i = 1
Do While aviso_fim = 1
If Range("A" & linha_i).Value = "SERVIÇOS" Then
aviso_fim = 2
Else
linha_i = linha_i + 1
End If
If linha_i = 0 Or linha_i = 1000 Then Stop
Loop
nr_sub = linha_f - linha_i - 2
If nr_sub = 1 And Range("A" & linha_i + 1).Value = "-"
Then
Call transcreve_servico(cod_svc, planilha_atual,
planilha_insumos, planilha_orc)
Workbooks(cod_svc & ".xlsx").Close
flag = 2
Else
i=1
Do While (i <= nr_sub)
cod_sub = Range("A" & linha_i + i).Value
resposta = 0
Call verifica_servico(cod_sub, resposta)
If resposta = 1 Then
Call transcreve_servico(cod_svc, planilha_atual,
Linhas de Código
Comentário
planilha_insumos, planilha_orc)
i=i+1
flag = 0
Else
cod_svc = cod_sub
flag = 1
Exit Do
End If
Loop
End If
End Sub
-----------------------------------------------------------------------Sub
transcreve_servico(cod_svc,
planilha_atual, Transcreve o serviço da
planilha_insumos, planilha_orc)
planilha do ‘Banco de
Dados’ para a folha de
Windows(cod_svc & ".xlsx").Activate
composições.
desc_svc = Range("B4").Value
aviso_fim = 0
linha2 = 1
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(2).Select
nrows = ActiveSheet.UsedRange.Rows.Count
If nrows = 1 Then
linha = nrows
Else
linha = nrows + 1
End If
Range("A" & linha + 1).Value = cod_svc
Range("A" & linha + 2).Value = desc_svc
Range("A" & linha + 3).Value = "Unidade:"
Range("A" & linha + 4).Value = "Insumos:"
Range("B" & linha + 4).Value = "SINAPI"
Range("A" & linha + 5).Value = "DESCRIÇÃO"
Range("B" & linha + 5).Value = "CÓDIGO"
Range("C" & linha + 5).Value = "CONSUMO"
Range("D" & linha + 5).Value = "UNIDADE"
Range("E" & linha + 5).Value = "PREÇO"
Linhas de Código
Comentário
Range("F" & linha + 5).Value = "TOTAL"
Range("A" & linha + 6).Value = "MÃO DE OBRA"
linha3 = 8 + num_mo + linha
Range("A" & linha3).Value = "MATERIAIS"
Range("A" & linha3 - 1).Value = "."
Range("D" & linha3 - 1).Value = "TOTAL MÃO DE
OBRA = "
linha4 = linha3 + num_mat + 2
Range("A" & linha4).Value = "SERVIÇOS"
Range("A" & linha4 - 1).Value = "."
Range("D" & linha4 - 1).Value = "TOTAL MATERIAIS =
"
linha5 = linha4 + num_svc + 2
Range("A" & linha5).Value = "."
Range("D" & linha5).Value = "TOTAL GERAL = "
Range("A" & linha5 - 1).Value = "."
Range("D" & linha5 - 1).Value = "TOTAL SERVIÇOS = "
Windows(cod_svc & ".xlsx").Activate
linha_cop_mo = 8 + num_mo
Range("A9" & ":D" & linha_cop_mo).Select
Selection.Copy
unidade_comp = Range("B5").Value
Copia os itens de mão-deobra para montar a
planilha.
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(2).Select
Range("A" & linha + 7).Select
ActiveSheet.Paste
Range("B" & linha + 3).Value = unidade_comp
Windows(cod_svc & ".xlsx").Activate
linha_cop_mat_inicial = linha_cop_mo + 3
linha_cop_mat_final = 10 + num_mo + num_mat
Range("A" & linha_cop_mat_inicial & ":D"
linha_cop_mat_final).Select
Selection.Copy
Windows(planilha_atual).Activate
linha_copia = 9 + num_mo + linha
Range("A" & linha_copia).Select
ActiveSheet.Paste
Copia os itens de
& materiais para montar a
planilha.
Linhas de Código
Comentário
Windows(cod_svc & ".xlsx").Activate
linha_cop_svc_inicial = linha_cop_mat_final + 3
Copia os itens de serviços
linha_cop_svc_final = linha_cop_svc_inicial + num_svc - 1 para montar a planilha.
Range("A" & linha_cop_svc_inicial & ":D" &
linha_cop_svc_final).Select
Selection.Copy
Windows(planilha_atual).Activate
linha_copia = 11 + num_mo + num_mat + linha
Range("A" & linha_copia).Select
ActiveSheet.Paste
linha_inicial_mo = linha + 7
linha_final_mo = linha_inicial_mo + num_mo - 1
linha6 = linha_inicial_mo
Pesquisa da mão-de-obra
na planilha de insumos.
Do While (linha6 <= linha_final_mo)
Windows(planilha_atual).Activate
cod_mo = Range("B" & linha6).Value
Windows(planilha_insumos & ".xlsx").Activate
Sheets(1).Select
linha_sinapi = 1
Do While linha_sinapi <= 10000
codigo_lido = Sheets(1).Cells(linha_sinapi, 1).Value
If Val(codigo_lido) = cod_mo Then Exit Do
linha_sinapi = linha_sinapi + 1
Loop
preco_mo = Range("D" & linha_sinapi).Value
Windows(planilha_atual).Activate
Range("E" & linha6).Value = preco_mo
Range("F" & linha6).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=RC[-1]*RC[-3]"
linha6 = linha6 + 1
Loop
Range("F" & linha6).Select
Soma do preço final de
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=SUM(R[" & (-num_mo) & mão de obra.
"]C:R[-1]C)"
soma_mo = Range("F" & linha6).Value
Linhas de Código
Comentário
Range("F" & linha7).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=SUM(R[" & (-num_mat) & Soma do preço final de
"]C:R[-1]C)"
materiais.
soma_mat = Range("F" & linha7).Value
contador1 = num_svc + 3
Custo
total
contador2 = num_svc + num_mat + 5
composição.
Range("F" & linha8 + 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=R[-1]C + R[" & (contador1) & "]C + R[" & (-contador2) & "]C"
End If
Cells.Select
With Selection.Font
.Name = "Arial Narrow"
.Size = 10
.Strikethrough = False
.Superscript = False
.Subscript = False
.OutlineFont = False
.Shadow = False
.Underline = xlUnderlineStyleNone
.ThemeColor = xlThemeColorLight1
.TintAndShade = 0
.ThemeFont = xlThemeFontNone
End With
Range("A" & linha + 5 & ":F" & linha8).Select
Selection.Borders(xlDiagonalDown).LineStyle = xlNone
Selection.Borders(xlDiagonalUp).LineStyle = xlNone
With Selection.Borders(xlEdgeLeft)
.LineStyle = xlContinuous
.ColorIndex = 0
.TintAndShade = 0
.Weight = xlThin
End With
Columns("A:A").Select
Selection.ColumnWidth = 35
Columns("F:F").Select
Selection.NumberFormat = "0.00"
Columns("E:E").Select
Formatação das células.
da
Linhas de Código
Comentário
Selection.NumberFormat = "0.00"
Range("A2").Select
Selection.Font.Bold = True
With Selection.Interior
Formatação das células.
.Pattern = xlSolid
.PatternColorIndex = xlAutomatic
.Color = 15773696
.TintAndShade = 0
.PatternTintAndShade = 0
End With
Range("A" & linha + 1).Select
Selection.Font.Bold = True
With Selection.Interior
.Pattern = xlSolid
.PatternColorIndex = xlAutomatic
.ThemeColor = xlThemeColorAccent6
.TintAndShade = 0.799981688894314
.PatternTintAndShade = 0
End With
End Sub
-----------------------------------------------------------------------Sub copia_servico(planilha_atual, planilha_orc)
Copia para a folha de
Windows(planilha_orc).Activate
orçamento.
Sheets("Composições").Select
'Rows(1).Delete
nrows = ActiveSheet.UsedRange.Rows.Count
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(2).Select
num_linhas_comp = ActiveSheet.UsedRange.Rows.Count
+1
Range("A1:F" & num_linhas_comp).Select
Selection.Copy
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets("Composições").Select
ActiveSheet.Paste
End Sub
8.10 Apêndice 10: Macro AUXILIAR_CLASSES
Objetivo:
Macro auxiliar que organiza segundo as classes e insere os itens das
mesmas.
Linhas de Código
Comentário
Sub macro_aux_classes(linha_atual, referencia, texto,
contador)
Dim ref_sinapi As String
linhas = linha_atual + 23
i=3
aviso_fim = 0
Sheets(2).Select
Do While aviso_fim = 0
ref_sinapi = Range("B" & i).Value
If ref_sinapi = referencia Then
Rows(i).Insert
Range("A" & i).Value = contador
Range("B" & i).Value = texto
Rows(i & ":" & i).Select
Selection.Font.Bold = True
aviso_fim = 1
Else
i=i+1
If i = linhas Then aviso_fim = 1
End If
Loop
aviso_fim = 0
linha = i + 1
linha_inicial = i
Do While aviso_fim = 0
Conta a quantidade de
If Range("B" & linha).Value <> 0 And Range("B" & itens existentes.
linha).Value = ref_sinapi Then
linha = linha + 1
Else
aviso_fim = 1
End If
Loop
nr_linhas = linha - linha_inicial - 1
j=1
Linhas de Código
Comentário
Do While (j <= nr_linhas)
Range("A" & i + j).Value = contador & ". " & j
j=j+1
Loop
If nr_linhas <> 0 Then
Rows(i + nr_linhas + 1).Insert
Rows(i + nr_linhas + 1).Insert
Range("D" & linha).Value = "TOTAL DO ITEM"
Rows(linha & ":" & linha).Select
Selection.Font.Bold = True
Insere a linha que faz o
cálculo do custo total do
item.
Range("J" & linha).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=SUM(R[" & (-nr_linhas) Calcula o valor total do
& "]C:R[-1]C)"
item.
custo_total = Range("J" & linha).Value
Sheets(1).Select
Range("A" & contador).Value = contador
Range("B" & contador).Value = texto
Faz automaticamente
numero = linha - contador
folha resumo.
Range("C" & contador).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "='Planilha de custos'!R["
& numero & "]C[7]"
contador = contador + 1
End If
a
End Sub
---------------------------------------------------------------------Sub macro_aux_folha_resumo(planilha_orc)
Dim nr_item As Variant
Windows(planilha_orc).Activate
Sheets(1).Select
Rows("1").Insert
Range("A1").Value = "Item"
Range("B1").Value = "Descrição"
Range("C1").Value = "Valor unitário (sem BDI)"
Macro auxiliar que formata
e edita a folha resumo da
planilha de orçamento.
Cabeçalho.
Linhas de Código
Comentário
linha_inicial = 1
linha_final = linha_inicial
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha_final).Value = 0 Then
aviso_fim = 1
Else
linha_final = linha_final + 1
End If
Loop
total_itens = linha_final - linha_inicial + 1
Calcula o número de itens.
Range("B" & linha_final + 1).Value = "TOTAL sem BDI Cria as próximas linhas.
(R$)"
Range("A" & linha_final + 2).Value = "BDI"
Range("B" & linha_final + 2).Select
With Selection.Interior
.Pattern = xlSolid
.PatternColorIndex = xlAutomatic
.ThemeColor = xlThemeColorAccent5
.TintAndShade = 0.599993896298105
.PatternTintAndShade = 0
End With
Range("B" & linha_final + 2).Select
Selection.NumberFormat = "0.00%"
Range("B" & linha_final + 3).Value = "TOTAL COM
BDI (R$)"
Range("C" & linha_final + 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=SUM(R[" & (-total_itens)
& "]C:R[-1]C)"
Range("C" & linha_final + 2).Select
Calcula o custo total.
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=R[-1]C*RC[-1]"
Selection.NumberFormat = "0.00"
Range("C" & linha_final + 3).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=R[-2]C + R[-1]C"
Rows("1:7").Select
Selection.Insert
Shift:=xlDown,
CopyOrigin:=xlFormatFromLeftOrAbove
Linhas de Código
Comentário
Range("A3").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "OBRA:"
Range("A4").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "PROJETO N°:"
Range("A5").Select
Insere cabeçalho padrão da
ActiveCell.FormulaR1C1 = "LOCAL:"
NOROM.
Range("A6").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ÁREA EQUIVALENTE
(m²):"
Range("A7").Select
Columns("A:A").EntireColumn.AutoFit
Range("C4").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "OM:"
Range("C5").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "DATA:"
Range("C6").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ÁREA ÚTIL (m²):"
Range("C7").Select
Columns("C:C").EntireColumn.AutoFit
Columns("B:B").EntireColumn.AutoFit
Range("E4").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "RM:"
Range("E6").Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "ÁREA CONSTRUÍDA
(m²):"
Range("E7").Select
Columns("E:E").EntireColumn.AutoFit
Range("A3:A6").Select
Selection.Font.Bold = True
Range("C4:C6").Select
Selection.Font.Bold = True
Range("E4:E6").Select
Selection.Font.Bold = True
Columns("D:D").ColumnWidth = 16
Range("A1:F1").Select
Selection.Merge
ActiveCell.FormulaR1C1
=
"ORÇAMENTO
DESCRITIVO - FOLHA RESUMO"
Range("A1:F1").Select
Selection.Font.Bold = True
Selection.Font.Size = 13
Linhas de Código
Rows("2:2").Select
Selection.Delete Shift:=xlUp
Range("B2:F2").Select
Selection.Merge
Range("A5:A40").Select
Selection.NumberFormat = "General"
End Sub
Comentário
8.11 Apêndice 11: Macro ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Objetivo:
A partir da planilha de orçamento, gera um arquivo Word de
especificações técnicas. Atalho: Ctrl+w.
Linhas de Código
Comentário
Sub Especificacoes_tecnicas()
Dim str_diretorio, bancodedados, planilha_orc, caminho
As String
Declaração de variáveis.
Dim classe_lida, desc_completa As String
Dim i, j, aviso_fim, linha_inicial, linha_final, nr_comp
As Integer
planilha_atual = ActiveWorkbook.Name 'Planilha do
orçamento
folha_atual = ActiveSheet.Name
caminho = ActiveWorkbook.Path
'planilha_insumos = "Precos_Insumos"
Cria
a
planilha
de
planilha_esp = "EspTec_" & Day(Now) & "_" & especificações técnicas e
Month(Now) & "_" & Year(Now) & "_" & Timer & salva no mesmo diretório
".xlsx"
do arquivo do programa.
str_diretorio = ActiveWorkbook.Path
Set NewWkbk = Workbooks.Add
NewWkbk.SaveAs str_diretorio & "\" & planilha_esp
If Err.Number = 1004 Then
NewWkbk.Close
MsgBox "File Name Not Valid" & vbCrLf & vbCrLf
& "Try Again."
'GoTo TryAgain
End If
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets(2).Select
linha_inicial = 1
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha_inicial).Value = "Item" Then
linha_inicial = linha_inicial + 2
Copia a folha descritiva de
custos para uma nova
planilha – planilha auxiliar
da especificação.
Linhas de Código
Comentário
aviso_fim = 1
Else
linha_inicial = linha_inicial + 1
End If
Loop
linha_final = linha_inicial
Do While aviso_fim = 1
If Range("D" & linha_final).Value = "CUSTO
TOTAL" Then
linha_final = linha_final - 2
aviso_fim = 2
Else
linha_final = linha_final + 1
End If
Loop
Range("A"
&
linha_inicial
&
":D"
&
linha_final).Select
Selection.Copy
Windows(planilha_esp).Activate
Sheets(1).Select
Columns("D:D").ColumnWidth = 50
Range("A1").Select
ActiveSheet.Paste
linha = 1
aviso_fim = 0
Busca as especificações
técnicas
de
cada
composição.
Do While linha < 1000
Windows(planilha_esp).Activate
codigo = Range("C" & linha).Value
ini_cont = Left(codigo, 3)
If IsNumeric(ini_cont) And ini_cont > 0 Then
plan_comp = caminho & "\" & codigo
'Abre a planilha da composição do código
Workbooks.Open (plan_comp)
linha_copia = 10
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha_copia).Value
=
Linhas de Código
Comentário
"DESCRIÇÃO DO SERVIÇO" Then
texto1 = Range("A" & linha_copia + 1).Value
texto2 = Range("A" & linha_copia + 4).Value
aviso_fim = 1
Else
linha_copia = linha_copia + 1
End If
Loop
Windows(planilha_esp).Activate
Rows(linha + 1).Insert
Rows(linha + 1).Insert
Range("D" & linha + 1).Value = texto1
Range("D" & linha + 2).Value = texto2
linha = linha + 1
Windows(codigo & ".xlsx").Close
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Windows(planilha_esp).Activate
linha = 1
Columns("B:B").ColumnWidth = 80
Do While (linha < 10000)
codigo2 = Range("C" & linha).Value
ini_cont2 = Left(codigo2, 3)
If IsNumeric(ini_cont2) And ini_cont2 > 0 Then
Range("B" & linha & ":C" & linha).Select
Selection.ClearContents
Range("D" & linha & ":D" & linha + 2).Select
Selection.Cut
Range("B" & linha).Select
ActiveSheet.Paste
Range("B" & linha).Select
Selection.Font.Bold = True
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Vai para a planilha da
especificação técnica e
formata para receber os
textos.
Organiza a formatação da
planilha de Especificação
Técnica para copiar para o
Word.
Linhas de Código
Comentário
Call
macro_aux_word(planilha_esp,
str_diretorio)
nr_itens, Chama a macro auxiliar
que cria um arquivo Word
para as especificações
Windows(planilha_esp).Close SaveChanges:=True
técnicas.
End Sub
----------------------------------------------------------------------Sub macro_aux_word(planilha_esp, nr_itens, diretorio)
nextPosition = 1
Macro auxiliar que cria o
arquivo Word.
linhas = ActiveSheet.UsedRange.Rows.Count
nome_arquivo = "Especificações_" & Day(Date) & "_"
& Month(Date) & "_" & Year(Date) & "_" & Timer &
".doc"
Set wrdApp = CreateObject("Word.Application")
titulo = "Especificações Técnicas"
assinatura = "Cidade - XX, " & Date
wrdApp.Visible = True
Set wrdDoc = wrdApp.Documents.Add
Windows(planilha_esp).Activate
Sheets(1).Range("A1:B" & linhas).Copy
wrdApp.Selection.PasteAndFormat (wdPasteText)
With wrdDoc
End With
With wrdDoc
If Dir(diretorio & nome_arquivo) <> "" Then
Kill (diretorio & "\" & nome_arquivo)
End If
.SaveAs (diretorio & "\" & nome_arquivo)
End With
Set wrdDoc = Nothing
Set wrdApp = Nothing
End Sub
Salva o arquivo no mesmo
diretório de todos os
arquivos.
8.12 Apêndice 12: Macro CRONOGRAMA
Objetivo:
A partir da planilha de orçamento, gera uma planilha auxiliar contendo
dados necessários para o cronograma e um arquivo Project de cronograma
físico-financeiro. Atalho: Ctrl+k.
Linhas de Código
Comentário
Sub Cronograma()
num_linhas = Selection.Rows.Count
linha_ini = ActiveCell.Row
Define
as
variáveis
planilha_atual = ActiveWorkbook.Name 'Planilha do utilizadas no programa.
orçamento
folha_atual = ActiveSheet.Name
caminho = ActiveWorkbook.Path
'Cria uma planilha auxiliar para criar o cronograma e salva
no mesmo diretório do arquivo do programa
'Arquivo será mantido apenas para que o usuário possa
analisar o que foi feito
planilha_cron = "AUX_Cronograma_" & Day(Now) &
"_" & Month(Now) & "_" & Year(Now) & "_" & Timer Cria uma planilha auxiliar
& ".xlsx"
para criar o cronograma e
salva no mesmo diretório
Set NewWkbk = Workbooks.Add
do arquivo do programa.
NewWkbk.SaveAs caminho & "\" & planilha_cron
If Err.Number = 1004 Then
NewWkbk.Close
MsgBox "File Name Not Valid" & vbCrLf & vbCrLf &
"Try Again."
'GoTo TryAgain
End If
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets("Composições").Select
Cells.Select
Selection.Copy
Windows(planilha_cron).Activate
Range("A1").Select
ActiveSheet.Paste
Copia
a
folha
de
"Composições" da folha de
orçamento para a planilha
auxiliar.
Linhas de Código
linha_inicial = 1
num_linhas = 1
Do While Range("A" & num_linhas) <> ""
num_linhas = num_linhas + 1
Loop
Comentário
Adapta com
necessários.
os
dados
Conta o número de linhas
existentes na folha.
linha = linha_inicial
'aviso_fim = 0
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
codigo = Range("B" & linha).Value
Une código+descrição dos
'tamanho = Len(planilha_atual)
insumos.
nome_projeto = Left(codigo, 3) & ".xlsx"
If IsNumeric(nome_projeto) And nome_projeto <> ""
Then
Range("A" & linha).Value = Range("B" &
linha).Value & " - " & Range("A" & linha).Value
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
linha = linha_inicial
Tira a coluna ‘Código’.
'aviso_fim = 0
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
If Range("A" & linha).Value = "Unidade:" Then
Range("C" & linha).Value = Range("B" &
linha).Value
Range("C" & linha + 1).Value = Range("B" & linha
+ 1).Value
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Columns("B:B").Select
Selection.Delete Shift:=xlToLeft
Columns("F:F").Select
Range("F10").Activate
Selection.Delete Shift:=xlToLeft
Tira a coluna de preço
total.
Linhas de Código
Comentário
linha = linha_inicial
'aviso_fim = 0
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial + 1
If Range("A" & linha).Value = "." Then
Rows(linha & ":" & linha).Select
Selection.Delete Shift:=xlUp
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Columns("E:E").ColumnWidth = 20
Columns("F:F").ColumnWidth = 20
linha = linha_inicial
'aviso_fim = 0
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
If Range("A" & linha).Value = "MÃO DE OBRA"
Then
Range("E" & linha).Value = "EQUIPE ADOTADA" Acrescenta produtividade,
Range("F" & linha).Value = "PRODUTIVIDADE"
equipe adotada e material
Range("A" & linha).Select
consumido.
Selection.Copy
Range("E" & linha & ":F" & linha).Select
Selection.PasteSpecial
Paste:=xlPasteFormats,
Operation:=xlNone, _
SkipBlanks:=False, Transpose:=False
Application.CutCopyMode = False
linha = linha + 1
Else
If Range("A" & linha).Value = "MATERIAIS" Then
Range("E"
&
linha).Value
=
"MAT
CONSUMIDO/H"
Range("F" & linha).Value = "MAT CONSUMIDO
TOTAL"
Range("A" & linha).Select
Selection.Copy
Range("E" & linha).Select
Selection.PasteSpecial
Paste:=xlPasteFormats,
Operation:=xlNone, _
SkipBlanks:=False, Transpose:=False
Application.CutCopyMode = False
Linhas de Código
Comentário
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
End If
Loop
linha = linha_inicial
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
If Range("D" & linha).Value = "TOTAL" Then
Range("D" & linha).Value = "CUSTO TOTAL"
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Coluna D: CUSTO
linha = linha_inicial
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
Copia
o
valor
de
If Range("A" & linha).Interior.Color = RGB(253, 233, produtividade e de material
217) Then
consumido
de
cada
codigo = Range("A" & linha)
composição.
Workbooks.Open (caminho & "\" & codigo)
'Calcula o numero de elementos de mo existentes
aviso_fim = 0
linha1 = 1
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha1).Value = "MATERIAIS"
Then
aviso_fim = 1
Else
linha1 = linha1 + 1
End If
If linha1 = 0 Or linha1 = 1000 Then Stop
Loop
contador_mo = linha1 - 10
'Calcula o número de materiais existentes
Do While aviso_fim = 1
If Range("A" & linha1).Value = "SERVIÇOS" Then
Linhas de Código
Comentário
aviso_fim = 2
Else
linha1 = linha1 + 1
End If
If linha1 = 0 Or linha1 = 1000 Then Stop
Loop
contador_mat = linha1 - contador_mo - 12
'Pesquisa onde está a produtividade na planilha da
composição
linhaini = 1
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("I" & linhaini).Value = "ADOTADA"
Then
prod = Range("I" & linhaini + 1).Value
Range("G" & linhaini + 1 & ":G" & linhaini +
contador_mo).Select
Selection.Copy
Windows(planilha_cron).Activate
Range("E" & linha + 6).Select
Selection.PasteSpecial
Paste:=xlPasteValues,
Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False
Application.CutCopyMode = False
Range("F" & linha + 6 & ":F" & linha + 5 +
contador_mo).Select
Selection.Merge
Range("F" & linha + 6).Value = prod
aviso_fim = 1
Else
linhaini = linhaini + 1
End If
Loop
'Pesquisa onde está o material consumido pela equipe
adotada
Windows(codigo & ".xlsx").Activate
linhaini = 1
aviso_fim = 0
Copia
o
valor
de
produtividade e de material
consumido
de
cada
composição.
Linhas de Código
Comentário
Do While aviso_fim = 0
If Range("G" & linhaini).Value = "MATERIAL
CONSUMIDO PELA EQUIPE ADOTADA" Then
linha2 = linhaini + 1
Range("G" & linha2 & ":G" & linha2 +
contador_mat - 1).Select
Selection.Copy
Windows(planilha_cron).Activate
Range("E" & linha + 7 + contador_mo).Select
Selection.PasteSpecial
Paste:=xlPasteValues,
Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False
Application.CutCopyMode = False
aviso_fim = 1
Else
linhaini = linhaini + 1
End If
Loop
Windows(codigo & ".xlsx").Activate
ActiveWorkbook.Close SaveChanges:=True
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Columns("E:F").Select
With Selection.Font
.Name = "Arial Narrow"
.Size = 10
.Strikethrough = False
.Superscript = False
.Subscript = False
.OutlineFont = False
.Shadow = False
.Underline = xlUnderlineStyleNone
.ThemeColor = xlThemeColorLight1
.TintAndShade = 0
.ThemeFont = xlThemeFontNone
End With
Organiza
restante.
formatação
Linhas de Código
Columns("E:F").Select
With Selection
.HorizontalAlignment = xlCenter
.VerticalAlignment = xlCenter
.WrapText = True
.Orientation = 0
.AddIndent = False
.IndentLevel = 0
.ShrinkToFit = False
.ReadingOrder = xlContext
.MergeCells = False
End With
linha = linha_inicial
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
If Range("A" & linha).Interior.Color = RGB(253, 233,
217) Then
Range("A" & linha + 1) = Range("A" & linha) & " " & Range("A" & linha + 1)
codigo_comp = Range("A" & linha).Value
Windows(planilha_atual).Activate
Sheets("Planilha de Custos").Select
linha_pesquisa = 5
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("C" & linha_pesquisa).Value =
codigo_comp Then
quantidade
=
Range("F"
&
linha_pesquisa).Value
aviso_fim = 1
Else
linha_pesquisa = linha_pesquisa + 1
End If
Loop
Windows(planilha_cron).Activate
produtividade = Range("F7").Value
Range("E" & linha).Value = "QUANTIDADE"
Range("E" & linha + 1).Value = quantidade
Range("F" & linha).Value = "DURAÇÃO"
Range("F" & linha + 1).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=RC[-1]/R[5]C"
Comentário
Organiza
restante.
formatação
Faz
junção
da
composição+código
e
pesquisa a qtde necessária
de cada serviço, dado
obtido na planilha de
orçamento quantitativo.
Linhas de Código
Comentário
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
Chama macro auxiliar que
Call
Macro_aux_crono(num_linhas,
planilha_cron, faz o cálculo do material
linha_inicial)
consumido total para dada
quantidade de serviço.
Set pjApp = CreateObject("MSProject.application")
If pjApp Is Nothing Then
MsgBox "Project is not installed"
End
End If
Cria o arquivo no MS
Project
'Adicionar um novo projeto
nProj = pjApp.Projects.Count
nome_projeto = "Cronograma_" & Day(Now) & "_" &
Month(Now) & "_" & Year(Now) & "_" & Timer &
".mpp"
If nProj = 0 Then
Set newProj = pjApp.Projects.Add
newProj.Name = nome_projeto
'Set ActiveProject = newProj
End If
linha = linha_inicial
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
If Range("A" & linha).Interior.Color = RGB(253, 233,
217) Then
nome_tarefa = Range("A" & linha + 1).Value
'Conta a qtde de mão de obra naquele svç
contador = 0
linha_mo_ini = linha + 5
aviso_fim = 0
Do While aviso_fim = 0
If Range("A" & linha_mo_ini + contador).Value =
"MATERIAIS" Then
aviso_fim = 1
Para
cada
serviço
existente, chama a macro
auxiliar
Criar_project,
macro que cria a tarefa
dentro do MS Project.
Linhas de Código
Comentário
Else
contador = contador + 1
End If
Loop
num_mo = contador - 1
If num_mo = 1 And Range("A" & linha_mo_ini +
num_mo).Value = "-" Then
qtde_mo = 0
Else
qtde_mo = num_mo
End If
'Conta a qtde de materiais naquele svç
contador = 0
linha_mat_ini = linha_mo_ini + num_mo + 1
Do While aviso_fim = 1
If Range("A" & linha_mat_ini + contador).Value =
"SERVIÇOS" Then
aviso_fim = 2
Else
contador = contador + 1
End If
Loop
num_mat = contador - 1
If num_mat = 1 And Range("A" & linha_mat_ini +
num_mat).Value = "-" Then
qtde_mat = 0
Else
qtde_mat = num_mat
End If
Call Criar_project(nome_tarefa, qtde_mo, qtde_mat,
linha, planilha_cron, pjApp)
Chama macro auxiliar.
linha = linha + 1
Else
linha = linha + 1
End If
Loop
End Sub
Linhas de Código
Comentário
Sub Criar_project(nome_tarefa, qtde_mo, qtde_mat, linha, Macro auxiliar que cria a
planilha_cron, pjApp)
tarefa dentro do MS
Project.
pjApp.Visible = True
Set newProj = pjApp.ActiveProject
Set recursos = newProj.Resources
Set Tarefa = newProj.Tasks.Add(nome_tarefa)
'Inserindo mão de obra
contador = 1
Do While contador <= qtde_mo
Windows(planilha_cron).Activate
descricao_insumo = Sheets(1).Cells(linha
contador, 1).Value
unid_insumo = Sheets(1).Cells(linha + 5 +
3).Value
qtde_insumo = Sheets(1).Cells(linha + 5 +
5).Value
custo_hora = Sheets(1).Cells(linha + 5 +
4).Value
i_recurso = 0
n_recursos = recursos.Count
Insere os itens de mão de
obra dentro da planilha de
recursos.
+ 5 +
contador,
contador,
contador,
For i = 1 To n_recursos - 1
If recursos(i).Name = descricao_insumo Then i_recurso
=i
Next
If i_recurso = 0 Then
newProj.Resources.Add (descricao_insumo)
recursos(n_recursos + 1).Type = 0
ViewApplyEx Name:="&Planilha de recursos",
ApplyTo:=0
Utiliza aqui a biblioteca do
SelectResourceField
Row:=n_recursos, VBA Project.
Column:="Taxa padrão"
SetResourceField
Field:="Taxa
padrão",
Value:=custo_hora
ViewApplyEx Name:="&Gráfico de Gantt",
ApplyTo:=0
i = n_recursos + 1
Linhas de Código
Comentário
Else
End If
Duração da tarefa.
dur = Sheets(1).Cells(linha + 1, 6).Value
CurrTask = Tarefa
If contador = 1 Then
Tarefa.ResourceNames = descricao_insumo & "[" &
qtde_insumo & "00%]"
Else
Tarefa.ResourceNames = Tarefa.ResourceNames & ";"
& descricao_insumo & "[" & qtde_insumo & "00%]"
End If
Insere
os
recursos
utilizados
na
tarefa:
descrição do recurso e
quantidade utilizada.
contador = contador + 1
Loop
'Inserindo material
contador = 1
Do While contador <= qtde_mat
Windows(planilha_cron).Activate
descricao_insumo = Sheets(1).Cells(linha + 6
qtde_mo + contador, 1).Value
unid_insumo = Sheets(1).Cells(linha + 6 + qtde_mo
contador, 3).Value
qtde_insumo = Sheets(1).Cells(linha + 6 + qtde_mo
contador, 6).Value
custo_hora = Sheets(1).Cells(linha + 6 + qtde_mo
contador, 4).Value
Insere os itens de material
dentro da planilha de
recursos.
+
+
+
+
i_recurso = 0
n_recursos = recursos.Count
For i = 1 To n_recursos - 1
If recursos(i).Name = descricao_insumo Then i_recurso
=i
Next
If i_recurso = 0 Then
newProj.Resources.Add (descricao_insumo)
recursos(n_recursos + 1).Type = 1
Linhas de Código
Comentário
ViewApplyEx Name:="&Planilha de recursos",
ApplyTo:=0
SelectResourceField
Row:=n_recursos,
Column:="Unidade do Material"
SetResourceField Field:="Unidade do Material", Utiliza aqui a biblioteca do
Value:=unid_insumo
VBA Project.
SelectResourceField
Row:=0,
Column:="Taxa
padrão"
SetResourceField
Field:="Taxa
padrão",
Value:=custo_hora
ViewApplyEx Name:="&Gráfico de Gantt",
ApplyTo:=0
i = n_recursos + 1
Else
recursos(i).Type = 1
ViewApplyEx Name:="&Planilha de recursos",
ApplyTo:=0
SelectResourceField Row:=i, Column:="Unidade do
Material"
SetResourceField Field:="Unidade do Material",
Value:=unid_insumo
SelectResourceField
Row:=0,
Column:="Taxa
padrão"
SetResourceField
Field:="Taxa
padrão",
Value:=custo_hora
ViewApplyEx Name:="&Gráfico de Gantt",
ApplyTo:=0
End If
CurrTask = Tarefa
Insere
os
recursos
Tarefa.ResourceNames = Tarefa.ResourceNames & ";" utilizados
na
tarefa:
& recursos(i).Name & "[" & qtde_insumo & "]"
descrição do recurso e
contador = contador + 1
quantidade utilizada.
Loop
CurrTask = Tarefa
Tarefa.Duration = dur & " hrs"
End Sub
Insere a duração
composição.
da
Linhas de Código
Sub
Macro_aux_crono(num_linhas,
linha_inicial)
Windows(planilha_cron).Activate
Comentário
planilha_cron, Macro auxiliar que insere
o material consumido total
para dada quantidade de
serviço.
linha = linha_inicial
Do While linha <= num_linhas + linha_inicial
If Range("A" & linha).Interior.Color = RGB(253, 233,
217) Then
aviso_fim = 0
linha1 = linha
Calcula o número de
Do While aviso_fim = 0
elementos de mão de obra
If Range("A" & linha1).Value = "MATERIAIS" existentes.
Then
aviso_fim = 1
Else
linha1 = linha1 + 1
End If
If linha1 = 0 Or linha1 = 1000 Then Stop
Loop
contador_mo = linha1 - 6 - linha
linha2 = linha1
Do While aviso_fim = 1
If Range("A" & linha1).Value = "SERVIÇOS" Then
aviso_fim = 2
Else
linha1 = linha1 + 1
End If
If linha1 = 0 Or linha1 = 1000 Then Stop
Loop
contador_mat = linha1 - contador_mo - 7 - linha
Calcula o número de
elementos de material
existentes.
For i = 1 To contador_mat
Range("F" & linha2 + i).Select
ActiveCell.FormulaR1C1 = "=RC[-1]*R[" & -5 - Coloca a fórmula da
contador_mo - i & "]C"
quantidade de material
Next
consumido total: material
consumido/hora
linha = linha + 1
multiplicado
pela
Else
produtividade.
Linhas de Código
linha = linha + 1
End If
Loop
End Sub
Comentário
8.13 Apêndice 13: Planilha Banco de Dados Atualizada
A tabela TAB. 1 mostra a planilha que contém todas as composições criadas
antes de gerar o orçamento da obra da cobertura do Pavilhão de Ensino do CCOPAB. A
data da última atualização é dia 09/06/2013.
TAB. 1 - Planilha Banco de Dados atualizada
Classe
Código
Descrição completa
72112
ESTRUTURA METALICA EM TESOURAS OU TRELICAS, VAO
de svç
COBE
LIVRE DE 20M, FORNECIMENTO E MONTAGEM, NAO SENDO
CONSIDERADOS OS FECHAMENTOS METALICOS, AS COLUNAS,
OS SERVICOS GERAIS EM ALVENARIA E CONCRETO, AS TELHAS
DE COBERTURA E A PINTURA DE ACABAMENTO
COBE
73867_1
ESTRUTURA TIPO ESPACIAL EM ALUMINIO ANODIZADO, VAO
DE 20M
ESQV
72117
VIDRO LISO COMUM TRANSPARENTE, ESPESSURA 4MM
ESQV
72119
VIDRO
TEMPERADO
INCOLOR,
ESPESSURA
8MM,
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO, INCLUSIVE MASSA PARA
VEDAÇÃO
ESQV
72142
RETIRADA DE FOLHAS DE PORTA DE PASSAGEM OU JANELA
ESQV
72144
RECOLOCAÇÃO DE FOLHAS DE PORTA DE PASSAGEM OU
JANELA, CONSIDERANDO REAPROVEITAMENTO DO MATERIAL
ESQV
73632
PORTA CORTA-FOGO 0,90X2,10X0,04 M
FUES
73653
FORMAS
TIPO
SANDUICHE
COM
TABUAS,
30
APROVEITAMENTOS
IMPE
73635
PROTECAO MECANICA DE SUPERFICIE COM ARGAMASSA DE
CIMENTO E AREIA, TRACO 1:3, E=2CM
INEL
55867
ELETRODUTO DE PVC RIGIDO ROSCAVEL DN 75MM (3"), INCL
CONEXOES, FORNECIMENTO E INSTALACAO
INEL
68070
PARA-RAIOS TIPO FRANKLIN - CABO E SUPORTE ISOLADOR
INEL
72929
CORDOALHA DE COBRE NU, INCLUSIVE ISOLADORES - 35,00
MM2 - FORNECIMENTO E INSTALACAO
INEL
73915_2D PONTO DE CAMPAINHA / TELEFONE / TV
INES
72337
TOMADA PARA TELEFONE DE 4 POLOS PADRAO TELEBRAS FORNECIMENTO E INSTALACAO
INHI
6008
CABIDE DE
LOUÇA BRANCA SIMPLES
TIPO GANCHO
-
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
INHI
6049
TANQUE
SIMPLES
PRE-MOLDADO
DE
CONCRETO
COM
VALVULA EM PLASTICO BRANCO 1.1/4"X1.1/2", SIFAO PLASTICO
TIPO COPO 1.1/4" E TORNEIRA DE METAL AMARELO CURTA 1/2"
OU 3/4" PARA TANQUE - FORNECIMENTO E INSTALACAO
INHI
68061
CHUVEIRO PLÁSTICO BRANCO SIMPLES - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
INHI
72292
CAIXA
SINFONADA
EM
PVC
100X100X50MM
SIMPLES
-
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
INHI
72685
RALO
SINFONADO
DE
PVC
100X100MM
SIMPLES
-
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
INHI
72711
REGISTRO GAVETA 1/2" BRUTO LATAO - FORNECIMENTO E
INSTALACAO
INHI
73541
COLOCACAO
BANCA
MARMORE/GRANITO/ACO
INOX
EXCLUSIVE BANCA - P
INHI
73869_3
LIGAÇÃO DE ESGOTO EM TUBO CERÂMICO DN 200MM, DA
CAIXA ATÉ A REDE, INCLUINDO ESCAVAÇÃO E REATERRO ATÉ
1,00M, COMPOSTO POR 11,48M DE TUBO CERÂMICO ESGOTO DN
200MM E CURVA CERÂMICA 45GRAUS ESGOTO DN 200MM FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
PARE
73774_1
DIVISÓRIA
EM
MARMORITE,
ESPESSURA
35
MM,
CHUMBAMENTO NO PISO E PAREDE COM ARGAMASSA DE
CIMENTO
E
AREIA,
POLIMENTO
MANUAL,
EXCLUSIVE
FERRAGENS
PINT
6067
PINTURA ESMALTE 2 DEMAOS C/ 1 DEMÃO ZARCÃO P/
ESQUADRIA FERRO
PINT
73739_1
PINTURA ESMALTE ACETINADO EM MADEIRA, DUAS DEMAOS
PISO
72136
PISO
INDUSTRIAL
ALTA
RESISTENCIA
ESPESSURA
8MM,
INCLUSO JUNTAS DE DILATACAO PLASTICAS E POLIMENTO
MECANIZADO
PISO
72138
PISO EM GRANITO BRANCO 50X50CM LEVIGADO ESPESSURA
2CM,
ASSENTADO
COM
ARGAMASSA
COLANTE
DUPLA
COLAGEM, COM REJUNTAMENTO EM CIMENTO BRANCO
PISO
72186
PISO VINILICO SEMIFLEXIVEL PADRAO LISO, ESPESSURA
3,2MM, FIXADO COM COLA
PISO
72189
RODAPE VINILICO ALTURA 5CM, ESPESSURA 1MM, FIXADO
COM COLA
PISO
73742_1
RODAPE EM MARMORE BRANCO, ESPESSURA 7CM
PISO
73808_1
RODAPE
EM
ARGAMASSA
COM
AGREGADO
DE
ALTA
RESISTENCIA, ALTURA 10CM
REVE
4884
ARGAMASSA TRACO 1:3
(CIMENTO
E AREIA), PREPARO
(CIMENTO
E AREIA), PREPARO
MANUAL
REVE
4885
ARGAMASSA TRACO
1:4
MANUAL
REVE
5983
EMBOCO PAULISTA (MASSA UNICA) TRACO 1:1:4 (CIMENTO,
CAL E AREIA), ESPESSURA 2,0CM, PREPARO MECANICO
REVE
5998
PASTA DE CIMENTO PORTLAND, ESPESSURA 1MM
REVE
73455
ARGAMASSA CIMENTO/AREIA 1:4 - PREPARO MECANICO
SEDI
6013
ARGAMASSA TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA GROSSA NAO
PENEIRADA), PREPARO MECANICO
SEDI
6039
ARGAMASSA TRACO 1:1:4 (CIMENTO, CAL E AREIA MEDIA NAO
PENEIRADA), PREPARO MECÂNICO
SEDI
6040
ARGAMASSA TRACO 1:0,5:5 (CIMENTO, CAL E AREIA MEDIA
NAO PENEIRADA), PREPARO MECANICO
SEDI
73447
ESCAVAÇÃO MANUAL DE VALAS EM TERRA COMPACTA, PROF.
2M < H <= 3M
SEDI
73533
CONCRETO P/CAMADAS PREPARATORIAS 180KG/M3 CIMENTO
SOMENTE MATERIAIS INCL 5% PERDAS
SERP
72224
DEMOLIÇÃO DE TELHAS CERÂMICAS OU DE VIDRO
SERP
73875
LOCACAO DE ANDAIME METALICO TUBULAR TIPO TORRE
SERP
73899_1
DEMOLIÇÃO
DE
ALVENARIA
REAPROVEITAMENTO
DE
TIJOLOS
MACIÇOS
S/
URBA
73814_2
PORTÃO DE FERRO GALVANIZADO 4,0X1,2M PAINEL ÚNICO,
INCLUSIVE CADEADO
MOVT
73449
ARGAMASSA CIMENTO/AREIA 1:4 - PREPARO MANUAL - P
73904
ATERRO APILOADO (MANUAL) EM CAMADAS DE 20 CM COM
MATERIAL DE EMPRÉSTIMO
ESQV
73910_D
PORTA MADEIRA MACICA REGIONAL 1A MEXICANA E = 3 CM
INHI
73911_2
CUBA AÇO INOXIDÁVEL 56,0X33,0X11,5CM, COM SIFÃO EM
METAL CROMADO 1.1/2"1.1/2", VÁLVULA EM METAL CROMADO
TIPO AMERICANA 3.1/2"X1.1/2" PARA PIA - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
PISO
73923_3
PISO CIMENTADO RUSTICO TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA),
ESPESSURA
2,0CM,
INCLUSO
FRISO
ANTI-DERRAPANTE,
PREPARO MANUAL
REVE
73928
CHAPISCO EM PAREDES TRACO 1:4 (CIMENTO E AREIA),
ESPESSURA 0,5CM, PREPARO MANUAL
PARE
73935_1
ALVENARIA EM TIJOLO CERAMICO FURADO 10X20X20CM, 1/2
VEZ, ASSENTADO EM ARGAMASSA TRACO 1:4 (CIMENTO E
AREIA),E=1CM
PISO
73946_1
PISO EM CERAMICA ESMALTADA LINHA POPULAR PEI-4,
ASSENTADA
COM
ARGAMASSA
COLANTE,
COM
REJUNTAMENTO EM CIMENTO BRANCO
INHI
73947_10
PORTA-TOALHA DE LOUÇA BRANCA COM BASTÃO PLÁSTICO FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
INHI
73947_12
PORTA SABONETE LÍQUIDO FORNECIMENTO
INHI
73947_7
LAVATÓRIO LOUÇA BRANCA DE EMBUTIR (CUBA) MED LUXO
52X39CM C/ LADRÃO FERRAGENS EM METAL CROMADO SIFÃO
1680 1"X1.1/4" TORNEIRA DE PRESSÃO 1193 DE 1/2" E VÁLVULA
DE ESCOAMENTO 1603 RABICHO EM PVC - FORNECIMENTO
INHI
73949_2
TORNEIRA CROMADA LONGA 1/2" OU 3/4" DE PAREDE PARA PIA,
PADRÃO POPULAR - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
INEL
73953_6
LUMINARIA TIPO CALHA, DE SOBREPOR, COM REATOR DE
PARTIDA
RAPIDA
E
LAMPADA
FLUORESCENTE
COMPLETA, FORNECIMENTO E INSTALACAO
2X40W,
PINT
73954_1
PINTURA LATEX ACRILICA AMBIENTES INTERNOS/EXTERNOS,
TRES DEMAOS
INHI
73958_1
PONTO DE ESGOTO PVC 100MM - MEDIA 1,10M DE TUBO PVC
ESGOTO PREDIAL DN 100MM E 1 JOELHO PVC 90GRAUS ESGOTO
PREDIAL DN 100MM - FORNECIMENTO E INSTALACAO
INHI
73959_1
PONTO DE AGUA FRIA PVC 3/4" - MEDIA 5,00M DE TUBO DE PVC
ROSCAVEL AGUA FRIA 3/4" E 2 JOELHOS DE PVC ROSCAVEL
90GRAUS AGUA FRIA 3/4" - FORNECIMENTO E INSTALACAO
FUES
73972_1
CONCRETO
ESTRUTURAL
FCK
=
25
MPA,
VIRADO
EM
BETONEIRA, NA OBRA, SEM LANCAMENTO
PISO
73985_1
RODAPE EM CERAMICA ESMALTADA LINHA POPULAR PEI-4,
ASSENTADA COM ARGAMASSA FABRICADA NO LOCAL, COM
REJUNTAMENTO EM CIMENTO BRANCO
MOVT
74016
REGULARIZAÇÃO
E
COMPACTAÇÃO
DO
TERRENO,
COM
SOQUETE
ESQV
74047_8
DOBRADIÇA EM FERRO GALVANIZADO 4X3", COM ANÉIS
INEL
74054_1D PONTO DE LUZ (CAIXA, ELETRODUTO, FIOS E INTERRUPTOR)
INEL
74054_2D PONTO DE TOMADA (CAIXA, ELETRODUTO, FIOS E TOMADA)
INEL
74054_3D PONTO DE TOMADA PARA AR CONDICIONADO SPLIT 24.000 BTU
ESQV
74070_1
FECHADURA
DE
EMBUTIR
COMPLETA,
PARA
PORTAS
INTERNAS, PADRÃO DE ACABAMENTO SUPERIOR
ESQV
74072_2
CORRIMÃO
EM
TUBO
AÇO
GALVANIZADO
2
1/2"
COM
BRAÇADEIRA
SERT
74077
LOCAÇÃO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO
DE
TABUAS
CORRIDAS
PONTALETADAS,
SEM
REAPROVEITAMENTO
INEL
74094_1
LUMINARIA
TIPO
SPOT
PARA
1
LAMPADA
INCANDESCENTE/FLUORESCENTE COMPACTA
PARE
74110_1
ALVENARIA EM BLOCO CERAMICO ESTRUTURAL 14X19X29CM,
1/2 VEZ, ASSENTADO COM ARGAMASSA TRACO 1:3 (CIMENTO E
AREIA), INCLUSO ACO CA-60
PISO
74111_1D SOLEIRA DE GRANITO, LARGURA 15CM, ESPESSURA 3CM,
ASSENTADA COM ARGAMASSA COLANTE
FUES
74122
FORNECIMENTO E EXECUCAO DE ESTACA PRE-MOLDADA - 20
TONELADAS
ESQV
74125_2
ESPELHO CRISTAL ESPESSURA 4MM, COM MOLDURA EM
ALUMÍNIO E COMPENSADO 6MM PLASTIFICADO COLADO
INEL
74131_5
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DE EMBUTIR, EM
CHAPA METÁLICA, PARA 24 DISJUNTORES TERMOMAGNÉTICOS
MONOPOLARES, COM BARRAMENTO TRIFÁSICO E NEUTROFORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
INEL
74131_7
QUADRO DE DISTRIBUICAO DE EMBUTIR C/ BARRAMENTO
TRIFASICO P/ 40 DISJUNTORES UNIPOLARES EM CHAPA DE
FERRO GALV COM DISJUNTORES
PINT
74134_1
EMASSAMENTO COM MASSA ACRILICA PARA AMBIENTES
INTERNOS/EXTERNOS, UMA DEMAO
INHI
74135_3
BANCADA (TAMPO) MÁRMORE BRANCO NACIONAL E=3CM,
LARGURA 60CM, POLIDO COM FURO PARA CUBA
FUES
74157_2
LANCAMENTO MANUAL DE CONCRETO EM ESTRUTURAS, INCL.
VIBRACAO
INHI
74193_1
VASO SANITÁRIO COM CAIXA DE DESCARGA ACOPLADA LOUÇA BRANCA
FUES
74254_1
ARMACAO
ACO
FORNECIMENTO/
CA-50
DIAM.16,0
CORTE(PERDA
(5/8)
DE
À
10%)
25,0MM
/
(1)
-
DOBRA
/
COLOCAÇÃO.
IMPE
83738
IMPERMEABILIZAÇÃO DE SUPERFÍCIE COM MANTA ASFÁLTICA
(COM POLIMEROS TIPO APP), E=4MM
SEDI
9537
LIMPEZA FINAL DA OBRA
8.14 Apêndice 14: Orçamento da obra de ampliação do CCOPAB –
Cobertura do Pavilhão de Ensino
A tabela TAB. 2 apresenta a folha descritiva do orçamento da obra de ampliação
do CCOPAB – Cobertura do Pavilhão de Ensino. A coluna “CÓDIGO” foi omitida a
fim de que a tabela caiba na página.
TAB. 2 - Planilha de orçamento descritivo - CCOPAB
Item
Classe
1 SERVIÇOS DIVERSOS
1. 1
SEDI
2 FUNDAÇÕES E
ESTRUTURAS
2. 1
FUES
2. 2
FUES
2. 3
FUES
2. 4
FUES
3 INSTALAÇÕES
HIDROSSANITÁRIAS
3. 1
INHI
Descrição
Un.
Qtd
e
Mãodeobra
Materia
is
Custo
unitári
o
Custo
total
LIMPEZA FINAL DA
M2
OBRA
TOTAL DO ITEM
909
0,47
0,42
0,89
FORMAS TIPO
SANDUICHE COM
TABUAS, 30
APROVEITAMENTOS
CONCRETO ESTRUTURAL
FCK = 25 MPA, VIRADO
EM BETONEIRA, NA
OBRA, SEM
LANCAMENTO
LANCAMENTO MANUAL
DE CONCRETO EM
ESTRUTURAS, INCL.
VIBRACAO
ARMACAO ACO CA-50
DIAM.16,0 (5/8) À 25,0MM
(1) - FORNECIMENTO/
CORTE(PERDA DE 10%) /
DOBRA / COLOCAÇÃO.
TOTAL DO ITEM
M2
644,
6
8,90
2,98
11,89 7661,84
M3
53,6
53,56
291,53
345,09 18496,6
3
M3
53,6
139,6
2
0,28
139,90 7498,43
KG
341
2
1,61
3,97
5,59 19057,0
4
TANQUE SIMPLES PREMOLDADO DE
CONCRETO COM
VALVULA EM PLASTICO
BRANCO 1.1/4"X1.1/2",
SIFAO PLASTICO TIPO
M2
807,01
807,01
52713,9
4
1
73,58
121,24
194,82
194,82
3. 2
INHI
3. 3
INHI
3. 4
INHI
3. 5
INHI
3. 6
INHI
3. 7
INHI
3. 8
INHI
3. 9
INHI
COPO 1.1/4" E TORNEIRA
DE METAL AMARELO
CURTA 1/2" OU 3/4" PARA
TANQUE FORNECIMENTO E
INSTALACAO
CAIXA SINFONADA EM
PVC 100X100X50MM
SIMPLES FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
RALO SINFONADO DE
PVC 100X100MM SIMPLES
- FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
REGISTRO GAVETA 1/2"
BRUTO LATAO FORNECIMENTO E
INSTALACAO
CUBA AÇO INOXIDÁVEL
56,0X33,0X11,5CM, COM
SIFÃO EM METAL
CROMADO 1.1/2"1.1/2",
VÁLVULA EM METAL
CROMADO TIPO
AMERICANA 3.1/2"X1.1/2"
PARA PIA FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
PORTA-TOALHA DE
LOUÇA BRANCA COM
BASTÃO PLÁSTICO FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
PORTA SABONETE
LÍQUIDO
FORNECIMENTO
LAVATÓRIO LOUÇA
BRANCA DE EMBUTIR
(CUBA) MED LUXO
52X39CM C/ LADRÃO
FERRAGENS EM METAL
CROMADO SIFÃO 1680
1"X1.1/4" TORNEIRA DE
PRESSÃO 1193 DE 1/2" E
VÁLVULA DE
ESCOAMENTO 1603
RABICHO EM PVC FORNECIMENTO
TORNEIRA CROMADA
LONGA 1/2" OU 3/4" DE
PAREDE PARA PIA,
PADRÃO POPULAR FORNECIMENTO E
UN
1
23,31
10,92
34,23
34,23
UN
2
11,66
7,09
18,75
37,49
UN
4
11,66
23,19
34,85
139,39
UN
2
22,26
170,38
192,64
385,28
UN
2
13,87
20,51
34,38
68,76
UN
1
4,72
28,97
33,69
33,69
UN
1
0,00
249,65
249,65
249,65
UN
2
12,14
27,87
40,01
80,02
INSTALAÇÃO
3. 10
INHI
3. 11
INHI
3. 12
INHI
3. 13
INHI
3. 14
INHI
4 INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS/ELETRIFICAÇ
ÃO E ILUMINAÇÃO
EXTERNA
4. 1
INEL
4. 2
INEL
4. 3
INEL
PONTO DE ESGOTO PVC
100MM - MEDIA 1,10M DE
TUBO PVC ESGOTO
PREDIAL DN 100MM E 1
JOELHO PVC 90GRAUS
ESGOTO PREDIAL DN
100MM - FORNECIMENTO
E INSTALACAO
PONTO DE AGUA FRIA
PVC 3/4" - MEDIA 5,00M
DE TUBO DE PVC
ROSCAVEL AGUA FRIA
3/4" E 2 JOELHOS DE PVC
ROSCAVEL 90GRAUS
AGUA FRIA 3/4" FORNECIMENTO E
INSTALACAO
BANCADA (TAMPO)
MÁRMORE BRANCO
NACIONAL E=3CM,
LARGURA 60CM, POLIDO
COM FURO PARA CUBA
VASO SANITÁRIO COM
CAIXA DE DESCARGA
ACOPLADA - LOUÇA
BRANCA
RALO DE COBERTURA
SEMI-ESFÉRICO DE
FERRO FUNDIDO, TIPO
ABACAXI, COM 4".
FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO.
TOTAL DO ITEM
PT
6
69,03
24,48
93,51
561,06
PT
4
50,30
29,90
80,20
320,79
M
1,7
44,52
190,91
235,43
400,24
UN
1
49,95
268,57
318,51
318,51
UN
7
24,15
0,00
24,15
169,05
ELETRODUTO DE PVC
RIGIDO ROSCAVEL DN
75MM (3"), INCL
CONEXOES,
FORNECIMENTO E
INSTALACAO
PARA-RAIOS TIPO
FRANKLIN - CABO E
SUPORTE ISOLADOR
CORDOALHA DE COBRE
NU, INCLUSIVE
ISOLADORES - 35,00 MM2
- FORNECIMENTO E
INSTALACAO
M
80
14,53
23,96
38,48 3078,72
M
135
24,21
13,14
37,35 5042,25
M
360
17,19
13,83
31,02 11165,6
9
2992,98
4. 4
INEL
4. 5
INEL
4. 6
INEL
4. 7
INEL
4. 8
INEL
4. 9
INEL
4. 10
INEL
4. 11
INEL
4. 12
INEL
4. 13
INEL
4. 14
INEL
PONTO DE CAMPAINHA /
TELEFONE / TV
LUMINARIA TIPO CALHA,
DE SOBREPOR, COM
REATOR DE PARTIDA
RAPIDA E LAMPADA
FLUORESCENTE 2X40W,
COMPLETA,
FORNECIMENTO E
INSTALACAO
PONTO DE LUZ (CAIXA,
ELETRODUTO, FIOS E
INTERRUPTOR)
PONTO DE TOMADA
(CAIXA, ELETRODUTO,
FIOS E TOMADA)
PONTO DE TOMADA
PARA AR
CONDICIONADO SPLIT
24.000 BTU
LUMINARIA TIPO SPOT
PARA 1 LAMPADA
INCANDESCENTE/FLUOR
ESCENTE COMPACTA
QUADRO DE
DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA DE EMBUTIR,
EM CHAPA METÁLICA,
PARA 24 DISJUNTORES
TERMOMAGNÉTICOS
MONOPOLARES, COM
BARRAMENTO
TRIFÁSICO E NEUTROFORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
QUADRO DE
DISTRIBUICAO DE
EMBUTIR C/
BARRAMENTO
TRIFASICO P/ 40
DISJUNTORES
UNIPOLARES EM CHAPA
DE FERRO GALV COM
DISJUNTORES
ATERRAMENTO PARA
QUADROS DE
DISTRIBUIÇÃO
QUADRO DE COMANDO
PARA BOMBA + BOMBA
RESERVA ATÉ 2CV
PONTO DE FORÇA
3F+N+T - 10MM2 - BOMBA
TRIFÁSICA
TOTAL DO ITEM
PT
1
25,18
5,85
31,02
31,02
UN
21
23,31
49,32
72,63 1525,23
CJ
40
79,25
35,47
114,72 4588,96
CJ
32
69,93
28,39
98,32 3146,11
CJ
4
79,25
101,14
180,39
721,56
UN
19
12,11
8,58
20,69
393,08
UN
1
72,63
272,69
345,32
345,32
UN
2
24,21
454,48
478,69
957,38
CJ
1
228,8
0
189,15
417,95
417,95
CJ
2
0,00
600,00
600,00 1200,00
CJ
2
229,0
8
644,00
873,08 1746,16
34359,4
3
5. 1
5 INSTALAÇÕES ESPECIAIS
INES
6 PAREDES/PAINÉIS
6. 1
PARE
6. 2
PARE
6. 3
PARE
6. 4
PARE
7 COBERTURA
7. 1
COBE
TOMADA PARA
UN
TELEFONE DE 4 POLOS
PADRAO TELEBRAS FORNECIMENTO E
INSTALACAO
TOTAL DO ITEM
DIVISÓRIA EM
MARMORITE, ESPESSURA
35 MM, CHUMBAMENTO
NO PISO E PAREDE COM
ARGAMASSA DE
CIMENTO E AREIA,
POLIMENTO MANUAL,
EXCLUSIVE FERRAGENS
ALVENARIA EM TIJOLO
CERAMICO FURADO
10X20X20CM, 1/2 VEZ,
ASSENTADO EM
ARGAMASSA TRACO 1:4
(CIMENTO E
AREIA),E=1CM
ALVENARIA EM BLOCO
CERAMICO ESTRUTURAL
14X19X29CM, 1/2 VEZ,
ASSENTADO COM
ARGAMASSA TRACO 1:3
(CIMENTO E AREIA),
INCLUSO ACO CA-60
CHURRASQUEIRA
BÁSICA DE TIJOLO DE
PALHA 1,00X0,70X3,00M
TOTAL DO ITEM
1
6,05
11,61
17,66
17,66
17,66
M2
12,8
136,9
4
45,46
182,40 2334,70
M2
415
25,67
17,04
42,71 17708,9
8
M2
78,6
22,26
44,36
66,62 5236,37
UN
1
0,00
1520,00
1520,0 1520,00
0
ESTRUTURA METALICA
M2
EM TESOURAS OU
TRELICAS, VAO LIVRE DE
20M, FORNECIMENTO E
MONTAGEM, NAO SENDO
CONSIDERADOS OS
FECHAMENTOS
METALICOS, AS
COLUNAS, OS SERVICOS
GERAIS EM ALVENARIA
E CONCRETO, AS TELHAS
DE COBERTURA E A
PINTURA DE
26800,0
5
576
23,46
37,56
61,02 35145,2
2
ACABAMENTO
7. 2
COBE
7. 3
COBE
7. 4
COBE
ESTRUTURA TIPO
ESPACIAL EM ALUMINIO
ANODIZADO, VAO DE
20M
COBERTURA TERMOISOLANTE, DUPLA, TIPO
SANDUICHE,
TRAPEZOIDAL, DE AÇO
GALVANIZADO 0,43 MM,
PARA USO ONDE SE
REQUER CONFORTO
TÉRMICO, DUPLA
ESTANQUEIDADE
LATERAL
(SUPERIOR/INFERIOR) E
PINTURA NAS 2 FACES,
RECHEIO DE POLIESTER
EXPANDIDO (EPS
ALTURA=40MM) COM
RETARDANTE A CHAMA
E DENSIDADE
CONFORME NBR 11752
DA ABNT, LARGURA
UTIL DE 985MM,
COMPRIMENTO ATÉ
7,00M, INCLUINDO OS
ACESSÓRIOS PARA
FIXAÇÃO E PINTURA
ELETROSTÁTICA COM
TINTA EM PÓ, A BASE DE
POLIESTER COM
ESPESSURA DE 60
MICRAS, EM ESTUFA
CONTINUA A 200oC,
FACIL & RAPIDO OU
SIMILAR.
FORNECIMENTO E
COLOCAÇÃO.
COBERTURA EM CHAPA
DE POLICARBONATO
ALVEOLAR, NA COR
CRISTAL, COM 10 MM DE
ESPESSURA, INCLUINDO
MADEIRAMENTO EM
PEÇAS DE MADEIRAE
PILARES EM TUBO DE
AÇO GALVANIZADO.
FORNECIMENTO E
COLOCAÇÃO.
M2
60
59,64
101,75
161,39 9683,10
M2
576
0,00
76,27
76,27 43931,5
2
M2
39,7
198,5
1
0,00
198,51 7874,89
TOTAL DO ITEM
8 IMPERMEABILIZAÇÃO E
PROTEÇÃO DIVERSAS
8. 1
IMPE
8. 2
IMPE
9 ESQUADRIAS/FERRAGENS/
VIDROS
9. 1
ESQV
9. 2
ESQV
9. 3
ESQV
9. 4
ESQV
9. 5
ESQV
9. 6
ESQV
9. 7
ESQV
9. 8
ESQV
9. 9
ESQV
96634,7
3
PROTECAO MECANICA
M2
DE SUPERFICIE COM
ARGAMASSA DE
CIMENTO E AREIA,
TRACO 1:3, E=2CM
IMPERMEABILIZAÇÃO
M2
DE SUPERFÍCIE COM
MANTA ASFÁLTICA
(COM POLIMEROS TIPO
APP), E=4MM
TOTAL DO ITEM
386
6,42
6,05
12,47 4812,83
386
10,27
44,57
54,84 21161,2
1
VIDRO LISO COMUM
TRANSPARENTE,
ESPESSURA 4MM
VIDRO TEMPERADO
INCOLOR, ESPESSURA
8MM, FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO, INCLUSIVE
MASSA PARA VEDAÇÃO
RECOLOCAÇÃO DE
FOLHAS DE PORTA DE
PASSAGEM OU JANELA,
CONSIDERANDO
REAPROVEITAMENTO DO
MATERIAL
PORTA CORTA-FOGO
0,90X2,10X0,04 M
PORTA MADEIRA
MACICA REGIONAL 1A
MEXICANA E = 3 CM
DOBRADIÇA EM FERRO
GALVANIZADO 4X3",
COM ANÉIS
FECHADURA DE
EMBUTIR COMPLETA,
PARA PORTAS INTERNAS,
PADRÃO DE
ACABAMENTO SUPERIOR
CORRIMÃO EM TUBO
AÇO GALVANIZADO 2
1/2" COM BRAÇADEIRA
ESPELHO CRISTAL
ESPESSURA 4MM, COM
MOLDURA EM ALUMÍNIO
E COMPENSADO 6MM
M2
4,1
10,02
63,91
M2
60
11,13
179,45
UN
3
51,28
0,00
UN
3
418,87
520,73 1562,19
UN
3,8
101,8
6
78,95
389,92
468,87 1781,71
UN
9
7,23
6,23
13,46
121,14
UN
3
31,33
121,08
152,41
457,23
M
16,3
31,15
63,93
M2
1,5
41,49
210,23
25974,0
4
73,92
303,08
190,58 11434,8
0
51,28
153,85
95,08 1549,84
251,72
377,59
PLASTIFICADO COLADO
TOTAL DO ITEM
10 REVESTIMENTOS E
TRATAMENTOS ESPECIAIS
10. 1 REVE
10. 2
REVE
10. 3
REVE
11 PISOS/SOLEIRAS/RODAPÉS
11. 1 PISO
11. 2
PISO
12 PINTURAS
12. 1 PINT
17741,4
2
EMBOCO PAULISTA
M2
(MASSA UNICA) TRACO
1:1:4 (CIMENTO, CAL E
AREIA), ESPESSURA
2,0CM, PREPARO
MECANICO
CHAPISCO EM PAREDES
M2
TRACO 1:4 (CIMENTO E
AREIA), ESPESSURA
0,5CM, PREPARO
MANUAL
REVESTIMENTO DE
M2
PAREDE COM CERÂMICA
PORTOBELLO OU
SIMILAR, INCLUSIVE A
SUPPERFÍCIE
CHAPISCADA E
EMBOCADA COM
ARGAMASSA DE
CIMENTO, SAIBRO E
AREIA NO TRAÇO 1:3:3,
ASSENTADAS E
REAJUNTADAS COM
PASTA DE CIMENTO
BRANCO E CORANTE.
TOTAL DO ITEM
PISO CIMENTADO
M2
RUSTICO TRACO 1:3
(CIMENTO E AREIA),
ESPESSURA 2,0CM,
INCLUSO FRISO ANTIDERRAPANTE, PREPARO
MANUAL
SOLEIRA DE GRANITO,
M
LARGURA 15CM,
ESPESSURA 3CM,
ASSENTADA COM
ARGAMASSA COLANTE
TOTAL DO ITEM
PINTURA ESMALTE 2
DEMAOS C/ 1 DEMÃO
M2
106
6
23,98
0,00
23,98 25562,3
5
106
6
2,23
0,00
2,23 2373,36
38,6
77,94
0,00
77,94 3008,48
30944,2
0
90
29,09
0,00
3
2,87
57,32
29,09 2617,81
60,19
180,56
2798,37
7
17,81
3,81
21,62
151,35
12. 2
PINT
12. 3
PINT
12. 4
PINT
ZARCÃO P/ ESQUADRIA
FERRO
PINTURA ESMALTE
M2
ACETINADO EM
MADEIRA, DUAS
DEMAOS
PINTURA LATEX
M2
ACRILICA AMBIENTES
INTERNOS/EXTERNOS,
TRES DEMAOS
EMASSAMENTO COM
M2
MASSA ACRILICA PARA
AMBIENTES
INTERNOS/EXTERNOS,
UMA DEMAO
TOTAL DO ITEM
13 URBANIZAÇÃO
13. 1 URBA
9
5,63
4,89
10,53
106
6
11,30
6,15
17,44 18599,6
5
106
6
3,53
2,77
6,30 6717,44
PORTÃO DE FERRO
UN
GALVANIZADO 4,0X1,2M
PAINEL ÚNICO,
INCLUSIVE CADEADO
TOTAL DO ITEM
CUSTO TOTAL
25563,1
7
3
271,7
0
804,46
do CCOPAB – Cobertura do Pavilhão de Ensino.
TAB. 3 - Folha-resumo da obra do CCOPAB
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
Descrição
SERVIÇOS DIVERSOS
FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS/ELETRIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO
EXTERNA
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
PAREDES/PAINÉIS
COBERTURA
IMPERMEABILIZAÇÃO E PROTEÇÃO DIVERSAS
ESQUADRIAS/FERRAGENS/VIDROS
REVESTIMENTOS E TRATAMENTOS ESPECIAIS
PISOS/SOLEIRAS/RODAPÉS
PINTURAS
URBANIZAÇÃO
1076,1 3228,49
6
3228,49
320575,
50
A tabela TAB. 3 apresenta a folha-resumo do orçamento da obra de ampliação
Item
1
2
3
94,74
Valor unitário (sem
BDI)
807,01
52713,94
2992,98
34359,43
17,66
26800,05
96634,73
25974,04
17741,42
30944,20
2798,37
25563,17
3228,49
BDI
TOTAL sem BDI (R$)
22,97%
TOTAL COM BDI (R$)
320575,50
73636,19
394211,69
8.15 Apêndice 15: Especificações Técnicas da obra de ampliação do
CCOPAB – Cobertura do Pavilhão de Ensino
A tabela TAB. 4 apresenta as especificações técnicas da obra de ampliação do
CCOPAB – Cobertura do Pavilhão de Ensino. A partir da planilha auxiliar gerada é
criado o arquivo Word.
TAB. 4 - Planilha auxiliar de especificações técnicas da obra do CCOPAB
1
SERVIÇOS DIVERSOS
1. 1
LIMPEZA FINAL DA OBRA
Serão lavados pisos cerâmicos, mármores, cimentados, revestimentos de azulejos, pastilhas,
pedras, aparelhos sanitários, vidros, ferragens e metais, devendo ser removidos quaisquer vestígios
de
tintas,
manchas
e
argamassa.
Todas as dependências das edificações, arruamentos e áreas envolvidas pela obra serão en-tregues
totalmente
limpas
e
isentas
de
entulhos.
Os entulhos e detritos deverão ser removidos para local apropriado, indicado pela Fiscaliza-ção.
2
FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS
2. 1
FORMAS TIPO SANDUICHE COM TABUAS, 30 APROVEITAMENTOS
Os encarregados de formas possuirão, obrigatoriamente, experiência mínima de cinco anos,
adquirida no exercício de idênticas funções em obras de características semelhantes à contratada.
Dos encarregados serão exigidos hábitos sadios de conduta e não possuírem o vício de alcoolismo.
O dimensionamento da equipe de Encarregados Auxiliares ficará a cargo do construtor, de acordo
com o plano de construção previamente estabelecido. O proprietário poderá exigir do construtor a
substituição de qualquer profissional do canteiro de obras, desde que verificada a sua
incompetência para a execução das tarefas, bem como hábitos de condutas nocivos à boa
administração do canteiro. A substituição de qualquer elemento será processada, no máximo, 48
horas após a comunicação, por escrito, da fiscalização. . A retirada das formas deverá obedecer
sempre a ordem e os prazos mínimos estipulados por Norma. As formas deverão ser retiradas de
modo a permitir relativa faciliade de manejo dos elementos e principalmente, sem choques.
O arame será de fio de aço estirado, brando e galvanizado a zinco, de bitola adequada ao caso.
Admite-se o emprego de produtos fabricados por: (quais?). As madeiras para emprego provisório
será Pinho paraná ou equivalente, com as dimensões necessárias aos fins a que se destine, sendo
admitido o uso de roliços, desde que resistentes.
2. 2
CONCRETO ESTRUTURAL FCK = 25 MPA, VIRADO EM BETONEIRA, NA OBRA,
SEM LANCAMENTO
A medição dos materiais será obrigatoriamente em massa, podendo ser adotado o valor de 50 kg
para o saco de cimento. Deverá ser determinada, freqüentemente, a umidade dos agregados e
corrigido a sua massa a ser pesada. A água de amassamento pode ser medida em massa ou em
volume, com dispositivo dosador, e corrigida a sua quantidade em função da umidade dos
agregados. O amassamento do concreto deverá ser feito através de betoneiras, atentando-se para a
ordem de colocação dos materiais, a qual dependerá do tipo de betoneira utilizado. O tempo de
mistura é variável de acordo com o tipo e o diâmetro do misturador, podendo-se adotar o tempo em
segundos, obtido por t= k.D1/2, sendo k =90 e 120 para betoneiras e eixo horizontal e inclinado
respectivamente, e D o diâmetro da betoneira, em metro. É importante que o concreto seja
misturado até perfeita homogeneização não devendo, na prática, o tempo de mistura ser inferior a 2
minutos, para as betoneiras de eixo inclinado de uso comum.
Os materiais componentes dos concretos deverão atender as recomendações referentes aos insumos
cimento, areia, brita, água e aditivo. Os equipamentos de medição, mistura e transporte deverão
estar limpos e em perfeito funcionamento, para se obter melhor qualidade do produto. O
estabelecimento do traço do concreto a se adotar, terá como base à resistência característica à
compressão, especificada no projeto, dimensões das peças, disposições das armaduras, sistema de
transporte, lançamento, adensamento, condições de exposição e de uso, previstos para a
estrutura. Compete ao autor do projeto estrutural e/ou ao construtor definir a resistência
característica do concreto à compressão. Para controle da resistência deverão ser moldados corpos
de prova com o concreto recém-produzido de acordo com as normas. O concreto produzido deverá
ser utilizado antes do início da pega. Na falta de conhecimento laboratorial, pode-se estabelecer um
tempo máximo de 1:30h min, desde que haja constante homogeneização, podendo esse tempo ser
modificado pela ação de aditivos.
2. 3
LANCAMENTO MANUAL DE CONCRETO EM ESTRUTURAS, INCL. VIBRACAO
Os concretos deverão ser lançados imediatamente após o amassamento e não poderá ser utilizado o
concreto depois de iniciada à pega. Os concretos amassados deverão ser lançados sem interrupção
de trabalho. O concreto deverá ser lançado o mais perto possível de sua posição final, evitando-se
incrustarão de argamassa nas paredes das formas e nas armaduras. Deverão ser tomadas precauções
para manter a homogeneidade do concreto. A altura de queda livre não poderá ultrapassar 2 m Para
peças estreitas e altas, o concreto deverá ser lançado janelas abertas na parte lateral, ou por meio de
funis ou trombas.
2. 4
ARMACAO ACO CA-50 DIAM.16,0 (5/8) À 25,0MM (1) - FORNECIMENTO/
CORTE(PERDA DE 10%) / DOBRA / COLOCAÇÃO.
Os ferros deverão ser estendidos, estirados e alinhados. Em seguida, serão cortados e dobrados a
frio, conforme os desenhos do projeto estrutural. A armação será executada sobre as
próprias formas, no caso de vigas e lajes, usando-se afastadores adequados. No caso dos pilares
será executada previamente. A fixação entre as barras será feita utilizando-se arame recozido Nº18.
Os ferros deverão ser bem amarrados, mantendo-se os espaçamentos e as posições previstas no
projeto estrutural. O ferreiro armador deverá cortar todos os ferros de um mesmo diâmetro, antes
de iniciar o trabalho com ferros de outro diâmetro. Deverá ser preparado um plano de corte,
procurando-se fazer um aproveitamento dos ferros e reduzindo-se as perdas.
O aço utilizado deve atender às propriedades mecânicas exigidas de barras e fios de aço destinados
a armaduras para concreto armado.
3
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
3. 1
TANQUE SIMPLES PRE-MOLDADO DE CONCRETO COM VALVULA EM PLASTICO
BRANCO 1.1/4"X1.1/2", SIFAO PLASTICO TIPO COPO 1.1/4" E TORNEIRA DE
METAL AMARELO CURTA 1/2" OU 3/4" PARA TANQUE - FORNECIMENTO E
INSTALACAO
A louça do tanque será na cor branco neve, marca Deca ou similar, da linha Ravena. As torneiras e
registros serão todos da marca Deca ou similar, em metal cromado, linha Targa.
Os tanques serão instalados com sifão metálico marca DECA ou CELITE ou similar.
Todas as louças sanitárias e respectivas ferragens deverão ser submetidas à apreciação da FISCALIZAÇÃO antes de sua aplicação.
3. 2
CAIXA SINFONADA EM PVC 100X100X50MM SIMPLES - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO
O construtor deverá assegurar-se que o ralo está posicionado no ponto mais baixo para onde
correm as águas. Os pisos de banheiros, pátios, varandas e cozinhas deverão ser convenientemente
inclinados, para que águas escoem na direção das caixas e ralos. Depois de procedido o
nivelamento de modo a assegurar o posicionamento correto da peça, será executada a conexão
desta à ponta do tubo, através de luva. Fixar as peças para que não se desloquem durante a
execução do piso.
São do tipo aprovado pela Cia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE), com bujão para limpeza e
tampa
de
fechamento
-
Fecho
hermético,
hídrico
devendo
com
satisfazer
altura
as
seguintes
mínima
características:
de
200mm;
- Quando seção horizontal for circular, o diâmetro interno mínimo é de 30 cm e, quando poligonal,
deverá
-
permitir
A
a
tampa
inscrição
deve
de
ser
um
círculo
removível,
de
de
30cm
de
fechamento
diâmetro;
hermético;
- O orifício de saída com diâmetro igual ao do ramal correspondente, nunca inferior a 75mm.
3. 3
RALO
SINFONADO
DE
PVC
100X100MM
SIMPLES
-
FORNECIMENTO
E
INSTALAÇÃO
O construtor deverá assegurar-se que o ralo está posicionado no ponto mais baixo para onde
correm as águas. Os pisos de banheiros, pátios, varandas e cozinhas deverão ser convenientemente
inclinados, para que águas ecoem na direção das caixas e ralos. Depois de procedido o nivelamento
de modo a assegurar o posicionamento correto da peça, será executada a conexão desta à ponta do
tubo, através de luva. Fixar as peças para que não se desloquem durante a execução do piso.
O
fecho
hídrico
deve
apresentar
uma
altura
mínima
de
5
cm;
Orifício de saída com diâmetro mínimo de 75mm. Quando adotado o sitema uno de esgotamento,
será empregado, nos pisos de sanitários e de boxes de chuveiros, ralo sifonado com ramal de
descarga
reduzido
para
40mm,
no
mínimo;
Quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até os limites de 6, 10 e 15 unidades de
descarga, os ralos sifonados de seção poligonal devem permitir a inscrição de um círculo de
diâmetro
mínimo
de
10,
12,5
ou
15cm,
respectivamente;
Para tubos de PVC, consideram-se análogos os produtos fabricados por: Tubos e Conexões Tigre
Ltda. e S.A. Tubos Brasilit.
3. 4
REGISTRO GAVETA 1/2" BRUTO LATAO - FORNECIMENTO E INSTALACAO
Nos barriletes, hidrômetros e junto à válvula redutora de pressão (se houver): corpo de bronze,
acabamento
bruto.
Nas descidas dos ramais (paredes dos banheiros, cozinhas e áreas de serviço: corpo de bronze,
acabamento cromado).
As bitolas de cada registro constam nas plantas e esquemas verticais.
3. 5
CUBA AÇO INOXIDÁVEL 56,0X33,0X11,5CM, COM SIFÃO EM METAL CROMADO
1.1/2"1.1/2", VÁLVULA EM METAL CROMADO TIPO AMERICANA 3.1/2"X1.1/2"
PARA PIA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
A execução do balcão deverá obedecer rigorosamente ao projeto. Será feito um rasgo horizontal na
parede
onde
o
balcão
inox
será
imbutido
e
chumbado.
Após a execução do balcão e dos acessórios, deverá ser verificado o funcionamento da instalação .
CUBA AÇO INOXIDÁVEL 56,0X33,0X11,5CM, COM SIFÃO EM METAL CROMADO .
3. 6
PORTA-TOALHA DE LOUÇA BRANCA COM BASTÃO PLÁSTICO - FORNECIMENTO
E INSTALAÇÃO
Será chumbada à parede, utilizando-se argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
Porta-toalha constituído de material cerâmico.
3. 7
PORTA SABONETE LÍQUIDO FORNECIMENTO
Será chumbada à parede, utilizando-se argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
Saboneteira em vidro com suporte em aço inox para sabão líquido.
3. 8
LAVATÓRIO LOUÇA BRANCA DE EMBUTIR (CUBA) MED LUXO 52X39CM C/
LADRÃO FERRAGENS EM METAL CROMADO SIFÃO 1680 1"X1.1/4" TORNEIRA DE
PRESSÃO 1193 DE 1/2" E VÁLVULA DE ESCOAMENTO 1603 RABICHO EM PVC FORNECIMENTO
O lavatório deve ser de louça branca de embutir padrão luxo.
3. 9
TORNEIRA CROMADA LONGA 1/2" OU 3/4" DE PAREDE PARA PIA, PADRÃO
POPULAR - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
O executante deverá assegurar-se de que a posição, o diâmetro e o tipo de torneira está de acordo
com o previsto no projeto executivo e às especificações. Serão preparados cuidadosamente os
componentes, limpando a rosca externa da torneira e a rosca interna da conexão. As juntas deverão
apresentar perfeito estanqueidade, por isto, serão vedadas com fita veda-rosca em teflon.
O padrão da torneira é padrão popular.
3. 10 PONTO DE ESGOTO PVC 100MM - MEDIA 1,10M DE TUBO PVC ESGOTO PREDIAL
DN 100MM E 1 JOELHO PVC 90GRAUS ESGOTO PREDIAL DN 100MM FORNECIMENTO E INSTALACAO
O executante deverá assegurar-se de que o traçado e o diâmetro das tubulações seguem
rigorosamente o previsto no projeto executivo. As declividades constantes do projeto deverão ser
sempre
respeitadas.
Os pontos dos tubos deverão estar em esquadro e chanfradas. Será passada lixa d’ água nas paredes
internas da bolsa e pontas dos tubos e conexões a serem colocadas para tirar o brilho e facilitar a
aderência. A ponta e bolsa dos tubos e conexões serão limpas, passando-se solução limpadora. Será
aplicado o adesivo para PVC com pincel . Deverá ser verificada a penetração do tubo na bolsa.
3. 11 PONTO DE AGUA FRIA PVC 3/4" - MEDIA 5,00M DE TUBO DE PVC ROSCAVEL
AGUA FRIA 3/4" E 2 JOELHOS DE PVC ROSCAVEL 90GRAUS AGUA FRIA 3/4" FORNECIMENTO E INSTALACAO
Serão preparados cuidadosamente os componentes a assentar, limpando a rosca externa dos tubos e
a rosca interna das peças e conexões. As juntas deverão apresentar perfeita estanqueidade e, para
isso, deverão ser vedadas com fita veda-rosca em teflon, não sendo admitido o uso de cordão,
massa, estopa ou tinta zarcão. Os cortes rios tubos deverão ser em secção reta e o rosqueamento
deverá
ser
feito
com tarraxa apropriada alcançando somente a parte coberta pela conexão. As extremidades das
tubulações deverão ser mantidas tamponadas com “caps” ou durante a execução, sendo o
tamponamento retirado das peças. Não será permitido do assentamento das peças. Não será
permitido o uso de rolhas, madeiras, pepel e estopas para vedação de extremidades e pontos de
alimentação.
As passagens de tubos por furos ou aberturas tias estruturas de concreto armado deverão ser
colocados antes da concretagem, com folga suficiente para que as tubulações não sejam afetadas
pela dilatação e/ ou outros esforços estruturais. As tribulações somente poderão ser embutidas na
estrutura de concreto armado, quando tal fato for previsto rio projeto estrutural. Após o
assentamento das tubulações, tendo o cuidado de fixá-los nos rasgos, será lançado a argamassa, de
modo a preencher totalmente os espaços vazios, com o auxílio de uma colher de pedreiro será
nivelada a massa, retirando os excessos.
A abertura da rosca deverá ser feita com a utilização de tarraxa própria para tubos de PVC.
Os cortes dos tubos deverão ser feito rigorosamente no esquadro, para que a rosca não se
desenvolva torta. As roscas deverão ser concêntricas à periferia do tubo.
3. 12 BANCADA (TAMPO) MÁRMORE BRANCO NACIONAL E=3CM, LARGURA 60CM,
POLIDO COM FURO PARA CUBA
A peça de granito ou mámore será fornecida com o comprimento, largura e tipo especificado em
projeto. A bancada será chumbada com argamassa de cimento e areia média.
3. 13 VASO SANITÁRIO COM CAIXA DE DESCARGA ACOPLADA - LOUÇA BRANCA
Não haverá válvula de descarga: os vasos sanitários serão com caixa de descarga acoplada.
A marca dos vasos sanitários será do tipo DECA ou DOCOL.
4
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS/ELETRIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO EXTERNA
4. 1
ELETRODUTO DE PVC RIGIDO ROSCAVEL DN 75MM (3"), INCL CONEXOES,
FORNECIMENTO E INSTALACAO
No ramal de entrada e derivação do quadro geral de entrada (Barramento Geral):
Nas lajes e paredes: PVC rígido soldável, diâmetro mínimo 16mm (1/2”). As curvas para eletrodutos
de
diâmetro
superior
a
16mm
serão
postiças
(pré-fabricadas).
Nos circuitos de antena de TV/FM: nas paredes e pisos, PVC rígido soldável, diâmetro mí-nimo
20mm (3/4”); sobre a laje de cobertura, no trajeto em direção à(s) antenas(s), metálicas, zin-cadas,
com o fio de blindar as induções eletromagnéticas provenientes de fontes externas, princi-palmente
nas intempéries, que possam provocar perturbações no sinal. Nesta área toda a rede de eletrodutos
será aterrada, aliando-se a em pontos diversos aos condutores de descida de aterramen-to.
Também, com o objetivo de desviar os surtos de tensões induzidas para a malha de aterramento,
logo após à(s) antena(s) serão instaladas supressores de surto junto ao(s) cabo(s) de entrada de sinal
(ver detalhe em planta).
4. 2
PARA-RAIOS TIPO FRANKLIN - CABO E SUPORTE ISOLADOR
Será instalado um pára-raios tipo Franklin, com haste de 3m, no topo da estrutura da caixa -d`
água. Dele partirão 2(duas) descidas em cobre nu de 35mm², apoiadas em isoladores suporte, que
serão conectados á malha de captação atrás referida, nos pontos mais próximos.
A haste metálica do pára-raios será estaiada em três direções segundo um ângulo de 120º; os estais
serão fixados na superfície superior da estrutura da caixa d` água e todo o conjunto (haste e
ferragem de estaiamentos) serão solidarizados á malha de captação (que será aterrada atrás dos
condutores de descida).
4. 3
CORDOALHA
DE
COBRE
NU,
INCLUSIVE
ISOLADORES
-
35,00
MM2
-
FORNECIMENTO E INSTALACAO
Nas descidas poderão empregados cordoalhas, cabos ou fitas, desde que a seção transversal não
seja inferior a 30 mm2 . As cordoalhas não poderão ter mais de 19 cabos elementares, e as fitas não
poderão ter espessura inferior a 2 mm.
4. 4
PONTO DE CAMPAINHA / TELEFONE / TV
Nas descidas poderão empregados cordoalhas, cabos ou fitas, desde que a seção transversal não
seja inferior a 30 mm2 . As cordoalhas não poderão ter mais de 19 cabos elementares, e as fitas não
poderão ter espessura inferior a 2 mm.
-
4. 5
LUMINARIA TIPO CALHA, DE SOBREPOR, COM REATOR DE PARTIDA RAPIDA E
LAMPADA
FLUORESCENTE
2X40W,
COMPLETA,
FORNECIMENTO
E
INSTALACAO
As características bem como o posicionamento e as características dos aparelhos serão definidos no
Projeto
de
Instalação
Elétrica.
A montagem compreenderá a fixação da luminária ao teto, a ligação elétrica ao porta-lâmpada, a
instalação da lâmpada, a instalação e ajuste do globo leitoso.
Lâmpadas: os bulbos serão isentos de impurezas, manchas ou defeitos que prejudiquem seu
funcionamento. As bases não devem rodar em relação ao bulbo quando sujeitos a torção e o
deslocamento angular máximo entre os planos que passam pelos pinos da base não será maior que
6°.
Reatores: as características de funcionamento são as estabelecidas pela NBR 5114/77.
4. 6
PONTO DE LUZ (CAIXA, ELETRODUTO, FIOS E INTERRUPTOR)
Deverá ser feito o rasgo na alvenaria para colocação do eletroduto. O assentamento do eletroduto
deverá obedecer ao projeto eo alinhamento. O rasgo deverá ser preenchido empregando-se uma
argamassa mista de cal hidratada e areia média sem peneiras, traço 1:4 com 150 kg de cimento. A
instalação dos fios utilizará o arame guia através de eletrodutos, conexões, caixas de ferragem
existentes entre os pontos de ligação. Deverão ser respeitados os números máximos de condutores
por duto, as tensões de tracionamento e os raios de curvatura admissíveis. Após a montagem,
deverão ser verificados a continuidade de cada fio e o isolamento entre os fios e o fio terra.
4. 7
PONTO DE TOMADA (CAIXA, ELETRODUTO, FIOS E TOMADA)
Deverá ser feito o rasgo na alvenaria para colocação do eletroduto. O assentamento do eletroduto
deverá obedecer ao projeto eo alinhamento. O rasgo deverá ser preenchido empregando-se uma
argamassa mista de cal hidratada e areia média sem peneiras, traço 1:4 com 150 kg de cimento. A
instalação dos fios utilizará o arame guia através de eletrodutos, conexões, caixas de ferragem
existentes entre os pontos de ligação. Deverão ser respeitados os números máximos de condutores
por duto, as tensões de tracionamento e os raios de curvatura admissíveis. Após a montagem,
deverão ser verificados a continuidade de cada fio e o isolamento entre os fios e o fio terra.
-
4. 8
PONTO DE TOMADA PARA AR CONDICIONADO SPLIT 24.000 BTU
Deverá ser feito o rasgo na alvenaria para colocação do eletroduto. O assentamento do eletroduto
deverá obedecer ao projeto eo alinhamento. O rasgo deverá ser preenchido empregando-se uma
argamassa mista de cal hidratada e areia média sem peneiras, traço 1:4 com 150 kg de cimento. A
instalação dos fios utilizará o arame guia através de eletrodutos, conexões, caixas de ferragem
existentes entre os pontos de ligação. Deverão ser respeitados os números máximos de condutores
por duto, as tensões de tracionamento e os raios de curvatura admissíveis. Após a montagem,
deverão ser verificados a continuidade de cada fio e o isolamento entre os fios e o fio terra.
-
4. 9
LUMINARIA TIPO SPOT PARA 1 LAMPADA INCANDESCENTE/FLUORESCENTE
COMPACTA
A montagem compreenderá a fixação do braço de tempo, a ligação elétrica, a instalação da
lâmpada. Energizar e verificar o correto funcionamento da luminária.
A luminária é do tipo SPOT para uma lâmpada fluorescente compacta.
4. 10 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DE EMBUTIR, EM CHAPA METÁLICA,
PARA
24
DISJUNTORES
TERMOMAGNÉTICOS
MONOPOLARES,
COM
BARRAMENTO TRIFÁSICO E NEUTRO- FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
Deverá ser verificado o correto funcionamento das portas e a movimentação dos arama guias nos
eletrodutos. Deverá ser feita uma abertura na alvenaria para a colocação do quadro. A instalação
deverá obedecer ao projeto elétrico, o nível, o prumo e o alinhamento. Será feita a recomposição da
alvenaria e a ligação do quadro aos eletrodutos.
O quadro de distribuição não deve apresentar barramento e deve ser em chapa de alço galvanizado.
Aceitam-se quadros das seguintes marcas ___.
4. 11 QUADRO DE DISTRIBUICAO DE EMBUTIR C/ BARRAMENTO TRIFASICO P/ 40
DISJUNTORES UNIPOLARES EM CHAPA DE FERRO GALV COM DISJUNTORES
Deverá ser verificado o correto funcionamento das portas e a movimentação dos arama guias nos
eletrodutos. Deverá ser feita uma abertura na alvenaria para a colocação do quadro. A instalação
deverá obedecer ao projeto elétrico, o nível, o prumo e o alinhamento. Será feita a recomposição da
alvenaria e a ligação do quadro aos eletrodutos.
O quadro de distribuição deve apresentar barramento e deve ser em alço galvanizado. Aceitam-se
quadros das seguintes marcas ___.
5
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
5. 1
TOMADA PARA TELEFONE DE 4 POLOS PADRAO TELEBRAS - FORNECIMENTO E
INSTALACAO
A montagem compreenderá a fixação da tomada em caixa, a ligação da tomada à rede telefônica e
a colocação da tampa protetora. Após a instalação será verificada a continuidade da fiação e
funcionamento do telefone.
-
6
PAREDES/PAINÉIS
6. 1
DIVISÓRIA EM MARMORITE, ESPESSURA 35 MM, CHUMBAMENTO NO PISO E
PAREDE COM ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA, POLIMENTO MANUAL,
EXCLUSIVE FERRAGENS
As placas divisórias terão, em seu trecho inferior, um recorte com 20 cm de altura, com vistas a
facilitar a manutenção e a limpeza. Esse recorte deixa de existir quando a placa divisória for para
uso em "boxes" de chuveiro. Os batentes de alumínio das portas terão a mesma altura da testeira, o
que permitirá guarnecer, em todo o comprimento, as respectivas arestas. A fixação dos batentes às
testeiras será efetuada por parafusos atarraxados em tacos de madeira embutidos no mármore. As
placas divisórias e as testeiras serão engastadas 3 a 5 cm nos pisos e paredes.
As placas divisórias e as testeiras serão confeccionadas com granilha de mármore e granito,
cimento comum e/ou branco CP32, areia e aço CA 60 em malha de 15 x 15 cm. As placas e as
testeiras terão 30 e 40 mm de espessura, respectivamente. As testeiras terão como medida mínima
130 mm, ou seja, 50 mm para cada aba e mais 30 mm para abranger a espessura da placa divisória.
As alturas das placas obedecerão às indicações do projeto arquitetônico, sendo que as mais usuais
situam-se entre 1,80 e 2,10 m.
6. 2
ALVENARIA EM TIJOLO CERAMICO FURADO 10X20X20CM, 1/2 VEZ, ASSENTADO
EM ARGAMASSA TRACO 1:4 (CIMENTO E AREIA),E=1CM
A alvenaria deverá ser executada com as dimensões e os alinhamentos indicados no projeto
executivo. A espessura da alvenaria sem revestimento será de 9,0 mm que corresponde à largura do
componente especificado. O serviço será iniciado preferencialmente pelos cantos, com os tijolos
assentados sobre uma camada de argamassa previamente estendida, alinhados pelo seu
comprimento. Caso as dimensões dos tijolos a empregar obrigarem a pequena alteração desta
espessura, as modificações nas plantas serão feitas pelo empreiteiro, sujeitas a aprovação da
fiscalização, não implicando porém qualquer alteração no valor do contrato. Deverá ser utilizado o
prumo de pedreiro para o alinhamento vertical da alvenaria; entre dois cantos ou extremos já
levantados esticarse-á uma linha que sentirá de guia, garantindo-se o prumo e horizontalidade da
fiada. No caso de assentamento dos tijolos com juntas verticais contínuas (juntas a prumo), será
obrigatório o uso de armaduras longitudinais, situadas na argamassa de assentamento, distanciadas
cerca de 60 mm na altura.
O tijolo deve trazer a identificação do fabricante, o que será efetuado sem prejuízo para uso do
produto. Os tijolos maciços serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis, constituídos de
unidades do mesmo tipo e qualidade, essencialmente fabricado nas mesmas condições. A unidade
de compra é o milheiro. Não deverão apresentar defeitos sistemáticos, tais como trincas, quebras,
superfícies irregulares, deformações e desuniformidade de cor.
6. 3
ALVENARIA EM BLOCO CERAMICO ESTRUTURAL 14X19X29CM, 1/2 VEZ,
ASSENTADO COM ARGAMASSA TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA), INCLUSO ACO
CA-60
A alvenaria deverá ser executada com as dimensões e os alinhamentos indicados no projeto
executivo. A espessura da alvenaria sem revestimento será de 9,0 mm que corresponde à largura do
componente especificado. O serviço será iniciado preferencialmente pelos cantos, com os tijolos
assentados sobre uma camada de argamassa previamente estendida, alinhados pelo seu
comprimento. Caso as dimensões dos tijolos a empregar obrigarem a pequena alteração desta
espessura, as modificações nas plantas serão feitas pelo empreiteiro, sujeitas a aprovação da
fiscalização, não implicando porém qualquer alteração no valor do contrato. Deverá ser utilizado o
prumo de pedreiro para o alinhamento vertical da alvenaria; entre dois cantos ou extremos já
levantados esticarse-á uma linha que sentirá de guia, garantindo-se o prumo e horizontalidade da
fiada. No caso de assentamento dos tijolos com juntas verticais contínuas (juntas a prumo), será
obrigatório o uso de armaduras longitudinais, situadas na argamassa de assentamento, distanciadas
cerca de 60 mm na altura.
O tijolo deve trazer a identificação do fabricante, o que será efetuado sem prejuízo para uso do
produto. Os tijolos maciços serão fornecidos em lotes ou sublotes identificáveis, constituídos de
unidades do mesmo tipo e qualidade, essencialmente fabricado nas mesmas condições. A unidade
de compra é o milheiro. Não deverão apresentar defeitos sistemáticos, tais como trincas, quebras,
superfícies irregulares, deformações e desuniformidade de cor.
7
COBERTURA
7. 1
ESTRUTURA METALICA EM TESOURAS OU TRELICAS, VAO LIVRE DE 20M,
FORNECIMENTO
FECHAMENTOS
E
MONTAGEM,
METALICOS,
AS
NAO
SENDO
COLUNAS,
OS
CONSIDERADOS
SERVICOS
GERAIS
OS
EM
ALVENARIA E CONCRETO, AS TELHAS DE COBERTURA E A PINTURA DE
ACABAMENTO
A estrutura da cobertura será metálica treliçada e deverá ser construída utilizando os seguintes
padrões
mínimos:
ELEMENTO
TIPO
Banzos
DE
AÇO
Superiores
TIPO
e
A-570
DE
PERFIL
Inferiores
ASTM
ou
A-36
LAMINADO
ou
CHAPA
DOBRADA
Perfil
U
Espessura
altura
-
4”
1/8”
-
Diagonais
e
montantes
de
treliças
2.1/2
Cantoneira
de
abas
X
Espessura
iguais
2.1/2”
1/8”
-
Placas de bases de Culunas p/ chum-badores ASTM A-570 ou A-36 Espessura - ¼”
Chapas
de
Ligação
Parafusos
(Gusset)
ASTM
Terças
A-325
DOBRADA
A-570
Perfil
5/16”
Diâmetro
ASTM
CHAPA
–
Espessura
U
Espessura
–
½”
ou
enrijecido
A-36
–
altura
Contraventamentos
Ferro
redondo
Ferro
Diâmetro
redondo
SERVIÇOS
3”
1/8”
-
Chumbadores
8mm
½”
-
Diâmetro
¼”
-
PADRÕES
MÍNIMOS
Ligações
Soldadas
Eletrodo
EE70
Ligações
Parafusadas
Parafusos
A-325
Ligações
Parafusadas
da
placa
base
Parafusos
A-325
com
02
porcas
Pintura de Fundo Fundo anticorrosivo 01 demão – Zarcão ou Cromato de Zinco
Pintura de Acabamento Esmalte Sintético 02 demãos aplicado c/ pistola
7. 2
ESTRUTURA TIPO ESPACIAL EM ALUMINIO ANODIZADO, VAO DE 20M
A pré-montagem deve ser feita no solo com posterior içamento, através de torres ou guindastes,
faz com que os montadores trabalhem com segurança durante a construção, reduzindo os riscos do
trabalho em altura.
As estruturas espaciais de alumínio devem apresentar acabamento natural anodizado ou com
pintura eletrostática a pó.
8
IMPERMEABILIZAÇÃO E PROTEÇÃO DIVERSAS
8. 1
PROTECAO MECANICA DE SUPERFICIE COM ARGAMASSA DE CIMENTO E
AREIA, TRACO 1:3, E=2CM
Aplicar sobre a superfície impermeabilizada um capeamento constituído por argamassa de cimento
e areia, no traço volumétrico de 1:3, amassada com água e emulsão adesiva tipo DENVER FIX ou
similar, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, na proporção de 5%, sendo vedado o emprego de cal.
-
8. 2
IMPERMEABILIZAÇÃO
DE
SUPERFÍCIE
COM
MANTA
ASFÁLTICA
(COM
POLIMEROS TIPO APP), E=4MM
O serviço deve ser feito utilizando pessoal especializado.
A impermeabilização será feita da seguinte forma: tratamento primer-Neutrol 45 e manta asfaltica
de 4mm.
9
ESQUADRIAS/FERRAGENS/VIDROS
9. 1
VIDRO LISO COMUM TRANSPARENTE, ESPESSURA 4MM
A chapa de vidro será fixada com massa apropriada no rebaixo do caixilho que deverá estar isento
de umidade, gordura, oxidação, poeira e outras impurezas. A chapa de vidro deverá ser colocada de
tal modo que não sofra tensões suscetíveis de quebrá-la e deverá ter sua borda protegida do contato
com a alvenaria ou peça metálica. Deverá ser distribuído o colchão de massa por todo o rebaixo e
será pressionada a chapa de vidro, de maneira que, a lateral posterior fique com uma camada
uniforme de massa com espessura não inferior a 2 mm. Será colocada então a segunda demão da
massa. A massa deverá ser aplicada de maneira a não formar vazios e sua superfície aparente
deverá ser lisa e regular. Quando o rebaixo é aberto, é conveniente a fixação de moldura ao longo
da lateral anterior; quando a moldura é fixada por pregos, deverá se aplicar previamente a camada
da massa junto à chapa de vidro; em outros casos, fixase a moldura e, em seguida, aplica-se a
massa de maneira a preencher a folga da lateral anterior, que também deverá ter espessura mínima
de 2 mm .
O caixilho que vai receber o vidro deverá ser suficientemente rígido para não se deformar. A chapa
de vidro será fixada com massa apropriada no rebaixo do caixilho que deverá estar isento de
umidade, gordura, oxidação, poeira e outras impurezas. A chapa de vidro deverá ter folgas em
relação as dimensões do rebaixo: a folga de borda deverá ser, no mínimo, de 3 mm e as folgas
laterais, no mínimo, 2 mm. Para chapas de vidro com unia das dimensões superiora 100 cm, deverá
se usar calços nos rebaixos, de modo a garantir as folgas evitar o aparecimento de tensões
inaceitáveis para o vidro ou caixilho. O vidro deverá atender às condições estabelecidas na NBR 11
706 da ABNT e ter sua espessura determinada de acordo com a NBR 7199 da ABNT. As chapas de
vidro deverão ser fornecidas nas dimensões respectivas, evitando-se, sempre que possível cortes no
local da construção. As bordas de corte deverão ser esmerilhadas, de forma a se apresentarem lisas
e sem irregularidades. A montagem da chapa de vidro deverá ser acompanhada por um responsável
e, após fixada, deverá ser adequadamente assinalada, de modo a marcar sua presença evitando
danos e acidentes.
9. 2
VIDRO
TEMPERADO
INCOLOR,
ESPESSURA
8MM,
FORNECIMENTO
E
INSTALAÇÃO, INCLUSIVE MASSA PARA VEDAÇÃO
A chapa de vidro será fixada com massa apropriada no rebaixo do caixilho que deverá estar isento
de umidade, gordura, oxidação, poeira e outras impurezas. A chapa de vidro deverá ser colocada de
tal modo que não sofra tensões suscetíveis de quebrá-la e deverá ter sua borda protegida do contato
com a alvenaria ou peça metálica. Deverá ser distribuído o colchão de massa por todo o rebaixo e
será pressionada a chapa de vidro, de maneira que, a lateral posterior fique com uma camada
uniforme de massa com espessura não inferior a 2 mm. Será colocada então a segunda demão da
massa. A massa deverá ser aplicada de maneira a não formar vazios e sua superfície aparente
deverá ser lisa e regular. Quando o rebaixo é aberto, é conveniente a fixação de moldura ao longo
da lateral anterior; quando a moldura é fixada por pregos, deverá se aplicar previamente a camada
da massa junto à chapa de vidro; em outros casos, fixase a moldura e, em seguida, aplica-se a
massa de maneira a preencher a folga da lateral anterior, que também deverá ter espessura mínima
de 2 mm .
O caixilho que vai receber o vidro deverá ser suficientemente rígido para não se deformar. A chapa
de vidro será fixada com massa apropriada no rebaixo do caixilho que deverá estar isento de
umidade, gordura, oxidação, poeira e outras impurezas. A chapa de vidro deverá ter folgas em
relação as dimensões do rebaixo: a folga de borda deverá ser, no mínimo, de 3 mm e as folgas
laterais, no mínimo, 2 mm. Para chapas de vidro com unia das dimensões superiora 100 cm, deverá
se usar calços nos rebaixos, de modo a garantir as folgas evitar o aparecimento de tensões
inaceitáveis para o vidro ou caixilho. O vidro deverá atender às condições estabelecidas na NBR 11
706 da ABNT e ter sua espessura determinada de acordo com a NBR 7199 da ABNT. As chapas de
vidro deverão ser fornecidas nas dimensões respectivas, evitando-se, sempre que possível cortes no
local da construção. As bordas de corte deverão ser esmerilhadas, de forma a se apresentarem lisas
e sem irregularidades. A montagem da chapa de vidro deverá ser acompanhada por um responsável
e, após fixada, deverá ser adequadamente assinalada, de modo a marcar sua presença evitando
danos e acidentes.
9. 3
RECOLOCAÇÃO
DE
FOLHAS
DE
PORTA
DE
PASSAGEM
OU
JANELA,
CONSIDERANDO REAPROVEITAMENTO DO MATERIAL
Todos os materiais deverão ser retirados com o maior esmero para que seja reaproveitado o maior
número
de
peças
possível
e
armazenados
em
local
adequado.
A recolocação das peças deve segur a mesma regra para a colocação de novsa folhas.
9. 4
PORTA CORTA-FOGO 0,90X2,10X0,04 M
A instalação de porta corta-fogo deverá obedecer às recomendações da norma ES 9201 da ABNT,
EB-132/86,
EB-920/80
e
MB-
564/77.
3.1.
O batente metálico será colocado no vão, alinhado, nivelado e escorado. O batente será chumbado
através de grapas, a cada 70 cm, utilizando-se argamassa de- cimento e areia no traço 1:3. Após o
endurecimento, serão executados os serviços de acabamento em volta do batente. A folha será
montada com dobradiças especiais com molas de fechamento, fixadas no batente. Serão colocadas
a fechadura e demais ferragens de acabamento.
9. 5
PORTA MADEIRA MACICA REGIONAL 1A MEXICANA E = 3 CM
As portas de madeira nas áreas interna e externa serão lixadas, e receberão acabamento pintura em
tinta
esmalte
na
cor
branco
neve,
no
padrão
acetinado.
As esquadrias de madeira deverão obedecer rigorosamente, quanto a localização e execução, às
indicações do projeto arquitetônico. As portas internas serão semi-ocas e a porta de entrada será em
madeira
maciça.
Os parafusos, quando empregados na fixação de batentes, deverão ter as cabeças embutidas,
dando-se o devido acabamento à abertura do furo com uma mistura de cola e fragmentos da mesma
madeira de forma a permitir, após lixamento, uma perfeita continuidade da superfície da peça.
Os batentes deverão ser afixados através de, pelo menos, oito tacos de madeira na forma pira-midal
e chumbados na alvenaria.
As madeiras serão perfeitamente secas, isentas de quaisquer marcas de brocas, nós, presença de
alburno ou outros defeitos que alterem a sua durabilidade, resistência ou aparência.
9. 6
DOBRADIÇA EM FERRO GALVANIZADO 4X3", COM ANÉIS
Os rebaixos e encaixes para dobradiças, fechaduras de embutir, chapas, etc, terão a forma das
ferragens, não sendo toleradas folgas que exijam emendas, ou quaisquer outros
ifícios.
Para o assentamento, serão empregados parafusos de material idêntico ao das dobradiças,
acabamento e dimensões correspondentes ao das peças que fixarem. Quanto à escolha do tipo,
dimensões e cuidados de aplicação de parafusos, observar-se-á o disposto nas normas ABNT,
pertinentes. A fixação dos parafusos deverá ocorrer com emprego de parafina ou cera de abelha,
não se admitindo em pipótese alguma o emprego de sabão. A lubrificação das ferragens só poderá
ocorrer com emprego de garafit em pó.
9. 7
FECHADURA DE EMBUTIR COMPLETA, PARA PORTAS INTERNAS, PADRÃO DE
ACABAMENTO SUPERIOR
Os rebaixos e encaixes para dobradiças, fechaduras de embutir, chapas, etc, terão a forma das
ferragens, não sendo toleradas folgas que exijam emendas, ou quaisquer outros artifícios. Para o
assentamento, serão empregados parafusos de material idêntico ao das dobradiças, acabamento e
dimensões correspondentes ao das peças que fixarem. Quanto à escolha do tipo, dimensões e
cuidados de aplicação de parafusos, observar-se-á o disposto nas normas ABNT, pertinentes. A
fixação dos parafusos deverá ocorrer com emprego de parafina ou cera de abelha, não se admitindo
em hipótese alguma o emprego de sabão. A lubrificação das ferragens só poderá ocorrer com
emprego de garafit em pó. O padrão de acabamento é um padrão superior de acabamento.
-
9. 8
CORRIMÃO EM TUBO AÇO GALVANIZADO 2 1/2" COM BRAÇADEIRA
O corrimão das escadas e guarda-corpos será feito com tubos de ferro 2 1/2”, com detalhes que
atendam às prescrições do Corpo de Bombeiros. O modelo deverá ser aprovado pela
FISCALIZAÇÃO antes de sua colocação.
O corrimão deverá receber, previamente, fundo anticorrosivo e, posteriormente, pintura em
esmalte sintético na cor cinza plantina, padrão SUVINIL ou similar.
9. 9
ESPELHO CRISTAL ESPESSURA 4MM, COM MOLDURA EM ALUMÍNIO E
COMPENSADO 6MM PLASTIFICADO COLADO
O espelho é do tipo colado, acabamento cromado e boxe de acrílico, com perfis de alumínio.
10
REVESTIMENTOS E TRATAMENTOS ESPECIAIS
10. 1 EMBOCO PAULISTA (MASSA UNICA) TRACO 1:1:4 (CIMENTO, CAL E AREIA),
ESPESSURA 2,0CM, PREPARO MECANICO
Os emboços só serão iniciados após completa pega de argamassa das alvenarias e chapiscos. O
emboço de cada pano de parede só será iniciado depois de embutidas todas as canalizações que por
ele devam passar. Antes da aplicação do emboço, a superfície será abundantemente molhada.
Os emboços serão fortemente comprimidos contra as superfícies e apresentarão paramento áspero
ou
entrecortado
de
sulcos
para
facilitar
a
aderência.
A espessura do emboço não deve ultrapassar 15 mm, de modo que, com a aplicação de 5 mm de
reboco, o revestimento da argamassa não ultrapasse 20 mm.
O emboço de superfícies internas será executado com argamassas usuais com emprego de areia
média. Preferencialmente, todavia, os emboços serão executados com argamassa pré-fabricada.
Admite-se
-
Rejuntabrás
o
emprego
Indústria
e
de
Comércio
produtos
Ltda.,
sob
fabricados
a
marca
por:
"Chapiscom"
- Usina Fortaleza Indústria e Comércio de Massa Fina Ltda., sob a marca "Chapisco Fort".
10. 2 CHAPISCO EM PAREDES TRACO 1:4 (CIMENTO E AREIA), ESPESSURA 0,5CM,
PREPARO MANUAL
O
chapisco
comum
será
executado
com
argamassa
pré-fabricada.
As superfícies destinadas a receber o chapisco comum serão limpas a vassoura e abundantemente
molhadas antes de receber a aplicação desse tipo de revestimento. A operação deve ser executada
com o emprego de esguicho de mangueira.
Admite-se
-
o
Rejuntabrás
emprego
Indústria
e
de
Comércio
produtos
Ltda.,
sob
fabricados
a
marca
por:
"Chapiscom"
- Usina Fortaleza Indústria e Comércio de Massa Fina Ltda., sob a marca "Chapisco Fort".
11
PISOS/SOLEIRAS/RODAPÉS
11. 1 PISO CIMENTADO RUSTICO TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA), ESPESSURA 2,0CM,
INCLUSO FRISO ANTI-DERRAPANTE, PREPARO MANUAL
A
base
deverá
estar
nivelada,
desempenada,
curada
e
endurecida.
Sobre a base de regularização, serão colocadas as juntas de dilatação, que poderão ser de plástico,
vidro ou outro material compatível formando quadrados. Será empregada a argamassa constituída
de cimento e areia média ou grossa sem peneirar, no traço 1:4, com ou sem impermeabilizante. A
superfície terá o acabamento desempenado, podendo ser queimado com cimento portland.
11. 2 SOLEIRA DE GRANITO, LARGURA 15CM, ESPESSURA 3CM, ASSENTADA COM
ARGAMASSA COLANTE
Serão aplicadas nos locais indicados no projeto de arquitetura, onde houver mudança de tipo de
pavimentação
ou
de
nível,
acompanhando,
sempre,
o
nível
mais
alto.
As soleiras externas serão projetadas para fora com 1,5 cm em balanço.
Serão em granito branco itaúnas, com 15cm de largura, espessura de 2cm, com comprimento
suficiente para ultrapassar o vão da porta em 5cm para cada lado.
12
PINTURAS
12. 1 PINTURA ESMALTE 2 DEMAOS C/ 1 DEMÃO ZARCÃO P/ ESQUADRIA FERRO
Deve ser aplicada sobre a superfície preparada e retocada, limpa, seca e livre de graxa. Deve-se
espalhar uniformemente a tinta sobre a superfície com uma trincha de cerdas longas, passando-a no
sentido da parte não pintada para a parte pintada, sempre na mesma direção, exercendo pouca
pressão. A segunda demão deve ser aplicada somente após a secagem da primeira, com intervalo
de tempo de no mínimo de 10 horas, salvo recomendações do fabricante. Deve-se evitar a
formação de sulcos na película da pintura e, em dias chuvosos, não é recomendável a aplicação da
tinta em peças expostas.
Deve ter perfeita aderência com a base da pintura . Cada camada aplicada deve produzir uma
película seca com espessura mínima de 25 micra. A cor deve ser determinada no projeto. Película
de acabamento, colorido, relativamente flexível, de secagem, ao ar, fabricados à base de resinas
alquídicas. Obtidas pela reação de poliéster e óleos secativos.
12. 2 PINTURA ESMALTE ACETINADO EM MADEIRA, DUAS DEMAOS
Deve-se preparar a superfície da madeira antes do emassamento, quando for o caso, através do
aparelhamento com lixa de madeira. O emassamento das esquadrias é indicado para corrigir
imperfeições em superfícies de madeira, tornando-se lisas. Para a execução do serviço de
emassameno, se for o caso, a superfície da madeira já deve estar preparada e se a madeira for nova
é recomendável aplicar uma demão de fundo sintético nivelador. A massa deve então ser aplicada
em camadas finas e sucessivas até o nivelamento total da superfície, observando o intervalo de 8
horas, entre demãos no lixamento. Para aplicar o esmalte acetinado sobre a madeira, deve-se
primeiramente
verificar
as
condições
das
peças,
ou
seja,
as
peças
devem estar secas, isentas de óleos, graxas, sujeiras, resinas, resíduos de serragem e outras
contaminantes. Deve-se então aplicar a primeira demão de acordo com as orientações técnicas e
recomendações do fabricante. Depois de 12 a 24 horas de secagem, aplica-se a segunda demão de
trinta, sendo que o acabamento final deve se apresentar uniforme, sem falhas, manchas ou
imperfeições.
Esmalte sintético é a laca em que o veículo permanente é o constituído por resina de nitrocelulose
associada
com
resina
sintética.
Marca recomendada: Glasurit do Brasil Ltda, sob a marca "Suvinil Esmalte Sintético 2450".
12. 3 PINTURA LATEX ACRILICA AMBIENTES INTERNOS/EXTERNOS, TRES DEMAOS
As paredes internas/externas e forros de laje serão emassados com massa corrida acrílica,
recebendo
pintura
com
tinta
acrílica
fosca;
As superfícies deverão receber tantas demãos de tinta quanto for necessário para uma apresentação
uniforme
da
pintura,
mas
nunca
inferior
a
três
demãos.
A pintura será precedida de preparação prévia da superfície, incluindo lixamento, correção de
defeitos do revestimento, limpeza do pó e aplicação de líquido selador.
Tinta látex 100% acrílica, acetinada, cor definida no projeto de arquitetura, marca SUVINIL ou
similar.
Massa
acrílica
marca
SUVINIL
ou
similar.
Líquido selador pigmentado SUVINIL.
12. 4 EMASSAMENTO
COM
MASSA
INTERNOS/EXTERNOS, UMA DEMAO
ACRILICA
PARA
AMBIENTES
É indicada para nivelar e corrigir imperfeições em qualquer superfície de alvenaria aplicada sobre
uma superfície firme, limpa, seca, sem poeira, gordura, sabão ou mofo. Para superfícies
excessivamente absorventes deve-se aplicar um líquido selador anterior ao emassamento. Deve ser
aplicada com a desempenadeira de aço ou espátula sobre a superfície em camadas finas e
sucessivas. Aplicada a 1ª demão, após um intervalo mínimo de três horas, a superfície deve ser
lixada, com lixa de grão 100 a 150, a fim de eliminar os relevos; deve-se aplicar a 2ª demão
corrigindo o nivelamento e, após o período de secagem, proceder o lixamento final.
Pasta preparada a partir de resinas sintéticas solúvel em água que atua como corretor de
irregularidades em superfícies de argamassa e concreto.
13
URBANIZAÇÃO
13. 1 PORTÃO DE FERRO GALVANIZADO 4,0X1,2M PAINEL ÚNICO, INCLUSIVE
CADEADO
O assentamento será iniciado posicionando-se o batente na altura, de acordo com o nível do piso
fornecido. O batente será alinhado em função dos revestimentos da parede. O portão será
chumbado com argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
O material do portão deve ser submetido à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
8.16 Apêndice 16: Cronograma físico-financeiro da obra de ampliação do
CCOPAB – Cobertura do Pavilhão de Ensino
A tabela TAB. 5 apresenta a planilha de recursos da obra de ampliação do
CCOPAB – Cobertura do Pavilhão de Ensino gerada a partir do MS Project. A tabela
TAB. 6 apresenta a planilha de tarefas da mesma obra.
TAB. 5- Planilha de recursos da obra do CCOPAB
Unidade
Taxa
do
Iniciais
padrão
Material
Nome do recurso
Tipo
AJUDANTE
Trabalho
A
MONTADOR
Trabalho
M
PERFIL ACO ESTRUTURAL "U" - 6" X 2"
Material
(QUALQUER ESPESSURA)
ALUMINIO ANODIZADO
Material
VIDRACEIRO
KG
P
R$ 3,13
KG
A
KG
M
R$ 17,85
R$
12,82/hr
R$ 2,96
M2
V
R$ 59,17
M2
V
R$ 175,01
Trabalho
MASSA PARA VIDRO
Material
VIDRO LISO INCOLOR 4MM - SEM
Material
COLOCACAO
VIDRO TEMPERADO INCOLOR E=8MM,
Material
SEM COLOCAÇÃO
R$
9,44/hr
R$
19,88/hr
V
CARPINTEIRO DE ESQUADRIA
Trabalho
C
ARMADOR
Trabalho
A
PEDREIRO
Trabalho
P
SERVENTE
Trabalho
S
AREIA MEDIA
PORTA CORTA FOGO 0,90X2,10X0,04M
PEDRA BRITADA N. 1 OU 19 MM POSTO
PEDREIRA (SEM FRETE)
CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
Material
Material
M3
UN
A
P
R$
13,87/hr
R$
12,82/hr
R$
12,82/hr
R$
9,44/hr
R$ 65,00
R$ 412,15
Material
M3
P
R$ 80,76
Material
KG
C
CARPINTEIRO DE FORMAS
Trabalho
R$ 0,46
R$
12,82/hr
ARAME GALVANIZADO 10 BWG Material
3,40MM - 71,30 G/M
TABUA MADEIRA 3A QUALIDADE 2,5 X Material
C
KG
A
R$ 8,28
METRO T
R$ 14,62
30,0CM (1 X 12") NAO APARELHADA
R$
13,87/hr
R$
10,34/hr
ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA Trabalho
E
AJUDANTE DE ELETRICISTA
Trabalho
A
Material
METRO E
R$ 21,78
Material
METRO C
R$ 11,89
Material
UN
S
R$ 2,50
Material
UN
B
R$ 0,33
Material
UN
C
R$ 1,10
Material
METRO E
R$ 1,46
Material
UN
ELETRODUTO DE PVC ROSCÁVEL DE 3"
(76 MM), SEM LUVA
CABO DE COBRE NU 35MM2 MEIODURO
SUPORTE ISOLADOR SIMPLES ROSCA
SOBERBA C/ ISOLADOR
BUCHA NYLON S-8 C/ PARAFUSO ACO
ZINC CAB CHATA ROSCA SOBERBA
CAIXA DE PASSAGEM 4" X 2" EM
FERRO GALV"
ELETRODUTO PVC FLEXIVEL
CORRUGADO 20MM TIPO TIGREFLEX
OU EQUIV
TOMADA TELEFONE 4P TELEBRAS
S/PLACA PIAL OU SIMILAR
ENCANADOR OU BOMBEIRO
HIDRAULICO
T
Trabalho
E
AJUDANTE INSTALADOR HIDRAULICO Trabalho
A
TORNEIRA METAL AMARELO 1/2" OU
Material
3/4" CURTA REF 1120 P/ TANQUE
VALVULA EM PLASTICO BRANCO 1.1/4"
Material
X 1.1/2" C/SAIDA LISA 40MM P/ TANQUE
SIFAO PLASTICO P/ LAVATORIO/PIA
Material
TIPO COPO 1 1/4"
TANQUE SIMPLES PRE-MOLDADO DE
Material
CONCRETO
CAIXA SIFONADA PVC 100 X 100 X
Material
50MM C/ GRELHA REDONDA BRANCA
RALO SIFONADO PVC QUADRADO
100X100X53MM SAIDA 40MM C/GRELHA Material
BRANCA
FITA VEDA ROSCA EM ROLOS
Material
18MMX25M
REGISTRO GAVETA 1/2" BRUTO LATAO
Material
REF 1502-B
R$ 11,61
R$
13,87/hr
R$
10,41/hr
UN
T
R$ 11,18
UN
V
R$ 2,26
UN
S
R$ 7,80
UN
T
R$ 100,00
UN
C
R$ 10,92
UN
R
R$ 7,09
UN
F
R$ 5,07
UN
R
R$ 23,09
MARMORISTA/GRANITEIRO
Trabalho
ACO CA-25 1/4" (6,35 MM)
ARAME RECOZIDO 18 BWG - 1,25MM 9,60 G/M
AREIA GROSSA
Material
KG
A
R$
12,82/hr
R$ 4,11
Material
KG
A
R$ 8,46
Material
M3
A
R$ 75,00
M
CIMENTO BRANCO
GRANA DE MARMORE
Material
Material
PINTOR
Trabalho
LIXA P/ FERRO
Material
SOLVENTE DILUENTE A BASE DE
Material
AGUARRAS
TINTA ESMALTE SINTETICO ALTO
Material
BRILHO
FUNDO ANTICORROSIVO TIPO ZARCAO
Material
OU EQUIV
TINTA ESMALTE SINTETICO
Material
ACETINADO
SOLDADOR
KG
KG
UN
L
R$ 1,52
R$ 0,45
R$
12,82/hr
R$ 2,23
L
S
R$ 7,47
GL
T
R$ 19,23
GL
F
R$ 64,59
L
T
R$ 20,39
P
KG
A
R$
17,73/hr
R$ 3,38
UN
C
R$ 22,78
METRO B
R$ 4,20
METRO T
R$ 28,76
METRO T
R$ 17,19
Trabalho
ACO CA-50 3/4" (19,05 MM)
Material
CADEADO ACO GRAFITADO OXIDADO
Material
ENVERNIZADO 45MM
BARRA FERRO RETANGULAR CHATA 1
Material
X 1/4" - (1,2265KG/M)
TUBO ACO GALV C/ COSTURA DIN
2440/NBR 5580 CLASSE MEDIA DN 1.1/4" Material
(32MM) E=3,25MM - 3,14KG/M
TUBO ACO GALV C/ COSTURA NBR 5580
CLASSE LEVE DN 25MM ( 1" ) E =
Material
2,65MM - 2,11KG/M
C
G
S
TAB. 6 - Lista de tarefas da obra do CCOPAB
Nome da tarefa
Duração
72112 - ESTRUTURA METALICA EM TESOURAS OU
TRELICAS, VAO LIVRE DE 20M, FORNECIMENTO E
MONTAGEM, NAO SENDO CONSIDERADOS OS
FECHAMENTOS METALICOS, AS COLUNAS, OS
460,8 hrs
SERVICOS GERAIS EM ALVENARIA E CONCRETO, AS
TELHAS DE COBERTURA E A PINTURA DE
ACABAMENTO
73867_1 - ESTRUTURA TIPO ESPACIAL EM ALUMINIO
181,82 hrs
ANODIZADO, VAO DE 20M
72117 - VIDRO LISO COMUM TRANSPARENTE,
1,85 hrs
ESPESSURA 4MM
72119 - VIDRO TEMPERADO INCOLOR, ESPESSURA 8MM,
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO, INCLUSIVE MASSA
30 hrs
PARA VEDAÇÃO
72144 - RECOLOCAÇÃO DE FOLHAS DE PORTA DE
PASSAGEM OU JANELA, CONSIDERANDO
6,67 hrs
REAPROVEITAMENTO DO MATERIAL
73632 - PORTA CORTA-FOGO 0,90X2,10X0,04 M
73653 - FORMAS TIPO SANDUICHE COM TABUAS, 30
APROVEITAMENTOS
73635 - PROTECAO MECANICA DE SUPERFICIE COM
ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA, TRACO 1:3, E=2CM
55867 - ELETRODUTO DE PVC RIGIDO ROSCAVEL DN
75MM (3"), INCL CONEXOES, FORNECIMENTO E
INSTALACAO
68070 - PARA-RAIOS TIPO FRANKLIN - CABO E SUPORTE
ISOLADOR
72929 - CORDOALHA DE COBRE NU, INCLUSIVE
ISOLADORES - 35,00 MM2 - FORNECIMENTO E
INSTALACAO
73915_2D - PONTO DE CAMPAINHA / TELEFONE / TV
72337 - TOMADA PARA TELEFONE DE 4 POLOS PADRAO
TELEBRAS - FORNECIMENTO E INSTALACAO
6049 - TANQUE SIMPLES PRE-MOLDADO DE CONCRETO
COM VALVULA EM PLASTICO BRANCO 1.1/4"X1.1/2",
SIFAO PLASTICO TIPO COPO 1.1/4" E TORNEIRA DE
METAL AMARELO CURTA 1/2" OU 3/4" PARA TANQUE FORNECIMENTO E INSTALACAO
72292 - CAIXA SINFONADA EM PVC 100X100X50MM
SIMPLES - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
72685 - RALO SINFONADO DE PVC 100X100MM SIMPLES
- FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
72711 - REGISTRO GAVETA 1/2" BRUTO LATAO FORNECIMENTO E INSTALACAO
73774_1 - DIVISÓRIA EM MARMORITE, ESPESSURA 35
MM, CHUMBAMENTO NO PISO E PAREDE COM
ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA, POLIMENTO
MANUAL, EXCLUSIVE FERRAGENS
6067 - PINTURA ESMALTE 2 DEMAOS C/ 1 DEMÃO
ZARCÃO P/ ESQUADRIA FERRO
73739_1 - PINTURA ESMALTE ACETINADO EM
MADEIRA, DUAS DEMAOS
5983 - EMBOCO PAULISTA (MASSA UNICA) TRACO 1:1:4
(CIMENTO, CAL E AREIA), ESPESSURA 2,0CM, PREPARO
MECANICO
73814_2 - PORTÃO DE FERRO GALVANIZADO 4,0X1,2M
PAINEL ÚNICO, INCLUSIVE CADEADO
1,5 hrs
257,84 hrs
87,31 hrs
47,9 hrs
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