2013
SINALIZADORES DE OBSTÁCULOS AERONÁUTICOS
SunLab Power®
MANUAL DE PRODUTO – Sinalizadores de Obstáculos Aéreos
MANUAL DE PRODUTO
1
Sinalizador de Obstáculos ESR/SR
a LED
Av. Francisca de Paula Pereira, 450.
Bragança Paulista. SP. Brasil
+55 (11) 4035-2500
www.sunlab.com.br
Os Sinalizadores de Obstáculos da Sunlab Power ® foram
desenvolvidos para assegurar as operações noturnas de aeronaves.
Os sinalizadores ESR e SR são luzes indicadoras das
obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem,
assim como qualquer outro, por sua altura ou formação construtiva
possa oferecer perigo à navegação aérea.
As instalações, cujos detalhes são apresentados a seguir,
devem ser previstas nas construções que possam prejudicar as
aeronaves em operação noturna ou em condições de má
visibilidade.
Leia este manual para conhecer melhor o equipamento antes de
instalar.
Tecnologia Brasileira.
Revisão: 0/2013
Made in Brazil.
SunLab Power – Divisão da Lábramo Centronics Ind. e Com. Ltda. | http://www.sunlab.com.br
MANUAL DE PRODUTO – Sinalizadores de Obstáculos Aéreos
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
A sinalização de obstáculos à navegação aérea através de balizas
luminosas tem a finalidade de reduzir os perigos para as aeronaves,
indicando sua presença, forma e altura através de luzes com padrões de
cores, de fluxo fixo ou com lampejos (efeito estrobo) e intensidades
classificadas como baixa média e alta intensidade.
As instalações devem estar previstas nas construções
que possam prejudicar o tráfego de aeronaves, tanto
na operação noturna como em condições de má
visibilidade.
A mudança na indicação em aplicações, exceções,
exigências ou dispensa do uso é de critério do COMAR
- Comando Aéreo Regional em sua jurisdição.
As referencias aqui adotadas são da Portaria 256/GC5
DE 13/05/.
Este produto está conforme as diretivas das seguintes
Normas:
Comunidade Europeia:
BOA- Baliza para
Obstáculos Aéreos
Definições
*Área Horizontal Interna: estende-se
para fora dos limites das Áreas de
Aproximação e Transição dos gabaritos
do aeródromo, com desnível de 45m
(quarenta e cinco metros) em relação à
elevação e seus limites externos são
semicírculos, com centros nas
cabeceiras das pistas.
** Área Cônica: estende-se em rampa
de 1/20 (um vinte avos) para fora dos
limites externos do gabarito da Área
Horizontal Interna.
***Área Horizontal Externa: estende-se
para fora dos limites externos do
gabarito da Área Cônica.
As luzes de obstáculo de BAIXA
INTENSIDADE, em nenhum caso,
poderão ter intensidade menor que:
1 - dez candelas de luz vermelha,
89/336/EEC – EMC
sem lampejos, para objetos fixos; e
73/23/EEC – Baixa voltagem
2 - dez candelas de luz vermelha ou,
EM 61547:1995 – Equipamentos de iluminação para uso
preferencialmente, amarela, com
genérico c/ imunidade de EMC.
frequência de lampejos entre 60
PORTARIA Nº 256/GC5 DE 13/05/2011 do Ministério da
(sessenta) e 90 (noventa) por minuto.
Aeronáutica
Quando o uso de luz de baixa
intensidade não estiver adequado ou,
NORMAN-27 da Marinha do Brasil.
havendo a necessidade de uma
advertência especial, deve-se utilizar
APLICAÇÃO DO PRODUTO
luzes de obstáculo de média ou alta
intensidade.
As luzes de obstáculos de MÉDIA
O balizamento é requerido nas implantações que se elevam acima da
INTEN-SIDADE, em nenhum caso,
superfície do terreno em 8 (oito) metros na área horizontal interna*, 19
poderão ter intensidade menor que
(dezenove) metros na área cônica** e 30 (trinta) metros na área horizontal
1.600 (mil e seiscentas) candelas de luz
externa***, qualquer que seja o desnível em relação à elevação do
vermelha, com frequência de lampejos
aeródromo, assim como nas instalações ou construções de torres, redes de
entre 20 (vinte) e 60 (sessenta) por
alta tensão, cabos aéreos, mastros, postes e outros objetos cuja
minuto.
Quando usadas em combinação com
configuração seja pouco visível à distância.
luzes de alta intensidade, a sua cor
O sinalizador (baliza) é colocado nos obstáculos ou em suas adjacências,
deverá ser branca.
situando-o em posição bem visível. Pode ser usado em conjunto, para
As luzes de obstáculos de ALTA
definir a forma geral do objeto, que deve ser identificado em bom tempo,
INTEN-SIDADE devem ser brancas e
de todas as direções possíveis, pelas quais uma aeronave possa se
terem uma intensidade efetiva de
aproximar a uma distância mínima de 1.000 (mil) metros, se avistada do ar
200.000 (duzentas mil) candelas no
período diurno. Pode-se reduzir a
e a 300 (trezentos) metros, se avistada do solo.
20.000 (vinte mil) candelas durante os
Quando se tratar de rede elétrica suspensa, cabos aéreos ou estruturas
crepúsculos e, ainda, a 4.000 (quatro
similares, as balizas deverão ser esféricas e com diâmetro superior a 60 cm
mil) candelas no período noturno. A
(sessenta) centímetros.
tolerância permitida é de ± 25% (vinte
A presença de obstáculos que necessitem ser iluminados devem ser
e cinco por cento) nas reduções.
indicados por sinalizadores de obstáculos de baixa, média e alta intensidade
Todas as luzes instaladas na estrutura
deverão lampejar, a uma razão de 40
ou por combinação de tais luzes.
(quarenta) a 60 (sessenta) lampejos
por minuto. Devem ser utilizadas luzes
de obstáculo de ALTA INTENSIDADE
CARACTERÍSTICAS DOS SINALIZADORES Sunlab Power®
para indicar a presença de:
1) Obstáculo cuja altura seja igual ou
Os sinalizadores ESR/SR produzidos pela são leves, compactos e de
superior a 100 (cem metros),
baixíssimo consumo. Seu circuito é totalmente eletrônico e microcontrolado.
localizado ou não em Zona de
Alimentado diretamente em tensões de 12 ou 24 Vcc ou indiretamente
Proteção;
em AC em tensões desde 100 até 250 Volts, incorporado com conversores
T
(consulte em www.sunlab.com.br). Estas fontes de alimentação protegem o
o
r
r
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e
s
q
u
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sinalizador de surtos, curtos, harmônicas e outros fenômenos que podem
2) Torres que suportem linhas elétricas
danificar o equipamento.
elevadas, cabos aéreos, assim como
Construção: Base em alumínio injetado com lente em PPA, resistente a
outros obstáculos que possam
intempéries e raios UV. São aplicados materiais com altíssima durabilidade e
proporcionar riscos semelhantes à
que permitem um produto compacto e leve, sem reduzir sua funcionalidade.
navegação aérea, a critério do
 Potentes emissores de luz LED, proporcionam durabilidade acima de
COMAR.
3) Uma ou mais luzes de obstáculo
100.000 horas de uso, baixo consumo e sem trocas.
deverão ser colocadas na parte
 Circuito eletrônico com proteções contra surtos e “fail-safe”
superior do objeto, exceto em
proporcionam confiabilidade ao uso.
chaminés ou outra estrutura de
 A flexibilidade na alimentação proporciona além da maior segurança, a
natureza semelhante, em que as luzes
possibilidade de instalação em locais remotos sem rede elétrica utilizando
de topo deverão ser alocadas entre
de fontes de energia alternativa – solar ou eólica. Trabalha em 12 ou 24
1,5m (um metro e meio) a 3m (três
metros) abaixo da altura máxima.
Vdc e em AC e, tensões desde 100 até 250 Volts, 50/60 Hz.
 Os lampejos não reduzem a vida útil dos LEDs.
 O tempo de lampejo é pré-fixado de fabrica.
Manutenção e trocas: Vida útil com perda mínima de fluxo luminoso (inferior a 15%). Não há troca e
descarte de componentes como ocorre com lâmpadas e reatores. Em caso de manutenção deve ser feito pela
assistência técnica autorizada ou pessoal previamente habilitado.
Temperatura de trabalho: Máxima de 80º Celsius, permite a utilização em locais com risco de choques
térmicos e ambientes agressivos.
Resistência: A iluminação em estado sólido é resistente a mudanças bruscas de temperatura, não é suscetível
a quebra ou a vibrações normais. Permite o liga e desliga constante, sem deteriorar seus componentes.
Economia na instalação: Reduz a corrente e bitola dos fios. Não utiliza reator ou ignitor.
Segurança (1): Na falha de um módulo, os outros permanecem funcionando, reduzindo a possibilidade de
apagamento geral e acidentes.
ESPECIFICAÇÕES
Vida útil (MTBF)
100.000 horas
Emissor de luz
Power LEDs
Corpo
Em alumínio fundido com
pintura eletrostática.
Lente
Macrolon – PPA
Fixação
Temperatura
ambiente
Dimensões (mm.)
-30º a +85º C
210 alt. x 104 diâm.
Peso
0,50 - 0,65 Kg
Temperatura de
trabalho
-20 a + 70° C
Interferência EMI/RFI
Classe de proteção
Garantia contra
defeitos
FIGURA 1 – Distribuição ótica do ESR / SR
Rosca fêmea 3/4" NPT
Não emissor de EMI/RFI
IP65 - Norma IEC529
1 (Hum) ano
Tabela 1 – Especificações
 Baixo consumo, baixa temperatura de trabalho, MTBF e manutenção, alta
resistência são algumas das vantagens que fazem a linha de sinalizadores fabricados pela
SunLab Power® exceder às mais rigorosas exigências da aeronáutica quanto a esta
aplicação.

Sensor de luminosidade, O fotossensor incorporado permite que o sistema se
ajuste à luminosidade externa automaticamente, ligando ou desligando, conforme a
aplicação.
FIGURA 3 – Fotossensor.
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FIGURA 2 – Conceito de Operação de Balizamento do ESR / SR
Em conformidade à portaria 256/GC5 classifica-se os sinalizadores como abaixo:

Baixa intensidade: de 10 Cd até 1599Cd (Cd=candelas).

Média intensidade: de 1600 Cd. até 99.000 Cd
 Alta intensidade: acima de 100.000 Cd
Cor da lente
Incolor
Vermelha
Incolor
Amarela
Incolor
Cores da luz
Branca
Vermelha
Azul ou Cyan
Amarela
Verde
Temperatura ou Onda (K/nm)
5500K
625 nm
505 nm
590 nm
530 nm
Tabela 2 – Características das Cores da Luz e Lentes
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OPERAÇÃO DO SINALIZADOR
Assíncronos
O ESR/SR, uma vez instalado operará automaticamente, sem intervenção humana. Não possui regulagem ou
outro dispositivo a ser acessado, basta instalar e conectar o fio à alimentação adequada.
Não necessita de manutenção preditiva.
Síncronos
Ao instalar grupos de sinalizadores, há duas técnicas utilizadas para a sincronização dos lampejos. Uma para os
sinalizadores de baixa onde o circuito eletrônico efetua a auto-sincronização bastando energizá-los através da
mesma bateria, e para os de alta/média intensidades, são controlados pelo circuito de sincronização em um
quadro específico.
A instalação de grupo deve ser previamente projetada para a aplicação, devido às suas variantes, tais como as
distâncias de cabos entre os sinalizadores.
Qualquer que seja sua aplicação, é altamente recomendável o uso de baterias para evitar a parada de
funcionamento na falta de energia, assim como na obtenção de uma alimentação estabilizada, protegida contra
surtos e raios.
DEFINIÇÃO DE SISTEMA A SER INSTALADO
Detalhes de instalação conforme Portaria:
Deve-se utilizar luzes de obstáculo de BAIXA
intensidade, isoladas ou em combinação, se o
objeto NÃO for extenso ou sua altura NÃO
exceder a 45m (quarenta e cinco metros).
Quando a altura do obstáculo for superior a 45m
(quarenta e cinco metros), colocar-se-ão luzes
adicionais a níveis intermediários, espaçadas
uniformemente entre a luz superior e a base do
objeto.
Quando se utilizarem luzes de baixa e média
intensidade, combinadas, a separação entre elas
não poderá ser superior a 45m (quarenta e cinco
metros).
A disposição e a quantidade de luzes em cada
nível deverão ser tais que o obstáculo seja
avistado de qualquer direção.
Deve-se utilizar luzes de obstáculo de média
intensidade, isoladas ou em combinação com
luzes de obstáculo de baixa intensidade, se o
objeto for extenso ou sua altura exceder a 45m
(quarenta e cinco metros)-(art.33)... e inferior a
100m.
Nos casos de obstáculos extensos ou agrupados,
o espaçamento horizontal entre luzes de baixa
intensidade não deverá ultrapassar 45m
(quarenta e cinco metros).
Nos casos de chaminés ou obstáculos de
estrutura semelhante, a quantidade de luzes
recomendável, para se obter o avistamento
apropriado, dependerá do diâmetro médio
externo da estrutura.
- Estruturas de até 6m (seis metros) de diâmetro:
três elementos luminosos em cada nível;
- Estruturas compreendidas entre 6m (seis
metros) e 30m (trinta metros) de diâmetro:
quatro elementos luminosos em cada nível;
Quando se utilizarem luzes de alta intensidade
em torres que suportam linhas elétricas elevadas
ou cabos aéreos, elas deverão ser instaladas em
três níveis, a saber:
- no topo da torre;
- na altura do ponto mais baixo da catenária dos
fios ou cabos;
- aproximadamente no ponto médio entre os dois
níveis anteriores.
Quando, por impossibilidade técnica, for inviável
Para luzes de média intensidade, o espaçamento
horizontal entre elas não deverá exceder a 900m
(novecentos) metros.
Nesses casos, as luzes de topo deverão ser
colocadas nos pontos ou bordas mais altos do
obstáculo e mais próximas à área de pouso, de
modo que definam a forma e extensão do objeto.
Em torres que suportem linhas elétricas elevadas,
cabos aéreos, assim como outros obstáculos que
possam proporcionar riscos semelhantes à
navegação aérea, a critério do COMAR.
Os espaçamentos das luzes de obstáculo de alta
intensidade, exceto em torres de sustentação de
linhas elétricas elevadas ou cabos aéreos, não
deverão exceder a 105m (cento e cinco metros).
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- Estruturas compreendidas entre 30m (trinta
metros) e 60m (sessenta metros) de diâmetro:
seis elementos luminosos em cada nível; e
Estruturas que excedam a 60m (sessenta metros)
de diâmetro: oito elementos luminosos em cada
nível.
Deve- se utilizar luzes de obstáculo de alta
intensidade para indicar a presença de obstáculo
cuja altura seja igual ou superior a 100m (cem
metros), localizado ou não em Zona de Proteção.
As luzes de obstáculos de alta intensidade
deverão ser:
Brancas e terão uma intensidade efetiva de
200.000 (duzentas mil) candelas no período
diurno, podendo esta reduzir-se a 20.000 (vinte
mil) candelas durante os crepúsculos e, ainda, a
4.000 (quatro mil) candelas no período noturno,
sendo permitida uma tolerância de mais ou
menos 25% (vinte e cinco por cento) nestas
reduções.
a instalação de uma luz de obstáculo de alta
intensidade no topo de uma torre, esta deverá
ser colocada no ponto mais alto possível, e será
instalada uma luz branca de média intensidade
no topo.
Figura 4 – Ilustrativo de Instalações
Todas as luzes instaladas na estrutura deverão
lampejar, simultaneamente, a uma razão de
40(quarenta) a 60 (sessenta) lampejos por
minuto. A intensidade efetiva diurna de 200.000
(duzentas mil) candelas, a que se refere este
parágrafo, poderá ser reduzida para 100.000
(cem mil) candelas quando a luz de obstáculo de
alta intensidade for localizada em torres que
suportem cabos ou fios aéreos.
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MANUAL DE PRODUTO – Sinalizadores de Obstáculos Aéreos
A Sunlab Power® fornece os sinalizadores, e os sistemas de alimentação:
Sinalizadores / Balizadores de Obstáculos Aeronáutico:
Os balizadores modelos ESR e SR são indicados para
sinalização luminosa de obstáculos a navegação aérea
e atendem à portaria do Ministério da Aeronáutica,
normas da ABNT, ICAO e FAA.
São instalados no topo das torres, chaminés, antenas,
pontes, caixas d'água, edifícios, turbinas eólicas e
outros obstáculos que possam causar perigo às
aeronaves, permitindo que seja visualizado a grandes
distâncias.
Tabela 3 – Especificações
Modelo do Sinalizador
Código do produto
Características Técnicas
SR2 ES4 R SR4 ES12 R SR 12
ES2 R
modelo=03
modelo=05
Dados Fotométricos
Classe de Intensidade (portaria 256/GC5)**
Baixa/Media↑
Classificação ICAO
A
Período de funcionamento
Intensidade
Luminosa mínima
em Cd (Candelas)
modelo=10
Media
Media↑
A
B/C
Noturno
SR 24
ES24 R
modelo=20
SR 60
ES60 R
modelo=30
Media↑↑
Alta
B/C
A
Diurno Noturno Diurno Noturno
Branco = 30
2.900
5.400
15.100
30.200
15.100 215.000 85.500
Vermelho = 32
398
1.600
5.800
11.600
5.800
-
-
Azul = 36
1.700
4.400
9.800
19.600
9.800
-
-
Amarelo = 34
510
1.650
4.800
9.600
4.800
-
-
Verde = 35
653
3.500
10.500
21.000
10.500
-
-
FPM - Frequência de disparos p/minuto
FIXA ou PISCANTE
60-90 FPM
Cobertura Horizontal
360º
* Testes a 25ºC. Tolerância: ± 15%
FIXA ou PISCANTE
PISCANTE
20-60 FPM
40-60 FPM
Angulo de Abertura Vertical
PISCANTE
40-60 FPM
7º - 10º
** PORTARIA Nº 256/GC5 DE 13/05/2011
Os sinalizadores podem ser simples ou duplos e também com balizas de modelos, cor e
lampejos diferentes.
Como Sistemas de Alimentação:
Na rede ELÉTRICA - AC
 Alimentação em AC 110/220 - (50/60 Hz) e Sistema com Back-up;
SOLAR e ou HÍBRIDO (solar com back-up elétrico):
 Sistema a energia SOLAR;
 Sistema HÍBRIDO , solar e a energia AC;
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Tabela 4 – Especificações dos Sistemas de Alimentação
DESCRIÇÃO
APLICAÇÃO
CÓDIFICAÇÃO
SISTEMA PARA ENERGIA
ELÉTRICA CONVENCIONAL
Alimentação em AC
110/220 - 50/60 Hz através
de Conversores AC/DC;
SISTEMA PARA ENERGIA
ELÉTRICA COM NO-BREAK
Alimentação em AC
110/220 - 50/60 Hz
Carregador e Baterias;
SISTEMA PARA ENERGIA
ELÉTRICA e SOLAR –
HÍBRIDO
Alimentação em AC
110/220 - 50/60 Hz e
SOLAR – Painel,
Controlador e Baterias;
SISTEMA PARA ENERGIA
SOLAR
Alimentação em DC SOLAR – Painel,
Controlador e Baterias;
Para maiores detalhes, consulte na internet pelo site da SunLab Power – www.sunlab.com.br ou solicite pelo SAC –
Serviço de Atendimento ao Cliente 0800-160053.
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INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO
NÃO EXECUTE A INSTALAÇÃO CASO EVIDENCIE ALGUM DEFEITO OU SE JULGUE INAPTO A FAZÊ-LO
INSTALAÇÃO FÍSICA
INSTALAÇÃO ELÉTRICA (ASSÍNCRONOS):
A instalação DE SINALIZADORES pode ser
independente ou em grupo, e quanto ao seu
funcionameto pode ser assíncrono ou síncrono
respectivamente.
Para funcionamento assíncrono cada sinalizador
tem seu circuito e é autônomo, bastando ligá-lo
na eletricidade.
Quando o funcionamento é sincronizado, há duas
opções:
Sinalizadores modelos 2R, 4R e 12R são
sincronizados por conexão a uma linha de
alimentação comum, ligada a bateria.
Sinalizadores modelos 24R e 60R são
sincronizados por conexão a um circuito
sincronizador. A linha de alimentação é individual
e a de comando de sincronização é comum.
A bateria é opcional.
Quando for instalar em local de difícil acesso,
procure antes TESTAR o sinalizador. Basta
conectar os fios a uma bateria de 12 ou 24 Volts
conforme o modelo e tapar por alguns segundos
o sensor de luminosidade conforme mostra a
FIGURA 3.
Fixe em um tubo, rosqueando o sinalizador na
vertical através da rosca ¾” NPT.
INSTALAÇÃO ELÉTRICA (GENERALIDADES):
ATENÇAO: Toda instalação deve ser executada
somente com o sistema desernegizado.
Verifique a bitola do fio a ser utilizado, para
evitar a queda de tensão. Os fios devem respeitar
a corrente máxima da carga de consumo (ABNT
– NBR 6148 para PVC/70º).
Recomendam-se cabos tipo “PP” de condutores
em paralelo com isolação mínima de 500 Volts.
Todos os sinalizadores são alimentados em DC a
tensões de 12 ou 24 Volts.
Podem receber alimentação em AC 110/220V até
o painel que conterá o conversor, no-break ou
controlador
(Vide o capitulo sobre esquemas de alimentação)
A alimentação de sistemas assíncronos é feita
através de cabos de 2 vias + terra e deve ser
sempre em paralelo.
ATENTE PARA A POLARIDADE DOS FIOS para
não DANIFICAR o produto.
INSTALAÇÃO ELÉTRICA (SÍNCRONIZADOS)
A alimentação de sistemas assíncronos é feita
através de cabos de 2 vias + terra para a
alimentação até o painel e deve ser sempre em
paralelo.
A partir do painel, seguem as conexões aos
sinalizadores em cabos de
ATENTE PARA NÃO INVERTER OS FIOS para não
DANIFICAR o produto.
NÃO ENERGIZE seu sistema somente com o cabo
de comando ligado ao sinalizador e sem o de
alimentação pois causará a queima do mesmo.
As fiações devem ser rigorosamente conectadas
CONFORME o diagrama fornecido tomando-se o
cuidado para que não haja inversão ou falha de
conexão.
Quando houver mais do que uma fonte de
alimentação, essas fontes deverão estar com seu
NEGATIVO (-) da saída de 24V interligados entre
si, para o correto funcionamento.
Recomenda-se antes de energizar e ao termino
da instalação verificar com um multímetro se os
fios de comando não estão em curto. Caso isso
ocorra, há um ou mais sinalizadores com as vias
invertidas.
Quando houver sinalizadores de alta e media
combinados, energize primeiro os de alta e
depois os de baixa.
Eletrodutos de alimentação e sinal de comando
de sinalizadores síncronos devem ser separados
para não ocorrer interferências ao sincronismo.
EM CASO DE PERDA DE SINCRONISMO, OS
SINALIZADORES PISCARÃO ACELERADAMENTE.
Isso ocorrerá em caso de falha na emissão de
sincronismo, causado por danos ao circuito ou
erros na instalação.
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INSTALAÇÃO ELÉTRICA (SINCRONIZADOS)
Figura 5 – Ilustrativo de Instalação de Balizas Sincronizadas
MANUTENÇÃO
Todo o sistema deve estar desligado:
BALIZA (sinalizador):
Em caso de manutenção corretiva recomendamos que a baliza não seja aberta e que a manutenção seja feita
por assistência técnica credenciada pela SunLab Power®, ou diretamente em nossa fabrica.
PAINÉL DE COMANDO:
Em painel de sincronização, quando houver mais do que uma fonte de alimentação, pode ser substituída
por outra similar. Ao substituir fontes, estas deverão estar com seus NEGATIVOS (-) das saídas em DC
interligadas entre si, para o correto funcionamento.
A(s) placa(s) de circuito podem ser trocadas substituindo a antiga pela nova. Deve-se desconectar a fiação da
placa antiga e ligar na nova, da forma seguinte ;
1) Desconecte da placa antiga o fio do FOTOSSENSOR e liga à nova. Proceda da mesma forma
com:
2) A alimentação;
3) A fiação de sinais de comando.
Recomenda-se antes de energizar e ao termino da instalação verificar com um multímetro se os fios de
comando não estão em curto. Caso isso ocorra, há um ou mais sinalizadores com as vias invertidas.
Quando houver sinalizadores de alta e media combinados, energize primeiro os de alta e depois os de baixa
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Figura 6 – Esquema do Painel de Sincronização
Figura 7 – Ilustrativo de Instalação assíncrona – energia elétrica
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Figura 8 – Ilustrativo de Instalação assíncrona – energia elétrica + solar
Figura 9 – Ilustrativo de Instalação assíncrona – energia solar
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TERMOS DA GARANTIA E RESPONSABILIDADES
A Sunlab Power®, divisão da Lábramo Centronics Ind. e
Com. Ltda. garante que o produto fornecido está isento de
defeitos e tem o funcionamento adequado ao que se propõe.
A GARANTIA para defeito de fabricação tem validade dentro
do prazo de 12 (doze) meses, computando o prazo da
garantia legal e a da contratual, contados a partir da data da
aquisição, comprovado pela Nota Fiscal ou documento fiscal
equivalente.
A GARANTIA cobre o direito ao consumidor de conserto ou
troca por outro equipamento equivalente, a critério do
fabricante.
7) O conserto ou troca se dá no estabelecimento do fabricante
ou autorizada e não cobre despesas de transporte,
remessas ou seguros.
8) Para o conserto dentro ou fora da GARANTIA seja atendido,
o cliente deverá comunicar-se previamente com a SunLab
Power® a ocorrência, obtendo orientação e numero de
controle autorizante para a remessa (RMA).
9) Não serão recebidos produtos via transporte sem o referido
número da autorização (RMA).
A garantia se rescinde caso o equipamento tenha sido
violado, alterado ou na tentativa de conserto, tenha sido
executado por pessoa ou empresa não autorizada pela
SunLab Power®.
Não estão cobertos pela GARANTIA:
1) Danos causados por queda de raio, vendaval,
tempestades, incêndio ou inundações, assim como
qualquer outro fenômeno resultante da ação da
natureza.
2) Danos advindos de guerra, rebelião ou atos de
vandalismo.
3) Danos causados por ato, serviço ou defeito de
equipamento de terceiros.
4) Por uso impróprio, diferente à aplicação aqui
recomendada.
5) Danos advindos de erro de projeto, instalação ou
dimensionamento do sistema, quando não tiver sido
executado pela Sunlab Power® ou empresa
formalmente autorizada.
6) Prejuízos outros, lucro cessante e semelhantes,
mesmo que advindos de falha ou não no
funcionamento deste produto, mesmo quando
comprovado.
Para obter maiores dados sobre a garantia acesse a
internet no endereço:
http://www.sunlab.com.br/garantia.htm
Especificações técnicas podem ser consultadas diretamente na internet no site da SunLab Power: http://www.sunlab.com.br
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