Ministério da Educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 15
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
A questão 15 deve ser anulada porque a alternativa IV afirma que ferrugens não são
afetadas por programas de rotação e essa é uma das práticas culturais indicadas no
controle de ferrugem. O gabarito indica a alternativa IV como uma das alternativas
certa, o que é um erro.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
O candidato alega que a rotação de culturas é uma prática recomendável para o controle
da doença ferrugem da soja.
É sabido que a rotação de culturas não tem efeito sobre os fungos biotróficos. Na
fundamentação o candidato retira um trecho do artigo “A ferrugem asiática da soja
causada por Phakopsora pachyrhizi” de Felipe R. G. Fiallos do ano de 2011 na Revista
“Ciencia y Tecnologia” que indica a pratica de rotação de culturas como pratica cabível.
Entretanto, nenhuma das recomendações técnicas para o cultivo na soja no Brasil trata a
rotação de culturas como prática de controle da doença. Além disso, livros conceituados
dentro da comunidade acadêmica como Manual de Fitopatologia, Vol.1 no item 35.2 e
Plant Phatology 5ª edição de George Agrios na página 562 deixam claros que a rotação
de culturas não tem efeito sobre o controle da doença.
Reunião de Pesquisa de Soja da Região Sul (39. : 2012 : Passo Fundo, RS).
Indicações técnicas para a cultura da soja no Rio Grande do Sul e
em Santa Catarina, safras 2012/2013 e 2013/2014. / XXXIX Reunião de
Pesquisa de Soja da Região Sul ; organizada por Leila Maria Costamilan
[et al.]. – Passo Fundo : Embrapa Trigo, 2012.
142 p. ; 21 cm. - (Documentos / Embrapa Trigo, ISSN 1516-5582 ; 107).
Em função da explanação acima o pedido foi indeferido.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 17
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Motivo: WGs são exemplos de fungicidas formulados como grânulos dispersíveis em
água.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
(X) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
No Brasil e no Mundo, a maioria dos fungicidas é formulada de três maneiras gerais,
soluções, emulsões e suspensões. Dentre as suspensões se enquadram vários tipos de
formulações, como pó molhável, suspensão concentrada e grânulos dispersíveis em
água (WG ou GRDA). A suspensão concentrada é uma evolução do pó molhável e os
grânulos dispersíveis em água é a formulação mais avançada em relação aos dois tipos
anteriores. Por isso, os fungicidas antigos são apresentados na forma pó molhável e
existe a tendência dos fungicidas mais recentes serem apresentados na forma WG.
Segundo a literatura, nos fungicidas formulados em WG o ingrediente ativo sólido é
mantido sob a forma de grânulos e quando adicionado à água transforma-se em uma
suspensão.
O candidato alega que o item IV da questão 17 “Fungicidas “WG” são exemplos de
fungicidas formulados como suspensão” deviria ser considerada errada, pois a mesma
alega que os fungicidas WG são formulados na forma de Grânulos Dispersíveis. O que a
candidata coloca esta correta, até porque WG ou GRDA são as siglas que representam
“Grânulos Dispersíveis em água”, mas como colocado acima WG é uma suspensão.
Caso o item IV afirmasse que “Fungicidas “WG” são exemplos de fungicidas
formulados como suspensão concentrada” aí sim a sentença estaria incorreta.
Em função da explanação acima o pedido foi indeferido.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 19
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
O volume de calda descrito no item I (700 mL para 100 kg de semente) não está de
acordo com as recomendações técnicas para o tratamento de sementes de soja no Brasil.
Provável erro de digitação no texto das recomendações técnicas para a soja no RS (700
mL no lugar de 600 mL), aliado a um texto confuso, com prejuízos à norma culta para
leitura.
RESPOSTA: ( X ) DEFERIDO
( ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
A fundamentação do candidato é procedente, apesar da questão deixar claro que a
recomendação é para os estado do Rio Grande do Sul (RS), sendo o item da questão
retirado da indicação técnica mais atual para o referido estado.
Em indicações técnicas anteriores para os estado do RS o volume recomendado era de
300 ml para cada 50 kg de sementes. Para outros locais do Brasil, mesmo as indicações
técnicas mais recentes, mantém a quantidade de 300 ml para cada 50 Kg de sementes.
Em função da explanação acima o pedido foi deferido. Questão ANULADA.
Tecnologias de produção de soja – região central do Brasil 2012 e 2013. - Londrina:
Embrapa Soja, 2011. 261 p. (Sistemas de Produção / Embrapa Soja, ISSN 2176-2902;
n.15)
Reunião de Pesquisa da Soja da Região Sul (35: 2007: Santa Maria, RS) Indicações
técnicas para a cultura da soja no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina
2007/2008 / 35ª Reunião de Pesquisa da Soja da Região Sul, Santa Maria, RS, 25 a
27 de julho de 2007. – 1. ed. - Santa Maria: Orium,2007 168 p.: il.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 28
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Gostaria de solicitar a alteração de gabarito (ou a anulação) da questão de número 28,
pois a assertiva “a” seria a verdadeira. No caso, esta assertiva afirma que os patógenos
(1) Phakopsorapachyrhizi, (2) Colletotrichumdematiumvar.truncata, (3) “Bean Common
MosaicVirus” – BCMV, (4) Corynesporacassiicola, (5) Myrotheciumroridum e (6)
Cercosporakikuchii seriam todos patogênicos à soja.
Não há dúvidas quanto à patogenicidade de (1), (2), (4) e (6) à cultura da soja, haja vista
o fato de tais patógenos serem agentes causais de importantes doenças/epidemias da
cultura, respectivamente: (1) – Ferrugem asiática da soja, (2) – Antracnose, (4) –
Mancha-alvo, e (6) Mancha púrpura.
Quanto aos patógenos (3) e (5), ainda que não tenham sido responsáveis por relevantes
epidemias no âmbito da sojicultura, também deveriam ser considerados patogênicos à
cultura, havendo trabalhos que comprovam a sua patogenicidade, a saber: Cabrera et al.
(2008) relataram a ocorrência de manchas de M. roridum em soja cultivada na
Argentina. Por sua vez, trabalhando com a avaliação de viroses em soja no Irã,
Golnaraghiet al. (2004) detectaram em tecido foliar a presença de BCMV infectante em
soja.
Sendo assim, todos os fungos e o vírus constantes na assertiva “a” deveriam ser
considerados como patógenos da cultura da soja, motivo pelo qual se solicita a anulação
da questão em discussão.
Quanto à alternativa divulgada como sendo a correta, a de letra “e”, há que se desfazer
um provável equívoco referente ao patógeno Cercosporacanescens, causador de mancha
foliar em feijão caupi, posto que em amplo estudo acerca da taxonomia do gênero
Cercospora, Groenewaldet al. (2013) conseguiram trabalhar com isolados advindo de
diversas espécies vegetais hospedeiras deste patógeno, dentre as quais não se encontrava
a soja cultivada – Glycinemax L. (Merril). Evidente que, sendo o gênero Cercospora
cosmopolita e causador de doenças em várias plantas, seria possível que houvesse
algum trabalho que tivesse detectado C. canescens em soja, o qual não foi, contudo,
encontrado pelo autor deste recurso.
Portanto, caso não se considere C. canescens como patogênico à soja, tal como
especificado por Groenewaldet al (2013), deve-se alterar o gabarito. Porém, caso o(s)
autor(es) da questão tenham conseguido acesso à publicação na qual se comprove a
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patogenicidade deste fungo à cultura, pode-se, considerando-se os parágrafos anteriores,
anular a questão, devido à existência, então, de duas assertivas verdadeiras.
Referências:
¹Cabrera, M. G. et al. Detección de Myrotheciumroridumen manchas foliares de soja em
cultivos de Corrientes, Argentina. Summa Phytopathologica, Botucatu, v. 34, n. 2, p.
193, 2008.
²Golnaraghi. A. R. et al. Detection And Identification Of Some Soybean Viral Mosaic
Viruses, Using Molecular Techniques In Lorestan Province, South West Of Iran. Plant
Disease. October 2004, Volume 88, Number 10. Pages 1069-1074.
³Groenewald, J. Z. et al. Species concepts in Cercospora: spotting the weeds among the
roses. Studies in Micology. June 30, 2013. vol. 75 no. 1 115-170.
Links para se obter os artigos acima:
¹ http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-54052008000200020&script=sci_arttext
(acessado às 23:05 do dia 16 de dezembro de 2013).
² http://apsjournals.apsnet.org/doi/abs/10.1094/PDIS.2004.88.10.1069 (acessado às
23:10 do dia 16 de dezembro de 2013).
³ http://studiesinmycology.org/content/75/1/115.full (acessado às 23:35 do dia 16 de
dezembro de 2013).
RESPOSTA: (X) DEFERIDO
( ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO: Defiro a questão em razão da explanação posta conforme
material contido no endereço eletrônico http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010054052008000200020&script=sci_arttext,
http://apsjournals.apsnet.org/doi/abs/10.1094/PDIS.2004.88.10.1069
e
http://studiesinmycology.org/content/75/1/115.fullcitado pelo candidato.
Questão Anulada.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 29
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
“A redução da incidência de antracnose, nas condições dos Cerrados, só será possível
através de rotação de culturas, maior espaçamento entre as linhas (50 cm a 55 cm),
população adequada (250.000 a 300.000 plantas/ha), tratamento químico de semente e
manejo adequado do solo, principalmente, com relação à adubação potássica.
Experimentalmente, foi observada a eficiência de controle com alguns fungicidas do
grupo dos benzimidazóis isoladamente ou em mistura com triazóis.”
Esta população de plantas nos confere um valor de 25 a 30 plantas/m², diferente do que
o texto da prova transcreve (30 a 35 plantas /m², o equivalente a 300.000 a 350.000
plantas/ha).
Com relação às indicações ou recomendações técnicas atuais para o cultivo da soja no
Brasil, não foram encontradas outras referências bibliográficas com relação a um
número exato de população de plantas sugerido para o controle da antracnose em soja,
que não o acima referido.
Fonte:
Sistema de Produção nº 15 – Embrapa Soja “Tecnologias de produção de soja – região
central do Brasil 2012 e 2013. - Londrina: Embrapa Soja, 2011. 261 p. (Sistemas de
Produção / Embrapa Soja, ISSN 2176-2902; n.15)”, disponível em:
http://www.cnpso.embrapa.br/download/SP15-VE.pdf, página 210, acesso em 16-1213.
RESPOSTA: (X) DEFERIDO
( ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO: Defiro a questão em razão da explanação posta conforme
material contido no endereço eletrônico http://www.cnpso.embrapa.br/download/SP15VE.pdf citado pelo candidato.
Questão Anulada
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 29
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
As recomendações ou indicações técnicas para o cultivo da soja no Brasil não
recomendam a prática de incorporação de restos culturais para controle do cancro da
haste.
Para o controle do cancro da haste, no atual sistema de cultivo da soja (plantio direto), a
prática de incorporação de restos culturais é uma prática não recomendada e está
superada pelo uso de cultivares resistentes e pela adoção da rotação de culturas,
principalmente.
As recomendações (indicações ou tecnologias de produção) técnicas para o cultivo da
soja no Brasil não descrevem esta medida de controle para o cancro da haste, conforme:
“... A forma mais econômica e eficiente de controle da doença é pelo uso de cultivares
resistentes... As seguintes medidas de controle também podem ser utilizadas: tratamento
de semente, rotação/sucessão de culturas, semeadura com maior espaçamento entre as
linhas e entre as plantas e adubação equilibrada.” Informações contidas nas
recomendações técnicas para produção de soja no Brasil, pelo Sistema de Produção nº
15 – Embrapa Soja “Tecnologias de produção de soja – região central do Brasil 2012 e
2013. - Londrina: Embrapa Soja, 2011. 261 p. (Sistemas de Produção / Embrapa Soja,
ISSN 2176-2902; n.15)”, disponível em: http://www.cnpso.embrapa.br/download/SP15VE.pdf, página 209, acesso em 16-12-13.
RESPOSTA: (X) DEFERIDO
( ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO: Defiro a questão em razão da explanação posta conforme
material contido no endereço eletrônico http://www.cnpso.embrapa.br/download/SP15VE.pdf citado pelo candidato.
Questão Anulada
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 30
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Severidade mínima poderá ser de 40 a 50% de área foliar para o controle do oídio.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
É exatamente isso. São considerações à respeito do controle. Conforme texto do
livro: 1) Reunião de Pesquisa de Soja da Região Sul (39.:2012 : Passo Fundo, RS).
Indicações técnicas para a cultura de soja no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina,
safras 2012/2013 e 2013/2014./ XXXIX Reunião de Pesquisa de Soja para a Região
Sul; In.: Costamilan, L.M. et al., Passo Fundo: Embrapa Trigo, 2012. Capítulo 7Manejo Integrado de doenças. P.106.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 30
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Questão 30 - item IV: "Tebuconazol é um dos fungicidas mais utilizados para o controle
de oídio em soja".
Motivo:
Não podemos afirmar que o fungicida tebuconazol é um dos fungicidas mais utilizados
para o controle de oídio em soja. Somente poderíamos ter esta constatação com base em
números fornecidos pelas revendas que distribuem fungicidas, que tem como base o
princípio ativo tebuconazol.
A questão não faz nem referência à região de abrangência do "consumo" do produto
para o controle da doença (regiões, estado, país, continente...) e nem ao tempo.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
‘Um dos mais utilizados”. Aparece na tabela em frequência maior que os demais
produtos. Conforme tabela ATUAL do livro: 1) Reunião de Pesquisa de Soja da
Região Sul (39.:2012 : Passo Fundo, RS). Indicações técnicas para a cultura de soja no
Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, safras 2012/2013 e 2013/2014./ XXXIX
Reunião de Pesquisa de Soja para a Região Sul; In.: Costamilan, L.M. et al., Passo
Fundo: Embrapa Trigo, 2012. Capítulo 7- Manejo Integrado de doenças. P.106-109Anexo
Uso= várias recomendações para tal (Tebuconazol); Aparece 5 vezes na recomendação,
mais do que os demais nomes comuns- pode ser considerado UM DOS MAIS
USADOS.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 31
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Anulação da questão de número 31, devido à existência de uma incoerência entre os
textos do enunciado da questão e da alternativa considerada correta (de letra “b”).
O enunciado da questão descreve "... o trasistor apresenta Vbe=0,6V:" Ocorre que há 2
transistores no circuito (Q1 e Q2), sendo assim, o enunciado deveria estar em plural
"trasistores" ou sitar qual dos dois transistor tem esta tensão.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
A questão 31 da vaga 52 é a seguinte:
31. Os grãos de triticale, trigo, cevada e milho quando fornecidos a mamíferos
monogástricos, principalmente suínos, podem causar problemas de toxidez,
principalmente devido à presença de grãos giberelados. Em relação aos grãos
giberelados, pode-se afirmar:
Portanto, o recurso do candidato é indeferido por não ser adequado à questão nem à
prova de Ciências Agrárias.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 34
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Solicito que a Questão 34 seja anulada porque na alternativa I, afirma-se que os
sintomas se iniciam pela base da espiga, porém trabalhos na literatura mostram que a
infecção pode iniciar-se por qualquer uma das extremidades.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
Sintomas é diferente de 'infecção'. Sintomas na base, e infecção pode ser na extremidade
superior, conforme o livro: 1) Wordell Filho, J.A.; ELIAS, H.T. (Orgs). A cultura do
milho em Santa Catarina. 2 ed. Florianóplis: Epagri, 2012. Pg;248. e Mesmo a
questionadora repete isso no recurso (infecção de forma 'inversa')- não significa
sintomas.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 34
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Anulação da questão de número 34, por não haver assertiva que contenha todas as
sentenças verdadeiras.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
CONFORME O LIVRO Wordell Filho, J.A.; ELIAS, H.T. (Orgs). A cultura do
milho em Santa Catarina. 2 ed. Florianóplis: Epagri, 2012. Pg;248.
As bracteas são citadas como pardas devido a presença dos picnídios. Há várias
referências que falam sobre isso.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 35
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
A questão 35 está colocada no edital de maneira equivocada e deveria ser anulada. O
edital não contempla esse assunto nos conhecimentos específicos.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
A produção de sementes de cultivares de trigo não é desvinculada à classificação
comercial. Os produtores de sementes de cultivares de trigo necessitam saber a
classificação dos mesmos. Consultar: 1) Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa
em Trigo e Triticale (6.:2012, jul-ago, 29-2, Londrina, PR) Informações técnicas para o
trigo e triticale – safra 2013/ Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa em Trigo e
Triticale, Londrina, PR, 29 de julho a 2 de agosto de 2012. Londrina, PR: Instituto
Agronômico do Paraná (IAPAR), 2013.p.215 e Normativa 38, 30/11/2010.
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RESPOSTA AO RECURSO
NÚMERO DA VAGA: 52
QUESTÃO: 39
MOTIVO ALEGADO PELO CANDIDATO:
Questão nº 39 refere-se a um assunto relacionado a área específica de solos.
RESPOSTA: ( ) DEFERIDO
( X ) INDEFERIDO
FUNDAMENTAÇÃO:
A questão não é desvinculada da PRODUÇÃO VEGETAL, e vários trabalhos em
melhoramento de plantas são realizados em virtude de seleção de plantas para serem
tolerantes a salinidade, sendo necessário conhecer os fatores que causam a salinidade.
Solos e salinidade não são desvinculadas à 'Produção Vegetal' embora possa fazer parte
de uma ciência aplicada, e esse fator tem sido utilizado para selecionar plantas para o
Melhoramento de espécies. consultar
Fritsche-Neto, R.; Borém, A. Melhoramento para condições de estresse abióticos .
Visconde do Rio de Janeiro: Suprema, 2011. Pg. 171.
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RESPOSTA AO RECURSO NÚMERO DA VAGA: 52 QUESTÃO: 15