JORNALISMO DA FOLHA DE SÃO PAULO:
UMA ANÁLISE SEMIÓTICA DAS DIFERENÇAS E
REPETIÇÕES EM SUPORTES IMPRESSO E DIGITAL
VÂNIA DOS SANTOS MESQUITA
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli
Universidade do Vale do Sapucaí
Av. Pref. Tuany Toledo, 470 – 37550-000 – Pouso Alegre – MG – Brasil
[email protected]
Resumo. O objetivo deste estudo é realizar uma análise semiótica de um
recorte de meu doutorado, por meio da aplicação da teoria semiótica
discursiva, com base no trabalho de Algirdas Julien Greimas, definida
como a “busca do sentido”. Para este trabalho foi utilizado um texto
publicado recentemente na Folha de São Paulo, na versão impressa e online. A proposta é comparar as duas versões e destacar as características
jornalísticas iguais e diferentes em relação aos dois suportes.
Palavras-chave. Análise semiótica. Teoria discursiva. Comparação.
Jornalismo impresso. Jornalismo on-line.
Abstract. The objective of this study is a semiotic analysis of a cutout for my
doctoral program, through the application of semiotic discursive theory,
based on the work of Algirdas Julien Greimas, defined as the "search for
meaning". For this study we used a text recently published in Folha de Sao
Paulo, in print and online version. The proposal is to compare the two
versions and highlight the similarities and the differences of the news stories
in two different media.
Keywords: Semiotic analysis.
journalism, Online journalism.
Discursive theory.
Comparison.
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1. Proposta de significação
O objetivo desse estudo é realizar uma análise semiótica de um recorte do objeto
de estudo do meu doutorado, por meio da aplicação da teoria semiótica discursiva, com
base no trabalho de Algirdas Julien Greimas, definida como a “busca do sentido”,
segundo Oliveira (2009).
Na construção de uma semiótica, Greimas transporta suas pesquisas para uma
abordagem de verificação da produção e apreensão da significação. Essa significação
pode ser analisada em livros, jornais, imagens, conversas, gestos, expressões etc.
Conforme diz Landowski (apud Tapinas, 1993, p. 57), em entrevista concedida à
Laimonas Tapinas, “o universo inteiro é uma espécie de „texto‟ que „lemos‟,
continuamente, não é claro, somente com nossos olhos de leitores, mas fazendo uso de
nossos cinco sentidos.”
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
O objeto de estudo de meu doutorado é constituído por conteúdos de dois jornais
impressos de circulação nacional e de sites noticiosos das mesmas empresas. As
empresas são a Folha de São Paulo(FSP) e o O Globo.
Para este trabalho foi definido um recorte que se refere a um texto publicado
recentemente na Folha de São Paulo, na versão impressa e sua respectiva versão online, neste mesmo veículo. O estudo servirá como uma análise preliminar para minha
pesquisa de doutorado.
O texto foi publicado no dia 04 de dezembro de 2009 com o título Furnas
conhecia falha que levou ao apagão. Considera-se também, no referido recorte, a
publicação do mesmo texto em suporte digital cujo título é Furnas conhecia falha que
provocou apagão em 18 estados.
A proposta é comparar a versão impressa e on-line da FSP e após a análise dos
textos e de outros recursos da página apontar o que repete e o que se diferencia nas duas
versões em relação à produção jornalística. Por meio comparativo pretende-se verificar
os gêneros jornalísticos que mais ocorrem em uma e outra produção jornalísticas. Além
disso, poder-se-á analisar os recursos gráficos, espaços, recursos fotográficos que se
assemelham e se diferenciam entre as publicações impressas e on-line.
Para tanto, é necessário estabelecer o que irá se verificar. Interessa-nos
inicialmente identificar a presença dos gêneros jornalísticos, formatos diferenciados,
posicionamento dos textos nas páginas, espaços, fotos e outros elementos que remetem
às comprovações de que há diferenciações ou repetições de características em uma e
outra publicação em suportes diferentes.
Com a finalidade de lembrar alguns conceitos do texto jornalístico, o gênero
informativo, em formato de pirâmide invertida, se desenvolve por meio de poucas
informações no lead e sublead do texto, na tentativa e se fornecer ao público respostas
para as seguintes questões sobre o acontecimento: o quê, quem, quando, onde, como e
por quê? O gênero interpretativo é aquele que faz uma reflexão mais aprofundada do
assunto e permite uma discussão mais ampla, se preocupa em analisar o contexto em
que se deu o fato e sua repercussão na sociedade. E ainda, é preciso lembrar que existem
outros gêneros como o opinativo que resulta em uma avaliação e posicionamento de
quem escreve a respeito de determinado fato. Por meio do reconhecimento do gênero é
possível comparar se há aproveitamento de formas diferentes de texto em um e outro
meio, impresso ou digital, para entender melhor como é elaborado o conjunto da
informação jornalística em um e outro tipo de veículo, em uma mesma cobertura de
determinado assunto.
O critério utilizado para escolha do texto deste recorte foi o jornalístico. Trata-se
de um assunto de grande repercussão, noticiado no Brasil por vários veículos diferentes.
Foi publicado na editoria cotidiano da FSP, tanto no formato impresso como no virtual,
ou seja, trata-se de uma ocorrência que fez parte do noticiário de alguns periódicos por
ser um fato que ainda não está completamente resolvido e traz consequências diretas no
dia–a-dia da sociedade. Portanto, os critérios jornalísticos de relevância da notícia como
oportunidade (a preocupação com a ocorrência não se encerrou), o interesse público
(interessa a grande parcela populacional- 18 estados), a proximidade (próximo às
populações que sofreram com o fato e próximo por se tratar de um acontecimento
recente). E ainda, o conhecimento (todos desejam esclarecer sobre as causas e
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
consequências), atualidade (aconteceu em 10 de novembro de 2009), consequências
(pode acontecer outra vez, prejudicar mais pessoas) estão presentes neste fato.
2. Percurso gerativo
Para iniciar análise, parte-se para o percurso gerativo de sentido do texto
impresso escolhido e dos recursos visuais no espaço em que ele se acha inserido, por
meio do qual irá se verificar a existência dos níveis fundamental, narrativo e discursivo.
Para tanto, identifica-se na semântica do nível fundamental do primeiro texto, o
impresso (Anexo 1), qual é o traço comum, para em seguida observar o que se
diferencia dele no texto on-line (Anexo 2). Também se procurará levantar o que há de
comum nos textos da internet (on-line) para verificar as diferenças e traços comuns em
relação ao primeiro texto (impresso).
A observação da característica comum no nível fundamental inicia-se pela
abertura dos dois textos. A idéia é verificar se ela ocorre no gênero informativo, no
formato de pirâmide invertida que apenas responde às questões do lide ou se ela adota
um formato diferenciado. Outro ponto de confronto seria o de se verificar a existência
do fato narrado de forma mais rápida ou de forma mais detalhada, para ver se existe a
relação contrária ou contraditória, que poderia se referir à característica de gênero de um
jornalismo mais superficial ou mais detalhado, e ainda, se há aproveitamento das
características de um para outro texto, em relação ao formato da diagramação, às fotos e
ao espaço utilizado.
O texto no formato impresso na FSP inicia contando a história pela explicação
de que a empresa Furnas tinha conhecimento da precariedade de seus equipamentos
desde 2007, mas não teve como evitar o blecaute ocorrido em 10 de novembro de 2009
em 18 estados brasileiros. Logo depois o texto passa a explicar o motivo que pode ter
provocado do apagão.
Dona das três linhas de transmissão que desligaram e deixaram 18 Estados
sem luz no último dia 10, Furnas sabia desde 2007 que os equipamentos que
falharam no último apagão funcionavam de forma precária com excesso de
chuva, segundo a Folha apurou. Vinha providenciando a troca dos equipamentos, mas foi incapaz de evitar o blecaute. (LIMA e LOBATO, 2009: C10).
A versão on-line da FSP inicia o texto com a cópia do primeiro parágrafo da
versão impressa, mas não explica o que teria causado o apagão, apenas fala
superficialmente do mau funcionamento dos isoladores, sem explicação sobre o que são
os isoladores, como o texto impresso apresenta. Nos dois, tanto impresso como on-line,
surgem, no nível fundamental, traços comuns, abertura aproveitada do impresso para o
on-line, trechos da versão impressa repetidas na versão on-line.
Existe também uma relação de diferença entre os traços comuns. Na versão
impressa nota-se uma preocupação com o detalhamento e com a continuidade do fato,
enquanto em relação à versão on-line não há preocupação, existe, ao contrário, uma
falta total de atenção com o detalhamento do fato e uma linguagem taquigráfica. Conta
parte do fato copiando trechos do impresso, sem qualquer sequência cronológica,
indicando uma versão saltada, que pode se completar a medida que o internauta procure
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
mais informação nos links indicados e que remetem à versão integral publicada no
jornal impresso (Anexo 2).
O texto na versão impressa (Anexo 1) encontra-se posicionado na parte de cima
da página, logo após o fio data, que indica a editoria cotidiano, situada no canto
esquerdo, e no mesmo alinhamento também encontramos a logomarca do jornal no
canto oposto, do lado direito. No formato horizontal o texto ocupa todas as seis colunas
do veículo, em letras serifadas, em posição importante em relação à página.
O título aparece primeiro, em destaque, seguido da linha fina e do olho (pequeno
texto que destaca um trecho do texto) e também do crédito das repórteres (identificação
do nome). Todo o texto com título ocupa menos de um quarto de toda a página do jornal
impresso em formato standard. O restante da página é ocupado por uma gigantesca
propaganda que ocupa cinco colunas na posição vertical, e ainda, em toda lateral direita,
ao lado da publicidade, na última coluna, encontram-se outras notícias do dia.
O texto na versão on-line posiciona-se no canto esquerdo do site da Folha/ UOL,
uma localização visual considerada privilegiada por ser zona ótica primária e ocupa
aproximadamente menos de um quarto do espaço total. Bem diferente da versão
impressa, o texto só aparece após a identificação UOL, seguida de vários links que
podem levar o internauta a outras opções e informações, depois vem outras
publicidades, logo abaixo e também anterior ao texto surge uma da própria FSP e outra
de uma empresa de engenharia.
Depois vem um cabeçalho de identificação da Folha on-line, em cor azul e preto
(essa cor se repete em vários fios e quadros) e logo depois um fio que também traz
opções de links para o internauta optar em sair de daquela seção e ir para outras,
navegando pela Folha on-line. Depois surge o título da matéria on-line, um pouco
acima dele em vermelho aparecem data e hora em que ela foi publicada. A matéria do
apagão é contornada por publicidade no canto direito e abaixo. Algumas do próprio
jornal e outras de outras empresas e produtos.
Há também, logo abaixo do texto, algumas chamadas para relacionadas ao
assunto da notícia principal, além de um espaço para comentário dos internautas sobre o
assunto. O veículo atualiza a página com algumas chamadas eletrônicas para veiculação
de assuntos mais recentes e propagandas que se revezam por períodos. A letra utilizada
na página da Folha on-line é sem serifa e durante a leitura da matéria a FSP permite
também ao internauta navegar por links que complementam a informação da editoria.
Os valores positivos e negativos do nível fundamental poderiam se
compreendidos do ponto de vista da versão impressa e on-line, ou mesmo na
comparação de uma e outra.
Na impressa pode-se considerar como qualificação eufórica a explicação mais
pormenorizada do acontecimento, por meio da qual o leitor tem mais oportunidade de
entender o fato, sem se desviar do assunto por vários outros motivos. E como qualidade
disfórica, ou negativa, a localização no próprio texto de uma informação conclusiva que
deixa o leitor em dúvida. O texto traz uma primeira conclusão dos fatos que se identifica
com o problema dos isoladores e depois, no final, deixa o leitor em dúvida se esse seria
mesmo o verdadeiro motivo causador do problema, ou seja, não se chega a uma
explicação definitiva.
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Já na versão on-line a disforia está na incompletude de informações e na
linguagem taquigráfica desse tipo de jornalismo que dá saltos. Encontra-se uma
infinidade de links e outras informações disponíveis na FSP on-line que permitem ao
internauta desviar do assunto principal. E como euforia o fato do texto não dar nenhuma
finalização, mas apenas anunciar respostas futuras, não correndo o risco de apresentar
resultados contraditórios como foi localizado no texto impresso. Entre uma e outra
versão, nota-se como situação eufórica na explicação mais abrangente da publicação
impressa e como disfórico a notícia que não se preocupa com o encadeamento de idéias.
E ainda, o espaço e os recursos do texto impresso permitem maior destaque para o
assunto noticiado, enquanto o espaço e as interrupções do texto on-line são visíveis.
No nível narrativo percebe-se que a história parte de uma situação A para outra
que irá esclarecer a situação anterior, apontando os motivos que a causaram, e depois se
transforma em situação B. Isso corresponde à narratividade do texto. Ou seja, Furmas
sabia, desde 2007, da falha de seus equipamentos, propôs substituição dos mesmos,
após uma interrupção no serviço. O apagão pode ser comparado aqui às fraturas do livro
D’A Imperfeição, de Greimas (2002).
Pode-se identificar a passagem de um estado a outro, na sintaxe narrativa dos
textos analisados (impresso e on-line), como junção e disjunção. Nos textos percebe-se
em alguns trechos que há momentos em que se verifica uma relação de junção entre o
sujeito e o objeto. No começo dos dois textos, no primeiro parágrafo, há um estado de
junção no trecho que apresenta Furnas consciente das falhas nos equipamentos. Mas em
seguida mostra Furnas em estado de disjunção (entre sujeito e objeto) ao apontar que
empresa nada fez para evitar a situação do apagão. Logo depois o texto também apresenta um estado de querer fazer, apresenta transformações de um enunciado para outro.
No trecho da narrativa em que Furnas resolve investigar se os isoladores perdiam a Capacidade de funcionar em períodos de chuva, localiza-se um estado de querer mudança.
Devido à falta de detalhamento de informações, na versão on-line, ocorre a
passagem de uma situação para outra, transformação de A para B, por meio da
explicação de que Furnas irá apresentar um relatório. Dessa maneira há uma relação de
junção pelo conhecimento de Furnas sobre o problema e logo depois de disjunção por a
empresa nada fazer para resolver o impasse. Não há restabelecimento da junção como
no caso do texto na versão impressa por um querer fazer.
Há também uma sequência no texto impresso, durante a qual pode-se perceber a
manipulação do sujeito um (Folha), que por provocação faz juízo negativo do sujeito
manipulado (Furnas), apontando suas ações como próprias de quem é responsável pelo
fato negativo do blecaute. O texto apresenta a ação de Furnas como, ao mesmo tempo,
maléfica e benéfica. Essa mesma manipulação está também presente no texto on-line.
Nessa fase, percebe-se a ação de um sujeito (Folha) sobre outro (Furnas).
No caso do jornal impresso têm-se na sequência canônica, as quatro fases da
narrativa complexa: a manipulação (Folha sobre Furnas), a competência (de Furnas
querer investigar), a performance (de Furnas ao resolver e querer fazer, substituir os
isoladores), e a sanção (Furnas retoma o poder de querer explicar o problema por meio
de um relatório ou de uma conclusão sobre o acontecimento).
No caso do texto on-line a sequência canônica não se realiza, pois não ocorre
performance do sujeito dois de querer resolver o problema (Furnas) e nem sanção para
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alteração da situação anterior. Nesse percurso há passagem de uma situação de não
saber para aquisição de um saber parcial por parte de Furnas, sujeito dois.
3. Resultados Parciais
Por meio dessa análise foi possível verificar, em parte, que o enunciado
disponível pela FSP impressa contém mais argumentação e clareza na exposição do
fato, e toda a enunciação está na terceira pessoa do singular ou plural, o que representa
uma debreagem enunciativa (Fiorin, 2001). Como se trata de um discurso jornalístico,
tanto no caso do enunciado impresso como no on-line foram utilizadas a terceira pessoa.
Foi possível concluir nesse recorte que o texto impresso foi praticamente
repetido em parte no enunciado on-line, mesmo não sendo idênticos. De certa forma o
texto on-line demonstra-se mais superficial e se limita às informações básicas, como a
maioria das informações jornalísticas na internet. São linguagens diferentes que podem ser
completadas, tanto no suporte impresso como no on-line, nesse último por meio dos links.
As informações na FSP on-line apresentam-se como parágrafos isolados, com
outra sequência, diferente da cronologia estabelecida pela versão impressa. O que pode
ser constatado é que existem traços comuns em um e outro enunciado, há momentos em
se verifica a presença de uma relação contraditória no próprio texto, como a
identificação do mau funcionamento dos isoladores e o fato de Furnas já ter removido
alguns desses isoladores anteriormente, mas não admitir que esse seria o problema que
acarretou o blecaute.
As características do texto pirâmide invertida foram encontradas, principalmente
no texto on-line. Mas o texto impresso também, em seu início, contém informações
essenciais, se analisarmos que o enfoque da matéria é o de mostrar que Furnas tinha
conhecimento prévio sobre o problema dos equipamentos, o que se pode considerar
como sanção (negativa) dada à Furnas pelo enunciador. Nota-se portanto a subjetividade
no texto impresso que também se repete no on-line. Ou, tanto um como outro,
guardadas as características comuns ao tratamento de cada meio, também absorvem
traços comuns.
Referências
GREIMAS, Algirdas Julien. Da Imperfeição. Trad. Ana Cláudia de Oliveira. São
Paulo: Hacker Editores, 2002.
TAPINAS, Laimonas. Entrevista de Eric Landowisk. Revista Santara, Vilnius. Trad.
Ana Cláudia Oliveira, 1993.
FLOCH, Jean- Marie. Alguns conceitos fundamentais em Semiótica geral. Trad.
Analice Dutra Pilar, Documentos de Estudo do Centro de Pesquisas Sociosemióticas,
São Paulo, 2001.(vol. 1).
FIORIN, José Luiz. Sendas e Veredas da Semiótica Narrativa e Discursiva. Delta:
Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada, disponível em
html:file://F:Semiótica+Delta Documentação de Estudos em Lingüística Teórica.
Sielo.(Delta, Vol. 15, n. 1, São Paulo, Fev/Jul 1999).
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
_______________ . Elementos da Análise de discurso. 10ª Ed., São Paulo: Contexto,
2001. (Repensando a Língua Portuguesa).
LIMA, Samantha, LOBATO, Elvira. Furnas conhecia a falha que levou ao apagão.
Folha de São Paulo, São Paulo: FSP, 2009. (Cotidiano). P. 10.
_____________________________. Furnas conhecia falha que provocou apagão em 18
estados.
Folha
Online,
São
Paulo:
FSP,
2009,
disponível
em
http://www.1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano, consulta em 04/12/2009.
OLIVEIRA, Ana Cláudia. A prosa do mundo grafada nas superfícies de pedra de Veado
Perdido, um reencontro entre Semiótica e Arqueologia. In CUNHA, T.R. de A. Veado
perdido, percursos rupestres. Semiótica e arqueologia em Mato Grosso, Cuiabá: Ed.
UFMT-Entrelinhas, 2009. pp.9-20.
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
ANEXO 1
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
ANEXO 2
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Anais do Enelin 2011. Disponível em: www.cienciasdalinguagem.net/enelin
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