MEMORIAL DESCRITIVO
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E SERVIÇOS
JUNHO/2009
PROJETO EXECUTIVO
Sistema de Corredores Verdes Parque do Vale do Rio São Domingos – Catanduva, SP
Sistema de Corredores Verdes Parque do Vale do Rio São Domingos
Memorial Descritivo
junho/2009
MEMORIAL DESCRITIVO
Sistema de Corredores Verdes Parque do Vale do Rio São Domingos – Catanduva, SP
ÍNDICE
pág.
0.1
0.2
04
04
IDENTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
PARTE I – EXECUÇÃO DAS CONSTRUÇÕES
05
1.0
SERVIÇOS PRELIMINARES E INFRA-ESTRUTURA
1.1
Limpeza da área
1.2
Preparação do canteiro de obras
1.3
Geotécnica e sondagem
1.4
Movimentos de terra e terraplenagem
1.5
Locação de obra
1.6
Fundações
05
2.0
ESTRUTURAS
2.1
Estruturas em concreto armado moldado “in loco”
2.2
Lastros e contrapisos
2.3
Rampas de acesso de veículos em concreto armado moldado “in loco”
2.4
Sistema de rampas para rebaixo de guias
2.5
Vigas, vergas e contravergas
2.6
Lajes
2.7
Quadra poliesportiva em concreto armado
06
3.0
VEDAÇÕES
3.1
Alvenaria de tijolos aparentes
12
4.0
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
13
5.0
INTALAÇÕES ELÉTRICAS, DE ILUMINAÇÃO E TELEFONIA
5.1
Iluminação
5.2
Tomadas e interruptores
13
6.0
REVESTIMENTOS DE PAREDES
6.1
Alvenarias e lajes
6.2
Revestimento interno de lajes-forro
6.3
Revestimento em azulejo
6.4
Revestimento externo inferior em argamassa texturizada
15
7.0
PAVIMENTAÇÕES E REVESTIMENTOS DE PISOS
7.1
PISOS INTERNOS
7.1.1 Piso lanchonete, dispensa, apoio e sanitários
7.1.2 Soleiras em granito
7.2
PISOS EXTERNOS
7.2.1 Pavimentação de calçadas em concreto simples
7.2.2 Guias de concreto
7.2.3 Pisos táteis acessíveis
7.2.4 Faixa antiderrapante
7.2.5 Pisos em blocos intertravados de concreto pré-moldado
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7.2.6
7.2.7
7.2.8
7.2.9
Pisos em blocos de concreto-grama
Ciclovia, ciclofaixa e faixas de pedestres
Pisos em pedriscos
Pisos em areia fina
8.0
ESQUADRIAS
8.1
Janelas – esquadria metálica basculante
8.2
Portas metálicas
8.3
Portas das cabines sanitárias
8.4
Portas das cabines acessíveis em sanitários
23
9.0
DIVISÓRIAS, BANCADAS E BALCÕES
9.1
Divisórias de granito dos sanitários
9.2
Bancada de lavatórios dos sanitários
9.3
Balcão de atendimento da lanchonete
25
10.0 LOUÇAS, METAIS E ACESSÓRIOS SANITÁRIOS
10.1
Louças sanitárias
10.2
Torneiras e válvulas
10.3
Assento para bacias
10.4
Acessórios tipo dispenser para higiene intima
10.5
Cabides
10.6
Lixeiras
10.7
Barras de apoio para sanitário acessível
10.8
Bebedouro acessível
26
11.0 IMPERMEABILIZAÇÕES
11.1
Lajes impermeabilizadas
11.2
Vigas baldrame
11.3
Alvenaria de tijolos aparentes
28
12.0 COMPLEMENTOS METÁLICOS
12.1
Grelha em ferro fundido para drenagem superficial
12.2
Corrimãos laterais
12.3
Rufos metálicos
12.4
Gradil de divisa com linha férrea
12.5
Grade de proteção das quadras esportivas
28
13.0 EQUIPAMENTOS URBANOS
13.1
Floreiras e lixeiras
13.2
Banco tipo 01 e tipo 02
13.3
Banco reto modular de concreto
13.4
Bicicletários
13.5
Telefone público
13.6
Brinquedos para playground
30
14.0 LIMPEZA DA OBRA
34
15.0 CRÉDITOS AUTORIA PROJETO
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0.1
IDENTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO
OBRA
Sistema de corredores verdes Parque do Vale do Rio São Domingos
LOCAL
Av. São Domingos e Av. Theodoro Rosa Filho
MUNICÍPIO
Catanduva – SP
Sistema de corredores verdes que engloba projeto de parque verde linear de 5km ao longo do
vale do rio São Domingos, com tratamento qualitativo das respectivas margens, duas áreas de parques
abertos públicos com equipamentos urbanos e de lazer como quadras, playground, equipamentos de
alongamento e exercícios físicos, lanchonete etc., além de projeto de travessias sobre o córrego,
avenida e linha férrea, completando a integração do projeto com o entorno.
0.2
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Este Memorial Descritivo / Caderno de Especificações é parte integrante do Projeto Executivo
de Arquitetura (PE-Arq). Sua função é especificar todos os materiais a serem empregados em obra,
propiciando a devida compreensão dos aspectos construtivos do projeto e a correta execução da obra.
Em paralelo às informações que aqui seguem, deverão também ser consultados os demais projetos
complementares: Estrutural, Elétrico, Hidráulico, entre outros.
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PARTE I – EXECUÇÃO DAS CONSTRUÇÕES
1.0
1.1
SERVIÇOS PRELIMINARES E INFRA-ESTRUTURA
Limpeza da área
A limpeza da área compreende serviços de limpeza, destocamento e remoção de entulhos
(orgânicos e inorgânicos) onde necessário, que deverão ser eliminados (devidamente separado para que
possa ser destinado ao fim de reciclagem e/ou posterior deposição em áreas apropriadas) para tornar a
área livre de interferências que possam vir a prejudicar o andamento dos trabalhos. A camada de solo
vegetal da superfície do terreno onde for necessária sua remoção deverá ser reservada em local
apropriado, para futura reutilização nos serviços de paisagismo.
1.2
Preparação do canteiro de obras
Será implantado canteiro de obras dimensionado de acordo com o porte e necessidades da obra.
Deverá ser construído um abrigo provisório para guarda de materiais e ferramentas de um pavimento e
de aproximadamente 15m2, localizado junto a uma das laterais do fechamento em tapumes, valendo-se
de estrutura de madeira de pinho, vedo de madeira compensada e cobertura de telhas de fibrocimento
de 6mm. Deverá ser realizada ligação provisória de água, abrigo para cavalete, instalação provisória de
sanitário e ligação provisória de luz e força.
O terreno da obra deverá ser devidamente protegido por fechamento em tapumes, realizado em
chapas de madeira compensada, de 5 a 7mm de espessura, de 2,20x1,10m, estruturadas por pontaletes
de pinho 3”x3”, dispondo de abertura e portão ou solução semelhante que cumpra a mesma função.
O construtor deverá executar a instalação do canteiro de obra e as instalações provisórias para
fornecimento de água e energia elétrica, cabendo também a ele todas as providências necessárias para
tal fim junto aos órgãos públicos e concessionárias.
1.3
Geotécnica e sondagem
Deverá ser realizada sondagem de reconhecimento do subsolo, no mínimo 3 pontos, com
sistema de tubo de revestimento Ø=2½”, para a edificação da lanchonete, quadras esportivas,
passarelas, rampas e demais construções de maior porte.
1.4
Movimentos de terra e terraplenagem
Na área de projeto, pela topografia do terreno, se fará movimentos de terra significativos, com
pequenos acertos de platô, devendo eventuais aterros ser compactados a, no mínimo, 95% do PN. Os
aterros serão executados com material (terra ou areia) de boa qualidade, isento de detritos vegetais e
em camadas, não superiores a 20cm, compactadas energicamente.
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A escavação das valas para fundação deverá ser do tipo manual. Caso haja a presença de
rochas deverão ser empregados explosivos e perfuração manual. O fundo das valas deverá ser apiloado
manualmente, com utilização de maços de 30 a 60kg.
1.5
Locação de obra
A locação da obra deverá ser feita rigorosamente de acordo com os projetos de urbanização e
arquitetura. Deverá ser construído um gabarito em esquadro, com pontaletes de pinho 3"x3" e tábuas de
pinho de 3a. 1"x12", para o devido lançamento e marcação das alvenarias. A cota do piso acabado
deverá ficar no mínimo 20cm acima do ponto mais alto do terreno, ao longo do perímetro da construção.
Para o caso do terreno ser terraplenado, deverá ser 20cm acima do nível do patamar.
1.6
Fundações
As informações gerais seguintes servem como referência para o construtor e deverão ser
alteradas e/ou atualizadas conforme orientações do Projeto de Fundações, a ser desenvolvido pela
empresa contratada para a construção da obra. O Projeto de Fundações deverá ser completo o
suficiente para determinar o dimensionamento preciso das estruturas, acusar traço e fatores Fck do
concreto, especificar o tipo de aço a ser empregado e detalhes das armaduras, em conformidade com a
ABNT. A responsabilidade técnica da obra é de encargo da empresa construtora.
As fundações serão em concreto armado, diretas, tendo sob cargas pontuais brocas/estacas e
blocos de concreto armado e, sob paredes, vigas baldrame, conforme PE-Estrutural. Em ambos os
casos a escavação será manual e o dimensionamento seguirá o determinado no PE-Estr, em
conformidade com a ABNT. O concreto a ser utilizado terá dosagem Fck≥18Mpa.
Obs: Antes da concretagem das fundações e execução dos aterros devem ser colocadas as
esperas para tubulação hidrosanitária. Devido à proximidade de leito de água, atentar à medidas de
precaução para a estanqueidade de lençol freático.
2.0
2.1
ESTRUTURAS
Estruturas em concreto armado moldado “in loco”
As informações gerais seguintes servem como referência para o construtor e deverão ser
alteradas e/ou atualizadas conforme orientações do PE-Estr, a ser desenvolvido pela empresa
contratada para a construção da obra. O PE-Estr a ser fornecido deverá ser completo o suficiente para
determinar o dimensionamento preciso das estruturas, acusar traço e fatores Fck do concreto,
especificar o tipo de aço a ser empregado e detalhes das armaduras, em conformidade com a ABNT. A
responsabilidade estrutural da obra é de encargo da empresa construtora.
A construção das escadarias e travessias em concreto armado moldado “in loco” deverá seguir
as diretrizes presentes no PE-Arq e atender às orientações do cálculo estrutural e estar em
conformidade com as Normas Técnicas Brasileiras. Os construtores deverão atentar para a qualidade do
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acabamento final a ser atingido, que não poderá apresentar falhas, fissuras, bicheiras, etc. Para tal, na
confecção do concreto deverá ser considerado o traço a ser empregado em cada situação, a eventual
necessidade de retardadores de pega, o adensamento a partir da utilização de vibradores, juntas de
concretagem, processos rigorosos de fôrma e desfôrma pelo emprego de chapas compensadas
plastificadas devidamente emulsionadas com desmoldantes industriais, a disposição ritmada das chapas
(horizontal e vertical) e de furos dos dispositivos de fixação das fôrmas, a atenção ao tempo necessário
de cura, a não exposição de armaduras, e a aplicação final de pintura à base de verniz acrílico.
2.2
Lastros e contrapisos
Os lastros de concreto deverão ser armados e possuir espessura mínima de 10cm. Sob o lastro
prever camada de concreto pobre de 10 a 15cm de espessura e 150kg de cimento por m3 de concreto. A
armadura de aço deverá estar disposta em dois sentidos. O lastro deve ficar separado da estrutura e das
paredes por juntas de no mínimo 5mm de espessura, preenchidas por material compressível: isopor,
betuminoso, etc. Nos lastros externos prever juntas de dilatação no máximo a cada 10m. O concreto
utilizado deverá receber aditivo impermeabilizante hidrófugo, na proporção instruída pelo fabricante. Na
feitura do contrapiso deve-se antecipadamente picotar a superfície do lastro, limpar e aplicar adesivo à
base de epóxi, conforme orientações do fabricante, para a aderência completa entre as partes. Lançar o
contrapiso em quadros dispostos em xadrez, em dimensões não maiores que a largura da régua
vibratória, obter superfície desempenada e bem nivelada. Juntas de dilatação devem acompanhar as
juntas do lastro e juntas de execução devem acompanhar as juntas de execução do acabamento. Para o
contrapiso de concreto deverá se utilizar traço 1:4:8, para a camada inferior, espessura 10cm, e piso
cimentado no traço 1:3:4 para a camada superior, desempenada, espessura 3cm.
2.3
Rampas de acesso de veículos em concreto armado moldado “in loco”
As rampas de acessos de veículos em vias urbanas serão em concreto armado com tela tipo Telcon,
acabamento rugoso, espessura de 8cm, fck=18Mpa, assente sobre contrapiso de concreto magro espessura
de 12cm, em terreno compactado. As rampas têm suas dimensões detalhadas no PE-Arq.
Deverão ser consideradas operações de preparo de fundação, de correções da camada
superficial do subleito e os acertos do leito existente. Substituição de solos inadequados e remoção de
blocos de pedras e raízes, pedaços de madeira ou quaisquer outros materiais putrescíveis, até uma
profundidade de 50cm, bem como raspagens e aterros que visem colocar o leito de acordo com o perfil
transversal projetado. O apiloamento deve ser cuidadoso e uniforme, feito com soquetes de no mínimo
40kg de massa, ou compactadores manuais mecânicos, quando possível.
As placas ou lajes formadas pelas juntas não devem ter, quer transversalmente, quer
longitudinalmente, dimensões superiores a 1,50m.
O cimento empregado será o Portland comum, o Portland de alto forno ou o Portland de alta
resistência. O cimento armazenado em sacos, em local seco, não deverá ultrapassar pilhas de 10 sacos
de altura. Caso a granel, o cimento deverá ser armazenado em silos separados por tipo e por período
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que não comprometa a sua qualidade. O fator água-cimento deverá estar entre 0,40 e 0,56. Os
agregados miúdo e graúdo devem atender às exigências da NBR-7211. A dimensão máxima do
agregado graúdo não deve exceder ¼ da espessura da placa de concreto. A água de amassamento do
concreto deve ser isenta de teores prejudiciais de substâncias estranhas. Para armação do concreto
será utilizada será do tipo Telcon Q138, com malha 10x10cm e Ø=4,7mm. O consumo mínimo de
cimento deve ser de 320kg de cimento por m³ de concreto.
Em pré-moldado ou moldado “in loco”, é importante o controle topográfico tanto no alinhamento
como no nivelamento.
A superfície concretada deverá ser mantida úmida, mas para tal, deverá ser continuamente
molhada ou coberta com sacos de aniagem permanentemente molhados ou ainda borrifada com
produtos de cura química.
2.4
Sistema de rampas para rebaixo de guias
As rampas para rebaixo de guias deverão ser do tipo pré-fabricadas, em microconcreto armado.
Seu desenho e dimensionamento encontram-se especificados no PE-Arq.
Será empregado microconcreto de alto desempenho com resistência característica à
compressão simples Fck=40Mpa e massa específica de aproximadamente 2400kg/m³. O microconcreto
deverá ter traço típico em massa da ordem 1:2, em partes de cimento e areia média (ou pó de pedra de
granulometria semelhante), com um consumo mínimo de cimento de 550kg/m³ e um fator água/cimento
máximo de 0,42; Traço: 1:2,5 - Areia (a) 2,5 - Aditivo SP 0,02 - Fator a/a 0,40, sendo que para uma
quantidade de 0,12m3 de mistura: Cimento 72kg, areia 180kg, aditivo 1,44kg, água 28,8L, massa
específica: 2250. Sobre os componentes: Cimento Portland, preferencialmente tipo CP-V ARI-Alta
resistência inicial, tendo em vista a velocidade requerida para a desforma das peças pré-fabricadas. As
areias normalmente utilizadas têm uma granulometria variando de média à grossa com dimensão
máxima de Ø= 4,8mm (zona média da NBR-7211). Aditivo superplastificante utilizado como redutor de
água - 2% sobre a massa de cimento, considerando-se um teor de sólidos de aproximadamente 40%. A
consistência foi fixada em 270mm na mesa de espalhamento (flow-table). Concreto: determinação da
consistência pelo espalhamento do tronco de cone – Método de ensaio (ABNT, 1986), de modo a se
estabelecer uma trabalhabilidade compatível com as operações de lançamento, adensamento e
acabamento que ocorrem na produção seriada de componentes pré-fabricados leves em usina.
O projeto da fôrma deve considerar todas as ações estáticas e dinâmicas que sobre ela irão
atuar durante o ciclo produtivo. Os pesos próprios da fôrma mais o da peça pré-fabricada, os esforços
gerados durante a desforma, o empuxo gerado pelo microconcreto fresco durante o seu lançamento e a
vibração necessária para o seu adensamento etc, são algumas das principais ações que devem ser
consideradas no dimensionamento da fôrma.
Para facilidade da desforma, devem-se prever ângulos adequados para o saque das peças, de
no mínimo 5°, evitando-se obliterações que venham a solicitá-las a baixas idades. As uniões entre as
partes constituintes do molde são os pontos críticos para garantia da sua estanqueidade, podendo
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merecer um tratamento especial de vedação à base de materiais compressíveis (neoprene, silicone,
borrachas sintéticas em geral), de modo a não permitir vazamentos de nata de cimento, que acabam por
prejudicar o acabamento da peça pré-fabricada. Quando necessários, devem ser previstos dispositivos
de fixação da fôrma à mesa vibratória ou dos vibradores ao corpo da fôrma, para que não sejam
alteradas a freqüência e a amplitude de vibrações previstas.
O manuseio e transporte das peças pré-fabricadas, mesmo após a conclusão da segunda etapa
de cura, devem ser feitos com extremo cuidado, empregando-se para isso dispositivos apropriados no
seu içamento, movimentação e empilhamento, que não venham a introduzir esforços mecânicos não
previstos no seu dimensionamento.
A instalação definitiva das rampas pré-fabricadas para rebaixamento de calçadas consiste
basicamente na operação manual de assentamento das peças nos locais previamente preparados para
essa finalidade. Por se tratarem de peças executadas em microconcreto, com espessura média de 3cm,
as rampas pré-fabricadas têm uma massa compatível com a operação manual de assentamento, feita
por uma equipe com 5 ou 6 homens.
Após a execução dos serviços de preparo das camadas que constituem a sub-base do
calçamento, o assentamento das peças pré-fabricadas é feito sobre um lastro de concreto (consumo de
150kg de cimento por m³) com espessura constante de 10cm, a qual deve ser previamente compactada
e nivelada segundo o perfil geométrico da peça pré-fabricada, de modo a se manter a cota final do nível
do passeio acabado. O assentamento da peça pré-fabricada deve tomar como referências o nível da
sarjeta (0,00) e o nível da calçada acabada (+ 10cm). Será particularmente a base da rampa principal
que se apoiará sobre o lastro de concreto, podendo-se posteriormente preencher e compactar
manualmente os vazios sob as abas laterais da peça pré-fabricada, motivo pelo qual se recomenda
deixar uma faixa sem calçamento de 20cm à sua volta, a ser arrematada na fase de acabamento da
calçada.
Entre a peça pré-fabricada e a guia ou o pavimento da calçada recomenda-se deixar uma junta,
cuja espessura média não deve ser superior a 5mm. Para tanto os arremates junto à peça pré-fabricada
poderão ser feitos através de corte com serra circular manual provida de disco diamantado.
Para maiores informações, consultar resolução CPA/SEHAB-G/013/2003 da Comissão
permanente de Acessibilidade, Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano e Manual de
execução e instalação, CPA e Associação Brasileira de Cimento Portland – ABCP (agosto de 2003).
2.5
Vigas, vergas e contravergas
As estruturas supracitadas deverão seguir o dimensionamento nas determinações do PE-Estr,
em conformidade com a ABNT. O concreto utilizado deverá possuir dosagem Fck≥18Mpa. Deverão
receber tratamento aparente, logo, deve-se levar isso em consideração na preparação das fôrmas e
receber pintura em resina acrílica transparente.
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2.6
Lajes
Serão executadas lajes de acordo com o especificado em PE-Arq, do tipo pré-fabricada para
forro, intereixo 41cm, espessura 10cm (capeamento 2cm), consumo de concreto 1:2:3= 0,028m3/m2.
Deverão receber tratamento aparente, aditivo impermeabilizante hidrófugo no preparo do
concreto e impermeabilização final a base de argamassa polimérica. A laje de cobertura deverá ser
dotada de todos os sistemas pertinentes para seu devido funcionamento (rufos, contra-rufos, proteções
contra a infiltração de águas pluviais etc.), sendo seu detalhamento, execução técnica e fiscalização de
responsabilidade do construtor.
2.7
Quadra poliesportiva em concreto armado
Quadra poliesportiva com fundação direta e estrutura do piso em concreto armado de espessura
de 8cm, armadura superior de tela soldada nervurada Q-138 em painel (a armadura deve ser constituída
por telas soldadas CA-60 fornecidas em painéis e não em rolo e que atendam a NBR-7481) e barras de
transferência em aço liso Ø=12,5mm, comprimento 35cm, metade pintada e engraxada, fornecidas pela
Belgo Mineira ou Gerdau.
O concreto usinado deverá ter resistência à compressão Fck=25Mpa, abatimento 8±1cm, fibra
de polipropileno monofilamento de 600g/m3 (Degussa Masterfiber ou Fitesa Polycret MF), retração
hidráulica máxima de 500μm/m. Poderão ser empregados cimentos tipo CP-II, CP-III ou CP-V, de acordo
com as normas técnicas NBR-11578, NBR-5735 e NBR-5733. O concreto poderá ser dosado com
aditivos plastificantes de pega normal, de modo a não interferir e principalmente retardar o período de
dormência e postergar as operações de corte das juntas. A sub-base de 8cm deverá ser preparada com
brita graduada simples.
Os selantes das juntas deverão ser do tipo moldado “in loco”, resistentes às intempéries
(disponíveis pelas empresas Degussa NP1, Effectus PU-8100, Fosroc Reax Nitoseal PU30, Sikaflex
Construction ou Sikaflex 1A Plus). As juntas de construção, serradas e encontro deverão ser seladas
com mastique de poliuretano, com dureza Shore A=30±5.
O material do subleito deverá apresentar grau de compactação superior a 95% do PN. Sempre
que for observado material de baixa capacidade de suporte, este deverá ser removido e substituído por
material de boa qualidade.
O material da sub-base deve ser lançado e espalhado com equipamentos adequados, a fim de
assegurar sua homogeneidade. A compactação deverá ser efetuada com rolos compactadores
vibratórios lisos ou com placas vibratórias. O isolamento entre a placa e a sub-base, deve ser feito com
filme plástico (espessura mínima de 0,15mm) tipo lona preta. Nas emendas, deve-se promover uma
superposição de pelo menos 15cm.
As fôrmas devem ser metálicas, ter linearidade superior a 3mm em 5m; serem rígidas o
suficiente para suportar as pressões laterais do concreto; serem estruturadas para suportar os
equipamentos de adensamento; a fixação das fôrmas deve garantir as características já citadas; quando
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da concretagem de placas intermediárias, isto é, entre duas já concretadas, deverão ter as laterais
impregnadas com desmoldante para que não haja aderência do concreto velho com o novo.
O posicionamento da armadura deve ser efetuado com espaçadores soldados para as telas
superiores - cerca de 0,8 a 1,0 m/m², de tal forma que permita um cobrimento da tela de 2cm. A
armadura deve ter suas emendas com superposição de pelo menos duas malhas da tela soldada.
As barras de transferência devem trabalhar com pelo menos uma extremidade não aderida,
permitindo que nos movimentos contrativos da placa, deslize no concreto, sem gerar tensões. Para isso,
é necessário que pelo menos metade da barra esteja com graxa. Os conjuntos de barras devem estar
paralelos entre si, no plano vertical e horizontal e concomitantemente ao eixo da placa. Nas juntas
serradas, as barras de transferência deverão ser posicionadas exclusivamente com o auxílio de
espaçadores que garantam o paralelismo citado. Os fixadores não devem impedir a livre movimentação
da placa. Deve-se empregar duas treliças paralelas à junta como dispositivo de fixação das barras. Nas
juntas de construção, as barras devem ser fixadas às fôrmas.
A execução do piso deverá ser feita por faixas, onde um longo pano é concretado e
posteriormente as placas são cortadas, fazendo com que haja continuidade nas juntas longitudinais e
que os mecanismos de transferência de carga nas juntas serradas também possam dar-se por
intertravamento dos agregados. Não é permitido a concretagem em placas alternadas.
O lançamento do concreto deve ser feito com bomba ou diretamente dos caminhões betoneira.
Durante o lançamento deve-se garantir a posição original da armação. O espalhamento deve ser
uniforme e em quantidade tal que, após o adensamento, sobre pouco material para ser removido,
facilitando os trabalhos com a régua vibratória. A vibração do concreto deve ser feita com vibradores de
imersão consorciados às réguas vibratórias, que deverão possuir rigidez apropriada para as larguras das
faixas, devendo ser convenientemente calibrada. O vibrador de imersão deve ser usado junto às fôrmas,
impedindo a formação de vazios junto às barras de transferência.
O acabamento superficial é formado pela regularização da superfície e pela texturização do
concreto. A regularização da superfície é fundamental para um piso com bom desempenho em termos
de planicidade. Deve ser efetuada com rodo de corte, aplicando-o no sentido transversal da
concretagem, algum tempo após esta, quando o material estiver um pouco mais rígido, corrigindo as
ondas deixadas por régua vibratória e sarrafeamento.
O desempeno mecânico do concreto (floating) é executado com a finalidade de embeber as
partículas dos agregados na pasta de cimento, remover protuberâncias e promover o adensamento
superficial do concreto. Para a sua execução, a superfície deverá estar suficientemente rígida e livre da
água
superficial
de
exsudação.
Devem
ser
empregadas
acabadoras
de
superfície,
dupla
preferencialmente, com diâmetro entre 90 e 120cm, com 4 pás de flotação cada uma de largura próxima
a 250mm ou com discos rígidos. Deve iniciar-se ortogonal à direção da régua vibratória, obedecendo
sempre a mesma direção. Cada passada deve sobrepor-se em 30% a anterior.
Nova aplicação do rodo de corte para melhoria da planicidade e nivelamento, nos sentidos
longitudinal e transversal à placa, em passagens sucessivas e alternadas ao desempeno mecânico.
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Após, o alisamento superficial ou desempeno fino (troweling) é executado para produzir
superfície densa e lisa. Normalmente são necessárias duas ou mais operações. O equipamento é o
mesmo empregado no desempeno mecânico, só que as lâminas são mais finas, com 150mm de largura.
O alisamento deve iniciar-se na mesma direção do desempeno, mas a segunda passada deve ser
transversal, alternando-se nas seguintes. Na primeira passada, a lâmina deve estar absolutamente plana
e de preferência usar lâmina já usada; nas seguintes deve-se aumentar gradativamente o ângulo de
inclinação, de modo que aumente a pressão de contato à medida que o concreto vá ganhando
resistência. Não é permitido o lançamento de água.
A cura do piso pode ser do tipo química ou úmida. A cura química deve ser aplicada à base
imediatamente ao acabamento podendo ser esta de PVA, acrílico ou qualquer outro composto capaz de
produzir um filme impermeável e que atenda a Norma ASTM C309. É necessário que o filme formado
seja estável para garantir a cura complementar do concreto por pelo menos 7 dias. Na cura úmida
deverão ser empregados tecidos de algodão ou sintéticos, mantidos permanentemente úmidos pelo
menos até que o concreto tenha alcançado 75% da sua resistência final.
As juntas do tipo serrada deverão ser cortadas logo após o concreto tenha resistência suficiente
para não se desagregar. As juntas do tipo construção (formação do reservatório do selante), só poderão
ser serradas quando for visível o deslocamento entre as placas adjacentes. As juntas deverão ser
serradas devidamente alinhadas em profundidade mínima de 3cm. A selagem das juntas deverá ser feita
quando o concreto atingir pelo menos 70% de sua retração final.
Quando não indicado em projeto, considerar declividade mínima de 0,5% no sentido do eixo
transversal e longitudinal para as extremidades da quadra devendo neste caso, todos os ajustes de
declividade ser iniciados no preparo do subleito. O caimento deve ser executado corretamente, sem
pontos de empoçamento de água. A textura superficial deverá ser desempenada lisa.
Executar tabela de basquete e esperas para os postes de vôlei e traves de futebol de salão.
Executar pintura das faixas demarcatórias conforme especificado no PE-Arq, após a completa
cura do concreto (aprox. 30 dias) e preparo da superfície. Lavar ou escovar, eliminando toda poeira,
partículas soltas, manchas gordurosas, sabão e mofo. Após limpeza e secagem total, fazer o molde
demarcando a faixa a ser pintada, com aplicação da fita crepe em 2 camadas perfeitamente alinhadas.
Aplicar, como fundo, uma demão da tinta diluída em até 30% de água, em seguida aplicar 2 demãos de
acabamento com diluição em até 10% de água, ou conforme instruções do fabricante. Aguardar o tempo
de secagem recomendado pelo fabricante para liberar o tráfego de pessoas; quando não especificado
adotar 72 horas. Verificar aderência e uniformidade da camada de pintura, falhas, bolhas ou manchas.
3.0
3.1
VEDAÇÕES
Alvenarias de tijolos aparentes
Serão utilizados tijolos cerâmicos maciços (preferencialmente requeimados) de dimensões
19x9x5cm, cor vermelho, referência Cerâmica Padroeira, São Jorge ou Tadem, para a construção das
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alvenarias de vedação da lanchonete, assentados com argamassa mista de cimento, cal hidratada e
areia, no traço 1:0,25:3, conforme PE-Arq. Os tijolos devem ser bem molhados e assentados com
regularidade, formando fiadas perfeitamente niveladas, prumadas e alinhadas. A espessura das juntas
não deve ultrapassar 1,5cm e estas não devem ser rebaixadas, sendo o acabamento final da argamassa
nivelado ao do tijolo. As faces devem ficar limpas e sem salpicaduras ou manchas de cimento e cal,
portanto a limpeza e o repassamento das juntas devem ser executados o mais prontamente possível.
Os tijolos ficarão aparentes, podendo ser aplicado primer e resina acrílica de base solvente para
proteção das superfícies expostas às intempéries. A resina deve ser reaplicada aproximadamente de
dois em dois anos para manter as condições iniciais.
As fundações e vigas baldrame deverão atender às orientações do PE-Estr e estar em
conformidade com a ABNT. As medidas indicadas no PE-Arq constam a título de pré-dimensionamento,
podendo ser alteradas, desde que não comprometam a volumetria da obra.
4.0
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
Serão em PVC rígido marrom para água fria. Os reservatórios de água serão em fibra. O sistema
será dimensionado conforme o determinado pelo PE-Hidráulico, atendendo a ABNT.
5.0
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, DE ILUMINAÇÃO E TELEFONIA
Será realizada com cabos de cobre, de isolação termoplástica, dispostos em rede de eletrodutos
de polietileno embutidos na parede. A rede será distribuída a partir de quadro QLS DIN equipado com
barramento de cobre e disjuntores DIN. O sistema será dimensionado conforme o determinado pelo PEElétrico, atendendo a ABNT. O quadro geral de energia elétrica disporá de disjuntores atendendo a
circuitos independentes e será devidamente aterrado, de acordo com a ABNT e as instruções da
concessionária de energia elétrica local. O mesmo vale para instalações de telefonia, dados e outras.
5.1
Iluminação
Estão especificados no PE-Arq os componentes de iluminação relativo à questão de
acabamento. A instalação dos mesmos e os demais materiais de caráter infra-estrutural (condutores,
fiação elétrica, entre outros) deverão ser detalhados pelo PE-Elétrico, em conformidade com as normas
técnicas vigentes estipuladas pela ABNT.
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Poste metálico h=3,00m, corpo em aço tratado e pintura eletrostática a pó na cor
preto RAL 9011. Luminária de 1 pétala. Difusor em vidro plano temperado
transparente 4mm. Refletor em alumínio anodizado. Lâmpada de vapor metálico
bilateral 150W. Referência: Alloy PCA 200/1.
Execução: Poste chumbado em concreto, base de 25x25cm, 10cm acima do solo,
Luminária 1 (*)
profundidade 50cm. Compactação do solo. Assentamento de caixa de passagem
blindada sobre lastro de brita. Fixação da luminária no poste. Instalação dos fios e
cabos elétricos com isolação antichama 750V entre a caixa de passagem e a
luminária pelo interior do poste.
Poste metálico h=3,00m, corpo em aço tratado e pintura eletrostática a pó na cor
preto RAL 9011. Luminária de 2 pétalas. Difusor em vidro plano temperado
transparente de 4mm. Refletor em alumínio anodizado ou metalizado. 2 lâmpadas de
Luminária 2 (*)
vapor metálico bilateral 150W. Referência: Alloy PCA 200/2.
Balizador h=0,75m, em alumínio, pintura eletrostática a pó na cor preto RAL 9011.
Luminária embutida. Difusor em vidro cilíndrico transparente. Lâmpada fluorescente
Luminária 3 (*)
compacta eletrônica 15W. Referência: Alloy STB 140.
Projetor circular externo de embutir no solo, em alumínio com componentes em
latão, pintura eletrostática a pó na cor preto RAL 9011. Difusor em vidro plano
temperado transparente 6mm com grade. Vedação em neoprene. Lâmpada
Luminária 4 (*)
halógena refletora PAR30 75W. Referência: Alloy UL VM 70.
Poste metálico telecônico reto h=8,00m, galvanizado a fogo. Projetor fechado de
sobrepor orientável, em liga de alumínio fundido. Refletor em chapa de alumínio.
Difusor em vidro plano temperado transparente. Lâmpada de vapor metálico 400W. :
Reator simples com capacitor e ignitor incorporados, de alto fator de potência, para
uso externo. Referência: Sunny BTM SZ-43/A.
Execução: Concretagem da tubulação após instalação da armadura de barras de
aço afastada da fôrma por espaçadores plásticos. Concretagem da base de fixação
Luminária 5 (*)
35x35cm, 17cm acima do piso, após posicionamento do eletroduto e chumbadores
de aço Ø=1/2"x30cm. Acabamento com graute e=3cm. Fixação do poste.
Assentamento caixa de passagem blindada sobre lastro de brita. Fixação luminária e
reator. Instalação fios elétricos com isolação antichama 750V pelo interior do poste.
Arandela de embutir na parede, alumínio com componentes em aço tratado, pintura
eletrostática a pó na cor preto RAL 9011. Luminária retangular balizadora. Difusor
em vidro plano temperado jateado 4mm e grade de proteção. Lâmpada
Luminária 6 (*)
incandescente 40W. Referência: Alloy WA 122.
(*)O produto acima especificado poderá ser alterado por fabricante similar que cumpra os mesmos quesitos técnicos.
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5.2
Tomadas e interruptores
Relativos às questões de acabamento, deverão ser empregados os componentes elétricos
modelo (*): Iriel linha Impéria, placas e módulos funcionais na cor branca.
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Pial, Prime, Fame, ou
por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos.
6.0
6.1
REVESTIMENTOS DE PAREDES
Alvenarias e lajes
Antes de iniciado qualquer serviço de revestimento, as superfícies a revestir deverão apresentar-
se limpas. Os revestimentos deverão apresentar parâmetros desempenados, prumados, alinhados e
nivelados.
6.2
Revestimento interno de lajes-forro
As lajes de forro serão emboçadas e rebocadas com argamassa fina de alta resistência para
aplicação de massa corrida e pintura acrílica cor cinza claro.
6.3
Revestimento em azulejos
Nos recintos da lanchonete e sanitários será utilizado revestimento impermeável realizado por
azulejos dispostos sobre emboço desempenado e assentados por argamassa colante industrializada
específica para cerâmica de coloração cinza claro, até altura de 2m, de acordo com o previsto no PEArq. Acima de 2m de altura as paredes em tijolos aparentes deverão receber somente resina acrílica
transparente.
Utilizar azulejos (*):
→ Cerâmica Portinari linha Basics modelo White Basic Lux, formato quadrado 20x20cm.
→ Faixa cerâmica decorativa Portinari linha Vision modelo Stripe Gray, formato retangular 4,5x33cm.
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Portobello, Incepa,
Itagres, Eliane ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos indicados.
6.4
Revestimento externo inferior em argamassa tipo texturizada
De acordo com o PE-Arq, porções inferiores das paredes externas (barramentos inferiores)
deverão receber chapisco e emboço aditivado com impermeabilizante hidrófugo e, em seguida,
revestimento com argamassa decorativa hidrófuga, referência argamassa Weber.pral Classic SE
Quartzolit, na tonalidade cerâmica 1600, ou por similares de fabricantes que cumpram os mesmos
quesitos técnicos.
Composição: cimento branco, cal hidratada, calcário dolomítico, aditivos, polímeros; relação
A/A=340ml/kg; densidade aparente=1,25g/cm3; densidade fresca=1,89g/cm3. (valores ensaiados em
laboratório).
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7.0
7.1
PAVIMENTAÇÕES E REVESTIMENTOS DE PISOS
PISOS INTERNOS
7.1.1 Piso lanchonete, dispensa, apoio e sanitários
O piso para tais áreas será em cerâmica esmaltada PEI-4 ou 5, nas dimensões 45x45cm ou
60x60cm, de qualidades antiderrapante, de fácil limpeza e de baixa absorção de água, aplicado sobre
contrapiso devidamente desempenado, assentados em paralelo com a linha da construção.
Deve ser recolhida uma amostra padrão, que atenda a todas as especificações do revestimento
para servir de referência de cor e textura a ser aceita no recebimento das peças.
Para o assentamento do piso, utilizar argamassa colante AC1. O contrapiso deve estar concluído
há pelo menos 14 dias e a impermeabilização precisa estar executada e testada. Ao se efetuar o
assentamento das peças, observar constantemente o caimento do piso com o auxílio de um nível de
bolha para uma execução correta do mesmo. Assentar as peças cerâmicas sequencialmente, ajustar o
posicionamento das peças com o auxílio de espaçadores plásticos, retirando do excesso da argamassa
de assentamento. As possíveis variações no formato das placas cerâmicas devem ser obtidas pelo corte
das respectivas placas nas dimensões comerciais adequadas. O corte das peças deve ser executado
antes da aplicação da argamassa colante, devendo ser feitos por meio de serra elétrica com disco
adiamantado ou máquinas de corte com risco de brocas de vídea.
Para o rejuntamento deverá ser utilizada argamassa de
rejuntamento industrializada, que deverá ser de base cimentícia
com
adição
de
polímeros
e
possuindo
propriedades
de
elasticidade, lavabilidade e impermeabilidade, cor cinza claro.
Para o rodapé, utilizar composição de perfil embutido de
resina sintética cor cinza cimento ref. Uperfil Coflex CR 16 P23 e
duas guias modelo KJ 60 P11, conforme figura ao lado.
Referência do Piso (*):
Porcelanato Rústico 60X60cm
Porcelanato Natural 45x45cm
Portinari Nobilis SGR Nat Bold
Portobello New Age Stone
Qualidade da superfície (%):
>= 95
>= 95
Absorção da água (%):
<=0.5
<=0.5
PEI - Resistência à abrasão:
4
4
Resistência a manchas:
Min. Classe 3
Min. Classe 3
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Eliane, Incepa, Itagres ou por
fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos indicados.
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Nas áreas contíguas aos revestimentos indicados onde não se faça menção a revestimentos
deve-se adotar piso cimentado liso.
Serão dispostos pisos de alerta acessíveis, conforme projeto, respeitando-se as determinações
da NBR-9050. Para as situações internas e externas os pisos táteis deverão ser do tipo cimento
hidráulico, de dimensões 30x30cm, pré-pintados na tonalidade vinho B3 com pintura à base de ferro.
7.1.2 Soleiras de granito
As soleiras em granito serão no padrão Cinza Andorinha, Branco Siena ou Branco Ceará, o
mesmo escolhido para a confecção das divisórias e bancadas, apresentando acabamento polido.
Deve ser recolhida uma amostra padrão, que atenda a todas as especificações do revestimento
para servir de referência de cor e textura a ser aceita no recebimento das peças.
Para o assentamento das soleiras em granito, utilizar argamassa colante industrializada AC1
(para interior) e AC2 (para exterior), específica para granito, de tonalidade cinza claro. Terminada a pega
da argamassa de assentamento, deverá ser verificada, por percussão ao toque, a presença de som
cavo, neste caso devem ser reassentadas as peças comprometidas. Após o assentamento, as peças
deverão ser limpas antes do endurecimento da argamassa sobre as mesmas.
7.2
PISOS EXTERNOS
7.2.1 Pavimentação de calçadas em concreto simples
Os calçamentos externos deverão ser executados em concreto simples liso, Fck=13,5Mpa.
Deverão ser realizadas operações de preparo de fundação, as correções da camada superficial
do subleito e os acertos do leito existente. Substituição de solos inadequados e remoção de blocos de
pedras e raízes, pedaços de madeira ou quaisquer outros materiais putrescíveis, bem como raspagens e
aterros que visem colocar o leito de acordo com o perfil transversal projetado. O apiloamento deve ser
cuidadoso e uniforme, feito com soquetes de no mínimo 40kg de massa, ou compactadores manuais
mecânicos, quando possível. Executar lastro resistente.
A espessura dos pavimentos de concreto simples varia de acordo com a carga que usualmente
devem receber. Nos passeios de pedestres, devem apresentar espessura mínima de 7cm. As placas
formadas pelas juntas não devem ter, quer transversalmente, quer longitudinalmente, dimensões
superiores a 2,5m. O escoamento das águas deve ser obtido por meio de inclinação do passeio, que é
em geral de 2% e normal ao meio-fio.
Os materiais usados deverão satisfazer os requisitos na norma NBR-7583/86. O cimento
empregado será o Portland comum, o Portland de alto-forno ou o Portland de alta resistência inicial. Os
agregados miúdo e graúdo deverão atender às exigências da NBR-7211. A dimensão máxima do
agregado graúdo não deve exceder ¼ da espessura da placa de concreto. Utilizar areia média lavada e
limpa. A água de amassamento do concreto deve ser isenta de teores prejudiciais de substâncias
estranhas. O concreto deve ser dosado pelos métodos convencionais, de modo a se obter uma mistura
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fresca de boa trabalhabilidade e satisfazer às condições de resistência mecânica impostas pela
especificação do projeto do pavimento.
A pavimentação das calçadas de concreto poderá ser feita por meios manuais ou mecânicos. Quando
a pavimentação for por meios manuais, as fôrmas utilizadas, além das guias e dos meios-fios, serão ripas de
madeira com espessura de 2,5cm e altura igual à da placa de concreto, 7cm. As ripas serão sustentadas com
pontas de vergalhão de 10mm de diâmetro e 30cm de comprimento, cravadas em pares a cada 1,5m e a
ambos os lados da ripa. Devem ser feitas em primeiro lugar as juntas longitudinais, usando para isto as
maiores ripas. Utilizar juntas plásticas de 3x27mm, perfil I, de tonalidade bronze, a aproximadamente cada
2,5m, nas juntas transversais.Com uma régua gabarito controla-se a espessura mínima do piso projetado de
tal forma que sejam evitadas, por deficiência da espessura, zonas de menor resistência que promovam
fendilhamentos ou rupturas. As fôrmas laterais de concretagem, que servem também de apoio e guia ao
equipamento espalhador e de acabamento, devem ser suficientemente rígidas, de modo a suportar, as
solicitações de serviço.
O concreto, uma vez lançado, é espalhado com enxada comum e régua de madeira de 2m de
comprimento ou régua vibratória. Desempenar a superfície simultaneamente ao endurecimento para obtenção
de um plano resistente e antiderrapante, com desempenadeira de cabo inclinado. A desempenadeira comum
de pedreiro é usada para um alisamento final, apenas onde necessário. Para o preparo e lançamento do
concreto, o intervalo de tempo permitido entre o amassamento e o lançamento do concreto é de 30min, sendo
proibida a redosagem. A produção de concreto deve acompanhar as operações de concretagem, num ritmo
que garanta a continuidade do serviço. O lançamento do concreto deve ser feito de modo a reduzir o
espalhamento, com isso diminui-se a segregação de seus componentes. A superfície deve ter caimento
idêntico à base, de modo a permitir o perfeito escoamento das águas superficiais.
O período total de cura é de 28 dias, a partir do término da concretagem. As faces laterais das placas,
ao serem expostas pela remoção das fôrmas, devem ser imediatamente protegidas. O período inicial de cura
deve abranger as primeiras 72 horas após o acabamento final da superfície, devendo a superfície ser coberta
com produtos para a cura química, ou outro tipo adequado de proteção, que evitem a perda brusca de
umidade. Pode ser empregado o processo de simples molhagem da superfície e conservando-a, sempre
saturada d’água. As fôrmas só podem ser retiradas quando ocorrer o endurecimento do concreto, cerca de 12
horas após a concretagem.
7.2.2 Guias de concreto
Conforme disposto no PE-Arq, as guias serão de concreto pré-moldado ou moldado “in loco”
Fck=20Mpa nas dimensões e formatos explicitados, obedecendo às alturas finais descritas.
Nos pontos onde o solo de base não se apresenta resistente é necessário proceder-se à sua
remoção e substituição. Deve-se providenciar também a remoção dos blocos de pedra, raízes, pedaços
de madeira e quaisquer outros materiais putrescíveis e proceder de imediato às raspagens e aterros que
visam colocar o leito de acordo com o perfil transversal projetado. O apiloamento deve ser cuidadoso e
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uniforme, sendo feito com soquetes de no mínimo 40kg de massa, ou com compactadores manuais
mecânicos adequados.
Os materiais usados deverão ter a aceitação da fiscalização. O fator água-cimento deverá estar
entre 0,40 e 0,56. O cimento empregado será o Portland comum e o Portland de alto forno. Os
agregados miúdo e graúdo devem atender às exigências da NBR-7211. A dimensão máxima do
agregado graúdo não deve exceder ¼ da espessura da placa de concreto. A água de amassamento do
concreto deve ser isenta de teores prejudiciais de substâncias estranhas.
Na instalação das guias e cintas pré-moldadas deve-se, com o terreno previamente limpo,
efetuar marcações para a colocação das peças, escavar o solo nos locais onde serão implantadas as
guias, rebaixos e sarjetas. Executar apiloamento do terreno/vala com soquete manual apropriado, de
modo a obter nivelamento preparatório para o lançamento do lastro de concreto traço 1:4:4 com 5cm de
espessura e, por fim, instalar a peça. Compactar o solo no entorno da peça ou rejuntar ao piso, conforme
o caso. Por fim, aplicar verniz acrílico incolor para concreto a fim de prolongar a durabilidade e
manutenção das peças. O acabamento final deve ser liso. É importante o controle topográfico tanto no
alinhamento como no nivelamento.
As peças de concreto pré-moldados especificadas seguem no PE-Arq, referência Pisos San
Carlo, Blocos Renger, FK Comércio, Líder, podendo ser substituídos por similares de igual ou superior
qualidade, de dimensões aproximadas.
No recebimento, deve-se verificar o lote de peças pré-moldadas. Deverão ser rejeitadas as
peças quebradas, trincadas, faces com saliências, reentrâncias ou fora de esquadro.
No caso das guias e cintas de concreto moldado “in loco”, estas são confeccionadas logo após o
preparo do leito, em cavas de fundação previamente compactadas e devem ter suas arestas superiores
rigorosamente alinhadas. O piso das cintas deve ficar à mesma cota do revestimento que lhe é
adjacente. Nos outros casos, adotar altura de 5 a 10cm em relação ao piso. O concreto utilizado deve ter
resistência característica à compressão de Fck=15Mpa.
As cintas e guias rebaixadas são as destinadas a proteger os bordos do pavimento, nas transições de
material e de meios, cuja face superior coincide com a superfície do revestimento.
7.2.3 Pisos táteis acessíveis
Os pisos táteis acessíveis deverão ser do tipo cimento hidráulico, da marca Portal das Pedras (*),
de dimensões 30x30cm, pré-pintados na tonalidade vinho B3, com pintura à base de ferro, constituídos
por camadas, a primeira com superfície colorida, pontilhada e antiderrapante, a segunda de grânulos
finos e a terceira de parte inerte: areia mais grossa.
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Ladrilhos Hidráulicos
Saltense, Ladrilart, Arte Itália, ou por fabricantes que cumpram com os mesmos quesitos técnicos
indicados.
Para o assentamento dos pisos táteis acessíveis, utilizar argamassa colante industrializada
específica para granito de cor cinza claro. Assentar junto às rampas acessíveis demarcadas no PE-Arq.
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Estes pisos poderão ser de dois padrões de textura:
→ Faixa para orientação, piso direcional: serve como guia de orientação para o deficiente visual por sua
textura diferenciada, usada em duas situações distintas: nas travessias e em espaços abertos. Placa
de orientação com ranhuras padrão CVI, cor vinho B3.
→ Piso de alerta: utilizado para sinalizar a proximidade de todo elemento que gere algum tipo de
obstáculo na via urbana, tais como: ilhas e abrigos para telefones, caixas de correios, pontos de
ônibus etc, assim como o perímetro em torno das rampas de rebaixamento nas calçadas, a fim de
que o deficiente visual perceba, na ausência do meio-fio, a aproximação da faixa de veículos. Placa
de alerta com relevo em semi-esferas, padrão CVI, cor vinho B3.
7.2.4 Faixa antiderrapante
Em todas as escadas propostas no PE-Arq, a 2,5cm da borda dos degraus, utilizar fita adesiva
antiderrapante ref. Adere 860 cor preta, composta por filme de PVC (0,100mm de espessura) e resina
sintética à prova d´água.
7.2.5 Pisos em blocos intertravados de concreto pré-moldado
Os blocos intertravados serão retangulares de concreto simples, pré-moldados para pavimentos
articulados e deverão atender a NBR-9761, com relação comprimento/largura de 1,8 a 2,2, com
comprimento máximo (Lmáx) de 25cm, espessura>5cm e usinado com concreto com Fck>35Mpa de
acordo com a NBR-9780. Para passeios, empregar bloco de 5cm de altura, para áreas de
estacionamento utilizar bloco de 6cm, e para áreas de tráfego de veículos automotivos utilizar bloco de
8cm de altura. A cor do bloco encontra-se especificada nos desenhos do PE-Arq, sendo empregados
blocos vermelho vinho e cinza natural.
As obras de terraplenagem e drenagem deverão estar concluídas antes do início da construção
do pavimento. Caso o subleito não apresente as condições mínimas de compactação, como grau de
compactação superior a 98% do PN, deverá ser escarificado até a profundidade mínima de 20cm e
compactado até ser obtida o GC>98% PN. Durante essa operação, sempre que for observado material
de baixa capacidade de suporte (borrachudo), deverá ser removido e substituído por material de boa
qualidade. Camadas de aterro existentes devem apresentar em toda sua espessura GC>95% PN. Na
existência de excesso de umidade, é permitida a utilização de rachão, compactado com emprego de
equipamento pesado, a fim de estabilizar o solo.
Deverá ser realizada camada de sub-base em brita graduada simples com 6cm de espessura no
caso de passeios e 10cm de espessura para áreas de estacionamento. O material deve ser lançado e
espalhado com equipamentos adequados, a fim de assegurar a sua homogeneidade. A compactação
deverá ser efetuada com rolos compactadores vibratórios lisos.
Sobre a sub-base deverá ser lançada uma camada de areia de espessura de 5cm. A areia da
base poderá ser de rio ou cava, constituída de partículas limpas, obedecendo à seguinte granulometria:
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Nº de peneira
Abertura(mm)
Porcentagem que passa
3
6,35
100
200
0,074
5 – 15
Os blocos deverão ser assentados em arranjo tipo espinha de peixe, sobre ele lançada camada
de pó de pedra (areia artificial média fina a fina de acordo com a NBR-7211), e em seguida processadas
as operações de compactação e intertravamento das peças, com emprego de rolo compactador leve
(tipo CG-11) ou placa vibratória pesada. O arremate dos blocos junto às guias deverá ser feito com
blocos cortados (meia peça) com guilhotina ou outra ferramenta que propicie o corte regular das peças.
Os blocos poderão ser fornecidos pelos seguintes fabricantes: Multibloco, Arevale, Calblock,
Glasser, Intercity, Itauara, Oterprem, Piuca, Presto, Renger, Tatu ou por fabricantes que cumpram com
os mesmos quesitos técnicos indicados.
Notas
1 ) A execução do piso deve estar de acordo com o PE-Arq, atendendo também às recomendações da
NBR-9050 - acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
2 ) Quando não indicado em projeto, deve ser considerada declividade mínima de 0,5% em direção às
canaletas ou pontos de saída de água.
3 ) Os blocos devem ser isentos de trincas, fraturas ou outros defeitos que possam prejudicar o seu
assentamento ou afetar a resistência e durabilidade do pavimento. O concreto para a produção dos
blocos é o mesmo normalmente utilizado nas obras comuns da construção civil, isto é, constituído de
cimento Portland, agregado e água. Cimento Portland comum ou de alta resistência inicial, satisfazendo
as especificações contidas na NBR-5732/80 (Cimento Portland comum) ou NBR-5733/80 (Cimento
Portland de alta resistência inicial). Os agregados deverão satisfazer as especificações contidas na NBR7211/83 (agregados para concreto). A água deve ser isenta de elementos prejudiciais às reações de
endurecimento do cimento.
7.2.6 Pisos em blocos de concreto-grama
Nas áreas indicadas em projeto, devem ser executadas os serviços de
pavimentação em peças de concreto-grama.
Peças de concreto-grama modelo CGD referência Concregrama Neorex, Facital, Ecopisos Pisograma, Multibloco, Presto ou Tatu com dimensões de
50x50x9cm, concreto de resistência 25Mpa, 58% de área verde por peça. A
grama para plantio nos vãos das peças de concreto deve ser a Grama Esmeralda.
Preparar o local antes da colocação das peças com a devida compactação e nivelamento do
solo. Após isso, adicionar uma camada de 2cm de areia grossa. Dispor as peças alinhadas
corretamente. Colocar a terra vegetal nos módulos e plantar a grama.
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7.2.7 Ciclovia, ciclofaixa e faixas de pedestres
No trecho do Parque Aberto 2, a ciclovia ladeia o calçamento urbano que corre paralelo à linha
férrea, e junto á área central da cidade, a ciclovia é deslocada para as proximidades imediatas que
ladeiam o Parque Linear. Aqui, onde o fluxo de veículos é mais intenso propõe-se que a ciclovia
compartilhe o nível do calçamento urbano, segundo o proposto no PE-Arq. As guias e cintas de
separação entre passeio e ciclovia serão confeccionadas em concreto conforme disposto no item 7.2.2.
A pavimentação da ciclovia será em piso de concreto simples conforme disposto no item 7.2.1,
recebendo pintura a base de ferro na tonalidade vinho B3. A sinalização horizontal da ciclovia será
composta por pintura de faixas e símbolos cor branca refletiva em sua maior parte, sendo que em um
pequeno trecho será em pintura cor vinho B3 sobre pavimentação em concreto aparente.
Em direção do Parque Aberto 1, após o Viaduto Castelo Branco, onde o volume de tráfego é
menor, pela configuração topográfica e pela caracterização mais acentuada das zonas de APP, o
traçado da ciclovia passa a compartilhar o leito carroçável dos veículos automotivos (ciclofaixa). Embora
a largura do leito carroçável venha a ser reduzida, o mínimo admitido não será menor que 6m. Deve-se
proceder a pintura em linha contínua da ciclofaixa na divisa com a área de tráfego com veículos
automotivos sobre o piso asfáltico. Para providenciar a devida segurança aos ciclistas, a ciclofaixa
contará com fixação de mini-tachões a cada 1m sobre a faixa contínua. Utilizar tinta cor branca refletiva
para a faixa contínua e símbolos da ciclovia. A faixa contínua de divisa com veículos automotivos passa
a ser seccionada somente nos trecho de intersecção com o viário, além de não empregar os tachões. Os
símbolos como setas e ciclista deverão ser em tinta termoplástica branca, e localizados conforme
disposto no PE-Arq.
Prevê-se também a pintura refletiva de faixas de travessia de pedestres em todas as esquinas
de cruzamentos, na cor branca.
A pintura das faixas e símbolos será feita com tinta termoplástica branca à base de resinas
acrílicas e maleicas, de alta resistência à abrasão, pigmentos resistentes ao calor e à luz ultravioleta e
microesferas de vidro responsáveis pela sua refletividade, com espessura de 3mm, aplicado à
temperatura de 200ºC por extrusão. Deve apresentar excelente retenção de cor, alta refletividade e
ótima aderência. A secagem do termoplástico é rápida, cerca de 5 min após sua aplicação.
Para a demarcação da ciclofaixa, sob a faixa contínua de pintura branca refletiva serão dispostos
a cada 1 metro mini-tachões do tipo bidirecional em resina acrílica de poliéster de alta resistência à
compressão, de dimensões 20x9x4cm, acabamento em cor branca, com elemento acrílico refletivo nas
duas laterais de cor branca, com dois pinos externos de fixação, zincados e com roscas ancoradouras.
Para a instalação, fazer a marcação do pavimento a cada 1m, pisar sobre o mini-tachão fazendo
com que o pino marque o asfalto na posição definitiva. Fazer os furos no solo com furadeira de impacto,
broca ponta de vídea, tendo a profundidade necessária para que a base da peça fique totalmente rente
ao chão.
Limpar bem a superfície sobre a qual será aplicada a cola, não deixando nenhum tipo de pó ou
óleo que possa impedir a perfeita aderência. Utilizar cola epóxi para a fixação dos mini-tachões,
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colocando-a dentro e em volta do buraco. Assentar a peça aplicando uma pequena pressão. Para a
preparação da cola epóxi, mexer a massa bem antes de adicionar o catalisador. Mexer novamente até
ficar homogênea por no máximo 40 segundos. Quando a cola estiver quase seca, recorte-a com a
espátula, retirando o excesso.
Os produtos acima especificados poderão ser alterados por similares das seguintes marcas:
Cobrasin, Sinasc, Trânsito Livre, Grupo MKR ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos
técnicos indicados.
7.2.8 Pisos em pedriscos
Nas áreas indicadas no PE-Arq deverá ser executado piso em pedriscos/brita. Primeiramente,
deve-se regularizar o solo, umedecendo-o, compactando-o e procurando deixar uma declividade mínima
de 0,3% em direção ao ponto de escoamento de água. O pedrisco/brita deve ser espalhado
uniformemente em camada de 5cm e compactado.
O pedrisco, brita ou pedregulho deve ter granulometria entre 4,8 e 9,5mm.
7.2.9 Pisos em areia fina
As áreas destinadas às atividades de playground deverão receber piso em areia fina, lavada e
peneirada, de maneira a formar uma manta de 20cm de profundidade sobre o solo limpo e regularizado
do local. A altura final do piso em areia deve ser aproximadamente 3cm mais baixa que os demais
planos de pisos de seu entorno, constituindo uma transição entre os mesmos, minimizando a evasão da
areia para fora dos limites demarcados pelas guias e contenções.
8.0
8.1
ESQUADRIAS
Janelas – esquadria metálica basculante
Todos os caixilhos empregados na edificação da lanchonete deverão necessariamente estar de
acordo com as normas regulamentadoras da ABNT, NBR-6486 (Caixilho para edificação – janela,
fachada-cortina e porta externa – verificação da estanqueidade à água), NBR-6487 (Caixilho para
edificação – janela, fachada-cortina e porta externa – verificação comportamento, quando submetido a
cargas uniformemente distribuídas), NBR-7199 (Projeto, execução e aplicações de vidros na construção
civil) e NBR-10821 (Caixilho para edificação – Janelas).
No projeto arquitetônico consta referencialmente as dimensões e os tipos de caixilhos a serem
empregados na obra de maneira a orientar o construtor para sua execução. Cabe ao construtor o
desenvolvimento e detalhamento dos caixilhos de maneira a garantir sua qualidade estética e funcional,
além da supervisão de sua execução e perfeita instalação.
O projeto possuirá um tipo de caixilho metálico, nas dimensões (larg x alt) = 4,20x0,60m, cujo
posicionamento e altura dos peitoris encontram-se estipulados em projeto arquitetônico. Os caixilhos
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serão do tipo basculante duplo, com sistema de controle de abertura/fechamento apropriados, a ser
desenvolvido pelo fabricante do mesmo.
As esquadrias basculantes deverão ser confeccionadas por contramarcos, básculas e batentes
em perfis de ferro. As alavancas deverão ser em aço carbono 1010/1020 zincado, espessura de 3mm.
Os rebites deverão ser de ferro cabeça chata. Os parafusos galvanizados de rosca soberba e buchas de
nylon. Os perfis deverão receber base anticorrosiva (zarcão) para posterior pintura esmalte cinza claro,
ref. RAL7035. Anterior à aplicação do fundo anticorrosivo, bater pontos de solda, eliminar toda e
qualquer rebarba. A superfície deverá estar seca, limpa e desengraxada.
Os vidros a serem empregados devem ser do tipo comum liso, transparente e incolor, de
espessura 4mm.
8.2
Portas metálicas
As portas no recinto da lanchonete e sanitários deverão ser em estrutura e chapas metálicas e
preparadas para receber acabamento em esmalte sintético. As dimensões seguem especificadas no PEArq. Os batentes deverão ser confeccionados em chapa 14, dobrada, de ferro, espessura de 1,9mm. Os
perfis deverão receber base anticorrosiva (zarcão) para posterior pintura esmalte sintético cinza claro.
Anterior à aplicação do fundo anticorrosivo, bater pontos de solda, eliminar toda e qualquer rebarba. A
superfície deverá estar seca, limpa e desengraxada.
As dobradiças a serem empregadas deverão ser do tipo média, em aço cromado, com pino e
bolas, de 3½” x 3” (3 unidades) . Protótipo comercial marca: La Fonte (*), modelo CR 1410, 3½” x 3”. (*)
As fechaduras a serem empregadas deverão ser de embutir, tipo externa, distância de broca
55mm, em aço. As maçanetas do tipo alavanca, maciça, bordas arredondadas, acabamento cromado.
Rosetas também com acabamento cromado acompanham as maçanetas. Protótipo comercial marca: La
Fonte (*), linha Arquiteto, tipo externa, modelo 6521 CR.
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Lockwell, Papaiz,
Arouca, ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos indicados.
Os vidros a serem empregados devem ser do tipo comum liso, transparente e incolor, de
espessura 4mm.
8.3
Portas das cabines sanitárias
As portas serão em madeira 10mm revestida em ambas as faces em laminado melamínico
estrutural ref. Neocom Alcoplac TS-10mm com acabamento texturizado ref. cor Platina, a prova d’água,
ou outra similar de mesma qualidade em desempenho ou acabamento.
Batentes em perfis espaciais de alumínio, liga 6063, têmpera T-6C ref. Neocom, com anodização
cor natural fosco. Dobradiças automáticas tipo “self closing” (03 unidades por porta) em alumínio,
reforçadas com duplo apoio no eixo de aço inox, articulado sobre buchas de nylon grafitado, com ângulo
de permanência regulável de 30°(semi-aberta) ou 0°(fechada). Fecho de uso universal (para portadores
de necessidades especiais), fechadura tipo tarjeta com abertura de emergência e puxadores anatômicos
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(interno e externo) de latão maciço, com sistema lingüeta deslizante e sinalização livre/ocupado.
Acabamentos em cromo-acetinado natural. Parafusos de fixação dos perfis e acessórios em aço
inoxidável. Tampa do perfil batente em nylon na cor preta. Batedeira e guarnição em EPDM preto.
As fechaduras e fechos deverão ser instalados a uma altura de 0,90m.
8.4
Portas das cabines acessíveis em sanitários
O item a seguir deve atender os padrões da norma NBR-9050.
Para o acesso ao sanitário especial para portadores de necessidades especiais será utilizada
porta de madeira 10mm revestida em ambas as faces em laminado melamínico estrutural ref. Neocom
Alcoplac TS-10mm com acabamento texturizado ref. cor Platina, a prova d’água.
Batentes em perfis espaciais de alumínio, liga 6063, têmpera T-6C ref. Neocom, com anodização
cor natural fosco. Dobradiças automáticas tipo “self closing” (03 unidades por porta) em alumínio,
reforçadas com duplo apoio no eixo de aço inox, articulado sobre buchas de nylon grafitado, com ângulo
de permanência regulável de 30°(semi-aberta) ou 0°(fechada). Fecho de uso universal (para portadores
de necessidades especiais), fechadura tipo tarjeta com abertura de emergência e puxadores anatômicos
(interno e externo) de latão maciço, com sistema lingüeta deslizante e sinalização livre/ocupado.
Acabamentos em cromo-acetinado natural. Parafusos de fixação dos perfis e acessórios em aço
inoxidável. Tampa do perfil batente em nylon na cor preta. Batedeira e guarnição em EPDM preto.
As fechaduras e fechos deverão ser instalados a uma altura de 0,90m.
Deverá possuir chapa em aço inoxidável polido para proteção contra choques mecânicos, nº. 22
(espessura aproximada de 0,79mm, altura de 30cm), afixada com parafusos autoatarraxantes de cabeça
tipo panela, d=4mm, comprimento de 9,5mm, a ser fixada na extremidade inferior da folha da porta, em
ambos os lados da folha.
Deverá também possuir puxador em barra horizontal em latão cromado ou aço inox polido de
diâmetro de 7/8” ou 1”, afixado com parafusos autoatarraxantes, d=4 a 6mm, com cabeça tipo panela ou
chata e comprimento máximo de 25mm. Deve estar localizado a uma distância de 10cm da face onde se
encontra a dobradiça e com comprimento igual à metade da largura da porta.
9.0
DIVISÓRIAS, BANCADAS E BALCÕES
As peças a serem confeccionadas em granito terão acabamento polido, espessura 20mm, e
poderão ser do tipo Cinza Andorinha, Branco Ceará, Branco Siena ou similar de mesma qualidade em
desempenho ou acabamento e deve ser o mesmo tipo para a execução de todas as peças especificadas
em granito. Utilizar argamassa clara ou composta por cimento branco de boa qualidade.
Para a conservação dos granitos polidos deve-se evitar o contato com materiais como óleos,
graxas, ferruginosos (pregos, palhas de aço etc.), pó ou fragmentos de madeiras úmidos, cigarros e
outros produtos decomponíveis e pigmentantes. Alguns granitos são sensíveis ao ataque químico por
soluções cítricas. A limpeza e conservação de qualquer granito deverá ser feita exclusivamente com
pano molhado em água e sabão neutro. Nunca utilizar produtos ou ceras quimicamente agressivos
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(ácidos, água sanitária, amoníaco, soda cáustica, cloro) ou abrasivos (sapólio). Proceder a aplicações
periódicas de produtos hidro-óleo-repelente próprios para granitos.
9.1
Divisórias de granito dos sanitários
As divisórias das cabines sanitárias serão realizadas em granito polido, de espessura 20mm. A
fixação das divisórias à alvenaria será feita com massa plástica e cantoneiras metálicas, parafusadas. As
divisórias devem ter suas arestas visíveis, arredondadas e faces planas polidas. A divisória será
chumbada no piso, e os batentes serão guarnecidos de amortecedores plásticos para a eliminação de
ruídos. As especificações das portas e demais componentes encontram-se nos itens 8.3 e 8.4.
9.2
Bancada de lavatórios sanitários
As bancadas de lavatórios dos sanitários (instaladas a uma altura final de 0,75m) serão em
granito polido, de espessura 20mm, acabamento padrão simples com saia de 15cm, e frontão de 10cm.
As bancadas deverão receber resina impermeabilizadora a prova d’água.
9.3
Balcão de atendimento da lanchonete
O tampo da bancada da lanchonete será em granito polido, de espessura 20mm, acabamento
padrão duplo para a área seca e pia (instalada a uma altura de 0,90m) e acabamento padrão simples
para o balcão de atendimento (altura final de 1,10m). Receberá cuba dupla em aço inox, e
torneira/misturador de mesa bica alta, com arejador ref. Deca, metais de cozinha linha “Fast”. Sob a
bancada serão dispostos armários embutidos de madeira de dimensões descritas no PE-Arq (quando
não indicado, fica a cargo do construtor o detalhamento e planejamento dos armários conforme a
necessidade de cada ambiente, seguindo as referências do projeto arquitetônico). Os armários devem
receber acabamento em laminado cor cinza claro fosco. Todas as peças deverão ser devidamente
encaixadas, presas, parafusadas e unidas de maneira a garantir uma boa execução e acabamento do
mobiliário. Os armários embutidos devem ser estruturados em madeira e possuir os fechamentos e
gaveteiros. O mobiliário deverá ser levado em consideração para o projeto e dimensionamento das
instalações elétricas e hidráulicas, e receber pontos de ambas as instalações, além de um ponto para
telefonia e um ponto de rede para computador.
10.0
LOUÇAS, METAIS E ACESSÓRIOS SANITÁRIOS
10.1 Louças sanitárias
Modelos a serem empregados:
→ Bacias: Deca com caixa acoplada botão conv. Ravena cód. CP929, cor GE17 branco gelo. (*1)
→ Mictórios: Deca mictório com sifão integrado cód. M716, cor GE17 branco gelo. (*1)
→ Cubas: Deca cuba de embutir oval cód. L59, cor GE17 branco gelo. (*2)
→ Lavatórios acessíveis: Deca - lavatório de canto Linha Izy cód. L101, cor GE17 branco gelo. (*1)
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(*1) O produto acima especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Incepa, Ideal
Standard, Celite, Icasa, ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos.
(*2) O produto acima especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Docol, Ideal
Standard, Fabrimar, ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos.
10.2 Torneiras e válvulas
Modelos a serem empregados (*):
→ Torneiras para cubas e lavatórios acessíveis: Deca - torneira Decalux com Sensor cód. 1180C.
→ Válvulas de descarga para mictórios: Deca - válvula horizontal para mictório com fechamento
automático cód. 2572C.
(*) O produto acima especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Docol, Ideal
Standard, Fabrimar, ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos.
10.3 Assento para bacias
Utilizar o modelo original do fabricante de acordo com a especificação da bacia.
10.4 Acessórios tipo dispenser para higiene íntima
→ Toalha (*): Melhoramentos - dispenser para toalha interfolhada Standard cód. 7020, branco
→ Sabonete (*): Melhoramentos - dispenser para sabonete líquido Standard cód. 7048, branco
→ Papel Higiênico (*): Melhoramentos - dispenser para papel higiênico em rolo cód. 7019, branco
(*) Os produtos acima especificados poderão ser alterados por similares das seguintes marcas: KimberlyClark, Jofel, Toalheiro Guarany, Santel & Bonelli, ou por fabricantes que cumpram os quesitos técnicos.
10.5 Cabides
→ Modelo a ser empregado (*): Deca - linha Flex código 2060C FLX.
(*) O produto acima especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas: Docol, Ideal
Standard, Fabrimar, ou por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos.
10.6 Lixeiras
As lixeiras deverão ser confeccionadas em chapa de aço inox e ter as seguintes dimensões:
→ para o setor dos lavatórios: diâmetro de 30cm / altura de 75cm
→ para as cabines sanitárias: diâmetro de 25cm / altura de 30cm
10.7 Barras de apoio para sanitário acessível
As barras de apoio horizontal dispostas na porta e no interior do Sanitário Acessível devem
possuir resistência mínima de 1,5KN, em qualquer sentido, e ser de material metálico tipo aço inox
escovado, instalado e fixado conforme orientações das normas NBR-10283 e NBR-11003.
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10.8 Bebedouro acessível
O bebedouro acessível será da marca IBBL, de pressão BDF 200, acionamento elétrico (*).
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similar, desde atendidos os mesmos quesitos técnicos
indicados.
11.0
IMPERMEABILIZAÇÕES
11.1 Lajes impermeabilizadas
As coberturas em lajes de concreto armadas deverão ser devidamente impermeabilizadas. A
impermeabilização poderá ser realizada pela adição de argamassas poliméricas ou instalação de mantas
asfálticas, ou sistema similar que garanta a devida estanqueidade da estrutura e que atenda às normas
da ABNT. Consultar também orientações descritas nos PE-Estr e PE-Hidráulico.
11.2 Vigas baldrame
Sobre as vigas baldrame deve ser feita impermeabilização com argamassa de cimento e areia
no traço 1:3 e hidrófugo emulsão asfáltica, aplicada conforme recomendações do fabricante.
11.3 Alvenaria de tijolos aparentes
Sobre os tijolos aparentes deve ser aplicado primer e resina acrílica de base solvente para
proteção das superfícies expostas às intempéries. A resina deve ser reaplicada aproximadamente de
dois em dois anos para manter as condições iniciais.
12.0
COMPLEMENTOS METÁLICOS
12.1 Grelha de ferro fundido para drenagem superficial
A boa qualidade do material deve ser essencial a fim de evitar danos e ocasionar acidentes,
bem como devem ser fixadas nas suas laterais com chumbadores apropriados a fim de evitar
depredação ou furtos. O modelo deve seguir referência do fabricante Markafer – grelhas para canaletas.
Quando instaladas em rotas acessíveis no sentido transversal ao movimento, devem ter vão máximo de
15mm entre as barras da grelha.
12.2 Corrimãos laterais
Serão empregados corrimãos nas laterais de rampas e escadarias em estrutura tubular de ferro.
As medidas indicadas no PE-Arq constam a título de pré-dimensionamento, podendo ser alteradas,
desde que não comprometam a volumetria da obra, para garantir a devida estabilidade estrutural e
segurança do componente. Como pré-dimensionamento, a estrutura metálica apresenta-se tubular de 1
¼ pol, com espessura de 3mm.
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A peça metálica inteira deve receber tratamento com proteção anticorrosão por fosfatização e
pintura eletrostática a pó com secagem em estufa ou pintura com esmalte sintético, na cor preto
RAL9011. Anterior à aplicação do fundo anticorrosivo, deve-se eliminar pontos de solda e rebarbas a fim
de garantir uma aplicação uniforme e eficiente do acabamento.
O conjunto dos elementos deve ser embutido junto ao piso, mureta ou à parede conforme a
situação indicada no PE-Arq.
12.3 Rufos metálicos
Junto à laje impermeabilizada da lanchonete, em suas platibandas, instalar rufos de proteção,
em chapa galvanizada nº. 24, dotados de pingadeiras que sejam sobressalentes aos planos verticais das
secções. Como acabamento dos rufos, aplicar base tipo “Galvite” (NBR-11702 tipo 4.1.3) e em seguida
pintura esmalte na tonalidade cinza fosco.
12.4 Gradil divisa com linha férrea
Será realizado gradil composto de perfil metálico e tela soldada de 1,80m de altura sobre mureta
em alvenaria de 30cm, disposta sobre viga baldrame, ao longo da divisa com a linha férrea. Nas
situações de travessias da linha férrea, o gradil deve seguir o desenho indicado no PE-Arq, com portão
de fechamento.
Como orientação geral, preparar os baldrames utilizando concreto de betoneira, no traço 1:3:4,
Fck mínimo de 135kg/cm2, armados com 80kg de ferro/m3 de concreto. As valas para a concretagem no
solo deverão ser previamente compactadas com soquetes manuais, munidas de fôrma e terem seu
fundo nivelado por uma camada de aproximadamente 5cm de concreto magro ou pedrisco.
Sobre o baldrame realizar mureta em blocos de concreto para fazer os acertos de nível. A
alvenaria deverá receber emboço e pintura cor branca. A cada 2,55m, estruturar fôrmas de madeira para
a confecção de pilaretes de concreto onde serão chumbados os perfis metálicos de sustentação do
gradil. O perfil metálico será em chapa 14 (e=1,95mm) de aço galvanizado, dobrada, seção quadrada
4x4cm e receberá pintura eletrostática a pó na cor verde RAL6005. Chumbados os pilaretes metálicos,
instalar tela em arames de alta resistência (50/60kgf/mm2) soldados eletronicamente, galvanizados a
fogo, de malha retangular 15x5cm, fio Ø =3mm, e prendê-la ao perfil por chapa 14 de aço galvanizada,
fixada por parafuso francês (5/16"x3/4") com porcas e arruelas, galvanizados, ver detalhes no PE-Arq.
Os portões seguem os mesmos padrões de materiais, com altura de 2,10m.
Protótipo comercial da tela soldada: Gerdau modelo Alambrado, Belgo Mineira modelo Practica,
Telamarck ou Telas Guará modelo Tela Practica.
12.5 Grade de proteção das quadras esportivas
Fundação em baldrame sobre brocas ou sapatas corridas, conforme as condições do terreno e
de acordo com especificação do PE-Estr. Impermeabilização rígida, tipo cristalização, na fundação e na
alvenaria de embasamento. Pilaretes em concreto (14x14cm) executados em fôrmas de tábuas de
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madeira maciça com espessura de 1” (2,5cm), armação com aço CA-50 (4xØ=12,5mm e estribos de
Ø=5mm a cada 12cm) e concreto usinado, Fck=25Mpa.
Executar alvenaria de blocos de concreto, de 2 furos, 14x19x39cm, enchimento e armação dos
blocos canaletas com concreto graute e armação com aço CA-50 (2xØ=6,3mm corridos). Realizar
buzinotes para escoamento de águas pluviais em tubo de PVC rígido (Ø=2"), instalados nas muretas dos
fundos da quadra (4 unid. p/ mureta) e desaguando em canaletas externas à quadra. As alvenarias
devem receber chapisco, emboço e pintura cor branca.
Montantes verticais e travamentos horizontais em tubo quadrado de aço galvanizado a fogo
(4x4cm, e=2mm), soldados, com grapas para chumbamento nos pilaretes de concreto. Pintura
eletrostática a pó na cor preta RAL9011.
Tela de arame galvanizado fio 10, em malha quadrangular com espaçamento de 10cm e
acabamento das pontas tipo "standard" (dobradas), revestido em PVC 2,5” cor preto. Arame galvanizado
fio 14 para amarração da tela nos montantes verticais e travamentos horizontais.
Protótipo comercial: referência Belgo Cor, Gerdau ou telas Guará.
13.0
EQUIPAMENTOS URBANOS
13.1 Floreiras e lixeiras
As lixeiras e floreiras propostas serão implantadas nos locais especificados conforme PE-Arq.
Constituídas em concreto armado, pré-moldado, Fck=15Mpa, armação de aço CA-50 f 5mm em
malha de aço 10x10cm, fôrma em chapa de madeira plastificada. Terão revestimento interno com argamassa
impermeabilizante, traço de 1:3, cimento, areia e hidrófugo tipo Sika 1.
A lixeira contém ainda aro para apoio de saco de lixo e tampo em chapa de aço dobrada.
Os corpos da lixeira e floreira seguirão formatos e dimensões descritos nos detalhamento do PE-Arq,
devendo ser concebidos pautados nas recomendações abaixo e nas normas gerais aplicáveis.
Os construtores deverão atentar para a qualidade do acabamento final a ser atingido, que não poderá
apresentar falhas, fissuras, imperfeições e deve ter sua superfície lisa. Para tal, na confecção do concreto
deverá ser considerado o traço a ser empregado, a eventual necessidade de retardadores de pega, o
adensamento, processos rigorosos de fôrma e desforma pelo emprego de chapas compensadas plastificadas,
devidamente emulsionadas com desmoldantes industriais e furos dos dispositivos de fixação das fôrmas, a
atenção ao tempo necessário de cura, a não exposição de armaduras, e a aplicação final de pintura à base de
resina epóxi incolor.
Os corpos ainda deverão ter seus cantos chanfrados, base recuada, drenos na parte inferior, e no
caso da lixeira, reentrância para encaixe da haste do tampo.
O cimento deverá atender a NBR-5732, da ABNT. O fator água-cimento deverá estar entre 0,40 e
0,56. O cimento empregado será o cimento branco estrutural Lafarge ou similar. Os agregados miúdo e graúdo
devem atender às exigências da NBR-7211. A dimensão máxima do agregado graúdo não deve exceder ¼ da
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espessura da placa de concreto. A água utilizada deve ser isenta de teores prejudiciais de substâncias
estranhas.
O transporte das peças deve ser cuidadoso devendo se atentar para possíveis danos provocados
durante seu translado. O fornecedor deve se responsabilizar pelo transporte seguro das peças e sua
integridade.
O suporte para apoio do saco de lixo será confeccionado em tubo metálico circular de diâmetro 10mm,
soldado, cantos arredondados e pintura eletrostática a pó na cor preta RAL9011. Deve-se prever que o suporte
será preso em uma lateral e apoiado em outra para que se possa fazer a manutenção e limpeza no interior da
lixeira. A fixação no piso deverá ser realizada por esperas metálicas de base chumbadas em contrapiso e
parafusação da estrutura. As duas hastes laterais de sustentação do tampo serão em tubo metálico de seção
retangular 3x4cm, com 3mm de espessura e pintura eletrostática a pó na cor cinza RAL7011. Serão fixadas ao
corpo de concreto por meio de parafusos galvanizados. O tampo será confeccionado em chapa metálica
dobrada com 3mm de espessura e pintura eletrostática a pó na cor cinza RAL7011. O tampo será apoiado nas
hastes laterais e ser fixado por dobradiça em uma destas para que se possa fazer a retirada do saco de lixo e
manutenção do interior da lixeira.
13.2 Banco tipo 01 e tipo 02
Os bancos serão produzidos em concreto pré-moldado e ripado de madeira, devem seguir as
dimensões gerais estabelecidas no PE-Arq, devendo ser concebidos pautados nas recomendações que
se seguem e nas normas gerais aplicáveis.
Para a execução das bases em concreto aparente, os construtores deverão atentar para a
qualidade do acabamento final a ser atingido, que não poderá apresentar falhas, fissuras, imperfeições,
etc. A superfície resultante deverá ser lisa. Para tal, na confecção do concreto deverá ser considerado o
traço a ser empregado, a eventual necessidade de retardadores de pega, o adensamento, processos
rigorosos de fôrma e desforma pelo emprego de chapas compensadas plastificadas, devidamente
emulsionadas com desmoldantes industriais, furos dos dispositivos de fixação das fôrmas, a atenção ao
tempo necessário de cura, a não exposição de armaduras, e a aplicação final de pintura à base de resina
epóxi incolor.
O transporte das peças deve ser cuidadoso devendo se atentar para possíveis danos
provocados durante seu translado. O fornecedor deve se responsabilizar pelo transporte seguro das
peças e sua integridade.
Os assentos devem ser confeccionados em ripado de madeira de lei ou madeira de manejo que
possua tratamento autoclave contra fungos, cupins, pragas etc. As ripas devem ser adequadamente
aparelhadas, a fim de garantir uma superfície lisa isenta de rebarbas ou ondulações. Devem ter suas
pontas e cantos chanfrados. Para a instalação junto à base em concreto, utilizar estrutura em barra chata
de ferro fundido acabamento pintura eletrostática na cor preta RAL9011 e parafusos metálicos de rosca
e porcas galvanizados. Os parafusos devem ficar com as cabeças recuadas em relação à superfície de
acabamento das ripas e como acabamento, utilizar gaxetas circulares em madeira.
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13.3 Banco reto modular de concreto
Constituídos em concreto armado aparente, pré-moldado, Fck=15Mpa, armação de aço CA-50 f
5mm em malha de aço 10x10cm, fôrma em chapa de madeira plastificada. Para o acabamento deve ser
realizada pintura em resina acrílica transparente.
O concreto deve ser apresentado sem falhas ou rebarbas. O nível dos bancos deverá ser o
mesmo quando dois ou mais estiverem posicionados em continuidade.
Modelo a ser empregado: banco de concreto aparente Neo-rex BMIR (*).
(*) O produto especificado poderá ser alterado por similares das seguintes marcas Reago, Blokret, ou
por fabricantes que cumpram os mesmos quesitos técnicos.
13.4 Bicicletários
Serão constituídos por base em tubo de aço galvanizado seção quadrada 4x4cm, chumbados no
chão, pintura eletrostática a pó na cor preto RAL9011; e 08 arcos dobrados, de 1cm diâmetro, soldados
na base, com mesmo tipo de acabamento que esta. As estruturas metálicas devem ser devidamente
lixadas a fim de se remover rebarbas ou imperfeições dos perfis ou soldas, e serem limpas a fim de
garantir uma boa aplicação da pintura de acabamento.
13.5 Telefone público
Está prevista a instalação de 2 telefones públicos no corredor ao lado dos sanitários e
lanchonete conforme disposto no PE-Arq, do tipo sem concha, com fixação direto na parede.
Outros telefones públicos, a ser instalados ou existentes, serão do tipo poste com uma ou duas
conchas e deverão receber a devida sinalização horizontal de acessibilidade, através de colocação de
pisos de alerta em ladrilho hidráulico conforme especificado no PE-Arq.
13.6 Brinquedos para playground
Para as áreas de playground dos Parques 1 e 2 serão empregados brinquedos de eucalipto
tratado por processo de autoclave e carrossel de estrutura metálica conforme a disposição e medidas
indicadas na Prancha 26/32 do PE-Arq.
Deve-se ainda atentar para que os brinquedos estejam seguramente fixados no solo de modo a
garantir a integridade de seus usuários. Para isso também se deve assegurar que bases em concreto
não fiquem salientes e que os lastros de areia sejam generosos.
Os brinquedos em eucalipto não devem conter farpas, sendo suas superfícies bem lixadas e
lisas. As estruturas e peças metálicas não devem possuir rebarbas, devendo ser lisas e polidas, as
junções devem ser bem soldadas e lixadas e devem ainda receber tratamento antiferrugem por
fosfatização e pintura eletrostática a pó com secagem em estufa ou pintura com esmalte sintético cor
preto RAL 9011.
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Gira-gira
O equipamento deverá ser construído utilizando-se tubos metálicos de ferro fundido cujo
diâmetro é variável e encontra-se indicado no PE-Arq. A espessura dos tubos fica a critério de
dimensionamento por parte do construtor. Os tubos devem ser conectados por meio de parafusos ou
solda ao lastro de concreto da fundação através de consolo metálico concretados/chumbados junto à
base. Toda a estrutura metálica deve receber tratamento com proteção anticorrosão por fosfatização e
pintura eletrostática à pó com secagem em estufa na cor cinza metálico ou prata. Anterior à aplicação do
fundo anticorrosivo, deve-se eliminar pontos de solda e rebarbas a fim de garantir uma aplicação
uniforme e eficiente do acabamento e da segurança na posterior utilização do equipamento lúdico.
Os assentos do equipamento deverão ser em chapa maciça de madeira de alta densidade,
receber tratamento anti-cupins e brocas e antiumidade. Para fixação junto à estrutura metálica dever-seá utilizar sistema de cantoneiras metálicas e parafusos. Deve-se atentar para a utilização de gaxetas de
madeira para vedação e acabamento sobre a furação dos parafusos, como medida de segurança para a
utilização do equipamento. O assento deve possuir furação conforme explicitado em projeto arquitetônico
e abaulamento junto ao centro para garantir que não acumule água junto à sua superfície.
Brinquedos em eucalipto
Os demais brinquedos correlacionados em projeto serão adquiridos via fornecedor, dispensando
sua fabricação em canteiro. Os brinquedos deverão ser em madeira de eucalipto. Quanto à procedência
da madeira deve-se optar por fornecedor que trabalhe com manejo de mata, devidamente regularizado
junto aos órgãos e entidades de fiscalização competentes. A madeira deve possuir tratamento contra
fungos, cupins, apodrecimento etc., de preferência a base de autoclave. Não deverão receber pintura,
permanecendo no tom e textura características da madeira.
Segue-se a especificação dos brinquedos de eucalipto. Estes podem ser fornecidos pelas
empresas Concreplay, Labor, Mundo Mágico, Siceplay e Alphaplay, podendo ser substituídos por
similares de mesma ou superior qualidade.
1. Gangorra Dupla: Construído em tronco de eucalipto do tipo citriodora com
tratamento em autoclave. Composto por 02 gangorras com apoio de segurança e
pneus para reduzir o atrito com o chão. Os assentos não deverão possuir bordas,
saliências ou rebarbas, garantindo segurança do uso de tal equipamento.
2. Escorregador Grande: Construído em tronco de eucalipto do tipo citriodora
com tratamento em autoclave. Composto por 01 escada com apoios e 01
prancha de escorregar com face lisa, não contendo farpas, devidamente
emparelhadas, isentas de bordas, saliências, rebarbas ou irregularidades,
garantindo segurança do uso de tal equipamento.
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3. Balanço Triplo: Construído em tronco de eucalipto do tipo citriodora com
tratamento em autoclave. Composto por 03 balanços sustentados por 03
travessões na horizontal e 06 pilares. Os assentos deverão ser em madeira ou
material emborrachado, não possuírem bordas, saliências ou rebarbas,
garantindo segurança do uso de tal equipamento. Sistemas de correntes em elo
de 5mm galvanizadas ou tirantes deverão receber capa plástica grossa de
proteção, para evitar abrasão com o contato.
4. Ranger: Construído em tronco de eucalipto do tipo citriodora com tratamento
em autoclave. Composto por 01 balanço de corrente com 01 pneu ou banco, 01
escada inclinada de cordas e 02 escadas inclinadas de madeira (sendo 01
pequena e 01 grande e larga). As cordas devem ser em algodão trançado,
possuir espessura igual ou superior a de 1,5cm de diâmetro, e serem presas às
partes sólidas da estrutura do brinquedo através de nós firmes e resistentes.
5. Escada Horizontal Flutuante: Construído em tronco de eucalipto do tipo
citriodora com tratamento em autoclave. Composto por 01 escada horizontal
contendo 07 degraus em tubo galvanizados de 1.1/4’’, sustentado por 04 troncos
na vertical com apoio de segurança. Os troncos devem ser bem lixados, sem
saliências ou rebarbas, garantindo segurança de uso de tal equipamento.
6. Barreira: Construído em tronco de eucalipto do tipo citriodora com tratamento
em autoclave. Composto por 02 troncos chumbados e 7 troncos fixados na
horizontal, formando uma barreira. Os troncos devem ser bem lixados, sem
saliências ou rebarbas, garantindo segurança de uso de tal equipamento.
Parafusos devem receber capa de proteção plástica a fim de não ficarem
expostos.
7. Balanço Duplo ou Gangorra Aérea: Construído em tronco de eucalipto do
tipo citriodora com tratamento em autoclave. Composto por 01 gangorra aérea
composta em suas extremidades 02 balanços de corrente com pneu. Sistemas
de correntes em elo de 5mm galvanizadas ou tirantes deverão receber capa
plástica grossa de proteção, para evitar abrasão com o contato.
8. Caminho de Troncos: pequenos troncos de eucalipto do tipo citriodora com
tratamento em autoclave de alturas e diâmetros diferentes serão fixados ao solo
de modo a compor um caminho lúdico. Os troncos devem ser íntegros, bem
lixados, sem saliências ou rebarbas, garantindo segurança de uso de tal
equipamento.
14.0
LIMPEZA DA OBRA
A obra concluída deverá ser entregue completamente limpa, isenta de qualquer espécie de
entulho, apta à ocupação e uso imediatos.
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15.0
CRÉDITO AUTORIA PROJETO
São Carlos, 17 de junho de 2009.
____________________________
Arquiteto Autor do Projeto
:
Leandro Rodolfo Schenk
Crea-SP
:
0682547779
Inscrição Municipal
:
51.646
____________________________
Proprietário
:
Prefeitura Municipal de Catanduva
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