DESIGN:
Sua importância em todos os aspectos
Magno Brazil dos Santos1, Saulo Vinicius Claudino 2
RESUMO
Este artigo analisa o Design como sendo uma grande ferramenta para que as empresas possam
se destacar no mercado nacional e internacional gerando produtos com qualidade, conforto,
segurança, ergonomia e outras qualidades que possam diferenciá-los da grande similaridade
de artefatos lançados a cada dia.
PALAVRAS-CHAVE: Design. Empresa
ABSTRACT
This article, analyzes the design, as being a great tool for companies to stand out in national
and international market leading products with quality, comfort, safety, ergonomics and other
qualities that might distinguish them from the big similarity of artifacts launched every day.
KEY-WORDS: Design. Company
INTRODUÇÃO
Produtos desenvolvidos com qualidade, funcionalidade, conforto, segurança e beleza
requerem investimento e uma das principais ferramentas para o sucesso destes chama-se design. Este artigo apresenta o design como sendo um diferencial para que as empresas possam
conquistar novos mercados e para que seus produtos tenham um diferencial já que cada vez
mais, uma grande quantidade de produtos similares está sendo lançados a cada dia. Ter um
bom profissional designer na empresa é garantia de sucesso e de produtos com identidade e
estilo. Há vários cursos superiores e especializações em nosso país, tanto de design como de
desenhista industrial.
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Magno Brazil dos Santos ([email protected]) é estudante do 7º período do curso Sistemas de Informação da FESJ – Santos Dumont -MG
2
Saulo Vinicius Claudino (saulinho_hotmail.com) é estudante do 7º período do curso Sistemas de Informação da
FESJ – Santos Dumont -MG
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1 DESIGN
Quando nossos ancestrais criavam suas ferramentas de pedra lascada, eles praticavam
o design mesmo sem ter conhecimento sobre tal assunto. O design tem como função à melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais dos produtos, de modo a atender às necessidades do consumidor, melhorando o conforto, a segurança e a satisfação dos usuários. Com
o design, firmou-se a idéia de que “a forma segue a função”, ou seja, aquilo que é bem projetado do ponto de vista funcional acaba tendo uma forma agradável, atraindo o cliente.
O termo design deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais
tarde adaptado para o inglês design. No Brasil, o primeiro curso superior de design foi criado
na década de 50 onde adotou a expressão “Desenho Industrial”. Nesta década era proibido o
uso de palavras estrangeiras para instituir os cursos em universidades do país. Hoje em dia,
tanto a legislação do MEC para cursos superiores, quanto várias associações profissionais
usam o termo design, por entenderem que este sintetize melhor a essência da prática
profissional, além de ser uma palavra menor e que já faz parte do conhecimento popular. Atualmente em nosso país encontram-se, tanto cursos de graduação em desenho industrial, como
cursos de graduação em design, sendo que o profissional formado em design recebe o nome
de designer e o profissional formado em desenho industrial recebe o nome de desenhista industrial. Em resumo, o termo design possui o mesmo significado do termo desenho industrial,
ou seja, projeto, reflexão, significa atuar em todas as fases de desenvolvimento do produto
com intuito de reduzir, além dos custos de fabricação, o impacto ambiental potencializando as
características funcionais e estéticas dos mesmos.
1.1 O papel do design nas empresas
Todos nós já compramos um determinado produto pela sua forma de embalagem, pelo
colorido dos folhetos, pelo logotipo bem desenhado sem ao menos ter experimento tal produto. As pessoas associam design como algo bem feito, de bom gosto. O que nos chama atenção
nestes produtos, na maioria das vezes, é o seu design gráfico atraído pelo nosso sentido visão
e pelo design do produto, atraído pelo sentido do tato, ou seja, as formas com embalagens,
móveis, caixas, rótulos foram projetados. O consumidor, cada vez mais exigente, quer produ-
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tos que tenham funcionalidade, estilo e segurança o que acaba fidelizando-o, além de elevar o
produto à conquista de novos mercados.
O design se manifesta, principalmente, através de duas qualidades: funcionalidade e
estilo (VIEIRA, 2004). As pessoas sempre associam design ao bom gosto, a algo bem feito.
Como foi dito anteriormente, os recursos que temos para descobrir o design são os nossos
sentidos, principalmente os da visão e do tato, empregados no uso do produto ou serviço.
O design também atua como vendedor de produto através da estética e da funcionalidade. O primeiro contato com o produto é visual, daí a importância da estética. Quando o consumidor pode escolher entre um produto com um visual agradável e outro sem esse atrativo,
ele escolherá o primeiro.
O mercado a cada dia está gerando um número excessivo de produtos similares, com a
mesma tecnologia, mesmo preço, mesmo desempenho e características. Essa explosão de produtos semelhantes acaba confundindo o consumidor que tem dificuldade em perceber essas
diferenças, e em atribuir a elas o seu devido valor. Por isso as empresas estão usando a ferramenta design para que seus produtos possam se diferenciar da concorrência. Elas deixaram de
competir apenas por preço e qualidade. Atualmente o posicionamento estratégico de uma empresa perpassa pelo termo design, seja pela sua comunicação visual seja pelo seu produto.
O design se destaca como um dos principais fatores para o sucesso de uma empresa,
desde o desenvolvimento de produtos e serviços até sua comercialização, por meio da otimização de custos, embalagens, material promocional, padrões estéticos, identidade visual, adequação de materiais, fabricação e ergonomia. Além disso, também é um fator essencial de
estratégia de planejamento, produção e marketing.
O design de embalagem e as estratégias de branding3 passaram a ser alguns dos grandes diferenciais de um produto ao criarem o impacto visual necessário para a sua identificação
local de venda. O design de embalagem além de atrair o consumidor, também estabelece um
contato emocional com o mesmo.
O design tem também uma enorme importância na gestão. Sua Valorização é garantia
de competitividade do produto e desenvolvimento da empresa.
A fabricação de objetos de design requer investimentos e ainda são poucas as empresas que pensam em uma Gestão do Design. Assim, o grande desafio do profissional é conscientizar o empresário de que um produto sem design é um produto de risco.
3
O gerar e gerir uma marca se chama Branding, assim, no gerúndio, porque é um processo permanente de colocar o dedo no pulso do consumidor e descobrir a maneira mais eficiente de fazê-lo acelerar por uma marca. E
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O design agrega valor ao produto em termos de estética, ergonomia, conforto, funcionalidade e segurança, além de ser um elemento muito importante na racionalização da produção. O designer, no contexto do mercado globalizado, deve estar apto a atuar com visão estratégica, contribuindo para aumentar a competitividade do produto nacional.
A indústria brasileira busca a conquista do mercado nacional e internacional. Para que
ela possa se colocar em condições de disputar o mercado de consumo com indústrias estrangeiras, faz-se imprescindível que focalize sua atenção na racionalização da produção e conseqüente redução do custo de seus produtos. Cabe ao designer mostrar a importância e as possibilidades de se fazer do design uma ferramenta de gestão empresarial e como inovação, atuando em todas as etapas do processo e não só no final.
Estudos realizados pela CNI - Confederação Nacional das Indústrias indicam que 75%
das empresas que investiram recentemente em design registraram aumentos em suas vendas,
sendo que 41% destas empresas também conseguiram reduzir os seus custos. (VIEIRA,
2004).
O Sebrae selecionou o design como uma das áreas prioritárias para sua atuação no universo das micro e pequenas empresas, elaborando um programa que visa elevar a competitividade das micro e pequenas empresas no mercado nacional, contribuindo também para promover sua participação nas exportações por meio da utilização do design como elemento de
agregação de valor em produtos e serviços.
Para ser usado de modo estratégico, o design deve estar integrado e participar das definições
estratégicas,
a partir de nível decisório mais alto e integrado com todas as áreas relevantes. O design estratégico se materializa quando o importante é desenvolver o
produto certo - eficácia do processo de design e não somente desenvolver
corretamente o produto - eficiência no processo de design. No design estratégico, a forma segue primeiramente a função de comunicar. É importante
que os consumidores entendam que aquele produto fornecerá os benefícios
desejados, sejam eles oferecidos por funções práticas, estéticas ou por funções simbólicas. Sendo assim, para um design estratégico, a forma segue a
mensagem. (VIEIRA apud MAGALHÃES, 2004).
Usando o design, as pessoas passam a ver a empresa como inovadora, coerente com as
tendências mundiais. Quando a identidade visual dos produtos e da empresa é a mesma, o
consumidor olha o produto e o associa, imediatamente, à imagem da empresa. E o consumi4
continuamente encantar, atrair, instigar a imaginação e envolver [...]. Pupilas dilatadas, sentidos aguçados,
interesse renovado todos os dias - o que uma marca mais deseja, hoje, é seduzir. (COUTO, 2006).
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dor, satisfeito com o uso do produto, o recomenda a outros consumidores, criando assim, um
ciclo virtuoso.
Mas ainda assim, é preciso que o empresário brasileiro, em sua grande maioria, visualize que está diante de tempos novos. Tempos de abertura, onde o consumidor se mostra mais
exigente, reivindicando bens e serviços que atendam a seus anseios. O design se encaixa muito bem nessa questão, atuando como fator de competitividade. Estamos no século XXI e o
design é a chave para o sucesso. Os empresários que não estiverem conscientes de que esta
ferramenta pode levar sua empresa ao sucesso, ficarão presos no passado e não conseguirão
competir com seus concorrentes.
2 SER UM DESIGNER
A profissão Designer surgiu no final do século XIX com a revolução industrial. e se
fortaleceu na Alemanha com escola de design, artes plásticas e arquitetura chamada Bauhaus.
Hoje no Brasil, existem várias especializações do design. Cada profissional escolhe uma área
ou mídia pela sua afinidade. Dentre as especializações do design mais comuns na atualidade
se encontram o Webdesign, Design de Comunicação , Design Visual ,Design Gráfico, Design
tipográfico, Design de jogos, Design de embalagem, Design de Ambientes, Design de jóias,
Design de Moda e etc.
Na maioria das faculdades, o curso de Desenho Industrial tem por objetivo formar profissionais na área de Design, habilitando-os a atuar com competência, senso crítico e reflexão
apurada nas habilitações de Comunicação Visual e Projeto de Produto. Comunicação Visual é
uma atividade profissional especializada em sistemas de informação expressos em mídias e
suportes variados. Nela, o aluno estuda produção e análise gráfica, uso das cores, impacto das
imagens e criação de desenhos e logotipos. Enfim, toda uma gama de produtos visuais, como
animações, cartazes, marcas, editoração e capas de livro, cd's, multimídia e etc. Algumas escolas dispõem de especialização em embalagens e web.
O designer também pode trabalhar com programação visual, criando cartazes, marcas,
capas de livros e discos, além de embalagens. O programador visual é também chamado de
designer gráfico e, neste caso, sua atuação é basicamente nos meios de comunicação visual.
Este profissional elabora a forma e desenha o produto, desenvolve embalagens, vinhetas para
televisão, cria a identidade visual de uma empresa ou instituição, desenvolvendo suas cores
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características, seu logotipo, ou ainda pode ser responsável por sinalizações de trânsito e de
outros tipos.
O Design de Produto é uma atividade profissional especializada que promove a transformação dos mais diversos materiais em objeto, serviços e informações. O aluno lida com
análise de materiais industriais e faz projetos e protótipos. Sua produção visa o mercado industrial, voltado para linhas de produção e geração de peças tridimensionais, desenho de objetos, equipamentos, móveis e artigos de produção em grande escala, na qual o profissional deve unir o senso estético à funcionalidade (onde, quando, de que forma e para quê o produto
será usado). Ele também cuida de tecnologia, pesquisas e desenvolvimento de materiais adequados para o produto. Para tal, tem que estar atento não só ao progresso das ciências que o
ajudarão nesta elaboração, mas também às necessidades sociais, econômicas e culturais da
época e da sociedade para a qual trabalha.
3 A IMPORTÂNCIA DO DESIGNER NA INDÚSTRIA
Desenvolver um produto sem a participação de um designer pode, muitas vezes, envolver menos custos, mas é um enorme risco de se obter prejuízo. As empresas dão conta disto quando seus produtos após lançamento não “enchem” os olhos dos consumidores e o volume de venda não atinge a meta que a empresa gostaria trazendo prejuízos enormes para a
mesma.
Cuidar do design, segundo alguns teóricos, significa simplificar, eliminando o supérfluo, até chegar ao essencial. Ao definir a forma do produto, o designer não busca apenas o
valor estético. Ele também se preocupa com a funcionalidade da peça.
O Designer, após ter feito um projeto, ele deve participar de outras tomadas de decisão, como a escolha dos materiais que viabilizem a produção e a venda. O design tem também
uma enorme importância na gestão. Valorizar o design é garantir competitividade ao produto
e desenvolvimento à empresa, desde cada profissional conheça sua importância e seu papel
dentro da empresa, que saibam adequar recursos da empresa, necessidades do mercado e a
quem e aonde seus produtos deseja alcançar.
As empresas estão investindo cada vez mais em profissionais desta área, mas ainda há
bastantes empresas que não pensam nem conhece uma Gestão do Design. Os empresários
precisam saber que produtos fabricados sem design são apenas mais “um” dos muitos produ-
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tos sem diferencial no mercado. O design agrega valor ao produto em termos de estética, ergonomia, conforto, segurança e funcionalidade, além de ser um elemento muito importante na
racionalização da produção o que aumenta sua competitividade no mercado nacional e internacional.
Para que as empresas possam se colocar em condições de disputar o mercado de consumo com indústrias internacionais, faz-se imprescindível que focalizem suas atenções na
racionalização da produção e conseqüente redução do custo de seus produtos. Além de produzirem produtos com atrativo diferenciado para seus consumidores, a redução de desperdício
em função de gastos com matéria prima adequada é um fator de fundamental importância
tanto financeira quanto ambiental.
Cabe ao designer mostrar a importância e as possibilidades de se fazer do design uma
ferramenta de gestão empresarial e como inovação, atuando em todas as etapas do processo e
não só no final.
É importante que o empresário tenha consciência de que a decisão de um designer para o desenvolvimento de seus produtos é de fundamental importância. O custo de se contratar
o trabalho de um bom profissional de design é facilmente absorvido diante dos bons resultados que a empresa experimenta ao longo da vida útil do produto.
4 COMO SE DESENVOLVE O DESIGN?
O profissional designer cria vários projetos até que se chegue à sua produção. Ele desenha várias alternativas, seleciona-as até que sua idéia seja finalmente concluída entrando
assim na fase de fabricação. Aspectos funcionais, visuais e ergonômicos são aspectos trabalhados para que o produto tenha qualidade, conforto, segurança para o consumidor e que conquiste cada vez mais novos mercados. Por isso, as empresas estão usando o design como principal ferramenta para desenvolverem produtos com diferencial tornando-se uma empresa inovadora, criando uma identidade de seu produto e sua empresa.
A construção de uma imagem positiva no mercado, passando para o consumidor a idéia de solidez, organização e confiabilidade, é importante para as empresas. Isto porque é
essa imagem que poderá determinar suas vendas, pois estará intimamente associada aos seus
produtos e serviços.
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5 O DESIGN PODE MUDAR O MUNDO?
Existem bastantes discussões sobre o papel do design na melhoria da qualidade de
vida e do bem estar humano.Vários estudiosos defendem o design como sendo uma
ferramenta de fundamental importância para que estas mudanças possam acontecer. O design
é capaz de melhorar objetos, utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, livros,
interfaces digitais de softwares e, indo mais longe, pode até tomar a forma de uma campanha,
ou qualquer outro mecanismo que promova a conscientização dos cidadãos sobre o impacto
das suas escolhas quotidianas tais como o carro, as compras, as marcas, o lazer, a alimentação
e etc. O Design não é só a forma, mas sim a aplicabilidade dessa forma.
Os designers e profissionais de outras áreas criativas estão cada vez mais envolvidos
em questões de âmbito social. Na verdade, este compromisso social abrange todo um leque de
produção criativa, desde o design à publicidade, das práticas artísticas ao cinema e etc. A este
movimento deu-se o nome de design social.
Hoje em dia é muito mais simples para uma criança se sentir atraída e incentivada a escovar os dentes, pois as escovas são convidativas à prática. Mais anatômicas, com a cabeça menor, mais colorida, tudo para fazer com que a criança sinta vontade de usar aquele produto. Se utilizado da maneira correta, isso
ajuda a mudar o mundo. Se mais crianças forem levadas a escovar os dentes,
menos crianças com cáries existirão e menos doenças e assim por diante
(BOZZETTI, 2006).
A embalagem do xampu pode mudar o mundo, conforme Bozzetti.
Com certeza o design pode mudar o mundo e mesmo o design de uma embalagem de xampu pode ajudar nesse processo, pois o que muda o mundo é a atitude das pessoas e essa pode ser transformada a partir do design. Imagine uma
embalagem de xampu que não fosse de plástico, mas sim de material biodegradável, que não agredisse à natureza, ela já estaria contribuindo para mudar
o mundo. E isso é design. (BOZZETTI, 2006).
O uso de materiais reciclados e biodegradáveis na elaboração de novos produtos e embalagens terá uma significativa importância a partir de agora para o design.
Com os recursos naturais se esgotando e a população consumidora
tomando cada vez mais consciência do mal causado pela poluição e pelo
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desmatamento, será necessário que nós designers procuremos novas maneiras de fazer o que já foi feito, para que possamos agredir o mínimo possível
o ambiente natural. Veja que falo aqui sobre modificar o que já fizemos ao
meio-ambiente, uma vez que muito do estrago que existe hoje em dia é fruto
de trabalhos anteriores, que não levaram em consideração os danos à natureza. (BOZZETTI, 2006).
O Design é uma disciplina que agrega valores que poderiam melhorar potencialmente o estilo
de vida do homem, simplificando os processos de produção e, ao mesmo tempo, tornando-os mais
agradáveis.
Se, por exemplo, atualmente o problema mais discutido é a ecologia, então
talvez devemos pensar em como desenvolver projetos para proteger o nosso
planeta e encontrar não uma, mas várias soluções. De fato, freqüentemente
aquelas que poderiam parecer as soluções mais apropriadas não o são a longo prazo. Pensemos no reaproveitamento dos materiais (ZAVATTARO,
2006).
Se estivermos falando no planejamento das cidades, prédios, apartamentos, móveis, objetos,
roupas e outros - tudo isso afeta o quanto somos felizes, como percebemos nossas vidas e reagimos ao
mundo além de nós mesmos.
Isso não significa que possuir objetos nos torne pessoas mais felizes, naturalmente nós precisamos mais que isso. No entanto vivemos num mundo de
desejos, necessidades e impulsos constantes. Design estético é uma das ferramentas que possibilita incrementar a nossa qualidade de vida. (MATIAS,
2006).
CONCLUSÃO
Com o surgimento do Design, produtos e serviços passaram a ser aprimorados de forma que aspectos importantes tais como funcionalidade, estética, ergonomia, conforto, segurança dentre outros possam chegar às mãos dos consumidores e assim garantindo sua satisfação e confiança com isso, fidelizando-os para que não migrem para a concorrência.
Estudos mostram que investir no design é garantia de sucesso, lucratividade e conquista de mercado nacional e internacional. Nota-se também que o Design é, sem dúvida, uma
grande ferramenta que pode amenizar os impactos causados ao nosso planeta, além de atuar
na redução de custos e desperdiço de material.
Ele é considerado um facilitador no processo de mudança das organizações e da sociedade. Mas, antes de pensar no design como sendo solução para amenizar estes problemas,
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devemos nos conscientizar que a mudança para melhoria e salvação do planeta está em nossas
mãos.
REFERÊNCIAS
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MARTINS, Ricardo. Como Designers Podem Mudar o Mundo. Disponível em:
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