QUARTA-FEIRA 13 NOVEMBRO 2013 www.imobiliario.publico.pt SUPLEMENTO COMERCIAL PUBLICIDADE Carência económica dos inquilinos trava 82% das atualizações de renda K&A coloca grupo Neya Hotéis no Porto A ALP faz um balanço positivo do primeiro ano de vigência da nova lei, mas alerta para a necessidade de os proprietários terem a possibilidade de ainda requererem um regime transitório de IMI p03 DR Galerias das Twin Towers vão ser transformadas em espaços de lazer e lojas de bairro p04 O departamento de Hotéis & Resorts colocou o grupo Neya Hotéis na cidade do Porto, naquela que será a primeira unidade do grupo hoteleiro fora da cidade de Lisboa p04 Leilões de imóveis comerciais e de serviços apresenta grande potencial As obras de reformulação vão iniciar-se em meados de 2014. O espaço vai ter lojas tradicionais, mas também espaços de lazer, convívio e culturais Esta nova área de negócio apresenta bastante oferta, bem localizada e com comissões e preços médios superiores p06 PUBLICIDADE Este suplemento é parte integrante do jornal PÚBLICO e não pode ser vendido separadamente 02 Opinião IMOBILIÁRIO 13 NOVEMBRO 2013 Beleza enganadora de Miss Austeridade Luís Lima O insuspeito economista e professor de Economia Paul de Grauwe, que entre outros reconhecimentos tem assumido o papel de conselheiro para os assuntos económicos da Comissão Europeia, diz que foi um erro Portugal ter tentado ser o melhor aluno da ‘troika’ para vencer, nas palavras dele, o concurso de beleza da austeridade. Paul de Grauwe reconhece que Portugal tinha obrigatoriamente de levar a cabo medidas para reduzir a despesa, mas estas deviam ter sido negociadas para se estender durante mais tempo, para suavizar o impacto económico, agravado pelo facto da própria austeridade estar a ser imposta a demasiado países europeus em simultâneo. Nas palavras deste economista que a Comissão Europeia ouve,”Portugal e outros países do Sul da Europa deviam unir-se e dizer que a maneira como os tratam não é aceitável”. O eco- nomista lembra que quando Portugal, Grécia, Irlanda e Espanha estão em modo de austeridade, os outros países do Norte da Europa deviam como contraponto estimular a economia. Se os países com contas públicas mais fortes tivessem fomentado a expansão, isso contrariaria a contração orçamental dos países da periferia, equilibrando a economia europeia. Esta verdade traduz-se, em números, no excedente comercial da Alemanha, que, recentemente, atingiu um valor nunca visto de 20,4 mil milhões de euros. Este problema não é só uma preocupação para a Europa. O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos já criticou a Alemanha por fomentar excessivamente as exportações. Críticas que o próprio Fundo Monetário Internacional (FMI) também formula quando diz que a Alemanha contribuiria para estabilizar a economia da Zona Euro se aumentasse o consumo interno. O que Grauwe, ao fim e ao cabo, disse foi o óbvio: que em recessão os países devedores não conseguem gerar riqueza para pagar as dívidas e que estas não são da responsabilidade exclusiva de quem deve mas também de quem empresta, sendo do interesse de “Esta é a beleza ambas as partes enganadora da um acordo pragausteridade, uma mático para garantir que as solução que a agravardívidas venham se tornará a nossa a ser pagas. dívida insustentável, Outro aspecto interessante ou seja, impossível de das reflexões pagar, com prejuízos tornadas públipara quem deve e para cas deste economista, acérrimo quem emprestou” defensor do sistema capitalista, é a ilusão de que as reformas estruturais em Portugal possam resolver os nossos problemas, especialmente se, ao mesmo tempo, se ignorar que a falta de procura interna pro- voca uma recessão da economia. O problema não está do lado da oferta, diz. O problema está do lado da procura, confirma. E reconhecendo que eficiência é importante recorda que se a procura baixar a Economia não cresce e nada se consegue. Uma ideia perfilhada por outra grande economista, o Nobel da Economia 2011, Joseph Stiglitz, um norte-americano para quem é evidente que a crise se agrava se a procura continuar a descer. Esta é a beleza enganadora da austeridade, uma solução que a agravar-se tornará a nossa dívida insustentável, ou seja, impossível de pagar, com prejuízos para quem deve e para quem emprestou. A austeridade excessiva inviabiliza o crescimento económico, como tem sido dolorosamente comprovado. Presidente da CIMLOP Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa [email protected] PUBLICIDADE IMOBILIÁRIO 13 NOVEMBRO 2013 Atualidade 03 ESPECIALISTAS EM LEILÕES IMOBILIÁRIOS Carência económica dos inquilinos trava 82% das atualizações de renda IMÓVEIS VENDA DE IMÓVEIS A PARTIR DE COMERCIAIS 200€/M 2 PORTO LISBOA 16 DE NOVEMBRO 2013 – 15 H 17 DE NOVEMBRO 2013 – 15 H HOTEL NOVOTEL PORTO GAIA HOTEL VILLA RICA LUGAR DAS CHÃS, AFURADA VILA NOVA DE GAIA AV. 5 DE OUTUBRO 295 LISBOA DR Elisabete Soares No balanço do primeiro ano de vigência da nova lei do arrendamento, que entrou em vigor a 12 de Novembro de 2013, a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) alerta que “82% dos processos de atualização de renda foram travados por motivo de carência económica do inquilino”. A associação, presidida por Luís Menezes Leitão, mediou, neste período, um total de 3811 processos de atualização de renda, num universo de mais de dez mil associados. Curiosamente, “apenas 5% dos arrendatários não alegaram carência económica, tendo-se aplicado de imediato a renda correspondente a 1/15 do valor tributário do locado – ainda assim um valor muito inferior ao valor real de mercado –, aos quais acrescem 3% dos casos do universo da ALP nos quais a renda foi fixada por mútuo acordo (em valor distinto do supletivo legal de 1/15 do valor patrimonial tributário)”, refere a ALP no comunicado. Apesar da esmagadora maioria de casos em que as rendas vão permanecer inalteradas durante um período de cinco anos, esta estrutura associativa considera que “o balanço anual é, por isso, positivo, e revela, como a ALP sempre assegurou, uma total tranquilidade das partes no âmbito da atualização do valor das rendas à luz do novo enquadramento legal”. Refira-se que 10% dos inquilinos visados pelas atualizações de renda habitacional entregaram voluntariamente o locado, sem direito a indemnização, motivado pelo não uso, tendo-se registado a mesma situação, em 5%, dos contratos comerciais. No entanto, alerta para “a inequívoca necessidade de possibilitar aos proprietários requererem um regime transitório de IMI devido ao elevadíssimo número de aumentos de rendas bloqueados pelo regime de carência econó- AMI: 1827 – Val.: 06/06/2015 A ALP faz um balanço positivo do primeiro ano de vigência da nova lei, mas alerta para a necessidade de os proprietários terem a possibilidade de ainda requererem um regime transitório de IMI CONTACTOS LISBOA 21 382 84 60 PORTO 22 608 18 24 [email protected] www.euroestates.pt www.facebook.com/EuroEstates Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto VENDE IMÓVEIS No primeiro ano de vigência da lei apenas 5% dos arrendatários não alegaram carência económica mica invocado pelos inquilinos”. A ALP apela mesmo aos deputados da Assembleia da República para que, no quadro da discussão do Orçamento do Estado, permita aos proprietários destes arrendamentos, que beneficiem da cláusula de salvaguarda, terminando com a situação absurda de a mesma só se aplicar a 10% dos imóveis que vão ficar durante mais cinco anos com as rendas congeladas. A esmagadora maioria das atualizações efetuadas no âmbito da nova lei diz respeito a contratos de arrendamento habitacionais (90%). Rendas atualizadas No caso dos proprietários que viram as rendas atualizadas, 65% dos contratos foram fixados com base em 17% do RABC (Rendimento Anual Bruto Corrigido) do agregado familiar, enquanto uma fatia de 30% dos inquilinos teve a renda fixada em 10%, e uma parcela de 5% viu a atualização fixar-se nos 25%. Dos 5% dos arrendatários que não alegaram carência económica, a esmagadora maioria dos casos aceitaram pacificamente o processo de atualização, estando já a pagar a renda atualizada, sendo muito escassos os litígios em torno deste processo. Devido ao elevadíssimo número de aumentos de rendas bloqueados pelo regime de carência económica invocado pelos inquilinos, a ALP apela ao Governo e à Assembleia da República que volte a conceder aos senhorios a possibilidade de o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) seja calculado com base no valor de renda pago efetivamente pelo inquilino, agora que muitos dos processos de atualização já estão finalizados. Este regime foi disponibilizado pela Administração Tributária, mas, devido à sua escassa divulgação, mais de 90% dos associados da ALP não se aperceberam de que teriam de formalizar essa intenção até 31 de Outubro do ano passado. Em resultado, a partir deste ano os proprietários “estarão a pagar um valor de IMI que não tem em conta a renda reduzida administrativamente que será recebida pelos imóveis durante os próximos cinco anos”. Rendas comerciais Já no que diz respeito às atualização das rendas comerciais verifica-se que 95% dos arrendatários do universo dos arrendamentos acompanhados pela ALP alegaram o estatuto de micro entidade, de forma a conseguirem dilatar o período de transição para o NRAU. Em 85% dos casos foi aplicada a fixação legal da renda em montante equivalente a 1/15 do valor tributário do locado. Nos restantes 15% a atualização da renda foi fixada por mútuo acordo (e consequentemente em valor distinto do supletivo legal de 1/15 do valor patrimonial tributário). 1. A Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto, com sede na rua da Reboleira n.º 47, Porto, torna pública a sua intenção de venda dos seguintes imóveis, localizados na zona histórica do Porto: Código Localização Base de Licitação Terrenos Urbanos 66 Rua das Fontainhas, N. Sra. das Dores e Viela da Pedreira 593.000,00 € 67 Rua de Cervantes 934.000,00 € 2. As propostas devem ser apresentadas em sobrescrito fechado, identificando-se no exterior do mesmo o concorrente e o imóvel a que respeita, sendo por sua vez esse sobrescrito encerrado num outro, dirigido à Presidente do Conselho de Administração e endereçado ao local indicado no anúncio de abertura do concurso, devendo nele constar, ao lado do endereço, a menção “Concurso de Venda”. 3. As propostas devem ser entregues até às 18 horas, do dia 21 de Novembro de 2013, ou enviadas pelo Correio, registado e com aviso de recepção, desde que sejam recebidas até ao final deste prazo, na Sede da Fundação. 4. A abertura das propostas ocorrerá às 11,30 horas do dia 22 de Novembro de 2013 na Sede da Fundação. 5. A proposta seleccionada será a do preço mais elevado, não podendo este ser inferior ao valor-base de licitação. A FDZHP, reserva-se no direito de, se assim achar conveniente, não proceder à venda a nenhum dos concorrentes, independentemente do preço proposto. 6. O interessado deverá declarar a qualidade em que concorre, nomeadamente, em nome próprio ou em representação de sociedade ou cooperativa, ou ainda como mandatário, gestor de negócios ou representante de outrem. 7. As condições de pagamentos serão as seguintes: 10% no prazo máximo de 5 dias após comunicação ao adquirente da adjudicação provisória e o valor remanescente no acto da escritura de compra e venda, no prazo máximo de 90 dias. 8. Os interessados poderão consultar o processo de cadastro e restantes documentos relativos à situação patrimonial do edifício, na sede da FDZHP. 9. Estarão à disposição dos interessados fichas individuais dos imóveis com a respectiva planta de localização, bem como o Regulamento de Venda de Imóveis da FDZHP, podendo estes ser solicitados na sede da FDZHP ou por e-mail. 10. Todos os imóveis são licitados livres de qualquer ónus. FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA ZONA HISTÓRICA DO PORTO Venda de Imóveis Rua da Reboleira 47 - 4050-492 PORTO Telefone 22 339 26 50 - E-mail: [email protected] Aqui encontra produtos exclusivos Público e Classificados Aveiro - Lobo e Branco, Lda. Centro Comercial Aveiro Center - Lj. 8/9 Zona Ind. da Taboeira - 3800-055 Tel. 234 316 201 Aqui encontra produtos exclusivos Público e Classificados Gaia - Infortítulos Unipessoal, Lda. Av. da República / El Corte Inglés, 4430-999 Tel. 222 407 833 04 Atualidade IMOBILIÁRIO 13 OUTUBRO 2013 Galerias das Twin Towers vão ser transformadas em espaços de lazer e lojas de bairro DR As obras de reformulação vão iniciar-se em meados de 2014. O espaço vai ter lojas tradicionais, mas também espaços de lazer, convívio e culturais Elisabete Soares O centro comercial das Twin Towers, em Sete Rios, vai ser reformulado e transformado num espaço de lojas de bairro e zonas de lazer, convívio e culturais. O objetivo é transforma-lo num local de encontro da população que vive na zona, mas também que utiliza o interface rodoviário, criando um conjunto de serviços e lojas de proximidade. O centro comercial das Twin Towers é o primeiro que vai ser reformulado para ser transformado no conceito Small, criado pelo The Edge Group, dos empresários Pais do Amaral e Pinto Basto. De acordo com José Luís Pinto Basto, CEO, o investimento na aquisição do espaço – com uma área total de 15 mil m2 – e na sua reformulação é de 20 milhões de euros. O espaço, cuja aquisição foi iniciada há cerca de um ano, vai receber as obras de requalificação no início do segundo semestre de 2014, prevendo o promotor que “o espaço seja aberto ao público durante o último trimestre de 2015”. Segundo Pinto Basto, para além dos pontos de conveniência do conceito Small - como lojas de produtos alimentares, florista, sapateiro, costureira - vai ter dois outros espaços: um para a terceira idade e um outro para crianças. Está também prevista a transformação de uma das salas de cinema numa sala multiusos que pode ser utilizada como auditório para eventos culturais, palestras, mas também para cinema. O espaço Small vai ocupar cerca de 8 mil m2 da área disponível, já que o restante vai ser ocupado por um centro de escritórios (à semelhança do Espaço Amoreiras), de um ginásio e de um conjunto de restaurantes. O The Edge Group apresentou um estudo de acessibilidades da zona envolvente à autarquia de Lisboa, para melhorar a acessibilidade - quer rodoviária, quer pedonal – de forma a quebrar o isolamento das Twin Towers, especialmente em relação ao interface de Sete Rios. O espaço conta ainda com um parque de estacionamento de mais de 300 lugares. K&A coloca grupo Neya Hotéis no Porto O The Edge Group comprou as galerias das Twin Towers e vai avançar com um projeto de reformulação Declaração de Existência Opinião João Pessoa e Costa R ealizou-se o mês passado em Lisboa, o Salão Imobiliário de Portugal. Sim, é verdade, o sector imobiliário em Portugal ainda resiste. Foi bom ver, mediadores imobiliários, promotores, construtores, bancos, arquitetos, engenheiros, funcionários do Estado e das autarquias e sobretudo muitos visitantes. Famílias portuguesas, gente da CPLP- todos a falar a mesma língua - e vários investidores internacionais da China, da Rússia, de França, do Brasil e de alguns países árabes. Mas, há mais para dizer. Cerca de 35.000 visitantes, mais de 100 empresas presentes, uma Bolsa de Arrendamento com 4.000 imóveis, 60 investidores estrangeiros, dois leilões de imobiliário com uma taxa de sucesso superior a 50% dos imóveis em carteira, 12 prémios e 8 distinções atribuídos a empresas ou pessoas com um papel relevante no sector. Não há nada como falar em números, para medir o sucesso da iniciativa. Estamos vivos. Existimos. Não nos deitam a abaixo. A responsabilidade do sucesso deste evento tem nomes. Em 1º lugar a Fundação AIP com o presidente, comendador Rocha de Matos e a AIP- Feiras, Congressos e Eventos com a Maria João Rocha de Matos e a Sandra Fragoso. Impecáveis na organização. Do 1º ao último minuto sempre presentes. No entanto, não quero esquecer um nome grande do sector imobi- liário. Presidiu a este SIL-2013 e à sua Comissão Organizadora, o Luís Lima, presidente da APEMIP. A sua invulgar capacidade de trabalho, a sua liderança, a forma como junta pessoas e empresas para fazerem negócios, são atributos, que realço, de um Homem que sabe o que quer e para onde quer ir. Não posso terminar, sem fazer algumas referências a momentos altos do SIL- 2013. Um muito merecido Prémio Carreira Arquiteto para o Arq. João Paciência. Tenho o privilégio de o conhecer há muitos anos e ter conhecido muitas das suas obras. Obrigado por tudo o que têm feito por Portugal, por Lisboa e por todos nós. O Embaixador da China em Portugal, Sr. Huang Songfu, recebeu o Prémio Investimento Estrangeiro. Este prémio revela o importante trabalho na criação de oportunidades de negócio entre Portugal e a China de um homem discreto e ainda por cima a falar português. Na cerimónia de entrega do prémio, foi uma honra contar com a sua presença. Uma palavra final para o jantar CIMLOPConfederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa na Fundação Ricardo Espirito Santo. Agregar representantes de um universo de 250 milhões de pessoas a falarem a mesma língua, à volta de uma mesa à beira do Castelo de S. Jorge e com o Tejo a seus pés é muito bonito nos tempos que correm. E a seguir, já sem gravatas, ir beber um copo sem olhar à cor ou ao credo, ainda sabe melhor. Posto isto, está feita a Declaração de Existência do sector imobiliário em 2013 e se não me enganar, para o ano cá estaremos, ainda mais fortes. Presidente do Círculo Imobiliário O departamento de Hotéis & Resorts da Kendall & Associados, colocou o grupo Neya Hotéis na cidade do Porto, naquela que será a primeira unidade deste grupo hoteleiro fora da cidade de Lisboa. Os três imóveis contíguos, agora adquiridos, terão uma frente para o do rio Douro de 80 metros e ficam situados na zona histórica da cidade, praticamente em frente ao Centro de Congressos da Alfândega do Porto, mesmo abaixo do Convento de Monchique. Parte deste três imóveis, agora comercializados pela K&A, pertenciam aos antigos armazéns Osório e Sottomayor. Com uma localização de exceção, o Neya Porto Hotel irá contar com quatro estrelas e passará um dos poucos hotéis, até ao momento, com frente de rio ou mar em toda a cidade do Porto. De acordo com José Luís Kendall, responsável pelo K&A, “o Neya Porto Hotel, tal como a unidade de Lisboa, seguirá o seu conceito da sustentabilidade ambiental, social e económica”. A K&A, que foi mediadora exclusiva da SRU, Porto Vivo em 2008, tem vindo a comercializar desde essa data alguns dos melhores imóveis da Baixa Portuense. Esta foi a sétima operação de vendas da K&A na Baixa. “Comprova-se, assim, o importante papel da mediadora na promoção da reabilitação da zona histórica, na captação de investimento e na criação de emprego na região do Porto”, adianta o responsável. Depois de um hotel de charme, na Ribeira, vendido a um grupo espanhol, um hostel na Rua das Flores, um hotel low cost na Rua Cândido de Reis, dois hotéis boutique no Largo S. Domingos e do emblemático Edifício AXA, na Avenida dos Aliados, ao grupo Holliday Inn - que aguarda a aprovação do investimento pelo QREN há mais de dois anos - o grupo Neya Hotel completa as sete operações hoteleiras da K&A, nos últimos cinco anos, no centro histórico do Porto. 17 DE NOVEMBRO LISBOA 16 DE NOVEMBRO PORTO IMÓVEIS COMERCIAIS LOJA Loja Matosinhos - Lavra Área: 88m2 Ano: 1999 Valor de Referência: 35.000€ Ref.ª 271899 Lote 11 COMÉRCIO Comércio Matosinhos - Custóias Área: 106m2 Ano: 2001 Valor de Referência: 58.000€ Ref.ª 13097 Lote 15 COMÉRCIO Comércio Leiria - Marrazes Área: 135+465m2 Ano: 2002 Valor de Referência: 78.000€ GRANDE VENDA DE IMÓVEIS COMERCIAIS 16 DE NOVEMBRO NOVOTEL Porto Gaia - Lugar das Chãs, 4400 Vila Nova de Gaia 15H00 - 33 IMÓVEIS NA ZONA NORTE, VALORES DESDE 8.000€ 17 DE NOVEMBRO Hotel Villa Rica - Av. 5 de Outubro, 295, 1600-035 Lisboa 15H00 - 21 IMÓVEIS NA ZONA NORTE, VALORES DESDE 12.500€ Marque já as suas visitas aos imóveis, através da EUROESTATES Mediação Imobiliária (AMI-1827), pelos telefones: 22 600 52 03 / 22 606 02 09 / 22 608 18 24 / 96 157 03 35 (PORTO) pelos telefones: 21 301 31 41 / 21 301 31 42 / 21 382 84 60 / 96 127 60 65 (LISBOA) (Atendimento Personalizado de segunda a sexta das 09H30 às 19H00) ou através do email: [email protected] Ref.ª 18511 Lote 10 LOJA Loja Setúbal - São Lourenço Área: 46m2 Ano: 2007 Valor de Referência: 39.000€ Ref.ª 38325 Lote 19 707 91 20 20 www.millenniumbcp.pt ABRA A PORTA A UM BOM NEGÓCIO Atendimento Personalizado 10H-22H Custo máximo por minuto: 0,10€ para chamadas a partir da rede fixa e 0,25€ para chamadas a partir da rede móvel. Acresce IVA. 06 Oportunidades IMOBILIÁRIO 13 NOVEMBRO 2013 Leilões de imóveis comerciais e de serviços apresenta grande potencial Esta nova área de negócio apresenta bastante oferta, bem localizada e com comissões e preços médios superiores. Um mercado potencial para a mediação imobiliária DR Sector em análise A realização de leilões de imóveis comerciais e de serviços está a dar os primeiros passos, mas apresenta um grande potencial de crescimento. “Se a economia confirmar os sinais de crescimento que foram recentemente divulgados, acreditamos que sim. Boas oportunidades não vão faltar pois há maior oferta, diversidade de espaços nas melhores zonas, muitos deles melhor localizados que os imóveis habitacionais”, considera José Araújo, diretor do Millennium bcp. O banco vai realizar nos próximos dias 16 e 17, no Porto em Lisboa, respetivamente, dois eventos de venda de imóveis comerciais. “O valor médio de partida neste evento é de 61 mil euros”, diz. São 21 imóveis localizados a sul: nos concelhos de Albufeira, Portimão, Silves, Tavira, Leiria, Lisboa, Odivelas, Oeiras, Sintra, V. F. Xira, Almada, Moita, Palmela, Sesimbra, Setúbal. E um conjunto de 33 imóveis a norte: nos concelhos de Gondomar Lousada, M. Canaveses, Maia, Matosinhos, Penafiel, Porto, Santo Tirso, V. N. de Gaia e Vila do Conde. Na opinião de José Araújo, “nas ações que vamos desenvolver, de Norte a Sul do país, vamos apresentar todo o tipo de produto comercial, desde lojas a escritórios, passando por armazéns e outros”. Acrescenta que, “os valores apresentados nestes dois eventos são verdadeiros valores de saldo, pois neste tipo de produto os descontos ainda são mais altos”. Sobre os resultados esperados, o responsável alerta que sempre que são realizados leilões ou ações comerciais como esta é para que todos os lotes que vão à praça sejam licitados. “Sabemos que em alguns dos casos pode ser mais difícil, mas esperamos uma boa afluência e bons resultados”, refere. Descontos apetecíveis Há várias razões que tornam os leilões apetecíveis a investidores e a clientes finais. “Obviamente o desconto que podem obter alguns dos bons imóveis, com boas taxas de juro para o seu financiamento, e a prazos aceitáveis, que podem proporcionar um bom arranque de negócio ou uma yield supe- A realização de leilões de imóveis não residenciais está a dar os primeiros passos rior à que se consegue por via dos depósitos bancários”, refere José Araújo. Nesta ação comercial há ainda a incógnita sobre os valores de saída, já que em alguns dos lotes não são previamente conhecidos. Ou seja, há apenas valores de referên- “Neste tipo de produto os descontos ainda são mais altos” Na opinião de Diogo Pitta Livério, diretor comercial da Euro Estates, entidade que organiza os dois leilões com imóveis do Millennium bcp, “os valores apresentados nestes dois eventos são verdadeiros valores de saldo, pois neste tipo de produto os descontos ainda são mais altos”. Acrescenta que “os leilões não habitacionais estão muito em linha com os habitacionais diferindo no tipo de cliente/ decisor, na afluência, que como é natural não é tão elevada, e no processo de decisão dos clientes que também é mais longo neste caso”. Nas ações que a Euro Estates está a desenvolver, de Norte a Sul do país, vai apresentar todo o tipo de produto comercial, desde lojas a escritórios, passando por armazéns e outros. Na sua opinião as razões que tornam os leilões apetecíveis a investidores e clientes finais são as mesmas que são visíveis nos leilões habitacionais. Ou seja, valores de comercialização abaixo dos valores de mercado, condições de empréstimo mais atrativas e baixos valores de contrato de promessa de compra e venda. Assim a expectativa sobre o resultado esperado na realização do leilão é “a de conseguirem comercializar perto de 50% da carteira a apresentar nos dois eventos do fim-de-semana”. Para a Euro Estates a realização de leilões não habitacionais já não é uma novidade. “Já o fazemos há cerca de 4 anos, sendo que numa 1ª fase apresentávamos estes imóveis conjuntamente com os habitacionais e a partir do início de 2012 começamos a realizar no mesmo dia dois tipos de leilões: imóveis comerciais da parte da manhã e habitacionais à tarde”, esclarece Diogo Pitta Livério. cia, de partida, pelo que se espera mais afluência e mais concorrência na sua participação. Há poucas diferenças entre os leilões habitacionais e os de imóveis comerciais e de serviços. Contudo, “destaca-se, apenas, o menor prazo de aquisição final e um custo de crédito ligeiramente superior por via de leasing”, refere. Nos leilões não habitacionais o cliente final também é diferente. “Neste caso não há decisões tão emocionais como por vezes sucede nos imóveis habitacionais, pois o futuro proprietário do espaço tem um negócio para rentabilizar ou um investidor para remunerar”, alerta José Araújo. O responsável alerta, ainda, que se os operadores de mercado forem capazes de se especializar nestes segmentos, pode ser aberta uma nova área de negócio com bastante oferta, mais bem localizada e com comissões e preços médios superiores. IMOBILIÁRIO 13 NOVEMBRO 2013 Oportunidades 07 Oportunidades Mais Oportunidades Millennium na área de imobiliário de millenniumbcp.pt. Marque as suas visitas através da linha M Imóveis 707 91 20 20 (atendimento personalizado das 10h-22h). Custo máximo por minuto: 0,10€ para chamadas a partir da rede fixa e 0,25€ para chamadas a partir da rede móvel. Acresce IVA. Lojas Rendas das lojas caem 2,2% no 3º trimestre de 2013 Em Portugal, o valor das rendas das lojas tem seguido uma tendência decrescente, apresentando uma queda trimestral de 0,7% no 3º trimestre de 2013, como indica o Índice de Rendas Corporate para este segmento. Em termos homólogos a quebra apresentou-se mais acentuada, cifrandose em 2,2%. Em Lisboa existia, no 3º trimestre de 2013, uma oferta para arrendamento de 37,2 mil m2 a uma renda média de 14 €/m2/mês. No Porto, a área total de lojas disponíveis para arrendar ascendeu a 28,9 mil m2 tendo a renda média mensal se situado em 12 €/m2. Comércio Índice de rendas Portugal Continental (2005=100) 100 95 Loja Ref: Imo. 56268 Freguesia: Santa Maria dos Olivais, concelho de Lisboa Valor de Campanha até 31 dez.: 150.000 euros O imóvel fica localizado na Rua do Kuanza 4.53.02.C, R/C e apresenta uma área de 110 m2. O edifício é de 2007 90 85 80 1.º Trim 2006 3º Trim. 2013 Índice de preços Portugal Continental (2005=100) 100 95 Loja Ref: Imo. 22580 Freguesia: Sacavém, concelho de Loures Valor de Campanha até 31 dez.: 82.000 euros O imóvel fica localizado na Rua Manuel da Silva, Loja 4 e apresenta uma +área de 123 m2. O edifício é do ano de 2005. 90 85 80 1.º Trim 2006 3º Trim. 2013 Ofertas e rendas nos principais concelhos 2.º Trim. de 2013 Oferta Concelho Nº Rendas (euros)/m2/mês Área (m2) 1ºQ Média 3ºQ Lisboa 470 37.226 9€ 14 € 18 € Porto 325 28.854 8€ 12 € 14 € Cascais 207 16.861 9€ 14 € 17 € Aveiro 193 16.522 6€ 8€ 10 € Oeiras 155 13.284 8€ 11 € 12 € Matosinhos 155 13.029 7€ 10 € 12 € Almada 152 11.422 7€ 10 € 12 € Viseu 138 12.012 6€ 9€ 10 € A Confidencial Imobiliário (Ci) é uma revista de Market Intelligence, especializada na produção de estatísticas sobre imobiliário, orientadas para profissionais. Saiba mais em www.confidencialimobiliario.com Fonte: Ci:lojas.com.pt Escritório Ref: Imo. 39746 Freguesia: Silves, concelho de Silves Valor: 89.000 euros O imóvel fica localizado no Gaveto das ruas Cândido dos Reis e 1º de Maio, Bloco A e apresenta uma área de 85 m2. O edifício é do ano de 2007. Escritório Ref: Imo. 68292 Freguesia: Santa Marinha, concelho de Vila Nova de Gaia Valor: 123.000 euros O imóvel fica localizado na Rua Ilídio Sardoeira, 28, 1º, sala 1.1 e apresenta uma área de 231 m2. O edifício é do ano de 2001 CREDITS - THE KENNEDYS PRODUCED WITH THE PARTICIPATION OF A MUSE ENTERTAINMENT PRODUCTION IN ASSOCIATION WITH ASYLUM ENTERTAINMENT. © 2011 KENNEDYS PRODUCTIONS (ONTARIO) INC. ALL RIGHTS RESERVED. MUSE ENTERTAINMENT PRODUCTION IN ASSOCIATION WITH ASYLUM ENTERTAINMENT “THE KENNEDYS” STARRING GREG KINNEAR BARRY PEPPER KATIE HOLMES DIANA HARDCASTLE KRISTIN BOOTH AND TOM WILKINSON CASTING BY DEIRDRE BOWEN US CASTING BY GAIL LEVIN AND BARBARA J. MCCARTHY MUSIC BY SEAN CALLERY PRODUCTION DESIGNER ROCCO MATTEO COSTUME DESIGNER CHRISTOPHER HARGADON EDITORS DAVID B. THOMPSON C.C.E. DON CASSIDY C.C.E. DIRECTOR OF PHOTOGRAPHY DAVID MOXNESS C.S.C. ASSOCIATE PRODUCERS CARL A. DAVINE EVAN TUSSMAN EXECUTIVE PRODUCERS JOEL SURNOW MICHAEL PRUPAS JONATHAN KOCH STEVE MICHARLS JAMIE PAUL ROCK STEVEN KRONISH JON CASSAR PRODUCER JAMIE PAUL ROCK WRITTEN BY STEPHEN KRONISH AND JOEL SURNOW DIRECTED BY JON CASSAR A A HISTÓRIA DOS KENNEDY DEIXOU DE SER CONFIDENCIAL. TODAS AS QUARTAS 1.º DVD 20 Nov +6,95€ Os triunfos, as tragédias, e todos os segredos da família Kennedy, vão ser finalmente revelados nesta mini-série, vencedora da 4 Emmy, que homenageia os 50 anos da morte do presidente JFK. Coleccione os 4 dvd, com dois episódios cada, e saiba tudo sobre a família mais emblemática dos Estados Unidos. Preço total da colecção 27,80€. Às quartas, entre 20 de Novembro e 11 de Dezembro. Limitado ao stock existente. A compra do produto obriga à aquisição do jornal.