Quarta-feira
2 Dezembro 2009
Especialistas dizem que Portugal
deve ser promovido como um
todo e não individualmente
Conferência sobre turismo residencial da Viva In reflectiu sobre o actual momento deste mercado
e avançou pistas para o futuro Página 05
Algarve The Keys promovido pela E3 Property na Quinta do Lago
2
Focus Group
aposta na
internacionalização
8
Condomínio
residencial Efanor
posiciona-se no
segmento alto
10
Cascais
tem Brisas
Residence em
comercialização
8
Nova
colecção
da Minotti
apresentada
2 • Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009
Abertura
“Queremos ser uma referência nas diversas
áreas em que intervimos”
Nuno Malheiro da Silva, presidente do Conselho de Administração do Focus Group,
falou de internacionalização e estabeleceu objectivos futuros
Rui Pedro Lopes
PÚBLICO Imobiliário – O que é
que o Focus Group está a fazer
neste momento?
Nuno Malheiro da Silva – Além de
Portugal, onde contamos com 50
colaboradores no nosso escritório
de Lisboa, estamos em Bucareste, na
Roménia, há já ano e meio. Temos
tido bastante actividade neste país e
estamos envolvidos presentemente
em dois projectos de hotéis, um
em Bucareste e outro em Brachov.
Estivemos também envolvidos nos
concursos para a construção de
dois hospitais e temos feito algumas
coisas mais pequenas, como por
exemplo escritórios.
Como é que estruturam toda a
vossa operação na Roménia?
Temos uma equipa com
alguma dimensão, isto porque
estabelecemos uma parceria com
uma empresa local, que nos permite
ter o conhecimento da realidade
deste país. Além disso, estamos
neste momento a arrancar com a
nossa actividade em Cabo Verde.
Trata-se de um processo que
durou dois anos a preparar, mas já
possuímos um escritório neste país
africano. Temos vindo a colaborar
com a Câmara Municipal da Praia em
algumas coisas e estamos envolvidos
na concepção de um masterplan
para um resort na Praia de São
Francisco. Existem ainda algumas
hipóteses e boas oportunidades,
que estamos a estudar, para o Brasil,
mas que ainda não estão totalmente
concretizadas; a concretizarem-se,
poderá permitir a nossa entrada
no mercado brasileiro com outra
segurança.
Que oportunidades são essas?
É um projecto para um estádio do
Campeonato do Mundo de futebol
[a realizar no Brasil, em 2014].
Fomos convidados a participar e
aguardamos que haja uma decisão
para que se reúnam as condições
necessárias para levar tudo por
diante.
“Focus Group é um conjunto de sete empresas que actuam em diversas
especialidades”, explicou Nuno Malheiro da Silva
E em Portugal?
Quando se fala na nossa actividade
é importante ter em conta que o
Focus Group é um conjunto de sete
empresas que actuam em diversas
especialidades. Temos desenvolvido
actividades tanto no sector público
como no sector privado. O sector
público passou, desde há uns
tempos a esta parte, a ser uma
aposta bastante mais interessante,
porque o Governo tem apostado no
lançamento de novas obras. Dado
o nosso know-how e experiência
no sector público, através da
participação na construção de
prisões, escolas, universidades,
hospitais e tribunais, o Focus
Group conseguiu ganhar um bom
número de obras. Por exemplo, no
passado estivemos envolvidos, com
parceiros nossos, na construção
da prisão da Carregueira e, neste
momento, já fizemos a ampliação
da prisão de Ízeda (Bragança);
estamos também, juntamente com
a Mota-Engil, nos concursos para a
nova prisão de Grândola e a estudar
outros concursos que possam ser
lançados em breve. Na área da
Justiça, estamos a preparar-nos
para entrar em quatros concursos
de construção de novos Campus
da Justiça no país. No que toca
às escolas, estamos a trabalhar
com parceiros na construção de
novas escolas em Sintra e Silves.
Estivemos também envolvidos
recentemente na ampliação da
Faculdade de Letras de Lisboa.
Quanto aos hospitais, estivemos no
desenvolvimento do novo hospital
de Braga, com o Grupo Mello e a
Somague, e fizemos também para
eles os concursos dos hospitais
de Loures e Cascais. Na parte de
urbanismo, temos ganho uma série
de projectos, sejam planos
de urbanização, planos de
pormenor ou de requalificação
urbana. Além disso, temos estado
activos na recuperação das linhas
de comboio para reconvertê-las
em ecopistas, sendo que já fizemos
inúmeras pelo país fora – Tâmega,
Vouga, Dão, Viseu e Celorico
da Beira.
E no sector privado?
No sector privado, quase nenhum
dos nossos projectos que já estavam
em curso parou por causa da crise,
o que é muito importante. E temos
projectos novos, o que é também
muito interessante, sobretudo
na parte de hotelaria – estamos a
fazer um projecto na Meia Praia,
em parceria com o arquitecto
Nuno Leónidas, e um loteamento
turístico no Algarve. No segmento
de escritórios, está quase concluída
a construção do edifício do pavilhão
da Realidade Virtual, no Parque
das Nações, em Lisboa. Refira-se
que o Focus Group, ao contrário do
que se passa no mercado, reforçou
este ano a sua equipa com mais
pessoas e continua a investir na
internacionalização.
Podemos depreender que a crise
vos passou um pouco ao lado?
Não passou ao lado, o que
conseguimos foi dar a volta à crise,
contornando-a. Reposicionámos
a empresa nos sectores que estão
mais activos: sector público e algum
sector privado com capacidade de
investimento.
Em termos de facturação, como é
que correu o ano de 2008?
Só para se ter uma noção, de
2005 para 2006 crescemos 64
por cento na facturação. Foi um
aumento significativo. De 2006
para 2007, crescemos 25 por cento
– era óbvio que o crescimento de
64 por cento não era sustentável.
Em 2008, facturamos cerca de 2,4
milhões de euros, o que representa
um crescimento de 14 pontos
percentuais face a 2007.
Quais são os objectivos futuros
do Focus Group?
O Focus Group tem um objectivo
muito claro, desde o seu início, e
que se prende com o facto de nos
queremos tornar numa referência
no mercado, ou seja, nas diversas
áreas em que intervimos.
Neste momento, o Focus Group
integra sete empresas. Há alguma
área em que o Focus Group
gostasse de actuar e ainda não o
faça?
Actualmente não há nenhuma nova
área em que estejamos a pensar
actuar. Onde estamos a pensar, isso
sim, alargar a nossa actividade, é
em termos territoriais dentro de
Portugal, uma vez que estamos a
estudar a possibilidade de abrir um
escritório no Porto.
E essa é uma possibilidade real
ou meramente hipotética?
É uma possibilidade real, que
poderá provavelmente concretizarse ainda este ano.
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Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009 • 3
Mercados
Mercado Habitacional Continente · Valor Médio/m2 da Oferta
Variação Homóloga de -1,5%
no Continente
O Índice Confidencial Imobiliário para o Continente continua a manifestar
uma tendência de desvalorização, com
o segmento de fogos novos e usados
a seguirem uma evolução idêntica,
embora o nível de desvalorização seja
mais forte junto dos fogos usados.
Através da análise da taxa de variação homóloga constata-se que o ritmo
de desvalorização se mantém, sendo
de -1,5% em Outubro corrente. No
entanto, o segmento de fogos novos
registou uma variação homóloga em
Outubro de -0,9%, ao passo que no
mercado de fogos usados essa variação foi de -2,0%. Estas sucessivas desvalorizações fazem com que a taxa de
variação média anual reflicta sinais de
abrandamento. Nos fogos novos, em
Janeiro de 2009, a média anual era de
5,5%, chegando a Outubro com uma
valorização de 2,7%. O mercado de usados também desacelera, passando de
3,1% no início do ano para uma taxa
nula em Outubro.
Na região do Algarve o índice regista
uma forte desvalorização, ao contrário
de outras regiões do país na região algarvia os efeitos de queda fizeram-se
sentir apenas em 2009.A taxa de variação homóloga em Janeiro de 2009
era de 10,7%, com o ritmo de desvalorização verificado ao longo do ano, em
Outubro regista -4,6%.
A evolução do índice na região
Centro apresenta um comportamento distinto do resto do país. A taxa de
variação homóloga não entrou em ter-
C AM Porto
1 251 €
D Alentej0
1 224 €
E Centro
1 058 €
› 1 600 €
1 600 € ‹·› 1 200 €
1 200 € ‹·› 1 000 €
B
‹ 1 000 €
D
A
·
·
·
·
INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA
E DE RESEARCH, COBRINDO
PORTUGAL E ESPANHA
·
96
www.ci-iberica.com
—
·
·
·
·
·
·
·
·
· > 2006
· > 2007
· > 2008
· > 2009
Índice Confidencial Imobiliário (2005 = 100)
12%
Fonte Ci/LardoceLar.com
8%
8%
4%
4%
0%
0%
-4%
-4%
JFMAMJJASONDJFMAMJJASONDJFMAMJJASONDJFMAMJJAS
—
—
Taxa de Variação Homóloga
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
·
· > 2006
· > 2007
· > 2008
· > 2009
12%
8%
·
104
100
12%
·
108
·
Infografia Confidencial Imobiliário
Continente Por estado de uso (2005=100)
JFMAMJJASONDJFMAMJJASONDJFMAMJJASONDJFMAMJJAS
112
E
954 €
F Norte
2009: 2º Trimestre
Índice Confidencial Imobiliário
C
1 643 €
B AM Lisboa
reno negativo, sendo a taxa de valorização em Outubro de 2009 de 0,9%, a
mais elevada dos últimos nove meses.
A variação anual média denota uma
tendência decrescente. Iniciando o ano
com uma taxa de valorização anual média de 1,2%, para em Outubro se fixar
em 0,9%. Na região Norte do país (análise realizada com excepção da Área
Metropolitana do Porto), o ritmo de
valorização do mercado tem sido descendente. Desde Março de 2009 que
a taxa de variação homóloga é negativa, registando em Outubro o valor de 3,9%. A variação média anual começou
o ano com 5,7%, mas fruto das sucessivas desvalorizações sentidas ao longo
do ano, entra em terreno negativo em
Outubro, fixando-se em -1,2%.
F
1 743 €
A Algarve
4%
Taxa de Variação Homóloga — Novos (2005 = 100)
—
0%
-4%
Taxa de Variação Homóloga — Usados
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REABILITAR AS CIDADES
ORGANIZAÇÃO
AS DIFERENTES PERSPECTIVAS
A participação nestes eventos será limitada a
convites dirigidos pelas entidades que os organizam e apoiam. Se tiver interesse em participar,
não deixe de nos enviar um email (gestao@
vidaimobiliaria.com) referindo a sessão da sua
preferência. Será contactado caso exista disponibilidade de lugares.
Reservado a Assinantes Vida Imobiliária.
COM O APOIO
NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2009 · AUDITÓRIO SEDE DA URÍA MENÉNDEZ, LISBOA
MAIS INFORMAÇÕES:
Marta Brandão
223 399 490
[email protected]
PATROCÍNIO
A Vida Imobiliária promove um ciclos de eventos dedicados aos temas mais importantes do mercado imobiliário. Cada ciclo será composto por quatro sessões,
onde se apresentarão diferentes perspectivas sobre um mesmo mercado.
A primeira fase deste ciclo de eventos é dedicado ao mercado da reabilitação urbana, sob o tema «Reabilitar as Cidades — as diferentes perspectivas», a ter início
no dia 6 de Novembro. As visões jurídica, de promoção, autárquica e da preservação do património serão os quatro olhares deste primeiro ciclo, que contará ainda,
num painel fixo de debate, com intervenções de representantes da área de financiamento, consultoria e de certificação energética.
O Ciclo de Reabilitação Urbana, a decorrer em Novembro e Dezembro, terá lugar no Auditório sede da Uría Menéndez, na Rua Duque de Palmela, nº23, em Lisboa.
MEDIA PARTNERS
SESSÃO 1 // 6 NOVEMBRO 2009
«REABILITAR AS CIDADES – ENQUADRAMENTO JURÍDICO»
SESSÃO 2 // 20 NOVEMBRO 2009
«REABILITAR AS CIDADES – A PERSPECTIVA ENERGÉTICA»
SESSÃO 3 // 4 DEZEMBRO 2009
«REABILITAR AS CIDADES – A PERSPECTIVA AUTÁRQUICA»
SESSÃO 4 // 16 DEZEMBRO 2009
«REABILITAR AS CIDADES – A PERSPECTIVA DO PROMOTOR»
09h00
RECEPÇÃO E SERVIÇO DE PEQUENO-ALMOÇO
09h00
RECEPÇÃO E SERVIÇO DE PEQUENO-ALMOÇO
09h00
RECEPÇÃO E SERVIÇO DE PEQUENO-ALMOÇO
09h00
RECEPÇÃO E SERVIÇO DE PEQUENO-ALMOÇO
09h30
BOAS VINDAS
09h30
BOAS VINDAS
09h30
BOAS VINDAS
09h30
BOAS VINDAS
António Gil Machado – Vida Imobiliária
Duarte Garin – Uría Menéndez
António Gil Machado – Vida Imobiliária
Duarte Garin – Uría Menéndez
António Gil Machado – Vida Imobiliária
Duarte Garin – Uría Menéndez
António Gil Machado – Vida Imobiliária
Duarte Garin – Uría Menéndez
09h35
09h35
09h35
09h35
O NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA
A CERTIFICAÇÃO ENERGÈTICA E A
REABILITAÇÃO URBANA
AS ESTRATÉGIAS DA CÂMARA MUNICIPAL
DE LISBOA PARA A REABILITAÇÃO URBANA
APRESENTAÇÃO DE CASE STUDY
CONVENTO DOS INGLESINHOS/CAMPO PEQUENO
Filipe Romão e João Torroaes Valente – Uría Menéndez
(Distribuição de texto de análise do novo regime)
Paulo Santos - ADENE
Manuel Salgado - Vereador do Urbanismo, CML
João Leal Barreto – Chamartin Imobiliária
10h05
10h05
10h05
10h05
SESSÃO DE DEBATE
SESSÃO DE DEBATE
SESSÃO DE DEBATE
SESSÃO DE DEBATE
Mediação: Duarte Garin
Mesa: Pedro Seabra (CBRE);
Alexandre Fernandes (ADENE);
Francisco Rocha Antunes (John Neild & Assoc.)
Mediação: Duarte Garin
Mesa: Pedro Seabra (CBRE);
Alexandre Fernandes (ADENE);
Francisco Rocha Antunes (John Neild & Assoc.)
Mediação: Duarte Garin
Mesa: Pedro Seabra (CBRE);
Alexandre Fernandes (ADENE);
Francisco Rocha Antunes (John Neild & Assoc.)
Mediação: Duarte Garin
Mesa: Pedro Seabra (CBRE);
Alexandre Fernandes (ADENE);
Francisco Rocha Antunes (John Neild & Assoc.)
10h35
10h35
10h35
10h35
ENCERRAMENTO
ENCERRAMENTO
ENCERRAMENTO
ENCERRAMENTO
Lote Industrial (Nº 6)
Paredes
5.000 M2
Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009 • 5
Empreendimento
Especialistas exortaram portugueses a promover
o país como um todo e não individualmente
Turismo residencial foi mote para conferência organizada pela Viva In.
Tendências para o futuro deste mercado discutidas
projectos, algo que retrate a sua herança histórica, o seu passado e as suas
características diferenciadoras”.
Num estilo bastante incisivo, Sven
Källström alertou para “o erro que seria se estivéssemos a fazer projectos a
pensar unicamente no cliente de um
determinado país. Isso é o que está a
acontecer em muitos outros países, que
renegam toda a sua herança e aquilo
que os diferencia, para desenvolver
modelos que se encontram replicados
em vários pontos do globo”.
O discurso de Alex Evans ganha
aqui uma nova dimensão, pois chama
a atenção para uma mudança de mentalidades no cliente da actualidade:
“Ele quer coisas diferentes, algo que
o faça sentir-se único e, como é óbvio,
ele não encontrará nada disso se estiver
num país em que tudo é igual àquele
em que esteve antes. A diferenciação
é importante e Portugal tem muito a
ganhar com isso”.
Rui Pedro Lopes
Um conjunto de especialistas estrangeiros, ligados ao imobiliário, defendeu que Portugal deve ser promovido
internacionalmente como um todo e
não individualmente, através das suas
regiões. A ideia foi avançada durante
uma conferência sobre turismo residencial, organizada pela Viva In na
passada semana, em Lisboa, e colheu
alguma aceitação entre os profissionais
lusos que, ainda assim, reconhecem
que há um longo caminho a percorrer
nesta matéria.
“É importante que Portugal seja
promovido como país e não isoladamente, por regiões, como tem sucedido com o caso do Algarve”, exortou
Sven F. Källström, CEO da Fair Media
International. “O impacto para o país,
de uma promoção conjunta, será muito
maior e os dividendos bastante consideráveis”, acrescentou.
Alex Evans, director do grupo editorial britânico OPP, partilha desta
visão e notou que “Portugal terá mais
argumentos para apresentar junto dos
clientes estrangeiros de turismo residencial se forem divulgadas toda as potencialidades do país e não apenas as
de uma única região”. Quem também
partilha desta ideia é Geneviève Flaven,
Managing Partner da Style Vision, que
diz não existirem dúvidas da eficiência
deste tipo de divulgação junto dos mercados internacionais: “Basta olhar para
as campanhas internacionais elaboradas por outros países, como a Espanha,
para perceber que é importante vender
o país como uma marca, onde se associam diferentes tipos de oferta e modelos capazes de satisfazer um público
bastante alargado”, sublinhou.
Sven Källström deu o exemplo da
promoção que tem sido feita do Algarve
no estrangeiro. “É uma promoção importante para a região e que tem servido para consolidar o destino. Todavia,
penso que este tipo de campanhas poderia ter um impacto muito maior e
servir como uma alavanca de desenvolvimento do turismo residencial se
fosse centrada no país e não apenas na
região”, constatou este especialista sueco, a residir em Espanha há 25 anos.
Mas todos estes responsáveis insistem na necessidade de uma união entre
os vários profissionais ligados ao imobiliário nacional para que este tipo de
iniciativas sejam levadas a cabo, isto
porque “só assim se obtêm resultados
positivos”.
Do lado português, as vozes também
se fizeram ouvir. A mais entusiasta foi
a de Lucília Cruz Pinto, CEO da Viva In
Portugal, que destacou a importância
desta união e falou da necessidade de
promover o país. “Apesar de achar que
já tem sido feito algum trabalho, penso
que ainda temos um longo caminho a
percorrer nesta matéria e que a hora é
de nos unirmos e fazermos de Portugal
um destino forte de turismo residen-
Turismo residencial é um dos produtos estratégicos do país
cial”, afirmou.
E que tipo de oferta poderá ser disponibilizada pelo país? A pergunta ecoou
quase de imediato na sala. Durante a
parte da manhã da conferência, vários
especialistas defenderam que Portugal
deveria adaptar a sua oferta às necessidades dos clientes dos diversos países,
mas ao final da manhã o discurso já era
bem diferente. Uma das que deu o mote
foi Geneviève Flaven. A francesa defendeu a “importância de Portugal possuir
uma identidade muito própria nos seus
A partir de agora,
já não me apetece
dormir na rua!
Tendência
Reabilitação urbana e turismo
residencial são dois conceitos
que parecem não ter nada
em comum, mas essa é uma
ideia que poderá ter os dias
contados. Isso mesmo se conclui
de algumas das intervenções
proferidas no âmbito da
conferência organizada pela
Viva In Portugal. E o nosso país
parece ser o ‘laboratório’ ideal
para uma complementaridade
entre estas duas áreas. Simon
G. Perks, Deputy General
Manager do Santander, não tem
dúvidas de que a reabilitação
urbana focalizada no turismo
residencial, em Lisboa, é
“uma grande oportunidade”.
Joaquim Branco, director de
Desenvolvimento de Negócios
da Edifer Reabilitação, concorda
com a opinião e diz que este é
um nicho de mercado “muito
atraente” e que “se poderão fazer
coisas muito interessantes tendo
em conta uma visão turística”.
E apontou mesmo alguns
exemplos do trabalho que tem
vindo a ser desenvolvido na
cidade do Porto.
212 lugares de estacionamento,
em Lisboa, esperam pelo seu carro ou moto
c Guarde o seu carro ou moto com comodidade e segurança.
c Espaços na Graça, Telheiras, Vale de Stº António e Quinta
do Castanheiro.
c A partir de 1.760 € para motos e 6.200 € para automóveis.
c Um investimento com crescente valorização no futuro.
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Telefone: 21 757 45 07 | Fax: 21 757 01 67
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c Entrega de Propostas até 9 de Dezembro de 2009
6 • Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009
Opinião
É preciso que rememos todos no mesmo sentido
T
Luís Lima
ão importante como correr Mundo a promover o
nosso imobiliário, um Portugal imobiliário que se
projecta, por exemplo, no turismo residencial como um bom e seguro investimento capaz de captar
capitais estrangeiros, tão importante como desenvolver
essa magistratura diplomática de que falei, na semana passada, neste mesmo espaço, tão importante como isto, é
garantir que somos capazes de remar no mesmo sentido.
Hoje, sabemos que, pelas características do principal
produto do mercado imobiliário, o ritmo é, em primeira
linha, determinado pela procura. Sabemos que é, de
facto, o consumidor quem dita as regras do jogo, mesmo
quando julgamos o contrário ou julgamos que são
eficazes estratégias que ignoram esta componente.
E sabemos que a Mediação Imobiliária pode ser a
principal chave de uma eficaz aproximação entre a
Oferta e a Procura, se puder influenciar a oferta na
hora da decisão de criar essa mesma oferta, como
várias vezes tenho referido, e como julgo ser uma das
principais vocações da própria mediação imobiliária.
Mas tudo isto pode ser ineficaz e inútil se não
tivermos, todos nós, a preocupação de remar no mesmo
sentido da maré, ou contra a maré, mas sempre no
mesmo sentido, não se compreendendo, por exemplo,
que o esforço de promoção turística de um país ou
de uma região seja traído pelo desadequado horário
de funcionamento de uma atracção turística. Estou a
pensar, por exemplo, nos castelos que fecham nos dias
e às horas mais próprias para os turistas… e noutras
contrariedades.
O que as crises sempre acrescentam, são mudanças
de paradigmas de actuação nos sectores e mercados
atingidos. Podemos apostar no poder atractivo das
nossas cidades com história, mas não há estratégia
de city marketing que resulte se não conseguirmos,
simultaneamente, fazer com todos compreendam a
necessidade de mudar de paradigma de actuação,
nomeadamente no que respeita à qualidade que
devemos incentivar e desenvolver à nossa, dizem que
inata, aptidão para bem receber.
Como há pouco tempo pude sublinhar, o velho
mediador imobiliário, que se confundia com um
motorista de um táxi sem bandeirada, que levava
potenciais interessados na aquisição de casas aos
empreendimentos que, previamente angariara para
venda, morreu há muito. Hoje, o mediador é um
consultor cuja opinião começa a ser escutada na hora
da formação de promoção imobiliária, um especialista
escudado em organizações que lhe asseguram a riqueza
e diversidade dos múltiplos saberes que qualquer
recuperação económica requer.
Desde que saibamos todos o sentido da maré, e desde
que todos queiram remar nesse mesmo sentido.
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP
[email protected]
O registo predial e a abolição da competência territorial
S
António
Figueiredo
ão por todos conhecidas as inúmeras e variadas medidas que têm vindo a ser adoptadas na área dos registos conferindo a este sector de actividade, tão relevante para a vida dos cidadãos e das empresas, uma
nova dinâmica e um novo paradigma de relacionamento.
De entre elas ressalta-se a eliminação da competência
territorial, destinada a simplificar e facilitar a relação
dos cidadãos e das empresas com os serviços de registo,
tornando possível a prática de actos de registo predial
em qualquer conservatória, independentemente do
lugar da situação do prédio.
Os cidadãos e as empresas podem, agora, nas suas
relações com os serviços de registo predial escolher
aquele que mais lhes convenha, seja por ser mais
rápido, por ficar mais próximo ou prestar um melhor
atendimento.
Na verdade, o grande benefício da abolição da
circunscrição territorial prende-se com a dispensa da
obrigatoriedade de apresentação do pedido de registo
na conservatória da área da situação do imóvel, para
passar a poder fazer-se em qualquer uma das existentes.
A eliminação da competência territorial no registo
predial foi considerada uma medida controvertida,
encarada por uns como fundamental para uma maior
eficiência e eficácia do serviço público a prestar e,
por outros, algo que poderia pôr em causa princípios
essenciais do registo, como sejam o princípio da
prioridade e da legalidade, diminuindo a certeza e a
segurança do comércio jurídico imobiliário.
Porém, já em vigor desde 01.01.2009, a eliminação da
competência territorial tem trazido grandes vantagens
para os cidadãos e as empresas, sem que se tenham
concretizado os maus augúrios que, por aqui e ali,
se foram suscitando. A confirmá-lo estão aqueles
utilizadores dos registos que muito se congratulam e
aplaudem a bondade e os bons resultados desta medida.
Na verdade, o princípio basilar do registo predial
– o da prioridade – continua, graças à existência
de um diário electrónico nacional, perfeitamente
salvaguardado.
Podemos, inclusivamente, ir mais longe e afirmar
que o princípio da prioridade ficou reforçado com a
eliminação da competência territorial.
Com efeito, no domínio das regras de competência
territorial, aqueles que levavam mais tempo para aceder
ao registo, fosse por ter de se deslocar, fosse por ter
de recorrer à via postal, ficavam prejudicados pela
antecipação de outros que, por estarem mais próximos,
conseguiam registar primeiro e “prior tempore potior
jure”.
A eliminação da competência territorial veio
atenuar estas assimetrias, tornando o acesso ao registo
mais democratizado, porquanto permite escolher
a conservatória que esteja mais próxima, seja do
local da residência ou do domicílio profissional,
independentemente do lugar da situação dos prédios.
Por outro lado e ao nível do princípio da legalidade
que alguns alvitravam ficar diminuído com a eliminação
da competência territorial, apraz-nos dizer que os
conservadores são funcionários públicos que actuam,
como sempre actuaram, com isenção, imparcialidade
e profissionalismo, pautando a sua conduta no
cumprimento rigoroso da legalidade.
Falamos de profissionais qualificados, submetidos a
exigente processo de admissão e à observância de regras
estreitas, não só ao nível jurídico – de cumprimento da
legislação vigente – mas também no domínio da ética
e da deontologia profissional, sem prejuízo da sua
sujeição a um regime de fiscalização e acção disciplinar
hierárquica, bem como de responsabilidade civil
extracontratual do Estado.
Certo é que, quase um ano volvido se pode, em jeito
de balanço afirmar que, a eliminação da competência
territorial tem trazido significativos benefícios aos
cidadãos e às empresas ao permitir-lhes escolher a
conservatória para apresentar um pedido de registo
em função de factores que lhes sejam vantajosos, sem
prejuízo da isenção e independência na qualificação dos
registos e, consequentemente, da segurança do tráfego
jurídico.
Desta forma proporciona-se mais qualidade de vida
aos cidadãos e mais competitividade às empresas,
reduzindo-lhes os custos indirectos ou de contexto,
constituindo-se cada vez mais, os Registos, em
verdadeiros parceiros do desenvolvimento económico.
Presidente do Instituto dos Registos e Notariado
Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009 • 7
Empreendimento
E3 Property promove The Keys no Algarve
Pedro Farinha
Projecto inclui três
empreendimentos e
disponibiliza 171 unidades
residenciais
“The Keys, na Quinta do Lago, oferecelhe a oportunidade de ser o proprietário de uma residência com um desenho
arrebatador e que combina design e
estilo com tecnologia de ponta, neste
exclusivo e inteligente empreendimento”. Quem o diz são os responsáveis do
grupo E3 Property, que está a promover
este projecto naquela região algarvia.
Composto por três empreendimentos (Key Lago, Key Verde e Key Pointe),
o projecto The Keys disponibiliza 171
unidades residenciais de luxo, entre
moradias, townhouses, apartamentos
duplex e penthouse.
De acordo com a E3 Property, este
complexo está “inserido num local de
excelência, situado no sector Norte
do campo de golfe, junto ao Quinta
Shopping e ao Buganvília Plaza”, sen-
do que apenas 8 por cento dos seus 730
hectares são destinados à construção.
O gabinete de arquitectura e design
britânico Walker Bushe foi o responsável pela concepção deste projecto,
que se inspirou “nos estilos de Miami
e Hollywood, com planos horizontais e
verticais que valorizam as residências,
fugindo do tradicional estilo Mouro e
Mediterrâneo, tão comum na região”,
nota este gabinete de arquitectura.
Todas as habitações do The Keys possuem sistema integrado de domótica,
“com preocupações a nível ambiental
e de certificação energética”, painéis
solares, elevadores com acesso condi-
cionado, ginásio/Spa, adega, lavandaria,
garagem e sistema de ar condicionado
nos quartos principais.
“Recursos de utilização simples fornecem uma ligação inteligente para o
aquecimento, refrigeração e sistemas
de iluminação, permitindo a gestão
automática do ambiente doméstico”,
revela a E3 Property, que dá ainda conta
de que “o proprietário nunca terá de se
preocupar com o facto de as luzes, o
aquecimento ou sistemas de entretenimento terem sido deixados ligados, pois
poderá desligá-los remotamente”.
Os proprietários das unidades residenciais contarão ainda com “uma variadíssima gama de serviços de excelência”, designadamente room service 24
horas, serviço de mordomo e de lavandaria, recepção e registo de convidados,
entrega de mercearias, tratamento de
Spa ao domicílio, escanção e serviço de
aconselhamento de vinhos, planeamento de eventos, serviço de bebidas na piscina ou tranfers para o aeroporto.
Neste momento, está já em construção o primeiro dos três empreendimentos. Com conclusão prevista para Abril
de 2010, o Key Lago desenvolve-se numa área total de 81,3 hectares, sendo
composto por 63 villas (cada uma com
duas piscinas privativas) e 24 apartamentos T3 e T4 (com áreas entre os 314
e os 376 m²).
O empreendimento, cuja comercialização também já arrancou, compreende um lago artificial, no meio do
qual está situada uma ‘ilha”, baptizada
de Palm Island – é aqui que estão a ser
construídos os apartamentos.
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8 • Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009
Actualidade
Efanor posiciona-se no segmento
alto do mercado do Grande Porto
Renda Prime do mercado
aumenta e fixa-se nos 19,50€
O Lisbon Prime Index voltou a registar, no terceiro trimestre deste ano,
uma subida na renda prime do mercado de escritórios fixando-se nos
19,50€, correspondendo à renda do
eixo da Avenida da Liberdade à Praça
do Duque de Saldanha. Neste eixo
mais qualificado do mercado, este indicador, que mede a renda mais alta
contratada em espaços superiores a
200 m2, tem vindo a recuperar desde
a queda verificada no primeiro trimestre, não sendo ainda suficiente para se
equiparar aos valores alcançados nos
últimos anos. Recorde-se que esta zona, desde 2006, nunca se tinham registado valores da renda prime inferiores
a 20 € por m2. No eixo da Avenida da
República e Amoreiras, este indicador
tem tido um comportamento mais estável, marcando o valor mais elevado
no primeiro semestre com 18€ por m2,
no terceiro trimestre sofreu uma ligeira
queda para os 17€, regressando ao nível
verificado nesta zona em 2008.
No Corredor Miraflores – Porto
Salvo, este indicador também tem um
comportamento mais estável com variações de menor dimensão. Depois
de em 2008 ter tido atingido valores
acima dos 15€ por m2, a renda prime
verificada nesta zona tem registado
sucessivas correcções, começando
no primeiro trimestre sem alterações
nos 14 €, descendo para os 13 € neste
último período.
Out Town Usado ‡ OTU
4.000 m2
15 €/m2
Marc Barros
Condomínio residencial
promovido pela Praedium
totaliza cerca de 700
apartamentos. Andarmodelo apresentado
Foi apresentado o andar-modelo do
condomínio residencial Efanor, promovido pela Praedium, a empresa de
promoção imobiliária do grupo Sonae.
Localizado na Senhora da Hora, em
Matosinhos, este resulta da reconversão das antigas instalações da Empresa
Fabril do Norte, também conhecida
como Fábrica dos Carrinhos.
O empreendimento será composto
por sete edifícios, totalizando cerca
de 700 apartamentos, num total de
cerca de 110 mil m² de área bruta de
construção, inseridos em 12 hectares
de terreno, onde prevalece uma extensa mancha verde de “qualidade paisa-
3.500 m2
gística assinalável”. Coexistirão ainda
zonas de lazer, um colégio e um pólo
do Museu de Serralves.
Na primeira fase, actualmente em
curso, está prevista a construção do
primeiro edifício – Edifício Delfim
Pereira da Costa – da autoria do arquitecto Alcino Soutinho, com cerca
de 12.600 m² de área bruta de construção com 40 apartamentos de tipologias T3, T4, T5 e T6. O jardim do
Condomínio Residencial Efanor, com
cerca de 50.000 m², será de utilização
exclusiva dos residentes.
O investimento total previsto para
o condomínio residencial Efanor é de
170 milhões de euros. Actualmente
“ainda estão disponíveis para comercialização todos os apartamentos do
Edifício Delfim Pereira da Costa, muito
embora estejam a ser recebidas reservas que só passarão a contrato no momento em que a segunda fase da obra
– os acabamentos – se iniciar”, referiu
fonte da empresa.
Os apartamentos em venda apresentam áreas que variam entre os 190 e os
470 m², consoante a tipologia, sendo
que o preço médio de venda “ronda
os 2.600 euros por m²”. “À semelhança de outros empreendimentos da
Praedium”, disse a mesma fonte, “este
projecto caracteriza-se pelos elevados
padrões de qualidade e está vocacionado para o segmento alto”.
Reconhecendo que a actual conjuntura de mercado “não é favorável, com
os potenciais compradores a adiarem
as suas decisões de compra”, os seus
responsáveis mostram-se convictos
que o projecto “apresenta características distintivas em relação à restante
oferta residencial no Grande Porto”.
Contribuem para tal “o facto de estar
construído o grande jardim interior e o
projecto educativo já em operação”.
O colégio, promovido pela Fundação
Belmiro de Azevedo, iniciou a sua actividade no ano lectivo 2008/2009 e
destina-se, nesta fase, ao ensino préescolar e ao primeiro ciclo do ensino
básico. Seguir-se-ão os restantes escalões de ensino, até ao 12.º ano e ainda
uma creche para crianças dos seis aos
36 meses.
3.000 m2
2.500 m2
2.000 m2
12 €/m2
1.500 m2
1.000 m2
500 m2
0 m2
ABR 09
MAI 09
Área
JUN 09
Renda Média
JUL 09
AGO 09
SET 09
9 €/m2
Renda Máximo
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o Lisbon Prime Índex. Proibida a reprodução.
Participantes
Empreendimento é composto
por sete edifícios
Inain apresenta nova colecção da Minotti
A mais recente colecção da Minotti
(“09’Collection”) foi apresentada no
showroom da Inain, no passado dia
19 de Novembro. O evento contou
com a presença de Renato Minotti,
proprietário daquela marca italiana
de mobiliário.
Os novos sistemas de sofás, consolas
e mesas “Williams” são algumas das
principais novidades desta colecção,
segundo avançaram Mário Azevedo e
Paula Ferreira Alves, da Inain.
Para estes responsáveis, a nova
colecção “capta de imediato a nossa
imaginação pelo seu notável carácter
estético, proporções ergonómicas e
a imediata sensação de conforto que
transmite. Sejam standard, quadradas
ou mistas, as propostas permitem uma
panóplia de combinações que vão do
formal ao informal para fazer frente
aos desafios que o quotidiano contemporâneo exige, tornando este sistema
único no mercado”.
Entretanto, o evento de apresentação da 09’Collection serviu também
para o desenvolvimento de uma campanha de solidariedade a favor da instituição Operação Nariz Vermelho.
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10 • Público Imobiliário • Quarta-feira 2 Dezembro 2009
Actualidade
Brisas Residence em comercialização
no concelho de Cascais
Pedro Farinha
Empreendimento inclui
72 apartamentos, com
tipologias entre o T1 e o T3
O Grupo Santo encontra-se a construir
o Brisas Residence, um empreendimento promovido pelo Eurofundo e
localizado em São Domingos de Rana,
no concelho de Cascais.
O projecto, constituído por nove
edifícios, inclui 72 apartamentos, com
tipologias T1, T2 e T3. As habitações T1
têm uma Área Bruta Disponível (ABP)
entre os 78 e os 96 m², ao passo que os
T2 disponibilizam áreas entre os 103 e
os 116 m². A área dos T3 varia entre os
125 e os 139 metros quadrados.
“Qualidade e bom gosto nos materiais, excelência nos acabamentos e
nos pormenores arquitectónicos são
os argumentos para descrever o empreendimento”, que possui “cozinhas
totalmente equipadas, soalho em carvalho (tipo flutuante), caixilharias alumínio com vidros duplos, instalações
sanitárias em pedra natural, porta
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A Aguirre Newman colocou recentemente 764 metros quadrados do edifício Castilho 20, um projecto detido
pela Deka Inmobilien GmbH e com
comercialização a cargo daquela consultora imobiliária.
O projecto, localizado na zona
prime de Lisboa, junto à Avenida
da Liberdade, conta com “excelentes acessos e próximo dos diferentes
meios de transportes públicos, o que
permite um acesso fácil”, oferecendo
“as melhores condições para as empresas que nele se pretendam instalar
e que procurem uma zona de referência”, revela a Aguirre Newman. Para
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principal de alta segurança e vídeoporteiro”, pode ler-se num comunicado enviado à imprensa, que dá ainda
conta de que todos os fogos possuem
estacionamento e arrecadação.
Segundo o mesmo comunicado, “as
preocupações estéticas e com a qualidade de vida estão também presentes nas zonas envolventes aos imóveis,
onde os futuros inquilinos do Brisas
Residence vão poder encontrar uma
Aguirre Newman coloca 764
m² no Edifício Castilho, 20
Tmv. 961325131 • 938581737
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Grupo Santo constrói projecto
Paulo Silva, director-geral da Aguirre
Newman Portugal, “o Castilho, 20 oferece condições de excelência a empresas que procuram uma localização central na cidade de Lisboa num edifício
de referência com uma vizinhança de
prestígio. Estamos confiantes que iremos alcançar os objectivos de que a
Deka nos incumbiu quando nos confiou a comercialização exclusiva deste
imóvel”.
Encontram-se ainda disponíveis para
arrendamento os pisos três e quatro, totalizando uma área de 1.483 m². P.F.
ampla zona verde e a facilidade de
acessos a todos os serviços situados
nas imediações”.
A comercialização deste empreendimento já arrancou, sendo que a
empresa promotora garante, até ao
final do ano, “condições vantajosas na
aquisição de apartamentos, nomeadamente nas tipologias T2 e T3”.
Componente
residencial
do Pátio Luso
colocada a 70%
A Business Imobiliária anunciou ter
já garantido a comercialização de 70
por cento dos imóveis incluídos no
empreendimento Pátio Luso, localizado no Porto. As fracções destinadas
a comércio encontram-se já totalmente
colocadas.
“A procura de habitações reabilitadas
no centro da cidade é uma realidade,
desde que estas apresentem dignidade
nos projectos e uma correcta estratégia de valores de comercialização”,
sublinhou Miguel Freitas, Managing
Director da Business Imobiliária, que
acrescenta: “Pela experiência que temos, quer ao nível de comercialização
de empreendimentos, quer no nicho
de mercado de venda de imóveis para
reabilitação ou adaptação, este é um
mercado que está em crescimento, tal
como já se constata nas capitais europeias”.
O projecto, que resulta de uma parceria público-privada entre a SRU Porto
Vivo e o grupo Edifer, compreende 27
apartamentos, com tipologias entre o
T0 e o T2 (áreas desde os 40 até aos
115 m²), além de espaços destinados a
escritórios (4) e comércio (2).
O Pátio Luso está localizado na Praça
Carlos Alberto e “oferece um conceito
que apela à mobilidade”, distinguindose pelo “nível de acabamentos, criteriosamente seleccionados pelo gabinete
de arquitectura Saraiva & Associados”.
A reabilitação de todo o projecto esteve
a cargo do grupo Edifer. P.F.
T2 T1duplexx
T0dduplex
T0
Quinta das Sedas
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Os proprietários dos imóveis poderão desfrutar das facilidades e equipamentos
que a Quinta das Sedas coloca ao seu dispor: O Norteshopping e o hipermercado
continente, garantem-lhe tudo o que necessita para o seu dia a dia, bem como a
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Especialistas dizem que Portugal deve ser promovido