CNEC- CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FCJ- FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE PDI- PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PERÍODO DE: 2007 – 2011 JOINVILLE – SC JULHO 2009 2 SUMÁRIO LISTA DE QUADROS E TABELAS .......................................................................................... 5 APRESENTAÇÃO ..................................................................................................................... 6 1 PERFIL INSTITUCIONAL PEDAGÓGICO ............................................................................. 7 1.1 DENOMINAÇÃO E INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ................ 7 1.1.1 Dados de Identificação da Mantenedora: CNEC- Campanha Nacional das Escolas da Comunidade ................................................................................ 8 1.1.2 Do Organograma Institucional .................................................................... 8 1.1.3 Finalidades da Mantenedora ....................................................................... 9 1.1.4 Breve Histórico: da Mantenedora e da Mantida ....................................... 10 1.1.5 Missão da CNEC ......................................................................................... 18 1.1.5.1 Público Alvo............................................................................................. 18 1.1.6 Visão da CNEC ........................................................................................... 19 1.1.7 Crenças e Valores ...................................................................................... 19 1.2 POLÍTICAS DE ENSINO - IDÉIAS FORÇA E PRINCÍPIOS ........................................... 20 1.2.1 Igualdade de Acesso .................................................................................. 20 1.2.2 Fundamentos Pedagógicos da CNEC ...................................................... 20 1.2.3 Fundamentos de Gestão das Instituições da Rede CNEC...................... 20 1.2.4 Construção e Implantação do Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPI) ...................................................................................................................... 21 1.2.5 Objetivos Gerais e Metas Institucionais da Mantida FCJ ....................... 26 1.3 INSERÇÃO REGIONAL: DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS ............................................ 27 1.4 ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ................................................................................. 35 2 GESTÃO INSTITUCIONAL: PLANEJAMENTO DA ÁREA ADMINISTRATIVA ................... 38 2.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DA FCJ .......... 38 2.2 INSTÂNCIAS DE DECISÃO E ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL .............................. 38 2.2.1 Órgãos Colegiados: Composição ............................................................. 38 2.2.2 Atribuições e Competências do Conselho Superior ............................... 38 2.2.3 Atribuições e Competências do Colegiado Acadêmico ......................... 39 3 CORPO DOCENTE .............................................................................................................. 41 3.1 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL - CORPO DOCENTE DA FCJ................... 41 3.1.1 Percentual da Titulação do Corpo Docente Geral da FCJ – 1º Semestre/2009 ..................................................................................................... 41 3.1.2 Titulação e Experiência Profissional e Acadêmica ................................. 41 3.1.3 Capacitação Docente: Programa de Qualificação ................................... 43 3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL .................. 45 3.3 EXPERIÊNCIA E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DOS DIRIGENTES – GESTORES ............................................................................................................................................ 45 4 CORPO DISCENTE: POLÍTICA DE AVALIAÇÃO, ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO ............................................................................................................ 46 4.1 PROCESSO SELETIVO - CONDIÇÕES DE ACESSO - MATRÍCULA E CONTROLE ACADÊMICO ....................................................................................................................... 46 4.2 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO BIMESTRAL DO ACADÊMICO .................................... 46 4.3 ATENÇÃO DADA AO DISCENTE: ESTÍMULOS DE PERMANÊNCIA ........................... 48 3 4.3.1 Política de Nivelamento Pedagógico ........................................................ 48 4.3.2 Ouvidoria da FCJ (Atendimento Psicopedagógico) e Núcleo de Atendimento ao Estudante - NAE ...................................................................... 48 4.3.3 Canais de Comunicação da FCJ com a comunidade interna e externa 49 4.3.4 Inclusão Social: Programas de Bolsas de Estudo ................................. 50 4.3.5 Acompanhamento do Egresso e Ambientes de Convivência ................ 52 4.3.6 Forma de Participação Acadêmica: Diretório Acadêmico (DA) e Comitê de Qualidade (CQ) ............................................................................................... 53 4.3.7 Ações de Responsabilidade Social/Ambiental e Produção Artística .... 54 5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA E A POLÍTICA E PROGRAMAS DE CURSO 55 5.1 PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO E OFERTA DE CURSOS DE GRADUAÇÃO ATIVOS DA FCJ........................................................................................... 55 5.2 PERFIL DO EGRESSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FCJ .............................. 55 5.2.1 Condições de Oferta Curso de Turismo ................................................... 56 5.2.1.1 Objetivo do Curso de Turismo ..................................................................... 56 5.2.2 Condições de Oferta do Curso de Sistemas de Informação .................. 57 5.2.2.1 Objetivo Curso de Sistemas de Informação ............................................... 57 5.2.3 Condições de Oferta do Curso de Administração (linhas de Formação Específica: Marketing, Negócios Internacionais, Empresas e Negócios, Gestão de Pessoas, Produção e Operações .................................................... 57 5.2.3.1 Objetivo do Curso Administração de Empresas ........................................ 57 5.2.4 Condições de Oferta do Curso de Direito ................................................ 58 5.2.4.1 Objetivo do Curso de Direito........................................................................ 58 5.2.5 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade........................................................................................... 59 5.2.5.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão da Qualidade ......................... 59 5.2.6 Condições de Oferta do Curso Superior de Gestão Comercial ............ 59 5.2.6.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Comercial ............................... 59 5.2.7 Condições de Oferta do Curso Superior de Logística ........................... 60 5.2.7.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Logística .............................................. 60 5.2.8 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer .............................................................................................. 60 5.2.8.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer ................ 60 5.3 PROJEÇÃO DE NOVOS CURSOS................................................................................ 60 5.4 ENSINO DE GRADUAÇÃO ........................................................................................... 61 5.4.1 Atividade de Ensino, Pesquisa e Extensão.............................................. 61 5.4.2 Atividade de Pesquisa ............................................................................... 62 5.4.2.1 Revista FCJ Scientia .................................................................................... 63 5.4.3 Atividades De Extensão ............................................................................. 64 5.5 POLÍTICA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ....................................... 64 6 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO INSTITUCIONAL.................... 66 6.1 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA E SEUS OBJETIVOS ............. 66 6.2 MECANISMOS DE INTEGRAÇÃO DA AVALIAÇÃO ..................................................... 66 6.3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ....................................................................... 66 6.3.1 Objetivos e metas da avaliação institucional interna e externa ............. 67 5.5.2.1 Análise e Ações Adotadas após Avaliações Institucionais Aplicadas ..... 68 7 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA: DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA E LABORATÓRIOS .......... 69 71 ÁREA FÍSICA (CRITÉRIOS DE ADAPTABILIDADE) E SEUS RECURSOS .................. 69 7.1.2 Descrição da Equipe de Apoio/Suporte da Biblioteca ........................... 69 7.1.2 Acervo Bibliográfico ................................................................................. 70 4 7.1.3 Infra-Estrutura Tecnológica....................................................................... 71 7.1.3.1 Laboratório de Informática: Plano de atualização e manutenção tecnológica ................................................................................................................. 71 8 DADOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS.................................................................... 76 8.1 RECEITA E DESPESAS DOS CURSOS ATIVOS ......................................................... 76 8.1.1 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 -Cursos de Administração 77 8.1.2 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 – Curso de Turismo .......... 78 8.1.3 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Sistemas de Informação ........................................................................................................... 79 8.1.4 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso De Direito Diurno/Noturno .................................................................................................... 80 8.1.5 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Tecnologia em Gestão da Qualidade........................................................................................... 81 8.1.6 Planilha Financeira – Projeção 2008 a 2011 - Curso de Tecnologia em Gestão Comercial ................................................................................................ 82 8.2 INDICADORES DE QUALIDADE DAS ÁREAS: BIBLIOTECA, LABORATÓRIOS E FINANCEIRA ....................................................................................................................... 82 8.3 IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE – ISO9001 .................... 84 9 CRONOGRAMA PREVISTO PARA A IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES INSTITUCIONAIS ... 85 9.1 AÇÕES INSTITUCIONAIS ............................................................................................. 85 9.1.1 Proposta de Intenção para Abertura de Novos Cursos de Graduação (Bacharelado e Tecnologia): Áreas do Conhecimento .................................... 87 9.1.2 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação Especialização ..................................................................................................... 88 9.1.3 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação Mestrado .............................................................................................................. 88 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................ 89 ANEXO 1- ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL ..................................................................... 91 ANEXO 2 – FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE MATRÍCULA............................................. 93 ANEXO 3 – FLUXOGRAMA DO NEPE - NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EMPREENDEDORAS ............................................................................................................. 94 ANEXO 4- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA (ÁREAS CONSTRUÍDAS) .. 95 ANEXO 5- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA.............................. 98 ANEXO 6 – PORTARIA DE NOMEAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO SUPERIOR . 103 ANEXO 7 – PORTARIA DE COMPOSIÇÃO E ATRIBUIÇÕES DA CPA – COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO .................................................................................................. 104 ANEXO 8 – NORMAS DE UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA .................................................. 105 ANEXO 9 – COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE, TITULAÇÃO, CARGA HORÁRIA, CURSO E DISCIPLINAS SELECIONADAS – 2º SEM/2009 ................................................. 110 5 LISTA DE QUADROS E TABELAS QUADRO 1 - REPRESENTANTES LEGAIS DA MANTENEDORA......................................................................... 9 QUADRO 2- RELAÇÃO DE INSTITUIÇÕES CENECISTAS DE ENSINO SUPERIOR – ICES ............................... 12 QUADRO 3 – SÍNTESE DAS METAS E ESTRATÉGIAS INSTITUCIONAIS DA MANTENEDORA ....................... 19 QUADRO 4 – PRESSUPOSTOS DO PPI – PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL ..................................... 21 QUADRO 5 - DOS CURSOS DE ENSINO SUPERIOR DA FCJ E OS ATOS NORMATIVOS – PORTARIAS DE AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO ............................................................................................................. 36 QUADRO 6 - QUANTIDADE DE VAGAS AUTORIZADAS DOS CURSOS SUPERIORES DA FCJ ....................... 37 QUADRO 7 – REFLEXÕES DO CORPO DOCENTE QUANTO AO PAPEL SOCIAL E PEDAGÓGICO ................ 44 QUADRO 8 - REGIME DE TRABALHO DOS GESTORES E COORDENAÇÃO / CURSOS E DOS NÚCLEOS DE APOIO ................................................................................................................................................................ 45 QUADRO 9 - ACERVO BIBLIOGRÁFICO – CRITÉRIOS DE SELEÇÃO .............................................................. 70 QUADRO 10 - DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE E/OU EM CONSTRUÇÃO.............................. 73 QUADRO 11 – SÍNTESE DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE / AMBIENTES......................................................... 73 QUADRO 12 - EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PARA APLICAÇÃO ADMINISTRATIVA .......................... 101 TABELA 1 - ESTATISTICA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA ÁREA EDUCACIONAL .................................. 22 TABELA 2 - ESTATISTICA DA GRATUIDADE POR BOLSAS DE ESTUDO ....................................................... 23 TABELA 3 - ESTATISTICA BOLSAS PROUNI – PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS.......................... 24 TABELA 4- ESTATISTICA DA GRATUIDADE REALIZADA NOS PROJETOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ......... 24 TABELA 5 - CONSOLIDADO NACIONAL DOS INVESTIMENTOS EM GRATUIDADE ........................................ 25 TABELA 6 - CONSOLIDADO NACIONAL DA ISENÇÃO USUFRUÍDA PELA PESSOA JURIDICA................... 25 TABELA 7 - ESTATÍSTICA DE OUTRAS BOLSAS CONCEDIDAS ..................................................................... 25 TABELA 8- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO, PRINCIPAIS CIDADES CATARINENSES .................. 28 TABELA 9 - DADOS DEMOGRÁFICOS DE ALGUMAS CIDADES CATARINENSES .......................................... 28 TABELA 10- COMPARATIVO: TAXA DE ALFABETIZAÇÃO, RENDA PER CAPITA E POPULAÇÃO................. 28 TABELA 11 - CRESCIMENTO POPULACIONAL DE JOINVILLE ........................................................................ 29 TABELA 12 - DADOS POPULACIONAIS DE JOINVILLE (SEXO, IDADE, CLASSE SOCIAL) ............................. 29 TABELA 13 – ABERTURA DE EMPRESAS E EMPREGOS GERADOS EM JOINVILLE, POR SETOR DE ATIVIDADE ......................................................................................................................................................... 30 TABELA 14 – NÚMERO DE EMPRESAS EM JOINVILLE, POR SETOR DE ATIVIDADE .................................... 30 TABELA 15 – COMPARATIVO DO CRITÉRIO DE CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE.......................................................................................................................................................... 31 TABELA 16 – POTENCIAL DE CONSUMO POR CLASSE / ANO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE ...................... 31 TABELA 17 - POTENCIAL ECONÔMICO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE........................................................... 31 TABELA 18 – PRODUTO INTERNO BRUTO DA REGIÃO SUL........................................................................... 32 TABELA 19 – PIB PER CAPITA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE ........................................................................ 32 TABELA 20 –PROJEÇÃO (%) DE CRESCIMENTO DAS FACULDADES NO ESTADO DE SANTA CATARINA .. 32 TABELA 21 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE JOINVILLE............................................. 33 TABELA 22 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE JOINVILLE ............................................ 33 TABELA 23 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE ..................................... 33 TABELA 24 - RELAÇÃO DE ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE QUE ATUAM NAS ÁREAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL, FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO .............................................................................. 33 TABELA 25 – NÚMERO DE IES ATUANTES EM JOINVILLE – QUANTIDADE DE CURSOS E ACADÊMICOS .. 34 TABELA 26 – OFERTA DE VAGAS NAS IES DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE- ANO DE: 1975–1980-1990-1998 – 2000 E 2008 ........................................................................................................................................................ 34 TABELA 27 – OFERTA DE VAGAS DE OUTRAS IES´S EM CURSOS SIMILARES À FCJ ................................. 35 TABELA 28- PLANEJAMENTO ECONÔMICO FINANCEIRO CURSOS GRADUAÇÃO FCJ - 2007 – 2011.......... 76 6 APRESENTAÇÃO A instituição de ensino superior Faculdade Cenecista de Joinville - FCJ, autorizada pela Portaria nº 859 de 20/06/2002, é uma IES comunitária, mantida pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC, doravante denominada FCJ, planeja suas ações visando à comunidade que pretende servir. Para isso, foi elaborado este Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para o qüinqüênio 2007 a 2011 que representa uma explicitação da programação geral das políticas, objetivos, metas e estratégias institucionais, enquanto organização de ensino, inserida no contexto da rede CNEC, no que concerne à definição de sua missão, e às suas atividades acadêmicas e administrativas. Essa explicitação de programação geral obedece às diretrizes e orientações da Diretoria Nacional da CNEC, ao mesmo tempo, que serve de base para discussões mais amplas com todos os atores, internos e externos à instituição, visando ao aprimoramento e a uma maior proximidade com os reais desejos e aspirações da comunidade. A Faculdade Cenecista de Joinville - FCJ, ao explicitar seu Plano de Desenvolvimento Institucional está fazendo um exercício no sentido de pensar estrategicamente o seu futuro, definindo as metas que pretende atingir, facilitando o diálogo institucional com todos os segmentos da comunidade diretamente envolvida. Procurou-se garantir a articulação das metas propostas em torno dos objetivos institucionais, bem como, entendendo como um plano de ação, tal documento, é revisitado e atualizado à medida que estratégias são redirecionadas aos objetivos institucionais. Este documento trata da continuidade do qüinqüênio 2002 -2006, devido a necessidade de revisitar / alterar o planejamento das metas e ações para o qüinqüênio seguinte 2007-2011, fruto dos resultados apresentados nos Relatórios de Auto Avaliação Institucional da CPA, das reuniões semanais e acompanhamento das atividades do Colegiado Acadêmico, além das transformações que se percebem na sociedade local. Do PDI anterior, várias metas foram cumpridas, dentre elas destaca-se a abertura de novos cursos, a saber: Direito (bacharelado) e Gestão da Qualidade e Gestão Comercial (Tecnologia). Da mesma forma que se cumpriu também a expansão do acervo bibliográfico, bem como, a expansão tecnológica. As demais ações programadas, porém não executadas, permanecem no cronograma de metas para o cumprimento posterior. Vale destacar que o PDI foi elaborado seguindo as orientações e sugestões de roteiro do Ministério da Educação (MEC), e do vasto acervo de dispositivos legais de consulta, cita-se a Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004, além de obedecer às Diretrizes Curriculares do Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC) e à legislação federal sobre o ensino superior. Prof. Félix José Negherbon Diretor Geral Presidente do Conselho Superior Prof. Maria Salete Panza Gonçalves Diretora Pedagógica Vice-Presidente do Conselho Superior 7 1 PERFIL INSTITUCIONAL PEDAGÓGICO Neste capítulo, são apresentadas as principais características da FCJ - Faculdade Cenecista de Joinville, sua denominação e identificação, a explicitação de sua missão, seus objetivos e metas para os próximos cinco anos, conforme premissas preconizadas pela Mantenedora. 1.1 DENOMINAÇÃO E INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Faculdade Cenecista de Joinville – FCJ, com sede na rua Cel Francisco Gomes nº 1.290 Bairro Anita Garibaldi, CEP 89.202-250 Joinville – SC, é uma instituição de ensino superior - IES, mantida pela CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE – CNEC/JOINVILLE, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com seu Estatuto registrado, sob o nº 15.461 no livro nº 553, no Cartório de Registros e Títulos, Documentos e Pessoas Jurídicas, no dia 20 de outubro de 1995, e é regida pela legislação do Sistema Federal de Ensino, com Regimento Interno 1 e Estatuto da Mantenedora e Resoluções emanadas do seu Conselho Superior. Para facilitar o rápido contato, abaixo informamos endereço, telefone e e-mail dos diretores da FCJ: IES (1530) Faculdade Cenecista de Joinville- FCJ Endereço Coronel Francisco Gomes, 1290 – Joinville/ Santa Catarina – Cep: 89.202-250 Dirigentes Prof. Félix José Negherbon – Diretor Geral – (47) 431-0911 Prof. Maria Salete Panza Gonçalves – Diretora Pedagógica – (47) 431- 0915 Telefone Geral (47) 431-0900 Fax: (47) 431-0950 E-mail [email protected] - [email protected] [email protected] 1 O Regimento Interno da FCJ encaminhado através do Processo nº 2300.007129/2000-52 foi aprovado pelo MEC/SESu com a Portaria nº 1801, publicada no DOU em 21/06/2002. E reapresentado (inserido) no sistema E-MEC em 2008. 8 1.1.1 Dados de Identificação da Mantenedora: CNEC- Campanha Nacional das Escolas da Comunidade A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC é pessoa jurídica de direito privado constituída sob a forma de associação civil sem fins lucrativos, com sede na Avenida Dom Pedro I, nº 426, centro, CEP 58.013-021, João Pessoa/PB, inscrita no CNPJ sob o nº 33.621.384/0001-19, com Estatuto Social registrado sob o nº 425.259, Livro nº A-239, e Regimento registrado sob o nº 375.754, Livro nº A-207, ambos no Serviço Notarial e Registral, Registro de Títulos e Documentos e Registro de Pessoas Jurídicas Toscano de Brito, João Pessoa/PB. 1.1.1.1 Títulos e Certificados: A CNEC é portadora dos seguintes títulos, inscrições e certificados: ÓRGÃO FISCALIZADOR TÍTULO INSTRUMENTO DE OUTORGA União – Ministério da Justiça Utilidade Pública Federal Decreto nº 36.504/54 União – Conselho Nacional de Registro e Certificado de Registro Processo nº 079.564/51 Assistência Social – CNAS Entidade Beneficente de Recadastramento: Res. CNAS nº 061/95 Assistência Social Renovação do CEAS: Res. CNAS nº 73/2007 Estado da Paraíba Utilidade Pública Estadual Decreto nº 7.737/2005 Estado da Paraíba – Conselho Inscrição junto ao CAS/PB Res. CEAS/PB nº 002/2005 de Assistência Social do Estado da Paraíba Município de João Pessoa/PB Utilidade Pública Municipal Lei nº 10.497/2005 Município de João Pessoa/PB Inscrição junto ao Res. CMAS nº 001/2005 – Conselho Municipal de CMAS/João Pessoa Assistência Social Fonte: CNEC, (2008) 1.1.2 Do Organograma Institucional A CNEC tem sua estrutura organizada por órgãos de consulta, de deliberação, de direção, de fiscalização e de execução, com competências e atribuições previstas no seu Estatuto Social e Regimento. Os Órgãos de Consulta contribuem com a orientação filosófica e doutrinária da Instituição, aconselhando e assessorando a Direção da CNEC nas definições das estratégias para o cumprimento de sua missão. Os Órgãos de Deliberação - o Congresso Nacional, as Assembléias Estaduais e as Assembléias Locais – representam os associados e, em reuniões ordinárias, elegem as diretorias, os conselhos consultivos e os conselhos fiscais, apreciam e aprovam os relatórios e contas dos órgãos diretivos, e deliberam sobre assuntos de interesse geral da Instituição. Os Órgãos de Direção – a Diretoria Nacional e as Diretorias Estaduais – representam a Instituição e definem as políticas, diretrizes, projetos e normas institucionais, para garantia do cumprimento das finalidades estatutárias. Da estrutura dos Órgãos de Direção, fazem parte, também, as Diretorias dos Conselhos Comunitários que têm precípua função de fazer o elo entre as demandas e os interesses das comunidades, e os programas e projetos das unidades cenecistas. 9 Os Órgãos de Fiscalização – Conselho Fiscal Nacional, Conselhos Fiscais Estaduais e Conselhos Fiscais Locais – exercem ação fiscalizadora, sobre a execução orçamentária, operações financeiras, empréstimos, documentos contábeis e alienações de bens imóveis. E, os Órgãos de Execução – Superintendência Nacional, Superintendências Regionais e Estaduais, Coordenações Estaduais e a Direção das Unidades Cenecistas – são os responsáveis pela coordenação e execução das políticas, diretrizes e projetos institucionais, bem como pelas atividades pedagógicas, sociais e técnico-administrativas da Instituição. Assim, na estrutura organizacional, a CNEC tem na Diretoria Nacional seu órgão superior de direção e definição de políticas, diretrizes, projetos e normas e no Conselho Fiscal Nacional seu órgão superior de controle e fiscalização. Para o quadriênio 2008/2012, com mandato de 29.07.2008 a 29.07.2012, os referidos órgãos apresentam a composição legitimada no 40º Congresso Nacional, realizado no dia 29 de julho de 2008, a saber: QUADRO 1 - REPRESENTANTES LEGAIS DA MANTENEDORA Presidente: ALEXANDRE JOSÉ DOS SANTOS Vice-Presidente: JUAREZ DE MAGALHÃES RIGON Secretária: PROFESSORA ANITA ORTIZ CORRÊA Diretores ROGÉRIO AUTO TEÓFILO JOÃO FAUSTINO FERREIRA NETO JURIL DE PLÁSCIDO E SILVA CARNASCIALI DEPUTADO FEDERAL NÁRCIO RODRIGUES DA SILVEIRA MONSENHOR ANDRÉ VIANA CAMURÇA Conselho Fiscal Nacional Presidente: EDINALVO DANTAS Conselheiros Titulares JÚLIO CÉSAR SOUZA BALTHAREJO LAÉRCIO SEGUNDO DE OLIVEIRA Na estrutura de execução, a Superintendência Nacional é o órgão máximo, a quem compete cumprir e fazer cumprir as políticas, diretrizes, projetos institucionais, bem como as atividades técnicoadministrativas. Com a eleição ocorrida no dia 13 de fevereiro de 2004 e homologada pela Resolução DN 25/2004, a Superintendência Nacional, na conformidade do Estatuto Social e Regimento, é representada por um Superintendente Nacional, 1.1.3 Finalidades da Mantenedora Segundo o Estatuto da CNEC, têm-se as seguintes finalidades e objetivos institucionais: a) Oferecer educação de qualidade em todos os graus, níveis e modalidades de ensino; b) Estimular e coordenar os esforços das comunidades para ações educativas, culturais, assistenciais e de preservação ambiental; 10 c) Implantar, nas áreas do ensino geral e técnico, unidades de prestação de serviços, de produção e comercialização, bem como de editoração, comunicação social e turismo; e d) Formular processos de mudanças de hábitos para benefício da sociedade. A CNEC define em seu Estatuto: “Art. 10 ( …) § 1º - Os recursos da CNEC são aplicados, integral e exclusivamente, no território nacional e, rigorosamente, para atender (....) suas finalidades estatutárias (.…). Art. 12 - A CNEC não remunera os integrantes de suas Diretorias e de seus Conselhos, em todos os âmbitos, não distribui lucros, vantagens ou bonificações a associados ou mantenedores sob nenhuma forma. Esses princípios e condições de organização do trabalho na CNEC aplicam-se a todos os cursos ofertados, ou seja, do maternal e jardim de infância ao ensino superior e à pós-graduação. Na área da Educação Superior a CNEC já vem, também, acumulando experiência. 1.1.4 Breve Histórico: da Mantenedora e da Mantida “Um ginásio apenas era nossa meta, mas a idéia se espalhou pelos generosos corações brasileiros e transformou-se na maior obra de ensino comunitário das Américas, com unidade de direção.” FELIPE TIAGO GOMES. Fundada em 1943, na cidade de Recife/PE, como Campanha do Ginasiano Pobre, a CNEC nasceu do ideal de um grupo de estudantes universitários que, liderados pelo Professor Felipe Tiago Gomes, resolveu contrariar a situação instalada – a escola como privilégio de poucos – oferecendo ensino gratuito aos jovens que não tinham acesso à escola, para cursar o ginásio. O trabalho voluntário de seus idealizadores se propagou pelo Brasil, comemorando adesões e compromissos que fizeram da Campanha do Ginasiano Pobre – que inicialmente abrigava pedidos de ajuda e orientações para a criação de unidades escolares – a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – reconhecida como o mais expressivo movimento de educação comunitária existente na América Latina. A concepção de educação comunitária, já àquela época, atendia não só aos anseios dos excluídos, mas de toda a comunidade, pois o projeto cenecista fundou seus alicerces no fazer educação com qualidade, pois não bastava proporcionar o acesso ao conhecimento – a motivação sempre foi e é promover a transformação. Destaca-se do arrojado projeto, a escolha de um modelo de gestão democrático, o que garantiu a livre manifestação das aspirações envolvidas pela via da participação efetiva da comunidade em todas as instâncias de direção, desde o Conselho Comunitário Local, passando pelas Diretorias Estaduais, até a Diretoria Nacional. O modelo de gestão se fortaleceu ao longo desses 65 anos de plena e profícua atividade e se revela em perfeita harmonia ao fundir o idealismo do jovem Felipe Tiago Gomes – o visionário – ao profissionalismo de seus atuais gestores. 11 Ao longo de sua trajetória - que traduz a evolução do Terceiro Setor no Brasil – priorizou a prestação de serviços na Educação Básica e Profissionalizante como principais atividades, em razão da premente demanda, em especial, no interior do País. Chegou a manter mais de 2000 unidades, estabelecendo-se principalmente junto àquelas comunidades em que o Estado não apresentava condições de suprir as carências apresentadas. Ao tempo em que o Estado iniciou processo de retomada de suas obrigações e fomento à educação, a CNEC iniciou processo gradativo de redução de suas unidades, continuando suas atividades onde a prestação de serviços educacionais e de assistência social – voltada para a formação integral de pessoas e para melhoria de suas condições de vida – atende às necessidades e aos interesses das comunidades beneficiadas. Na Educação Básica, inovou e fortaleceu o processo educacional com a criação e adoção do Sistema de Ensino CNEC que, pautado nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN´s, nas características e peculiaridades locais e regionais e no Projeto Político-Pedagógico Institucional, se materializa pela adoção em nível nacional, de Material Didático próprio e do Exame Nacional de Escolas Cenecistas - ENEC, realizado uma vez por ano, em toda a Rede, nas 218 unidades de Educação Básica. Na Educação Superior, refletindo de maneira singular a demanda nacional, a linha de expansão da CNEC é especialmente verificada nos últimos anos, quando ampliou a oferta de cursos, alcançando 130 autorizados, nas 28 Instituições Cenecistas de Ensino Superior – ICES credenciadas. Em seu histórico apresenta, ainda, significativas contribuições para a redução das diferenças sociais, representadas pela promoção e o fomento de programas e projetos de assistência social no seguimento da proteção social básica, com ações socioeducativas, profissionalizantes e socioeducativas de convivência que visam, principalmente, a melhoria das condições de vida de crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e portadores de deficiência, em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco social. Dentre vários prêmios e certificações que recebeu aos longos de sua história, desça-se que em 2005, recebeu o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação, concedido pela Câmara dos Deputados em reconhecimento ao trabalho realizado pela defesa e promoção da educação no Brasil, resultando na formação de milhares de brasileiros que passaram por suas salas de aula e em 2007, foi agraciada com a Medalha Mérito Legislativo Câmara dos Deputados em reconhecimento às relevantes contribuições para a defesa do direito de acesso à educação, em todo território nacional. Para a garantia do cumprimento de sua missão e finalidades, com a marca de excelência que imprime seu histórico de 65 anos, CNEC emprega mais de 11.000 profissionais, para o atendimento de quase 120.000 pessoas entre alunos e usuários da assistência social. A seguir relaciona-se a seguir as faculdades cenecistas distribuídas nos principais estados brasileiros: 12 QUADRO 2- RELAÇÃO DE INSTITUIÇÕES CENECISTAS DE ENSINO SUPERIOR – ICES UF ICES CURSOS CREDENCIAMENTO FACULDADE CENECISTA DE ITUBERÁ BA CE DF ES FACULDADE CENECISTA DE FORTALEZA FACULDADE CENECISTA DE BRASÍLIA FACULDADE CENECISTA DE VILA VELHA Portaria Nº 1.588, de 15.09.2006 - DOU 18.09.2006 Licenciatura em Letras com habilitação em Inglês e Literaturas de Língua Inglesa Portaria Nº 04, de 08.01.2007-DOU 09.01.2007 Licenciatura em História Portaria Nº 629, de 15.09.2006-DOU 18.09.2006 CREDENCIAMENTO FACULDADE CENECISTA DO SSENHOR DO BONFIM AUTORIZAÇÃO Portaria Nº 1.283, de 28.12.2007 - DOU 31.12.2007 Licenciatura em Letras com habilitação em Inglês e Literaturas de Língua Inglesa Portaria Nº 12, de 07.01.2008-DOU 08.01.2008 Licenciatura em História Portaria Nº 11, de 07.01.2008-DOU 08.01.2008 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 525, de 30.04.2008 - DOU 02.05.2008 Bacharelado em Turismo Portaria Nº 1.106, de 19.12.2008- DOU 22.12.2008 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 342, de 08.05.2008- DOU 09.05.2008 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 998, de 14.07.2000- DOU 18.07.2000 Bacharelado em Serviço Social Portaria Nº 1.001, de 29.11.2006-DOU 01.12.2006 Bacharelado em Administração Portaria Nº 4.288, de 21.12.2004-DOU 23.12.2004 Licenciatura em Letras com habilitação em Língua Portuguesa Respectivas e Literaturas Portaria Nº 214, de 25.01.2002-DOU 29.01.2002 Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Magistério da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.Administração Escolar Portaria Nº 1.962, de 30.08.2001-DOU 03.09.2001 Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Magistério da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.Tecnologias Educacionais Portaria Nº 1.962, de 30.08.2001 - DOU 03.09.2001 Bacharelado em Turismo Portaria Nº 1.308, de 23.08.2000-DOU 24.08.2000 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 998, de 14.07.2000-DOU 18.07.2000 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 285, de 03.03.2000 - DOU 09.03.2000 Bacharelado em Ciências Econômicas Portaria Nº 359, de 31.12.1991-DOU 03.01.1992 Licenciatura em Pedagogia Portaria Nº 358, de 22.03.2000-DOU 24.03.2000 Bacharelado em Administração com habilitação em Gestão Internacional de Negócios Portaria Nº 285, de 03.03.2000-DOU 09.03.2000 Bacharelado em Relações Internacionais Portaria Nº 925, de 29.06.2000-DOU 03.07.2000 13 FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS CREDENCIAMENTO Portaria Nº 606, de 28.03.2001 - DOU 30.03.2001 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 1.906, de 22.08.2001- DOU 24.08.2001. Bacharelado em Administração Portaria Nº 1.677, de 01.08.2001-DOU 06.08.2001 Bacharelado em Turismo CREDENCIAMENTO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA MG INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CENECISTA DE UNAI FACULDADE CENECISTA DE VARGINHA MT FACULDADE CENECISTA DE RONDONÓPOLIS Portaria Nº 606, de 28.03.2001 30.03.2001 DOU Portaria Nº 119, de 12.02.1998. DOU 16.02.1998 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 2.881, de 14.12.2001-DOU 18.12.2001 Bacharelado em Direito Portaria Nº 1.683, de 07.06.2002- DOU 10.06.2002 Bacharelado em Administração com habilitação em Administração de Empresas Portaria Nº 320, de 26.02.1999-DOU 02.03.1999 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 119, de 12.02.1998-DOU 16.02.1998 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 849, de 22.03.2002 - DOU 27.03.2002 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 850, de 22.03.2002-DOU 27.03.2002 CREDENCIAMENTO Decreto Federal Nº 68.011, de 31.12.1970 - DOU 04.01.1970 Bacharelado em Direito Portaria Nº 122, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 1.891, de 22.08.2001-DOU 24.08.2001 Bacharelado em Administração com habilitação em Marketing Portaria Nº 3.194, de 31.10.2003-DOU 05.11.2003 Bacharelado em Ciências Econômicas Portaria Nº 90.131, de 30.08.1984-DOU 31.08.1984 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 68.011, de 31.12.1970-DOU 04.01.1970 Bacharelado em Administração com habilitação em Administração de Empresas Portaria Nº 68.011, de 31.12.1970-DOU 04.01.1970 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 2.783, de 09.09.2004 - DOU 10.09.2004 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 314, de 10.03.2009-DOU 11.03.2009 Bacharelado em Administração Portaria Nº 315, de 10.03.2009-DOU 11.03.2009 Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo Portaria Nº 558, de 29.08.2006-DOU 31.08.2006 Bacharelado em Serviço Social Portaria Nº 2.784 de 06.09.2004-DOU 10.09.2004 14 CREDENCIAMENTO FACULDADE CENECISTA DE SINOP PR FACULDADE CENECISTA DE CAMPO LARGO Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria nº 380, 19.03.2009- DOU 20.03.2009 Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo Portaria3.622 de 08.11.2004-DOU 09.11.2004 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 1.717, de 03.12.1999 - DOU 07.12.1999 Bacharelado em Direito Portaria Nº 4.043, de 23.12.2003- DOU 24.12.2003 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 3.785, de 12.12.2003-DOU 15.12.2003 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Educação Infantil Portaria Nº 3.785, de 12.12.2003- DOU 15.12.2003 Bacharelado em Administração com habilitação em Administração de Empresas Portaria Nº 980, de 17.05.2001 -DOU 22.05.2001 Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Orientação Educacional e Supervisão Escolar Portaria Nº 2.063, de 21.12.2000 -DOU 26.12.2000 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 1.717, de 03.12.1999- DOU 07.12.1999 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 2.596, de 06.12.2001. DOU 10.12.2001 Bacharelado em Administração FACULDADE CENECISTA DA ILHA DO GOVERNADOR RJ FACULDADE CENECISTA DE ITABORAÍ INSTITUTO SUPERIOR MENDES DE ALMEIDA Portaria Nº 3.623, de 08.11.2004 - DOU 09.11.2004 Portaria Nº 888, de 18.10.2007-DOU 19.10.2007 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Educação Infantil Portaria Nº 3.420, de 06.12.2002-DOU 09.12.2002 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 3.420, de 06.12.2002- DOU 09.12.2002 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 2.596, de 06.12.2001- DOU 10.12.2001 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 785, de 27.07.1998 - DOU 29.07.1998 Licenciatura em Matemática Portaria Nº 753, de 03.09.2007-DOU 04.09.2007 Licenciatura em Geografia Portaria Nº 238, de 22.03.2007-DOU 23.03.2007 Licenciatura em Letras com habilitação em Português e Literaturas da Língua Portuguesa Portaria Nº 236, de 22.03.2007- DOU 23.03.2007 Licenciatura em Letras com habilitação em Português e Inglês e respectivas Literaturas Portaria Nº 236, de 22.03.2007- DOU 23.03.2007 Licenciatura em História Portaria Nº 237, de 22.03.2007- DOU 23.03.2007 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 3.142, de 31.10.2003- DOU 04.11.2003 Bacharelado em Administração com habilitação em Administração de Empresas Portaria Nº 785, de 27.07.1998- DOU 29.07.1998 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 2.302, de 26.08.2003 - DOU 28.08.2003 Bacharelado em Turismo Portaria Nº 331, de 30.01.2006 - DOU 31.01.2006 Bacharelado em Direito Portaria Nº 4.029, de 23.12.2003 -DOU 24.12.2003 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 2.286, de 25.08.2003 -DOU 26.08.2003 Bacharelado em Administração Portaria Nº 2.285, de 25.08.2003- DOU 26.08.2003 15 FACULDADE CENECISTA DE RIO BONITO CREDENCIAMENTO Portaria Nº 57, de 13.01.2009 - DOU 14.01.2009 Bacharelado em Administração Portaria Nº 19, de 15.01.2009-DOU 16.01.2009 CREDENCIAMENTO FACULDADE CENECISTA DE BENTO GONÇALVES Bacharelado em Nutrição Portaria Nº 1.037, de 08.12.2006-DOU 11.12.2006. Bacharelado em Turismo Portaria Nº 827, de 31.10.2006- DOU 01.11.2006. Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda Portaria Nº 4.582, de 28.12.2005-DOU 29.12.2005. Bacharelado em Enfermagem Bacharelado em Administração com habilitação em Negócios Agroindustriais CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA FACULDADE CENECISTA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS Portaria Nº 146, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004. Portaria Nº 2.908, de 14.12.2001 -DOU 18.12.2001. Bacharelado em Administração com habilitação em Produção Portaria Nº 350, 23.02.2001-DOU 26.02.2001. Bacharelado em Administração com habilitação em Marketing e Gestão de Negócios Portaria Nº 82, de 14.01.1999-DOU 18.01.1999 Bacharelado em Administração com habilitação em Recursos Humanos Portaria Nº 212, de 06.03.1998-DOU 10.03.1998 CREDENCIAMENTO RS Portaria Nº 212, de 06.03.1998 - DOU 10.03.1998 Decreto Federal Nº S/N, de 31.12.1994 - DOU 31.12.1994 Bacharelado em Direito Portaria Nº 1.366, de 21.07.2006-DOU 24.07.2006 Curso Seqüencial: Curso Superior de Formação Específica em Finanças Empresariais Portaria Nº 55, de 12.01.2004 - DOU 14.01.2004. Curso Seqüencial: Curso Superior de Formação Específica em Gestão Imobiliária Portaria Nº 57, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004 Curso Seqüencial: Curso Superior de Formação Específica em Gestão Administrativa Portaria Nº 56, de 12.01.2004- DOU 14.01.2004 Curso Seqüencial: Curso Superior de Formação Específica em Logística Empresarial Portaria Nº 54, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Magistério para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 1.520, de 20.05.2002-DOU 22.05.2002 Bacharelado em Turismo Portaria Nº 1.698, de 01.08.2001 -DOU 06.08.2001 Bacharelado em Administração com habilitação em Gestão de Sistemas de Informação Portaria Nº 1.607, de 24.07.2001 -DOU 25.07.2001 Bacharelado em Administração com habilitação em Administração de Empresas Portaria Nº 1.334, de 30.12.1994 - DOU 02.01.1995 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 1.267, de 25.04.2002 - DOU 26.04.2002 Bacharelado em Direito Portaria Nº 565, de 26.06.2007 -DOU 27.06.2007 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Portaria Nº 281, de 05.04.2007 -DOU 10.04.2007 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 804, de 25.10.2006-DOU 30.10.2006 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 1.269, de 25.04.2002- DOU 26.04.2002 16 FACULDADE CENECISTA DE NOVA PETRÓPOLIS Bacharelado em Administração com habilitação em Administração Industrial Portaria Nº 1.268, de 25.04.2002-DOU 26.04.2002 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 3.004, de 24.10.2003 - DOU 27.10.2003 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Portaria Nº 254, de 13.12.2006 -DOU 19.12.2006 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 145, de 30.05.2006-DOU 01.06.2006 Bacharelado em Administração em habilitação em Administração de Empresas CREDENCIAMENTO Bacharelado em Ciências Biológicas Bacharelado em Direito Licenciatura em Computação Licenciatura em Educação Física FACULDADE CENECISTA DE OSÓRIO INSTITUTO CENECISTA DE ENSINO SUPERIOR DE SANTO ÂNGELO Portaria Nº 3.005, de 24.10.2003 -DOU 27.10.2003 Decreto Federal Nº 85.867, de 01.04.1981 - DOU 03.04.1981 Portaria Nº 1.069, de 15.12.2008- DOU 16.012.2008 Portaria Nº 586, de 26.06.2007 -DOU 27.06.2007 Portaria Nº 2.338, de15.08.2002- DOU 16.08.2002 Portaria Nº 907, de 29.06.2000-DOU 03.07.2000 Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Magistério das Séries Iniciais e do Ensino Portaria Nº 802, de 14.05.1999-DOU 18.05.1999 Fundamental Bacharelado em Administração Portaria Nº s.n, de 03.08.1994-DOU 04.08.1994 Licenciatura em Matemática Portaria Nº s.n, de 22.07.1994-DOU 25.07.1994 Licenciatura em Letras com habilitação em Português e Literaturas da Língua Portuguesa Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981- DOU 03.04.1981 Licenciatura em Letras com habilitação em Inglês e Respectivas Literaturas Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981-DOU 03.04.1981 Licenciatura em Geografia Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981-DOU 03.04.1981 Licenciatura em História Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981-DOU 03.04.1981 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 1.483, de 29.12.1998 - DOU 30.12.1998 Bacharelado em Biomedicina Portaria Nº 695 de 27.09.2006- DOU 28.09.2006 Bacharelado em Fisioterapia Portaria Nº 4.206 de 17.12.2004 - DOU 20.12.2004 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 215, de 06.03.1998 -DOU 10.03.1998 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Educação Infantil Portaria Nº 2.767 de 25.09.2002 -DOU 30.09.2002 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 2.767 de 25.09.2002-DOU 30.09.2002 Bacharelado em Administração com habilitação em Gestão e Negócios Agroindustriais Bacharelado em Administração com habilitação em Gestão Internacional de Negócios Bacharelado em Direito Portaria Nº 726, 26.05.2000-DOU 30.05.2000 Portaria Nº 477, de 03.07.199-DOU 05.07.1998 Portaria Nº 51.886 de 03.04.1963- DOU 05.04.1963 17 INSTITUTO CENECISTA FAYAL CREDENCIAMENTO Portaria Nº 673, de 24.05.2000 - DOU 26.05.2000 Bacharelado em Design Gráfico Portaria Nº 1.109, de 12.12.2008-DOU 22.12.2008 Bacharelado em Comunicação Social habilitação Publicidade e Propaganda Portaria Nº 851, de 02.10.2007-DOU 03.10.2007 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 2.242, de 18.08.2003-DOU 19.08.2003 Bacharelado em Turismo Portaria Nº 546, de 04.03.2002- DOU 05.03.2002 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria Nº 745, de 26.05.2000-DOU 30.05.2000 Bacharelado em Administração Portaria Nº 673, de 24.05.2000- DOU 26.05.2000 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 859, de 21.06.2000 DOU 26.06.2000 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial Portaria Nº 517, de 04.10.2007-DOU 05.10.2007 Bacharelado em Direito Portaria Nº 669, de 15.03.2006 - DOU 16.03.2006 Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade Portaria Nº 42, de 26.07.2006 -DOU 03.08.2006 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Desportiva e de Lazer Portaria Nº 54, de 01.09.2006- DOU 04.09.2006 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 813, de 22.03.2002- DOU 27.02.2002 SC FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE Bacharelado em Administração com habilitação em Negócios Internacionais Bacharelado em Turismo Portaria Nº 812, de 22.03.2002 -DOU 27.03.2002 Bacharelado em Administração com habilitação em Administração de Empresas e Negócios Portaria Nº 859, de 21.06.2000- DOU 26.06.2000 Bacharelado em Administração com habilitação em Marketing Portaria Nº 859, de 21.06.2000-DOU 26.06.2000 CREDENCIAMENTO FACULDADE DE TECNOLOGIA CENECISTA DE RIO NEGRINHO SP FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI Portaria Nº 811, de 22.03.2002-DOU 27.02.200 Portaria Nº 1.095, de 03.09.2008 - DOU 04.09.2008 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Portaria Nº 422, de 05.09.2008- DOU 09.09.2008 Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais Portaria Nº 422, de 05.09.2008- DOU 09.09.2008 Curso Superior de Tecnologia em Segurança do Trabalho Portaria Nº 422, de 05.09.2008 - DOU 09.09.2008 CREDENCIAMENTO Decreto Federal Nº 70.123, de 04.02.1972 - DOU 07.02.1972 Bacharelado em Ciências Contábeis Portaria nº 513, de 07.04.2009 -DOU 08.04.2009 Bacharelado em Sistemas de Informação Portaria Nº 2.241, de 15.10.2001 -DOU 16.10.2001 Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Administração Escolar Portaria Nº 1.147,de11.06.2001 -DOU 13.06.2001 Licenciatura em Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Literatura da Língua Portuguesa Portaria Nº 2.164, de22.12.2000- DOU 28.12.2000 18 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CENECISTA DE CAPIVARI Bacharelado em Administração Portaria Nº 70.123, de 04.02.1972[DOU 07.02.1972 CREDENCIAMENTO Portaria Nº 1.509, de 20.05.2002 - DOU 22.05.2002 Licenciatura em Normal Superior com habilitação em Anos Iniciais do Ensino Fundamental Portaria Nº 1.510, de 20.05.2002[DOU 22.05.2002 Fonte: CNEC (2008). 1.1.5 Missão da CNEC A CNEC tem como missão promover a formação integral de pessoas, oferecendo educação de excelência com compromisso social e o cumprimento da mesma ocorre a partir da manutenção de suas finalidades estatutárias, a saber: Art. 3º. São finalidades da CNEC: I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não formais, em todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos, enfatizando a geração e a difusão de valores comunitários e a formação de uma sociedade democrática não excludente; II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social, oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais e a ascensão social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social; III - promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de preservação do meio ambiente e turismo; IV – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas educacionais e culturais, em todas as suas formas de expressão; V – criar e manter Centros de Educação Profissional nos níveis de Capacitação, Qualificação, Suprimento, Básico, Técnico e Tecnológico, oferecendo a jovens e adultos as habilitações necessárias para o exercício de sua cidadania e para seu desenvolvimento técnico, profissional e cultural. Parágrafo único. Destinar-se-ão tantas vagas quanto determina a legislação pertinente à filantropia, de forma planejada, diária e sistemática, sem qualquer discriminação da clientela beneficiada. 1.1.5.1 Público Alvo O público alvo da CNEC está definido em sua missão - “promover a formação integral de pessoas, oferecendo educação de excelência com compromisso social”, e se expressa na concepção dos serviços que oferece nos seguimentos da educação e da assistência social. Assim, destacamos: 1. na prestação de serviços educacionais - em todos os níveis e modalidades - o público alvo abrange crianças, jovens e adultos, alcançando alunos pagantes e bolsistas, conforme determina seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da CNEC: I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não formais, em todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos, enfatizando a geração e a difusão de valores comunitários e a formação de uma sociedade democrática não excludente;” 19 2. no atendimento em ações, projetos e programas de assistência social, o público alvo é o definido pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS e consolidado pela Política Nacional de Assistência Social, com atendimento a crianças, adolescentes, adultos, idosos e portadores de deficiência, em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco de exclusão social, notadamente alcançando suas respectivas famílias, conforme define seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da CNEC: ... II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social, oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais e a ascensão social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social;” 1.1.6 Visão da CNEC “Em 2010, a CNEC será referência como instituição educacional de excelência em todos os segmentos em que atue”. 1.1.7 Crenças e Valores Excelência Ética Valorização do Ser Humano Competência Compromisso Honestidade Portanto, para dar sustentação e viabilidade no cumprimento da missão e visão institucionais, metas e estratégias foram definidas pela mantenedora no Planejamento Estratégico previsto para op período 2007 a 2011, a saber: QUADRO 3 – SÍNTESE DAS METAS E ESTRATÉGIAS INSTITUCIONAIS DA MANTENEDORA DESCRIÇÃO DA META META 1 - Garantir a excelência dos Serviços Educacionais META 2 - Aumentar a atuação na área de Assistência Social na forma da lei META 3 – Consolidar a Rede e Desenvolver a Gestão Estratégica Institucional META 4 - Garantir resultado econômico-financeiro para sustentabilidade e reinvestimento Fonte: PE- Planejamento Estratégico CNEC, 2007 a 2010. O desdobramento das metas e a identificação dos dirigentes responsáveis pelo seu efetivo cumprimento estão descritos no Relatório de PE da Rede CNEC. Neste sentido as políticas de ensino devem ser consideradas na análise deste contexto estratégico. 20 1.2 POLÍTICAS DE ENSINO - IDÉIAS FORÇA 2 E PRINCÍPIOS3 1.2.1 Igualdade de Acesso Princípio 01: O acesso às Instituições mantidas pela CNEC não permite qualquer discriminação, tais como, raça, sexo, idioma, religião ou condições econômicas, culturais e sociais, nem tampouco em incapacidade física. 1.2.2 Fundamentos Pedagógicos da CNEC Princípio 02: As ações pedagógicas orientam-se pelo princípio da qualidade da educação, formando pessoas competentes para a sociedade pós-moderna em um mundo de constantes mutações. Princípio 03: Os estudantes formados têm como perfil a competência de utilizar os conhecimentos para compreender as situações e resolver os problemas da sociedade atual, movidos por valores éticos, morais e com capacidade de estabelecer relações humanas saudáveis. Princípio 04: O Currículo, em sintonia com a diretriz curricular nacional e as práticas pedagógicas, metodologia e avaliação, desenvolve cérebros pensantes, capazes de significar os conhecimentos e motivar os alunos na sua utilização para compreender o contexto mundo-vida. Princípio 05: As práticas pedagógicas têm como princípio o desenvolvimento do espírito perquiritório no cotidiano, a fim de que o aluno aprenda a exercitar-se entre as situações e os problemas da vida, refletindo-os à luz dos conhecimentos teóricos e historicamente construídos e sendo capaz de ser um agente investigativo e construtor de uma sociedade em harmonia. Princípio 06: O processo de ensino e aprendizagem compromete a comunidade educativa (alunos, professores, funcionários) na busca de soluções para os problemas sociais da região, fazendose valer do currículo para apropriar-se dessa realidade, refleti-la, através, entre outros, de projetos sociais, e buscar soluções para a mesma. 1.2.3 Fundamentos de Gestão das Instituições da Rede CNEC Princípio 07: O clima institucional nas Instituições da CNEC respeita o estudante, favorecendo o seu acesso às informações e aos recursos oferecidos pela instituição, bem como provê atendimento administrativo ágil e de qualidade, além de oferecer-lhe ambiente de qualificada convivência. Princípio 08: As Equipes Diretivas das Instituições da CNEC têm entre suas principais funções garantir que o perfil de aluno planejado no projeto pedagógico da instituição seja desenvolvido nas práticas de sala de aula, desenvolvendo, para tanto, instrumentos de acompanhamento e avaliação do processo. Princípio 09: Para dinamizar os processos de gestão, as equipes diretivas terão como missão coordenar esforços coletivos, para que todos os membros e setores sintam-se engajados e comprometidos, planejando, anualmente, as suas metas e ações, prestando contas das mesmas, reavaliando-as, objetivando qualificar os processos. 2 Idéias Força são aqui considerados os eixos sobre os quais se apóiam os princípios que irão nortear o planejamento pedagógico das unidades da CNEC. 3 Princípios são aqui compreendidos como pontos focais, a partir dos quais as unidades da CNEC encontram apoio institucional para o seu planejamento e suas ações. 21 1.2.4 Construção e Implantação do Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPI) Princípio 10: As Instituições da CNEC orientam a construção do seu Projeto Político-Pedagógico (PPP) à luz do Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPPI). Destaca-se que o PPI da FCJ está alicerçado nos seguintes pilares 4: QUADRO 4 – PRESSUPOSTOS DO PPI – PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL Aprender a combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também conhecer significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida. Educação continuada. Aprender a fazer a fim de adquirir qualificação profissional e competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações. Aprender a fazer, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho, o desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho. O ensino com aplicações práticas. Teoria e prática juntas. Aprender a ser para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir cada vez com maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Desenvolver valores éticos e as potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, aptidão para comunicar-se. Aprender a viver desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências; respeitar e conviver com as diferenças e os diferentes; trabalhar em equipe e juntos preparar-se para gerir conflitos no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz. A paz interior contribui para a paz universal. Fonte: CNEC - ILAPE (2007). Princípio 11: Os Projetos Político-Pedagógicos, respeitados os princípios do PPI: a) situam as Instituições no contexto local, regional e nos cenários globais, b) c) d) e) f) g) refletindo e incorporando essa realidade; definem as compreensões da comunidade educativa em relação às potencialidades e dimensões humanas, respeitando essas referências em seu fazer pedagógico; em respeito à realidade e à natureza humana, definem o perfil de estudantes que a Instituição se propõe a formar; indicam os fundamentos (teorias) educacionais que norteiam o fazer pedagógico da Instituição; definem o perfil de professor necessário na Instituição para alcançar o perfil de estudante desejado; para dinamizar os processos institucionais, orientam as práticas de gestão a serem desenvolvidas para tornar o Projeto Político-Pedagógico vivo no cotidiano da Instituição; e instituem a avaliação institucional, a partir de indicadores para avaliar o Projeto Político-Pedagógico, fazendo aproximações e distanciamentos entre o proposto e o efetivamente desenvolvido. Conforme o Estatuto Social da Rede CNEC, já mencionado anteriormente, no seu art. 3º, para, oferecer educação de excelência com compromisso social, abaixo segue relatório de atividades com a estatística da prestação de serviços na área educacional de toda a rede cenecista, todavia, solicita--se a análise mais detalhada do Estado de Santa Catarina, região em que a FCJ está inserida. 4 Decreto nº 5.773/2006, art. 16, inciso II 22 1.3 RELATORIO DE ATIVIDADES DO EXERCICIO DE 2007 TABELA 1 - ESTATISTICA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA ÁREA EDUCACIONAL UF MANTIDAS/ ESTADO ALUNOS/ ESTADO EDUCAÇÃO INFANTIL ENSINO MÉDIO 192 ENSINO FUNDAMEN TAL 2.022 AL 10 4.756 AM 2 1.503 170 1.046 287 - - - BA 23 4.250 309 2.532 1.209 - 200 - CE-MA 28 10.739 1.134 7.322 1.852 153 278 - DF/GO 5 2.706 424 608 81 - 254 1.339 ES 3 1.272 15 543 216 - 15 483 MG 28 17.178 1.219 8.275 4.258 - 316 3.110 MT/MS 14 3.976 434 2.533 781 - - 228 PB 5 2.335 121 1.538 676 - - - PE 13 3.630 240 2.014 1.016 - 360 - PI 2 853 90 642 121 - - - PR/SP 15 4.281 339 1.410 677 183 488 1.184 RJ 43 17.963 1.778 11.122 2.815 270 670 1.308 RN 4 922 105 662 155 - - - RS 42 19.592 899 4.581 2.686 509 3.035 7.882 SC 24 12.586 962 5.021 2.701 128 1.078 2.696 SE 3 1.329 72 449 215 197 396 - TOTAL 264 109.871 8.503 52.320 21.484 1.455 7.879 18.230 1.738 EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO DE JOVENS PROFISSIO SUPERIOR E ADULTOS NAL 15 789 - Fonte: CNEC (2008). Em 2007, a CNEC manteve 264 unidades de ensino, atuando nas modalidades de Educação Básica, Educação de Jovens e Adultos, Educação Profissional e Educação Superior, em 20 Estados e no Distrito Federal. No implemento de suas finalidades estatutárias, explicitadas na educação e na assistência social, atendeu pela prestação de serviços educacionais ao público de 109.871 alunos, assim distribuídos: Educação Infantil: 8.503 Ensino Fundamental: 52.320 Ensino Fundamental: Ensino Médio: 21.484 Educação de Jovens e Adultos: 1.455 Educação Profissional: 7.879 Educação Superior: 18.230 23 TABELA 2 - ESTATISTICA DA GRATUIDADE POR BOLSAS DE ESTUDO UF ALUNOS BOLSAS BOLSAS INTEGRAIS (100%) BOLSAS PARCIAIS (ate 25%) 570 BOLSAS PARCIAIS (25,01 a 50%) 895 BOLSAS PARCIAIS (50,01 a 75%) 225 BOLSAS PARCIAIS (75,01 a 99,99%) 243 AL 4.756 2.021 88 AM 1.503 732 BA 4.250 CE/MA INVESTIMENTO (R$) 28 - 532 172 - 984.398,50 1.468 108 378 852 115 15 665.791,48 10.739 1.468 231 332 551 117 237 794.267,72 DF/GO 2.706 1.076 342 368 329 18 19 2.250.716,75 ES 1.272 61 26 9 23 2 1 126.712,70 MG 17.178 9.980 582 2.637 6.054 554 153 13.443.213,68 MT/MS 3.976 749 169 31 352 154 43 1.408.097,44 PB 2.335 1.122 66 266 637 9 144 827.200,97 PE 3.630 1.023 241 179 522 63 18 758.477,89 PI 853 654 7 546 101 - - 213.941,28 PR/SP 4.281 1.474 148 272 912 126 16 2.139.378,30 RJ 17.963 11.096 302 3.266 6.824 533 171 8.550.809,82 RN 922 212 45 34 122 11 - RS 19.592 9.011 750 4.070 3.519 559 113 11.463.923,24 SC 12.586 4.543 1.208 1.242 1.589 266 238 6.778.974,58 SE 1.329 195 120 - 75 - - TOTAL 109.871 46.885 4.461 14.200 23.889 2.924 1.411 1.028.453,50 64.050,85 155.910,00 51.654.318,70 Fonte: CNEC (2008). Na assistência social, efetivada pela concessão de bolsas de estudo e pela manutenção de programas e projetos socioassistenciais, socioeducacionais e socioculturais, beneficiou com Bolsas de Estudo a 46.885 alunos, segundo a comprovada necessidade, atestada pela análise individual da condição socioeconômica de cada candidato, e com respaldo no investimento de R$51.654.318,70 (cinqüenta e um milhões seiscentos e cinqüenta e quatro mil trezentos e dezoito reais e setenta centavos) em gratuidade5. As Bolsas de Estudo foram assim distribuídas: Bolsas Integrais 100%: 4.461 Bolsas Parciais - até 25%: 14.200 - de 25,1 até 50%: 23.889 - 50,1 até 75%: 2.924 - 75,1 até 99,99%: 1.411 5 Informação constante do Balanço Contábil – Financeiro Consolidado. 24 TABELA 3 - ESTATISTICA BOLSAS PROUNI – PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS UF BOLSAS PARCIAIS 50% 2 BOLSAS PARCIAIS 25% - TOTAL/ESTADO DF BOLSAS INTEGRAIS 100% 99 ES 17 - - 17 MG 232 50 - 282 MT/MS 29 7 - 36 PR/SP 99 20 - 119 RJ 44 5 - 49 RS 469 142 5 616 SC 189 65 - 254 TOTAL 1.178 291 5 1.474 101 Fonte: CNEC (2008). Dentre estas bolsas estão contabilizadas as Bolsas de Estudo concedidas pelas Instituições Cenecistas de Ensino Superior – ICES com base na parceria CNEC/PROUNI – Programa Universidade Para Todos6, destacando-se: Bolsas Integrais 100%: 1.178 Bolsas Parciais de 50%: 291 Bolsas Parciais de 25%: 5 TABELA 4- ESTATISTICA DA GRATUIDADE REALIZADA NOS PROJETOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL UF 6 AM NÚMERO DE PAS 1 NÚMERO DE ASSISTIDOS 60 INVESTIMENTO (R$) 36.426,05 CE/MA 9 2.542 990.027,55 DF/GO 1 83 28.763,58 MG 5 388 786.119,11 MT/MS 23 2.525 PE 1 59 24.331,50 PR/SP 5 121 155.257,02 PI 3 187 90.002,73 RS 32 1.848 1.258.744,47 SC 18 1.200 1.651.473,82 SE 7 223 TOTAL 105 9.236 1.172.372,98 64.946,54 6.258.465,11 As bolsas concedidas pelo regime PROUNI estão compreendidas no cômputo geral de Bolsas de Estudo de cada Estado e do Consolidado Nacional, apenas destaca-se para melhor visualização da parceria CNEC/PROUNI. 25 Na assistência social, pela manutenção de 105 projetos e ou programas, a CNEC atendeu gratuitamente a 9.236 pessoas em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco social, público-alvo definido na Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, qual seja: crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, portadores de necessidades especiais e suas famílias, a partir do investimento de R$6.258.465,11 (seis milhões duzentos e cinqüenta e oito mil quatrocentos e sessenta e cinco reais e onze centavos) no exercício. TABELA 5 - CONSOLIDADO NACIONAL DOS INVESTIMENTOS EM GRATUIDADE TRIBUTO Bolsas de Estudo VALOR – EM R$ 51.654.318,70 Projetos e Programas de Assistência Social 6.258.465,11 TOTAL 57.912.783,81 TABELA 6 - CONSOLIDADO NACIONAL DA ISENÇÃO USUFRUÍDA PELA PESSOA JURIDICA TRIBUTO VALOR EM R$ Contribuição Patronal 28.547.533,50 SAT – Seguro de Amparo ao Trabalhador 1.430.916,32 Terceiros 6.306.434,94 TOTAL 36.284.884,76 Neste contexto, somado o custo das Bolsas de Estudo ao custo da manutenção dos Projetos e Programas de Assistência Social, em 2007, a CNEC investiu R$57.912.783,81 (cinqüenta e sete milhões novecentos e doze mil setecentos e oitenta e três reais e oitenta e um centavos) em gratuidade, que significam 21,25% da sua receita bruta, na forma da lei, e usufruiu em isenções o valor de R$36.284.884,76 (trinta e seis milhões duzentos e oitenta e quatro mil oitocentos e oitenta e quatro reais e setenta e seis centavos) que representam os benefícios fiscais relativos às contribuições previdenciárias. TABELA 7 - ESTATÍSTICA DE OUTRAS BOLSAS CONCEDIDAS 7 UF AL AM BOLSAS DE CCT7 23 32 BA 48 19.544,70 - - CE/MA 368 247.206,19 - - DF-GO 75 111.015,24 32 CUSTO (R$) 27.800,00 84.540,00 BOLSAS DO FIES8 - CUSTO (R$) - 156.468,48 As bolsas de estudo concedidas em razão das disposições das Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho que vigoraram para as categorias empregadas na Associação não são contabilizadas como gratuidade, segundo as normas legais, constam do relatório apenas como registro dos benefícios concedidos aos empregados da Instituição. 8 As bolsas de estudo concedidas pela via do FIES – Fundo de Financiamento Estudantil não são contabilizados como gratuidade, segundo determinam as normas legais. 26 UF ES BOLSAS DE CCT9 32 CUSTO (R$) BOLSAS DO FIES10 54.768,00 7 MG 560 1.504.634,24 79 245.462,78 MT/MS 246 397.860,58 2 3.040,00 PB - - - - PE 99 124.404,25 - - PI 18 17.945,27 - - PR/SP 228 371.495,53 6 17.890,80 RJ 744 1.654.592,73 - - RN - - - - RS 360 606.708,35 169 675.379,86 SC 405 602.732,13 26 111.721,42 SE 16 10.432,50 - TOTAL 3.254 5.835.679,71 321 CUSTO (R$) 24.720,00 1.234.683,34 Além das Bolsas de Estudo concedidas em regime de gratuidade, com o compromisso de promover a formação e a melhoria contínua dos seus recursos humanos – empregados e dependentes e, no pleno cumprimento no disposto nas Convenções/Acordos Coletivos de Trabalho celebrados em cada Estado e ou Região onde estão estabelecidas as unidades mantidas, a CNEC concedeu 3.254 bolsas de estudo a empregados, seus filhos e ou dependentes, somando o investimento de R$5.835.679,71 (cinco milhões oitocentos e trinta e cinco mil seiscentos e setenta e nove reais e setenta e um centavos). As Instituições Cenecistas de Ensino Superior – ICES, também possibilitaram aos seus alunos, por via da adesão ao FIES, o acesso ao financiamento estudantil, tendo como resultado o beneficio de contratação para 321 estudantes, ao investimento de R$1.234.683,34 (um milhão duzentos e trinta e quatro mil seiscentos e oitenta e três reais e trinta e quatro centavos). 11 1.2.5 Objetivos Gerais e Metas Institucionais da Mantida FCJ As metas institucionais apresentadas para o qüinqüênio (2007 – 2011) são as seguintes: b) Introdução de novos cursos de graduação e de pós-graduação lato-sensu e stricto-sensu. c) Desenvolvimento de projetos de Iniciação Científica. d) Integração do ensino às atividades de pesquisa e de extensão, realçando um novo fundamento e uma nova forma de estágios e de práticas profissionais. e) Alteração e atualização curricular dos cursos oferecidos pela instituição, de acordo com as necessidades e as possibilidades vigentes no momento. f) Qualificação no emprego das novas tecnologias da informação e da comunicação. 9 As bolsas de estudo concedidas em razão das disposições das Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho que vigoraram para as categorias empregadas na Associação não são contabilizadas como gratuidade, segundo as normas legais, constam do relatório apenas como registro dos benefícios concedidos aos empregados da Instituição. 10 As bolsas de estudo concedidas pela via do FIES – Fundo de Financiamento Estudantil não são contabilizados como gratuidade, segundo determinam as normas legais. 11 No capítulo 4, relacionado ao Corpo Discente, encontra-se a planilha de bolsistas da FCJ. 27 g) h) i) j) Aumento da produção científica. Ampliação da sua infra-estrutura física e tecnológica;. Atualização do Processo de Avaliação Institucional, interna e externa. Implementação de uma política de Capacitação de Recursos Humanos a partir da implementação gradativa do Programa de Capacitação Docente que amplie os atuais indicadores de titulação do corpo docente. k) Ampliação da rede de intercâmbio, com vistas ao desenvolvimento de programas interinstitucionais, nacionais e internacionais. l) Estímulo ao intercâmbio de pesquisadores da instituição, em nível local, nacional e internacional. m) Qualificar continuamente o pessoal técnico-administrativo. O cronograma, no capítulo 9, apresenta o detalhamento de ações para apreciação e análise. Para atingir a estes objetivos a FCJ apresenta como prioridades para o ensino, pesquisa e extensão mediante a transmissão e a produção do conhecimento, o resgate da cidadania, a geração e transferência de tecnologia de serviços especiais. Sendo assim, são atribuições da FCJ junto à Mantenedora: a) contribuir para uma política de melhoria dos padrões gerenciais e da qualidade dos serviços; b) participar da elaboração e implementação do Planejamento Estratégico e da Avaliação Institucional para melhor ajustar os serviços às demandas dos mercados atuais e futuros; c) apresentar as diretrizes norteadoras dos planos de qualificação e de carreira, especialmente do corpo docente. Desta forma, é de fundamental importância conhecer a regional de inserção. 1.3 INSERÇÃO REGIONAL: DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS Uma das maiores preocupações de muitos municípios brasileiros é a qualidade de vida. A mudança do perfil econômico principalmente dos municípios da região sul do Brasil foi determinante para a melhoria deste índice. Uma das formas de se medir a qualidade de vida de uma localidade é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). As Nações Unidas criaram, em setembro de 2003, um Atlas sobre o desenvolvimento humano dos estados e cidades brasileiras durante a década de 1990. Entre os estados, o Distrito Federal ficou em primeira posição seguido de Santa Catarina e São Paulo. (RANKBRASIL, 2007) Os Estados do sul do país, mais especificamente a região norte do Estado de Santa Catarina, caracteriza-se por elevado padrão financeiro e cultural, se comparados a outros Estados da Federação. A pujança econômica regional oportuniza maiores investimentos na área de educação, os quais justificam a boa colocação de cidades catarinenses na classificação do IDH realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e publicado na Revista Veja (Maio de 2004). Entre as dez primeiras colocadas encontram-se duas cidades catarinenses (Florianópolis e Balneário Camboriú) que obtiveram este sucesso em decorrência da verificação de concentração de jovens na faixa etária entre 18 e 24 anos, matriculados no ensino superior. 28 Segundo a referida matéria jornalística, verifica-se nestas cidades e em seus arredores o crescimento de atividades industriais gerando a necessidade de mão-de-obra especializada, o que acabou alavancando o ensino básico e médio. O IDH mede o nível de desenvolvimento humano dos países, estados e cidades. Ele utiliza como critério a educação, ou seja, alfabetização e taxa de matrícula – com uma estreita relação com investimentos realizados nas áreas de ensino básico e média -, longevidade, que seria a média de vida ao nascer e renda per capita (PIB). TABELA 8- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO, PRINCIPAIS CIDADES CATARINENSES IDH Fpolis Joaçaba Jlle JGS Chapecó Tubarão Criciúma Posição Estadual 1º 3º 4º 9º 15º 20º 48º Posição Nacional 4º 10º 14º 32º 42º 61º 198º Fonte: IPPUJ (2008). Para compor este índice - IDH, de forma mais específica, destaca-se o comparativo entre os indicadores de taxa de alfabetização e renda de algumas das principais cidades de Santa Catarina. TABELA 9 - DADOS DEMOGRÁFICOS DE ALGUMAS CIDADES CATARINENSES Cidade Pop. Total 2008 Pop. 18 a 19 anos Pop. 20 a 24 anos Pop. 25 a 29 anos Total Público Alvo Total (%) Pop. Joinville 492.101 17.682 40.553 37.906 96.141 5,1 Florianópolis 396.723 15.070 35.093 30.352 80.515 4,9 Blumenau 292.972 10.294 24.576 23.516 58.386 5,0 Jaraguá do Sul 129.973 4.466 11.239 10.627 26.332 4,9 São Bento do Sul 72.548 3.002 6.904 5.995 15.901 4,6 São Francisco do Sul 37.613 1.288 2.838 2.436 6.562 5,7 Barra Velha 18.575 532 1.286 1.286 1.122 6,3 Fonte: IBGE/IPPUJ (2009). TABELA 10- COMPARATIVO: TAXA DE ALFABETIZAÇÃO, RENDA PER CAPITA E POPULAÇÃO Renda Taxa de per Cidades Alfabetização capita População Florianópolis 96,44 701,42 396.723 Joinville 92,26 407,60 487.003 Criciúma 90,52 407,95 170.420 Lages 87,57 335,45 161.583 Chapecó 94,98 341,64 146.967 São Miguel do Oeste 92,81 303,37 32.324 Joaçaba 95,13 451,77 24.066 Jaraguá do Sul 97,35 414,14 129.973 Tubarão 94,6 382,69 88.470 Fonte: IBGE (2007) - IPPUJ (2008). 29 Nota-se, na Tabela 9, que a taxa de alfabetização do Município de Joinville, em relação a todo o Estado, só é inferior ao Município de Florianópolis. Este dado demonstra o resultado da adoção de políticas voltadas à formação educacional do cidadão joinvilense e que resultam, após a conclusão do ensino médio, em significante incremento na demanda por cursos superiores. O ensino em Joinville acompanhou a caminhada do setor econômico da cidade e se adaptou a ele. As Instituições de Ensino Superior locais se mobilizaram para a formação de mão-de-obra, principalmente das voltadas para o estímulo e desenvolvimento do empreendedorismo e da tecnologia. Destaca-se também o número de Escolas Técnicas Profissionalizantes, as quais vêm incentivando o direcionamento de inúmeros jovens, principalmente, na busca de uma formação superior que atenda a demanda por profissionais na indústria, comércio e serviços da localidade. Neste papel a unidade cenecista de Joinville se destaca. Outro dado relevante diz respeito, conforme tabelas a seguir, a população do município, concentrada na área urbana da cidade, reforçando a afirmação de que a curto e médio prazo, ocorrerá um sensível incremento na demanda pelo ensino superior. TABELA 11 - CRESCIMENTO POPULACIONAL DE JOINVILLE Ano Urbana (%) 1980 222.273 97,77 1991 334.674 96,65 1996 372.691 96,27 1998 386.945 96,13 2000 414.350 95,87 2001 422.221 95,77 2002 430.201 95,69 2003 438.331 95,61 2004 446.616 95,53 2005 455.057 95,45 2006 496.051 95,04 2007 487.003 95,13 2008 492.101 95,07 Nota: de 2001 a 2008 são dados estimativos. Fonte: IPPUJ- Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville, (2008). TABELA 12 - DADOS POPULACIONAIS DE JOINVILLE (SEXO, IDADE, CLASSE SOCIAL) Descrição Total População (%) Joinville/SC 492.101 100 Mulheres 247.184 51 Homens 244.917 49 25 a 49 anos (%) Mulheres 84.796 17,41 Homens 83.246 17,13 A - B e C1 (55,83%) (%) Mulheres 4.734 10 Homens 3.260 7 Descrição por Idade Demanda Prévia por Classe Fonte: IBGE (2007) – Critério Brasil (2009). 30 Conforme apresentado acima, a população total do município é de 491.101 habitantes, formada por 244.917 homens e 247.184 mulheres. A população por faixa etária, dentre o público que faz parte do perfil de acadêmicos da FCJ de 25 a 49 anos, está distribuído da seguinte forma: 20 a 29 anos 18,7% (46.457 habitantes), de 30 a 39 anos 16,5% (40.205 habitantes) e de 40 a 49 anos 14,5% (34.891 habitantes). Vale ressaltar que a base econômica industrial de Joinville gerou o crescimento populacional da cidade, revertendo no aumento populacional de 1,89% no período de 2000 a 2008, segundo estimativas do IBGE. O dado estatístico populacional associado ao aumento no número de abertura de empresas, reforça a conclusão pela necessidade da formação em nível superior (bacharelado e tecnologia) que possa desenvolver habilidades, no âmbito da gestão e do empreendedorismo, de acordo com a vocação da região e conforme o Planejamento Estratégico Municipal. TABELA 13 – ABERTURA DE EMPRESAS E EMPREGOS GERADOS EM JOINVILLE, POR SETOR DE ATIVIDADE Atividades Econômicas Empresas Indústria Comércio Serviços Autônomos Profis.liberais Total 96 979 1.188 828 131 3.222 Atividades Econômicas Indústria Comércio Serviços Autônomos Profis.liberais Total 1997 Empregos 2005 Empresas 51 595 774 111 358 2.329 396 979 1.612 828 131 3.946 (%) 2,7 31,5 41,0 5,8 19,0 100 Empresas 1998 Empregos 106 1.018 1.167 530 128 2.949 501 1.018 1.325 530 128 3.502 2006 Empresas 61 547 927 430 270 2,235 Empresas 1999 Empregos 142 1.178 1.291 600 119 3.330 2000 Empregos 140 1.050 1.256 697 112 3.255 467 1.050 1.362 697 112 3.688 604 1.178 1.554 600 119 4.055 2007 (%) 2,7 24,5 41,5 19,2 12,1 100 Empresas Empresas 62 721 1065 102 216 2.166 2008 Empresas 6 70 196 70 33 375 (%) 2,9 33,3 49,2 4,7 10 100 Fonte: Secretaria Municipal da Fazenda/Cadastro Técnico – 2008/1 TABELA 14 – NÚMERO DE EMPRESAS EM JOINVILLE, POR SETOR DE ATIVIDADE Atividades Econômicas Comércio Indústria Serviços Autônomos Total Atividades Econômicas 1993 / 1994 1994 / 1995 1995 / 1996 1996 / 1997 1997 / 1998 1998 / 1999 1999 / 2000 7.030 1.389 7.878 9.264 25.561 7.241 1.409 8.191 9.727 26.568 8.952 1.604 9.905 11.125 31.586 10.152 1.760 10.409 13.314 35.635 7.654 1.257 8.327 8.269 25.507 8.634 1.380 9.340 8.390 27.744 10.471 1.683 12.679 9.130 33.963 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Comércio 9.421 9.232 10.160 10.314 10.566 9.351 Indústria 1.544 1.514 1.670 1.705 1.698 1.498 Serviços 11.404 11.313 11.531 12.045 12.393 11.806 Autônomos 6.796 6.653 7.128 6.941 6.467 5.596 Total 29.165 28.540 30.489 31.005 31.124 28.251 Fonte: Dados Básicos de Joinville – IPPUJ 1999 – PMJ / Emissão anual de carnês – Julho/99 - 2000 – Registros ativos – Novembro/00 2008 – Secretaria Municipal da Fazenda – (PMJ) – 2008/1 2007 2009 10.544 1.670 13.182 5.721 31.117 10.620 1.676 13.380 5.828 31.504 (%) 1,6 18,7 52,3 18,7 8,8 100 31 Ao analisar os dados de 2008, percebe-se que 41,36% estão ligados ao setor comercial, 6,53% à indústria, e 52,11% a serviços. TABELA 15 – COMPARATIVO DO CRITÉRIO DE CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE Classe Joinville (%) Brasil (%) Faixa de Renda Familiar – Econômica R$ A1 6,69 0,72 ACIMA DE 10.903,00 A2 20,68 3,86 5.750,00 - 10.903,00 B1 24,08 8,99 3.100,00 – 5.749,00 B2 22,49 19,30 1.788,00 – 3.099,00 C 21,38 45,78 717,00 – 1.787,00 D 4,12 19,51 451,00 – 716,00 E 0,56 1,84 ATÉ 450 Fonte: IPPUJ (2008) TABELA 16 – POTENCIAL DE CONSUMO POR CLASSE / ANO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE Classe Valores em Reais (R$) Econômica A1 1.449.066.092,00 A2 1.155.522.019,00 B1 1.345.537.411,00 B2 1.256.517.740,00 C 1.194.588.224,00 D 230.051.230,00 E 9.133.277,00 RURAL 22.167.886,00 Fonte: IPPUJ (2008) TABELA 17 - POTENCIAL ECONÔMICO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE Nº Empregos PIB Indústrias Exportação Classificação Tributos e Faturamento Estado Econômica Taxas Anual Indústrias 1.676 58 mil 5,52% 20% 3º 15 14,8 Pólo Cresce Total do Do Total Maior Pólo Figura entre Bilhões Industrial 5,6% aa Brasil Região Sul as maiores Fonte: IPPUJ (2008) 32 TABELA 18 – PRODUTO INTERNO BRUTO DA REGIÃO SUL Estados PIB (em R$ (%) do PIB (%) do PIB PIB per capita 1.000,00) nacional regional Paraná 136.681.933 6,4 34,2 13.158,00 Santa Catarina 93.193.324 4,0 21,5 15.638 Rio Grande do Sul 153.883.171 8,2 44,3 14.310,00 Fonte: IBGE (2006) TABELA 19 – PIB PER CAPITA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE Ano PIB Renda per Capita 2001 5.050.075.612,67 11.321,41 2002 5.261.140.317,12 11.594,39 2003 6.162.861.469,00 13.351,78 2004 6.617.500.000,00 13.959,00 2005 7.110.290,000,00 14.910,00 2006 7.337.060.150,00 15.390,00 2007 9.149.044.000,00 18.786,00 Fonte: IPPUJ (2008) Apesar da forte crise econômica mundial, que abala a estrutura do mercado global (internacional), o segmento da construção recebeu forte incentivo (apoio) financeiro do governo federal. Nesse sentido, destacou-se a área específica na tabela acima, para enfatizar a riqueza (potencial econômico) do Município de Joinville, que justifica por sua vez, os cursos de bacharela na área de administração e de tecnologia na área logística e comercial. A seguir, apresenta-se o cenário do ensino superior na região de Joinville, considerada como a 5ª região (geo-educacional)12, que está agregada aos seguintes municípios: Araquari, Balneário Barra do Sul, Barra Velha, Garuva, Itapoá, São Francisco do Sul e São João do Itaperiú. Cumpre ressaltar que todas as instituições de ensino superior relacionadas a seguir estão instaladas em Joinville. TABELA 20 –PROJEÇÃO (%) DE CRESCIMENTO DAS FACULDADES NO ESTADO DE SANTA CATARINA 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 20% 20% 20% 20% 20% 20% 20% 20% 20% 20% Fonte: MEC (2009) Percebe-se que na projeção do MEC para o período de 2010 a 2019, o crescimento das faculdades catarinenses se manterá em 20%, ao contrário do crescimento acelerado de 400% no oito anos anteriores. 12 As 26 regiões educacionais foram estabelecidas pela Secretaria Estadual da Educação do Estado de Santa Catarina – Coordenadoria Regional de Ensino (CRE). Os critérios de agrupamento (constituição) são definidos pelas características geográficas, tais como: relevo, acesso aos municípios e, principalmente, a concentração dos concluintes do ensino médio nas respectivas regiões. 33 TABELA 21 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE JOINVILLE Número de escolas Número de alunos Educação Infantil 27 2.036 Ensino Fundamental 36 23.027 Ensino médio 27 18.736 Ensino profissionalizante 01 1.040 Educação de Jovens e Adultos 01 6.566 Total 92 51.405 Nível Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008) TABELA 22 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE JOINVILLE Nível Número de escolas Número de alunos Educação Infantil 71 4.213 Ensino Fundamental 87 46.341 Educação de Jovens e Adultos NI 8.402 158 58.956 Total Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008) NI - Dado não informado TABELA 23 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE Nível Número de escolas Número de alunos Educação Infantil 99 4.003 Ensino Fundamental 22 7.230 Ensino médio 15 4.972 Total 136 16.205 Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008) TABELA 24 - RELAÇÃO DE ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE QUE ATUAM NAS ÁREAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL, FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO Colégio Santo Antônio Instituto Superior e Centro Educacional Luterano Bom Jesus Colégio Cenecista José Elias Moreira Colégio da Univille Colégio dos Santos Anjos Colégio Técnico Joinvilense Colégio Adventista de Joinville Colégio Esquema Objetivo Escola Técnica Tupy Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008) 34 TABELA 25 – NÚMERO DE IES ATUANTES EM JOINVILLE – QUANTIDADE DE CURSOS E ACADÊMICOS Nº de cursos N de acadêmicos FCJ- Faculdade Cenecista de Joinville 5 1.470 Associação Catarinense de Ensino (ACE) 6 1.027 Inst. Educ. Luterano de Sta. Catarina (IELUSC) 5 1.015 Inst. de Ensino Superior de Joinville (IESVILLE/Rede Anhanguera) 8 2260 Soc. Educacional de Santa Catarina (SOCIESC) 7 1.123 Univ. do Estado de Santa Catarina (FEJ/UDESC) 8 2.210 22 7.348 3 56 Entidades Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE) Instituto De Ensino Superior Santo Antonio (INESA) Fonte: Acafe, (2007). TABELA 26 – OFERTA DE VAGAS NAS IES DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE- ANO DE: 1975–19801990-1998 – 2000 E 2008 IES/PERÍODO 1975 1980 1990 1998 2000 2008 Instituto Superior de Tecnologia – IST – Sociedade Educacional de Santa Catarina – SOCIESC 0 0 0 0 160 844 FCJ- Faculdade Cenecista de Joinville 0 0 0 0 200 1570 Universidade da Região de Joinville - Univille 600 1210 680 1460 1570 1800 Associação Catarinense de Ensino-ACE 470 470 470 470 522 500 Instituto de Ensino Superior de Joinville-IESVILLEColégio Nova Era/Anhanguera 0 0 0 0 0 2850 Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina- Ielusc Bom Jesus Comunidade Evangélica de Joinville - CEJ/UP 0 0 0 0 200 235 Universidade do Desenvolvimento de Santa Catarina – UDESC-FITEJ- Fundação Instituto Joinville 120 220 320 440 410 370 Total 1190 1900 1470 2610 5382 10177 Fonte: Acafe, IST, FCJ, Univille, ACE, Iesville, Ielusc, Utesc. 2007. Percebe-se que o número de vagas no ensino superior na região sextuplicou entre os anos de 1975 e 2008. Na tabela a seguir apresenta-se a relação das demais IES´s do município de Joinville, destacando a quantidade de vagas dos cursos similares, também ofertados pela FCJ. 35 TABELA 27 – OFERTA DE VAGAS DE OUTRAS IES´S EM CURSOS SIMILARES À FCJ IES/PERÍODO Cursos Instituto Superior de Tecnologia – IST – Sociedade Educacional de Santa Catarina – SOCIESC Bacharelado em Administração – Matutino Bacharelado em Administração – Noturno Bacharelado em Sistemas de Informação Noturno Bacharelado em Direito – Matutino Bacharelado em Direito – Noturno Tecnologia em Gestão da Qualidade Tecnologia em Logística Bacharelado em Administração Bacharelado em Direito matutino Bacharelado em Direito noturno Bacharelado em Direito – Noturno Bacharelado em Sistemas de Informação Bacharelado em Administração – Matutino Bacharelado em Administração – Noturno Bacharelado Administração – Habilitação em Gestão de Negócios – Matutino Bacharelado Administração – Habilitação em Gestão de Negócios – Noturno Desenvolvimento de Sistemas de Informação Marketing – Noturno Comunicação Social – Publicidade e Programada Matutino Universidade da Região de Joinville – Univille (Privada) Associação Catarinense de Ensino-ACE Instituto de Ensino Superior de JoinvilleIESVILLE-Colégio Nova Era/Anhanguera Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina- Ielusc - Bom Jesus Comunidade Evangélica de Joinville - CEJ/UP Universidade do Desenvolvimento de Santa Catarina – UDESC-FITEJ- Fundação Instituto Joinville – (Pública) Instituto de Ensino Superior Santo Antônio – INESA TOTAL Fonte: Acafe (2008) Qtde Vagas/ Área 30 40 40 30 40 50 50 56 28 33 100 60 100 350 150 150 100 200 50 Bacharelado Ciência da Computação 40 Bacharelado em Administração- Noturno 80 1.777 1.4 ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL A FCJ- Faculdade Cenecista de Joinville vinculada ao Sistema Federal de Ensino, mantida pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, CNEC, credenciada pela Portaria Ministerial nº 859, de 21 de Junho de 2000, publicada no DOU de 26/06/2000, seção 1, página 13, conta atualmente com os seguintes cursos de graduação (bacharelado e tecnólogos): 36 QUADRO 5 - DOS CURSOS DE ENSINO SUPERIOR DA FCJ E OS ATOS NORMATIVOS – PORTARIAS DE AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO Nº CURSO NOME DO CURSO LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA/ MODALIDADE ATO NORMATIVO DE AUTORIZAÇÃO/ RECONHECIMENTO 1 ADMINISTRAÇÃO MATUTINO NOTURNO BACHARELADO EMPRESAS E NEGÓCIOS AUT. PORT. Nº 859 – DOU Nº 121, DE 26/06/2000 REC. PORT. Nº 2272 - DOU Nº 150, DE 05/08/2004 Nº PROTOCOLO SOLICITAÇÃO DE RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO: 20077302, DE 09/08/2007 2 ADMINISTRAÇÃO NOTURNO BACHARELADO MARKETING AUT. PORT. Nº 859 – DOU Nº 121, DE 26/06/2000 REC. PORT. Nº 2272 – DOU Nº 150, DE 05/08/2004 Nº PROTOCOLO SOLICITAÇÃO DE RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO: 20077307, DE 09/08/2007 3 ADMINISTRAÇÃO NOTURNO BACHARELADO NEGÓCIOS INTERNACIONAIS AUT. PORT. Nº 811 – DOU Nº 59, DE 27/03/2002 REC. PORT. Nº 4.558 - DOU Nº 250, DE 29/12/2005 4 ADMINISTRAÇÃO NOTURNO BACHARELADO GESTÃO DE PESSOAS PORT. DE ALTERAÇÃO DE MATRIZ CURRICULAR Nº 135, 16 DE 16/07/2007, SEÇÃO 3. PARECER CES Nº 236/2005 RESOLUÇÃO CNE Nº 4/2005 5 ADMINISTRAÇÃO NOTURNO BACHARELADO PRODUÇÃO E OPERAÇÕES PORT. DE ALTERAÇÃO DE MATRIZ CURRICULAR Nº 135, 16 DE 16/07/2007, SEÇÃO 3. PARECER CES Nº 236/2005, DE 03/0E/2005 RESOLUÇÃO CNE Nº 4/2005, DE 6 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MATUTINO E NOTURNO BACHARELADO AUT. PORT. Nº 813 – DOU Nº 59, DE 27/03/2002 REC. PORT. Nº 4.557 - DOU Nº 250, DE 29/12/2005 7 TURISMO NOTURNO BACHARELADO AUT. PORT. Nº 812 – DOU Nº 59, 27/03/2002 REC. PORT. Nº 4.559 - DOU Nº 250, DE 29/12/2005 8 DIREITO - TURNO: MATUTINO NOTURNO BACHARELADO DIREITO EMPRESARIAL AUT. PORT. Nº 669 – DOU Nº 52, DE 16/03/2006 9 GESTÃO DA QUALIDADE MATUTINO E NOTURNO TECNOLOGIA AUT. PORT. Nº 42 - DOU Nº 148, DE 03/08/2006 10 GESTÃO DESPORTIVA E DE LAZER NOTURNO TECNOLOGIA AUT. PORT. Nº 54 - DOU Nº 170, DE 04/09/2006 11 GESTÃO COMERCIAL TECNOLOGIA AUT. POR. Nº517- DOU, 193, DE 05/10/2007. 12 LOGÍSTICA TECNOLOGIA AUT. POR. Nº600- DOU, DE 14/12/2007. Notas: 2) As datas do DOU referem-se ao dia de publicação no DOU – Diário Oficial da União. 1) A FCJ destina vagas aos candidatos aprovados no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio. Os interessados deverão fazer a inscrição conforme disposto neste edital e obrigatoriamente entregar o Boletim do ENEM na Secretaria Acadêmica, para a devida análise das notas, não sendo necessário se submeterem à prova, se aprovados (classificados) de forma antecipada. 37 QUADRO 6 - QUANTIDADE DE VAGAS AUTORIZADAS DOS CURSOS SUPERIORES DA FCJ Nº CURSO NOME DO CURSO 1 ADMINISTRAÇÃO LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA/ M N 50 150 00 100 00 50 MODALIDADE BACHARELADO EMPRESAS E NEGÓCIOS 2 ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO MARKETING 3 ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO NEGÓCIOS INTERNACIONAIS 4 ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS 50 50 5 ADMINISTRAÇÃO PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 00 50 6 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BACHARELADO 40 40 7 TURISMO BACHARELADO 50 100 8 DIREITO BACHARELADO 100 100 DIREITO EMPRESARIAL 9 GESTÃO DA QUALIDADE TECNOLOGIA 80 80 10 GESTÃO DESPORTIVA E DE LAZER TECNOLOGIA 80 80 11 GESTÃO COMERCIAL TECNOLOGIA 80 80 12 LOGÍSTICA TECNOLOGIA 80 80 SUB TOTAL 610 960 TOTAL DE VAGAS OFERECIDAS NOS PERÍODOS MATUTINO E NOTURNO Nota: a partir do ano letivo de 2008 são ofertadas 450 vagas para o curso de Administração. 1570 38 2 GESTÃO INSTITUCIONAL: PLANEJAMENTO DA ÁREA ADMINISTRATIVA 2.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DA FCJ As Faculdades Cenecistas, de um modo geral, adotam, como objetivo institucional, a administração participativa e democrática, prevista no Regimento Interno de sua Mantenedora (CNEC), considerando que prevê a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica, nas mais diversas esferas hierárquicas. Os professores participam intensamente na administração quer de forma direta, quer de forma indireta. Para tanto, a partir do ano letivo de 2009 a FCJ está identificando o seu NDE- Núcleo Docente Estruturante. Neste contexto, o Projeto Institucional, Pedagógico e de Ensino da FCJ está assentado nas redefinições dos eixos básicos subjacentes ao processo educativo. Parte-se do reconhecimento do papel fundamental das Instituições na produção, transmissão e socialização do conhecimento socialmente válido em toda a sociedade, não apenas como conteúdos cognitivos, mas, também como valores, atitudes e habilidades que se dissemina na sociedade, a partir da escola. Desta forma, a FCJ está comprometida com a qualidade entendida como excelência acadêmica, assumindo a responsabilidade de potencializar a capacidade de seus docentes e discentes. Os aspectos operacionais da execução do Projeto Institucional Pedagógico e de ensino são discutidos pela comunidade da FCJ para que todos os segmentos da mesma, em todas as suas dimensões, sejam, de fato, agentes transformadores da sociedade. O que se deverá manter e garantir é a consistência na ação pedagógica, a avaliação dos objetivos propostos e a unicidade filosófico-educacional do projeto pedagógico, bem como o perfil do profissional que se deseja formar. 2.2 INSTÂNCIAS DE DECISÃO E ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL 2.2.1 Órgãos Colegiados: Composição São órgãos da FCJ: Conselho Superior; Colegiado Acadêmico, Colegiado de Curso; Direção; Coordenações de Cursos, entre outros órgãos complementares. As atividades e vinculações do(s) órgão(ãos) são definidas no Regimento Geral, aprovado pelo Conselho Superior, ouvido o Colegiado Acadêmico. 2.2.2 Atribuições e Competências do Conselho Superior Conforme Art. 7º do RI - O Conselho Superior, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa, é constituído: I. O Diretor, como Presidente; II. O Vice-Diretor, como Vice-Presidente, quando for o caso; 39 III. Um Coordenador / Gestor de Curso de Graduação; eleito pelos seus pares IV. Um Docente, eleito pelos seus pares; V. Um representante da comunidade, indicado pela Direção Geral da FCJ VI. Um representante do corpo discente, eleito pelos seus pares sob a coordenação do Diretório Acadêmico. VII. Dois representantes da Mantenedora, por ela, indicados; (vide anexo 6). De acordo com o RI, art. 9º, compete ao Conselho Superior: I. Aprovar o plano anual das atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo o calendário acadêmico; II. Deliberar sobre o Projeto Político Pedagógico da IES; III. Participar da elaboração do Regimento Interno e suas alterações, submetendo-o a apreciação da Mantenedora que, após aprovação, o submeterá ao Ministério da Educação; IV. Instituir cursos de graduação, pós-graduação e outros programas, mediante prévia autorização da Mantenedora e do Ministério da Educação; V. Emitir parecer sobre matéria didático-científica, além de aprovar medidas para a melhoria da qualidade do ensino, pesquisa e extensão; VI. Aprovar a regulamentação de estágios supervisionados, projetos experimentais, trabalhos de conclusão de curso e atividades complementares; VII. Aprovar as normas referentes aos processos seletivos e ingresso nos cursos oferecidos pela IES; VIII. Deliberar sobre a constituição de comissões especiais para subsidiar matérias de interesse acadêmico e administrativo; IX. Sugerir à Diretoria Estadual de Santa Catarina e à Diretoria Nacional, conforme o caso, nomes para a direção da IES; X. Exercer as demais atribuições previstas na legislação do ensino superior e no Regimento Interno da FCJ. Através dos Colegiados e das coordenações de cursos a FCJ pretende ampliar os convênios já estabelecidos com instituições de ensino superior nacionais e as empresas consolidadas na nossa região em diferentes nichos de mercado. Pretende ainda, maximizar o número de viagens e eventos com base na reciprocidade, contando com a participação efetiva da comunidade empresarial, alunos e professores da Graduação. Estas atividades de cooperação e parcerias terão o apoio do NEPE- Núcleo de Estudos e Pesquisas Empreendedoras. (vide Anexo 3 – Fluxograma da Proposta do NEPE). 2.2.3 Atribuições e Competências do Colegiado Acadêmico Art. 13 - O Colegiado Acadêmico, órgão superior deliberativo em matéria didático-científica e disciplinar, é constituído: I. Pelo Diretor, na qualidade de Presidente do Colegiado; II. Pelo Vice-Diretor, na qualidade de Vice-Presidente; 40 III. Pelo Coordenador de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão; IV. Pelos Coordenadores de Cursos; V. Por um representante do corpo docente, eleito pelos seus pares; No Art. 14, do RI, apresenta a competência do Colegiado Acadêmico: I. articular as relações entre corpo docente, corpo discente e comunidade; II. unificar as ações, visando a qualidade dos cursos; III. sugerir o planejamento e a realização de cursos de pós-graduação lato-sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento, e extensão, observadas as normas gerais estabelecidas pelo Conselho Superior e a legislação pertinente; IV. discutir as formas de avaliação institucional; V. planejar e propor atividades de formação e integração docente; VI. sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e ao desenvolvimento das atividades da instituição; VII. promover atividades nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão entre os docentes dos respectivos cursos, respeitadas as suas especialidades e interesses da comunidade acadêmica; VIII. opinar sobre dispensa de disciplinas ou unidades curriculares e adaptação de currículos de acadêmicos transferidos e já diplomados, quando solicitado pelo Colegiado de Curso; IX. apreciar o plano e o calendário anual das atividades acadêmicas, elaboradas pelo Coordenador de Curso e aprovado pelo Colegiado do Curso; X. elaborar, através de ato normativo, indicação das decisões do Colegiado, a respeito da matéria em análise; XI. propor à Direção a publicação de estudos e trabalhos realizados. XII. Avaliar os currículos plenos dos cursos, bem como, o caráter interdisciplinar dos planos de ensino; XIII. avaliar as normas e funcionamento do regime acadêmico da faculdade, inclusive a regulamentação do processo seletivo e dos concursos de seleção de monitores, de bolsistas de iniciação científica e de professores; XIV. exercer as demais atribuições que lhe forem delegadas pelo Conselho Superior e pela Direção. 3 CORPO DOCENTE 3.1 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL - CORPO DOCENTE DA FCJ Os cursos oferecidos pela FCJ, já citados anteriormente, apresentam os seguintes percentuais de acordo com a qualificação dos seus Professores, conforme quadros a seguir. 3.1.1 Percentual da Titulação do Corpo Docente Geral da FCJ – 1º Semestre/2009 TITULAÇÃO Especialista Mestre Doutor(a) TOTAL 36 52 5 93 PERCENTUAL 40% 56% 4% 100,00% TI 02 05 TP 02 04 07 06 H 32 43 05 80 Fonte: Secretaria Acadêmica, (2009). Em anexo apresenta-se a composição Atual do Corpo Docente: Professor, regime de trabalho semanal, disciplina lecionada na FCJ. É importante ainda reforçar que os PPC´s de Curso da FCJ apresentam o corpo docente específico, com a titulação, experiência acadêmica, trajetória profissional compatível a concepção de cada área de conhecimento. 3.1.2 Titulação e Experiência Profissional e Acadêmica O Regime Jurídico aplicável ao pessoal docente da Educação Superior da ICES é o da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e dispositivos legais que a regulamentam, das Convenções/Acordos Coletivos de Trabalho vigentes, normas e regulamentos estatutários, regimentais e resoluções editadas pela CNEC. O Corpo Docente da ICES é formado por profissionais de notória capacidade profissional vinculado às áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão e portadores de formação acadêmica compatível com a área de atuação, e na nova proposta regimental da rede cenecista o quadro docente será constituído por: I - Professores do quadro próprio da ICES; II - Professores Visitantes; III - Professores Colaboradores. A contratação de Professores é realizada pelo Diretor da ICES de acordo com as diretrizes definidas pela Mantenedora. São definidos como Professores Visitantes aqueles pertencentes a outra Instituição de Ensino e, como Colaboradores, os professores temporários ou com perfis profissionais especiais, caracterizados pela especificidade do trabalho ou experiência técnico-científica realizada e notoriedade comprovada. Os Professores Visitantes e Colaboradores são contratados por prazo determinado, para atender eventuais necessidades da ICES, em caráter de substituição eventual ou para o desenvolvimento de programas especiais de Ensino, Pesquisa ou Extensão. 42 O quadro próprio de Docentes da ICES está estruturado em 04 (quatro) categorias funcionais e 04 (quatro) níveis, da seguinte forma: I - Professor Titular – níveis I, II, III e IV; II - Professor Adjunto – níveis I, II, III e IV; III - Professor Assistente – níveis I, II, III e IV; e, IV – Professor Auxiliar. Os requisitos para as categorias de Professor Titular, Adjunto, Assistente e Auxiliar são: I - Professor Titular: ser portador do título de Doutor, na área em que irá atuar; II - Professor Adjunto: ser portador do título de Doutor ou Mestre, na área em que irá atuar; III - Professor Assistente: ser portador de título de Doutor, Mestre ou Especialista, na área em que irá atuar; IV - Professor Auxiliar: ser portador do título de Graduação ou ser portador do título de Especialista lato sensu na área em que irá atuar, tendo este último experiência docente inferior a 2 (dois) anos, e que seja aprovado em avaliação realizada pela ICES, disciplinada em regulamento próprio. O Professor Auxiliar atuará no apoio às atividades do Professor Titular, Adjunto ou Assistente responsável pela disciplina. A carga horária de trabalho dos docentes obedecerá à legislação trabalhista e à Convenção/Acordo Coletivo de Trabalho vigente. E a contratação depende, ainda, de prévia aprovação do candidato em processo seletivo, imprescindível na seleção externa e, facultativo para seleção interna que avaliará: I - a titulação e a validade dos títulos; II - a experiência profissional, docente e fora do magistério; e III - a adequação da formação à disciplina ou atividade para a qual estiver sendo selecionado. No Processo Seletivo os candidatos deverão passar pela avaliação envolvendo prova de títulos, entrevista, prova didática mediante aula ministrada sobre um ou mais pontos da disciplina pleiteada, e, quando necessário, prova escrita de conhecimento. O Regime de Trabalho dos docentes da ICES compreende: I - Regime de Tempo Integral, com jornada de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais, das quais até 50 (cinqüenta por cento) devem ser reservados para estudos, pesquisa, trabalhos de extensão, planejamento, preparação e correção de provas e exames, reuniões em órgãos colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria, programas de capacitação, gestão, avaliação e orientação e atendimento a docentes e discentes e, o restante em sala de aula; II - Regime de Tempo Parcial, com jornada de trabalho de, pelo menos, 12 (doze) horas semanais, das quais até 25% (vinte e cinco por cento) podem ser reservados para estudos, pesquisa, trabalhos de extensão, planejamento, preparação e correção de provas e exames, reuniões em órgãos colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria, programas de capacitação, gestão, avaliação e orientação e atendimento a docentes e discentes e, o restante em sala de aula; III - Regime Horista, contratado por hora/aula semanal. O Professor que também for designado para cargo administrativo terá um contrato de trabalho específico para cada função, nos termos das respectivas Convenções Coletivas de Trabalho. 43 Os valores remuneratórios do corpo docente serão reajustados na forma da legislação em vigor e dos Acordos ou Convenções Coletivas de Trabalho. Dentre as ações previstas no cronograma institucional, pretende-se implantar para 2010, além da análise curricular e entrevista pessoal para a contratação dos novos professores para o ano letivo subsequente, adotar o sistema de banca examinadora, ou seja, a partir da formação da citada banca (gestores dos cursos, direção e professores efetivos da FCJ nas cadeiras específicas), propor aos docentes candidatos a apresentação de uma aula com base na ementa da disciplina em questão. A produção científica publicada também é passível de apreciação e análise. No Departamento Pessoal, há o Quadro Descritivo Suplementar contendo a relação de todos os docentes ativos,carga horária,formação e valor hora/aula para apreciação e análise . Resumindo informações: – O piso do valor hora/aula estabelecido pela Convenção Coletiva dos profissionais da Educação Superior do Município de Joinville, é de R$13,15; – A pesquisa salarial desse segmento em Joinville, realizada em Janeiro de 2009, apontou um valor médio hora/aula de R$19,15; – Os valores praticados no ano letivo de 2009 na FCJ são os seguintes: Professor Especialista – R$ 32,98 Professor Mestre Professor Doutor - R$ 36,27 - R$ 42,88 3.1.3 Capacitação Docente: Programa de Qualificação Para manter a qualidade dos serviços educacionais prestados pela FCJ e, principalmente, tornar homogênea a linha de discurso dos professores da faculdade em relação à missão organizacional e aos objetivos gerais e específicos da instituição, organiza-se anualmente o programa de Capacitação Docente. Dentre as temáticas abordadas, destacam-se: a) Como Apresentar Idéias e Desenvolver Competências e Habilidades na Ação Docente. b) Identificar as possibilidades de trabalhar a partir de competências em sala de aula no ato de aprender a aprender; c) Construir propostas metodológicas para o desenvolvimento e apresentação de idéias com Competências & Habilidades; d) Estruturar aulas com o desenvolvimento de habilidades e dinâmicas interativas; e) Fazer das aulas um espaço de aprendizagem, pesquisa, colaboração, motivação e resultados. A FCJ entende que o corpo docente, em especial, os iniciantes em, algumas situações, até mesmo os veteranos, encontram-se desarmados face às tarefas e situações rotineiras, sobretudo as da prática pedagógica, didática e da metodologia do ensino. No cotidiano acadêmico, a complexidade da sala de aula, caracterizada por multidimensionalidade, simultaneidade de eventos, imprevisibilidade de ações e urgência na imediatividade e unicidade de respostas que deverão ser dadas pelo docente, constitui sério desafio e temática para estudos constantes. Desta forma, o quadro que segue é resultado das reflexões / sugestões do Corpo Docente da FCJ para a melhoria do papel social e pedagógico do professor. Vale ainda destacar, que deste processo 44 reflexivo, “nasceu” um grupo de professores denominado pela FCJ; Grupo de Estudos de Novas Práticas Pegagógicas”, para dar continuidade ao processo de análise do contexto didático e pedagógico do ensino superior. QUADRO 7 – REFLEXÕES DO CORPO DOCENTE QUANTO AO PAPEL SOCIAL E PEDAGÓGICO Reflexões Para ser bem sucedida, uma instituição educacional Como melhorar a qualidade dos cursos de graduação? deve lidar eficazmente com seu público e gerar alto Como melhorar o desempenho dos formandos no nível de satisfação. mercado de trabalho? Como avaliá-los eficaz, eficiente e efetivamente? A faculdade não pode atuar de forma passiva; Deve ser pró-ativa em suas ações estratégicas; É fundamental formar cidadãos capazes de atuar na sociedade, de conhecer seus direitos e deveres, de compreender o que se passa no mundo. Análise das Notas do ENADE Análise do perfil dos calouros (ingressantes), via relatórios de score dos Processos Seletivos Interdicisplinariedade Prazer de aprender é destruído pela segmentação do saber em partes abstratas não ligadas ao objeto/objetivo; Ritos de passagem; O ônus da quebra de paradigma; Avaliação interdisciplinar. Correlação (matemática e estatística) Elasticidade da demanda (microeconomia) Custo marginal (contabilidade gerencial) Orçamento, retorno sobre o investimento (administração financeira) Capacidade instalada (administração da produção e materiais). Papel do Diretor Dar o rumo da FCJ; Administrador de Conflitos; Solucionador de Problemas; Catalisador; Facilitador; Estabelecer o relacionamento harmônico. Papel do Gestor É a sustentação do alcance dos objetivos; Responsável pelo Ensino, Pesquisa e Extensão; Multifuncional; Administrador de conflitos; Solucionador de problemas. Papel do Professor A imagem da FCJ; Despertar no aluno o interesse em aprender; Conhecer a realidade do aluno; Motivar o aluno a colocar em prática o seu saber; Considerar erros e acertos no processo; Ter autoridade sem ser autoritário; Trabalhar as diferenças; Ninguém é o dono da verdade; Ultrapassar a função de transmissor de conteúdos; Fator fundamental de sucesso; Fraternidade Sim – Paternalismo Não; Exemplo. Papel do Acadêmico Produto/cliente Comprometimento Aprender a aprender Receber a devida atenção com responsabilidade e Respeitado do início ao fim - Disciplina seriedade Pontos a Melhorar •Interdisciplinaridade •Maior uniformidade em termos de métodos e padrões de ensino •Persistir ainda mais quanto a horários / posturas / atitudes •Refletir sobre aulas de recuperação e seminários compensatórios •Livro de “cases” 45 Auto Avaliação da Coordenação •Maior contato e interação com os profs. •Maior presença junto aos alunos •Apoio a todos os profs. quanto a questões acadêmicas •Comprometimento da instituição junto ao corpo docente •Maior ação quanto ensino-pesquisa-extensão Fonte: Grupo de Estudos da FCJ, (2008). 3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL O desenvolvimento e aplicação do Programa de Treinamento do Pessoal Técnico-Administrativo, consiste na aplicação de cursos para qualificar o corpo técnico e administrativo da IES. É dada ênfase aos seguintes cursos: Informática básica e Informática nos softwares específicos de secretaria acadêmica, qualidade no Atendimento ao Público, Relações Interpessoais no Trabalho (Tomada de Decisão e Equipes Autogerenciáveis) e Técnicas de Redação, Oratória, Ética e Postura Profissional. Além disso, destaca-se a Implantação do Programa de Certificação da Qualidade dos Processos Administrativos, (ISO9000), e para o sucesso desta meta, o envolvimento dos Dirigentes e dos Gestores é de fundamental importância. 3.3 EXPERIÊNCIA E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DOS DIRIGENTES – GESTORES QUADRO 8 - REGIME DE TRABALHO DOS GESTORES E COORDENAÇÃO / CURSOS E DOS NÚCLEOS DE APOIO Nome do Docente Título Airton Bonet MSc Rg. T H/a 40 –TI Cargo Alexandre Ari Monich MSc 40 – TI Aluízio Jobede Vilar MSc 20 – TP Coordenação da Revista Científica Amauri Ghislery MSc 40 –TI Gestor do Curso de Sistemas de Informação – SI Déborah Regina Jocham Bahiense MSc 40 –TI Gestora Acadêmica do Ensino Superior Elaine Cristina Borges Msc 20 – TP Gestora do Curso de Turismo Eviline Maria Varela Neermann MSc 24 –TP Assessoria do NEPE/Consultoria TCC´s Fabiane Sapucaia Amarante MSc 40 – TI Giovani de Lima Esp 40 – TI Assessoria Administrativa – Gestora do Curso de Administração Coordenador Núcleo Prática Jurídica Joloir de Souza MSc 20 –TP Gestor Cursos de Tecnologia Maria de Lourdes Bello Zimath MSc 40 –TI Gestora do Curso de Direito Maria Salete Panza Gonçalves Esp 40 – TI Diretora Pedagógica – Núcleo de Apoio Psicopedagógico Patrícia Luciane Sarli MSc 40 –TI Gestora do Curso de Administração Valdir Corrêa Esp 20 –TP Assessoria de Estágios/LABTUR Wilson Gonçalves Esp 40 – TI Gerência Financeira Coordenação Planejamento Estratégico e Tecnológico Coordenação e Orientação Psico-pedagógica Fonte: Secretaria Acadêmica da FCJ, (2009). Os gestores, em sua maioria mestres, têm dedicação exclusiva para atender a demanda administrativa e pedagógica da FCJ. Além da gestão direta nas rotinas do ensino superior, a estrutura técnico-administrativa do campus educacional Elias/FCJ (conforme Organograma Institucional, Anexo 1), dá suporte operacional à IES. 46 4 CORPO DISCENTE: POLÍTICA DE AVALIAÇÃO, ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO 4.1 PROCESSO SELETIVO - CONDIÇÕES DE ACESSO - MATRÍCULA E CONTROLE ACADÊMICO O processo seletivo13 de ingresso nos cursos de graduação da FCJ destina-se a avaliar os conhecimentos adquiridos pelos candidatos, que demonstrarem capacidade de aproveitamento nos estudos/atividades que integrem o curso que desejarem freqüentar e classificá-los, dentro do limite das vagas oferecidas. Devido a flexibilidade que a FCJ adota no seu processo de gestão, outras modalidades de acesso ao ensino superior são aplicadas: Análise do Boletim do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio, (15% das vagas totais são reservadas para candidatos do ENEM). ENEC- Exame de Desempenho dos Estudantes da Rede Cenecista, Análise de Currículo, Entrevistas com o Gestor do Curso, Redações Temáticas por área de Curso Selecionada, Entrevistas, Parcerias com órgãos/entidades de classe. (por exemplo: CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas e CORE – Conselho dos Representantes Comerciais de Santa Catarina, entre. Portanto, o ingresso (matrícula) pode ser efetuado através de processos seletivos especiais para vagas remanescentes, inclusive os diplomados, ou seja, portadores de diplomas de outros cursos superiores já concluídos. Após a seleção/classificação o acadêmico é matriculado conforme as prerrogativas, do Art. 44 LDB) cumprindo os requisitos da vaga, através da comprovação da conclusão ensino médio ou equivalente. (Vide Anexo 2 - Fluxograma do Processo de Matrícula). 4.2 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO BIMESTRAL DO ACADÊMICO Conforme o RI da FCJ, os objetivos da Avaliação do Aluno consistem em: a) compreender o seu processo de aprendizagem; b) oferecer informações para mudanças ou referendamento dos procedimentos de ensino; c) verificar o nível de aprendizagem individual coletiva de cada conteúdo; d) comparar o aluno com ele próprio no início, no decorrer e no final de cada período, para verificar sua evolução; e) fornecer ao aluno informação sobre seu desempenho, para que possa tomar medidas em prol de uma melhor aprendizagem; f) servir como indicador para Avaliação Institucional. A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre o aproveitamento e a freqüência: A avaliação do aproveitamento se dá: a) pelos trabalhos de aplicação (teóricos ou práticos); b) por instrumentos de verificação de assimilação de conteúdo, em número mínimo de quatro por período letivo; c) pela participação em atividades complementares de ensino, incluindo: pesquisa, extensão, seminários, simpósios, congressos, monitoria, iniciação científica, entre outras. 13 Inciso II do art. 44 da LDB, Portaria 391/2002 – Parecer 98/99 (Redação Obrigatória). Portal INEP Tradicional – Enem – Avaliação Seriada – Agendado. 47 A FCJ pode atribuir, no máximo, 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso com freqüência a alunos que participarem de eventos técnico-científicos e artísticos como conferencistas, debatedores ou ouvintes e/ou em outras atividades de extensão e projetos de pesquisa, como integrante, em caráter complementar ao parâmetro curricular do curso a que está vinculado. Serão atribuídas notas de zero (0) a dez (10) nas atividades curriculares e nas avaliações parciais e finais. As notas de cada bimestre letivo (N1, N2, N3, N4) serão a média aritmética extraída da média das atividades curriculares e da nota das respectivas avaliações parciais (AP1, AP2, AP3, AP4). O aluno que obtiver, ao final do período letivo, média aritmética igual ou superior a sete (7,0) estará aprovado. Se alcançar média aritmética igual ou superior a quatro (4,0), mas inferior a sete (7,0), fará a avaliação final (AF), sendo aprovado se obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a cinco (5,0). Se, após a avaliação final, a média aritmética ponderada for inferior a cinco (5,0), o aluno estará reprovado. O aluno que obtiver, ao final do período letivo, média aritmética inferior a quatro (4,0), estará reprovado sem direito à avaliação final. Será exigida freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) em cada disciplina para aprovação. E, estará reprovado o aluno que não cumprir a freqüência mínima exigida para a disciplina, independente da média alcançada. Poderá matricular-se no período seguinte o aluno reprovado nas disciplinas (que não se configuram como pré-requisito), devendo cursá-las como dependência. O aluno promovido com reprovação, poderá, no período letivo seguinte, optar por matricular-se apenas da dependência, deixando a seqüência regular do curso para o período letivo subseqüente. Quando a dependência for relativa a disciplina configurada como pré-requisito, o aluno não poderá dar seqüência ao curso sem cumpri-la integralmente. A dependência em qualquer disciplina poderá ser oferecida, optativamente, de forma intensiva, em horários especiais, no 1º e 2º semestres de cada ano letivo. As disciplinas, laboratórios e estágios possuem critérios de avaliação específicos, de acordo com normas estabelecidas pelo Conselho Acadêmico. O aluno que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrando por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderá ter abreviatura a duração do seu curso, de acordo com as normas do Sistema Federal de Ensino. É concedida segunda chamada para qualquer prova, desde que haja motivo justo que comprove a falta à primeira chamada. 14 14 As rotinas dos estudantes são disciplinadas /regulamentadas pelo RI e através de Editais e Resoluções publicadas pela Secretaria Acadêmica. 48 4.3 ATENÇÃO DADA AO DISCENTE: ESTÍMULOS DE PERMANÊNCIA 4.3.1 Política de Nivelamento Pedagógico A FCJ a partir do atendimento pedagógico, acompanhamento dos relatórios de notas e das reuniões com os professores das 1ª séries dos Cursos de Graduação, percebeu-se a necessidade de dar início ao Programa de Nivelamento. Em reunião do Colegiado Acadêmico, as disciplinas identificadas como prioridade foram as seguintes: Matemática e Leitura, Interpretação e Produção de Textos. As turmas são formadas de 30 a 35 estudantes (calouros), que por sua vez são identificados pelos professores de Metodologia Científica e Comunicação e Expressão. A partir desta lista de indicação/seleção, os gestores são responsáveis na sensibilização e convocação destes acadêmicos (que apresentam dificuldades de acompanhamento nas suas turmas de origem), para a matrícula imediata. As aulas são ministradas em módulos de 20h/a com duas opções de horário/dia da semana, e sem custo adicional para o corpo discente. Para o sucesso deste projeto a supervisão do gestor do curso e da direção pedagógicas deve ser constante. A FCJ acredita que a performance desses alunos poderá aumentar, sensivelmente, a partir das aulas assistidas, proporcionando motivação para o acompanhamento regular do curso, portanto o estímulo dado a esses discentes, perpassa pela supervisão direta exercida pelos gestores de curso e pelos professores do 1º ano, que estão em sala com os estudantes no curso regular de graduação. 4.3.2 Ouvidoria da FCJ (Atendimento Psicopedagógico) e Núcleo de Atendimento ao Estudante NAE O NAE – Núcleo de Atendimento ao Estudantes objetiva fortalecer os laços com as empresas da comunidade joinvilense e da micro-região com a intenção de oferecer: a) Um canal aberto com as empresas a fim de fortalecer os projetos aqui desenvolvidos; b) Um feedback dos serviços prestados pela instituição na construção das competências profissionais desenvolvidas nos diversos níveis de ensino; c) A oportunidade de capitanear as necessidades do mercado e assim desenvolver novos projetos para manter a vanguarda na formação profissional nos diversos níveis de ensino; d) Possibilitar parcerias de utilização de ambientes cuja experiência para os nossos estudantes seria de muita importância, porém que a construção por parte da escola não obtivesse o mesmo custo-benefício; e) Oportunizar a participação dos profissionais das empresas do projeto com palestras, workshop e debates para o desenvolvimento das profissões e amadurecimento dos estudantes com o contato com o meio; f) Oportunizar parceria em investimento e de eventos sociais; g) Montar um banco de dados e informações para contato das empresas por meio eletrônico; 49 O critério referente à Ouvidoria, destaca-se para os estudantes que apresentam baixa alta estima e/ou problemas disciplinares (conduta ética e moral em ambiente institucional), são atendidos pelos professores do núcleo de apoio psicopedagógico. Este acompanhamento se estende também aos alunos que apresentam dificuldade de identificação com o curso escolhido. Além disso, o atendimento individual ocorre sempre que solicitado pelo discente, atendendo, na medida do possível, necessidades de ordem pessoal ou acadêmica. O mesmo atendimento ocorre na hipótese de os docentes constatarem problemas individuais ou dificuldades ocorridas em sala de aula. Ainda que o atendimento se dê de forma individual nada impedirá a realização de reuniões do Gestor com as turmas para discussão ou reavaliação de diretrizes adotadas pelos Cursos de Graduação da FCJ ou, ainda, reuniões, bimestralmente, são realizadas pelo Gestor do Curso e os representantes de turma.Contamos com o apoio integral da Direção Pedagógica no atendimento discente e docente individual e/ou em grupo, conforme a necessidade. 4.3.3 Canais de Comunicação da FCJ com a comunidade interna e externa Para estabelece canal de comunicação permanente e direto com a comunidade interna e externa a FCJ utiliza diversas ferramentas, dentre elas cita-se: Ferramentas Virtuais de Comunicação - FALE CONOSCO (OUVIDORIA ON LINE): Corpo Docente, Discente e Comunidade Externa utilizam esse recurso para sanar dúvidas e encaminhar sugestões. Conforme a temática, o retorno é dado pela Secretaria Acadêmica, Gestores de Curso ou Direção Pedagógica. - SITE INSTITUCIONAL FCJ: Portal de identificação geral da IES para: apresentação das matrizes de curso, setores e contato dos responsáveis, divulgação de eventos; publicação de notícias diversas conforme interesses acadêmicos da FCJ. - CENTRAL DO ALUNO: Portal em que o estudante tem acesso on line a informações da sua rotina acadêmica, tais como: boletim, disciplinas cursadas, disciplinas a cursar, planos de ensino, download de arquivos (index), encaminhados pelo professor, lista de aniversariantes da turma, extrato financeiro. - CENTRAL DO PROFESSOR: Portal em que o professor insere os arquivos pertinentes a(s) sua(s) disciplinas, digitação das notas e faltas, digitação do Plano de Ensino; download dos textos encaminhados pela Direção Pedagógica. - SERVIÇO DE ATENDIMENTO ON LINE: via central do aluno, disponibiliza-se no horário comercial o suporte para uso das ferramentas disponíveis na central do aluno. - PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE: Documento físico de avaliação da satisfação dos usuários em relação aos serviços pelo público interno e externo. - CONVERSA PARALELA: ferramenta de gestão do conhecimento, através de informativos virtuais internos abertos para a troca de idéias e reflexões sobre a rotina profissional. - E-mail @INFORMÁTICA.COM.BR: canal virtual de disseminação de informação através do envio de mensagens institucionais. 50 Mecanismos de Comunicação Impressos - MANUAIS, GUIA DOCENTE, RELATÓRIOS DE AVALIAÇÃO INTENA, REGULAMENTOS E TEXTOS DIVERSOS: Materiais elaborados pela Direção Geral e Pedagógica distribuídos de forma impressa para leitura da equipe administrativa, docente e discente. - JORNAL ELIAS/FCJ, material impresso, bimestralmente, com notícias do Campus Educacional CNEC de Joinville. A edição de (AGO/09), nº 161, gerou 3500 exemplares, distribuídos da seguinte forma: 500 unidades entregues à hospitais, clínicas médicas infantis, comércio, escolas da rede CNEC. As demais unidades são destinadas à comunidade interna. Vale ainda destacar que o programa de Certificação da Qualidade, iniciado na área administrativa, além de fortalecer os canais de comunicação, tem através das auditorias, melhorado o fluxo e troca de informações no ambiente interno da FCJ. 4.3.4 Inclusão Social: Programas de Bolsas de Estudo A FCJ possui diversos programas de apoio aos acadêmicos com dificuldades sócio-econômicas. Ao todo são 06 modalidades de apoio ao estudante, gerenciadas pelo Setor de Benefícios da FCJ e divulgadas ao longo do ano em toda a Instituição. Sendo elas: Bolsa de Estudo Interna: esta modalidade de bolsa de estudo é gerida na sua integralidade pela FCJ/CNEC, utilizando como parâmetros de concessão a situação socioeconômica do grupo familiar do acadêmico. A inscrição é feita via site da FCJ onde o próprio sistema define, automaticamente, por meio de fórmula o IC – índice de carência, que define a ordem de carência e o percentual de concessão do benefício. O próximo passo é a entrevista, onde o acadêmico apresenta a documentação comprovando as informações descritas na ficha de inscrição. Com todos os documentos conferidos, é apresentado a Comissão de Avaliação de Bolsas Internas, composta por membros da FCJ, representantes dos acadêmicos e dos professores, que analisam os processos e após essa análise as bolsas são concedidas. A FCJ mantém uma assistente social que acompanha todo o processo de bolsas e verifica através de visitas “in loco”, por amostragem, alguns processos para confirmar os dados previstos nas documentações apresentadas e também quando há denúncias, de forma anônima ou não, contra candidatos a bolsas de estudo. Em 2008 foram 269 acadêmicos contemplados com bolsas de estudo entre 25% até 100% do valor da mensalidade do curso. Bolsa de estudo Art. 170: A FCJ mantém uma parceria com o Governo do Estado de Santa Catarina, no qual através do art. 170 da Constituição do Estado de Santa Catarina destina bolsas de estudos a alunos economicamente carentes. A parceria é firmada por meio de convênio com a Secretaria de Estado da Educação, no qual repassa recursos financeiros à FCJ para serem destinados a Bolsas de Estudos. As inscrições são feitas via internet, com preenchimento de ficha socioeconômica e entrega de documentação comprobatória. A partir da situação socioeconômica informada é definido, por meio de fórmula própria, o índice de classificação que define a carência socioeconômica do aluno. Os beneficiados são definidos por uma Comissão Técnica e o resultado divulgado no site da FCJ. Os alunos bolsistas devem cumprir 20 horas semestrais de trabalhos voluntários a comunidades em situação de vulnerabilidade social como maneira de retorno social a concessão do beneficio. Em 2008 foram 43 os beneficiados. 51 Bolsa de estudo Fundação 12 de Outubro: Este benefício é possível devido ao convênio firmado com a Fundação 12 de Outubro, no qual repassam recursos financeiros a FCJ para subsidiar a concessão de benefício aos acadêmicos em situação de carência socioeconômica. A inscrição para bolsa é feita por meio de preenchimento e entrega de ficha socioeconômica e documentação comprobatória ao Setor de Benefícios da FCJ, no qual irá realizar cálculo do índice de carência do aluno. A seleção é feita por Comissão de Bolsa de Estudos que irá definir o percentual de bolsa a ser recebido por cada aluno. Em 2008 foram 10 alunos beneficiados. Prouni - Programa Universidade para Todos: Programa Federal, com normas específicas estabelecidas pelo Ministério da Educação – MEC, no qual devem ser cumpridas pela FCJ na sua integralidade. A forma de inscrição é feita online no endereço eletrônico do MEC, a partir da pontuação do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, ficando a cargo da FCJ a acolhida aos alunos selecionados, matrícula e monitoramento do aluno. No ano de 2008, o Prouni atendeu 172 acadêmicos da Instituição com bolsas de estudos, em sua maioria no valor integral do curso. Fies – Financiamento Estudantil: Programa Federal de apoio ao estudante, gerido pela Caixa Econômica Federal - CEF. A FCJ aderiu ao Fies, a fim de possibilitar ao aluno uma nova forma de apoio no pagamento das mensalidades. A inscrição é feita diretamente no site do Fies. Após as inscrições os alunos passam por mais duas etapas de aprovação, sendo a seguinte na própria instituição mediante apresentação de documentos para a Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento do Fies, após segue para a aprovação final diretamente na Caixa Econômica Federal. Todos os processos descritos são realizados pelo Setor de Benefícios da FCJ, seguindo as normas legais específicas para cada programa. A divulgação das bolsas de estudo ocorre através de editais divulgados em murais e site da FCJ e através de e-mails aos representantes de sala, a fim de que todos os alunos possam ter a possibilidade de concorrer ao benefício. Todos os programas desenvolvidos pela FCJ são executados a fim de demonstrar credibilidade, transparência e acessibilidade a todos os acadêmicos, garantindo o ensino de qualidade e excelência com compromisso social. 52 Valores referente 2008 BOLSA INTERNA Nº Alunos Valores Integral Parcial 6 263 627.756,25 PROUNI Nº Alunos Valores Integral Parcial 149 26 917.136,05 ARTIGO 170 Nº Alunos Valores Integral Parcial 0 43 140.275,00 FIES Nº Alunos Valores Integral Parcial 0 16 48.749,40 Fonte: Setor de Benefícios da FCJ, (2008) Os núcleos institucionais da FCJ (NPJ – Núcleo de Prática Jurídica e LABTUr Laboratório de Turismo), também representam ações de inclusão social e de relacionamento com o setor público e privado. O NPJ objetiva a integração entre a teoria e prática, através do atendimento à comunidade carente. O LABTUr, organiza as viagens técnicas, eventos e elaboração de projetos turísticos. (cada núcleo apresenta seu regulamento de operacionalização). 4.3.5 Acompanhamento do Egresso e Ambientes de Convivência A FCJ procura reunir (01 vez por ano, pessoalmente) os acadêmicos formados em anos letivos anteriores de turmas/cursos de graduação. Essa reunião é extremamente, proveitosa, devido as ricas sugestões que os egressos apresentam à academia. Neste evento todo o staff administrativo e pedagógico se faz presente e a ata é redigida, formalizando/registrando as informações compartilhadas. A partir de 2009, o setor de tecnologia (CPDG), estudará a proposta de inserir no portal institucional pesquisa de acompanhamento, para tentar alcançar um número mais expressivo de participantes. As questões contempladas neste instrumento de coleta de dados, prevê desde a atualização de dados cadastrais, cursos feitos após a finalização da graduação na FCJ, cargos ocupados, projetos profissionais e acadêmicos desenvolvidos, envolvimento em atividades de responsabilidade social, entre outros. No que se refere às áreas de convivência, conforme detalhamento da Infra-Estrutura Física da FCJ, percebe-se que o ambiente amplo, arejado, arborizado, com praça de alimentação monitorada por 53 profissional de nutrição e equipe de trabalho, atendem plenamente a demanda do campus educacional, além de proporcionar momentos de descontração, relaxamento e convivência de toda a academia (corpo docente, discente, técnico-administrativo e convidados). Vale ainda destacar que a convivência (relacionamento) também se dá através do projeto Happy Hour, proposta de atividades artísticas e culturais que são apresentadas no hall da FCJ, uma vez por mês, com programação definida pelo setor de Marketing e Eventos e aprovada pelo Colegiado Acadêmico. (item comentado com mais profundidade no item 4.3.6). 4.3.6 Forma de Participação Acadêmica: Diretório Acadêmico (DA) e Comitê de Qualidade (CQ) Conforme SEÇÃO III - DA REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL, Art. 127 - O corpo discente tem como órgão de representação o Diretório Acadêmico, regido por estatuto próprio por ele elaborado e aprovado em assembléia geral, bem como registrado em canais competentes, de acordo com a legislação pertinente em vigor. Art. 128 - A representação estudantil tem por objetivo a cooperação entre administradores, professores e acadêmicos, no trabalho acadêmico, dentro dos princípios sadios da Educação, com suas atribuições definidas em regimento próprio, previamente aprovadas pela FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE – FCJ. Sobre o CQ, a busca da qualidade total deve ser permanente. Diante disto acredita-se que a participação do corpo discente é primordial neste contexto. Para tornar esta meta viável, a FCJ estimulou a criação do Comitê de Qualidade, composto por 10% dos alunos, direção, gestores e professores. Os representantes dos alunos foram escolhidos de forma que cada série/curso tenha, no mínimo, (05) cinco componentes no comitê. As reuniões têm como objetivo tratar de assuntos relevantes, tais como: propostas, sugestões, avaliações, críticas construtivas, projetos, metas, objetivos, etc. Ao final de cada reunião é feita uma ata para registrar os assuntos discutidos e se necessário, datas de soluções previstas. A ata fica disponível para que todos os alunos e professores possam tomar conhecimento dos trabalhos do comitê. Para o ano letivo de 2009 a FCJ pretende realizar curso com enfoque na Qualidade: equipes auto gerenciáveis, liderança, forma de priorizar atividades, trabalhos em equipe, delegação de tarefas, entre outros itens afins, que será ministrado por professores do Curso de Marketing e Empresas e Negócios. Tanto aos professores palestrantes, quanto aos alunos participantes haverá a entrega de certificados. A FCJ está ciente da importância de no processo inicial motivar o grupo até que o mesmo caminhe de forma independente. Os critérios, futuramente adotados poderão, estar ligados à definição de indicadores como: propostas de estágio, bolsas para cursos de pós-graduação, inclusão destes trabalhos voluntários no currículo escolar, para prestigiar os acadêmicos envolvidos e com significativo desempenho no Comitê da Qualidade. 54 4.3.7 Ações de Responsabilidade Social/Ambiental e Produção Artística As ações voltadas à Responsabilidade Social da Faculdade (inclusão social) e para o desenvolvimento sócio-econômico e educacional da região são amplamente discutidas e desenvolvidas na academia, através das seguintes propostas / eventos: a) PROJETO DO TROTE “CALOUROSO”, assim denominado, devido ao cunho social que desenvolve. A cada início de um ano novo ano letivo, os calouros são motivados a participar da proposta, que envolve a realização de gincanas, cujo fim é arrecadar donativos e/ou auxílio direto a uma entidade carente de escolha das equipes e/ou cadastradas no sistema da PMJ – Prefeitura Municipal de Joinville. a) PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NOS NEGÓCIOS: Desenvolver a capacidade de abstração e analogia por meio de problemas sociais, filosóficos e éticos. b) PROJETO CINE FILOSÓFICO: Explorar questões do sistema produtivo, levando a uma reflexão sobre as reações que são desencadeadas na organização a partir das vivências dos sujeitos no mundo do trabalho. c) PROJETO A SOCIEDADE EM MOVIMENTO: Desenvolver habilidades de conversação, análise, crítica e escrita, por intermédio de temáticas de interesse dos acadêmicos. d) PROJETO DE TALENTOS EMPREENDEDORES: Identificar oportunidades no mercado, utilizando a formação que o curso oferece, e considerando as necessidades da comunidade. e) PROJETO TURISMO INFANTIL: Conscientizar crianças do ensino fundamental à valorização dos aspectos culturais e ambientais e a sua importância para o Turismo. f) PROJETO HORA DO RECREIO: Proporcionar às crianças de comunidades carentes um dia de lazer através de atividades lúdicas. g) PROJETO SARAU LITERÁRIO: consiste em propostas que viabilizam o resgate e a valorização da memória cultural e patrimonial através de apresentações artísticas e culturais organizadas pelos acadêmicos e coordenada pelo LABTUr. h) PROJETO HAPPY HOUR: programação elaborada pelo setor de Marketing, tem como fim divulgar os talentos artísticos internos e externos da instituição; (uma vez por mês, a FCJ abre suas portas para talentos musicais, teatrais, para apresentações no hall da IES; i) Campeonato de FUTSAL: atividade esportiva, anualmente, organizada pelos estudantes. O enfoque na Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural são temáticas abordadas nos projetos de final de curso (PTEC – Projeto Empreendedor Técnico-Científico). Desde a primeira edição em 2006 até 2008, os projetos contemplam temas/ ações de meio ambiente, preservação do ecossistema, questões sobre o capital verde, biodiversidade, entre outros. 55 5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA E A POLÍTICA E PROGRAMAS DE CURSO 5.1 PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO E OFERTA DE CURSOS DE GRADUAÇÃO ATIVOS DA FCJ Os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação das Faculdades Cenecistas são elaborados seguindo os padrões de excelência e de qualidade do MEC, baseados nas diretrizes curriculares estabelecidas pelo CNE. Na elaboração de cada projeto, o professor coordenador (gestor), participa diretamente e requisita a contribuição dos professores, principalmente nas ementas e bibliografias das disciplinas. Para alcançar seus objetivos no aprimoramento da qualidade do ensino a FCJ mantém estreito relacionamento com o coordenador de cada curso, mesmo durante a fase de planejamento. Desta forma, o projeto pedagógico é supervisionado e concluído pelo docente que será o efetivo coordenador. Cada docente convidado a assumir alguma disciplina do curso participa da organização da ementa e bibliografia da disciplina. Após a autorização e início do curso, o coordenador reúne o corpo docente e juntos avaliam o desenvolvimento e implantação do projeto pedagógico, visando a alterações necessárias, como: bibliografia atualizada, propostas de ementas de acordo com novas diretrizes curriculares indicadas pelo MEC, estratégias utilizadas em sala de aula para alcançar melhor desempenho dos discentes, propondo sempre um curso seguindo as tendências do mercado de trabalho e dentro dos preceitos éticos. Vale destacar ainda que na visão da FCJ o PPC é passível de alterações e adaptações constantes, conforme as necessidades docentes e discentes, além disso, pretende-se a partir do 2º semestre de 2009, reformular as vertentes básicas deste documento em um único PPI para toda a instituição, em seguida direcionado às especificidades de cada curso/área de conhecimento. A seguir apresenta-se o perfil do egresso pretendido pela Mantenedora para os cursos de graduação da FCJ. 5.2 PERFIL DO EGRESSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FCJ Os profissionais egressos dos Cursos da FCJ estarão aptos a desempenhar funções gerenciais em organizações de todos os portes, públicas ou privadas, dos mais diversos setores, atuando de forma inovadora, criativa e sistêmica, com flexibilidade e dinamicidade. Analisando, criticamente as organizações, identificando oportunidade, antecipando e promovendo suas transformações com adaptabilidade contextualizada, podendo inclusive, exercer o magistério em sua área de especialização. Sendo assim, os PPC´s são alicerçados nas seguintes premissas: a) Formação multidisciplinar, com sólidos conhecimentos das disciplinas básicas, fundamentos dos métodos e técnicas de pesquisa de mercados, prospecção de oportunidades e desenvolvimento de modelos inovadores de administração. b) Capacidade de desenvolver pesquisas e outras atividades que venham a auxiliar 56 empresários e profissionais liberais na análise, diagnóstico e solução de problemas empresariais, no planejamento e desenvolvimento de projetos e negócios, nacionais e internacionais, segundo os novos paradigmas da gestão; c) Compreender a necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional e do autodesenvolvimento. Para tanto, se faz necessário: a) Acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho dos estudantes da FCJ; b) Verificar a aquisição do conhecimento, habilidades, atitudes, competências necessárias ao pleno exercício da profissão e da cidadania; c) Consolidar o processo de avaliação do desempenho dos estudantes como um componente do SINAES (vide capítulo sobre Avaliação do Processo Pedagógico e a CPA); Segue, para apreciação e análise dados gerais dos cursos ativos da FCJ, vale ressaltar que o detalhamento de cada curso está contemplado no respectivo PPC – Projeto Político Pedagógico. (matrizes curriculares, ementas e referências bibliográficas, relação do quadro docente, perfil do egresso, núcleos de apoio, entre outros). 5.2.1 Condições de Oferta Curso de Turismo Denominação Bacharelado Curso: TURISMO Total de Vagas anuais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo Bases legais do curso 150 50 DIURNO/NOTURNO ANUAL 2400 MÍNIMO 03 ANOS MÁXIMO 06 ANOS Resolução s/nº, de 28/01/1971 do CFE. Proposta da CEETur/ABBTUR /ABDETH Portarias 640/97 e 641/97 – MEC 5.2.1.1 Objetivo do Curso de Turismo O objetivo do curso é de possibilitar formação educacional, pessoal e profissional, desta forma, a finalidade do curso é a de formar no Bacharel em Turismo habilidades de investigações científicas, execução de pesquisas e projetos no setor turístico, além de competências técnicas junto aos diversos setores turísticos e de qualidades gestoras junto às áreas de lazer e de turismo. Além disso, formar e capacitar bacharel em turismo com conhecimentos no campo das ciências humanas e sociais, habilitando-o a atuar em diversos segmentos do mercado turístico, promovendo a valorização do turismo em nível local, regional e nacional. 57 5.2.2 Condições de Oferta do Curso de Sistemas de Informação Denominação Bacharelado Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Total de Vagas anuais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo Bases legais do curso 80 40 NOTURNO ANUAL 3.240 MÍNIMO 04 ANOS MÁXIMO 07 ANOS Resolução n.º 2/93 do CFE. Portarias 640/97 e 641/97 – MEC 5.2.2.1 Objetivo Curso de Sistemas de Informação Propõe-se um curso com ênfase em Sistemas de Informação objetivando a formação de profissionais que possam criar e gerir projetos de TI, adotando as práticas de governança na gestão de recursos de informática. O perfil de formação prevê as habilidades de: a) Desenvolver sistemas computacionais para solução de problemas administrativos e organizacionais; b) Gerenciar projetos e manter a governança dos recursos disponíveis na área de TI – Tecnologia da Informação. 5.2.3 Condições de Oferta do Curso de Administração (linhas de Formação Específica: Marketing, Negócios Internacionais, Empresas e Negócios, Gestão de Pessoas, Produção e Operações Denominação Bacharelado Total de Vagas anuais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo Bases legais do curso Curso: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS 400 50 NOTURNO ANUAL 3000 MÍNIMO 04 ANOS MÁXIMO 07 ANOS Resolução n.º 2/93 do CFE. Portarias 640/97 e 641/97 – MEC Parecer CES/CNE nº 134/2003 Resolução CNE/CES nº1/2004 5.2.3.1 Objetivo do Curso Administração de Empresas A partir do Parecer CES/CNE nº 134/2003 e da Resolução CNE/CES nº1/2004 ficou estabelecida a extinção das habilitações dos Cursos na área de Administração, revogando a Resolução CFE nº2, de 4 de Outubro de 1993. Por conta disso, a FCJ alterou as suas matrizes curriculares, tornando-os homogêneas nas séries iniciais e viabilizando 05 linhas de formação específica, a saber: Marketing, Negócios Internacionais, Empresas e Negócios, Gestão de Pessoas, Produção e Operações. O Curso de Administração da FCJ tem como objetivos: a) Graduar acadêmicos na área de administração, com uma formação holística e generalista, com capacidade de compreender as questões tecno-científicas e socioeconômicas, bem como identificar e solucionar problemas vivenciados nos diversos ambientes organizacionais e sociais, respeitando as diferenças regionais e locais; 58 b) Despertar a consciência do acadêmico para os problemas do mundo, com destaque para os nacionais, regionais e locais, objetivando a prestação de serviços especializados, estabelecendo com a comunidade uma relação de mutualidade; c) Desenvolver o trabalho de pesquisa e de investigação científica, buscando o aperfeiçoamento das relações humanas e das relações do Estado com o cidadão; d) Propagar o conhecimento científico produzido no curso e em outras instituições de pesquisa e ensino, por meio, inicialmente, da Revista Científica da FCJ. e) Promover o envolvimento da comunidade acadêmica com a população, buscando divulgar as conquistas e benefícios provenientes da criação cultural e da pesquisa científica gerada pela instituição; f) Promover cursos de especialização, cursos de capacitação e aperfeiçoamento profissional. 5.2.4 Condições de Oferta do Curso de Direito Denominação Bacharelado Total de Vagas anuais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo Bases legais do curso Curso: Direito 200 50 DIURNO E NOTURNO ANUAL 4464 MÍNIMO 05 ANOS MÁXIMO 08 ANOS Resolução n.º 2/93 do CFE. Portarias 640/97 e 641/97 – MEC 5.2.4.1 Objetivo do Curso de Direito O Curso de Direito tem por objetivo, a partir de uma formação humanística e uma visão integral do meio social, capacitar o acadêmico a desenvolver um modus vivendi, pessoal e profissional, que contribua para a melhora das relações humanas, das relações do indivíduo com o meio ambiente e com o Estado, tendo como parâmetro os pressupostos teóricos e práticos das ciências jurídicas. Compromissos do Curso: a) Graduar acadêmicos na área do direito, habilitados para a inclusão no mercado de trabalho e comprometidos com o desenvolvimento social, a partir da relação com as ciências jurídicas; b) Despertar a consciência do acadêmico para os problemas do mundo, com destaque para os nacionais, regionais e locais, objetivando a prestação de serviços especializados à comunidade, estabelecendo com esta uma relação de mutualidade; c) Desenvolver o trabalho de pesquisa e de investigação científica, buscando o aperfeiçoamento das relações humanas e das relações do Estado com o cidadão; d) Propagar o conhecimento científico produzido na faculdade e em outras instituições de pesquisa e ensino por meio, inicialmente, da Revista Eletrônica de Ciências Jurídicas; e) Promover o envolvimento da comunidade acadêmica com a população, buscando divulgar as conquistas e benefícios provenientes da criação cultural e da pesquisa científica gerada pela instituição; f) Promover cursos de especialização, cursos de capacitação e aperfeiçoamento profissional. 59 5.2.5 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade Denominação Tecnologia Curso: Gestão da Qualidade Total de Vagas semestrais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo 80 40 DIURNO/NOTURNO Semestral 2000 MÍNIMO 05 semestres MÁXIMO 07 semestres 5.2.5.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão da Qualidade O Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade tem como objetivo preparar e aperfeiçoar os estudantes na análise, implementação e gerenciamento da qualidade e melhoria dos processos produtivos nas empresas. Contribuindo na orientação e qualificação de profissionais que participem efetivamente na disseminação de ferramentas de qualidade, técnicas e metodologias indispensáveis para a melhoria dos sistemas, processos e produtos, para o setor industrial e de serviços, bem como a redução de custos visando o atendimento às necessidades do cliente. 5.2.6 Condições de Oferta do Curso Superior de Gestão Comercial Denominação Tecnologia Curso: Gestão Comercial Total de Vagas semestrais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo 80 40 DIURNO/NOTURNO Semestral 1600 MÍNIMO 05 semestres MÁXIMO 07 semestres 5.2.6.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Comercial O curso de Tecnologia em Gestão de Comercial tem por objetivo propiciar aos alunos condições de desenvolver competências e habilidades que possibilitem aos profissionais atuarem na gestão de comércios varejistas desde o planejamento, organização, operação, até controle das lojas que comercializam bens e/ou serviços utilizando as melhores ferramentas. O curso pretende preparar profissionais de gerenciamento para o varejo e fornecer os conhecimentos técnicos necessários para que o aluno formado possa atuar como gerente de loja, supervisor de loja, gerente de atendimento, gerente de vendas, supervisor de vendas, supervisor de atendimento, coordenador de vendas, líder de departamentos, entre outras funções de liderança. 60 5.2.7 Condições de Oferta do Curso Superior de Logística Denominação Tecnologia Curso: Logística Total de Vagas semestrais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo 80 40 DIURNO/NOTURNO Semestral 1950 MÍNIMO 05 semestres MÁXIMO 07 semestres 5.2.7.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Logística O Curso de Tecnologia em Logística objetiva formar profissionais capazes de dimensionar e desenvolver sistemas de armazenamento de forma econômica, segura e adequada aos tipos de produtos a serem armazenados. O egresso estará capacitado a atuar nas organizações do setor industrial, de prestação de serviços, governamental e outras atividades, incluindo os voltados diretamente para o setor de logística. 5.2.8 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer Denominação Tecnologia Curso: Gestão Desportiva e Lazer Total de Vagas semestrais Número de alunos por turma Turnos de funcionamento Regime de matrícula Carga horária total do curso Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo 80 40 DIURNO/NOTURNO Semestral 1600 MÍNIMO 05 semestres MÁXIMO 07 semestres 5.2.8.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer O Curso Tecnólogo em Gestão Desportiva e Lazer tem como objetivo habilitar o profissional para o desenvolvimento de monitoria em atividades recreativas, coordenação, gestão e consultoria nas áreas de animação, recreação e lazer, empreendimentos hoteleiros, recreativas, parques temáticos, empresas de eventos, centros educacionais infantis, demais campos relacionados ao desenvolvimento social e lazer. 5.3 PROJEÇÃO DE NOVOS CURSOS A FCJ por estar localizada na região norte do Estado de Santa Catarina tem compromisso com a comunidade para preencher a lacuna de educação superior e por isso, pretende criar, no decorrer da sua trajetória acadêmica, novos cursos superiores e de extensão. Neste sentido, propõe-se a partir de pesquisa de demanda na região norte catarinense, a desenvolver e a elaborar, projetos para novos cursos de graduação nas áreas contempladas no cronograma de ações/intenções, capítulo 9. Ressalta-se que, os resultados desta pesquisa da demanda, nortearão as principais áreas de interesse do mercado local e regional, efetivação de parcerias e convênios com instituições de ensino 61 superior nacionais e internacionais, bem como com empresas de Joinville e região, a FCJ definirá a(s) área(s) de conhecimento para o lançamento de novo(s) curso(s), vagas e turnos a serem oferecidos. 5.4 ENSINO DE GRADUAÇÃO 5.4.1 Atividade de Ensino, Pesquisa e Extensão As formações específicas, compreendidas nos cursos de graduação, são as definidas nos projetos de cursos autorizados e/ou reconhecidos pelos órgãos competentes do sistema Federal de Ensino. E, devem ser integrados por disciplinas obrigatórias e optativas, sendo o currículo dos cursos de duração plena são estruturados em dois ciclos: I- Primeiro Ciclo, objetiva a formação básica, humanística e instrumental; II- Ciclo Profissional, desenvolve habilidades requeridas para o exercício da profissão. Os currículos plenos de cada curso de graduação, integrados por disciplinas e práticas, com periodização recomendada, carga horária respectivas, duração total e prazos de integralização, estão previstos em cada PPC. Os cursos seqüenciais 15 por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelo Conselho Superior, são programados para: a) Atender o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional do cidadão, desenvolvendo-lhe o espírito científico e o pensamento reflexivo; b) Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e tecnológicos; c) Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente em particular os nacionais e regionais; d) Propiciar a aquisição de conhecimentos e habilidades por meios formais e informais que possam ser aferidos e reconhecidos mediante exames em cursos ulteriores. Os cursos de pós-graduação, compreendendo programa de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros abertos a portadores de diplomas de curso de graduação, que satisfaçam os requisitos exigidos no projeto de cada curso, destinam-se à especialização profissional na área científica em que forem oferecidos, visando ao preparo de professores e de profissionais, serão autorizados pelo Conselho Superior. Quando se tratar de cursos de pós-graduação “stricto-sensu”, devem ser previamente reconhecidos pelo MEC e pela SESu. Os cursos de extensão, atualização, educação profissional e outros abertos aos portadores de certificados e/ou diplomas exigidos no projeto de cada curso, destinam-se a alunos da FCJ ou não, visam à divulgação e à atualização de conhecimentos e técnicas, e têm por finalidade a elevação cultural da comunidade e a especialização da mão-de-obra. 15 A implantação dos cursos seqüenciais na FCJ terá como eixo norteador na sua concepção as seguintes diretrizes: Resolução nº 01 de 27/01/999 –CNE. Parecer nº 968, de 17/12/98. Portaria nº 612 de 12/04/99. Portaria nº 514 de 22/03/01. 62 5.4.2 Atividade de Pesquisa Os projetos de pesquisas, sob a orientação das Coordenações de Curso, devem estar voltados para: a) busca de identidade regional; b) resgate de cidadania especialmente da população periférica dos grandes centros urbanos; c) valorização da cultura regional; d) desenvolvimento de pesquisas básicas, institucionais, voltadas para as áreas de ensino vinculadas à Instituição ou de interesse prioritário da Comunidade. Para executar as atividades e projetos a FCJ pode adotar providências para captação de recursos de outras fontes para tal finalidade, promovendo sua integração com a comunidade, a empresa e o governo incentivando a geração e a transferência do saber, da arte e da tecnologia. Cabe ao Conselho Superior aprovar proposta das Coordenações relativa à formalização das atividades de pesquisa integradas ao currículo pleno do curso, inclusive com aproveitamento de estudo e freqüência escolar. A articulação das atividades de pesquisa acadêmica ocorre também através da realização da “Semana de Empreendedorismo e Gestão 16 ” da qual os alunos participam de palestras, seminários, oficinas e apresentam trabalhos e debatem estudos de casos. Vale destacar que o corpo discente com o apoio, acompanhamento e supervisão dos professores, participa com sugestões para organização deste evento. Há que se destacar os 04 (quatro) projetos interdisciplinares que são desenvolvidos na FCJ, da 1ª à 4ª série e/ou 3ª série, conforme matriz curricular do Curso. Série 16 Título do Projeto Objetivo Geral do Projeto 1ª Série Projeto Empresa na Prática Promover aos acadêmicos a vivência das dificuldades na identificação de uma oportunidade de negócio, bem como na abertura e gestão de um pequeno empreendimento, tornando um exemplo para a importância e compreensão das diversidades curriculares do curso. 2ª Série Feira de Estatística Aplicar pesquisa de mercado para identificação de um produto e/ou serviço empreendedor. (Utilização de ferramentas estatísticas) A Semana de Empreendedorismo e Gestão foi realizada desde o 1º ano de atividade da FCJ. A Organização do Evento prevê a realização da Feira de Talentos e Projeto Empreendedores (para turmas de 1º ano) com apresentação de idéias e/ou produtos, Feira de Estatística (para turmas de 2ª série), e o PIT – Proposta Inicial de Trabalho (para turmas de 3ª série). Todas essas ações resultam do processo de pesquisa acadêmica. (Vide PPI com detalhamento de cada Projeto). A organização deste evento é coordenada pelos gestores, pelo NEPE - Núcleo de Estudos e Pesquisas Empreendedoras e pelos estudantes que se colocam à disposição para fazer parte da equipe operacional. Realizam-se palestras temáticas de acordo com a área do conhecimento de cada curso, os professores elaboram oficinas práticas, viabiliza-se a participação de alunos e professores na noite de talentos culturais e a noite de talentos empreendedores é oportunidade da academia apresentar suas idéias inovadores, cuja essência é a resolução de problemas da comunidade interna e externa, pública e privada. (Anexo 2 – Fluxograma do NEPE). 63 Série 3ª Série Título do Projeto PIT – Proposta Inicial de Trabalho 4ª Série PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico Objetivo Geral do Projeto Com base no tema “Joinville um grande potencial”, identificar uma oportunidade no mercado atual considerando as atividades que podem ser desenvolvidas pela formação que o curso oferece. Poderá ser uma nova linha de produto/ serviço, ou mesmo uma linha de produto/ serviço que já exista e possa ser melhorada/ corrigida. Com esta oportunidade identificada desenvolver a idéia do negócio e elaborar um pré-projeto para apresentá-lo em banca durante a “VIII Semana de Empreendedorismo e Gestão e Semana de Iniciação Científica da FCJ”. A definição deste Tema/Problema de Pesquisa será utilizado para elaboração do PECT, no ano letivo subseqüente. O PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico, (detalhado no PPI), proporciona ao acadêmico a possibilidade de aplicação dos conhecimentos teórico-científicos aprendidos na totalidade de seu curso por meio da prática do desenvolvimento de um estudo de viabilidade de negócios, bem como promover a vivência do trabalho em equipe buscando o autodesempenho e o amadurecimento profissional. Fonte: PPI (2009). A gestão de curso desenvolve um trabalho de acompanhamento e supervisão de professores e disciplinas integradas a cada projeto/série para dar sustentação ao caráter interdisciplinar. 5.4.2.1 Revista FCJ Scientia A Revista FCJ -Scientia é uma publicação da Faculdade Cenecista de Joinville-SC aberta a colaborações do Brasil e do Exterior, de periodicidade semestral, que tem por objetivos permanentes: a) disseminar estudos pertinentes às mais variadas áreas do conhecimento e de interesse no âmbito do empreendedorismo, da educacão, da cultura, da ciência e da tecnologia; b) promover o intercâmbio de informação científica entre as diversas áreas de conhecimento; subsidiar e incentivar a produção científica na Instituição e na região; c) buscar uma pluralidade de abordagens e perspectivas como forma constante de crescimento e interlocução. Poderão ser publicados: a) artigos científicos - relatos finais de estudos concluídos, em que são apresentados os objetivos, a metodologia empregada, discussão dos resultados obtidos e a conclusão, rigorosamente fundamentados; b) comunicações - relatos sucintos de um estudo em andamento cujos resultados parciais, embora insuficientes para constituírem um artigo científico, são dignos de publicação ou de fenômenos observados cuja ocorrência não era esperada ou não foi planejada, requerendo, assim, a ampliação da discussão no meio científico para fomentar investigações futuras; c) ensaios - relatos sobre um tema específico com alto nível de interpretação e julgamento pessoal do autor cuja argumentação madura, amparada em exposição lógica e reflexiva, dispensa o rigoroso e objetivo aparato de documentação empírica e bibliográfica. Observação: Poderão ser encaminhados à Revista, para análise do Conselho Editorial e possível publicação, relatos elaborados individual ou coletivamente por alunos e professores da FCJ. 64 5.4.3 Atividades De Extensão A FCJ manterá atividades de extensão cultural, criação, adaptação, difusão e transferência dos conhecimentos e de tecnologia correlatos e/ou afins às áreas de seus cursos, destinadas a órgãos públicos e privados, à sociedade e ao cidadão em geral, dando ênfase às necessidades da região em que está inserida. As atividades de extensão são coordenadas pelas Coordenações de Cursos e NEPE que as executam e divulgadas através da Coordenação de Marketing – Assessoria Editorial. Para executar estas atividades a faculdade pode adotar providências para alocação de recursos próprios de seu orçamento anual e/ou fará uso da captação de recursos de outras fontes. Os alunos engajados nas atividades de extensão, por solicitação pessoal ou de seu professorsupervisor, podem requerer aproveitamento de estudos e freqüência oriundos dessas suas atividades escolares. (Regulamento das Atividades Complementares, disciplina essa modalidade). Cabe ao Conselho Superior aprovar proposta das Coordenações relativa à formalização das atividades de extensão integradas ao currículo pleno do curso, inclusive com aproveitamento de estudo e freqüência escolar. Os programas referidos neste artigo estimulam as atividades que: a) Visem à formação cívica indispensável e à criação de uma consciência de direitos e deveres do cidadão e do profissional; b) Assegurem oportunidades para o desenvolvimento do setor cultural, artístico e desportivo; c) Promovam a prática desportiva, mantendo, para os cumprimentos destas, orientações adequadas d) e instalações especiais. Desde a sua instalação a FCJ vem oferecendo cursos de extensão para a comunidade interna e externa. 5.5 POLÍTICA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO A atividade de Estágio Supervisionado contemplada no currículo dos cursos de graduação da FCJ, tem como finalidade a complementação acadêmica, é disciplinado e orientado pela Lei nº 6494 de dezembro de 1977, regulamentada pelo Decreto Lei n.º 87.497 de 18/08/82 . O estágio supervisionado é realizado de acordo com o currículo pleno de cada curso e as normas específicas, fixadas pelo Colegiado Acadêmico e constam das atividades de prática pré-profissionais, exercidas em situações reais de trabalho, sem vínculo empregatício em que os alunos são orientados por docentes e/ou profissionais credenciados pela FCJ, com anuência da Entidade Mantenedora. É obrigatória a integralização da carga horária total do Estágio, prevista no currículo pleno do curso, nela se pode incluir as horas destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das atividades. O estágio supervisionado como atividade regular do ensino, exige do aluno a comprovação do aproveitamento, segundo as normas regulamentares dessa atividade na FCJ. Além dos estágios supervisionados a FCJ poderá oferecer estágios extracurriculares, conveniados ou não, que sejam necessários para fins de inscrição em órgãos de Classe, que os exijam para o exercício profissional, ou 65 para atender a compromissos sociais, desde que aprovados pelo Colegiado Acadêmico, com anuência da Diretoria. Destaca-se ainda que a flexibilidade curricular de cada curso permite que o ECS- Estágio Curricular Supervisionado contenha as suas particularidades, por exemplo: no caso do Curso de Turismo da FCJ as viagens técnicas de estudo são incorporadas na carga horária total do estágio, atualmente 15% destas atividades de campo, todavia, a FCJ pretende ampliar para 20% a 40% das horas destinadas as viagens de estudo, sejam consideradas na carga horária total prevista para o estágio. Esta mesma diretriz cabe aos demais cursos de graduação que no decorrer da matriz curricular desenvolvam atividades acadêmicas diversificadas. No caso do Curso de Administração o ECS é realizado através do PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico. 6 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO INSTITUCIONAL 6.1 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA E SEUS OBJETIVOS São objetivos da avaliação: a) Promover o desenvolvimento de uma cultura de avaliação na IES; b) Implantar um processo contínuo de avaliação institucional; c) Planejar e redirecionar as ações da IES a partir da avaliação institucional; d) Garantir a qualidade no desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão; e) Construir um planejamento institucional norteado pela gestão democrática e autonomia; f) Consolidar o compromisso social da IES; g) Consolidar o compromisso científico-cultural da IES. 6.2 MECANISMOS DE INTEGRAÇÃO DA AVALIAÇÃO A FCJ está ciente que a proposta de avaliação do SINAES prevê a articulação entre a avaliação da IES (interna e externa), a avaliação dos cursos e avaliação do desempenho dos estudantes (ENADE). Desta forma ,as políticas de acompanhamento e avaliação das atividades-fim, ou seja, ensino, pesquisa e extensão, além das atividades-meio, caracterizadas pelo planejamento e gestão da IES, abrangem toda a comunidade acadêmica, articulando diferentes perspectivas o que garante um melhor entendimento da realidade institucional. A integração da avaliação com o projeto pedagógico dos cursos ocorre pela contextualização destes com as características da demanda e do ambiente externo, respeitando-se as limitações regionais para que possam ser superadas pelas ações estratégicas desenvolvidas a partir do processo avaliativo. 6.3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O processo de auto-avaliação conta com a participação da CPA 17 devidamente designada para planejar, organizar, refletir e cuidar do interesse de toda a comunidade pelo processo pedagógico e estrutural; com a participação e envolvimento de toda a comunidade acadêmica; com o apoio da alta gestão da IES e com a disponibilização de informações e dados confiáveis. Este grupo foi designado, pelo órgão diretivo competente da Instituição, está vinculado aos órgãos colegiados da IES e especialmente constituído para este fim. Diversos instrumentos e métodos 17 Vide Anexo 4 – Composição dos Membros da CPA que representam a FCJ. 67 combinados são utilizados, conforme necessidades e situações específicas, focos e aprofundamentos exigidos pela própria dinâmica de atuação da IES. A avaliação institucional proposta adota uma metodologia descritiva, reflexiva e participativa, buscando trazer para o âmbito das discussões as opiniões de toda comunidade acadêmica, de forma aberta e cooperativa, e se dá globalmente a cada dois anos, anual e semestralmente, ou, ainda, a qualquer momento em função de uma necessidade identificada. Os métodos adotados partem do individual para o coletivo, favorecendo a convergência dos dados em torno de objetivos comuns, bem como a busca compartilhada de soluções para os problemas apresentados. A metodologia proposta orienta o processo quanto às decisões, técnicas e métodos de forma flexível para, diante de situações concretas, assumir novos contornos, adotar decisões e técnicas mais oportunas e diretamente vinculadas às situações em pauta. As técnicas utilizadas poderão ser seminários, painéis de discussão, reuniões técnicas e sessões de trabalho, dentre outras. Para problemas complexos poderão ser adotados métodos que preservem a identidade dos participantes. A avaliação abre espaço para sugestões e avaliações espontâneas em todos os instrumentos de avaliação interna. 6.3.1 Objetivos e metas da avaliação institucional interna e externa “O que mais vale, na escola, é o que o professor faz na sala de aula e a forma como ele atua”. O sistema de avaliação Institucional da FCJ compreende as seguintes ações: Auto – Avaliação e Avaliação do Curso (infra-estrutura, corpo docente e corpo administrativo). São realizadas avaliações semestrais dos Cursos em andamento, através de questionários direcionados aos alunos e aos professores. Os gestores também avaliam anualmente os programas das disciplinas e a atualização e a pertinência das referências bibliográficas. A auto – avaliação contribui para a criação de um compromisso entre o corpo discente e a instituição de ensino. Cada aluno, ao auto–avaliar-se, considera o seu papel na instituição não apenas como aluno, mas, principalmente, como parceiro e agente promotor de mudanças ou seja alguém comprometido com o sucesso do curso e da disciplina. Na auto-avaliação os critérios analisados são os seguintes: dedicação e interesse pelo curso/disciplinas, assiduidade, pontualidade, relacionamento com colegas e professores, comprometimento e tempo de estudo dedicado ao curso. No item relacionado à avaliação do curso, aplicabilidade do conteúdo estudado, utilização de exercícios práticos nas aulas, cumprimento do programa proposto, atendimento das expectativas. Sobre a figura do gestor do curso, avalia-se: Interesse e dedicação na solução de problemas, nível de participação e colaboração, preocupação com o nível de ensino, reciprocidade e relacionamento com os acadêmicos. 68 Em relação a infra-estrutura, analisa-se: núcleos de atendimento ao discente, auditório, biblioteca, laboratórios, praça de alimentação, livraria, centro de idiomas, central de cópias, material de apoio, zeladoria, segurança, complexo poliesportivo. 5.5.2.1 Análise e Ações Adotadas após Avaliações Institucionais Aplicadas A FCJ mantém o compromisso de melhoria constante. Assim, com base em resultados obtidos em avaliações anteriores, a partir da avaliação institucional, algumas ações são colocadas em prática para atender sugestões da comunidade docente e discente. Abaixo segue síntese das avaliações discentes aplicadas em anos letivos anteriores. Avaliação Discente Pontos positivos •Cumprimento do horário; •Ótima didática dos professores; •Professores – bom para ótimo; •Utilização dos livros; •Estímulo à leitura; •Infra-estrutura – surpresa; •Ensino levado à sério; •Iniciativa da reunião. Pontos negativos •Início – rígido/ríspido/regras; •Falta de sintonia entre disciplinas; •½ Dúzia de alunos que incomodam; •Pouco controle da sala; •Material entregue em cima da hora; •Poucos alunos – prof. Não começa aula; •Muito tempo copiando no quadro; •Faltou apresentar plano de ensino. Sugestões Apresentadas pelos Estudantes •Maior controle da sala; •Antecipar material; •Reforçar com os professores o cumprimento do horário; •Melhorar dinâmica de algumas aulas; •Aproveitar energia e potencial dos alunos; •Apresentar plano de ensino; •Visitar instalações. • Reuniões entre professores de disciplinas afins; •Transferir as anotações em quadros para transparências; •Trabalho único com todos os professores; •Aceitar observações dos alunos; •Realizar aulas de nivelamento; •Disponibilizar material no site da FCJ A FCJ procura investrir na sua infra-estrutura para melhor atender a comunidade acadêmica, porém, é importante destacar que uma instituição de ensino superior não é feita somente de laboratórios e amplos acervos bibliográficos, os alunos devem assumir o seu papel na construção do conhecimento e comprometimento acadêmico, e esse envolvimento é estimulado pelo Comitê de Qualidade e pelas reuniões constantes realizadas com os representantes de turma, com os egressos, direção pedagógica e gestores. 69 7 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA: DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA E LABORATÓRIOS 71 ÁREA FÍSICA (CRITÉRIOS DE ADAPTABILIDADE) E SEUS RECURSOS 18 2 A Biblioteca cuja área é de: 228 m e possui os seguintes espaços: a) b) c) d) e) f) g) h) i) Recepção / guarda volumes; Balcão de atendimento (empréstimo / devolução); Serviço de referência; Biblioteca Virtual com consulta via Internet e Bases de dados em CD-ROM; Cabines para estudo individual e para grupos; Acervo (livros/periódicos e multimeios); Instalações técnico-administrativas; Videoteca; Mural; As normas de uso, empréstimo, sistema de consulta da Biblioteca, encontra-se no anexo 7, para apreciação e análise. Abaixo apresenta-se a equipe administrativa desse setor que presta apoio aos estudantes e professores. Aproveita-se para destacar o sucesso das salas de reuniões/estudos individual e para grupos (citados no item e). Esses ambientes, com reserva antecipada/programada, representam um recurso importante, principalmente às turmas de 4º ano, envolvidas com o PETCProjeto Empreendedor Técnico-Científico. No critério referente à acessibilidade para portadores de necessidades especiais, este ambiente de estudos da Biblioteca é muito facilitado, devido a porta com abertura automática e as salas amplas para deslocamento. As rampas e elevadores também representam condições favoráveis de acessibilidade à academia. Para estudantes e professores, para o corpo técnico administrativo, e para visitantes que, momentaneamente, possam apresentar dificuldades de locomoção, a FCJ disponibiliza cadeira de rodas, acessos facilitados através das 04 portarias institucionais com estacionamentos alternativos. Além disso, há banheiros adaptados para esse público em todos os pavimentos, com luzes especiais, barras de suporte e área ampla para facilitar o manejo de cadeirantes. 7.1.2 Descrição da Equipe de Apoio/Suporte da Biblioteca Cargo: Bibliotecária Jakeline Emer – Bibliotecária Formação: Graduada em Biblioteconomia e pós-graduada em Gerenciamento de Bibliotecas. Função: Responsável pelo setor faz treinamento com os novos estagiários, faz cotação e compra de livros, revistas, jornais, fitas de vídeos e CDs. Tem conhecimento nos programas windows, word, excel, mentor escolar, mentor da FCJ e “SÀBIO” programa usado para fazer a catalogação e classificação dos livros de acordo com a CDD- Classificação Decimal de Dewel e a tabela de Kater que é usada para identificar o número de cada sobrenome. Viabiliza apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos, fichas catalográficas de acordo com as Normas da ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. Sistema o registro dos livros, ajuda a carimbar e etiquetar os livros , auxiliar os alunos nas pesquisas, conversa com eles sobre o silêncio que deve haver dentro da biblioteca. 18 O Anexo 7 - contém informações detalhadas sobre o funcionamento (regulamentação) da Biblioteca. 70 Organiza o troca-troca de livros realizado no final do ano e início do semestre, organiza feira e faz projeto de incentivo à leitura, atende alunos professores e funcionários fazendo atendimento no sistema por autor assunto ou título, faz empréstimo e reservas, recebe reservas por e-mail e dá uma posição para o aluno ou professor, manda diariamente email comunicando com 2 dias de antecedência e no dia do vencimento, se a pessoa não devolve manda todos os dias um aviso que o livro esta com o prazo vencido. Participa do projeto Viva a Vida nas Casas Lares e Ecos de Esperança com a organização de uma Biblioteca. Faz relatórios semanalmente para identificar os livros mais solicitados e providência a compra dos mesmos. Coloca todo mês no mural da Biblioteca gráficos identificando a quantidade de empréstimos feitos por categorias. Informa quais foram os 10 (dez) livros mais reservados do mês e também informa qual o aluno que mais fez empréstimo durante o mês e o presenteia com um livro como incentivo a leitura. Responsável pelo fechamento do caixa de multas, xerox da Biblioteca, fazendo depósitos semanais e prestando conta do mesmo através de relatórios mensais. Faz anualmente o relatório CENSO/MEC E Informa também o espaço físico da Biblioteca detalhando tamanho, número de salas individuais salas de grupos, quantidades de mesas e cadeiras, quantidade de terminais destinados para consulta, quantidades de pessoas que trabalham identificando idade, escolaridade e função. Informa a base de dados usada, numero total de empréstimos feitos para a comunidade interna e externa, informa os serviços oferecidos pela Biblioteca. Equipe de Apoio: (05 efetivas + 06 Estagiárias): Cargo: Auxiliar de Biblioteca/Equipe Efetiva: Janete Silva do Nascimento - Lilian Maria Ledoux Galiazzo - Marli Ana Rodrigues -- Severa Bilesk - Bruna Pâmela Ferreira Brat – (Formação: 2º Grau e/ou Graduação). Horários de funcionamento/revezamento: 7h15min às 22h:45min e aos sábados das 8h às 18h 7.1.2 Acervo Bibliográfico A seguir apresenta-se o quadro relacionando o atual acervo bibliográfico da Instituição. QUADRO 9 - ACERVO BIBLIOGRÁFICO – CRITÉRIOS DE SELEÇÃO ÁREA INCLUSÃO Títulos REVISÃO Exem-plares Títulos TOTAL Títulos Exem-plares Existente Período 2007 até 2008 Sem área Definida CA - Ciências Agrárias CB - Ciências Biológicas CET- Ciências Exatas e da Terra CH - Ciências Humanas CS - Ciências da Saúde CSA- Ciências Sociais Aplicadas ET Engenharia/Tecnologia LLA - Lingüística. Letras e Artes TOTAL 433 2 416 713 628 3 1.107 2.130 81 0 54 131 514 2 470 844 628 3 1.107 2.130 3.057 528 4.247 5.604 807 12.262 349 63 1.101 3.406 591 5.348 5.604 807 12.262 356 736 67 423 736 10.458 17.761 1.66 12.144 17.761 20.210 41.038 3.532 23.742 41.038 71 ÁREA INCLUSÃO Títulos Tombados De JAN/09 a AGO/2009 Sem área Definida CA - Ciências Agrárias CB - Ciências Biológicas CET- Ciências Exatas e da Terra CH - Ciências Humanas CS - Ciências da Saúde CSA- Ciências Sociais Aplicadas ET Engenharia/Tecnologia LLA - Lingüística. Letras e Artes TOTAL GERAL REVISÃO Exemplares Títulos TOTAL Títulos Exem-plares 815 2 426 744 5.257 3 1.141 2.187 181 0 58 140 996 2 484 884 5.257 3 1.141 2.187 3.319 555 4.854 5.940 856 13.569 399 70 1.237 3.718 625 6.091 5.940 856 13.569 358 741 70 428 741 10.743 18.151 1.796 12.539 18.151 21.816 47.845 3.951 25.767 47.845 Fonte: Biblioteca FCJ (2009). Período de Tombamento: de Jan a 06/ago/09. 7.1.3 Infra-Estrutura Tecnológica 7.1.3.1 Laboratório de Informática: Plano de atualização e manutenção tecnológica Sobre a Infra-Estrutura Tecnológica: Laboratório de Informática: A FCJ disponibiliza em período integral e parcial a todos acadêmicos 06 laboratórios para utilização das disciplinas dos Cursos de: Administração Sistemas de Informação, Turismo, Direito e Cursos de Tecnologia. Sobre o Plano de atualização e manutenção tecnológica: Está prevista a atualização das máquinas existentes em função das necessidades de novos softwares e dos lançamentos de novos hardwares (ex.: DVD). Os equipamentos deverão ser atuais, e representarem o que de melhor o mercado disponibiliza naquele momento para o uso que se projeta. A especificação detalhada destes equipamentos só deverá ser feita na época da aquisição em função da rápida evolução deste tipo de equipamento e dos softwares para serem instalados. Equipamentos como ZIP drives, gravadores de CD e web câmeras serão disponibilizados para os acadêmicos em função das necessidades encontradas pela Coordenação do curso e Direção da Faculdade. A manutenção será realizada em uma sala de 36m2 com equipamentos e ferramentas adequadas para manutenção dos equipamentos que está alocada no prédio Azul. Uma equipe técnica está disponível ao longo do dia e um profissional (Gerência Técnico Pedagógica) supervisiona e orienta o trabalho de manutenção. Laboratórios Laboratório de Informática 1 Laboratório de Informática 2 Laboratório de Informática 3 Laboratório de Informática 4 Laboratório de Informática 5 Biblioteca Virtual (laboratório 6) Quantidades 20 25 25 20 20 21 Horários 7h30 às 22:45h 7h30 às 22:45h 7h30 às 22:45h 7h30 às 22:45h 7h30 às 22:45h 7h30 às 22:45h 72 Toda a rede de dados e telefonia da sede atual está baseada em cabeamento estruturado, o que implica em uma confiabilidade muito maior da rede, e, conseqüentemente, maior disponibilidade de seus recursos (como acesso a Internet, por exemplo) para os acadêmicos e compartilhamento de dados. Os equipamentos são constantemente vistoriados e passam por rigorosa avaliação para a garantia das melhores condições para o seu uso. A faculdade está toda em rede, e já conta com servidor de internet, com home page, intranet, wireless, expandindo-se a utilização do site internamente, como ferramenta de integração entre todos os segmentos da comunidade acadêmica além de oferecer diversos serviços aos acadêmicos e professores via internet. Destaca-se ainda, que a Gerência Técnica Pedagógica, responsável pelo desenvolvimento tecnológico da instituição tem um orçamento anual na ordem de R$ 150.000,00. Qtde. 05 08 Obs: Quantidade da carga horária dos funcionários Itens horas diárias para os estagiários bolsistas; 08 horas aula/semana em regime de plantão de atendimento para o professor supervisor e coordenador O horário de funcionamento. Exclusivo no período de curso e parcial no horário integral da instituição. Laboratório 06 Laboratórios de Informática Laboratório de Línguas Biblioteca Virtual (Lab 6) Laboratório de informática 1: 7h às 22:45h (compartilhado) Laboratório de informática 2: 7h às 22:45h (uso exclusivo) Laboratório de Informática 3: 7h30 às 22:45h Laboratório de Informática 4 : 7h30 às 22:45h Laboratório de Informática 5 : 7h30 às 22:45h Total Geral Equipamentos Descrição 3 AMD K6 - 3D 501MHz 7 computadores com 32 MbRam, 2 Athlon 1.1 GHz 1 computador com 48 MbRam, 1 Celeron 2,66MHz 3 computadores com 64MbRam, 1 Celeron 2.6 GHz 17 computadores com 25 Celeron 2.8 GHz 128MbRam, 1 Celeron 430 1,8 GHz 26 computadores com 1 Duron 1.2 GHz 256MbRam, 1 Duron 1.3 GHz 27 computadores com 24 P4 1.6 GHz 512MbRam, 1 P4 1.7 GHz 60 computadores com 4 P4 2.4 GHz 1024MbRam, 45 P4 2.8 GHz HD com 2, 3, 4, 8, 10, 30, 40 e 1 Pentium I 150 Mhz 80 Gb de Memória todos estão 5 Pentium I 166 Mhz licenciados e ligados em rede. 1 Pentium II 400 Mhz 7 Pentium II Processor 1 PII 233 MHz 12 Pentium II 233 Mhz 2 P4 3 GHz 3 P4 3.2 GHz 4 laboratórios de idiomas Descrição dos terminais e disponibilidade Qtde. % do total Horas disponíveis por dia 21 20 por máquina (*) 15 15 Total 315 300 25 15 375 25 15 375 20 15 300 20 15 300 60 1590 135 100,00% 73 A seguir apresenta-se a síntese da distribuição do espaço físico existente na FCJ, que além de atender a atual demanda, conforme mencionado, atende também os portadores de necessidades especiais, disponibilizando acessos facilitados através da escada rolante, das rampas e dos elevadores. (pavimentos 1 a 4). Estes mesmos critérios de adequação da infra-estrutura para este público específico são adotados no novo projeto de ampliação. QUADRO 10 - DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE E/OU EM CONSTRUÇÃO Área do Terreno 23.153 Área Construída 16.297.15 Valor Contábil 3.299.548,63 Valor Venal ( De Mercado ) 15.000.000,00 Data da Avaliação Não Há Avaliador ( Consulta a Imobiliárias e Outros ) QUADRO 11 – SÍNTESE DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE / AMBIENTES Dependências / Serventias Auditório Outras Salas / Espaços Físicos Salas de Aula Quadra de Esporte Descoberta Ginásio / Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência Laboratório Informática Biblioteca Virtual Espaço Cultural Praça de Alimentação Praça de Serviço Sala de Direção Sala de Eventos / Auditórios Sala de Leitura / Biblioteca Sala de Professores Sala p/ Empresa Junior (NEPE/NPJ) Sala p/ Centro Acadêmico Sala p/ Laboratórios Sala p/ Orientação de TCC / Projeto / Monografia Sala p/ Supervisão e Orientação de Estágio Sala de Coordenação / Gestores Sanitários Setor de Atendimento / Tesouraria TOTAL Quantidade 2 98 37 3 8 3 1 4 1 1 1 2 1 1 1 1 11 1 1 1 28 2 209 M2 300,00 3920,00 1300,00 360,00 5400,00 135,00 38,11 1956,00 362,48 256,55 24,05 509,66 228,00 50,08 96,00 11,20 500,00 48,00 43,13 50,00 623,00 80,00 16291,26 74 Sala M2 Laboratórios de Informática para Línguas Anfiteatro Sala de Vídeo Sala Internet Biblioteca Teatro de Bolso Sala de Teatro Sala de Música Sala de Vídeo (PI) Sala Parâmetros Sala de Estudos Audiovisual Elevador para deficientes físicos 90,87 370,51 48,10 38,11 228,00 139,25 98,40 83,20 22,10 92,08 43,13 33,30 04,00 Horário de Funcionamento 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h 07h às 23h Nota: descrição detalhada a atual infra-estrutura física, segue no Anexo 4. ÁREA TOTAL= 13.217,43m² TERREO A= 3.884,38m² Ambiente Qtd m² 2 1 8 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 94 187,48 214,58 64,03 36,88 62,91 152,58 73,31 20,79 18,9 75,6 23,14 Sala de professores lanchonete/cozinhas Bwc´s Sala reitor Sala gestores Secretaria Papelaria ambulatorio Suprimento Agencia de viagens Escada/elevador carga Escada rolante Diretório Sub estação Vagas estacionamento 2ª PAVIMENTO Ambiente Sala de aula aréa de serviço Bwc´s Shaft eletrico Elevador Escada/elevador carga Escada rolante Deposito Contra regra Piano Teatro Lobby Sala grande Camarim individual 1ª PAVIMENTO Obs 42,8 50,78 Ambiente Qtd m² Sala de aula aréa de serviço Bwc´s Shaft eletrico Elevador Elevador de carga Escritório Oficina Sala de artes Sala administração Camarim coletivo Escada/elevador carga Escada rolante 12 2 10 1 2 1 1 1 1 1 2 1 1 1626,27 Obs 145,45 23,14 12,5/15m² A= 3.065,12m² Qtd 12 1 8 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 A= 3.014,35m² m² 1175,62 94,23 74,66 3ª PAVIMENTO Obs Ambiente Sala de aula aréa de serviço Bwc´s Shaft eletrico Elevador Escada/elevador carga Biblioteca Teatro Hall/teatro Deposito Palco Laboratório Informática A= 2.474,81m² Qtd 10 1 5 1 1 1 1 1 1 1 1 2 m² 697,1 Obs 85,7 8,2 23,14 593,83 533,2 54,57 172,38 139,43 555 lug. 22,1x7,8 75 4ªPAVIMENTO-CAMAROTE/TEATRO A=452,37m² Ambiente Bwc´s Shaft eletrico Elevador Escada/elevador carga Teatro Qtd m² 2 1 1 1 1 25,28 8,2 23,14 190,34 Obs 5ª PAVIMENTO - CASA MÁQUINA A= 242,27m² Ambiente Casa maq. Elev. Casa maq. Ar cond.. Escada Sala Qtd m² Caixa d`´agua 2 65,94 Observatório 1 31,27 m² 1 1 1 1 23,77 15,2 14,1 51,7 219 lug. 6ª PAVIMENTO - CX ÁGUA A= 75,05m² Ambiente Qtd Guarita A= 9,085m² Obs total de salas 34 Total bwc's 33 Obs 76 8 DADOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS 8.1 RECEITA E DESPESAS DOS CURSOS ATIVOS TABELA 28 - PLANEJAMENTO ECONÔMICO FINANCEIRO CURSOS GRADUAÇÃO FCJ - 2007 – 2011 Nº ANO Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS DIURNO DIURNO NOTURNO 1º 2007 130 472,50 1655 2º 2008 170 560,00 1615 3º 2009 200 605,00 1422 4º 2010 250 650,00 1570 5º 2011 300 690,00 1600 VALOR NOTURNO 472,50 560,00 605,00 650,00 690,00 REC. MENSAL 843.412,50 999.600,00 981.310,00 1.183.000,00 1.311.950,00 REC. ANUAL 10.120.950,00 11.995.200,00 11.775.720,00 14.196.000,00 15.743.400,00 Fonte: Setor Financeiro/FCJ, 2009. RECEITAS (R$) ITENS EXERCÍCIOS 1º ANO 2º ANO 3º ANO 4º ANO 5º ANO 10.120.950,00 11.995.200,00 11.775.720,00 14.196.000,00 15.743.400,00 - Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos 10.120.950,00 11.995.200,00 11.775.720,00 14.196.000,00 15.743.400,00 809.676,00 959.616,00 942.057,60 1.135.680,00 1.259.472,00 SUB-TOTAL DA RECEITA ========> Déficit (inadimplência 8%) 9.311.274,00 11.035.584,00 10.833.662,40 13.060.320,00 14.483.928,00 TOTAL DA RECEITA ============> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios 40 10 6 5 8 3.724.509,60 838.014,66 558.676,44 465.563,70 744.901,92 4.414.233,60 1.103.558,40 662.135,04 551.779,20 882.846,72 4.550.138,21 866.692,99 650.019,74 541.683,12 866.692,99 5.485.334,40 1.044.825,60 783.619,20 653.016,00 1.044.825,60 6.228.089,04 1.013.874,96 869.035,68 724.196,40 1.158.714,24 12 0 3 1 1 12 1.117.352,88 279.338,22 93.112,74 93.112,74 1.210.465,62 1.434.625,92 331.067,52 110.355,84 110.355,84 1.213.914,24 1.841.722,61 541.683,12 108.336,62 216.673,25 433.346,50 1.959.048,00 1.044.825,60 130.603,20 261.206,40 391.809,60 2.462.267,76 1.013.874,96 144.839,28 289.678,56 289.678,56 DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal 2 TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 186.225,48 220.711,68 216.673,25 261.206,40 289.678,56 9.311.274,00 11.035.584,00 10.833.662,40 13.060.320,00 14.483.928,00 9.311.274,00 11.035.584,00 10.833.662,40 13.060.320,00 14.483.928,00 Fonte: Setor Financeiro/FCJ, (2009) 77 8.1.1 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 -Cursos de Administração Nº ANO 1º 2º 3º 4º 5º Nº ALUNOS VALOR NOTURNO NOTURNO 2007 2008 2009 2010 2011 1200 1060 891 900 900 REC. MENSAL REC. ANUAL 567.000,00 593.600,00 539.055,00 585.000,00 621.000,00 472,50 560,00 605,00 650,00 690,00 RECEITAS (R$) ITENS 6.804.000,00 7.123.200,00 6.468.660,00 7.020.000,00 7.452.000,00 1º ANO 2º ANO 6.804.000,00 7.123.200,00 - EXERCÍCIOS 3º ANO 4º ANO 5º ANO 6.468.660,00 7.020.000,00 7.452.000,00 - Déficit (inadimplência 8%) 6.804.000,00 7.123.200,00 544.320,00 569.856,00 6.468.660,00 7.020.000,00 7.452.000,00 517.492,80 561.600,00 596.160,00 TOTAL DA RECEITA ============> 6.259.680,00 6.553.344,00 5.951.167,20 6.458.400,00 6.855.840,00 40 2.503.872,00 2.621.337,60 10 563.371,20 655.334,40 6 375.580,80 393.200,64 5 312.984,00 327.667,20 8 500.774,40 524.267,52 2.499.490,22 3.229.200,00 3.427.920,00 476.093,38 516.672,00 479.908,80 357.070,03 387.504,00 411.350,40 297.558,36 322.920,00 342.792,00 476.093,38 516.672,00 548.467,20 15 0 3 1 1 9 1.011.698,42 297.558,36 59.511,67 119.023,34 238.046,69 Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos SUB-TOTAL DA RECEITA ========> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico 938.952,00 187.790,40 62.596,80 62.596,80 625.968,00 983.001,60 196.600,32 65.533,44 65.533,44 589.800,96 968.760,00 1.165.492,80 516.672,00 479.908,80 64.584,00 68.558,40 129.168,00 137.116,80 193.752,00 137.116,80 OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal 2 TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 125.193,60 131.066,88 6.259.680,00 6.553.344,00 6.259.680,00 6.553.344,00 Fonte: Setor Financeiro/FCJ, 2009. 119.023,34 129.168,00 137.116,80 5.951.167,20 6.975.072,00 7.335.748,80 5.951.167,20 6.975.072,00 7.335.748,80 78 8.1.2 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 – Curso de Turismo Nº ANO 1º 2º 3º 4º 5º 2007 2008 2009 2010 2011 Nº ALUNOS NOTURNO 100 80 59 80 80 RECEITAS (R$) ITENS VALOR NOTURNO 472,50 560,00 605,00 650,00 690,00 REC. MENSAL 47.250,00 44.800,00 35.695,00 52.000,00 55.200,00 REC. ANUAL 567.000,00 537.600,00 428.340,00 624.000,00 662.400,00 1º ANO 567.000,00 5.500,00 52.800,00 EXERCÍCIOS 2º ANO 3º ANO 537.600,00 428.340,00 - 4º ANO 624.000,00 - 5º ANO 662.400,00 - Déficit (inadimplência 8%) 625.300,00 50.024,00 537.600,00 43.008,00 428.340,00 34.267,20 624.000,00 49.920,00 662.400,00 52.992,00 TOTAL DA RECEITA ============> 575.276,00 494.592,00 394.072,80 574.080,00 609.408,00 40 10 6 5 8 230.110,40 51.774,84 34.516,56 28.763,80 46.022,08 197.836,80 49.459,20 29.675,52 24.729,60 39.567,36 165.510,58 31.525,82 23.644,37 19.703,64 31.525,82 241.113,60 45.926,40 34.444,80 28.704,00 45.926,40 262.045,44 42.658,56 36.564,48 30.470,40 48.752,64 15 0 3 1 1 9 86.291,40 17.258,28 5.752,76 5.752,76 57.527,60 74.188,80 14.837,76 4.945,92 4.945,92 44.513,28 66.992,38 19.703,64 3.940,73 7.881,46 15.762,91 86.112,00 45.926,40 5.740,80 11.481,60 17.222,40 103.599,36 42.658,56 6.094,08 12.188,16 12.188,16 2 11.505,52 575.276,00 575.276,00 9.891,84 494.592,00 494.592,00 7.881,46 394.072,80 394.072,80 11.481,60 574.080,00 574.080,00 12.188,16 609.408,00 609.408,00 Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos SUB-TOTAL DA RECEITA ========> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 79 8.1.3 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Sistemas de Informação Nº ANO 1º 2º 3º 4º 5º 2007 2008 2009 2010 2011 Nº ALUNOS NOTURNO 120 120 76 80 80 RECEITAS (R$) ITENS VALOR NOTURNO 472,50 560,00 605,00 650,00 690,00 REC. MENSAL 56.700,00 67.200,00 45.980,00 52.000,00 55.200,00 REC. ANUAL 680.400,00 806.400,00 551.760,00 624.000,00 662.400,00 1º ANO 680.400,00 2º ANO 806.400,00 - EXERCÍCIOS 3º ANO 551.760,00 - 4º ANO 624.000,00 - 5º ANO 662.400,00 - Déficit (inadimplência 8%) 680.400,00 54.432,00 806.400,00 64.512,00 551.760,00 44.140,80 624.000,00 49.920,00 662.400,00 52.992,00 TOTAL DA RECEITA ============> 625.968,00 741.888,00 507.619,20 574.080,00 609.408,00 40 10 6 5 8 250.387,20 56.337,12 37.558,08 31.298,40 50.077,44 296.755,20 74.188,80 44.513,28 37.094,40 59.351,04 213.200,06 40.609,54 30.457,15 25.380,96 40.609,54 241.113,60 45.926,40 34.444,80 28.704,00 45.926,40 262.045,44 42.658,56 36.564,48 30.470,40 48.752,64 15 0 3 1 1 10 93.895,20 18.779,04 6.259,68 6.259,68 62.596,80 96.445,44 22.256,64 7.418,88 7.418,88 81.607,68 86.295,26 25.380,96 5.076,19 10.152,38 20.304,77 86.112,00 45.926,40 5.740,80 11.481,60 17.222,40 103.599,36 42.658,56 6.094,08 12.188,16 12.188,16 2 12.519,36 625.968,00 625.968,00 14.837,76 741.888,00 741.888,00 10.152,38 507.619,20 507.619,20 11.481,60 574.080,00 574.080,00 12.188,16 609.408,00 609.408,00 Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos SUB-TOTAL DA RECEITA ========> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 80 8.1.4 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso De Direito Diurno/Noturno Nº ANO 1º 2º 3º 4º 5º Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS VALOR DIURNO DIURNO NOTURNO NOTURNO 100 150 200 250 300 472,50 200 300 345 400 350 2007 2008 2009 2010 2011 560,00 605,00 650,00 690,00 RECEITAS (R$) ITENS 472,50 560,00 605,00 650,00 690,00 REC. MENSAL 141.750,00 252.000,00 329.725,00 422.500,00 448.500,00 REC. ANUAL 1.701.000,00 3.024.000,00 3.956.700,00 5.070.000,00 5.382.000,00 1º ANO 2º ANO 1.701.000,00 3.024.000,00 - EXERCÍCIOS 3º ANO 4º ANO 5º ANO 3.956.700,00 5.070.000,00 5.382.000,00 - Déficit (inadimplência 8%) 1.701.000,00 3.024.000,00 136.080,00 241.920,00 3.956.700,00 5.070.000,00 5.382.000,00 316.536,00 405.600,00 430.560,00 TOTAL DA RECEITA ============> 1.564.920,00 2.782.080,00 3.640.164,00 4.664.400,00 4.951.440,00 40 10 6 5 8 625.968,00 1.112.832,00 140.842,80 278.208,00 93.895,20 166.924,80 78.246,00 139.104,00 125.193,60 222.566,40 1.528.868,88 2.332.200,00 2.475.720,00 291.213,12 373.152,00 346.600,80 218.409,84 279.864,00 297.086,40 182.008,20 233.220,00 247.572,00 291.213,12 373.152,00 396.115,20 12 0 3 1 1 12 187.790,40 46.947,60 15.649,20 15.649,20 203.439,60 Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos SUB-TOTAL DA RECEITA ========> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico 361.670,40 83.462,40 27.820,80 27.820,80 306.028,80 618.827,88 182.008,20 36.401,64 72.803,28 145.606,56 699.660,00 373.152,00 46.644,00 93.288,00 139.932,00 841.744,80 346.600,80 49.514,40 99.028,80 99.028,80 OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal 2 TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 31.298,40 55.641,60 1.564.920,00 2.782.080,00 1.564.920,00 2.782.080,00 72.803,28 93.288,00 99.028,80 3.640.164,00 5.037.552,00 5.298.040,80 3.640.164,00 5.037.552,00 5.298.040,80 81 8.1.5 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Tecnologia em Gestão da Qualidade Nº ANO Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS DIURNO DIURNO NOTURNO 1º 2007 30 472,50 35 2º 2008 20 560,00 25 3º 2009 0 605,00 0 4º 2010 0 650,00 40 5º 2011 0 690,00 80 RECEITAS (R$) ITENS VALOR REC. MENSAL NOTURNO 472,50 30.712,50 560,00 25.200,00 605,00 650,00 26.000,00 695,00 55.600,00 REC. ANUAL 368.550,00 302.400,00 312.000,00 667.200,00 1º ANO 368.550,00 - EXERCÍCIOS 2º ANO 3º ANO 4º ANO 5º ANO 302.400,00 312.000,00 667.200,00 - Déficit (inadimplência 8%) 368.550,00 29.484,00 302.400,00 24.192,00 312.000,00 667.200,00 24.960,00 53.376,00 TOTAL DA RECEITA ============> 339.066,00 278.208,00 287.040,00 613.824,00 40 10 6 5 8 135.626,40 30.515,94 20.343,96 16.953,30 27.125,28 111.283,20 27.820,80 16.692,48 13.910,40 22.256,64 114.816,00 245.529,60 28.704,00 61.382,40 17.222,40 36.829,44 14.352,00 30.691,20 22.963,20 49.105,92 12 0 3 1 1 12 40.687,92 10.171,98 3.390,66 3.390,66 44.078,58 36.167,04 8.346,24 2.782,08 2.782,08 30.602,88 2 6.781,32 339.066,00 339.066,00 5.564,16 278.208,00 278.208,00 Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos SUB-TOTAL DA RECEITA ========> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico 37.315,20 2,00 8.611,20 2.870,40 2.870,40 31.574,40 79.797,12 3,00 18.414,72 6.138,24 6.138,24 67.520,64 OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 5.740,80 12.276,48 287.042,00 613.827,00 287.042,00 613.827,00 82 8.1.6 Planilha Financeira – Projeção 2008 a 2011 - Curso de Tecnologia em Gestão Comercial Nº ANO 1º 2º 3º 4º 2008 2009 2010 2011 Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS DIURNO DIURNO NOTURNO 0 560,00 30 0 605,00 51 0 650,00 70 0 690,00 110 VALOR REC. MENSAL NOTURNO 560,00 16.800,00 605,00 30.855,00 650,00 45.500,00 695,00 76.450,00 RECEITAS (R$) REC. ANUAL 201.600,00 370.260,00 546.000,00 917.400,00 1º ANO 201.600,00 - EXERCÍCIOS 2º ANO 3º ANO 370.260,00 546.000,00 - 4º ANO 917.400,00 - Déficit (inadimplência 8%) 201.600,00 16.128,00 370.260,00 29.620,80 546.000,00 43.680,00 917.400,00 73.392,00 TOTAL DA RECEITA ============> 185.472,00 340.639,20 502.320,00 844.008,00 40 10 6 5 8 74.188,80 16.692,48 11.128,32 9.273,60 14.837,76 136.255,68 34.063,92 20.438,35 17.031,96 27.251,14 210.974,40 40.185,60 30.139,20 25.116,00 40.185,60 354.483,36 67.520,64 50.640,48 42.200,40 67.520,64 12 0 3 1 1 12 22.256,64 5.564,16 1.854,72 1.854,72 24.111,36 44.283,10 10.219,18 3.406,39 3.406,39 37.470,31 85.394,40 25.116,00 5.023,20 10.046,40 20.092,80 143.481,36 42.200,40 8.440,08 16.880,16 33.760,32 2 3.709,44 185.472,00 185.472,00 6.812,78 340.639,20 340.639,20 10.046,40 502.320,00 502.320,00 16.880,16 844.008,00 844.008,00 ITENS Anuidade ano base Recursos transferidos pela Mantenedora Recursos diversos SUB-TOTAL DA RECEITA ========> DESPESAS (R$) Pessoal Docente Pessoal Administrativo Material de consumo Concurso Vestibular Outros Custeios DESPESAS DE CAPITAL Construção/Adaptações de prédios Aquisição de Imóveis Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst. Reparo de móveis,utens.,equip.,inst. Reposição de móveis,utens.,equip.,inst. Aquisição de material bibliográfico OUTRAS DESPESAS Qualificação/Treinamento de pessoal TOTAL DE DESPESA =================> TOTAL DO ORÇAMENTO =============> 8.2 INDICADORES DE QUALIDADE DAS ÁREAS: BIBLIOTECA, LABORATÓRIOS E FINANCEIRA Foi possível definir que crescimento anual da FCJ é de 10% para os 3 primeiros anos (2001-2002 e 2003) e 5% para os anos seguintes (2004 e 2009), nos itens abaixo relacionados: Acervo de livros Acervo de vídeos Acervo de CD´s Acervo de Periódicos e manutenção das atuais Assinatura, anual de uma nova revista específica para os cursos. Ampliação do espaço físico e salas especificas de estudo (individuais e em grupo) 83 Para a ampliação dos laboratórios se prevê os índices de 3% e 5% respectivamente para os mesmos períodos o que concerne à capacidade dos equipamentos e da oferta de softwares para os cursos. O Setor Financeiro da FCJ, bem como às gestões de curso, estão atentas no acompanhamento do índice de inadimplência acumulada da instituição. Destaca-se que o planejamento econômico-financeiro prevê um índice 8%. A estratégia para redução deste percentual consiste em articular o processo de rematrícula semestral prevista em contrato, sem taxa e/ou custo adicional ao aluno, mas que através de comunicação personalizada o acadêmico é conduzido a resolver/regularizar ou ainda negociar sua pendência. Neste mesmo ato de rematrícula, a biblioteca e a secretaria também atualizam suas pendências na entrega de documentos e livros emprestados. Outros indicadores de qualidade adotados pela IES: Implantação do Caixa Fácil: possibilita ao acadêmico pagar sua mensalidade a qualquer hora; Implantação do Programa de Permuta: o acadêmico que está desempregado, presta algumas horas semanais de serviços à instituição em troca de descontos/abatimentos na mensalidade. Adesão ao Programa de Crédito Educativo FIES da CEF; Minimização do percentual de evasão escolar; (através da proposta de nivelamento, do acompanhamento psico-pedagógico e do encaminhado à estágios realizada pelo NAE – Núcleo de Apoio ao Estudante). Deve-se manter o monitoramento constante das desistências, transferências internas e/ou trancamentos para apurar os motivos que levam à esta decisão e traçar medidas preventivas. Percebe-se que, de forma óbvia, que à medida em que o número de alunos aumenta, também há um acréscimo no percentual de alunos, trancados, desistentes e/ou em processo de transferência. A FCJ está atenta quanto aos índices de desistências e trancamentos que foram efetuados nos últimos semestres letivos. Vários são os motivos que conduzem o aluno a esta tomada de decisão, dentre eles cita-se: fatores financeiros, mudança de cidade e/ou emprego, expectativa em relação ao curso, excesso de viagens profissionais, troca de área de atuação, saúde (depressão), dificuldade de acompanhar a rotina acadêmica. Com base neste cenário a FCJ orienta os alunos da seguinte maneira: a) para os fatores financeiros, o aluno tem possibilidade de renegociar parcelas em atraso, e para os alunos desempregados recomenda-se o contato com o NAE para facilitar o acesso no mercado de trabalho via estágios extra-curriculares e/ou oportunidades efetivas de emprego e a inclusão/adesão no FIES -Fundo de Financiamento ao Ensino Superior. b) no que se refere à expectativa do curso e dificuldades de acompanhamento, os alunos são entrevistados pelos gestores para esclarecer o perfil do aluno egresso, sobre as particularidades da área de conhecimento, sobre as cadeiras específicas a partir das séries subseqüentes e ainda para os alunos com dificuldade de aprendizagem, a FCJ através do seu corpo docente, disponibiliza aulas de reforço, se necessário. c) para alunos que estão em stress, depressão e/ou com a saúde extremamente debilitada, viabiliza-se trabalhos domiciliares e prorroga-se a aplicação das provas bimestrais, contudo, sem comprometer a freqüência mínima em sala de aula. É importante frisar ainda que, dentre as diversas oficinas que são ministradas nas Semanas de Empreendedorismo e Gestão, a temática de saúde laboral, técnicas e exercícios de relaxamento, palestra sobre motivação, são estratégias que a Faculdade Cenecista de Joinville faz uso para minimizar essas síndromes que se fazem presentes no cotidiano dos indivíduos. 8.3 IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE – ISO9001 A FCJ está em processo de implantação do Programa de Qualidade Total dos processos e serviços. O programa será iniciado nos ambientes/setores administrativos, com ênfase no atendimento da comunidade interna e externa, no aspecto da organização de documentos e setores (Programa 5S). O segmento pedagógico será estudando posteriormente. Abaixo segue fluxograma para apreciação e análise. 85 9 CRONOGRAMA PREVISTO PARA A IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES INSTITUCIONAIS 9.1 AÇÕES INSTITUCIONAIS Para a obtenção das metas anteriormente citadas estão previstas as seguintes ações institucionais: Semestre 1º Ações Implementadas e/ou fase de Implementação – 2007 a 2011 PDI em Vigência Solicitar o Ciclo Avaliativo: Processo de Avaliação Externa da IES (visita in loco) SINAES, Portaria Normativa 01/2007, DOU 11/01/2007 – Recrendenciamento da FCJ Solicitar a Renovação do Reconhecimento Curso de Empresas e Negócios Solicitar a Renovação do Reconhecimento do Curso de Marketing Solicitar a Renovação de Reconhecimento do Curso de Sistemas de Informação Acompanhar a publicação das portarias de autorização dos novos cursos superiores de tecnologia: Gestão Comercial e Logística Preparar de forma contínua dos acadêmicos para o ENADE e Provas da OAB 2º Semestre Cadastrar os acadêmicos em situação irregular junto ao ENADE Estimular a participação do corpo docente e discente na publicação da revista semestral de produção científica Aplicar semestralmente a avaliação institucional Aplicar a avaliação institucional aos egressos dos cursos de graduação Apresentar o Programa Institucional de Capacitação Docente (PICD) Estabelecer contatos com empresas e outras IES para definir o intercâmbio de pesquisadores Elaborar a proposta de semestralidade dos cursos de graduação em andamento Manter a adesão dos programas do governo para bolsa de estudos (PROUNI e Artigo 170). Definir a campanha do vestibular cfe os novos cursos ofertados Continuar a expansão física da infra-estrutura Implantar novas ferramentas ao sistema de registro acadêmico, cfe as necessidades institucionais Organizar a VII Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com as áreas de conhecimento oferecidas pela FCJ Rever os critérios de seleção dos acadêmicos bolsistas (Bolsas Internas e Artigo 170) Ações Previstas – 2008 Renovar a adesão semestral no FIES e Artigo de Iniciação Científica Aplicar a(s) nova(s) grade(s) curricular(es) alterada(s): área de administração e Turismo 1º e 2º Iniciar as turmas dos Cursos Superiores de Tecnologia (que tenham a com a demanda mínima) : gestão comercial e logística Solicitar o Reconhecimento no Curso de Direito Solicitar Reconhecimento do Curso Superior em Turismo Solicitar renovação de Reconhecimento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade Elaborar Projetos de Qualificação Contínua da equipe técnico-administrativa Orientar e Acompanhar os acadêmicos em campo de estágio Orientar e Acompanhar os acadêmicos bolsistas: Prouni e Artigo 170 Organizar a VIII Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com as áreas de conhecimento oferecidas pela FCJ Estudar a possibilidade de Implantação do Programa de Certificação da Qualidade nos Setores Administrativos Definir os critérios de aquisição de novos softwares e mobiliários adaptados às necessidades especiais de acadêmicos PNE´s Estudar a possibilidade de Elaboração de Projeto Pedagógico de Cursos/Disciplinas na Modalidade EAD 86 Semestre 1º e 2º 1º e 2º Ações Previstas – 2009 Qualificar a Semana de Capacitação Docente Continuada Acompanhar a Aplicação e Preenchimento do Plano de Ação Docente Organizar a IX Semana de Empreendedorismo e Gestão – Temáticas de Acordo com as áreas de Conhecimento oferecidas pela FCJ Manter Atualizado Constantemente os PPC`s dos Cursos Ativos da FCJ Elaborar o Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos Ativos da FCJ Implantar o NPJ – Núcleo de Prática Jurídica Preparar de forma contínua os acadêmicos para o ENADE e Provas da OAB Orientar e Acompanhar os acadêmicos dos cursos de tecnologia em campo de estágio Orientar e Acompanhar os acadêmicos bolsistas: Prouni e Artigo 170 Definir o Corpo Docente do NDE – Núcleo Docente Estruturante Redigir Regulamento das Atividades do Núcleo Docente Estruturante Propor alterações no Regimento Interno e submeter à avaliação da Mantenedora Atualizar o PPI – Projeto Pedagógico Institucional Dar continuidade no acompanhamento do egresso (reunião com formados, aplicação da pesquisa com o egresso) Aplicar Avaliação Institucional (Interna) – 1 e 2º Semestres Reunir a CPA – Análise dos resultados da Avaliação Interna e Elaboração do Relatório Redigir Regulamento do Programa de Aproximação da FCJ junto à comunidade Física e Jurídica (Público e Privada) Publicar no Portal Institucional a 4º Edição da Revista Científica da FCJ – Scientia Redigir Regulamento do Programa de Qualificação do Representante de Turma Redigir o Regulamento do Programa de Nivelamento Redigir Regulamento do Programa de Atendimento Discente: Ouvidoria Implantar a Política de Nivelamento (disciplinas de Matemática e Leitura e Produção de Textos) Definir os instrumentos de avaliação do nivelamento e acompanhando do desempenho dos estudantes envolvidos Maximizar as Relações e as Parcerias com outras instituições e empresas Melhorar os canais de comunicação da FCJ com a comunidade interna e externa Alterar a modalidade de oferta da matriz curricular do Curso de Sistemas de Informação (de anual para semestral) Maximizar a participação de acadêmicos e egressos em projetos de responsabilidade social Estudar a viabilidade de migrar a matriz do Curso de Turismo de Bacharelado para Tecnólogo Iniciar a Implantação do Programa de Certificação da Qualidade na Área Administrativa: Política de Atendimento – ISO9000 Renovar a adesão semestral no FIES e Artigo de Iniciação Científica – Bolsas Art. 170 Organizar a Semana de Iniciação Científica: Apresentação dos Projetos Bolsistas Implantar cursos livre na modalidade EAD – Portal www.eadcnec.edu.br Melhorar os processos de monitoria de evasão escolar Aplicar Pesquisa Externa - Demanda de Mercado (novas oportunidades de expansão, projetos de novos cursos de graduação, pós-graduação e extensão) 87 Semestre 1º e 2º Semestre 1º e 2º Ações Previstas – 2010 Acompanhar as atividades do Grupo de Pesquisas de Novas Práticas Pedagógicas Organizar a X Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com as áreas de conhecimento oferecidas pela FCJ Implantar o Corpo Docente do NDE – Núcleo Docente Estruturante Elaborar Propostas para Cursos Novos Graduação, Seqüenciais, Tecnólogos e PósGraduação. Aplicar Pesquisa Externa - Demanda de Mercado (novas oportunidades de expansão– conforme resultado da pesquisa avaliar o interesse da FCJ para implantação de novos cursos Definir o Calendário das Atividades Complementares e os Cursos de Extensão Acompanhar os indicadores de Qualidade das áreas Tecnológica, Financeira e Biblioteca Início da Implantação do Programa de Certificação da Qualidade nos Setores Administrativos - ISO 9000 Ações Previstas – 2011 Implantar o Programa Institucional de Plano de Carreira Docente e TécnicoAdministrativo: Plano de Cargos e Salários Organizar a XI Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com as áreas de conhecimento oferecidas pela FCJ Estudar a possibilidade de Iniciar a Implantação do Programa de Certificação da Qualidade na Área Pedagógica Elaborar Projeto para alteração na forma de organização acadêmica: centro universitário – Portaria nº 639, de 13/05/97 , Solicitação de Credenciamento Elaborar o PPC para Implantação dos cursos de pós-graduação scricto-sensu (Mestrado) Rever/Monitorar, constantemente o Processo de Ensino e Aprendizagem Qualificação Docente Implantar a nova matriz/modalidade do Curso de Turismo de Bacharelado para Tecnólogo 9.1.1 Proposta de Intenção para Abertura de Novos Cursos de Graduação (Bacharelado e Tecnologia): Áreas do Conhecimento Cursos de Graduação Tecnólogo em Consultoria Empresarial Tecnólogo em Gestão de Negócios Tecnólogo em Informática Tecnólogo em Redes de Computadores Tecnólogo em Segurança de Informação Tecnólogo em Web Design Tecnólogo em E-commerce Tecnólogo em Gestão da Qualidade Tecnólogo em Gestão de Comércio Varejista Tecnólogo em Gestão de Supermercados Tecnólogos em Vendas Tecnólogo em Vendas e Representações Agrupamentos/Áreas Específicas Agrupamento 3 - econômico-social - Área de gestão Agrupamento 3 - econômico-social- Área de gestão Agrupamento 1 - científico-natural Agrupamento 1 - científico-natural Agrupamento 1 - científico-natural Agrupamento 1 - científico-natural Agrupamento 1 - científico-natural Agrupamento 3 - econômico-social - Área de gestão Agrupamento 3 - econômico-social Área de gestão e comércio Agrupamento 3 - econômico-social Área de gestão Agrupamento 3 - econômico-social Área de gestão Agrupamento 3 - econômico-social Área de gestão 88 9.1.2 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação - Especialização Cursos de Pós-Graduação (lato-sensu) – Especialização Gestão Contábil (Analista Contábil e Analista de Custos) Turismo e Meio Ambiente: Sustentabilidade Administração de Recursos Naturais e Renováveis Ética Profissional nas Relações Empresariais Administração Institucional, Administração de Organizações Governamentais e não Governamentais Administração Financeira Administração de Empreendimentos e Negócios Relações Internacionais de Mercado Computação e Informática (Inovações Tecnológicas) Educação e Ensino Superior Diplomacia Empresarial Controladoria e Auditoria Direito e Gestão Empresarial Estratégia Empresarial Gerenciamento de Vendas Gestão de Responsabilidade Social nos Negócios Gestão de Cidades Gestão de Organizações para a Educação Gestão de Pessoas Gestão Estratégica da Cadeia Logística Gestão Financeira Gestão Organizacional para a Saúde Inovação e Desing Marketing Empresarial 9.1.3 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação - Mestrado Cursos de Pós-Graduação (scricto-sensu) Mestrado Administração e Gestão Estratégica das Organizações 89 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE FUNDAÇÕES EDUCACIOANAIS. ACAFE. Assuntos Educacionais por Instituição. Estatísticas do Ensino de Graduação Superior Séries Históricas. 1975-2000. Documento da Web. http://www.acafe.org.br/homepage_explorer.html. Acesso em 10, abr, 2009. BRASIIL. Decreto nº 5.773. Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Ministério da Educação – MEC. Brasília. Publicado no DOU 09 de maio, 2006 BRASIL. Decreto n. 3860, de 9 de julho de 2001. Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 9 de julho de 2001. Publicado no Diário Oficial da União de 10 de jul, 2001. Seção I, p. 2. Disponível em: <http://www.mec.gov.br/sesu/ftp/sapiens/Decreto3860.doc.> Acesso em: 9, abr, 2009. BRASIL. Decreto nº 6.303. Altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Publicado no DOU de 13, dez, 2007. BRASIL. Lei nº 9.394. Dispõe sobre Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Ministério da Educação – MEC. Brasília. Publicado no DOU 20 de dez, 1996. BRASIL. Lei nº 10.861. Dispõe e institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Brasília: MEC. Publicado no DOU de 14 de abril, 2004. CNEC – Campanha Nacional das Escolas da Comunidade. Planejamento Estratégico 2008. CnecAssessoria de Ensino: Brasília, 2007. CNEC – Campanha Nacional das Escolas da Comunidade. Regimento Interno e Estatuto da Mantenedora. Cnec- Assessoria de Ensino: Brasília, 2008. ENADE. Perspectiva de Avaliação Dinâmica e Análise de Mudança. Educação Superior em Debate. V2. Dilfo Ristoff (org).Brasília: INEP, 2004. FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE. Regimento Interno da FCJ. Joinville: FCJ, 2008. INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISA EDUCACIONAIS. Resultados e tendências da educação no Brasil. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/censo/outros levantamentos/superior/resultados/resultados_tendencias.html.> Acesso em: 2, março, 2009. _________________________________________________________. Resultados e tendências da educação Superior: região sul. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/censo/outros levantamentos/superior/resultados/resultados_tendencias.html.> Acesso em: 2, março, 2009. ____________________________________.Sinopse estatística da educação superior 2000: processos seletivos nos cursos de graduação presenciais. Disponível em <http://www.inep.gov.br/censo/outroslevantamentos/superior/sinopse/sinopse.htm.> Acesso em: 9, abr, 2009. ILAPE- Instituto Latino Americano de Planejamento Educacional. Legislação e normas da educação superior para gestores acadêmicos. Brasília, mar, 2007. MANUAL DO ENADE 2009. INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Brasília: MEC, 2009. MEC-MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Instrumento de avaliação de cursos de graduação. Brasília: CONAES/INEP, (jun), 2006. 90 MEC-MINUSTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SESU- SEMETC-Secretaria de Educação Superior. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Diretrizes para elaboração do PDI- plano de desenvolvimento Institucional. (dez), 2004. PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004, (DOU Nº 132, 12/7/2004, SEÇÃO 1, P. 12/13). Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. ANEXO 1- ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL 92 ’ 93 ANEXO 2 – FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE MATRÍCULA 94 ANEXO 3 – FLUXOGRAMA DO NEPE - NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EMPREENDEDORAS INÍCIO Idéias de: IDÉIAS DE PROJETOS Alunos, Professores, Instituição, Sociedade. Avaliadores: ENCAMINHAR RESPOSTA AO AUTOR ABORTAR IDÉIA NÃO AVALIAR VIABILIDADE Membros do NEPE, Coordenadores dos cursos relacionados SIM ELABORAR PROPOSTA DE PROJETO FIM APROVAR DIRETOR ADJUNTO NÃO REVISÃO DA PROPOSTA SIM ELABORAR A MATRIZ DE PLANEJAMENTO RECRUTAR ALUNOS PARA O DESENVOLVIMENTO EXECUTAR O TRABALHO ELABORAR RELATÓRIO FINAL Avaliadores: ELABORAR CORREÇÕES NÃO APROVAR FINAL SIM FIM ARQUIVAR PARA HISTÓRICO Proponente, Membros do NEPE, Coordenadores de Curso, Direção Adjunta. 95 ANEXO 4- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA (ÁREAS CONSTRUÍDAS) Características Sala Período Salas de Aula Sala de Psicologia Sala de Coordenação Banheiro Feminino Banheiro Masculino Livraria Cozinha/Estoque Corredor Praça de Alimentação Anfiteatro Banheiro Masculino Banheiro Feminino Escadaria Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Salas de Aula Sala de Vídeo Laboratório de Informática II Sala Internet CPDG Corredores Biblioteca Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Salas de Aula Corredores Secretaria FCJ Tesouraria Gerência Financeira Coord. Eventos Patrimônio Secretaria Depto. Pessoal Banco Corredores Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Teatro de Bolso Sala / escritório modelo Depósito Telefonista Banheiro Masc. dministração Banheiro Fem.Administração Banheiro Masc Infantil Banheiro Fem Infantil Corredores Praça Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Sala de Aula Sala Educação Artística Sala de Aula Sala de Informática Coord.Escola Infantil e 1º grau Corredores Banheiros Masculino Infantil Banheiros Feminino Infantil Playground Pátio Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Área (m2) Existente À construir Pavimento Térreo – Bloco Laranja 72,10 08 33,08 01 30,10 01 16,21 01 16,21 01 40,15 01 70,08 01 80,21 01 362,48 01 370,51 01 20,11 01 20,11 01 30,80 01 Aluno s/ turma Turma s/ semana Horário de funcionamento 50 3 2 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 330 Pavimento térreo bloco azul 48,10 48,10 58,25 38,11 32,09 80,20 228,00 04 02 01 01 01 01 01 35 45 40 25 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 35 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 140 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 20 30 20 12 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 Pavimento Térreo Bloco Verde 58,10 04 40,00 01 20,10 01 20,00 01 28,10 01 12,05 01 30,20 01 75,00 01 30,80 01 23,00 01 30,40 01 Pavimento Térreo – Bloco Amarelo 139,25 92,11 10,00 17,00 10,20 10,20 19,30 19,30 25,00 370,40 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Pavimento Térreo – Escola Infantil 36.21 42.33 66.96 15.18 20.43 55.08 15.20 16.70 52.20 235.10 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 96 Arte Educação 98,40 01 18,80 01 83,20 01 105,11 01 105,11 01 106,00 01 29,40 01 25,60 01 80,70 01 Sala de Teatro Lab. Fotográfico Sala de Música Sala de desenho e Pintura Sala de Escultura Sala de Artes Primária Arquivo Morto Coordenação Corredores Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Quadra Poliesportiva Quadra de Vôlei Arquibancada (2000 lugares) Enfermaria Sala de Vídeo (PI) Sala Parâmetros Banheiro Feminino chuveiros Banheiro Feminino chuveiros Banheiro Feminino chuveiros Banheiro Feminino chuveiros Banheiro Feminino chuveiros Banheiro Feminino chuveiros Piscina Piscina Infantil Corredores Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Piscina Semi Olímpica Banheiro Masc Banheiro Fem Secretaria Sala Professores Sala das Máquinas Depósito Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Quadra de vôlei Quadra Polivalente Pista de Atletismo Integral Integral Integral Corredor de Acesso Corredor Livraria Praça Cascata Praça Palmeiras Áreas Diversas Estacionamento Integral Integral Integral Integral Integral Integral Salas de Aula Sala de Estudos Sala de Professores Banheiros fem professores Banheiros masc. Professores Sala coord. FCJ Laboratório Biologia Laboratório Física Laboratório Química Corredor Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Quadras Externas 162,00 01 416,00 01 1200,22 01 Corredores 540,50 01 216,40 01 1.050,21 01 370,22 01 200,33 01 1.100,44 01 I Pavimento Bloco Laranja 72,15 04 43,13 01 50,08 01 11,10 01 9,00 01 18,10 01 72,20 01 72,20 01 65,80 01 120,80 01 Salas de Aula Laboratório de Informática I Escadaria Corredor Integral Integral Integral Integral 1º Pavimento Bloco Marrom 48,10 02 48,10 01 20,15 01 60,50 01 Complexo Poliesportivo – Térreo 800,40 01 415,00 01 460,10 01 22,10 01 22,10 01 92,08 01 75,40 01 75,40 01 35,10 01 35,10 01 22,80 01 22,80 01 100,00 01 25,00 01 150,40 01 307,50 34,20 34,40 28,60 19,00 81,10 34,10 40 35 35 35 40 35 70 Piscina 01 01 01 01 01 01 01 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 50 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 38 40 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 97 I Pavimento – Bloco Azul 48,10 12 80,50 01 20,00 01 33,30 01 Salas de Aula Corredores Escadaria Audiovisual Integral Integral Integral Integral Salas de Aula Corredores Escadaria Elevador para deficientes físicos Integral Integral Integral Integral Salas de Aula Sala dos Professores Apoio Pedagógico Arquivo Morto Orientação ginásio Orientação primária Diretoria Sala de reunião Banheiroeiro fem professores Banheiro masc. Professores Escadaria Corredores Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Sala de Dança Coordenação Sala professores Banheiro Masc prof. Banheiro Fem. prof. Sala Grêmio Sala capoeira Sala judô Período Integral Corredores Escadaria Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 1º Pavimento – Complexo Poliesportivo 92,00 01 23,80 01 26,13 01 13,00 01 17,12 01 11,20 01 105,40 01 71,50 01 133,10 01 150,00 01 40,40 01 Salas de Aula Corredor Rampa de Acesso Banheiro Masc. Inf. Banheiro Fem. Ing. Sala de Recreação Rampa de Acesso Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 1º Pavimento – Escola Infantil 35.36 06 41.20 01 75.10 01 10.22 01 10.22 01 111.55 01 125.10 01 Salas de Aula Coordenação Corredor Escada Integral Integral Integral Integral Oficina Lavanderia Banheiro Masculino Banheiro Feminino Depósito Estacionamento I Estacionamento II Estacionamento III Caixa da Água Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 35 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 40 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 40 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 1º Pavimento Bloco Verde 59,00 50,10 25,13 08 01 01 01 1º Pavimento – Bloco Amarelo 48,10 33,20 48,00 18,11 30,00 20,12 24,05 23,00 10,00 15,40 60,20 120,00 09 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Escola de Línguas 3,20 05 11,00 01 35,10 01 27,80 01 50,00 20,00 11,16 18,20 17,20 756,00 1.100,00 5.420,00 50.000 l Manutenção 01 01 01 01 01 01 01 01 01 30 30 80 30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 20 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 07:30 às 22:30 98 ANEXO 5- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA Configuração atual dos equipamentos de laboratório 2 Athlon 1.1 GHz 1024 20 S Plataforma (Unix, NT, etc.) Win XP 1 1 1024 1024 20 40 S S Win XP Win XP 1 1 Celeron 2.6 GHz Celeron 430 1,8 GHz Duron 1.2 GHz Duron 1.3 GHz 1024 1024 80 30 S S Win XP Win XP 1 4 4 2 3 P4 1.7 GHz P4 2.4 GHz P4 2.8 GHz P4 3 GHz P4 3.2 GHz 1024 1024 1024 1024 1024 30 20 e 40 30 e 40 40 20, 40 e 60 S S S S S Win XP Win XP Win XP Win XP Win XP 24 P4 1.6 GHz 256 30 S Windows XP/Linux 1 P4 2.8 GHz 512 30 S Windows XP/Linux Laboratório 3 25 Celeron 2.8 GHz 512 80 S WinXP e Linux 20 Pentium IV 2.8 Ghz 1024 30 S WinXP e Linux 20 Pentium IV 2.8 Ghz 1024 30 S WinXP e Linux 128 e 256 3, 4 e 10 S Win XP 512 128 40 20 S S Win XP Win XP 32 2, 5 e 20 S Win 98 128 4 e 20 S Win XP 64 15 S Win 98 32, 48, 64 e 128 2, 4, 8, 15 S Win 98 Laboratório 2 Laboratório 1 Memória (Mb) Laboratório 4 CONFIGURAÇÃO Espaço Disco Ligada em Rede (Gb) (S/N) Tipo de CPU Laboratório 5 Quantidade Biblioteca Virtual 3 1 1 5 4 1 7 AMD K6 - 3D 501MHz Celeron 2,66MHz Pentium I 150 Mhz Pentium I 166 Mhz Pentium II 233 Mhz Pentium II 400 Mhz Pentium II Processor Ano de Aquisição 99 Licenças de Software Abaixo relaciona-se os softwares disponíveis e suas respectivas licenças. Software Windows XP Prof, x64 Ed. Windows Server 2003 Windows XP Professional Windows Server 2003, x64 Ed. Windows Server 2003 R2, x32 Ed. Windows Server 2003 R2, x64 Ed. Office XP Suites Office 2003 Suites Windows Cluster Server Windows Vista - KMS Office XP Suites Office 2007 Applications Office 2003 Suites Office 2007 Suites Expression Web .NET Micro Framework Porting Kit v3.0 Access 2003 Access 2003 Developer Extensions Commerce Server 2002 eMbedded Visual C++ 4.0 Exchange Server 2007 Standard Edition Expression Blend 1 Expression Studio 1 Forefront Security for Exchange Server with Service Pack 1 Forefront Security for SharePoint with Service Pack 1 FrontPage Professional 2003 Groove Server 2007 Groove Server 2007 InfoPath 2003 InterConnect 2004 Mobile Information 2001 Server OneNote 2003 OneNote 2007 OneNote 2007 (For Use with MSDN Media) Project Standard and Professional 2002 Project Server 2002 Project Professional 2003 Project Standard 2003 Project Server 2003 Project Standard 2007 Project Standard 2007 (Lab Use Key) Project Professional 2007 Project Professional 2007 (Lab Use Key) Project Portfolio Server 2007 Project Server 2007 Search Server 2008 SharePoint Portal Server 2001 SharePoint Server 2007 Enterprise Edition SharePoint Server 2007 Standard Edition SQL Server 2000 Reporting Services Virtual PC for Mac 7.0 Visio Professional 2002 Visio Professional 2003 Visio Standard 2007 (Lab Use Key) Visio Professional 2007 Visio Professional 2007 (Lab Use Key) Visual Basic .NET 2003 Legacy 10-digit product key Visual FoxPro (Version 7.0 and 8.0) Visual FoxPro (Version 7.0 and 8.0) Licenças Número de Cópias 260 09 260 09 09 09 09 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 100 Visual FoxPro Professional 9.0 Visual SourceSafe 2005 Visual SourceSafe 6.0 Visual Studio Team System 2008 Team Foundation Server Trial Visual Studio Team System 2008 Team Foundation Server Trial Visual Studio .NET Windows Advanced Server, Limited Edition Windows CE .NET 5.0 Windows Embedded CE 6.0 Windows Embedded CE 6.0 Windows Server 2003 Standard Edition Windows Server 2003 R2 Enterprise Edition Windows Server 2003 R2 Enterprise Edition (Volume License) Windows Server 2003 R2 Enterprise x64 Edition (Volume License) Windows Server 2003 R2 Standard Edition Windows Server 2003 R2 Standard Edition KN Windows Server 2003 R2 Standard Edition (Volume License) Windows Server 2003 R2 Standard x64 Edition (Volume License) Windows Vista Business Windows Vista Business Windows Vista Business N Windows Vista Enterprise Windows XP Home Edition Windows XP Professional Windows XP Professional (Volume License) Windows XP Embedded 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 260 Word Perfect Corel Draw 4 Corel Draw 6 29 4 34 Print House 5 Compufour SETTI SISTEMAS SISTEMAS MENTOR 02 20 120 Equipamentos De Informática Para Aplicação Pedagógica LABORATÓRIO Laboratório 01 QUANT. COMPOSIÇÃO 20 Computadores: Athlon 1.1 GHz, Celeron 2.6 GHz, Celeron 430 1,8 GHz, Duron 1.2 GHz, Duron 1.3 GHz, P4 1.7 GHz, P4 2.4 GHz, P4 2.8 GHz, P4 3 GHz, P4 3.2 GHz – 1024Mb Ram – HD 20, 30, 40, 60, 80Gb. 01 Impressora Jato de Tinta 101 Diversos Softwares Laboratório 02 25 Computadores: P4 1.6 GHz, P4 2.8 GHz – 256, 512Mb Ram, - HD 30, 80Gb. Diversos Softwares Laboratório 03 25 Computadores: Celeron 2.8 GHz – 512Mb Ram – HD 80Gb. Diversos Softwares Laboratório 04 20 Computadores: Pentium IV 2.8 Ghz – 1024Mb Ram – HD 30Gb. Diversos Softwares Laboratório 04 20 Computadores: Pentium IV 2.8 Ghz – 1024Mb Ram – HD 30Gb. Diversos Softwares Biblioteca Virtual 21 Computadores: AMD K6 - 3D 501MHz, Celeron 2,66MHz, Pentium I 150 Mhz, Pentium I 166 Mhz, Pentium II 233 Mhz, Pentium II 400 Mhz, Pentium II Processor – 32, 64, 128, 256, 512Mb Ram – HD 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 40Gb QUADRO 12 - EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PARA APLICAÇÃO ADMINISTRATIVA Setores/Hardware Audiovisual Benefício Biblioteca Cantina Central de Cópias Centro de Artes Cobrança Complexo Esportivo Coordenação CPDG Direção Diretor Adjunto Enfermaria Gerência Gerência Técnica Gestores Idiomas LabTur Livraria PC 12 3 5 1 3 1 3 2 6 7 2 1 1 3 2 5 2 2 1 Imp. Matricial * * * * * * * * * * * * * * * * * * * Impressora Laser * * 1 * 6 * * * 1 1 * * * * * 1 * 1 * Imp. Jato Tinta 1 1 1 1 * * * 1 2 1 * 1 * * 2 * * * * Manutenção 1 * * * Marketing 4 * 1 1 NAE NEPE NPJ Patrimônio Portaria Recepção Sala Professores 1 1 9 3 1 1 3 * * * * * * * * 1 1 * * * * * * * 2 * * 1 102 Secretaria ELIAS / Tesouraria Secretaria FCJ Secretaria Técnicos Servidor Setor Pessoal Telefonista Setores/Software Secretaria Tesouraria CPDG Gerência Setor Pessoal Secretaria Piscina Biblioteca Setor Patrimônio Praça Alimentação Coordenação Marketing Apoio Pedagógico Telefonista Direção Livraria Secret. e Coord. FCJ 13 5 2 6 3 1 1 * * * * * Mumphs Mentor Office x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 4 1 * * * * Próprio para o setor x x 1 * 1 * 1 * Advanced Setti x x x x x x x x 103 ANEXO 6 – PORTARIA DE NOMEAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO SUPERIOR O Diretor da Faculdade Cenecista de Joinville – FCJ, no uso de suas atribuições, RESOLVE, Designar a nova composição do Conselho Superior, os artigos nº: 59º , inciso I e 62º, incisos I a VII do Regimento Geral da CNEC e artigo 7º do Regimento Interno da FCJ Art. 7 - O Conselho Superior, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa, é constituído: VIII. O Diretor, como Presidente; IX. O Vice-Diretor, como Vice-Presidente, quando for o caso; X. Um Coordenador / Gestor de Curso de Graduação; eleito pelos seus pares XI. Um Docente, eleito pelos seus pares; XII. Um representante da comunidade, indicado pela Direção Geral da FCJ XIII. Um representante do corpo discente, eleito pelos seus pares sob a coordenação do Diretório Acadêmico. XIV. Dois representantes da Mantenedora, por ela, indicados; § 1º - Os mandatos dos representantes do Conselho Superior, são de dois anos, admitida sua recondução; com exceção dos incisos III e VII, seus titulares serão substituídos, caso sejam desvinculados dos quadros da instituição. § 2º - O representante do corpo discente tem mandato de um ano, sem direito à recondução. § 3º - Os representantes do Conselho Superior, ressalvados os representantes externos, perdem suas titularidades quando deixam de integrar os quadros da Instituição, sendo, portanto, substituídos, na forma prevista neste Regimento; Art. 9 - Compete ao Conselho Superior: XI. Aprovar o plano anual das atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo o calendário acadêmico; XII.Deliberar sobre o Projeto Político Pedagógico da IES; XIII.Participar da elaboração do Regimento Interno e suas alterações, submetendo-o a apreciação da Mantenedora que, após aprovação, o submeterá ao Ministério da Educação; XIV.Instituir cursos de graduação, pós-graduação e outros programas, mediante prévia autorização da Mantenedora e do Ministério da Educação; XV. Emitir parecer sobre matéria didático-científica, além de aprovar medidas para a melhoria da qualidade do ensino, pesquisa e extensão; XVI.Aprovar a regulamentação de estágios supervisionados, projetos experimentais, trabalhos de conclusão de curso e atividades complementares; XVII. Aprovar as normas referentes aos processos seletivos e ingresso nos cursos oferecidos pela IES; XVIII. Deliberar sobre a constituição de comissões especiais para subsidiar matérias de interesse acadêmico e administrativo; XIX. Sugerir à Diretoria Estadual de Santa Catarina e à Diretoria Nacional, conforme o caso, nomes para a direção da IES; XX. Exercer as demais atribuições previstas na legislação do ensino superior e no Regimento Interno da FCJ. Membros Cargos Félix José Negherbon Presidente Maria Salete Panza Gonçalves Vice-Presidente Fabiane M. Sapucaia Amarante Representante dos Cursos de Graduação Udo Döeler Representante da Comunidade Juarez de Magalhães Rigon Representante da Mantenedora Apolinário Ternes Representante da Mantenedora Maria de Lourdes Bello Zimath Representante do Corpo Docente Alexandre Brandão Nascimento Representante do Corpo Discente Joinville, Janeiro de 2009 Félix José Negherbon - Diretor Geral 104 ANEXO 7 – PORTARIA DE COMPOSIÇÃO E ATRIBUIÇÕES DA CPA – COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO O Diretor da Faculdade Cenecista de Joinville – FCJ, no uso de suas atribuições, RESOLVE, Designar a nova composição da Comissão Própria de Avaliação - CPA, conforme a Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que preconiza a implantação do Sistema Nacional da Educação Superior- SINAES, com o fim de assegurar o processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho de seus estudantes. o Conforme Art. 3 , da citada Lei, a avaliação das instituições de educação superior tem por objetivo identificar o seu perfil e o significado de sua atuação, por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, considerando as diferentes dimensões institucionais, dentre elas obrigatoriamente as seguintes atribuições: Para tanto a finalidade da CPA é, cumprir os dispositivos legais, coordenar e articular o processo interno de avaliação da FCJ. Complementarmente, sistematizar e disponibilizar informações solicitadas pelo INEP/MEC. Os objetivos da CPA são: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. Elaborar o projeto de avaliação; Atender aos dispositivos legais referentes ao SINAES; Elaborar os instrumentos necessários à coleta de dados e informações; Identificar as fontes de dados necessárias à realização da avaliação; Coordenar a aplicação de instrumentos de coleta de dados e o processamento dos mesmos; Informar a todos os grupos de constituintes organizacionais, dos resultados parciais do processo de avaliação; Refletir, com os diferentes grupos – administradores, professores, alunos, técnicosadministrativos e funcionários – sobre a Faculdade, suas condições e resultados; Elaborar relatórios parciais e o relatório final da avaliação institucional; Atender a solicitações de professores, acadêmicos, técnicos e da comunidade, a respeito do processo de avaliação; Desta forma, apresenta-se a seguir a composição desta respectiva comissão: COMPOSIÇÃO DA CPA Membros Maria Salete Panza Gonçalves da Silva Alexandre Ari Monich Patricia Luciani Sarli Airton Bonet Deborah Regina Jocham Bahiense Braz Mileo José Anderson Ferreira de Andrade Omar Amin Ghanem Filho Luiz Carlos Uller Cargos Diretora Pedagógica Coordenadora da Comissão da CPA Representante Docente Representante Docente Representante Técnico Administrativo Representante Técnico-Administrativo Representante Discente Representante Discente Representante da Sociedade Civil Representante da Sociedade Civil Fonte: Conselho Superior/Colegiado Acadêmico FCJ (2008). Vale Informar que a composição da CPA está respaldada no Art. 11, da Lei 10.861 nos incisos I e II, conforme descritos a seguir: I) Constituição por ato do dirigente máximo da instituição de ensino superior, ou por previsão no seu próprio estatuto ou regimento, assegurada a participação de todos os segmentos da comunidade universitária e da sociedade civil organizada, e é vedada a composição que privilegie maioria absoluta de um dos segmentos; II) atuação autônoma em relação a conselhos e demais órgãos colegiados existentes na IES. 105 ANEXO 8 – NORMAS DE UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º A biblioteca da FACULDADE, está diretamente subordinada à Direção Geral. Art. 2º A biblioteca tem por finalidade: I - oferecer apoio aos programas acadêmicos da Faculdade, através do desenvolvimento de serviços e produtos de informação que atendam às exigências de relevância e rapidez; II - reunir, organizar e manter a memória documental da Faculdade; III - produzir atividades culturais de interesse da comunidade. CAPÍTULO II DO FUNCIONAMENTO A estrutura da Biblioteca compreende: I - Área de Administração; II - Área Técnica (Serviços de Desenvolvimento de Coleções e Serviços de Processamento técnico); III - Área de Atendimento (Serviço de Referência e Serviços de Empréstimo); A Biblioteca terá seu funcionamento definido pela Direção, respeitada a demanda dos usuários, visando desenvolver as atividades seguintes: I - acompanhar o movimento editorial nas diversas áreas do conhecimento, em nível nacional e internacional; II - proceder à pré-seleção de material bibliográfico e multimeios; III - estabelecer política de desenvolvimento de coleções com a finalidade de manter o equilíbrio do acervo; IV - proceder ao registro patrimonial do material adquirido e ao encaminhamento para processar tecnicamente; V - prestar contas das despesas efetuadas; VI - prestar assistência direta aos usuários para a utilização dos serviços e do seu acervo; VII - efetuar o processamento técnico do material recebido por compra, doação ou permuta para formar a Base de Dados da Faculdade; VIII -propiciar a consulta e o empréstimo do material existente no acervo; IX - realizar buscas bibliográficas em fontes, impressas, on-line e CD’s; X - executar atividades de comutação bibliográfica em nível local, nacional e internacional; XI - efetuar serviços de disseminação da informação; XII - normatizar documentos produzidos por professores e alunos; XIII - organizar e manter os instrumentos necessários ao controle da consulta e do empréstimo, segundo as normas vigentes; XIV desenvolver política para preservação e conservação das coleções que constituem o seu acervo; XV - formular acordos cooperativos com outras organizações que complementam ou que de algum modo afetam a política da biblioteca; XVI utilizar a tecnologia de CD-ROM e virtual nos serviços oferecidos pela Biblioteca; XVII - selecionar material e promover sua encadernação; XVIII - participar da realização de eventos, quando pertinentes à Biblioteca/Faculdade; XIX anotar dados para fins estatísticos; 106 SEÇÃO I DA COORDENAÇÃO A Biblioteca será supervisionada por um bacharel em Biblioteconomia ou equivalente, com experiência profissional comprovada. Ao responsável pela biblioteca compete: I - planejar, coordenar, supervisionar e avaliar os recursos e as atividades da Biblioteca; II - cumprir e fazer cumprir as diretrizes e normas da Biblioteca; III - comparecer, quando convocado, às reuniões realizadas pela Direção; IV - integrar órgãos da administração da Faculdade; V - propor a criação e/ou assegurar a atuação da Comissão de Biblioteca da Faculdade, segundo normas; VI - participar de projetos de construção ou reforma das instalações da Biblioteca; VII - coordenar o processo de seleção bibliográfica e de multimeios para o acervo; VIII - coordenar o treinamento em serviço de pessoal da biblioteca; IX - promover o treinamento do usuário, com o apoio da Direção; X - garantir o levantamento diário de dados para fins estatísticos; XI - elaborar os relatórios trimestrais e anual de atividades; XII - realizar outras atividades afins. CAPÍTULO III DO ACERVO O acervo da biblioteca será constituído de material especializado, necessário ao desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa da Faculdade. O acervo será organizado de acordo com princípios e normas técnicas adequadas. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS O Presente Regimento só poderá ser modificado mediante exposição de motivos responsável pela Biblioteca à Direção, ou através de ato da própria Direção Faculdade. O cargo de supervisão da Biblioteca será remunerado de acordo com a política Instituição. As dúvidas e os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção Faculdade, ouvido o responsável pela Biblioteca. do da da da O presente Regimento entrará em vigor na data de sua publicação, após aprovada pela Direção da FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE. REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE EMPRÉSTIMO DA BIBLIOTECA TÍTULO I DOS OBJETIVOS DO REGULAMENTO Art. 1º O presente Regulamento normatiza os serviços de empréstimo da Biblioteca da Faculdade, define o tipo de material disponível para empréstimo, os direitos e deveres dos usuários, as competências da Biblioteca e das outras providências. 107 TÍTULO II DO EMPRÉSTIMO Art. 2º O empréstimo de acervo bibliográfico e audiovisual, poderá ser efetuado em caráter individual ou entre bibliotecas, obedecendo o que dispõe este Regulamento. Art. 3º O empréstimo individual poderá ser efetivado para pesquisa em domicílio ou no recinto da Biblioteca. PARÁGRAFO ÚNICO Não estarão disponíveis para empréstimo em domicílio: I - Obras de referência: a) enciclopédias; b) dicionários e atlas; c) catálogos; d) outros assim considerados. II - Livros de reserva; III - Publicações periódicas; IV - Material especial: a) discos e fitas gravadas; b) fotografias e fitas de vídeo; c) CD’s d) outros assim considerados. V - Livros cuja demanda seja maior que o número de exemplares existentes na Biblioteca, ou livros que necessitem de cuidados especiais, sendo da competência do responsável pela Biblioteca a definição dessas obras. Art. 4º O empréstimo entre bibliotecas será efetuado de acordo com as peculiaridades e a disponibilidade do material bibliográfico ou audiovisual solicitado. Parágrafo Único - O documento de empréstimo responsabilizará a biblioteca requisitante pela guarda e conservação do material, desde o seu recebimento até a data de sua devolução. TÍTULO III DOS USUÁRIOS Art. 5º Habilitar-se-ão ao empréstimo em domicílio e à consulta na biblioteca: I - alunos matriculados na Faculdade; II - professores e funcionários da Faculdade. Art. 6º Usuários não vinculados à Faculdade poderão consultar o acervo apenas no recinto da Biblioteca. TÍTULO IV DA INSCRIÇÃO NA BIBLIOTECA Art. 7º Para habilitar-se ao empréstimo em domicílio, o usuário, especificado no Art. 5º deste Regulamento, deverá apresentar documento de identidade, e/ou documento de identificação da Faculdade. Art. 8º Os professores e demais integrantes da Faculdade, inscrevem-se na Biblioteca mediante a apresentação da carteira funcional e de identidade. Art. 9º - A renovação da inscrição do aluno será efetuada anualmente na Biblioteca. Art. 10º - A renovação da inscrição de professores e funcionários será efetuada anualmente. 108 TÍTULO V DO CONTROLE DO EMPRÉSTIMO Art. 11 O limite máximo do empréstimo a domicílio, de diferentes títulos por usuário, será: I - alunos de graduação e de pós-graduação - 03 (três) livros; II - professor - 10 (dez) livros; III - empregados - 02(dois) livros. Art. 12 - O limite máximo do empréstimo a domicílio, por usuário, será: I - aluno de graduação 7 dias e de pós-graduação – 15 dias II - professor - conforme termo de compromisso mínimo 15dias e máximo 30 dias III - funcionários - 7 dias Art. 13 - O limite e o prazo de empréstimo entre bibliotecas serão estabelecidas pela biblioteca fornecedora. Art. 14 A reserva de livros que estejam emprestados poderá ser feita pelo usuário, mediante solicitação à Biblioteca ou via online. §1º - O livro reservado, ao ser recebido pela biblioteca, ficará a disposição do solicitante somente durante o dia estabelecido para início do empréstimo; §2º - A ordem cronológica das solicitações de reserva deverá ser rigorosamente obedecida pela Biblioteca; §3º - Não será permitida a renovação do empréstimo de livro que se encontre em reserva; §4º - Não será permitida a reserva, pelo usuário, de livro que já se encontre em seu poder. Art. 15 O empréstimo em domicílio não será facultado ao usuário que: I - tiver em seu poder livros com prazo de devolução esgotado; II - não tiver reposto obras que perdeu ou danificou; III - já tiver em seu poder exemplar da mesma obra. PARÁGRAFO ÚNICO Será de inteira responsabilidade da Biblioteca reaver os livros emprestados ao usuário que não atender ao Capítulo desde artigo. TÍTULO VI DAS PENALIDADES Art. 16 A não devolução do material bibliográfico na data determinada, implicará na cobrança de multa por dia de atraso, para cada obra retirada, a ser fixada pela Direção da Faculdade. § 1º No caso de se tratar da obra de consulta, a multa será cobrada em dobro. § 2º Os valores das multas e serviços são pagos diretamente na Biblioteca mediante recebi assinado peloatendente. Art. 17 Toda obra perdida ou danificada, quando em poder do usuário, será por ele substituída por novo exemplar da mesma obra, caso contrário, estará impedido de utilizar o serviço de empréstimo a domicílio da Biblioteca. PARÁGRAFO ÚNICO Tratando-se de obra esgotada, a reposição será por outra de interesse da Biblioteca, sendo selecionada pela Coordenação da Biblioteca e aprovada pela Direção da Faculdade. Art. 18 O aluno concludente, com situação irregular na Biblioteca, estará impedido de receber diploma ou certificado fornecido pela Secretaria da FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE. 109 Art.19 Os professores e funcionários em situação irregular com a Biblioteca estarão sujeitos as mesmas penalidades, observando-se o disposto no Art. 16 deste Regulamento. Art. 20 O usuário, que retirar da Biblioteca qualquer obra sem a devida autorização, ficará impedido de utilizar os serviços de empréstimo, por um período de 30 (trinta) dias. PARÁGRAFO ÚNICO Tratando-se de obras que se encontrem nas categorias discriminadas no Art. 3º, Parágrafo Único, esse impedimento será ampliado pelo período de 06 (seis) meses. TÍTULO VII DAS COMPETÊNCIAS Art. 21 À Biblioteca compete: I - fornecer à tesouraria relatório com prestação de multas e Xerox referente ao mês; II - fornecer à Direção da Faculdade e expor na Biblioteca gráficos que indiquem o crescimento do acervo, empréstimos e consultas efetuadas, os dez títulos mais reservados e o aluno que mais emprestou livros durante o mês; III- enviar emails para alunos, professores e funcionários quando estes tiverem com pendências na Biblioteca ou livros a vencer, vencendo ou reservados; IV- envia emails aos gestores e professores informando os título e quantidades adquiridas ; V - tomar as necessárias providências em defesa do patrimônio bibliográfico da Faculdade. TÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 22 Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Biblioteca com aprovação da Direção. Art. 23 O presente Regulamento poderá ser modificado por proposta do responsável pela Biblioteca à Direção da Faculdade, ou por iniciativa da Direção da Faculdade. Art.24 Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pela Direção da Faculdade. 110 ANEXO 9 – COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE, TITULAÇÃO, CARGA HORÁRIA, CURSO E DISCIPLINAS SELECIONADAS – 2º SEM/2009 Nome do Docente Adriana Payão Ravache Adriana Tehereh Pereira Spinola Alceri Antonio Schlotefeldt Aléssio Bessa Sarquis Alexandre Ari Monich Aluizio Jobede Ribeiro Vilar Amauri Sant'Ana Ghisleri Antonio Carlos Bührer Macedo Antonio Fernando Monteiro Garcia Anir Gava Arnoldo Schmidt Neto Beatrice Guimarães Nobrega Cesar Augusto Mastrocinque Claudete Goedert Christiane Wagner Mainardes Cristina Amaral Nogueira Daniel André Lopes Danilo da Silveira Déborah Regina Jocham Bahiense Denise Paulus de Campos Franzoni Edilson Jair Casagrande Edson José Borges Edson Luiz Corrêa Eduardo Hack Neto Elaine Cristina Borges Eliane Maria Martins Elisete Demonti Eliseu Fragoso Tavares Elton Voltolini Everton Luis Vieira Eviline Maria Varela Neermann Fabiane Maria Sapucaia do Amarante Fernando de Lima Genivaldo da Silva Geraldo José Medeiros Junior Gerson José Bonfadini Gilsiley Henrique Darú Giovani Lima Graziella Rejane Dall`Aqua Helena Madureira Ivan Clasen Schlindwein Jairo Engster Título Especialista Mestre Especialista Doutor Mestre Mestre Mestre Especialista Mestre Especialista Mestre Mestre Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Mestre Mestre Mestre Mestre Especialista Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Especialista Mestre Mestre Doutor Mestre Especialista Mestre Doutora Especialista Graduado(a) Regime Trabalho Experiência no Magistério Superior 126 h/a 10 h/a 8 h/a 8h/a 10 h/a 20 h/a 10h/a 12 h/a 4 h/a 12h/a 8 h/a 8 h/a 8h/a 4 h/a 10 h/a 10h/a 2 h /a 4 h/a 40 h/a 18h/a 8 h/a 8 h/a 2 h/a 4 h/a 20 h/a 4 h/a 2 h/a 8 h/a 8 h/a 4 h/a 4h/a 40 h/a 6 h/a 4 h/a 12 h/a 12h/a 4 h/a 40 h/a 2 h/a 2 h/a 2 h/a 4h/a desde 2003 desde 2005 desde 2004 desde 1988 desde 2002 desde 1987 desde 1998 desde 2003 desde 2003 desde 2007 desde 1997 desde2006 desde 2003 desde 2003 desde 2008 desde 2005 desde 2008 desde 2004 desde 2001 23/6/1995 desde 2001 desde 2000 desde 2003 desde 2004 desde 2006 desde 2001 desde 2001 desde 1976 desde 2003 desde 2004 desde 1985 desde 2000 desde 2005 desde 1994 desde 1995 desde 1995 desde 1998 desde 2002 desde 2008 desde 2001 desde 2008 desde 1999 111 Nome do Docente Jane Zogbi Corona Jarbas Glavan Pereira João Fábio Silva da Fontoura João Nicodemos Martins Mânfio Joloir de Souza José Sidnei Miranda Garcia Josué Eugênio Werner Jurema Tomelin Barg Juarez Anacleto Karina Camargo Boaretto Kuniberto Sacht Laira Stock Leandro Gornicki Nunes Leandro Otto Hofstatter Lino João Mezzari Luana de Carvalho Silva Luis Maria G. Bonnecarrere Luiz Carlos Medeiros Luiz Norberto Capra Luzia Edna Ferreira Esperidião Marcelo Resendes dos Santos Marcia Regina Brand Gomes Marco Aurelio Giovanella Marcos Antonio dos Santos Margley Machado de Moura Junior Maria de Lourdes Bello Zimath Maria Luisa Karten Marina Wölke Cyrillo Marlo Friedrich Maurício Mesurini da Costa Patricia Luciani Sarli Patrícia Azevedo de Carvalho Mendlowicz Patrícia Vera Chagas Paulo Henrique Wendt Paulo Rogério Pires Manseira Priscila de Oliveira Martins Cravo Renato da Silveira Ricardo Mafra Ricardo Reghelin Ronaldo Ribeiro Rosana Musumeci Martins Rosane Bonessi Rosane Santana Junckes Sandro dos Santos Souza Título Regime Trabalho Experiência no Magistério Superior Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Especialista Especialista Especialista Mestre Especialista Doutor Mestre Doutora Especialista Mestre Mestre Mestre Especialista Mestre Mestre Especialista Especialista Mestre Especialista Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre 10 h/a 12 h/a 24 h/a 8h/a 12 h/a 10 h/a 4 h/a 8 h/a 14 h/a 24 h/a 2 h/a 2 h/a 16 h/a 2 h/a 6 h/a 10h/a 10 h/a 16h/a 16 h/a 14 h/a 8 h/a 8 h/a 16 h/a 8h/a 6 h/a 40 h/a 2 h/a 8 h/a 8 h/a 20 h/a 40 h/a 8h/a desde 2008 desde2006 desde 2006 Mestre Especialista Especialista Especialista Mestre Especialista Mestre Especialista Mestre Mestre Mestre Especialista 20 h/a 24h/a 10 h/a 40h/a 4 h/a 12 h/a 14 h/a 10 h/a 14 h/a 12 h/a 12 h/a 6 h/a desde 1995 desde 2005 desde 2005 desde 2004 desde 2004 desde 2004 desde 2003 desde 2004 desde 2003 desde 2000 desde 2000 desde 2007 desde 2002 desde 1994 desde 2000 desde2003 desde 2003 desde 2008 desde 1990 desde 2007 desde 2006 desde 2005 desde 2001 desde 2006 desde 2007 desde 2004 desde 1997 desde 2000 desde 2003 desde 2002 desde 2002 desde 2002 desde 2008 desde 1999 desde 2008 desde 2001 desde 2008 desde 2008 desde 2001 desde 2004 112 Nome do Docente Sérgio Luiz Dall’Acqua Sidnei Luiz de Souza Sidnéia Pinot Rossi Tarcio Vieira Valdir Corrêa Vanderlei Schadeck Vilson Vieira da Silva Junior Vinicios Alves Neves Waldemar Moreno Junior Zelindro Silvio Petri Título Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Especialista Graduado(a) Especialista Mestre Especialista Nome do Docente Adriana Payão Ravache Adriana Tehereh Pereira Spinola Alceri Antonio Schlotefeldt Aléssio Bessa Sarquis Alexandre Ari Monich Aluizio Jobede Ribeiro Vilar Amauri Sant'Ana Ghisleri Antonio Carlos Bührer Macedo Antonio Fernando Monteiro Garcia Anir Gava Arnoldo Schmidt Neto Regime Trabalho Experiência no Magistério Superior 10 h/a 6 h/a 12h/a 2 h/a 8 h/a 4 h/a 4 h/a 8 h/a 2h/a 10 h/a desde 2000 desde 2004 desde 2006 desde 2006 desde 2001 desde 2005 desde 2008 desde 2003 desde 1989 desde 1996 Disciplina Lecionada Cursos em que Atua Administração Contemporânea Gestão Organizacional Contemporânea Marketing Aplicado I / Marketing Aplicado ll Planejamento Estratégico AEM - MKT MKT - NI Tecnologia da Informação Marketing de Serviço e Varejo Metodologia Ciêntífica Língua Portuguesa I / Língua Portuguesa II / Comunicação e Expressão / Metodologia Científica / Planejamento e Elaboração do TCC Top. Especial - Governança de TI / Redes de Computadores / Top. Especial - Gestão de Projetos Estatística / Matemática / Matemática Financeira AEN - NI - MKT MKT - GC DIR MKT - NI - PETC Direito de Empresas l Direito Civil l Administração Financeira e Orçamentária /Administração Financeira e Orçamentária II Beatrice Guimarães Nobrega Direito Internacional Público Cesar Augusto Mastrocinque Planejamento Estratégico de Marketing Claudete Goedert Legislação Empresarial II Christiane Wagner Mainardes Gestão de Vendas de Bens e Serviços Cristina Amaral Nogueira Política de Negociação / Técnicas de Negociação Daniel André Lopes Gestão de Alimentos e Bebidas Danilo da Silveira Contabilidade Déborah Regina Jocham Planejamento e Elaboração de TCC / Trabalho de Conclusão de Curso Bahiense Denise Paulus de Campos História do Pensamento Jurídico / Direito Penal ll Franzoni Edilson Jair Casagrande Teoria Geral do Processo Edson José Borges Contabilidade Geral / Análise das Demonstrações Contábeis Edson Luiz Corrêa Geografia Política Eduardo Hack Neto Gestão Ambiental / Empreendedorismo Elaine Cristina Borges Gestão de Mercado / Organização de Meios de Hospedagem / Agenciamento / Trasporte / PETC Eliane Maria Martins Empreendedorismo / Econômica l SI - PETC AEN - MKT AGP DIR DIR AEN DIR MKT - GC MKT AEN - MKT AEN - MKT - GC TUR NI - MKT AEN - PETC DIR DIR AEN TUR NI - MKT - PETC TUR - PETC AEN - NI - MKT 113 Nome do Docente Disciplina Lecionada Cursos em que Atua Elisete Demonti Eliseu Fragoso Tavares Elton Voltolini Everton Luis Vieira Eviline Maria Varela Neermann Fabiane Maria Sapucaia do Amarante Fernando de Lima Genivaldo da Silva Geraldo José Medeiros Junior Gerson José Bonfadini Projetos Turísticos Matemática / Matemática Financeira / Estatística Logística Aplicada Sistemas de Informação na Web Empreendedorismo TUR NI - SI - TUR AEN SI AEN Administração de Marketing AEN Linguagem Jurídica Direito Processual Penal Filosofia Geral e Jurídica Teoria das Organizações / Administração Contemporânea Gilsiley Henrique Darú Giovani Lima Graziella Rejane Dall`Aqua Helena Madureira Ivan Clasen Schlindwein Jairo Engster Jane Zogbi Corona Jarbas Glavan Pereira João Fábio Silva da Fontoura Estatística Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) Gestão da Informação Lingua Estrangeira ll Legislação Trabalhista / Direito do Trabalho Geopolítica Gestão de Vendas de Bens de Serviços Legislação Tributária / Direito Tributário l Direito Comercial Internacional / Direito Constitucional l / Direito Constitucional ll Antropologia e Direito DIR DIR DIR AEN - MKT AGP NI - MKT DIR SI TUR DIR - AGP NI AEN - MKT - GC DIR - NI DIR - NI João Nicodemos Martins Mânfio Joloir de Souza José Sidnei Miranda Garcia Josué Eugênio Werner Jurema Tomelin Barg Juarez Anacleto Karina Camargo Boaretto Kátja Fuxreiter Kuniberto Sacht Laira Stock Leandro Gornicki Nunes Leandro Otto Hofstatter Lino João Mezzari Luana de Carvalho Silva Luis Maria G. Bonnecarrere Luiz Carlos Medeiros Luiz Claudio Marinho dos Santos Luiz Norberto Capra Luzia Edna Ferreira Esperidião Marcelo Resendes dos Santos Marcia Regina Brand Gomes DIR Gestão da Qualidade / Auditoria da Qualidade / Petc Mudança e Desenvolvimento Organizacional Direito Processual do Trabalho Administração de Marketing de Operaçôes Internacionais / PETC Organização, Sistemas e Métodos / Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais PETC Direito Processual Penal ll Direito Processual Civil Introdução à Economia Gestão de Eventos Direito Penal ll Sociologia / Filosofia Economia I / Economia Sociologia Geral e Jurídica Administração de Operações II PETC Análise de Custos r Formação de Preço / Gerência de Projetos / PETC Tecnicas de Vendas TUR - PETC AEN - GCM DIR NI - PETC NI - MKT - PETC Administração Financeira de Operaçêos Internacionais / Tópicos Especiais em Administração / Administração Contemporânea / PETC Direito Processual Civil II / Introdução ao Direito AEN - NI - AGP PETC DIR Promoção e Marketing Direto Direito do Trabalho / Legislação Previdenciária MKT - PETC AEN - DIR DIR DIR NI TUR DIR AGP AEN - SI DIR AEN - PETC AEN - PETC GCOM 114 Nome do Docente Marco Aurelio Giovanella Marcos Antonio dos Santos Margley Machado de Moura Junior Maria de Lourdes Bello Zimath Maria Luisa Karten Marina Wölke Cyrillo Marlo Friedrich Maurício Mesurini da Costa Patricia Luciani Sarli Patrícia Azevedo de Carvalho Mendlowicz Patrícia Vera Chagas Disciplina Lecionada Administração de Marketing lll / Pesquisa Mercadológica / Pesquisa, Análise e Seleção de Mercado Administração de Custos / Administração Financeira e Orçamentária PETC Administração de Operações I AEN - NI - MKT PETC AGP - NI - MKT GC - PETC AEN Introducçao ao Direito DIR Inglês Comercial Planejamento e Organização do Turismo / Gestão Pública do Turismo PETC Direito Internacional Privado Teoria Geral do Estado e Ciência Política / Direito Administrativo Comércio Exterior II/Sistemática Cambial Direito Civil ll NI TUR - PETC Desenvolvimento Gerencial / Gestão de Pessoas l e ll PETC AEN - AGP MKT - PETC AE - MKT - DIR SI Paulo Henrique Wendt Direito Empresarial / Direito Civil III / Direito Civil IV Paulo Rogério Pires Manseira Análise e Projetos de Sistemas / Linguagem de Programação III / Engenharia de Software Priscila de Oliveira Martins Direito Civil II / Contratos e Obrigações Cravo Renato da Silveira Gestão da Marca Ricardo Mafra Matemática / Matemática Financeira Ricardo Reghelin Administração Contemporânea PETC Ronaldo Ribeiro Rosana Musumeci Martins Planejamento Estratégico PETC Psicologia Aplicada a Administração / Gestão de Pessoas /Atividades Complementares / PETC Rosane Bonessi Rosane Santana Junckes Sandro dos Santos Souza Sérgio Luiz Dall’Acqua Teoria Geral da Administração I / Administração de Pequenas Empresas Filosofia /Antropologia Logística Aplicada Instituições de Direito Sidnei Luiz de Souza Sidnéia Pinot Rossi Administração de Sistemas de Informação Administração de Marketing Tarcio Vieira Valdir Corrêa Vanderlei Schadeck Vilson Vieira da Silva Junior Vinicios Alves Neves Cursos em que Atua DIR DIR AEN DIR DIR MKT AEN - AGP NI - MKT - SI PETC AEN - PETC AEN - MKT TUR - AGP PETC AEN - NI - TUR AEN NI - MKT AEN - NI - TUR MKT AEN - NI AEN - MKT TUR - GC NI TUR - PETC PETC SI MKT Teoria e Prática Cambial Tópicos Avançados de Turismo / Filosofia e Antropologia / PETC Planejamento e Elaboração TCC Estrutura de Dados / Sistemas Operacionais Comunicação de Marketing / Comportamento do Consumidor / Atividades Complementares Waldemar Moreno Junior Direito Processual Penal l DIR Zelindro Silvio Petri Linguagem de Programação I / Banco de Dados I SI - PETC Legenda: (descrição das siglas) SI – Sistemas de Informação AEN- Administração de Empresas e Negócios - PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico - NI – Negócios Internacionais – TUR – Turismo MKT- Marketing AGP – Gestão de Pessoas - DIR - Direito