CNEC- CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE
FCJ- FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE
PDI- PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
PERÍODO DE: 2007 – 2011
JOINVILLE – SC
JULHO
2009
2
SUMÁRIO
LISTA DE QUADROS E TABELAS .......................................................................................... 5
APRESENTAÇÃO ..................................................................................................................... 6
1 PERFIL INSTITUCIONAL PEDAGÓGICO ............................................................................. 7
1.1 DENOMINAÇÃO E INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ................ 7
1.1.1
Dados de Identificação da Mantenedora: CNEC- Campanha Nacional
das Escolas da Comunidade ................................................................................ 8
1.1.2 Do Organograma Institucional .................................................................... 8
1.1.3 Finalidades da Mantenedora ....................................................................... 9
1.1.4 Breve Histórico: da Mantenedora e da Mantida ....................................... 10
1.1.5 Missão da CNEC ......................................................................................... 18
1.1.5.1 Público Alvo............................................................................................. 18
1.1.6 Visão da CNEC ........................................................................................... 19
1.1.7 Crenças e Valores ...................................................................................... 19
1.2 POLÍTICAS DE ENSINO - IDÉIAS FORÇA E PRINCÍPIOS ........................................... 20
1.2.1 Igualdade de Acesso .................................................................................. 20
1.2.2 Fundamentos Pedagógicos da CNEC ...................................................... 20
1.2.3 Fundamentos de Gestão das Instituições da Rede CNEC...................... 20
1.2.4 Construção e Implantação do Projeto Político-Pedagógico Institucional
(PPI) ...................................................................................................................... 21
1.2.5 Objetivos Gerais e Metas Institucionais da Mantida FCJ ....................... 26
1.3 INSERÇÃO REGIONAL: DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS ............................................ 27
1.4 ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ................................................................................. 35
2 GESTÃO INSTITUCIONAL: PLANEJAMENTO DA ÁREA ADMINISTRATIVA ................... 38
2.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DA FCJ .......... 38
2.2 INSTÂNCIAS DE DECISÃO E ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL .............................. 38
2.2.1 Órgãos Colegiados: Composição ............................................................. 38
2.2.2 Atribuições e Competências do Conselho Superior ............................... 38
2.2.3 Atribuições e Competências do Colegiado Acadêmico ......................... 39
3 CORPO DOCENTE .............................................................................................................. 41
3.1 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL - CORPO DOCENTE DA FCJ................... 41
3.1.1 Percentual da Titulação do Corpo Docente Geral da FCJ – 1º
Semestre/2009 ..................................................................................................... 41
3.1.2 Titulação e Experiência Profissional e Acadêmica ................................. 41
3.1.3 Capacitação Docente: Programa de Qualificação ................................... 43
3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL .................. 45
3.3 EXPERIÊNCIA E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DOS DIRIGENTES – GESTORES
............................................................................................................................................ 45
4 CORPO DISCENTE: POLÍTICA DE AVALIAÇÃO, ATENDIMENTO E
ACOMPANHAMENTO ............................................................................................................ 46
4.1 PROCESSO SELETIVO - CONDIÇÕES DE ACESSO - MATRÍCULA E CONTROLE
ACADÊMICO ....................................................................................................................... 46
4.2 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO BIMESTRAL DO ACADÊMICO .................................... 46
4.3 ATENÇÃO DADA AO DISCENTE: ESTÍMULOS DE PERMANÊNCIA ........................... 48
3
4.3.1 Política de Nivelamento Pedagógico ........................................................ 48
4.3.2 Ouvidoria da FCJ (Atendimento Psicopedagógico) e Núcleo de
Atendimento ao Estudante - NAE ...................................................................... 48
4.3.3 Canais de Comunicação da FCJ com a comunidade interna e externa 49
4.3.4 Inclusão Social: Programas de Bolsas de Estudo ................................. 50
4.3.5 Acompanhamento do Egresso e Ambientes de Convivência ................ 52
4.3.6 Forma de Participação Acadêmica: Diretório Acadêmico (DA) e Comitê
de Qualidade (CQ) ............................................................................................... 53
4.3.7 Ações de Responsabilidade Social/Ambiental e Produção Artística .... 54
5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA E A POLÍTICA E PROGRAMAS DE CURSO 55
5.1 PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO E OFERTA DE CURSOS DE
GRADUAÇÃO ATIVOS DA FCJ........................................................................................... 55
5.2 PERFIL DO EGRESSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FCJ .............................. 55
5.2.1 Condições de Oferta Curso de Turismo ................................................... 56
5.2.1.1 Objetivo do Curso de Turismo ..................................................................... 56
5.2.2 Condições de Oferta do Curso de Sistemas de Informação .................. 57
5.2.2.1 Objetivo Curso de Sistemas de Informação ............................................... 57
5.2.3 Condições de Oferta do Curso de Administração (linhas de Formação
Específica: Marketing, Negócios Internacionais, Empresas e Negócios,
Gestão de Pessoas, Produção e Operações .................................................... 57
5.2.3.1 Objetivo do Curso Administração de Empresas ........................................ 57
5.2.4 Condições de Oferta do Curso de Direito ................................................ 58
5.2.4.1 Objetivo do Curso de Direito........................................................................ 58
5.2.5 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em
Gestão da Qualidade........................................................................................... 59
5.2.5.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão da Qualidade ......................... 59
5.2.6 Condições de Oferta do Curso Superior de Gestão Comercial ............ 59
5.2.6.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Comercial ............................... 59
5.2.7 Condições de Oferta do Curso Superior de Logística ........................... 60
5.2.7.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Logística .............................................. 60
5.2.8 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Desportiva e Lazer .............................................................................................. 60
5.2.8.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer ................ 60
5.3 PROJEÇÃO DE NOVOS CURSOS................................................................................ 60
5.4 ENSINO DE GRADUAÇÃO ........................................................................................... 61
5.4.1 Atividade de Ensino, Pesquisa e Extensão.............................................. 61
5.4.2 Atividade de Pesquisa ............................................................................... 62
5.4.2.1 Revista FCJ Scientia .................................................................................... 63
5.4.3 Atividades De Extensão ............................................................................. 64
5.5 POLÍTICA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ....................................... 64
6 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO INSTITUCIONAL.................... 66
6.1 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA E SEUS OBJETIVOS ............. 66
6.2 MECANISMOS DE INTEGRAÇÃO DA AVALIAÇÃO ..................................................... 66
6.3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ....................................................................... 66
6.3.1 Objetivos e metas da avaliação institucional interna e externa ............. 67
5.5.2.1 Análise e Ações Adotadas após Avaliações Institucionais Aplicadas ..... 68
7 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA: DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA E LABORATÓRIOS .......... 69
71 ÁREA FÍSICA (CRITÉRIOS DE ADAPTABILIDADE) E SEUS RECURSOS .................. 69
7.1.2 Descrição da Equipe de Apoio/Suporte da Biblioteca ........................... 69
7.1.2 Acervo Bibliográfico ................................................................................. 70
4
7.1.3 Infra-Estrutura Tecnológica....................................................................... 71
7.1.3.1 Laboratório de Informática: Plano de atualização e manutenção
tecnológica ................................................................................................................. 71
8 DADOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS.................................................................... 76
8.1 RECEITA E DESPESAS DOS CURSOS ATIVOS ......................................................... 76
8.1.1 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 -Cursos de Administração 77
8.1.2 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 – Curso de Turismo .......... 78
8.1.3 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Sistemas de
Informação ........................................................................................................... 79
8.1.4 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso De Direito
Diurno/Noturno .................................................................................................... 80
8.1.5 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Tecnologia em
Gestão da Qualidade........................................................................................... 81
8.1.6 Planilha Financeira – Projeção 2008 a 2011 - Curso de Tecnologia em
Gestão Comercial ................................................................................................ 82
8.2 INDICADORES DE QUALIDADE DAS ÁREAS: BIBLIOTECA, LABORATÓRIOS E
FINANCEIRA ....................................................................................................................... 82
8.3 IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE – ISO9001 .................... 84
9 CRONOGRAMA PREVISTO PARA A IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES INSTITUCIONAIS ... 85
9.1 AÇÕES INSTITUCIONAIS ............................................................................................. 85
9.1.1 Proposta de Intenção para Abertura de Novos Cursos de Graduação
(Bacharelado e Tecnologia): Áreas do Conhecimento .................................... 87
9.1.2 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação Especialização ..................................................................................................... 88
9.1.3 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação Mestrado .............................................................................................................. 88
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................ 89
ANEXO 1- ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL ..................................................................... 91
ANEXO 2 – FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE MATRÍCULA............................................. 93
ANEXO 3 – FLUXOGRAMA DO NEPE - NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS
EMPREENDEDORAS ............................................................................................................. 94
ANEXO 4- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA (ÁREAS CONSTRUÍDAS) .. 95
ANEXO 5- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA.............................. 98
ANEXO 6 – PORTARIA DE NOMEAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO SUPERIOR . 103
ANEXO 7 – PORTARIA DE COMPOSIÇÃO E ATRIBUIÇÕES DA CPA – COMISSÃO
PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO .................................................................................................. 104
ANEXO 8 – NORMAS DE UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA .................................................. 105
ANEXO 9 – COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE, TITULAÇÃO, CARGA HORÁRIA,
CURSO E DISCIPLINAS SELECIONADAS – 2º SEM/2009 ................................................. 110
5
LISTA DE QUADROS E TABELAS
QUADRO 1 - REPRESENTANTES LEGAIS DA MANTENEDORA......................................................................... 9
QUADRO 2- RELAÇÃO DE INSTITUIÇÕES CENECISTAS DE ENSINO SUPERIOR – ICES ............................... 12
QUADRO 3 – SÍNTESE DAS METAS E ESTRATÉGIAS INSTITUCIONAIS DA MANTENEDORA ....................... 19
QUADRO 4 – PRESSUPOSTOS DO PPI – PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL ..................................... 21
QUADRO 5 - DOS CURSOS DE ENSINO SUPERIOR DA FCJ E OS ATOS NORMATIVOS – PORTARIAS DE
AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO ............................................................................................................. 36
QUADRO 6 - QUANTIDADE DE VAGAS AUTORIZADAS DOS CURSOS SUPERIORES DA FCJ ....................... 37
QUADRO 7 – REFLEXÕES DO CORPO DOCENTE QUANTO AO PAPEL SOCIAL E PEDAGÓGICO ................ 44
QUADRO 8 - REGIME DE TRABALHO DOS GESTORES E COORDENAÇÃO / CURSOS E DOS NÚCLEOS DE
APOIO ................................................................................................................................................................ 45
QUADRO 9 - ACERVO BIBLIOGRÁFICO – CRITÉRIOS DE SELEÇÃO .............................................................. 70
QUADRO 10 - DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE E/OU EM CONSTRUÇÃO.............................. 73
QUADRO 11 – SÍNTESE DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE / AMBIENTES......................................................... 73
QUADRO 12 - EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PARA APLICAÇÃO ADMINISTRATIVA .......................... 101
TABELA 1 - ESTATISTICA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA ÁREA EDUCACIONAL .................................. 22
TABELA 2 - ESTATISTICA DA GRATUIDADE POR BOLSAS DE ESTUDO ....................................................... 23
TABELA 3 - ESTATISTICA BOLSAS PROUNI – PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS.......................... 24
TABELA 4- ESTATISTICA DA GRATUIDADE REALIZADA NOS PROJETOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ......... 24
TABELA 5 - CONSOLIDADO NACIONAL DOS INVESTIMENTOS EM GRATUIDADE ........................................ 25
TABELA 6 - CONSOLIDADO NACIONAL DA ISENÇÃO USUFRUÍDA PELA PESSOA JURIDICA................... 25
TABELA 7 - ESTATÍSTICA DE OUTRAS BOLSAS CONCEDIDAS ..................................................................... 25
TABELA 8- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO, PRINCIPAIS CIDADES CATARINENSES .................. 28
TABELA 9 - DADOS DEMOGRÁFICOS DE ALGUMAS CIDADES CATARINENSES .......................................... 28
TABELA 10- COMPARATIVO: TAXA DE ALFABETIZAÇÃO, RENDA PER CAPITA E POPULAÇÃO................. 28
TABELA 11 - CRESCIMENTO POPULACIONAL DE JOINVILLE ........................................................................ 29
TABELA 12 - DADOS POPULACIONAIS DE JOINVILLE (SEXO, IDADE, CLASSE SOCIAL) ............................. 29
TABELA 13 – ABERTURA DE EMPRESAS E EMPREGOS GERADOS EM JOINVILLE, POR SETOR DE
ATIVIDADE ......................................................................................................................................................... 30
TABELA 14 – NÚMERO DE EMPRESAS EM JOINVILLE, POR SETOR DE ATIVIDADE .................................... 30
TABELA 15 – COMPARATIVO DO CRITÉRIO DE CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA DO MUNICÍPIO DE
JOINVILLE.......................................................................................................................................................... 31
TABELA 16 – POTENCIAL DE CONSUMO POR CLASSE / ANO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE ...................... 31
TABELA 17 - POTENCIAL ECONÔMICO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE........................................................... 31
TABELA 18 – PRODUTO INTERNO BRUTO DA REGIÃO SUL........................................................................... 32
TABELA 19 – PIB PER CAPITA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE ........................................................................ 32
TABELA 20 –PROJEÇÃO (%) DE CRESCIMENTO DAS FACULDADES NO ESTADO DE SANTA CATARINA .. 32
TABELA 21 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE JOINVILLE............................................. 33
TABELA 22 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE JOINVILLE ............................................ 33
TABELA 23 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE ..................................... 33
TABELA 24 - RELAÇÃO DE ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE QUE ATUAM NAS ÁREAS DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO .............................................................................. 33
TABELA 25 – NÚMERO DE IES ATUANTES EM JOINVILLE – QUANTIDADE DE CURSOS E ACADÊMICOS .. 34
TABELA 26 – OFERTA DE VAGAS NAS IES DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE- ANO DE: 1975–1980-1990-1998 –
2000 E 2008 ........................................................................................................................................................ 34
TABELA 27 – OFERTA DE VAGAS DE OUTRAS IES´S EM CURSOS SIMILARES À FCJ ................................. 35
TABELA 28- PLANEJAMENTO ECONÔMICO FINANCEIRO CURSOS GRADUAÇÃO FCJ - 2007 – 2011.......... 76
6
APRESENTAÇÃO
A instituição de ensino superior Faculdade Cenecista de Joinville - FCJ, autorizada pela
Portaria nº 859 de 20/06/2002, é uma IES comunitária, mantida pela Campanha Nacional de Escolas
da Comunidade – CNEC, doravante denominada FCJ, planeja suas ações visando à comunidade que
pretende servir. Para isso, foi elaborado este Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para o
qüinqüênio 2007 a 2011 que representa uma explicitação da programação geral das políticas, objetivos,
metas e estratégias institucionais, enquanto organização de ensino, inserida no contexto da rede CNEC,
no que concerne à definição de sua missão, e às suas atividades acadêmicas e administrativas.
Essa explicitação de programação geral obedece às diretrizes e orientações da Diretoria Nacional
da CNEC, ao mesmo tempo, que serve de base para discussões mais amplas com todos os atores,
internos e externos à instituição, visando ao aprimoramento e a uma maior proximidade com os reais
desejos e aspirações da comunidade.
A Faculdade Cenecista de Joinville - FCJ, ao explicitar seu Plano de Desenvolvimento
Institucional está fazendo um exercício no sentido de pensar estrategicamente o seu futuro, definindo as
metas que pretende atingir, facilitando o diálogo institucional com todos os segmentos da comunidade
diretamente envolvida. Procurou-se garantir a articulação das metas propostas em torno dos objetivos
institucionais, bem como, entendendo como um plano de ação, tal documento, é revisitado e atualizado
à medida que estratégias são redirecionadas aos objetivos institucionais.
Este documento trata da continuidade do qüinqüênio 2002 -2006, devido a necessidade de
revisitar / alterar o planejamento das metas e ações para o qüinqüênio seguinte 2007-2011, fruto dos
resultados apresentados nos Relatórios de Auto Avaliação Institucional da CPA, das reuniões semanais
e acompanhamento das atividades do Colegiado Acadêmico, além das transformações que se
percebem na sociedade local.
Do PDI anterior, várias metas foram cumpridas, dentre elas destaca-se a abertura de novos
cursos, a saber: Direito (bacharelado) e Gestão da Qualidade e Gestão Comercial (Tecnologia). Da
mesma forma que se cumpriu também a expansão do acervo bibliográfico, bem como, a expansão
tecnológica. As demais ações programadas, porém não executadas, permanecem no cronograma de
metas para o cumprimento posterior.
Vale destacar que o PDI foi elaborado seguindo as orientações e sugestões de roteiro do
Ministério da Educação (MEC), e do vasto acervo de dispositivos legais de consulta, cita-se a Lei nº
10.861 de 14 de abril de 2004, além de obedecer às Diretrizes Curriculares do Conselho Nacional de
Educação (CNE/MEC) e à legislação federal sobre o ensino superior.
Prof. Félix José Negherbon
Diretor Geral
Presidente do Conselho Superior
Prof. Maria Salete Panza Gonçalves
Diretora Pedagógica
Vice-Presidente do Conselho Superior
7
1 PERFIL INSTITUCIONAL PEDAGÓGICO
Neste capítulo, são apresentadas as principais características da FCJ - Faculdade Cenecista de
Joinville, sua denominação e identificação, a explicitação de sua missão, seus objetivos e metas para os
próximos cinco anos, conforme premissas preconizadas pela Mantenedora.
1.1 DENOMINAÇÃO E INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
A Faculdade Cenecista de Joinville – FCJ, com sede na rua Cel Francisco Gomes nº 1.290 Bairro
Anita Garibaldi, CEP 89.202-250 Joinville – SC, é uma instituição de ensino superior - IES, mantida pela
CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE – CNEC/JOINVILLE, pessoa jurídica de
direito privado, sem fins lucrativos, com seu Estatuto registrado, sob o nº 15.461 no livro nº 553, no
Cartório de Registros e Títulos, Documentos e Pessoas Jurídicas, no dia 20 de outubro de 1995, e é
regida pela legislação do Sistema Federal de Ensino, com Regimento Interno
1
e Estatuto da
Mantenedora e Resoluções emanadas do seu Conselho Superior.
Para facilitar o rápido contato, abaixo informamos endereço, telefone e e-mail dos diretores da
FCJ:
IES (1530)
Faculdade Cenecista de Joinville- FCJ
Endereço
Coronel Francisco Gomes, 1290 – Joinville/ Santa Catarina – Cep: 89.202-250
Dirigentes
Prof. Félix José Negherbon – Diretor Geral – (47) 431-0911
Prof. Maria Salete Panza Gonçalves – Diretora Pedagógica – (47) 431- 0915
Telefone Geral
(47) 431-0900
Fax:
(47) 431-0950
E-mail
[email protected] - [email protected]
[email protected]
1
O Regimento Interno da FCJ encaminhado através do Processo nº 2300.007129/2000-52 foi aprovado
pelo MEC/SESu com a Portaria nº 1801, publicada no DOU em 21/06/2002. E reapresentado (inserido)
no sistema E-MEC em 2008.
8
1.1.1
Dados de Identificação da Mantenedora: CNEC- Campanha Nacional das Escolas da
Comunidade
A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC é pessoa jurídica de direito privado
constituída sob a forma de associação civil sem fins lucrativos, com sede na Avenida Dom Pedro I, nº
426, centro, CEP 58.013-021, João Pessoa/PB, inscrita no CNPJ sob o nº 33.621.384/0001-19, com
Estatuto Social registrado sob o nº 425.259, Livro nº A-239, e Regimento registrado sob o nº 375.754,
Livro nº A-207, ambos no Serviço Notarial e Registral, Registro de Títulos e Documentos e Registro de
Pessoas Jurídicas Toscano de Brito, João Pessoa/PB.
1.1.1.1 Títulos e Certificados:
A CNEC é portadora dos seguintes títulos, inscrições e certificados:
ÓRGÃO FISCALIZADOR
TÍTULO
INSTRUMENTO DE OUTORGA
União – Ministério da Justiça
Utilidade Pública Federal
Decreto nº 36.504/54
União – Conselho Nacional de Registro e Certificado de Registro Processo nº 079.564/51
Assistência Social – CNAS
Entidade Beneficente de Recadastramento: Res. CNAS nº 061/95
Assistência Social
Renovação do CEAS: Res. CNAS nº
73/2007
Estado da Paraíba
Utilidade Pública Estadual
Decreto nº 7.737/2005
Estado da Paraíba – Conselho Inscrição junto ao CAS/PB
Res. CEAS/PB nº 002/2005
de Assistência Social do
Estado da Paraíba
Município de João Pessoa/PB Utilidade Pública Municipal
Lei nº 10.497/2005
Município de João Pessoa/PB Inscrição
junto
ao Res. CMAS nº 001/2005
– Conselho Municipal de CMAS/João Pessoa
Assistência Social
Fonte: CNEC, (2008)
1.1.2 Do Organograma Institucional
A CNEC tem sua estrutura organizada por órgãos de consulta, de deliberação, de direção, de
fiscalização e de execução, com competências e atribuições previstas no seu Estatuto Social e
Regimento.
Os Órgãos de Consulta contribuem com a orientação filosófica e doutrinária da Instituição,
aconselhando e assessorando a Direção da CNEC nas definições das estratégias para o cumprimento
de sua missão.
Os Órgãos de Deliberação - o Congresso Nacional, as Assembléias Estaduais e as Assembléias
Locais – representam os associados e, em reuniões ordinárias, elegem as diretorias, os conselhos
consultivos e os conselhos fiscais, apreciam e aprovam os relatórios e contas dos órgãos diretivos, e
deliberam sobre assuntos de interesse geral da Instituição.
Os Órgãos de Direção – a Diretoria Nacional e as Diretorias Estaduais – representam a Instituição
e definem as políticas, diretrizes, projetos e normas institucionais, para garantia do cumprimento das
finalidades estatutárias. Da estrutura dos Órgãos de Direção, fazem parte, também, as Diretorias dos
Conselhos Comunitários que têm precípua função de fazer o elo entre as demandas e os interesses das
comunidades, e os programas e projetos das unidades cenecistas.
9
Os Órgãos de Fiscalização – Conselho Fiscal Nacional, Conselhos Fiscais Estaduais e Conselhos
Fiscais Locais – exercem ação fiscalizadora, sobre a execução orçamentária, operações financeiras,
empréstimos, documentos contábeis e alienações de bens imóveis.
E, os Órgãos de Execução – Superintendência Nacional, Superintendências Regionais e
Estaduais, Coordenações Estaduais e a Direção das Unidades Cenecistas – são os responsáveis pela
coordenação e execução das políticas, diretrizes e projetos institucionais, bem como pelas atividades
pedagógicas, sociais e técnico-administrativas da Instituição.
Assim, na estrutura organizacional, a CNEC tem na Diretoria Nacional seu órgão superior de
direção e definição de políticas, diretrizes, projetos e normas e no Conselho Fiscal Nacional seu órgão
superior de controle e fiscalização.
Para o quadriênio 2008/2012, com mandato de 29.07.2008 a 29.07.2012, os referidos órgãos
apresentam a composição legitimada no 40º Congresso Nacional, realizado no dia 29 de julho de 2008,
a saber:
QUADRO 1 - REPRESENTANTES LEGAIS DA MANTENEDORA
Presidente: ALEXANDRE JOSÉ DOS SANTOS
Vice-Presidente: JUAREZ DE MAGALHÃES RIGON
Secretária: PROFESSORA ANITA ORTIZ CORRÊA
Diretores
ROGÉRIO AUTO TEÓFILO
JOÃO FAUSTINO FERREIRA NETO
JURIL DE PLÁSCIDO E SILVA CARNASCIALI
DEPUTADO FEDERAL NÁRCIO RODRIGUES DA SILVEIRA
MONSENHOR ANDRÉ VIANA CAMURÇA
Conselho Fiscal Nacional
Presidente: EDINALVO DANTAS
Conselheiros Titulares
JÚLIO CÉSAR SOUZA BALTHAREJO
LAÉRCIO SEGUNDO DE OLIVEIRA
Na estrutura de execução, a Superintendência Nacional é o órgão máximo, a quem compete
cumprir e fazer cumprir as políticas, diretrizes, projetos institucionais, bem como as atividades técnicoadministrativas.
Com a eleição ocorrida no dia 13 de fevereiro de 2004 e homologada pela Resolução DN
25/2004, a Superintendência Nacional, na conformidade do Estatuto Social e Regimento, é
representada por um Superintendente Nacional,
1.1.3 Finalidades da Mantenedora
Segundo o Estatuto da CNEC, têm-se as seguintes finalidades e objetivos institucionais:
a) Oferecer educação de qualidade em todos os graus, níveis e
modalidades de ensino;
b) Estimular e coordenar os esforços das comunidades para ações
educativas, culturais, assistenciais e de preservação ambiental;
10
c) Implantar, nas áreas do ensino geral e técnico, unidades de prestação de
serviços, de produção e comercialização, bem como de editoração,
comunicação social e turismo; e
d) Formular processos de mudanças de hábitos para benefício da
sociedade.
A CNEC define em seu Estatuto:
“Art. 10 ( …) § 1º - Os recursos da CNEC são aplicados, integral e exclusivamente, no território
nacional e, rigorosamente, para atender (....) suas finalidades estatutárias (.…).
Art. 12 - A CNEC não remunera os integrantes de suas Diretorias e de seus Conselhos, em todos
os âmbitos, não distribui lucros, vantagens ou bonificações a associados ou mantenedores sob
nenhuma forma.
Esses princípios e condições de organização do trabalho na CNEC aplicam-se a todos os cursos
ofertados, ou seja, do maternal e jardim de infância ao ensino superior e à pós-graduação. Na área da
Educação Superior a CNEC já vem, também, acumulando experiência.
1.1.4 Breve Histórico: da Mantenedora e da Mantida
“Um ginásio apenas era nossa meta, mas a idéia se
espalhou pelos generosos corações brasileiros e
transformou-se na maior obra de ensino comunitário das
Américas, com unidade de direção.” FELIPE TIAGO GOMES.
Fundada em 1943, na cidade de Recife/PE, como Campanha do Ginasiano Pobre, a CNEC
nasceu do ideal de um grupo de estudantes universitários que, liderados pelo Professor Felipe Tiago
Gomes, resolveu contrariar a situação instalada – a escola como privilégio de poucos – oferecendo
ensino gratuito aos jovens que não tinham acesso à escola, para cursar o ginásio.
O trabalho voluntário de seus idealizadores se propagou pelo Brasil, comemorando adesões e
compromissos que fizeram da Campanha do Ginasiano Pobre – que inicialmente abrigava pedidos de
ajuda e orientações para a criação de unidades escolares – a Campanha Nacional de Escolas da
Comunidade – reconhecida como o mais expressivo movimento de educação comunitária existente na
América Latina.
A concepção de educação comunitária, já àquela época, atendia não só aos anseios dos
excluídos, mas de toda a comunidade, pois o projeto cenecista fundou seus alicerces no fazer educação
com qualidade, pois não bastava proporcionar o acesso ao conhecimento – a motivação sempre foi e é
promover a transformação.
Destaca-se do arrojado projeto, a escolha de um modelo de gestão democrático, o que garantiu a
livre manifestação das aspirações envolvidas pela via da participação efetiva da comunidade em todas
as instâncias de direção, desde o Conselho Comunitário Local, passando pelas Diretorias Estaduais, até
a Diretoria Nacional.
O modelo de gestão se fortaleceu ao longo desses 65 anos de plena e profícua atividade e se
revela em perfeita harmonia ao fundir o idealismo do jovem Felipe Tiago Gomes – o visionário – ao
profissionalismo de seus atuais gestores.
11
Ao longo de sua trajetória - que traduz a evolução do Terceiro Setor no Brasil – priorizou a
prestação de serviços na Educação Básica e Profissionalizante como principais atividades, em razão da
premente demanda, em especial, no interior do País. Chegou a manter mais de 2000 unidades,
estabelecendo-se principalmente junto àquelas comunidades em que o Estado não apresentava
condições de suprir as carências apresentadas.
Ao tempo em que o Estado iniciou processo de retomada de suas obrigações e fomento à
educação, a CNEC iniciou processo gradativo de redução de suas unidades, continuando suas
atividades onde a prestação de serviços educacionais e de assistência social – voltada para a formação
integral de pessoas e para melhoria de suas condições de vida – atende às necessidades e aos
interesses das comunidades beneficiadas.
Na Educação Básica, inovou e fortaleceu o processo educacional com a criação e adoção do
Sistema de Ensino CNEC que, pautado nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN´s, nas
características e peculiaridades locais e regionais e no Projeto Político-Pedagógico Institucional, se
materializa pela adoção em nível nacional, de Material Didático próprio e do Exame Nacional de Escolas
Cenecistas - ENEC, realizado uma vez por ano, em toda a Rede, nas 218 unidades de Educação
Básica.
Na Educação Superior, refletindo de maneira singular a demanda nacional, a linha de expansão
da CNEC é especialmente verificada nos últimos anos, quando ampliou a oferta de cursos, alcançando
130 autorizados, nas 28 Instituições Cenecistas de Ensino Superior – ICES credenciadas.
Em seu histórico apresenta, ainda, significativas contribuições para a redução das diferenças
sociais, representadas pela promoção e o fomento de programas e projetos de assistência social no
seguimento
da
proteção
social
básica,
com
ações
socioeducativas,
profissionalizantes
e
socioeducativas de convivência que visam, principalmente, a melhoria das condições de vida de
crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e portadores de deficiência, em situação de
vulnerabilidade pessoal e ou risco social.
Dentre vários prêmios e certificações que recebeu aos longos de sua história, desça-se que em
2005, recebeu o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação, concedido pela Câmara dos Deputados em
reconhecimento ao trabalho realizado pela defesa e promoção da educação no Brasil, resultando na
formação de milhares de brasileiros que passaram por suas salas de aula e em 2007, foi agraciada com
a Medalha Mérito Legislativo Câmara dos Deputados em reconhecimento às relevantes contribuições
para a defesa do direito de acesso à educação, em todo território nacional.
Para a garantia do cumprimento de sua missão e finalidades, com a marca de excelência que
imprime seu histórico de 65 anos, CNEC emprega mais de 11.000 profissionais, para o atendimento de
quase 120.000 pessoas entre alunos e usuários da assistência social.
A seguir relaciona-se a seguir as faculdades cenecistas distribuídas nos principais estados
brasileiros:
12
QUADRO 2- RELAÇÃO DE INSTITUIÇÕES CENECISTAS DE ENSINO SUPERIOR – ICES
UF
ICES
CURSOS
CREDENCIAMENTO
FACULDADE
CENECISTA DE
ITUBERÁ
BA
CE
DF
ES
FACULDADE
CENECISTA DE
FORTALEZA
FACULDADE
CENECISTA DE
BRASÍLIA
FACULDADE
CENECISTA DE
VILA VELHA
Portaria Nº 1.588, de 15.09.2006 - DOU 18.09.2006
Licenciatura em Letras com habilitação em
Inglês e Literaturas de Língua Inglesa
Portaria Nº 04, de 08.01.2007-DOU 09.01.2007
Licenciatura em História
Portaria Nº 629, de 15.09.2006-DOU 18.09.2006
CREDENCIAMENTO
FACULDADE
CENECISTA DO
SSENHOR DO
BONFIM
AUTORIZAÇÃO
Portaria Nº 1.283, de 28.12.2007 - DOU 31.12.2007
Licenciatura em Letras com habilitação em
Inglês e Literaturas de Língua Inglesa
Portaria Nº 12, de 07.01.2008-DOU 08.01.2008
Licenciatura em História
Portaria Nº 11, de 07.01.2008-DOU 08.01.2008
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 525, de 30.04.2008 - DOU 02.05.2008
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 1.106, de 19.12.2008- DOU 22.12.2008
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 342, de 08.05.2008- DOU 09.05.2008
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 998, de 14.07.2000- DOU 18.07.2000
Bacharelado em Serviço Social
Portaria Nº 1.001, de 29.11.2006-DOU 01.12.2006
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 4.288, de 21.12.2004-DOU 23.12.2004
Licenciatura em Letras com habilitação em
Língua Portuguesa Respectivas e Literaturas
Portaria Nº 214, de 25.01.2002-DOU 29.01.2002
Licenciatura em Pedagogia com habilitação
em Magistério da Educação Infantil e dos
Anos Iniciais do Ensino
Fundamental.Administração Escolar
Portaria Nº 1.962, de 30.08.2001-DOU 03.09.2001
Licenciatura em Pedagogia com habilitação
em Magistério da Educação Infantil e dos
Anos Iniciais do Ensino
Fundamental.Tecnologias Educacionais
Portaria Nº 1.962, de 30.08.2001 - DOU 03.09.2001
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 1.308, de 23.08.2000-DOU 24.08.2000
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 998, de 14.07.2000-DOU 18.07.2000
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 285, de 03.03.2000 - DOU 09.03.2000
Bacharelado em Ciências Econômicas
Portaria Nº 359, de 31.12.1991-DOU 03.01.1992
Licenciatura em Pedagogia
Portaria Nº 358, de 22.03.2000-DOU 24.03.2000
Bacharelado em Administração com
habilitação em Gestão Internacional de
Negócios
Portaria Nº 285, de 03.03.2000-DOU 09.03.2000
Bacharelado em Relações Internacionais
Portaria Nº 925, de 29.06.2000-DOU 03.07.2000
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FACULDADE
CENECISTA DE
SETE LAGOAS
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 606, de 28.03.2001 - DOU 30.03.2001
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 1.906, de 22.08.2001- DOU 24.08.2001.
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 1.677, de 01.08.2001-DOU 06.08.2001
Bacharelado em Turismo
CREDENCIAMENTO
INSTITUTO DE
ENSINO
SUPERIOR
CENECISTA
INSTITUTO DE
ENSINO
SUPERIOR
CENECISTA
MG
INSTITUTO
SUPERIOR DE
EDUCAÇÃO
CENECISTA DE
UNAI
FACULDADE
CENECISTA DE
VARGINHA
MT
FACULDADE
CENECISTA DE
RONDONÓPOLIS
Portaria Nº 606, de 28.03.2001
30.03.2001
DOU
Portaria Nº 119, de 12.02.1998. DOU 16.02.1998
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 2.881, de 14.12.2001-DOU 18.12.2001
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 1.683, de 07.06.2002- DOU 10.06.2002
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração de Empresas
Portaria Nº 320, de 26.02.1999-DOU 02.03.1999
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 119, de 12.02.1998-DOU 16.02.1998
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 849, de 22.03.2002 - DOU 27.03.2002
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 850, de 22.03.2002-DOU 27.03.2002
CREDENCIAMENTO
Decreto Federal Nº 68.011, de 31.12.1970 - DOU
04.01.1970
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 122, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 1.891, de 22.08.2001-DOU 24.08.2001
Bacharelado em Administração com
habilitação em Marketing
Portaria Nº 3.194, de 31.10.2003-DOU 05.11.2003
Bacharelado em Ciências Econômicas
Portaria Nº 90.131, de 30.08.1984-DOU 31.08.1984
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 68.011, de 31.12.1970-DOU 04.01.1970
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração de Empresas
Portaria Nº 68.011, de 31.12.1970-DOU 04.01.1970
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 2.783, de 09.09.2004 - DOU 10.09.2004
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 314, de 10.03.2009-DOU 11.03.2009
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 315, de 10.03.2009-DOU 11.03.2009
Bacharelado em Comunicação Social com
habilitação em Jornalismo
Portaria Nº 558, de 29.08.2006-DOU 31.08.2006
Bacharelado em Serviço Social
Portaria Nº 2.784 de 06.09.2004-DOU 10.09.2004
14
CREDENCIAMENTO
FACULDADE
CENECISTA DE
SINOP
PR
FACULDADE
CENECISTA DE
CAMPO LARGO
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria nº 380, 19.03.2009- DOU 20.03.2009
Bacharelado em Comunicação Social com
habilitação em Jornalismo
Portaria3.622 de 08.11.2004-DOU 09.11.2004
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 1.717, de 03.12.1999 - DOU 07.12.1999
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 4.043, de 23.12.2003- DOU 24.12.2003
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 3.785, de 12.12.2003-DOU 15.12.2003
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Educação Infantil
Portaria Nº 3.785, de 12.12.2003- DOU 15.12.2003
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração de Empresas
Portaria Nº 980, de 17.05.2001 -DOU 22.05.2001
Licenciatura em Pedagogia com habilitação
em Orientação Educacional e Supervisão
Escolar
Portaria Nº 2.063, de 21.12.2000 -DOU 26.12.2000
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 1.717, de 03.12.1999- DOU 07.12.1999
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 2.596, de 06.12.2001. DOU 10.12.2001
Bacharelado em Administração
FACULDADE
CENECISTA DA
ILHA DO
GOVERNADOR
RJ
FACULDADE
CENECISTA DE
ITABORAÍ
INSTITUTO
SUPERIOR
MENDES DE
ALMEIDA
Portaria Nº 3.623, de 08.11.2004 - DOU 09.11.2004
Portaria Nº 888, de 18.10.2007-DOU 19.10.2007
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Educação Infantil
Portaria Nº 3.420, de 06.12.2002-DOU 09.12.2002
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 3.420, de 06.12.2002- DOU 09.12.2002
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 2.596, de 06.12.2001- DOU 10.12.2001
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 785, de 27.07.1998 - DOU 29.07.1998
Licenciatura em Matemática
Portaria Nº 753, de 03.09.2007-DOU 04.09.2007
Licenciatura em Geografia
Portaria Nº 238, de 22.03.2007-DOU 23.03.2007
Licenciatura em Letras com habilitação em Português e Literaturas da Língua
Portuguesa
Portaria Nº 236, de 22.03.2007- DOU 23.03.2007
Licenciatura em Letras com habilitação em
Português e Inglês e respectivas Literaturas
Portaria Nº 236, de 22.03.2007- DOU 23.03.2007
Licenciatura em História
Portaria Nº 237, de 22.03.2007- DOU 23.03.2007
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 3.142, de 31.10.2003- DOU 04.11.2003
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração de Empresas
Portaria Nº 785, de 27.07.1998- DOU 29.07.1998
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 2.302, de 26.08.2003 - DOU 28.08.2003
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 331, de 30.01.2006 - DOU 31.01.2006
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 4.029, de 23.12.2003 -DOU 24.12.2003
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 2.286, de 25.08.2003 -DOU 26.08.2003
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 2.285, de 25.08.2003- DOU 26.08.2003
15
FACULDADE
CENECISTA DE
RIO BONITO
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 57, de 13.01.2009 - DOU 14.01.2009
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 19, de 15.01.2009-DOU 16.01.2009
CREDENCIAMENTO
FACULDADE
CENECISTA DE
BENTO
GONÇALVES
Bacharelado em Nutrição
Portaria Nº 1.037, de 08.12.2006-DOU 11.12.2006.
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 827, de 31.10.2006- DOU 01.11.2006.
Bacharelado em Comunicação Social com
habilitação em Publicidade e Propaganda
Portaria Nº 4.582, de 28.12.2005-DOU 29.12.2005.
Bacharelado em Enfermagem
Bacharelado em Administração com
habilitação em Negócios Agroindustriais
CENTRO DE
ENSINO
SUPERIOR
CENECISTA DE
FARROUPILHA
FACULDADE
CENECISTA DE
NOSSA
SENHORA DOS
ANJOS
Portaria Nº 146, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004.
Portaria Nº 2.908, de 14.12.2001 -DOU 18.12.2001.
Bacharelado em Administração com
habilitação em Produção
Portaria Nº 350, 23.02.2001-DOU 26.02.2001.
Bacharelado em Administração com
habilitação em Marketing e Gestão de
Negócios
Portaria Nº 82, de 14.01.1999-DOU 18.01.1999
Bacharelado em Administração com
habilitação em Recursos Humanos
Portaria Nº 212, de 06.03.1998-DOU 10.03.1998
CREDENCIAMENTO
RS
Portaria Nº 212, de 06.03.1998 - DOU 10.03.1998
Decreto Federal Nº S/N, de 31.12.1994 - DOU
31.12.1994
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 1.366, de 21.07.2006-DOU 24.07.2006
Curso Seqüencial: Curso Superior de
Formação Específica em Finanças
Empresariais
Portaria Nº 55, de 12.01.2004 - DOU 14.01.2004.
Curso Seqüencial: Curso Superior de
Formação Específica em Gestão Imobiliária
Portaria Nº 57, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004
Curso Seqüencial: Curso Superior de
Formação Específica em Gestão
Administrativa
Portaria Nº 56, de 12.01.2004- DOU 14.01.2004
Curso Seqüencial: Curso Superior de
Formação Específica em Logística
Empresarial
Portaria Nº 54, de 12.01.2004-DOU 14.01.2004
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Magistério para os Anos
Iniciais do Ensino Fundamental
Portaria Nº 1.520, de 20.05.2002-DOU 22.05.2002
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 1.698, de 01.08.2001 -DOU 06.08.2001
Bacharelado em Administração com
habilitação em Gestão de Sistemas de
Informação
Portaria Nº 1.607, de 24.07.2001 -DOU 25.07.2001
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração de Empresas
Portaria Nº 1.334, de 30.12.1994 - DOU 02.01.1995
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 1.267, de 25.04.2002 - DOU 26.04.2002
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 565, de 26.06.2007 -DOU 27.06.2007
Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas
Portaria Nº 281, de 05.04.2007 -DOU 10.04.2007
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 804, de 25.10.2006-DOU 30.10.2006
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 1.269, de 25.04.2002- DOU 26.04.2002
16
FACULDADE
CENECISTA DE
NOVA
PETRÓPOLIS
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração Industrial
Portaria Nº 1.268, de 25.04.2002-DOU 26.04.2002
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 3.004, de 24.10.2003 - DOU 27.10.2003
Curso Superior de Tecnologia em Redes de
Computadores
Portaria Nº 254, de 13.12.2006 -DOU 19.12.2006
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 145, de 30.05.2006-DOU 01.06.2006
Bacharelado em Administração em
habilitação em Administração de Empresas
CREDENCIAMENTO
Bacharelado em Ciências Biológicas
Bacharelado em Direito
Licenciatura em Computação
Licenciatura em Educação Física
FACULDADE
CENECISTA DE
OSÓRIO
INSTITUTO
CENECISTA DE
ENSINO
SUPERIOR DE
SANTO ÂNGELO
Portaria Nº 3.005, de 24.10.2003 -DOU 27.10.2003
Decreto Federal Nº 85.867, de 01.04.1981 - DOU
03.04.1981
Portaria Nº 1.069, de 15.12.2008- DOU 16.012.2008
Portaria Nº 586, de 26.06.2007 -DOU 27.06.2007
Portaria Nº 2.338, de15.08.2002- DOU 16.08.2002
Portaria Nº 907, de 29.06.2000-DOU 03.07.2000
Licenciatura em Pedagogia com habilitação
em Magistério das Séries Iniciais e do Ensino Portaria Nº 802, de 14.05.1999-DOU 18.05.1999
Fundamental
Bacharelado em Administração
Portaria Nº s.n, de 03.08.1994-DOU 04.08.1994
Licenciatura em Matemática
Portaria Nº s.n, de 22.07.1994-DOU 25.07.1994
Licenciatura em Letras com habilitação em
Português e Literaturas da Língua
Portuguesa
Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981- DOU 03.04.1981
Licenciatura em Letras com habilitação em
Inglês e Respectivas Literaturas
Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981-DOU 03.04.1981
Licenciatura em Geografia
Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981-DOU 03.04.1981
Licenciatura em História
Portaria Nº 85.867, de 01.04.1981-DOU 03.04.1981
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 1.483, de 29.12.1998 - DOU 30.12.1998
Bacharelado em Biomedicina
Portaria Nº 695 de 27.09.2006- DOU 28.09.2006
Bacharelado em Fisioterapia
Portaria Nº 4.206 de 17.12.2004 - DOU 20.12.2004
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 215, de 06.03.1998 -DOU 10.03.1998
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Educação Infantil
Portaria Nº 2.767 de 25.09.2002 -DOU 30.09.2002
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 2.767 de 25.09.2002-DOU 30.09.2002
Bacharelado em Administração com
habilitação em Gestão e Negócios
Agroindustriais
Bacharelado em Administração com
habilitação em Gestão Internacional de
Negócios
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 726, 26.05.2000-DOU 30.05.2000
Portaria Nº 477, de 03.07.199-DOU 05.07.1998
Portaria Nº 51.886 de 03.04.1963- DOU 05.04.1963
17
INSTITUTO
CENECISTA
FAYAL
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 673, de 24.05.2000 - DOU 26.05.2000
Bacharelado em Design Gráfico
Portaria Nº 1.109, de 12.12.2008-DOU 22.12.2008
Bacharelado em Comunicação Social habilitação Publicidade e Propaganda
Portaria Nº 851, de 02.10.2007-DOU 03.10.2007
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 2.242, de 18.08.2003-DOU 19.08.2003
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 546, de 04.03.2002- DOU 05.03.2002
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria Nº 745, de 26.05.2000-DOU 30.05.2000
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 673, de 24.05.2000- DOU 26.05.2000
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 859, de 21.06.2000 DOU 26.06.2000
Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Comercial
Portaria Nº 517, de 04.10.2007-DOU 05.10.2007
Bacharelado em Direito
Portaria Nº 669, de 15.03.2006 - DOU 16.03.2006
Curso Superior de Tecnologia em Gestão da
Qualidade
Portaria Nº 42, de 26.07.2006 -DOU 03.08.2006
Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Desportiva e de Lazer
Portaria Nº 54, de 01.09.2006- DOU 04.09.2006
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 813, de 22.03.2002- DOU 27.02.2002
SC
FACULDADE
CENECISTA DE
JOINVILLE
Bacharelado em Administração com
habilitação em Negócios Internacionais
Bacharelado em Turismo
Portaria Nº 812, de 22.03.2002 -DOU 27.03.2002
Bacharelado em Administração com
habilitação em Administração de Empresas e
Negócios
Portaria Nº 859, de 21.06.2000- DOU 26.06.2000
Bacharelado em Administração com
habilitação em Marketing
Portaria Nº 859, de 21.06.2000-DOU 26.06.2000
CREDENCIAMENTO
FACULDADE DE
TECNOLOGIA
CENECISTA DE
RIO NEGRINHO
SP
FACULDADE
CENECISTA DE
CAPIVARI
Portaria Nº 811, de 22.03.2002-DOU 27.02.200
Portaria Nº 1.095, de 03.09.2008 - DOU 04.09.2008
Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental
Portaria Nº 422, de 05.09.2008- DOU 09.09.2008
Curso Superior de Tecnologia em Processos
Gerenciais
Portaria Nº 422, de 05.09.2008- DOU 09.09.2008
Curso Superior de Tecnologia em Segurança
do Trabalho
Portaria Nº 422, de 05.09.2008 - DOU 09.09.2008
CREDENCIAMENTO
Decreto Federal Nº 70.123, de 04.02.1972 - DOU
07.02.1972
Bacharelado em Ciências Contábeis
Portaria nº 513, de 07.04.2009 -DOU 08.04.2009
Bacharelado em Sistemas de Informação
Portaria Nº 2.241, de 15.10.2001 -DOU 16.10.2001
Licenciatura em Pedagogia com habilitação
em Administração Escolar
Portaria Nº 1.147,de11.06.2001 -DOU 13.06.2001
Licenciatura em Letras com habilitação em
Língua Portuguesa e Literatura da Língua
Portuguesa
Portaria Nº 2.164, de22.12.2000- DOU 28.12.2000
18
INSTITUTO
SUPERIOR DE
EDUCAÇÃO
CENECISTA DE
CAPIVARI
Bacharelado em Administração
Portaria Nº 70.123, de 04.02.1972[DOU 07.02.1972
CREDENCIAMENTO
Portaria Nº 1.509, de 20.05.2002 - DOU 22.05.2002
Licenciatura em Normal Superior com
habilitação em Anos Iniciais do Ensino
Fundamental
Portaria Nº 1.510, de 20.05.2002[DOU 22.05.2002
Fonte: CNEC (2008).
1.1.5 Missão da CNEC
A CNEC tem como missão promover a formação integral de pessoas, oferecendo educação de
excelência com compromisso social e o cumprimento da mesma ocorre a partir da manutenção de suas
finalidades estatutárias, a saber:
Art. 3º. São finalidades da CNEC:
I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não formais, em
todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos, enfatizando a geração e a
difusão de valores comunitários e a formação de uma sociedade democrática não excludente;
II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social,
oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais e a ascensão
social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social;
III - promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de preservação do meio
ambiente e turismo;
IV – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas educacionais e culturais, em
todas as suas formas de expressão;
V – criar e manter Centros de Educação Profissional nos níveis de Capacitação, Qualificação,
Suprimento, Básico, Técnico e Tecnológico, oferecendo a jovens e adultos as habilitações necessárias
para o exercício de sua cidadania e para seu desenvolvimento técnico, profissional e cultural.
Parágrafo único. Destinar-se-ão tantas vagas quanto determina a legislação pertinente à
filantropia, de forma planejada, diária e sistemática, sem qualquer discriminação da clientela
beneficiada.
1.1.5.1 Público Alvo
O público alvo da CNEC está definido em sua missão - “promover a formação integral de
pessoas, oferecendo educação de excelência com compromisso social”, e se expressa na concepção
dos serviços que oferece nos seguimentos da educação e da assistência social. Assim, destacamos:
1. na prestação de serviços educacionais - em todos os níveis e modalidades - o público alvo
abrange crianças, jovens e adultos, alcançando alunos pagantes e bolsistas, conforme determina seu
Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da CNEC: I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados
e não seriados, formais e não formais, em todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças,
jovens e adultos, enfatizando a geração e a difusão de valores comunitários e a formação de uma
sociedade democrática não excludente;”
19
2. no atendimento em ações, projetos e programas de assistência social, o público alvo é o
definido pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS e consolidado pela Política Nacional de
Assistência Social, com atendimento a crianças, adolescentes, adultos, idosos e portadores de
deficiência, em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco de exclusão social, notadamente
alcançando suas respectivas famílias, conforme define seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da
CNEC: ... II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social,
oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais e a ascensão
social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social;”
1.1.6 Visão da CNEC
“Em 2010, a CNEC será referência como instituição educacional de excelência em todos os
segmentos em que atue”.
1.1.7 Crenças e Valores
Excelência
Ética
Valorização do Ser Humano
Competência
Compromisso
Honestidade
Portanto, para dar sustentação e viabilidade no cumprimento da missão e visão institucionais,
metas e estratégias foram definidas pela mantenedora no Planejamento Estratégico previsto para op
período 2007 a 2011, a saber:
QUADRO 3 – SÍNTESE DAS METAS E ESTRATÉGIAS INSTITUCIONAIS DA MANTENEDORA
DESCRIÇÃO DA META
META 1 - Garantir a excelência dos Serviços Educacionais
META 2 - Aumentar a atuação na área de Assistência Social na forma da lei
META 3 – Consolidar a Rede e Desenvolver a Gestão Estratégica Institucional
META 4 - Garantir resultado econômico-financeiro para sustentabilidade e reinvestimento
Fonte: PE- Planejamento Estratégico CNEC, 2007 a 2010.
O desdobramento das metas e a identificação dos dirigentes responsáveis pelo seu efetivo
cumprimento estão descritos no Relatório de PE da Rede CNEC. Neste sentido as políticas de ensino
devem ser consideradas na análise deste contexto estratégico.
20
1.2 POLÍTICAS DE ENSINO - IDÉIAS FORÇA 2 E PRINCÍPIOS3
1.2.1 Igualdade de Acesso
Princípio 01: O acesso às Instituições mantidas pela CNEC não permite qualquer discriminação,
tais como, raça, sexo, idioma, religião ou condições econômicas, culturais e sociais, nem tampouco em
incapacidade física.
1.2.2 Fundamentos Pedagógicos da CNEC
Princípio 02: As ações pedagógicas orientam-se pelo princípio da qualidade da educação,
formando pessoas competentes para a sociedade pós-moderna em um mundo de constantes mutações.
Princípio 03: Os estudantes formados têm como perfil a competência de utilizar os
conhecimentos para compreender as situações e resolver os problemas da sociedade atual, movidos
por valores éticos, morais e com capacidade de estabelecer relações humanas saudáveis.
Princípio 04: O Currículo, em sintonia com a diretriz curricular nacional e as práticas
pedagógicas, metodologia e avaliação, desenvolve cérebros pensantes, capazes de significar os
conhecimentos e motivar os alunos na sua utilização para compreender o contexto mundo-vida.
Princípio 05: As práticas pedagógicas têm como princípio o desenvolvimento do espírito
perquiritório no cotidiano, a fim de que o aluno aprenda a exercitar-se entre as situações e os problemas
da vida, refletindo-os à luz dos conhecimentos teóricos e historicamente construídos e sendo capaz de
ser um agente investigativo e construtor de uma sociedade em harmonia.
Princípio 06: O processo de ensino e aprendizagem compromete a comunidade educativa
(alunos, professores, funcionários) na busca de soluções para os problemas sociais da região, fazendose valer do currículo para apropriar-se dessa realidade, refleti-la, através, entre outros, de projetos
sociais, e buscar soluções para a mesma.
1.2.3 Fundamentos de Gestão das Instituições da Rede CNEC
Princípio 07: O clima institucional nas Instituições da CNEC respeita o estudante, favorecendo
o seu acesso às informações e aos recursos oferecidos pela instituição, bem como provê atendimento
administrativo ágil e de qualidade, além de oferecer-lhe ambiente de qualificada convivência.
Princípio 08: As Equipes Diretivas das Instituições da CNEC têm entre suas principais funções
garantir que o perfil de aluno planejado no projeto pedagógico da instituição seja desenvolvido nas
práticas de sala de aula, desenvolvendo, para tanto, instrumentos de acompanhamento e avaliação do
processo.
Princípio 09: Para dinamizar os processos de gestão, as equipes diretivas terão como missão
coordenar esforços coletivos, para que todos os membros e setores sintam-se engajados e
comprometidos, planejando, anualmente, as suas metas e ações, prestando contas das mesmas,
reavaliando-as, objetivando qualificar os processos.
2
Idéias Força são aqui considerados os eixos sobre os quais se apóiam os princípios que irão nortear o
planejamento pedagógico das unidades da CNEC.
3
Princípios são aqui compreendidos como pontos focais, a partir dos quais as unidades da CNEC encontram apoio
institucional para o seu planejamento e suas ações.
21
1.2.4 Construção e Implantação do Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPI)
Princípio 10: As Instituições da CNEC orientam a construção do seu Projeto Político-Pedagógico
(PPP) à luz do Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPPI).
Destaca-se que o PPI da FCJ está alicerçado nos seguintes pilares 4:
QUADRO 4 – PRESSUPOSTOS DO PPI – PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL
Aprender a
combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de
trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também
conhecer
significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas
pela educação ao longo de toda a vida. Educação continuada.
Aprender a fazer a fim de adquirir qualificação profissional e competências que tornem a pessoa
apta a enfrentar numerosas situações. Aprender a fazer, no âmbito das diversas
experiências sociais ou de trabalho, o desenvolvimento do ensino alternado com o
trabalho. O ensino com aplicações práticas. Teoria e prática juntas.
Aprender a ser
para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir cada vez
com maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade
pessoal. Desenvolver valores éticos e as potencialidades de cada indivíduo:
memória, raciocínio, sentido estético, aptidão para comunicar-se.
Aprender a viver desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências;
respeitar e conviver com as diferenças e os diferentes; trabalhar em equipe e
juntos
preparar-se para gerir conflitos no respeito pelos valores do pluralismo, da
compreensão mútua e da paz. A paz interior contribui para a paz universal.
Fonte: CNEC - ILAPE (2007).
Princípio 11: Os Projetos Político-Pedagógicos, respeitados os princípios do PPI:
a) situam as Instituições no contexto local, regional e nos cenários globais,
b)
c)
d)
e)
f)
g)
refletindo e incorporando essa realidade;
definem as compreensões da comunidade educativa em relação às
potencialidades e dimensões humanas, respeitando essas referências
em seu fazer pedagógico;
em respeito à realidade e à natureza humana, definem o perfil de
estudantes que a Instituição se propõe a formar;
indicam os fundamentos (teorias) educacionais que norteiam o fazer
pedagógico da Instituição;
definem o perfil de professor necessário na Instituição para alcançar o
perfil de estudante desejado;
para dinamizar os processos institucionais, orientam as práticas de
gestão a serem desenvolvidas para tornar o Projeto Político-Pedagógico
vivo no cotidiano da Instituição; e
instituem a avaliação institucional, a partir de indicadores para avaliar o
Projeto Político-Pedagógico, fazendo aproximações e distanciamentos
entre o proposto e o efetivamente desenvolvido.
Conforme o Estatuto Social da Rede CNEC, já mencionado anteriormente, no seu art. 3º, para,
oferecer educação de excelência com compromisso social, abaixo segue relatório de atividades com a
estatística da prestação de serviços na área educacional de toda a rede cenecista, todavia, solicita--se a
análise mais detalhada do Estado de Santa Catarina, região em que a FCJ está inserida.
4
Decreto nº 5.773/2006, art. 16, inciso II
22
1.3 RELATORIO DE ATIVIDADES DO EXERCICIO DE 2007
TABELA 1 - ESTATISTICA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA ÁREA EDUCACIONAL
UF
MANTIDAS/
ESTADO
ALUNOS/
ESTADO
EDUCAÇÃO
INFANTIL
ENSINO
MÉDIO
192
ENSINO
FUNDAMEN
TAL
2.022
AL
10
4.756
AM
2
1.503
170
1.046
287
-
-
-
BA
23
4.250
309
2.532
1.209
-
200
-
CE-MA
28
10.739
1.134
7.322
1.852
153
278
-
DF/GO
5
2.706
424
608
81
-
254
1.339
ES
3
1.272
15
543
216
-
15
483
MG
28
17.178
1.219
8.275
4.258
-
316
3.110
MT/MS
14
3.976
434
2.533
781
-
-
228
PB
5
2.335
121
1.538
676
-
-
-
PE
13
3.630
240
2.014
1.016
-
360
-
PI
2
853
90
642
121
-
-
-
PR/SP
15
4.281
339
1.410
677
183
488
1.184
RJ
43
17.963
1.778
11.122
2.815
270
670
1.308
RN
4
922
105
662
155
-
-
-
RS
42
19.592
899
4.581
2.686
509
3.035
7.882
SC
24
12.586
962
5.021
2.701
128
1.078
2.696
SE
3
1.329
72
449
215
197
396
-
TOTAL
264
109.871
8.503
52.320
21.484
1.455
7.879
18.230
1.738
EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO
DE JOVENS PROFISSIO SUPERIOR
E ADULTOS
NAL
15
789
-
Fonte: CNEC (2008).
Em 2007, a CNEC manteve 264 unidades de ensino, atuando nas modalidades de Educação
Básica, Educação de Jovens e Adultos, Educação Profissional e Educação Superior, em 20 Estados e
no Distrito Federal.
No implemento de suas finalidades estatutárias, explicitadas na educação e na assistência social,
atendeu pela prestação de serviços educacionais ao público de 109.871 alunos, assim distribuídos:
Educação Infantil: 8.503
Ensino Fundamental: 52.320
Ensino Fundamental: Ensino Médio: 21.484
Educação de Jovens e Adultos: 1.455
Educação Profissional: 7.879
Educação Superior: 18.230
23
TABELA 2 - ESTATISTICA DA GRATUIDADE POR BOLSAS DE ESTUDO
UF
ALUNOS
BOLSAS
BOLSAS
INTEGRAIS
(100%)
BOLSAS
PARCIAIS
(ate 25%)
570
BOLSAS
PARCIAIS
(25,01 a
50%)
895
BOLSAS
PARCIAIS
(50,01 a
75%)
225
BOLSAS
PARCIAIS
(75,01 a
99,99%)
243
AL
4.756
2.021
88
AM
1.503
732
BA
4.250
CE/MA
INVESTIMENTO
(R$)
28
-
532
172
-
984.398,50
1.468
108
378
852
115
15
665.791,48
10.739
1.468
231
332
551
117
237
794.267,72
DF/GO
2.706
1.076
342
368
329
18
19
2.250.716,75
ES
1.272
61
26
9
23
2
1
126.712,70
MG
17.178
9.980
582
2.637
6.054
554
153
13.443.213,68
MT/MS
3.976
749
169
31
352
154
43
1.408.097,44
PB
2.335
1.122
66
266
637
9
144
827.200,97
PE
3.630
1.023
241
179
522
63
18
758.477,89
PI
853
654
7
546
101
-
-
213.941,28
PR/SP
4.281
1.474
148
272
912
126
16
2.139.378,30
RJ
17.963
11.096
302
3.266
6.824
533
171
8.550.809,82
RN
922
212
45
34
122
11
-
RS
19.592
9.011
750
4.070
3.519
559
113
11.463.923,24
SC
12.586
4.543
1.208
1.242
1.589
266
238
6.778.974,58
SE
1.329
195
120
-
75
-
-
TOTAL
109.871
46.885
4.461
14.200
23.889
2.924
1.411
1.028.453,50
64.050,85
155.910,00
51.654.318,70
Fonte: CNEC (2008).
Na assistência social, efetivada pela concessão de bolsas de estudo e pela manutenção de
programas e projetos socioassistenciais, socioeducacionais e socioculturais, beneficiou com Bolsas de
Estudo a 46.885 alunos, segundo a comprovada necessidade, atestada pela análise individual da
condição socioeconômica de cada candidato, e com respaldo no investimento de R$51.654.318,70
(cinqüenta e um milhões seiscentos e cinqüenta e quatro mil trezentos e dezoito reais e setenta
centavos) em gratuidade5. As Bolsas de Estudo foram assim distribuídas:
Bolsas Integrais 100%: 4.461
Bolsas Parciais
- até 25%: 14.200
- de 25,1 até 50%: 23.889
- 50,1 até 75%: 2.924
- 75,1 até 99,99%: 1.411
5
Informação constante do Balanço Contábil – Financeiro Consolidado.
24
TABELA 3 - ESTATISTICA BOLSAS PROUNI – PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS
UF
BOLSAS
PARCIAIS
50%
2
BOLSAS
PARCIAIS
25%
-
TOTAL/ESTADO
DF
BOLSAS
INTEGRAIS
100%
99
ES
17
-
-
17
MG
232
50
-
282
MT/MS
29
7
-
36
PR/SP
99
20
-
119
RJ
44
5
-
49
RS
469
142
5
616
SC
189
65
-
254
TOTAL
1.178
291
5
1.474
101
Fonte: CNEC (2008).
Dentre estas bolsas estão contabilizadas as Bolsas de Estudo concedidas pelas Instituições
Cenecistas de Ensino Superior – ICES com base na parceria CNEC/PROUNI – Programa Universidade
Para Todos6, destacando-se:
Bolsas Integrais 100%: 1.178
Bolsas Parciais de 50%: 291
Bolsas Parciais de 25%: 5
TABELA 4- ESTATISTICA DA GRATUIDADE REALIZADA NOS PROJETOS DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL
UF
6
AM
NÚMERO
DE PAS
1
NÚMERO
DE ASSISTIDOS
60
INVESTIMENTO
(R$)
36.426,05
CE/MA
9
2.542
990.027,55
DF/GO
1
83
28.763,58
MG
5
388
786.119,11
MT/MS
23
2.525
PE
1
59
24.331,50
PR/SP
5
121
155.257,02
PI
3
187
90.002,73
RS
32
1.848
1.258.744,47
SC
18
1.200
1.651.473,82
SE
7
223
TOTAL
105
9.236
1.172.372,98
64.946,54
6.258.465,11
As bolsas concedidas pelo regime PROUNI estão compreendidas no cômputo geral de Bolsas de Estudo de cada
Estado e do Consolidado Nacional, apenas destaca-se para melhor visualização da parceria CNEC/PROUNI.
25
Na assistência social, pela manutenção de 105 projetos e ou programas, a CNEC atendeu
gratuitamente a 9.236 pessoas em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco social, público-alvo
definido na Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, qual seja: crianças, adolescentes, jovens,
adultos, idosos, portadores de necessidades especiais e suas famílias, a partir do investimento de
R$6.258.465,11 (seis milhões duzentos e cinqüenta e oito mil quatrocentos e sessenta e cinco reais e
onze centavos) no exercício.
TABELA 5 - CONSOLIDADO NACIONAL DOS INVESTIMENTOS EM GRATUIDADE
TRIBUTO
Bolsas de Estudo
VALOR – EM R$
51.654.318,70
Projetos e Programas de Assistência Social
6.258.465,11
TOTAL
57.912.783,81
TABELA 6 - CONSOLIDADO NACIONAL DA ISENÇÃO USUFRUÍDA PELA PESSOA JURIDICA
TRIBUTO
VALOR EM R$
Contribuição Patronal
28.547.533,50
SAT – Seguro de Amparo ao Trabalhador
1.430.916,32
Terceiros
6.306.434,94
TOTAL
36.284.884,76
Neste contexto, somado o custo das Bolsas de Estudo ao custo da manutenção dos Projetos e
Programas de Assistência Social, em 2007, a CNEC investiu R$57.912.783,81 (cinqüenta e sete
milhões novecentos e doze mil setecentos e oitenta e três reais e oitenta e um centavos) em gratuidade,
que significam 21,25% da sua receita bruta, na forma da lei, e usufruiu em isenções o valor de
R$36.284.884,76 (trinta e seis milhões duzentos e oitenta e quatro mil oitocentos e oitenta e quatro reais
e setenta e seis centavos) que representam os benefícios fiscais relativos às contribuições
previdenciárias.
TABELA 7 - ESTATÍSTICA DE OUTRAS BOLSAS CONCEDIDAS
7
UF
AL
AM
BOLSAS DE CCT7
23
32
BA
48
19.544,70
-
-
CE/MA
368
247.206,19
-
-
DF-GO
75
111.015,24
32
CUSTO (R$)
27.800,00
84.540,00
BOLSAS DO FIES8
-
CUSTO (R$)
-
156.468,48
As bolsas de estudo concedidas em razão das disposições das Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho que
vigoraram para as categorias empregadas na Associação não são contabilizadas como gratuidade, segundo as
normas legais, constam do relatório apenas como registro dos benefícios concedidos aos empregados da
Instituição.
8
As bolsas de estudo concedidas pela via do FIES – Fundo de Financiamento Estudantil não são contabilizados
como gratuidade, segundo determinam as normas legais.
26
UF
ES
BOLSAS DE CCT9
32
CUSTO (R$)
BOLSAS DO FIES10
54.768,00
7
MG
560
1.504.634,24
79
245.462,78
MT/MS
246
397.860,58
2
3.040,00
PB
-
-
-
-
PE
99
124.404,25
-
-
PI
18
17.945,27
-
-
PR/SP
228
371.495,53
6
17.890,80
RJ
744
1.654.592,73
-
-
RN
-
-
-
-
RS
360
606.708,35
169
675.379,86
SC
405
602.732,13
26
111.721,42
SE
16
10.432,50
-
TOTAL
3.254
5.835.679,71
321
CUSTO (R$)
24.720,00
1.234.683,34
Além das Bolsas de Estudo concedidas em regime de gratuidade, com o compromisso de
promover a formação e a melhoria contínua dos seus recursos humanos – empregados e dependentes e, no pleno cumprimento no disposto nas Convenções/Acordos Coletivos de Trabalho celebrados em
cada Estado e ou Região onde estão estabelecidas as unidades mantidas, a CNEC concedeu 3.254
bolsas de estudo a empregados, seus filhos e ou dependentes, somando o investimento de
R$5.835.679,71 (cinco milhões oitocentos e trinta e cinco mil seiscentos e setenta e nove reais e setenta
e um centavos).
As Instituições Cenecistas de Ensino Superior – ICES, também possibilitaram aos seus alunos,
por via da adesão ao FIES, o acesso ao financiamento estudantil, tendo como resultado o beneficio de
contratação para 321 estudantes, ao investimento de R$1.234.683,34 (um milhão duzentos e trinta e
quatro mil seiscentos e oitenta e três reais e trinta e quatro centavos). 11
1.2.5 Objetivos Gerais e Metas Institucionais da Mantida FCJ
As metas institucionais apresentadas para o qüinqüênio (2007 – 2011) são as seguintes:
b) Introdução de novos cursos de graduação e de pós-graduação lato-sensu e
stricto-sensu.
c) Desenvolvimento de projetos de Iniciação Científica.
d) Integração do ensino às atividades de pesquisa e de extensão, realçando um
novo fundamento e uma nova forma de estágios e de práticas profissionais.
e) Alteração e atualização curricular dos cursos oferecidos pela instituição, de
acordo com as necessidades e as possibilidades vigentes no momento.
f) Qualificação no emprego das novas tecnologias da informação e da
comunicação.
9
As bolsas de estudo concedidas em razão das disposições das Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho que
vigoraram para as categorias empregadas na Associação não são contabilizadas como gratuidade, segundo as
normas legais, constam do relatório apenas como registro dos benefícios concedidos aos empregados da
Instituição.
10
As bolsas de estudo concedidas pela via do FIES – Fundo de Financiamento Estudantil não são contabilizados
como gratuidade, segundo determinam as normas legais.
11
No capítulo 4, relacionado ao Corpo Discente, encontra-se a planilha de bolsistas da FCJ.
27
g)
h)
i)
j)
Aumento da produção científica.
Ampliação da sua infra-estrutura física e tecnológica;.
Atualização do Processo de Avaliação Institucional, interna e externa.
Implementação de uma política de Capacitação de Recursos Humanos a partir
da implementação gradativa do Programa de Capacitação Docente que amplie
os atuais indicadores de titulação do corpo docente.
k) Ampliação da rede de intercâmbio, com vistas ao desenvolvimento de
programas interinstitucionais, nacionais e internacionais.
l) Estímulo ao intercâmbio de pesquisadores da instituição, em nível local,
nacional e internacional.
m) Qualificar continuamente o pessoal técnico-administrativo.
O cronograma, no capítulo 9, apresenta o detalhamento de ações para apreciação e análise.
Para atingir a estes objetivos a FCJ apresenta como prioridades para o ensino, pesquisa e
extensão mediante a transmissão e a produção do conhecimento, o resgate da cidadania, a geração e
transferência de tecnologia de serviços especiais.
Sendo assim, são atribuições da FCJ junto à Mantenedora:
a) contribuir para uma política de melhoria dos padrões gerenciais e da
qualidade dos serviços;
b) participar da elaboração e implementação do Planejamento Estratégico e
da Avaliação Institucional para melhor ajustar os serviços às demandas
dos mercados atuais e futuros;
c) apresentar as diretrizes norteadoras dos planos de qualificação e de
carreira, especialmente do corpo docente.
Desta forma, é de fundamental importância conhecer a regional de inserção.
1.3 INSERÇÃO REGIONAL: DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS
Uma das maiores preocupações de muitos municípios brasileiros é a qualidade de vida.
A
mudança do perfil econômico principalmente dos municípios da região sul do Brasil foi determinante
para a melhoria deste índice. Uma das formas de se medir a qualidade de vida de uma localidade é o
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
As Nações Unidas criaram, em setembro de 2003, um Atlas sobre o desenvolvimento humano
dos estados e cidades brasileiras durante a década de 1990. Entre os estados, o Distrito Federal ficou
em primeira posição seguido de Santa Catarina e São Paulo. (RANKBRASIL, 2007)
Os Estados do sul do país, mais especificamente a região norte do Estado de Santa Catarina,
caracteriza-se por elevado padrão financeiro e cultural, se comparados a outros Estados da Federação.
A pujança econômica regional oportuniza maiores investimentos na área de educação, os quais
justificam a boa colocação de cidades catarinenses na classificação do IDH realizado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e publicado na Revista Veja (Maio de 2004). Entre as dez
primeiras colocadas encontram-se duas cidades catarinenses (Florianópolis e Balneário Camboriú) que
obtiveram este sucesso em decorrência da verificação de concentração de jovens na faixa etária entre
18 e 24 anos, matriculados no ensino superior.
28
Segundo a referida matéria jornalística, verifica-se nestas cidades e em seus arredores o
crescimento de atividades industriais gerando a necessidade de mão-de-obra especializada, o que
acabou alavancando o ensino básico e médio.
O IDH mede o nível de desenvolvimento humano dos países, estados e cidades. Ele utiliza como
critério a educação, ou seja, alfabetização e taxa de matrícula – com uma estreita relação com
investimentos realizados nas áreas de ensino básico e média -, longevidade, que seria a média de vida
ao nascer e renda per capita (PIB).
TABELA 8- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO, PRINCIPAIS CIDADES CATARINENSES
IDH
Fpolis
Joaçaba
Jlle
JGS
Chapecó
Tubarão
Criciúma
Posição Estadual
1º
3º
4º
9º
15º
20º
48º
Posição Nacional
4º
10º
14º
32º
42º
61º
198º
Fonte: IPPUJ (2008).
Para compor este índice - IDH, de forma mais específica, destaca-se o comparativo entre
os indicadores de taxa de alfabetização e renda de algumas das principais cidades de Santa
Catarina.
TABELA 9 - DADOS DEMOGRÁFICOS DE ALGUMAS CIDADES CATARINENSES
Cidade
Pop. Total
2008
Pop. 18 a
19 anos
Pop. 20 a
24 anos
Pop. 25 a
29 anos
Total
Público
Alvo
Total
(%)
Pop.
Joinville
492.101
17.682
40.553
37.906
96.141
5,1
Florianópolis
396.723
15.070
35.093
30.352
80.515
4,9
Blumenau
292.972
10.294
24.576
23.516
58.386
5,0
Jaraguá do Sul
129.973
4.466
11.239
10.627
26.332
4,9
São Bento do Sul
72.548
3.002
6.904
5.995
15.901
4,6
São Francisco do Sul
37.613
1.288
2.838
2.436
6.562
5,7
Barra Velha
18.575
532
1.286
1.286
1.122
6,3
Fonte: IBGE/IPPUJ (2009).
TABELA 10- COMPARATIVO: TAXA DE ALFABETIZAÇÃO, RENDA PER CAPITA E POPULAÇÃO
Renda
Taxa de
per
Cidades
Alfabetização capita População
Florianópolis
96,44
701,42
396.723
Joinville
92,26
407,60
487.003
Criciúma
90,52
407,95
170.420
Lages
87,57
335,45
161.583
Chapecó
94,98
341,64
146.967
São Miguel do Oeste
92,81
303,37
32.324
Joaçaba
95,13
451,77
24.066
Jaraguá do Sul
97,35
414,14
129.973
Tubarão
94,6
382,69
88.470
Fonte: IBGE (2007) - IPPUJ (2008).
29
Nota-se, na Tabela 9, que a taxa de alfabetização do Município de Joinville, em relação a todo o
Estado, só é inferior ao Município de Florianópolis. Este dado demonstra o resultado da adoção de
políticas voltadas à formação educacional do cidadão joinvilense e que resultam, após a conclusão do
ensino médio, em significante incremento na demanda por cursos superiores.
O ensino em Joinville acompanhou a caminhada do setor econômico da cidade e se adaptou a
ele.
As Instituições de Ensino Superior locais se mobilizaram para a formação de mão-de-obra,
principalmente das voltadas para o estímulo e desenvolvimento do empreendedorismo e da tecnologia.
Destaca-se também o número de Escolas Técnicas Profissionalizantes, as quais vêm incentivando o
direcionamento de inúmeros jovens, principalmente, na busca de uma formação superior que atenda a
demanda por profissionais na indústria, comércio e serviços da localidade. Neste papel a unidade
cenecista de Joinville se destaca. Outro dado relevante diz respeito, conforme tabelas a seguir, a
população do município, concentrada na área urbana da cidade, reforçando a afirmação de que a curto
e médio prazo, ocorrerá um sensível incremento na demanda pelo ensino superior.
TABELA 11 - CRESCIMENTO POPULACIONAL DE JOINVILLE
Ano
Urbana
(%)
1980
222.273
97,77
1991
334.674
96,65
1996
372.691
96,27
1998
386.945
96,13
2000
414.350
95,87
2001
422.221
95,77
2002
430.201
95,69
2003
438.331
95,61
2004
446.616
95,53
2005
455.057
95,45
2006
496.051
95,04
2007
487.003
95,13
2008
492.101
95,07
Nota: de 2001 a 2008 são dados estimativos.
Fonte: IPPUJ- Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville, (2008).
TABELA 12 - DADOS POPULACIONAIS DE JOINVILLE (SEXO, IDADE, CLASSE SOCIAL)
Descrição
Total População
(%)
Joinville/SC
492.101
100
Mulheres
247.184
51
Homens
244.917
49
25 a 49 anos
(%)
Mulheres
84.796
17,41
Homens
83.246
17,13
A - B e C1 (55,83%)
(%)
Mulheres
4.734
10
Homens
3.260
7
Descrição por Idade
Demanda Prévia por Classe
Fonte: IBGE (2007) – Critério Brasil (2009).
30
Conforme apresentado acima, a população total do município é de 491.101 habitantes, formada
por 244.917 homens e 247.184 mulheres. A população por faixa etária, dentre o público que faz parte do
perfil de acadêmicos da FCJ de 25 a 49 anos, está distribuído da seguinte forma: 20 a 29 anos 18,7%
(46.457 habitantes), de 30 a 39 anos 16,5% (40.205 habitantes) e de 40 a 49 anos 14,5% (34.891
habitantes). Vale ressaltar que a base econômica industrial de Joinville gerou
o crescimento
populacional da cidade, revertendo no aumento populacional de 1,89% no período de 2000 a 2008,
segundo estimativas do IBGE.
O dado estatístico populacional associado ao aumento no número de abertura de empresas,
reforça a conclusão pela necessidade da formação em nível superior (bacharelado e tecnologia) que
possa desenvolver habilidades, no âmbito da gestão e do empreendedorismo, de acordo com a vocação
da região e conforme o Planejamento Estratégico Municipal.
TABELA 13 – ABERTURA DE EMPRESAS E EMPREGOS GERADOS EM JOINVILLE, POR SETOR
DE ATIVIDADE
Atividades
Econômicas
Empresas
Indústria
Comércio
Serviços
Autônomos
Profis.liberais
Total
96
979
1.188
828
131
3.222
Atividades
Econômicas
Indústria
Comércio
Serviços
Autônomos
Profis.liberais
Total
1997
Empregos
2005
Empresas
51
595
774
111
358
2.329
396
979
1.612
828
131
3.946
(%)
2,7
31,5
41,0
5,8
19,0
100
Empresas
1998
Empregos
106
1.018
1.167
530
128
2.949
501
1.018
1.325
530
128
3.502
2006
Empresas
61
547
927
430
270
2,235
Empresas
1999
Empregos
142
1.178
1.291
600
119
3.330
2000
Empregos
140
1.050
1.256
697
112
3.255
467
1.050
1.362
697
112
3.688
604
1.178
1.554
600
119
4.055
2007
(%)
2,7
24,5
41,5
19,2
12,1
100
Empresas
Empresas
62
721
1065
102
216
2.166
2008
Empresas
6
70
196
70
33
375
(%)
2,9
33,3
49,2
4,7
10
100
Fonte: Secretaria Municipal da Fazenda/Cadastro Técnico – 2008/1
TABELA 14 – NÚMERO DE EMPRESAS EM JOINVILLE, POR SETOR DE ATIVIDADE
Atividades
Econômicas
Comércio
Indústria
Serviços
Autônomos
Total
Atividades
Econômicas
1993 /
1994
1994 /
1995
1995 /
1996
1996 /
1997
1997 /
1998
1998 /
1999
1999 /
2000
7.030
1.389
7.878
9.264
25.561
7.241
1.409
8.191
9.727
26.568
8.952
1.604
9.905
11.125
31.586
10.152
1.760
10.409
13.314
35.635
7.654
1.257
8.327
8.269
25.507
8.634
1.380
9.340
8.390
27.744
10.471
1.683
12.679
9.130
33.963
2001
2002
2003
2004
2005
2006
Comércio
9.421
9.232
10.160
10.314
10.566
9.351
Indústria
1.544
1.514
1.670
1.705
1.698
1.498
Serviços
11.404
11.313
11.531
12.045
12.393
11.806
Autônomos
6.796
6.653
7.128
6.941
6.467
5.596
Total
29.165
28.540
30.489
31.005
31.124
28.251
Fonte: Dados Básicos de Joinville – IPPUJ
1999 – PMJ / Emissão anual de carnês – Julho/99 - 2000 – Registros ativos – Novembro/00
2008 – Secretaria Municipal da Fazenda – (PMJ) – 2008/1
2007
2009
10.544
1.670
13.182
5.721
31.117
10.620
1.676
13.380
5.828
31.504
(%)
1,6
18,7
52,3
18,7
8,8
100
31
Ao analisar os dados de 2008, percebe-se que 41,36% estão ligados ao setor comercial, 6,53% à
indústria, e 52,11% a serviços.
TABELA 15 – COMPARATIVO DO CRITÉRIO DE CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA DO MUNICÍPIO
DE JOINVILLE
Classe
Joinville (%)
Brasil (%)
Faixa de Renda Familiar –
Econômica
R$
A1
6,69
0,72
ACIMA DE 10.903,00
A2
20,68
3,86
5.750,00 - 10.903,00
B1
24,08
8,99
3.100,00 – 5.749,00
B2
22,49
19,30
1.788,00 – 3.099,00
C
21,38
45,78
717,00 – 1.787,00
D
4,12
19,51
451,00 – 716,00
E
0,56
1,84
ATÉ 450
Fonte: IPPUJ (2008)
TABELA 16 – POTENCIAL DE CONSUMO POR CLASSE / ANO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE
Classe
Valores em Reais (R$)
Econômica
A1
1.449.066.092,00
A2
1.155.522.019,00
B1
1.345.537.411,00
B2
1.256.517.740,00
C
1.194.588.224,00
D
230.051.230,00
E
9.133.277,00
RURAL
22.167.886,00
Fonte: IPPUJ (2008)
TABELA 17 - POTENCIAL ECONÔMICO DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE
Nº
Empregos
PIB
Indústrias
Exportação
Classificação
Tributos e
Faturamento
Estado
Econômica
Taxas
Anual
Indústrias
1.676
58 mil
5,52%
20%
3º
15
14,8
Pólo
Cresce
Total do
Do Total
Maior Pólo
Figura entre
Bilhões
Industrial
5,6% aa
Brasil
Região Sul
as maiores
Fonte: IPPUJ (2008)
32
TABELA 18 – PRODUTO INTERNO BRUTO DA REGIÃO SUL
Estados
PIB (em R$
(%) do PIB
(%) do PIB
PIB per capita
1.000,00)
nacional
regional
Paraná
136.681.933
6,4
34,2
13.158,00
Santa Catarina
93.193.324
4,0
21,5
15.638
Rio Grande do Sul
153.883.171
8,2
44,3
14.310,00
Fonte: IBGE (2006)
TABELA 19 – PIB PER CAPITA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE
Ano
PIB
Renda per Capita
2001
5.050.075.612,67
11.321,41
2002
5.261.140.317,12
11.594,39
2003
6.162.861.469,00
13.351,78
2004
6.617.500.000,00
13.959,00
2005
7.110.290,000,00
14.910,00
2006
7.337.060.150,00
15.390,00
2007
9.149.044.000,00
18.786,00
Fonte: IPPUJ (2008)
Apesar da forte crise econômica mundial, que abala a estrutura do mercado global (internacional),
o segmento da construção recebeu forte incentivo (apoio) financeiro do governo federal. Nesse sentido,
destacou-se a área específica na tabela acima, para enfatizar a riqueza (potencial econômico) do
Município de Joinville, que justifica por sua vez, os cursos de bacharela na área de administração e de
tecnologia na área logística e comercial. A seguir, apresenta-se o cenário do ensino superior na região
de Joinville, considerada como a 5ª região (geo-educacional)12, que está agregada aos seguintes
municípios: Araquari, Balneário Barra do Sul, Barra Velha, Garuva, Itapoá, São Francisco do Sul e São
João do Itaperiú. Cumpre ressaltar que todas as instituições de ensino superior relacionadas a seguir
estão instaladas em Joinville.
TABELA 20 –PROJEÇÃO (%) DE CRESCIMENTO DAS FACULDADES NO ESTADO DE SANTA
CATARINA
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019
20%
20%
20%
20%
20%
20%
20%
20%
20%
20%
Fonte: MEC (2009)
Percebe-se que na projeção do MEC para o período de 2010 a 2019, o crescimento das
faculdades catarinenses se manterá em 20%, ao contrário do crescimento acelerado de 400% no oito
anos anteriores.
12
As 26 regiões educacionais foram estabelecidas pela Secretaria Estadual da Educação do Estado de
Santa Catarina – Coordenadoria Regional de Ensino (CRE). Os critérios de agrupamento (constituição)
são definidos pelas características geográficas, tais como: relevo, acesso aos municípios e,
principalmente, a concentração dos concluintes do ensino médio nas respectivas regiões.
33
TABELA 21 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE JOINVILLE
Número de
escolas
Número de
alunos
Educação Infantil
27
2.036
Ensino Fundamental
36
23.027
Ensino médio
27
18.736
Ensino profissionalizante
01
1.040
Educação de Jovens e Adultos
01
6.566
Total
92
51.405
Nível
Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008)
TABELA 22 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE JOINVILLE
Nível
Número de
escolas
Número de
alunos
Educação Infantil
71
4.213
Ensino Fundamental
87
46.341
Educação de Jovens e Adultos
NI
8.402
158
58.956
Total
Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008)
NI - Dado não informado
TABELA 23 – NÚMERO DE ALUNOS EM ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE
Nível
Número de
escolas
Número de
alunos
Educação Infantil
99
4.003
Ensino Fundamental
22
7.230
Ensino médio
15
4.972
Total
136
16.205
Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008)
TABELA 24 - RELAÇÃO DE ESCOLAS PARTICULARES DE JOINVILLE QUE ATUAM NAS ÁREAS
DE EDUCAÇÃO INFANTIL, FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO
Colégio Santo Antônio
Instituto Superior e Centro Educacional Luterano Bom Jesus
Colégio Cenecista José Elias Moreira
Colégio da Univille
Colégio dos Santos Anjos
Colégio Técnico Joinvilense
Colégio Adventista de Joinville
Colégio Esquema Objetivo
Escola Técnica Tupy
Fonte: Secretaria de Educação e Cultura - PMJ (2008)
34
TABELA 25 – NÚMERO DE IES ATUANTES EM JOINVILLE – QUANTIDADE DE CURSOS E
ACADÊMICOS
Nº de
cursos
N de
acadêmicos
FCJ- Faculdade Cenecista de Joinville
5
1.470
Associação Catarinense de Ensino (ACE)
6
1.027
Inst. Educ. Luterano de Sta. Catarina (IELUSC)
5
1.015
Inst. de Ensino Superior de Joinville (IESVILLE/Rede Anhanguera)
8
2260
Soc. Educacional de Santa Catarina (SOCIESC)
7
1.123
Univ. do Estado de Santa Catarina (FEJ/UDESC)
8
2.210
22
7.348
3
56
Entidades
Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE)
Instituto De Ensino Superior Santo Antonio (INESA)
Fonte: Acafe, (2007).
TABELA 26 – OFERTA DE VAGAS NAS IES DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE- ANO DE: 1975–19801990-1998 – 2000 E 2008
IES/PERÍODO
1975
1980
1990
1998
2000
2008
Instituto Superior de Tecnologia – IST – Sociedade
Educacional de Santa Catarina – SOCIESC
0
0
0
0
160
844
FCJ- Faculdade Cenecista de Joinville
0
0
0
0
200
1570
Universidade da Região de Joinville - Univille
600
1210
680
1460
1570
1800
Associação Catarinense de Ensino-ACE
470
470
470
470
522
500
Instituto de Ensino Superior de Joinville-IESVILLEColégio Nova Era/Anhanguera
0
0
0
0
0
2850
Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina- Ielusc Bom Jesus Comunidade Evangélica de Joinville - CEJ/UP
0
0
0
0
200
235
Universidade do Desenvolvimento de Santa Catarina –
UDESC-FITEJ- Fundação Instituto Joinville
120
220
320
440
410
370
Total
1190
1900
1470
2610
5382
10177
Fonte: Acafe, IST, FCJ, Univille, ACE, Iesville, Ielusc, Utesc. 2007.
Percebe-se que o número de vagas no ensino superior na região sextuplicou entre os anos de
1975 e 2008.
Na tabela a seguir apresenta-se a relação das demais IES´s do município de Joinville, destacando
a quantidade de vagas dos cursos similares, também ofertados pela FCJ.
35
TABELA 27 – OFERTA DE VAGAS DE OUTRAS IES´S EM CURSOS SIMILARES À FCJ
IES/PERÍODO
Cursos
Instituto Superior de Tecnologia – IST –
Sociedade Educacional de Santa Catarina –
SOCIESC
Bacharelado em Administração – Matutino
Bacharelado em Administração – Noturno
Bacharelado em Sistemas de Informação Noturno
Bacharelado em Direito – Matutino
Bacharelado em Direito – Noturno
Tecnologia em Gestão da Qualidade
Tecnologia em Logística
Bacharelado em Administração
Bacharelado em Direito matutino
Bacharelado em Direito noturno
Bacharelado em Direito – Noturno
Bacharelado em Sistemas de Informação
Bacharelado em Administração – Matutino
Bacharelado em Administração – Noturno
Bacharelado Administração – Habilitação em Gestão de
Negócios – Matutino
Bacharelado Administração – Habilitação em Gestão de
Negócios – Noturno
Desenvolvimento de Sistemas de Informação
Marketing – Noturno
Comunicação Social – Publicidade e Programada
Matutino
Universidade da Região de Joinville – Univille
(Privada)
Associação Catarinense de Ensino-ACE
Instituto de Ensino Superior de JoinvilleIESVILLE-Colégio Nova Era/Anhanguera
Instituto Educacional Luterano de Santa
Catarina- Ielusc - Bom Jesus Comunidade
Evangélica de Joinville - CEJ/UP
Universidade do Desenvolvimento de Santa
Catarina – UDESC-FITEJ- Fundação Instituto
Joinville – (Pública)
Instituto de Ensino Superior Santo Antônio –
INESA
TOTAL
Fonte: Acafe (2008)
Qtde
Vagas/
Área
30
40
40
30
40
50
50
56
28
33
100
60
100
350
150
150
100
200
50
Bacharelado Ciência da Computação
40
Bacharelado em Administração- Noturno
80
1.777
1.4 ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL
A FCJ- Faculdade Cenecista de Joinville vinculada ao Sistema Federal de Ensino, mantida pela
Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, CNEC, credenciada pela Portaria Ministerial nº 859,
de 21 de Junho de 2000, publicada no DOU de 26/06/2000, seção 1, página 13, conta atualmente com
os seguintes cursos de graduação (bacharelado e tecnólogos):
36
QUADRO 5 - DOS CURSOS DE ENSINO SUPERIOR DA FCJ E OS ATOS NORMATIVOS –
PORTARIAS DE AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO
Nº
CURSO
NOME DO CURSO
LINHA DE FORMAÇÃO
ESPECÍFICA/
MODALIDADE
ATO NORMATIVO DE AUTORIZAÇÃO/
RECONHECIMENTO
1
ADMINISTRAÇÃO
MATUTINO
NOTURNO
BACHARELADO
EMPRESAS E
NEGÓCIOS
AUT. PORT. Nº 859 – DOU Nº 121, DE 26/06/2000
REC. PORT. Nº 2272 - DOU Nº 150, DE 05/08/2004
Nº PROTOCOLO SOLICITAÇÃO DE RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO: 20077302, DE 09/08/2007
2
ADMINISTRAÇÃO
NOTURNO
BACHARELADO
MARKETING
AUT. PORT. Nº 859 – DOU Nº 121, DE 26/06/2000
REC. PORT. Nº 2272 – DOU Nº 150, DE 05/08/2004
Nº PROTOCOLO SOLICITAÇÃO DE RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO: 20077307, DE 09/08/2007
3
ADMINISTRAÇÃO
NOTURNO
BACHARELADO
NEGÓCIOS
INTERNACIONAIS
AUT. PORT. Nº 811 – DOU Nº 59, DE 27/03/2002
REC. PORT. Nº 4.558 - DOU Nº 250, DE 29/12/2005
4
ADMINISTRAÇÃO
NOTURNO
BACHARELADO
GESTÃO DE PESSOAS
PORT. DE ALTERAÇÃO DE MATRIZ CURRICULAR Nº
135, 16 DE 16/07/2007, SEÇÃO 3.
PARECER CES Nº 236/2005
RESOLUÇÃO CNE Nº 4/2005
5
ADMINISTRAÇÃO
NOTURNO
BACHARELADO
PRODUÇÃO E
OPERAÇÕES
PORT. DE ALTERAÇÃO DE MATRIZ CURRICULAR Nº
135, 16 DE 16/07/2007, SEÇÃO 3.
PARECER CES Nº 236/2005, DE 03/0E/2005
RESOLUÇÃO CNE Nº 4/2005, DE
6
SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
MATUTINO E NOTURNO
BACHARELADO
AUT. PORT. Nº 813 – DOU Nº 59, DE 27/03/2002
REC. PORT. Nº 4.557 - DOU Nº 250, DE 29/12/2005
7
TURISMO
NOTURNO
BACHARELADO
AUT. PORT. Nº 812 – DOU Nº 59, 27/03/2002
REC. PORT. Nº 4.559 - DOU Nº 250, DE 29/12/2005
8
DIREITO - TURNO:
MATUTINO
NOTURNO
BACHARELADO
DIREITO EMPRESARIAL
AUT. PORT. Nº 669 – DOU Nº 52, DE 16/03/2006
9
GESTÃO DA QUALIDADE
MATUTINO E NOTURNO
TECNOLOGIA
AUT. PORT. Nº 42 - DOU Nº 148, DE 03/08/2006
10
GESTÃO DESPORTIVA E DE
LAZER
NOTURNO
TECNOLOGIA
AUT. PORT. Nº 54 - DOU Nº 170, DE 04/09/2006
11
GESTÃO COMERCIAL
TECNOLOGIA
AUT. POR. Nº517- DOU, 193, DE 05/10/2007.
12
LOGÍSTICA
TECNOLOGIA
AUT. POR. Nº600- DOU, DE 14/12/2007.
Notas:
2) As datas do DOU referem-se ao dia de publicação no DOU – Diário Oficial da União.
1) A FCJ destina vagas aos candidatos aprovados no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio. Os interessados
deverão fazer a inscrição conforme disposto neste edital e obrigatoriamente entregar o Boletim do ENEM na
Secretaria Acadêmica, para a devida análise das notas, não sendo necessário se submeterem à prova, se
aprovados (classificados) de forma antecipada.
37
QUADRO 6 - QUANTIDADE DE VAGAS AUTORIZADAS DOS CURSOS SUPERIORES DA FCJ
Nº
CURSO
NOME DO CURSO
1
ADMINISTRAÇÃO
LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA/
M
N
50
150
00
100
00
50
MODALIDADE
BACHARELADO
EMPRESAS E NEGÓCIOS
2
ADMINISTRAÇÃO
BACHARELADO
MARKETING
3
ADMINISTRAÇÃO
BACHARELADO
NEGÓCIOS INTERNACIONAIS
4
ADMINISTRAÇÃO
GESTÃO DE PESSOAS
50
50
5
ADMINISTRAÇÃO
PRODUÇÃO E OPERAÇÕES
00
50
6
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
BACHARELADO
40
40
7
TURISMO
BACHARELADO
50
100
8
DIREITO
BACHARELADO
100
100
DIREITO EMPRESARIAL
9
GESTÃO DA QUALIDADE
TECNOLOGIA
80
80
10
GESTÃO DESPORTIVA E DE
LAZER
TECNOLOGIA
80
80
11
GESTÃO COMERCIAL
TECNOLOGIA
80
80
12
LOGÍSTICA
TECNOLOGIA
80
80
SUB TOTAL
610
960
TOTAL DE VAGAS OFERECIDAS NOS PERÍODOS MATUTINO E NOTURNO
Nota: a partir do ano letivo de 2008 são ofertadas 450 vagas para o curso de Administração.
1570
38
2 GESTÃO INSTITUCIONAL: PLANEJAMENTO DA ÁREA ADMINISTRATIVA
2.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DA FCJ
As Faculdades Cenecistas, de um modo geral, adotam, como objetivo institucional, a
administração participativa e democrática, prevista no Regimento Interno de sua Mantenedora (CNEC),
considerando que prevê a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica, nas mais
diversas esferas hierárquicas.
Os professores participam intensamente na administração quer de forma direta, quer de forma
indireta. Para tanto, a partir do ano letivo de 2009 a FCJ está identificando o seu NDE- Núcleo Docente
Estruturante.
Neste contexto, o Projeto Institucional, Pedagógico e de Ensino da FCJ está assentado nas
redefinições dos eixos básicos subjacentes ao processo educativo.
Parte-se do reconhecimento do papel fundamental das Instituições na produção, transmissão e
socialização do conhecimento socialmente válido em toda a sociedade, não apenas como conteúdos
cognitivos, mas, também como valores, atitudes e habilidades que se dissemina na sociedade, a partir
da escola.
Desta forma, a FCJ está comprometida com a qualidade entendida como excelência acadêmica,
assumindo a responsabilidade de potencializar a capacidade de seus docentes e discentes.
Os aspectos operacionais da execução do Projeto Institucional Pedagógico e de ensino são
discutidos pela comunidade da FCJ para que todos os segmentos da mesma, em todas as suas
dimensões, sejam, de fato, agentes transformadores da sociedade.
O que se deverá manter e garantir é a consistência na ação pedagógica, a avaliação dos
objetivos propostos e a unicidade filosófico-educacional do projeto pedagógico, bem como o perfil do
profissional que se deseja formar.
2.2 INSTÂNCIAS DE DECISÃO E ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL
2.2.1 Órgãos Colegiados: Composição
São órgãos da FCJ: Conselho Superior; Colegiado Acadêmico, Colegiado de Curso; Direção;
Coordenações de Cursos, entre outros órgãos complementares. As atividades e vinculações do(s)
órgão(ãos) são definidas no Regimento Geral, aprovado pelo Conselho Superior, ouvido o Colegiado
Acadêmico.
2.2.2 Atribuições e Competências do Conselho Superior
Conforme Art. 7º do RI - O Conselho Superior, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e
deliberativa, é constituído:
I. O Diretor, como Presidente;
II. O Vice-Diretor, como Vice-Presidente, quando for o caso;
39
III. Um Coordenador / Gestor de Curso de Graduação; eleito pelos seus pares
IV. Um Docente, eleito pelos seus pares;
V. Um representante da comunidade, indicado pela Direção Geral da FCJ
VI. Um representante do corpo discente, eleito pelos seus pares sob a coordenação do
Diretório Acadêmico.
VII. Dois representantes da Mantenedora, por ela, indicados; (vide anexo 6).
De acordo com o RI, art. 9º, compete ao Conselho Superior:
I. Aprovar o plano anual das atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo o calendário
acadêmico;
II. Deliberar sobre o Projeto Político Pedagógico da IES;
III. Participar da elaboração do Regimento Interno e suas alterações, submetendo-o a apreciação
da Mantenedora que, após aprovação, o submeterá ao Ministério da Educação;
IV. Instituir cursos de graduação, pós-graduação e outros programas, mediante prévia autorização
da Mantenedora e do Ministério da Educação;
V. Emitir parecer sobre matéria didático-científica, além de aprovar medidas para a melhoria da
qualidade do ensino, pesquisa e extensão;
VI. Aprovar a regulamentação de estágios supervisionados, projetos experimentais, trabalhos de
conclusão de curso e atividades complementares;
VII. Aprovar as normas referentes aos processos seletivos e ingresso nos cursos oferecidos pela
IES;
VIII. Deliberar sobre a constituição de comissões especiais para subsidiar matérias de interesse
acadêmico e administrativo;
IX. Sugerir à Diretoria Estadual de Santa Catarina e à Diretoria Nacional, conforme o caso, nomes
para a direção da IES;
X. Exercer as demais atribuições previstas na legislação do ensino superior e no Regimento
Interno da FCJ.
Através dos Colegiados e das coordenações de cursos a FCJ pretende ampliar os convênios já
estabelecidos com instituições de ensino superior nacionais e as empresas consolidadas na nossa
região em diferentes nichos de mercado. Pretende ainda, maximizar o número de viagens e eventos
com base na reciprocidade, contando com a participação efetiva da comunidade empresarial, alunos e
professores da Graduação. Estas atividades de cooperação e parcerias terão o apoio do NEPE- Núcleo
de Estudos e Pesquisas Empreendedoras. (vide Anexo 3 – Fluxograma da Proposta do NEPE).
2.2.3 Atribuições e Competências do Colegiado Acadêmico
Art. 13 - O Colegiado Acadêmico, órgão superior deliberativo em matéria didático-científica e disciplinar,
é constituído:
I. Pelo Diretor, na qualidade de Presidente do Colegiado;
II.
Pelo Vice-Diretor, na qualidade de Vice-Presidente;
40
III.
Pelo Coordenador de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão;
IV.
Pelos Coordenadores de Cursos;
V.
Por um representante do corpo docente, eleito pelos seus pares;
No Art. 14, do RI, apresenta a competência do Colegiado Acadêmico:
I. articular as relações entre corpo docente, corpo discente e comunidade;
II. unificar as ações, visando a qualidade dos cursos;
III. sugerir o planejamento e a realização de cursos de pós-graduação lato-sensu e stricto sensu,
aperfeiçoamento, e extensão, observadas as normas gerais estabelecidas pelo Conselho
Superior e a legislação pertinente;
IV. discutir as formas de avaliação institucional;
V. planejar e propor atividades de formação e integração docente;
VI. sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e ao desenvolvimento das atividades da
instituição;
VII. promover atividades nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão entre os docentes dos
respectivos cursos, respeitadas as suas especialidades e interesses da comunidade acadêmica;
VIII. opinar sobre dispensa de disciplinas ou unidades curriculares e adaptação de currículos de
acadêmicos transferidos e já diplomados, quando solicitado pelo Colegiado de Curso;
IX. apreciar o plano e o calendário anual das atividades acadêmicas, elaboradas pelo Coordenador
de Curso e aprovado pelo Colegiado do Curso;
X. elaborar, através de ato normativo, indicação das decisões do Colegiado, a respeito da matéria
em análise;
XI. propor à Direção a publicação de estudos e trabalhos realizados.
XII. Avaliar os currículos plenos dos cursos, bem como, o caráter interdisciplinar dos planos de
ensino;
XIII. avaliar as normas e funcionamento do regime acadêmico da faculdade, inclusive a
regulamentação do processo seletivo e dos concursos de seleção de monitores, de bolsistas de
iniciação científica e de professores;
XIV. exercer as demais atribuições que lhe forem delegadas pelo Conselho Superior e pela Direção.
3 CORPO DOCENTE
3.1 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL - CORPO DOCENTE DA FCJ
Os cursos oferecidos pela FCJ, já citados anteriormente, apresentam os seguintes percentuais de
acordo com a qualificação dos seus Professores, conforme quadros a seguir.
3.1.1 Percentual da Titulação do Corpo Docente Geral da FCJ – 1º Semestre/2009
TITULAÇÃO
Especialista
Mestre
Doutor(a)
TOTAL
36
52
5
93
PERCENTUAL
40%
56%
4%
100,00%
TI
02
05
TP
02
04
07
06
H
32
43
05
80
Fonte: Secretaria Acadêmica, (2009).
Em anexo apresenta-se a composição Atual do Corpo Docente: Professor, regime de trabalho
semanal, disciplina lecionada na FCJ. É importante ainda reforçar que os PPC´s de Curso da FCJ
apresentam o corpo docente específico, com a titulação, experiência acadêmica, trajetória profissional
compatível a concepção de cada área de conhecimento.
3.1.2 Titulação e Experiência Profissional e Acadêmica
O Regime Jurídico aplicável ao pessoal docente da Educação Superior da ICES é o da
Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e dispositivos legais que a regulamentam, das
Convenções/Acordos Coletivos de Trabalho vigentes, normas e regulamentos estatutários, regimentais
e resoluções editadas pela CNEC.
O Corpo Docente da ICES é formado por profissionais de notória capacidade profissional
vinculado às áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão e portadores de formação acadêmica compatível
com a área de atuação, e na nova proposta regimental da rede cenecista o quadro docente será
constituído por:
I - Professores do quadro próprio da ICES;
II - Professores Visitantes;
III - Professores Colaboradores.
A contratação de Professores é realizada pelo Diretor da ICES de acordo com as diretrizes
definidas pela Mantenedora.
São definidos como Professores Visitantes aqueles pertencentes a outra Instituição de Ensino e,
como Colaboradores, os professores temporários ou com perfis profissionais especiais, caracterizados
pela especificidade do trabalho ou experiência técnico-científica realizada e notoriedade comprovada.
Os Professores Visitantes e Colaboradores são contratados por prazo determinado, para atender
eventuais necessidades da ICES, em caráter de substituição eventual ou para o desenvolvimento de
programas especiais de Ensino, Pesquisa ou Extensão.
42
O quadro próprio de Docentes da ICES está estruturado em 04 (quatro) categorias funcionais e
04 (quatro) níveis, da seguinte forma:
I - Professor Titular – níveis I, II, III e IV;
II - Professor Adjunto – níveis I, II, III e IV;
III - Professor Assistente – níveis I, II, III e IV; e,
IV – Professor Auxiliar.
Os requisitos para as categorias de Professor Titular, Adjunto, Assistente e Auxiliar são:
I - Professor Titular: ser portador do título de Doutor, na área em que irá atuar;
II - Professor Adjunto: ser portador do título de Doutor ou Mestre, na área em que irá atuar;
III - Professor Assistente: ser portador de título de Doutor, Mestre ou Especialista, na área em que
irá atuar;
IV - Professor Auxiliar: ser portador do título de Graduação ou ser portador do título de
Especialista lato sensu na área em que irá atuar, tendo este último experiência docente inferior a 2
(dois) anos, e que seja aprovado em avaliação realizada pela ICES, disciplinada em regulamento
próprio.
O Professor Auxiliar atuará no apoio às atividades do Professor Titular, Adjunto ou Assistente
responsável pela disciplina.
A carga horária de trabalho dos docentes obedecerá à legislação trabalhista e à
Convenção/Acordo Coletivo de Trabalho vigente. E a contratação depende, ainda, de prévia aprovação
do candidato em processo seletivo, imprescindível na seleção externa e, facultativo para seleção interna
que avaliará:
I - a titulação e a validade dos títulos;
II - a experiência profissional, docente e fora do magistério; e
III - a adequação da formação à disciplina ou atividade para a qual estiver sendo selecionado.
No Processo Seletivo os candidatos deverão passar pela avaliação envolvendo prova de títulos,
entrevista, prova didática mediante aula ministrada sobre um ou mais pontos da disciplina pleiteada, e,
quando necessário, prova escrita de conhecimento.
O Regime de Trabalho dos docentes da ICES compreende:
I - Regime de Tempo Integral, com jornada de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais, das
quais até 50 (cinqüenta por cento) devem ser reservados para estudos, pesquisa, trabalhos de
extensão, planejamento, preparação e correção de provas e exames, reuniões em órgãos colegiados,
trabalhos práticos ou atividades de assessoria, programas de capacitação, gestão, avaliação e
orientação e atendimento a docentes e discentes e, o restante em sala de aula;
II - Regime de Tempo Parcial, com jornada de trabalho de, pelo menos, 12 (doze) horas
semanais, das quais até 25% (vinte e cinco por cento) podem ser reservados para estudos, pesquisa,
trabalhos de extensão, planejamento, preparação e correção de provas e exames, reuniões em órgãos
colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria, programas de capacitação, gestão,
avaliação e orientação e atendimento a docentes e discentes e, o restante em sala de aula;
III - Regime Horista, contratado por hora/aula semanal.
O Professor que também for designado para cargo administrativo terá um contrato de trabalho
específico para cada função, nos termos das respectivas Convenções Coletivas de Trabalho.
43
Os valores remuneratórios do corpo docente serão reajustados na forma da legislação em vigor e
dos Acordos ou Convenções Coletivas de Trabalho.
Dentre as ações previstas no cronograma institucional, pretende-se implantar para 2010, além da
análise curricular e entrevista pessoal para a contratação dos novos professores para o ano letivo
subsequente, adotar o sistema de banca examinadora, ou seja, a partir da formação da citada banca
(gestores dos cursos, direção e professores efetivos da FCJ nas cadeiras específicas), propor aos
docentes candidatos a apresentação de uma aula com base na ementa da disciplina em questão. A
produção científica publicada também é passível de apreciação e análise.
No Departamento Pessoal, há o Quadro Descritivo Suplementar contendo a relação de todos os
docentes ativos,carga horária,formação e valor hora/aula para apreciação e análise .
Resumindo informações:
– O piso do valor hora/aula estabelecido pela Convenção Coletiva dos profissionais da Educação
Superior do Município de Joinville, é de R$13,15;
– A pesquisa salarial desse segmento em Joinville, realizada em Janeiro de 2009, apontou um
valor médio hora/aula de R$19,15;
– Os valores praticados no ano letivo de 2009 na FCJ são os seguintes:
Professor Especialista – R$ 32,98
Professor Mestre
Professor Doutor
- R$ 36,27
- R$ 42,88
3.1.3 Capacitação Docente: Programa de Qualificação
Para manter a qualidade dos serviços educacionais prestados pela FCJ e, principalmente, tornar
homogênea a linha de discurso dos professores da faculdade em relação à missão organizacional e aos
objetivos gerais e específicos da instituição, organiza-se anualmente o programa de Capacitação
Docente. Dentre as temáticas abordadas, destacam-se:
a) Como Apresentar Idéias e Desenvolver Competências e Habilidades na Ação Docente.
b) Identificar as possibilidades de trabalhar a partir de competências em sala de aula no ato
de aprender a aprender;
c) Construir propostas metodológicas para o desenvolvimento e apresentação de idéias com
Competências & Habilidades;
d) Estruturar aulas com o desenvolvimento de habilidades e dinâmicas interativas;
e) Fazer das aulas um espaço de aprendizagem, pesquisa, colaboração, motivação e
resultados.
A FCJ entende que o corpo docente, em especial, os iniciantes em, algumas situações, até
mesmo os veteranos, encontram-se desarmados face às tarefas e situações rotineiras, sobretudo as da
prática pedagógica, didática e da metodologia do ensino. No cotidiano acadêmico, a complexidade da
sala de aula, caracterizada por multidimensionalidade, simultaneidade de eventos, imprevisibilidade de
ações e urgência na imediatividade e unicidade de respostas que deverão ser dadas pelo docente,
constitui sério desafio e temática para estudos constantes.
Desta forma, o quadro que segue é resultado das reflexões / sugestões do Corpo Docente da FCJ
para a melhoria do papel social e pedagógico do professor. Vale ainda destacar, que deste processo
44
reflexivo, “nasceu” um grupo de professores denominado pela FCJ; Grupo de Estudos de Novas
Práticas Pegagógicas”, para dar continuidade ao processo de análise do contexto didático e pedagógico
do ensino superior.
QUADRO 7 – REFLEXÕES DO CORPO DOCENTE QUANTO AO PAPEL SOCIAL E PEDAGÓGICO
Reflexões
Para ser bem sucedida, uma instituição educacional
Como melhorar a qualidade dos cursos de graduação?
deve lidar eficazmente com seu público e gerar alto
Como melhorar o desempenho dos formandos no
nível de satisfação.
mercado de trabalho?
Como avaliá-los eficaz, eficiente e efetivamente?
A faculdade não pode atuar de forma passiva;
Deve ser pró-ativa em suas ações estratégicas;
É fundamental formar cidadãos capazes de atuar na
sociedade, de conhecer seus direitos e deveres, de
compreender o que se passa no mundo.
Análise das Notas do ENADE
Análise do perfil dos calouros (ingressantes), via
relatórios de score dos Processos Seletivos
Interdicisplinariedade
Prazer de aprender é destruído pela segmentação do
saber em partes abstratas não ligadas ao
objeto/objetivo;
Ritos de passagem;
O ônus da quebra de paradigma;
Avaliação interdisciplinar.
Correlação (matemática e estatística)
Elasticidade da demanda (microeconomia)
Custo marginal (contabilidade gerencial)
Orçamento, retorno sobre o investimento
(administração financeira)
Capacidade instalada (administração da produção e
materiais).
Papel do Diretor
Dar o rumo da FCJ;
Administrador de Conflitos;
Solucionador de Problemas;
Catalisador;
Facilitador;
Estabelecer o relacionamento harmônico.
Papel do Gestor
É a sustentação do alcance dos objetivos;
Responsável pelo Ensino, Pesquisa e Extensão;
Multifuncional;
Administrador de conflitos;
Solucionador de problemas.
Papel do Professor
A imagem da FCJ;
Despertar no aluno o interesse em aprender;
Conhecer a realidade do aluno;
Motivar o aluno a colocar em prática o seu saber;
Considerar erros e acertos no processo;
Ter autoridade sem ser autoritário;
Trabalhar as diferenças;
Ninguém é o dono da verdade;
Ultrapassar a função de transmissor de conteúdos;
Fator fundamental de sucesso;
Fraternidade Sim – Paternalismo Não;
Exemplo.
Papel do Acadêmico
Produto/cliente
Comprometimento
Aprender a aprender
Receber a devida atenção com responsabilidade e
Respeitado do início ao fim - Disciplina
seriedade
Pontos a Melhorar
•Interdisciplinaridade
•Maior uniformidade em termos de métodos e padrões de ensino
•Persistir ainda mais quanto a horários / posturas / atitudes
•Refletir sobre aulas de recuperação e seminários compensatórios
•Livro de “cases”
45
Auto Avaliação da Coordenação
•Maior contato e interação com os profs.
•Maior presença junto aos alunos
•Apoio a todos os profs. quanto a questões acadêmicas
•Comprometimento da instituição junto ao corpo docente
•Maior ação quanto ensino-pesquisa-extensão
Fonte: Grupo de Estudos da FCJ, (2008).
3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
O desenvolvimento e aplicação do Programa de Treinamento do Pessoal Técnico-Administrativo,
consiste na aplicação de cursos para qualificar o corpo técnico e administrativo da IES.
É dada ênfase aos seguintes cursos: Informática básica e Informática nos softwares específicos
de secretaria acadêmica, qualidade no Atendimento ao Público, Relações Interpessoais no Trabalho
(Tomada de Decisão e Equipes Autogerenciáveis) e Técnicas de Redação, Oratória, Ética e Postura
Profissional. Além disso, destaca-se a Implantação do Programa de Certificação da Qualidade dos
Processos Administrativos, (ISO9000), e para o sucesso desta meta, o envolvimento dos Dirigentes e
dos Gestores é de fundamental importância.
3.3 EXPERIÊNCIA E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DOS DIRIGENTES – GESTORES
QUADRO 8 - REGIME DE TRABALHO DOS GESTORES E COORDENAÇÃO / CURSOS E DOS
NÚCLEOS DE APOIO
Nome do Docente
Título
Airton Bonet
MSc
Rg. T
H/a
40 –TI
Cargo
Alexandre Ari Monich
MSc
40 – TI
Aluízio Jobede Vilar
MSc
20 – TP
Coordenação da Revista Científica
Amauri Ghislery
MSc
40 –TI
Gestor do Curso de Sistemas de Informação – SI
Déborah Regina Jocham Bahiense
MSc
40 –TI
Gestora Acadêmica do Ensino Superior
Elaine Cristina Borges
Msc
20 – TP
Gestora do Curso de Turismo
Eviline Maria Varela Neermann
MSc
24 –TP
Assessoria do NEPE/Consultoria TCC´s
Fabiane Sapucaia Amarante
MSc
40 – TI
Giovani de Lima
Esp
40 – TI
Assessoria Administrativa –
Gestora do Curso de Administração
Coordenador Núcleo Prática Jurídica
Joloir de Souza
MSc
20 –TP
Gestor Cursos de Tecnologia
Maria de Lourdes Bello Zimath
MSc
40 –TI
Gestora do Curso de Direito
Maria Salete Panza Gonçalves
Esp
40 – TI
Diretora Pedagógica – Núcleo de Apoio Psicopedagógico
Patrícia Luciane Sarli
MSc
40 –TI
Gestora do Curso de Administração
Valdir Corrêa
Esp
20 –TP
Assessoria de Estágios/LABTUR
Wilson Gonçalves
Esp
40 – TI
Gerência Financeira
Coordenação Planejamento Estratégico e Tecnológico
Coordenação e Orientação Psico-pedagógica
Fonte: Secretaria Acadêmica da FCJ, (2009).
Os gestores, em sua maioria mestres, têm dedicação exclusiva para atender a demanda
administrativa e pedagógica da FCJ. Além da gestão direta nas rotinas do ensino superior, a estrutura
técnico-administrativa do campus educacional Elias/FCJ (conforme Organograma Institucional, Anexo
1), dá suporte operacional à IES.
46
4 CORPO DISCENTE: POLÍTICA DE AVALIAÇÃO, ATENDIMENTO E
ACOMPANHAMENTO
4.1 PROCESSO SELETIVO - CONDIÇÕES DE ACESSO - MATRÍCULA E CONTROLE
ACADÊMICO
O processo seletivo13 de ingresso nos cursos de graduação da FCJ destina-se a avaliar os
conhecimentos adquiridos pelos candidatos, que demonstrarem capacidade de aproveitamento nos
estudos/atividades que integrem o curso que desejarem freqüentar e classificá-los, dentro do limite das
vagas oferecidas.
Devido a flexibilidade que a FCJ adota no seu processo de gestão, outras modalidades de acesso
ao ensino superior são aplicadas: Análise do Boletim do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio,
(15% das vagas totais são reservadas para candidatos do ENEM). ENEC- Exame de Desempenho dos
Estudantes da Rede Cenecista, Análise de Currículo, Entrevistas com o Gestor do Curso, Redações
Temáticas por área de Curso Selecionada, Entrevistas, Parcerias com órgãos/entidades de classe. (por
exemplo: CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas e CORE – Conselho dos Representantes Comerciais de
Santa Catarina, entre. Portanto, o ingresso (matrícula) pode ser efetuado através de processos seletivos
especiais para vagas remanescentes, inclusive os diplomados, ou seja, portadores de diplomas de
outros cursos superiores já concluídos.
Após a seleção/classificação o acadêmico é matriculado conforme as prerrogativas, do Art. 44
LDB) cumprindo os requisitos da vaga, através da comprovação da conclusão ensino médio ou
equivalente. (Vide Anexo 2 - Fluxograma do Processo de Matrícula).
4.2 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO BIMESTRAL DO ACADÊMICO
Conforme o RI da FCJ, os objetivos da Avaliação do Aluno consistem em: a) compreender o seu
processo de aprendizagem; b) oferecer informações para mudanças ou referendamento dos
procedimentos de ensino; c) verificar o nível de aprendizagem individual coletiva de cada conteúdo; d)
comparar o aluno com ele próprio no início, no decorrer e no final de cada período, para verificar sua
evolução; e) fornecer ao aluno informação sobre seu desempenho, para que possa tomar medidas em
prol de uma melhor aprendizagem; f) servir como indicador para Avaliação Institucional.
A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre o aproveitamento e a
freqüência:
A avaliação do aproveitamento se dá: a) pelos trabalhos de aplicação (teóricos ou práticos); b) por
instrumentos de verificação de assimilação de conteúdo, em número mínimo de quatro por período
letivo; c) pela participação em atividades complementares de ensino, incluindo: pesquisa, extensão,
seminários, simpósios, congressos, monitoria, iniciação científica, entre outras.
13
Inciso II do art. 44 da LDB, Portaria 391/2002 – Parecer 98/99 (Redação Obrigatória). Portal INEP
Tradicional – Enem – Avaliação Seriada – Agendado.
47
A FCJ pode atribuir, no máximo, 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso com
freqüência a alunos que participarem de eventos técnico-científicos e artísticos como conferencistas,
debatedores ou ouvintes e/ou em outras atividades de extensão e projetos de pesquisa, como
integrante, em caráter complementar ao parâmetro curricular do curso a que está vinculado.
Serão atribuídas notas de zero (0) a dez (10) nas atividades curriculares e nas avaliações parciais
e finais.
As notas de cada bimestre letivo (N1, N2, N3, N4) serão a média aritmética extraída da média das
atividades curriculares e da nota das respectivas avaliações parciais (AP1, AP2, AP3, AP4).
O aluno que obtiver, ao final do período letivo, média aritmética igual ou superior a sete (7,0)
estará aprovado. Se alcançar média aritmética igual ou superior a quatro (4,0), mas inferior a sete (7,0),
fará a avaliação final (AF), sendo aprovado se obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a
cinco (5,0).
Se, após a avaliação final, a média aritmética ponderada for inferior a cinco (5,0), o aluno estará
reprovado. O aluno que obtiver, ao final do período letivo, média aritmética inferior a quatro (4,0), estará
reprovado sem direito à avaliação final.
Será exigida freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) em cada disciplina para
aprovação. E, estará reprovado o aluno que não cumprir a freqüência mínima exigida para a disciplina,
independente da média alcançada.
Poderá matricular-se no período seguinte o aluno reprovado nas disciplinas (que não se
configuram como pré-requisito), devendo cursá-las como dependência.
O aluno promovido com reprovação, poderá, no período letivo seguinte, optar por matricular-se
apenas da dependência, deixando a seqüência regular do curso para o período letivo subseqüente.
Quando a dependência for relativa a disciplina configurada como pré-requisito, o aluno não
poderá dar seqüência ao curso sem cumpri-la integralmente. A dependência em qualquer disciplina
poderá ser oferecida, optativamente, de forma intensiva, em horários especiais, no 1º e 2º semestres de
cada ano letivo.
As disciplinas, laboratórios e estágios possuem critérios de avaliação específicos, de acordo com
normas estabelecidas pelo Conselho Acadêmico.
O aluno que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrando por meio de provas
e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderá ter
abreviatura a duração do seu curso, de acordo com as normas do Sistema Federal de Ensino.
É concedida segunda chamada para qualquer prova, desde que haja motivo justo que comprove
a falta à primeira chamada. 14
14
As rotinas dos estudantes são disciplinadas /regulamentadas pelo RI e através de Editais e Resoluções
publicadas pela Secretaria Acadêmica.
48
4.3 ATENÇÃO DADA AO DISCENTE: ESTÍMULOS DE PERMANÊNCIA
4.3.1 Política de Nivelamento Pedagógico
A FCJ a partir do atendimento pedagógico, acompanhamento dos relatórios de notas e das
reuniões com os professores das 1ª séries dos Cursos de Graduação, percebeu-se a necessidade de
dar início ao Programa de Nivelamento. Em reunião do Colegiado Acadêmico, as disciplinas
identificadas como prioridade foram as seguintes: Matemática e Leitura, Interpretação e Produção de
Textos. As turmas são formadas de 30 a 35 estudantes (calouros), que por sua vez são identificados
pelos professores de Metodologia Científica e Comunicação e Expressão. A partir desta lista de
indicação/seleção, os gestores são responsáveis na sensibilização e convocação destes acadêmicos
(que apresentam dificuldades de acompanhamento nas suas turmas de origem), para a matrícula
imediata. As aulas são ministradas em módulos de 20h/a com duas opções de horário/dia da semana, e
sem custo adicional para o corpo discente. Para o sucesso deste projeto a supervisão do gestor do
curso e da direção pedagógicas deve ser constante.
A FCJ acredita que a performance desses alunos poderá aumentar, sensivelmente, a partir das
aulas assistidas, proporcionando motivação para o acompanhamento regular do curso, portanto o
estímulo dado a esses discentes, perpassa pela supervisão direta exercida pelos gestores de curso e
pelos professores do 1º ano, que estão em sala com os estudantes no curso regular de graduação.
4.3.2 Ouvidoria da FCJ (Atendimento Psicopedagógico) e Núcleo de Atendimento ao Estudante NAE
O NAE – Núcleo de Atendimento ao Estudantes objetiva fortalecer os laços com as empresas da
comunidade joinvilense e da micro-região com a intenção de oferecer:
a) Um canal aberto com as empresas a fim de fortalecer os projetos aqui desenvolvidos;
b) Um feedback dos serviços prestados pela instituição na construção das competências
profissionais desenvolvidas nos diversos níveis de ensino;
c) A oportunidade de capitanear as necessidades do mercado e assim desenvolver novos
projetos para manter a vanguarda na formação profissional nos diversos níveis de ensino;
d) Possibilitar parcerias de utilização de ambientes cuja experiência para os nossos
estudantes seria de muita importância, porém que a construção por parte da escola não
obtivesse o mesmo custo-benefício;
e) Oportunizar a participação dos profissionais das empresas do projeto com palestras,
workshop e debates para o desenvolvimento das profissões e amadurecimento dos
estudantes com o contato com o meio;
f)
Oportunizar parceria em investimento e de eventos sociais;
g) Montar um banco de dados e informações para contato das empresas por meio
eletrônico;
49
O critério referente à Ouvidoria, destaca-se para os estudantes que apresentam baixa alta estima
e/ou problemas disciplinares (conduta ética e moral em ambiente institucional), são atendidos pelos
professores do núcleo de apoio psicopedagógico. Este acompanhamento se estende também aos
alunos que apresentam dificuldade de identificação com o curso escolhido.
Além disso, o atendimento individual ocorre sempre que solicitado pelo discente, atendendo, na
medida do possível, necessidades de ordem pessoal ou acadêmica. O mesmo atendimento ocorre na
hipótese de os docentes constatarem problemas individuais ou dificuldades ocorridas em sala de aula.
Ainda que o atendimento se dê de forma individual nada impedirá a realização de reuniões do Gestor
com as turmas para discussão ou reavaliação de diretrizes adotadas pelos Cursos de Graduação da
FCJ ou, ainda, reuniões, bimestralmente, são realizadas pelo Gestor do Curso e os representantes de
turma.Contamos com o apoio integral da Direção Pedagógica no atendimento discente e docente
individual e/ou em grupo, conforme a necessidade.
4.3.3 Canais de Comunicação da FCJ com a comunidade interna e externa
Para estabelece canal de comunicação permanente e direto com a comunidade interna e externa
a FCJ utiliza diversas ferramentas, dentre elas cita-se:
Ferramentas Virtuais de Comunicação
- FALE CONOSCO (OUVIDORIA ON LINE): Corpo Docente, Discente e Comunidade Externa utilizam
esse recurso para sanar dúvidas e encaminhar sugestões. Conforme a temática, o retorno é dado pela
Secretaria Acadêmica, Gestores de Curso ou Direção Pedagógica.
- SITE INSTITUCIONAL FCJ: Portal de identificação geral da IES para: apresentação das matrizes de
curso, setores e contato dos responsáveis, divulgação de eventos; publicação de notícias diversas
conforme interesses acadêmicos da FCJ.
- CENTRAL DO ALUNO: Portal em que o estudante tem acesso on line a informações da sua rotina
acadêmica, tais como: boletim, disciplinas cursadas, disciplinas a cursar, planos de ensino, download
de arquivos (index), encaminhados pelo professor, lista de aniversariantes da turma, extrato financeiro.
- CENTRAL DO PROFESSOR: Portal em que o professor insere os arquivos pertinentes a(s) sua(s)
disciplinas, digitação das notas e faltas, digitação do Plano de Ensino; download dos textos
encaminhados pela Direção Pedagógica.
- SERVIÇO DE ATENDIMENTO ON LINE: via central do aluno, disponibiliza-se no horário comercial o
suporte para uso das ferramentas disponíveis na central do aluno.
- PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE: Documento físico de avaliação da satisfação dos
usuários em relação aos serviços pelo público interno e externo.
- CONVERSA PARALELA: ferramenta de gestão do conhecimento, através de informativos virtuais
internos abertos para a troca de idéias e reflexões sobre a rotina profissional.
- E-mail @INFORMÁTICA.COM.BR: canal virtual de disseminação de informação através do envio de
mensagens institucionais.
50
Mecanismos de Comunicação Impressos
- MANUAIS, GUIA DOCENTE, RELATÓRIOS DE AVALIAÇÃO INTENA, REGULAMENTOS E TEXTOS
DIVERSOS: Materiais elaborados pela Direção Geral e Pedagógica distribuídos de forma impressa
para leitura da equipe administrativa, docente e discente.
- JORNAL ELIAS/FCJ, material impresso, bimestralmente, com notícias do Campus Educacional CNEC
de Joinville. A edição de (AGO/09), nº 161, gerou 3500 exemplares, distribuídos da seguinte forma: 500
unidades entregues à hospitais, clínicas médicas infantis, comércio, escolas da rede CNEC. As demais
unidades são destinadas à comunidade interna.
Vale ainda destacar que o programa de Certificação da Qualidade, iniciado na área
administrativa, além de fortalecer os canais de comunicação, tem através das auditorias, melhorado o
fluxo e troca de informações no ambiente interno da FCJ.
4.3.4 Inclusão Social: Programas de Bolsas de Estudo
A FCJ possui diversos programas de apoio aos acadêmicos com dificuldades sócio-econômicas.
Ao todo são 06 modalidades de apoio ao estudante, gerenciadas pelo Setor de Benefícios da FCJ e
divulgadas ao longo do ano em toda a Instituição. Sendo elas:
Bolsa de Estudo Interna: esta modalidade de bolsa de estudo é gerida na sua integralidade
pela FCJ/CNEC, utilizando como parâmetros de concessão a situação socioeconômica do grupo familiar
do acadêmico. A inscrição é feita via site da FCJ onde o próprio sistema define, automaticamente, por
meio de fórmula o IC – índice de carência, que define a ordem de carência e o percentual de
concessão do benefício. O próximo passo é a entrevista, onde o acadêmico apresenta a documentação
comprovando as informações descritas na ficha de inscrição. Com todos os documentos conferidos, é
apresentado a Comissão de Avaliação de Bolsas Internas, composta por membros da FCJ,
representantes dos acadêmicos e dos professores, que analisam os processos e após essa análise as
bolsas são concedidas. A FCJ mantém uma assistente social que acompanha todo o processo de
bolsas e verifica através de visitas “in loco”, por amostragem, alguns processos para confirmar os dados
previstos nas documentações apresentadas e também quando há denúncias, de forma anônima ou não,
contra candidatos a bolsas de estudo. Em 2008 foram 269 acadêmicos contemplados com bolsas de
estudo entre 25% até 100% do valor da mensalidade do curso.
Bolsa de estudo Art. 170: A FCJ mantém uma parceria com o Governo do Estado de Santa
Catarina, no qual através do art. 170 da Constituição do Estado de Santa Catarina destina bolsas de
estudos a alunos economicamente carentes. A parceria é firmada por meio de convênio com a
Secretaria de Estado da Educação, no qual repassa recursos financeiros à FCJ para serem destinados
a Bolsas de Estudos. As inscrições são feitas via internet, com preenchimento de ficha socioeconômica
e entrega de documentação comprobatória. A partir da situação socioeconômica informada é definido,
por meio de fórmula própria, o índice de classificação que define a carência socioeconômica do aluno.
Os beneficiados são definidos por uma Comissão Técnica e o resultado divulgado no site da FCJ. Os
alunos bolsistas devem cumprir 20 horas semestrais de trabalhos voluntários a comunidades em
situação de vulnerabilidade social como maneira de retorno social a concessão do beneficio. Em 2008
foram 43 os beneficiados.
51
Bolsa de estudo Fundação 12 de Outubro: Este benefício é possível devido ao convênio
firmado com a Fundação 12 de Outubro, no qual repassam recursos financeiros a FCJ para subsidiar a
concessão de benefício aos acadêmicos em situação de carência socioeconômica. A inscrição para
bolsa é feita por meio de preenchimento e entrega de ficha socioeconômica e documentação
comprobatória ao Setor de Benefícios da FCJ, no qual irá realizar cálculo do índice de carência do
aluno. A seleção é feita por Comissão de Bolsa de Estudos que irá definir o percentual de bolsa a ser
recebido por cada aluno. Em 2008 foram 10 alunos beneficiados.
Prouni - Programa Universidade para Todos: Programa Federal, com normas específicas
estabelecidas pelo Ministério da Educação – MEC, no qual devem ser cumpridas pela FCJ na sua
integralidade. A forma de inscrição é feita online no endereço eletrônico do MEC, a partir da pontuação
do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, ficando a cargo da FCJ a acolhida aos alunos
selecionados, matrícula e monitoramento do aluno. No ano de 2008, o Prouni atendeu 172 acadêmicos
da Instituição com bolsas de estudos, em sua maioria no valor integral do curso.
Fies – Financiamento Estudantil: Programa Federal de apoio ao estudante, gerido pela Caixa
Econômica Federal - CEF. A FCJ aderiu ao Fies, a fim de possibilitar ao aluno uma nova forma de apoio
no pagamento das mensalidades. A inscrição é feita diretamente no site do Fies. Após as inscrições os
alunos passam por mais duas etapas de aprovação, sendo a seguinte na própria instituição mediante
apresentação de documentos para a Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento do Fies,
após segue para a aprovação final diretamente na Caixa Econômica Federal.
Todos os processos descritos são realizados pelo Setor de Benefícios da FCJ, seguindo as
normas legais específicas para cada programa. A divulgação das bolsas de estudo ocorre através de
editais divulgados em murais e site da FCJ e através de e-mails aos representantes de sala, a fim de
que todos os alunos possam ter a possibilidade de concorrer ao benefício. Todos os programas
desenvolvidos pela FCJ são executados a fim de demonstrar credibilidade, transparência e
acessibilidade a todos os acadêmicos, garantindo o ensino de qualidade e excelência com compromisso
social.
52
Valores referente 2008
BOLSA INTERNA
Nº Alunos
Valores
Integral
Parcial
6
263
627.756,25
PROUNI
Nº Alunos
Valores
Integral
Parcial
149
26
917.136,05
ARTIGO 170
Nº Alunos
Valores
Integral
Parcial
0
43
140.275,00
FIES
Nº Alunos
Valores
Integral
Parcial
0
16
48.749,40
Fonte: Setor de Benefícios da FCJ, (2008)
Os núcleos institucionais da FCJ (NPJ – Núcleo de Prática Jurídica e LABTUr Laboratório de
Turismo), também representam ações de inclusão social e de relacionamento com o setor público e
privado. O NPJ objetiva a integração entre a teoria e prática, através do atendimento à comunidade
carente. O LABTUr, organiza as viagens técnicas, eventos e elaboração de projetos turísticos. (cada
núcleo apresenta seu regulamento de operacionalização).
4.3.5 Acompanhamento do Egresso e Ambientes de Convivência
A FCJ procura reunir (01 vez por ano, pessoalmente) os acadêmicos formados em anos letivos
anteriores de turmas/cursos de graduação. Essa reunião é extremamente, proveitosa, devido as ricas
sugestões que os egressos apresentam à academia. Neste evento todo o staff administrativo e
pedagógico se faz presente e a ata é redigida, formalizando/registrando as informações compartilhadas.
A partir de 2009, o setor de tecnologia (CPDG), estudará a proposta de inserir no portal
institucional pesquisa de acompanhamento, para tentar alcançar um número mais expressivo de
participantes. As questões contempladas neste instrumento de coleta de dados, prevê desde a
atualização de dados cadastrais, cursos feitos após a finalização da graduação na FCJ, cargos
ocupados, projetos profissionais e acadêmicos desenvolvidos, envolvimento em atividades de
responsabilidade social, entre outros.
No que se refere às áreas de convivência, conforme detalhamento da Infra-Estrutura Física da
FCJ, percebe-se que o ambiente amplo, arejado, arborizado, com praça de alimentação monitorada por
53
profissional de nutrição e equipe de trabalho, atendem plenamente a demanda do campus educacional,
além de proporcionar momentos de descontração, relaxamento e convivência de toda a academia
(corpo docente, discente, técnico-administrativo e convidados). Vale ainda destacar que a convivência
(relacionamento) também se dá através do projeto Happy Hour, proposta de atividades artísticas e
culturais que são apresentadas no hall da FCJ, uma vez por mês, com programação definida pelo setor
de Marketing e Eventos e aprovada pelo Colegiado Acadêmico. (item comentado com mais
profundidade no item 4.3.6).
4.3.6 Forma de Participação Acadêmica: Diretório Acadêmico (DA) e Comitê de Qualidade (CQ)
Conforme SEÇÃO III - DA REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL, Art. 127 - O corpo discente tem
como órgão de representação o Diretório Acadêmico, regido por estatuto próprio por ele elaborado e
aprovado em assembléia geral, bem como registrado em canais competentes, de acordo com a
legislação pertinente em vigor.
Art. 128 - A representação estudantil tem por objetivo a cooperação entre administradores,
professores e acadêmicos, no trabalho acadêmico, dentro dos princípios sadios da Educação, com suas
atribuições definidas em regimento próprio, previamente aprovadas pela FACULDADE CENECISTA DE
JOINVILLE – FCJ.
Sobre o CQ, a busca da qualidade total deve ser permanente. Diante disto acredita-se que a
participação do corpo discente é primordial neste contexto. Para tornar esta meta viável, a FCJ
estimulou a criação do Comitê de Qualidade, composto por 10% dos alunos, direção, gestores e
professores. Os representantes dos alunos foram escolhidos de forma que cada série/curso tenha, no
mínimo, (05) cinco componentes no comitê.
As reuniões têm como objetivo tratar de assuntos relevantes, tais como: propostas, sugestões,
avaliações, críticas construtivas, projetos, metas, objetivos, etc. Ao final de cada reunião é feita uma ata
para registrar os assuntos discutidos e se necessário, datas de soluções previstas. A ata fica disponível
para que todos os alunos e professores possam tomar conhecimento dos trabalhos do comitê.
Para o ano letivo de 2009 a FCJ pretende realizar curso com enfoque na Qualidade: equipes auto
gerenciáveis, liderança, forma de priorizar atividades, trabalhos em equipe, delegação de tarefas, entre
outros itens afins, que será ministrado por professores do Curso de Marketing e Empresas e Negócios.
Tanto aos professores palestrantes, quanto aos alunos participantes haverá a entrega de certificados.
A FCJ está ciente da importância de no processo inicial motivar o grupo até que o mesmo
caminhe de forma independente. Os critérios, futuramente adotados poderão, estar ligados à definição
de indicadores como: propostas de estágio, bolsas para cursos de pós-graduação, inclusão destes
trabalhos voluntários no currículo escolar, para prestigiar os acadêmicos envolvidos e com significativo
desempenho no Comitê da Qualidade.
54
4.3.7 Ações de Responsabilidade Social/Ambiental e Produção Artística
As ações voltadas à Responsabilidade Social da Faculdade (inclusão social) e para o
desenvolvimento sócio-econômico e educacional da região são amplamente discutidas e desenvolvidas
na academia, através das seguintes propostas / eventos:
a) PROJETO DO TROTE “CALOUROSO”, assim denominado, devido ao cunho social que
desenvolve. A cada início de um ano novo ano letivo, os calouros são motivados a participar
da proposta, que envolve a realização de gincanas, cujo fim é arrecadar donativos e/ou
auxílio direto a uma entidade carente de escolha das equipes e/ou cadastradas no sistema da
PMJ – Prefeitura Municipal de Joinville.
a) PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NOS NEGÓCIOS: Desenvolver a capacidade
de abstração e analogia por meio de problemas sociais, filosóficos e éticos.
b) PROJETO CINE FILOSÓFICO: Explorar questões do sistema produtivo, levando a uma
reflexão sobre as reações que são desencadeadas na organização a partir das vivências dos
sujeitos no mundo do trabalho.
c) PROJETO A SOCIEDADE EM MOVIMENTO: Desenvolver habilidades de conversação,
análise, crítica e escrita, por intermédio de temáticas de interesse dos acadêmicos.
d) PROJETO DE TALENTOS EMPREENDEDORES: Identificar oportunidades no mercado,
utilizando a formação que o curso oferece, e considerando as necessidades da comunidade.
e) PROJETO TURISMO INFANTIL: Conscientizar crianças do ensino fundamental à valorização
dos aspectos culturais e ambientais e a sua importância para o Turismo.
f)
PROJETO HORA DO RECREIO: Proporcionar às crianças de comunidades carentes um dia
de lazer através de atividades lúdicas.
g) PROJETO SARAU LITERÁRIO: consiste em propostas que viabilizam o resgate e a
valorização da memória cultural e patrimonial através de apresentações artísticas e culturais
organizadas pelos acadêmicos e coordenada pelo LABTUr.
h) PROJETO HAPPY HOUR: programação elaborada pelo setor de Marketing, tem como fim
divulgar os talentos artísticos internos e externos da instituição; (uma vez por mês, a FCJ abre
suas portas para talentos musicais, teatrais, para apresentações no hall da IES;
i) Campeonato de FUTSAL: atividade esportiva, anualmente, organizada pelos estudantes.
O enfoque na Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural são temáticas abordadas nos
projetos de final de curso (PTEC – Projeto Empreendedor Técnico-Científico).
Desde a primeira edição em 2006 até 2008, os projetos contemplam temas/ ações de meio
ambiente, preservação do ecossistema, questões sobre o capital verde, biodiversidade, entre outros.
55
5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA E A POLÍTICA E PROGRAMAS DE
CURSO
5.1 PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO E OFERTA DE CURSOS DE GRADUAÇÃO
ATIVOS DA FCJ
Os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação das Faculdades Cenecistas são elaborados
seguindo os padrões de excelência e de qualidade do MEC, baseados nas diretrizes curriculares
estabelecidas pelo CNE. Na elaboração de cada projeto, o professor coordenador (gestor), participa
diretamente e requisita a contribuição dos professores, principalmente nas ementas e bibliografias das
disciplinas.
Para alcançar seus objetivos no aprimoramento da qualidade do ensino a FCJ mantém estreito
relacionamento com o coordenador de cada curso, mesmo durante a fase de planejamento. Desta
forma, o projeto pedagógico é supervisionado e concluído pelo docente que será o efetivo coordenador.
Cada docente convidado a assumir alguma disciplina do curso participa da organização da ementa e
bibliografia da disciplina. Após a autorização e início do curso, o coordenador reúne o corpo docente e
juntos avaliam o desenvolvimento e implantação do projeto pedagógico, visando a alterações
necessárias, como: bibliografia atualizada, propostas de ementas de acordo com novas diretrizes
curriculares indicadas pelo MEC, estratégias utilizadas em sala de aula para alcançar melhor
desempenho dos discentes, propondo sempre um curso seguindo as tendências do mercado de
trabalho e dentro dos preceitos éticos.
Vale destacar ainda que na visão da FCJ o PPC é passível de alterações e adaptações
constantes, conforme as necessidades docentes e discentes, além disso, pretende-se a partir do 2º
semestre de 2009, reformular as vertentes básicas deste documento em um único PPI para toda a
instituição, em seguida direcionado às especificidades de cada curso/área de conhecimento.
A seguir apresenta-se o perfil do egresso pretendido pela Mantenedora para os cursos de
graduação da FCJ.
5.2 PERFIL DO EGRESSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FCJ
Os profissionais egressos dos Cursos da FCJ estarão aptos a desempenhar funções gerenciais
em organizações de todos os portes, públicas ou privadas, dos mais diversos setores, atuando de forma
inovadora, criativa e sistêmica, com flexibilidade e dinamicidade.
Analisando, criticamente as
organizações, identificando oportunidade, antecipando e promovendo suas transformações com
adaptabilidade contextualizada, podendo inclusive, exercer o magistério em sua área de especialização.
Sendo assim, os PPC´s são alicerçados nas seguintes premissas:
a) Formação multidisciplinar, com sólidos conhecimentos das disciplinas básicas,
fundamentos dos métodos e técnicas de pesquisa de mercados, prospecção de
oportunidades e desenvolvimento de modelos inovadores de administração.
b) Capacidade de desenvolver pesquisas e outras atividades que venham a auxiliar
56
empresários e profissionais liberais na análise, diagnóstico e solução de problemas
empresariais, no planejamento e desenvolvimento de projetos e negócios, nacionais e
internacionais, segundo os novos paradigmas da gestão;
c) Compreender a necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional e do autodesenvolvimento.
Para tanto, se faz necessário:
a) Acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho dos estudantes da FCJ;
b) Verificar a aquisição do conhecimento, habilidades, atitudes, competências necessárias ao
pleno exercício da profissão e da cidadania;
c) Consolidar o processo de avaliação do desempenho dos estudantes como um componente
do SINAES (vide capítulo sobre Avaliação do Processo Pedagógico e a CPA);
Segue, para apreciação e análise dados gerais dos cursos ativos da FCJ, vale ressaltar que o
detalhamento de cada curso está contemplado no respectivo PPC – Projeto Político Pedagógico.
(matrizes curriculares, ementas e referências bibliográficas, relação do quadro docente, perfil do
egresso, núcleos de apoio, entre outros).
5.2.1 Condições de Oferta Curso de Turismo
Denominação Bacharelado
Curso: TURISMO
Total de Vagas anuais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
Bases legais do curso
150
50
DIURNO/NOTURNO
ANUAL
2400
MÍNIMO 03 ANOS MÁXIMO 06 ANOS
Resolução s/nº, de 28/01/1971 do CFE.
Proposta da CEETur/ABBTUR /ABDETH
Portarias 640/97 e 641/97 – MEC
5.2.1.1 Objetivo do Curso de Turismo
O objetivo do curso é de possibilitar formação educacional, pessoal e profissional, desta forma, a
finalidade do curso é a de formar no Bacharel em Turismo habilidades de investigações científicas,
execução de pesquisas e projetos no setor turístico, além de competências técnicas junto aos diversos
setores turísticos e de qualidades gestoras junto às áreas de lazer e de turismo. Além disso, formar e
capacitar bacharel em turismo com conhecimentos no campo das ciências humanas e sociais,
habilitando-o a atuar em diversos segmentos do mercado turístico, promovendo a valorização do
turismo em nível local, regional e nacional.
57
5.2.2 Condições de Oferta do Curso de Sistemas de Informação
Denominação Bacharelado
Curso:
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Total de Vagas anuais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
Bases legais do curso
80
40
NOTURNO
ANUAL
3.240
MÍNIMO 04 ANOS MÁXIMO 07 ANOS
Resolução n.º 2/93 do CFE.
Portarias 640/97 e 641/97 – MEC
5.2.2.1 Objetivo Curso de Sistemas de Informação
Propõe-se um curso com ênfase em Sistemas de Informação objetivando a formação de
profissionais que possam criar e gerir projetos de TI, adotando as práticas de governança na gestão de
recursos de informática. O perfil de formação prevê as habilidades de:
a)
Desenvolver sistemas computacionais para solução de problemas administrativos e
organizacionais;
b)
Gerenciar projetos e manter a governança dos recursos disponíveis na área de TI –
Tecnologia da Informação.
5.2.3 Condições de Oferta do Curso de Administração (linhas de Formação Específica: Marketing,
Negócios Internacionais, Empresas e Negócios, Gestão de Pessoas, Produção e Operações
Denominação Bacharelado
Total de Vagas anuais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
Bases legais do curso
Curso:
ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
400
50
NOTURNO
ANUAL
3000
MÍNIMO 04 ANOS MÁXIMO 07 ANOS
Resolução n.º 2/93 do CFE.
Portarias 640/97 e 641/97 – MEC
Parecer CES/CNE nº 134/2003
Resolução CNE/CES nº1/2004
5.2.3.1 Objetivo do Curso Administração de Empresas
A partir do Parecer CES/CNE nº 134/2003 e da Resolução CNE/CES nº1/2004 ficou estabelecida a
extinção das habilitações dos Cursos na área de Administração, revogando a Resolução CFE nº2, de 4
de Outubro de 1993. Por conta disso, a FCJ alterou as suas matrizes curriculares, tornando-os
homogêneas nas séries iniciais e viabilizando 05 linhas de formação específica, a saber: Marketing,
Negócios Internacionais, Empresas e Negócios, Gestão de Pessoas, Produção e Operações.
O Curso de Administração da FCJ tem como objetivos:
a) Graduar acadêmicos na área de administração, com uma formação holística e generalista, com
capacidade de compreender as questões tecno-científicas e socioeconômicas, bem como identificar e
solucionar problemas vivenciados nos diversos ambientes organizacionais e sociais, respeitando as
diferenças regionais e locais;
58
b) Despertar a consciência do acadêmico para os problemas do mundo, com destaque para os
nacionais, regionais e locais, objetivando a prestação de serviços especializados, estabelecendo com a
comunidade uma relação de mutualidade;
c) Desenvolver o trabalho de pesquisa e de investigação científica, buscando o aperfeiçoamento
das relações humanas e das relações do Estado com o cidadão;
d) Propagar o conhecimento científico produzido no curso e em outras instituições de pesquisa e
ensino, por meio, inicialmente, da Revista Científica da FCJ.
e) Promover o envolvimento da comunidade acadêmica com a população, buscando divulgar as
conquistas e benefícios provenientes da criação cultural e da pesquisa científica gerada pela instituição;
f) Promover cursos de especialização, cursos de capacitação e aperfeiçoamento profissional.
5.2.4 Condições de Oferta do Curso de Direito
Denominação Bacharelado
Total de Vagas anuais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
Bases legais do curso
Curso: Direito
200
50
DIURNO E NOTURNO
ANUAL
4464
MÍNIMO 05 ANOS MÁXIMO 08 ANOS
Resolução n.º 2/93 do CFE.
Portarias 640/97 e 641/97 – MEC
5.2.4.1 Objetivo do Curso de Direito
O Curso de Direito tem por objetivo, a partir de uma formação humanística e uma visão integral
do meio social, capacitar o acadêmico a desenvolver um modus vivendi, pessoal e profissional, que
contribua para a melhora das relações humanas, das relações do indivíduo com o meio ambiente e com
o Estado, tendo como parâmetro os pressupostos teóricos e práticos das ciências jurídicas.
Compromissos do Curso:
a) Graduar acadêmicos na área do direito, habilitados para a inclusão no mercado de trabalho e
comprometidos com o desenvolvimento social, a partir da relação com as ciências jurídicas;
b) Despertar a consciência do acadêmico para os problemas do mundo, com destaque para os
nacionais, regionais e locais, objetivando a prestação de serviços especializados à comunidade,
estabelecendo com esta uma relação de mutualidade;
c) Desenvolver o trabalho de pesquisa e de investigação científica, buscando o aperfeiçoamento
das relações humanas e das relações do Estado com o cidadão;
d) Propagar o conhecimento científico produzido na faculdade e em outras instituições de
pesquisa e ensino por meio, inicialmente, da Revista Eletrônica de Ciências Jurídicas;
e) Promover o envolvimento da comunidade acadêmica com a população, buscando divulgar as
conquistas e benefícios provenientes da criação cultural e da pesquisa científica gerada pela
instituição;
f) Promover cursos de especialização, cursos de capacitação e aperfeiçoamento profissional.
59
5.2.5 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade
Denominação Tecnologia
Curso: Gestão da Qualidade
Total de Vagas semestrais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
80
40
DIURNO/NOTURNO
Semestral
2000
MÍNIMO 05 semestres
MÁXIMO 07 semestres
5.2.5.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão da Qualidade
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade tem como objetivo preparar e
aperfeiçoar os estudantes na análise, implementação e gerenciamento da qualidade e melhoria dos
processos produtivos nas empresas. Contribuindo na orientação e qualificação de profissionais que
participem efetivamente na disseminação de ferramentas de qualidade, técnicas e metodologias
indispensáveis para a melhoria dos sistemas, processos e produtos, para o setor industrial e de
serviços, bem como a redução de custos visando o atendimento às necessidades do cliente.
5.2.6 Condições de Oferta do Curso Superior de Gestão Comercial
Denominação Tecnologia
Curso: Gestão Comercial
Total de Vagas semestrais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
80
40
DIURNO/NOTURNO
Semestral
1600
MÍNIMO 05 semestres
MÁXIMO 07 semestres
5.2.6.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Comercial
O curso de Tecnologia em Gestão de Comercial tem por objetivo propiciar aos alunos condições
de desenvolver competências e habilidades que possibilitem aos profissionais atuarem na gestão de
comércios varejistas desde o planejamento, organização, operação, até controle das lojas que
comercializam bens e/ou serviços utilizando as melhores ferramentas. O curso pretende preparar
profissionais de gerenciamento para o varejo e fornecer os conhecimentos técnicos necessários para
que o aluno formado possa atuar como gerente de loja, supervisor de loja, gerente de atendimento,
gerente de vendas, supervisor de vendas, supervisor de atendimento, coordenador de vendas, líder de
departamentos, entre outras funções de liderança.
60
5.2.7 Condições de Oferta do Curso Superior de Logística
Denominação Tecnologia
Curso: Logística
Total de Vagas semestrais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
80
40
DIURNO/NOTURNO
Semestral
1950
MÍNIMO 05 semestres
MÁXIMO 07 semestres
5.2.7.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Logística
O Curso de Tecnologia em Logística objetiva formar profissionais capazes de dimensionar e
desenvolver sistemas de armazenamento de forma econômica, segura e adequada aos tipos de
produtos a serem armazenados.
O egresso estará capacitado a atuar nas organizações do setor industrial, de prestação de
serviços, governamental e outras atividades, incluindo os voltados diretamente para o setor de logística.
5.2.8 Condições de Oferta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer
Denominação Tecnologia
Curso: Gestão Desportiva e Lazer
Total de Vagas semestrais
Número de alunos por turma
Turnos de funcionamento
Regime de matrícula
Carga horária total do curso
Integralização da carga horária do curso: limite
mínimo e máximo
80
40
DIURNO/NOTURNO
Semestral
1600
MÍNIMO 05 semestres
MÁXIMO 07 semestres
5.2.8.1 Objetivo do Curso Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer
O Curso Tecnólogo em Gestão Desportiva e Lazer tem como objetivo habilitar o profissional para
o desenvolvimento de monitoria em atividades recreativas, coordenação, gestão e consultoria nas áreas
de animação, recreação e lazer, empreendimentos hoteleiros, recreativas, parques temáticos, empresas
de eventos, centros educacionais infantis, demais campos relacionados ao desenvolvimento social e
lazer.
5.3 PROJEÇÃO DE NOVOS CURSOS
A FCJ por estar localizada na região norte do Estado de Santa Catarina tem compromisso com a
comunidade para preencher a lacuna de educação superior e por isso, pretende criar, no decorrer da
sua trajetória acadêmica, novos cursos superiores e de extensão.
Neste sentido, propõe-se a partir de pesquisa de demanda na região norte catarinense, a
desenvolver e a elaborar, projetos para novos cursos de graduação nas áreas contempladas no
cronograma de ações/intenções, capítulo 9.
Ressalta-se que, os resultados desta pesquisa da demanda, nortearão as principais áreas de
interesse do mercado local e regional, efetivação de parcerias e convênios com instituições de ensino
61
superior nacionais e internacionais, bem como com empresas de Joinville e região, a FCJ definirá a(s)
área(s) de conhecimento para o lançamento de novo(s) curso(s), vagas e turnos a serem oferecidos.
5.4 ENSINO DE GRADUAÇÃO
5.4.1 Atividade de Ensino, Pesquisa e Extensão
As formações específicas, compreendidas nos cursos de graduação, são as definidas nos
projetos de cursos autorizados e/ou reconhecidos pelos órgãos competentes do sistema Federal de
Ensino. E, devem ser integrados por disciplinas obrigatórias e optativas, sendo o currículo dos cursos de
duração plena são estruturados em dois ciclos: I- Primeiro Ciclo, objetiva a formação básica,
humanística e instrumental; II- Ciclo Profissional, desenvolve habilidades requeridas para o exercício da
profissão.
Os currículos plenos de cada curso de graduação, integrados por disciplinas e práticas, com
periodização recomendada, carga horária respectivas, duração total e prazos de integralização, estão
previstos em cada PPC.
Os cursos seqüenciais 15 por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a
candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelo Conselho Superior, são programados para:
a) Atender o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional do cidadão,
desenvolvendo-lhe o espírito científico e o pensamento reflexivo;
b) Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e tecnológicos;
c) Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente em particular os nacionais e
regionais;
d) Propiciar a aquisição de conhecimentos e habilidades por meios formais e informais que
possam ser aferidos e reconhecidos mediante exames em cursos ulteriores.
Os cursos de pós-graduação, compreendendo programa de mestrado e doutorado, cursos de
especialização, aperfeiçoamento e outros abertos a portadores de diplomas de curso de graduação, que
satisfaçam os requisitos exigidos no projeto de cada curso, destinam-se à especialização profissional na
área científica em que forem oferecidos, visando ao preparo de professores e de profissionais, serão
autorizados pelo Conselho Superior.
Quando se tratar de cursos de pós-graduação “stricto-sensu”, devem ser previamente
reconhecidos pelo MEC e pela SESu.
Os cursos de extensão, atualização, educação profissional e outros abertos aos portadores de
certificados e/ou diplomas exigidos no projeto de cada curso, destinam-se a alunos da FCJ ou não,
visam à divulgação e à atualização de conhecimentos e técnicas, e têm por finalidade a elevação
cultural da comunidade e a especialização da mão-de-obra.
15
A implantação dos cursos seqüenciais na FCJ terá como eixo norteador na sua concepção as
seguintes diretrizes: Resolução nº 01 de 27/01/999 –CNE. Parecer nº 968, de 17/12/98. Portaria nº 612
de 12/04/99. Portaria nº 514 de 22/03/01.
62
5.4.2 Atividade de Pesquisa
Os projetos de pesquisas, sob a orientação das Coordenações de Curso, devem estar voltados
para: a) busca de identidade regional; b) resgate de cidadania especialmente da população periférica
dos grandes centros urbanos; c) valorização da cultura regional; d) desenvolvimento de pesquisas
básicas, institucionais, voltadas para as áreas de ensino vinculadas à Instituição ou de interesse
prioritário da Comunidade.
Para executar as atividades e projetos a FCJ pode adotar providências para captação de recursos
de outras fontes para tal finalidade, promovendo sua integração com a comunidade, a empresa e o
governo incentivando a geração e a transferência do saber, da arte e da tecnologia.
Cabe ao Conselho Superior aprovar proposta das Coordenações relativa à formalização das
atividades de pesquisa integradas ao currículo pleno do curso, inclusive com aproveitamento de estudo
e freqüência escolar.
A articulação das atividades de pesquisa acadêmica ocorre também através da realização da
“Semana de Empreendedorismo e Gestão
16
” da qual os alunos participam de palestras, seminários,
oficinas e apresentam trabalhos e debatem estudos de casos. Vale destacar que o corpo discente com o
apoio, acompanhamento e supervisão dos professores, participa com sugestões para organização deste
evento.
Há que se destacar os 04 (quatro) projetos interdisciplinares que são desenvolvidos na FCJ, da 1ª
à 4ª série e/ou 3ª série, conforme matriz curricular do Curso.
Série
16
Título do Projeto
Objetivo Geral do Projeto
1ª Série
Projeto Empresa na Prática
Promover aos acadêmicos a vivência das
dificuldades na identificação de uma oportunidade
de negócio, bem como na abertura e gestão de um
pequeno empreendimento, tornando um exemplo
para a importância e compreensão das diversidades
curriculares do curso.
2ª Série
Feira de Estatística
Aplicar pesquisa de mercado para identificação de
um produto e/ou serviço empreendedor. (Utilização
de ferramentas estatísticas)
A Semana de Empreendedorismo e Gestão foi realizada desde o 1º ano de atividade da FCJ. A Organização do
Evento prevê a realização da Feira de Talentos e Projeto Empreendedores (para turmas de 1º ano) com
apresentação de idéias e/ou produtos, Feira de Estatística (para turmas de 2ª série), e o PIT – Proposta Inicial de
Trabalho (para turmas de 3ª série). Todas essas ações resultam do processo de pesquisa acadêmica. (Vide PPI
com detalhamento de cada Projeto).
A organização deste evento é coordenada pelos gestores, pelo NEPE - Núcleo de Estudos e Pesquisas
Empreendedoras e pelos estudantes que se colocam à disposição para fazer parte da equipe operacional.
Realizam-se palestras temáticas de acordo com a área do conhecimento de cada curso, os professores elaboram
oficinas práticas, viabiliza-se a participação de alunos e professores na noite de talentos culturais e a noite de
talentos empreendedores é oportunidade da academia apresentar suas idéias inovadores, cuja essência é a
resolução de problemas da comunidade interna e externa, pública e privada. (Anexo 2 – Fluxograma do NEPE).
63
Série
3ª Série
Título do Projeto
PIT – Proposta Inicial de Trabalho
4ª Série
PETC- Projeto Empreendedor
Técnico-Científico
Objetivo Geral do Projeto
Com base no tema “Joinville um grande potencial”,
identificar uma oportunidade no mercado atual
considerando as atividades que podem ser
desenvolvidas pela formação que o curso oferece.
Poderá ser uma nova linha de produto/ serviço, ou
mesmo uma linha de produto/ serviço que já exista
e possa ser melhorada/ corrigida. Com esta
oportunidade identificada desenvolver a idéia do
negócio e elaborar um pré-projeto para apresentá-lo
em banca durante a “VIII Semana de
Empreendedorismo e Gestão e Semana de
Iniciação Científica da FCJ”.
A definição deste Tema/Problema de Pesquisa será
utilizado para elaboração do PECT, no ano letivo
subseqüente.
O PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico,
(detalhado no PPI), proporciona ao acadêmico a
possibilidade de aplicação dos conhecimentos
teórico-científicos aprendidos na totalidade de seu
curso por meio da prática do desenvolvimento de
um estudo de viabilidade de negócios, bem como
promover a vivência do trabalho em equipe
buscando o autodesempenho e o amadurecimento
profissional.
Fonte: PPI (2009).
A gestão de curso desenvolve um trabalho de acompanhamento e supervisão de professores e
disciplinas integradas a cada projeto/série para dar sustentação ao caráter interdisciplinar.
5.4.2.1 Revista FCJ Scientia
A Revista FCJ -Scientia é uma publicação da Faculdade Cenecista de Joinville-SC aberta a
colaborações do Brasil e do Exterior, de periodicidade semestral, que tem por objetivos permanentes:
a) disseminar estudos pertinentes às mais variadas áreas do conhecimento e de interesse
no âmbito do empreendedorismo, da educacão, da cultura, da ciência e da tecnologia;
b) promover o intercâmbio de informação científica entre as diversas áreas de
conhecimento;
subsidiar e incentivar a produção científica na Instituição e na região;
c) buscar uma pluralidade de abordagens e perspectivas como forma constante de
crescimento e interlocução.
Poderão ser publicados:
a) artigos científicos - relatos finais de estudos concluídos, em que são apresentados os
objetivos, a metodologia empregada, discussão dos resultados obtidos e a conclusão,
rigorosamente fundamentados;
b) comunicações - relatos sucintos de um estudo em andamento cujos resultados parciais,
embora insuficientes para constituírem um artigo científico, são dignos de publicação ou
de fenômenos observados cuja ocorrência não era esperada ou não foi planejada,
requerendo, assim, a ampliação da discussão no meio científico para fomentar
investigações futuras;
c) ensaios - relatos sobre um tema específico com alto nível de interpretação e julgamento
pessoal do autor cuja argumentação madura, amparada em exposição lógica e reflexiva,
dispensa o rigoroso e objetivo aparato de documentação empírica e bibliográfica.
Observação: Poderão ser encaminhados à Revista, para análise do Conselho Editorial e
possível publicação, relatos elaborados individual ou coletivamente por alunos e professores da FCJ.
64
5.4.3 Atividades De Extensão
A FCJ manterá atividades de extensão cultural, criação, adaptação, difusão e transferência dos
conhecimentos e de tecnologia correlatos e/ou afins às áreas de seus cursos, destinadas a órgãos
públicos e privados, à sociedade e ao cidadão em geral, dando ênfase às necessidades da região em
que está inserida.
As atividades de extensão são coordenadas pelas Coordenações de Cursos e NEPE que as
executam e divulgadas através da Coordenação de Marketing – Assessoria Editorial.
Para executar estas atividades a faculdade pode adotar providências para alocação de recursos
próprios de seu orçamento anual e/ou fará uso da captação de recursos de outras fontes.
Os alunos engajados nas atividades de extensão, por solicitação pessoal ou de seu professorsupervisor, podem requerer aproveitamento de estudos e freqüência oriundos dessas suas atividades
escolares. (Regulamento das Atividades Complementares, disciplina essa modalidade).
Cabe ao Conselho Superior aprovar proposta das Coordenações relativa à formalização das
atividades de extensão integradas ao currículo pleno do curso, inclusive com aproveitamento de estudo
e freqüência escolar.
Os programas referidos neste artigo estimulam as atividades que:
a) Visem à formação cívica indispensável e à criação de uma consciência de direitos e
deveres do cidadão e do profissional;
b) Assegurem oportunidades para o desenvolvimento do setor cultural, artístico e desportivo;
c) Promovam a prática desportiva, mantendo, para os cumprimentos destas, orientações
adequadas
d) e instalações especiais.
Desde a sua instalação a FCJ vem oferecendo cursos de extensão para a comunidade interna e
externa.
5.5 POLÍTICA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A atividade de Estágio Supervisionado contemplada no currículo dos cursos de graduação da
FCJ, tem como finalidade a complementação acadêmica, é disciplinado e orientado pela Lei nº 6494 de
dezembro de 1977, regulamentada pelo Decreto Lei n.º 87.497 de 18/08/82 .
O estágio supervisionado é realizado de acordo com o currículo pleno de cada curso e as normas
específicas, fixadas pelo Colegiado Acadêmico e constam das atividades de prática pré-profissionais,
exercidas em situações reais de trabalho, sem vínculo empregatício em que os alunos são orientados
por docentes e/ou profissionais credenciados pela FCJ, com anuência da Entidade Mantenedora.
É obrigatória a integralização da carga horária total do Estágio, prevista no currículo pleno do
curso, nela se pode incluir as horas destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das
atividades.
O estágio supervisionado como atividade regular do ensino, exige do aluno a comprovação do
aproveitamento, segundo as normas regulamentares dessa atividade na FCJ. Além dos estágios
supervisionados a FCJ poderá oferecer estágios extracurriculares, conveniados ou não, que sejam
necessários para fins de inscrição em órgãos de Classe, que os exijam para o exercício profissional, ou
65
para atender a compromissos sociais, desde que aprovados pelo Colegiado Acadêmico, com anuência
da Diretoria.
Destaca-se ainda que a flexibilidade curricular de cada curso permite que o ECS- Estágio
Curricular Supervisionado contenha as suas particularidades, por exemplo: no caso do Curso de
Turismo da FCJ as viagens técnicas de estudo são incorporadas na carga horária total do estágio,
atualmente 15% destas atividades de campo, todavia, a FCJ pretende ampliar para 20% a 40% das
horas destinadas as viagens de estudo, sejam consideradas na carga horária total prevista para o
estágio. Esta mesma diretriz cabe aos demais cursos de graduação que no decorrer da matriz curricular
desenvolvam atividades acadêmicas diversificadas. No caso do Curso de Administração o ECS é
realizado através do PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico.
6 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO INSTITUCIONAL
6.1 PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA E SEUS OBJETIVOS
São objetivos da avaliação:
a) Promover o desenvolvimento de uma cultura de avaliação na IES;
b) Implantar um processo contínuo de avaliação institucional;
c) Planejar e redirecionar as ações da IES a partir da avaliação institucional;
d) Garantir a qualidade no desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão;
e) Construir um planejamento institucional norteado pela gestão democrática e autonomia;
f)
Consolidar o compromisso social da IES;
g) Consolidar o compromisso científico-cultural da IES.
6.2 MECANISMOS DE INTEGRAÇÃO DA AVALIAÇÃO
A FCJ está ciente que a proposta de avaliação do SINAES prevê a articulação entre a avaliação
da IES (interna e externa), a avaliação dos cursos e avaliação do desempenho dos estudantes
(ENADE).
Desta forma ,as políticas de acompanhamento e avaliação das atividades-fim, ou seja, ensino,
pesquisa e extensão, além das atividades-meio, caracterizadas pelo planejamento e gestão da IES,
abrangem toda a comunidade acadêmica, articulando diferentes perspectivas o que garante um melhor
entendimento da realidade institucional.
A integração da avaliação com o projeto pedagógico dos cursos ocorre pela contextualização
destes com as características da demanda e do ambiente externo, respeitando-se as limitações
regionais para que possam ser superadas pelas ações estratégicas desenvolvidas a partir do processo
avaliativo.
6.3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O processo de auto-avaliação conta com a participação da CPA
17
devidamente designada para
planejar, organizar, refletir e cuidar do interesse de toda a comunidade pelo processo pedagógico e
estrutural; com a participação e envolvimento de toda a comunidade acadêmica; com o apoio da alta
gestão da IES e com a disponibilização de informações e dados confiáveis.
Este grupo foi designado, pelo órgão diretivo competente da Instituição, está vinculado aos
órgãos colegiados da IES e especialmente constituído para este fim. Diversos instrumentos e métodos
17
Vide Anexo 4 – Composição dos Membros da CPA que representam a FCJ.
67
combinados são utilizados, conforme necessidades e situações específicas, focos e aprofundamentos
exigidos pela própria dinâmica de atuação da IES.
A avaliação institucional proposta adota uma metodologia descritiva, reflexiva e participativa,
buscando trazer para o âmbito das discussões as opiniões de toda comunidade acadêmica, de forma
aberta e cooperativa, e se dá globalmente a cada dois anos, anual e semestralmente, ou, ainda, a
qualquer momento em função de uma necessidade identificada.
Os métodos adotados partem do individual para o coletivo, favorecendo a convergência dos
dados em torno de objetivos comuns, bem como a busca compartilhada de soluções para os problemas
apresentados.
A metodologia proposta orienta o processo quanto às decisões, técnicas e métodos de forma
flexível para, diante de situações concretas, assumir novos contornos, adotar decisões e técnicas mais
oportunas e diretamente vinculadas às situações em pauta. As técnicas utilizadas poderão ser
seminários, painéis de discussão, reuniões técnicas e sessões de trabalho, dentre outras. Para
problemas complexos poderão ser adotados métodos que preservem a identidade dos participantes.
A avaliação abre espaço para sugestões e avaliações espontâneas em todos os instrumentos
de avaliação interna.
6.3.1 Objetivos e metas da avaliação institucional interna e externa
“O que mais vale, na escola, é o que o professor faz
na sala de aula e a forma como ele atua”.
O sistema de avaliação Institucional da FCJ compreende as seguintes ações: Auto – Avaliação e
Avaliação do Curso (infra-estrutura, corpo docente e corpo administrativo).
São realizadas avaliações semestrais dos Cursos em andamento, através de questionários
direcionados aos alunos e aos professores. Os gestores também avaliam anualmente os programas das
disciplinas e a atualização e a pertinência das referências bibliográficas.
A auto – avaliação contribui para a criação de um compromisso entre o corpo discente e a
instituição de ensino. Cada aluno, ao auto–avaliar-se, considera o seu papel na instituição não apenas
como aluno, mas, principalmente, como parceiro e agente promotor de mudanças ou seja alguém
comprometido com o sucesso do curso e da disciplina.
Na auto-avaliação os critérios analisados são os seguintes: dedicação e interesse pelo
curso/disciplinas,
assiduidade,
pontualidade,
relacionamento
com
colegas
e
professores,
comprometimento e tempo de estudo dedicado ao curso.
No item relacionado à avaliação do curso, aplicabilidade do conteúdo estudado, utilização de
exercícios práticos nas aulas, cumprimento do programa proposto, atendimento das expectativas.
Sobre a figura do gestor do curso, avalia-se: Interesse e dedicação na solução de problemas,
nível de participação e colaboração, preocupação com o nível de ensino, reciprocidade e
relacionamento com os acadêmicos.
68
Em relação a infra-estrutura, analisa-se:
núcleos de atendimento ao discente, auditório,
biblioteca, laboratórios, praça de alimentação, livraria, centro de idiomas, central de cópias, material de
apoio, zeladoria, segurança, complexo poliesportivo.
5.5.2.1 Análise e Ações Adotadas após Avaliações Institucionais Aplicadas
A FCJ mantém o compromisso de melhoria constante. Assim, com base em resultados obtidos
em avaliações anteriores, a partir da avaliação institucional, algumas ações são colocadas em prática
para atender sugestões da comunidade docente e discente.
Abaixo segue síntese das avaliações discentes aplicadas em anos letivos anteriores.
Avaliação Discente
Pontos positivos
•Cumprimento do horário;
•Ótima didática dos professores;
•Professores – bom para ótimo;
•Utilização dos livros;
•Estímulo à leitura;
•Infra-estrutura – surpresa;
•Ensino levado à sério;
•Iniciativa da reunião.
Pontos negativos
•Início – rígido/ríspido/regras;
•Falta de sintonia entre disciplinas;
•½ Dúzia de alunos que incomodam;
•Pouco controle da sala;
•Material entregue em cima da hora;
•Poucos alunos – prof. Não começa aula;
•Muito tempo copiando no quadro;
•Faltou apresentar plano de ensino.
Sugestões Apresentadas pelos Estudantes
•Maior controle da sala;
•Antecipar material;
•Reforçar com os professores o cumprimento do
horário;
•Melhorar dinâmica de algumas aulas;
•Aproveitar energia e potencial dos alunos;
•Apresentar plano de ensino;
•Visitar instalações.
•
Reuniões entre professores de disciplinas afins;
•Transferir as anotações em quadros para
transparências;
•Trabalho único com todos os professores;
•Aceitar observações dos alunos;
•Realizar aulas de nivelamento;
•Disponibilizar material no site da FCJ
A FCJ procura investrir na sua infra-estrutura para melhor atender a comunidade acadêmica,
porém, é importante destacar que uma instituição de ensino superior não é feita somente de laboratórios
e amplos acervos bibliográficos, os alunos devem assumir o seu papel na construção do conhecimento
e comprometimento acadêmico, e esse envolvimento é estimulado pelo Comitê de Qualidade e pelas
reuniões constantes realizadas com os representantes de turma, com os egressos, direção pedagógica
e gestores.
69
7 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA: DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA E LABORATÓRIOS
71 ÁREA FÍSICA (CRITÉRIOS DE ADAPTABILIDADE) E SEUS RECURSOS 18
2
A Biblioteca cuja área é de: 228 m e possui os seguintes espaços:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
Recepção / guarda volumes;
Balcão de atendimento (empréstimo / devolução);
Serviço de referência;
Biblioteca Virtual com consulta via Internet e Bases de dados em CD-ROM;
Cabines para estudo individual e para grupos;
Acervo (livros/periódicos e multimeios);
Instalações técnico-administrativas;
Videoteca;
Mural;
As normas de uso, empréstimo, sistema de consulta da Biblioteca, encontra-se no anexo 7, para
apreciação e análise. Abaixo apresenta-se a equipe administrativa desse setor que presta apoio aos
estudantes e professores. Aproveita-se para destacar o sucesso das salas de reuniões/estudos
individual e para grupos (citados no item e). Esses ambientes, com reserva antecipada/programada,
representam um recurso importante, principalmente às turmas de 4º ano, envolvidas com o PETCProjeto Empreendedor Técnico-Científico.
No critério referente à acessibilidade para portadores de necessidades especiais, este ambiente
de estudos da Biblioteca é muito facilitado, devido a porta com abertura automática e as salas amplas
para deslocamento. As rampas e elevadores também representam condições favoráveis de
acessibilidade à academia. Para estudantes e professores, para o corpo técnico administrativo, e para
visitantes que, momentaneamente, possam apresentar dificuldades de locomoção, a FCJ disponibiliza
cadeira de rodas, acessos facilitados através das 04 portarias institucionais com estacionamentos
alternativos. Além disso, há banheiros adaptados para esse público em todos os pavimentos, com luzes
especiais, barras de suporte e área ampla para facilitar o manejo de cadeirantes.
7.1.2 Descrição da Equipe de Apoio/Suporte da Biblioteca
Cargo: Bibliotecária
Jakeline Emer – Bibliotecária
Formação: Graduada em Biblioteconomia e pós-graduada em Gerenciamento de Bibliotecas.
Função: Responsável pelo setor faz treinamento com os novos estagiários, faz cotação e compra
de livros, revistas, jornais, fitas de vídeos e CDs. Tem conhecimento nos programas windows, word,
excel, mentor escolar, mentor da FCJ e “SÀBIO” programa usado para fazer a catalogação e
classificação dos livros de acordo com a CDD- Classificação Decimal de Dewel e a tabela de Kater que
é usada para identificar o número de cada sobrenome. Viabiliza apoio na elaboração de trabalhos
acadêmicos, fichas catalográficas de acordo com as Normas da ABNT- Associação Brasileira de
Normas Técnicas. Sistema o registro dos livros, ajuda a carimbar e etiquetar os livros , auxiliar os alunos
nas pesquisas, conversa com eles sobre o silêncio que deve haver dentro da biblioteca.
18
O Anexo 7 - contém informações detalhadas sobre o funcionamento (regulamentação) da Biblioteca.
70
Organiza o troca-troca de livros realizado no final do ano e início do semestre, organiza feira
e faz projeto de incentivo à leitura, atende alunos professores e funcionários fazendo atendimento no
sistema por autor assunto ou título, faz empréstimo e reservas, recebe reservas por e-mail e dá uma
posição para o aluno ou professor, manda diariamente email comunicando com 2 dias de antecedência
e no dia do vencimento, se a pessoa não devolve manda todos os dias um aviso que o livro esta com o
prazo vencido. Participa do projeto Viva a Vida nas Casas Lares e Ecos de Esperança com a
organização de uma Biblioteca. Faz relatórios semanalmente para identificar os livros mais solicitados e
providência a compra dos mesmos.
Coloca todo mês no mural da Biblioteca gráficos identificando a quantidade de empréstimos
feitos por categorias. Informa quais foram os 10 (dez) livros mais reservados do mês e também informa
qual o aluno que mais fez empréstimo durante o mês e o presenteia com um livro como incentivo a
leitura. Responsável pelo fechamento do caixa de multas, xerox da Biblioteca, fazendo depósitos
semanais e prestando conta do mesmo através de relatórios mensais.
Faz anualmente o relatório CENSO/MEC E Informa também o espaço físico da Biblioteca
detalhando tamanho, número de salas individuais salas de grupos, quantidades de mesas e cadeiras,
quantidade de terminais destinados para consulta, quantidades de pessoas que trabalham identificando
idade, escolaridade e função. Informa a base de dados usada, numero total de empréstimos feitos para
a comunidade interna e externa, informa os serviços oferecidos pela Biblioteca.
Equipe de Apoio: (05 efetivas + 06 Estagiárias):
Cargo: Auxiliar de Biblioteca/Equipe Efetiva: Janete Silva do Nascimento - Lilian Maria Ledoux
Galiazzo - Marli Ana Rodrigues -- Severa Bilesk - Bruna Pâmela Ferreira Brat – (Formação: 2º Grau e/ou
Graduação). Horários de funcionamento/revezamento: 7h15min às 22h:45min e aos sábados das 8h
às 18h
7.1.2 Acervo Bibliográfico
A seguir apresenta-se o quadro relacionando o atual acervo bibliográfico da Instituição.
QUADRO 9 - ACERVO BIBLIOGRÁFICO – CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
ÁREA
INCLUSÃO
Títulos
REVISÃO
Exem-plares Títulos
TOTAL
Títulos
Exem-plares
Existente Período 2007 até
2008
Sem área Definida
CA - Ciências Agrárias
CB - Ciências Biológicas
CET- Ciências Exatas e
da Terra
CH - Ciências Humanas
CS - Ciências da Saúde
CSA- Ciências Sociais
Aplicadas
ET Engenharia/Tecnologia
LLA - Lingüística. Letras
e Artes
TOTAL
433
2
416
713
628
3
1.107
2.130
81
0
54
131
514
2
470
844
628
3
1.107
2.130
3.057
528
4.247
5.604
807
12.262
349
63
1.101
3.406
591
5.348
5.604
807
12.262
356
736
67
423
736
10.458
17.761
1.66
12.144
17.761
20.210
41.038
3.532
23.742
41.038
71
ÁREA
INCLUSÃO
Títulos
Tombados De JAN/09 a
AGO/2009
Sem área Definida
CA - Ciências Agrárias
CB - Ciências Biológicas
CET- Ciências Exatas e
da Terra
CH - Ciências Humanas
CS - Ciências da Saúde
CSA- Ciências Sociais
Aplicadas
ET Engenharia/Tecnologia
LLA - Lingüística. Letras
e Artes
TOTAL GERAL
REVISÃO
Exemplares Títulos
TOTAL
Títulos
Exem-plares
815
2
426
744
5.257
3
1.141
2.187
181
0
58
140
996
2
484
884
5.257
3
1.141
2.187
3.319
555
4.854
5.940
856
13.569
399
70
1.237
3.718
625
6.091
5.940
856
13.569
358
741
70
428
741
10.743
18.151
1.796
12.539
18.151
21.816
47.845
3.951
25.767
47.845
Fonte: Biblioteca FCJ (2009). Período de Tombamento: de Jan a 06/ago/09.
7.1.3 Infra-Estrutura Tecnológica
7.1.3.1 Laboratório de Informática: Plano de atualização e manutenção tecnológica
Sobre a Infra-Estrutura Tecnológica: Laboratório de Informática: A FCJ disponibiliza em período
integral e parcial a todos acadêmicos 06 laboratórios para utilização das disciplinas dos Cursos de:
Administração Sistemas de Informação, Turismo, Direito e Cursos de Tecnologia.
Sobre o Plano de atualização e manutenção tecnológica: Está prevista a atualização das
máquinas existentes em função das necessidades de novos softwares e dos lançamentos de novos
hardwares (ex.: DVD). Os equipamentos deverão ser atuais, e representarem o que de melhor o
mercado disponibiliza naquele momento para o uso que se projeta. A especificação detalhada destes
equipamentos só deverá ser feita na época da aquisição em função da rápida evolução deste tipo de
equipamento e dos softwares para serem instalados. Equipamentos como ZIP drives, gravadores de CD
e web câmeras serão disponibilizados para os acadêmicos em função das necessidades encontradas
pela Coordenação do curso e Direção da Faculdade.
A manutenção será realizada em uma sala de 36m2 com equipamentos e ferramentas adequadas
para manutenção dos equipamentos que está alocada no prédio Azul. Uma equipe técnica está
disponível ao longo do dia e um profissional (Gerência Técnico Pedagógica) supervisiona e orienta o
trabalho de manutenção.
Laboratórios
Laboratório de Informática 1
Laboratório de Informática 2
Laboratório de Informática 3
Laboratório de Informática 4
Laboratório de Informática 5
Biblioteca Virtual (laboratório 6)
Quantidades
20
25
25
20
20
21
Horários
7h30 às 22:45h
7h30 às 22:45h
7h30 às 22:45h
7h30 às 22:45h
7h30 às 22:45h
7h30 às 22:45h
72
Toda a rede de dados e telefonia da sede atual está baseada em cabeamento estruturado, o que
implica em uma confiabilidade muito maior da rede, e, conseqüentemente, maior disponibilidade de seus
recursos (como acesso a Internet, por exemplo) para os acadêmicos e compartilhamento de dados. Os
equipamentos são constantemente vistoriados e passam por rigorosa avaliação para a garantia das
melhores condições para o seu uso.
A faculdade está toda em rede, e já conta com servidor de internet, com home page, intranet,
wireless, expandindo-se a utilização do site internamente, como ferramenta de integração entre todos os
segmentos da comunidade acadêmica além de oferecer diversos serviços aos acadêmicos e
professores via internet.
Destaca-se ainda, que a Gerência Técnica Pedagógica, responsável pelo desenvolvimento
tecnológico da instituição tem um orçamento anual na ordem de R$ 150.000,00.
Qtde.
05
08
Obs:
Quantidade da carga horária dos funcionários
Itens
horas diárias para os estagiários bolsistas;
08 horas aula/semana em regime de plantão de atendimento para o professor
supervisor e coordenador
O horário de funcionamento. Exclusivo no período de curso e parcial no horário
integral da instituição.
Laboratório
06 Laboratórios de Informática
Laboratório de Línguas
Biblioteca Virtual (Lab 6)
Laboratório de informática 1:
7h às 22:45h (compartilhado)
Laboratório de informática 2:
7h às 22:45h (uso exclusivo)
Laboratório de Informática 3:
7h30 às 22:45h
Laboratório de Informática 4 :
7h30 às 22:45h
Laboratório de Informática 5 :
7h30 às 22:45h
Total Geral
Equipamentos
Descrição
3 AMD K6 - 3D 501MHz
7 computadores com 32 MbRam,
2 Athlon 1.1 GHz
1 computador com 48 MbRam,
1 Celeron 2,66MHz
3 computadores com 64MbRam,
1 Celeron 2.6 GHz
17
computadores
com
25 Celeron 2.8 GHz
128MbRam,
1 Celeron 430 1,8 GHz
26
computadores
com
1 Duron 1.2 GHz
256MbRam,
1 Duron 1.3 GHz
27
computadores
com
24 P4 1.6 GHz
512MbRam,
1 P4 1.7 GHz
60
computadores
com
4 P4 2.4 GHz
1024MbRam,
45 P4 2.8 GHz
HD com 2, 3, 4, 8, 10, 30, 40 e
1 Pentium I 150 Mhz
80 Gb de Memória todos estão
5 Pentium I 166 Mhz
licenciados e ligados em rede.
1 Pentium II 400 Mhz
7 Pentium II Processor
1 PII 233 MHz
12 Pentium II 233 Mhz
2 P4 3 GHz
3 P4 3.2 GHz
4 laboratórios de idiomas
Descrição dos terminais e disponibilidade
Qtde.
% do total
Horas disponíveis por dia
21
20
por máquina (*)
15
15
Total
315
300
25
15
375
25
15
375
20
15
300
20
15
300
60
1590
135
100,00%
73
A seguir apresenta-se a síntese da distribuição do espaço físico existente na FCJ, que além de
atender a atual demanda, conforme mencionado, atende também os portadores de necessidades
especiais, disponibilizando acessos facilitados através da escada rolante, das rampas e dos elevadores.
(pavimentos 1 a 4). Estes mesmos critérios de adequação da infra-estrutura para este público específico
são adotados no novo projeto de ampliação.
QUADRO 10 - DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE E/OU EM CONSTRUÇÃO
Área do Terreno
23.153
Área Construída
16.297.15
Valor Contábil
3.299.548,63
Valor Venal ( De Mercado )
15.000.000,00
Data da Avaliação
Não Há
Avaliador ( Consulta a Imobiliárias e Outros )
QUADRO 11 – SÍNTESE DO ESPAÇO FÍSICO EXISTENTE / AMBIENTES
Dependências / Serventias
Auditório
Outras Salas / Espaços Físicos
Salas de Aula
Quadra de Esporte Descoberta
Ginásio / Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência
Laboratório Informática
Biblioteca Virtual
Espaço Cultural
Praça de Alimentação
Praça de Serviço
Sala de Direção
Sala de Eventos / Auditórios
Sala de Leitura / Biblioteca
Sala de Professores
Sala p/ Empresa Junior (NEPE/NPJ)
Sala p/ Centro Acadêmico
Sala p/ Laboratórios
Sala p/ Orientação de TCC / Projeto / Monografia
Sala p/ Supervisão e Orientação de Estágio
Sala de Coordenação / Gestores
Sanitários
Setor de Atendimento / Tesouraria
TOTAL
Quantidade
2
98
37
3
8
3
1
4
1
1
1
2
1
1
1
1
11
1
1
1
28
2
209
M2
300,00
3920,00
1300,00
360,00
5400,00
135,00
38,11
1956,00
362,48
256,55
24,05
509,66
228,00
50,08
96,00
11,20
500,00
48,00
43,13
50,00
623,00
80,00
16291,26
74
Sala
M2
Laboratórios de Informática para Línguas
Anfiteatro
Sala de Vídeo
Sala Internet
Biblioteca
Teatro de Bolso
Sala de Teatro
Sala de Música
Sala de Vídeo (PI)
Sala Parâmetros
Sala de Estudos
Audiovisual
Elevador para deficientes físicos
90,87
370,51
48,10
38,11
228,00
139,25
98,40
83,20
22,10
92,08
43,13
33,30
04,00
Horário de
Funcionamento
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
07h às 23h
Nota: descrição detalhada a atual infra-estrutura física, segue no Anexo 4.
ÁREA TOTAL= 13.217,43m²
TERREO
A= 3.884,38m²
Ambiente
Qtd
m²
2
1
8
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
94
187,48
214,58
64,03
36,88
62,91
152,58
73,31
20,79
18,9
75,6
23,14
Sala de professores
lanchonete/cozinhas
Bwc´s
Sala reitor
Sala gestores
Secretaria
Papelaria
ambulatorio
Suprimento
Agencia de viagens
Escada/elevador carga
Escada rolante
Diretório
Sub estação
Vagas estacionamento
2ª PAVIMENTO
Ambiente
Sala de aula
aréa de serviço
Bwc´s
Shaft eletrico
Elevador
Escada/elevador carga
Escada rolante
Deposito
Contra regra
Piano
Teatro
Lobby
Sala grande
Camarim individual
1ª PAVIMENTO
Obs
42,8
50,78
Ambiente
Qtd
m²
Sala de aula
aréa de serviço
Bwc´s
Shaft eletrico
Elevador
Elevador de carga
Escritório
Oficina
Sala de artes
Sala administração
Camarim coletivo
Escada/elevador carga
Escada rolante
12
2
10
1
2
1
1
1
1
1
2
1
1
1626,27
Obs
145,45
23,14
12,5/15m²
A= 3.065,12m²
Qtd
12
1
8
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
A= 3.014,35m²
m²
1175,62
94,23
74,66
3ª PAVIMENTO
Obs
Ambiente
Sala de aula
aréa de serviço
Bwc´s
Shaft eletrico
Elevador
Escada/elevador carga
Biblioteca
Teatro
Hall/teatro
Deposito
Palco
Laboratório Informática
A= 2.474,81m²
Qtd
10
1
5
1
1
1
1
1
1
1
1
2
m²
697,1
Obs
85,7
8,2
23,14
593,83
533,2
54,57
172,38
139,43
555 lug.
22,1x7,8
75
4ªPAVIMENTO-CAMAROTE/TEATRO A=452,37m²
Ambiente
Bwc´s
Shaft eletrico
Elevador
Escada/elevador carga
Teatro
Qtd
m²
2
1
1
1
1
25,28
8,2
23,14
190,34
Obs
5ª PAVIMENTO - CASA MÁQUINA A= 242,27m²
Ambiente
Casa maq. Elev.
Casa maq. Ar cond..
Escada
Sala
Qtd
m²
Caixa d`´agua
2
65,94
Observatório
1
31,27
m²
1
1
1
1
23,77
15,2
14,1
51,7
219 lug.
6ª PAVIMENTO - CX ÁGUA A= 75,05m²
Ambiente
Qtd
Guarita A= 9,085m²
Obs
total de salas
34
Total bwc's
33
Obs
76
8 DADOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS
8.1 RECEITA E DESPESAS DOS CURSOS ATIVOS
TABELA 28 - PLANEJAMENTO ECONÔMICO FINANCEIRO CURSOS GRADUAÇÃO FCJ - 2007 –
2011
Nº ANO Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS
DIURNO
DIURNO NOTURNO
1º 2007
130
472,50
1655
2º 2008
170
560,00
1615
3º 2009
200
605,00
1422
4º 2010
250
650,00
1570
5º 2011
300
690,00
1600
VALOR
NOTURNO
472,50
560,00
605,00
650,00
690,00
REC. MENSAL
843.412,50
999.600,00
981.310,00
1.183.000,00
1.311.950,00
REC. ANUAL
10.120.950,00
11.995.200,00
11.775.720,00
14.196.000,00
15.743.400,00
Fonte: Setor Financeiro/FCJ, 2009.
RECEITAS (R$)
ITENS
EXERCÍCIOS
1º ANO
2º ANO
3º ANO
4º ANO
5º ANO
10.120.950,00 11.995.200,00 11.775.720,00 14.196.000,00 15.743.400,00
-
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
10.120.950,00 11.995.200,00 11.775.720,00 14.196.000,00 15.743.400,00
809.676,00
959.616,00
942.057,60 1.135.680,00
1.259.472,00
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
Déficit (inadimplência 8%)
9.311.274,00 11.035.584,00 10.833.662,40 13.060.320,00 14.483.928,00
TOTAL DA RECEITA ============>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
40
10
6
5
8
3.724.509,60
838.014,66
558.676,44
465.563,70
744.901,92
4.414.233,60
1.103.558,40
662.135,04
551.779,20
882.846,72
4.550.138,21
866.692,99
650.019,74
541.683,12
866.692,99
5.485.334,40
1.044.825,60
783.619,20
653.016,00
1.044.825,60
6.228.089,04
1.013.874,96
869.035,68
724.196,40
1.158.714,24
12
0
3
1
1
12
1.117.352,88
279.338,22
93.112,74
93.112,74
1.210.465,62
1.434.625,92
331.067,52
110.355,84
110.355,84
1.213.914,24
1.841.722,61
541.683,12
108.336,62
216.673,25
433.346,50
1.959.048,00
1.044.825,60
130.603,20
261.206,40
391.809,60
2.462.267,76
1.013.874,96
144.839,28
289.678,56
289.678,56
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
2
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
186.225,48
220.711,68
216.673,25
261.206,40
289.678,56
9.311.274,00 11.035.584,00 10.833.662,40 13.060.320,00 14.483.928,00
9.311.274,00 11.035.584,00 10.833.662,40 13.060.320,00 14.483.928,00
Fonte: Setor Financeiro/FCJ, (2009)
77
8.1.1 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 -Cursos de Administração
Nº ANO
1º
2º
3º
4º
5º
Nº ALUNOS
VALOR
NOTURNO
NOTURNO
2007
2008
2009
2010
2011
1200
1060
891
900
900
REC. MENSAL REC. ANUAL
567.000,00
593.600,00
539.055,00
585.000,00
621.000,00
472,50
560,00
605,00
650,00
690,00
RECEITAS (R$)
ITENS
6.804.000,00
7.123.200,00
6.468.660,00
7.020.000,00
7.452.000,00
1º ANO
2º ANO
6.804.000,00 7.123.200,00
-
EXERCÍCIOS
3º ANO
4º ANO
5º ANO
6.468.660,00 7.020.000,00 7.452.000,00
-
Déficit (inadimplência 8%)
6.804.000,00 7.123.200,00
544.320,00
569.856,00
6.468.660,00 7.020.000,00 7.452.000,00
517.492,80
561.600,00
596.160,00
TOTAL DA RECEITA ============>
6.259.680,00 6.553.344,00
5.951.167,20 6.458.400,00 6.855.840,00
40 2.503.872,00 2.621.337,60
10
563.371,20
655.334,40
6
375.580,80
393.200,64
5
312.984,00
327.667,20
8
500.774,40
524.267,52
2.499.490,22 3.229.200,00 3.427.920,00
476.093,38
516.672,00
479.908,80
357.070,03
387.504,00
411.350,40
297.558,36
322.920,00
342.792,00
476.093,38
516.672,00
548.467,20
15
0
3
1
1
9
1.011.698,42
297.558,36
59.511,67
119.023,34
238.046,69
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
938.952,00
187.790,40
62.596,80
62.596,80
625.968,00
983.001,60
196.600,32
65.533,44
65.533,44
589.800,96
968.760,00 1.165.492,80
516.672,00
479.908,80
64.584,00
68.558,40
129.168,00
137.116,80
193.752,00
137.116,80
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
2
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
125.193,60
131.066,88
6.259.680,00 6.553.344,00
6.259.680,00 6.553.344,00
Fonte: Setor Financeiro/FCJ, 2009.
119.023,34
129.168,00
137.116,80
5.951.167,20 6.975.072,00 7.335.748,80
5.951.167,20 6.975.072,00 7.335.748,80
78
8.1.2 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 – Curso de Turismo
Nº
ANO
1º
2º
3º
4º
5º
2007
2008
2009
2010
2011
Nº ALUNOS
NOTURNO
100
80
59
80
80
RECEITAS (R$)
ITENS
VALOR
NOTURNO
472,50
560,00
605,00
650,00
690,00
REC. MENSAL
47.250,00
44.800,00
35.695,00
52.000,00
55.200,00
REC. ANUAL
567.000,00
537.600,00
428.340,00
624.000,00
662.400,00
1º ANO
567.000,00
5.500,00
52.800,00
EXERCÍCIOS
2º ANO
3º ANO
537.600,00
428.340,00
-
4º ANO
624.000,00
-
5º ANO
662.400,00
-
Déficit (inadimplência 8%)
625.300,00
50.024,00
537.600,00
43.008,00
428.340,00
34.267,20
624.000,00
49.920,00
662.400,00
52.992,00
TOTAL DA RECEITA ============>
575.276,00
494.592,00
394.072,80
574.080,00
609.408,00
40
10
6
5
8
230.110,40
51.774,84
34.516,56
28.763,80
46.022,08
197.836,80
49.459,20
29.675,52
24.729,60
39.567,36
165.510,58
31.525,82
23.644,37
19.703,64
31.525,82
241.113,60
45.926,40
34.444,80
28.704,00
45.926,40
262.045,44
42.658,56
36.564,48
30.470,40
48.752,64
15
0
3
1
1
9
86.291,40
17.258,28
5.752,76
5.752,76
57.527,60
74.188,80
14.837,76
4.945,92
4.945,92
44.513,28
66.992,38
19.703,64
3.940,73
7.881,46
15.762,91
86.112,00
45.926,40
5.740,80
11.481,60
17.222,40
103.599,36
42.658,56
6.094,08
12.188,16
12.188,16
2
11.505,52
575.276,00
575.276,00
9.891,84
494.592,00
494.592,00
7.881,46
394.072,80
394.072,80
11.481,60
574.080,00
574.080,00
12.188,16
609.408,00
609.408,00
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
79
8.1.3 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Sistemas de Informação
Nº
ANO
1º
2º
3º
4º
5º
2007
2008
2009
2010
2011
Nº ALUNOS
NOTURNO
120
120
76
80
80
RECEITAS (R$)
ITENS
VALOR
NOTURNO
472,50
560,00
605,00
650,00
690,00
REC. MENSAL
56.700,00
67.200,00
45.980,00
52.000,00
55.200,00
REC. ANUAL
680.400,00
806.400,00
551.760,00
624.000,00
662.400,00
1º ANO
680.400,00
2º ANO
806.400,00
-
EXERCÍCIOS
3º ANO
551.760,00
-
4º ANO
624.000,00
-
5º ANO
662.400,00
-
Déficit (inadimplência 8%)
680.400,00
54.432,00
806.400,00
64.512,00
551.760,00
44.140,80
624.000,00
49.920,00
662.400,00
52.992,00
TOTAL DA RECEITA ============>
625.968,00
741.888,00
507.619,20
574.080,00
609.408,00
40
10
6
5
8
250.387,20
56.337,12
37.558,08
31.298,40
50.077,44
296.755,20
74.188,80
44.513,28
37.094,40
59.351,04
213.200,06
40.609,54
30.457,15
25.380,96
40.609,54
241.113,60
45.926,40
34.444,80
28.704,00
45.926,40
262.045,44
42.658,56
36.564,48
30.470,40
48.752,64
15
0
3
1
1
10
93.895,20
18.779,04
6.259,68
6.259,68
62.596,80
96.445,44
22.256,64
7.418,88
7.418,88
81.607,68
86.295,26
25.380,96
5.076,19
10.152,38
20.304,77
86.112,00
45.926,40
5.740,80
11.481,60
17.222,40
103.599,36
42.658,56
6.094,08
12.188,16
12.188,16
2
12.519,36
625.968,00
625.968,00
14.837,76
741.888,00
741.888,00
10.152,38
507.619,20
507.619,20
11.481,60
574.080,00
574.080,00
12.188,16
609.408,00
609.408,00
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
80
8.1.4 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso De Direito Diurno/Noturno
Nº ANO
1º
2º
3º
4º
5º
Nº ALUNOS
VALOR
Nº ALUNOS
VALOR
DIURNO
DIURNO
NOTURNO
NOTURNO
100
150
200
250
300
472,50
200
300
345
400
350
2007
2008
2009
2010
2011
560,00
605,00
650,00
690,00
RECEITAS (R$)
ITENS
472,50
560,00
605,00
650,00
690,00
REC. MENSAL
141.750,00
252.000,00
329.725,00
422.500,00
448.500,00
REC. ANUAL
1.701.000,00
3.024.000,00
3.956.700,00
5.070.000,00
5.382.000,00
1º ANO
2º ANO
1.701.000,00 3.024.000,00
-
EXERCÍCIOS
3º ANO
4º ANO
5º ANO
3.956.700,00 5.070.000,00 5.382.000,00
-
Déficit (inadimplência 8%)
1.701.000,00 3.024.000,00
136.080,00
241.920,00
3.956.700,00 5.070.000,00 5.382.000,00
316.536,00
405.600,00
430.560,00
TOTAL DA RECEITA ============>
1.564.920,00 2.782.080,00
3.640.164,00 4.664.400,00 4.951.440,00
40
10
6
5
8
625.968,00 1.112.832,00
140.842,80
278.208,00
93.895,20
166.924,80
78.246,00
139.104,00
125.193,60
222.566,40
1.528.868,88 2.332.200,00 2.475.720,00
291.213,12
373.152,00
346.600,80
218.409,84
279.864,00
297.086,40
182.008,20
233.220,00
247.572,00
291.213,12
373.152,00
396.115,20
12
0
3
1
1
12
187.790,40
46.947,60
15.649,20
15.649,20
203.439,60
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
361.670,40
83.462,40
27.820,80
27.820,80
306.028,80
618.827,88
182.008,20
36.401,64
72.803,28
145.606,56
699.660,00
373.152,00
46.644,00
93.288,00
139.932,00
841.744,80
346.600,80
49.514,40
99.028,80
99.028,80
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
2
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
31.298,40
55.641,60
1.564.920,00 2.782.080,00
1.564.920,00 2.782.080,00
72.803,28
93.288,00
99.028,80
3.640.164,00 5.037.552,00 5.298.040,80
3.640.164,00 5.037.552,00 5.298.040,80
81
8.1.5 Planilha Financeira – Projeção 2007 a 2011 - Curso de Tecnologia em Gestão da Qualidade
Nº ANO Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS
DIURNO
DIURNO NOTURNO
1º 2007
30
472,50
35
2º 2008
20
560,00
25
3º 2009
0
605,00
0
4º 2010
0
650,00
40
5º 2011
0
690,00
80
RECEITAS (R$)
ITENS
VALOR
REC. MENSAL
NOTURNO
472,50
30.712,50
560,00
25.200,00
605,00
650,00
26.000,00
695,00
55.600,00
REC. ANUAL
368.550,00
302.400,00
312.000,00
667.200,00
1º ANO
368.550,00
-
EXERCÍCIOS
2º ANO
3º ANO
4º ANO
5º ANO
302.400,00
312.000,00 667.200,00
-
Déficit (inadimplência 8%)
368.550,00
29.484,00
302.400,00
24.192,00
312.000,00 667.200,00
24.960,00
53.376,00
TOTAL DA RECEITA ============>
339.066,00
278.208,00
287.040,00 613.824,00
40
10
6
5
8
135.626,40
30.515,94
20.343,96
16.953,30
27.125,28
111.283,20
27.820,80
16.692,48
13.910,40
22.256,64
114.816,00 245.529,60
28.704,00
61.382,40
17.222,40
36.829,44
14.352,00
30.691,20
22.963,20
49.105,92
12
0
3
1
1
12
40.687,92
10.171,98
3.390,66
3.390,66
44.078,58
36.167,04
8.346,24
2.782,08
2.782,08
30.602,88
2
6.781,32
339.066,00
339.066,00
5.564,16
278.208,00
278.208,00
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
37.315,20
2,00
8.611,20
2.870,40
2.870,40
31.574,40
79.797,12
3,00
18.414,72
6.138,24
6.138,24
67.520,64
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
5.740,80
12.276,48
287.042,00 613.827,00
287.042,00 613.827,00
82
8.1.6 Planilha Financeira – Projeção 2008 a 2011 - Curso de Tecnologia em Gestão Comercial
Nº ANO
1º
2º
3º
4º
2008
2009
2010
2011
Nº ALUNOS VALOR Nº ALUNOS
DIURNO
DIURNO NOTURNO
0
560,00
30
0
605,00
51
0
650,00
70
0
690,00
110
VALOR
REC. MENSAL
NOTURNO
560,00
16.800,00
605,00
30.855,00
650,00
45.500,00
695,00
76.450,00
RECEITAS (R$)
REC. ANUAL
201.600,00
370.260,00
546.000,00
917.400,00
1º ANO
201.600,00
-
EXERCÍCIOS
2º ANO
3º ANO
370.260,00
546.000,00
-
4º ANO
917.400,00
-
Déficit (inadimplência 8%)
201.600,00
16.128,00
370.260,00
29.620,80
546.000,00
43.680,00
917.400,00
73.392,00
TOTAL DA RECEITA ============>
185.472,00
340.639,20
502.320,00
844.008,00
40
10
6
5
8
74.188,80
16.692,48
11.128,32
9.273,60
14.837,76
136.255,68
34.063,92
20.438,35
17.031,96
27.251,14
210.974,40
40.185,60
30.139,20
25.116,00
40.185,60
354.483,36
67.520,64
50.640,48
42.200,40
67.520,64
12
0
3
1
1
12
22.256,64
5.564,16
1.854,72
1.854,72
24.111,36
44.283,10
10.219,18
3.406,39
3.406,39
37.470,31
85.394,40
25.116,00
5.023,20
10.046,40
20.092,80
143.481,36
42.200,40
8.440,08
16.880,16
33.760,32
2
3.709,44
185.472,00
185.472,00
6.812,78
340.639,20
340.639,20
10.046,40
502.320,00
502.320,00
16.880,16
844.008,00
844.008,00
ITENS
Anuidade ano base
Recursos transferidos pela Mantenedora
Recursos diversos
SUB-TOTAL DA RECEITA ========>
DESPESAS (R$)
Pessoal Docente
Pessoal Administrativo
Material de consumo
Concurso Vestibular
Outros Custeios
DESPESAS DE CAPITAL
Construção/Adaptações de prédios
Aquisição de Imóveis
Aquisição de móveis,utens.,equip.,inst.
Reparo de móveis,utens.,equip.,inst.
Reposição de móveis,utens.,equip.,inst.
Aquisição de material bibliográfico
OUTRAS DESPESAS
Qualificação/Treinamento de pessoal
TOTAL DE DESPESA =================>
TOTAL DO ORÇAMENTO =============>
8.2 INDICADORES DE QUALIDADE DAS ÁREAS: BIBLIOTECA, LABORATÓRIOS E
FINANCEIRA
Foi possível definir que crescimento anual da FCJ é de 10% para os 3 primeiros anos (2001-2002
e 2003) e 5% para os anos seguintes (2004 e 2009), nos itens abaixo relacionados:
 Acervo de livros
 Acervo de vídeos
 Acervo de CD´s
 Acervo de Periódicos e manutenção das atuais
 Assinatura, anual de uma nova revista específica para os cursos.
 Ampliação do espaço físico e salas especificas de estudo (individuais e em grupo)
83
Para a ampliação dos laboratórios se prevê os índices de 3% e 5% respectivamente para os mesmos
períodos o que concerne à capacidade dos equipamentos e da oferta de softwares para os cursos.
O Setor Financeiro da FCJ, bem como às gestões de curso, estão atentas no acompanhamento do índice
de inadimplência acumulada da instituição. Destaca-se que o planejamento econômico-financeiro prevê um índice
8%.
A estratégia para redução deste percentual consiste em articular o processo de rematrícula semestral
prevista em contrato, sem taxa e/ou custo adicional ao aluno, mas que através de comunicação personalizada o
acadêmico é conduzido a resolver/regularizar ou ainda negociar sua pendência. Neste mesmo ato de rematrícula, a
biblioteca e a secretaria também atualizam suas pendências na entrega de documentos e livros emprestados.

Outros indicadores de qualidade adotados pela IES:

Implantação do Caixa Fácil: possibilita ao acadêmico pagar sua mensalidade a qualquer hora;

Implantação do Programa de Permuta: o acadêmico que está desempregado, presta algumas horas
semanais de serviços à instituição em troca de descontos/abatimentos na mensalidade.

Adesão ao Programa de Crédito Educativo FIES da CEF;

Minimização do percentual de evasão escolar; (através da proposta de nivelamento, do
acompanhamento psico-pedagógico e do encaminhado à estágios realizada pelo NAE – Núcleo de
Apoio ao Estudante).
Deve-se manter o monitoramento constante das desistências, transferências internas e/ou trancamentos
para apurar os motivos que levam à esta decisão e traçar medidas preventivas.
Percebe-se que, de forma óbvia, que à medida em que o número de alunos aumenta, também há um
acréscimo no percentual de alunos, trancados, desistentes e/ou em processo de transferência.
A FCJ está atenta quanto aos índices de desistências e trancamentos que foram efetuados nos últimos
semestres letivos. Vários são os motivos que conduzem o aluno a esta tomada de decisão, dentre eles cita-se:
fatores financeiros, mudança de cidade e/ou emprego, expectativa em relação ao curso, excesso de viagens
profissionais, troca de área de atuação, saúde (depressão), dificuldade de acompanhar a rotina acadêmica.
Com base neste cenário a FCJ orienta os alunos da seguinte maneira:
a) para os fatores financeiros, o aluno tem possibilidade de renegociar parcelas em atraso, e para os alunos
desempregados recomenda-se o contato com o NAE para facilitar o acesso no mercado de trabalho via estágios
extra-curriculares e/ou oportunidades efetivas de emprego e a inclusão/adesão no FIES -Fundo de Financiamento
ao Ensino Superior.
b) no que se refere à expectativa do curso e dificuldades de acompanhamento, os alunos são entrevistados pelos
gestores para esclarecer o perfil do aluno egresso, sobre as particularidades da área de conhecimento, sobre as
cadeiras específicas a partir das séries subseqüentes e ainda para os alunos com dificuldade de aprendizagem, a
FCJ através do seu corpo docente, disponibiliza aulas de reforço, se necessário.
c) para alunos que estão em stress, depressão e/ou com a saúde extremamente debilitada, viabiliza-se trabalhos
domiciliares e prorroga-se a aplicação das provas bimestrais, contudo, sem comprometer a freqüência mínima em
sala de aula. É importante frisar ainda que, dentre as diversas oficinas que são ministradas nas Semanas de
Empreendedorismo e Gestão, a temática de saúde laboral, técnicas e exercícios de relaxamento, palestra sobre
motivação, são estratégias que a Faculdade Cenecista de Joinville faz uso para minimizar essas síndromes que se
fazem presentes no cotidiano dos indivíduos.
8.3 IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE – ISO9001
A FCJ está em processo de implantação do Programa de Qualidade Total dos processos e serviços. O
programa será iniciado nos ambientes/setores administrativos, com ênfase no atendimento da comunidade interna e
externa, no aspecto da organização de documentos e setores (Programa 5S). O segmento pedagógico será
estudando posteriormente. Abaixo segue fluxograma para apreciação e análise.
85
9 CRONOGRAMA PREVISTO PARA A IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES
INSTITUCIONAIS
9.1 AÇÕES INSTITUCIONAIS
Para a obtenção das metas anteriormente citadas estão previstas as seguintes ações
institucionais:
Semestre
1º
Ações Implementadas e/ou fase de Implementação – 2007 a 2011 PDI em Vigência
Solicitar o Ciclo Avaliativo: Processo de Avaliação Externa da IES (visita in loco) SINAES, Portaria
Normativa 01/2007, DOU 11/01/2007 – Recrendenciamento da FCJ
Solicitar a Renovação do Reconhecimento Curso de Empresas e Negócios
Solicitar a Renovação do Reconhecimento do Curso de Marketing
Solicitar a Renovação de Reconhecimento do Curso de Sistemas de Informação
Acompanhar a publicação das portarias de autorização dos novos cursos superiores de tecnologia:
Gestão Comercial e Logística
Preparar de forma contínua dos acadêmicos para o ENADE e Provas da OAB
2º
Semestre
Cadastrar os acadêmicos em situação irregular junto ao ENADE
Estimular a participação do corpo docente e discente na publicação da revista semestral de produção
científica
Aplicar semestralmente a avaliação institucional
Aplicar a avaliação institucional aos egressos dos cursos de graduação
Apresentar o Programa Institucional de Capacitação Docente (PICD)
Estabelecer contatos com empresas e outras IES para definir o intercâmbio de pesquisadores
Elaborar a proposta de semestralidade dos cursos de graduação em andamento
Manter a adesão dos programas do governo para bolsa de estudos (PROUNI e Artigo 170).
Definir a campanha do vestibular cfe os novos cursos ofertados
Continuar a expansão física da infra-estrutura
Implantar novas ferramentas ao sistema de registro acadêmico, cfe as necessidades institucionais
Organizar a VII Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com as áreas de
conhecimento oferecidas pela FCJ
Rever os critérios de seleção dos acadêmicos bolsistas (Bolsas Internas e Artigo 170)
Ações Previstas – 2008
Renovar a adesão semestral no FIES e Artigo de Iniciação Científica
Aplicar a(s) nova(s) grade(s) curricular(es) alterada(s): área de administração e Turismo
1º e 2º
Iniciar as turmas dos Cursos Superiores de Tecnologia (que tenham a com a demanda mínima) : gestão
comercial e logística
Solicitar o Reconhecimento no Curso de Direito
Solicitar Reconhecimento do Curso Superior em Turismo
Solicitar renovação de Reconhecimento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade
Elaborar Projetos de Qualificação Contínua da equipe técnico-administrativa
Orientar e Acompanhar os acadêmicos em campo de estágio
Orientar e Acompanhar os acadêmicos bolsistas: Prouni e Artigo 170
Organizar a VIII Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com as áreas de
conhecimento oferecidas pela FCJ
Estudar a possibilidade de Implantação do Programa de Certificação da Qualidade nos Setores
Administrativos
Definir os critérios de aquisição de novos softwares e mobiliários adaptados às necessidades especiais
de acadêmicos PNE´s
Estudar a possibilidade de Elaboração de Projeto Pedagógico de Cursos/Disciplinas na Modalidade
EAD
86
Semestre
1º e 2º
1º e 2º
Ações Previstas – 2009
Qualificar a Semana de Capacitação Docente Continuada
Acompanhar a Aplicação e Preenchimento do Plano de Ação Docente
Organizar a IX Semana de Empreendedorismo e Gestão – Temáticas de Acordo
com as áreas de Conhecimento oferecidas pela FCJ
Manter Atualizado Constantemente os PPC`s dos Cursos Ativos da FCJ
Elaborar o Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos Ativos da FCJ
Implantar o NPJ – Núcleo de Prática Jurídica
Preparar de forma contínua os acadêmicos para o ENADE e Provas da OAB
Orientar e Acompanhar os acadêmicos dos cursos de tecnologia em campo de
estágio
Orientar e Acompanhar os acadêmicos bolsistas: Prouni e Artigo 170
Definir o Corpo Docente do NDE – Núcleo Docente Estruturante
Redigir Regulamento das Atividades do Núcleo Docente Estruturante
Propor alterações no Regimento Interno e submeter à avaliação da Mantenedora
Atualizar o PPI – Projeto Pedagógico Institucional
Dar continuidade no acompanhamento do egresso (reunião com formados,
aplicação da pesquisa com o egresso)
Aplicar Avaliação Institucional (Interna) – 1 e 2º Semestres
Reunir a CPA – Análise dos resultados da Avaliação Interna e Elaboração do
Relatório
Redigir Regulamento do Programa de Aproximação da FCJ junto à comunidade
Física e Jurídica (Público e Privada)
Publicar no Portal Institucional a 4º Edição da Revista Científica da FCJ – Scientia
Redigir Regulamento do Programa de Qualificação do Representante de Turma
Redigir o Regulamento do Programa de Nivelamento
Redigir Regulamento do Programa de Atendimento Discente: Ouvidoria
Implantar a Política de Nivelamento (disciplinas de Matemática e Leitura e Produção
de Textos)
Definir os instrumentos de avaliação do nivelamento e acompanhando do
desempenho dos estudantes envolvidos
Maximizar as Relações e as Parcerias com outras instituições e empresas
Melhorar os canais de comunicação da FCJ com a comunidade interna e externa
Alterar a modalidade de oferta da matriz curricular do Curso de Sistemas de
Informação (de anual para semestral)
Maximizar a participação de acadêmicos e egressos em projetos de
responsabilidade social
Estudar a viabilidade de migrar a matriz do Curso de Turismo de Bacharelado para
Tecnólogo
Iniciar a Implantação do Programa de Certificação da Qualidade na Área
Administrativa: Política de Atendimento – ISO9000
Renovar a adesão semestral no FIES e Artigo de Iniciação Científica – Bolsas Art.
170
Organizar a Semana de Iniciação Científica: Apresentação dos Projetos Bolsistas
Implantar cursos livre na modalidade EAD – Portal www.eadcnec.edu.br
Melhorar os processos de monitoria de evasão escolar
Aplicar Pesquisa Externa - Demanda de Mercado (novas oportunidades de
expansão, projetos de novos cursos de graduação, pós-graduação e extensão)
87
Semestre
1º e 2º
Semestre
1º e 2º
Ações Previstas – 2010
Acompanhar as atividades do Grupo de Pesquisas de Novas Práticas Pedagógicas
Organizar a X Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com
as áreas de conhecimento oferecidas pela FCJ
Implantar o Corpo Docente do NDE – Núcleo Docente Estruturante
Elaborar Propostas para Cursos Novos Graduação, Seqüenciais, Tecnólogos e PósGraduação.
Aplicar Pesquisa Externa - Demanda de Mercado (novas oportunidades de
expansão– conforme resultado da pesquisa avaliar o interesse da FCJ para
implantação de novos cursos
Definir o Calendário das Atividades Complementares e os Cursos de Extensão
Acompanhar os indicadores de Qualidade das áreas Tecnológica, Financeira e
Biblioteca
Início da Implantação do Programa de Certificação da Qualidade nos Setores
Administrativos - ISO 9000
Ações Previstas – 2011
Implantar o Programa Institucional de Plano de Carreira Docente e TécnicoAdministrativo: Plano de Cargos e Salários
Organizar a XI Semana de Empreendedorismo e Gestão – temáticas de acordo com
as áreas de conhecimento oferecidas pela FCJ
Estudar a possibilidade de Iniciar a Implantação do Programa de Certificação da
Qualidade na Área Pedagógica
Elaborar Projeto para alteração na forma de organização acadêmica: centro
universitário – Portaria nº 639, de 13/05/97 , Solicitação de Credenciamento
Elaborar o PPC para Implantação dos cursos de pós-graduação scricto-sensu
(Mestrado)
Rever/Monitorar, constantemente o Processo de Ensino e Aprendizagem Qualificação Docente
Implantar a nova matriz/modalidade do Curso de Turismo de Bacharelado para
Tecnólogo
9.1.1 Proposta de Intenção para Abertura de Novos Cursos de Graduação (Bacharelado e
Tecnologia): Áreas do Conhecimento
Cursos de Graduação
Tecnólogo em Consultoria Empresarial
Tecnólogo em Gestão de Negócios
Tecnólogo em Informática
Tecnólogo em Redes de Computadores
Tecnólogo em Segurança de Informação
Tecnólogo em Web Design
Tecnólogo em E-commerce
Tecnólogo em Gestão da Qualidade
Tecnólogo em Gestão de Comércio Varejista
Tecnólogo em Gestão de Supermercados
Tecnólogos em Vendas
Tecnólogo em Vendas e Representações
Agrupamentos/Áreas Específicas
Agrupamento 3 - econômico-social - Área de gestão
Agrupamento 3 - econômico-social- Área de gestão
Agrupamento 1 - científico-natural
Agrupamento 1 - científico-natural
Agrupamento 1 - científico-natural
Agrupamento 1 - científico-natural
Agrupamento 1 - científico-natural
Agrupamento 3 - econômico-social - Área de gestão
Agrupamento 3 - econômico-social
Área de gestão e comércio
Agrupamento 3 - econômico-social
Área de gestão
Agrupamento 3 - econômico-social
Área de gestão
Agrupamento 3 - econômico-social
Área de gestão
88
9.1.2 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação - Especialização
Cursos de Pós-Graduação (lato-sensu) – Especialização
Gestão Contábil (Analista Contábil e Analista de Custos)
Turismo e Meio Ambiente: Sustentabilidade
Administração de Recursos Naturais e Renováveis
Ética Profissional nas Relações Empresariais
Administração Institucional, Administração de Organizações Governamentais e não
Governamentais
Administração Financeira
Administração de Empreendimentos e Negócios
Relações Internacionais de Mercado
Computação e Informática (Inovações Tecnológicas)
Educação e Ensino Superior
Diplomacia Empresarial
Controladoria e Auditoria
Direito e Gestão Empresarial
Estratégia Empresarial
Gerenciamento de Vendas
Gestão de Responsabilidade Social nos Negócios
Gestão de Cidades
Gestão de Organizações para a Educação
Gestão de Pessoas
Gestão Estratégica da Cadeia Logística
Gestão Financeira
Gestão Organizacional para a Saúde
Inovação e Desing
Marketing Empresarial
9.1.3 Proposta de Intenção para Novos Cursos de Pós-Graduação - Mestrado
Cursos de Pós-Graduação (scricto-sensu) Mestrado
Administração e Gestão Estratégica das Organizações
89
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE FUNDAÇÕES EDUCACIOANAIS. ACAFE. Assuntos Educacionais
por Instituição. Estatísticas do Ensino de Graduação Superior Séries Históricas. 1975-2000. Documento
da Web. http://www.acafe.org.br/homepage_explorer.html. Acesso em 10, abr, 2009.
BRASIIL. Decreto nº 5.773. Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e
avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais
no sistema federal de ensino. Ministério da Educação – MEC. Brasília. Publicado no DOU 09 de
maio, 2006
BRASIL. Decreto n. 3860, de 9 de julho de 2001. Dispõe sobre a organização do ensino superior, a
avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa
do Brasil, Brasília, 9 de julho de 2001. Publicado no Diário Oficial da União de 10 de jul, 2001. Seção I,
p. 2. Disponível em: <http://www.mec.gov.br/sesu/ftp/sapiens/Decreto3860.doc.> Acesso em: 9, abr,
2009.
BRASIL. Decreto nº 6.303. Altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de
2005, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006,
que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições
de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de
ensino. Publicado no DOU de 13, dez, 2007.
BRASIL. Lei nº 9.394. Dispõe sobre Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Ministério da Educação – MEC. Brasília. Publicado no DOU 20 de dez, 1996.
BRASIL. Lei nº 10.861. Dispõe e institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
SINAES e dá outras providências. Brasília: MEC. Publicado no DOU de 14 de abril, 2004.
CNEC – Campanha Nacional das Escolas da Comunidade. Planejamento Estratégico 2008. CnecAssessoria de Ensino: Brasília, 2007.
CNEC – Campanha Nacional das Escolas da Comunidade. Regimento Interno e Estatuto da
Mantenedora. Cnec- Assessoria de Ensino: Brasília, 2008.
ENADE. Perspectiva de Avaliação Dinâmica e Análise de Mudança. Educação
Superior em Debate. V2. Dilfo Ristoff (org).Brasília: INEP, 2004.
FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE. Regimento Interno da FCJ. Joinville: FCJ, 2008.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISA EDUCACIONAIS. Resultados e tendências
da
educação
no
Brasil.
Disponível
em:
<http://www.inep.gov.br/censo/outros
levantamentos/superior/resultados/resultados_tendencias.html.> Acesso em: 2, março, 2009.
_________________________________________________________. Resultados e tendências da
educação Superior: região sul. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/censo/outros
levantamentos/superior/resultados/resultados_tendencias.html.> Acesso em: 2, março, 2009.
____________________________________.Sinopse estatística da educação superior 2000:
processos
seletivos
nos
cursos
de
graduação
presenciais.
Disponível
em
<http://www.inep.gov.br/censo/outroslevantamentos/superior/sinopse/sinopse.htm.> Acesso em: 9, abr,
2009.
ILAPE- Instituto Latino Americano de Planejamento Educacional. Legislação e normas da educação
superior para gestores acadêmicos. Brasília, mar, 2007.
MANUAL DO ENADE 2009. INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira. Brasília: MEC, 2009.
MEC-MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Instrumento de avaliação de cursos de graduação. Brasília:
CONAES/INEP, (jun), 2006.
90
MEC-MINUSTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SESU- SEMETC-Secretaria de Educação Superior. Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica. Diretrizes para elaboração do PDI- plano de desenvolvimento
Institucional. (dez), 2004.
PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004, (DOU Nº 132, 12/7/2004, SEÇÃO 1, P.
12/13). Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004.
ANEXO 1- ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL
92
’
93
ANEXO 2 – FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE MATRÍCULA
94
ANEXO 3 – FLUXOGRAMA DO NEPE - NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EMPREENDEDORAS
INÍCIO
Idéias de:
IDÉIAS DE
PROJETOS
Alunos,
Professores,
Instituição,
Sociedade.
Avaliadores:
ENCAMINHAR
RESPOSTA AO
AUTOR
ABORTAR IDÉIA
NÃO
AVALIAR
VIABILIDADE
Membros do NEPE,
Coordenadores dos cursos relacionados
SIM
ELABORAR
PROPOSTA DE
PROJETO
FIM
APROVAR
DIRETOR
ADJUNTO
NÃO
REVISÃO DA
PROPOSTA
SIM
ELABORAR A
MATRIZ DE
PLANEJAMENTO
RECRUTAR
ALUNOS PARA O
DESENVOLVIMENTO
EXECUTAR O
TRABALHO
ELABORAR
RELATÓRIO
FINAL
Avaliadores:
ELABORAR
CORREÇÕES
NÃO
APROVAR
FINAL
SIM
FIM
ARQUIVAR PARA
HISTÓRICO
Proponente,
Membros do NEPE,
Coordenadores de Curso,
Direção Adjunta.
95
ANEXO 4- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA (ÁREAS CONSTRUÍDAS)
Características
Sala
Período
Salas de Aula
Sala de Psicologia
Sala de Coordenação
Banheiro Feminino
Banheiro Masculino
Livraria
Cozinha/Estoque
Corredor
Praça de Alimentação
Anfiteatro
Banheiro Masculino
Banheiro Feminino
Escadaria
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Salas de Aula
Sala de Vídeo
Laboratório de Informática II
Sala Internet
CPDG
Corredores
Biblioteca
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Salas de Aula
Corredores
Secretaria FCJ
Tesouraria
Gerência Financeira
Coord. Eventos
Patrimônio
Secretaria
Depto. Pessoal
Banco
Corredores
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Teatro de Bolso
Sala / escritório modelo
Depósito
Telefonista
Banheiro Masc. dministração
Banheiro Fem.Administração
Banheiro Masc Infantil
Banheiro Fem Infantil
Corredores
Praça
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Sala de Aula
Sala Educação Artística
Sala de Aula
Sala de Informática
Coord.Escola Infantil e 1º grau
Corredores
Banheiros Masculino Infantil
Banheiros Feminino Infantil
Playground
Pátio
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Área (m2)
Existente
À construir
Pavimento Térreo – Bloco Laranja
72,10
08
33,08
01
30,10
01
16,21
01
16,21
01
40,15
01
70,08
01
80,21
01
362,48
01
370,51
01
20,11
01
20,11
01
30,80
01
Aluno
s/
turma
Turma
s/ semana
Horário de
funcionamento
50
3
2
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
330
Pavimento térreo bloco azul
48,10
48,10
58,25
38,11
32,09
80,20
228,00
04
02
01
01
01
01
01
35
45
40
25
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
35
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
140
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
20
30
20
12
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
Pavimento Térreo Bloco Verde
58,10
04
40,00
01
20,10
01
20,00
01
28,10
01
12,05
01
30,20
01
75,00
01
30,80
01
23,00
01
30,40
01
Pavimento Térreo – Bloco Amarelo
139,25
92,11
10,00
17,00
10,20
10,20
19,30
19,30
25,00
370,40
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Pavimento Térreo – Escola Infantil
36.21
42.33
66.96
15.18
20.43
55.08
15.20
16.70
52.20
235.10
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
96
Arte Educação
98,40
01
18,80
01
83,20
01
105,11
01
105,11
01
106,00
01
29,40
01
25,60
01
80,70
01
Sala de Teatro
Lab. Fotográfico
Sala de Música
Sala de desenho e Pintura
Sala de Escultura
Sala de Artes Primária
Arquivo Morto
Coordenação
Corredores
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Quadra Poliesportiva
Quadra de Vôlei
Arquibancada (2000 lugares)
Enfermaria
Sala de Vídeo (PI)
Sala Parâmetros
Banheiro Feminino chuveiros
Banheiro Feminino chuveiros
Banheiro Feminino chuveiros
Banheiro Feminino chuveiros
Banheiro Feminino chuveiros
Banheiro Feminino chuveiros
Piscina
Piscina Infantil
Corredores
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Piscina Semi Olímpica
Banheiro Masc
Banheiro Fem
Secretaria
Sala Professores
Sala das Máquinas
Depósito
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Quadra de vôlei
Quadra Polivalente
Pista de Atletismo
Integral
Integral
Integral
Corredor de Acesso
Corredor Livraria
Praça Cascata
Praça Palmeiras
Áreas Diversas
Estacionamento
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Salas de Aula
Sala de Estudos
Sala de Professores
Banheiros fem professores
Banheiros masc. Professores
Sala coord. FCJ
Laboratório Biologia
Laboratório Física
Laboratório Química
Corredor
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Quadras Externas
162,00
01
416,00
01
1200,22
01
Corredores
540,50
01
216,40
01
1.050,21
01
370,22
01
200,33
01
1.100,44
01
I Pavimento Bloco Laranja
72,15
04
43,13
01
50,08
01
11,10
01
9,00
01
18,10
01
72,20
01
72,20
01
65,80
01
120,80
01
Salas de Aula
Laboratório de Informática I
Escadaria
Corredor
Integral
Integral
Integral
Integral
1º Pavimento Bloco Marrom
48,10
02
48,10
01
20,15
01
60,50
01
Complexo Poliesportivo – Térreo
800,40
01
415,00
01
460,10
01
22,10
01
22,10
01
92,08
01
75,40
01
75,40
01
35,10
01
35,10
01
22,80
01
22,80
01
100,00
01
25,00
01
150,40
01
307,50
34,20
34,40
28,60
19,00
81,10
34,10
40
35
35
35
40
35
70
Piscina
01
01
01
01
01
01
01
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
50
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
38
40
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
97
I Pavimento – Bloco Azul
48,10
12
80,50
01
20,00
01
33,30
01
Salas de Aula
Corredores
Escadaria
Audiovisual
Integral
Integral
Integral
Integral
Salas de Aula
Corredores
Escadaria
Elevador para deficientes físicos
Integral
Integral
Integral
Integral
Salas de Aula
Sala dos Professores
Apoio Pedagógico
Arquivo Morto
Orientação ginásio
Orientação primária
Diretoria
Sala de reunião
Banheiroeiro fem professores
Banheiro masc. Professores
Escadaria
Corredores
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Sala de Dança
Coordenação
Sala professores
Banheiro Masc prof.
Banheiro Fem. prof.
Sala Grêmio
Sala capoeira
Sala judô
Período Integral
Corredores
Escadaria
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
1º Pavimento – Complexo Poliesportivo
92,00
01
23,80
01
26,13
01
13,00
01
17,12
01
11,20
01
105,40
01
71,50
01
133,10
01
150,00
01
40,40
01
Salas de Aula
Corredor
Rampa de Acesso
Banheiro Masc. Inf.
Banheiro Fem. Ing.
Sala de Recreação
Rampa de Acesso
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
1º Pavimento – Escola Infantil
35.36
06
41.20
01
75.10
01
10.22
01
10.22
01
111.55
01
125.10
01
Salas de Aula
Coordenação
Corredor
Escada
Integral
Integral
Integral
Integral
Oficina
Lavanderia
Banheiro Masculino
Banheiro Feminino
Depósito
Estacionamento I
Estacionamento II
Estacionamento III
Caixa da Água
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
35
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
40
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
40
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
1º Pavimento Bloco Verde
59,00
50,10
25,13
08
01
01
01
1º Pavimento – Bloco Amarelo
48,10
33,20
48,00
18,11
30,00
20,12
24,05
23,00
10,00
15,40
60,20
120,00
09
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Escola de Línguas
3,20
05
11,00
01
35,10
01
27,80
01
50,00
20,00
11,16
18,20
17,20
756,00
1.100,00
5.420,00
50.000 l
Manutenção
01
01
01
01
01
01
01
01
01
30
30
80
30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
20
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
07:30 às 22:30
98
ANEXO 5- DETALHAMENTO DA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
Configuração atual dos equipamentos de laboratório
2
Athlon 1.1 GHz
1024
20
S
Plataforma
(Unix, NT,
etc.)
Win XP
1
1
1024
1024
20
40
S
S
Win XP
Win XP
1
1
Celeron 2.6 GHz
Celeron 430 1,8
GHz
Duron 1.2 GHz
Duron 1.3 GHz
1024
1024
80
30
S
S
Win XP
Win XP
1
4
4
2
3
P4 1.7 GHz
P4 2.4 GHz
P4 2.8 GHz
P4 3 GHz
P4 3.2 GHz
1024
1024
1024
1024
1024
30
20 e 40
30 e 40
40
20, 40 e 60
S
S
S
S
S
Win XP
Win XP
Win XP
Win XP
Win XP
24
P4 1.6 GHz
256
30
S
Windows
XP/Linux
1
P4 2.8 GHz
512
30
S
Windows
XP/Linux
Laboratório 3
25
Celeron 2.8 GHz
512
80
S
WinXP e
Linux
20
Pentium IV 2.8
Ghz
1024
30
S
WinXP e
Linux
20
Pentium IV 2.8
Ghz
1024
30
S
WinXP e
Linux
128 e 256
3, 4 e 10
S
Win XP
512
128
40
20
S
S
Win XP
Win XP
32
2, 5 e 20
S
Win 98
128
4 e 20
S
Win XP
64
15
S
Win 98
32, 48, 64
e 128
2, 4, 8, 15
S
Win 98
Laboratório
2
Laboratório 1
Memória
(Mb)
Laboratório
4
CONFIGURAÇÃO
Espaço Disco
Ligada em Rede
(Gb)
(S/N)
Tipo de CPU
Laboratório
5
Quantidade
Biblioteca Virtual
3
1
1
5
4
1
7
AMD K6 - 3D
501MHz
Celeron 2,66MHz
Pentium I 150
Mhz
Pentium I 166
Mhz
Pentium II 233
Mhz
Pentium II 400
Mhz
Pentium II
Processor
Ano de
Aquisição
99
Licenças de Software
Abaixo relaciona-se os softwares disponíveis e suas respectivas licenças.
Software
Windows XP Prof, x64 Ed.
Windows Server 2003
Windows XP Professional
Windows Server 2003, x64 Ed.
Windows Server 2003 R2, x32 Ed.
Windows Server 2003 R2, x64 Ed.
Office XP Suites
Office 2003 Suites
Windows Cluster Server
Windows Vista - KMS
Office XP Suites
Office 2007 Applications
Office 2003 Suites
Office 2007 Suites
Expression Web
.NET Micro Framework Porting Kit v3.0
Access 2003
Access 2003 Developer Extensions
Commerce Server 2002
eMbedded Visual C++ 4.0
Exchange Server 2007 Standard Edition
Expression Blend 1
Expression Studio 1
Forefront Security for Exchange Server with Service
Pack 1
Forefront Security for SharePoint with Service Pack 1
FrontPage Professional 2003
Groove Server 2007
Groove Server 2007
InfoPath 2003
InterConnect 2004
Mobile Information 2001 Server
OneNote 2003
OneNote 2007
OneNote 2007 (For Use with MSDN Media)
Project Standard and Professional 2002
Project Server 2002
Project Professional 2003
Project Standard 2003
Project Server 2003
Project Standard 2007
Project Standard 2007 (Lab Use Key)
Project Professional 2007
Project Professional 2007 (Lab Use Key)
Project Portfolio Server 2007
Project Server 2007
Search Server 2008
SharePoint Portal Server 2001
SharePoint Server 2007 Enterprise Edition
SharePoint Server 2007 Standard Edition
SQL Server 2000 Reporting Services
Virtual PC for Mac 7.0
Visio Professional 2002
Visio Professional 2003
Visio Standard 2007 (Lab Use Key)
Visio Professional 2007
Visio Professional 2007 (Lab Use Key)
Visual Basic .NET 2003
Legacy 10-digit product key
Visual FoxPro (Version 7.0 and 8.0)
Visual FoxPro (Version 7.0 and 8.0)
Licenças
Número de
Cópias
260
09
260
09
09
09
09
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
100
Visual FoxPro Professional 9.0
Visual SourceSafe 2005
Visual SourceSafe 6.0
Visual Studio Team System 2008 Team Foundation
Server Trial
Visual Studio Team System 2008 Team Foundation
Server Trial
Visual Studio .NET
Windows Advanced Server, Limited Edition
Windows CE .NET 5.0
Windows Embedded CE 6.0
Windows Embedded CE 6.0
Windows Server 2003 Standard Edition
Windows Server 2003 R2 Enterprise Edition
Windows Server 2003 R2 Enterprise Edition (Volume
License)
Windows Server 2003 R2 Enterprise x64 Edition
(Volume License)
Windows Server 2003 R2 Standard Edition
Windows Server 2003 R2 Standard Edition KN
Windows Server 2003 R2 Standard Edition (Volume
License)
Windows Server 2003 R2 Standard x64 Edition
(Volume License)
Windows Vista Business
Windows Vista Business
Windows Vista Business N
Windows Vista Enterprise
Windows XP Home Edition
Windows XP Professional
Windows XP Professional (Volume License)
Windows XP Embedded
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
260
Word Perfect
Corel Draw 4
Corel Draw 6
29
4
34
Print House
5
Compufour
SETTI SISTEMAS
SISTEMAS MENTOR
02
20
120
Equipamentos De Informática Para Aplicação Pedagógica
LABORATÓRIO
Laboratório 01
QUANT.
COMPOSIÇÃO
20
Computadores: Athlon 1.1 GHz, Celeron 2.6 GHz, Celeron 430 1,8 GHz,
Duron 1.2 GHz, Duron 1.3 GHz, P4 1.7 GHz, P4 2.4 GHz, P4 2.8 GHz, P4
3 GHz, P4 3.2 GHz – 1024Mb Ram – HD 20, 30, 40, 60, 80Gb.
01
Impressora Jato de Tinta
101
Diversos Softwares
Laboratório 02
25
Computadores: P4 1.6 GHz, P4 2.8 GHz – 256, 512Mb Ram, - HD 30,
80Gb.
Diversos Softwares
Laboratório 03
25
Computadores: Celeron 2.8 GHz – 512Mb Ram – HD 80Gb.
Diversos Softwares
Laboratório 04
20
Computadores: Pentium IV 2.8 Ghz – 1024Mb Ram – HD 30Gb.
Diversos Softwares
Laboratório 04
20
Computadores: Pentium IV 2.8 Ghz – 1024Mb Ram – HD 30Gb.
Diversos Softwares
Biblioteca Virtual
21
Computadores: AMD K6 - 3D 501MHz, Celeron 2,66MHz, Pentium I 150
Mhz, Pentium I 166 Mhz, Pentium II 233 Mhz, Pentium II 400 Mhz,
Pentium II Processor – 32, 64, 128, 256, 512Mb Ram – HD 2, 3, 4, 5, 10,
15, 20, 40Gb
QUADRO 12 - EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PARA APLICAÇÃO ADMINISTRATIVA
Setores/Hardware
Audiovisual
Benefício
Biblioteca
Cantina
Central de Cópias
Centro de Artes
Cobrança
Complexo Esportivo
Coordenação
CPDG
Direção
Diretor Adjunto
Enfermaria
Gerência
Gerência Técnica
Gestores
Idiomas
LabTur
Livraria
PC
12
3
5
1
3
1
3
2
6
7
2
1
1
3
2
5
2
2
1
Imp. Matricial
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
Impressora Laser
*
*
1
*
6
*
*
*
1
1
*
*
*
*
*
1
*
1
*
Imp. Jato Tinta
1
1
1
1
*
*
*
1
2
1
*
1
*
*
2
*
*
*
*
Manutenção
1
*
*
*
Marketing
4
*
1
1
NAE
NEPE
NPJ
Patrimônio
Portaria
Recepção
Sala Professores
1
1
9
3
1
1
3
*
*
*
*
*
*
*
*
1
1
*
*
*
*
*
*
*
2
*
*
1
102
Secretaria ELIAS / Tesouraria
Secretaria FCJ
Secretaria Técnicos
Servidor
Setor Pessoal
Telefonista
Setores/Software
Secretaria
Tesouraria
CPDG
Gerência
Setor Pessoal
Secretaria Piscina
Biblioteca
Setor Patrimônio
Praça Alimentação
Coordenação
Marketing
Apoio Pedagógico
Telefonista
Direção
Livraria
Secret. e Coord. FCJ
13
5
2
6
3
1
1
*
*
*
*
*
Mumphs
Mentor
Office
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
4
1
*
*
*
*
Próprio para o
setor
x
x
1
*
1
*
1
*
Advanced Setti
x
x
x
x
x
x
x
x
103
ANEXO 6 – PORTARIA DE NOMEAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO SUPERIOR
O Diretor da Faculdade Cenecista de Joinville – FCJ, no uso de suas atribuições,
RESOLVE, Designar a nova composição do Conselho Superior, os artigos nº: 59º , inciso I e 62º,
incisos I a VII do Regimento Geral da CNEC e artigo 7º do Regimento Interno da FCJ
Art. 7 - O Conselho Superior, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa, é
constituído:
VIII. O Diretor, como Presidente;
IX. O Vice-Diretor, como Vice-Presidente, quando for o caso;
X. Um Coordenador / Gestor de Curso de Graduação; eleito pelos seus pares
XI. Um Docente, eleito pelos seus pares;
XII. Um representante da comunidade, indicado pela Direção Geral da FCJ
XIII. Um representante do corpo discente, eleito pelos seus pares sob a coordenação do
Diretório Acadêmico.
XIV. Dois representantes da Mantenedora, por ela, indicados;
§ 1º - Os mandatos dos representantes do Conselho Superior, são de dois anos, admitida sua
recondução; com exceção dos incisos III e VII, seus titulares serão substituídos, caso sejam
desvinculados dos quadros da instituição.
§ 2º - O representante do corpo discente tem mandato de um ano, sem direito à recondução.
§ 3º - Os representantes do Conselho Superior, ressalvados os representantes externos, perdem
suas titularidades quando deixam de integrar os quadros da Instituição, sendo, portanto,
substituídos, na forma prevista neste Regimento;
Art. 9 - Compete ao Conselho Superior:
XI. Aprovar o plano anual das atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo o calendário
acadêmico;
XII.Deliberar sobre o Projeto Político Pedagógico da IES;
XIII.Participar da elaboração do Regimento Interno e suas alterações, submetendo-o a
apreciação da Mantenedora que, após aprovação, o submeterá ao Ministério da Educação;
XIV.Instituir cursos de graduação, pós-graduação e outros programas, mediante prévia
autorização da Mantenedora e do Ministério da Educação;
XV. Emitir parecer sobre matéria didático-científica, além de aprovar medidas para a melhoria da
qualidade do ensino, pesquisa e extensão;
XVI.Aprovar a regulamentação de estágios supervisionados, projetos experimentais, trabalhos
de conclusão de curso e atividades complementares;
XVII. Aprovar as normas referentes aos processos seletivos e ingresso nos cursos oferecidos
pela IES;
XVIII. Deliberar sobre a constituição de comissões especiais para subsidiar matérias de
interesse acadêmico e administrativo;
XIX. Sugerir à Diretoria Estadual de Santa Catarina e à Diretoria Nacional, conforme o caso,
nomes para a direção da IES;
XX. Exercer as demais atribuições previstas na legislação do ensino superior e no Regimento
Interno da FCJ.
Membros
Cargos
Félix José Negherbon
Presidente
Maria Salete Panza Gonçalves
Vice-Presidente
Fabiane M. Sapucaia Amarante
Representante dos Cursos de Graduação
Udo Döeler
Representante da Comunidade
Juarez de Magalhães Rigon
Representante da Mantenedora
Apolinário Ternes
Representante da Mantenedora
Maria de Lourdes Bello Zimath
Representante do Corpo Docente
Alexandre Brandão Nascimento
Representante do Corpo Discente
Joinville, Janeiro de 2009
Félix José Negherbon - Diretor Geral
104
ANEXO 7 – PORTARIA DE COMPOSIÇÃO E ATRIBUIÇÕES DA CPA –
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO
O Diretor da Faculdade Cenecista de Joinville – FCJ, no uso de suas atribuições,
RESOLVE, Designar a nova composição da Comissão Própria de Avaliação - CPA, conforme a Lei
nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que preconiza a implantação do Sistema Nacional da Educação
Superior- SINAES, com o fim de assegurar o processo nacional de avaliação das instituições de
educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho de seus estudantes.
o
Conforme Art. 3 , da citada Lei, a avaliação das instituições de educação superior tem por
objetivo identificar o seu perfil e o significado de sua atuação, por meio de suas atividades, cursos,
programas, projetos e setores, considerando as diferentes dimensões institucionais, dentre elas
obrigatoriamente as seguintes atribuições:
Para tanto a finalidade da CPA é, cumprir os dispositivos legais, coordenar e articular o
processo interno de avaliação da FCJ. Complementarmente, sistematizar e disponibilizar informações
solicitadas pelo INEP/MEC.
Os objetivos da CPA são:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
Elaborar o projeto de avaliação;
Atender aos dispositivos legais referentes ao SINAES;
Elaborar os instrumentos necessários à coleta de dados e informações;
Identificar as fontes de dados necessárias à realização da avaliação;
Coordenar a aplicação de instrumentos de coleta de dados e o processamento dos
mesmos;
Informar a todos os grupos de constituintes organizacionais, dos resultados parciais do
processo de avaliação;
Refletir, com os diferentes grupos – administradores, professores, alunos, técnicosadministrativos e funcionários – sobre a Faculdade, suas condições e resultados;
Elaborar relatórios parciais e o relatório final da avaliação institucional;
Atender a solicitações de professores, acadêmicos, técnicos e da comunidade, a
respeito do processo de avaliação;
Desta forma, apresenta-se a seguir a composição desta respectiva comissão:
COMPOSIÇÃO DA CPA
Membros
Maria Salete Panza Gonçalves da Silva
Alexandre Ari Monich
Patricia Luciani Sarli
Airton Bonet
Deborah Regina Jocham Bahiense
Braz Mileo
José Anderson Ferreira de Andrade
Omar Amin Ghanem Filho
Luiz Carlos Uller
Cargos
Diretora Pedagógica
Coordenadora da Comissão da CPA
Representante Docente
Representante Docente
Representante Técnico Administrativo
Representante Técnico-Administrativo
Representante Discente
Representante Discente
Representante da Sociedade Civil
Representante da Sociedade Civil
Fonte: Conselho Superior/Colegiado Acadêmico FCJ (2008).
Vale Informar que a composição da CPA está respaldada no Art. 11, da Lei 10.861 nos incisos I e II,
conforme descritos a seguir:
I) Constituição por ato do dirigente máximo da instituição de ensino superior, ou por previsão no seu
próprio estatuto ou regimento, assegurada a participação de todos os segmentos da comunidade
universitária e da sociedade civil organizada, e é vedada a composição que privilegie maioria
absoluta de um dos segmentos;
II) atuação autônoma em relação a conselhos e demais órgãos colegiados existentes na IES.
105
ANEXO 8 – NORMAS DE UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA
REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA
CAPÍTULO I
DA NATUREZA E FINALIDADES
Art. 1º A biblioteca da FACULDADE, está diretamente subordinada à Direção Geral.
Art. 2º A biblioteca tem por finalidade:
I - oferecer apoio aos programas acadêmicos da Faculdade, através do
desenvolvimento de serviços e produtos de informação que atendam às exigências de
relevância e rapidez;
II - reunir, organizar e manter a memória documental da Faculdade;
III - produzir atividades culturais de interesse da comunidade.
CAPÍTULO II
DO FUNCIONAMENTO
A estrutura da Biblioteca compreende:
I - Área de Administração;
II - Área Técnica (Serviços de Desenvolvimento de Coleções e Serviços de
Processamento técnico);
III - Área de Atendimento (Serviço de Referência e Serviços de Empréstimo);
A Biblioteca terá seu funcionamento definido pela Direção, respeitada a demanda dos
usuários, visando desenvolver as atividades seguintes:
I - acompanhar o movimento editorial nas diversas áreas do conhecimento, em nível
nacional e internacional;
II - proceder à pré-seleção de material bibliográfico e multimeios;
III - estabelecer política de desenvolvimento de coleções com a finalidade de manter o
equilíbrio do acervo;
IV - proceder ao registro patrimonial do material adquirido e ao encaminhamento para
processar tecnicamente;
V - prestar contas das despesas efetuadas;
VI - prestar assistência direta aos usuários para a utilização dos serviços e do seu
acervo;
VII - efetuar o processamento técnico do material recebido por compra, doação ou
permuta para formar a Base de Dados da Faculdade;
VIII -propiciar a consulta e o empréstimo do material existente no acervo;
IX - realizar buscas bibliográficas em fontes, impressas, on-line e CD’s;
X - executar atividades de comutação bibliográfica em nível local, nacional e
internacional;
XI - efetuar serviços de disseminação da informação;
XII - normatizar documentos produzidos por professores e alunos;
XIII - organizar e manter os instrumentos necessários ao controle da consulta e do
empréstimo, segundo as normas vigentes;
XIV desenvolver política para preservação e conservação das coleções que
constituem o seu acervo;
XV - formular acordos cooperativos com outras organizações que complementam ou que
de algum modo afetam a política da biblioteca;
XVI utilizar a tecnologia de CD-ROM e virtual nos serviços oferecidos pela
Biblioteca;
XVII - selecionar material e promover sua encadernação;
XVIII - participar da realização de eventos, quando pertinentes à Biblioteca/Faculdade;
XIX anotar dados para fins estatísticos;
106
SEÇÃO I
DA COORDENAÇÃO
A Biblioteca será supervisionada por um bacharel em Biblioteconomia ou equivalente,
com experiência profissional comprovada.
Ao responsável pela biblioteca compete:
I - planejar, coordenar, supervisionar e avaliar os recursos e as atividades da
Biblioteca;
II - cumprir e fazer cumprir as diretrizes e normas da Biblioteca;
III - comparecer, quando convocado, às reuniões realizadas pela Direção;
IV - integrar órgãos da administração da Faculdade;
V - propor a criação e/ou assegurar a atuação da Comissão de Biblioteca da Faculdade,
segundo normas;
VI - participar de projetos de construção ou reforma das instalações da Biblioteca;
VII - coordenar o processo de seleção bibliográfica e de multimeios para o acervo;
VIII - coordenar o treinamento em serviço de pessoal da biblioteca;
IX - promover o treinamento do usuário, com o apoio da Direção;
X - garantir o levantamento diário de dados para fins estatísticos;
XI - elaborar os relatórios trimestrais e anual de atividades;
XII - realizar outras atividades afins.
CAPÍTULO III
DO ACERVO
O acervo da biblioteca será constituído de material especializado, necessário ao
desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa da Faculdade.
O acervo será organizado de acordo com princípios e normas técnicas adequadas.
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
O Presente Regimento só poderá ser modificado mediante exposição de motivos
responsável pela Biblioteca à Direção, ou através de ato da própria Direção
Faculdade.
O cargo de supervisão da Biblioteca será remunerado de acordo com a política
Instituição.
As dúvidas e os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção
Faculdade, ouvido o responsável pela Biblioteca.
do
da
da
da
O presente Regimento entrará em vigor na data de sua publicação, após aprovada pela
Direção da FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE.
REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE EMPRÉSTIMO DA BIBLIOTECA
TÍTULO I
DOS OBJETIVOS DO REGULAMENTO
Art. 1º O presente Regulamento normatiza os serviços de empréstimo da Biblioteca
da Faculdade, define o tipo de material disponível para empréstimo, os direitos e deveres
dos usuários, as competências da Biblioteca e das outras providências.
107
TÍTULO II
DO EMPRÉSTIMO
Art. 2º O empréstimo de acervo bibliográfico e audiovisual, poderá ser efetuado em
caráter individual ou entre bibliotecas, obedecendo o que dispõe este Regulamento.
Art. 3º O empréstimo individual poderá ser efetivado para pesquisa em domicílio ou
no recinto da Biblioteca.
PARÁGRAFO ÚNICO Não estarão disponíveis para empréstimo em domicílio:
I - Obras de referência:
a) enciclopédias;
b) dicionários e atlas;
c) catálogos;
d) outros assim considerados.
II - Livros de reserva;
III - Publicações periódicas;
IV - Material especial:
a) discos e fitas gravadas;
b) fotografias e fitas de vídeo;
c) CD’s
d) outros assim considerados.
V - Livros cuja demanda seja maior que o número de exemplares existentes na
Biblioteca, ou livros que necessitem de cuidados especiais, sendo da competência do
responsável pela Biblioteca a definição dessas obras.
Art. 4º O empréstimo entre bibliotecas será efetuado de acordo com as
peculiaridades e a disponibilidade do material bibliográfico ou audiovisual solicitado.
Parágrafo Único - O documento de empréstimo responsabilizará a biblioteca
requisitante pela guarda e conservação do material, desde o seu recebimento até a data
de sua devolução.
TÍTULO III
DOS USUÁRIOS
Art. 5º Habilitar-se-ão ao empréstimo em domicílio e à consulta na biblioteca:
I - alunos matriculados na Faculdade;
II - professores e funcionários da Faculdade.
Art. 6º Usuários não vinculados à Faculdade poderão consultar o acervo apenas no
recinto da Biblioteca.
TÍTULO IV
DA INSCRIÇÃO NA BIBLIOTECA
Art. 7º Para habilitar-se ao empréstimo em domicílio, o usuário, especificado no Art.
5º deste Regulamento, deverá apresentar documento de identidade, e/ou documento de
identificação da Faculdade.
Art. 8º Os professores e demais integrantes da Faculdade, inscrevem-se na
Biblioteca mediante a apresentação da carteira funcional e de identidade.
Art. 9º -
A renovação da inscrição do aluno será efetuada anualmente na Biblioteca.
Art. 10º - A renovação da inscrição de professores e funcionários será efetuada
anualmente.
108
TÍTULO V
DO CONTROLE DO EMPRÉSTIMO
Art. 11 O limite máximo do empréstimo a domicílio, de diferentes títulos por
usuário, será:
I - alunos de graduação e de pós-graduação - 03 (três) livros;
II - professor - 10 (dez) livros;
III - empregados - 02(dois) livros.
Art. 12 - O limite máximo do empréstimo a domicílio, por usuário, será:
I - aluno de graduação 7 dias e de pós-graduação – 15 dias
II - professor - conforme termo de compromisso mínimo 15dias e máximo 30 dias
III - funcionários - 7 dias
Art. 13 - O limite e o prazo de empréstimo entre bibliotecas serão estabelecidas pela
biblioteca fornecedora.
Art. 14 A reserva de livros que estejam emprestados poderá ser feita pelo
usuário, mediante solicitação à Biblioteca ou via online.
§1º - O livro reservado, ao ser recebido pela biblioteca, ficará a disposição do
solicitante somente durante o dia estabelecido para início do empréstimo;
§2º - A ordem cronológica das solicitações de reserva deverá ser rigorosamente
obedecida pela Biblioteca;
§3º - Não será permitida a renovação do empréstimo de livro que se encontre em
reserva;
§4º - Não será permitida a reserva, pelo usuário, de livro que já se encontre em seu
poder.
Art. 15 O empréstimo em domicílio não será facultado ao usuário que:
I - tiver em seu poder livros com prazo de devolução esgotado;
II - não tiver reposto obras que perdeu ou danificou;
III - já tiver em seu poder exemplar da mesma obra.
PARÁGRAFO ÚNICO Será de inteira responsabilidade da Biblioteca reaver os
livros emprestados ao usuário que não atender ao Capítulo desde artigo.
TÍTULO VI
DAS PENALIDADES
Art. 16 A não devolução do material bibliográfico na data determinada, implicará
na cobrança de multa por dia de atraso, para cada obra retirada, a ser fixada pela
Direção da Faculdade.
§ 1º No caso de se tratar da obra de consulta, a multa será cobrada em dobro.
§ 2º Os valores das multas e serviços são pagos diretamente na Biblioteca
mediante recebi assinado peloatendente.
Art. 17 Toda obra perdida ou danificada, quando em poder do usuário, será por
ele substituída por novo exemplar da mesma obra, caso contrário, estará impedido de
utilizar o serviço de empréstimo a domicílio da Biblioteca.
PARÁGRAFO ÚNICO Tratando-se de obra esgotada, a reposição será por outra
de interesse da Biblioteca, sendo selecionada pela Coordenação da Biblioteca e
aprovada pela Direção da Faculdade.
Art. 18 O aluno concludente, com situação irregular na Biblioteca, estará
impedido de receber diploma ou certificado fornecido pela Secretaria da FACULDADE
CENECISTA DE JOINVILLE.
109
Art.19 Os professores e funcionários em situação irregular com a Biblioteca
estarão sujeitos as mesmas penalidades, observando-se o disposto no Art. 16 deste
Regulamento.
Art. 20 O usuário, que retirar da Biblioteca qualquer obra sem a devida
autorização, ficará impedido de utilizar os serviços de empréstimo, por um período de
30 (trinta) dias.
PARÁGRAFO ÚNICO Tratando-se de obras que se encontrem nas categorias
discriminadas no Art. 3º, Parágrafo Único, esse impedimento será ampliado pelo
período de 06 (seis) meses.
TÍTULO VII
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 21 À Biblioteca compete:
I - fornecer à tesouraria relatório com prestação de multas e Xerox referente ao mês;
II - fornecer à Direção da Faculdade e expor na Biblioteca gráficos que indiquem o
crescimento do acervo, empréstimos e consultas efetuadas, os dez títulos mais
reservados e o aluno que mais emprestou livros durante o mês;
III- enviar emails para alunos, professores e funcionários quando estes tiverem com
pendências na Biblioteca ou livros a vencer, vencendo ou reservados;
IV- envia emails aos gestores e professores informando os título e quantidades
adquiridas ;
V - tomar as necessárias providências em defesa do patrimônio bibliográfico da
Faculdade.
TÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 22 Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Biblioteca
com aprovação da Direção.
Art. 23 O presente Regulamento poderá ser modificado por proposta do
responsável pela Biblioteca à Direção da Faculdade, ou por iniciativa da Direção da
Faculdade.
Art.24 Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pela
Direção da Faculdade.
110
ANEXO 9 – COMPOSIÇÃO DO CORPO DOCENTE, TITULAÇÃO, CARGA
HORÁRIA, CURSO E DISCIPLINAS SELECIONADAS – 2º SEM/2009
Nome do Docente
Adriana Payão Ravache
Adriana Tehereh Pereira Spinola
Alceri Antonio Schlotefeldt
Aléssio Bessa Sarquis
Alexandre Ari Monich
Aluizio Jobede Ribeiro Vilar
Amauri Sant'Ana Ghisleri
Antonio Carlos Bührer Macedo
Antonio Fernando Monteiro Garcia
Anir Gava
Arnoldo Schmidt Neto
Beatrice Guimarães Nobrega
Cesar Augusto Mastrocinque
Claudete Goedert
Christiane Wagner Mainardes
Cristina Amaral Nogueira
Daniel André Lopes
Danilo da Silveira
Déborah Regina Jocham Bahiense
Denise Paulus de Campos Franzoni
Edilson Jair Casagrande
Edson José Borges
Edson Luiz Corrêa
Eduardo Hack Neto
Elaine Cristina Borges
Eliane Maria Martins
Elisete Demonti
Eliseu Fragoso Tavares
Elton Voltolini
Everton Luis Vieira
Eviline Maria Varela Neermann
Fabiane Maria Sapucaia do Amarante
Fernando de Lima
Genivaldo da Silva
Geraldo José Medeiros Junior
Gerson José Bonfadini
Gilsiley Henrique Darú
Giovani Lima
Graziella Rejane Dall`Aqua
Helena Madureira
Ivan Clasen Schlindwein
Jairo Engster
Título
Especialista
Mestre
Especialista
Doutor
Mestre
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Doutor
Mestre
Especialista
Mestre
Doutora
Especialista
Graduado(a)
Regime
Trabalho
Experiência
no Magistério
Superior
126 h/a
10 h/a
8 h/a
8h/a
10 h/a
20 h/a
10h/a
12 h/a
4 h/a
12h/a
8 h/a
8 h/a
8h/a
4 h/a
10 h/a
10h/a
2 h /a
4 h/a
40 h/a
18h/a
8 h/a
8 h/a
2 h/a
4 h/a
20 h/a
4 h/a
2 h/a
8 h/a
8 h/a
4 h/a
4h/a
40 h/a
6 h/a
4 h/a
12 h/a
12h/a
4 h/a
40 h/a
2 h/a
2 h/a
2 h/a
4h/a
desde 2003
desde 2005
desde 2004
desde 1988
desde 2002
desde 1987
desde 1998
desde 2003
desde 2003
desde 2007
desde 1997
desde2006
desde 2003
desde 2003
desde 2008
desde 2005
desde 2008
desde 2004
desde 2001
23/6/1995
desde 2001
desde 2000
desde 2003
desde 2004
desde 2006
desde 2001
desde 2001
desde 1976
desde 2003
desde 2004
desde 1985
desde 2000
desde 2005
desde 1994
desde 1995
desde 1995
desde 1998
desde 2002
desde 2008
desde 2001
desde 2008
desde 1999
111
Nome do Docente
Jane Zogbi Corona
Jarbas Glavan Pereira
João Fábio Silva da Fontoura
João Nicodemos Martins Mânfio
Joloir de Souza
José Sidnei Miranda Garcia
Josué Eugênio Werner
Jurema Tomelin Barg
Juarez Anacleto
Karina Camargo Boaretto
Kuniberto Sacht
Laira Stock
Leandro Gornicki Nunes
Leandro Otto Hofstatter
Lino João Mezzari
Luana de Carvalho Silva
Luis Maria G. Bonnecarrere
Luiz Carlos Medeiros
Luiz Norberto Capra
Luzia Edna Ferreira Esperidião
Marcelo Resendes dos Santos
Marcia Regina Brand Gomes
Marco Aurelio Giovanella
Marcos Antonio dos Santos
Margley Machado de Moura Junior
Maria de Lourdes Bello Zimath
Maria Luisa Karten
Marina Wölke Cyrillo
Marlo Friedrich
Maurício Mesurini da Costa
Patricia Luciani Sarli
Patrícia Azevedo de Carvalho
Mendlowicz
Patrícia Vera Chagas
Paulo Henrique Wendt
Paulo Rogério Pires Manseira
Priscila de Oliveira Martins Cravo
Renato da Silveira
Ricardo Mafra
Ricardo Reghelin
Ronaldo Ribeiro
Rosana Musumeci Martins
Rosane Bonessi
Rosane Santana Junckes
Sandro dos Santos Souza
Título
Regime
Trabalho
Experiência
no Magistério
Superior
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Especialista
Especialista
Especialista
Mestre
Especialista
Doutor
Mestre
Doutora
Especialista
Mestre
Mestre
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Especialista
Especialista
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
10 h/a
12 h/a
24 h/a
8h/a
12 h/a
10 h/a
4 h/a
8 h/a
14 h/a
24 h/a
2 h/a
2 h/a
16 h/a
2 h/a
6 h/a
10h/a
10 h/a
16h/a
16 h/a
14 h/a
8 h/a
8 h/a
16 h/a
8h/a
6 h/a
40 h/a
2 h/a
8 h/a
8 h/a
20 h/a
40 h/a
8h/a
desde 2008
desde2006
desde 2006
Mestre
Especialista
Especialista
Especialista
Mestre
Especialista
Mestre
Especialista
Mestre
Mestre
Mestre
Especialista
20 h/a
24h/a
10 h/a
40h/a
4 h/a
12 h/a
14 h/a
10 h/a
14 h/a
12 h/a
12 h/a
6 h/a
desde 1995
desde 2005
desde 2005
desde 2004
desde 2004
desde 2004
desde 2003
desde 2004
desde 2003
desde 2000
desde 2000
desde 2007
desde 2002
desde 1994
desde 2000
desde2003
desde 2003
desde 2008
desde 1990
desde 2007
desde 2006
desde 2005
desde 2001
desde 2006
desde 2007
desde 2004
desde 1997
desde 2000
desde 2003
desde 2002
desde 2002
desde 2002
desde 2008
desde 1999
desde 2008
desde 2001
desde 2008
desde 2008
desde 2001
desde 2004
112
Nome do Docente
Sérgio Luiz Dall’Acqua
Sidnei Luiz de Souza
Sidnéia Pinot Rossi
Tarcio Vieira
Valdir Corrêa
Vanderlei Schadeck
Vilson Vieira da Silva Junior
Vinicios Alves Neves
Waldemar Moreno Junior
Zelindro Silvio Petri
Título
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
Graduado(a)
Especialista
Mestre
Especialista
Nome do Docente
Adriana Payão Ravache
Adriana Tehereh Pereira
Spinola
Alceri Antonio Schlotefeldt
Aléssio Bessa Sarquis
Alexandre Ari Monich
Aluizio Jobede Ribeiro Vilar
Amauri Sant'Ana Ghisleri
Antonio Carlos Bührer
Macedo
Antonio Fernando Monteiro
Garcia
Anir Gava
Arnoldo Schmidt Neto
Regime
Trabalho
Experiência
no Magistério
Superior
10 h/a
6 h/a
12h/a
2 h/a
8 h/a
4 h/a
4 h/a
8 h/a
2h/a
10 h/a
desde 2000
desde 2004
desde 2006
desde 2006
desde 2001
desde 2005
desde 2008
desde 2003
desde 1989
desde 1996
Disciplina Lecionada
Cursos em que
Atua
Administração Contemporânea Gestão Organizacional Contemporânea
Marketing Aplicado I / Marketing Aplicado ll Planejamento Estratégico
AEM - MKT
MKT - NI
Tecnologia da Informação
Marketing de Serviço e Varejo
Metodologia Ciêntífica
Língua Portuguesa I / Língua Portuguesa II / Comunicação e Expressão /
Metodologia Científica / Planejamento e Elaboração do TCC
Top. Especial - Governança de TI / Redes de Computadores / Top.
Especial - Gestão de Projetos
Estatística / Matemática / Matemática Financeira
AEN - NI - MKT
MKT - GC
DIR
MKT - NI - PETC
Direito de Empresas l
Direito Civil l
Administração Financeira e Orçamentária /Administração Financeira e
Orçamentária II
Beatrice Guimarães Nobrega
Direito Internacional Público
Cesar Augusto Mastrocinque
Planejamento Estratégico de Marketing
Claudete Goedert
Legislação Empresarial II
Christiane Wagner Mainardes Gestão de Vendas de Bens e Serviços
Cristina Amaral Nogueira
Política de Negociação / Técnicas de Negociação
Daniel André Lopes
Gestão de Alimentos e Bebidas
Danilo da Silveira
Contabilidade
Déborah Regina Jocham
Planejamento e Elaboração de TCC / Trabalho de Conclusão de Curso
Bahiense
Denise Paulus de Campos
História do Pensamento Jurídico / Direito Penal ll
Franzoni
Edilson Jair Casagrande
Teoria Geral do Processo
Edson José Borges
Contabilidade Geral / Análise das Demonstrações Contábeis
Edson Luiz Corrêa
Geografia Política
Eduardo Hack Neto
Gestão Ambiental / Empreendedorismo
Elaine Cristina Borges
Gestão de Mercado / Organização de Meios de Hospedagem /
Agenciamento / Trasporte / PETC
Eliane Maria Martins
Empreendedorismo / Econômica l
SI - PETC
AEN - MKT AGP
DIR
DIR
AEN
DIR
MKT - GC
MKT
AEN - MKT
AEN - MKT - GC
TUR
NI - MKT
AEN - PETC
DIR
DIR
AEN
TUR
NI - MKT - PETC
TUR - PETC
AEN - NI - MKT
113
Nome do Docente
Disciplina Lecionada
Cursos em que
Atua
Elisete Demonti
Eliseu Fragoso Tavares
Elton Voltolini
Everton Luis Vieira
Eviline Maria Varela
Neermann
Fabiane Maria Sapucaia do
Amarante
Fernando de Lima
Genivaldo da Silva
Geraldo José Medeiros Junior
Gerson José Bonfadini
Projetos Turísticos
Matemática / Matemática Financeira / Estatística
Logística Aplicada
Sistemas de Informação na Web
Empreendedorismo
TUR
NI - SI - TUR
AEN
SI
AEN
Administração de Marketing
AEN
Linguagem Jurídica
Direito Processual Penal
Filosofia Geral e Jurídica
Teoria das Organizações / Administração Contemporânea
Gilsiley Henrique Darú
Giovani Lima
Graziella Rejane Dall`Aqua
Helena Madureira
Ivan Clasen Schlindwein
Jairo Engster
Jane Zogbi Corona
Jarbas Glavan Pereira
João Fábio Silva da Fontoura
Estatística
Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ)
Gestão da Informação
Lingua Estrangeira ll
Legislação Trabalhista / Direito do Trabalho
Geopolítica
Gestão de Vendas de Bens de Serviços
Legislação Tributária / Direito Tributário l
Direito Comercial Internacional / Direito Constitucional l / Direito
Constitucional ll
Antropologia e Direito
DIR
DIR
DIR
AEN - MKT AGP
NI - MKT
DIR
SI
TUR
DIR - AGP
NI
AEN - MKT - GC
DIR - NI
DIR - NI
João Nicodemos Martins
Mânfio
Joloir de Souza
José Sidnei Miranda Garcia
Josué Eugênio Werner
Jurema Tomelin Barg
Juarez Anacleto
Karina Camargo Boaretto
Kátja Fuxreiter
Kuniberto Sacht
Laira Stock
Leandro Gornicki Nunes
Leandro Otto Hofstatter
Lino João Mezzari
Luana de Carvalho Silva
Luis Maria G. Bonnecarrere
Luiz Carlos Medeiros
Luiz Claudio Marinho dos
Santos
Luiz Norberto Capra
Luzia Edna Ferreira
Esperidião
Marcelo Resendes dos Santos
Marcia Regina Brand Gomes
DIR
Gestão da Qualidade / Auditoria da Qualidade / Petc
Mudança e Desenvolvimento Organizacional
Direito Processual do Trabalho
Administração de Marketing de Operaçôes Internacionais / PETC
Organização, Sistemas e Métodos / Administração de Recursos Materiais
e Patrimoniais PETC
Direito Processual Penal ll
Direito Processual Civil
Introdução à Economia
Gestão de Eventos
Direito Penal ll
Sociologia / Filosofia
Economia I / Economia
Sociologia Geral e Jurídica
Administração de Operações II PETC
Análise de Custos r Formação de Preço / Gerência de Projetos / PETC
Tecnicas de Vendas
TUR - PETC
AEN - GCM
DIR
NI - PETC
NI - MKT - PETC
Administração Financeira de Operaçêos Internacionais / Tópicos
Especiais em Administração / Administração Contemporânea / PETC
Direito Processual Civil II / Introdução ao Direito
AEN - NI - AGP PETC
DIR
Promoção e Marketing Direto
Direito do Trabalho / Legislação Previdenciária
MKT - PETC
AEN - DIR
DIR
DIR
NI
TUR
DIR
AGP
AEN - SI
DIR
AEN - PETC
AEN - PETC
GCOM
114
Nome do Docente
Marco Aurelio Giovanella
Marcos Antonio dos Santos
Margley Machado de Moura
Junior
Maria de Lourdes Bello
Zimath
Maria Luisa Karten
Marina Wölke Cyrillo
Marlo Friedrich
Maurício Mesurini da Costa
Patricia Luciani Sarli
Patrícia Azevedo de Carvalho
Mendlowicz
Patrícia Vera Chagas
Disciplina Lecionada
Administração de Marketing lll / Pesquisa Mercadológica / Pesquisa,
Análise e Seleção de Mercado
Administração de Custos / Administração Financeira e Orçamentária
PETC
Administração de Operações I
AEN - NI - MKT PETC
AGP - NI - MKT GC - PETC
AEN
Introducçao ao Direito
DIR
Inglês Comercial
Planejamento e Organização do Turismo / Gestão Pública do Turismo
PETC
Direito Internacional Privado
Teoria Geral do Estado e Ciência Política / Direito Administrativo
Comércio Exterior II/Sistemática Cambial
Direito Civil ll
NI
TUR - PETC
Desenvolvimento Gerencial / Gestão de Pessoas l e ll PETC
AEN - AGP MKT - PETC
AE - MKT - DIR
SI
Paulo Henrique Wendt
Direito Empresarial / Direito Civil III / Direito Civil IV
Paulo Rogério Pires Manseira Análise e Projetos de Sistemas / Linguagem de Programação III /
Engenharia de Software
Priscila de Oliveira Martins
Direito Civil II / Contratos e Obrigações
Cravo
Renato da Silveira
Gestão da Marca
Ricardo Mafra
Matemática / Matemática Financeira
Ricardo Reghelin
Administração Contemporânea PETC
Ronaldo Ribeiro
Rosana Musumeci Martins
Planejamento Estratégico PETC
Psicologia Aplicada a Administração / Gestão de Pessoas /Atividades
Complementares / PETC
Rosane Bonessi
Rosane Santana Junckes
Sandro dos Santos Souza
Sérgio Luiz Dall’Acqua
Teoria Geral da Administração I / Administração de Pequenas Empresas
Filosofia /Antropologia
Logística Aplicada
Instituições de Direito
Sidnei Luiz de Souza
Sidnéia Pinot Rossi
Administração de Sistemas de Informação
Administração de Marketing
Tarcio Vieira
Valdir Corrêa
Vanderlei Schadeck
Vilson Vieira da Silva Junior
Vinicios Alves Neves
Cursos em que
Atua
DIR
DIR
AEN
DIR
DIR
MKT
AEN - AGP
NI - MKT - SI PETC
AEN - PETC
AEN - MKT TUR - AGP PETC
AEN - NI - TUR
AEN
NI - MKT
AEN - NI - TUR MKT
AEN - NI
AEN - MKT TUR - GC
NI
TUR - PETC
PETC
SI
MKT
Teoria e Prática Cambial
Tópicos Avançados de Turismo / Filosofia e Antropologia / PETC
Planejamento e Elaboração TCC
Estrutura de Dados / Sistemas Operacionais
Comunicação de Marketing / Comportamento do Consumidor /
Atividades Complementares
Waldemar Moreno Junior
Direito Processual Penal l
DIR
Zelindro Silvio Petri
Linguagem de Programação I / Banco de Dados I
SI - PETC
Legenda: (descrição das siglas) SI – Sistemas de Informação AEN- Administração de Empresas
e Negócios - PETC- Projeto Empreendedor Técnico-Científico - NI – Negócios Internacionais –
TUR – Turismo MKT- Marketing
AGP – Gestão de Pessoas - DIR - Direito
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PDI - Colégio Cenecista José Elias Moreira