INFORMATIVO SEMANAL AGL
Sumário
RIO GRANDE DO SUL .........................................................................................................................................4
Leite...................................................................................................................................................................4
SANTA CATARINA ..............................................................................................................................................4
Santa Catarina implanta projeto-piloto do Suasa .............................................................................................4
PARANÁ .............................................................................................................................................................5
Conseleite-PR: 2012 termina com preços 9,4% maiores que em 2011 ............................................................5
Importação de leite ameaça a cadeia produtiva da região ..............................................................................6
BRASIL ...............................................................................................................................................................8
CE: Programa federal reajusta preço do leite no Programa Leite Fome Zero ..................................................8
SP: Yakult amplia fábrica de Lorena ..................................................................................................................9
CE: Programa federal reajusta preço do leite no Programa Leite Fome Zero ............................................... 10
Seca gera crise na maior bacia leiteira de Sergipe ......................................................................................... 10
Imigrantes holandeses ajudaram a melhorar a pecuária leiteira no Brasil ................................................... 10
Laboratório qualifica produção leiteira ......................................................................................................... 12
Queijos/MT .................................................................................................................................................... 13
Leite/AL .......................................................................................................................................................... 13
Vigor vai investir R$ 180 milhões no Rio de Janeiro nos próximos cinco anos.............................................. 14
Estado ganha centros de maturação para o Queijo Minas Artesanal ........................................................... 14
Investimento em parque leiteiro faz cooperados planejarem exportação ................................................... 15
Prazo estendido para produtores rurais renegociarem dívidas com a União ............................................... 17
Investimento em parque leiteiro faz cooperados planejarem exportação ................................................... 17
Investimento em parque leiteiro faz cooperados planejarem exportação ................................................... 21
MERCOSUL ..................................................................................................................................................... 21
Argentina: Aumentaría la capacidad instalada .............................................................................................. 21
Argentina: La industria láctea prevé mejorar 10% su capacidad ................................................................... 22
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Argentina: Productores disconformes con el precio de leche ....................................................................... 23
Colombia invoca "cláusula de salvaguardia "para restringir importaciones de leche en polvo del Mercosur
........................................................................................................................................................................ 26
Perú: Empresas lecheras del Mantaro forman consorcio para elevar producción de queso ........................ 27
Uruguay: Aún sin negocios de leche en polvo a México ................................................................................ 28
Desafios/Uruguai ........................................................................................................................................... 28
Leite/Paraguai ................................................................................................................................................ 29
MUNDO .......................................................................................................................................................... 30
México: Aprovechan suero de queso para obtener probióticos ................................................................... 30
gDT: Leite em pó integral teve alta de 2,8% fechando o leilão a US$3.288/tonelada .................................. 31
Nova Zelândia: Fortes chuvas impedem a coleta do leite ............................................................................. 32
Nova Zelândia: Produção de leite a baixo custo enfrentará limitações ........................................................ 32
Companhia de lácteos chinesa Yashili investe US$ 175 milhões em planta na Nova Zelândia ..................... 33
Quênia lança campanha para incentivar consumo de leite ........................................................................... 34
EUA: Mesmo após ano difícil, indústria de lácteos deve bater recorde em exportações. ............................ 34
EUA: Fast food acrescenta o leite no menu infantil....................................................................................... 36
EUA: Congresso aprova lei para evitar aumento nos preços dos lácteos ...................................................... 36
Produção de leite da Índia deverá alcançar 133 milhões de toneladas em 2012-13 .................................... 37
Los Ojos de China estan focalizados en el sector lechero de Australia ......................................................... 37
Europa: crise no setor leiteiro leva ao fechamento de fazendas................................................................... 38
Produtores de leite britânicos recebem fundo de £5 milhões ...................................................................... 39
La crisis láctea ha llevado al cierre a 1.900 explotaciones españolas en sólo tres años ............................... 40
INFORMAÇÕES ............................................................................................................................................... 41
Seguro para pequeno agricultor já vale para todo o país .............................................................................. 41
BRF anuncia conclusão da compra de 49% da Federal Foods ....................................................................... 42
Bolsas para conservar queso.......................................................................................................................... 43
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Programa Gestão de Qualidade no Campo é destaque em Minas ................................................................ 44
Argentina: Un tambo con comida gourmet ................................................................................................... 45
Argentina: Eficiencia en las dietas de tambo ................................................................................................. 46
LBR impõe forte perda ao BNDES .................................................................................................................. 47
Arla Foods focará em mercados em crescimento nos próximos 5 anos ....................................................... 47
BRF anuncia conclusão da compra de 49% da Federal Foods ....................................................................... 48
Mapa divulga relatório de resíduos e contaminantes na agricultura ............................................................ 48
Danone quer faturamento de mais R$ 2 bilhões em 2013 ............................................................................ 49
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
RIO GRANDE DO SUL
Leite
Clima favorável e maior oferta de grãos causam efeito positivo para o produtor de leite no Noroeste gaúcho.
Dados da Emater e da Cooperativa Mista São Luiz (Coopermil) indicam que o custo de produção caiu nas
últimas semanas em que a chuva, associada ao calor e à boa insolação, favoreceu o desenvolvimento das
pastagens.
Em Santa Rosa, a queda dos custos chega a 15% sobre os valores que oscilavam entre R$ 0,40 e R$ 0,68. De
acordo com Milton Racho, agrônomo da Coopermil, o recuo do custo deve-se ainda à queda no preço de
grãos como o milho e a soja. Ele diz que o cenário é melhor do que no último semestre de 2012, com os
produtores recebendo de R$ 0,60 a R$ 0,80 pelo litro, de acordo com volume e qualidade. No entanto, a
atual realidade no Noroeste é diferenciada porque o plantio do milho começa mais cedo. De acordo com o
assessor de Política Agrícola da Fetag/RS, Airton Hochscheid, o custo médio de R$ 0,65 a R$ 0,70 se mantém
na maioria das regiões do Estado, enquanto o valor pago ao produtor está em R$ 0,70. Fonte: Correio do
Povo
SANTA CATARINA
Santa Catarina implanta projeto-piloto do Suasa
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e o governador de Santa
Catarina, João Raimundo Colombo, assinam nesta quarta-feira (16) termo de cooperação técnica para a
instalação do projeto-piloto de credenciamento do estado no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de
Origem Animal (Sisbi-POA) do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).
As ações fazem parte do Sisbi-Poa/Suasa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e
visam aperfeiçoar os serviços de inspeção e fiscalização dos produtos de origem animal dos municípios e
estados. Para a equivalência desses serviços públicos, o Mapa vai realizar projetos-piloto no estado de Santa
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Catarina, no município gaúcho de Bagé e um Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal na região de Alto
Jacuí, também no RS. Após a implantação, a metodologia será repassada às Superintendências Federais da
Agricultura para a execução em todas as Unidades da Federação.
De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Enio Marques, a expectativa é que o
ministério contribua para sensibilizar as autoridades a melhorarem os serviços de inspeção e fiscalização dos
produtos de origem animal. “O fato de aperfeiçoar esse serviço faz com que os alimentos tenham uma
melhor qualidade sanitária e gerem menos problemas para o consumidor”, explicou o secretário.
Suasa - Foi criado em 2006 com a finalidade de ampliar a capilaridade da inspeção dos alimentos de origem
animal e vegetal. O sistema de defesa agropecuária inclui atividades de sanidade, inspeção, fiscalização,
educação sanitária, vigilância de animais, vegetais, insumos, produtos e subprodutos de origem animal e
vegetal.
Os estados, o Distrito Federal e os municípios podem solicitar a equivalência dos seus Serviços de Inspeção
com o Serviço Coordenador do Sisbi-POA. Para obtê-la, é necessário comprovar a aptidão para certificar a
qualidade e a inocuidade dos produtos de origem animal com a mesma eficiência do Ministério da
Agricultura. A inclusão no Sistema é voluntária e pode ser solicitada nas Superintendências Federais de
Agricultura estaduais.
Atualmente, fazem parte do Sistema os estados do Paraná, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, e
Distrito Federal. Mais de 15 estados e aproximadamente 50 municípios estão em processo de adesão. Fonte:
Mapa
PARANÁ
Conseleite-PR: 2012 termina com preços 9,4% maiores que em 2011
O Conseleite-PR divulgou o preço pago pelo leite padrão em dezembro: R$0,7606/L, alta de 0,5% quando
comparado a novembro. A previsão para janeiro é de tendência de queda nos preços de 0,5%, voltando ao
patamar de R$ 0,7564/L, praticamente o mesmo preço praticado em novembro (R$0,7563).
O valor projetado é 12% maior do que o apresentado em janeiro de 2012. Como pode ser observado no
gráfico abaixo, em 2012 os preços comportaram-se de forma relativamente estável até agosto – e abaixo dos
níveis de 2011 – quando começaram a ter alta significativa (de agosto a dezembro houve valorização de
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
11,4%). Tal valorização fez com que os preços de dezembro de 2012 fossem 9,4% maiores que os do mesmo
período de 2011. Fonte: MilkPoint.
Importação de leite ameaça a cadeia produtiva da região
O aumento de 20% no custo de produção atribuído à alta dos insumos e a ausência de política regulatória de
importação pode decretar a falência de milhares de produtores de leite no País, inclusive com reflexos no
Oeste do Paraná. Em todo o Brasil são cerca de 3,5 milhões os produtores de leite. Na região, uma das
principais entidades do segmento é a Associação Leite Oeste, de Marechal Cândido Rondon, integrada em
sua maioria por pequenos pecuaristas.
Para forçar o governo federal a rever sua postura, produtores de leite já planejam manifestações por
restrições ao crescimento das importações de lácteos do Uruguai e Argentina. No fim de 2012, uma
subcomissão da Câmara dos Deputados cobrou explicações sobre o volume de leite e derivado importados. A
falta de controle prejudica o mercado interno.
Para líderes do Congresso, os limites diplomáticos se esgotaram. Para muitos, as importações de leite aviltam
os preços e inviabilizam a produção nacional, tornando ainda mais difícil a permanência dos produtores na
atividade.
Uma das suspeitas gira em torno da triangulação feita pelo Uruguai. Funciona assim: eles compram leite de
outros países e vendem ao Brasil. O mesmo procedimento pode também envolver a Argentina. Com isso,
esses países aproveitam acordos comerciais, sustentados por isenção tarifária sem limites de quantidade
para importação. Conforme apurado, há denúncias de leite vindo da Nova Zelândia, por intermédio da
triangulação feita pela Argentina, Uruguai e até o Chile, entrando no Brasil como se fosse produto do
Mercosul. Esse é um dos motivos do estado falimentar da pecuária nacional.
A falta de uma política mais firme do governo condena a atividade e pode resultar em problema social sem
precedente. De acordo com o consultor e membro do Conseleite no Paraná, José Manoel Mendonça, a
situação só não está pior porque as vacas vendidas para cobrir custos não estão chegando ao açougue. “Os
pequenos são obrigados a vender seu plantel e os grandes ampliam o rebanho. A tecnificação é a forma de
ter alguma margem de lucro com a atividade”, diz. Brasil e Argentina produzem quase que a mesma
quantidade de leite por ano. A diferença é o número de produtores. Enquanto a Argentina conta com 27 mil
pecuaristas, todos de grande porte, o Brasil soma mais de três milhões. “A tendência é de um número maior
de grandes produtores aqui e o desaparecimento dos pequenos”, afirma Mendonça. Essa realidade já é
observada no Oeste, conforme o especialista. Em uma cooperativa com 600 produtores de leite, 37 desses
concentram 70% da produção.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Mendonça também defende o controle da entrada de leite procedente da Argentina e do Uruguai. “Não sou
favorável ao corte total, uma vez que o que produzimos não é suficiente para suprir a demanda interna, mas
alguns atos regulatórios precisam ser assumidos e adotados”. Diante do quadro, se não ocorrer, a cadeia do
leite poderá sofrer um duro impacto em 2013, com redução de produção, desemprego e abandona da
atividade.
Custo de produção aumenta 20% em 2012
O preço do leite pago ao produtor se manteve estável em 2012, de acordo com levantamento divulgado pelo
Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. O ano, no entanto, foi marcado pelo aumento de 20%
no custo de produção, o que fez com que muitos pecuaristas desistissem ou diminuíssem a produção.
Em dezembro, o preço médio pago ao produtor teve uma leve queda de 0,2% em relação ao mês anterior. O
preço do litro hoje gira em torno de R$ 0,80 pago ao produtor, um pouco abaixo da média nacional, de R$
0,82 e considerando os valores de impostos e fretes, sobe para R$ 0,89.
De acordo com o índice de captação de leite do Cepea, a região Sul, prejudicada pelo atraso no plantio das
pastagens de verão, contabilizou um crescimento pequeno, de apenas 0,8%. Já em Goiás, Bahia e São Paulo,
o acréscimo de 9%, e em Minas Gerais, de 6%. Segundo o Cepea, a tendência para 2013 é que os preços
continuem estáveis. Para se manterem na atividade, muitos produtores serão obrigados a se desfazer de
alguns animais.
Produção de leite deve ser menor no primeiro semestre
O Rabobank prevê que o crescimento da produção de leite será menor nos principais países exportadores no
primeiro semestre de 2013 em relação a igual período de 2012 em razão da demanda pelo produto ainda
enfraquecida. No entanto, o banco pondera que qualquer aumento do consumo será suficiente para apertar
os estoques que estão em níveis adequados para evitar um desabastecimento.
O banco observa que os preços internacionais do leite continuaram a sua lenta recuperação ao longo do
quarto trimestre de 2012. Entre outubro e dezembro, a valorização chega a até 5%. Especificamente para os
Estados Unidos, o Rabobank projeta um crescimento de produção 0,9% menor no primeiro semestre do ano
que vem na comparação com 2012, reduzindo a participação do país no mercado. A instituição salienta
também que o mau desempenho do setor norte-americano pode baixar os preços internacionais, diminuindo
ainda mais a rentabilidade dos produtores.
No caso do Brasil, o Rabobank estima um incremento de produção de 1,5% na primeira metade de 2013, mas
reafirma que os produtores ainda devem sofrer com os preços elevados dos insumos. Para a Argentina, a
produção de leite deve rá aumentar de 1% a 2%. Fonte: Independência AM 1020Khz
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
BRASIL
CE: Programa federal reajusta preço do leite no Programa Leite Fome Zero
A partir deste mês, os mais de 3,5 mil produtores cadastrados no Programa Leite Fome Zero, do Governo
Federal, receberão reajuste de 11% na venda do leite. O preço passará de R$ 0,72 para R$ 0,80 por litro. O
pagamento será retroativo ao mês de julho de 2012. Apesar do reajuste, o preço é considerado muito abaixo
do mercado, ocasionando um desinteresse por parte de alguns produtores em permanecer no programa
social.
Além do reajuste, os produtores poderão contar, a partir deste ano, com complemento na alimentação do
rebanho, que será distribuído aos pecuaristas pela Ematerce. "Já estão assegurados 98 toneladas de
sementes de sorgo para serem distribuídos no início da chuva, três milhões de raquetes de palma forrageira
e 20 toneladas de capim andropogon, de modo que não falte alimentação do rebanho e os produtores
produzam leite o ano todo", afirmou o coordenador da Pecuária da Secretaria de Desenvolvimento Agrário
(SDA), Márcio Peixoto.
Em um balanço realizado pelo coordenador, ano passado foram distribuídos pelo Programa 22,5 milhões de
litros de leite bovino e 48 mil litros de leite caprino, beneficiando 85 mil famílias por dia.
O leite é destinado a crianças de 2 a 7 anos, gestantes e idosos em situação de insegurança alimentar em
todo o estado. As famílias são selecionadas com base na faixa de risco social e que sejam atendidas pelos
programas assistenciais do Governo Federal. A seleção é feita pelos agentes comunitários de saúde dos
municípios.
Até o fim do ano passado, foram cadastrados 3.875 mil produtores. Cada produtor pode fornecer ao
programa até 30 litros de leite por dia, com limite de até R$ 4 mil por semestre, totalizando R$ 8 mil por ano.
"Se o produtor superar o limite de fornecimento antes de um ano, ele será retirado do programa", explica
Márcio. De acordo com ele, além da função social do programa em fornecer o leite às famílias que
necessitam desse complemento alimentar, o programa beneficia os produtores do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
O leite é coletado dos tanques de resfriamento distribuídos às associações de produtores cadastrados. Dos
226 tanques disponibilizados para o programa só aqui no Estado do Ceará, 180 já foram instalados, restante
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
será entregue ainda este ano. O leite é enviado aos laticínios onde são pasteurizados, embalados e
distribuídos em 180 municípios. Treze laticínios fazem a coleta e distribuição da bebida.
Apesar dos incentivos e do reajuste, o preço ainda está abaixo do ideal, desestimulando alguns produtores.
De acordo com a presidente da Associação de Criadores do Arraial (Ascar) em Limoeiro do Norte, Arnóbia
Galiza, o governo precisa melhorar o preço. "Nós estamos vendendo às queijarias ao preço de R$ 1,10 o litro.
Mesmo com o reajuste, o preço está muito baixo e muitos produtores não se interessam em fornecer ao
programa", afirma. Ela explica que a seca do último ano diminuiu a produção leiteira na região, elevando o
preço da matéria-prima.
Na região Centro-Sul, a terceira maior bacia leiteira do Ceará, o Programa Leite Fome Zero está esvaziado e
não há interesse dos pequenos produtores em participar por causa da política de preço do Governo Federal.
O mercado paga, pelo menos, 50% a mais do que o valor da tarifa oficial do litro de leite, mesmo com o
recente reajuste de 11%.
Além do desestímulo da política de preço, a seca que assola a região desde o ano passado contribuiu
fortemente para a redução ou quase inexistência do fornecimento de leite do programa na região CentroSul. Atualmente, somente 40 produtores da localidade de Vila Mel, no município de Jucás, ainda se mantêm
no projeto.
Antes havia associação comunitária de pequenos produtores nos municípios de Icó, Cedro, Quixelô e
Acopiara, mas, em decorrência da política de preço do programa, os criadores foram desistindo e pediram
para sair do projeto. "Os produtores não têm interesse em participar", disse o presidente da Unidade de
Pecuária Iguatuense, Mairton Palácio. "O governo paga o litro a R$ 0,80, mas no mercado e nos próprios
laticínios o preço de R$ 1,20 a R$ 1,40".
Na avaliação de Palácio, o programa tende a se acabar se não houver estímulo por parte do governo. "O
principal entrave é o preço, mas há também dificuldades burocráticas".
O Programa Leite Fome Zero tem o objetivo de diminuir a vulnerabilidade e insegurança alimentar de
crianças até 7 anos, pertencentes a famílias com renda "per capita" de até meio salário mínimo e fortalecer a
cadeia produtiva do leite, por meio da geração de renda ao produtor familiar, que fornece o produto para o
governo. Fonte: Diário do Nordeste
SP: Yakult amplia fábrica de Lorena
A Yakult do Brasil, filial da multinacional japonesa Yakult Honsha, inaugurou, neste sábado (12/1) a nova área
industrial da unidade fabril localizada na cidade de Lorena, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Com investimentos da ordem de R$ 40 milhões, a ampliação vai permitir o aumento da produção de três
linhas de produtos - sobremesa láctea fermentada Sofyl e alimentos adicionados de nutrientes essenciais
enriquecidos de vitaminas Taffman-EX e Hiline F – que eram fabricados na unidade industrial de São
Bernardo do Campo, no ABC paulista.
A nova planta industrial tem 23 mil metros quadrados de área construída e o principal objetivo da Yakult é
melhorar a logística de distribuição dos produtos. Inaugurada em 1999, a fábrica de Lorena ocupa uma área
total de 440 mil metros quadrados e é uma das maiores e mais modernas da multinacional em todo o
mundo. Nela, trabalham aproximadamente 300 funcionários e outros 40 novos postos de trabalho deverão
ser criados com a ampliação. Fonte: Globo Rural
CE: Programa federal reajusta preço do leite no Programa Leite Fome Zero
A partir deste mês, os mais de 3,5 mil produtores cadastrados no Programa Leite Fome Zero, do Governo
Seca gera crise na maior bacia leiteira de Sergipe
A região, conhecida como a maior bacia leiteira de Sergipe, leite e derivados é o que menos se encontra. O
mandacaru, que tem mais proteína, volume e é mais forte do que a palma, não tem mais, lamenta Frei
Enoque. Para piorar a situação, o Programa do Leite, que distribuía leite para crianças, gestantes e idosos, foi
cortado há mais de um ano. “A moeda circulante no sertão de geração de emprego e renda é o leite e a
produção caiu em 50%”, diz Heleno Silva, prefeito de Canindé de São Francisco. “A maior bacia leiteira de
Sergipe está reduzida a 30%. As indústrias já começam a fechar as portas e é preciso que se faça alguma
coisa”, complementa o prefeito de Poço Redondo, José Raimundo Araújo. Em Nossa Senhora da Glória, a
produção leiteira caiu de 800 para 150 mil litros/dia. Fonte: Infonet-Economia
Imigrantes holandeses ajudaram a melhorar a pecuária leiteira no Brasil
Colônias na região de Ponta Grossa, no Paraná, são centenárias. Reportagem faz parte dos melhores
momentos do Globo Rural em 2012.
Há pouco mais de um século, imigrantes vindos da Holanda começaram a chegar à região de Ponta Grossa,
no Paraná. Não foram os primeiros holandeses que vieram para o brasil. no século dezessete eles inclusive
ocuparam por algum tempo a Bahia e Pernambuco.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Como imigrantes, os holandeses começaram a voltar em meados do século dezenove e criaram colônias em
vários estados. A colônia paranaense foi uma das que se destacaram pela contribuição dada à nossa
agropecuária.
Em Carambeí, cidade de 20 mil habitantes, um parque industrial agropecuário bem ativo e como marca
registrada, graciosos moinhos, que funcionam como estandartes holandeses enfeitando os também
graciosos e produtivos campos gerais do Paraná.
Mas 100 anos atrás, a única promessa de civilização eram os trilhos da estrada de ferro. A companhia
colonizadora anunciava na Europa a venda de lotes nessa área. Foi assim que no começo do século XX, os
holandeses voltaram a ter interesse pelo Brasil.
No sudoeste da Holanda, a 100 quilômetros de Amsterdã, a cidadezinha de s-Gravendeel é um lugar
tranquilo, e não é difícil encontrar parentes da família De Gueus, que agora vive na cidade de Carambeí, no
Brasil.
No Centro Histórico de Carambeí, no bonito e variado acervo sobre a colonização, uma sala é dedicada aos
De Gueus, na figura do seu Artian e de dona Helena, casal que, pode-se dizer, foi matriz de uma população.
Dick De Gueus, hoje com 70 anos, é um estudioso da genealogia da família e fundador da Casa da Memória
de Carambeí. No entender de Dick De Gueus, três pilares deram sustentação à formação da colônia.
Primeiro, a religião. Até hoje, a igreja evangélica reformada é uma das referências do município.
Outro pilar que sustentou a fixação das famílias em Carambeí foi a educação. Um dos cômodos do museu
representa uma salinha de aula antiga, do tempo em que não havia caderno, o aluno aprendia escrevendo
em uma lousinha.
O terceiro pilar foi a união dos imigrantes no trabalho, no cooperativismo.
O motor que garantiu o sucesso da implantação da primeira colônia holandesa no Brasil foi, sem dúvida, o
gado leiteiro. Na Holanda existe um lugar que é considerado como o centro de origem desse gado: a região
chamada Frísia, que fica bem ao norte do país.
A família de Siebe Reistman está na Frísia desde 1850. Já são cinco gerações. A vaca que ele cria é a frísia
original, vermelha e branca. Faz parte de um interessante programa holandês, pois a raça esteve ameaçada
de extinção. É um banco genético só que espalhado por pequenas propriedades. De apenas 40 que restavam,
hoje já existem 350 cabeças. Siebe tem 66 cabeças e conta que cria por paixão, assim como fez o pai, o avô, o
bisavô e o trisavô. Ele recebe um incentivo financeiro por isso.
Comparando com a vaca holandesa moderna, as características da frísia original, explica Siebe, são bom
rendimento de carne e leite, mas não tanto quanto a moderna. O leite tem mais gordura e, de um modo
geral, o animal é mais dócil e mais resistente às doenças.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Brasil
Localizada no norte do Paraná, a Fazenda Frankanna é uma das campeãs nacionais em eficiência de
produção. A média de produção está entre as mais altas do mundo: cerca de 42 litros por dia.
A sala de ordenha é equipada com o que tem de mais moderno no Brasil hoje. A fazenda, porém, não
trabalha com robôs. Por enquanto, no Brasil, não se paga o investimento nessa tecnologia, como explica um
dos donos, Richard Djikstra.
“No futuro é muito provável que venhamos a usar esse tipo de equipamento. Há uma tendência no custo de
mão de obra, que está se elevando ano após ano”, declara. Mais do que investir em equipamento, no
entanto, o forte da fazenda está na genética do gado. Uma tradição que vem desde que a família comprou as
primeiras glebas no Paraná.
No mesmo navio em que a família Djikstra viajou para o Brasil em 1947, veio um rebanho selecionado de 40
novilhas
O gado fino que veio na bagagem dos Djikstras trouxe grandes contribuições pra a formação da pecuária
leiteira do Brasil, conforme analisa o agrônomo William Tabchoury, gerente de uma das maiores companhias
de genética bovina do mundo.
“Os holandeses são pioneiros na identificação, controle e registro de animais. Isso se iniciou na Holanda em
1874. A partir daí teve a possibilidade de se realizar melhoramento genético do rebanho, essa é a segunda
contribuição. O Brasil hoje é o quinto maior produtor de leite do mundo e cerca de 80% a 90% do leite
produzido tem alguma influência da raça holandesa”, explica o agrônomo. Fonte: Globo Rural
Laboratório qualifica produção leiteira
O Vale dos Lácteos deixa de ser dependentes dos únicos dois laboratórios no estado que analisam a
qualidade do leite produzido nas propriedades rurais em Pelotas e Passo Fundo.
Após oito anos de tratativas, o Ministério da Agricultura (Mapa) certifica a Unianálises, da Univates, para
realizar os testes. Assim se propicia que os produtores busquem a qualidade do produto e aumentem a
remuneração.
A região é formada por importantes cooperativas e industrias, responsáveis por mais da metade do leite
industrializado no estado. O destaque do setor é evidenciado pela renda das propriedades rurais, em que
49% do arrecadado ao mês, em média, provêem do comércio do produto.
De acordo com o coordenador do Unianálises/Univates, Jeferson Bottoni, a proposta do laboratório não é
apenas cumprir a lei, mas desenvolver, paralelamente, a ferramenta de controle leiteiro, que consiste em
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
uma ferramenta de apoio para a assistência técnica. Assim se visa a gestão do rebanho, melhorando a
produtividade, qualidade, controle de reprodução e manejo nutricional.
O presidente da Câmara de Indústria e Comércio Regional, Oreno Ardêmio Heineck, observa que a lei obriga
essas empresas a enviar mensalmente a um dos três laboratórios uma coleta do leite de cada produtor rural.
Fonte: A Hora do Vale
Queijos/MT
Com uma produção de 200 kg de queijo coalho e frescal por dia, a agroindústria da comunidade Varginha, no
município de Santo Antônio de Leverger (34 km ao Sul de Cuiabá), recebeu a visita do secretário de
Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), Meraldo Figueiredo Sá, do presidente da Empresa
Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Valdizete Nogueira e autoridades para
conferir as instalações da fábrica e o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite na região. A visita
aconteceu na quarta-feira (09.01). Para a fabricação dos queijos são utilizados 2 mil litros de leite por dia. O
proprietário da agroindústria, Carlos Magarino, explica que adquire a matéria prima com nove produtores
rurais da região. Segundo ele, a intenção é ampliar a produção para mil quilos de queijo por dia com a
compra de 10 mil litros de leite. Fonte: Mídia News
Leite/AL
Os seis meses de estiagem derrubaram a produção de leite na região da bacia leiteira alagoana. Na
Associação de Produtores Quilombolas, na zona rural de Batalha, o tanque de resfriamento reflete a queda
acentuada na produção, de 40%. O leite que era entregue aos laticínios de dois em dois dias, abastece os
caminhões de três em três dias. O laticínio que fica no município de Batalha, considerado o coração da bacia
leiteira alagoana, enfrenta a pior crise desde a fundação, há 30 anos. A empresa, que trabalhava com uma
capacidade de 30 mil litros de leite por dia, recebe 14 mil litros. O estoque de produtos está baixo. A câmera
frigorífica, com capacidade para armazenar 70 mil quilos, está com apenas três mil quilos. Muitas máquinas
estão paradas. A crise o obrigou o laticínio a dar férias a oito empregados.
Forçando a redução na produção de leite. Em Alagoas, assim como nos demais estados da região, o valor de
leite e derivados subiu mais de 30%, entre setembro e janeiro desde ano. Segundo a Secretaria de Estado da
Agricultura e Desenvolvimento Agrário (Seagri), nos últimos meses a produção de leite no estado caiu 35%.
Diante deste cenário o Governo do Estado aumentou de R$ 1,34 para R$ 1,54 o valor pago pelo litro de leite
fornecido pelos agricultores familiares ao PAA-Leite. Mesmo assim, o repasse do produto in natura caiu em
torno de 10%. Fonte: G1/AL
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Vigor vai investir R$ 180 milhões no Rio de Janeiro nos próximos cinco anos
Recursos serão usados na construção de centro de distribuição e de fábrica de lácteos para abastecer o
Estado
A Vigor Alimentos, uma das mais tradicionais empresas de lácteos do Brasil, investirá cerca de R$ 180
milhões para ampliar sua atuação no Estado do Rio de Janeiro. A companhia vai usar os recursos para a
construção de um centro de distribuição, a ser inaugurado em até dois anos, e de uma fábrica, cujas
operações devem começar em cinco anos. Atualmente, a empresa opera no Rio de Janeiro por meio de
centro de distribuição localizado na Pavuna (zona norte da capital fluminense).
A iniciativa faz parte do plano estratégico da empresa para ampliar gradualmente sua atuação fora do
mercado paulista, onde é líder em diversos segmentos. “O primeiro passo de nossa estratégia consiste em
consolidar-nos no mercado do Rio de Janeiro, inclusive no interior, ampliando a presença de nossos produtos
lácteos nas casas nos consumidores cariocas”, afirma o presidente da Vigor, Gilberto Xandó. No Estado, a
Vigor já lidera em categorias como requeijão e queijo parmesão e, em apenas três meses, tem 30% das
vendas de iogurte grego.
Em um primeiro momento, o plano de crescimento da empresa se dará organicamente em regiões contíguas
a São Paulo. O Rio de Janeiro foi escolhido devido ao bom momento econômico; além disso, é o segundo
estado em consumo per capita. “O Rio de Janeiro vem crescendo mais que a média nacional, e a
receptividade de nossos produtos já tem nos surpreendido positivamente”, encerra Xandó. Fonte: Assessoria
de Imprensa Vigor
Estado ganha centros de maturação para o Queijo Minas Artesanal
Produtores do Queijo Minas Artesanal das regiões do Serro, Canastra e Serra do Salitre terão, a partir de
março, um centro de maturação em cada uma das tradicionais regiões produtoras. A produção que passar
pelos entrepostos de maturação estará habilitada para ser comercializada em outros estados. “A
comercialização fora do nosso Estado é um anseio antigo dos produtores. Enquanto em Minas o mercado já
está estabilizado, há um grande potencial de demanda em regiões como São Paulo, Rio e Brasília”, explica a
assessora técnica da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Ana Helena
Cunha.
A maturação é um processo regulamentado por legislação federal, exigida para os queijos produzidos com
leite cru, um dos itens que caracteriza o queijo artesanal mineiro. “Durante a maturação, o queijo adquire os
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
parâmetros microbiológicos e físico-químicos exigidos pela legislação, e que vão garantir a qualidade do
produto e a segurança do consumidor”, explica a assessora técnica.
O centro é uma estrutura em que os queijos chegam, passam por uma limpeza e seguem para um espaço
reservado especificamente para o processo de maturação, que varia entre 14 dias (Serro) e 21 dias (Canastra
e Serra do Salitre). Cumprido o prazo, o queijo é embalado e distribuído. Segundo Ana Helena Cunha, muitos
produtores não têm espaço suficiente para maturar toda a produção pelo período necessário. “Os
entrepostos de maturação vêm atender esta demanda”, afirma.
As estruturas estão localizadas nos municípios do Serro, Medeiros e Rio Paranaíba, e serão gerenciadas pelas
cooperativas de produtores de queijo das regiões do Serro, Canastra e Serra do Salitre, respectivamente.
Cada centro tem a capacidade para receber, aproximadamente, quatro toneladas e meia a cada período de
maturação. Os centros vão receber a produção de queijarias devidamente cadastradas no Instituto Mineiro
de Agropecuária (IMA).
A construção das unidades foi viabilizada por meio de convênio entre a Emater-MG e o Ministério do
Desenvolvimento Agrário (MDA), o apoio das cooperativas e do Sistema Ocemg, que também custeia os
exames feitos nos animais (brucelose e tuberculose), além de análises do queijo e da água.
Museu do Queijo: No município de Medeiros, na região da Serra da Canastra, além do centro de maturação,
será implantando também o museu do queijo. O museu, que foi concluído no final do ano passado, é
resultado de parceria entre a Seapa e a prefeitura.
“A proposta é de que ele seja uma referência na cultura da fabricação do queijo na região, reunindo peças
antigas que contêm a história dos processos utilizados ao longo dos tempos”, afirma Ana Helena.
O museu funcionará também como ponto de apoio para a venda da produção e como centro de capacitação
dos produtores. Fonte: Agência Minas
Investimento em parque leiteiro faz cooperados planejarem exportação
Para a OCB-AM, iniciativa é exemplo de que a melhoria de renda depende da agregação de valor
Um investimento alto e inédito no cooperativismo do Amazonas está dando novos ares aos produtores de
leite e laticínios da Cooplam (Cooperativa dos Produtores de Leite da Região do Autaz Mirim), localizada da
comunidade Vila do Novo Céu, no município de Autazes.
Responsável por alimentar uma fatia importante do mercado local, a Cooplam adquiriu maquinários e
investiu na construção do seu parque produtivo para concretizar o objetivo de conquistar de vez o mercado
local e também levar seus produtos para outros estados do País. Atualmente, 43 cooperados estão
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
associados, mas cerca de 150 famílias trabalham junto à organização, fornecendo itens à cooperativa,
quando necessário.
De acordo com o presidente da cooperativa, Manoel Maia, o investimento atual está na ordem de R$ 2
milhões, cerca de R$ 1,3 milhão para a compra de equipamentos e R$ 700 mil para a criação do parque.
As máquinas adquiridas, vão possibilitar a fabricação de queijo tipo coalho proveniente de rebanhos
bubalino e bovino, doce de leite, iogurte, provolone, mussarela e ricota. Hoje, toda produção desses tipos de
laticínio vêm do Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. “Atualmente, não se compra queijo mussarela, em
Manaus, por menos de R$ 25. A ideia é que possamos produzir o mesmo tipo de queijo, com a mesma
qualidade, por um preço médio de R$ 15”, sugeriu o presidente.
Entre os maquinários estão uma caldeira, uma queijomatic, (máquina automatizada para o aprimoramento
do queijo coalho industrial de bovino e bubalino), prensas pneumáticas (que compactam o queijo prato,
minas e frescal) e também um pasteurizador de leite e máquina para produzir iogurte. Há também uma
máquina para produção de doce de leite, manteiga e produção de ricota. Uma empacotadora, uma máquina
para corte e produção de leite ensacado in natura também foram adquiridos.
Dentro de um período de 30 dias, técnicos responsáveis pela montagem do maquinário virão de Goiás (GO)
para Manaus, a fim de concluir o trabalho de montagem do material.
A metragem do espaço, onde serão instaladas as máquinas, já foi realizada. A sede tem um galpão de
produção do queijo e derivados e outro prédio, onde funcionará o escritório do laticínio. O galpão de
produção tem 15 metros de largura por 40 metros de comprimento. A sede administrativa tem 25 metros de
comprimento por 08 metros de largura.
De acordo com o presidente da cooperativa, a ideia da ampliação da capacidade visa melhorar a qualidade
da produção, ao passo que trabalha a abrangência e ganho de mercado. “Com uma sede própria,
contaremos com um laboratório de análise de qualidade animal, que vai funcionar para avaliar a qualidade
do leite. Com o laboratório, a matéria-prima só vai entrar para produção do leite se passar por exames de
coliformes fecais, tuberculose ou brucelose”, explicou ele.
Os recursos utilizados para a ampliação do parque leiteiro são provenientes de financiamento do Banco do
Brasil, um dos principais parceiros dos cooperados do leite, além do Sistema OCB/Sescoop-AM, Sebrae,
Idaam e Sepror.
Com a profissionalização e estabelecendo a meta de levar seus produtos para outras regiões do País, a
cooperativa, a partir da produção em escala industrial, receberá inscrição federal. “Bastará que nosso parque
comece a fabricar de forma industrial, que poderemos exportar com a inscrição”, informou Maia.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
O presidente do Sistema OCB/Sescoop-AM, Petrucio Magalhães Júnior, disse que a Coplam é um bom
exemplo de que a melhoria de renda do produtor depende diretamente da agregação de valor no produto
dos cooperados. A missão do sistema é prestar todo apoio às cooperativas para profissionalizar a gestão e os
processos produtivos, visando a sustentabilidade, exonomia social e ambiental dos negócios cooperativos.
“Estamos felizes e convictos que os investimentos feitos na agregação de valor nos produtos derivados do
leite, vai melhorar a vida dos cooperados e da comunidade”, comemorou. Fonte: Tribuna Hoje
Prazo estendido para produtores rurais renegociarem dívidas com a União
Foi publicada na última terça (15/01), a Lei 12.788, que alterou para 31/8 o prazo para produtores rurais
liquidarem ou renegociarem as operações de crédito rural inscritas na Dívida Ativa da União até 31/10/2010.
Para o assessor jurídico da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG), Francisco Barbosa,
embora a alteração represente avanço, atende apenas parte da solicitação apresentada pela FAEMG: “É
necessário que seja reaberto o prazo para liquidação ou renegociação, porém a data de inscrição em Dívida
Ativa da União também tem de ser atualizada”.
Ele explica que a FAEMG tenta a aprovação da proposta apresentada pelo deputado Diego Andrade de
emenda à MP 589, em tramitação na Câmara dos Deputados. O texto prevê não apenas a reabertura do
prazo para liquidação ou renegociação das operações inscritas em Dívida Ativa da União, mas fixa também
nova data limite para a inscrição. “Só assim será permitido ao maior número de produtores rurais retomar a
situação de adimplência e de normalidade”. Fonte: FAEMG
Investimento em parque leiteiro faz cooperados planejarem exportação
A balança comercial de lácteos em dezembro apresentou um déficit de 12,7 mil toneladas, queda de 26,8%
em relação ao déficit de novembro, que havia sido de 17,4 mil toneladas. Considerando-se os dados em
valor, o déficit foi de US$46,4 milhões, 25% menor que em novembro. As importações de leite em pó (tanto
integral quanto desnatado) tiveram queda de 25% em dezembro, reflexo do aumento da produção brasileira
nos
Tabela
últimos
1
meses
–
Balança
do
ano,
comercial
quando
de
o
lácteos
pico
de
brasileira
produção
–
é
Dezembro
alcançado.
de
2012.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
.
O leite em pó continuou sendo o produto lácteo mais importado pelo Brasil. Das 10,5 mil toneladas
importadas em dezembro (tanto de leite em pó integral quanto de desnatado), 71%(7,5 mil) foram
provenientes do Uruguai, enquanto a Argentina foi responsável por 27% e o Chile por 2%.
A análise do volume em equivalente-leite (a quantidade de leite utilizada para produzir um quilo de
determinado produto) aponta que foram importados 124,41 milhões de litros de leite, queda de 19,2%
frente a novembro. No entanto, ao compararmos os valores de dezembro de 2012 com os de dezembro de
2011,
Gráfico
houve
1
–
aumento
Quantidade
de
26,6%
de
na
quantidade
equivalente-leite
de
importada
equivalente-leite
mensal
–
2012
importada.
x
2011
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Análise
anual
Em 2012, foram internalizados 1.224 milhões de litros de leite, valor 6% maior que o total importado em
2011. Já o volume exportado foi de 114 milhões de litros, 6% a menos do que em 2011. Essa combinação de
aumento das importações e diminuição das exportações causou um crescimento de 7,5% no déficit da
balança
comercial
de
lácteos,
em
equivalente-leite,
na
comparação
2012
x
2011.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Este volume importado é o maior desde o início de nosso acompanhamento dos dados referentes à balança
comercial de lácteos, em 2001. O peso do leite em pó na balança comercial de lácteos pode ser visto pela sua
representatividade na quantidade importada em equivalente-leite: 77,4% do volume total importado foi de
leite em pó integral ou desnatado. Outro item de relevância nas importações lácteas foram os queijos,
responsáveis
por
19,9%
da
quantidade
total
importada
Já as exportações tiveram queda de 6,3%, na comparação em equivalente-leite com 2011, alcançando 114
milhões de litros. Nos últimos 12 anos, a quantidade exportada foi maior apenas que a do ano de 2001, como
pode
ser
visto
no
gráfico
abaixo:
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Fonte: MilkPoint
Investimento em parque leiteiro faz cooperados planejarem exportação
Para a OCB-AM, iniciativa é exemplo de que a melhoria de renda depende da agregação de valor
MERCOSUL
Argentina: Aumentaría la capacidad instalada
El Centro de la Industria Lechera (CIL) reunido en Rosario estimó en un comunicado que “en 2013 la
capacidad instalada se incrementará 10% respecto de la actual, estimada en 35 millones de litros diarios
totales”, y advirtió “que bajó la curva de producción en los últimos 4 meses”.Según se desprende del
comunicado del CIL, la producción lechera no creció en 2012 y tampoco lo haría en 2013 para quedar
estabilizada en 11.600 millones de litros de leche anuales.
El Departamento de Producción Primaria del CIL concluyó que “la producción del 2012 fue similar a la del
2011, luego de tener una curva que fue superior en el primer semestre e inferior en los cuatro últimos
meses”, indicó el informe.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Los industriales estimaron que “para el 2013 se prevé una curva inversa, o sea, inferior en los primeros
meses respecto del 2012, para luego igualarse y superarla en el segundo semestre, estimándose una
producción total para el año con cifras parecidas a las del año anterior”.
En la reunión estuvieron los responsables de Producción Primaria de las empresas socias que “actúan como
informantes del sistema oficial sectorial y que representan más del 60 % de la producción nacional”.
También participó APIL (Asociación de Productores Lácteos de la Provincia de Córdoba) y a su término se
sumaron el subsecretario de Lechería de la Nación, Arturo Videla y el director de Planificación Estratégica del
Sector Lácteo, Roberto Socín.
“Hubo consenso generalizado en que además de estar plenamente asegurado el abastecimiento del
consumo interno de lácteos, las exportaciones serán de más valor agregado como ya lo están demostrando
las cifras del 2012″, señaló el CIL.
“Las inversiones que fueron informadas destacan que se crecerá en forma más importante en equipos para
deshidratados, pero no será despreciable la incorporación de equipos de última generación en quesos”, se
indicó. Fonte: Ambito
Argentina: La industria láctea prevé mejorar 10% su capacidad
Realizará inversiones en equipos para deshidratados y quesos.Las usinas lácteas mostraron en 2012 un
proceso de estancamiento en su producción respecto del año precedente y sus niveles de productividad no
se modificarán durante el presente año, reveló el Departamento Técnico del Centro de la Industria Lechera
(CIL).
El informe fue presentado en Rosario al subsecretario de Lechería, Arturo Videla, quien estaba acompañado
por el director de Planificación Estratégica del Sector Lácteo, Roberto Socín.
Tras exhibir los datos de producción del sector fabril lechero y dar cuenta de una marcada paralización de la
producción en las usinas lácteas, el CIL “compartió estos resultados” con los funcionarios del Ministerio de
Agricultura y formuló además “las acciones que el Estado podría aportar para lograrlos o superarlos”.
Más allá de esto, los industriales destacaron que “hubo consenso generalizado” para admitir que durante el
2013 “estará plenamente asegurado el abastecimiento del consumo interno de lácteos” y explicaron además
que “las exportaciones serán de más valor agregado, como ya lo están demostrando las cifras de 2012”.
Inversiones. Las empresas y los funcionarios nacionales evaluaron además la evolución que mantendrá el
sector industrial durante el 2013, y se concluyó que “la capacidad instalada se incrementará hacia fines del
año en un 10 por ciento, estimada en 35 millones diarios totales”.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
El sector industrial nucleado en la CIL prevé que las inversiones que se realicen estarán orientadas a crecer
en la instalación de nuevos “equipos para deshidratados” y también en la incorporación de “equipos de
última generación en quesos”.
En materia de producción y sin dar mayores detalles respecto al volumen en cuestión, el CIL indicó que –el
pasado viernes en Rosario– el Departamento Técnico de la entidad informó a las autoridades del sector que
“la producción de 2012 fue similar a la de 2011, luego de tener una curva que fue superior en el primer
semestre e inferior en los cuatro últimos meses”.
Para este año se prevé una curva inversa, o sea, inferior en los primeros meses respecto de 2012, para luego
igualarse y superarla en el segundo semestre, estimándose una producción total para el año con cifras
parecidas a las del año anterior.
Racha alcista. El 2013 parece continuar con la racha alcista en lo que respecta al precio de la leche en polvo y
algunos de sus derivados.
Según publica Infortambo.com, el evento número 84 del Global Dairy Trade registró una suba del 2,8 por
ciento respecto de la licitación anterior, al alcanzar los 3.288 dólares la tonelada, mientras que la leche
descremada sufrió una baja del 0,3 por ciento, para llegar al nuevo valor de 3.552 dólares.
Los otros lácteos que registraron bajas fueron el sólido de mantequilla (-6,55 por ciento) y el concentrado de
proteína de leche (-2,0%). Las subas esta vez fueron para la grasa butírica anhidra (2,4 por ciento); cheddar
(0,9%) y la caseína renina (0,8 por ciento).
Los productores primarios siguen planteando en algunas cuencas su disconformidad por los precios de la
leche en tranquera de tambo. Por caso, la Asociación Unión Tamberos que entrega producción a Milkaut en
Santa Fe expresó este reclamo en una reunión la semana pasada. Fonte: La Voz
Argentina: Productores disconformes con el precio de leche
Asociación Unión Tamberos Coop. Ltda. realizó una reunión invitando a sus productores asociados para
presentar la evolución de las actividades económicas de la Cooperativa y, a su vez, escuchar y recepcionar
sus inquietudes. El encuentro estuvo marcado por la manifiesta disconformidad de los productores presentes
por el valor que perciben por leche de parte de la empresa Milkaut SA.
El pasado viernes 11 de enero tuvo lugar en las instalaciones del Camping de AUT un encuentro entre el
Consejo de Administración de la Cooperativa y los asociados. Teniendo en cuenta la fecha del año, la reunión
contó con una importante asistencia de productores que superó convocatorias anteriores.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Abrió la jornada el Presidente de AUT, Med. Vet. Javier de la Peña, saludando a los presentes y recordando
que “el reciente proceso de renovación de nuestra Cooperativa nos trajo aparejado un nuevo rol hacia los
asociados, orientado a brindarle los mejores servicios e insumos para ayudarlos en sus explotaciones y a
defender los valores obtenidos por su producción”.
A continuación el Gerente General, Ing. Javier Cuello, presentó los resultados operativos de las actividades
vinculadas a comercialización de insumos agropecuarios y nutrición animal. Cuello destacó el esfuerzo
económico y financiero que realizó AUT durante el 2012 para acompañar a sus asociados en un año que fue
difícil para el productor por el bajo valor que percibió por la leche. “Queremos destacar la función de AUT
que, como empresa cooperativa, priorizó la colaboración con el asociado por sobre la propia rentabilidad”,
expresó el Gerente.
En este mismo sentido, de la Peña comentó sobre las distintas líneas de créditos que desde la Cooperativa se
brindan a los asociados, algunas propias de la entidad y otras provenientes de la Junta Intercooperativa de
Productores Lecheros. Cabe destacar también el trabajo que viene realizando la Subsecretaría de Lechería de
la Nación mediante el aporte de fondos para los financiamientos que brinda la Junta, especialmente la nueva
línea de créditos destinados a los productores que se vieron afectados por el exceso de lluvias de diciembre
pasado.
Frente al informe expuesto, los presentes manifestaron su apoyo al Consejo de Administración y al rumbo
que lleva adelante esta gestión.
Malestar con Milkaut SA
En la segunda parte de la jornada se les dio la palabra a los asociados para que realizaran consultas y tuvieran
oportunidad de expresar inquietudes. Se escucharon numerosas voces de descontento con el precio que
perciben por la producción de leche. De la Peña aclaró que Asociación Unión Tamberos no es la que
establece el precio de la leche al asociado. La disconformidad de los productores es con Milkaut SA, hoy
propiedad del grupo francés Bongrain, la que no sólo se basa en que el valor que reciben por litro de leche es
bajo sino que, fundamentalmente, es menor al que pagan otras empresas del mercado.
De allí que surgió la propuesta de migrar hacia otras industrias lácteas, la que fue apoyada por la mayoría de
los presentes y que así lo dejaron plasmado rubricando por escrito una nota en la que expresan su disgusto y
su deseo de cambiar de empresa permaneciendo como asociado de AUT.
Los productores lecheros le solicitaron al Consejo de Administración de AUT adoptar medidas urgentes ya
que a pesar de las reuniones mantenidas con Milkaut SA donde se trató el tema, no tuvieron respuestas
satisfactorias por parte de la industria. Finalmente, cabe destacar que los productores declararon su deseo
de seguir en la actividad lechera. Fuente: AUT
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Chile: APROLECHE y CORFO exhibirán resultados finales de importante PDT
del sector lechero
El Programa de Difusión Tecnológica (PDT) “Mejoramiento de la competitividad del sector lácteo regional,
mediante la difusión de nuevos sistemas de manejo del ganado, adaptado a la zona sur de Chile”.El próximo
17 y 18 de enero, en la comuna de Osorno y Los Muermos, se desarrollará el Seminario “Entrega de
Resultados Finales del Programa de Difusión Tecnológica (PDT) Aproleche-Innova Chile de Corfo”, estudio
que desde septiembre del 2011, viene desarrollado nuevos sistemas de manejo del ganado con miras a
maximizar el potencial productivo y la competitividad de las explotaciones lecheras pastoriles.
El estudio que lleva por nombre, “Mejoramiento de la competitividad del sector lácteo regional, mediante la
difusión de nuevos sistemas de manejo del ganado, adaptado a la zona sur de Chile”, ha desarrollado y
transferido tecnologías por más de un año, ha 8 explotaciones lecheras de las regiones de Los Ríos y Los
Lagos. Asesoramiento técnico centrado en la implementación de manejos orientados a mejorar la eficiencia
del uso de la pradera; y la adaptación de biotipos más adecuados a sistemas pastoriles.
Respecto a esta iniciativa, el jefe del Departamento de Innovación y Desarrollo (I + D) de Aproleche, Raúl
Araya, comentó que el desarrollo tecnológico del sector es vital para lograr la competitividad del rubro
lechero por lo que desde hace años, la entidad gremial trabaja en esta línea.
“Desde el año 2008, Aproleche comenzó a desarrollar Programas de Difusión Tecnológica con el propósito de
mejorar la competitividad del sector lechero, aprovechando las grandes potencialidades nuestra zona sur. En
una primera etapa vimos el tema de recursos forrajeros, y en esta segunda etapa, nos hemos abocado al
tema de manejo animal. Éste debe realizarse de una manera distinta en sistemas estacionales, para así poder
lograr los objetivos trazados en el marco de este sistema productivo tan interesante para la zona sur”,
señaló, Araya.
El profesional agregó que, “durante el desarrollo de nuestro PDT, hemos visto temas como las ventaja de
biotipos adecuados a sistemas pastoriles; manejo de crianza en pastoreo; causas locales de problemas
reproductivos; efectos de factores nutricionales en la crianza y manejos reproductivos para sistemas
estacionales, entre otros tópicos relevantes que nos permitieron desarrollar nuevos sistemas de manejo del
ganado adaptados a la zona sur de nuestro país. Por ello, invitamos a todos nuestros socios y productores
lecheros, a observar este jueves y viernes, los resultados que hemos logrado en aspectos reproductivos, de
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
crianza y sobre todo, las ventajas económicas que se obtienen con la implementación de este sistema
productivo, lo cual sin lugar a dudas, les va a interesar bastante”, manifestó, Raúl Araya. Fonte: Elrepuertero
Colombia invoca "cláusula de salvaguardia "para restringir importaciones
de leche en polvo del Mercosur
El Ministerio de Agricultura y Desarrollo Rural invocó la “Clausula de Salvaguardia” para restringir las
importaciones de leche en polvo procedentes del Mercosur.Con la medida, anunciada por el ministro de
Agricultura, Juan Camilo Restrepo Salazar, se busca proteger el ingreso y el empleo de 350 familias que se
dedican en Colombia a la actividad lechera.
El funcionario informó que la aplicación de la cláusula ya fue solicitada al “Comité Triple A”, que es la
autoridad competente de comercio exterior para estos efectos.
Restrepo Salazar llamó la atención por lo que calificó como exagerado crecimiento de las importaciones de
leche en polvo procedentes del Mercado Común Suramericano, especialmente las provenientes de
Argentina, con incrementos de hasta el 500 por ciento.
La cláusula de salvaguardia es un mecanismo de defensa de la industria nacional, regulada por la
Organización Mundial del Comercio, que permite dejar en suspenso acuerdos comerciales cuando quiera que
se alteren, de forma significativa, las condiciones en las que se pactaron y que impidan su cumplimento a
alguna de las partes por ser extremadamente lesivos para sus intereses.
En reiteradas oportunidades y particularmente en el pasado congreso de los ganaderos, el ministro de
Agricultura había alertado sobre el desmesurado crecimiento de productos lácteos como lactosueros y leche
en polvo, y de la decisión del Gobierno de adoptar las medidas conducentes necesarias para proteger a los
productores nacionales.
El ministro dijo en su momento que “este sobredimensionamiento de las importaciones preocupa al
Gobierno en la medida en que puede distorsionar el mercado interno de los productos lácteos y, en un
momento dado, deprimir el precio pagado por la leche cruda al productor y en consecuencia generar
posibles impactos negativos sobre el empleo y la estructura productiva nacional”. Fonte: El Heraldo
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Perú: Empresas lecheras del Mantaro forman consorcio para elevar
producción de queso
Seis empresas lácteas del valle del Mantaro formaron el consorcio agroindustrial del Centro Junín, con el fin
de convertirse en el mejor productor lechero de la sierra central y producir un queso andino de
excepcionales características. Las empresas firmaron en diciembre las actas de formación del consorcio y
ayer tuvieron su primera reunión en Lima, en las oficinas de Sierra Exportadora.
Su primera decisión fue iniciar los pasos para uniformizar sus procesos de producción lechera y fijarse una
meta de procesar 13,000 a 14,000 litros diarios de leche para elaborar quesos y derivados lácteos como
yogurt y mantequilla.
Inmediatamente después trabajarán en la elaboración de un queso fresco de sabor único y continuarán con
la elaboración del que aspiran sea el mejor queso madurado de la sierra; productos que quieren colocar en
los mercados nacionales e internacionales.
Cada uno de los integrantes del consorcio tiene una cuota de experiencia que aportar al trabajo de grupo,
resaltó Sierra Exportadora en un comunicado.
Entre ellos figura la Universidad Peruana Los Andes, que administra la planta lechera Mantaro y trabaja por
más de 60 años en el valle del Mantaro produciendo quesos y mantequilla de reconocida calidad.
Asimismo está Cristian Mejía, responsable de Agroindustrias Victoria de Huayao, que se especializó en
desarrollar una fórmula quesera que le permitió mejorar la calidad del producto obteniendo premios en
festivales macro regionales y nacionales.
Antolín Inga Fernández, empresario de San José de Quero, regresó del extranjero para trabajar en su tierra
elaborando quesos frescos, hoy de gran aceptación en el mercado. Está concluyendo la construcción de una
moderna planta en Concepción.
Efraín Chacón, de Concelac, recibió asistencia personalizada de Sierra Exportadora a través de actividades de
transferencia tecnológica que puso en práctica con el experto holandés Rinus del Programa PUM, lo que les
permitió elevar sustantivamente la calidad de su queso gouda.
Algunas de estas empresas venden sus productos en supermercados de Lima, pero la decisión de unirse es
para potenciar sus fuerzas y convertirse juntos en el mejor productor lácteo de la zona andina.
La próxima semana aprobarán su primer plan de márketing, tras una reunión prevista en la ciudad de
Huancayo.
Sierra Exportadora asesora al consorcio con técnicos especialistas que los acompañan en su recorrido por la
“ruta de la excelencia”, controlando la calidad, implementando los sistemas de gestión de calidad y aplicando
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
procesos estandarizados para obtener quesos de calidad premium que llevarán la rotulación “elaborados en
origen, Junín”.
Uruguay: Aún sin negocios de leche en polvo a México
México es un buen mercado pero los bajos precios de Estados Unidos dificultan competir.El otorgamiento de
México para que Uruguay coloque un cupo anual inicial de 5.000 toneladas de leche en polvo libre de
aranceles, es favorable, pero por el momento no hay ningún negocio a la vista, dijo a El Observador el
vicepresidente de Conaprole, Wilson Cabrera. Según el protocolo aprobado, se incrementarán en 500
toneladas por año hasta llegar a un tope de 11.000 y su administración estará a cargo del país importador.
La medida se enmarca en una modificación que el Senado de México introdujo al Tratado de Libre Comercio
entre los dos países que estableció un “cupo recíproco” y que, entre otros detalles, Uruguay podrá vender a
ese país el producto mencionado y en las condiciones antes señaladas.
Cabrera sostuvo que esa una buena posibilidad para que Uruguay amplíe sus mercados, pero también
recordó que Estados Unidos ingresa con mucha facilidad comercial a México en el marco del mercado común
existente entre ambos países, por lo tanto si sus precios se ponen a tono con el nivel internacional es posible
que Uruguay tenga chance de hacer negocios.
Uruguay llegó en el pasado a colocar hasta 15.000 toneladas de leche en polvo descremada, pero luego la
competencia de Estados Unidos por las ventajas del acuerdo TIFA con México, desplazó a los productos
uruguayos, sostuvo Cabrera. Si bien la producción lechera mexicana aumentó en un año de 10.549 millones
de litros a 10.680 millones, México sigue siendo deficitario en la producción de leche en polvo. Uruguay venía
vendiendo quesos, pero en volúmenes de escasa importancia como ocurrió durante 2012, dijo Cabrera.
Fonte: El Observador
Desafios/Uruguai
A produção de leite no Uruguai, este ano, deverá ter um crescimento moderado de 3%, longe dos
aproximados 7% de 2012, e dos quase 17% de 2011. Ou é possível também que ocorra queda, uma vez que a
tendência inicial vem sendo contrariada há vários anos. Qualquer fenômeno climático adverso poderá levar a
um resultado zero ou negativo, depois de vários anos de bons desempenhos, lembrou Maria Elena Vidal no
Anuário 2012 do Escritório de Programa e Política Agropecuária (Opypa). Foi destaque em 2012 o aumento
dos combustíveis e da mão de obra, que chegaram a representar 17% do preço do leite. Em agosto passado o
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
preço médio ao produtor era de US$ 0,3392/litro, com um custo médio de US$ 0,2521/litro, o que gerou
margem líquida de 26% ao produtor, ou seja, US$ 0,0871/litro.
No primeiro semestre de 2013 a produção deverá ficar menor ou igual à do ano passado. Na primavera, a
produção vai depender tanto de fatores climáticos, como do preço ao produtor. Um dos desafios para esse
ano é o projeto de água e manejo de irrigação nas propriedades, a partir de represas comunitárias e uso
associativo, um trabalho de articulação com diversas instituições, inclusive o Banco Mundial que financia
uma série de empreendimentos vinculados às mudanças climáticas. Este projeto já estava previsto no
Programa de Estratégias Associativas do Inale, que inclui a produção e reserva de forragens para uso
comunitário, bem como a recria de novilhas de forma coletiva, lembrou o presidente do Inale, Manuel
Marrero. O executivo explicou que a meta do governo é beneficiar esse tipo de ações para os pequenos e
médios produtores. Fonte: El Observador
Leite/Paraguai
Não é novidade que o setor lácteo paraguaio se fortalece na produção e industrialização, tanto em
quantidade e qualidade, como em inovação e diversificação de produtos. Neste início de ano o setor festeja
ao passar de 511 milhões de litros obtidos em 2011, para 587 milhões de litros, em 2012. O problema é que
existe excedente, já que 10% dos cerca de 1.6 milhões industrializados por dia não tem mercado. Daí a
necessidade de exportar, reconhece o presidente da Câmara Paraguaia das Indústrias Lácteas (Capainlac),
Erno Becker. Para isso seria necessário um apoio governamental. De acordo com dados do Banco Central do
Paraguai, o valor agregado da produção de leite aumentou consistentemente. De 2007 para 2008, o valor
agregado aumentou 5,3%, 11,5% de 2008 para 2009, 3,5% de 2009 para 2010, e 30,3% de 2010 para 2011,
mesmo desempenho esperado para o período 2011/12.
Entre as metas deste ano está o aumento do consumo interno, que não chega a 92 litros/per capita/ano, o
menor consumo regional: Brasil (160 l/per capita/ano); Argentina (210 l/per capita/ano); e Uruguai (240 l/per
capita/ano). Em nosso país a preferência vai para sucos, refrigerantes, e principalmente cervejas, lamentou
Becker, assegurando que não é uma questão econômica, mas, cultural. De fato, o leite está barato, já que o
consumidor pagava 3.500 guaranis/litro [R$ 1,66/litro], em 2011. Em 2012, o preço do leite ao consumidor
foi, em média, 2.700 guaranis, [R$ 1,28/litro], devido o aumento da oferta. Para conseguir um maior
consumo não somente é preciso apoio das autoridades e preços baixos, mas, sobretudo conscientização da
população sobre a importância deste alimento em todas as etapas da vida. Fonte: Infortambo
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
MUNDO
México: Aprovechan suero de queso para obtener probióticos
El subproducto obtenido es coadyuvante en procesos digestivos. Expertos del Centro de Investigación en
Alimentación y Desarrollo (CIAD) trabajan en un nuevo método para emplear las proteínas del suero de
queso fresco en el encapsulamiento de probióticos de consumo humano (organismos vivos que, al
administrarse en dosis adecuadas, aportan beneficios a la salud).
De acuerdo con la doctora Gabriela Ramos Clamont Montfort, titular de la investigación, estas proteínas
permitirán que los microorganismos lleguen vivos al intestino y favorezcan la digestión; asimismo, con esta
tecnología podrá aprovecharse una sustancia contaminante como lo es el suero de queso. El proyecto
consiste en hacer que las proteínas extraídas del suero se “autoagreguen” alrededor del microorganismo, en
función de sus cargas eléctricas, formando diferentes capas.
En el Laboratorio de Bioquímica, Proteínas y Glicanos de este Centro Público de Investigación Conacyt se
purifican las proteínas en un solo paso, gracias a la cromatografía de intercambio iónico (proceso que
permite la separación de moléculas polares basado en sus propiedades de carga); posteriormente, las
proteínas son liofilizadas (congeladas y sublimadas). Gracias a este proceso, es posible separar la
lactoalbúmina de la lactoferrina.
A continuación, la doctora Ramos Clamont explicó que los probióticos (bifidobacterias y lactobacilos) son
colocados en aceite comestible con el que se forman glóbulos con carga negativa al emulsificarlos en agua
(preparación que se obtiene de mezclar dos ingredientes que son incompatibles entre sí).
Después, las proteínas del suero de queso, con carga positiva, se “agregan” alrededor de los
microorganismos formando una capa protectora a la cual se añaden proteínas con carga negativa que a su
vez integran un segundo manto, y así sucesivamente.
La formación de varias capas de proteínas permitirá que los probióticos permanezcan vivos aunque se les
exponga a ambientes adversos, como el tracto digestivo del ser humano o alimentos con diferente pH
(potencial de hidrógeno que determina la acidez o alcalinidad de una sustancia).
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Ramos Clamont Montfort mencionó que, asimismo, están obteniendo otras cápsulas con las proteínas del
suero de queso y carbohidratos de Agave tequilana, o inulina, como prebiótico (ingrediente que estimula el
crecimiento y actividad de microorganismos), esto es, alimento para que el microorganismo se desarrolle.
Indicó la especialista que estos carbohidratos no pueden ser digeridos por el ser humano; sin embargo, los
probióticos y los microorganismos que habitan en el intestino pueden alimentarse con ellos, por lo que
alargarán el tiempo de vida de las bacterias al protegerlas con los prebióticos y las proteínas.
A este respecto, la especialista señaló que la tecnología desarrollada permitirá que los microorganismos
encapsulados permanezcan viables hasta por cuatro meses, en condiciones de refrigeración durante su
almacenamiento.
Aun cuando el centro de investigación no ha tenido acercamiento con el sector industrial, Ramos Clamont
Montfort aseguró que su tecnología es más barata y rápida que otras técnicas de encapsulamiento, pues
emplean principios básicos de la química para un desarrollo nanotecnológico.
En esta investigación, colabora con el CIAD la Escuela de Ciencias Biológicas de la Universidad Autónoma de
Coahuila, institución con la que se busca desarrollar alimentos que contengan los probióticos encapsulados,
tales como nieve o cereales.
De igual manera, en un futuro se incorporarán al proyecto el Centro de Investigación Científica y de
Educación Superior de Ensenada en Baja California, (CICESE) y el Laboratorio Nacional de Nanotecnología de
Costa Rica. Cabe señalar que este proyecto recibirá financiamiento del Fondo de Investigación Básica SEPConacyt. Fonte: Dicyt
gDT: Leite em pó integral teve alta de 2,8% fechando o leilão a
US$3.288/tonelada
O evento realizado nesta quarta-feira (16/1) pela plataforma gDT (global Dairy Trade) apresentou alta de
1,1% no preço médio dos produtos lácteos, fechando a US$3.442/tonelada, valor 7% menor que o
apresentado na segunda quinzena de janeiro de 2012.
A cotação do leite em pó integral teve alta de 2,8% fechando a US$3.288/tonelada. Mesmo assim, o preço do
leite em pó integral ficou 7,7% abaixo do observado no mesmo período de 2012.
O queijo Cheddar também apresentou alta no evento de 0,9%, sendo cotado a 3.496 US$/ton. Já o leite em
pó desnatado sofreu queda de 0,3% terminando o evento a 3.552 US$/ton. Fonte: MilkPoint.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Nova Zelândia: Fortes chuvas impedem a coleta do leite
A chuva forte inundou a estrada no lado norte da ponte do Rio Wanganui em South Westland na semana
passada. Isso levou ao fechamento da State Highway 6, principal rodovia na Costa Oeste e importantes cabos
de fibra ótica foram cortados fazendo com que 1000 casas na região perdessem o acesso a telefone e
internet.
Os produtores de leite foram bastante afetados. O gerente geral de operações da Westland Milk Products,
Bernard May, disse que cerca de 50 fazendas leiteiras foram forçadas a descartar uma “grande
porcentagem” de leite por que não puderam transportar o produto via Hokitika. Como a comunicação estava
difícil, a companhia teve que enviar um
de helicóptero para falar com os produtores.
May disse que uma frota de caminhões tanque de leite foi enviada à área para levar o leite para outras
plantas na Ilha do Sul. No final de semana, a NZ Transport Agency (NZTA) ainda estava desenvolvendo um
plano de reparo para o Rio Wanganui. O diretor sênior da NZTA da Costa Oeste, Mark Pinner, disse que
estavam sendo usadas pedras em uma tentativa de redirecionar o rio, mas que a inundação estava
impedindo que os engenheiros inspecionassem a ponte. Ainda levará alguns dias para que seja seguro reabrir
a estrada, disse ele.
Todas as outras estradas da Costa Oeste que foram fechadas pelos deslizamentos e enchentes foram
reabertas, menos a State Highway 6, entre Murchison e Springs.
Nova Zelândia: Produção de leite a baixo custo enfrentará limitações
A Nova Zelândia controla quase 40% do comércio global de lácteos. Tornou-se o maior exportador mundial
por causa de seu foco nos mercados internacionais e em virtude de seu sistema de produção de leite a pasto,
de baixo custo. Esse sistema deu ao país uma vantagem competitiva quando comparados aos sistemas
intensivos, como os Estados Unidos. Para o futuro, um número crescente de evidências sugere que o maior
exportador mundial de leite enfrentará um período cada vez mais difícil para manter essa vantagem. O
Governo da Nova Zelândia espera que a produção de leite na estação de 2012/13 do país (de 1 de junho a 31
de maio) permaneça estável, com menores rendimentos por vaca sendo compensados por um maior número
de vacas. Por si só, isso não leva à previsão de uma deterioração da competitividade de preços do país afinal, a produção de leite aumentou em 11% em 2011/12 e a produção anual da Nova Zelândia está maior
do que nunca. A população de vacas leiteiras da Nova Zelândia tem crescido mais rápido do que a população
humana. Em 30 de junho de 2012, a Nova Zelândia tinha cerca de 6,5 milhões de cabeças de gado leiteiro.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Para colocar isso em perspectiva, pense em pegar todas as vacas leiteiras presentes em Califórnia, Idaho,
Michigan, Minnesota, Nova México, Nova York, Pensilvânia, Texas e Wisconsin e coloca-las todas em uma
área no tamanho mais ou menos do Colorado - e, então, ter pasto suficiente para alimentar todas elas, além
de mais 31 milhões de ovinos e 3,7 milhões de bovinos de corte. A produção leiteira está pressionando os
recursos naturais do país, bem como seu sistema tradicional de produção. A Nova Zelândia está sob pressão
ambiental significante. As principais regiões estão reportando fortes preocupações de que o país não poderá
continuar apoiando as recentes tendências no número de vacas e no crescimento da produção de leite.
Governos estaduais foram forçados a estreitar as regulamentações nas conversões de fazendas para a
produção leiteira e estão considerando restringir o uso da água para irrigação. Vários recentes estudos
ambientais deram à Nova Zelândia classificação ruim em termos de qualidade da água, preservação da
vegetação e habitat naturais, emissões de gases de efeito estufa e cuidado com espécies ameaçadas, citando
o setor agrícola do país, particularmente o setor leiteiro, como responsáveis. Mais medidas de
regulamentação ambiental estão sendo trabalhadas. Ao mesmo tempo, os produtores de leite estão
tentando colocar mais vacas por hectare e aumentar a suplementação alimentar. Os produtores importaram
milhares de toneladas de palma, farelo de soja e farelo de algodão nos últimos anos para compensar a
pastagem insuficiente e aumentar a produtividade. Aumentaram o uso de irrigação e os investimentos em
infraestrutura. Maiores custos com empréstimos, maiores custos de mão de obra, petróleo e outros insumos
e o forte dólar neozelandês (que os economistas esperam que permanecerá forte por pelo menos mais um
ano) também reduzem as margens. O clima instável complica ainda mais. Tudo isso leva a retornos menores
- um prenúncio de um crescimento mais lento. As questões ambientais e o uso de suplementação alimentar
transformam a imagem da produção leiteira pastoril, "pura", que o país sempre gostou de projetar. De forma
geral, essas mudanças estão de acordo com a afirmação feita pelo Conselho de Exportações de Lácteos dos
Estados Unidos (USDEC, sigla em inglês) de que a capacidade da Nova Zelândia de aumentar a produção de
leite a baixo custo está diminuindo. Fonte: Agriview.
Companhia de lácteos chinesa Yashili investe US$ 175 milhões em planta na
Nova Zelândia
A gigante do setor de alimentos e lácteos da China, Yashili International, anunciou o investimento de 1,1
bilhão de yuan (US$ 175,24 milhões) na construção de uma planta na Nova Zelândia para fabricar fórmulas
infantis e outros produtos relacionados.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
A Yashili International enviou um pedido para a licença em investimentos em ativos empresariais ao Serviço
de Investimentos Estrangeiros da Nova Zelândia. A nova planta funcionará como base de produção para a
Yashili Dairy (Nova Zelândia), uma subsidiária da Yashili International.
A companhia planeja gastar 950 milhões de yuan (US$ 151,34 milhões) dos 1,1 bilhão de yuan (US$ 175,24
milhões) na construção de infraestrutura, equipamentos de produção e outras instalações; os 150 milhões de
yuan (US$ 23,89 milhões) restantes serão usados como capital operacional da Yashili Dairy (Nova Zelândia),
segundo divulgado em 12 de janeiro.
Além disso, a nova planta na Nova Zelândia deverá entrar em operação na segunda metade de 2014, com
uma capacidade anual de produção de 52.000 toneladas.
A Yashili começou seu negócio de fórmulas infantis no final de junho de 2010, importando 100% do leite cru
e, desde agosto de 2010, a Nova Zelândia se tornou o único país fornecedor de leite cru para a Yashili.
Com a baixa confiança dos consumidores chineses no leite em pó doméstico, muitas companhias chinesas
escolheram buscar fornecedores de leite de boa qualidade fora do país. A tarifa imposta sobre fórmulas
infantis em pó e iogurtes exportados da Nova Zelândia à China caiu para zero em 2012, o que beneficiou
bastante a Yashili. Fonte: Morning Whistle
Quênia lança campanha para incentivar consumo de leite
No Quênia, a Associação nacional de laticínios, em parceria com as indústrias lácteas, decidiu lançar uma
campanha de mídia nacional para incentivar o consumo de leite. Tal campanha está alinhada com as
mudanças de hábitos de vida no país, onde muitos jovens estão trocando práticas alimentares saudáveis por
refeições rápidas.
Lançada com o slogan “Beba Leite”, a campanha despertou debates entres os blogueiros e comentários nos
sites de mídias sociais. Fonte: Global Voices
EUA: Mesmo após ano difícil, indústria de lácteos deve bater recorde em
exportações.
Ainda que os dados de novembro e dezembro ainda não tenham sido divulgados, a indústria de lácteos dos
Estados Unidos se encaminha para alcançar a marca de US$ 5 bilhões em exportações pela primeira vez,
informou o Conselho de Exportação de Lácteos do país (USDEC).
Durante os dez primeiros meses de 2012, o volume dos principais produtos aumentou em 5,5%, para mais de
1,27 bilhão de quilos. Apesar do crescimento ter desacelerado nos últimos meses, as vendas de queijos e
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
concentrados de proteínas do soro do leite deverão alcançar volumes recordes e as vendas de leite em pó
desnatado também deverão alcançar recordes – ou quase recorde.
Pelo segundo ano consecutivo, o volume exportado pelos Estados Unidos representou mais de 13% do total
de sólidos do leite produzidos nos Estados Unidos. “Esses números representariam um desempenho sólido
no ano”, disse o presidente do USDEC, Tom Suber. “Porém, isso é uma indicação clara da crescente
maturidade dos Estados Unidos como um importante player mundial de lácteos”.
Para o USDEC, organização que trabalha para desenvolver o mercado internacional para os lácteos
americanos, disse que, de acordo com sua revisão anual de 2012, o desempenho no ano foi mais
interessante considerando os desafios enfrentados pelo setor de lácteos: a forte seca que acometeu os
Estados Unidos, os preços desfavoráveis das commodities na maior parte do ano, a produção global
historicamente alta de leite na primeira metade do ano, agitações políticas e o lento crescimento econômico
no mundo.
“Os fornecedores de lácteos no passado podem ter recuado dos negócios internacionais sob essas condições.
No ano passado, eles não somente lutaram para defender a participação conquistada de mercado, mas
também, investiram no crescimento futuro. Eles destinaram quantidades consideráveis de dólares
especificamente para fazer produtos demandados por compradores globais, adaptados a suas estruturas de
negócios e investiram em escritórios internacionais e em pessoas dedicadas à exportação”.
Isso deu resultado, disse o USDEC, à medida que a demanda nos mercados emergentes se manteve
resistente. China, Sudeste da Ásia, Oriente Médio, México e América Latina absorveram a oferta abundante
de leite produzida nos primeiros seis meses de 2012, enquanto esvaziaram os estoques dos Estados Unidos e
da Europa.
O ano foi marcado por desenvolvimento potencialmente positivo para a indústria de lácteos dos Estados
Unidos, como: acordos de livre comércio com Colômbia, Panamá e Coreia do Sul; adição do Canadá nas
negociações da Parceria Trans-Pacífica; formação do Consortium for Common Food Names para lutar contra
as ameaças da Europa em restringir nomes de queijos; mudanças no uso de proteínas lácteos em programas
de auxílio alimentício que abriram as portas para novas oportunidades comerciais aos fornecedores dos
Estados Unidos; o contínuo boom das fórmulas infantis e as oportunidades dos ingredientes lácteos na
nutrição medicinal; adições significantes às pesquisas demonstrando as vantagens nutricionais e funcionais
dos ingredientes lácteos. Fonte: Agweb
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
EUA: Fast food acrescenta o leite no menu infantil
A rede de restaurantes Wendy’s, que é a terceira maior rede de fast food dos Estados Unidos, está
promovendo refeições para crianças por US$ 1,99 a partir das 4 da tarde, e inclui “opções saborosas” como o
leite com chocolate TruMoo, o suco Juicy Juice Apple e fatias de maçã. O TruMoo é uma marca registrada da
Dean Foods Co., maior processadora de lácteos dos Estados Unidos, com sede em Dallas.
“A economia de hoje dificulta a divertida experiência de famílias jantarem fora”, disse o diretor de venda da
Wendy’s, Craig Bahner. “Estamos reduzindo o preço dos pratos infantis e oferecendo mais opções”.
O leite desnatado é vendido em embalagens de 230 mililitros. Além do leite sabor chocolate, a Wendy’s
vende leite puro. Ambos os leites são oferecidos durante o dia. A Dean Foods é o único fornecedor desse
produto.
A Wendy’s, com sede em Dublin, Ohio, possui mais de 6.500 franquias e restaurantes nos Estados Unidos e
em 27 países do mundo. Fonte: Dairy Foods
EUA: Congresso aprova lei para evitar aumento nos preços dos lácteos
O Congresso dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que estenderá o atual programa de compra de
leite do Governo – efetivamente evitando um forte aumento no preço dos produtos lácteos. A lei, que se
tornou mais conhecida como “fiscal cliff", foi designada para evitar aumentos de impostos e cortes
orçamentários. A lei também contém uma extensão de nove meses nos programas de Lei Agrícola de 2008,
expirados recentemente.
Muitos desses programas expiraram em 30 de setembro de 2012. O atual programa de compra de leite do
Governo expirou em 31 de dezembro de 2012. Esses programas foram agora estendidos até 30 de setembro
de 2013.
Sem esse acordo, a Lei Agrícola de 2008 teria sido completamente expirada e os subsídios ao setor de lácteos
retornariam aos níveis de 1949 – efetivamente dobrando o preço do leite para cerca de US$ 7 por galão (US$
1,85 por litro, aproximadamente). Esse cenário poderia levar o preço pago pelos consumidores pelos
produtos lácteos no varejo a dobrar.
A extensão da lei de 2008 dará aos legisladores dos Estados Unidos uma oportunidade de chegar a um
acordo sobre uma nova lei agrícola de cinco anos.
A decisão do Congresso de aprovar o “fiscal cliff" foi bem recebida pelo presidente americano, Barack
Obama. A Associação Internacional de Alimentos Lácteos (IDFA, sigla em inglês), também aprovou a decisão
do Congresso. “Esse acordo dá ao Congresso tempo para considerar totalmente e abertamente futuras
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
propostas às políticas lácteas da nação”. Disse a presidente e diretora executiva da IDFA, Connie Tipton. “As
políticas lácteas de nosso país merecem ser atualizadas e apoiadas”, disse ela.
A IDFA tinha anteriormente pedido ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que tomasse
medidas para evitar ou adiar o impacto da lei de 1949. “Uma extensão permitirá um tempo amplo ao Senado
e ao Parlamento para debater e votar muitos aspectos controversos da complexa lei, incluindo a política de
lácteos”, disse a carta enviada em dezembro ao secretário da Agricultura, Tom Vilsack.
Já a Federação Nacional de Produtores de Leite (NMPF, sigla em inglês) se opôs ao acordo. “A votação do
Senado pela extensão de nove meses da atual política agrícola é um golpe devastador aos produtores de
leite do país”, disse o presidente e diretor executivo da NMPF, Jerry Kozak. Fonte: Dairy Reporter
Produção de leite da Índia deverá alcançar 133 milhões de toneladas em
2012-13
produção de leite na Índia deverá alcançar 133,7 milhões de toneladas nesse ano, 4% a mais com relação à
produção de 127,9 milhões de toneladas no ano anterior. A Índia continua sendo o maior produtor de leite
do mundo.
A disponibilidade per capita de leite nacional aumentou de 260 gramas por dia em 2007-08 para 290 gramas
por dia em 2011-12. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura.
Os animais são importantes para a economia, do ponto de vista da geração de empregos e da garantia de
renda na Índia. No país, os proprietários de operações marginais, pequenas e médias, com área de menos de
4 hectares, detém 87,7% do gado. “Descobriu-se que os produtores pequenos são mais capazes de suportar
o impacto da seca”.
Segundo estimado pela Organização Central de Estatísticas do país, o valor da produção pecuária em 201011 para o grupo de leite foi de Rs. 160.424 crore (US$ 29,18 bilhões). O Produto Interno Bruto (PIB) para o
setor pecuário a preços atuais foi de 3,64% do PIB total durante 2010-11. Fonte: Commodity Online
Los Ojos de China estan focalizados en el sector lechero de Australia
Con una demanda creciente para mantener su población alimentada, China a colocado su foco de negocios
para los activos de todo el mundo que tratan de sacar provecho de la demanda de alimentos en auge de Asia
y asegurar un suministro suficiente para el futuro.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Los ojos de China se encuentran actualmente en Australia, segun el Wall Street Journal, China Investment
Corp (CIC),un fondo chino de riqueza soberana, está entre los tres grandes fondos que compiten para
adquirir una participación en en el productor lechero Australiano, Van Dieman Land (VDL).
VDL está buscando hasta $ 180 millones para ampliar su producción de leche, con $ 110 millones
provenientes de los fondos propios y el resto con deuda.
El Wall Street Journal reportó en noviembre que el CIC había mantenido conversaciones con Fonterra sobre
la inversión en fondos de los accionistas del grupo recién creado. Granjas o establos de Fonterra producieron
casi 22 millones de toneladas de productos lácteos en 2011, y la empresa exporta aproximadamente la mitad
del suministro mundial de leche en polvo.
Los inversores están restringidos por una tenencia de más del 15% del total de acciones del fondo de
Fonterra, lo que daría CIC sólo una pequeña porcion del paquete accionario.
Un acuerdo con VDL, que abastece a Fonterra, permitiría CIC capturar una porcion más importante en el
negocio, y se espera que esté finalizado para mediados de año.
Este fondo de inversion tambien tiene en la mira a productores de queso y de mantequilla en Australia.
Fonte: Lechería Latina
Europa: crise no setor leiteiro leva ao fechamento de fazendas
A crise no setor leiteiro levou ao fechamento de cerca de 157.000 fazendas europeias nos últimos três anos
devido aos baixos preços e segue perdendo “cinco ou seis fazendas diárias”, explicou, em uma entrevista, a
vice-presidente da associação European Milk Board (EMB), Sieta Van Keipema. Cerca de 739.951 pecuaristas
se dedicam à produção de leite em 27 países comunitários e na Suíça, segundo a EMB; na Espanha, o
Ministério de Agricultura, Alimentação e Meio-Ambiente constata 22.000 propriedades.
Van Keipema considera que esse setor vive uma crise similar ou pior que a sofrida em 2009, quando os
produtores dos países europeus fizeram fortes mobilizações, greves e descarte de leite para denunciar a
baixa remuneração obtida pelo produto.
“Os preços agora podem estar um pouco mais altos que em 2009, mas os custos do combustível, fertilizantes
e outros insumos encareceram mais; estamos em uma posição ainda pior”.
Van Keipema advertiu que cerca de 160.000 fazendas poderão deixar de produzir com o final das cotas
leiteiras, prevista para 2015.
A EMB, à qual pertence a Organização espanhola de Produtores de Leite (OPL), apresentou nessa semana ao
ministro da Agricultura, Miguel Aria Cañete, suas propostas para atenuar o problema dos preços do leite.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Segundo Van Keipema, esse ano os produtores europeus preparam fortes mobilizações para “pressionar” os
governos, especialmente a Alemanha, com o objetivo de que solucionem o problema dos preços dentro da
reforma da Política Agrícola Comum (PAC).
Os produtores insistem em seu escasso poder de negociação com as indústrias e a distribuição, pelo sistema
atual e por se tratar de um produto muito perecível. Van Keipema denuncia que as leis europeias são “muito
rígidas com os produtores, mas frouxas e flexíveis com a indústria”. Por exemplo, destaca que a
regulamentação europeia sobre cartéis estabelece que as uniões de produtores não poderão representar
mais de 3,5% da produção de leite da UE. Por outro lado, diz que as indústrias “não têm nenhum problema
para se unir nem para conquistar participação de mercado”.
No caso da Holanda, “o banco decide pelo produtor”, porque algumas entidades estão condicionando a
concessão de créditos ao compromisso de produzir mais leite em 2015.
A EMB propôs como alternativa à liberação um sistema “voluntário” de regulamentação da produção, pelo
qual, quando os preços baixam, os produtores reduzem o volume de leite (por exemplo, mudando a
alimentação da vaca).
Van Keipema insiste que é preferível apoiar o produtor para que diminua a comercialização de leite do que
ter que dar subsídios depois através da “intervenção pública” para armazenamento de excedentes de
manteiga ou leite em pó, como ocorreu na crise leiteira. Fonte: Agro Informacion
Produtores de leite britânicos recebem fundo de £5 milhões
Os produtores ingleses poderão contar com o “Dairy Fund” para proporcionar mudanças transformacionais
nos empreendimentos leiteiros. Os grupos de produtores de leite poderão inscrever projetos para utilizar
entre £25.000 e £1 milhão (US$ 40.178 e US$ 1.607.120). Um total de £5 milhões (US$ 8,03 milhões) estará
disponível.
O fundo, que está sendo oferecido pelo Programa de Desenvolvimento Rural para a Inglaterra (RDPE, sigla
em inglês), pode também ser usado para investir em tecnologia para aproveitar as novas oportunidades de
mercado.
“Os projetos que serão considerados são os que estimulam o estabelecimento, desenvolvimento ou
expansão de estruturas de cooperação para agregar valor aos projetos que melhorem a lucratividade de seus
produtores membros”, disse o porta-voz do Dairy Fund.
“Os objetivos centrais da atividade de cooperação deve ser o fortalecimento da conexão dos membros com
seu mercado, permitir que os produtores de leite explorem e desenvolvam novas oportunidades de mercado
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
e, no final das contas, melhorem a lucratividade rural e a sustentabilidade de longo prazo do setor leiteiro”.
Fonte: Fwi
La crisis láctea ha llevado al cierre a 1.900 explotaciones españolas en sólo
tres años
La crisis en el sector lácteo por los bajos precios ha causado el cierre de 157.000 explotaciones europeas en
los últimos tres años y sigue causando una pérdida de "cinco o seis granjas diarias", explica en una entrevista
con Efeagro la vicepresidenta de la asociación EMB, Sieta Van Keipema. Según la EMB, organización europea
que agrupa a productores lácteos, entre 2009 y 2012 dejó de funcionar ese número de granjas en la Unión
Europea (UE) y Suiza; en España, el cierre afectó a 1.900 explotaciones. Unos 739.951 ganaderos se dedican a
producir leche en los 27 países comunitarios y Suiza, según la EMB; en España, el Ministerio de Agricultura,
Alimentación y Medio Ambiente constata 22.000 explotaciones.
Van Keinpema considera que este sector vive una crisis similar o incluso peor a la sufrida en 2009, cuando
ganaderos de muchos países europeos emprendieron fuertes movilizaciones, huelgas de entregas y vertidos
de leche para denunciar precisamente la baja remuneración obtenida por su producto.
"Los precios tal vez sean ahora un poco superiores a los de 2009, pero los costes en gasóleo, abonos u otros
medios de producción se han encarecido mucho más; estamos en una posición aún peor", señala la
vicepresidenta de la EMB, organización que impulsó dichas manifestaciones.
Van Keinpema advierte de que unas 160.000 explotaciones podrían dejar de producir con el final de las
cuotas lecheras, prevista por la UE y por la que se liberalizará este mercado en 2015.
La EMB -a la que pertenece la Organización española de Productores Lácteos (OPL)- ha presentado esta
semana al ministro de Agricultura, Alimentación y Medio Ambiente, Miguel Arias Cañete, sus propuestas
para paliar el problema de los precios de la leche.
España es uno de los países que quiere que las cuotas se prorroguen más allá de 2015.
Según la responsable de la EMB este año los ganaderos europeos preparan fuertes movilizaciones para
"presionar" a los Gobiernos, especialmente a Alemania (primer país productor), con el fin de que solucionen
el problema de los precios dentro de la reforma de la Política Agrícola Común (PAC).
Los ganaderos insisten en su escaso poder de negociación con las industrias y la distribución, por el sistema
actual y por tratarse de un producto muy perecedero.
Van Keinpema denuncia que las leyes europeas sobre competencia son "muy estrictas con los productores,
pero laxas y flexibles con las industrias".
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Como ejemplo, destaca que la regulación europea sobre cárteles para negociar los precios establece que las
uniones de ganaderos no podrán representar a más del 3,5 % de la producción lechera de la UE.
Por el contrario, añade, las industrias "no tienen ningún problema para fusionarse ni para acaparar cuota de
mercado, mira Campina (Italia) o Arla (Dinamarca)", según Van Keinpema, de nacionalidad holandesa.
En el caso de Holanda, afirma que "el banco decide por el ganadero", porque algunas entidades están
condicionando la concesión de créditos al compromiso de que produzcan más leche en 2015.
La EMB ha propuesto, como alternativa a la liberalización, un sistema "voluntario" de regulación de la
producción por el cual, cuando los precios bajen, los ganaderos reduzcan, a cambio de una ayuda, el volumen
de obtención de leche (por ejemplo, cambiando la alimentación de la vaca).
Van Keinpema insiste en que es preferible apoyar al ganadero para que disminuya la comercialización de
leche que tener que dar subvenciones después a la "intervención pública" para el almacenamiento de
excedentes de mantequilla o leche en polvo, como ocurrió en la crisis láctea.
Fonte: Agro Informacion
INFORMAÇÕES
Seguro para pequeno agricultor já vale para todo o país
Com o crédito da nova Política Nacional de Irrigação, será possível obter equipamentos para uso eficiente da
água, modernizar instrumentos e implantar sistemas de suporte à irrigação
A nova Política Nacional de Irrigação foi sancionada nessa segunda-feira (14) pela presidenta Dilma Rousseff.
A lei 12.787/2012 busca aumentar a produtividade no campo e reduzir a dependência dos efeitos climáticos
ao incentivar a ampliação da área irrigada no Brasil.
A partir de agora, projetos públicos e privados de irrigação podem receber incentivos fiscais, entre eles,
aqueles que são importantes para o desenvolvimento regional. Existe ainda a previsão de que o governo crie
estímulos à contratação de seguro rural para produtores que pratiquem a agricultura irrigada.
As novas tecnologias de irrigação são ferramentas importantes para impulsionar a produtividade agrícola de
pequenas, médias e grandes propriedades rurais. A execução da política de irrigação visa tornar mais
eficiente o uso da terra nesses empreendimentos, reduzindo a procura por novos espaços.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), do Ministério da
Agricultura (Mapa), Caio Rocha, o uso da irrigação é um dos itens mais importantes para a modernização e o
aumento da produtividade da agricultura brasileira.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
“O crescimento das áreas irrigadas é um dos principais fatores que garantiram o suprimento de alimentos em
décadas de explosão demográfica. Por isso a atenção do Governo Federal para fomentar cada vez mais a
utilização sustentável da água no campo com o uso de novas tecnologias na agropecuária”, explicou Rocha.
Infraestrutura
Com o crédito da nova Política Nacional de Irrigação, será possível obter equipamentos para uso eficiente da
água, modernizar instrumentos e implantar sistemas de suporte à irrigação. A lei prevê que o Poder Público
estimule a contratação de seguro rural para agricultores que pratiquem lavouras irrigadas. Em todos esses
casos, o governo irá priorizar os pequenos agricultores.
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, disse que a área de terras agrícolas irrigadas no
Brasil pode dobrar em cinco anos. A expectativa do ministro é de que a nova Política Nacional de Irrigação e
o Programa Mais Irrigação garantam essa expansão. Segundo ele, o Brasil tem 5,5 milhões de hectares de
áreas irrigadas, a grande maioria em terras privadas.
Os perímetros públicos de irrigação somam 330 mil hectares, divididos entre o Departamento Nacional de
Obras Contra a Seca (DNOCS), a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba
(CODEVASF) e algumas áreas estaduais.
Programa Mais Irrigação
Em novembro de 2012, a presidenta Dilma Rousseff anunciou o Programa Mais Irrigação, com a proposta de
incluir o pequeno e o médio agricultor na cadeia produtiva, garantindo mercado, assistência técnica e preço
justo, com investimentos de R$ 3 bilhões, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e
outros R$ 7 bilhões vindos da iniciativa privada.
O programa Mais Irrigação será dividido em quatro eixos e estará presente em 66 áreas de 16 estados:
Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba,
Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins.
As ações do Mais Irrigação vão abranger 538 mil hectares com vocação para a produção de biocombustíveis,
fruticultura e ainda para a produção de leite, carne e grãos, que irão incluir o pequeno e o médio agricultor
na cadeia produtiva, garantindo mercado, assistência técnica e preço justo. Fonte: Cenário MT
BRF anuncia conclusão da compra de 49% da Federal Foods
Companhia informou que valor final do negócio foi de US$ 37,1 milhões.Federal Foods é distribuidora de
alimentos com sede nos Emirados Árabes.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
A BRF- Brasil Foods anunciou nesta quarta-feira (16) que concluiu a compra de 49% do capital acionário da
Federal Foods Limited, distribuidora de alimentos com sede nos Emirados Árabes Unidos.A companhia
informou que o valor final do negócio ficou em US$ 37,1 milhões.
“Esta aquisição está em linha com o plano estratégico da BRF de internacionalizar a companhia acessando
mercados locais, através de processamento e distribuição, fortalecendo as marcas da BRF e expandindo seu
portfólio de produtos no Oriente Médio”, afirmou a empresa, em comunicado. Fonte: G1
Bolsas para conservar queso
El queso normalmente lo compramos al corte, en el comercio nos lo envuelven con papel encerado o similar
y luego en casa ¿cómo se conserva?. Pues cada cual tendrá sus preferencias, hay quien dispone de una
quesera, quien lo va consumiendo y envolviendo de nuevo en el papel que pusieron en la tienda, quien
considera que es más apropiado envolverlo en film transparente o papel de aluminio (un error)… una buena
idea puede ser utilizar las bolsas para conservar queso.
La que ven en la foto superior son las que comercializa la empresa norteamericana Formaticum, impulsada
por un apasionado del queso y cansado de los pésimos envoltorios que se utilizaban para la conservación de
queso. Incluso se desplazó a Francia para conocer los materiales especiales que favorecen la conservación de
este alimento, pues es un poco particular, a temperatura ambiente es demasiado cálido, en el frigorífico es
demasiado frío (pero es más conveniente), se debe envolver con un material que permita la salida de
humedad del queso pero que no se la devuelva, pues esto provoca la fermentación del líquido y del queso
con el que está en contacto…
Son varios factores a tener en cuenta para que el queso se mantenga en las mejores condiciones y
manteniendo sus cualidades organolépticas y calidad, y si adoramos este producto debemos cuidarlo como
se merece, es lo que procuran ofrecer desde Formaticum con estas bolsas de conservación para queso. Para
uso doméstico, se comercializan en paquetes de 15 unidades, son bolsas de papel con unas medidas
aproximadas de 16×27 centímetros. Fonte: Gastronomia y Cia
En ellas se pueden guardar las cuñas de queso de consumo semanal o quincenal (según el consumo de cada
hogar, en el nuestro se consume mucho), aunque se garantiza que el queso se conserva fresco mucho más,
evidentemente superando a otro tipo de envoltorios.
Su característica más destacables es que equilibra la pérdida de humedad, las bolsas no son demasiado
holgadas, lo que permitiría que el queso se seque, ni demasiado ajustadas que impediría respirar al queso,
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
son bolsas con material encerado en el interior y con cierta porosidad que permite que la humedad
excedente se escape.
Esta misma empresa comercializa también láminas de papel de mayor tamaño para envolver porciones de
queso más grandes, en ambos casos el producto tiene un precio que al cambio ronda los 7 euros. Distribuyen
a varios comercios online y también venden directamente desde su página web, para los envíos a Europa hay
que consultar con ellos. Si os interesa, podéis acceder a su web a través de este enlace.
Programa Gestão de Qualidade no Campo é destaque em Minas
O Programa Gestão com Qualidade em Campo (GQC) do SENAR MINAS foi um dos destaques na Formação
Profissional Rural (FPR) em 2012 na regional de Governador Valadares, que abrigou quatro programas dos 19
realizados no Estado.
Desde a implantação do GQC, em 2006, 21 foram realizados pela regional de Governador Valadares. Neste
ano, os programas ocorreram nas cidades de Crisólita, Santa Helena de Minas, Virginópolis e em Valadares.
“Em Minas, foram capacitados 2.469 produtores rurais, que depois de passar pelo GQC passam a ser
conhecidos como empresários rurais. Fico feliz e satisfeito porque venho percebendo que o interesse do
produtor rural em se capacitar aumenta a cada dia, assim como a procura pelo programa GQC,
especialmente aqui na nossa região”, revela o gerente regional de Valadares, Ulisses Silveira da Costa.
Realização
O Programa é realizado em blocos, alternando aulas expositivas e consultorias, num total de
aproximadamente três meses. As turmas são formadas com dez propriedades, dois participantes por
propriedade, vinculadas a uma entidade aglutinadora, que tenha o objetivo de promover melhorias nos
aspectos de gestão e qualidade de seus associados.
Durante as aulas teóricas são discutidas, entre outras questões, cenários do agronegócio, a fazenda como
uma empresa, planejamento, recursos humanos, marketing, comercialização, elaboração e padronização de
processos.
Mudanças
De acordo com o superintendente do Senar Minas, Antônio do Carmo Neves, o processo da produção rural,
em certos aspectos, é mais complexo do que uma atividade comercial ou industrial. Ele ressalta que o
produtor enfrenta muitas vezes situações adversas a exemplo de catástrofes naturais como chuvas em
excesso ou seca prolongada.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
“Em muitos casos, os produtores rurais reclamam dos preços pagos pelos seus produtos, mas não têm
conhecimento de quanto está lhe custando produzir tais produtos. Não têm idéia, por exemplo, de quanto
lhe custou produzir o quilo do café ou o litro de leite. Nessa situação, não têm noção exata se estão
ganhando ou perdendo com as atividades desenvolvidas nas suas propriedades”, afirma.
É então que entra o GQC despertando nos produtores a necessidade de uma reflexão, uma análise. “É
preciso pensar sobre as realidades de ‘fora da propriedade e de dentro da propriedade’. O GQC capacita os
produtores a refletir sobre as oportunidades e ameaças do ambiente externo e a fazer melhor gestão dos
processos produtivos internos, dos recursos humanos, materiais e financeiros disponíveis, levando-os a
tomar melhores decisões e alcançar maior lucratividade”, explica Antônio do Carmo Neves.
Bons resultados
O Coordenador do programa, Celso Furtado Júnior, afirma que a regional Valadares tem obtido resultados
satisfatórios com a implantação do GQC.
“Valadares tem atuado estrategicamente com o programa GQC na região, em parceria com o Sindicato de
Produtores Rurais, Sicoob Sistema Crediminas e outras entidades, no momento em que busca contemplar
produtores rurais que desejam ampliar a visão de negócio do meio rural e desta forma promover o ‘efeito
multiplicador’ para os demais. Estamos observando uma ascensão no número de programas na região em
função dos resultados positivos que têm apresentado para os empresários rurais e dinamização dos
negócios”, destaca.
Elogios
O consultor José Geraldo de Andrade, professor da Universidade Federal de Lavras (Ufla), elogia o Programa
de Gestão de Qualidade no Campo e destaca a importância do curso para os participantes.
“O GQC é um programa amplo, que contempla o fornecimento de conhecimentos em aulas com dinâmicas,
exercícios, exemplos e estudos de casos complementados por consultorias realizadas nas fazendas. Durante
o curso, com a assessoria do instrutor, é elaborado um plano de gestão com qualidade para um período de
quatro anos. Mudanças substantivas e significativas são contatadas nas propriedades. Acredito que este
programa estabelece um diferencial nas fazendas de Minas Gerais”, diz. Fonte: Assessoria de Comunicação
do SENAR MINAS
Argentina: Un tambo con comida gourmet
El ajustado manejo del alimento en el “drylot” y dos dietas bien diferenciadas para vacas de punta, que
también consumen las terneras de recría y cola, más el uso de grasa y proteínas pasantes son la base del
tambo de alta producción de La Angela, en Córdoba.EL TAMBO La Ángela es propiedad de 3 hermanos e
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
ingresó hace varios años en la modalidad de confinamiento, pero a la vez trabaja con un ajustado manejo
nutricional de las vacas que les permite ir superando anualmente su producción.
“La idea de confinar nos la dio el nutricionista que siempre nos insistía con el encierre, porque necesitaba
medir lo que consumía cada vaca y esa era la única manera de hacerlo bien, cosa que no sucede con la
alimentación a pasto. Sirviéndole la comida en los corrales se puede medir lo que se le entrega a los animales
y pesando lo que sobra se sabe bien lo que comen y sobre esa base él podía calcular la dieta con exactitud”,
dijo Ricardo Alegre, uno de los hermanos propietarios del tambo La Ángela.
Así, los Alegre construyeron un dry lot de 170 mts. x 50 mts. de ancho, con una calle central de 12 mts.,
techado, por donde 3 veces por día, luego del ordeño, las vacas pasan a comer una ración especialmente
diseñada para la exigencias de cada uno de los rodeos, al tiempo que aprovechan la sombra del tinglado,
especialmente en verano. “Construimos una calle de comida porque antes, los días de lluvia, se nos
complicaba bastante alimentar los animales con regularidad. Con la calle, en días de lluvia, las vacas pueden
comer normalmente. Cuando teníamos ’piletas’ (comederos en los corrales), a las vacas le dábamos 8 mixers
por día. Y cuando tuvimos la calle, con 7 mixers fue suficiente”, recordó Alegre, con un ejemplo práctico no
menor. Tomando como base que cada descarga de mixer equivale a unos 3.900 kilos promedio, la eficiencia
en la distribución de la comida significó un ahorro de casi 4 toneladas diarias de ración.
La producción del alimento tiene una base propia en el maíz para silo que se cultiva en el propio campo y el
resto de los componentes de la ración se compran. Para el picado de maíz y confección del silo, de tipo
puente de unos 20 m de ancho, contratan un servicio externo. El último cultivo de maíz para silo realizado en
la campaña 2011/2012 rindió 35.000 kg/ha. “Tratamos que el silo dure todo el año y nos sobre por lo menos
medio más”, acota Alegre.
Pero el silo es tan solo una parte de la dieta de las vacas de La Ángela, tambo que -a diferencia de otros en
confinamiento que llegan a tener 6 dietas distintas- maneja un esquema bastante práctico con dos “menúes”
bien definidos. Uno para las vacas de punta, pensado para una producción promedio de 38 litros, y otro para
la cola de parición, para 20 litros diarios. Otra de las novedades del esquema es que a las terneras de recría,
luego de los 45 días de guachera en estaca, se les da la misma ración de las vacas de punta. Fonte: Super
Campo
Argentina: Eficiencia en las dietas de tambo
Como asesor de tambos observo que ante la situación de altos precios de la soja y precio de la leche estable,
los productores lecheros buscan alternativas para bajar los costos de alimentación. La clave, sin embargo, es
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
aumentar la eficiencia de utilización de los nutrientes sin afectar la calidad de la ración. El principal nutriente
que podemos aumentar la eficiencia es la proteína, dado el alto costo.
Hoy disponemos de herramientas tecnológicas para aumentar la eficiencia económica de la alimentación sin
disminuir la calidad de la dieta de las vacas. Una de ellas es el uso de metionina protegida para balancear por
aminoácidos y disminuir el uso de fuentes proteicas de alto costo. El objetivo es hacer más eficiente la dieta
del tambo desde el uso del nitrógeno y de los costos de alimentación, alimentando menos proteína bruta y
logrando una mayor eficiencia en la absorción de la proteína metabolizable.
Una alternativa concreta para obtener estos beneficios consiste en utilizar menos soja y balancear por el
aminoácido metionina, reducir la inclusión de soja, sostener la misma producción de leche y aumentar la
eficiencia económica de la alimentación. Las modificaciones a la dieta incluyen: 1) bajar 1 kg de soja, 2)
incluir metionina en los minerales, 3) subir 1 kg de grano de maíz. Esto permite ahorrar 0,82 $/vaca/día o
300.000 $/año en un tambo de 1000 vacas sosteniendo la misma producción de leche. Ante la actual
situación de márgenes ajustados en los tambos, este tipo de tecnologías nos permite ayudar a los
productores a ser más eficientes desde el punto de vista económico y mantener la calidad nutricional de las
dietas. Fonte: La Nacion
LBR impõe forte perda ao BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social deve fazer uma baixa contábil de R$ 700 milhões
relativa à operação da LBR - Lácteos Brasil em seu próximo balanço. Em 2011, o banco patrocinou a criação
da companhia com aporte de R$ 700 milhões, R$ 450 milhões em capital e R$ 250 milhões com a subscrição
de debêntures conversíveis em ações. O banco tem 30% da empresa. Fonte: Valor Econômico
Arla Foods focará em mercados em crescimento nos próximos 5 anos
A empresa pretende aproveitar o massivo potencial de exportação desses mercados como Rússia, China,
Oriente Médio e África nos próximos cinco anos através de cooperação com a indústria local,
desenvolvimento de redes de distribuição e investimento em marketing. De acordo com a gigante suecodinamarquesa, a receita geral obtida nesses mercados deverá aumentar de aproximadamente DKK$ 3,5
bilhões (US$ 625,75 milhões) para DKK$ 10 bilhões (US$ 1,78 bilhão) até 2017.
“Agora, aumentamos nosso foco na Rússia, na China, na região do Oriente Médio e África. Nossas
exportações a esses mercados estão crescendo rapidamente e trabalharemos duro nos próximos cinco anos
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
para aproveitar o massivo potencial desses mercados para os produtos da Arla”, disse o diretor executivo da
Arla Foods, Peder Tuborgh.
De acordo com a Arla, o negócio na região europeia precisa continuar se desenvolvendo – mas através de
lucratividade e inovação, não de fusões e aquisições. Tuborgh disse que a ideia é “oferecer produtos mais
atrativos e encontrar novas maneiras de inspirar nossos clientes”.
Ele também disse que Arla tem metas ambiciosas para sua divisão de ingredientes, a Arla Food Ingredients
(AFI). A AFI, que processa e comercializa proteína do soro do leite e lactose, deverá dobrar suas receitas
globais de aproximadamente DKK$ 2,5 bilhões (US$ 446,97 milhões) para DKK$ 5 bilhões (US$ 873,94
milhões) até 2017.
A Arla disse que o principal direcionador por trás da revisão de suas metas estratégicas é a abolição das cotas
de produção da UE, que deverá ocorrer em abril de 2015. A Arla espera que seus produtores produzam pelo
menos 1 bilhão de quilos de leite por ano a mais quando as cotas forem removidas. Fonte: Dairy Reporter
BRF anuncia conclusão da compra de 49% da Federal Foods
Companhia informou que valor final do negócio foi de US$ 37,1 milhões.Federal Foods é distribuidora de
alimentos com sede nos Emirados Árabes.
A BRF- Brasil Foods anunciou nesta quarta-feira (16) que concluiu a compra de 49% do capital acionário da
Federal Foods Limited, distribuidora de alimentos com sede nos Emirados Árabes Unidos.
A companhia informou que o valor final do negócio ficou em US$ 37,1 milhões.
“Esta aquisição está em linha com o plano estratégico da BRF de internacionalizar a companhia acessando
mercados locais, através de processamento e distribuição, fortalecendo as marcas da BRF e expandindo seu
portfólio de produtos no Oriente Médio”, afirmou a empresa, em comunicado. Fonte: G1
Mapa divulga relatório de resíduos e contaminantes na agricultura
Com o objetivo de garantir a qualidade de produtos agrícolas consumidos por brasileiros e exportados
comercialmente, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, nesta segundafeira, 7 de janeiro, no Diário Oficial da União (DOU), o resultado dos Programas Nacionais de Controle de
Resíduos e Contaminantes do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de
Origem Vegetal (PNCRCV) do ano-safra 2011/2012.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
Foram realizados teste para micotoxinas, salmonela e agrotóxicos em 1.047 amostras de 24 culturas, para
identificar a presença de resíduos de agrotóxicos e contaminantes acima dos limites máximos permitidos
pela legislação em vigor e de substâncias não autorizadas.
Para o chefe do Serviço de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de
Defesa Agropecuária, Marcelo Pereira, a avaliação do relatório é positiva, uma vez que a maioria dos
produtos avaliados apresentou alto índice de conformidade com base nos limites estabelecidos.
Este é o terceiro ano consecutivo que o Mapa divulga relatório dos resultados do PNCRCV. A iniciativa busca
assegurar a qualidade, a inocuidade e a segurança higiênico-sanitária dos produtos de origem vegetal.
Nos casos de culturas que apresentaram índices inadequados de resíduos ou contaminantes, o Mapa atua de
forma a proporcionar educação sanitária a campo, promovendo o uso adequado e seguro dos agrotóxicos e
as boas práticas agrícolas de acordo com as legislações específicas.
Foram analisadas amostras das culturas de: abacaxi, alface, amendoim, arroz, banana, batata, café, castanhado-brasil, feijão, laranja, limão, lima ácida, maçã, mamão, manga, melão, milho, morango, pimenta do reino,
pimentão, soja, tomate, trigo e uva. Fonte: MAPA.
Danone quer faturamento de mais R$ 2 bilhões em 2013
O presidente da Danone Brasil, Mariano Lozano, afirmou que a empresa quer atingir faturamento de mais de
R$ 2 bilhões no ano, mantendo o compromisso de dobrar o tamanho da companhia a cada cinco anos. Em
2008, a receita bruta da filial brasileira era de cerca de R$ 1 bilhão.
"Temos que crescer ao menos 15% em cada ano para cumprir esse objetivo. Já faz nove anos que estamos
fazendo isso e queremos manter a mesma ''pegada'' neste ano", disse o executivo. Segundo ele, o iogurte
deixou de ser um artigo de luxo e agora é produto para todos os dias. "Temos muito potencial de
crescimento", declarou, informando que o brasileiro toma um iogurte a cada sete dias; o argentino, três no
mesmo período; os portugueses, quatro, e os franceses tomam um iogurte por dia.
Questionado sobre as movimentações agressivas de seus concorrentes, Lozano disse que são positivos.
"Nosso sonho é crescer o bolo e não apenas uma fatia dele. Fizemos o reposicionamento da marca-mãe
(Danone) no ano passado e estamos crescendo em Activia também. Temos vários lançamentos previstos
para Sudeste, com foco nas Classes A e B", completou.
O executivo estava presente nesta segunda-feira (14) no evento "Movimento Por um Futebol Melhor", para
ajudar a impulsionar a receita dos clubes nacionais de futebol por meio do programa de sócio-torcedor dos
times. Por iniciativa da Ambev, o programa cujo desenvolvimento durou mais de dois anos, conta com mais
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
INFORMATIVO SEMANAL AGL
oito empresas: Sky, PepsiCo, banco Bradesco, Seara/Marfrig, Burger King, Netshoes, Unilever e Danone, além
de redes de supermercados. Os torcedores terão descontos na compra dos produtos das empresas
participantes. Na ação, a Danone reduzirá de 5% a 10% itens das marcas Danone e Activia. Fonte: Agência
Estado.
Alegre, 18 de Janeiro de 2012.
Download

informativo semanal agl - Associação Gaúcha de Laticinistas e