Cristina Costa dos Santos
DISLEXIA
Trabalho de Conclu$ao de curso
apresentado ao curso de Letras da
Faculdade
Universidade
orientas:ao da
Sokoloski.
CURITIBA
2008
Letras
e
Artes
da
Tuiuti do Parana sabre
professora
Maria Elisa
SUMARIO
AGRADECIMENTOS..
.
RESUMO..
..
1 INTRODUc;:AO..
.
.
2 FUNDAMENTAC;:AO
TEORICA...
.
2.1 APRENDIZAGEM...
..
2.2 DIFICULDADES
DE APRENDIZAGEM..
..
2.3 DISTURB lOS DE APRENDIZAGEM...
..
2.3.1 Dislexia..
..
2.3.2 A historia da dislexia..
..
2.3.3 Sintomas e/ou sinais do comportamento dos dislexicos..
.
2.3.4 A avalial'ao
importante?
2.3.50
papel do professor...
..
2.3.6 Alguns recursos e alternativas para que a crian98 consiga acompanhara
turma..
..
3 METODOLOGIA
3.1 LOCAL DA PESQUISA...
.
3.2 PARTICIPANTES
DA PESQUISA...
.
3.3 INSTRUMENTOS
DA PESQUISA...
.
3.4 LEVANTAMENTOS
DE DAD OS..
.
4 CONSIDERAC;:OES
FINAlS..
.
REFERENCIAS
BIBLIOGRAFICAS..
.
ANEXOS
e
1
2
3
5
5
9
12
13
13
17
19
21
22
24
24
.25
25
25
30
33
34
AGRADECIMENTOS
Considerando
esta monografia
0 resultado
de uma caminhada
que
nao foi nada faGil
na minha vida, mas que, com certeza foi uma das mais importantes.
Agradego
de antemao
vida e contribuiram
a todos aqueles
para a construyao
que de alguma
de quem
SOu
forma
passaram
pela minha
hoje.
Agradec;o, particularmente, a algumas pessoas pela contribuic;ao direta na
construc;aodeste trabalho:
Primeiramente
a Deus que
A minha irma Angela
meu sonho
S8
S8
nao fosse per ele nada seria passive1.
juntamente
tornasse
com meu cunhado
realidade.
A
Teodoro
voces Angela e Teodoro
que fizeram
0
com que
meu muito abrigado
do fundo de minha alma.
A minha orientadora Maria
educadora
teoricas,
Elisa,
e par sua disposig80
pel a orienta<;ao
na pratica
que
nos
na escolha
alunos
nos
pel a
em ser
sensibilidade
minha
que
orientadora,
a
do meu tema, e principalmente,
desenvolvemos
diferencia
como
pel as contribuic;6es
rna is e melhor
por me mostrar
quando
somos
valorizados.
A
minha familia
que sentava
que acompanhou
toda a minha angustia
em frente ao computador
A todos os professores
a cada dia
da UTP que de alguma forma nunca rna is vou esquecer,
voces sao os respons8veis
Muito obrigado a todos.
e meu estresse
para escrever.
por mais esta etapa da minha vida.
pOis
RESUMO
o
e
objetivo desta pesquisa
de conhecer os principais aspectos do disturbio de
'3orendizagem a Dislexia, ja que alunos e professores sao os maiores afetados
diante dessa dificuldade.
objetivo principal foi descrever as aspectos principais da dislexia, bern como
enfatizar suas causas, sintomas e as intervem;6es possiveis para esta dificuldade de
o
aprendizagem. Especificamente a proposi~i3o fai: Listar os principais sintomas desta
dificuldade;
Palavras
Descrever
algumas
chave: Aprendizagem;
formas de interven90es
Dificuldades;
Dislexia;
desta dificuldade.
Professor
1.INTRODU9AO
Sabe-s8
que sao
criang8s
de nossas
podemos
destacar
em urn mundo
ouviram
falar sabre essa
que
de aprendizagem
disturbios
e muito
tern varios
mais comum
ha professores
ande
que afligem
sintomas,
do que
S8
e dentre
imagina.
nao conseguem
S8
apresentam
a aquisic;ao
entender
porque
em crianr;8S com Dislexia?
os alunos que apresentam
Pensando
nesle aspeclo,
de professores
ulilizadas
0
nas escolas,
principal mente
da leitura e escrita.
algumas
no
publicas
capitulo
segundo
causas,
esle Irabalho
0
psicopedag6gico
a
a concep9ao
com alunos dislexicos.
e
a dislexia,
busco:
em sala de aula?
bem como as estrategias
aprendizagem
enfatiza-se:
capitulam
as dificuldades
compreender
tema Dislexia,
salienta-se:
capitulam
no terceiro
lem por objelivo
e Qutras
deve fazer para ensinar
que pode estar presente
sobre
POfem muitos
crianryas aprendem
0 que 0 professor
este problema
plano de Irabalho
primeiro
disturbios,
possiveis
de escolas
para
No
Vivemos
que ainda nac sabem au nunca
Pensando dessa forma pergunta-se quais sao realmente
encontradas
as
eles
diferenC;8 de aprendizado.
de aprendizagem
niveis que dizem respeito
professores
nao.
as disturbios
Estes
a Dislexia,
tao maderno
As dificuldades
naqueles
muitos
escolas.
Identificar
seus
sua
respectivos
hist6ria
as dificuldades
e
suas
sofridas
pelos dislexicos.
Paralelamente,
atraves
7a serie
de uma
dislexico;
e com isso apresentar
a dificuldade
Para
Pesquisa
escola
de um questionario
publica,
aplicado
se os professores
a importancia
a alguns
professores
de
sabem
identificar
um aluno
dos professores
saberem
mais sabre
de aprendizagem.
0
desenvolvimento
de Campo.
do trabalho
foram utilizadas
Pesquisa
Bibliografica
e
Durante
trabalho,
entre
0
desenvolvimento da pesquisa, varios autores fundamentaram
eles
PAiN
SARA,
VYGOTSKY,
MASSI
GISELLE
e
0
tambem
informa90es em revistas, sites, apostilas, conversas informais com professores.
2. FUNDAMENTA<;:AO
TEORICA
2.1 APRENDIZAGEM
Segundo
a pedagoga
Amelia
de mudan~a
de comportamento
emocionais,
neurol6gicos,
educacional,
centrada
aliludes
Nos
e
interatividade,
dos papeis
e novas
facilitayao
A
dialogo,
Educayao
da
um
de interayao
do processo
de
aprendizagem,
0
novo
ambiente
a
de
do processo,
pela
competencias
ha
aprendizagem
no cenario
novas formas
caracterizando
mediadas
como
interatividade
e produyao
contempla
pr6pria
de mediad or das construg6es
para prom over
mudanc;as.
aprender
na
novas coreografias,
e co-autores
sua habilidade
e exerce
co-auter
participa9>io,
aprendizagem,
desarticulayao
orientagao,
de
condugao
e
a seguir.
problematizagao
colaborador
da
com a nova enfase
pelo sujeito da aprendizagem,
baslidores
ha
par fatares
resultado
0
continua mente.
dos sujeitos,
porque
formas
dos caminhos
e
centrado
de novas habilidades,
dos atores
e
De acordo
professor
0
enfoque
e um processo
construida
Aprender
meio ambiente.
e construida
a resignific8C;80
remodelizar;:ao
incertezas
0
Nesse
e a construc;ao
significalivas.
mediayao
e
e reconstruido
a educ8C;:80
prevalecem
de comunicac;ao
e
alunos.
e construido
Quando
escolar
mentais
da experiencia
e ambientais.
na aprendizagem,
dos
conhecimento
obtido atraves
relacionais
interayEio entre estruturas
aprendizagem
Hamze (1995), a aprendizagem
Como
mediador,
a criatividade
do
tempos
dos educando.
de aprendizagem.
e docente
seu
e espagos
0 professor
papel
Mediar
novos,
exerce
a
e intervir
pass a a ser comunicador,
de
co-autor
do
processo
de
des alunos.
Pode-se
professores
observar
e alunos
que
interagem
na
relagi30
usando
de sse
novo
encontro
a co-responsabilidade,
pedag6gica,
a confianga,
a
6
dialogicidade
fazendo
nesse encontro,
E
educa<;ao.
criar sujeitos
a auto-avalia~ao
professor
necessario
capazes
e alunos
que
0
de suas fun\=oes.
construindo
VaG
trabalho
de fazerem
escolar
historias
em:
dominic
capacidades
intelectuais);
905105 ou atitudes);
museu los).
No
compreensao,
habilidades
No
proprias.
dominic
psicomotor
comunicagao
cognitiv~
apresentamos
habilidades
reflexos,
da aprendizagem
sao
informar;6es
ou
emoc;6es,
a sentimentos,
habilidades
valorizac;a,o,
tern uma maneira
e aprendendo
de aprender
aprendendo
As criangas
de
organiza<;ao
afetivo
temos
e caracteriza<;ao.
relacionadas
habilidades
dos
memoriz8C;8o,
No dominic
a movimentos
perceptivas
que
diferente
de aprender.
e uma coisa
de certo
modo
vai ficar
enquanto
e fisicas
gostam
que
diferente
(tipo Lega), ou cantar
leiam
daquelas
musicas,
historias
Observe
muito
outras
a mesma coisa, mas de uma maneira
de aprendizagem
construgao
as
a
saber
0 usa e a coordenac;ao
e a avaliacyao.
resposta,
movimentos
interagindo,
crianc;;as gostam
confortaveis
temas
sinlese
precisa
a conhecimentos,
(relacionados
praticar
para que possam
0 ser humane
(que ressaltam
S9
pois
e a
nao discursiva.
Cada pessoa
brincando,
afetivo,
mod os de
Os objetivos
(ligados
pSicomotor
aplicacyao, analise,
fundamentais,
maneira
dominic
dominic
de receptividade,
dominio
basicos
cognitivo
novas
seja competente
fazer e principal mente, criar suas oportunidades.
classifrcados
e fundamental,
IS50
para
que preferem
au simplesmente
uma crianga
dara.
Algumas
se sentirao
totalmente
elas
podem
brincar
mais
diferente
ter
cam blocos
brincar
uma
de
com as Qutras
criangas.
E
como
assim,
canhecendo
ela faz au cria esse
a maneira
conhecimento
com que a crian<;a
ficar
muito
mais
aprende,
facil
para
observando
os pais ou
educadores
promover
experiencias
ainda fazer desse processo
Esta ideia pode reafirmar
e anterior
aprendizagem
de sua vida, atraves
crianya
vivencias
cotidiana.
a cerca;
abstrac;oes.
Estas
cientificos,
que
sao
e capaz
vygotskyana,
o nivel
consegue
da
nem mesmo
realizar
0
sujeito e capaz de realizar
sao realizadas
atraves
os
de
capaz
do
0
e
marcada
pelas
conceitos
de
processo
Oesde
0
e colegas),
a
vive.
experiencias
e
cotidianos.
Esses
e simples
da vida
pratica
relayoes
entre os objetos
formular
generalizac;oes
desenvolvimento
cotidianos
de
inicio
em que
dos
principal mente,
conceitos
conceitos.
se
desencadeia
e
e
0
ou
conceitos
nas
interac;oes
cientificos
do dialogo,
sendo,
encontra
de maneira
pelo
sujeito,
diretamente
(1994),
estao
sem
potencial
abordagem
ligado
ao
e previsivel.
esta relacionado
aquelas
a ajuda de outra pessoa.
da colaborayao
na
ordenada
seus problemas,
de desenvolvimento
mediante
Assim
real para Vygotsky
resolvendo
nivel
e
a partir
ja dominadas
sozinho,
Ja
mundo
de
e
de ordem
produzidos,
nao
0
de desenvolvimento
ou capacidades
mais experiente.
divertidas,
mutua mente, pois fazem parte de um unico processo:
formaryao
aprendizado
0
desenvolvimento,
tunc;oes
produzidas
e influenciam-se
palavra,
0
de estabelecer
nao
que
(com a mae, familiares
por ay6es
diferentes,
(1994),
das crianyas.
as coisas
de pensamento,
posteriores,
de
desenvolvimento
sobre
pel a
entretanto,
sao
Apesar
relacionados
o
mediadas
Com eles, a crianc;a
escolares.
interac;6es
sao caracterizados
que
mais eficazes,
de escolarizaryao
aprendendo
essa forma
imediatas
conhecimentos
mundo
das diversas
denomina
muito
que diz VYGOTSKY
0
ao processo
se desenvolve,
VYGOTSKY
educacionais
um ate de prazer.
atividades
0
auxilio
se refere
que
as
ele
de alguem
aquilo
que
0
Nesse casa, as taretas
e da experiencia
compartilhada.
Nesse sentido,
a Zona de Desenvolvimento
Proximal
(ZDP)
e
definida
por Vygotski
como:
(...) a dist@mcia entre
0
costuma
atraves
determinar
problemas,
e
0
nivel de desenvolvimento
nivel
de
determinado atraves da
orientac;:ao
de
companheiros
Considerando
e aprov8c;6es,
muitas
problemas
que deixam
os alunos
sao rotulados
E
atentos
desenvolvimento
soluc;:ao
adulto
ou
vezes,
que lodos
a essas dificuldades,
no decorrer
paralisados
pel a propria familia,
importante
potencial,
de
problemas
em
colaborac;:ao
sob
professores
e
cercada
a
com
samenle
do ens ina, nos depara-s8
diante
as envolvidos
observando
de
mais capazes (VIGOTKY, 1994, p. 112).
que a area da educaC;Elo nem sempre
sucessos
assim
um
real, que se
da soluC;flo independente
do processo
de
com
de aprendizagem,
e colegas.
no processo
se sao momentaneas
educativQ
estejam
ou se persistem
hi!
algum tempo.
o ser
dificuldades,
humane
se desenvolve
nao importando
aprendendo.
0 momento
Nesse processo
para que isso ocorra.
podem
aparecer
2.2 DIFICULDADES
DE APRENDIZAGEM
Na infElncia
escolares,
que
passividade,
podem
Nao
pois aprender
Ha algum
encaminhadas
tempo
e pela escola,
acabava
tria confirmar
per
tornar-S8
marginalizado,
reduzidissimas.
Apenas
Segundo
diagnostico
alguns
funcionamento
glandular,
um
eram
aguardado
pela
Num passado
era encaminhada
diferenciado.
de
urn
para
Com
segmento
iSSG,
social
de suas potencialidades
na maioria
a ser considerada,
eram
das vezes,
a crianc;a
par muitas
pessoas,
conhecimento.
0
problema
sinal
de
de
aprendizagem
descompensa9ao.
pode
Assim,
ser
0
seu
considerac;ao
no
pelo seu significado.
fatores
organicos:
parte
do medico,
(1992),
sintoma,
de um problema
1. Fatores
fatores;
Pain
esta constituido
Eis
diagnostico
urn
fazer
passava
de criar e produzir
Sara
como
a crian98
urn ensina
de amplia~ao
com a chancela
de aprendizagem
como urn ser incapaz
e
au de
de aprendizagem
ansiosamente
a sua "normalidade".
geralmente
estigmatizada
de inteligencia
de desenvolvimento.
isalado,
ofereciam
onde as oportunidades
com dificuldade
considerado
detectados,
(agita~ao,
abaixo do esperado.
com dificuldade
au negar
de dificuldades
de comportamento
a uma questao
cujo diagnostico
que
presenr;8
e no aproveitamento
aprendizagem
espedais
a
em altera~6es
atn3s as crian98s
nos casas
au escalas
freqOente
faz parte do processo
ao medico,
ainda proximo,
classes
ser notadas
pode restringir
S8
e
adolescemcia
inibi~ao, lalta de aten~ao)
competencia,
familia
e na
fundamentals
a serem
de aprendizagem
integridade
alimenta980
anatomica
levados
em
sao:
e de
e condi96es
funcionamento
de abrigo e conforto
dos
orgaos,
entre outros
10
2.
Fatores
especificos:
adequ8yao
aprendizagem
numa
refere-s8
perceptivo-matara,
da linguagem,
serie
3. Fatores
de
a
sua articulayao
perturbac;6es
psic6genos:
neur6tica
a
satisfaC;8o na fantasia,
da
tipos
de
aqueles
transtornos
e sua lecto-8scrita,
da aprendizagem
na
que aparecem
(ex-alteragao
problema
excessiva
interdiC;8o
certos
em especial
da
area
de
no nivel
da
e S8 manifestam
sequencia
pode surgir
satisfac;ao, seja pelo afastamento
percebida;
como
uma reac;ao
da realidade
seja pela fixac;ao com a parada
e pela
de cresci menta
na
crianc;a;
4. Fatores ambientais: refere-s8 aD meio ambiente material do indivIdua,
possibilidades
abundancia
o
reais que
0
dos estfmulos
que se pode observar,
aprendizagem
incluem
aprendizagem,
dos seguintes
Atividade
a quantidade, a qualidade,
meio Ihe farnece,
que constituem
seu campo de aprendizagem
de modo
problemas
mais
geral,
em alunos
localizados
frequencia
e
habitual.
com dificuldades
nos campos
as
de
da conduta
e da
dificuldade
de
tipos:
motora:
hiperatividade
ou
hipoatividade,
coordena<;8o ... ,
Aten<;8o: baixo nivel de concentra<;8o,
Area matematica:
problemas
dispers8o ... ,
em seria<;6es,
invers80
de numeros,
reiterados
erros de calculo ... ,
Area
irregularidades
verbal:
problemas
na lectoescrita,
na
codificayao/
desajustes
emocionais
Memoria:
dificuldades
de fixa<;:ao ..
Percep<;8o:
reprodu9ao
simb6lica,
disgraflas
Emo96es:
figura e fundo, inversao
decodifica98o
leves, baixa auto-estima
inadequada
de letras ... ,
de formas
geometricas,
confusao
entre
II
Sociabilidade:
inibit;8.o participativa, pouca
habilidade
social,
agressividade.
Dificuldade de aprendizagem: pode ser sanado pelo professor/educador,
pois
S9
trata de uma dificuldade
educacional
Toda
alguma
pequena
que pode ser relativa
a metodos
de
ens ina, contexto
etc.
area
pessoa
encontra
do conhecimento.
parcela
das pessoas
Dificuldades de Aprendizagem.
au encontrara
Ja as disturbios
dificuldade
de
aprendizagem
de aprendizagem
e nao ocorrem com a mesma
atingem
incidencia
em
uma
como as
12
2.3 DISTURBIOS
E
prestam
alenlo
DE APRENDIZAGEM
comum
atenc;ao
o
nas
escolas
ou apresentam
notas
leitura
como
materia
na
podem
sao exatamente
escrita,
temporal
e
nao
que
necessaria
ficar
mais serio, urn disturbio
medico
especializado.
mesma
e dependem
quando
dislurbios
de
rendimento
areas,
em
tais como
concentra!yao,
de aspectos
tanto
nao vai bern a
baixo
inclui varias
comunica!yao,
sociabjlidade
Os
a crian98
ela apresenta
principalmente
auto-estima,
no aprendizado,
memoriz898o.
0 aprendizado
compreensao,
seguran!ya,
na
quando
e na sociabilidade.
e espacial,
as dificuldades
par exemplo,
ou globais,
pensamento,
autonomia,
au
ser parciais,
especifica,
disciplinas
memoria,
de acompanhamento
agitados,
Mas
baslante discutido entre educadores e pais de alunos. Os
de aprendizagem
aprendizagem
varias
e
de alunos
baixas.
naD algum problema
tern au
que necessite
assunto
disturbios
uma
reclamat;oes
para saber S8 a crian~a
de aprendizagem,
na
Duvir
nas aulas
orienta!yao
emocionais
como
e estado de humor.
Segundo Stelling Stella (1994), disturbios de aprendizagem designam
crian!yas
que
apresentem
emocional
dificuldades
normal,
ou social. Segundo
aprendizagem
deficiemcias
metodos
apresentam
inteligencia
nao
irrevers[veis,
de ensino
confundidos
sao
de aquisic;ao
e
nao
materia
teorica,
de
aprender,
mas uma forma
pois
de imaturidade
Os disturbios
embora
desfavorecimento
essa defini!yao, as crian!yas portadoras
incapazes
apropriados.
com deficiencia
de
demonstrem
os
fisico,
de disturbio
disturbios
que
requer
de aprendizagem
nao
nao
aten980
devem
de
sao
e
ser
mental.
Ainda para Stelling Stella uma crian~a tem disturbio de aprendizagem
quando:
nao apresenta
urn desempenho
compativel
com sua idade quando
Ihe sao
fomecidas experienciasde aprendizagemapropriadas;Apresenta discrepancia enlre
13
seu desempenho
e sua habilidade
intelectual
oral e escrita, compreensao
expressao
compreensao
e
calculo
e
em uma au mais das seguintes
crais, habilidades de leitura e
de ordens
raciocfnio
areas;
matem.atico.
Entre
as
disturbios
de
aprendizagem mais comuns estao a Dislexia e Discalculia.
A dislexia,
urn
disturbio de aprendizagem,
ganhou
estudos
e
atenc;ao ao
longo dos anos.
2.3.1Dislexia
2.3.2 A historia da dislexia
Identificada pela primeira vez par BERKLAN em 1881,
0
termo 'dislexia' foi
usado em 1887, por Rudolf Berlin, um oftalmologista de Stuttgart, Alemanha. Ele
usou
0
terma
aprendizado
para
S8
referir
a urn jovem
da leitura e escrita
intelectuais
que apresentava
grande
dificuldade
aD mesma tempo em que apresentava
no
habilidades
normais em todos as Qutros aspectos.
Em 1896, W. Pringle Morgan, um fisico brit;;mico de Seaford, Inglaterra
publicou
uma
descric;ao de uma desordem especffica de aprendizado
de
urn
demonstando,
rnenino
de
contudo,
14
anos
intelig€mcia
comuns de uma crian9a
de
idade
normal
que
e que
nao
havia
realizava
no
a artigo descreve 0
British Medical Journal, entitulado "Congenital Word Blindness".
casa
na leitura
aprendido
todas
a
ler,
as atividades
dessa idade.
Durante as decadas de 1890 e inicio de 1900, James Hinshelwood,
oftalmolalogista
descrevendo
escoces,
publicou
uma
serie
de
artigos
nos
jornais
medicos
casos similares.
Um dos primeiros
Orton, urn neurologista
1925 Orton conheceu
pesquisadores
que trabalhou
0
principais
inicialmente
a estudar
a dislex;a fo; Samuel
em viti mas de traumatismos.
T.
Em
caso de um menino que nao conseguia ler e que
14
apresentava
sintomas
estudou
dificuldades
as
correlacionada
aprendizado
significado
com
a
parecidos
de
traumatismos
da leitura.
Orton
aparentemente
nao
trecados')
que essa condic;:ao
referente
da linguagem
dislexicas;
ligeiramente
a
maiores
Segundo
provocava
em
Orton
sindrome
a
nao
dificuldade
par strephosymbolia
com dificuldades
no
(com
0
de individuos
leitura
estritamente
da dislexia
visuais.
Ele
par uma falha na laterizar;;:ao do cerebro.
cerebrais
de 1980 e 1990,
uma regiao
contuda,
uma
sua teoria a respeito
cerebral
maior que a regiao direita
dislexicas,
de traumatismo.
havia
a dificuldade
dos hemisferios
na decada
e fisicamente
nas pessoas
que
que
era causada
temporale,
viti mas
que
condiyao
para descrever
tambem
especializac;:ao
postumos
do planum
essa
estava correlacionada
acreditava
estudos
chamou
observou
A hip6tese
esquerdo
de algumas
e concluiu
neuro16gicos
Orton
de 'simbolos
dislexia.
novas
aos
leitura
de Orton
estabelecendo
associada
que
alva de
0
lado
ao processamento
nos cerebros
essas regioes
for
de pessoas
sao simetricas
naa
ou mesma
no lado direito do cerebro.
publicayao
no Jornal
do Senado
em Brasilia,
os disturbios
tern
origem genetica.
A Dislexia e uma desordem neurol6gica, de origem genelica e com
alIa indice de heredilariedade. Por causa desse disturbiO, a pessoa
dish~xicatern dificuldade em associar os simbolos e as lelras ao som
que eles representam e nao consegue organiza-Ios mentalmente
numa sequencia coerente.
Estudos afillTlam que lado 0 lada direito do cerebro do dislexico e
mais desenvolvido, 0 que explicaria sua maior habilidade em algumas
areas. Por outro lado, detellTlinados neur6nios da pessoa com
dislexia parecem concentrar-se de forma diferente da dos naodislexicos, fazendo com que 0 portador do disturbio tenha menor
15
coordena~o motara e dificuldades no mecanisme de transiyao ocular
- ao mudar 0 foeo dos alhOs de uma silaba para oulra, 0
dislexico
percebe a palavra como se estivesse borrada, como se as tetras
dan~ssem
ou pulassem
diante
dos seus
athos,
dificullando
sua
identifica~ao.
(Senado
A dislexia,
des interesse
portanto,
nao
De acordo
doenc;a e
estao
genetica para a dificuldade
divulgada
Ao contrario,
e uma
Pesquisadores
relayao
muitos dislexicos
naD requer
atualmente
com ~burrjce"
I
preguic;a au
tern inteligencia
acima
da
neurologica
e
medicac;ao.
buscando
uma correla~o
em 1eitura.
com a Associa9ilo
pela International
2008).
nao tern nenhuma
em aprender.
media. Tambem
Jamal,
Brasileira
Dislexia Association
a
de Oislexia
(ABO),
(1994),
foi
definic;ao a baixo:
Dislexia e um dos muitos disttirbios de aprendizagem.
E urn disturbio
especifico da finguagem, de origem constitucional, caracterizado pela
diflculdade em decodificar palavras simples. Mostra uma insuficiencia
no processo fonol6gico. Essas dificuldades de codificar palavras
simples nao sao esperadas em relaryao a idade. Apesar de
submetida
a
instrucao
convencional,
adequada
inteligencia,
oportunidade sociocultural e nao possui disturbios cognitivos e
sensoriais fundamentais, a criant;a falha no processo de aquisicao da
finguagem. A dislexia
e
apresentada
em
varias
formas
de
dificuldades com diferentes fonnas de linguagem, frequentemente
incluidos problemas de leitura, em aquisi9ao e capacidade de
escrever e soletrar.
ABD,1994.
16
Para enlender
maneira
geral 0 nosso
e
esquerda
analisa
melhor
cerebra.
responsavel
palavras
e outra
habilidades
permanente,
e relacionar
vao
reconhece
de long8
reconhecidas.
Quanta
e
conhecer
responsavel
Uma
parte
as palavras.
juntas.
como funciona
Para
que
func;ao cerebral
A
sons.
e ativada.
durac;ao, para que de forma imediata,
rna is lemos,
individuo
0
Qutra
possa
ler
e processar
medida
que essas
A memoria
deve ser
as palavras
mais domina mas esse processo
area
A
os fonemas,
Para ler a crianc;a deve reconhecer
outra
de uma
par uma funyao.
processa
as letras aos seus respectivos
aprimorando
S8
deve-s8
Cada parte
pela linguagem.
essas partes devem trabalhar
as fenemas
a dislexia,
sejam
e mais facil
S8
torna essa aquisiC;ao.
o cerebra
a area
somente
dificuldade
dos dislexicos
cerebral
em diferenciar
analise das palavras
Na dislexia,
corrigir
as falhas
nao funciona
responsavel
fonemas
dessa forma.
pelo pracessamento
de silabas,
Para ler, eles recorrem
dos fonemas.
visto que a regiao
Apresentam
responsavel
pela
ha mais chances
de se
e inativa.
quando feito 0 tratamento
de conex8o
cerebral.
precocemente,
Para 0 dislexico
a leitura
exige
um grande
esfon;:o, pOis cada palavra lida e como se fosse nova ou desconhecida.
A dislexia tambem pode ser: central e periferica. Na primeira ocorre 0
comprometfmento do processamento IingOistico dos estimulos - se
allera 0 processo de conversao da ortografia para a fonologia (e
onde a maioria dos dislexicos se enquadra, cerca de 70%). Na
segunda, ocorre 0 comprometimento de analise perceptivo·visual,
ocorrendo
prejuizos
na
compreensao
reconhecimento das palavras.
p120)
(CAPOVILLA
do
&
material
CAPOVILLA,
lido
-
2004
17
Alguns
sintomas
e/ou sinais rnarcam as caracteristicas
da dislexia.
2.3.3 Sintomas e/au sinais do comportamento dos dislexicos
Segundo a professora e fonoaudi61oga Stela Sttelling (1994)
diversos sinais visiveis nos comportamentos
que
podem
auxiliar
aos
pais
enos
e educadores
aspectos da dislexia, entre eles estao
cadernos das crian98s dislexicas,
a identificar
dificuldades de expressiio
persistentes
copiar
dificuldade
meses
fala,
para organizar-s8
do ano,
ordenar
e
para
as letras do alfabeto,
poueo tempo
difieuldades
exemplo,
de
aten~o
em memorizar
em
participar
numeros
organizar
e
silabas
ainda
fatos recentes
- numeros
para organizar
de brincadeiras
1atras
as haras,
em palavras
dias da
de fatos,
muito interessantes,
de telefones
eoletivas,
seman a e
e temporais,
seqOencias
que sejam
a agenda
altera~6es
inadequadamente,
espaciais
longas,
alguns
e desenvolvimento
compreensiio,
sequencias
nas atividades,
severas difieuldades
dificuldade
escrever
e
no tempo, reconhecer
dificuldades
precocemente
a demora nas aquisigoes
da linguagem oral,
na
existem
e recados,
par
escolar ou da rotina diaria
pouco
interesse
em
livros
impressos e escutar hist6rias.
Stelling (1994) ainda salienta que
crian<;:as que gostam
de conversar,
aparentam desinteresse
comparar
as respostas,
preciso ter uma especial aten~o
sea curiosas,
entendem
e falam
urn mesmo problema
pais, frequentemente
oral e incorreta
matematieo,
encontramos
na mesma
questao
crian9a que pareee nao saber resolver um problema matematico
ter um desempenho surpreendente quando
0
no caso
escrito e oral, e
respostas
escrita.
as
bern, mas
em ler e escrever. Segundo ela, seria interessante,
de crianl):8s leitoras, oferecerem
corretas na questeo
e
Isto
diferentes,
13, a mesma
par escrito, podera
mesmo problema Ihe
e
apresentado
18
oral mente.
Esta
difrculdade
Portanlo,
compreender
aquisir;6es
0
que
vezes
pode
E quando
estar
construcyoes gramaticais
pelo
seu significado;
Dificuldade
Dificuldades
para organizar -se em suas tarefas
uma segunda
lingua;
rnais urn complicador.
baixa auto-estima
Ja
diagnostico
Confusoes
em entender
podem
com
0
e andar;
Atraso
que esta ouvindo;
em
com
Dificuldades
rimas e aliterac;oes,
severa dificuldade
nao
capias,
entende
tempo-espacial,
e desenhos
0
para entender
as
trabalhos
e agendas
que
Importantes
leu;
seqGencias
geometricos;
Especial
nas
vocabulario
e rotinas diarias;
Grande
dificuldade
para aprender
com dicionarios
- agressividade,
dificuldade
e rnapas e
desinteresse,
opositivo-desafiadoras.
Eliene
de outra forma; de que as sintomas
sentar
as aprendizes:
em fazer
de vida diaria;
Atraso
e cobradas
a
de orientaCY8o, trabalhar
e pedagogo
vao
a ler, mas
incompreendidas
surgir as rea90es
Alteracyoes de comportamento
a professora
aprender
que existem
au
Ie, mas
e ate mesmo condutas
Na prime ira infimcia;
engatinhar,
conseguem
inadequadas,
calculos
- a
de apatia
Dificuldade
na leitura
em matematica,
e de
fala em dislexia
em reconhecer
de organizaCY8o sequencial
sinais
alguns sinais que ajudam os profissionais
ocorrendo
dificuldades
reduzido,
os
mas na leitura.
S8
Em geral, estas crian~as,
(1994) destaca
palavras
incompletas;
quando
confundir
sao vistas como desinteressadas,
como pagar.
Stelling
lingOisticas,
dificuldades
da matematica,
camuflada.
muitas
na~tern
quanti as que
podemos
de todas estas dificuldades
a sua dislexia
suas dificuldades,
revoita.
como
ponto a ser considerado
crian<;::as que apesar
carregando
exemplifica
e na aprendizagem
nao
Dutro
situar;ao
Percilia
(2000),
0
mesmo
mudam de idade para idade.
no desenvolvimento
au deficiencia
Tend€mcia
coloca
a hiper
motor
desde
na aquisicyao da fala;
ou
a hipo-atividade
a fase
do
Dificuldade
motora;
19
A dislexia
apresenta
caracteristicas
especificas
de acordo
com
as faixas
etarias.
- Nas crianc;as: a partir dos sete anos, pode ser extremamente
as deveres.
Copia com letra bonita,
mas tern pobre
compreensao
JentD ao fazer
do texto;
56 faz
leitura silenciosa; a letra pode ser mal grafada e ate ininteligivel; pode omitir
acrescentar,
trocar au inverter
imaginagao
sao
e criatividade;
extremamente
amassados;
direita
e a
direc;ao de Istras e silabas;
com facilidade,
seus
e esquerda,
entrando
cadernos
embera
e
alguns
tern grande
no "mundo
livres
sao
sejem
atletas,
da lua";
borrados
e
Qutros mal
chutar uma bola.
Nos
imediata
desordenados,
confunde
conseguem
a ordem
desliga-se
adultos:
Continuada
prejudicada;
dificuldade
dificuldade
na
na
leitura
aprendizagem
de
e na escrita;
uma
mem6ria
segunda
lingua;
dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade de distinguir a
direita
da esquerda;
prejudicados,
dificuldade
trazendo
de organizac;ao;
como
can sequencia
aspectos
depressao,
afetivos
e emocionais
ansiedade,
baixa
auto-
estim8.
De acordo
com a AssociaC;ao
Brasileira
indicar a dislexia,
antes de um diagn6stico
de aprendizagem,
nao confirmam
podem indicar outras situagoes,
a dislexia.
de Dislexia
multidisciplinar,
as sintomas
s6 indicam
que podem
um disturbio
E nao para par ai, as mesmos
como lesoes, sindromes
sintomas
e etc.
2.3.4 A avalia~iioe importante?
A avaliag80,
que
esta
alf§m de ser muito
acontecendo
com
0
importante,
individuo
que
e fundamental
esta
apresentando
para entender
sintomas
a
de
20
disturbios
que
S8
de aprendizagem.
tern condig6es
Alem
do que, e atraves
de urn encaminhamento
So mente urn diagnostico
da avalia9ilo
adequado
multidisciplinar
multidisciplinar
a cada casa,
identificara
com precisao
0
que esta
ocorrendo.
Quem devera dar este diagnostico
par
Psicologa,
minuciosa
Fonoaudi61oga
investigag8o.
abrangencia
Qutros profissionais,
equipe
diagnostico
0
mesma
As dificuldades
deve verificar
apresente
sintomas:
as possibilidades.
outra
psicol6gicos,
multidisciplinar
Par
outro
encaminhamento
tambem
acompanhamento
adequado
estudantil
vida
mais prazerosa,
destes.
chamamos
neurol6gicos,
Quanta
mais
se
se
de
outro
modo
para que a dislt§xico
for diagnosticado
do parecer
0
causar
problema
Embora
a
as mesmos
excluindo
for
avaliado
progredir
mais
feci!
todas
qualquer
confirmado,
possa
a
ter
um
e ter uma vida
sao uma grande
fica
em
e outros.
a dislexia
possa
A
au
Multidisciplinar.
em comum.
podem
que
de
casc.
como um todo, verificando
uma vez que as dificuldades
cedo
urna
maior
com maior incidencia
oftalmol6gicos
mas se chega
lado,
dare
iniciar
urna
antes de confirmar
de Avaliayao
tambem
a individuo
formada
e Qutros, conforme
que todos tem as causas
Nilo parte da dislexia,
possibilidade.
a necessidade
Oftalmologista
analisa
devem
garantir
todas as possibilidades
a maior indice, outros fatores
disturbios
A equipe
que
ainda
entre a leitura e escrita sao fatores
sala de aula, mas isso nao implica
dislexia
deve
verificando
E 0 que
de dislexia.
multidisciplinar,
Clinica
equipe
de avaliayao,
como Neurologista,
de profissionais
descartar
e Psicopedagoga
Essa
do processo
sera urna equipe
barreira
na
de trabalhar
a
dislexia.
o
disturbio.
professor
preparado
pod era
colaborar
com
pessoas
afetadas
pel0
21
2.3.5 0 papel do professor
o
professor
tern urn papel
professores
precisam
estar atentos
seu grupo.
Suspeitando
rnuito irnportante
no auxilio
para esta realidade
dos sintomas,
para a criang8 e depois de diagnosticado
deve
sugerir
a quadrat
de urn dislexico.
Os
e para as particularidades
de
urn encaminhamento
e necessaria
muito ao aluno,
em sala de aula, e ao lango do tratamento,
iguais a escola,
a familia e profissionais
A primeira
tarefa
do professor
clfnico
que ele S8 dedique
que envolve
em partes
da sauds.
deve
ser a de resgatar
a autoconfiang8
do
aluno. Descobrir suas habilidades para que possa acreditar em si mesma ao
destacar
0 segundo
em Qutras areas.
cada aluno que tenha dificuldade,
que
S8
chegue a urn diagnostico
0
o
professor
de ensino
de diagnostico
sua atividade
rnais coerentemente
detectar
professor
encaminha-Io
diagnostico,
para
pois ha rnuitos
dessas
S8
f1exivel para
dificuldades
para melhorar
professores
que deseja
0
diagnostico
paciente
0
deve,
ele
(diagnostico
qualquer
ajudar
dificuldade
0
ate
0
dia-
que lecionam
seus
papel do professor
podera
alunos
nesse
construir
e
a tim de conduzir
de aprendizagern,
deve
saber
tratamento.
a ajuda
a
que
pois
socialrnente
s6
uti I.
que e necessaria
Jamais
e sirn de urn especialista.
prestar
os seus
uso de instrumentos
pode ser considerada
e colaborar
e constante,
proprio,
informal)
... e do maior interesse
psicopedagogica
pais, nao e
de urn trabalho
necessita.
a natureza
uma orientag8o
fundamental
pedagogico
precocernente
assim uma intervenc;ao
o
urn olhar
que e dislexia.
instrumentos
perrnitarn
ser de dirigir
e cornpreender
especializado,
a-dia da crianc;a, e se instrumentalizar,
nao sabern
devera
dar
urn
So atraves
que a crianc;a
tanto
22
o
sentir-se
e
ideal
trabalhar
dependente
difereng8s,
de tudo.
ao professor
professor
deve
para
importante
que
a diversas
professor
0
que
construtivas,
seja
acolher
atividades
estimule
da caligrafia
0
aiuno
e respeita-Io;
e tecnicas
0
na correC;ao (dando
vermelho
procure
nao estabeleC;8
a escrever
das
em linhas
certifique-se
descobrir
os interesses
de grande
com no maximo
da crianya
e leituras
importancia
alternadas
de observar
e de
que
ao
com
as
(0
fac;a criticas
que permite
evite anolar
a
lodos os
nao corrija
com problemas
com
lapis
de aprendizagem),
e
a atenryao da crianc;a.
que a manutenryao
de lurmas
extrema
para que
relevancia,
de mane ira adequada
sente
de casa foi entendida
ao conteudo),
que prendam
ressaltar,
de ens ina e
competic;6es
ligoes,
de que a tarefa
importancia
20 alunos ou menos,
tenha oportunidade
tambem
mais
(isso lere a suscetibilidade
E
a
em suas
seu problema,
pel a crianc;a, pec;a aos pais que releiam com ela as instrury6es,
erras
nao comeee
e a cada Situ8C;ElO.
crianya
aD conteudo
quanta
imprecisa),
a
explique
com 0 tempo,
flexivel
que ela
de piedade.
recarrer
lado del a, nao a pressione
leitura
da criang8,
qual delas melhor S8 adapta a cada estudante
E
Qutros,
0
sem cair no sentimento
Cabe
descobrir
a autonomia
pequenas,
0
professor
a todos as educandos,
como
dispor de tempo para auxilia-Ios.
2.3.6 Alguns recursos
de aprendizagern
Segundo
desenvolvido;
apresentado
e alternativas
para que a crianrya consiga
acompanhar
0
nivel
da turma.
Coil (1995),
precisamos
dar a eles um resumo
Iniciar cada novo conteudo,
no periodo.
apoio para apresentar
No final, resumir
a liyao
a classe,
com urn esquema,
os pontos-chaves;
al9m do quadro
do programa
mostrando
0
a ser
que sera
usar varios recursos
- de giz: projetor
de
de slides,
23
retroprojetor,
videos
tecnico
de forma
tempo;
avisar,
para que
encontre
exemplo;
fazer revis6es
autorizar
0
enunciados
confecc;ao,
uma cartilha;
daurada;
folhas
como corretor
Entre
podem-se
para
alguns
destacar:
como
rascunhos
gravar
para matematica;
0
leitura,
livra,
par
duvidas;
e dicionarios,
durante
escritas;
que esta sendo
(a imagem
au
as passiveis
para alfabetizac;:ao,
e fotografias
que demonstre
0
novo
ao mesmo
que envolvam
para responder
simples,
material
exemplos
ler
pedido;
como desenhar
e essencial);
e
material
nao deve ser forc;:ada a ler em voz
desejo
colocar
0
de atividades
atuno
em faze-Io;
0
uma metodologia
mesmo
trabalho
e tecnicas
na primeira
56 para a crianc;:a
do livra 56 para ela, corrigir
escritos
0
uso de informatica,
atividades
que
classe
aplicaveis
(para
poder
ao dislexico,
dar atenc;:ao
que disse para a cia sse, ler nova mente
ao lado dela, dar urn tempo
os demais,
par orais e utilizar pragramas
substituir
oferecidos
avaliac;:6es
no mercado
maior
e outros
para montar
de apoio ao aprendizado.
Assim, a possibilidade
inevitavel.
de realiza-Io,
vDcabulario
e escritas
ortografico.
que fac;:a
trabalhos
trabalhos
se todos entenderam
do proprio
a menos
a ele), repetir
um trecho
houver
orais
limite do tempo para atividades
0
usa de gravuras
quadricutadas
alta, em classe,
especial
calculadoras
aumentar
em voz alta e verificar
usar gravador;
montar
quando
Qutras formas
e avaliac;6es;
introduzir
dar instruc;oes
com tempo disponivel
usa de tabuadas,
as atividades
multimidia;
evilar
com antecedencia,
aluno
0
e Qutros recursos
contextualizada;
de sucesso
do portador
de Dislexia
com certeza
sera
24
3. METODOLOGIA
Para
desenvolvimento do trabalho loram
0
procedimentos melodol6gicos:
pesquisa bibliografica
adotados
os seguintes
e pesquisa de campo.
3.1 LOCAL DA PESQUISA
A pesquisa de campo loi realizada em uma escola publica no Estado do
Parana, na cidade de Curitiba, no bairro Uberaba.
Nesta
escola
administrativas,
existe
10 funcionarios
uma
para
equipe
de
20
funcionarios
servigos gerais
com
07 profissionais
fungoes
na equipe
pedagogica e 52 prolessores em todos os turnos. Trabalha-se com olerta de ensino,
Educac;ao Infantil de 38
a4
8
serie, Ensino Regular de
sa a
8a e Ensino Media 1a
a 3°
ana.
Neste ana de 2008 estiio matriculados 895 alunos contendo 28 turmas em
todos as turnos.
o espa90
fisica da escola S8 apresenta da seguinte maneira:
Sala da diretoria, sal a de professores com telefonel TV I Video e computador
com ponto de internet conexiio banda larga (ADSL). secretaria: Inlormatizada com
computadores
auxiliar:
em rede,
informatizada,
sal a de
CoordenaC;2Io Pedagogica,
almoxarifado,
sal a de reuniees,
ciencias, quimica, fisica e biologia com microsc6pios,
biblioteca: inlormatizada
disponiveis
com conexiio
para os alunos fazerem
sal a de orientayao,
laborat6rios:
informatica,
sal a multiuso: com TV I Video,
Internet (ADSL), dois computadores
trabalhos
em turnos diferentes,
acervo:
uma
grande quantidade de livros para trabalhos e literatura, sanitarios: dentro do predio,
dependencias
e vias adequadas
aula para atendimento
para portadores de necessidades
lndividualizado,
patio: coberto,
especiais, sala de
sala de aula: salas de aula
2S
com TV! Video
cantina:
em rede, a cabo e parab6lica,
cozinha
com deposito
3.2 PARTICIPANTES
Para a realiz8980
da pesquisa
1 professor
3.3 INSTRUMENTOS
foi utilizado
1) Para voce
que
0
de campo
de ensina
de medida
urn questionario
abaixo
Poliesportivas,
participaram
2 professores
de
media e 1 pedagoga.
para verific8gBo
contendo
dez quest6es
das opinioes
relativas
dos professores
ao tema proposto.
DE DADOS.
fizeram
parte do instrumento
da pesquisa.
e dislexia?
1 - Dificuldades
de leitura, escrita e fala.
2 - Dificuldades
em
S8
expressar
3 - Algum tipo de dificuldade
4 - Dificuldade
de esportes
e refeit6rio.
DA PESQUISA
instrumento
3.4 LEVANTAMENTOS
As quest6es
quadras
(arejado)
DA PESQUISA.
ensina fundamental,
Como
para merenda
ou disturbio
par escrito.
especifica.
de aprendizagem.
Em relag80 ao questionamento sobre 0 que
em torna de dificuldade
de leitura,
escrita
e dislexia, as respostas giraram
e fala; alguma
dificuldade
especifica
disturbio de aprendizagem.
2) Em sua opiniao
dislexia
e uma
doen~a?Por que?
1 - Nao.
2 - Creio que sim, pois pela definiyao a origem
parte do cerebro
3- Nao.
responsavel
e constitucional.
pel a decodifica<;iio.
E
urn disturbio
na
au
26
4 - Nao, e sim urn problema
Considerando
na aprendizagem.
a dislexia
concorda
com a dislexia
a origem
e constitucional,
uma doen98,
ser uma doeny8
a maioria
e apenas
e urn disturbio
dos
uma afirmou
na parte
participantes
nao
ser positiv~
do cerebra
porque
respons;3vel
pel a
decodificagao.
3) Voce sa be quais
sao as principais
dificuldades
encontradas
por urn
dislE~xico?
1 - Dificuldade
Dificuldade
em pronunciar
na pronuncia
algumas
letras.
e na leitura.
Troca de latras na escrita.
2 - Creio que sejam tracas de fonemas
3 - Dificuldade
de ler e escrever.
4 - Dificuldade
na leitura e na escrita.
Ao serem
e dificuldades
questionados
sabre quais
dislexico, todos os participantes
responderam
dislexico
sao a pronuncia,
4) Como identificar
dificuldades
1 - Analisando
a diferenl!ia
entre uma crian9a
identificar
alfabetizaC;8o
basta a retomada
necessidade
de atendimento
Fonoaudi61ogo
e outros.
que
encontradas
as maiores
dificuldades
par urn
de urn
na leitura e na escrita.
mal alfabetizada
au com
de uma crianc;a dislexica?
quais as dificuldades
2 - Nao sei bern como
as dificuldades
traca de letras, dificuldades
na aprendizagem
na leitur8
que a crianc;a apresenta.
a diferenr;.a,
de conteudo
de especialistas
mas creio
que seja tratando
de forma individualiza,
em diversas
areas
de rna
ja a dislexia
como
ha a
Pedagogia,
27
3 - Fazendo
urn tratamento
au urna analise
4 - Pouco sei sabre a assunto,
com urn especialista.
mas com certeza
devemos
encaminha-los
a urn
especialista.
Na mane ira de como identificar
e crianc;as com dificuldades
e
preciso
que
0
analisar
quais as dificuldades
mais correto
5) Toda pessoa
1 - Acredito
e fazer
dish;xica
0
tern sempre
entre crian~as
mal alfabetizadas
urn dos participantes
que a crian<;a apresenta,
encaminhamento
respondeu
que
as Qutros acham
para urn especialista.
problemas
na leitura?
que nao
2 - Creio que nao, alguns apresentam
simbolos
a diferen~a
de aprendizagem,
problemas
apenas
na escrita,
invertem
tetras ou numeros.
3 - Nao sei bern ao certo.
4 -
E urn
dos maiores
Em relaC;8o
duvidas
problemas
a
dos dislexicos.
correspondencia
na res posta dos professores,
6) Voce ja teve algum
entre
dislexia
e problemas
na [eitura
ha
nao sabem 80 certo.
aluno com Dislexia?
1 - Nao
2 - Talvez,
mas nenhum
3 - Acredito
com diagnostico
de profissiona1.
que nao.
4 - Nao sei dizer, ate porque nunca sabemos
A maieria dos entrevistados
ao certo os alunos tern ou nao dislexia.
nao sa be ao certo se ja teve algum aluno com
Dislexia.
7) No caso de
este aluno?
ja
ter tido um aluno com dislexia,
qual
e
sua postura
para com
28
Nenhum
dos participantes
8) Existem
sintomas
respondeu
a questao.
antes da idade escolar?
1 - Nao seL
2 - Os sintomas
numeros
sao identificc3veis quando a crianC;8 comeC;8 a ler e escrever
percebidos
3 - Prov8velmente
dificuldade
e escritos
de forma invertida
nao, pois a pessoa
letras e
ou de cabega para baixo.
56 val saber quando
passar par urna
escolar.
4 - Acho que nao.
Oiante da pergunta os participantes
sintomas
existem
afirmam com certeza
S8
as
antes da idade escolar.
9) Todo aluno dislexico
escola
naD
precisa
de acompanhamento
profissional?
Na sua
hil esse profissional?
1 - Sim, acho que precisaria
psicopedagogo.
de urn acompanhamento
Nao he profissional
acompanhamento
escolar
individual
na escola, dificultando
de urn profissional,
um bom
do aluno com dislexia.
2 - Nao.
3 - Com certeZ8.
4 - Com certeza,
A
profissional
profissional.
maioria
na minha escola nao tem.
des
participantes
respondeu
para fazer 0 acompanhamento,
que
sim
que
precisam
mas, que em suas escolas
de
um
nao tem esse
29
10) Voce, como docente,
0
que sugere
como atividade
para a pratica em sala
de aula com alunos dish~xicos?
1 - Devida ao grande
trabalhar
numero de alunos nas salas de aula
com alunos dislexicos,
com atividades
diferenciadas
pois, deveriam
dos demais
e muito
complicado
ter urn acompanhamento
individual,
alunos.
2 - Leitura em voz alta.
Tempo
maior para realizac;ao de provas/alividades;
Provas orais.
3 - Muita leitura, trabalhos
4 -
Horariosindividuais
com escrita,
provas orais.
para que possamos
trabalhar
A pr<3tica em sala de aula deve variar
com estes alunos.
entre leitura,
trabalhos
com escrita
e
provas orais, dais participantes responderam ser necessario urn horario ou
acompanhamento
individual
para que passam
trabalhar
com estes alunos.
30
4. CONSIDERA<;:OES
Atraves
FINAlS
das minhas
observa~5es
realizadas
em uma escola
ao meu tema do TCC, a Dislexia.
Ap6s estas observa90es
salas
dificuldades
havia alunos
resolvi conversar
real mente
com
muitas
com alguns
na escola
havia
mas, que aS professores
professores
muitos
alunos
pouco sabiam
percebi
0
assunto
cheguei
que em algumas
de aprendizagem.
sabre
publica
Fai ai entaa
que
e sles me relataram
que
com dificuldades
e ate alunos
dislexicos
nao sabiam como
sobre 0 ass unto e par isso
agir perante este problema.
Entao perante
de
S8
esse problema
saber mais sobre esse disturbio
Atraves
do meu estudo
ser identificado
alfabetizay80,
desde
quando
Os profissionais
ceda
e escrita
terao
facilitando-Ihes
desenvolvido
a importancia
com
0
entendi
individuo
sao formalmente
no assunto.
estrategias
que 0 disturbio
- principal mente
que
a
apresentadas
sao fonoaudi6logos,
Os adultos
que fizeram
compensarao
pode
estas
na
crianya.
que trabalham
um tratamento
dificuldades,
a vida academica.
Com base
nos resultados
com os com professores,
maneira
disturbio,
seu diagn6stico
junto a psic61ogos especializados
adequado
0
- ja que nasce
0
nesta escola percebi
- a dislexia.
feito sabre
a leitura
que realizam
encontrado
diferente.
Muitos
percebi
de forma que ainda pode-se
relayao
aos dislexicos.
conferir
que fosse
uma dificuldade
No entanto,
restrita,
esta come~ndo
acreditavam
urn disturbio,
especifico.
com a pesquisa
que a dislexia
que antes
perce bern que e, na verdade,
atraves de tratarnento
que obtive
a difusao
de campo
realizada
a ser vista de urna
uma doen98,
hoje jil
que pode ser arnenizada
entre os leigos ainda e muito
urn comportarnento
preconceituoso
em
31
e uma
A dislexia
pais,
e nesta
dificuldade
que afeta principal mente
a
area de Portugues,
disciplina que exige mais interpretayao, mas, nao que este aruno venha
a ter dificuldade.
Atraves
das informac;:6es
ponto que 0 estudante
alcance
para uma
falha
necessaria
Eo importante
um teste de aptidao
tern consciemcia
fonol6gica
A dislexia
soletral'iio
tambem
nao
S8
sao
sabre
0
refere
estrategias,
fazer da descoberta
Uma
problemas emocionais devido
Uma
a
textual,
a
0
E
aprendizagem
0
uma
saudavel
com
rotina e
e avalial'ao
perceptivel
que ele proprio
e
para que ele
continuada,
de inteligencia
gramaticai.
que esta escrito e
somente
afetadas.
qual
NaG adianta
comportamental.
Para saber sabre sua compreensao
saber
para montar
ate ir, 819m dos Iimites, de uma forma agradavel,
disciplina.
[eitura.
esta na aprendizagem
possivel
e
notei que
urn melhor exito em sua vida escolar.
desculpa
pode
coletadas,
S8 0
de
paciente
Ie.
dificuldade de [eitura. A escrita e a
pessoa
com
dislexia
pode
apresentar
falta de tratamento pSicologico diante do
acontecimento. Para evitarmos um prejuizo academico e frustrac;oes, 8 necessario
um diagnostico e um acompanhamento profissional, a18mde orientac;ao familiar e
escolar, para que nao se estabelec;a culpa e descrenc;a, e sim, uma forma de
compreender que a dislexia 8 uma dificuldade e nao uma impossibilidade,
estabelecendo assim quais as melhares formas de aprender. Por ser um tema de
grande relevancia sugere-se que novas pesquisas sejam aprofundadas em outras
escolas.
Os resultados encentrados apos as analises reaHzadas par meio dos
questionarios demonstram que escola referida ainda nao esta preparada para
receber a alune disl8Xico uma vez que a professor nao apresenta conhecimento
especifico para trabalhar com este aluno. A escola nao possui recursos didaticos
32
adequados
para
oferecer
aluno subsidio
80
os aspectos
0 aprendizado
Para que
para que ele construa
0
professor
eles devem
majaria
dos educadores
cursos
na area e acham
ampliado
Nota-se
que
0 diagnostico
perspectivas
precoce
de sucessa
pode
em todos
de sua vida.
aprendizagem
que sempre
deles.
S8
trabalhe
S8
bern com as alunos
aperfei90ar
nunca fez nenhum
que
atualizar
para que transfira
e
muito valida
uma vez
0
fazendo
em contra
curses
partida
para a profissao,
educador
com dificuldade
na
area
Qutros
e conhecimento.
de
que a
ja fizera varias
pais a professor
tern que demonstrar
para os alunos seguran98
sendo
tern
conhecimento
33
Referencias
Bibliograficas:
FREITAS Maria Teresa A - 0 Pensamento de Vygotsky e Bakhtin no BrasilCampinas: 1994 (Colegao magisterio, formagao e trabalho pedagogico).
MASSI Giselle - Dislexia
em Questao
PAiN,
e Tratamento
Sara. Diagnostico
Porto Alegre:
STELLING,
VYGOTSKY,
Artes
Medicas,
Stella. Dislexia.
_1" ed. Sao Paulo: Plexus, 2007.
dos Problemas
de Aprendizagem.
3" ed
-
1989.
Editora Santuario.
L.S. Pensamento
e linguagem.
WADSWORTH,
Barry. Inteligencia
Paulo: Pioneira, 1997.
1" ed - Aparecida
Sao Paulo: Martins
e afetividade
da crian,a
(Associa,ao
Brasileira
de Dislexia)
www.dislexiarecife.hpg.ig.com.br
http://busca.aol.com.br/results.adp?start=&from=+&query=dislexia
http://www.terravista.ptlAguaAlto/14301
Sao Paulo,
Fontes,
1994.
1991.
na teoria de Piaget.
WELCHMAN,
Marion.
Dislexia:
suas duvidas
respondidas.
Angela N. Nico e Eliane M. R. Colorni. Sao Paulo: ABO, 1995.
www.dislexia.org.br
2" ed.-
Tradugao
de
Sao
Maria
34
ANEXO
35
Este questionario faz parte da pesquisa de campo do Trabalho de
Conclusao de Curso de Letras da Universidade Tuiuti do Parana do
ana de 2008.
"Dislexia e urn dos muitos disturbios
especifico
dificuldade
da linguagem,
de decodificar
de aprendizagem.
de origem constitucional,
E urn
disturbio
caracterizado
pela
palavras simples".
(Massi Giselle)
1- Para voce 0 que e dislexia?
2 - Em sua opiniao dislexia e uma doenc;:a? Por que?
3 - Voce sabe quais sao as principais
dislexico?
dificuldades
encontradas
p~r urn
4 - Como identificar a diferenc;:a entre uma crianc;:a mal alfabetizada
com dificuldades na aprendizagem de uma crianc;:a dislexica?
5 - Toda pessoa dislexica tern sempre problemas
na leitura?
ou
36
6 - Voce ja teve algum aluno com Dislexia?
7 - No caso de ja ter tido urn aluno com dislexia, qual e sua postura para
com este aluno?
8 - Existem sintomas antes da idade escolar?
9 - Todo aluno dislexico
precisa de acompanhamento
profissional?
Na
sua escola ha esse profissional?
10 - Voce, como docente,
0
que sugere como atividade
em sala de aula com alunos dislexicos?
para a pratica
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Cristina Costa dos Santos