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DIREÇÃO DEFENSIVA
CONCEITO DE DIREÇÃO DEFENSIVA
Direção Defensiva é a técnica indispensável para o
aperfeiçoamento do motorista que trata de forma correta
o uso do veículo na maneira de dirigir, reduzindo a
possibilidade de envolvimento nos acidentes de trânsito;
ou seja: é uma atitude de segurança e prevenção do
acidentes, apesar das atitudes incorretas ou inesperadas
dos outros motoristas, ciclistas, motociclistas, pedestres e
das condições adversas.
Art.28-CTB- O condutor deverá, a todo momento, ter
domínio do seu veículo, dirigindo-o com atenção e
cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.
A Direção Defensiva pode ser dividida em:
PREVENTIVA: deve ser a atitude permanente do
motorista para evitar acidentes.
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- Reagir fora de tempo
- Perder controle de situações
- Trafegar em velocidade inadequada
IMPERÍCIA: Ocorre quando o condutor é imperito na
prática da direção, ou seja, não possui conhecimentos
técnicos ou habilidade para realizar as manobras
necessárias ao ato de dirigir. Ex: Não conseguir manter o
veículo parado em um aclive.
IMPORTÂNCIA DA DIREÇÃO DEFENSIVA
Dirigir defensivamente significa completar o percurso sem
desrespeito às normas e regras de trânsito. Em sua
maioria, os acidentes de trânsito são evitáveis por um ou
ambos os motoristas envolvidos, ainda que para isso seja
necessário ceder ao motorista que esteja errado.
EVASIVA: é a atitude que o motorista deverá adotar ao
se defrontar com a possibilidade de acidente, corrigindo
situações não previstas.
A noção que a maioria das pessoas tem de que os
acidentes podem ser evitados torna importante a
distinção entre as precauções possíveis e razoáveis a
serem tomadas por um motorista a fim de evitar o
acidente. Os acidentes podem ser:
Direção Defensiva é dirigir de modo a evitar acidentes,
apesar das ações incorretas dos outros e das condições
adversas que encontramos nas vias de trânsito.
EVITÁVEL: É aquele em que o condutor deixou de fazer
tudo o que razoavelmente poderia ter feito para evitar o
acidente.
CONDUTOR DEFENSIVO
É aquele que preserva a sua vida e a de todos que estão
à sua volta através do emprego racional e sensato dos
conhecimentos teóricos e de uma postura na condução
do veículo procurando evitar acidentes.
INEVITÁVEL: É aquele em que, apesar do condutor fazer
tudo para evitar o acidente, ele ocorre.
É importante lembrar que pesquisas realizadas apontam
que a maioria dos acidentes tem como causa problemas
com o condutor (90%)*, problemas mecânicos (06%)* e
problemas com a via (04%)*.
CAUSAS HUMANAS DIRETAS DE ACIDENTES DE
TRÂNSITO
(Ligadas ao comportamento do motorista.)
- Erros de reconhecimento.
- Erros de decisão.
- Erros de desempenho.
CAUSAS HUMANAS INDIRETAS DE ACIDENTES DE
TRÂNSITO
- Condições físicas e/ou fisiológicas do motorista.
- Condições emocionais e/ou mentais do motorista.
- Nível de experiência do motoristas.
- Fatores ligados à personalidade do motorista.
Dentre esses problemas com o condutor, temos:
NEGLIGÊNCIA: Ocorre quando o condutor deixa de
realizar a manutenção do veículo. Ex: Conduzir veículo
que apresente equipamento obrigatório inoperante.
IMPRUDÊNCIA: Ocorre quando o condutor tem
conhecimento das leis e regras de trânsito e deixa de
respeitá-las. Ex.:
- Dirigir em estado emotivo alterado
- Dirigir cansado
- Dirigir por longos períodos
- Dirigir após tomar alguns medicamentos
- Dirigir com excesso de velocidade
- Fazer manobras arriscadas
- Avaliar incorretamente as distâncias
- Desvios de direção
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ELEMENTOS
FUNDAMENTAIS
DA
DIREÇÃO
DEFENSIVA
O desenvolvimento de alguns requisitos na condução do
veículo, possibilitarão ao motorista a prevenção de
acidentes.
CONHECIMENTO: é preciso conhecer as leis e normas
que regem o trânsito. Este conhecimento é repassado
através do Código de Trânsito Brasileiro e do
aprendizado na prática. É necessário conhecer seus
direitos e deveres em qualquer situação de trânsito, como
condutor ou pedestre, para evitar tomar atitudes que
possam causar acidentes ou danos aos usuários da via.
ATENÇÃO: Deve ser direcionada a todos os elementos
da via e também às condições físicas e mentais do
condutor, aos cuidados e à manutenção do veículo,
tempo de deslocamento e conhecimento prévio do
percurso, entre outros.
PREVISÃO: É a antecipação de uma situação de risco e
podem ser desenvolvidas e treinadas no uso do seu
veículo. São exercidas numa ação próxima (curto prazo,
ex: o condutor prevê a possibilidade de riscos nos
cruzamentos; ver um pedestre à sua frente e prever
complicações.) ou distante (longo prazo, ex: revisão do
veículo; abastecimento; verificação de equipamentos
obrigatórios.), dependendo sempre do seu bom senso e
conhecimento.
DECISÃO: Dependerá da situação que se apresenta e do
seu conhecimento das possibilidades do veículo, das leis
e normas relacionadas ao trânsito, do tempo e do espaço
que você dispõe para tomar uma atitude correta. É ser
ágil nas suas ações, mas não esquecendo o bom senso
e sua experiência.
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HABILIDADE: Ser um condutor hábil significa que você é
capaz de manusear os controles de um veículo e
executar com perícia e sucesso qualquer manobra
necessária no trânsito.
Além desses elementos é preciso conhecer e aplicar as
três medidas básicas para a prevenção de acidentes:
CONSIDERAR
O
CONHECER
E
APLICAR
AGIR NO MOMENTO CERTO,
RISCO,
DEFESA,
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Quando há ofuscamento de sua visão pelos faróis do
veículo que vem em sentido contrário, suas pupilas levam
de 4 a 7 segundos para restabelecerem a visão normal.
Isto significa que um veículo a 80Km/h andará 155
metros nesses 7 segundos enquanto o condutor está
sem visão alguma. É importante observar que, em 1
segundo, o veículo em velocidade de 80 Km/h percorrerá
22 metros.
CONDIÇÕES ADVERSAS
São todos aqueles fatores que podem prejudicar o seu
real desempenho no ato de conduzir, tornando maior a
possibilidade de um acidente de trânsito. Existem várias
"condições adversas" e é importante lembrar que nem
sempre elas aparecem isoladamente, o que se torna um
perigo ainda maior.
Portanto, em um tempo razoável, procure diminuir a
velocidade e alertar o motorista que vem em sua direção,
piscando os faróis. Caso a situação persista, ao se
aproximar do outro veículo procure se guiar pela faixa
branca da margem direita da via e não olhe na direção
dos faróis do veículo que transita em sentido contrário.
Em tais situações utilize a visão periférica, que é a
capacidade de enxergar as coisas que estão fora do
campo de visão sem que você precise olhar diretamente
para elas.
LUZ, TEMPO, TERRENO, TRÂNSITO, VEÍCULO
MOTORISTA
Quando a luz solar incidir diretamente nos seus olhos,
proteja-os utilizando a pala interna de proteção ou óculos
protetores a fim de evitar o ofuscamento.
A
E
Art. 29, II-CTB – O condutor deverá guardar distância de
segurança lateral e frontal entre o seu e os demais
veículos, bem como em relação ao bordo da pista,
considerando-se, no momento, a velocidade e as
condições do local, da circulação, do veículo e as
condições climáticas.
CONDIÇÕES ADVERSAS DA LUZ
As condições de iluminação são muito importantes na
Direção Defensiva. A intensidade da luz natural ou
artificial, em dado momento, pode afetar a capacidade do
motorista de ver e de ser visto. O excesso de claridade
pode provocar ofuscamentos e a falta de luz ocasiona
penumbra, podendo provocar condições favoráveis a um
acidente. Para não sofrer um acidente, o motorista
precisa se adaptar a essas circunstâncias. A visão é mais
prejudicada em dois momentos:
Ao amanhecer ou no pôr do sol, quando os raios solares
estão muito inclinados e a luz do sol inside diretamente
nos olhos, causando ofuscamento.
O ofuscamento também pode acontecer devido:
• Ao farol alto de um veículo vindo em sentido contrário;
• Ao reflexo da luz solar em espelhos ou pára-brisas;
• À passagem de um trecho muito iluminado para um
trecho escuro, ou vice-versa, como acontece nas
entradas ou saídas de túneis.
• Em dias de chuva, o ofuscamento causado por faróis
altos é ainda maior, já que os pingos de água no párabrisa ampliam a luminosidade.
• Muita atenção também com as queimadas à beira das
estradas, porque podem gerar muita fumaça e, em
conseqüência, impedir a visão dos condutores.
Como atitudes
orientações:
de
prevenção,
siga
as
seguintes
• Em vias iluminadas, use farol baixo;
• À noite, ao perceber veículo em sentido contrário, seja
o primeiro a baixar o farol.
• Nas rodovias, use sempre faróis acesos em luz baixa,
independente da hora do dia. Assim, você pode ser visto
mais facilmente.
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O ofuscamento pode também ocorrer pela reflexão da luz
solar em objetos polidos como por exemplo lagos, rios,
pistas e pára-brisas.
Em dias nublados, com cerração, ao crepúsculo, logo ao
amanhecer ou dentro de túneis, faça o uso do farol baixo
para que os outros percebam o seu veículo.
Entrando ou saindo de um túnel você necessitará de um
determinado tempo para que suas pupilas voltem a se
adaptar, nesse caso, procure se distanciar do veículo que
segue à frente.
Art. 40. CTB - O uso de luzes em veículo obedecerá às
seguintes determinações:
I - o condutor manterá acesos os faróis do veículo,
utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos
túneis providos de iluminação pública;
II - nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz
alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo;
III - a troca de luz baixa e alta, de forma intermitente
e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir
outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a
intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou
para indicar a existência de risco à segurança para os
veículos que circulam no sentido contrário;
IV - o condutor manterá acesas pelo menos as luzes
de posição do veículo quando sob chuva forte, neblina ou
cerração;
V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes
situações:
a) em imobilizações ou situações de emergência;
b) quando a regulamentação da via assim o
determinar;
VI - durante a noite, em circulação, o condutor
manterá acesa a luz de placa;
VII - o condutor manterá acesas, à noite, as luzes de
posição quando o veículo estiver parado para fins de
embarque ou desembarque de passageiros e carga ou
descarga de mercadorias.
Parágrafo único. Os veículos de transporte coletivo
regular de passageiros, quando circularem em faixas
próprias a eles destinadas, e os ciclos motorizados
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deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante o dia e a
noite.
CONDIÇÕES ADVERSAS DO TEMPO
Estas condições adversas estão ligadas às condições
atmosféricas: frio, calor, vento, chuva, granizo e neblina.
Todos esses fenômenos reduzem a capacidade visual do
motorista, tornando mais difícil a visualização de outros
veículos. Tais condições podem tornar-se tão extremas
que o impossibilitam de ver a margem de estradas ou as
faixas divisórias.
Além de dificultar a capacidade de ver e de ser visto, as
condições adversas de tempo causam problemas nas
estradas como barro, areia e desmoronamento,
deixando-as escorregadias e perigosas, proporcionando
derrapagens e acidentes.
A grande maioria dos acidentes ocorridos em condições
climáticas adversas deve-se à falta de adaptação de
alguns motoristas que continuam a dirigir o veículo em
velocidade incompatível. Assim, devem-se tomar
medidas de segurança tais como reduzir a marcha,
acender as luzes baixas e, se o tempo estiver ruim, parar
em um lugar seguro e esperar que as condições
melhorem.
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São muitas as condições adversas das vias de trânsito e
listamos algumas para que você tenha idéia dos
problemas que irá enfrentar:
- Curvas;
- Sinalização deficiente;
- Desvio;
- Subidas e descidas;
- Tipo de pavimento;
- Largura da pista;
- Desníveis;
- Acostamento;
- Trechos escorregadios (areia, óleo na pista, poças de
água);
- Buracos;
- Obras na pista;
- Saliência ou lombada;
- Depressão;
- Pista irregular;
- Desmoronamento;
- Excesso de vegetação.
De acordo com cada situação, o condutor deve, como
medida preventiva, controlar a velocidade e redobrar a
atenção, evitando ser surpreendido e sofrer qualquer
acidente.
AQUAPLANAGEM OU HIDROPLANAGEM: É a falta de
aderência dos pneus à via. Ocorre em função da
formação de uma “camada” de água entre a pista e o
pneu do veículo, levando o condutor à perda do controle
do automóvel.
CONDIÇÕES ADVERSAS DO TRÂNSITO
As condições de trânsito envolvem a presença de outros
usuários da via, interferindo no comportamento do
motorista. Com o trânsito fluindo facilmente ou estando
congestionado, a velocidade desenvolvida poderá ser
alta ou baixa.
Fatores que propiciam a aquaplanagem:
- Alta velocidade;
- Grande quantidade de água na pista;
- Pneus lisos, com ausência de sulcos.
Existem períodos do dia que afetam sobremaneira o
tráfego na via tais como os horários de pico, durante os
quais a movimentação de pessoas e veículos é mais
intensa.
O que deve ser feito quando o veículo aquaplanar:
- Desacelerar suavemente;
- Segurar firme o volante;
- Manter o veículo em linha reta, o mais possível.
Podem-se diferenciar duas situações adversas de
trânsito:
NAS CIDADES (VIAS URBANAS) - O trânsito é mais
intenso e mais lento, havendo maior número de veículos,
mas existe uma sinalização específica para controle do
tráfego com segurança. Em determinados locais (área
central, área escolar, órgãos públicos, paradas de
ônibus) e também em determinados horários (entrada ou
saída de trabalhadores e escolares) o número de
veículos é maior. O motorista defensivo deve procurar
obedecer à sinalização existente com redobrada atenção
e com todo o cuidado ao dirigir. Sempre que possível o
motorista deve evitar esses horários e locais e optar,
preferencialmente, pelo uso do transporte coletivo.
O que deve ser evitado:
- Frear bruscamente;
- Movimentar a direção de forma brusca.
A possibilidade do veículo mais leve aquaplanar é maior
que dos veículos mais pesados. Portanto, procure
controlar sua estabilidade através da velocidade, que
deverá ser menor nos pisos molhados.
CONDIÇÕES ADVERSAS DA VIA
Antes de iniciar um percurso curto ou longo, o motorista
defensivo deve procurar informações sobre as condições
das vias que vai percorrer para planejar melhor seu
itinerário, assim como o tempo que vai precisar para
chegar ao destino desejado.
O condutor deve ajustar-se às condições da via,
reconhecendo o seu estado de conservação, largura,
acostamento, quantidade de veículos, para poder se
preparar melhor para aquilo que vai enfrentar e tomar os
cuidados indispensáveis à segurança e ao uso de
equipamentos que auxiliem no percurso.
NAS ESTRADAS (VIAS RURAIS) - Nas rodovias
estaduais e federais os níveis de velocidades são
maiores, porém o número de veículos geralmente é
menor, o que predispõe o motorista a exceder a
velocidade permitida e cometer infrações de trânsito,
aumentando também o risco de acidentes.
Em determinadas épocas do ano (férias, feriadões,
festas), o número de veículos aumenta muito, causando
congestionamentos e outros tipos de problemas com o
trânsito.
Além disso, o motorista defensivo deve observar à frente
e atrás, avaliando as condições do trânsito e evitando
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assim, situações estressantes para todos os usuários, ser
surpreendido e sofrer qualquer acidente.
CONDIÇÕES ADVERSAS DO VEÍCULO
A condição em que se encontra o veículo é outro fator
muito importante a ser considerado para evitar acidentes.
Antes de assumir a direção, todo motorista defensivo
deve cuidar da manutenção do seu carro e verificar se o
mesmo encontra-se em condições de circulação.
Os defeitos mais comuns que podem causar acidentes
são:
1. pneus gastos;
2. freios desregulados;
3. lâmpadas queimadas;
4. limpadores de pára-brisa com defeito;
5. falta de buzina;
6. espelho retrovisor deficiente;
7. cintos de segurança defeituosos;
8. amortecedores vencidos;
9. folga na direção;
10. suspensão empenada.
Manutenção Preventiva é a que, além de valorizar o
veículo, também é um investimento na segurança não
devemos considerá-la como despesa e deve ser efetuada
segundo as recomendações do fabricante do veículo. É
necessária uma revisão periódica no veículo para que
sejam feitas as regulagens do motor e da suspensão, o
alinhamento da direção e o balanceamento das rodas
Inspeção é responsabilidade do condutor e visa a sua
segurança e dos usuários do veículo. Deve ser efetuada
diariamente, nos equipamentos obrigatórios
de
informações e comunicação e semanalmente, nos
demais acessórios.
Equipamento Indispensáveis
PNEUS - Os pneus devem estar em perfeitas condições,
pois representam um fator importante de segurança. O
desgaste dos pneus deve se dar por igual tanto no
sentido radial quanto no transversal. No entanto, há
várias causas que provocam um desgaste irregular,
mesmo que o pneu esteja calibrado corretamente.
As mais comuns são as seguintes
- Defeito na suspensão (desgaste apenas de um dos
lados do pneu);
- Desalinhamento dos pneus dianteiros;
- Folga nos embuchamentos;
- Folga nos rolamentos das rodas dianteiras;
-Terminais de direção gastos;
- Folga na caixa de direção;
- Impactos causados por buracos, guias de calçadas,
aceleração e freadas bruscas.
Use os pneus em perfeito estado com as pressões
corretas. A calibragem deve ser feita uma vez por
semana sempre com os pneus frios. O estepe também
deve ser calibrado, seguindo as especificações do
fabricante. Evite o uso de pneus recauchutados, carecas
ou lisos. Recomenda-se que seus desenhos ou sulcos
não sejam de profundidade inferior a 1,6mm.
Pneus novos também podem ser perigosos em piso
molhado. Só depois de alguns quilômetros de uso eles
adquirem a aspereza necessária.
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Medidas defensivas para ter a máxima estabilidade
- Faça o rodízio dos pneus de acordo com as
recomendações do fabricante para que o desgaste seja
feito por igual.
- Os pneus largos são melhores em pistas secas, mas
piores nas superfícies molhadas. Evite, pois, fazer uso de
pneus que não sejam aqueles recomendados pelo
fabricante do veículo.
- Em pista molhada, observe pelos espelhos retrovisores
se as rodas estão deixando um rastro no asfalto. Em
caso positivo, é sinal que está tudo bem e os pneus estão
em contato direto com o piso. Caso não haja rastros é
porque está ocorrendo aquaplanagem. Nesta situação,
não use os freios de maneira brusca. Retire o pé do
acelerador e reduza a marcha, segurando com atenção a
direção até que o veículo seja controlado.
- Verifique se as ferramentas para a sinalização de
segurança e para a troca de pneus estão no veículo e se
funcionam adequadamente, como: chave de roda,
macaco e triângulo.
FREIOS - É o dispositivo mais importante para a
segurança e tem por finalidade fazer o veículo parar. Os
veículos leves são equipados com freio de serviço e de
estacionamento. Já os veículos médios e pesados, além
do freio de serviço e de estacionamento, são equipados
com o freio motor.
Verifique o funcionamento do freio
imediatamente após iniciar o seu trajeto.
de
serviço
Acione moderadamente o freio de serviço até obter uma
parada total, sempre que entrar em contato com a água
para secar as guarnições e restabelecer a eficiência dos
freios.
Utilize a mesma marcha na subida e na descida das
serras sempre que possível, pois isto possibilita que a
força de frenagem do motor atinja seu máximo,
proporcionando um menor esforço ao freio de serviço.
Regule periodicamente o sistema de freios para a sua
segurança.
Verifique sempre o nível do fluído do freio, inspecionando
visualmente as guarnições das sapatas através das
janelas de verificação.
Sempre os freios são usados eles se aquecem. Mas caso
forem usados repetidamente por um longo período como nas descidas de serras - eles podem perder a sua
eficiência. Se acontecer uma situação de emergência é
preciso parar imediatamente!
Desviar dos outros veículos rapidamente, buscando
espaços vazios.
Sinalizar com o pisca-alerta.
Utilizar o freio motor e o freio de estacionamento como
freios de emergência, acionando-os gradualmente para
não provocar o travamento brusco das rodas.
Nessas circunstâncias, como medida defensiva, o
motorista deverá:
Reduzir as marchas tomando o cuidado para não colocar
o veículo em ponto neutro, o que não seria adequado em
uma situação de emergência.
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Os freios molhados também podem causar acidentes. Os
freios não funcionam bem em paradas súbitas e podem
fazer o veículo “puxar” para o lado, levando você a perder
o controle sobre ele.
Após dirigir em meio a uma grande poça d'água, ou após
o veículo ter sido lavado em um posto de serviço,
pressione levemente o pedal de freio, até sentir que os
freios estão funcionando normalmente.
SUSPENSÃO: Diminui as trepidações e os choques
resultantes do contato dos pneus do veículo com o solo.
Esteja
atento
aos
amortecedores,
molas
e
estabilizadores, pois eles são muito importantes na
manutenção da dirigibilidade, da estabilidade e da
segurança do seu veículo.
SISTEMA ELÉTRICO: Toda parte elétrica do veículo
deve estar funcionando perfeitamente. Qualquer sinal de
mau funcionamento no painel de instrumento merece ser
investigado.
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VI - para as bicicletas, a campainha, sinalização
noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho
retrovisor do lado esquerdo.
VII - equipamento suplementar de retenção - air bag
frontal para o condutor e o passageiro do banco dianteiro.
(Incluído pela Lei nº 11.910, de 2009)
CONDIÇÕES ADVERSAS DE CARGA
Carga mal arrumada;
Carga em excesso
Carga mal amarrada
Art. 100. Nenhum veículo ou combinação de veículos
poderá transitar com lotação de passageiros, com peso
bruto total, ou com peso bruto total combinado com peso
por eixo, superior ao fixado pelo fabricante, nem
ultrapassar a capacidade máxima de tração da unidade
tratora.
Art. 102. O veículo de carga deverá estar devidamente
equipado quando transitar, de modo a evitar o
derramamento da carga sobre a via.
Também é importante:
- Levar lâmpadas e fusíveis sobressalentes para estar
preparado em caso de mau funcionamento em alguma
parte desse sistema.
- Lembre-se de testar os faróis, as luzes e as setas.
- Verificar freqüentemente o nível de água da bateria se
ela não for selada. Completar o nível com água destilada,
especialmente no calor.
ESPELHOS RETROVISORES: Os espelhos retrovisores,
internos e externos devem ser mantidos limpos, firmes e
regulados para a posição que permita boa visibilidade
pelo motorista.
LIMPADOR DE PARA-BRISAS: O pára-brisa deve estar
sempre limpo e isento de poeiras.
Verifique o funcionamento do limpador de pára-brisas, o
nível do reservatório de água e o estado das borrachas
das paletas.
Art. 103. O veículo só poderá transitar pela via quando
atendidos os requisitos e condições de segurança
estabelecidos neste Código e em normas do CONTRAN.
Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos,
entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN:
I - cinto de segurança, conforme regulamentação
específica do CONTRAN, com exceção dos veículos
destinados ao transporte de passageiros em percursos
em que seja permitido viajar em pé;
II - para os veículos de transporte e de condução
escolar, os de transporte de passageiros com mais de
dez lugares e os de carga com peso bruto total superior a
quatro mil, quinhentos e trinta e seis quilogramas,
equipamento registrador instantâneo inalterável de
velocidade e tempo;
III - encosto de cabeça, para todos os tipos de
veículos automotores, segundo normas estabelecidas
pelo CONTRAN;
IV - (VETADO)
V - dispositivo destinado ao controle de emissão de
gases poluentes e de ruído, segundo normas
estabelecidas pelo CONTRAN.
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CONDIÇÕES ADVERSAS DO MOTORISTA
Finalmente, é preciso considerar o estado em que o
motorista se encontra, isto é, se ele está física e
mentalmente em condições de dirigir um veículo.
1. Condições Físicas
- Fadiga
- Sono
- Estresse
- Visão deficiente
- Audição deficiente
- Perturbação física
- Estado alcoólico
FADIGA SONO
A fadiga é provocada pelo excesso de atividade física e
estresse e apresentam algumas conseqüências como pro
exemplo, Diminui o tempo de reação, Aparecem lapsos
de atenção,.etc.
Como evitar:
- Comece a viagem descansado;
- Dirija em posição confortável;
- Use o cinto de segurança;
- Pare e descanse a cada duas horas, ou 160
quilômetros;
- Ao notar sintomas de cansaço: O ideal é uma ligeira
interrupção da viagem, feita em lugar seguro, onde o
motorista possa relaxar a musculatura, esticar as pernas,
movimentar os braços e andar um pouco.
Se os sintomas persistirem e o corpo emitir sinais de
cansaço e dificuldade de concentração:
- Descanse o tempo que for necessário;
- Não prossiga a viagem sem que tenha descansado
suficientemente.
- Quando não estiver bem, peça a outra pessoa que
dirija por você;
Um motorista com sono representa uma ameaça igual ou
maior à segurança das pessoas do que um condutor que
dirige embriagado. Pesquisas comprovam que a
sonolência prejudica os reflexos e a atividade
psicomotora bem mais que o álcool, fato que explica o
alto índice de acidentes envolvendo motoristas
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sonolentos. Estima-se que mais de 15% dos desastres
nas rodovias brasileiras têm como causa “o velho
cochilo”.
- Evite as bebidas alcoólicas e durma bem.
- Um bom planejamento pode ajudar a distribuir os
períodos para dormir e trabalhar.
- Não dirija e procure orientação médica se você sofre de
algum distúrbio do sono, como a apnéia (parada da
respiração).
ESTRESSE: O estresse é uma reação do organismo
diante de qualquer coisa que possa representar perigo. O
estresse se revela, por exemplo, pela aceleração do
coração, aumento da tensão muscular, aumento do alerta
do cérebro e alterações do organismo.
Submetido a uma situação de perigo ao dirigir ou
pressionado por outros fatores - pessoais e profissionais o motorista pode se manter quase permanentemente em
estado de estresse, levando ao surgimento de sintomas
como: fadiga, sono irregular, nervosismo, impaciência,
agressividade e até mesmo o aparecimento de doenças
orgânicas.
Um exame médico regular pode ajudar a detectar
doenças orgânicas e males causados pelo estresse. É
preciso saber dividir o tempo de maneira que as horas de
lazer, bem como a prática de exercícios físicos e/ou de
relaxamento, possam compensar as tensões do trânsito.
DEFICIÊNCIA DE VISÃO E/OU AUDIÇÃO: Com o passar
do tempo, a visão pode estar diminuída, mas como é um
processo lento em geral, a pessoa só se apercebe
quando submetida a exame especializado.
BEBIDA ALCOÓLICA: O álcool etílico é considerado uma
substância psicoativa (droga) e, como tal, é a de maior
consumo no Brasil.
Quando chega ao estômago, o álcool é rapidamente
absorvido e transportado para a corrente sangüínea. A
dosagem alcoólica distribui-se por todos os órgãos e
líquidos orgânicos, mas concentra-se elevadamente no
cérebro.
O processo de absorção do álcool no organismo é rápido
(90% em 1 hora), porém a eliminação total é lenta,
processo que demanda de 6 a 8 horas e não pode ser
acelerado por exercícios físicos, café forte, banho frio ou
remédios. Esses recursos populares conseguem apenas
transformar um ébrio sonolento num bêbado bem
acordado.
A atuação do álcool afeta completamente nossa
capacidade de condução de veículos, pois deprime os
centros de controle do cérebro, levando às seguintes
conseqüências:
- Diminuição da Capacidade de Reação: causa
depressão e pode levar o motorista a um estado de
relaxamento com retardamento dos seus reflexos.
- Redução de Inibição: os efeitos do álcool tendem, em
princípio, eliminar nossa inibição. Assim, a habilidade de
controlar as más condições de trânsito torna-se quase
inexistente.
- Debilitação do Controle Neuromuscular: o motorista
não pode dividir sua atenção satisfatoriamente depois de
uma pequena dose de bebida. A habilidade de mudar a
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atenção de um acontecimento para outro, ou de fazer
duas coisas de uma só vez (que é exigida para uma
direção segura) torna-se, em grande parte, reduzida.
- Dificuldade de Visão: o motorista não pode julgar
corretamente a velocidade de seu veículo ou dos outros,
nem a que distância se encontra em relação a outros
veículos.
O consumo de algumas substâncias afeta negativamente
o nosso estado físico e mental e nosso modo de dirigir.
Alguns remédios usados, mesmo por recomendação
médica, alteram nosso estado geral prejudicando nosso
desempenho ao volante. Evite tomá-los, ou evite dirigir
após o seu uso.
Ex.: Remédios para emagrecer, calmantes ou
antialérgicos, remédios para se manter acordado (rebite).
Todos os tipos de drogas são proibidos ao volante,
inclusive o álcool, pois afetam o nosso raciocínio lógico e
o desempenho normal de nossas funções físicas e
mentais. Muitas drogas podem ser fatais, principalmente
quando associadas a bebidas alcoólicas.
Art. 276. Qualquer concentração de álcool por litro de
sangue sujeita o condutor às penalidades previstas no
art. 165 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.705,
de 2008)
Art. 277. Todo condutor de veículo automotor, envolvido
em acidente de trânsito ou que for alvo de fiscalização de
trânsito, sob suspeita de dirigir sob a influência de álcool
será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos,
perícia ou outro exame que, por meios técnicos ou
científicos, em aparelhos homologados pelo CONTRAN,
permitam certificar seu estado. (Redação dada pela Lei
nº 11.275, de 2006)
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer
outra
substância
psicoativa
que
determine
dependência: (Redação dada pela Lei nº 11.705, de
2008)
Infração - gravíssima; (Redação dada pela Lei nº
11.705, de 2008)
Penalidade - multa (cinco vezes) e suspensão do
direito de dirigir por 12 (doze) meses; (Redação dada
pela Lei nº 11.705, de 2008)
Medida Administrativa - retenção do veículo até a
apresentação de condutor habilitado e recolhimento do
documento de habilitação. (Redação dada pela Lei nº
11.705, de 2008)
Parágrafo único. A embriaguez também poderá ser
apurada na forma do art. 277.
Art. 306. Conduzir veículo automotor, na via pública,
estando com concentração de álcool por litro de sangue
igual ou superior a 6 (seis) decigramas, ou sob a
influência de qualquer outra substância psicoativa que
determine dependência: (Redação dada pela Lei nº
11.705, de 2008)
Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa
e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a
habilitação para dirigir veículo automotor.
A maneira de conduzir o veículo é também uma das
causas de acidentes no trânsito.
- Dirigir apenas com uma das mãos;
- Apanhar objetos no veículo em movimento;
- Acender cigarros;
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- Espantar abelhas ou qualquer outro inseto com o
veículo em movimento;
- Efetuar manobras bruscas com o veículo;
- Volante escorregadio devido ao suor do motorista;
- Usar o celular;
- Ajustar o rádio ou manipular CD.
- Dirigir sempre com as duas mãos segurando o volante
firmemente.
- Parar no acostamento.
- Não se curve para apanhar objetos dentro do veículo
em movimento.
- Não fale ao telefone enquanto dirige.
- Evitar manobras bruscas.
- Avaliar seus próprios erros.
- Evitar colocar objetos no painel do veículo.
2. Condições Mentais:
Estado de Tensão Emocional
- Preocupações;
- Aborrecimentos;
- Agressividade.
b) Pressa/Impaciência
c) Distração
Preocupações,
aborrecimentos
e
temperamento
agressivo são causas freqüentes dos acidentes de
trânsito. Sob estado de tensão emocional do condutor, o
veículo passa a ser manobrado e usado como arma
pessoal, ampliando o perigo da velocidade e do peso
para si e para os outros usuários da via.
O condutor deve ficar atento a possíveis mudanças em
seu comportamento, pois está transitando em um espaço
público e a sua conduta poderá prejudicar ou facilitar a
locomoção de outras pessoas neste espaço.
Motorista com pressa é risco alto de acidentes. Isto
significa que todos correm perigo diante da pressa de
alguns.
PRESSA/IMPACIÊNCIA :Por problemas pessoais ou
profissionais, cansaço, trechos longos, acontecimentos
fora da estrada, sinalização deficiente ou inexistente, o
desvio da atenção do ambiente de trânsito são
freqüentes causas de acidentes.
Manter a atenção ativamente concentrada à frente e
distribuída nas laterais e traseira do veículo, pois o
trânsito é um espaço dinâmico que está em constante
mudança. Desta forma, é possível o condutor observar
todo o ambiente e descobrir as circunstâncias de risco no
momento em que elas estão surgindo.
No trânsito, a qualquer momento, um outro motorista
pode se colocar à frente do seu veículo devido,
principalmente, às curvas mal feitas, ultrapassagens
perigosas e trânsito na contramão.
- Planeje com antecedência o roteiro da viagem, de
modo a não precisar dirigir com pressa.
- Pressa e impaciência somadas diminuem a margem de
raciocínio claro que o motorista precisa manter o tempo
todo no trânsito.
Além disso, diante da pressa e da impaciência dos
outros, o motorista precisa manter mais calma ainda,
ajudando a evitar acidentes. A regra é: não aceite
desafios e deixe passar o afobado sem se contaminar
pela sua atitude.
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DISTRAÇÃO: Diante de tais circunstâncias, como
motorista defensivo:
- Desacelere;
- Dê sinal de luz;
- Buzine;
- Vá totalmente para a direita (se preciso, procure o
acostamento).
COLISÕES: Colisão é o impacto entre veículos em
movimento. Existem vários tipos de colisões.
COLISÃO COM O VEÍCULO DA FRENTE
Acontece quando o condutor colide com o veículo que
está imediatamente à sua frente no mesmo sentido de
direção. O motorista defensivo precisa ter tempo e
espaço suficientes para realizar as manobras.
Como Evitar:
- Fique alerta. (observe os sinais do motorista da frente:
lanternas, piscas, sinais de braço, etc.)
- Domine a situação (Procure ver além do veículo da
frente para identificar situações que podem obrigá-lo a
manobras bruscas sem sinalizar, verifique a distância e
deslocamento também do veículo de trás e ao seu lado
para poder tomar a decisão mais adequada, se
necessário, numa emergência).
- Ao sentir uma situação potencialmente perigosa,
raciocine imediatamente a defesa Comece a parar antes
Se necessário pisar no freio ao avistar algum tipo de
perigo, pise aos poucos para evitar derrapagens ou
parada brusca, pondo em risco os outros condutores na
via.
- Tire o pé do acelerador e coloque-o no pedal de freio,
ganhando assim, tempo de reação.
- Mantenha distância segura do veículo da frente,
adotando - sempre que possível - a regra dos dois
segundos ou do referencial fixo (que será visto a seguir).
Lembre-se de que com a chuva ou pista escorregadia
essa distância deve ser maior que em condições
normais.
COLISÃO COM VEÍCULO DE TRÁS
Uma das principais causas dessa colisão é motivada por
motoristas que dirigem "colados" ao veículo da frente e
que nem sempre se pode escapar dessa situação,
principalmente numa emergência.
Outras causas são:
- Freadas bruscas;
- Falta de sinalização;
- Manobras inesperadas dos condutores do veículo da
frente.
A primeira atitude do condutor defensivo é livrar-se do
condutor que o segue à curta distância, reduzindo a
velocidade ou deslocando-se para outra faixa de trânsito
mais à direita ou acostamento, levando-o a ultrapassá-lo
com segurança.
DEFESAS PARA EVITAR COLISÃO COM O VEÍCULO
DE TRÁS
Sinalize suas intenções: ligue a sinaleira ou dê sinal de
braço.
Cheque constantemente os retrovisores e os pontos
cegos.
Não pare bruscamente, salvo por razões de segurança.
(Art.42-CTB)
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Livre-se dos motoristas que colam na traseira do seu
carro.
Use o princípio da cortesia e favoreça a ultrapassagem
dos "apressadinhos", mantendo sempre as distâncias
recomendadas para sua segurança.
COLISÃO FRONTAL SENTIDO CONTRARIO
Esse tipo de colisão é considerado um dos mais graves,
pois o impacto sofrido é proporcional a soma das
velocidades dos veículos envolvidos.
Dentre suas causas, estão:
- Ingestão de bebida alcoólica;
- Excesso de velocidade;
- Dormir ao volante;
- Problemas com o veículo;
- Distração do condutor;
- Ultrapassagens feitas em desacordo com as medidas
de segurança.
DEFESAS PARA EVITAR COLISÃO FRONTAL
Cuidado com as curvas, Velocidade, tipo de pavimento,
ângulo da curva, condições do veículo e condutor são
fatores que podem determinar a saída do seu veículo da
sua faixa de direção, indo chocar-se com quem vem no
sentido contrário, causando um acidente grave. Nas
curvas, reduza sempre a velocidade e mantenha-se
atento.
Reduza a velocidade sempre que avistar um veículo na
direção contrária, de forma perigosa.
Mantenha-se à direita.
Saia da pista, se necessário.
Próximo às curvas e aclives, mantenha o veículo o
máximo a direita da pista.
Em qualquer caso, saia para o acostamento da sua mão
de direção.
COLISÃO NAS ULTRAPASSAGENS
São ocasionadas por ultrapassagens mal feitas aliadas
ao excesso de velocidade.
DEFESAS PARA EVITAR COLISÃO AO ULTRAPASSAR
OUTRO VEÍCULO
Para evitar este tipo de colisão:
- Ultrapasse apenas em locais permitidos, ficando atento
as condições de segurança e visibilidade;
- A Ultrapassagem deve ser realizada apenas pela
esquerda.
- Mantenha a distância do veículo da frente, para não
perder o ângulo da visão.
- Checar os espelhos retrovisores, verificar os pontos
cegos do veículo.
- Jamais ultrapassar em curvas, túneis, viadutos, aclives,
declives, lombadas, cruzamentos e outros pontos que
não ofereçam segurança na manobra.
- Verifique a estrada a sua frente e só inicie a manobra
se tiver certeza de que é segura.
- Cheque se o condutor do veículo da frente não está
indicando que vai ultrapassar um terceiro.
- Sinalize e acelere. Dê sinal de aviso ao motorista que
está sendo ultrapassado.
- Ao concluir a ultrapassagem, sinalize sua intenção de
voltar à direita, assegure-se de que a distância do veículo
ultrapassado é segura e volte.
DEFESAS PARA EVITAR COLISÃO COM OUTRO
VEÍCULO, AO SER ULTRAPASSADO
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- Verifique a estrada à sua frente.
- Dê sinal de aviso se perceber qualquer anormalidade
que possa dificultar a ultrapassagem.
- Se achar necessário, ligue a seta da direita indicando
que está tudo bem.
- Não acelere. Facilite a ultrapassagem. Se necessário,
encoste um pouco à direita.
- Cuidado com a volta de outro veículo à pista da
direita.(Mantenha a distância de seguimento).
COLISÃO EM CRUZAMENTOS
Geralmente é nos cruzamentos, entradas e saídas de
veículos que acontece a maioria dos acidentes. Estes
acidentes ocorrem nas manobras de virar à direita ou
esquerda, não observar o semáforo ou a preferência de
passagem no local, assim como a travessia de pedestres
DEFESAS
PARA
EVITAR
COLISÃO
NOS
CRUZAMENTOS
- Obedecer à sinalização.
- Respeitar a preferência de quem transita por via
preferencial, ou que já esteja transitando em rotatórias.
- Cuidar com os procedimentos de convergência, tanto à
esquerda quanto à direita.
- Dar preferência para pedestres e veículos não
motorizados.
- Reduza a velocidade ao se aproximar de um
cruzamento.(Art.44-CTB)
- Redobre a atenção.
- Sinalize suas intenções.
- Quando parado, mantenha o pé no pedal do freio.
- Na saída, use a regra dos dois segundos.
OUTROS TIPOS DE COLISÃO
COLISÃO COM PEDESTRES/ATROPELAMENTO
O pedestre é o usuário mais importante da via pública e,
no entanto, é o mais indefeso, principalmente crianças,
idosos, portadores de deficiência física e necessidades
especiais.
A regra para o condutor é ser cuidadoso com o pedestre
e dar-lhe sempre o direito de passagem, principalmente
nos locais adequados (faixas, área de cruzamento, área
escolar).
DEFESAS PARA O MOTORISTA EVITAR COLISÃO
COM PEDESTRES/ATROPELAMENTO
1. Respeite os limites de velocidade.
2. Obedeça aos sinais luminosos, principalmente não
avance os sinais vermelhos.
3. Pare ou reduza a velocidade antes das faixas de
pedestres. Lembre-se que a preferência é sempre do
pedestre.
4. Reduza a velocidade em locais com muito movimento
de pedestre, mesmo que a pista esteja livre. Mais
atenção ainda ao passar por locais próximos a escolas,
hospitais, praças, shopping centers, estacionamentos e
áreas residenciais.
5. Tenha atenção especial nas paradas de ônibus, pois o
pedestre pode tentar atravessar a via pela frente do
mesmo repentinamente.
6. Fique alerta ao pedestre, porque ele pode aparecer
subitamente. Tenha atenção especial para com idosos,
deficientes físicos. Lembre-se que as crianças podem
correr atrás de bolas, pipas ou animais de estimação.
7. Redobre o cuidado e manobre devagar caso precise
dar marcha à ré em garagens ou em locais com crianças,
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tais como praças, escolas, áreas residenciais. Por terem
baixa estatura, as crianças ficam fora do seu campo
visual e dos espelhos retrovisores. Considere o ponto
cego.
8. Não estacione em calçadas nem obstrua a passagem
dos pedestres.
RECOMENDAÇÕES PARA O PEDESTRE EVITAR
ATROPELAMENTO
1. Antes de atravessar a rua, olhe para os dois lados,
mesmo quando a rua for mão única.
2. Só atravesse quando tiver certeza que há tempo para
chegar do outro lado da via.
3. Ande apenas na calçada. Onde não houver, caminhe
no sentido contrário ao dos carros.
4. Para sua segurança, respeite as placas de sinalização.
5. A travessia deve ser feita em fila única.
6. Nos locais onde houver faixa de pedestre, procure
fazer a travessia neste local.
7. Evite atravessar a via no sinal amarelo ou enquanto os
carros não pararem totalmente.
ALGUMAS DAS DETERMINAÇÕES CONSTANTES NO
CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO REFERENTE
AOS DIREITOS DO PEDESTRE
CTB - Artigo 68 - É assegurada ao pedestre a utilização
dos passeios ou passagens apropriadas das vias
urbanas e dos acostamentos das vias rurais, para
circulação, podendo a autoridade competente permitir a
utilização de parte da calçada para outros fins, desde que
não seja prejudicial ao fluxo de pedestre.
§ 1º O ciclista desmontado, empurrado a bicicleta,
equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.
§ 2º Nas áreas urbanas, quando não houver passeios ou
quando não for possível a utilização destes, a circulação
de pedestres na pista de rolamento será feita com
prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em
fila única, exceto em locais proibidos pela sinalização e
nas situações em que a segurança ficar comprometida.
§ 3º Nas vias rurais, quando não houver acostamento ou
quando não for possível a utilização dele, a circulação de
pedestre, na pista de rolamento, será feita com prioridade
sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única,
em sentido contrário ao deslocamento de veículos,
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas
situações em que a segurança ficar comprometida.
§ 5º Nos trechos urbanos, de vias rurais e nas obras de
arte a serem construídas, deverá ser previsto passeio
destinado à circulação dos pedestres, que não deverão,
nestas condições, usar o acostamento.
COLISÃO COM ANIMAIS
Ocorre com mais freqüência nas zonas rurais, pois os
animais muitas vezes invadem a estrada.Portanto, assim
que perceber qualquer animal na pista reduza a marcha
até que o tenha ultrapassado e nunca use a buzina, pois
poderá assustá-lo e fazer com que se volte contra o seu
veículo.
CHOQUE COM OBJETOS FIXOS OU COLISÃO COM
OBJETO NÃO IDENTIFICADO
É o tipo de acidente que envolve apenas um condutor
com veículo em movimento. Chama-se “misterioso” o
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acidente cuja causa o condutor, quando consegue
sobreviver, não sabe explicar a ocorrência. É ocasionado
geralmente por culpa do próprio condutor, por mau golpe
de vista, quando cansado ou com sono, sob influência de
álcool ou medicamentos, excesso de velocidade,
desrespeito às leis e à sinalização de trânsito.
Para evitar esses acidentes, o condutor defensivo deve
toma as seguintes precauções:
- Fazer revisão periódica no veículo;
- Não insistir em dirigir quando estiver cansado ou
indisposto;
- Redobrar a atenção e reduzir a velocidade sob
condições adversas.
COLISÃO COM BICICLETAS
O ciclista com o seu veículo não motorizado é frágil e
vulnerável. Além de que, tem a preferência sobre os
veículos automotores. Porém, para evitar que você se
envolva nesse tipo de acidente, o melhor é ficar atento,
checar constantemente os retrovisores, tendo cuidado
com os pontos cegos dos veículos, anunciando sua
presença com leves toques na buzina. Ter especial
atenção, principalmente à noite, pois muitos não usam os
refletivos previstos em lei.Certifique-se de que o ciclista
viu e entendeu sua sinalização, mantenha distância e
cuidado ao efetuar manobras ou abrir a porta do veículo.
COLISÃO COM MOTOCICLETAS
O motociclista conduz um veículo motorizado, estando
sujeito a direitos e deveres como qualquer outro. Muitos
condutores desse tipo de veículo costumam ter
comportamentos que põem em risco a segurança do
trânsito e dos usuários da via. É importante lembrar que
as acidentes envolvendo motociclistas sempre têm
conseqüências trágicas, devido à sua fragilidade. Para
evitar este tipo de colisão é necessário:
- Ler com atenção o manual do veículo;
- Usar sempre capacete com viseira ou óculos protetores
aprovados pelo INMETRO. O garupa também é obrigado
a usá-los;
- Manter uma distância segura dos demais veículos;
- Checar constantemente os retrovisores, ficando atento
aos pontos cegos do veículo;
- Manter os faróis acesos dia e noite;
- Respeitar a sinalização;
- Antecipar as situações de risco, pois sua segurança só
depende de você;
- Redobrar a atenção ao se aproximar de cruzamentos;
- Diminua a velocidade na chuva, na areia ou com
neblina;
-Ter cuidado ao abrir as portas do veículo.
COLISÃO EM MARCHA À RÉ
Deve-se tomar algumas precauções ao realizar
manobras à marcha à ré, a fim de evitar colisões:
- A marcha à ré deve ser utilizada em pequenas
manobras.
- Verificar o espaço da manobra e a ausência de
qualquer tipo de obstáculo;
- Não dar ré em esquinas e outros lugares de pouca
visibilidade;
- Evitar sair de ré de garagens e estacionamentos;
- Ter cuidado com objetos, animais e crianças.
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COMPORTAMENTOS SEGUROS NO TRÂNSITO
O condutor defensivo deve conhecer os tipos de paradas
do veículo, tempo e distância necessários para cada uma
delas a fim de evitar acidentes.
Distância de Seguimento: é a distância entre seu veículo
e o que segue à frente, de forma que você possa parar,
mesmo numa emergência, sem colidir com a traseira do
outro.
Distância de reação: é aquela que seu veículo percorre
desde a percepção do perigo até o momento em que pisa
no freio.
Distância de frenagem: é aquela que o veículo percorre a
partir do momento em que o sistema de freio é acionado
até a parada total do veículo.
Distância de parada total: é aquela que o seu veículo
percorre desde a percepção do perigo até parar, ficando
a uma distância segura do outro veículo, pedestre ou
qualquer objeto na via.
Distância de Reação +Distância de Frenagem = Distância
de Parada Total.
Distância Segura
Para você saber se está a uma distância segura dos
outros veículos, vai depender do tempo (sol ou chuva),
da velocidade, das condições da via, dos pneus e do freio
do carro, da visibilidade e da sua capacidade de reagir
rapidamente.
Porém, para manter uma distância segura entre os
veículos, você pode utilizar a "Regra dos dois segundos
ou a regra do referencial fixo".
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Atualmente são usados três tipos de cinto:
- Cinto pélvico ou subabdominal: Equipamento que se
ajusta na região pélvica.
- Cinto torácico ou diagona: Equipamento que se ajusta
na região do tórax em posição diagonal
- Cinto de três pontos:Equipamento que se ajusta na
região do tórax e na região pélvica.
O cinto de três pontos é o que dá mais proteção ao
condutor e passageiros, impedindo que eles sejam
jogados para fora do veículo, ou mesmo contra o painel
ou partes contundentes do veículo e sofram muitas vezes
danos físicos graves ou a morte.
Crianças menores de 10 anos só podem ser
transportadas no banco de trás, usando o cinto e quando
for bebê de colo (até quatro anos), deve usar a cadeira e
o suporte próprio para prender o cinto (no banco de trás).
ENCOSTO DE CABEÇA
Proteção obrigatória para os assentos do motoristas e
passageiros (à exceção do passageiro do assento central
traseiro). Sua altura deve estar acima de seus olhos e a
distância não deve ser maior do que 7 cm. Os braços do
condutor devem ficar levemente flexionados, com as
duas mãos no volante, para a segurança e facilidade no
modo de dirigir. É necessário para proteger o pescoço,
em caso de colisões com veículos de trás.
PONTOS CEGOS
As seis colunas de sustentação do teto do veículo
encobrem a visão do motorista, quando ele vai realizar
algumas manobras, diminuindo seus campo de visão,
como por exemplo.: a mudança de faixa na via.
PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
Procedimentos:
- Observe a estrada à sua frente e escolha um ponto fixo
de referência (à margem) como uma árvore, placa, poste,
casa, etc.
- Quando o veículo que está à sua frente passar por este
ponto, comece a contar pausadamente: mil e um, mil e
dois. (mais ou menos dois segundos).
- Se o seu veículo passar pelo ponto de referência antes
de terminar a contagem de dois segundos (mil e um e mil
e dois), você deve diminuir a velocidade para aumentar a
distância e ficar em segurança, Se o seu veículo passar
pelo ponto de referência após você terminar a contagem
dos dois segundos, significa que a sua distância é
segura.
Este procedimento ajuda você a manter-se longe o
suficiente dos outros veículos em trânsito, possibilitando
fazer manobras de emergência ou paradas bruscas
necessárias, sem o perigo de uma colisão com o veículo
da frente.
CINTO DE SEGURANÇA
É um dispositivo que garante a sua segurança em caso
de acidentes, além de fazer parte dos equipamentos
obrigatórios.
Seu uso nas vias urbanas e rurais é exigido a todos os
ocupantes do veículo. Conforme o CTB, art. 65 É
obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e
passageiros em todos as vias do território nacional, salvo
em situações regulamentadas pela CONTRAN.
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MEIO AMBIENTE
É o conjunto de condições, leis, influências e interações
de ordem física, química e biológica, que permite, abriga
e rege a vida em todas as suas formas.
POLUIÇÃO
É a degradação da qualidade ambiental resultante de
atividades que direta ou indiretamente:
- Prejudiquem a saúde, a segurança e o bem estar da
população;
- Criem condições adversas às atividades sociais e
econômicas;
- Afetem desfavoravelmente a biota;
- Afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio
ambiente;
- Lancem matérias ou energia em desacordo com os
padrões ambientais estabelecidos.
POLUIDOR
Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado,
responsável, direta ou indiretamente, por atividades
causadora de degradação ambiental.
RECURSOS AMBIENTAIS
A atmosfera, as águas interiores, superficiais e
subterrâneas os estuários, o mar territorial, o solo, o
subsolo e os elementos da biosfera.
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São infrações de Trânsito:
Art. 171 – Usar o veículo para arremessar sobre os
pedestres ou veículo, água ou detritos.
Art. 172 – Atirar do veículo ou abandonar na via objetos
ou substâncias.
Art. 227 – Usar buzina:
I – Em situação que não a de simples toque breve como
advertência ao pedestre ou a condutores de outros
veículos;
II – Prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III – Entre as vinte e duas e as seis horas;
IV – Em desacordo com os padrões e freqüência
estabelecidas pelo CONTRAN.
Art. 228 – Usar no veículo equipamento com som em
volume ou freqüência que não sejam autorizadas pelo
CONTRAN.
Art. 229 – Usar indevidamente no veículo aparelho de
alarme ou que produza sons e ruído que perturbem o
sossego público, em desacordo com as normas fixadas
pelo CONTRAN.
Art. 231 – Transitar com o veículo:
I – derramado, lançado ou arrastando sobre a via:
– carga que esteja transportando,
– combustível ou lubrificante que esteja utilizando.
II – produzindo fumaça, gases ou partículas em níveis
superiores ao fixados pelo CONTRAN.
VEÍCULOS AUTOMOTORES
São fonte de poluição das mais sérias para a degradação
ambiental, A emissão de gases de combustão contribui
continuamente para a deterioração da qualidade do ar
nas cidades.
A POLUIÇÃO NO TRÁFEGO
Considera-se poluente qualquer substância presente no
ar e que pela sua concentração possa torná-lo impróprio,
nocivo ou ofensiva à saúde, inconvenientemente ao bem
estar público, danoso aos materiais à fauna e à flora ou
prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e
às atividades normais da comunidade.
OS CRIMES DE TRÂNSITO
- Homicídio culposo;
- Lesão corporal culposa;
- Omissão de socorro;
- Fuga após o acidente;
- Embriaguez ao volante;
- Violação de proibição;
- Participar de racha;
- Dirigir sem permissão ou habilitação;
- Entrega de direção de veículo a pessoa sem
habilitação para dirigir;
- Direção perigosa;
- Fraude processual.
NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO
ANTES DE COLOCAR O VEÍCULO EM CIRCULAÇÃO O
CONDUTOR DEVERÁ:
- Verificar a existência e as boas condições de
funcionamento dos equipamentos obrigatórios;
- Verificar a existência de combustível suficiente para
chegar ao local de destino.
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REGRA DE PERCURSO:
- A circulação deverá ser feita pela faixa do lado direito,
principalmente pelos veículos mais lentos;
- A faixa do lado esquerdo é reservada para veículos
mais velozes e para as ultrapassagens;
- O condutor deverá guardar distância de segurança
lateral e frontal entre o seu e os demais veículos,
considerando a velocidade, as condições do local, da
circulação, do veículo e as condições climáticas.
REGRA DE PREFERÊNCIA
• Os veículos que se deslocam sobre trilhos tem
preferência sobre os demais;
• Os veículos precedidos de batedores terão prioridade
de passagem;
• Os veículos destinados a socorros de incêndio,
salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação
de trânsito e as ambulâncias, além da prioridade de
trânsito, gozam de livre circulação e estacionamento,
quando em serviço de urgência e devidamente
identificados por dispositivos de alarme sonoro e
iluminação vermelha;
• Nos locais não sinalizados terão preferência de
passagem;
• Os veículos provenientes de rodovias;
• Na rotatória aquele que estiver circulando por ela;
• Nos demais casos, o que estiver à direita do condutor.
Obs.: Os veículos prestadores de serviços de utilidade
pública, quando em atendimento na via, gozam de livre
parada e estacionamento no local, da prestação de
serviço desde devidamente sinalizados através de luz de
cor amarelo âmbar.
USO DE LUZES EM VEÍCULOS
- Durante a noite e durante o dia em túneis providos de
iluminação pública o condutor deverá manter acessos os
faróis, utilizando luz baixa;
- Em vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta,
exceto ao cruzar com outro ou segui-lo;
- A troca de luz baixa e alta de forma intermitente, com o
objetivo de alertar outros motoristas, somente deverá ser
usado para indicar;
- A intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente;
- A existência de risco à segurança para os veículos que
circulam no sentido contrário.
- Sob chuva forte, neblina ou cerração deverá manter
acesas as luzes de posição do veículo;
USO DO PISCA-ALERTA:
- Em imobilização ou situação de emergência;
- Quando a regulamentação da via exigir.
ULTRAPASSAGENS E OPERAÇÕES DE RETORNO
A ultrapassagem de outro veículo em movimento deverá
ser feita pela esquerda, obedecida à sinalização
regulamentar e as demais normas estabelecidas neste
Código, exceto quando o veículo a ser ultrapassado
estiver sinalizando o propósito de entrar à esquerda.
Todo condutor deverá, antes de efetuar uma
ultrapassagem, certificar-se de que:
a) nenhum condutor que venha atrás haja começado uma
manobra para ultrapassá-lo;
b) quem o precede na mesma faixa de trânsito não haja
indicado o propósito de ultrapassar um terceiro;
c) a faixa de trânsito que vai tomar esteja livre numa
extensão suficiente para que sua manobra não ponha em
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perigo ou obstrua o trânsito que venha em sentido
contrário.
passagem a pedestre e a veículos que tenham o direito
de preferência.
Todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá:
a) indicar com antecedência a manobra pretendida,
acionando a luz indicadora de direção do veículo ou por
meio de gesto convencional de braço;
b) afastar-se do usuário ou usuários aos quais
ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância
lateral de segurança;
c) retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de
trânsito de origem, acionando a luz indicadora de direção
do veículo ou fazendo gesto convencional de braço,
adotando os cuidados necessários para não pôr em
perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou.
Mesmo que a indicação luminosa do semáforo lhe seja
favorável, nenhum condutor pode entrar em uma
interseção se houver possibilidade de ser obrigado a
imobilizar o veículo na área do cruzamento, obstruindo ou
impedindo a passagem do trânsito transversal.
O condutor que tenha o propósito de ultrapassar um
veículo de transporte coletivo que esteja parado,
efetuando embarque ou desembarque de passageiros,
deverá reduzir a velocidade, dirigindo com atenção
redobrada ou parar o veículo com vistas à segurança dos
pedestres.
O condutor não poderá ultrapassar veículos em vias com
duplo sentido de direção e pista única, nos trechos em
curvas e em aclives sem visibilidade suficiente, nas
passagens de nível, nas pontes e viadutos e nas
travessias de pedestres, exceto quando houver
sinalização permitindo a ultrapassagem.
Nas interseções e suas proximidades, o condutor não
poderá efetuar ultrapassagem. Antes de iniciar qualquer
manobra que implique um deslocamento lateral, o
condutor deverá indicar seu propósito de forma clara e
com a devida antecedência, por meio da luz indicadora
de direção de seu veículo, ou fazendo gesto
convencional de braço.
Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita
nos locais para isto determinados, quer por meio de
sinalização, quer pela existência de locais apropriados,
ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de
segurança e fluidez, observadas as características da via,
do veículo, das condições meteorológicas e da
movimentação de pedestres e ciclistas.
CONTROLE
VEICULOS
DE
VELOCIDADE
E
PARADA
II – OS CONDUTORES DE MOTOCICLETAS,
MOTONETAS E CICLOMOTORES DEVERÃO:
- Usar capacete com viseiras ou óculos protetores;
- Dirigir segurando o guidom com as duas mãos;
- Usar vestuário de proteção.
- CNH da categoria.
VIAS PÚBLICAS
I – A velocidade máxima permitida para a via será
indicada por meio de sinalização, porém onde não existir
sinalização regulamentadora a velocidade máxima será
de:
VIAS URBANAS
- Vias de trânsito rápido
80 Km/h
- Vias arteriais
60 Km/h
- Vias coletoras
40 Km/h
- Vias locais
30 Km/h
VIAS RURAIS
Rodovias
- Automóveis, camionetas e motocicletas
- Ônibus e microônibus
- Demais veículos
Estradas
110 Km/h
90 Km/h
80 Km/h
60 Km/h
II – A velocidade mínima não poderá ser inferior à
metade da velocidade máxima estabelecida.
a)Sempre que quiser diminuir a velocidade de seu
veículo deverá antes certificar-se de que pode fazê-lo
sem risco nem inconvenientes para os outros condutores,
a não ser que haja perigo iminente;
b)Indicar, de forma clara, com a antecedência necessária
e a sinalização devida, a manobra de redução de
velocidade.
Ao aproximar-se de qualquer tipo de cruzamento, o
condutor do veículo deve demonstrar prudência especial,
transitando em velocidade moderada, de forma que
possa deter seu veículo com segurança para dar
Atualizada 30/09/2009
I – OS VEÍCULOS DE TRAÇÃO ANIMAL, OS
CICLOMOTORES E AS BICICLETAS, DEVERÃO
CIRCULAR PELA DIREITA DA PISTA E NO SENTIDO
DE CIRCULAÇÃO DA VIA:
DE
Ao regular a velocidade, o condutor deverá observar
constantemente as condições físicas da via, do veículo e
da carga, as condições meteorológicas e a intensidade
do trânsito, obedecendo aos limites máximos de
velocidade estabelecidos para a via, além de:
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Nas paradas, operações de carga ou descarga e nos
estacionamentos, o veículo deverá ser posicionado no
sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento
e junto à guia da calçada (meio-fio), admitidas às
exceções devidamente sinalizadas.
SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
I – CLASSIFICAÇÃO DOS SINAIS DE TRÂNSITO
- Verticais (placas de regulamentação, advertência e
indicação);
- Horizontais (marcas);
- Dispositivos de sinalização auxiliar (cones, barreiras,
etc.);
- Luminosos (semáforo);
- Sonoros (apitos);
- Gestos do agente de trânsito e do condutor.
II – ORDEM DE PREVALECÊNCIA DA SINALIZAÇÃO
- Ordens do agente de trânsito sobre as normas de
circulação e outros sinais;
- Indicações do semáforo sobre os demais sinais;
- Indicações dos sinais as demais normas de trânsito.
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III – SINAIS SONOROS
SINAIS DE APITO
Um Silvo Breve
SIGNIFICAÇÃO
Atenção Siga
Dois Silvos Breves
Um Silvo Longo
Pare
Diminua a Marcha
SEGURANÇA VEICULAR
I – EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS:
- Pára-choques, dianteiro e traseiro;
- Espelhos retrovisores, interno e externo;
- Limpador de pára-brisa;
- Lavador de pára-brisa;
- Pala interna de proteção contra o sol (pára-sol) para o
condutor;
- Faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela;
- Luzes de posição dianteiras (faroletes) de cor branca ou
amarela;
- Lanternas de posição traseiras de cor vermelha;
- Lanternas de freio de cor vermelha;
- Lanternas indicadoras de direção: dianteiras de cor
âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha;
- Lanternas de marcha a ré, de cor branca;
- Retrorefletores
(catadióptrico) traseiros, de cor
vermelha;
- Lanterna de iluminação da placa traseira, de cor branca;
- Velocímetro;
- Buzina;
- Freios de estacionamento e de serviço, com comandos
independentes;
- Pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
- Dispositivo de sinalização luminosa ou refletora de
emergência, independente do sistema de iluminação do
veículo;
- Extintor de incêndio;
- Cinto de segurança para todos os ocupantes do veículo;
- Roda sobressalente compreendendo o aro e o pneu;
- Macaco compatível com o peso e carga do veículo;
- Chave de roda;
- Chave de fenda ou outra ferramenta apropriada para a
remoção de calotas.
NOÇÕES SOBRE MECÂNICA BÁSICA DO VEÍCULO
MOTOR
O que é motor de combustão interna?
R. É um conjunto de peças mecânicas e órgãos elétricos
que em combinação e funcionamento transformam
energia calorífica em energia mecânica, capaz de dar
movimento a um veículo.
Quais as partes principais do motor automotivo?
R. Carter – bloco – cabeçote.
Qual a função básica do carter do motor?
R. É a de reservatório de óleo de lubrificação do motor.
Qual a função do bloco do motor?
R. Alojar os êmbulos ou pistões que fazem os quatro
tempos do motor (ciclo de otto).
Quais os quatro tempos do motor?
R. Admissão – compressão – explosão – descarga.
Qual a função do cabeçote?
R. Tampar o bloco do motor.
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Aula 1 /1
Quais as peças que formam o conjunto do cabeçote?
R. Válvulas – balancins – molas – câmara de combustão.
Quais os principais órgãos (peças) do motor?
R. Eixo de manivelas – pistões – bielas – anéis de
segmento – eixo de comando de válvula – carter –
volante do motor – engrenagem de distribuição.
Quais os sistemas que auxiliam o funcionamento do
motor?
R. Sistema de alimentação – sistema de lubrificação ou
ignição – sistema de arrefecimento/refrigeração – sistema
de transmissão – sistema de lubrificação.
Qual a finalidade do sistema de alimentação?
R. Assegurar a formação da mistura ar/combustível,
necessária para o funcionamento do motor.
Quais as peças componentes do sistema de
alimentação?
R. Tanque de combustível – conexões – tubulações –
bomba de combustível – carburador – bomba injetora
(nos motores a diesel).
Qual a finalidade do sistema de ignição?
R. Oferecer no tempo e espaço pré-estabelecidos, a
centelha para a queima da mistura gasosa.
Quais as peças que compõem o sistema de ignição?
R. Bateria – bobina – fios – velas – platinado –
condensador – rotor – alternador – distribuidor – chave
de ignição.
Para que serve a bateria?
R. Para acumular corrente elétrica fornecida pelo
alternador.
Qual a função da bobina?
R. Transformar a corrente de baixa voltagem da bateria
em alta voltagem para as velas.
Como a corrente da alta voltagem da bobina chega às
velas?
R. Ela é distribuída através do rotor do distribuidor e
chega às velas pelos cabos de velas.
Para que serve o platinado?
R. Para fornecer corrente no momento oportuno,
ocasionando centelha nas velas no momento da
compressão dos gases na câmara de combustão.
Qual a finalidade do sistema de arrefecimento?
R. Manter o motor em temperatura ideal de trabalho.
Quais as peças que compõem o sistema de
arrefecimento?
R. Radiador – mangueiras – bomba d’água – válvula
termostática – correia do ventilador – camisas de
circulação d’água.
Qual a finalidade do sistema de lubrificação?
R. Evitar o desgaste prematuro das peças que se atritam
e reduzir ao mínimo o calor gerado mantendo a
temperatura das bronzinas dentro dos limites toleráveis.
Quais os tipos de lubrificação?
R. Por pressão – salpico – imersão.
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Onde se processa a lubrificação por imersão?
R. Na caixa de marcha e no diferencial.
Onde se processa a lubrificação por salpico?
R. Nos cilindros.
Onde se processa a lubrificação por pressão?
R. Nos mancais centrais, bielas e no comando de válvula.
Qual a finalidade do sistema de transmissão?
R. Transmitir a força do motor às rodas.
Quais as peças componentes do sistema de
transmissão?
R. Volante do motor, embreagem, caixa de câmbio,
diferencial, semi eixos e juntas homocinéticas.
Qual a função da embreagem?
R. Serve para desligar ou ligar a potência do motor à
caixa de marcha.
Qual a finalidade da caixa de marcha?
R. Selecionar a marcha para adequa-la à velocidade do
veículo, inverter a rotação da transmissão, permitir o
ponto morto.
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Aula 1 /1
R. Impulsionar o óleo diesel para o bico da bomba
injetora, onde ocorre a pulverização do óleo.
Qual a função do amperímetro?
R. Acusar a carga da bateria e do alternador.
Quais as causas de superaquecimento do motor do
veículo?
R. Falta de água no radiador; correia do ventilador com
problema; termostato defeituoso; entupimento das
serpentinas do radiador; lubrificação deficiente; defeito na
bomba d’água.
Qual a função das velas?
R. Produzir faíscas elétricas para inflamar a mistura de
ar/gasolina nos cilindros do motor.
Para que servem os amortecedores?
R. Destinam-se a absorver ou amortecer as vibrações
para que as molas não oscilem continuadamente para
cima e para baixo.
O que é sobresterçagem?
R. É quando a força centrífuga tende a deslocar o
automóvel lateralmente nas curvas, fazendo com que o
ângulo das rodas de trás sejam maiores do que as rodas
da frente.
Qual a finalidade do diferencial?
R. Transmitir movimento aos semi eixos: atuar nas
curvas fazendo com que a roda do lado interno gire com
menor velocidade.
O que é subesterçagem?
R. É quando o ângulo de deslizamento é maior nas rodas
da frente do que nas de trás.
Quais os tipos de sistema de freio?
R. Mecânico – hidráulico – freio a ar – freio a hidrovácuo.
Qual a função dos fusíveis?
R. Proteger o circuito elétrico do automóvel.
Freio mecânico – é o sistema mais antigo, sendo utilizado
ainda hoje apenas como freio de estacionamento,
usualmente conhecido como freio de mão.
Freio hidráulico – é o sistema mais empregado em
veículos leves. Compõe-se das seguintes peças: pedal
de freio; tirante; cilindro mestre; conexões; tubulações
rígidas e flexíveis; cilindros de rodas com válvulas de
sangria; sapatas com revestimentos de lonas; tambor de
freio; disacos de freio; pastilhas e pinças.
Freio a ar - é um sistema bastante eficiente, por isso é
empregado em veículos pesados como caminhões e
ônibus. O funcionamento desse sistema é baseado na
utilização de ar comprimido.
Freio a hidrovácuo - é idêntico ao freio hidráulico. Apenas
acrescido de um reservatório onde é feito o vácuo,
utilizado para injetar o líquido com maior força entre os
êmbulos dos cilindros das rodas.
Obs: todos os sistemas de freio citados são baseados na
abertura das sapatas ou pastilhas de freio de encontro ao
tambor ou disco de freio.
Para que serve o carburador?
R. Para dosar a mistura gasolina/ar de acordo com os
fatores: velocidade, carga e temperatura.
Qual a finalidade da bomba de combustível?
R. Aspirar o combustível do tanque e impulsioná-lo para
o carburador (ou bomba injetora), nos veículos a diesel.
Qual a finalidade da bomba injetora nos veículos a
diesel?
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PANES OCASIONAIS
O motor não vira. Pode ser: bateria fraca ou
descarregada; mau contato no cabo de bateria; arranque
defeituoso; mau contato na chave de ignição; cabos do
alternador soltos.
O motor vira mais o carro não pega. Pode ser: falta de
combustível no tanque; bomba de combustível não
aspira; entupimento da tubulação; água no combustível;
afogador mal regulado; bóia do carburador com defeito;
velas molhadas, sujas, trincadas ou com folga
inadequada; umidade no distribuidor; tampa do
distribuidor trincada, rotor desgastado.
O motor está falhando. Pode ser: defeito na bobina,
condensador ou platinado; carburador desregulado, sujo,
velas com defeito; cabo de velas partido, mau contato;
válvulas presas, queimadas ou desreguladas; impurezas,
água ou ar no combustível; bomba ou injetor defeituoso
(motor diesel).
Motor aquecendo muito. Pode ser: falta de água no
radiador; falta de óleo no motor; bomba d’água com
defeito; bomba de óleo com defeito.
O freio está falhando. Pode ser: falta de óleo no
reservatório; cilindros com vazamento; lonas/pastilhas
gastas; mangueiras e tubulações furadas; ar no sistema
de freio.
Se o motor está consumindo muito combustível. Pode
ser: velas sujas, trincadas, gastas; vazamento em alguma
parte do sistema; carburador desregulado; faísca
atrasada (distribuidor desregulado); uso excessivo do
afogador.
DICAS PARA NÃO FICAR NA ESTRADA.
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Você é responsável pelas boas condições do seu veículo.
O motorista responsável é aquele que está sempre
atento à conservação e manutenção do veículo.
Faça diariamente um check list observando os principais
itens de segurança.
TRÂNSITO E CIDADANIA
O homem é um ser social, que vive em grupos
modificando-se e adaptando-se de acordo com suas
necessidades e aspirações.
O INDIVÍDUO
O homem é um dos elementos do ambiente, formado de
três partes: o biológico, o racional e o emocional, que
estão sempre integrados e inter-relacionados entre si e
com os outros elementos da natureza, nos diferentes
níveis de sua evolução.
Temos, portanto, um conjunto de traços herdados
(características genéticas), que em contato com o
ambiente determinado (características adquiridas),
resulta num ser específico, individual e particular dotado
de uma personalidade.
Cada indivíduo é dotado de uma personalidade, refere-se
ao modo relativamente constante e peculiar de perceber,
pensar, sentir e agir do indivíduo. A definição tende a ser
ampla e acaba por incluir habilidades, atitudes, crenças,
emoções, desejos, modo de comportar-se, inclusive
aspectos físicos do indivíduo que lhe caracteriza como
um ser diferente do outro.
GRUPO SOCIAL
Grupo social supõe um conjunto de pessoas num
processo de relação mútua e organizado com finalidade
de atingir um objetivo imediato ou a longo prazo.
A história de vida do indivíduo é a história de pertencer a
inúmeros grupos sociais. É através dos grupos, que as
determinações sociais mais amplas agem sobre o
indivíduo. Por exemplo, é no grupo familiar que ele
aprenderá a língua de sua nacionalidade. Este
aprendizado possibilitará sua participação em outros
grupos sociais e conseqüentemente, sua interferência
nas determinações que agem sobre ele.
Para promover a interação social no trânsito é
necessário:
• Acatar a legislação, conhecer e cumprir as regras de
circulação e conduta.
• Abrir mão quando necessário dos seus direitos para
respeitar o direito alheio.
• Ajuda mútua a fim de evitar ou solucionar problemas
de trânsito.
Comportamento no trânsito, correto, educado, que
promove a segurança e a tranqüilidade de todos, é
resultante da boa educação do grupo e também em
outros setores da vida diária.
Existem, porém, algumas atitudes, que você pode
incorporar ao seu modo de dirigir, que farão com que o
trânsito se torne mais humano e seguro. Para tanto, além
do conhecimento da legislação de trânsito, você só
precisa ter bom senso.
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
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Direção Defensiva
Aula 1 /1
• Em vez de trafegar lentamente pela esquerda,
dificultando as ultrapassagens, mude de faixa andando
pela direita; você também chega lá.
• Ao invés de acelerar quando um condutor pede
passagem, diminua a velocidade e deixe-o passar. Você
não está disputando um lugar no Pódio.
• Em vez de invadir a via preferencial de outro condutor,
aguarde um pouco mais. Freadas bruscas não são muito
agradáveis.
• Não buzine excessivamente no trânsito, mantenha
calma.
• Nunca mude bruscamente de pista, confira antes no
retrovisor e use as Setas nas ruas você não anda
sozinho.
• Evite aumentar a velocidade na chuva, ignorando o
risco da pista molhada, diminua sempre a velocidade. O
aumento dos acidentes com o tempo chuvoso não é
mera coincidência.
• Jamais esqueça seu veículo em fila dupla atrapalhando
o trânsito e os outros, ande um pouco mais, tem sempre
uma vaga livre adiante.
• Nunca fique atrás de um veículo, que está indicando
que vai virar à esquerda, ultrapasse pela direita. Esta é a
única exceção à regra de ultrapassagem, que deve
sempre acontecer pela esquerda.
• Não carregue o capacete no braço, use-o na cabeça.
Segurança nunca é demais.
• Avançar o sinal que acabou de ficar vermelho,
aproveitando a lógica insensata de que ö pedestre
espera, pare o carro na faixa. O respeito ao próximo vem
muito antes das leis do trânsito.
DIFERENÇAS INDIVIDUAIS
Numa sociedade existe uma diversidade de tipos de
pessoas, e isso é que garante seu processo dinâmico,
fazendo com que esta não fique estagnada (parada),
garantindo assim um processo evolutivo através de
inovações, transformações e criatividade.
Cada indivíduo desenvolve uma personalidade,
particular, que varia de acordo com a sua formação,
vivência, cultura é o que chamamos de diferenças
individuais. Através dessas diferenças cada um de nós,
tem uma maneira própria para interpretar os mesmos
acontecimentos de maneiras diferentes.
Há nas vias públicas diversos tipos de condutores (o
domingueiro, o recém-habilitado, o dono da via, o superexperiente, o alcoolizado, etc.) que precisam conviver
pacificamente, respeitando direitos e deveres para que
haja harmonia com os pedestres que também tem várias
características como: o apressadinho, o brincalhão, o
agressivo, o indiferente, o distraído, o zombador, e
outros.
Lembre-se sempre que no trânsito você não está sozinho
e as leis não foram feitas apenas para os outros, mas
para você também, e que grande parte dos problemas de
relacionamento humano no trânsito ocorrem devido a
uma série de fatores, tais como:
• Supervalorização da máquina – ocorre quando o
condutor “acha” que o tamanho do veículo aumenta seus
direitos e/ou diminui seus deveres;
• Inversão de valores – quando o veículo é utilizado
como instrumento de força, vaidade e competição;
• Falta de controle emocional – por entender que só
seus problemas ou vontades, contam e devem ser
respeitados;
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Direção Defensiva
Aula 1 /1
• Egoísmo – quando se volta para si, sem pensar em
conjunto, não levando em consideração que outras
pessoas existem em seu redor;
• Descaso a normas e regulamentos – é comum pensar
que a legislação de trânsito foi feita para os outros, não
para mim;
• Falta de domínio aos impulsos indesejáveis – quando
em via pública se diz palavrões, faz gestos obscenos e
se acha o dono da rua;
• Uso inadequado dos mecanismos de ajustamento –
Quando se tenta burlar as leis de
• transito com o famoso “jeitinho”;
• Falta de planejamento (horário/percurso) – Ao tentar
recuperar o “tempo perdido”, uma vez que está com
pressa dirige em alta velocidade perturbando e não
respeitando os outros motoristas;
• Desconhecimento/Descumprimento – Em decorrência
do desconhecimento da totalidade das leis de trânsito, é
comum descumprir as normas estabelecidas;
• Desrespeito aos direitos alheios – Lembre-se sempre
que ao cometer uma infração de trânsito estará ferindo
direitos alheios. O direito de um, termina onde começa o
direito do outro.
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