UNIESP - UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DO ESTADO SE SÃO PAULO FAM - FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA MANTENEDOR: Dr. José Fernando Pinto da Costa DIRETOR GERAL: José Carlos Codonho COORDENADOR DO CURSO: Prof. Geuza Garcia dos Santos MIRANDÓPOLIS, JUNHO DE 2012 ESTADO DE SÃO PAULO BRASIL Membros do corpo docente do curso ÉRICO ZINI GEUZA GARCIA DOS SANTOS GRAZIELA HELENA SOARES LUCIANA CRISTINE FAZANO MARCELO DE OLIVEIRA DIAS MARCIA BATISTA DA SILVA MEIRES HELENA ASSIS RODRIGUES NESIO FERREIRA DO NASCIMENTO SONIA MARIA LEITE DE ALMEIDA VENDRAME SHIZUKO MIGUITA Membros do corpo Técnico-administrativo – Secretária Acadêmica: Gisele Cristina Marconato - Assistente de Secretaria: Sandra Akemi Nomiyama de Jesus - Assistente de Projetos Sociais:Jaqueline Cristina Maretti - Auxiliar de Limpeza: Sueli Aparecida Navarro de Lima e Maria de Fátima Garcia de Oliveira - Auxiliar de Manutenção: José Vieira da Silva e Marcus Vinícius Placco - Auxiliar de Biblioteca: Ana Cristina Dias Magalhães Membros do corpo discente (Representantes de Sala) 1º TERMO DE PEDAGOGIA-MATUTINO 1- OSÓRIO HERMELINDO DA SILVA JUNIOR 2- RICARDO PEREIRA DE SOUZA 2º TERMO DE PEDAGOGIA-MATUTINO 1- JOSÉ PEREIRA BONFIM JUNIOR 2- JOSÉ RICARDO NUNES DE SOUSA 2º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO 1- EVERTON DA SILVA RIBEIRO 2- LETÍCIA FERNANDES RIGUI 3º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO 1- ELIS REGINA DE BRITO STUDENIK 2- DÉBORA MOREIRA LIMA 4º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO 1- SANDRA SOUZA DA COSTA 3 2- TAMIRIS MITSUE FUJINO 6º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO 1- PAULO SANTOS 2- ROSELI MARIA DE SOUZA 1. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUENCIA DO CURSO 1.1. INSERÇÃO REGIONAL A FAM insere-se na região Noroeste do Estado de São Paulo que compreende um grande número de pequenos municípios, distante dos grandes centros comerciais e industriais, carente em todos os aspectos sociais e econômicos, principalmente quanto a geração de emprego e renda, apesar de seu enorme potencial e de sua privilegiada localização estratégica. Enfim, uma região que sobrevive de uma atividade econômica inconstante, resultando em uma geração de renda e trabalho irregulares, e que ainda busca firmar sua identidade, definir sua vocação e buscar seu desenvolvimento sustentável. E a FAM, assim, sofre as conseqüências e os reflexos do perfil sócio-econômico regional: convive permanentemente com uma alta evasão escolar, elevada inadimplência e carência de uma sólida educação básica. Operar com custos elevados, remuneração de professores suficientemente atrativa para compensar o desgaste da locomoção, benefícios compatíveis com o nível dos grandes centros educacionais para atrair profissionais experientes e com titulação, mensalidades abaixo da média de mercado, inadimplência e evasão escolar, consiste, em verdade, na nossa grande missão e permanente desafio. Entretanto, em que pese tais características sobre nossa organização, somos e seremos sempre cobrados a atender os padrões de qualidade de ensino. Essa cobrança nasce da comunidade local, dos órgãos de classe, dos alunos e professores e dos órgãos gestores da educacional nacional, sobretudo do MEC. E, 4 independentemente dos problemas que nos afligem, o ENADE é insensível a esses fatos e nos cabe a árdua missão de superá-lo. A bem da verdade, nossa missão, nosso principal objetivo e nossa meta prioritária é, sem dúvida, buscar permanentemente o equilíbrio harmonioso entre o que podemos definir, em sentido figurado, entre “preço e qualidade”. 1.2. INDICADORES SÓCIO ECONÔMICOS 1.2.1 Histórico e dados regionais Por volta de 1920, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, deu início à construção de sua variante Araçatuba – Jupiá, promovendo o surgimento de vários núcleos populacionais, no local que ficou conhecido por "Região da Variante". Nessa época, Manoel Alves de Athayde desmatou uma gleba de terras, entre as cabeceiras do Ribeirão Claro e do córrego da Saudade (de São João), na vertente do rio Feio. A construção de algumas cabanas deu início ao primeiro núcleo populacional, que ficou conhecido por São João da Saudade. Em 1934, Athayde doou à Ferrovia, os terrenos necessários à implantação de uma estação. Auxiliado por outros povoados, elaborou o plano da cidade e construiu uma rústica capela. Dois anos depois, foi inaugurada a estação, ficando a povoação denominada Mirandópolis, em homenagem ao Senador Rodolfo Miranda, ativo colaborador da comunidade. Quando da elevação a Distrito de Paz, em 1937, foi-lhe conferido o nome Comandante Árbues. Nessa ocasião, o Sr. Raul da Cunha Bueno traçou um loteamento urbano na Fazenda São Joaquim, da qual era proprietário. Esse loteamento, que ficava de frente a Mirandópolis (Comandante Árbues), recebeu o nome de Nova Paulicéia. Somente por ocasião da elevação à categoria de Município, o topônimo Mirandópolis ficou oficializado, em atendimento à vontade da comunidade local. FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA: 5 Distrito criado com a denominação de Comandante Arbues, por Lei nº 2922, de 20 de março de 1937, no Município de Valparaíso. Elevado a categoria de município com a denominação de Mirandópolis, por Decreto-lei nº. 14334, de 30 de novembro de 1944, desmembrado de Valparaíso, Andradina, Pereira Barreto e Araçatuba. Constituído de 2 Distritos: Mirandópolis e Amandaba. Sua instalação verificou-se no dia 01 de janeiro de 1945. No quadro fixado, pelo citado Decreto-lei nº 14334, para vigorar em 1945-1948, o Município de Mirandópolis ficou composto dos Distritos de Mirandópolis e Amandaba, e pertence ao termo e comarca de Valparaíso. Aparece no fixado pela Lei Estadual nº 233, de 24-XII-1948, composto dos Distritos de Mirandópolis, Amandaba e Roteiro, comarca de Valparaíso, e no fixado pela Lei nº 2456, de 30-XII1953, para 1954-1958, composto dos mesmos Distritos, porém na comarca de Mirandópolis. Lei Estadual nº 5285, de 18 de fevereiro de 1959, o Distrito de Roteiro. Passou a denominar-se Três Alianças. Em Divisão territorial datada de 01/07/1960, o município é constituído de 3 Distritos: Mirandópolis, Amandaba e Três Alianças. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15/07/1999. O município de Mirandópolis localiza-se a 600 km da Capital – São Paulo; faz parte da Região administrativa IX; tendo como limites ao sul Lavínia; a leste Guaraçaí; a Oeste Pereira Barreto; ao Norte Irapuru, Pacaembu, Flórida Paulista e Junqueirópolis. Principal rodovia: Marechal Rondon; Ferrovia: Noroeste; Hidrovia: Tietê-Paraná. Atividades econômicas, em nível de importância: Agricultura, Comércio e Serviços, Indústria, Exploração de Recursos Naturais/Extrativismo. Nessa micro-região estão instaladas cinco unidades prisionais, sendo duas em Mirandópolis (mais um semi-aberto), três em Lavínia e duas unidades em Valparaíso. 1.2.2 Dados Estatísticos: N°. 01 02 03 04 05 06 TABELA 01: Instituições existentes em Mirandópolis Especificação Quantidade Estabelecimentos comerciais 694 Estabelecimentos agropecuários 6 Agencias Bancarias 6 Poder Judiciário 02 Cartórios(de Notas e Protestos, Registro Civil e 03 Registro de Imóveis) Posto de Delegacia do Trabalho (Ministério do 01 6 Trabalho) 07 Órgão de Defesa do Consumidor (PROCON) 01 08 Penitenciária 03 09 Indústrias 12 10 Usinas 01 11 Meios de Comunicação(Rádio e Jornal) 02 12 Biblioteca Municipal 01 Fonte: Elaborado pelo Coordenador do Curso de Pedagogia com base no PDI da FAM (2012) De acordo com os dados do IBGE/2010, a população escolar é de 4787, matriculados em escolas de Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental: das séries iniciais e de 5a a 8a séries) e Ensino Médio. Somando-se aos municípios vizinhos, conforme gráfico abaixo é de 12.124. Dados básicos de Mirandópolis, conforme IBGE/2010. Área Total: 919 Km². População: 27.483. Evolução populacional: em 1991: 24.433; em 1996: 23.941; 2000: 25.936; 2007: 25.849; 2010: 27.483. TABELA 02 - Indicadores municipais Censo Demográfico 2010: Mirandópolis e municípios vizinhos Municípios Mirandópolis Lavínia Guaraçaí Valparaíso Murutinga do Sul População 2010 27.483 8.779 8.435 22.576 4.186 População urbana 24.455 4.285 6.654 21.469 2.573 3.028 4.494 1.781 1.107 1.613 918,801 569,870 569,870 857,505 250,837 29,91 16,33 14,80 26,33 16,69 População rural Área da unidade territorial (Km²) Densidade demográfica (hab/Km²) Escolas Fundamental 12 (41,4%) 1 (33,3%) 4 (36,4%) 9 (39,1%) 2 (50,%) Pré-escola 11 (37,9%) 1 (33,3%) 6 (54,5%) 10 (43,5%) 1 (25%) Médio 6 (20,7%) 1 (25%) 1 (33,3%) 1 (9,1%) 4 (17,4%) Fonte: Elaborado pela coordenadora com base nos dados do IBGE (2010) INDICADORES SOCIAIS, conforme IBGE 2010 (Faixa etária) 1: Mirandópolis 2: Lavínia 3: Guaraçaí 4: Valparaíso 5: Murutinga do Sul 7 TABELA 03: Indicadores Sociais (Faixa Etária) Municipio s Mas/Fem 2 1 M F M 3 F 4 5 M F M F M 78+2 19+7 167+61 579 23+7 0a4 785 821 212 201 3 8 2 8 5a9 941 931 191 250 133 119 725 690 133 10 a 14 1.123 1.044 235 233 150 166 859 800 150 15 a 19 1.129 1.071 239 234 148 149 873 898 148 20 a 24 1.505 1.023 205 205 144 122 1.246 908 144 25 a 29 1.494 946 222 156 144 127 1.615 899 141 30 a 34 1.328 912 225 207 115 148 1.411 830 115 35 a 39 1.184 1.000 189 186 159 160 1.088 714 159 40 a 44 926 786 159 163 168 157 907 713 168 45 a 49 751 763 154 135 188 137 907 695 188 50 a 54 614 717 112 112 134 139 567 562 134 55 a 59 548 494 114 128 128 117 443 417 128 60 a 64 420 541 87 118 111 96 443 398 111 65 a 69 362 399 98 71 91 96 264 282 91 70 a 74 247 350 62 49 67 89 206 257 111 75 a 79 273 144 23 39 56 58 128 165 56 80 a 84 106 140 27 26 37 32 98 103 37 85 a 89 52 22 6 26 17 12 43 63 17 90 a 94 21 12 13 5 4 9 7 28 4 95 a 99 14 3 1 2 8 3 100 ... 2 1 2 2 Fonte: Elaborado pela coordenadora com base nos dados do IBGE (2010) F 19+7 8 119 166 149 122 127 148 154 160 157 137 139 117 96 89 58 32 12 9 1 - TABELA 04 - Pessoas de 15 anos ou mais de idade que não sabem ler e escrever (taxa - grupos de idade) Pessoas que não Mirandópl Valparaís Murutinga Lavínia Guaraçaí sabem ler e is o do Sul escrever - total 1.649 1.144 612 1.313 290 grupos de idade 15 anos ou mais 7,2% 22,2% 8,9% 7,3% 8,5% 15 a 24 anos 0,9% 22,6% 0,9% 1,3% 1,8% 25 a 39 anos 2,6% 21,2% 2,7% 1,3% 2,0% 40 a 59 anos 5,5% 18,3% 6,5% 6,8% 5,0% 60 anos ou mais 25,1% 40,0% 28,0% 27,2% 25,2% Fonte: Elaborado pela coordenadora com base nos dados do IBGE (2010) 1.3 ÁREAS DE ATUAÇÃO E INSERÇÃO REGIONAL 8 A Faculdade procura guardar estreita sintonia com o potencial e com a vocação social e econômica da região de abrangência da instituição, além de observar razoável coerência e articulação com as diversas ações administrativas e acadêmicas, com a manutenção de padrões de qualidade de ensino e, quando pertinente, com o orçamento, visto que este último aspecto não é resultado de nossas intenções e projetos, mas fruto da real situação econômica local e regional. Neste aspecto, em especial, reside uma de nossas principais preocupações, posto que a Faculdade insere-se numa região, que compreende grande número de pequenos municípios, alcançando uma população de aproximadamente 257.000 (duzentos e cinquenta e sete mil) habitantes, distante dos grandes centros comerciais e industriais, carente em todos os aspectos sociais e econômicos, principalmente quanto à geração de emprego e renda, apesar de seu enorme potencial e de sua privilegiada localização estratégica. A Instituição ciente de seu compromisso social e tendo em vista a descrição da área de sua abrangência, assumiu a responsabilidade de oferecer cursos superiores para suprir a lacuna existente, mas, sobretudo, proporcionar a uma gama maior da população o acesso ao ensino universitário. Os recentes dados estatísticos que demonstram o crescimento do ensino superior em nosso país nos dá conta que apesar do aumento gradativo de oferta de cursos e vagas, ainda é enorme o número de estudantes que concluem o ensino médio e não têm acesso às vagas disponibilizadas. Tal constatação se deve ao fato de que o aumento ocorreu no ensino privado, sendo o custo das mensalidades escolares inacessível a uma grande parcela da população. Assim, os programas sociais da UNIESP têm por objetivo proporcionar a inclusão do aluno carente, sendo importante sua descrição no item a seguir. 1.3.1 Convênios com Entidades públicas e privadas, municípios da região. A Faculdade de Mirandópolis através de seu mantenedor tem firmado inúmeros convênios visando beneficiar a população oferecendo a possibilidade de frequência ao Ensino Superior. Podemos citar entre outros: ACIM( Associação Comercial e Industrial de Mirandópolis), SIRUM (Sindicato Rural de Mirandópolis ), SINDALCO (Sindicato dos trabalhadores das Industrias Químicas, farmacêuticas e da fabricação de álcool, etanol, bioetanol e biocombustível de Araçatuba e região), 9 Demolay, Policia Militar, Afupem (Associação dos Funcionários da Penitenciaria de Mirandópolis) e outros. Além disso, a Faculdade é cadastrada junto ao CIEE possibilitando, através de convênios firmados pela interveniência desse órgão, estágios remunerados aos alunos da FAM favorecendo com isso a justaposição de benefícios. Temos alunos estagiando em: Banco do Brasil, Banco Santander, Penitenciarias de Mirandópolis e Lavínia, Prefeitura Municipal de Mirandópolis, Lavínia, Andradina, Funap e outros. 1.3.2 Oportunidades e utilização do ambiente da Faculdade de Mirandópolis pela comunidade. A Faculdade de Mirandópolis tem um espaço físico bastante favorecedor para utilização dos parceiros da comunidade. Aqui sempre estão reunidos para cursos de capacitação agentes penitenciários da Penitenciaria I (Nestor Canoa) e Penitenciaria II, A Faculdade cede seu espaço ainda para a realização de Concursos Municipais assim como para o ENEM. O Conselho Tutelar já utilizou o espaço FAM para palestras aberta a vários setores da comunidade. Já tivemos a utilização do Laboratório de Informática para os funcionários do Hospital Estadual de Mirandópolis fazerem Curso de Capacitação inclusive tendo como monitor um Cidadão Universitário nosso. A Escola já acolheu membros do Hospital do Câncer numa Campanha de Conscientização para a doação da Medula Óssea que foi um movimento intenso no município de Mirandópolis. A Faculdade participa de vários movimentos da comunidade como: Campanhas pela arborização, contra a Dengue, Dia das mães hospitalizadas, Campanha pelo amparo aos velhos (AMAI), e outros. As Semanas Acadêmicas sempre são ambientes favorecedores de ampla discussão por todos aqueles que estão envolvidos nos assuntos do Curso e há palestras, minicursos, oficinas etc. que são abertos a todos os segmentos interessados da comunidade. 10 Os alunos da Faculdade estão todos os anos participando da Semana Global do Empreendedorismo, do Dia da Responsabilidade Social, do Congresso SIAR/SIACC que é um evento de ampla discussão entre administradores não só locais e regionais como também interestaduais e outros eventos de marca na cidade. Comprova-se, desta forma, a importância do relacionamento desta Instituição de Ensino Superior com a comunidade em que está inserida. Este Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura contempla a orientação de ajustar o perfil dos atuais cursos de Pedagogia às recentes diretrizes nacionais para a formação de professores da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. É preciso, neste momento, compatibilizar, também, as adequações previstas nas novas diretrizes para o curso de Pedagogia. Por conta da necessidade de registrar as mudanças ocorridas, dadas às exigências de adequação dos ideais do curso à realidade em que é desenvolvido, apresentaremos uma reescrita, por assim dizer, do primeiro Projeto, respeitando suas diretrizes iniciais e inserindo as alterações e acréscimos processados em relação aos demais aspectos, como a caracterização do curso, a organização do curso, os ementários dos componentes e as práticas curriculares, conforme a Resolução CNE/CP Nº 1 de 15 de maio de 2006, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura. Deve-se ressaltar, neste espaço introdutório da apresentação do Projeto, que o Curso de Pedagogia foi proposto pela UNIESP - Faculdade de Mirandópolis visando atendimento das demandas da realidade educacional brasileira, notadamente do nosso município e região. A sociedade brasileira defronta-se hoje com processos de globalização, avanço da tecnologia e da ciência e utilização de novas linguagens que desencadeiam transformações, exigindo cada vez mais de seus cidadãos um nível de escolarização e conhecimentos especializados que se remetam a favor de práticas sociais que de fato auto-capacitem o sujeito e a todos com os quais ele se relaciona profissionalmente. Assim, é papel da Universidade articular-se com a Sociedade, contribuindo para a formação profissional e humana de cidadãos capazes de pensar e agir criticamente e não apenas de profissionais especializados em uma ou outra 11 área do conhecimento. Para atingir este intento, a Faculdade de Mirandópolis deve firmar-se, portanto, com propostas e serviços que satisfaçam realmente os interesses da Sociedade, ao invés de desenvolver relações de neutralidade e nãocompromisso com as questões sociais. Considerando esse cenário e reconhecendo as mudanças propostas para a Educação Básica no Brasil, a Faculdade de Mirandópolis apresenta a proposta de criação e implementação do Curso de Pedagogia e agora pretende transformá-lo em Graduação em Pedagogia, Licenciatura em Pedagogia, uma vez que a proposta inicial já atendia ao que atualmente se esboça como exigência nas diretrizes deste novo curso. O papel do professor está sendo questionado e redefinido a partir das discussões recentes sobre a profissionalização do docente. Para isso, concorrem as novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações acerca do desenvolvimento humano e dos processos de aprendizagem, o impacto da tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio. Todos esses aspectos delineiam um cenário educacional com exigências para cujo atendimento os professores não foram e não estão sendo preparados. Dentre as exigências que devem configurar o perfil identitário do professor colocam para o papel do professor, as Diretrizes para a formação inicial de professores da educação básica em cursos de nível superior, instituídas em 2002, que já apontavam para: − Orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos; − Responsabilizar-se pelo sucesso da aprendizagem dos alunos; − Assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos; − Incentivar atividades de enriquecimento curricular; − Elaborar e executar projetos para desenvolver conteúdos curriculares; − Utilizar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio; − Desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe. Diante dessas novas demandas, torna-se imprescindível rever os modelos de formação docente, o que significa, conforme as mesmas Diretrizes: 12 − Fomentar e fortalecer processos de mudança no interior das instituições formadoras; − Fortalecer e aprimorar a capacidade acadêmica e profissional dos docentes formadores; − Atualizar e aperfeiçoar os currículos face às novas exigências; − Articular a formação com as demandas da realidade escolar na sociedade contemporânea; − Articular a formação com as mudanças em curso na organização pedagógica e curricular da educação básica brasileira, preparando os professores para serem agentes dessas mudanças; − Garantir a oferta de recursos bibliográficos e tecnológicos em todas as instituições ou programas de formação. Desse modo, buscamos construir nesta proposta uma sintonia entre os princípios que norteiam a formação de professores e os que foram instituídos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional / LDBEN, as Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil, para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, as recomendações constantes nos Parâmetros e Referenciais Curriculares para a Educação Básica, bem como as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura. Por se basear nesses referenciais, todo o marco teórico-metodológico do curso em pauta prevê, para os futuros professores, uma formação que seja compatível com a importância e a com a complexidade da atividade de ensino nos níveis definidos nas atuais diretrizes de Pedagogia. E nesse sentido, pois, que se delineia uma nova proposta, diferenciada de cursos de formação existentes, em alguns aspectos que convém mencionar: Uma formação de nível superior com foco principal no ensino da Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental; a ênfase primordial no ensino e não na supervisão ou gestão escolar, embora os conteúdos necessários a uma compreensão desses aspectos sejam previstos na definição da própria matriz curricular; e, o que pretendemos destacar como o maior diferencial, uma articulação estruturada da reflexão teórica à atuação prática, de forma que essas atividades se condicionem mutuamente, sendo co-constitutivas e co-gerativas durante todo o processo de formação dos graduandos. 13 1. BREVE HISTÓRICO 1.1. Instituição da Unidade Acadêmica de Mirandópolis A instituição do curso nesta Unidade está em sintonia com o projeto nacional de expansão universitária e, portanto, visa a atender a demandas básicas da região, como a que se registra com relação à formação de professores. Nesse espaço, já há cinco turmas em curso, com mais de 100 alunos no total, que, juntamente com um corpo docente multidisciplinar, composto por especialistas e mestres, são representantes da reflexão teórico-prática sobre educação na região em que a Faculdade se encontra. 2. JUSTIFICATIVA Com base nas discussões conduzidas nos itens anteriores, é possível justificar a proposta maior deste projeto a partir de três argumentos que, embora de natureza diversa, se complementam: 1) as novas concepções relacionadas às políticas de formação docente; 2) as exigências dos dispositivos legais que respaldam e sistematizam em forma de diretrizes esses ideais; 3) e a capacidade da instituição, representada por sua infra-estrutura profissional e material, de desenvolver com êxito esta proposta. É constatável que há, na atualidade, uma grande efervescência intelectual na área de Educação, e ela tem redefinido os rumos das discussões sobre formação de professores. Terminamos um século e iniciamos um outro com acirradas discussões e inquietações, relacionadas às políticas de formação profissional, seja no nível da Educação Básica, seja na formação em Nível Superior e todas envolvem os diversos segmentos sociais e variadas categorias profissionais. No caso específico da formação de professores, as discussões, que já vinham acontecendo desde a década de 1980, foram acentuadas nesse fim/início de século por dois motivos principais: de um lado, a difusão de novas concepções teóricas e metodológicas; e, de outro, a divulgação de uma série de instrumentos legais e normativos. A partir dessas novas concepções, os instrumentos legais apontam para a necessidade de reformulação curricular e para a definição de um perfil profissional, no âmbito da atividade docente, que atenda às necessidades impostas pelas 14 relações sociais contemporâneas e pelo mundo do trabalho, hoje afetados em escala global. É particularmente após a promulgação a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9394/96) que as discussões e as propostas acerca da formação docente vêm à tona. A partir dela são instituídas as Diretrizes, Resoluções, Pareceres, e Decretos Governamentais que oficializam e legalizam a formação de professores. Dentre esses documentos, destacam-se as Diretrizes Nacionais para a Formação Inicial de Professores, o Plano Nacional de Educação e as recentes Diretrizes para o Curso de Pedagogia, que, convém admitir, assentam-se no espaço conceitual e operacional já definido por esses documentos todos. Em sintonia com essas orientações conceituais e legais, a Faculdade de Mirandópolis assume adotar a concepção teórico-metodológica de formação de professores presente nos documentos citados, levando em consideração as questões educacionais e sociais emergentes. A preocupação dos docentes e pesquisadores que atuam na formação de professores de nossa Instituição é assegurar uma nova modalidade de formação, com enfoque inter e multidisciplinar. Isso ocorreu por uma confluência de motivos acadêmicos, conceituais e operacionais, dentre os quais se destaca. O alinhamento entre o que se exige em termos de formação conceitual nas diferentes áreas do conhecimento científico e tecnológico e a existência, na Faculdade de Mirandópolis, de um corpo docente constituído por especialistas e mestres que preenche os requisitos necessários à implementação de um curso com enfoque inter e multidisciplinar, conforme já foi comentado nas páginas anteriores. 3. MARCO TEÓRICO-METODOLÓGICO 3.1. Marco Conceitual e Legal O marco teórico-metodológico deste projeto assenta-se no âmbito da reflexão teórico conceitual que orienta as discussões sobre Educação na atualidade, bem como nos instrumentos legais que acolhem esses ideais e os transformam em diretrizes norteadoras para a formação docente. Como, de alguma forma, as concepções já estão explícitas nos itens anteriores e serão retomadas nos tópicos seguintes, uma vez que esta reflexão deve sedimentar todos os aspectos de um projeto, não faremos longas incursões, sob o 15 risco de incorrer em redundância. Optaremos por fazer apenas uma explicitação de alguns aspectos que não podem ser deixados de lado na configuração teórica deste projeto, como o da compreensão do sujeito em formação, ou seja, sobre como se define o professor que é formado neste horizonte, e como o da própria forma de compreensão do processo educativo, ou seja, o princípio orientador das ações educativas, em termos de articulação do conhecimento teórico orientador do fazer pedagógico. No que diz respeito à compreensão do papel do professor, é preciso reconhecer que se trata de um profissional que está muito além de um aplicador de teorias às ações de sala de aula. Ante à multi-referencialidade que hoje se põe como realidade para o profissional de Educação, faz-se necessário, antes de tudo, a reflexão sobre seu saber-fazer. Nessa perspectiva, o professor deve ser um profissional capaz de gerir sua prática de forma reflexiva e autônoma, sendo, portanto, melhor definido como um professor-pesquisador. A partir dessa definição do professor como pesquisador e gestor de sua prática, é necessária a compreensão de que o eixo em que se assenta a formação docente deve ser o espaço da articulação entre teoria e prática. É da exploração deste espaço de interface que deve sobressair o profissional que se objetiva formar. O conceito de práxis (conforme a discussão de FREIRE, 1993), entendida como prática reflexiva, por meio da qual se vai da ação, à reflexão e, desta, novamente à ação, pois toda ação é orientada cognitivamente, é iluminador dessa discussão. Esses dois princípios são traduzidos nos eixos norteadores da formação docente, que orientam para: − Atendimento aos dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e às normas emanadas dos Conselhos Nacional e Estadual, no que se refere à formação de professores; − Reconhecimento do conjunto das atribuições do professor: docência, produção do conhecimento (ensino e pesquisa), trabalho como membro da equipe escolar e promoção da articulação da escola com as famílias e a comunidade; − Articulação entre a formação inicial e a formação continuada do professor, na perspectiva do seu desenvolvimento profissional permanente; − Organização das atividades de formação do professor, priorizando a problematização do cotidiano escolar e a reflexão sobre a prática pedagógica 16 (ensino e pesquisa), visando à construção das competências necessárias para sua atuação profissional; − Valorização da formação científica e da compreensão dos fundamentos teórico/metodológicos da prática pedagógica; − Articulação teórico/prática em todas as etapas do desenvolvimento do currículo; − Desenvolvimento profissional dos professores, tanto no âmbito da ampliação da titulação como no do atendimento às necessidades de formação demandadas pela avaliação da execução das propostas pedagógicas dos diversos cursos e programas de formação inicial e continuada; − Desenvolvimento de processos contínuos de avaliação interna e externa que abranjam diferentes dimensões da formação, incluindo as condições institucionais em que essa formação ocorre: a organização do trabalho, a atuação dos formadores e os resultados da aprendizagem dos alunos. Os princípios orientadores da formação de professores sinalizam, portanto, para a compreensão de que é imprescindível a coerência entre a formação oferecida e a prática esperada do professor, o que é expresso pelo conceito de simetria invertida entre as situações de formação e de exercício profissional (Parecer CNE/CP nº 09/2001). Tal conceito tem a dimensão de acentuar a experiência, como aluno, daquele que se está formando para ser professor, experiência esta considerada, ao longo de sua trajetória escolar, como constitutiva do papel que exercerá futuramente como docente. Ao discutir esse conceito, Melo (1999) indica também um isomorfismo entre a atuação prática do formador e a aprendizagem do futuro professor. Tanto a Resolução do CNE/CP nº 01/2002, que institui as Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível de superior, Curso de Licenciatura, Graduação Plena, como a Resolução do CNE/CP nº 1/2006, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de graduação em Pedagogia, Licenciatura, trazem concepções acerca da centralidade e da importância da prática. A prática, em tais cursos, não deverá ficar reduzida ao estágio, desarticulada do restante dos componentes curriculares do curso; deverá, ao contrário, estar presente desde seu início, o que significa que todos os componentes curriculares deverão ter uma dimensão teórico-prática. Cada componente assenta-se num espaço plural, em que se inter-relacionam, num 17 mesmo gesto, os conteúdos teóricos necessários, inseridos no contexto de ensino, um recorte já direcionado por diretrizes e documentos oficiais que orientam a seleção de temas, saberes e conceitos e seu modo de abordagem para as séries iniciais, com vistas ao desenvolvimento das competências previstas. No que se refere às diretrizes metodológicas, a formação inicial e continuada de professores será orientada para o desenvolvimento das competências científicas e profissionais. Para tanto, o curso será um espaço de comunicação, reflexão, interação e intervenção, considerando as diversas dimensões da atividade profissional do professor. Nesse contexto, são imprescindíveis conceitos como interdisciplinaridade, flexibilidade e transposição didática, que visam justamente a orientar a formação docente para o objetivo do desenvolvimento de competências. Por isso, as metodologias dialógicas a serem adotadas buscarão conduzir os envolvidos no processo educativo à reflexão sobre a prática pedagógica e à compreensão dos fundamentos e contradições que são inerentes a esse processo, assim como à definição de seus determinantes. Não será demais afirmar que por terem justamente em sua base definidora o compromisso com a resolução de diferentes situações-problema pertinentes para o contexto educativo e social, todas as práticas devem orientar-se para a contextualização da ação educativa que garanta o contato e o diálogo com as realidades locais. As abordagens metodológicas, com efeito, privilegiarão a construção de competências e habilidades relacionadas com: − problematização da prática pedagógica das escolas que oferecem educação básica, desde as etapas iniciais do curso/programas; − análise das situações didáticas, visando à apreensão da essência do ato educativo como requisito para a resolução de problemas em sala de aula; − valorização das características pessoais e experiências dos professores em formação, da significação social dos conteúdos e da adequação da prática pedagógica aos processos pelos quais os alunos se apropriam e constroem seus conhecimentos; − novas tecnologias como recursos para o uso do futuro professor; − articulação permanente com as escolas, assegurando o levantamento de problemas didáticos e de aprendizagem e de subsídios para a elaboração e execução de projetos de intervenção; 18 − análise dos resultados desses projetos, transformando-os em objetos de reflexão e estimulando o estudo de novos conteúdos disciplinares desde as etapas iniciais do curso; − atividades que permitam a autogestão da aprendizagem e que conduzam a autonomia do futuro professor; − trabalho coletivo, promovendo atividades constantes de interação, e a prática como princípio formativo; − superação da tensão entre os conteúdos disciplinares e a formação pedagógica; − procedimentos que permitam ao professor em formação perceber a homologia entre os processos que ele vivencia no curso e aqueles que seus alunos experimentam em seus processos de formação. Toda essa base faz emergir ainda um outro conceito importante, na verdade uma perspectiva, que inscreve as práticas educativas numa visão processual e contínua. Trata-se da concepção de avaliação formativa, que permite a mobilização de formas distintas de avaliação (diagnóstica, comparativa, contínua, auto-avaliação) e de instrumentos de avaliação diversificados (trabalhos em grupo, exposições orais, relatórios de projetos e outros), sempre inseridos em uma visão democrática, emancipatória e principalmente construtiva. Nessa perspectiva, a avaliação é entendida como um dos momentos de aprendizagem e não como um instrumento de verificação do produto acumulado. A sistemática de avaliação adotada na Instituição é definida em Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Os princípios e conceitos acima delimitados compõem a base teóricometodológica deste projeto, que está em sintonia com as mais recentes discussões sobre Educação e Formação de Professores. (Conforme as Diretrizes Nacionais para a Formação de Professores das séries inicias). 4. OBJETIVOS DO CURSO 4.1. Objetivos gerais O Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura, tem como objetivos formar profissionais para atuar na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, bem como nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de 19 Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos como: − saber - conhecimento dos conteúdos da formação; − saber pensar - refletir sobre a própria prática em função da teoria; − saber intervir - saber mudar/ melhorar/ transformar sua própria prática. 4.2. Objetivos específicos − Garantir o acesso ao repertório de conhecimentos específicos da docência, propiciando referenciais teórico-metodológicos que instrumentalizem o docente em sua atuação; − Desenvolver competências em diferentes modalidades de ensino, e suas especificidades, que possibilitem a atuação pedagógica em espaços escolares e não-escolares; − Garantir uma formação pluralista que assegure a atuação docente de forma ética, crítica e criativa na gestão da sala de aula e na Organização da Escola; − Desenvolver práticas de pesquisa que permitam a reflexão e a produção de novos conhecimentos na área da educação; − Desenvolver atividades de extensão que possam intervir na realidade educacional local; − Contribuir com a produção científica local, nacional e internacional. 5. PERFIL DO LICENCIADO EM PEDAGOGIA Entende-se como traço integrante do perfil do profissional a caracterização idealizada em termos de competências e habilidades. Sabe-se que ele, como construção discursiva, tem seu caráter histórico, o que o configura como sempre transitório, demandando constantes avaliações com vistas ao seu aperfeiçoamento. Nesta direção, contribuem para a formatação desse perfil as visões de mundo, as vivências profissionais e a percepção das demandas da sociedade. De acordo com as novas diretrizes (CNE/CP: Parecer 5/2005 e Resolução 1/2006) para traçar o perfil do egresso do Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura há de se considerar que: − o curso de Pedagogia trata do campo teórico-investigativo da educação, do ensino, de aprendizagens e do trabalho pedagógico que se realiza na práxis social; 20 − a docência compreende atividades pedagógicas inerentes a processos de ensino e de aprendizagens, além daquelas próprias da gestão dos processos educativos em ambientes escolares e não-escolares, como também na produção e disseminação de conhecimentos da área da educação; − os processos de ensinar e de aprender dão-se, em meios ambientalecológicos, em duplo sentido, isto é, tanto professoras(es) como alunas(os) ensinam e aprendem, uns com os outros; − o professor é agente de (re)educação das relações sociais e étnico-raciais, de redimensionamentos das funções pedagógicas e de gestão da escola. Desse ponto de vista, o perfil do graduado em Pedagogia deverá contemplar consistente formação teórica, diversidade de conhecimentos e de práticas, que se articulam ao longo do curso. Assim sendo, há de se pensar no campo de atuação do profissional que se quer formar. Neste caso, e ainda inspirados nas Diretrizes do CNE, o campo para a futura atuação do licenciado em Pedagogia se constitui das seguintes dimensões, conforme a mesma Resolução: − docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nas disciplinas pedagógicas do curso de Ensino Médio na modalidade Normal, assim como em Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, além de em outras áreas nas quais conhecimentos pedagógicos sejam previstos; − gestão educacional, entendida numa perspectiva democrática, que integre as diversas atuações e funções do trabalho pedagógico e de processos educativos escolares e não-escolares, especialmente no que se refere ao planejamento, à administração, à coordenação, ao acompanhamento, à avaliação de planos e de projetos pedagógicos, bem como análise, formulação, implementação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas e institucionais na área de educação; − produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional. Tais dimensões de atuação sinalizam e direcionam um conjunto de elementos fundamentais ao perfil do profissional de educação ou, no caso, o egresso do curso de Pedagogia que se traduzem nas seguintes competências definidas nas já citadas Diretrizes do CNE: 21 − atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime, igualitária; − compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual, social; − fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; − trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo; − reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais e afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas; − desenvolver modos de ensinar diferentes linguagens, Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano, particularmente de crianças; − relacionar as linguagens dos meios de comunicação aplicadas à educação, nos processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas; − promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade; − identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; − demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras; − desenvolver trabalhos em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento; 22 − participar da gestão das instituições em que atuem enquanto estudantes e profissionais, contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; − participar da gestão das instituições em que atuem planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares; − realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre seus alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não escolares; − sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambientalecológicos; − sobre propostas curriculares; e sobre a organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas; − utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos; − estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes; No caso dos que venham a atuar em escolas indígenas, assim como no caso daqueles que venham a desenvolver a docência em escolas remanescentes de quilombos ou que se caracterizam por receber populações de etnias e culturas específicas, dada a particularidade das populações com que trabalham, das situações em que atuam, além do conjunto acima explicitado, segundo as mesmas Diretrizes, é mister considerar, no processo de formação do educador, as ações abaixo discriminadas: − promover diálogo entre conhecimentos, valores, modos de vida, orientações filosóficas, políticas e religiosas próprias à cultura do povo indígena junto a quem atuam e os provenientes da sociedade majoritária; − atuar como agentes interculturais, com vistas à valorização e ao estudo de temas indígenas relevantes. 6. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO Modalidade: presencial 23 Regime de Funcionamento: semestral Total de vagas:100 Turno de funcionamento: Diurno e Noturno Carga horária do núcleo dos estudos básicos: 3200 horas Carga horária dedicadas ao Estágio Supervisionado prioritariamente em Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental: 300 horas Carga horária do núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos (Atividades Complementares: 100 horas) Período Mínimo de integralização curricular: Quatro semestres Período Máximo de integralização curricular: Tempo hora/aula: 50 min 6.1 IDENTIFICAÇÃO Denominação GRADUAÇÃO – LICENCIATURA Tipo Graduação Pedagogia, Licenciatura Autorização Portaria nº 1465 de 07/10/1999 – Publicada no D.O.U. em 11/10/1999 Reconhecimento Portaria nº 42 de 22/05/2006 – Publicada no D.O.U. em 24/05/2006 Total de Vagas Anuais 100 anual (50 por semestre) Número de Alunos por Turma Máximo 50 alunos Turnos de Funcionamento Noturno Regime Escolar Seriado Semestral Carga Horária Total 3200 horas Integralização da carga horária do curso: Mínimo:4 anos limite mínimo e máximo (oito semestres ) Máximo: 7 anos (14 semestres) Conhecimentos relativos ao exercício da docência: A.1 - na educação infantil: − conteúdos que compõem o currículo da educação infantil, devendo contemplar as especificidades e particularidades para a educação da criança de 0 (zero) a 03 (três) e de 04 ( quatro) a 06 (seis) anos: fundamentos da educação infantil; formação social e pessoal; conhecimento do mundo, da natureza, da 24 sociedade; saúde, nutrição e proteção (o cuidar); corpo e movimento (o brincar), teatro, música e artes plásticas.... A. 2 - nos anos iniciais do ensino fundamental: − conteúdos que compõem o currículo dos anos iniciais do ensino fundamental devendo contemplar as especificidades e particularidades para o ensino da criança a partir de 06 (seis) anos a 10 (dez) anos : conteúdos e respectivas metodologias do ensino: da língua portuguesa, da matemática, do mundo físico e natural, do meio-ambiente, da realidade social e política, da arte, da educação física... De acordo com Sacristán (1998), o currículo envolve uma seleção de conteúdos e metodologias, concretiza-se a partir de concepções políticas, administrativas e institucionais, e está condicionado pelos valores, pressupostos e idéias presentes no contexto social no qual a escola se insere. Em sintonia com essas concepções, o currículo do Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura privilegia os princípios estéticos, políticos e éticos, a interdisciplinaridade, a multidisciplinaridade, a contextualização e a transversalidade, além da concepção formativa da avaliação. Dessa forma, busca-se romper com a lógica convencional que parte de disciplinas para definir os conteúdos de formação e substituí-la por outra que tem origem na análise da atuação profissional para configurar a contribuição a ser demandada dos componentes curriculares. O conhecimento a ser construído será organizado a partir de cinco dimensões às quais será conferida igual ênfase, visando ao desenvolvimento de habilidades e competências: a. domínio de conhecimentos científicos; b. concepções e análise da situação de aprendizagem; c. relação pedagógica dialógica; d. ética e responsabilidade; e. autogestão da aprendizagem e produção de conhecimentos. Assim, a partir das diretrizes explicitadas, o currículo do Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura organiza-se em três núcleos integradores que serão responsáveis pela integralização curricular: 6.2 NÚCLEO DE ESTUDOS BÁSICOS, que, sem perder de vista a diversidade e a multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da 25 literatura pertinente e de realidades educacionais, de reflexão e ações críticas, articulará: − aplicação de princípios, concepções e critérios oriundos de diferentes áreas do conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia, que contribuam para o desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade; − aplicação de princípios da gestão democrática em espaços educativos; − observação, análise, planejamento, implementação e avaliação de processos educativos e de experiências educacionais, em ambientes escolares e não escolares; − utilização de conhecimento multidimensional sobre o ser humano, em situações de aprendizagem; − aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões: − física, cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética e biossocial; − realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes segmentos da sociedade, relativamente à educação, sendo capaz de identificar diferentes forças e interesses, de captar contradições e de considerá-lo nos planos pedagógico e de ensino-aprendizagens, no planejamento e na realização de atividades educativas; − planejamento, execução e avaliação de experiências que considerem o contexto histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro, particularmente, no que diz respeito à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental e à formação de professores e de profissionais na área de serviços e apoio escolar; − estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos de organização do trabalho docente, de teorias relativas à construção de − aprendizagens, socialização e elaboração de conhecimentos, de tecnologias da informação e comunicação e de diversas linguagens; − decodificação e manuseio de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia e Artes; 26 − estudo das relações entre educação e trabalho, diversidade cultural, cidadania, sustentabilidade, entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea; − atenção às questões atinentes à ética, à estética e à ludicidade, no contexto do exercício profissional, em âmbitos escolares e não-escolares, articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa; − estudo, aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da educação nacional. 6.3. NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS, que, voltado às áreas de atuação profissional priorizadas pelos projetos pedagógicos das instituições e que, atendendo a diferentes demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades: − investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações institucionais-escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outras; − avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira; − estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras. 6.4. NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADORES, que, estimulando a prática de atuação dos graduandos em atividades diversas, compreende: − participação em seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica, monitoria e extensão, diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de Educação Superior; − participação em atividades práticas, de modo a propiciar aos estudantes vivências, nas mais diferentes áreas do campo educacional, assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos pedagógicos; − atividades de comunicação e expressão cultural. Os núcleos de estudos deverão proporcionar aos estudantes, concomitantemente, experiências cada vez mais complexas e abrangentes de 27 construção de referências teórico metodológicas próprias da docência, além de oportunizar sua inserção na realidade social e laboral de sua área de formação. Por isso, as práticas docentes deverão ocorrer ao longo do curso, desde seu início. A dinamicidade do projeto pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura deverá ser garantida por meio da organização de atividades acadêmicas, tais como: iniciação científica, extensão, seminários, monitorias, estágios, participação em eventos científicos e outras alternativas de caráter científico, político, cultural e artístico. 7. MATRIZ CURRICULAR – NÚCLEOS ESTRUTURADORES E SEUS RESPECTIVOS COMPONENTES CURRICULARES A matriz curricular apresenta-se sob duas formas. Inicialmente elencam-se os três núcleos: Núcleo de Estudos Básicos, Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos, Núcleo de Estudos Integradores, com os respectivos componentes curriculares e, em seguida, expõe se o quadro demonstrativo que sintetiza a distribuição dos componentes e carga horária dos semestres letivos. A matriz curricular está organizada respeitando os princípios que dão sustentação ao curso. As atividades classificadas como eletivas estão apenas elencadas, e é quantificada a carga-horária de obrigatoriedade para o aluno, devendo a oferta consolidar-se a partir das escolhas do corpo discente conjuntamente com a equipe de Coordenação do Curso. No caso do ensino, os componentes curriculares estão classificados como obrigatórios e optativos. Essa mesma classificação se aplica às atividades de pesquisa e extensão, isto é, o aluno terá cargas horárias obrigatórias e optativas para contemplar as atividades de pesquisa e extensão. A transversalidade, a interdisciplinaridade e a contextualização estão asseguradas em um dos eixos. Perceber-se-á igualmente que cada eixo tem garantida sua presença durante todo o curso. É importante ressaltar que a concepção teórico-metodológica presente na matriz curricular configura a programação das atividades de pesquisa, extensão, práticas de ensino, estágio supervisionado e atividades científico-culturais, articuladas com as atividades de ensino, como o espaço por excelência de integração e de consolidação da formação docente. 28 7.1- Eixo da Pesquisa Neste eixo, além dos componentes de caráter instrumental, que apóiam os demais em termos de aquisição e operacionalização de conhecimentos, há um conjunto de componentes de natureza teórico-prática, por excelência, intitulados Planejamento Educacional, Pesquisa e Extensão, doravante denominado simplesmente PEPE. O PEPE é o componente que atravessa todo o curso, desde o primeiro semestre, promovendo a interface entre teoria e prática e a inserção dos conhecimentos teóricos nos contextos de realidade circundantes. A elaboração de experiências práticas e integrativas no Curso de Pedagogia tem uma inclinação voltada para a interdiciplinaridade e para a pesquisa escolar/ educacional numa visão sociointeracionista que perpassa horizontal e verticalmente os demais componentes curriculares. Nesse sentido, investe-se na produção de conhecimentos através da elaboração e da concretização de projetos e ações de pesquisa qualitativa. Essas ações visam a retroalimentar o desenvolvimento do curso e gerar novas propostas de pesquisa e intervenção educativas, que tenham como foco a educação infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental. A conclusão dessas atividades será o trabalho Monográfico de Conclusão de Curso. 7.2 - NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS (300 horas) O Estágio Curricular Obrigatório é uma atividade de natureza teórico-prática, desenvolvida horizontalmente ao longo dos quatro últimos semestres do curso, mas que pode ser considerada, em termos de verticalização e aprofundamento de reflexões, uma culminância de todas as atividades de caráter prático, conduzidas nos eixos anteriores. Os processos aí desenvolvidos têm relação orgaânica com todos os componentes curriculares, que proporciona o contato com a escola, desde o primeiro semestre do curso. Este estágio tem início no 4º período, quando os alunos já terão uma base construída a partir do estudo dos componentes curriculares vistos até o momento do curso e do fortalecimento da relação teoria e prática, prevista no processo de ensino e aprendizagem. O Estágio tem uma carga horária total de 300 horas, distribuídas durante os quatro períodos da 2ª metade do curso. Será prioritariamente realizado na Educação Infantil e no Ensino Fundamental de 1ª à 4ª série, sendo a prática estendida para 29 Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Especial, considerando que a rede pública atende a demandas dessa natureza. 7.3 NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADORES (100 horas) Este é um outro espaço de flexibilidade em que o aluno poderá desenvolver ações de aprofundamento de seus interesses, desde que fomentem a pesquisa, a profissionalização docente, em especial a monitoria, e o intercâmbio entre universidade e comunidade/sociedade, através da extensão. A complementação possível de ser realizada neste eixo poderá ser decisiva para a formação na graduação e para sedimentar reflexões que possam tomar corpo na Pós-Graduação. No caso específico da Extensão, uma ampliação do significado deste conceito é necessária. Esta atividade envolverá não apenas projetos tipicamente definidos como extensão e cadastrados nos órgãos da Universidade, mas também outras atividades realizadas, como Iniciação à docência, Iniciação à Pesquisa, Estágios não-curriculares, que ora constituem o Fórum Coletivo de Debates do curso, participação em eventos científicos externos e internos e outras das atividades promovidas por instituições de ensino, de pesquisa, além de órgãos e instituições não-governamentais, desde que elas sejam de cunho científico, cultural e artístico. 8. DIAGRAMAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR GRADE CURRICULAR (INÍCIO: 2012- 2016) CURSO: PEDAGOGIA Graduação em Pedagogia – Licenciatura Matriz Curricular unificada de PEDAGOGIA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CH Presenci Seman al al 1o SEMESTRE Organização e Políticas da Educação Básica 4 80 História da Educação 4 80 Informática na Educação 2 40 Comunicação e Expressão 4 80 COMPONENTE CURRICULAR Prática s Tot al Hora Relógi o 80 80 40 80 66.66 66.66 33.33 66.66 30 Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica Introdução à Psicologia SUBTOTAL Sociologia da Educação Filosofia da Educação Psicologia da Educação Produção Textual em Educação Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico Fundamentos da Didática SUBTOTAL 2 40 40 33.33 4 80 20 400 2o SEMESTRE 4 80 4 80 4 80 2 40 80 400 66.66 333.30 80 80 80 40 66.66 66.66 66.66 33.33 80 80 66.66 40 400 40 400 33.33 333.30 80 80 66.66 80 80 66.66 40 40 40 40 80 400 40 40 40 40 80 400 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 333.30 40 40 40 40 40 40 33.33 33.33 33.33 40 40 33.33 80 80 66.66 80 80 66.66 80 80 66.66 400 400 50 383.30 80 80 66.66 40 40 40 40 40 40 33.33 33.33 33.33 40 40 33.33 80 80 80 80 66.66 66.66 4 2 20 3O SEMESTRE Didática e Formação Docente 4 Fundamentos Psicossociais na Educação 4 Infantil Educação na Diversidade Cultural 2 Educação, Natureza e Sociedade 2 Seminários sobre Jogos e Brincadeiras 2 Educação, Espaço e Forma 2 Fundamentos e Metodologia da Alfabetização 4 SUBTOTAL 20 o 4 SEMESTRE Metodologia e Prática da Alfabetização 2 Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de História 2 Fundamentos Teóricos e Metodológicos da 2 Educação Básica Psicologia do Desenvolvimento da 4 Aprendizagem Didática e Prática Docente 4 Leitura, Interpretação e Produção de Textos 4 Acadêmicos Estágio Supervisionado em Educação Infantil SUBTOTAL 20 5º SEMESTRE Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, 4 Cidadania e Saúde Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes 2 Matemática 2 Fundamentos e Metodologia da Educação de 2 Jovens e Adultos Currículos e Programas 4 Avaliação Educacional 4 Estágio Supervisionado em Educação do Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental SUBTOTAL 20 100 400 400 433.30 31 6o PERÍODO Linguagens e Mediações Tecnológicas na 2 Educação Fundamentos e Práticas do Ensino da 4 Matemática Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua 4 Portuguesa Didática, Estratégias e Recursos da Educação 4 de Pessoas com Necessidades Especiais Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 2 A Inclusão de Pessoas com Necessidades 4 Especiais na Educação Básica Pesquisa e Prática Educacional I Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos SUBTOTAL 20 7o SEMESTRE Pesquisa Educacional 4 Gestão Escolar na Educação Básica 4 Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar 4 Gestão da Educação Infantil 2 Estatística Aplicada à Educação 2 Legislação e Normas na Educação Nacional 4 Pesquisa e Prática Educacional II Estágio Supervisionado na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais SUBTOTAL 20 8o SEMESTRE Gestão Educacional em Ambientes Não 4 Escolares Políticas Públicas e Educação 2 Corpo e Movimento 2 Seminários sobre Educação, Gênero e 4 Sexualidade Trabalho de Conclusão de Curso- TCC 2 Literatura Infantojuvenil 2 Relações Sociais e Éticas 4 Pesquisa e Prática Educacional III Estágio Supervisionado em Gestão Escolar SUBTOTAL 20 Carga Horária CH de Disciplinas Curriculares Presenciais CH de estágio supervisionado CH de atividades complementares CH de atividades de prática curricular Carga Horária total do curso 40 40 33.33 80 80 66.66 80 80 66.66 80 80 66.66 40 40 33.33 80 80 66.66 50 50 50 50 400 50 450 433.33 50 80 80 80 40 40 80 50 66.66 66.66 66.66 33.33 33.33 66.66 50 80 80 80 40 40 80 50 400 450 433.33 80 80 66.66 40 40 40 40 33.33 33.33 80 80 66.66 40 40 80 40 40 40 80 40 40 440 33.33 33.33 66.66 40 50 373.33 400 50 Hora aula 3.200 Hora relógio 2.666 3.200 300 100 140 3.206 32 9 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS DOS COMPONENTES CURRICULARES BIBLIOGRAFIA E EMENTAS Componentes Curriculares - 1º semestre Organização e Política da Educação Brasileira Carga Horária 80h/a Objetivos Refletir sobre a escola como lugar de concepção, realização e avaliação do Projeto Político Pedagógico: discutir os princípios norteadores do Projeto Político Pedagógico como um instrumento de organização do trabalho pedagógico da escola, elaborando a partir da pratica do trabalho coletivo: identificar as etapas de elaboração, acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico. Ementa A disciplina aborda os processos legais e políticos que regem, a Educação no país a ação educativa como política Educacional, ações políticas e legais para efetivar educação, a formação do educador e a educação no Estado de São Paulo, o funcionamento da educação no contexto escolar, os parâmetros curriculares para os vários níveis de ensino, as propostas de classes de aceleração, projeto interdisciplinares, salas ambientais, progressão continuada, organização por ciclos, inclusão. Bibliografia Básica: BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011. NOGUEIRA, Nildo Ribeiro. Projeto Político Pedagógico. Erica. 2009. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. Bibliografia Complementar MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010. SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico: Do Projeto Político Pedagógico ao Cotidiano da Sala de Aula. Editora Libertad. 2009. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus. 2009. História da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos Discutir os aspectos sociais, políticos e econômicos dos quais a educação não se desvincula. Que o aluno perceba com clareza as relações entre a nossa educação e aquela do restante do mundo, bem como as relações de dependência e as discrepâncias entre elas. Analisar criticamente a educação desde as sociedades tribais até as sociedades urbanas. 33 Conhecer as linhas básicas do desenvolvimento da cultura ocidental em que nos inserimos e as da história intelectual e pedagógica de nosso país. Analisar criticamente a história da educação brasileira. Identificar os condicionantes sociais, políticos e econômicos da ação humana dentro do contexto histórico brasileiro. Ementa Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam o coletivo histórico, as abordagens do ensino da história da educação, a história que os livros não contam. Compreensão sobre a evolução do processo educativo ao longo da história da humanidade, definindo os ideais de cada povo e de cada época, desde a antiguidade até os dias atuais, da educação das sociedades primitivas à educação proposta do século XXI, verificação de seus condicionamentos econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticas da história da humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil. Permite interface com a Filosofia Geral, Sociologia Geral e Metodologia da Pesquisa Científica. Bibliografia Básica MANACORDA, M.A. História da Educação. Cortez. 2010. ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010. VEIGA, C.G. Historia da Educação. Ática. 2008. Bibliografia Complementar ARANHA, M.L.A. História da Pedagogia e da Educação. São Paulo: Moderna, 2007. BENCOSTA, Marcos Levy. Culturas Escolares, Saberes e Praticas Educativas. Cortez. 2008. GENTILI, A, A., SILVA, T. T. da ( org). Neoliberalismo, qualidade total e educação. Petrópolis: Vozes, 2010. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira. Manole. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010 Informática na Educação Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como ferramenta educacional presente de maneira constante na vida docente e discente. Ementa Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as infinitas possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta educacional. Bibliografia Básica GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008. TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor. Editora Érica. 8ª Ed. 2008. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Campus. 2011. Bibliografia Complementar BEHAR, Patrícia A. Modelos Pedagógicos em Educação a Distancia. Artmed. 2008. 34 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak. 2009 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula. Vozes. 2011. LOBUR, Júlia. Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores. Bookman. 2010. SILVA, Mário Gomes da. Informática. Terminologia Básica. Erica. 2010 Comunicação e Expressão Carga Horária 80h/a Objetivos Expressar-se verbalmente e saber comunicar-se nas mais variadas situações, de modo a analisar as relações entre a língua e as necessidades humanas. Ementa: A variedade lingüística e a Gramática da Língua Portuguesa, textos e intertextualidade, gramática aplicada, literatura e suas relações com a história e a política, textos específicos da tarefa de educar como pareceres, relatórios, atas de reuniões, textos orientadores a problemas específicos dos alunos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. Ibep. 2009. HENRIQUES, Antonio. Língua Portuguesa. Noções Básicas para Cursos Superiores. Atlas. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. CEREJA; MAGALHÃES. Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2009. FERNANDES, Alessandra Coutinho. Compreensão e Produção de Textos. Ibpex. 2008. GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Fundação Getúlio Vargas, 2009. PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011. Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica Carga Horária 40h/a Objetivos Conceituar ética, estética e ludicidade através de trabalhos que promovam a integração e incentivem a prática oral diante do grupo. Ementa O estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade que deve envolver as propostas didático-Pedagógicas nas escolas de educação básica são de fundamental importância para a construção da cidadania e melhores condições de vida para as pessoas. O conceito de ética diferenciando-o do conceito de moral, a objetividade éticas, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas feitas; a beleza nas pessoas e no mundo, a ética e estética, uma relação indissociável, níveis e modalidades de artes e suas contribuições para formação das crianças e 35 adolescentes da escola básica. O jogo, o brinquedo, as brincadeiras e a tradição popular na educação do ser humano. Bibliografia Básica: AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009. BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011. Bibliografia Complementar: ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 2011. GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e educação. Campinas: Autores Associados, 2004. PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010. SANTOS, Santa Marli. Brinquedoteca: O Lúdico em Diferentes Contextos. Vozes. 2011. SANTOS, Santa Marli. Ludicidade como Ciência. Vozes. 2008. Introdução à Psicologia Horária 40h/a Objetivos Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise critica dos temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na Educação. Ementa Desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, o objeto de estudo, métodos e campos de aplicação. Principais escolas psicológicas e a relação dessas com o contexto educacional. Fundamenta a psicologia geral. Aborda o comportamento humano em seus aspectos físicos, afetivo, emocional, cognitivo e relaciona esses aspectos aos processos de ensino aprendizagem. Enfatiza a importância da relação professor/aluno. Bibliografia Básica BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. LOTTUS, Jeoff. Atkinson & Hilgard. Introdução a Psicologia. Cengage. 2012. PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011. Bibliografia Complementar COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007. OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010. PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010. REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011. ROSSINI, Maria Augusta. Pedagogia Afetiva. Vozes. 2009. 36 Componentes Curriculares - 2º semestre Sociologia da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender a sociologia como ciência no que se refere à difusão dos aspectos sócio-históricos e estabelecer relações com a pedagogia é um dos objetivos da disciplina. Além disso, subsidiar a compreensão do conjunto de questões que, interligadas, balizam as relações sociais, econômicas, políticas e culturais da sociedade. Ementa: Educação como decorrência do contexto sócio-histórico e social, identificação das práticas sociais do educador frente a estas mudanças. Discussão da relação Educação e Sociedade, as características assumidas pela educação em consonância com as mudanças de regimes políticos e econômicos. Discussão do papel da escola e do educador como agente de transformação ou de reprodução da realidade. Bibliografia Básica COSTA, M.C.C Sociologia ; Introdução a ciências da sociedade. São Paulo: Ed. Moderna, 2011. PAIXÃO, Lea Pinheiro. Sociologia da Educação. Vozes. 2011. PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação. Ática. 2010. Bibliografia Complementar ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2008. CUNHA, Eugenio. Praticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2010. DURKEIM, Emile. Educação e Sociologia. Vozes. 2011. GARCIA, Rolando. O Conhecimento em Construção Das Formulações de Jean Piaget à Teoria de Sistemas Complexos. Artmed. 2003. HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed. 2008. Filosofia da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos As aulas visam o pensamento filosófico, que deve se desenvolver em todos os conteúdos abordados, propiciando um aprofundamento em torno dos mesmos, especialmente no que se refere ao contexto educacional local e nacional, propiciando aos alunos uma oportunidade de reflexão em torno da realidade educacional na qual estão inseridos em comparação ao panorama nacional, com criticidade e autonomia. As aulas de Filosofia da Educação objetivam uma formação voltada para a autonomia e cidadania dos educadores, pois possibilita que o mesmo pense por si mesmo a respeito do mundo em que vive, compreendendo as leis que o regem e utilizando o raciocínio lógico para refletir – pensar e repensar – sobre a vida em sociedade, que é determinada por direitos e deveres, que devem direcionar o comportamento humano para responsabilidade com a transformação do seu meio em prol do seu bem estar, atitude de autonomia, e do bem estar comum, ação de cidadania. 37 Ementa Ao discutir a fundamentação filosófica da educação esta disciplina, que integra o núcleo obrigatório do currículo, pretende que o pedagogo entenda o significado político da educação e seu papel na superação do conhecimento ingênuo e/ou mecanicamente assimilado, buscando relacionar teoria e prática, ideologia, educação e valores. Busca os fundamentemos filosóficos, éticos, políticos e sociais das pedagogias tradicionais, nova progressista e ético-transcendental, de forma a identificar seus valores, princípios e direcionamentos de ação. Analisa a concepção da práxis em todos os expoentes da educação e da filosofia, procurando suas conseqüências no processo de ensino/aprendizagem, educação/desenvolvimento. A partir de visões reacionárias ou renovadoras. Estudando as mais representativas filosofias modernas da educação, analisando-as em seus princípios e desenvolvimento doutrinário, relacionando-as com as correntes filosóficas contemporâneas e, finalmente examinando-as à luz dos principais problemas da educação no mundo moderno. Identificação das conexões entre as filosofias de educação e as ideologias dominantes em nossa época. Pressupõe como prérequisitos os conceitos básicos trabalhados em Filosofia Geral, exigindo do aluno possibilidades amplas para crítica, raciocínio lógico e escrita fluente. iInterface com a História da Educação Brasileira e Didática I. Bibliografia Básica FAVERI, José Ernesto de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011. LUCKESI, Cipriano. Filosofia da Educação. Cortez. 2011. OLIVEIRA, Ivanilde A. de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar ARANHA, Maria C. da Arruda. Filosofando: Introdução a Filosofia. Moderna. 2009. CESCON, Everardo. Filosofia, Ética e educação. Paulinas. 2011. CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. S. Paulo, Ática, 2010. CHAUI, Marilena. Introdução a Historia da Filosofia. Vol. 1. Cia das Letras. 2011. JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. Cultrix. 2010. Psicologia da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise critica dos temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na Educação. Ementa Fundamentação teórica sobre os estudos psicológicos que interessam à educação, as relações entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos aspectos psicológicos do ser humano, de um lado, com o organismo biológico e, de outro, o lugar social que o indivíduo necessariamente ocupa. Noções fundamentais para a compreensão dos processos psíquicos que envolvem o desenvolvimento humano e o processo da aprendizagem. Discussão sobre as principais teorias psicológicas identificando seus reflexos e sua importância para a compreensão do 38 ato do conhecimento e do processo educativo em geral e suas influências. Instrumentalização para o uso adequado de técnicas de observação do comportamento, atitudes e desempenho global dos discentes. Conceitos básicos sobre a aprendizagem e desenvolvimento humano, criticidade, criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de solucionar problemas. Bibliografia Básica COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005. GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2011. PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010. Bibliografia Complementar BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. Artmed. 2011. BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007. OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010. PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011. REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011. Produção Textual na Educação Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver o conceito e a prática da construção de textos. Ementa Reflexão e compreensão do conceito de texto e contexto. O texto como situação comunicativa. Explicitação dos tipos e dos gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita. Bibliografia Básica BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011. MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola. 2008. 39 Bibliografia Complementar FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010. FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007. KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009. PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011. SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008. Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico Carga Horária 40h/a Objetivos Dar aos alunos o conhecimento técnico-científico para a utilização adequada da pesquisa e sua aplicação como ferramenta pedagógica. Analisar o potencial da pesquisa e sua utilização no crescimento e desenvolvimento do trabalho educacional. Ementa Desenvolvimento do espírito de pesquisa e atitudes investigativas. Fundamentação teórica e conhecimentos necessários para a realização de pesquisas e trabalhos com rigor científico e profundidade de exploração. Análise, verificação, compreensão, inter-relação e desenvolvimento do conhecimento na utilização das fontes de pesquisa, análise científica, pesquisas qualitativas, estudos de caso, história de vida, monografias, bibliografias especializadas. Bibliografia básica: ANDRADE, Maria Margarida. Introdução a Metodologia do Trabalho científico São Paulo. Atlas. 2010. MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Cientifica. Atlas. 2010. SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2007. Bibliografia complementar: ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010. CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e Habilidades em Leitura. Atual. 2009. FAZENDA, I.A.C. Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo. Cortez, 2010. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Teoria da Ciência e Pratica da Pesquisa. Vozes. 2010. 40 Fundamentos Didática Carga Horária 40h/a Objetivos Relacionar a teoria e a prática em situações da realidade pedagógica. Compreender a relação professor-aluno mediada pelo currículo. Saber elaborar planos de ensino. Ementa Desenvolvimento de conhecimentos teóricos e a instrumentalização técnica para subsidiar a prática pedagógica do futuro educador abrangendo os eixos: as diferentes perspectivas de análise do processo de ensino, o papel da escola, os pressupostos de aprendizagem, a concepção de autoridade do professor e a sala de aula como espaço político-pedagógico destinado à construção do conhecimento. Bibliografia Básica CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010. PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007. MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008. ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010. Componente Curriculares - 3º semestre DIDÁTICA E FORMAÇÃO DOCENTE- Carga Horária 80h/a Objetivos Refletir sobre a construção das idéias pedagógicas, gerando o pensamento crítico e infundindo o questionamento, o espírito de autocorreção e ponderação. Fazer indagações político-filosóficas e concluir respostas originais no contexto histórico contemporâneo, refletindo com criticidade, rigor e coragem sobre o que se considere importante para as questões didático-pedagógicas. Ementa: Conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, o processo educacional como construção interdisciplinar e global aprendendo o planejá-lo, executá-lo, acompanhando e avaliando seus resultados, buscando seu aperfeiçoamento. Unidades de conteúdo: o papel da didática na formação do professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade em educação, relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o esfacelamento da relação teoria e prática;subsídios teóricos para a organização do trabalho docente, a aprendizagem como recurso para aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo de ensino – aprendizagem, relação educador – educando, organização do trabalho docente. A elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente escolar 41 Bibliografia Básica CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010. PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007. MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008. ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010. Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e social dos seres humanos. Conhecer e analisar textos de autores clássicos da Psicologia do Desenvolvimento. Ementa A importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e social dos seres humanos. Reflexão sobre a importância da escola de educação infantil em propiciar às crianças experiências enriquecedoras que possibilitem seu pleno desenvolvimento e garantam seu direito à infância. Concepções de infância e de educação infantil construídas ao longo do tempo, tendo como pressupostos a diferentes correntes da psicologia e da sociologia – teorias que darão subsídios para discutir as metodologias e as práticas do cotidiano das instituições destinadas à educação infantil. Bibliografia Básica: ASSUNPÇÃO JR, Francisco. Situações Psicossociais na Infância e na Adolescência. Atheneu. 2008. BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar 42 CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2010. GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2011. HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed. 2008. KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011. OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010. VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores Associados. 2011. Educação na Diversidade Cultural Carga Horária 40h/a Objetivos Articular as temáticas no que se refere à educação e diversidade destacando as relações raciais, étnico-raciais bem como outros marcadores de identidades tais como de gênero, desigualdades sociais, regionalidades e outras. Tratando das implicações pedagógicas nos diferentes âmbitos e contextos formativos a partir das mudanças na LDB 9394 por meio das Leis 10.639/03 e 11.645/08. Ementa: Abordar as diversidades como aspecto intrínseco à formação do Estado Nação Brasileiro é o principal objetivo da disciplina, em especial no que se refere aos recortes de classe, raça, etnia, gênero, regionalidade, além de outras diversidades pertinentes às situações singulares nas quais o processo educativo, formal e informal ganhe centralidade. Bibliografia Básica: BARROS, José Marcio. Diversidade Cultural: Da Proteção a Promoção. Autentica. 2008. SANTOS, Maria Sirley. Pedagogia e Diversidade. Memnon. 2007. STROHER, Marga. Educar para a Convivência na Diversidade. Paulinas. 2009. Bibliografia Complementar: CAMPOS, Marília Lopes de. Diversidade e Transversalidade nas Praticas Educativas. Nau Editora. 2010. CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Alinea. 2008. CUNHA, Eugenio. Praticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2011. 43 GOMES, Nilma Nilo. Educação e Raça: Perspectivas Políticas, Pedagógicas e Estéticas. Autentica. 2008. LEÃO, Geraldo. Quando a Diversidade Interroga a Pratica Docente. Autentica. 2008. Educação, Natureza e Sociedade Carga Horária 40h/a Objetivos Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, a didática no ensino da Natureza e Sociedade: a organização dos conteúdos e metodologias de trabalho, em classes de Educação Infantil. Analisar as propostas curriculares, as sequências didáticas, o processo de planejamento e de avaliação do ensino na Educação Infantil. Ementa Dentro de uma abordagem, centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o trabalho referente à natureza e à sociedade na Educação Infantil, parte da diversidade de concepções pedagógicas, verificando a possibilidade do trabalho integrado, que preserva as especificidades dos campos de conhecimento. Bibliografia Básica DOHME, Vânia. Ensinando a Criança a Amar a Natureza. Atividades, jogos, histórias, artesanatos. Vozes. 2010. KILPATRICK, W.H. Educação para Uma Sociedade em Transformação. Vozes. 2011. MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac. 2007. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera Maria. Sociedade, Educação e Cultura. Vozes. 2010. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico. Cortez. 2011. CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Alinea. 2008. MORAIS, Regis de. Sociedade e Educação. Alinea. 2009. PENTEADO, H. D. Meio ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez, 2010. Educação, Espaço e Forma Carga Horária 40h/a 44 Objetivos Gerais: Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador e tem por objetivo refletir e analisar como é sugerido o trabalho com espaço e forma na educação infantil. Compreender e aplicar em forma de laboratório de matemática, as propostas dos Referenciais Curriculares Nacionais de Educação Infantil em relação aos blocos de conteúdos. Ementa Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na educação infantil. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e sem duvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias levando o docente a construção e ampliação de seu conhecimento. Bibliografia Básica: ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011. CARVALHO, Mercedes. Números - Conceitos e atividades para educação infantil e ensino fundamental I. Vozes. 2010. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008 Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009. MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental. Autentica. 2010. MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010. Seminários sobre Jogos e Brincadeiras Carga Horária 40h/a Objetivos Apresentar aos educadores diversas possibilidades educativas dentro da sala de aula, que possam auxiliá-lo a fazer com que os alunos participem ativamente na construção do seu conhecimento Refletir sobre normas, inter-relações e jogos éticos e cooperativos. Ementa Discussão conceitual do jogo e seus significados, a elaboração e a construção de propostas concretas de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial. Bibliografia Básica: 45 KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2010. SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e Psicomotricidade. Ibpex. 2009. SANTOS, Santa Marli. O Brincar na Escola: Metodologia lúdico-vivencial, coletânea de, Jogos, brinquedos e dinâmicas. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar FRITZEN, Silvino José. Dinâmicas de Recreação e Jogos. Vozes. 2011. GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em movimento: jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009. ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização Carga Horária 80h/a Objetivos Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre questões que envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das crianças, jovens e adultos das nossas escolas. Ementa Compreensão da dimensão que um trabalho com a linguagem na alfabetização inicial pode atingir, tanto do ponto de vista da ampliação das capacidades expressivas e comunicativas da criança, quanto de sua inserção e participação num mundo letrado, focando a escrita como um sistema de representação da linguagem. Bibliografia Básica CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguistica. Scipione. 2010. LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010. PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. Bibliografia Complementar CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008. COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita. Summus. 2011. GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008. MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância. Mercado de Letras. 2008. 46 RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. Contexto. 2008. Componente Curriculares – 4º SEMESTRE Fundamentos e Metodologia da Alfabetização Carga Horária 80h/a Objetivos Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre questões que envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das crianças, jovens e adultos das nossas escolas. Ementa Fundamentação teórica sobre a alfabetização nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a construção da escrita pela criança e as intervenções do professor. Discussão sobre as orientações didáticas para o ensino da língua (leitura, escrita, oralidade), tendo como unidade básica o texto, destacando como os diferentes tipos de textos podem ser importantes ferramentas para o Ensino da Língua Portuguesa. Bibliografia Básica CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguistica. Scipione. 2010. LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010. PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. Bibliografia Complementar CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008. COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita. Summus. 2011. GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008. MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância. Mercado de Letras. 2008. RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. Contexto. 2008. Fundamentos Metodologia da Geografia Carga Horária 40h/a Objetivos 47 Conhecer os eixos temáticos e as metodologias de ensino da geografia e sua relação com os temas transversais. Expor e discutir o ensino da Geografia no contexto histórico e escolar do Brasil Ementa Dentro de uma abordagem, centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o ensino de Geografia exige muito mais do docente do que em décadas passadas. A compreensão dos mecanismos de aprendizagem de Geografia num mundo globalizado e em constantes mudanças, apresentam para o docente, desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de ensino. Bibliografia Básica ARAUJO JR, Geografia e Ensino: Abordagens Conceituais e Temáticas. All Print. 2011. FILIZOLA, Roberto. Teoria e Prática no Ensino de Geografia. FTD. 2010. PAGANELLI, Tomoko. Para Ensinar e Aprender Geografia. Cortez. 2008. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Geografia e Didática. Vozes. 2010. CALLAI, Helena C. Educação Geográfica: Reflexão e Pratica. Unijui. 2011. CASTELLAR, Sonia. Ensino de Geografia. Cengage. 2009. MOREIRA, Ruy. Sociedade e Espaço Geográfico no Brasil. Contexto. 2011. PENTEADO, Heloisa Dupas. Metodologia do Ensino de Historia e Geografia. Cortez. 2009. Fundamentos Metodologia da História Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver no aluno o espírito crítico para análise do cotidiano da educação; organizar repertórios históricos e culturais que lhe permitam localizar acontecimentos numa multiplicidade de tempo, de modo a formular explicação para algumas questões do presente e do passado. Ementa Dentro de uma abordagem, centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o ensino de História exige muito mais do docente do que em décadas passadas. A compreensão dos mecanismos de aprendizagem da história e sua constante interligação com as demais disciplinas, bem como o estudo de Geografia num mundo globalizado e em constantes mudanças, apresentam para o docente, desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de ensino. Bibliografia Básica ADUB, Kátia Maia. Ensino de Historia. Cengage. 2010. HORN, Geraldo B. Ensino de Historia e seu Currículo: Teoria e Método. Vozes. 2010. LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011. Bibliografia Complementar: ANTUNES, Celso. Historia e Didática. Vozes. 2010. 48 BITTENCOURT, C. M. F.o Ensino de Historia e a Criação do Fato. Contexto. 2009. LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Campus. 2010. RODRIGUES, José Honorário. Historia e Historiografia. Vozes. 2008. SWAIN, Harriet. Grandes Questões da História. José Olympio. 2010. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica Carga Horária 40h/a Objetivos Compreender as grandes teorias da educação em sua base conceitual e metodológica. Desenvolver relações dos grandes educadores e suas propostas educacionais à luz de sua época. Analisar as correntes de pensamento e seu significado na construção dos modelos atuais de educação. Ementa Aprofundamento do conhecimento nos Fundamentos da Educação. Conhecimento dos grandes teóricos da educação. Análise, verificação, compreensão, estabelecimento de relações e desenvolvimento de conhecimentos necessários à formação global dos futuros educadores. Bibliografia Básica GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar par a Educação Básica. Vozes. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010. VELOSO, Fernando. Educação Básica no Brasil. Campus. 2009. Bibliografia Complementar DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009. PARO, Vitor Henique. Gestão Escolar, Democracia e Qualidade no Ensino Ática. 2008. PERRENOUD, P. As Competências para Ensinar no Século XXI: A formação dos professores e o desafio da avaliação Porto Alegre: Artmed, 2007. PIMENTA, Selma Garrido (coord.). Pedagogia: Ciência da Educação? São Paulo: Cortez, 2007. PREDEBON, José. Profissão Professor. Cia. Dos Livros. 2010. Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem Carga Horária 80h/a Objetivos 49 Os alunos deverão compreender que o desenvolvimento humano se dá ao longo da vida de forma global, enquanto seres que somos, vinculados às condições existenciais, numa perspectiva histórico-social; Conhecer e analisar textos de autores clássicos da Psicologia do Desenvolvimento; Compreender o sujeito do conhecimento através de diferentes modelos teóricos da aprendizagem. Aplicação do conhecimento científico adquirido em situações da prática profissional; Diagnosticar os diferentes momentos do desenvolvimento intelectual do sujeito; visão científica dos fatos vivenciados em educação; uso adequado de técnicas de observação do comportamento e atitudes e desempenho global dos alunos. Ementa: Esta disciplina, que integra o núcleo obrigatório do currículo numa seqüência lógica, pretende tomar como temas centrais dos estudos psicológicos que interessam à educação, as relações entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos aspectos psicológicos do ser humano, de um lado, com o organismo biológico e, de outro, o lugar social que o indivíduo necessariamente ocupa. Pretende garantir ao futuro pedagogo noções fundamentais para a compreensão dos processos psíquicos que envolvem o desenvolvimento humano e o processo da aprendizagem. Para isto discute as principais teorias psicológicas identificando seus reflexos e sua importância para a compreensão do ato do conhecimento e do processo educativo em geral e suas influências Esta disciplina instrumentaliza o futuro pedagogo para o uso adequado de técnicas de observação do comportamento, atitudes e desempenho global dos discentes. Possibilita a interdisciplinaridade com Sociologia da Educação, Filosofia da Educação, História da Educação, Didática Pesquisa e Prática Pedagógica. Solicita que o aluno domine conceitos básicos sobre a aprendizagem e desenvolvimento humano, exige espírito de busca, criticidade, criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de solucionar problemas. Bibliografia Básica BIAGGIO, Angela Maria. Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009. COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005. GUIDETTI, Catherine. Introdução a Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Criatividade na Sala de Aula. Vozes. 2011. BELSKY, Janet. Desenvolvimento humano: Experienciando o Ciclo de Vida. Artmed. 2010. COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia Evolutiva Vol. 1. Artmed. 2005. OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010. REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011. 50 Didática e Prática Docente Carga Horária 80h/a Objetivos Refletir sobre a construção das idéias pedagogicas, gerando o pensamento crítico e infundindo o questionamento, o espírito de auto-correção e ponderação. Fazer indagações político filosóficas e concluir respostas originais no contexto histórico contemporâneo, refletindo com criticidade, rigor e coragem sobre o que se coinsidere importante para as questões didático-pedagogicas. Ementa O conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, o processo educacional como construção interdisciplinar e global aprendendo o planejamento, executá-lo, acompanhando e avaliando seus resultados, buscando seu aperfeiçoamento. Unidades de conteúdo: o papel da didática na formação do professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade em educação, relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o esfacelamento da relação teoria e prática; subsídios teóricos para a organização do trabalho docente, a aprendizagem como recurso para aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo de ensino – aprendizagem, relação educador – educando, organização do trabalho docente. A elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente escolar. Bibliografia Básica CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010. PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007. MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008. ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010. Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos Carga Horária 80h/a Objetivos Valorizar a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos. Ementa 51 Reflete e compreende o conceito de texto e contexto. O texto como situação comunicativa. Apresenta os tipos e os gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Prioriza as práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita. Bibliografia Básica CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e Habilidades em Leitura. Atual. 2009. BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola. 2008. Bibliografia Complementar FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011. FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010. FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007. KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009. SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008. Estágio Supervisionado em Educação Infantil Carga Horária 50h/a Objetivos Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; - oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; - integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa: Participação do aluno em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento e experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: 52 MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componente Curriculares – 5º SEMESTRE Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde Carga Horária 80h/a Objetivos Fornecer uma visão global da pedagogia de projetos visando coerência com todos os aspectos concernentes ao processo de aprendizagem e ao ambiente escolar. Analisar perspectivas que levem ao desenvolvimento de projetos voltados para a realidade das escolas, ampliar a visão quanto as questões ambientais, questionamento da realidade contemporânea; espírito investigativo. Ementa: Pedagogia de Projetos, Oficinas de Estimulação Didático-pedagógicas, culturais, políticas e científicas, Multidisciplinaridade, Pluridisciplinaridade, Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; Projeto Metodológico baseado em desafios didáticos, Temas Geradores; Projetos com Filmes; Projetos Ecológicos (papel reciclado, reaproveitamento, gincana, ecológica); Criando Projetos; Grandes Projetos ( Feiras, Olimpíadas, Passeatas, etc.); Projetos com Jogos Cooperativos; Procedimentos didáticos apropriados; Projeto Jornal e vários outros. Análise de perspectivas que levam ao desenvolvimento de projetos voltados para a realidade das escolas, ampliar a visão quanto as questões ambientais, questionamento da realidade contemporânea; espírito investigativo 53 Bibliografia Básica: ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. MEDINA, Naná Mininni. Educação Ambiental: Uma metodologia participativa de formação. Vozes. 2011. SILVESTRE, Daniela D. Manual para Cuidadores de Crianças em Creches, Berçários, Maternais e Pré Escolas: Fundamentos para a qualidade em saúde, segurança, higiene e educação. Vozes. 2007. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico. Cortez. 2011. FAZENDA, Ivani C. A. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Papirus, 2010. MANO, Eloisa Biasotto. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. Edgard Blucher. 2010. MELLO, Maura Maria de Sá. Educação e Nutrição: Uma Receita de Saúde. Mediação. 2007. MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac. 2007. Fundamentos Metodologia de Ciências Carga Horária 40h/a Objetivos Subsidiar e preparar os alunos para o planejamento e a programação de curso de ciências e propiciar-lhes a vivência e a reflexão da prática docente. Ao Final do curso o aluno deverá estar familiarizado com a essência e particularidades do ensino de ciências para crianças, a partir de uma visão ampla das várias propostas de ensino existentes. Deverá por fim ter ferramental básico para preparar-se para o efetivo exercício docente na área especifica para as primeiras séries do ensino fundamental e educação infantil Ementa A construção do conhecimento dos estudantes passa pela compreensão plena do potencial das ciências, tanto em seu aspecto humano, quanto material e científico. Desta forma é de vital importância que o estudante compreenda os processos de transmissão e as estratégias básicas para o bom ensino desta disciplina, que é fundamental nas escolas do país. A instrumentalização docente passa também pelo conhecimento das modernas tecnologias que auxiliam o trabalho do professor nesta área, bem como o conhecimento dos principais autores a as literaturas especializadas.de conhecimento: Concepções da linguagem e implicações para o processo de aquisição e desenvolvimento. Este curso é concebido para que o aluno 54 desenvolva competências que lhe permitam compreender que a proposta para o ensino Ciências na escola de educação infantil e ensino fundamental é mostrá-la como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações, para reconhecer o homem como parte do universo e como indivíduo, e, além da apropriação dos conceitos e procedimentos da área, pode contribuir para o questionamento do que se vê e ouve, para a ampliação das explicações acerca dos fenômenos da natureza, para a compreensão e valoração dos modos de intervir na natureza e de utilizar seus recursos, para a compreensão dos recursos tecnológicos que realizam essas mediações, para a reflexão sobre questões éticas implícitas nas relações entre Ciência,Sociedade e Tecnologia. Compreender que o ensino de Ciências Naturais pode contribuir para uma reconstrução da relação homem-natureza, a partir do conhecimento sobre como a natureza se comporta e a vida se processa contribui para a criança se posicionar com fundamentos acerca de questões bastantes polêmicas e orientar suas ações de forma mais consciente. Bibliografia Básica ANGOTTI, José André. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. Cortez. 2009. POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009. WARD, Helen. Ensino de Ciências. Artmed. 2010. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Ciências e Didática. Vozes. 2010. AUGUSTO, Silvana. Ciências: Solução para Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011. CARVALHO, Ana Maria Pessoa de. Formação de Professores e Ciências. Cortez. 2011. GERALDO, Antonio Carlos Hidalgo. Didática de Ciências Naturais na Perspectiva Histórico Critica. Autores Associados. 2009. LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Educação Ambiental no Brasil: Formação, Identidade e Desafios. Papirus. 2011 Fundamentos Metodologia da Artes Carga Horária 40h/a Objetivos Esta disciplina visa desenvolver no educando sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de arte, tanto para produzir trabalhos pessoais, quanto para que possa progressivamente apreciar e valorizar os diferentes bens artísticos. Ementa 55 Discussão de assuntos referente à arte, especialmente no que se refere ao desenvolvimento da mesma através da história até chegar à contemporaneidade. O futuro educador terá a oportunidade de aprimorar seus sentidos através de um olhar sensível, desenvolvendo assim o prazer pela arte, e reconhecendo as suas diversas representações assim como a capacidade da criança de se expressar através dela. Bibliografia Básica ANTUNES, Celso. Arte e Didática. Vozes. 2010. BOWMAN, Dana. Iniciação a Arte para Crianças Pequenas. Artmed. 2007. MATTAR, Sumaya. Sobre Arte e Educação: Entre a Oficina Artesanal e a Sala de Aula. Papirus. 2010. Bibliografia Complementar FRITZEN, Celdon. Educação e Arte: Linguagens Artísticas. Papirus. 2008. RICHTER, Sandra. Criança e Pintura: Ação e Paixão de Conhecer. Mediação. 2005. SANTOS, Regina Márcia Simão. Música, Cultura e Educação: Os Múltiplos Espaços da Educação Musical. Sulina. 2011. VERDERI, Erica. Dança na Escola: Uma Proposta Pedagógica. Phorte. 2009. VYGOTSKI, L.S. A Imaginação e a Arte na Infância. Relógio D’Água. 2009 Matemática Carga Horária 40h/a Objetivos Compreender os principais elementos e propostas do ensino da matemática básica. Ementa O desenvolvimento cognitivo na área da matemática. Como disciplina básica da educação o conhecimento de matemática é fundamental para o docente que trabalha na educação infantil. Conhecimento matemático necessário para trabalhar com as crianças de zero aos seis anos. Trabalha conteúdos fundamentais e básicos da Matemática numa ampla revisão de conhecimentos: calendário, números, quantidades, operações, problemas, grandezas e medidas – em um aprofundamento e conhecimento que, possibilite a compreensão dos processos de aprendizagem próprios dos infantes. Bibliografia Básica FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009. 56 OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Praticas Docentes. Alinea. 2010. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011. MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental. Autentica. 2010. MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008. Fundamentos e Metodologia de Jovens e Adultos Carga Horária 40h/a Objetivos Entender o papel do educador da EJA na sala de aula nos diversos segmentos. Ementa: Reflexão sobre a modalidade da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, sob o paradigma da Educação Para Todos, bem como as implicações para as práticas pedagógicas é o objetivo principal da disciplina. Aspectos que dizem respeito à produção dos analfabetismos na atual sociedade, bem como às formas de enfrentamento, avanços e desafios na área. Bibliografia Básica BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos: Currículo e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Teoria, Pratica e Proposta. Cortez. 2011. SALES, Sandra Regina. Educação de Jovens e Adultos: Políticas e Práticas Pedagógicas. Nau. 2010. Bibliografia Complementar BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011. BARCELOS, Valdo. Formação de Professores para a Educação de Jovens e Adultos. Vozes. 2010. CARBONELL, Sonia. Educação Estética para Jovens e Adultos. Cortez. 2010. 57 SAMPAIO, Maria Narcizo. Praticas de Educação de Jovens e Adultos. Complexidades, Desafios e Propostas. Autentica. 2010. SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. Vozes. 2010. Currículos e Programas Carga Horária 80h/a Objetivos Apresentar os aspectos legais concernentes aos currículos da educação básica e discutir experiências inovadoras em currículos. EMENTA Fundamentos do currículo: origens, desenvolvimento, tendências e propostas. Conceituação o currículo nos diferentes paradigmas, assim como, as concepções teóricas curriculares: teoria tradicional, crítica e pós-crítica; as práticas pedagógicas decorrentes de diferentes modelos curriculares. Reflexão sobre o papel do currículo na estrutura escolar e sua relação com a estrutura social e o poder produção e construção de conhecimento no currículo. Bibliografia Básica DIAS, Fátima Regina Teixeira. Currículo na Educação Infantil. Scipione. 2008. JONAERTE, Phillippe. Currículo e Competências. Artmed. 2010. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Currículo: A Atividade Humana como Principio Educativo. Libertad. 2009. Bibliografia Complementar DALMAS, Angelo. Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e Avaliação. Vozes. 2010. GENTIL, Heloisa Salles. Práticas Pedagógicas: Política, Currículo e Espaço Escolar. Junqueira e Marin. 2009. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. SANTOS, Pablo. Guia Pratico da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. Libertad. 2007. Avaliação Educacional Carga Horária 80h/a Objetivos 58 Preparar docentes para o processo de planejamento e avaliação do desempenho de discentes a partir de uma proposta sócio-construtivista, interacionista, política e ética. Ementa A avaliação educacional com vistas a superar a função classificatória pela diagnóstico-formativa. Nesse sentido, prioriza-a como elemento de inclusão, de tomada de decisão, articulada aos demais elementos do campo educativo, destacando o significado do erro construtivo, além de procedimentos avaliativos e tendências recentes na avaliação escolar. Bibliografia Básica CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional. Ibpex. 2009. FREITAS, Luis Carlos de. Avaliação Educacional. Vozes. 2011 SOUZA, Alberto de Mello e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All Print. 2011. DALMAS, Angelo. Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e Avaliação. Vozes. 2010. GANDIN, Danilo. Pratica do Planejamento Participativo. Vozes. 2010. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011. SOUZA, Alberto de Melo e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011. Pesquisa e Prática Pedagógica Carga Horária 50h/a Objetivos Refletir sobre a dinâmica do processo educacional. Conhecer a teoria e a prática educacional. Ementa Vivenciar na prática cotidiana de instituições escolares e não escolares as noções teóricas que orientam a educação no país em suas várias modalidades e em nível de Escola Básica. A observação será acompanhada de levantamento de problemas. Projeto de Intervenção abrangendo as especificidades e as variáveis a serem consideradas em cada situação, sem perder de vista a escola no seu todo e sua integração no sistema escolar brasileiro. Bibliografia Básica: FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010. 59 HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. PRING, Richard. Educação Baseada em Evidências A utilização dos achados científicos para a qualificação da prática pedagógica. Artmed. 2008. Bibliografia Complementar ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011 DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009. FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006. Estágio Supervisionado em Educação do Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental Carga Horária 100h/a Objetivos Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; - oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; - integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa: Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. 60 SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componente Curriculares – 6º SEMESTRE Linguagem e Mediações Tecnológicas Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como ferramenta educacional presente de maneira constante na vida docente e discente. Ementa Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as infinitas possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta educacional. Bibliografia Básica FERRETTI, Celso J. Novas Tecnologias, Trabalho e Educação. Vozes. 2011. GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008. TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor. Editora Érica. 8ª Ed. 2008. Bibliografia Complementar DEMO, Pedro. Formação Permanente e Tecnologias Educacionais. Vozes. 2011. 61 FILE, Walter. Tecnologia e Educação: As Mídias na Prática Docente. Wak. 2009. LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak. 2009 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula. Vozes. 2011. SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Loyola. 2010. Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática Carga Horária 80h/a Objetivos Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador para a coleta de dados e concepções matemáticas e aplicações para o processo de aquisição e desenvolvimento de situações problemas. Ementa Capacitação para o exercício docente no ensino de matemática. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e sem dúvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias levando o docente a construção e ampliação de seu conhecimento. Concepções da matemática e implicações para o processo de aquisição e desenvolvimento de situações reais do cotidiano; numeralização e a metodologia do ensino/aprendizagem; conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Bibliografia Básica FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009. OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Praticas Docentes. Alinea. 2010. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. ARANAO, Ivana. A Matemática Atraves de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011. MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental. Autentica. 2010. MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008. 62 Fundamentos e Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa Carga Horária 80h/a Objetivos Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, que os princípios/fundamentais que devem orientar a atuação educativa e a escolher aos conteúdos (conceituais e procedimentos), os quais servirão como meios para o desenvolvimento das competências. Ementa A construção do conhecimento do ensino, didática e metodologia de Língua Portuguesa na Educação Infantil. Concepção de linguagem e uma compreensão do estatuto dos textos e discursos como materialização da linguagem e unidade de ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010. ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa: Oralidade, Leitura e Escrita. Contexto. 2011. GOMES, Maria Lucia Castro. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa. Ibpex. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AUGUSTO, Silvana. Língua Portuguesa: Solução par Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011. BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. COELHO, Ligia Marta. Língua Materna nas Series Iniciais do Ensino Fundamental. Vozes. 2009. PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. Contexto. 2008. Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com Necessidades Especiais (PNE) Carga Horária 80h/a Objetivos Conhecer os diversos tipos de deficiências. Ementa 63 Conhecimento e compreensão dos indivíduos pessoas com necessidades especiais, contribuir com a sua inserção social assim como desenvolver diversas estratégias para ajudar no seu desenvolvimento cognitivo dentro das possibilidades de cada um. Bibliografia Básica LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da Saúde. Avercamp. 2010. MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010. Bibliografia Complementar BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino Unijui. 2009. SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed. 2009. Libras Carga Horária 40h/a Objetivos Capacitar os professores para incluir alunos com deficiência auditiva na sua sala de aula através da aquisição da Libras (Língua Brasileira de Sinais), quebrando as barreiras de comunicação entre aluno surdo/ professor ouvinte. Ementa: Conjunto de componentes pertinentes às línguas orais (gramática, semântica, pragmática, sintaxe e outros) destinado a preencher os requisitos científicos que tornam LIBRAS um instrumental lingüístico de força e poder como língua materna dos surdos brasileiros. Bibliografia Básica PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson. 2011. PEREIRA, Raquel de Carvalho. Surdez: Aquisição da Linguagem e Inclusão Social. Revinter. 2009. 64 QUADROS, Ronice Müller. Língua de Sinais: Instrumentos de Avaliação. Artmed. 2011. Bibliografia Complementar CAPOVILLA, Fernando César. Enciclopédia da Língua Brasileira de Sinais: Palavras de Função Gramatical. Vol. 8. Edusp. 2007. FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro. 2010. FRIZANCO, Mary Lopes. Livro Ilustrado de Língua de Sinais Brasileira. Ciranda Cultural. 2011. QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Artmed. 2007. SLOWSKI, Vilma Geni. Educação Bilingue par Surdos: Concepções e Aplicações Praticas. Juruá. 2010. A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação Básica Carga Horária 80h/a Objetivos Conhecer os diversos tipos de deficiências. Ementa A educação especial e fundamentação legal. Integração e Inclusão. Deficiência: Mental, Auditiva, Visual, Física e Múltipla (Conceito, causas, categorias, identificação, sinais, indicadores, procedimentos metodológicos e papel da família). A escola como espaço inclusivo. Adaptações curriculares e o aluno com necessidades educacionais especiais na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental. A pessoa com deficiência e o mundo do trabalho. Bibliografia Básica LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da Saúde. Avercamp. 2010. MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011. SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. 65 COLL, Cesar. Desenvolvimento Psicológico e Educação - Vol.3 Transtorno de Desenvolvimento e Necessidades Educativas Especiais. Artmed. 2005. KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino Unijui. 2009. RAIÇA, D. Tecnologias para a Educação Inclusiva. Avercamp. 2008. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010 Pesquisa e Prática Pedagógica Carga Horária 40h/a Objetivos Refletir sobre as questões educacionais ligadas à PNE Conhecer a teoria e a prática educacional da PNE. Ementa As atividades desse componente curricular poderão ser efetivas em classes com inclusão de PNE, em laboratórios de escolas especiais ou ONGs para o atendimento desse tipo de clientela. Sistemáticas e recursos diferenciados para trabalho com esses alunos, além de como avaliar o desempenho de cada um deles, a sua orientação para melhor convivência social e a preparação para o trabalho. Competência e sensibilidade para desenvolver projetos de ensino-aprendizagemeducação, lazer para esses alunos propondo projetos especiais de intervenção para sanar suas dificuldades. Bibliografia Básica MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010 SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro. 2010. 66 LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da Saúde. Avercamp. 2010. QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Artmed. 2007. RAICA, Darci. 10 Questões Sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental. Avercamp. 2007. ESTÁGIO SUPERVISIONADO na Educação de Jovens e Adultos Carga Horária 50h/a Objetivos Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; - oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; - integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa: Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. 67 GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componentes Curriculares – 7º SEMESTRE PESQUISA EDUCACIONAL- Carga Horária 80h a Objetivos Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa de tal forma que isso possa ser incorporado ao cotidiano profissional e pessoal. Ementa: Fundamentação teórica para a realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica. Compreender os processos e métodos da pesquisa e aplicálos na confecção e conclusão de um tema com aprofundamento metodológico. A natureza desta disciplina concentra-se na sua ênfase metodológica. Concretizar, os conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto educacional; especifico, através de uma produção científica, concatenada, estruturada e apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso. Capacitação do educando para a elaboração e apresentação final do TCC- Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia básica: FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010. FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006. Bibliografia complementar: ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010. CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011. 68 KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Teoria da Ciência e Pratica da Pesquisa. Vozes. 2010. SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2007. Gestão na Educação Básica I Carga Horária 80h a Objetivos Proporcionar aos alunos, na perspectiva da gestão de instituições escolares e não escolares, conhecimentos e habilidades básicas, a respeito das condições objetivas em que se realiza o trabalho na escola, visando a identificação de suas necessidade e a busca de formas de intervir na realidade. Ementa: Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores sócio-culturais-históricos-políticos e éticos, a partir das teorias e modelos dos principais autores da área, com especial ênfase aos da sociedade moderna e contemporânea, identificando princípios, aspectos que possam ser aplicados com êxito, na gestão. Estudo de gestão democrática. Bibliografia Básica: GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010. Bibliografia Complementar CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011. HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011. OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009. VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010. Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar Carga Horária 80ha Objetivos Conhecer os aspectos teórico-práticos da orientação educacional na escola. Compreender o papel social da escola. Analisar a ação e intervenção especifica do 69 orientador educacional na comunidade escolar, no trabalho com os diversos grupos. Ementa Capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da Escola Básica ou de outras Instituições com projetos educacionais no que se refere a dificuldades de aprendizado, de relacionamento, na resolução de problemas pessoais, escolares e familiares, no preparo para o primeiro emprego, na orientação vocacional. Buscam também prepará-lo para o apoio ao trabalho de apoio aos docentes na busca da efetivação de um ensino de qualidade na resolução de problemas de classes ou grupos, na efetivação de educação continuada para todos. Bibliografia Básica: GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática: princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2010. SOARES, Dulce P. Orientação Vocacional Educacional. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar: BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009. COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All Print. 2011. DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009. GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A Orientação educacional: O conflito de paradigmas e alternativas para a escola. Cortez, 2011 LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011. MAHL, Álvaro C. POPI: Programa de Orientação Profissional. Vetor. 2006. Gestão Da Educação Infantil Carga Horária 40h a Objetivos Contribuir para a formação do educador, fornecendo-lhe alguns fundamentos e idéias sobre a importância do seu trabalho com a faixa etária que corresponde de zero a 5 anos de idade; Refletir sobre o papel da creche junto à criança à família e a sociedade. Ementa Gestão eficiente, eficaz e efetiva de escolas de educação infantil é a preocupação deste componente curricular considerando a faixa etária atendida, o que implica em ações específicas, e requer não só do educador e do gestor, habilidades e sensibilidade para gerir com competência e afetividade equilibrada, escolas e 70 classes que atendem esta clientela tão especial, sem esquecer de formá-lo de forma política e ética. Especial atenção será dada ao estudo do critério para organização das classes, seleção de docentes e demais profissionais, plano político-pedagógico da escola, de cursos, planos de aula, avaliação de desempenho infantil, problemas de afetividade, de aprendizagem e reunião com pais. Bibliografia Básica LUCK, Heloisa. Liderança em Gestão Escolar. Vozes. 2010. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. OLIVEIRA, Ana Auxiliadora. Gestão Educacional: Novos Olhares, Novas Abordagens. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009. CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2010. KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011. OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010. VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores Associados. 2011. Estatística Carga Horária 40h a Objetivos Oferecer condições para que os alunos compreendam a natureza do objeto de estudo, além de compreender e interpretar dados estatísticos organizados por tabelas ou gráficos. Ementa: Instrumentalização do futuro educador para a coleta de dados, seu tratamento e registro através de diferentes tipos de gráficos, procedendo às análises quantitativas e qualitativas da realidade estudada. Aliar a estatística às facilidades da informática aprendendo a utilizar ambos em benefício da qualidade do trabalho de ensino aprendizagem deve ser o referencial de qualidade do aluno ao final da disciplina. Construção de competência para entender a organização de dados estatísticos em tabelas ou gráficos, distribuição de frequência, medidas de tendência central, medidas de dispersão e modelos de amostragem. Possibilita interface com Didática II e psicologia da educação, exigindo dos alunos raciocínio lógico bastante desenvolvido e posto gosto por cálculos estatísticos. 71 Bibliografia básica: COSTA, Sergio Francisco. Estatística Aplicada a Pesquisa Educação. Liber Livo. 2010. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. Pearson. 2010. MORETTIN, P.A.. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Saraiva. 2011. Bibliografia complementar: CASELA, George. Inferência Estatística. Cengage. 2010. CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2009. NOVAES, Diva Valério. Estatística para Educação Profissional. Atlas. 2009. ROSS, Sheldon. Probabilidade. Bookman. 2010. SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Bookman. 2009. Legislação e Normas (semipresencial) da Educação Nacional Carga Horária 60h a Objetivos Conhecer a evolução da legislação e das normas da Educação Nacional. Desenvolver o pensamento crítico do aluno/aluna Preparar o pedagogo para uma ação adequada e correta Ementa: O conhecimento de algumas noções da legislação e das normas é indispensável à formação dos educadores, uma vez que a disciplina representa a procura do convívio em sociedade. Os Direitos e Deveres dos cidadãos no respeito a educação em seu sentido de compromisso social. Bibliografia Básica LEITE, Ligia Silva. Educação a Distancia da Legislação ao Pedagogo. Vozes. 2010. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. VIEIRA, Jair Vieira. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação Complementar. Edipro. 2010. Bibliografia Complementar 72 ARANHA, M. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus. 2009. BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011. L.A. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2007. ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010. SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009. Estágio Supervisionado na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais Carga Horária 50h/a Objetivos Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; - oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; - integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa: Proporcionará ao aluno situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. 73 GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componentes Curriculares – 8º SEMESTRE Gestão na Educação Básica II Carga Horária 80h a Objetivos Construir conhecimentos,, atitudes e valores que tornem os estudantes solidários, críticos, éticos e participativos na sociedade em que estão inseridos;- Compreender que a escola é um canal que contribui significativamente para a democratização da sociedade; - Entender que a escola é um lugar privilegiado para o exercício da cidadania consciente e comprometido com os interesses coletivos. Ementa O Plano Nacional de Educação expressa, a necessidade de promover a participação da comunidade na gestão das escolas. Fica clara então, a mudança de concepção de escola e suas implicações quanto à gestão e a relação escola/comunidade. Os principais aspectos da gestão democrática e participativa. Estaremos discutindo a construção de novos caminhos e práticas em direção à melhoria da qualidade de ensino, capaz de transformar o perfil sócio-econômico e cultural do país e o exercício da cidadania plena. Bibliografia Básica: GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010. Bibliografia Complementar CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011. HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. 74 LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011. OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009. VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010. Políticas Públicas, Capitalismo e Educação Carga Horária 40 h a OBJETIVOS Desenvolver nos alunos o espírito crítico para a análise do cotidiano da educação. Ampliar e motivar o engajamento político em um contexto positivo de participação e busca de soluções. Utilizar o conhecimento de processos e elaboração de leis de tal forma que isso possibilite crescimento e desenvolvimento ao trabalho educacional. EMENTA As principais políticas públicas educacionais da atualidade. Compreensão da atual conjuntura da organização do trabalho, da organização social, política e econômica e a sua relação com as propostas na área educacional. Elementos teóricos para orientar as ações do profissional do magistério no contexto educacional. Bibliografia Básica ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Publicas Educacionais. Alinea. 2011. BALL, Stephen. Políticas Educacionais. Cortez. 2011. LUCENA, Carlos. Capitalismo, Estado e Educação. Alinea. 2008. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Malu. Políticas Educacionais e Praticas Pedagógicas. Alinea. 2010. HENGEMUHIE, Adelar.Formação de Professores: Da função de ensinar ao resgate da educação. Vozes. 2008. PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. São Paulo: Ática, 2008. SANTOS, Pablo. Guia Pratico da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. SAVIANI, Demerval. Da Nova LDB ao Fundeb: Por Uma Outra Política Educacional. Autores Associados. 2008. Corpo e Movimento Carga Horária 40 h a Objetivo Oferecer subsídios ao aluno para que compreenda a importância do corpo e do movimento como elemento essencialmente humana e constituinte do processo educacional. Ementa Apresentação das diferentes linguagens: corporal, musical, plástica, oral e escrita, e suas relações com o processo educacional. A importância do trabalho com o corpo e 75 o movimento na Educação Infantil. O corpo como principal instrumento para a construção do conhecimento. Bibliografia Básica DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. Papirus. 2010. GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em movimento: jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011. SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e Psicomotricidade. Ibpex. 2009. Bibliografia Complementar FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 2010. KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2010. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009. ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009. Seminário sobre Educação e Sexualidade Carga Horária 40 h a Objetivos Obter conhecimentos da sexualidade humana. Ementa: Discussão dos assuntos referentes à sexualidade de formação educativa e científica especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento físico do ser humano no que diz respeito às diferenças entre o corpo masculino e feminino, fecundação, gravidez, doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, Sífilis, gonorréia, entre outras. Nascimento, tipos de partos, entre outros aspectos de interesses da faixa etária atendida em Escolas Básicas ou em Instituições não escolares e projetos educacionais. Os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino na qualidade da educação, o desenvolvimento sexual infantil, a educação sexual das famílias, o trabalho integrado família-escola na educação sexual das crianças, tabu da sexualidade nas famílias e na escola, a construção do conceito da diversidade sexual, o desenvolvimento sexual de animais e do ser humano em desenvolvimento. Bibliografia Básica: BATISTA, Claudia Aparecida. Educação e Sexualidade: Um Diálogo com Educadores. Ícone. 2008. LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade: Um Debate Contemporâneo na Educação: Vozes. 2010. 76 LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação: Uma Perspectiva Pós Espiritualista. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar: BARRETO, R.M.S. . Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª à 4ª Séries: introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais.. v.10 – Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. DP&A. 2002. ELEUTERIO JR, José. Doenças Sexualmente Transmissíveis. Contexto. 2004. GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática: princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011. TORRES, Marco Antonio. A Diversidade Sexual na Educação e os Direitos de Cidadania LGBT na Escola Autentica. 2010. PESQUISA EDUCACIONAL – TCC – II Carga Horária 40h a Objetivos Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa de tal forma que isso possa ser incorporado ao cotidiano profissional e pessoal. Ementa: Capacitação para realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica. Compreensão dos processos e métodos da pesquisa e aplicação na confecção e conclusão de um tema com aprofundamento metodológico. Concentra-se na sua ênfase metodológica. Conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto educacional; especifico, através de uma produção científica, concatenada, estruturada e apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso. Capacitação do educando para a elaboração e apresentação final do TCC- Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia Básica FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010. FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006. Bibliografia Complementar ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010. CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011. NASCIMENTO, Afonso. Educação: Enfoques, Problemas e Experiência.. Livraria da Fisica. 2011. PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa em Educação. Loyola. 2008. 77 Literatura Infatojuvenil Carga Horária 40 h a Objetivo Identificar e mediar conhecimentos produzidos/adquiridos por meio da interação social, ou seja, organizados e apresentados pela literatura. Perceber que a literatura é arte e, como tal, as relações de aprendizagem e vivência, que se estabelecem entre ela e o indivíduo são de fundamental importância para que este alcance a sua formação integral. Ementa Literatura, leitura e aprendizagem. A concepção escolar de leitura. O professor – leitor na constituição de leitores. A literatura infantil no Brasil. Leitura de diferentes gêneros textuais. A importância da leitura na sala de aula. Origens da literatura infanto-juvenil: mitologia e tradição oral. Conceito de literatura na escola: a escolarização do texto. A formação do perfil do aluno-professor e das práticas metodológicas do ensino da literatura infanto-juvenil. O papel do professor mediador de leitura. Identificação da produção literária infanto-juvenil brasileira contemporânea. Estudo e análise de contos de fadas, das histórias fantásticas que contém o maravilhoso. Estudo do texto poético na literatura infanto-juvenil. Trabalho com história em quadrinhos. Seleção de livros infantis e o incentivo ao hábito de leitura. Bibliografia Básica: ARROIO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. Unesp. 2011. GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Juvenil. Melhoramentos. 2011. SOUZA, Gloria Pimentel. A Literatura Infanto-Juvenil a Brasileira. DCL. 2008. Bibliografia Complementar CADEMARTORI, Ligia. O Professor e a Literatura: para Pequenos, Médios e Grandes. Autentica. 2009. COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infanto Juvenil. Amarilys Editora. 2010. DOHME, Técnicas de Contar Histórias. Vozes. 2010. KRAEMER, Maria Luiza. Histórias Infantis o Lúdico Encantam as Crianças. Autores Associados. 2008. SOUZA, Ana Aparecida Arguelho de. Literatura Infantil na Escola: A Leitura em Sala de Aula. Autores Associados. 2010. TFOUNI, Leda V. Letramento, Escrita e Leitura. Mercado e Letras. 2011. 78 Eletiva 40 h a Ementa da eletiva é aberta para atender as necessidades e ou interesses dos estudantes. Observações de professores e avaliação da coordenação do curso poderão orientar o oferecimento de disciplinas eletivas. Relações Sociais e Éticas Objetivos Ementa Informações teóricas, diferentes concepções das práticas e éticas. relações sociais e Pesquisa e Prática Pedagógica (Gestão de Instituições Escolares) 20 h a Objetivos Aprofundar os conhecimentos e a prática pedagógica em Instituições Escolares e Não Escolares Conhecer a teoria e a prática educacional aplicável em instituições escolares e não escolares Ementa: Integrando o contexto do exercício profissional do curso, este componente curricular oferece subsídios teóricos que norteiam as pesquisas da prática pedagógica em Instituições Escolares e Não Escolares, em instituições Não Governamentais – ONGs - e Comunidades de Base com projetos de educação popular e educação para a sobrevivência e cidadania dignas. Possibilita ao aluno pedagogo construir competências como gestor escolar e social num processo de gestão democrática, participativa e de articulação da rede de proteção social. Bibliografia Básica: AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009. BRANCO, Maria Luisa. A Escola Comunidade Educativa e a Formação dos Novos Cidadãos. Inst. Piaget. 2007. BUFFA, Ester. Instituições Escolares. Alinea. 2009. Bibliografia Complementar: ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. ASSUMPÇÃO, Raiane. Educação Popular na Perspectiva Freiriana. Inst. Paulo Freire. 2009. BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008. 79 FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra. 2011. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011. SOUZA, Dileno Dustan Lucas. Movimentos Sociais, ONGs e Educação Idéias e Letras. 2009. ESTÁGIO SUPERVISINADO EM GESTÃO ESCOLAR Conjunto de experiências e vivências de trabalho em educação realizadas em quaisquer instituições, programas, sala de aula, serviços de natureza educacional. Essas experiências devem ser diversificadas tanto em relação aos espaços onde serão desenvolvidas como em relação às funções realizadas, as quais deverão necessariamente incluir as funções de ensino e de organização do trabalho pedagógico. 10. INFRA-ESTRUTURA PARA O CURSO A Faculdade de Mirandópolis oferece, através de seu Departamento de Educação e da Unidade Acadêmica, uma infraestrutura física que viabiliza o desenvolvimento do curso, aí se incluindo salas de aula, laboratórios, espaços de convivência, além de contar com os espaços e equipamentos comuns na Faculdade, como salão de atos e biblioteca central. Com o desenvolvimento do curso, novos laboratórios, por exemplo, deverão ser criados e implementados. No que diz respeito aos recursos humanos, o atual quadro de docentes e de técnicos administrativos é suficiente em termos quantitativos e competentemente qualificado. 10.1. Corpo Docente A formação no curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura tem como expectativa de campo de trabalho principal de seus egressos, a Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental. Tal característica traz implicações para a 80 definição do perfil do corpo docente do curso. Outro elemento importante que se relaciona a esta questão diz respeito à singularidade dos componentes que integram a matriz curricular: todos os saberes relacionados às diferentes áreas do conhecimento são recortados à luz das reflexões políticas e psicopedagógicas pertinentes para a prática pedagógica nestes níveis de ensino. Esses dois argumentos configuram a exigência de que os docentes que atuam no curso apresentem no seu perfil profissional competências relacionadas à natureza da formação definida neste projeto. Em outras palavras, as características deste curso requerem docentes que estejam inseridos no perfil identitário dos referidos níveis de ensino, aspecto de fundamental importância para que seja reafirmado o compromisso da Faculdade com a Educação Básica deste país. Nesta perspectiva, espera-se que tal profissional tenha em seu perfil de formação uma experiência plural entre a área de educação e a área de conhecimentos específicos. A partir do exposto, recomenda-se que os docentes que atuarão no Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura integrem o atual Departamento de Educação, da Faculdade de Mirandópolis. No caso das Unidades Acadêmicas, embora não haja comprometimento com o sistema departamental, porque o desenho institucional das unidades é diferente, também se recomenda que tais aspectos sejam levados em consideração. Na Faculdade de Mirandópolis, o corpo docente é constituído por professores , que atuam em outros cursos, não apenas no curso de Pedagogia, e apresenta um nível excelente quanto à qualificação acadêmica. Dos seus professores , temos Mestres, Mestranda e docentes com Especialização. Assim, 100% dos professores possuem Pós-Graduação em seus diferentes níveis. 11. AVALIAÇÃO DO CURSO Independentemente da sistemática de avaliação adotada pelos órgãos centrais, a Coordenação do Curso procederá, com a participação do corpo docente e discente, a uma sistemática de avaliação contínua, com registro semestral, que privilegie a análise dos processos e dos resultados, visando a garantir a abertura para possíveis reajustes e futuras reformulações. 81 Uma Comissão Própria de Avaliação, formada por docentes, funcionários e representantes discentes, avaliará, a partir de critérios e recursos previamente discutidos pela comunidade acadêmica, os seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo de trabalho, perfil do ingressante; b) finalidade do curso – alcance dos objetivos e das estratégias, evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao curso; c) resultado do projeto do curso –índice de evasão e reprovação e desempenho dos egressos; d) aspectos técnico-administrativos e acadêmicos; qualificação e desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativos; e) instalações físicas. 11.1 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ACADÊMICO A avaliação do desempenho escolar é realizada por disciplina e/ou outras atividades acadêmicas, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares de disciplinas, provas e/ou atividades acadêmicas e no exame final, quando for o caso. Compete ao professor da disciplina e/ou coordenador de atividades elaborar os exercícios escolares, sob forma de prova de avaliação e outros trabalhos, bem como julgar-lhes os resultados. Os exercícios escolares ou provas, para efeito de avaliação definitiva, serão em número de, pelo menos, dois durante o semestre letivo. O exame final será realizado ao fim de cada unidade de tempo (semestre letivo), visando à avaliação do domínio do conjunto de estudos da disciplina e/ou atividade acadêmica, e consta de prova escrita, ou prática, ou oral. Os exercícios escolares podem equivaler, a critério do professor, à “prova de avaliação” na disciplina. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de zero (0) a dez (10), fracionada de cinco (5) em cinco (5) décimos. Atribui-se nota zero (0) ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada (nos casos em que não haja justificativa considerada adequada pelo colegiado do curso), bem como ao que nela se utilizar de meio fraudulento. Vedada para exame final, é permitida segunda chamada para qualquer prova de avaliação, desde que haja motivo justo que comprove a falta à primeira chamada, 82 cabendo ao Coordenador do Colegiado de Curso o deferimento ou não do pedido, que deverá ser feito por escrito, dentro de 48 (quarenta e oito) horas úteis após a realização da primeira chamada, com o devido recolhimento de taxa específica, homologado pela direção da FAM. A verificação da aprendizagem, assim como a aprovação e a reprovação, obedecem aos seguintes critérios, baseados na freqüência e aproveitamento: - É considerado aprovado e dispensado de exame final do período letivo, o aluno com mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às aulas dadas e/ou atividades acadêmicas, por disciplina, e média 7(sete) extraída das notas do período; - É considerado aprovado o aluno com um mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência e que, após realizar o exame final do período letivo obtiver média final mínima de 5 (cinco). - É considerado reprovado na disciplina, ou disciplinas, o aluno com freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento), sendo conseqüentemente vedada a prestação de exames finais. Observadas as normas do Sistema Federal de Ensino e na forma como disciplinar o CONSEPE, os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ser considerados aprovados em disciplinas do currículo, desde que na avaliação obtenha, pelo menos, grau de aproveitamento correspondente a 7 (sete), computada no seu Histórico Escolar a carga horária total das disciplinas para efeito de integralização curricular. O disposto no parágrafo precedente não exime o aluno de pagamento correspondente ao valor da anuidade das disciplinas, além da taxa que venha a ser estipulada para as despesas relativas à realização do referido exame especial. O aluno reprovado em mais de 2 (duas) disciplinas por média inferior a 5 (cinco) e/ou freqüência inferior a 75%, deve repetir a série com as suas várias denominações, sendo-lhe assegurada a dispensa da(s) disciplina(s) cursada(s) com freqüência superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média 5 (cinco) ou superior. Para efeito de promoção ao período seguinte dos cursos de graduação, o aluno poderá ficar em dependência de até duas disciplinas lecionadas no período com as suas várias denominações (série anual com oferta semestral, série anual, módulo) imediatamente anterior, quer por insuficiência de freqüência, quer por notas. 83 O aluno dependente fica obrigado às mesmas exigências de freqüência e aproveitamento previstos neste Regimento. O regime de dependências está disciplinado no Regulamento Geral da Faculdade de Mirandópolis. A freqüência às aulas e demais atividades acadêmicas, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. Independentemente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina ou nas atividades acadêmicas, o aluno que não obtenha freqüência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades programadas. A verificação, registro e controle de freqüência, para o efeito do parágrafo anterior, são de responsabilidade do professor ou do coordenador de atividades. 11.2 TCC - Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso que visa verificar a maturidade do aluno com relação a determinado assunto, relacionado ao conjunto teórico da área de conhecimento do curso de Pedagogia da FAM. O que se observa, atualmente, é notória a dificuldade por parte dos alunos em elaborar um trabalho com idéias claras, interessantes e bem apresentadas. Muitas vezes o TCC apresenta-se como uma colagem de citações e repetições de frases de autores consagrados. Uma das causas desta dificuldade reside em ler, efetivamente, um texto, ou seja, compreender seu significado, o sentido amplo das idéias, relacionar um artigo a outros, e assim por diante. Também é muito comum que alunos tenham muito boas idéias, mas não consigam apresentá-las de maneira clara e bem estruturada. O trabalho de orientação, envolvendo todos os docentes, coordenação e direção, visa um trabalho efetivo com o aluno no sentido de minimizar as dificuldades citadas. Além disso o trabalho proposto nas disciplinas objetivam uma melhoria do raciocínio lógico do aluno. 11.3 Atividades Complementares As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios do Curso de Pedagogia da FAM que possibilitam o reconhecimento, por intermédio de avaliação do Colegiado de Curso e da coordenação, das habilidades, conhecimento e competências do alunado, compreendidas, inclusive, aquelas adquiridas fora do 84 âmbito da FAM, incluindo cursos, estudos e atividades independentes transversais, opcionais e interdisciplinares, especialmente no tocante às relações profissionais, nas ações de pesquisa e de ensino que associam teoria e prática e nas ações de extensão desenvolvidas juntamente à comunidade. As Atividades Complementares, cuja realização é indispensável à colação de grau, serão planejadas de forma a propiciar que os alunos de graduação do Curso de Pedagogia da FAM as realizem no decorrer dos três anos e meio (06 semestres e meio letivos, exigindo-se, um total mínimo de 100 (cem) horas/aula. As Atividades Complementares têm como objetivo principal estimular a participação dos alunos em experiências diversificadas que possam contribuir para a sua formação profissional. As cargas horárias obtidas pelos alunos devem ter relação direta com os princípios fundamentais do Curso de Pedagogia da FAM e serão lançadas no histórico escolar do aluno, desde que devidamente comprovadas. As Atividades Complementares desdobram-se em três níveis: Ensino, Pesquisa e Extensão. Devem ser realizadas na própria FAM ou outras instituições conveniadas, bem como em outras instituições de notória reputação; 11.4 Monitorias e Iniciação Científica 11.4.1 Monitorias Os programas de monitoria da FAM são dirigidos a alunos para o exercício das atividades acadêmicas no curso de Pedagogia. O monitor é o aluno que apresenta excelente aproveitamento e rendimento acadêmico que, através de bolsa auxílio, desenvolve os trabalhos. As atividades de monitoria deverão ser planejadas, orientadas e avaliadas pelo professor responsável da disciplina através da elaboração do projeto, que deverá encaminhar, a Coordenação, um plano de trabalho (semestral) para aprovação. Condições para o Exercício da Monitoria - ser aluno regularmente matriculado no curso de graduação; - ter sido aprovado, com excelente aproveitamento, na disciplina em que irá exercer a monitoria; - não incorrido em atos indisciplinares e pejorativos a Instituição de ensino; 85 - não ter sido, anteriormente, dispensado da monitoria por descumprimento de suas atribuições. Atribuições do Monitor - desenvolver as atividades previstas no projeto elaborado pelo professor e aprovado pela direção; - colaborar no processo de construção de conhecimento pedagógico da disciplina para o qual foi indicado; - participar de atividades que propiciem o aprofundamento de seus conhecimentos na disciplina, através de seminários, palestras; - assistir o professor na orientação de alunos, esclarecendo e auxiliando os discentes nas atividades realizadas em salas de aula quando da sua participação no plantão de dúvidas, - apresentar relatório das atividades realizadas com aprovação do professor responsável. Ao monitor é vedado assumir responsabilidade de aulas na FAM. 11.4.2 Iniciação Científica O Núcleo de Pesquisa e Extensão da Faculdade de Mirandópolis, no uso das atribuições, dispõe sobre normas para regulamentar o processo de apresentação e execução. É considerado projeto de iniciação científica o planejamento e o desenvolvimento de atividades de cunho teórico, metodológico ou prático que visem aproximar o discente da pesquisa e da produção do conhecimento científico, com duração previamente estabelecido entre 06 (seis) meses e 01 (um) ano. O projeto de iniciação científica deve contemplar os seguintes requisitos: I – Identificação. II – Resumo. III – Introdução. IV – Justificativa. V – Objetivos Gerais e Específicos. V – Metodologia e Referencial Teórico. VI – Bibliografia Básica. VII – Cronograma de Atividades. 86 O projeto de iniciação científica deve ser encaminhado ao Núcleo de Pesquisa e Extensão com anuência do orientador. A análise do projeto ocorrerá de acordo com o processo estabelecido no Art.12º do Regimento Geral de Pesquisa e Extensão. O projeto de iniciação científica deverá ser concluído com a apresentação de um relatório das atividades desenvolvidas. O relatório de atividades deve contemplar os seguintes itens: I) Capa; II) Folha de Rosto; III) Sumário; IV) Introdução; V) Descrição das Atividades Desenvolvidas; VI) Considerações Finais; VII) Referências Bibliográficas; VIII) Anexos; O relatório apresentado pelo discente deve vir acompanhado de parecer do orientador. O desrespeito aos prazos, objetivos e diretrizes por parte do proponente implicará no cancelamento das atividades. A emissão de certificados aos orientadores e orientandos dos projetos de iniciação científica cujo relatório de atividades tenha sido aprovado fica a cargo do Núcleo de Pesquisa e Extensão. 11.5 Sistema de Auto Avaliação A Faculdade possui um Plano de Avaliação Institucional que prevê princípios, procedimentos e critérios das dimensões relevantes do processo de ensinoaprendizagem, do processo de gestão, da avaliação de desempenho de funcionários e docentes sob a ótica de um processo de avaliação embasado em duas lógicas: - Processo de avaliação interno que contará com a participação de toda a comunidade acadêmica; - Processo de avaliação externa através de indicadores de avaliação institucionalizados pelo MEC, Capes, CNPq, etc. além da opinião regular e periódica de uma comissão de especialistas em Pedagogia. Os desdobramentos institucionais 87 advindos desta proposta serão oportunamente discutidos e aprovados pelos conselhos competentes. De maneira prática, será feita uma revisão dos conteúdos e procedimentos curriculares do período anterior, bem como o planejamento para a etapa seguinte. Logo, na qualidade de processo permanente, a avaliação será utilizada como um instrumento para identificar problemas, para corrigir erros e para introduzir as mudanças que signifiquem uma melhoria imediata da qualidade do ensino e da instituição. 11.5.1 Objetivos do sistema de auto avaliação do curso 1. Avaliar o projeto acadêmico e político do curso visando a melhoria da qualidade de ensino, das atividades desenvolvidas nos projetos de ensino, pesquisa e extensão; 2. Fazer um diagnóstico constante das atividades do curso, visando a identificação de seus problemas, das mudanças necessárias e as inovações exigidas pelo mercado de trabalho; 3. Sensibilizar constantemente os diferentes segmentos: professores, funcionários e alunos, para a importância da avaliação como instrumento de melhoria da qualidade e como recurso a ser utilizado para prestar contas aos próprios alunos, seus pais e a sociedade em que o curso a ser reconhecido está inserido; 4. Fazer um diagnóstico permanente das atividades curriculares e extra- curriculares a fim de verificar de que maneira elas atendem as necessidades do mercado de trabalho; e 5. Propor mudanças do projeto pedagógico ouvindo os alunos, professores e funcionários técnico-administrativos e estimulando-os a participarem ativamente do processo. Assim o Sistema de Auto-Avaliação do Curso Superior de Pedagogia desenvolve ações de avaliação institucional interna e externa, integra as dimensões da organização didático-pedagógico, o corpo docente, discente, técnico- administrativo e egressos, inter-relacionando essas relações de compromisso social, atividades de ensino, pesquisa e extensão, finalidades e responsabilidades sociais do curso, e prioriza o caráter público de todos os procedimentos, dados, análise, dos processos avaliativos. 88 Os resultados da avaliação institucional de modo geral devem constituir referencial básico dos processos de ajustamento, coordenação e reorganização de metas do projeto pedagógico do curso. Dessa forma, os resultados da Avaliação Institucional auxiliarão no direcionamento da organização e reorganização do processo didático, pedagógico e administrativo do curso de Administração. As escolhas metodológicas do Sistema de Auto-Avaliação do curso Superior de Pedagogia da Faculdade de Mirandópolis – FAM foram norteadas pelos seguintes pressupostos: - Garantia de um clima de acolhimento ao Programa pelos segmentos da comunidade acadêmica, o que lhes assegura a participação em todo o processo e a utilização dos resultados; - Obtenção de dados quantitativos e qualitativos na coleta de informações, objetivando à formulação de um diagnóstico institucional multidimensional; - Conjugação das avaliações interna e externa, como vertentes complementares inseparáveis, para reflexão sobre suas várias dimensões; - Acolhimento pela administração da Instituição das sugestões elencadas no processo avaliativo. A auto-avaliação do curso tem como objetivo geral avaliar a Instituição a partir do ponto de vista da comunidade na qual está inserida e corrigir os problemas existentes, detectados na realidade estudada e que interferem nas atividades didático-pedagógicas e serviços da Instituição. Para tanto, são consideradas três etapas no processo avaliativo: a primeira, de diagnóstico, quando é feita a análise crítica de documentos, regimentos, dados numéricos e qualitativos de alunos, professores, espaços físicos, materiais e plano de desenvolvimento; a segunda, a auto-avaliação: envolvendo a comunidade acadêmica; e a terceira, a avaliação externa. 11.6 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO DISCENTE Constituem o corpo discente da Faculdade os alunos regularmente matriculados no curso de Administração da FAM. 11.6.1 Apoio à participação em eventos 89 Sendo o acadêmico o principal elo de toda a corrente do processo-ensino aprendizagem, a Faculdade de Mirandópolis oferece situações concretas de uma possível qualificação do aluno, além daquela legal que o próprio diploma lhe concede (licenciatura ou bacharelado) por meio de atividades acadêmicas de vários formatos e ações: 1. Convênios com firmas municipais e órgãos fomentadores de estágio remunerado; 2. Participação em projetos profissionalizantes (gestão, ensino, e outros); 3. Iniciação científica; 4. Participação em eventos locais (semanas especiais, congressos, seminários e outros); 5. Projetos de atividades complementares de inserção do aluno na comunidade; 6. Participação em órgãos de divulgação de atividades de ensino, pesquisa e participação; 7. Formação de habilidades na aquisição de conhecimentos de informática; 8. Livre acesso à Internet e consultas; 9. Aquisição de conhecimentos pontuais pelo manuseio de periódicos, revistas e jornais; 10. Participação em atividades complementares (prática do aprender); 11. Participação em atividades de monitoria; 12. Participação em cursos preparatórios oferecidos pela Instituição. Papel do Professor Mediador e incentivador do grupo. Assim, o professor deverá orientar, estimular, motivar, intervir sem dominar; Papel do Aluno Aprendizes com mais responsabilidade e comprometimento; construção da própria aprendizagem; aprender a aprender; interagir com os colegas e professores; pesquisar novos materiais; mais independentes. 11.6.2 Apoio didático pedagógico e psicopedagógico ao discente e docente A FAM desenvolve um trabalho articulado entre coordenação, docentes e discentes, buscando promover: 90 − apoio didático aos docentes e discentes; − apoio psicopedagógico aos discentes; − o nivelamento dos alunos com dificuldade de aprendizagem. Este trabalho é de caráter permanente e interdisciplinar. O apoio psicopedagógico é feito por psicóloga que atua na instituição e as atividades de nivelamento são realizadas pelos professores do curso de Pedagogia, e também pelos professores do curso de Pedagogia. Ações: - Atendimento ao aluno com dificuldade de adaptação a disciplinas, professores ou processo de avaliação; Entrevistas com docentes, com a finalidade conhecer os professores e passar a eles as orientações didáticas básicas no trato com os alunos, com a secretaria e no preparo das aulas. As anotações feitas organizadas em fichas individuais; − Capacitação em grupos, com temas definidos, com duração mais longa; − Atendimento ao aluno com dificuldades específicas de estudo, entendimento da matéria lecionada, que precisem de ajuda em bibliografias e indicações ou orientações de estudos. A cada atendimento são preenchidas fichas individuais; − Curso de redação de texto dissertativo, em horários que possam agregar maior número de alunos. Objetivos: − Orientar o discente com vistas na melhoria das práticas relacionadas ao seu aprendizado; − Promover palestras aos alunos iniciantes de conscientização sobre educação e ensino superior; − Sensibilizar e despertar o discente para a pesquisa; − Analisar e diagnosticar deficiência no aprendizado, orientando ou encaminhando para o setor competente; − Articular-se com todos os cursos que compõem a FAM e demais Instituições da UNIESP. O atendimento individual ocorre para aqueles que apresentem dificuldades específicas de estudo, entendimento da matéria lecionada, que precisem de ajuda em bibliografias e indicações ou orientação de estudos. A cada atendimento são 91 preenchidas fichas individuais. Há também um curso de redação de texto dissertativo, em horários que possam agregar o maior número de alunos. Apoio psicopedagógico aos discentes e docentes É realizado atendimento individualizado nas questões pessoais que interferem na vida acadêmica do discente, bem como do docente. O psicólogo ajudará a identificar situações e comportamentos que afetem o modo de ser do aluno, ou do professor, buscando outras possibilidades para novas atuações através de reflexões e discussões sobre a dificuldade apresentada. O conhecimento de si conduz a facilitação de ações para o aluno crescer enquanto ser individual e coletivo. Realiza apoio e orientação nas questões específicas e encaminhamento nas questões extra-acadêmicas. A psicologia contribui de forma diferenciada à educação, ao mesmo tempo, sem divergir da proposta central da mesma: o desenvolvimento do indivíduo. 11.6.2.1 Mecanismos de nivelamento O Programa Institucional de Nivelamento da FAM é concebido como um Projeto de Apoio a alunos com deficiências de conteúdos do ensino fundamental e médio. O programa tem como finalidade a de acompanhar os alunos com dificuldades nas áreas de Humanas (Língua Portuguesa) e Exatas (Matemática), a priori, eleitas como essenciais para a compreensão dos demais conteúdos pelos discentes dos vários cursos quando do ingresso na instituição. A missão do programa é a de favorecer o ingresso dos estudantes no nível superior de ensino e a de fornecer conhecimentos basilares em Língua Portuguesa e Matemática para o bom desenvolvimento dos alunos em disciplinas do curso superior, uma vez que tais conteúdos são pré-requisitos imprescindíveis. O Programa Institucional de Nivelamento da FAM rege-se pelo presente regimento, pelos estatutos da mantenedora e pelas legislações educacionais vigentes. Objetivos O Programa Institucional de Nivelamento da FAM destina-se a: 92 I – alunos com defasagem de aprendizagem nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, que queiram ingressar em um dos cursos oferecidos desde que respeitadas as exigências legais para o ingresso; II - alunos já matriculados nos cursos de graduação da Faculdade de Mirandópolis. Os Cursos de Nivelamento visam a: I - possibilitar ao aluno a revisão dos conteúdos básicos das disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa, enfatizando os seus fundamentos por meio de estratégias e atividades pedagógicas a serem desenvolvidas; II - reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nas primeiras séries do curso; III - reorientar o processo de ensino e aprendizagem, por meio da adoção de métodos pedagógicos diferenciados; IV - resgatar os conteúdos não assimilados pelo aluno advindos do Ensino Médio, essenciais ao aprendizado universitário; V - proporcionar ao aluno a oportunidade de superar as dificuldades à medida que se constate a insuficiência de aproveitamento em alguma disciplina do curso de graduação. As aulas e demais atividades de nivelamento serão organizadas e realizadas na Instituição de Ensino Superior para todos os alunos, que demandem capacitação nas referidas disciplinas, independentemente do curso que queiram cursar ou que já estejam matriculados. É de competência professores e Coordenadores de curso, em atuação conjunta os, identificar os alunos que necessitam desse suporte, oferecendo-lhes este serviço, sem caráter obrigatório ou custo adicional. Carga horária As atividades dos projetos de nivelamento serão organizadas e ofertadas em dois momentos específicos: I – antes do início do ano letivo, para alunos que não conseguiram classificação no vestibular da FAM, em data estipulada pela Diretoria Acadêmica, para que possam refazer o concurso vestibular e tentar obter uma possível aprovação para o ingresso no curso escolhido; 93 II – em dias paralelos às atividades letivas dos cursos de graduação, para alunos já matriculados, em horários especiais, não coincidentes com os de atividades normais do curso, consistindo em aulas, reuniões e outras formas de ensino. Professores As coordenações de curso poderão incluir nas atividades, alunos monitores, estagiários de cursos de licenciatura, bolsistas, e/ou alunos voluntários das áreas respectivas. Os professores envolvidos nos projetos de nivelamento serão incumbidos de: I - organizar as execuções das aulas, de elaborar o material necessário para as atividades; II - avaliar cada etapa do processo; III - encaminhar relatório em formulário específico para a Direção Geral da Unidade, destacando os resultados alcançados na execução do Programa de Nivelamento. 11.7 Acompanhamento de Egressos O acompanhamento dos alunos egressos será realizado pelos professores, que ficará responsável pelo acompanhamento dos alunos egressos, mantendo a convivência acadêmica com os mesmos, através de convites para palestras, seminários, mini-cursos, oferta de novos cursos pela Instituição, dentre outros. 11.8 Meios de divulgação de trabalhos e produções de alunos A atenção ao estudante, com relação à divulgação de trabalhos e produção é pontual. Ela acontece na medida em que surge o interesse em combinação com a necessidade discente e possibilidade de divulgação em órgão próprio da Instituição – Informativo Acadêmico, que está em sua 12ª edição. Este informativo tem logística de distribuição de considerado alcance, pelos jornais, suplementos, malas diretas, etc. em toda a região. 94 Outro projeto implantado é a Revista Eletrônica “Saber Acadêmico”, que está na sua 4ª edição, coordenada pelo NUPE – Núcleo de Pesquisa e Extensão da FAPEPE, um espaço on line onde são divulgados e publicados os melhores trabalhos dos docentes e discentes da Faculdade de Presidente Prudente, com abertura para publicações das demais Faculdades Parceiras da UNIESP. A Saber Acadêmico caracteriza-se por ser uma revista eletrônica multidisciplinar que conta com publicações de docentes e discentes da UNIESP e da comunidade científica em geral. De modo amplo, a revista preocupa-se com a honestidade intelectual, o espírito acadêmico e o formato científico. Seu grande objetivo é refletir sobre os dilemas e as limitações que impedem o desenvolvimento regional. No entanto, seu eixo de preocupações também contempla questões políticas, culturais e religiosas que estão presentes de maneira marcante na nossa formação social. A revista conta com os seguintes tipos de colaboração: Artigos; Relatos; Resenhas; Sínteses; Contos e Poemas; 11.9 Diretório Acadêmico O Diretório Acadêmico deverá manter estreita comunicação com profissional docente do Curso de Pedagogia no sentido de amparar, ouvir e orientar os discentes. Seu papel principal é filtrar as informações, mediar conflitos, criar novas possibilidades de ascensão ao discente e direcionar aos departamentos competentes. O DA promove integração dos discentes no inicio de cada semestre, e é responsável pelo Trote Filantrópico, adotado na Instituição. Tem participação efetiva nas atividades do calendário acadêmico, nas atividades complementares e nos cerimoniais de conclusão de curso. 11.10 Central de Estágio e treinamento profissional 95 A Coordenação do Curso de Pedagogia mantém estreita relação com as instituições locais e, através do banco de dados dos alunos encaminhar para estágios. O objetivo é propiciar aos estudantes uma maior, mais ágil e atualizada interface com o mercado de trabalho, através do fomento da atividade de estágio e colocação dos seus alunos. Como parte integrante de sua política de ação, os órgãos acima têm estabelecido e consolidado importantes parcerias com organizações públicas, privadas e do terceiro setor nos mais variados ramos de atividade, objetivando facilitar o processo de capacitação do educando, de forma a se tornar bem sucedida, ética e produtiva sua atuação profissional na sociedade. 11.11 Núcleo de estágios acadêmico supervisionado Este profissional docente da Instituição atua com o objetivo de documentar, registrar e acompanhar o estágio do discente na unidade de ensino escolhida. O discente realiza todas as atividades da área docente, tais como observação, regência, acompanhamento de tarefas, etc. São feitos os relatórios dos responsáveis nas unidades de ensino e repassados a este coordenador, que controla, monitora e arquiva estes documentos. ANEXOS 96 ANEXO I UNIESP- FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PEDAGOGIA Atividades de estágios curriculares supervisionados 97 Introdução O estágio curricular supervisionado deverá ser um momento de crescimento profissional, constituindo-se numa atividade interativa e participante, considerando principalmente a elaboração de projetos, desenvolvidos pelos estagiários orientados pelo supervisor de estágio da Faculdade de Mirandópolis e o corpo docente das escolas campo. Ao mesmo tempo em que se enfoca a integração, teórico-prática, na formação de nosso aluno. Essa nova concepção de estágio curricular supervisionado tem como meta elaborar projetos que serão estabelecidos a partir das prioridades das escolas em que o aluno irá estagiar. Não é um projeto pronto e acabado, mas, um projeto que suscita constante troca de experiências e que por isso está em permanente construção. A proposta do estágio curricular supervisionado do curso de Pedagogia busca a formação de um profissional capaz de: Entender os novos parâmetros da cultura como atividade humana, como prática de produção e de criação; Compreender o processo de trabalho pedagógico que ocorre nas condições da escola, da educação formal e não-formal e as condições de desenvolvimento da criança e do adolescente; Compreender a dinâmica da realidade, utilizando-se das diferentes áreas do conhecimento para produzir a teoria pedagógica; Identificar os processos pedagógicos que se desenvolvem na prática social concreta que ocorrem nas instituições escolares e também fora delas, nos movimentos sociais; Equacionar os fundamentos das políticas públicas, em especial no campo educacional e, a partir dela, intervir nas diferentes instâncias em nível dos sistemas municipal, estadual e federal, em condições de propor/ alterar/ contrapor condições de desenvolvimento pleno ao indivíduo; 98 Buscar articuladores que garantam a unidade teoria / prática no trabalho pedagógico, tendo parâmetros claros que orientem a tomada de decisão em relação às escolas-campo de estágio; Vivenciar o trabalho coletivo e interdisciplinar no trabalho pedagógico, de forma interrogativa e investigativa, contribuindo para a construção de saberes e conhecimentos no campo educacional; o estágio supervisionado deve ter como referencial o eixo curricular considerando a necessidade de desenvolver um trabalho coletivo e interdisciplinar entre os docentes da Universidade, a fim de que possa ocorrer a produção do conhecimento por parte do estudante e a formação do professor investigador capaz de pensar, repensar e transformar a relação teoria-prática. O projeto de estágio curricular supervisionado considera necessária a constituição de um fórum de discussão, onde se estabeleça os seguintes objetivos: Estabelecer relações entre as questões teóricas propostas pelas disciplinas técnico-pedagógicas com a práxis docente; Observar e analisar a relação pedagógica na organização escolar; Observar as ações educativas desenvolvidas coletivamente nas instituições na busca da qualidade do ensino; Reconhecer que a ação educativa deve ser planejada de modo integrado; Desenvolver atividades de observação, participação, pesquisa e outras complementares de forma a garantir uma análise crítica em relação ao contexto escolar; Observar alunos de vários níveis de desenvolvimento físico, pedagógico, psicológico e social, caracterizando essa diferenciação como uma variável a ser considerada no processo ensino- aprendizagem; Propiciar a participação em atividades de extensão-congressos, palestras, simpósios, visitas a escolas/ instituições de diferentes 99 metodologias, oficinas pedagógicas e cursos afins, visando ao enriquecimento da formação acadêmica; Compreender como funcionam as atividades pedagógicas em espaços vivenciais - brinquedoteca, oficinas de capacitação, minicursos em escolas e instituições afins, como atividades extensionistas. Campo de Atuação O campo de atuação do aluno estagiário, atendida a especificidade desse curso, abrangerá: Escolas de Ensino de Educação Básica; Órgãos Intermediários e/ou Centrais dos Sistemas Públicos de Ensino Federal, Estadual e Municipal. Documentação A FAM de Mirandópolis fornecerá aos seus alunos os seguintes documentos para realização da prática de estágio nos órgãos do sistema e /ou unidade Escolar: Ofício Através de Ofício, a Direção da Instituição de Ensino Superior solicita autorização aos gestores das unidades escolares e dos órgãos intermediários e/ou centrais dos sistemas públicos de ensino federal, estadual e municipal para que seus alunos realizem o estágio neste órgão e/ou unidade escolar. O ofício deve ser entregue ao responsável pelo órgão e/ou unidade onde o aluno estagiará. Credenciamento Esse documento se compõe de três partes. Na primeira, a FAM apresenta seu aluno e o credencia para solicitar autorização ao órgão e/ou unidade escolar. Na segunda parte, o aluno estagiário preenche formulário fornecendo dados pessoais e informações sobre o estágio que pretende realizar e identificando o órgão do estágio. Na terceira, deve ser autorizado o estágio pelo responsável do órgão e/ou unidade escolar. Ficha de estágio A ficha de estágio comprova o período e o local da realização, bem como identifica os assuntos tratados. O aluno estagiário fará o preenchimento de todas as atividades desenvolvidas e assinatura dos responsáveis competentes na unidade escolar e/ou dos sistemas públicos de ensino. 100 Nessa ficha deve constar: carimbo do órgão e/ou unidade escolar e a assinatura do respectivo responsável,devidamente credenciado (com carimbo); o registro do total de horas em cada ficha; assinatura em todas as fichas (Diretor de Escola e/ou responsável dos órgãos públicos de ensino); as fichas não serão aceitas com rasuras; devem ser preenchidas na ordem cronológica, e sua assinatura no campo indicado. Obs.: O ofício, o credenciamento e as fichas de controle e demais documentos complementares estarão disponibilizados na pasta do professor. Participação do Estagiário O estagiário deve desenvolver um projeto de estágio na unidade escolar e/ou órgão público de ensino, campo de atuação do estágio, que será desenvolvido de forma conjunta com a escola-campo, estagiário e supervisor de estágio. O desenvolvimento do projeto de estágio tem como eixos temáticos balizadores de ações, a formação de gestores escolares e a relação escolacomunidade. Esse eixo possibilita o desenvolvimento de projetos pertinentes a questões do cotidiano da escola e dos sistemas de ensino, que apresenta um inúmeras situações de conflito que exigem aprofundamento na reflexão e novas proposições de enfrentamento. Esse eixo propõe a verificação das demandas que a escola-campo apresenta, pertinentes as questões da formação de gestores escolares e da relação escolacomunidade, estabelecendo projetos de ação conjunta com a escola campo, estagiário e supervisor de estágio, dentro das possibilidades e limites do processo de estágio. Não é pretensão do projeto de estágio solucionar todos os problemas, mas ser agente colaborador na construção de ações colaborativas. Relações Escola-Comunidade Nesse eixo norteador, o estágio pode colaborar na construção de projetos específicos relacionados à articulação escola-comunidade, considerando principalmente a família. A participação e colaboração na construção do projeto político-pedagógico da escola-campo, pode ser significativo, tanto do ponto de vista do estagiário, que 101 repensa teoria e sistematiza a prática, quanto por parte da escola, que tem a colaboração na elaboração/ execução do projeto. Pretende-se articular, dessa forma, os elementos das instituições envolvidas num processo compartilhado de produção de conhecimento, acerca das questões colocadas pelo trabalho pedagógico tendo como referencial a própria dinâmica escolar. Esse eixo deve ainda, valorizar as relações interpessoais da escola como um todo e, para tanto, devem ser contemplados os seguintes aspectos: caracterização da escola, análise do regimento escolar, plano escolar, projeto pedagógico, observando-se adequação pedagógica às demandas da comunidade, os recursos didáticos, sistema de avaliação e o processo de recuperação. Para a realização do estágio cumpre observar que a participação do aluno no contexto global da escola se faz necessária em atividades de observação na biblioteca, nos laboratórios, nos trabalhos desenvolvidos em sala de aula, nas relações interpessoais entre alunos, diretor, pais e coordenador, e na formação continuada dos professores das escolas-campo. Desenvolvimento do Estágio: Para o desenvolvimento do projeto de estágio, articulado aos eixos temáticos, o estágio deverá se constituir nas seguintes ações. Caracterização da escola: A caracterização permite ao aluno conhecer a escola no seu contexto global, identificar os problemas emergenciais da escola, o perfil da comunidade escola, pais, alunos, professores, gestores e o do projeto político-pedagógico da escola campo. Assim, realiza-se um diagnóstico da escola, a fim de pautar suas prioridades. Realizada a caracterização e feitas a análise e a discussão dos elementos da caracterização, o próximo passo consiste em identificar as demandas da escola. Diagnóstico da escola: O diagnóstico inicia-se concomitantemente à caracterização. Para traçar o perfil do diagnóstico são necessários reuniões com os responsáveis pela ação didático-pedagógica da escola: corpo docente, coordenador e diretor. As reuniões devem priorizar as necessidades emergenciais da escola, bem como definir com o 102 grupo de estagiários e o supervisor de estágio quais são os projetos que podem ser elaborados, na tentativa de minimizar ou resolver os conflitos apontados. O estagiário deve ser um colaborador auxiliando o corpo gestor, docente e discente da escola no encaminhamento das propostas, considerando-se sempre as suas limitações, e suas especificidades. Dentre as ações do estagiário, para traçar o diagnóstico da escola, ressaltase a observação das aulas, das reuniões pedagógicas e da gestão escolar. A observação é uma parte essencial do estágio, pois permite traçar, o diagnóstico e o perfil da escola campo de estágio para o desenvolvimento do projeto. Relatórios de atividades realizadas durante o estágio curricular supervisionado. O aluno deve apresentar relatório de todo o processo relativo às ações do estágio. A apresentação do relatório se constitui numa atividade que faz o aluno repensar sua prática, recordar dados, analisar situações, associar a teoria e prática. O relatório deve ser elaborado com o objetivo de analisar a prática realizada. Mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento do estágio. É a ficha de estágio que comprova o período e o local da realização do estágio, bem como identifica os assuntos tratados. Nessa ficha deve constar: O carimbo do órgão e/ou unidade escolar e a assinatura do respectivo responsável devidamente credenciado (com carimbo) e o registro do total de horas; A assinatura em todas as fichas (Diretor de Escola e/ou autoridade competente); As fichas não serão aceitas com rasuras; devendo ser preenchidas na ordem cronológica, contendo foto atual do estagiário e sua assinatura no campo indicado. Relação aluno/professor na orientação de estágio. A orientação dos alunos será feita constantemente, através do Aluno em horários pré-estabelecido. Os alunos serão atendidos individualmente e/ou em 103 grupos, de acordo. No início de cada semestre serão realizadas reuniões para conhecer e esclarecer os procedimentos de realização do estágio junto aos alunos. 104 CARACTERIZAÇÂO DA ESCOLA 1. Dados Gerais: Nome do Estabelecimento: ----------------------------------------------------------------------------------------------------Endereço (rua, número, bairro, cidade): Entidade Mantenedora: ( ) Estadual ( ) Municipal ( ) Fundação ( ) Federal ( ) Particular ( ) Convênio Diretoria a que pertence: _______________________________________________ Períodos de Funcionamento: ____________________________________________ ( ) Manhã ( ) Tarde ( ) Vespertino ( ) Noite Graus que a escola mantém: ( ) Educação Infantil ( ) Ensino Fundamental ( ) Ensino Médio Número de alunos e classe: Nº de classes de Educação Infantil: ______________Total de alunos: _____________ Nº de classes de Ensino Fundamental ____________ Total de alunos: _____________ Nº de classes de Ensino Médio: ____________ Total de alunos: _____________ Média de alunos por classe: Ensino Infantil : _________ Ensino Fundamental:__________Ensino Médio: ________ 105 Zona de localização: ( ) Residencial ( ) Comercial ( ) Industrial Regime de funcionamento: ( ) Externato ( ) Semi-Internato ( ) Internato 2. Aspecto Material: Prédio: ( ) Construído especialmente para a escola ( ) Adaptado ( ) Tipo de construção ( alvenaria, madeira, etc) : _________________________________ - Atende às necessidades da Escola? ( ) Sim ( ) Não ( ) Razoavelmente ( ) Regular ( ) Ruim - Conservação: ( ) Boa - Número de Pavimentos: ______________________ - Número de Sala de Aulas: ____________________ - Salas ou Ambientes Especiais: ( ) Sim ( ) Não ( ) Quais:________________________________ - Área livre para recreação: ( ) Sim ( ) Não Dependência para serviços técnicos: ( ) Orientação Educacional ( ) Biblioteca ( ) Assistência Pedagógica 106 ( ) Outros (especificar): ____________________________________________________ Dependência para Serviços Técnicos: - Lavatórios: ( ) Adequados ( ) Adaptados ( ) Não ( ) Adequados ( ) Adaptados ( ) Não ( ) Adequados ( ) Adaptados ( ) Não possui - Vasos Sanitários: possui - Chuveiros: possui Áreas disponíveis: - Para Educação Física: ( ) Quadra coberta ( ) Quadra descoberta ( ) Piscina ( ) Campo de futebol ( ) Tanque de areia ( ) Play Ground - Para Recreio: ( ) cimentada ( ) Gramada ( ) Areia ( ) Terra Outras Dependências: (especificar- brinquedoteca, sala de jogos lúdicos etc.): _________________________________________________________________ _________________________________________________________ Procedência da água (especificar) : _________________________________________ Filtros e bebedouros: ( ) suficientes Mobiliários adequados : ( ) sim ( ) insuficientes ( ) Não Equipamento audiovisual: ( ) Projetor de slides ( ) retroprojetor ( ) gravador ( ) projetor de filmes ( ) Som ( ) vídeo - Os equipamentos são em número suficiente?____________________________________ 107 - Quais os professores que utilizam os equipamentos com maior freqüência? _______________________________________________________________ 3. Serviços Prestados à clientela: ( ) Serviço Médico ( ) Serviço Dentário ( ) ( ) Orientação Educacional ( ) cozinha ( ) Assistência Social Cantina ( ) Curso de extensão ( p/alunos-especificar) : ___________________________________ ___________________________________________________________________ ______ ( ) Curso para os pais ( ) Reunião com os pais 4. Associação de pais e mestres: ( ) sim ( ) não - colabora com a Escola?_____________________________________________________ 5. Assistência Pedagógica: - Como é desenvolvida?____________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ 6. Recursos Humanos : Diretor ( ) Efetivo ( ) Contratado ( ) Designado Principais Funções: _________________________________________________________ 108 ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ Assistente do Diretor: ( ) Efetivo ( ) Contratado ( ) Designado Principais Funções: _________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ Coordenador Pedagógico: ( ) Efetivo ( ) Contratado ( ) Designado Principais Funções: _________________________________________________________ Orientador Educacional: ( ) Efetivo ( ) Contratado ( ) Designado Psicólogo: ( ) Efetivo ( ) Contratado ( ) Designado 7. Corpo Docente: Total de Professores: _________________ Total de efetivos: ___________________ Total de admitidos: ______________ Professores estáveis: _____________ Professores Eventuais: ___________ - Formação do corpo docente: do total dos professores quantos têm: Magistério – ensino Médio: ____________ Graduação: _______________ Especialização:____________ Pós- Graduação: Lato Senso: __________ Strictu Sensu: ___________ 109 8. Pessoal Administrativo e de Serviços Auxiliares: Secretário ( ) Sim ( ) Não Quantos?_________ Escriturário ( ) Sim Tesoureiro ( ( ) Não ) Sim Quantos?_________ ( ) Não Quantos?_________ Aux. Tesouraria ( ) Sim ( ) Não Quantos?_________ Zelador ( ) Sim ( ) Não Quantos?_________ Serventes ( ) Sim ( ) Não Quantos?_________ Inspetor ( ) Sim ( ) Não Quantos?_________ 9. Outros Dados: Responsáveis pelo estabelecimento de critério para: - Matrícula: ______________________________________ - Organização de classe: ____________________________ - Atribuição de classes a professores: ___________________ - Organização de horários: ______________________ Responsáveis pela atribuição de tarefas: - Ao Secretário: _______________________________ - Ao escriturário: _____________________________ - Ao Inspetor de alunos: ________________________ - Servente / Zelador: ___________________________ Seleção de alunos- Qual o critério? ( ) vestibulinho ( ) proximidade da casa ( ) inscrição por ordem de apresentação do aluno ( ) Outro: Especificar: _______________________________________________________ 110 Controle do trabalho Docente: ( ) Sim ( ) Não - como é feito? _____________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ Reunião de Professores ( ) Semanais ( ) Mensais - como são realizadas: _______________________________________________________ - quem coordenada as reuniões: --------------------------------------------------------------------------------------------------------- FICHA DE OBSERVAÇÃO: Dados de Identificação: Estabelecimento: ___________________________________________________________ Professor(a): ______________________________________________________________ Série: _________ Grau:______________________ Data: ___/___/___ Atividade, área de Estudo ou Disciplina: -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 1. Objetivos: ______________________________________________________________ 111 ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ 2. Conteúdo: ______________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________________________________ 3. Metodologia: ____________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________ 4. Recursos Didáticos : ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________________________________5. Desenvolvimento da aula(s): ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________ 6. Avaliação da aula pelo estagiário: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________ 7. Críticas e observações: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________ 112 FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005 Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006 Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008 Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 37019110 I – COMPROVAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Identificação do Estagiário: Nome:___________________________________________________________ Curso: ______________________ R.A. _______________ Termo: ___________________ Data: ____/____/______ Registro de Realização do Estágio Supervisionado Série Carga Horária Desenvolvida Assinatura do Professor de Estágio - FAM 1º 2º 3º 4º Total Geral Coordenador(a) Responsável pelo Estágio Supervisionado 113 FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005 Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006 Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008 Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 3701-9110 __________________________________________________ II- Estágio de Observação Ficha de Controle – Registro de Comparecimento na Unidade Escolar Escola:___________________________________________________________ Endereço:________________________________________________________ Estagiário(a): ______________________________________ RA:____________________ Data: ____/____/______ Data Nível Nº H/A Atividades desenvolv. e Componente Curricular Prof. da sala responsável Supervisor de Estágio Carimbo da Escola Assinatura do Diretor da Escola 114 FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005 Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006 Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008 Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 3701-9110 III- ATIVIDADES COMPLEMENTARES Estagiário(a):----------------------------------------------------------------------- Termo:----------RA: -------------------------- Data H/A Data:------------------------------ Atividades Desenvolvidas Ass:Coordenador de Estagio ---------------------------------------------Geuza Garcia dos Santos Coordenador(a) Responsável pelo Estágio Supervisionado 115 FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005 Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006 Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008 Entidade Mantenedora: Instituto Educacional do Estado de São Paulo - IESP CNPJ - 63.083.869/0004-00 Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 3701-9110 – IV – RELATÓRIO SUSCINTO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO Identificação do Estagiário: Estagiário(a):_____________________________________________________ Curso: ______________________ R.A. _______________ Data Nº Horas Termo: ___________________ Data: ____/____/______ Atividade Rubrica do Professor de Estágio - FAM --------------------------------------------Geuza Garcia dos Santos Coordenador(a) Responsável pelo Estágio Supervisionado 116 ANEXO II MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC Sumário INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 119 1. REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO .......... 121 1.1 Apresentação Gráfica do Trabalho .................................................................... 121 1.2 Formatação de títulos ........................................................................................ 122 1.3 Espaço entre títulos e texto ............................................................................... 123 2 O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA........................................................... 125 2.1 Estrutura do projeto de pesquisa científica ....................................................... 125 2.2 Elaboração do projeto de pesquisa ................................................................... 128 3 RELATÓRIO DA PRÉVIA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ......... 132 3.1 A estrutura do Relatório da Prévia do TCC ....................................................... 132 3.2 Elaboração do Relatório da Prévia do TCC....................................................... 133 4 DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ..................................................... 136 4.1 A estrutura da Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso....................... 136 4.1.1 Capa ........................................................................................................... 137 4.1.2 Contracapa ou folha de rosto ...................................................................... 138 4.1.3 Ficha Catalográfica ..................................................................................... 141 4.1.4 Errata .......................................................................................................... 141 4.1.5 Dedicatória.................................................................................................. 144 4.1.6 Agradecimentos .......................................................................................... 145 4.1.7 Epígrafe ...................................................................................................... 146 4.1.8 Resumo em língua vernácula ..................................................................... 147 4.1.9 Resumo na língua estrangeira .................................................................... 148 4.1.10 Lista de Ilustrações, tabelas e quadros..................................................... 149 4.1.11 Lista de abreviaturas e siglas ................................................................... 151 4.2 Elementos textuais ............................................................................................ 153 4.2.1 A subdivisão de seções .............................................................................. 155 4.2.2 Citações ...................................................................................................... 156 117 4.2.3 Notas de Rodapé ........................................................................................ 159 4.3 Elementos pós-textuais ..................................................................................... 161 4.3.1 Referências bibliográficas ........................................................................... 161 4.3.2 Bibliografia .................................................................................................. 162 4.3.3 Apêndices e Anexos ................................................................................... 162 4.4 Normalização das referências bibliográficas ..................................................... 164 4.4.1 Apresentação dos elementos da referência ................................................ 164 4.5 Transcrição dos elementos ............................................................................... 166 4.5.1 Livros .......................................................................................................... 166 4.5.2 Instituições, Entidades e Órgãos Governamentais ..................................... 171 4.5.3 Publicações seriadas: revistas, jornais, etc. ............................................... 173 4.5.4 Anais, congressos, simpósios e encontros ................................................. 176 4.5.5 Dissertações e teses................................................................................... 177 4.5.6 Referência Legislativa................................................................................. 178 4.5.7 Referências com notas especiais ............................................................... 180 4.5.8 Materiais Especiais ..................................................................................... 183 4.5.9 Referências bibliográficas de documentos obtidos por meio eletrônico ..... 186 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................ 194 118 INTRODUÇÃO A pesquisa, nos últimos tempos vem ganhando novos espaços na vida acadêmica e profissional, tornando-se um instrumento imprescindível para a construção teórico-prático essencial para proposição de mudanças na sociedade, calcada no tripé: Pesquisa, Ensino e Extensão. Neste sentido, o presente Guia prático da Faculdade de Mirandópolis – FAM / UNIESP, tem por objetivo principal apresentar aos professores e alunos as normas de elaboração de referências, citações atendendo aos padrões técnicos estabelecidos para construção do trabalho acadêmico e científico. A referência principal para a construção deste são as normas utilizadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), uma instituição privada fundada em 1940, sem fins lucrativos e atualmente, responsável pela normalização técnica no Brasil, fomentando o setor técnico nacional. Porém, as normas da ABNT estão em constantes mudanças, acompanhando o progresso tecnológico e científico, sendo assim, mesmo tendo o apoio deste material, sugere-se que o acadêmico consulte regularmente as normas nacionais, especialmente, tratando-se de publicações que extrapolem os limites desta Instituição. São apresentadas as regras gerais de apresentação de trabalhos científicos, a estrutura técnica de pré-projeto e projeto de pesquisa científica e a estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso. No Tópico primeiro são comentadas as regras gerais dos trabalhos científicos, padronizados pela ABNT. O segundo e terceiro tópicos tratam, respectivamente, do projeto de pesquisa científica, cujo intuito, é esclarecer dúvidas quanto à estrutura destes trabalhos. A normalização da estrutura pré-textual está explicada com detalhes no tópico quarto interessante a todos aqueles que pretendem normalizar a parte técnica de seus trabalhos. 119 120 1. REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO 1.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO A apresentação gráfica refere-se a como o trabalho será apresentado em sua estrutura. Para a impressão do trabalho, usar papel branco, formato A4 (21 x 29,7 cm), utilizando apenas o anverso da folha (exceto a folha de rosto). Para a impressão recomenda-se usar tinta na cor preta (exceto ilustração). As medidas para as margens devem ser: margem esquerda 3 cm, margem superior 3 cm, margem direita 2 cm e inferior 2 cm. Para a digitação do trabalho, usar fonte Arial, tamanho 12 e tamanho 10 para as citações com mais de 3 linhas, notas explicativas, legendas e tabelas. A linha inicial de cada parágrafo distancia-se da margem esquerda com 2 cm. No espaçamento, entre linhas deve ser: - Espaçamento Antes e Depois 0 pt e espaço de 1,5 cm do início ao fim do trabalho e (exceto nos casos de citações diretas). Citações com mais de três linhas: deve ser digitada com espaço simples, recuo de 4 cm da margem esquerda, sem aspas e com fonte tamanho 10 e a indicação da fonte deve ser colocada em tamanho 12. As notas de rodapé: devem ser colocadas devem ser colocadas ao pé da página, escritos com espaço simples, tamanho da fonte 10, separados do corpo por um traço horizontal contínuo de 5 cm, aproximadamente, iniciando-se na margem esquerda da folha de papel. As referências bibliográficas: devem ser digitadas com espaço simples e separadas com um <<enter>> tamanho 12, espaçamento simples, antes e depois 0 pt, alinhamento justificado. As legendas das ilustrações e tabelas: devem ser digitadas com espaço simples, tamanho 10, centralizado, negrito e itálico. Quanto à paginação, devem ser contadas, sequencialmente, todas as páginas a partir da folha de rosto. No entanto, somente são numeradas a partir 121 da primeira folha da parte textual, ou seja, da introdução. Os números devem ser impressos no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, em algarismos arábicos com fonte menor que a do texto. Ficha catalográfica: deve ser impressa no verso da folha de rosto (conforme a página 22). A natureza, objetivo, instituição e área de concentração: quando apresentado na folha de rosto e na folha de aprovação (monografia), deve ficar alinhado justificado com recuo a esquerda de 8 cm, fonte tamanho 12 e digitado em espaçamento simples. 1.2 FORMATAÇÃO DE TÍTULOS a) Os títulos Principais Ex: CAPÍTULO I NORMAS DA FACULDADE DE MIRANÓPOLIS: Um estudo especificado - Formatação: os números dos capítulos serão números romanos, a formatação da fonte é tamanho 14, centralizado, negrito e espaçamento antes e depois 0 pt e entre linhas simples. b) Formatação de Introdução, Considerações Finais, Referências Bibliográficas e subtítulos exemplos: INTRODUÇÃO 1.1 FORMATAÇÃO DE PÁGINAS: Margens 122 - Formatação: alinhamento justificado, negrito, tamanho da fonte 12, caixa alta, espaçamento entre linhas simples, quando o título tem explicação e utiliza os dois pontos a formatação segue em fonte simples. c) Formatação de subtítulos ex: 1.1.1 1.1.1.1 Segue a formatação - Formatação: alinhamento justificado, negrito, tamanho da fonte 12, espaçamento entre linhas simples, antes e depois 0 pt. d) Formatação de subtítulos ex: 1.1.1.1.1 Segue a formatação - Formatação: alinhamento justificado, negrito, itálico, tamanho da fonte 12, espaçamento entre linhas simples, antes e depois 0 pt. 1.3 ESPAÇO ENTRE TÍTULOS E TEXTO 123 Espaço entre texto e citação, citação e texto, subtítulo e texto, texto e subtítulo será: 1 <<enter>> com a formatação de tamanho da fonte 12, espaçamento antes e depois 0 pt e espaçamento entre linhas simples. Espaço entre o título dos capítulos e texto, ou capítulos e subtítulos: 2 <<enter>> com a formatação de tamanho da fonte 12, espaçamento antes e depois 0 pt e espaçamento entre linhas simples. 124 2 O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA Este tópico não entra em detalhes quanto à formatação da capa e contracapa do trabalho, pois será comentado detalhadamente no tópico terceiro e quarto desta norma. O objetivo é apenas dar uma idéia de como o trabalho deve ser elaborado e cabe ao orientador dar mais detalhes quanto ao corpo do trabalho, seguindo, necessariamente, o padrão de normalização determinado anteriormente, no primeiro tópico. 2.1 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA a) Apresentação – Elementos pré-textuais 1. Capa - Nome da instituição - Nome do autor - Título (e subtítulo, se houver) - Local e data Exemplo: FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS – FAM UNIESP – União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo JOSÉ MARIA DA SILVA 125 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO MIRANDÓPOLIS/SP 2012 2. Contracapa - Nome do autor - Título (e subtítulo, se houver) - Natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e área de concentração (atenção ao exemplo abaixo) - Local e data JOSÉ MARIA DA SILVA 126 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO Projeto de pesquisa científica apresentado à Faculdade de Mirandópolis, curso de Pedagogia, como pré-requisito para avaliação na disciplina de Metodologia Científica. Orientadora: Profª. Msc. Maria de Souza MIRANDÓPOLIS/SP 2012 b) Corpo do trabalho 1. Tema 2. Delimitação do tema 3. (formulação do problema) 127 4. Hipótese 5. Objetivo Geral 6. Objetivos Específicos 7. Justificativa 8. Metodologia 9. Cronograma da pesquisa 10. Referências Ao contrário do trabalho de conclusão de curso, no projeto os itens apresentados no corpo do trabalho não são separados por páginas, ou seja, um item por página. Apresentam-se um após o outro, com exceção das Referências Bibliográficas. 2.2 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA Metodologicamente, a primeira preocupação na construção de um projeto está em traçar o objetivo da pesquisa, o tema do trabalho e a delimitação deste tema. Tendo esses aspectos definidos, o passo seguinte é escrever a justificativa do trabalho, a hipótese, os objetivos, a metodologia e o cronograma. Por último, especifica-se a bibliografia consultada. a) Objetivo da pesquisa Trata-se de especificar para quê e para quem está voltada a pesquisa. Este objetivo deve estar claro para quem vai escrever o projeto. É o que chamamos de “eixo” ou “linha de pensamento” do trabalho de pesquisa. b) Tema O tema é o assunto que se deseja desenvolver e, neste caso, este assunto deve estar diretamente relacionado à formação universitária do pesquisador (aluno). Pode surgir de uma dificuldade enfrentada pelo pesquisador, uma curiosidade científica, resultado de desafios encontrados em leituras de outros trabalhos, etc. 128 Porém, quando encontrado o assunto que se deseja investigar cientificamente, é importante que o pesquisador se certifique das condições de formular e delimitar seu objeto de estudo, pois é imprescindível a disponibilidade de tempo para realizar uma pesquisa completa e aprofundada; a existência de material suficiente pertinente ao assunto para um estudo global do tema e a possibilidade de consultar especialistas da área para orientação. Além destes aspectos, deve-se levar em consideração se o assunto escolhido já não foi exaustivamente discutido por outros autores, a não ser que o pesquisador tenha uma teoria inovadora sobre o tema. Após a escolha do assunto, o segundo passo é a sua delimitação. Ou seja, determinar exatamente o que se quer pesquisar, abordando um aspecto específico de um assunto mais amplo. c) Delimitação do tema Quando o trabalho científico possui um sujeito e um objeto, o tema passa por um processo de especificação. É preciso delimitar o que será estudado, do contrário, haverá vários direcionamentos na pesquisa causando perda de tempo e da qualidade do estudo. d) Justificativa O autor do trabalho científico deve mostrar qual a importância do tema a ser estudado. É preciso esclarecer o “porquê” de se estudar um determinado assunto, especificar do que se trata o trabalho, qual a importância de desenvolver o tema escolhido e o que se quer demonstrar. Para facilitar a redação da justificativa, costuma-se responder as questões a seguir e adequar as suas respostas a uma dissertação. Qual a importância em desenvolver um estudo sobre (...) ? ou, Por que é importante desenvolver um estudo sobre (...)? Do que se trata o estudo? O que se quer demonstrar ou provar? 129 e) Formulação do problema (para a preparação da hipótese) O problema é a dificuldade, teórica ou prática, no conhecimento de alguma coisa de real importância, para a qual se deve encontrar uma solução. Definir um problema significa especificá-lo em detalhes precisos e exatos. Na formulação de um problema deve haver clareza, concisão e objetividade. A colocação clara do problema pode facilitar a construção da hipótese central. O problema deve ser levantado, formulado, de preferência em forma de interrogativa e delimitado. É um processo contínuo de pensar reflexivo, cuja formulação requer conhecimento prévio do assunto. Um problema muito abrangente torna a pesquisa mais complexa, mas quando bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. f) Hipótese Podemos considerar a hipótese como um enunciado geral. Ela é uma suposta, provável e provisória resposta a um problema levantado pelo trabalho de pesquisa sobre o tema escolhido. Sua comprovação só será verificada pela da pesquisa. Formula-se uma hipótese a partir do momento que há um problema a ser resolvido. g) Objetivos É o que se pretende demonstrar com a pesquisa. No projeto eles são demonstrados por meio do objetivo geral e dos objetivos específicos. 1. Objetivo geral: está ligado a uma visão global e abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer de fenômenos e eventos, quer de idéias estudadas. Vincula-se diretamente à própria significação da tese proposta pelo projeto. 2. Objetivos específicos: Como o próprio nome se apresenta, trata-se de vários objetivos. Neste caso, apresentam caráter mais concreto. Atinge o objetivo geral, porém, aplicando-o em situações particulares. 130 h) Metodologia É a maneira como vai ser realizada a pesquisa, o método de abordagem que pode ser dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo, dialético, histórico, comparativo, estudo de caso, estatístico, tipológico, funcionalista e estruturalista. Estes métodos serão descritos, detalhadamente, mais adiante. i) Cronograma A pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão necessária de tempo que será gasto com o levantamento de dados, levantamento bibliográfico, pesquisa de campo, análise dos dados coletados, análise da bibliografia, entrevista (se houver), dissertação e outras metodologias utilizadas. j) Bibliografia A bibliografia final, apresentada no projeto de pesquisa, abrange os livros, artigos, publicações e documentos utilizados na elaboração do projeto. 131 3 RELATÓRIO DA PRÉVIA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Neste item não há detalhes quanto à normalização e formatação dos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, pois serão vistos no próximo tópico. O objetivo é contribuir na orientação do projeto de pesquisa científica quanto à sua estrutura. Como mencionado anteriormente, cabe ao orientador dar maiores detalhes sobre a sua elaboração. 3.1 A ESTRUTURA DO RELATÓRIO DA PRÉVIA DO TCC a) Elementos Pré-textuais: - Capa - Contracapa ou folha de rosto JOSÉ MARIA DA SILVA A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO Relatório de Pesquisa Científica apresentado objetivando a aprovação da disciplina de Metodologia Científica, ministrada 132 pela professora Maria de Souza, à Faculdade de Mirandópolis, curso de de Pedagogia. Orientadora: Profª Esp. Maria de Souza MIRANDÓPOLIS/SP 2012 - Lista de Tabelas e Figuras (opcional) - Lista de anexos (opcional) - Sumário Provisório b) Elementos Textuais: - Introdução - Desenvolvimento - Conclusão c) Elementos Pós-textuais: - Bibliografia ou Referência Bibliográfica - Anexos (opcional) 3.2 ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DA PRÉVIA DO TCC 133 O Projeto de Pesquisa é uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação da pesquisa. Esta necessita ser planejada com extremo rigor, caso contrário o investigador, em determinada altura, se encontrará perdido num emaranhado de dados colhidos, sem saber como dispor dos mesmos ou até desconhecendo seu significado e importância. Em uma pesquisa, nada se faz ao acaso. Desde a escolha do tema, fixação dos objetivos, determinação da metodologia, coleta de dados, sua análise e interpretação para a elaboração do relatório final, tudo é previsto no projeto de pesquisa. O planejamento da pesquisa para o projeto envolve os seguintes passos: 1. solução do tema e formulação do problema a ser investigado; 2. levantamento da(s) hipótese(s) que levam à solução/explicação do problema; 3. levantamento bibliográfico inicial; 4. definição dos recursos metodológicos que serão utilizados para a realização da pesquisa; 5. elaboração do cronograma de trabalho. O relatório de pesquisa é subdividido em quatro partes distintas: introdução, desenvolvimento, Considerações Finais e Referencial Bibliográfico. Para a elaboração destas “partes” é preciso, primeiramente, saber como elas devem ser redigidas. Resumidamente, é necessário seguir as seguintes normas de redação: a) expor as idéias com clareza e objetividade; b) utilizar linguagem direta; c) redigir com simplicidade, tomando o cuidado para não ser supérfluo, prolixo (muito extenso, enfadonho), retórico ou confuso; d) utilizar vocabulário técnico somente para o estritamente necessário; 134 e) evitar escrever frases ou parágrafos longos. Normalmente, utiliza-se uma idéia para cada frase ou parágrafo, mas, também, não seja demasiadamente breve; f) usar a terceira pessoa do singular; g) evitar a utilização de adjetivos, caso seja preciso na descrição do objeto estudado. A introdução é a apresentação do trabalho e a demonstração de sua importância. O desenvolvimento do trabalho refere-se a apresentação da pesquisa em si. Quanto à Considerações Finais, trata-se de uma síntese geral do trabalho pesquisado. Deve ser breve, conter uma resposta ou uma explicação plausível para a problemática do assunto. Lembrando que não se utiliza citação direta e indireta1 para redigi-la. O modo como redigir a bibliografia ou referencias bibliográficas será discutido, posteriormente, no próximo capítulo “Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso”. 1 Sobre citações diretas e indiretas, ver no próximo item “Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso”. 135 4 DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Neste tópico será apresentada, com detalhes, a normalização técnica de todos os elementos utilizados no trabalho de conclusão de curso. 4.1 A ESTRUTURA DA MONOGRAFIA OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO a) Elementos Pré-textuais: - Capa - Contracapa ou folha de rosto - Errata (opcional) - Folha de Aprovação - Dedicatória (opcional) - Agradecimentos (opcional) - Epígrafe (opcional) - Resumo em língua vernáculo - Resumo em língua estrangeira (Abstract) - Lista de Tabelas e Figuras (opcional) - Lista de anexos (opcional) - Sumário b) Elementos Textuais: - Introdução - Desenvolvimento dividido em capítulos - Conclusão c) Elementos Pós-textuais: 136 Referência Bibliográfica Anexos (opcional) Apêndice (opcional) 4.1.1 Capa Na capa devem estar contidas as informações que identificam o trabalho, na seguinte ordem: - Nome da instituição: o trabalho é submetido à análise de uma Instituição e o seu nome deve estar em letras maiúsculas, em negrito, centralizado, tamanho da fonte 14. - Nome do autor – deve ser impresso após três espaços simples <<enter>> abaixo do nome da instituição, em caixa alta, negrito, centralizado e tamanho da fonte 14. - Título do trabalho – deve ser impresso em caixa alta, negrito, centralizado (no meio da folha) e tamanho da fonte 16. No caso de títulos com subtítulos, os últimos devem ser grafados com tamanho 14 e, se possível, abaixo do título. - Local e data: (cidade) da instituição onde deve ser apresentado o trabalho e o ano em que foi concluído. Devem estar centralizados, em caixa alta, negrito e tamanho da fonte 14. Exemplo: FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS – FAM UNIESP – União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo O Espaço entre é de 2 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . JOSÉ MARIA DA SILVA 137 O Espaço entre é de 9 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO: Um estudo especializado MIRANDÓPOLIS/SP 2012 Para efeito de numeração a capa não é contada. 4.1.2 Contracapa ou folha de rosto A contracapa obedece a mesma disposição gráfica utilizada na capa, incluindo apenas, logo abaixo o título, uma nota explicativa referente à natureza do trabalho, seu objeto acadêmico, o nome do orientador e o nome da instituição a que é submetido o trabalho. Para efeito de numeração, esta é a página 1, no entanto, ela é contada, mas não numerada. Exemplo: 138 O Espaço entre é de 3 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . JOSÉ MARIA DA SILVA O Espaço entre é de 9 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO: Um estudo especializado Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Mirandópolis, objetivando a obtenção do Grau de Bacharel em Serviço Social. O Espaço entre é de 1 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . Fonte tamanho 12, recuo a esquerda de 8cm, alinhamento justificado, espaçamento entre linha simples. Orientadora Profª Ms. Maria de Souza O Espaço entre é de 1 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . MIRANDÓPOLIS/SP 2012 139 140 4.1.3 Ficha Catalográfica A ficha catalográfica deve ser impressa no verso da folha de rosto, seguindo o tamanho de padrão de 7,5 cm x 12,5 cm. Tamanho da fonte 12, espaçamento entre linhas simples. Seguida de um entre para a separação. Esta ficha deverá se localizar no verso da folha de rosto, centralizada abaixo da metada da folha SOBRENOME, Nome do Autor Título do Trabalho 40 p. – Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ------------) UNIESP – Faculdade de Mirandópolis, Ano Orientador: Nome do Professor Orientador 1. Palavra Chave 1, 2. Palavra Chave 2, 3. Palavra Chave 3 4.1.4 Errata A errata é opcional, pois deve ser utilizada em último caso. Consiste em uma lista de páginas e linhas em que os erros ocorrem, seguidos das devidas correções. Quando o pesquisador já não consegue mais alterar os dados do trabalho, deve ser apresentada, obrigatoriamente, solta no trabalho antes da página de rosto. Exemplo: 141 ERRATA Folha Onde se lê 58 Direto Linha Leia-se 2 Direito 4.1.4 Folha de aprovação Deve ser apresentada logo após a folha de rosto. Os elementos obrigatórios são: nome do autor, título e subtítulo (se houver) do trabalho em tamanho da fonte 14, negrito e centralizado; natureza, objetivo, instituição, área de concentração, data de aprovação em tamanho da fonte 12, em espaço simples, com recuo de 8 cm da margem, sem negrito; nome, titulação e instituição a que pertencem os componentes da banca examinadora em tamanho 12, negrito, utilizando espaço simples. A data de aprovação e as assinaturas dos componentes da banca só deverão ser colocadas na folha de aprovação depois da defesa. Exemplo: JOSÉ MARIA DA SILVA O Espaço entre é de 2 <<enter>> tamanho 12, espaçamento antes e depois 0 pt. E espaço entre linhas simples . 142 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO: Um estudo especializado Monografia apresentada objetivando a obtenção do Grau de Licenciatura à Faculdade de Mirandópolis, curso de Pedagogia. Aprovada em: / / nota:______________ Com ______________________ Profa. Ms. Maria de Souza Faculdade de Mirandópolis Orientadora ______________________ Prof. Ms. José da Silva Faculdade de Mirandópolis Avaliador ______________________ Profa. Ms. Joana Magalhães Faculdade de Guararapes Avaliadora 143 4.1.5 Dedicatória A dedicatória é opcional e tem a finalidade de dar oportunidade ao autor de prestar uma homenagem ou dedicar seu trabalho a alguém. Deve ser redigida de forma simples e direta e em uma única página, reservada para ela. Pode ser dedicada a uma ou mais pessoas. Não deve ter o título “Dedicatória”. Quando inclusa, sugere-se que seja escrita na parte inferior da folha à direita de 8 cm, tamanho da fonte 12 e justificado. Exemplo: Dedico este trabalho às pessoas mais importantes da 144 minha vida: meus pais, meu marido e meus filhos. 4.1.6 Agradecimentos Embora opcional, recomenda-se incluir, nesta folha, os agradecimentos ao orientador, pessoas ou instituições que colaboraram para a realização do trabalho. É apresentado com o título em letras maiúsculas, tamanho da fonte 12, em negrito e centralizado. O texto deve ser justificado, também em tamanho 12, com espaçamento de 1,5 cm, parágrafo de 2 cm, Exemplo: AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, à Faculdade de Mirandópolis pela oferta de conhecimento científico por meio dos docentes do curso de Pedagogia. Agradeço aos meus amigos da turma de Pedagogia pela acolhida e companheirismo na lida acadêmica. À Coordenação do curso pelas políticas de incentivo a produção acadêmica e inserção social. A meus familiares que sempre estiveram ao meu lado. 145 4.1.7 Epígrafe Elemento opcional, localizado após os agradecimentos, onde o autor apresenta um pensamento convergente ao assunto pesquisado. Não incluir página. É transcrita com duplas aspas, com espaçamento simples, com tamanho da fonte 10, alinhada à recuo da margem esquerda de 8 cm. Dados e referências não devem constar na epígrafe. O nome do autor e o ano (se houver) devem ser colocados entre parênteses, alinhamento a direita, negrito. Nas folhas de abertura das seções primárias também podem constar epígrafes. Exemplo: 146 “Um homem nada faria se, para principiar a fazer as coisas, esperasse até faze-las com tal perfeição que ninguém lhes acharia defeito.” (Cardeal Newman) 4.1.8 Resumo em língua vernácula Elemento obrigatório. Deve ser redigido de forma objetiva utilizando entre 150 a 500 palavras. Nele, as principais partes do trabalho devem estar ressaltadas de forma concisa e inteligível: os objetivos devem estar definidos com clareza e relevância, a metodologia sucintamente descrita, e registrados os principais resultados e conclusões do estudo. Não usar citações bibliográficas e o uso de parágrafos, fórmulas, equações, etc. O título deve ser em letras maiúsculas, negrito, centralizado, tamanho da fonte 12. O texto deve estar justificado, com espaçamento simples e tamanho da 147 fonte 12 e as palavras-chave devem ser colocadas depois do texto, separadas por ponto e vírgula. Exemplo: RESUMO Apresenta discussão acerca do papel do conhecimento científico na sociedade moderna, enfatizando os aspectos metodológicos (...). Palavras-chave: Conhecimento científico; metodologia. . 4.1.9 Resumo na língua estrangeira 148 É um elemento obrigatório, sendo apresentado com a mesma formatação do resumo em língua vernácula. O resumo em língua estrangeira, usualmente, é em inglês (Abstract). 4.1.10 Lista de Ilustrações, tabelas e quadros Caso o trabalho contenha mais de cinco tabelas, quadros ou ilustrações deve se elaborar uma lista própria, a qual aparece imediatamente antes do sumário, de acordo com a ordem apresentada no texto, acompanhada de seu respectivo nome e número de página. Ex: LISTA DE QUADROS QUADRO 1 metodologias As p. 15 QUADRO 2 conhecimento p. 27 Formas de QUADRO 3 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 29 QUADRO 4 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 35 QUADRO 5 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 42 QUADRO 6 xxxxxxxxxxxxxxxxx p. 53 149 Observações importantes: Recomenda-se deixar dois espaços duplos entre o texto que antecede as ilustrações, quadros, tabelas, etc. e o título que os identificam. Gráficos, desenhos, mapas, fotografias, lâminas ou outras formas pictográficas são considerados como ilustrações e aparecem sempre designadas como FIGURAS, numeradas em algarismos arábicos e de modo seqüencial. Caso a ilustração seja um material reproduzido, é imprescindível a indicação da fonte responsável logo abaixo da figura, precedida da palavra Fonte. A referência bibliográfica completa da fonte utilizada deve constar na bibliografia. As tabelas apresentam dados numéricos e valores comparativos que podem, ou não ser tratados estatisticamente; enquanto os quadros, normalmente, apresentam informações textuais ou dados numéricos sem tratamento estatístico. As tabelas e quadros devem: - ser auto-explicativos; - ser numerados em algarismos arábicos, de modo independente e consecutivo (Ex: TABELA 1; TABELA 2; TABELA 3) - ser encabeçados pela palavra que o designa (TABELA ou QUADRO) em caixa alta, seguidos pelo número correspondente, hífens ou pelo título, sem ponto final; - ter títulos claros e objetivos, dando indicações precisas sobre o conteúdo; - ter indicações de fonte, de legenda ou outras informações referentes aos dados são colocados na parte inferior (rodapé) da tabela ou quadro, no mesmo alinhamento do título, com espaçamento simples e letra do tamanho menor do que o texto. 150 4.1.11 Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional que deve apresentar as abreviaturas e siglas utilizadas no texto, em ordem alfabética. Quando necessário, formar lista específica para cada uma. Exemplo: LISTA DE ABREVIATURAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas MEC – Ministério da Educação e Cultura 4.1.12 Sumário 151 As palavras SUMÁRIO, INTRODUÇÃO, CONSIDERAÇÕES FINAIS, BIBLIOGRAFIA, ANEXOS e todos os TÍTULOS dos CAPÍTULOS, devem ser grafados em letras maiúsculas e em negrito. Para os subtítulos são usadas letras minúsculas com iniciais em maiúsculas. Sugere-se deixar para o final sua elaboração em função da paginação. Exemplo de sumário: SUMÁRIO RESUMO LISTA DE ANEXOS INTRODUÇÃO ................................................................................................ 7 CAPÍTULO I - A EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO .................................... 9 1.1 Tipos de conhecimento ............................................................................. 14 1.1.2 Conhecimento filosófico ......................................................................... 17 1.1.3 Conhecimento teológico ......................................................................... 18 1.1.4 Conhecimento empírico ......................................................................... 19 1.1.5 Conhecimento científico ......................................................................... 20 1.2 Ciência ...................................................................................................... 21 1.3 Divisão das ciências ao longo do tempo ................................................... 22 CAPÍTULO II - MÉTODOS CIENTÍFICOS ...................................................... 23 2.1 Métodos racionais ..................................................................................... 27 2.2 Métodos específicos das ciências sociais ................................................. 28 CAPÍTULO III - CONCEITOS E DEFINIÇÕES ............................................... 30 3.1 Definições ................................................................................................. 34 3.2 Caracteres de definição ............................................................................ 36 CAPÍTULO IV - PESQUISA SOCIAL E DOCUMENTAL ............................... 38 152 4.1 Pesquisa social ......................................................................................... 40 4.2 Pesquisa documental ................................................................................ 42 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................. 51 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ................................................................... 58 ANEXOS ......................................................................................................... 62 APÊNDICES ................................................................................................... 64 4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS A estrutura formal de um trabalho científico compõe-se de três partes básicas: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. a) Introdução É a apresentação do trabalho e a demonstração da sua importância. Ela deve conter: - a definição do assunto: exposição de modo claro e preciso da idéia central do trabalho; - definição do tema: apresentação do(s) problema(s) e a(s) hipótese(s); - situação do tema no tempo e no espaço; - demonstração da importância do tema; - justificação da escolha do tema; - enunciação da documentação; - indicação da metodologia (opcional); - no caso de monografia, uma breve apresentação dos capítulos. De acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas), não se deve repetir ou parafrasear o resumo, nem dar os dados sobre a teoria experimental, seus resultados, nem antecipar as conclusões e as recomendações decorrentes do estudo. Muito embora a introdução inicie um texto, sua redação final só pode ser levada a cabo depois de todo o trabalho concluído, o que não exime o autor das versões preliminares. 153 b) Desenvolvimento No desenvolvimento, também chamado de corpo do trabalho, relatamse os resultados da pesquisa, qualquer que seja sua natureza e abordagem. A apresentação dos dados coletados e dos resultados obtidos deve ser feita de modo que o leitor possa acompanhar os passos do estudo e o raciocínio do autor. As citações devem estar intimamente relacionadas ao problema que se analisa. Neste caso, elas passam a fazer parte integrante do texto e possibilitam o desenvolvimento consciente da argumentação e a chegada de conclusões. Ou seja, não deve ser usada sem critério ou para aumentar o tamanho do texto. c) Considerações Finais A conclusão representa a síntese para a qual o trabalho encaminha; constitui o fecho do trabalho, reafirmando a idéia principal discutida no desenvolvimento. Neste tópico não se deve extrapolar os resultados discutidos no desenvolvimento. Também não se deve figurar nenhum dado que envolva novos questionamentos. Entretanto, este pode abrir caminho para a discussão de novas problemáticas, ou mesmo significar um avanço na possível superação do problema levantado. Durante todo o trabalho é importante que se exponha as idéias com clareza e objetividade, que seja utilizada a linguagem direta e que a redação seja simples para que não haja a possibilidade de parecer supérfluo, prolixo (muito longo, enfadonho), retórico ou confuso. É necessária a utilização de vocabulário técnico somente para o estritamente necessário e evitar escrever parágrafos e/ou frases longas. Neste caso, sugere-se escrever uma idéia para cada frase ou parágrafo, mas, também, não ser demasiadamente breve. Usar a terceira pessoa do singular e evitar utilizar adjetivos, pois é necessário ser preciso na descrição do objeto. 154 4.2.1 A subdivisão de seções Recomenda-se o uso de numeração progressiva na subdivisão das seções. Os títulos das seções primárias (principais divisões do texto, também denominadas “capítulos”) devem ser iniciados em nova folha. O indicativo numérico, sempre em arábico, precedente ao título, alinhado à esquerda, separado por um espaço horizontal. O título das seções secundárias, terciárias e subseqüentes é constituído pelo indicativo da seção a que pertence, seguindo o número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções como mostra o exemplo: 1 Primária 1.2 Secundária 1.2.3 Terciária 2 Primária 2.2 Secundária 2.2.3 Terciária Recomenda-se limitar o número das seções, no máximo, até a quinária. Caso haja necessidade de mais subdivisões, estas podem ser subdivididas em alíneas, ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses. Exemplo: 1 1.1 155 1.1.1 1.1.2 1.1.2.1 1.1.2.2 4.2.2 Citações Não se deve perder de vista que um trabalho científico é fruto de uma pesquisa e não simples cópia de partes de livros, revistas, etc. A honestidade intelectual veta, expressamente, qualquer cópia indevida. Portanto, a fonte dos trechos transcritos de publicações consultadas ou a síntese das afirmações feitas pelo autor, deve ser devidamente citada no corpo do trabalho e suas referências bibliográficas, obrigatoriamente, relacionadas na bibliografia da monografia apresentada. Outro cuidado a ser tomado diz respeito ao número e extensão das citações. Estas não devem ser tão numerosas a ponto de o texto parecer uma colcha de retalhos, nem tão longas que deem a impressão de que, com elas, o autor procura mascarar a insuficiência e fragilidade da sua argumentação. Recomenda-se o uso de citações no corpo do texto por sobrenome do autor e data de publicação da obra pesquisada. Estes dados remetem à referência completa de fonte consultada, que figura no final do trabalho, como nome completo do autor, título da obra, edição, local, editora e ano, conforme as normas da ABNT. As citações de um trabalho científico podem ser diretas e indiretas (baseadas na obra consultada) e diretas (transcrição textual da parte da obra consultada). A citação indireta reproduz idéias de fonte consultada sem transcrever o texto literalmente. Exemplo: 156 Segundo Thiollent (1984), não se considera a contribuição de outros procedimentos de pesquisa e análise de dados, pelo contrário, assinala-se que a utilização simultânea de diferentes abordagens é, em muitos casos, não só cabível, mas desejável. Ou Não se considera a contribuição de outros procedimentos de pesquisa e análise de dados, pelo contrário, assinala-se que a utilização simultânea de diferentes abordagens é, em muitos casos, não só cabível, mas desejável (THIOLLENT, 1984). Quando a obra tiver dois autores, indicam-se ambos. Exemplo: Gonçalves e Pimenta (1990), ao discutirem a organização... Quando a obra tiver mais de três autores, indica-se o primeiro seguido da expressão et al (entre outros). Exemplo: (...) onde estão presentes várias concepções de currículo (PARO et al, 1988). Nas citações indiretas o uso de aspas ou itálico é DISPENSÁVEL, devendo-se, no entanto, indicar sempre a fonte de onde foram retiradas (sobrenome do autor e ano de publicação). A indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional. Quando se quer fazer referência à diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor, indica-se a página inicial e final do trecho onde constam as mesmas e em seguida empregasse a expressão latina passim (em diversos lugares; aqui e ali). Exemplo: Na elaboração de trabalhos científicos é imprescindível que seus autores consultem as várias fontes de pesquisa disponíveis. Atualmente, com o avanço da biblioteconomia e da documentação, não se justificam lacunas em estudos científicos por falta de condições de acesso às fontes (SALOMON, 1973, p. 228-239 passim). 157 Já as citações diretas são transcrições literais das palavras do autor, respeitando todas as características formais concernentes à redação, ortografia e pontuação. Usam-se aspas ou destaque tipográfico, em itálico, ao iniciar e ao finalizar as transcrições. Depois do ponto final, abrir parênteses e escrever o sobrenome do autor, ano da publicação e número da página (obrigatoriamente), fechar parênteses. As citações diretas podem ser breves ou longas. Entende-se por citações diretas breves aquelas de até três linhas, transcritas no corpo do texto, grafadas entre aspas duplas (“ ”). As aspas simples são empregadas para indicar citação no interior da citação (‘ ’). No final, entre parênteses, deve constar a indicação da fonte ou documentação de onde foram retiradas. Exemplo: “As maiores deficiências nos resultados de uma pesquisa podem derivar de um embasamento teórico pobre para explicar, compreender os fatos que se investigam” (TRIVIÑOS, 1987, p. 99). A citação direta com mais de três linhas é transcrita em parágrafo próprio, afastada da margem esquerda 4 cm, com letra tamanho 11, utiliza-se espaço simples de entrelinhas. A indicação da fonte deve ser colocada em tamanho 12. Exemplo: Será preferível e mesmo aconselhável o uso de um roteiro que guie a entrevista através dos tópicos principais a serem cobertos. Esse roteiro cuidará para que haja uma seqüência lógica entre os assuntos, dos mais simples aos mais complexos, respeitando o sentido do seu encadeamento [...] e impedindo que questões complexas e de maior envolvimento pessoal, colocados prematuramente acabem por bloquear as respostas às questões seguintes (LÜDKE; ANDRÉ, 1986, p. 36-37). As sugestões, interpolações, comentários ou destaques devem ser indicados da seguinte maneira: 158 a) supressões: [...] b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ] c) ênfase ou destaque: grifo ou negrito ou itálico Citação da citação: este tipo de citação, que pode ser indireta ou direta (breve ou longa), ocorre quando se refere às idéias de um autor citado por outro autor. Deve ser utilizada somente quando for impossível ter acesso ao documento original. Emprega-se a expressão latina apud (junto a, citado por, conforme, segundo) após o sobrenome do autor do texto original e, em seguida, o sobrenome do autor da obra consultada, data de publicação e página. Exemplo: “O trabalho monográfico caracteriza-se mais pela unicidade e delimitação do tema e pela profundidade do tratamento do que por sua eventual extensão, generalidade ou valor didático” (SALVADOR apud SEVERINO, 1997, p. 111). Quando se quer dar destaque a palavras ou frases, que não estão grifadas no texto original, usa-se a expressão “grifo meu” ou “grifo nosso”, em nota de rodapé. No caso de dados obtidos através de informação verbal (palestras, comunicações, etc.) ou citações de trabalhos em fase de elaboração, indicar, entre parênteses, as expressões: “informação verbal” ou “em fase de elaboração” e mencionar, em nota de rodapé, todos os dados disponíveis. 4.2.3 Notas de Rodapé Os rodapés devem ser colocados ao pé da página, escritos com espaço simples, tamanho da fonte 10, separados do corpo do texto por um traço horizontal contínuo de 5 cm, aproximadamente, iniciando-se na margem esquerda da folha de papel. 159 Utiliza-se o rodapé mais frequentemente quando se indica uma obra da qual foi extraída uma frase, trecho, idéia ou afirmação. Também é utilizada quando se fornece a tradução de uma expressão ou frase, cuja transcrição é essencial em língua estrangeira. Para explicar expressões ou frases de autores utilizados ou, ainda, para fazer alguma observação relevante a respeito do texto. No trabalho monográfico a indicação da obra (ou fonte de pesquisa) deve ser feita no corpo do texto como mencionado adiante. Mas, em certos casos, se o trabalho for publicado em revista ou livro científico a indicação das obras (ou fontes) deve ser feita em nota de rodapé. Quando a obra for mencionada pela primeira vez em nota, sua referência deverá ser completa. Para as menções posteriores sobre a mesma obra, devem ser usadas as seguintes expressões latinas: a) Id. = idem (do mesmo autor). Substitui o autor em notas sucessivas, na mesma página. Exemplo: FARIA, Guilherme. A cultura das cidades. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. p. 98. Id. O problema das cidades. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 40. b) Ibid. = ibidem (do mesmo autor e mesma obra). Substitui a referência à mesma obra em notas sucessivas, na mesma página. Exemplo: FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 62. Ibid., p. 35. c) Op. cit. = opus citatum (na obra citada). Substitui o título e os demais elementos, excetuando-se a paginação, da referência de obra já citada em nota anterior. Exemplo: 160 FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 62. FACHIN, Op. cit., p. 49. d) Loc. cit. = locus citatum (no lugar citado). Substitui o título e os demais elementos da referência de obra já citada em nota anterior. Exemplo: FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 62. FACHIN, 1995, loc. cit. 4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Como está implícito, na própria denominação, os elementos póstextuais aparecem logo em seguida ao texto das considerações finais do trabalho. 4.3.1 Referências bibliográficas É preciso esclarecer que o termo “referências bibliográficas” pode ser usado com dois sentidos: a) Quando se refere ao conjunto de elementos necessários para identificar e localizar um documento, seja ele um livro, artigo publicado em revistas, jornais, anais, congressos, etc. Esses elementos são: autor, título, local de publicação, editora e data. Assim, temos a referência da obra com todos seus elementos essenciais. Exemplo: LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? São Paulo, Cortez, 2001. 161 b) Quando se refere a uma lista de obras (livros, artigos, etc.) que foram explicitamente citadas e, portanto, usadas durante o trabalho, no próprio texto. Encabeçadas pelas palavras REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, na margem esquerda do papel, esta lista é apresentada após a conclusão da monografia, trabalhos e projetos segundo as regras da ABNT. É obrigatório que se apresente em ordem alfabética. 4.3.2 Bibliografia Trata-se de uma lista abrangente de todo material consultado, estudado e relevante ao tema pesquisado, mesmo que não tenha sido citado no texto da monografia, trabalho ou projeto de pesquisa. 4.3.3 Apêndices e Anexos Apêndices e Anexos são elementos pós-textuais diferentes. Apêndice “é um texto ou documento elaborado pelo autor para complementar a sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho” (NBR 14724, 2001, P. 4). Anexo é o material complementar ao texto, devendo ser incluído somente quando imprescindível à sua compreensão e/ou comprovação (leis e decretos, modelos de questionários ou formulário citados na metodologia, ilustrações que não foram inseridas no corpo do trabalho), não elaborados pelo autor. Anexos e apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão, seguidos pelos seus respectivos títulos, formatação centralizada tamanho 20 e negrito. Por exemplo: 162 ANEXO A – Modelo de apresentação de questionário xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx ANEXOS xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx ANEXO B – Excertos da “Proposta Curricular de Geografia” xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxx Centralizado, negrito tamanho da fonte 20. 163 Embora alguns autores recomendem a inclusão dos anexos e apêndices após o texto do TCC, os mesmos devem ser apresentados depois da Bibliografia ou Referências Bibliográficas. Usar de preferência uma folha em branco, com o cabeçalho ANEXO ou ANEXOS / APÊNDICE ou APÊNDICES centrado no papel, fonte 20 e negrito, como divisória. Em seguida, virão os anexos e/ou apêndices devidamente ordenados e titulados na mesma ordem em que foram mencionados no texto. Os anexos são partes extensivas ao texto, destacados deste para evitar descontinuidade na sequência lógica dos capítulos. Quando utilizados, devem ser citados no texto entre parênteses (Anexo A), por exemplo. 4.4 NORMALIZAÇÃO DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Todo trabalho científico deve indicar as fontes nas quais o autor buscou informações para enriquecer o estudo. Essas fontes, conforme já se comentou, devem estar relacionadas na bibliografia com a devida referência. 4.4.1 Apresentação dos elementos da referência Recomenda-se que seja feita uma listagem em ordem alfabética. Todos os elementos de uma referência devem ser apresentados em seqüência padronizada, com pontuação uniforme. As referências são alinhadas somente à margem esquerda, em espaço simples e separadas, entre si, com espaço duplo. Elementos essenciais de uma referência são aqueles indispensáveis para a indicação de documentos mencionados em um trabalho científico: autor (es), título, subtítulo (se houver), edição, local, editora e data de publicação. Devem ser apresentados na seguinte ordem: 164 - O(s) autor(es) tem entrada pelo último sobrenome, em letras maiúsculas, seguido pelo(s) prenome(s) abreviado(s) ou não. Usa-se vírgula entre o sobrenome e o prenome e ponto e vírgula, seguido de espaço separando os nomes quando houver até três autores. Em seguida ao nome do(s) autor(es), colocar ponto final. O recurso tipográfico utilizado para destacar o título deve ser uniforme em todas as referências. - O título deve ser grafado em negrito e/ou itálico. O recurso tipográfico utilizado para destacar o título deve ser o mesmo para todas as referências. Usar caixa alta para a primeira letra da primeira palavra e caixa baixa para as demais palavras. Em seguida ao título, colocar ponto final. Se a obra tiver subtítulo, indicá-lo após o título sem destaque precedido por dois prontos. - Quando a obra mencionar a edição, ela deve ser indicada logo após o título, em algarismo arábico, seguido de ponto e abreviatura da palavra edição (ed.). Exemplo: 3.ed. - O local de publicação deve ser indicado como aparece no documento, seguido de dois pontos. Exemplo: Petrópolis: No caso se homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado ou país. Exemplo: Viçosa, RJ ou Viçosa, MG - O nome do editor deve vir em seguida aos dois pontos do local e abreviado, suprimindo palavras: Editora, Livraria, Companhia, etc. Exemplo: Petrópolis: Vozes (e não Editora Vozes). - A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos, sem ponto ou espaço entre eles. Exemplo: 1988 (e não 1.988 ou 1 988). Quando a obra não tem data de publicação, escrever s/d. (sem data) Observações importantes: se nenhuma data de publicação, distribuição, impressão, etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes conforme indicado: Exemplo: [1971 ou 1972] um ou outro [1969?] data provável [1978] data certa não indicada no item 165 [entre 1906 e 1912] (usa-se intervalos menores de 20 anos) [ca. 1960] data aproximada [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [18--?] século provável Ex: FLORENZANO, Everton. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro, [1993]. 4.5 TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS 4.5.1 Livros A) Com um só autor O nome do autor é transcrito tal como figura na publicação referenciada, a entrada é feita pelo último sobrenome do autor, em letras maiúsculas, seguida de pronome e outro(s) sobrenome(s) se houver. Estes últimos podem ser abreviados conforme recomendação da Instituição ou órgão publicador. Escolhida a forma a ser usada (nomes abreviados ou não), é preciso padronizá-la em todas as referências. Exemplo: MANACORDA, M. A. ou MANACORDA, Mário Alighiero Acompanham o último sobrenome ou distintivos que indicam parentesco (NETO, SOBRINHO, FILHO e JÚNIOR). Exemplo: 166 ANTONIO FILHO, Marcelo. Ou COSME JÚNIOR, Luiz. Ou AGILDO SOBRINHO, Christiano. Ou CABRAL NETO, Antonio. Sendo composto o último sobrenome, a entrada será feita pela expressão composta. Exemplo: CASTELO BRANCO, Camilo. Títulos de formação profissional (mestre, doutor, etc.), de ordens religiosas (monsenhor, bispo, etc.), de cargos ocupados (diretor, chefe de departamento, etc.) não fazem parte do nem e não são incluídos na referência. Exemplo: Professor Joel Martins, Doutora Magda Soares, Padre Marcelo Rossi MARTINS, Joel SOARES, Magda ROSSI, Marcelo B) Autoria composta Quando a obra possuir dois autores, a entrada é feita pelo sobrenome do primeiro autor mencionado, separado por ponto e vírgula, seguido de espaço. Exemplo: MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce 167 Se a obra possuir três autores, mencionam-se todos na entrada, na ordem em que aparecem na publicação, separados por ponto e vírgula e espaço entre eles. Exemplo: MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce; SOARES, Magda Em livros com mais de três autores, indica-se o primeiro, seguido da expressão latina et al., que significa “e outros”. Exemplo: MÜLLER, Mary Stela et al. No caso de obra com Organizador (Org.) ou Coordenador (Coord.), Compilador (Comp.), etc., acrescenta-se entre parênteses a abreviatura, em singular, pertinente, após o nome, com a primeira letra em caixa alta, indicando o tipo de responsabilidade que a pessoa exerceu no trabalho. Exemplo: FONSECA, Selva Guimarães (Org.) FREITAG, Bárbara (Coord.) C) Livros considerados no todo Na lista de referências: AUTOR, Sobrenome. Título: Subtítulo. Local de publicação (cidade): Editora, data de publicação. No texto: (AUTOR, ano da publicação, p. ). Obs.: Lembrando que ao indicar a fonte no texto, o número de página é obrigatório nas citações diretas e o ponto final é ao final da indicação da referência. Exemplos: Na lista de referência: 168 PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3.ed. São Paulo: Ática, 2002. No texto: “A Democracia na escola depende das relações de poder que nela são impostas, especialmente por parte da direção escolar” (PARO, 2002, p. 33). Na lista de referência: FAZENDA, Ivani (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2001. No texto “Atualmente, a pesquisa educacional no Brasil não tem sido amplamente incentivada [...]” (FAZENDA, 2001, p. 57). D) Livro com tradutor Indica-se o nome do tradutor na ordem direta, logo após o título da obra. Exemplo: Na lista de referências: HESSE, Hermann. O livro das fábulas. Tradução: Álvaro Cabral. 4. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Original em alemão. No texto: (HESSE, 1977, p. 12). E) Capítulo de livros Quando o autor do capítulo for diferente do autor responsável pelo livro todo, observa-se as seguintes indicações: Na lista de referências: AUTOR, Sobrenome (do capítulo). Título (do capítulo). In: AUTOR (do livro). Título (do livro). Edição. Local de publicação (cidade): Editora, data e página. 169 No texto: (AUTOR do capítulo, ano da publicação, página da citação). No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Exemplo: Na lista de referência: MARTINS, Joel. A pesquisa qualitativa. In: FAZENDA, Ivani. A metodologia da pesquisa educacional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 1992. Cap. 4, p. 47-58. No texto: “Existe vários métodos de pesquisa, entre eles [...]” (MARTINS, 1992, p. 53). F) Diferentes publicações do(s) mesmo(s) autor(es) no mesmo ano As obras de um mesmo autor, publicadas em um mesmo ano são diferenciadas pelo acréscimo de letra minúscula do alfabeto após a data e sem espaçamento. O nome do autor não deve ser repetido, basta usar um travessão de extensão equivalente a seis espaços, colocar ponto e passar ao título. Exemplo: Na lista de referência: PIAGET, J. Psicologia da Inteligência. Petrópolis: Vozes, 1972 a. ______. Para onde vai a educação? Petrópolis: Vozes, 1972 b. No texto: (PIAGET, 1972 a, p. 55). – refere-se ao primeiro exemplo acima (PIAGET, 1972 b, p. 64). – refere-se ao segundo exemplo acima Além do nome do autor o título de várias edições referenciado sucessivamente, também pode ser substituído por traço e ponto (equivalente a seis espaços), nas referências seguintes à primeira. Exemplo: Na lista de referência: 170 SAVIANI, Demerval. Educação: Do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1984. ______, ______. 12.ed. Campinas: Autores Associados, 1996. No texto: (SAVIANI, 1984, p. 23). – refere-se ao primeiro exemplo acima (SAVIANI, 1996, p. 14) – refere-se ao segundo exemplo acima G) Obra sem autor declarado A entrada se faz pelo título com a primeira palavra em maiúscula. Exemplo: Na lista de referências: BIBLIA de Jerusalém. São Paulo: Paulinas, 1991. No texto: (BÍBLIA, 1991, p. 76). 4.5.2 Instituições, Entidades e Órgãos Governamentais A) Instituições Sociedades, organizações, instituições, podem ser autores, tendo seus nomes escritos em maiúsculas, como entrada de referência. Exemplo: Na lista de referências: CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS. Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Mirandópolis. CESMI/UNIESP, 2007. No texto: 171 “A referência principal para a construção [...]” (CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS, 2007, p. 8). Na existência de unidades subordinadas são mencionadas após o nome da instituição, separadas por ponto e com iniciais maiúsculas. Exemplo: Na lista de referências: CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS. Biblioteca Central. Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Mirandópolis. CESMI/UNIESP, 2007. No texto: “A referência principal para a construção [...]” (CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS, 2007, p. 8). Entidades de natureza científica, cultural ou artística entram por seu próprio nome. B) Órgãos governamentais de função executiva, legislativa e judiciária entram pelo local de sua jurisdição (país, estado ou município) Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Ministério da Educação e da Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: história e geografia. Brasília: MEC/SEF, 1997. No texto: (BRASIL, 1997, p. 18). Na lista de referências: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Proposta curricular para o ensino de história – 1º grau. São Paulo: SE/CENP, 1992. No texto: 172 (SÃO PAULO, 1992, p. 7). Na lista de referências: SÃO PAULO (Município). Prefeitura Municipal. Secretaria de Educação. Alfabetização: Teoria e prática: PM/SE, 1990. No texto: (SÃO PAULO, 1990, p. 4). 4.5.3 Publicações seriadas: revistas, jornais, etc. A) Revistas consideradas no todo O título é transcrito em caixa alta, seguido do local de publicação, editora, data inicial e final da coleção, quando se trata de publicação encerrada. Quando o periódico estiver em curso de publicação, indicar o ano de início, seguido de hífen, um espaço, ponto final e a periodicidade. Na lista de referências: TÍTULO do periódico. Local: Editora, ano de início – término da publicação. No texto: (TÍTULO do periódico, ano de início – término da publicação, página). Exemplo: Na lista de referências: ANUÁRIO INTERNACIONAL. São Paulo: AGEV, 1968-1978. No texto: (ANUÁRIO INTERNACIONAL, 1968-1978, p. ) Na lista de referências: 173 CADERNOS DE PESQUISA. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, 1988/Bimestral. No texto: (CADERNOS DE PESQUISA, 1988, p. ). B) Artigos de revista A entrada deve ser dada pelo sobrenome do autor do artigo, em letras maiúsculas, seguida do(s) nome(s) e título do artigo (sem grifo algum). Em seguida, o título do periódico com destaque em negrito, grifado ou itálico. Indicar apenas o local de publicação (não seguido da palavra editora), o número do volume precedido da abreviatura v. e o número do fascículo precedido de n. O número de páginas inicial e final é transcrito após a abreviatura p. e ligado por hífen. A data é indicada pelo mês e pelo ano. Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma original da publicação. Não se abreviam palavras de quatro ou menos letras (exemplo: maio). Abreviações: Janeiro – jan. Fevereiro – fev. Março – mar. Abril – abr. Maio – maio Junho – jun. Agosto – ago. Setembro – set. Outubro – out. Novembro – nov. Dezembro – dez. Na lista de referências: AUTOR. Título do artigo. Título do periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data. No texto: (AUTOR do artigo, ano de publicação, página). 174 Exemplo: Na lista de referências: THIOLLENT, M. J. M. Aspectos quantitativos da metodologia de pesquisa com objetivos de descrição: avaliação e reconstrução. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n.49, p. 45-50, maio 1984. No texto: (THIOLLENT, 1984, p. 47). C) Jornal considerado no todo Na lista de referências: TÍTULO do jornal (grafado em letras maiúsculas). Local de publicação data de publicação (dia, mês e ano). No texto: (TÍTULO DO JORNAL, ano de publicação, página). Exemplo: Na lista de referências: FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, 23 mar. 2003. No texto: (FOLHA DE SÃO PAULO, 2003, p. ). D) Artigos de jornal Na lista de referências: AUTOR do artigo, Título do artigo. Título do Jornal, local da publicação, data (dia, mês e ano). Número ou título do caderno, seção ou suplemento, página inicial-final. 175 No texto: (AUTOR do artigo, ano de publicação, página). Exemplo de artigo assinado: Na lista de referências: MELLO, Evaldo Cabral de. A sinistra federação. Folha de São Paulo. São Paulo, 20 set. 2002, Mais, p. 13. No texto: “xxxxxxxxxx” (MELLO, 2002, p. 13). Exemplo de artigo não assinado: Na lista de referências: O ENSINO das artes culinárias na escola. A cidade. Ribeirão Preto, São Paulo, 13 junho 2002, p. 9. No texto: (O ENSINO, 2002, p. 9). 4.5.4 Anais, congressos, simpósios e encontros A) Considerados no todo Na lista de referências: TÍTULO da reunião, número, ano, local da realização. Título a publicação. Local de publicação (cidade): Editora, data. No texto: (TÍTULO, ano, página). 176 Exemplo: Na lista de referências: CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE A FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 1., 1990, Águas de São Pedro. Anais. Botucatu: UNESP, 1991. No texto: (CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE A FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 1991, p. ). B) Artigos publicados em eventos científicos Na lista de referências: SOBRENOME do autor. Título do artigo. In: NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. Local de publicação (cidade): Editora, data, página inicial-final do trabalho. No texto: (SOBRENOME do autor, ano da publicação, página) Exemplo: Na lista de referências: BRITO, M.R.F. O ensino superior e a formação do professor: algumas questões sobre a licenciatura. In: CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 2, Águas de São Pedro. Anais. Botucatu: UNESP, 1992, p. 52-60. No texto: (BRITO, 1992, 59). 4.5.5 Dissertações e teses 177 Na lista de referências: SOBRENOME do autor. Título: subtítulo. Ano. Número de folhas. Categoria (grau e área de concentração) – Nome da escola, universidade, local, ano. No texto: (SOBRENOME do autor, ano da publicação, página) Exemplo: Na lista de referências: NAPOLITANO, S. Gênero, educação e preconceito: uma pesquisa no curso de serviço social através da abordagem psicossocial.. 2002. 172 f. Dissertação de Mestrado (área de concentração trabalho e Sociedade) – Faculdade de história, Direito e Serviço Social, UNESP, Franca, 2002. No texto: (NAPOLITANO, 2002, p. 27). 4.5.6 Referência Legislativa A) Acórdãos, decisões e sentenças Na lista de referências: NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Nome da Corte ou tribunal. Ementa. Tipo e número do recurso. Nome do relator, precedido da palavra relator. Data (dia, mês e ano). Indicação da publicação que divulgou o acórdão. No texto: (NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO, ano da decisão ou sentença, página) 178 Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição n.º 410. Estados Unidos da América e José Antonio Fernandez. Relator: Ministro Rafael Mayer, 21 de mar. 1984. Revista Trimestral de Jurisprudência. Brasília, v. 109, p. 870-879, set. 1984. No texto: (BRASIL, 1984, p. 872). B) Leis, decretos e pareceres Exemplos: Na lista de referências: BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília, 23 dez.1996, p. 27.883 – 27.841. No texto: (BRASIL, 1996, p. 27.887). Na lista de referências: SÃO PAULO (Estado) Decreto n.º 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do estado e dá providências correlatas. Lex-Coletânea de Legislação de Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n.º 3, p. 217-220, 1998. No texto: (SÃO PAULO, 1998, p. 218). 179 Na lista de referências: BRASIL. Conselho Federal de Educação. Câmara de Ensino Superior. Parecer 380/91. Relator: José Guimarães. 10 jul. 1991. Documenta, n.º 367, p. 61, 1991. No texto: (BRASIL, 1991, p. 61). C) Constituição Federal Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. 10 ed. Brasília, DF: Senado, 1998. No texto: (BRASIL, 1998, p. 89). 4.5.7 Referências com notas especiais A) Série e coleções Exemplos: Na lista de referências: FARIA, A. L. Ideologia no livro didático. São Paulo: Cortez, 1984 (Coleção polêmicas do nosso tempo, 7). No texto: (FARIA, 1984, n. 7, p. 65). 180 Na lista de referências: LEME, D. M. P. C. et al. O ensino de estudos sociais no primeiro grau. São Paulo: Atual, 1986 (Projeto Magistério, 3). No texto: (LEME, 1986, n. 3, p. 34). B) Parte de coleção Exemplo: Na lista de referências: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenação geral de bibliotecas. Normas para publicações da UNESP. São Paulo: Editora da UNESP, 1994. 4 v. Artigos de publicações periódicas. No texto: (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA, 1994, 4v., p. 34). C) Memorial Exemplo: Na lista de referências: MANTOVANI, A. A. Relatório para a realização de exame de qualificação. Memorial (Programa de pós-graduação em Serviço Social – Mestrado), Franca, 2003. Faculdade de História, Direito e Serviço Social. UNESP, Franca, 2003. No texto: (MANTOVANI, 2003, p. 79). D) Apostilas ou textos mimeografados 181 Exemplo: Na lista de referências: ANFOPE. Documentos para discussão no Encontro Estadual Paulista. São Paulo, 1994, 23 f. Mimeografado. No texto: (ANFOPE, 1994, p. 17) Na lista de referências: FONSECA, C.V. Pobreza e exclusão social. Batatais – SP, 1989. 17f. Apostila Digitada. No texto: (FONSECA, 1989, p. 15). E) Anotação de aulas ou palestras Exemplo: Na lista de referências: CONRADO, S.M.J. O tempo e a divisão social e internacional do trabalho. Franca-SP: Faculdade de História, Direito e Serviço Social – Franca, UNESP, 2003. Anotações de aula. No texto: (CONRADO, 2003). F) Trabalho de aluno Exemplo: Na lista de referências: 182 BORTOLOTI, K.F. Educação Jesuíta no Brasil Colonial. Franca – SP, 2002. 109f. Trabalho de conclusão de curso. Faculdade de História, Direito e Serviço Social – UNESP, Franca, 2002. No texto: (BORTOLOTI, 2002, p. 39). G) Manuscrito Exemplo: Na lista de referências: VILLA RICA. Irmandade de São José dos Homens Pardos. Livro de Assento de Irmãos. 1733-1750. Manuscrito. No texto: (VILLA RICA, 1733-1750). H) Entrevista Exemplo: Na lista de referências: SEBASTIANI, Júlio C. Depoimento sobre o papel do educador. Nuporanga-SP, 1999. 1 fita cassete (60 min.), estéreo. Entrevista concedida a Ana Figueiredo. No texto: (SEBASTIANI, 1999) 4.5.8 Materiais Especiais A) Mapas e cartas topográficas 183 Exemplos: Na lista de referências: BRASIL. Ministério da Agricultura. Mapas de solos. Salvador: CEPLA, 1975. Mapa color, 91x66 cm. Escala: 1:750.000. No texto: (BRASIL, 1975). Na lista de referências: BELLEGARDE, Pedro de Alcântara (Org.). Carta coreográphica da província do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1863. (mapa) No texto: (BELLEGARDE, 1863). B) Filmes, fita de vídeo e DVD Exemplos: Na lista de referências: INSTITUTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL; MINISTÉRIO DA CULTURA. O museu da Inconfidência. Coordenação de Francisco Bastos. Ouro Preto, 1997. 1 fita de vídeo (30 min.), VHS, son. Color. No texto: (INSTITUTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL; MINISTÉRIO DA CULTURA, 1997). Na lista de referências: A GUERRA DOS BOTÕES. Direção de John Roberts. São Paulo: Warner Home Vídeo-Brasil, 1994. 1 fita de vídeo (94 min.), VHS, son. Color. No texto: (A GUERRA DOS BOTÕES, 1994). C) Fotografias 184 Exemplos: Na lista de referências: KOBAIASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56 cm. No texto: (KOBAIASHI, 1980). Na lista de referências: FRAIPONT, E. Almicar II. O Estado de São Paulo. São Paulo, 30 nov. 1998. Caderno 2. Visuais. p. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada no projeto ABRA Coca-cola. No texto: (FRAIPONT, 1998). D) Transparências Exemplo: Na lista de referências: O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparências, color., 25 cm x 20 cm. No texto: (O QUE, 1985). E) Gravura Exemplo: Na lista de referências: SAMÚ, R. Vitória, 18,35 horas. 1977. 1 gravura, serigraf., color., 46 cm x 63 cm. Coleção particular. 185 No texto: (SAMÚ, 1977). F) Pintura Exemplo: Na lista de referência: MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras, 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Coleção particular. No texto: (MATTOS, 1987). 4.5.9 Referências bibliográficas de documentos obtidos por meio eletrônico Quando se tratar de obras consultadas on-line são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão “disponível em”, e data de acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em”. A) Livro on-line Exemplo: Na lista de referências: ASSIS, Machado de. O alienista. São Paulo: Book Store, 2003. Disponível em: <http://vbookstore.uol.com.br/nacional/machadodeassis/alienista.shtml>. Acesso em: 07 jun. 2003 No texto: (ASSIS, 2003). 186 B) Capítulo de livro on-line Exemplo: Na lista de referências: RICARDO, C. A. Os índios e a sociodiversidade nativa no Brasil. In: SILVA, A. L. da; GRUPIONI, L. D. B. (Org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br/index.html>. Acesso em: 10 nov. 2002 No texto: (RICARDO, 1995) C) Enciclopédia em Cd-rom Exemplo: Na lista de referências: KELSEN, J.; GUITRE, F. Enciclopédia de saúde digital 2000. Direção de Gustavo Cristiano. Rio de Janeiro: Abril, 2000. 1 CD-ROM, produzido por Grupo Abril Vídeo. No texto: (KELSEN; GUITRE, 2000). D) Verbete de dicionário on-line Exemplo: Na lista de referências: FILOSOFIA. In: DICIONÁRIO da Língua Portuguesa. Lisboa: Priberam informática, 1999. Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 9 jun.2003. 187 No texto: (FILOSOFIA, 1999). E) Artigo de revista on-line Exemplo: Na lista de referências: MIRUZZI, S.L. A matemática no ensino médio. Net, São Paulo, dez. 2000. Disponível em: <http://www.spnet.com.br/text/mat.html>. Acesso em: 13 jun. 2005. No texto: (MIRUZZI, 2000). F) Artigo de revista on-line não assinada Exemplo: Na lista de referências: UNIX: o melhor para a sua atualização. Revista do Unix, São Paulo, n.12, set. 1999. Disponível em: <http://www.unix.com.br>. Acesso em: 16 jan. 2007. No texto: (UNIX, 1999). Obs: Em artigo, matéria, reportagem em meio eletrônico, os elementos essenciais são: autor(es) (se houver); título do artigo ou da matéria, subtítulo (se houver); título da publicação; local da publicação; numeração correspondente ao volume e/ou ano; fascículo ou número da página inicial e final do artigo ou matéria, as informações de período e data de publicação. G) Matéria de jornal assinada 188 Exemplo: Na lista de referências: SILVA, I.G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.html>. Acesso em: 19 set. 2006. No texto: (SILVA, 1998) H) Congresso científico acessado por meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: 2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2.;2002, Bauru. Anais eletrônicos do 2º Congresso de Extensão Universitária da Unesp de Bauru. São Paulo: UNESP-PROEX. Disponível em: <http://www.unesp.br/proex/informativo/edicao2/nov2002/materiais/congressoe xtensao.htm>. Acesso em: 30 nov. 2005. No texto: (2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2005). 189 I) Trabalho apresentado em congresso em meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: MARTINO, V.F. O ensino de história antiga para criança da Segunda série do Ciclo I do ensino fundamental. In: 2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2, 2002, Bauru. Anais eletrônicos do 2º Congresso de Extensão Universitária da Unesp de Bauru. São Paulo: PROEX/UNESP, 2002. Disponível em: <http://www.proexunesp.org.br/resumos/congresso.htm>. Acesso em: 30 nov. 2006. No texto: (MARTINO, 2002). J) Parte da monografia por meio eletrônico Exemplo: Na lista de referências: RIO DE JANEIRO (Cidade). Secretaria do Desenvolvimento. In: ______. Desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2000. V I. Disponível em: <http://www.sd.gov.br/desen.htm>. Acesso em: 12 mar.2007. No texto: (RIO DE JANEIRO, 2000) L) Documento jurídico em meio eletrônico 190 Exemplo: Na lista de referências: BRASIL. Lei n. 9.887 de 7 de setembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis_texto.asp?IdLEI%209887>. Acesso em: 22 dez 2006. No texto: (BRASIL, 1999) M) Correio Eletrônico (e-mail) Exemplo: Na lista de referências: GUIMARÃES, Eduardo. Bibliografia de educação especial no Brasil. [Mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <guimarã[email protected]> em 29 de maio de 2002. No texto: (GUIMARÃES, 2002). É preciso destacar que as mensagens trocadas entre usuários de computadores em rede só devem ser referenciadas quando não se dispuser de nenhuma outra fonte de pesquisa para consultar o tema em estudo. Por terem caráter informal, interpessoal e efêmero, não são recomendáveis como fonte científica. Seus elementos essenciais são: remetente. Assunto da mensagem [mensagem pessoal]. Endereço do destinatário apresentado entre os sinais < >, precedido pela expressão “mensagem recebida por”, e data de acesso. N) Coleções, arquivos em disquetes, cd-rom e software 191 Exemplos: Na lista de referências: COLEÇÃO DE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL, São Paulo: Folha de São Paulo, 1997. 5 disquetes, 3 ¼ pol. Windows 5.1. No texto: (COLEÇÃO DE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL, 1997). Na lista de referências: ENCICLOPÉDIA DE SAÚDE. São Paulo: Humus Multimídia, 2001. 1 CD-ROM. Windows 98. No texto: (ENCICLOPÉDIA DE SAÚDE, 2001) Na lista de referências: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Comissão de Estudos sobre a Comutação Bibliográfica. Programa SISCOMUT: programa automatizado para controle de atendimento da comutação bibliográfica software. São Paulo: SIBI/USP, 1994. Conjunto de Programas. 1 CD-ROM. No texto: (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 1994). 192 193 referências BIBLIOGRáFIcas ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2003. ANTUNES, C. Manual de técnicas de dinâmica de grupo de sensibilização de ludopedagogia. Petrópolis: Vozes, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 6023. Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: Copyright, ago. 2002. _______. NBR 10520. Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: Copyright, ago. 2002. _______. NBR 14724. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. 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