UNIESP - UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES
DO ESTADO SE SÃO PAULO
FAM - FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
PEDAGOGIA
MANTENEDOR: Dr. José Fernando Pinto da Costa
DIRETOR GERAL: José Carlos Codonho
COORDENADOR DO CURSO: Prof. Geuza Garcia dos Santos
MIRANDÓPOLIS, JUNHO DE 2012
ESTADO DE SÃO PAULO
BRASIL
Membros do corpo docente do curso
ÉRICO ZINI
GEUZA GARCIA DOS SANTOS
GRAZIELA HELENA SOARES
LUCIANA CRISTINE FAZANO
MARCELO DE OLIVEIRA DIAS
MARCIA BATISTA DA SILVA
MEIRES HELENA ASSIS RODRIGUES
NESIO FERREIRA DO NASCIMENTO
SONIA MARIA LEITE DE ALMEIDA VENDRAME
SHIZUKO MIGUITA
Membros do corpo Técnico-administrativo
– Secretária Acadêmica: Gisele Cristina Marconato
- Assistente de Secretaria: Sandra Akemi Nomiyama de Jesus
- Assistente de Projetos Sociais:Jaqueline Cristina Maretti
- Auxiliar de Limpeza: Sueli Aparecida Navarro de Lima e Maria de Fátima Garcia de
Oliveira
- Auxiliar de Manutenção: José Vieira da Silva e Marcus Vinícius Placco
- Auxiliar de Biblioteca: Ana Cristina Dias Magalhães
Membros do corpo discente (Representantes de Sala)
1º TERMO DE PEDAGOGIA-MATUTINO
1- OSÓRIO HERMELINDO DA SILVA JUNIOR
2- RICARDO PEREIRA DE SOUZA
2º TERMO DE PEDAGOGIA-MATUTINO
1- JOSÉ PEREIRA BONFIM JUNIOR
2- JOSÉ RICARDO NUNES DE SOUSA
2º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO
1- EVERTON DA SILVA RIBEIRO
2- LETÍCIA FERNANDES RIGUI
3º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO
1- ELIS REGINA DE BRITO STUDENIK
2- DÉBORA MOREIRA LIMA
4º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO
1- SANDRA SOUZA DA COSTA
3
2- TAMIRIS MITSUE FUJINO
6º TERMO DE PEDAGOGIA-NOTURNO
1- PAULO SANTOS
2- ROSELI MARIA DE SOUZA
1. INFORMAÇÕES SOBRE A REGIÃO DE INFLUENCIA DO CURSO
1.1. INSERÇÃO REGIONAL
A FAM insere-se na região Noroeste do Estado de São Paulo que
compreende um grande número de pequenos municípios, distante dos grandes
centros comerciais e industriais, carente em todos os aspectos sociais e
econômicos, principalmente quanto a geração de emprego e renda, apesar de seu
enorme potencial e de sua privilegiada localização estratégica. Enfim, uma região
que sobrevive de uma atividade econômica inconstante, resultando em uma geração
de renda e trabalho irregulares, e que ainda busca firmar sua identidade, definir sua
vocação e buscar seu desenvolvimento sustentável. E a FAM, assim, sofre as
conseqüências
e
os reflexos do
perfil sócio-econômico
regional: convive
permanentemente com uma alta evasão escolar, elevada inadimplência e carência
de uma sólida educação básica.
Operar
com
custos
elevados,
remuneração
de
professores
suficientemente atrativa para compensar o desgaste da locomoção, benefícios
compatíveis com o nível dos grandes centros educacionais para atrair profissionais
experientes e com titulação, mensalidades abaixo da média de mercado,
inadimplência e evasão escolar, consiste, em verdade, na nossa grande missão e
permanente desafio.
Entretanto, em que pese tais características sobre nossa organização,
somos e seremos sempre cobrados a atender os padrões de qualidade de ensino.
Essa cobrança nasce da comunidade local, dos órgãos de classe, dos alunos e
professores e dos órgãos gestores da educacional nacional, sobretudo do MEC. E,
4
independentemente dos problemas que nos afligem, o ENADE é insensível a esses
fatos e nos cabe a árdua missão de superá-lo.
A bem da verdade, nossa missão, nosso principal objetivo e nossa meta
prioritária é, sem dúvida, buscar permanentemente o equilíbrio harmonioso entre o
que podemos definir, em sentido figurado, entre “preço e qualidade”.
1.2. INDICADORES SÓCIO ECONÔMICOS
1.2.1 Histórico e dados regionais
Por volta de 1920, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, deu início
à construção de sua variante Araçatuba – Jupiá, promovendo o surgimento de vários
núcleos populacionais, no local que ficou conhecido por "Região da Variante". Nessa
época, Manoel Alves de Athayde desmatou uma gleba de terras, entre as cabeceiras
do Ribeirão Claro e do córrego da Saudade (de São João), na vertente do rio Feio.
A construção de algumas cabanas deu início ao primeiro núcleo
populacional, que ficou conhecido por São João da Saudade. Em 1934, Athayde
doou à Ferrovia, os terrenos necessários à implantação de uma estação. Auxiliado
por outros povoados, elaborou o plano da cidade e construiu uma rústica capela.
Dois anos depois, foi inaugurada a estação, ficando a povoação denominada
Mirandópolis, em homenagem ao Senador Rodolfo Miranda, ativo colaborador da
comunidade.
Quando da elevação a Distrito de Paz, em 1937, foi-lhe conferido o nome
Comandante Árbues. Nessa ocasião, o Sr. Raul da Cunha Bueno traçou um
loteamento urbano na Fazenda São Joaquim, da qual era proprietário. Esse
loteamento, que ficava de frente a Mirandópolis (Comandante Árbues), recebeu o
nome de Nova Paulicéia. Somente por ocasião da elevação à categoria de
Município, o topônimo Mirandópolis ficou oficializado, em atendimento à vontade da
comunidade local.
FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA:
5
Distrito criado com a denominação de Comandante Arbues, por Lei nº
2922, de 20 de março de 1937, no Município de Valparaíso. Elevado a categoria de
município com a denominação de Mirandópolis, por Decreto-lei nº. 14334, de 30 de
novembro de 1944, desmembrado de Valparaíso, Andradina, Pereira Barreto e
Araçatuba. Constituído de 2 Distritos: Mirandópolis e Amandaba. Sua instalação
verificou-se no dia 01 de janeiro de 1945. No quadro fixado, pelo citado Decreto-lei
nº 14334, para vigorar em 1945-1948, o Município de Mirandópolis ficou composto
dos Distritos de Mirandópolis e Amandaba, e pertence ao termo e comarca de
Valparaíso. Aparece no fixado pela Lei Estadual nº 233, de 24-XII-1948, composto
dos Distritos de Mirandópolis, Amandaba e Roteiro, comarca de Valparaíso, e no
fixado pela Lei nº 2456, de 30-XII1953, para 1954-1958, composto dos mesmos
Distritos, porém na comarca de Mirandópolis. Lei Estadual nº 5285, de 18 de
fevereiro de 1959, o Distrito de Roteiro. Passou a denominar-se Três Alianças.
Em Divisão territorial datada de 01/07/1960, o município é constituído de
3 Distritos: Mirandópolis, Amandaba e Três Alianças. Assim permanecendo em
divisão territorial datada de 15/07/1999.
O município de Mirandópolis localiza-se a 600 km da Capital – São Paulo;
faz parte da Região administrativa IX; tendo como limites ao sul Lavínia; a leste
Guaraçaí; a Oeste Pereira Barreto; ao Norte Irapuru, Pacaembu, Flórida Paulista e
Junqueirópolis. Principal rodovia: Marechal Rondon; Ferrovia: Noroeste; Hidrovia:
Tietê-Paraná. Atividades econômicas, em nível de importância: Agricultura,
Comércio e Serviços, Indústria, Exploração de Recursos Naturais/Extrativismo.
Nessa micro-região estão instaladas cinco unidades prisionais, sendo duas em
Mirandópolis (mais um semi-aberto), três em Lavínia e duas unidades em
Valparaíso.
1.2.2 Dados Estatísticos:
N°.
01
02
03
04
05
06
TABELA 01: Instituições existentes em Mirandópolis
Especificação
Quantidade
Estabelecimentos comerciais
694
Estabelecimentos agropecuários
6
Agencias Bancarias
6
Poder Judiciário
02
Cartórios(de Notas e Protestos, Registro Civil e
03
Registro de Imóveis)
Posto de Delegacia do Trabalho (Ministério do
01
6
Trabalho)
07
Órgão de Defesa do Consumidor (PROCON)
01
08
Penitenciária
03
09
Indústrias
12
10
Usinas
01
11
Meios de Comunicação(Rádio e Jornal)
02
12
Biblioteca Municipal
01
Fonte: Elaborado pelo Coordenador do Curso de Pedagogia com base no PDI
da FAM (2012)
De acordo com os dados do IBGE/2010, a população escolar é de
4787, matriculados em escolas de Educação Básica (Educação Infantil, Ensino
Fundamental: das séries iniciais e de 5a a 8a séries) e Ensino Médio. Somando-se
aos municípios vizinhos, conforme gráfico abaixo é de 12.124.
Dados básicos de Mirandópolis, conforme IBGE/2010. Área Total:
919 Km². População: 27.483. Evolução populacional: em 1991: 24.433; em 1996:
23.941; 2000: 25.936; 2007: 25.849; 2010: 27.483.
TABELA 02 - Indicadores municipais Censo Demográfico 2010: Mirandópolis e
municípios vizinhos
Municípios
Mirandópolis
Lavínia
Guaraçaí
Valparaíso
Murutinga
do Sul
População 2010
27.483
8.779
8.435
22.576
4.186
População urbana
24.455
4.285
6.654
21.469
2.573
3.028
4.494
1.781
1.107
1.613
918,801
569,870
569,870
857,505
250,837
29,91
16,33
14,80
26,33
16,69
População rural
Área da unidade
territorial (Km²)
Densidade
demográfica
(hab/Km²)
Escolas
Fundamental
12 (41,4%)
1 (33,3%)
4 (36,4%)
9 (39,1%)
2 (50,%)
Pré-escola
11 (37,9%)
1 (33,3%)
6 (54,5%)
10 (43,5%)
1 (25%)
Médio
6 (20,7%)
1 (25%)
1 (33,3%)
1 (9,1%)
4 (17,4%)
Fonte: Elaborado pela coordenadora com base nos dados do IBGE (2010)
INDICADORES SOCIAIS, conforme IBGE 2010 (Faixa etária)
1: Mirandópolis 2: Lavínia
3: Guaraçaí
4: Valparaíso
5: Murutinga do Sul
7
TABELA 03: Indicadores Sociais (Faixa Etária)
Municipio
s
Mas/Fem
2
1
M
F
M
3
F
4
5
M
F
M
F
M
78+2 19+7 167+61 579 23+7
0a4
785
821 212 201
3
8
2
8
5a9
941
931 191 250
133
119
725 690
133
10 a 14 1.123 1.044 235 233
150
166
859 800
150
15 a 19 1.129 1.071 239 234
148
149
873 898
148
20 a 24 1.505 1.023 205 205
144
122
1.246 908
144
25 a 29 1.494
946 222 156
144
127
1.615 899
141
30 a 34 1.328
912 225 207
115
148
1.411 830
115
35 a 39 1.184 1.000 189 186
159
160
1.088 714
159
40 a 44
926
786 159 163
168
157
907 713
168
45 a 49
751
763 154 135
188
137
907 695
188
50 a 54
614
717 112 112
134
139
567 562
134
55 a 59
548
494 114 128
128
117
443 417
128
60 a 64
420
541
87 118
111
96
443 398
111
65 a 69
362
399
98
71
91
96
264 282
91
70 a 74
247
350
62
49
67
89
206 257
111
75 a 79
273
144
23
39
56
58
128 165
56
80 a 84
106
140
27
26
37
32
98 103
37
85 a 89
52
22
6
26
17
12
43
63
17
90 a 94
21
12
13
5
4
9
7
28
4
95 a 99
14
3
1
2
8
3
100 ...
2
1
2
2
Fonte: Elaborado pela coordenadora com base nos dados do IBGE (2010)
F
19+7
8
119
166
149
122
127
148
154
160
157
137
139
117
96
89
58
32
12
9
1
-
TABELA 04 - Pessoas de 15 anos ou mais de idade que não sabem ler e
escrever (taxa - grupos de idade)
Pessoas que não Mirandópl
Valparaís Murutinga
Lavínia
Guaraçaí
sabem
ler
e
is
o
do Sul
escrever - total 1.649
1.144
612
1.313
290
grupos de idade
15 anos ou mais
7,2%
22,2%
8,9%
7,3%
8,5%
15 a 24 anos
0,9%
22,6%
0,9%
1,3%
1,8%
25 a 39 anos
2,6%
21,2%
2,7%
1,3%
2,0%
40 a 59 anos
5,5%
18,3%
6,5%
6,8%
5,0%
60 anos ou mais
25,1%
40,0%
28,0%
27,2%
25,2%
Fonte: Elaborado pela coordenadora com base nos dados do IBGE (2010)
1.3 ÁREAS DE ATUAÇÃO E INSERÇÃO REGIONAL
8
A Faculdade procura guardar estreita sintonia com o potencial e com a
vocação social e econômica da região de abrangência da instituição, além de
observar razoável coerência e articulação com as diversas ações administrativas e
acadêmicas, com a manutenção de padrões de qualidade de ensino e, quando
pertinente, com o orçamento, visto que este último aspecto não é resultado de
nossas intenções e projetos, mas fruto da real situação econômica local e regional.
Neste
aspecto,
em
especial,
reside
uma
de
nossas
principais
preocupações, posto que a Faculdade insere-se numa região, que compreende
grande número de pequenos municípios, alcançando uma
população de
aproximadamente 257.000 (duzentos e cinquenta e sete mil) habitantes, distante dos
grandes centros comerciais e industriais, carente em todos os aspectos sociais e
econômicos, principalmente quanto à geração de emprego e renda, apesar de seu
enorme potencial e de sua privilegiada localização estratégica.
A Instituição ciente de seu compromisso social e tendo em vista a
descrição da área de sua abrangência, assumiu a responsabilidade de oferecer
cursos superiores para suprir a lacuna existente, mas, sobretudo, proporcionar a
uma gama maior da população o acesso ao ensino universitário.
Os recentes dados estatísticos que demonstram o crescimento do ensino
superior em nosso país nos dá conta que apesar do aumento gradativo de oferta de
cursos e vagas, ainda é enorme o número de estudantes que concluem o ensino
médio e não têm acesso às vagas disponibilizadas. Tal constatação se deve ao fato
de que o aumento ocorreu no ensino privado, sendo o custo das mensalidades
escolares inacessível a uma grande parcela da população.
Assim, os programas sociais da UNIESP têm por objetivo proporcionar a
inclusão do aluno carente, sendo importante sua descrição no item a seguir.
1.3.1 Convênios com Entidades públicas e privadas, municípios da região.
A Faculdade de Mirandópolis através de seu mantenedor tem firmado
inúmeros convênios visando beneficiar a população oferecendo a possibilidade de
frequência ao Ensino Superior. Podemos citar entre outros: ACIM( Associação
Comercial e Industrial de Mirandópolis), SIRUM (Sindicato Rural de Mirandópolis ),
SINDALCO (Sindicato dos trabalhadores das Industrias Químicas, farmacêuticas e
da fabricação de álcool, etanol, bioetanol e biocombustível de Araçatuba e região),
9
Demolay, Policia Militar, Afupem (Associação dos Funcionários da Penitenciaria de
Mirandópolis) e outros.
Além disso, a Faculdade é cadastrada junto ao CIEE possibilitando,
através de convênios firmados pela interveniência desse órgão, estágios
remunerados aos alunos da FAM favorecendo com isso a justaposição de
benefícios. Temos alunos estagiando em: Banco do Brasil, Banco Santander,
Penitenciarias de Mirandópolis e Lavínia, Prefeitura Municipal de Mirandópolis,
Lavínia, Andradina, Funap e outros.
1.3.2 Oportunidades e utilização do ambiente da Faculdade de Mirandópolis
pela comunidade.
A Faculdade de Mirandópolis tem um espaço físico bastante favorecedor
para utilização dos parceiros da comunidade.
Aqui sempre estão reunidos para cursos de capacitação agentes
penitenciários da Penitenciaria I (Nestor Canoa) e Penitenciaria II, A Faculdade cede
seu espaço ainda para a realização de Concursos Municipais assim como para o
ENEM.
O Conselho Tutelar já utilizou o espaço FAM para palestras aberta a
vários setores da comunidade.
Já tivemos a utilização do Laboratório de Informática para os funcionários
do Hospital Estadual de Mirandópolis fazerem Curso de Capacitação inclusive tendo
como monitor um Cidadão Universitário nosso.
A Escola já acolheu membros do Hospital do Câncer numa Campanha de
Conscientização para a doação da Medula Óssea que foi um movimento intenso no
município de Mirandópolis.
A Faculdade participa de vários movimentos da comunidade como:
Campanhas pela arborização, contra a Dengue, Dia das mães hospitalizadas,
Campanha pelo amparo aos velhos (AMAI), e outros.
As Semanas Acadêmicas sempre são ambientes favorecedores de ampla
discussão por todos aqueles que estão envolvidos nos assuntos do Curso e há
palestras, minicursos, oficinas etc. que são abertos a todos os segmentos
interessados da comunidade.
10
Os alunos da Faculdade estão todos os anos participando da Semana
Global do Empreendedorismo, do Dia da Responsabilidade Social, do Congresso
SIAR/SIACC que é um evento de ampla discussão entre administradores não só
locais e regionais como também interestaduais e outros eventos de marca na
cidade.
Comprova-se, desta forma, a importância do relacionamento desta
Instituição de Ensino Superior com a comunidade em que está inserida.
Este Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia,
Licenciatura contempla a orientação de ajustar o perfil dos atuais cursos de
Pedagogia às recentes diretrizes nacionais para a formação de professores da
Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. É preciso, neste
momento, compatibilizar, também, as adequações previstas nas novas diretrizes
para o curso de Pedagogia.
Por conta da necessidade de registrar as mudanças ocorridas, dadas às
exigências de adequação dos ideais do curso à realidade em que é desenvolvido,
apresentaremos uma reescrita, por assim dizer, do primeiro Projeto, respeitando
suas diretrizes iniciais e inserindo as alterações e acréscimos processados em
relação aos demais aspectos, como a caracterização do curso, a organização do
curso, os ementários dos componentes e as práticas curriculares, conforme a
Resolução CNE/CP Nº 1 de 15 de maio de 2006, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura.
Deve-se ressaltar, neste espaço introdutório da apresentação do Projeto, que o
Curso de Pedagogia foi proposto pela UNIESP - Faculdade de Mirandópolis visando
atendimento das demandas da realidade educacional brasileira, notadamente do
nosso município e região.
A sociedade brasileira defronta-se hoje com processos de globalização, avanço
da tecnologia e da ciência e utilização de novas linguagens que desencadeiam
transformações, exigindo cada vez mais de seus cidadãos um nível de escolarização
e conhecimentos especializados que se remetam a favor de práticas sociais que de
fato auto-capacitem o sujeito e a todos com os quais ele se relaciona
profissionalmente. Assim, é papel da Universidade articular-se com a Sociedade,
contribuindo para a formação profissional e humana de cidadãos capazes de pensar
e agir criticamente e não apenas de profissionais especializados em uma ou outra
11
área do conhecimento. Para atingir este intento, a Faculdade de Mirandópolis deve
firmar-se, portanto, com propostas e serviços que satisfaçam realmente os
interesses da Sociedade, ao invés de desenvolver relações de neutralidade e nãocompromisso com as questões sociais.
Considerando esse cenário e reconhecendo as mudanças propostas para a
Educação Básica no Brasil, a Faculdade de Mirandópolis apresenta a proposta de
criação e implementação do Curso de Pedagogia e agora pretende transformá-lo
em Graduação em Pedagogia, Licenciatura em Pedagogia, uma vez que a proposta
inicial já atendia ao que atualmente se esboça como exigência nas diretrizes deste
novo curso.
O papel do professor está sendo questionado e redefinido a partir das
discussões recentes sobre a profissionalização do docente. Para isso, concorrem as
novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações acerca do
desenvolvimento humano e dos processos de aprendizagem, o impacto da
tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de
aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio.
Todos esses aspectos delineiam um cenário educacional com exigências para
cujo atendimento os professores não foram e não estão sendo preparados. Dentre
as exigências que devem configurar o perfil identitário do professor colocam para o
papel do professor, as Diretrizes para a formação inicial de professores da educação
básica em cursos de nível superior, instituídas em 2002, que já apontavam para:
− Orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos;
− Responsabilizar-se pelo sucesso da aprendizagem dos alunos;
− Assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos;
− Incentivar atividades de enriquecimento curricular;
− Elaborar e executar projetos para desenvolver conteúdos curriculares;
− Utilizar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio;
− Desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe.
Diante dessas novas demandas, torna-se imprescindível rever os modelos de
formação docente, o que significa, conforme as mesmas Diretrizes:
12
− Fomentar e fortalecer processos de mudança no interior das instituições
formadoras;
− Fortalecer e aprimorar a capacidade acadêmica e profissional dos docentes
formadores;
− Atualizar e aperfeiçoar os currículos face às novas exigências;
− Articular a formação com as demandas da realidade escolar na sociedade
contemporânea;
− Articular a formação com as mudanças em curso na organização
pedagógica e curricular da educação básica brasileira, preparando os professores
para serem agentes dessas mudanças;
− Garantir a oferta de recursos bibliográficos e tecnológicos em todas as
instituições ou programas de formação.
Desse modo, buscamos construir nesta proposta uma sintonia entre os
princípios que norteiam a formação de professores e os que foram instituídos pela
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional / LDBEN, as Diretrizes Nacionais
para a Educação Infantil, para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, as
recomendações constantes nos Parâmetros e Referenciais Curriculares para a
Educação Básica, bem como as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Graduação em Pedagogia, Licenciatura.
Por se basear nesses referenciais, todo o marco teórico-metodológico do curso
em pauta prevê, para os futuros professores, uma formação que seja compatível
com a importância e a com a complexidade da atividade de ensino nos níveis
definidos nas atuais diretrizes de Pedagogia. E nesse sentido, pois, que se delineia
uma nova proposta, diferenciada de cursos de formação existentes, em alguns
aspectos que convém mencionar:
Uma formação de nível superior com foco principal no ensino da Educação
Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental; a ênfase primordial no ensino e
não na supervisão ou gestão escolar, embora os conteúdos necessários a uma
compreensão desses aspectos sejam previstos na definição da própria matriz
curricular; e, o que pretendemos destacar como o maior diferencial, uma articulação
estruturada da reflexão teórica à atuação prática, de forma que essas atividades se
condicionem mutuamente, sendo co-constitutivas e co-gerativas durante todo o
processo de formação dos graduandos.
13
1. BREVE HISTÓRICO
1.1. Instituição da Unidade Acadêmica de Mirandópolis
A instituição do curso nesta Unidade está em sintonia com o projeto nacional
de expansão universitária e, portanto, visa a atender a demandas básicas da região,
como a que se registra com relação à formação de professores. Nesse espaço, já há
cinco turmas em curso, com mais de 100 alunos no total, que, juntamente com um
corpo docente multidisciplinar, composto por especialistas e mestres, são
representantes da reflexão teórico-prática sobre educação na região em que a
Faculdade se encontra.
2. JUSTIFICATIVA
Com base nas discussões conduzidas nos itens anteriores, é possível justificar
a proposta maior deste projeto a partir de três argumentos que, embora de natureza
diversa, se complementam: 1) as novas concepções relacionadas às políticas de
formação docente; 2) as exigências dos dispositivos legais que respaldam e
sistematizam em forma de diretrizes esses ideais; 3) e a capacidade da instituição,
representada por sua infra-estrutura profissional e material, de desenvolver com
êxito esta proposta.
É constatável que há, na atualidade, uma grande efervescência intelectual na
área de Educação, e ela tem redefinido os rumos das discussões sobre formação de
professores.
Terminamos um século e iniciamos um outro com acirradas discussões e
inquietações, relacionadas às políticas de formação profissional, seja no nível da
Educação Básica, seja na formação em Nível Superior e todas envolvem os diversos
segmentos sociais e variadas categorias profissionais.
No caso específico da formação de professores, as discussões, que já vinham
acontecendo desde a década de 1980, foram acentuadas nesse fim/início de século
por dois motivos principais: de um lado, a difusão de novas concepções teóricas e
metodológicas; e, de outro, a divulgação de uma série de instrumentos legais e
normativos. A partir dessas novas concepções, os instrumentos legais apontam para
a necessidade de reformulação curricular e para a definição de um perfil profissional,
no âmbito da atividade docente, que atenda às necessidades impostas pelas
14
relações sociais contemporâneas e pelo mundo do trabalho, hoje afetados em
escala global.
É particularmente após a promulgação a nova Lei de Diretrizes e Bases da
Educação (Lei nº 9394/96) que as discussões e as propostas acerca da formação
docente vêm à tona. A partir dela são instituídas as Diretrizes, Resoluções,
Pareceres, e Decretos Governamentais que oficializam e legalizam a formação de
professores. Dentre esses documentos, destacam-se as Diretrizes Nacionais para a
Formação Inicial de Professores, o Plano Nacional de Educação e as recentes
Diretrizes para o Curso de Pedagogia, que, convém admitir, assentam-se no espaço
conceitual e operacional já definido por esses documentos todos.
Em sintonia com essas orientações conceituais e legais, a Faculdade de
Mirandópolis assume adotar a concepção teórico-metodológica de formação de
professores presente nos documentos citados, levando em consideração as
questões educacionais e sociais emergentes. A preocupação dos docentes e
pesquisadores que atuam na formação de professores de nossa Instituição é
assegurar uma nova modalidade de formação, com enfoque inter e multidisciplinar.
Isso ocorreu por uma confluência de motivos acadêmicos, conceituais e
operacionais, dentre os quais se destaca.
O alinhamento entre o que se exige em termos de formação conceitual nas
diferentes áreas do conhecimento científico e tecnológico e a existência, na
Faculdade de Mirandópolis, de um corpo docente constituído por especialistas e
mestres que preenche os requisitos necessários à implementação de um curso com
enfoque inter e multidisciplinar, conforme já foi comentado nas páginas anteriores.
3. MARCO TEÓRICO-METODOLÓGICO
3.1. Marco Conceitual e Legal
O marco teórico-metodológico deste projeto assenta-se no âmbito da reflexão
teórico conceitual que orienta as discussões sobre Educação na atualidade, bem
como nos instrumentos legais que acolhem esses ideais e os transformam em
diretrizes norteadoras para a formação docente.
Como, de alguma forma, as concepções já estão explícitas nos itens anteriores
e serão retomadas nos tópicos seguintes, uma vez que esta reflexão deve
sedimentar todos os aspectos de um projeto, não faremos longas incursões, sob o
15
risco de incorrer em redundância. Optaremos por fazer apenas uma explicitação de
alguns aspectos que não podem ser deixados de lado na configuração teórica deste
projeto, como o da compreensão do sujeito em formação, ou seja, sobre como se
define o professor que é formado neste horizonte, e como o da própria forma de
compreensão do processo educativo, ou seja, o princípio orientador das ações
educativas, em termos de articulação do conhecimento teórico orientador do fazer
pedagógico.
No que diz respeito à compreensão do papel do professor, é preciso
reconhecer que se trata de um profissional que está muito além de um aplicador de
teorias às ações de sala de aula. Ante à multi-referencialidade que hoje se põe como
realidade para o profissional de Educação, faz-se necessário, antes de tudo, a
reflexão sobre seu saber-fazer. Nessa perspectiva, o professor deve ser um
profissional capaz de gerir sua prática de forma reflexiva e autônoma, sendo,
portanto, melhor definido como um professor-pesquisador.
A partir dessa definição do professor como pesquisador e gestor de sua
prática, é necessária a compreensão de que o eixo em que se assenta a formação
docente deve ser o espaço da articulação entre teoria e prática. É da exploração
deste espaço de interface que deve sobressair o profissional que se objetiva formar.
O conceito de práxis (conforme a discussão de FREIRE, 1993), entendida como
prática reflexiva, por meio da qual se vai da ação, à reflexão e, desta, novamente à
ação, pois toda ação é orientada cognitivamente, é iluminador dessa discussão.
Esses dois princípios são traduzidos nos eixos norteadores da formação
docente, que orientam para:
− Atendimento aos dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional e às normas emanadas dos Conselhos Nacional e Estadual, no que se
refere à formação de professores;
− Reconhecimento do conjunto das atribuições do professor: docência,
produção do conhecimento (ensino e pesquisa), trabalho como membro da equipe
escolar e promoção da articulação da escola com as famílias e a comunidade;
− Articulação entre a formação inicial e a formação continuada do professor,
na perspectiva do seu desenvolvimento profissional permanente;
− Organização das atividades de formação do professor, priorizando a
problematização do cotidiano escolar e a reflexão sobre a prática pedagógica
16
(ensino e pesquisa), visando à construção das competências necessárias para sua
atuação profissional;
− Valorização da formação científica e da compreensão dos fundamentos
teórico/metodológicos da prática pedagógica;
− Articulação teórico/prática em todas as etapas do desenvolvimento do
currículo;
− Desenvolvimento profissional dos professores, tanto no âmbito da
ampliação da titulação como no do atendimento às necessidades de formação
demandadas pela avaliação da execução das propostas pedagógicas dos diversos
cursos e programas de formação inicial e continuada;
− Desenvolvimento de processos contínuos de avaliação interna e externa
que abranjam diferentes dimensões da formação, incluindo as condições
institucionais em que essa formação ocorre: a organização do trabalho, a atuação
dos formadores e os resultados da aprendizagem dos alunos.
Os princípios orientadores da formação de professores sinalizam, portanto,
para a compreensão de que é imprescindível a coerência entre a formação oferecida
e a prática esperada do professor, o que é expresso pelo conceito de simetria
invertida entre as situações de formação e de exercício profissional (Parecer
CNE/CP nº 09/2001). Tal conceito tem a dimensão de acentuar a experiência, como
aluno, daquele que se está formando para ser professor, experiência esta
considerada, ao longo de sua trajetória escolar, como constitutiva do papel que
exercerá futuramente como docente. Ao discutir esse conceito, Melo (1999) indica
também um isomorfismo entre a atuação prática do formador e a aprendizagem do
futuro professor.
Tanto a Resolução do CNE/CP nº 01/2002, que institui as Diretrizes
Curriculares para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível de
superior, Curso de Licenciatura, Graduação Plena, como a Resolução do CNE/CP nº
1/2006, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de graduação
em Pedagogia, Licenciatura, trazem concepções acerca da centralidade e da
importância da prática. A prática, em tais cursos, não deverá ficar reduzida ao
estágio, desarticulada do restante dos componentes curriculares do curso; deverá,
ao contrário, estar presente desde seu início, o que significa que todos os
componentes curriculares deverão ter uma dimensão teórico-prática. Cada
componente assenta-se num espaço plural, em que se inter-relacionam, num
17
mesmo gesto, os conteúdos teóricos necessários, inseridos no contexto de ensino,
um recorte já direcionado por diretrizes e documentos oficiais que orientam a
seleção de temas, saberes e conceitos e seu modo de abordagem para as séries
iniciais, com vistas ao desenvolvimento das competências previstas.
No que se refere às diretrizes metodológicas, a formação inicial e continuada
de professores será orientada para o desenvolvimento das competências científicas
e profissionais. Para tanto, o curso será um espaço de comunicação, reflexão,
interação e intervenção, considerando as diversas dimensões da atividade
profissional do professor. Nesse contexto, são imprescindíveis conceitos como
interdisciplinaridade, flexibilidade e transposição didática, que visam justamente a
orientar a formação docente para o objetivo do desenvolvimento de competências.
Por isso, as metodologias dialógicas a serem adotadas buscarão conduzir os
envolvidos no processo educativo à reflexão sobre a prática pedagógica e à
compreensão dos fundamentos e contradições que são inerentes a esse processo,
assim como à definição de seus determinantes. Não será demais afirmar que por
terem justamente em sua base definidora o compromisso com a resolução de
diferentes situações-problema pertinentes para o contexto educativo e social, todas
as práticas devem orientar-se para a contextualização da ação educativa que
garanta o contato e o diálogo com as realidades locais.
As abordagens metodológicas, com efeito, privilegiarão a construção de
competências e habilidades relacionadas com:
− problematização da prática pedagógica das escolas que oferecem educação
básica, desde as etapas iniciais do curso/programas;
− análise das situações didáticas, visando à apreensão da essência do ato
educativo como requisito para a resolução de problemas em sala de aula;
− valorização das características pessoais e experiências dos professores em
formação, da significação social dos conteúdos e da adequação da prática
pedagógica aos processos pelos quais os alunos se apropriam e constroem seus
conhecimentos;
− novas tecnologias como recursos para o uso do futuro professor;
− articulação permanente com as escolas, assegurando o levantamento de
problemas didáticos e de aprendizagem e de subsídios para a elaboração e
execução de projetos de intervenção;
18
− análise dos resultados desses projetos, transformando-os em objetos de
reflexão e estimulando o estudo de novos conteúdos disciplinares desde as etapas
iniciais do curso;
− atividades que permitam a autogestão da aprendizagem e que conduzam a
autonomia do futuro professor;
− trabalho coletivo, promovendo atividades constantes de interação, e a
prática como princípio formativo;
− superação da tensão entre os conteúdos disciplinares e a formação
pedagógica;
− procedimentos que permitam ao professor em formação perceber a
homologia entre os processos que ele vivencia no curso e aqueles que seus alunos
experimentam em seus processos de formação.
Toda essa base faz emergir ainda um outro conceito importante, na verdade
uma perspectiva, que inscreve as práticas educativas numa visão processual e
contínua. Trata-se da concepção de avaliação formativa, que permite a mobilização
de formas distintas de avaliação (diagnóstica, comparativa, contínua, auto-avaliação)
e de instrumentos de avaliação diversificados (trabalhos em grupo, exposições orais,
relatórios de projetos e outros), sempre inseridos em uma visão democrática,
emancipatória e principalmente construtiva. Nessa perspectiva, a avaliação é
entendida como um dos momentos de aprendizagem e não como um instrumento de
verificação do produto acumulado. A sistemática de avaliação adotada na Instituição
é definida em Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Os princípios e conceitos acima delimitados compõem a base teóricometodológica deste projeto, que está em sintonia com as mais recentes discussões
sobre Educação e Formação de Professores. (Conforme as Diretrizes Nacionais
para a Formação de Professores das séries inicias).
4. OBJETIVOS DO CURSO
4.1. Objetivos gerais
O Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura, tem como objetivos
formar profissionais para atuar na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, bem como nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de
19
Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas
quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos como:
− saber - conhecimento dos conteúdos da formação;
− saber pensar - refletir sobre a própria prática em função da teoria;
− saber intervir - saber mudar/ melhorar/ transformar sua própria prática.
4.2. Objetivos específicos
− Garantir o acesso ao repertório de conhecimentos específicos da docência,
propiciando referenciais teórico-metodológicos que instrumentalizem o docente em
sua atuação;
− Desenvolver competências em diferentes modalidades de ensino, e suas
especificidades, que possibilitem a atuação pedagógica em espaços escolares e
não-escolares;
− Garantir uma formação pluralista que assegure a atuação docente de forma
ética, crítica e criativa na gestão da sala de aula e na Organização da Escola;
− Desenvolver práticas de pesquisa que permitam a reflexão e a produção de
novos conhecimentos na área da educação;
− Desenvolver atividades de extensão que possam intervir na realidade
educacional local;
− Contribuir com a produção científica local, nacional e internacional.
5. PERFIL DO LICENCIADO EM PEDAGOGIA
Entende-se como traço integrante do perfil do profissional a caracterização
idealizada em termos de competências e habilidades. Sabe-se que ele, como
construção discursiva, tem seu caráter histórico, o que o configura como sempre
transitório, demandando constantes avaliações com vistas ao seu aperfeiçoamento.
Nesta direção, contribuem para a formatação desse perfil as visões de mundo, as
vivências profissionais e a percepção das demandas da sociedade.
De acordo com as novas diretrizes (CNE/CP: Parecer 5/2005 e Resolução
1/2006) para traçar o perfil do egresso do Curso de Graduação em Pedagogia,
Licenciatura há de se considerar que:
− o curso de Pedagogia trata do campo teórico-investigativo da educação, do
ensino, de aprendizagens e do trabalho pedagógico que se realiza na práxis social;
20
− a docência compreende atividades pedagógicas inerentes a processos de
ensino e de aprendizagens, além daquelas próprias da gestão dos processos
educativos em ambientes escolares e não-escolares, como também na produção e
disseminação de conhecimentos da área da educação;
− os processos de ensinar e de aprender dão-se, em meios ambientalecológicos, em duplo sentido, isto é, tanto professoras(es) como alunas(os) ensinam
e aprendem, uns com os outros;
− o professor é agente de (re)educação das relações sociais e étnico-raciais,
de redimensionamentos das funções pedagógicas e de gestão da escola.
Desse ponto de vista, o perfil do graduado em Pedagogia deverá contemplar
consistente formação teórica, diversidade de conhecimentos e de práticas, que se
articulam ao longo do curso. Assim sendo, há de se pensar no campo de atuação do
profissional que se quer formar. Neste caso, e ainda inspirados nas Diretrizes do
CNE, o campo para a futura atuação do licenciado em Pedagogia se constitui das
seguintes dimensões, conforme a mesma Resolução:
− docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental,
nas disciplinas pedagógicas do curso de Ensino Médio na modalidade Normal, assim
como em Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, além de em
outras áreas nas quais conhecimentos pedagógicos sejam previstos;
− gestão educacional, entendida numa perspectiva democrática, que integre
as diversas atuações e funções do trabalho pedagógico e de processos educativos
escolares e não-escolares, especialmente no que se refere ao planejamento, à
administração, à coordenação, ao acompanhamento, à avaliação de planos e de
projetos
pedagógicos,
bem
como
análise,
formulação,
implementação,
acompanhamento e avaliação de políticas públicas e institucionais na área de
educação;
− produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo
educacional.
Tais dimensões de atuação sinalizam e direcionam um conjunto de elementos
fundamentais ao perfil do profissional de educação ou, no caso, o egresso do curso
de Pedagogia que se traduzem nas seguintes competências definidas nas já citadas
Diretrizes do CNE:
21
− atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade
justa, equânime, igualitária;
− compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a
contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física,
psicológica, intelectual, social;
− fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino
Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização
na idade própria;
− trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da
aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em
diversos níveis e modalidades do processo educativo;
− reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,
emocionais e afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas;
− desenvolver modos de ensinar diferentes linguagens, Língua Portuguesa,
Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma
interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano,
particularmente de crianças;
− relacionar as linguagens dos meios de comunicação aplicadas à educação,
nos processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de
informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens
significativas;
− promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a
família e a comunidade;
− identificar
problemas
socioculturais
e
educacionais
com
postura
investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas
a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas,
culturais, religiosas, políticas e outras;
− demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de
natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes
sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras;
− desenvolver trabalhos em equipe, estabelecendo diálogo entre a área
educacional e as demais áreas do conhecimento;
22
− participar da gestão das instituições em que atuem enquanto estudantes e
profissionais,
contribuindo
para
elaboração,
implementação,
coordenação,
acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;
− participar da gestão das instituições em que atuem planejando, executando,
acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes
escolares e não-escolares;
− realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre
seus alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas
experiências não escolares;
− sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios
ambientalecológicos;
− sobre propostas curriculares; e sobre a organização do trabalho educativo e
práticas pedagógicas;
− utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de
conhecimentos pedagógicos e científicos;
− estudar,
aplicar
criticamente
as
diretrizes
curriculares
e
outras
determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o
resultado de sua avaliação às instâncias competentes;
No caso dos que venham a atuar em escolas indígenas, assim como no caso
daqueles que venham a desenvolver a docência em escolas remanescentes de
quilombos ou que se caracterizam por receber populações de etnias e culturas
específicas, dada a particularidade das populações com que trabalham, das
situações em que atuam, além do conjunto acima explicitado, segundo as mesmas
Diretrizes, é mister considerar, no processo de formação do educador, as ações
abaixo discriminadas:
−
promover diálogo entre conhecimentos, valores, modos de vida,
orientações filosóficas, políticas e religiosas próprias à cultura do povo indígena junto
a quem atuam e os provenientes da sociedade majoritária;
−
atuar como agentes interculturais, com vistas à valorização e ao estudo
de temas indígenas relevantes.
6. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
Modalidade: presencial
23
Regime de Funcionamento: semestral
Total de vagas:100
Turno de funcionamento: Diurno e Noturno
Carga horária do núcleo dos estudos básicos: 3200 horas
Carga horária dedicadas ao Estágio Supervisionado prioritariamente em
Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental: 300 horas
Carga horária do núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos
(Atividades Complementares: 100 horas)
Período Mínimo de integralização curricular: Quatro semestres
Período Máximo de integralização curricular:
Tempo hora/aula: 50 min
6.1 IDENTIFICAÇÃO
Denominação
GRADUAÇÃO – LICENCIATURA
Tipo
Graduação Pedagogia, Licenciatura
Autorização
Portaria
nº
1465
de
07/10/1999
–
Publicada no D.O.U. em 11/10/1999
Reconhecimento
Portaria nº 42 de 22/05/2006 – Publicada
no D.O.U. em 24/05/2006
Total de Vagas Anuais
100 anual (50 por semestre)
Número de Alunos por Turma
Máximo 50 alunos
Turnos de Funcionamento
Noturno
Regime Escolar
Seriado Semestral
Carga Horária Total
3200 horas
Integralização da carga horária do curso: Mínimo:4 anos
limite mínimo e máximo
(oito semestres )
Máximo: 7 anos (14 semestres)
Conhecimentos relativos ao exercício da docência:
A.1 - na educação infantil:
−
conteúdos que compõem o currículo da educação infantil, devendo
contemplar as especificidades e particularidades para a educação da criança de 0
(zero) a 03 (três) e de 04 ( quatro) a 06 (seis) anos: fundamentos da educação
infantil; formação social e pessoal; conhecimento do mundo, da natureza, da
24
sociedade; saúde, nutrição e proteção (o cuidar); corpo e movimento (o brincar),
teatro, música e artes plásticas....
A. 2 - nos anos iniciais do ensino fundamental:
−
conteúdos que compõem o currículo dos anos iniciais do ensino
fundamental devendo contemplar as especificidades e particularidades para o
ensino da criança a partir de 06 (seis) anos a 10 (dez) anos : conteúdos e
respectivas metodologias do ensino: da língua portuguesa, da matemática, do
mundo físico e natural, do meio-ambiente, da realidade social e política, da arte, da
educação física...
De acordo com Sacristán (1998), o currículo envolve uma seleção de
conteúdos e metodologias, concretiza-se a partir de concepções políticas,
administrativas e institucionais, e está condicionado pelos valores, pressupostos e
idéias presentes no contexto social no qual a escola se insere.
Em sintonia com essas concepções, o currículo do Curso de Graduação em
Pedagogia, Licenciatura privilegia os princípios estéticos, políticos e éticos, a
interdisciplinaridade, a multidisciplinaridade, a contextualização e a transversalidade,
além da concepção formativa da avaliação. Dessa forma, busca-se romper com a
lógica convencional que parte de disciplinas para definir os conteúdos de formação e
substituí-la por outra que tem origem na análise da atuação profissional para
configurar a contribuição a ser demandada dos componentes curriculares.
O conhecimento a ser construído será organizado a partir de cinco dimensões
às quais será conferida igual ênfase, visando ao desenvolvimento de habilidades e
competências:
a. domínio de conhecimentos científicos;
b. concepções e análise da situação de aprendizagem;
c. relação pedagógica dialógica;
d. ética e responsabilidade;
e. autogestão da aprendizagem e produção de conhecimentos.
Assim, a partir das diretrizes explicitadas, o currículo do Curso de Graduação
em Pedagogia, Licenciatura organiza-se em três núcleos integradores que serão
responsáveis pela integralização curricular:
6.2 NÚCLEO DE ESTUDOS BÁSICOS, que, sem perder de vista a diversidade
e a multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da
25
literatura pertinente e de realidades educacionais, de reflexão e ações críticas,
articulará:
− aplicação de princípios, concepções e critérios oriundos de diferentes áreas
do conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia, que contribuam para o
desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade;
− aplicação de princípios da gestão democrática em espaços educativos;
− observação,
análise,
planejamento,
implementação
e
avaliação
de
processos educativos e de experiências educacionais, em ambientes escolares e
não escolares;
− utilização de conhecimento multidimensional sobre o ser humano, em
situações de aprendizagem;
− aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de
desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões:
− física, cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética e biossocial;
− realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes
segmentos da sociedade, relativamente à educação, sendo capaz de identificar
diferentes forças e interesses, de captar contradições e de considerá-lo nos planos
pedagógico e de ensino-aprendizagens, no planejamento e na realização de
atividades educativas;
− planejamento, execução e avaliação de experiências que considerem o
contexto histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro, particularmente,
no que diz respeito à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental e à
formação de professores e de profissionais na área de serviços e apoio escolar;
− estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos
de organização do trabalho docente, de teorias relativas à construção de
− aprendizagens, socialização e elaboração de conhecimentos, de tecnologias
da informação e comunicação e de diversas linguagens;
− decodificação e manuseio de códigos de diferentes linguagens utilizadas por
crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos
de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História,
Geografia e Artes;
26
− estudo das relações entre educação e trabalho, diversidade cultural,
cidadania, sustentabilidade, entre outras problemáticas centrais da sociedade
contemporânea;
− atenção às questões atinentes à ética, à estética e à ludicidade, no contexto
do exercício profissional, em âmbitos escolares e não-escolares, articulando o saber
acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa;
− estudo, aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da
educação nacional.
6.3. NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS, que,
voltado às áreas de atuação profissional priorizadas pelos projetos pedagógicos das
instituições e que, atendendo a diferentes demandas sociais, oportunizará, entre
outras possibilidades:
− investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes
situações institucionais-escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outras;
− avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e
processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da
sociedade brasileira;
− estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar
propostas educacionais consistentes e inovadoras.
6.4. NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADORES, que, estimulando a prática de
atuação dos graduandos em atividades diversas, compreende:
− participação em seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação
científica, monitoria e extensão, diretamente orientados pelo corpo docente da
instituição de Educação Superior;
− participação em atividades práticas, de modo a propiciar aos estudantes
vivências, nas mais diferentes áreas do campo educacional, assegurando
aprofundamentos e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos
pedagógicos;
− atividades de comunicação e expressão cultural.
Os
núcleos
de
estudos
deverão
proporcionar
aos
estudantes,
concomitantemente, experiências cada vez mais complexas e abrangentes de
27
construção de referências teórico metodológicas próprias da docência, além de
oportunizar sua inserção na realidade social e laboral de sua área de formação. Por
isso, as práticas docentes deverão ocorrer ao longo do curso, desde seu início. A
dinamicidade do projeto pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia,
Licenciatura deverá ser garantida por meio da organização de atividades
acadêmicas, tais como: iniciação científica, extensão, seminários, monitorias,
estágios, participação em eventos científicos e outras alternativas de caráter
científico, político, cultural e artístico.
7.
MATRIZ
CURRICULAR
–
NÚCLEOS
ESTRUTURADORES
E
SEUS
RESPECTIVOS COMPONENTES CURRICULARES
A matriz curricular apresenta-se sob duas formas. Inicialmente elencam-se os
três núcleos:
Núcleo de Estudos Básicos, Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de
Estudos, Núcleo de Estudos Integradores, com os respectivos componentes
curriculares e, em seguida, expõe se o quadro demonstrativo que sintetiza a
distribuição dos componentes e carga horária dos semestres letivos.
A matriz curricular está organizada respeitando os princípios que dão
sustentação ao curso. As atividades classificadas como eletivas estão apenas
elencadas, e é quantificada a carga-horária de obrigatoriedade para o aluno,
devendo a oferta consolidar-se a partir das escolhas do corpo discente
conjuntamente com a equipe de Coordenação do Curso.
No caso do ensino, os componentes curriculares estão classificados como
obrigatórios e optativos. Essa mesma classificação se aplica às atividades de
pesquisa e extensão, isto é, o aluno terá cargas horárias obrigatórias e optativas
para contemplar as atividades de pesquisa e extensão. A transversalidade, a
interdisciplinaridade e a contextualização estão asseguradas em um dos eixos.
Perceber-se-á igualmente que cada eixo tem garantida sua presença durante todo o
curso.
É importante ressaltar que a concepção teórico-metodológica presente na
matriz curricular configura a programação das atividades de pesquisa, extensão,
práticas de ensino, estágio supervisionado e atividades científico-culturais,
articuladas com as atividades de ensino, como o espaço por excelência de
integração e de consolidação da formação docente.
28
7.1- Eixo da Pesquisa
Neste eixo, além dos componentes de caráter instrumental, que apóiam os
demais em termos de aquisição e operacionalização de conhecimentos, há um
conjunto de componentes de natureza teórico-prática, por excelência, intitulados
Planejamento
Educacional,
Pesquisa
e
Extensão,
doravante
denominado
simplesmente PEPE. O PEPE é o componente que atravessa todo o curso, desde o
primeiro semestre, promovendo a interface entre teoria e prática e a inserção dos
conhecimentos teóricos nos contextos de realidade circundantes. A elaboração de
experiências práticas e integrativas no Curso de Pedagogia tem uma inclinação
voltada para a interdiciplinaridade e para a pesquisa escolar/ educacional numa
visão sociointeracionista que perpassa horizontal e verticalmente os demais
componentes curriculares. Nesse sentido, investe-se na produção de conhecimentos
através da elaboração e da concretização de projetos e ações de pesquisa
qualitativa. Essas ações visam a retroalimentar o desenvolvimento do curso e gerar
novas propostas de pesquisa e intervenção educativas, que tenham como foco a
educação infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental. A conclusão dessas
atividades será o trabalho Monográfico de Conclusão de Curso.
7.2 - NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS (300
horas)
O Estágio Curricular Obrigatório é uma atividade de natureza teórico-prática,
desenvolvida horizontalmente ao longo dos quatro últimos semestres do curso, mas
que pode ser considerada, em termos de verticalização e aprofundamento de
reflexões, uma culminância de todas as atividades de caráter prático, conduzidas
nos eixos anteriores. Os processos aí desenvolvidos têm relação orgaânica com
todos os componentes curriculares, que proporciona o contato com a escola, desde
o primeiro semestre do curso. Este estágio tem início no 4º período, quando os
alunos já terão uma base construída a partir do estudo dos componentes
curriculares vistos até o momento do curso e do fortalecimento da relação teoria e
prática, prevista no processo de ensino e aprendizagem.
O Estágio tem uma carga horária total de 300 horas, distribuídas durante os
quatro períodos da 2ª metade do curso. Será prioritariamente realizado na Educação
Infantil e no Ensino Fundamental de 1ª à 4ª série, sendo a prática estendida para
29
Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Especial, considerando que a rede
pública atende a demandas dessa natureza.
7.3 NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADORES (100 horas)
Este é um outro espaço de flexibilidade em que o aluno poderá desenvolver
ações de aprofundamento de seus interesses, desde que fomentem a pesquisa, a
profissionalização docente, em especial a monitoria, e o intercâmbio entre
universidade e comunidade/sociedade, através da extensão. A complementação
possível de ser realizada neste eixo poderá ser decisiva para a formação na
graduação e para sedimentar reflexões que possam tomar corpo na Pós-Graduação.
No caso específico da Extensão, uma ampliação do significado deste conceito
é necessária. Esta atividade envolverá não apenas projetos tipicamente definidos
como extensão e cadastrados nos órgãos da Universidade, mas também outras
atividades realizadas, como Iniciação à docência, Iniciação à Pesquisa, Estágios
não-curriculares, que ora constituem o Fórum Coletivo de Debates do curso,
participação em eventos científicos externos e internos e outras das atividades
promovidas por instituições de ensino, de pesquisa, além de órgãos e instituições
não-governamentais, desde que elas sejam de cunho científico, cultural e artístico.
8. DIAGRAMAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR
GRADE CURRICULAR
(INÍCIO: 2012- 2016)
CURSO: PEDAGOGIA
Graduação em Pedagogia – Licenciatura Matriz Curricular unificada de
PEDAGOGIA
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
CH
Presenci
Seman
al
al
1o SEMESTRE
Organização e Políticas da Educação Básica
4
80
História da Educação
4
80
Informática na Educação
2
40
Comunicação e Expressão
4
80
COMPONENTE CURRICULAR
Prática
s
Tot
al
Hora
Relógi
o
80
80
40
80
66.66
66.66
33.33
66.66
30
Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade
na Educação Básica
Introdução à Psicologia
SUBTOTAL
Sociologia da Educação
Filosofia da Educação
Psicologia da Educação
Produção Textual em Educação
Metodologia da Pesquisa e do Trabalho
Científico
Fundamentos da Didática
SUBTOTAL
2
40
40
33.33
4
80
20
400
2o SEMESTRE
4
80
4
80
4
80
2
40
80
400
66.66
333.30
80
80
80
40
66.66
66.66
66.66
33.33
80
80
66.66
40
400
40
400
33.33
333.30
80
80
66.66
80
80
66.66
40
40
40
40
80
400
40
40
40
40
80
400
33.33
33.33
33.33
33.33
66.66
333.30
40
40
40
40
40
40
33.33
33.33
33.33
40
40
33.33
80
80
66.66
80
80
66.66
80
80
66.66
400
400
50
383.30
80
80
66.66
40
40
40
40
40
40
33.33
33.33
33.33
40
40
33.33
80
80
80
80
66.66
66.66
4
2
20
3O SEMESTRE
Didática e Formação Docente
4
Fundamentos Psicossociais na Educação
4
Infantil
Educação na Diversidade Cultural
2
Educação, Natureza e Sociedade
2
Seminários sobre Jogos e Brincadeiras
2
Educação, Espaço e Forma
2
Fundamentos e Metodologia da Alfabetização
4
SUBTOTAL
20
o
4 SEMESTRE
Metodologia e Prática da Alfabetização
2
Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia
2
Fundamentos e Práticas do Ensino de História
2
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da
2
Educação Básica
Psicologia do Desenvolvimento da
4
Aprendizagem
Didática e Prática Docente
4
Leitura, Interpretação e Produção de Textos
4
Acadêmicos
Estágio Supervisionado em Educação Infantil
SUBTOTAL
20
5º SEMESTRE
Projetos de Educação Ambiental, Nutrição,
4
Cidadania e Saúde
Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências
2
Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes
2
Matemática
2
Fundamentos e Metodologia da Educação de
2
Jovens e Adultos
Currículos e Programas
4
Avaliação Educacional
4
Estágio Supervisionado em Educação do
Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental
SUBTOTAL
20
100
400
400
433.30
31
6o PERÍODO
Linguagens e Mediações Tecnológicas na
2
Educação
Fundamentos e Práticas do Ensino da
4
Matemática
Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua
4
Portuguesa
Didática, Estratégias e Recursos da Educação
4
de Pessoas com Necessidades Especiais
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
2
A Inclusão de Pessoas com Necessidades
4
Especiais na Educação Básica
Pesquisa e Prática Educacional I
Estágio Supervisionado na Educação de
Jovens e Adultos
SUBTOTAL
20
7o SEMESTRE
Pesquisa Educacional
4
Gestão Escolar na Educação Básica
4
Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar
4
Gestão da Educação Infantil
2
Estatística Aplicada à Educação
2
Legislação e Normas na Educação Nacional
4
Pesquisa e Prática Educacional II
Estágio Supervisionado na Educação de
Pessoas com Necessidades Especiais
SUBTOTAL
20
8o SEMESTRE
Gestão Educacional em Ambientes Não
4
Escolares
Políticas Públicas e Educação
2
Corpo e Movimento
2
Seminários sobre Educação, Gênero e
4
Sexualidade
Trabalho de Conclusão de Curso- TCC
2
Literatura Infantojuvenil
2
Relações Sociais e Éticas
4
Pesquisa e Prática Educacional III
Estágio Supervisionado em Gestão Escolar
SUBTOTAL
20
Carga Horária
CH de Disciplinas Curriculares
Presenciais
CH de estágio supervisionado
CH de atividades complementares
CH de atividades de prática curricular
Carga Horária total do curso
40
40
33.33
80
80
66.66
80
80
66.66
80
80
66.66
40
40
33.33
80
80
66.66
50
50
50
50
400
50
450
433.33
50
80
80
80
40
40
80
50
66.66
66.66
66.66
33.33
33.33
66.66
50
80
80
80
40
40
80
50
400
450
433.33
80
80
66.66
40
40
40
40
33.33
33.33
80
80
66.66
40
40
80
40
40
40
80
40
40
440
33.33
33.33
66.66
40
50
373.33
400
50
Hora aula
3.200
Hora relógio
2.666
3.200
300
100
140
3.206
32
9 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS DOS COMPONENTES CURRICULARES
BIBLIOGRAFIA E EMENTAS
Componentes Curriculares - 1º semestre
Organização e Política da Educação Brasileira Carga Horária 80h/a
Objetivos
Refletir sobre a escola como lugar de concepção, realização e avaliação do Projeto
Político Pedagógico: discutir os princípios norteadores do Projeto Político
Pedagógico como um instrumento de organização do trabalho pedagógico da
escola, elaborando a partir da pratica do trabalho coletivo: identificar as etapas de
elaboração, acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico.
Ementa
A disciplina aborda os processos legais e políticos que regem, a Educação no país a
ação educativa como política Educacional, ações políticas e legais para efetivar
educação, a formação do educador e a educação no Estado de São Paulo, o
funcionamento da educação no contexto escolar, os parâmetros curriculares para os
vários níveis de ensino, as propostas de classes de aceleração, projeto
interdisciplinares, salas ambientais, progressão continuada, organização por ciclos,
inclusão.
Bibliografia Básica:
BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011.
NOGUEIRA, Nildo Ribeiro. Projeto Político Pedagógico. Erica. 2009.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos,
Programas, Impactos. Cengage. 2011.
Bibliografia Complementar
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes,
2010.
SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico: Do
Projeto Político Pedagógico ao Cotidiano da Sala de Aula. Editora Libertad. 2009.
VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus.
2009.
História da Educação Carga Horária 80h/a
Objetivos
Discutir os aspectos sociais, políticos e econômicos dos quais a educação não se
desvincula. Que o aluno perceba com clareza as relações entre a nossa educação e
aquela do restante do mundo, bem como as relações de dependência e as
discrepâncias entre elas. Analisar criticamente a educação desde as sociedades
tribais até as sociedades urbanas.
33
Conhecer as linhas básicas do desenvolvimento da cultura ocidental em que nos
inserimos e as da história intelectual e pedagógica de nosso país. Analisar
criticamente a história da educação brasileira. Identificar os condicionantes sociais,
políticos e econômicos da ação humana dentro do contexto histórico brasileiro.
Ementa
Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam
o coletivo histórico, as abordagens do ensino da história da educação, a história que
os livros não contam. Compreensão sobre a evolução do processo educativo ao
longo da história da humanidade, definindo os ideais de cada povo e de cada época,
desde a antiguidade até os dias atuais, da educação das sociedades primitivas à
educação proposta do século XXI, verificação de seus condicionamentos
econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticas da história da
humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil. Permite interface
com a Filosofia Geral, Sociologia Geral e Metodologia da Pesquisa Científica.
Bibliografia Básica
MANACORDA, M.A. História da Educação. Cortez. 2010.
ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes,
2010.
VEIGA, C.G. Historia da Educação. Ática. 2008.
Bibliografia Complementar
ARANHA, M.L.A. História da Pedagogia e da Educação. São Paulo: Moderna,
2007.
BENCOSTA, Marcos Levy. Culturas Escolares, Saberes e Praticas Educativas.
Cortez. 2008.
GENTILI, A, A., SILVA, T. T. da ( org). Neoliberalismo, qualidade total e educação.
Petrópolis: Vozes, 2010.
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira. Manole.
2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010
Informática na Educação Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como
ferramenta educacional presente de maneira constante na vida docente e discente.
Ementa
Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as
infinitas possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta
educacional.
Bibliografia Básica
GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008.
TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o
Professor. Editora Érica. 8ª Ed. 2008.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Campus. 2011.
Bibliografia Complementar
BEHAR, Patrícia A. Modelos Pedagógicos em Educação a Distancia. Artmed. 2008.
34
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak.
2009
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala
de Aula. Vozes. 2011.
LOBUR, Júlia. Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores.
Bookman. 2010.
SILVA, Mário Gomes da. Informática. Terminologia Básica. Erica. 2010
Comunicação e Expressão Carga Horária 80h/a
Objetivos
Expressar-se verbalmente e saber comunicar-se nas mais variadas situações, de
modo a analisar as relações entre a língua e as necessidades humanas.
Ementa:
A variedade lingüística e a Gramática da Língua Portuguesa, textos e
intertextualidade, gramática aplicada, literatura e suas relações com a história e a
política, textos específicos da tarefa de educar como pareceres, relatórios, atas de
reuniões, textos orientadores a problemas específicos dos alunos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. Ibep.
2009.
HENRIQUES, Antonio. Língua Portuguesa. Noções Básicas para Cursos Superiores.
Atlas. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
CEREJA; MAGALHÃES. Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação. São
Paulo: Atual, 2009.
FERNANDES, Alessandra Coutinho. Compreensão e Produção de Textos. Ibpex.
2008.
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Fundação Getúlio Vargas, 2009.
PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011.
Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Conceituar ética, estética e ludicidade através de trabalhos que promovam a
integração e incentivem a prática oral diante do grupo.
Ementa
O estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade que deve envolver as propostas
didático-Pedagógicas nas escolas de educação básica são de fundamental
importância para a construção da cidadania e melhores condições de vida para as
pessoas. O conceito de ética diferenciando-o do conceito de moral, a objetividade
éticas, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas feitas; a beleza nas
pessoas e no mundo, a ética e estética, uma relação indissociável, níveis e
modalidades de artes e suas contribuições para formação das crianças e
35
adolescentes da escola básica. O jogo, o brinquedo, as brincadeiras e a tradição
popular na educação do ser humano.
Bibliografia Básica:
AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009.
BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011.
Bibliografia Complementar:
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
2011.
GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e educação. Campinas: Autores
Associados, 2004.
PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010.
SANTOS, Santa Marli. Brinquedoteca: O Lúdico em Diferentes Contextos. Vozes.
2011.
SANTOS, Santa Marli. Ludicidade como Ciência. Vozes. 2008.
Introdução à Psicologia Horária 40h/a
Objetivos
Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise
critica dos temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na
Educação.
Ementa
Desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, o objeto de estudo, métodos e
campos de aplicação. Principais escolas psicológicas e a relação dessas com o
contexto educacional. Fundamenta a psicologia geral. Aborda o comportamento
humano em seus aspectos físicos, afetivo, emocional, cognitivo e relaciona esses
aspectos aos processos de ensino aprendizagem. Enfatiza a importância da relação
professor/aluno.
Bibliografia Básica
BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao
estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009.
LOTTUS, Jeoff. Atkinson & Hilgard. Introdução a Psicologia. Cengage. 2012.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011.
Bibliografia Complementar
COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007.
OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010.
PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010.
REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011.
ROSSINI, Maria Augusta. Pedagogia Afetiva. Vozes. 2009.
36
Componentes Curriculares - 2º semestre
Sociologia da Educação Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender a sociologia como ciência no que se refere à difusão dos aspectos
sócio-históricos e estabelecer relações com a pedagogia é um dos objetivos da
disciplina. Além disso, subsidiar a compreensão do conjunto de questões que,
interligadas, balizam as relações sociais, econômicas, políticas e culturais da
sociedade.
Ementa:
Educação como decorrência do contexto sócio-histórico e social, identificação das
práticas sociais do educador frente a estas mudanças. Discussão da relação
Educação e Sociedade, as características assumidas pela educação em
consonância com as mudanças de regimes políticos e econômicos. Discussão do
papel da escola e do educador como agente de transformação ou de reprodução da
realidade.
Bibliografia Básica
COSTA, M.C.C Sociologia ; Introdução a ciências da sociedade. São Paulo: Ed.
Moderna, 2011.
PAIXÃO, Lea Pinheiro. Sociologia da Educação. Vozes. 2011.
PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação. Ática. 2010.
Bibliografia Complementar
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes,
2008.
CUNHA, Eugenio. Praticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2010.
DURKEIM, Emile. Educação e Sociologia. Vozes. 2011.
GARCIA, Rolando. O Conhecimento em Construção Das Formulações de Jean
Piaget à Teoria de Sistemas Complexos. Artmed. 2003.
HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed.
2008.
Filosofia da Educação Carga Horária 80h/a
Objetivos
As aulas visam o pensamento filosófico, que deve se desenvolver em todos os
conteúdos abordados, propiciando um aprofundamento em torno dos mesmos,
especialmente no que se refere ao contexto educacional local e nacional,
propiciando aos alunos uma oportunidade de reflexão em torno da realidade
educacional na qual estão inseridos em comparação ao panorama nacional, com
criticidade e autonomia.
As aulas de Filosofia da Educação objetivam uma formação voltada para a
autonomia e cidadania dos educadores, pois possibilita que o mesmo pense por si
mesmo a respeito do mundo em que vive, compreendendo as leis que o regem e
utilizando o raciocínio lógico para refletir – pensar e repensar – sobre a vida em
sociedade, que é determinada por direitos e deveres, que devem direcionar o
comportamento humano para responsabilidade com a transformação do seu meio
em prol do seu bem estar, atitude de autonomia, e do bem estar comum, ação de
cidadania.
37
Ementa
Ao discutir a fundamentação filosófica da educação esta disciplina, que integra o
núcleo obrigatório do currículo, pretende que o pedagogo entenda o significado
político da educação e seu papel na superação do conhecimento ingênuo e/ou
mecanicamente assimilado, buscando relacionar teoria e prática, ideologia,
educação e valores. Busca os fundamentemos filosóficos, éticos, políticos e sociais
das pedagogias tradicionais, nova progressista e ético-transcendental, de forma a
identificar seus valores, princípios e direcionamentos de ação. Analisa a concepção
da práxis em todos os expoentes da educação e da filosofia, procurando suas
conseqüências no processo de ensino/aprendizagem, educação/desenvolvimento. A
partir de visões reacionárias ou renovadoras. Estudando as mais representativas
filosofias modernas da educação, analisando-as em seus princípios e
desenvolvimento doutrinário, relacionando-as com as correntes filosóficas
contemporâneas e, finalmente examinando-as à luz dos principais problemas da
educação no mundo moderno. Identificação das conexões entre as filosofias de
educação e as ideologias dominantes em nossa época. Pressupõe como prérequisitos os conceitos básicos trabalhados em Filosofia Geral, exigindo do aluno
possibilidades amplas para crítica, raciocínio lógico e escrita fluente. iInterface com a
História da Educação Brasileira e Didática I.
Bibliografia Básica
FAVERI, José Ernesto de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011.
LUCKESI, Cipriano. Filosofia da Educação. Cortez. 2011.
OLIVEIRA, Ivanilde A. de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Maria C. da Arruda. Filosofando: Introdução a Filosofia. Moderna. 2009.
CESCON, Everardo. Filosofia, Ética e educação. Paulinas. 2011.
CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. S. Paulo, Ática, 2010.
CHAUI, Marilena. Introdução a Historia da Filosofia. Vol. 1. Cia das Letras. 2011.
JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. Cultrix. 2010.
Psicologia da Educação Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise
critica dos temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na
Educação.
Ementa
Fundamentação teórica sobre os estudos psicológicos que interessam à educação,
as relações entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos
aspectos psicológicos do ser humano, de um lado, com o organismo biológico e, de
outro, o lugar social que o indivíduo necessariamente ocupa. Noções fundamentais
para a compreensão dos processos psíquicos que envolvem o desenvolvimento
humano e o processo da aprendizagem. Discussão sobre as principais teorias
psicológicas identificando seus reflexos e sua importância para a compreensão do
38
ato do conhecimento e do processo educativo em geral e suas influências.
Instrumentalização para o uso adequado de técnicas de observação do
comportamento, atitudes e desempenho global dos discentes. Conceitos básicos
sobre a aprendizagem e desenvolvimento humano, criticidade, criatividade e
capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de solucionar
problemas.
Bibliografia Básica
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação
Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005.
GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática
pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2011.
PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010.
Bibliografia Complementar
BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. Artmed. 2011.
BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao
estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009.
COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007.
OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011.
REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011.
Produção Textual na Educação Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver o conceito e a prática da construção de textos.
Ementa
Reflexão e compreensão do conceito de texto e contexto. O texto como situação
comunicativa. Explicitação dos tipos e dos gêneros textuais e os fatores de
textualidade envolvidos na construção do sentido. Práticas da construção de textos,
de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita.
Bibliografia Básica
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão.
Parábola. 2008.
39
Bibliografia Complementar
FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010.
FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007.
KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009.
PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011.
SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo:
Ática, 2008.
Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico Carga Horária 40h/a
Objetivos
Dar aos alunos o conhecimento técnico-científico para a utilização adequada da
pesquisa e sua aplicação como ferramenta pedagógica. Analisar o potencial da
pesquisa e sua utilização no crescimento e desenvolvimento do trabalho
educacional.
Ementa
Desenvolvimento do espírito de pesquisa e atitudes investigativas. Fundamentação
teórica e conhecimentos necessários para a realização de pesquisas e trabalhos
com rigor científico e profundidade de exploração. Análise, verificação,
compreensão, inter-relação e desenvolvimento do conhecimento na utilização das
fontes de pesquisa, análise científica, pesquisas qualitativas, estudos de caso,
história de vida, monografias, bibliografias especializadas.
Bibliografia básica:
ANDRADE, Maria Margarida. Introdução a Metodologia do Trabalho científico São
Paulo. Atlas. 2010.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Cientifica. Atlas.
2010.
SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed.
São Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia complementar:
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus,
2007.
CARVALHO,
M.C.M.
(Org.).
Construindo
o
saber,
metodologia
cientifica:
fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010.
CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e
Habilidades em Leitura. Atual. 2009.
FAZENDA, I.A.C. Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo. Cortez, 2010.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Teoria da Ciência e
Pratica da Pesquisa. Vozes. 2010.
40
Fundamentos Didática Carga Horária 40h/a
Objetivos
Relacionar a teoria e a prática em situações da realidade pedagógica. Compreender
a relação professor-aluno mediada pelo currículo. Saber elaborar planos de ensino.
Ementa
Desenvolvimento de conhecimentos teóricos e a instrumentalização técnica para
subsidiar a prática pedagógica do futuro educador abrangendo os eixos: as
diferentes perspectivas de análise do processo de ensino, o papel da escola, os
pressupostos de aprendizagem, a concepção de autoridade do professor e a sala de
aula como espaço político-pedagógico destinado à construção do conhecimento.
Bibliografia Básica
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007.
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008.
ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010.
Componente Curriculares - 3º semestre
DIDÁTICA E FORMAÇÃO DOCENTE- Carga Horária 80h/a
Objetivos
Refletir sobre a construção das idéias pedagógicas, gerando o pensamento crítico e
infundindo o questionamento, o espírito de autocorreção e ponderação. Fazer
indagações político-filosóficas e concluir respostas originais no contexto histórico
contemporâneo, refletindo com criticidade, rigor e coragem sobre o que se considere
importante para as questões didático-pedagógicas.
Ementa:
Conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, o processo
educacional como construção interdisciplinar e global aprendendo o planejá-lo,
executá-lo, acompanhando e avaliando seus resultados, buscando seu
aperfeiçoamento. Unidades de conteúdo: o papel da didática na formação do
professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade em educação,
relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o
esfacelamento da relação teoria e prática;subsídios teóricos para a organização do
trabalho docente, a aprendizagem como recurso para aquisição de competências,
hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo
de ensino – aprendizagem, relação educador – educando, organização do trabalho
docente. A elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão
ensino-aprendizagem no ambiente escolar
41
Bibliografia Básica
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007.
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008.
ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010.
Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento
físico, cognitivo, afetivo e social dos seres humanos. Conhecer e analisar textos de
autores clássicos da Psicologia do Desenvolvimento.
Ementa
A importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo,
afetivo e social dos seres humanos. Reflexão sobre a importância da escola de
educação infantil em propiciar às crianças experiências enriquecedoras que
possibilitem seu pleno desenvolvimento e garantam seu direito à infância.
Concepções de infância e de educação infantil construídas ao longo do tempo, tendo
como pressupostos a diferentes correntes da psicologia e da sociologia – teorias que
darão subsídios para discutir as metodologias e as práticas do cotidiano das
instituições destinadas à educação infantil.
Bibliografia Básica:
ASSUNPÇÃO JR, Francisco. Situações Psicossociais na Infância e na Adolescência.
Atheneu. 2008.
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil.
Artmed. 2009.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
42
CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados.
2010.
GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática
pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2011.
HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed.
2008.
KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011.
OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010.
VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores
Associados. 2011.
Educação na Diversidade Cultural Carga Horária 40h/a
Objetivos
Articular as temáticas no que se refere à educação e diversidade destacando as
relações raciais, étnico-raciais bem como outros marcadores de identidades tais
como de gênero, desigualdades sociais, regionalidades e outras. Tratando das
implicações pedagógicas nos diferentes âmbitos e contextos formativos a partir das
mudanças na LDB 9394 por meio das Leis 10.639/03 e 11.645/08.
Ementa:
Abordar as diversidades como aspecto intrínseco à formação do Estado Nação
Brasileiro é o principal objetivo da disciplina, em especial no que se refere aos
recortes de classe, raça, etnia, gênero, regionalidade, além de outras diversidades
pertinentes às situações singulares nas quais o processo educativo, formal e
informal ganhe centralidade.
Bibliografia Básica:
BARROS, José Marcio. Diversidade Cultural: Da Proteção a Promoção. Autentica.
2008.
SANTOS, Maria Sirley. Pedagogia e Diversidade. Memnon. 2007.
STROHER, Marga. Educar para a Convivência na Diversidade. Paulinas. 2009.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, Marília Lopes de. Diversidade e Transversalidade nas Praticas
Educativas. Nau Editora. 2010.
CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na
Escola. Alinea. 2008.
CUNHA, Eugenio. Praticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2011.
43
GOMES, Nilma Nilo. Educação e Raça: Perspectivas Políticas, Pedagógicas e
Estéticas. Autentica. 2008.
LEÃO, Geraldo. Quando a Diversidade Interroga a Pratica Docente. Autentica. 2008.
Educação, Natureza e Sociedade Carga Horária 40h/a
Objetivos
Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, a didática no
ensino da Natureza e Sociedade: a organização dos conteúdos e metodologias de
trabalho, em classes de Educação Infantil. Analisar as propostas curriculares, as
sequências didáticas, o processo de planejamento e de avaliação do ensino na
Educação Infantil.
Ementa
Dentro de uma abordagem, centrada no processo interativo de construção do
conhecimento, o trabalho referente à natureza e à sociedade na Educação Infantil,
parte da diversidade de concepções pedagógicas, verificando a possibilidade do
trabalho integrado, que preserva as especificidades dos campos de conhecimento.
Bibliografia Básica
DOHME, Vânia. Ensinando a Criança a Amar a Natureza. Atividades, jogos,
histórias, artesanatos. Vozes. 2010.
KILPATRICK, W.H. Educação para Uma Sociedade em Transformação. Vozes.
2011.
MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac.
2007.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera Maria. Sociedade, Educação e Cultura. Vozes. 2010.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito
Ecológico. Cortez. 2011.
CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na
Escola. Alinea. 2008.
MORAIS, Regis de. Sociedade e Educação. Alinea. 2009.
PENTEADO, H. D. Meio ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez,
2010.
Educação, Espaço e Forma Carga Horária 40h/a
44
Objetivos
Gerais: Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador e tem por
objetivo refletir e analisar como é sugerido o trabalho com espaço e forma na
educação infantil. Compreender e aplicar em forma de laboratório de matemática, as
propostas dos Referenciais Curriculares Nacionais de Educação Infantil em relação
aos blocos de conteúdos.
Ementa
Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na
educação infantil. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia
trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e sem duvida o trabalho de sala
de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias levando o docente a
construção e ampliação de seu conhecimento.
Bibliografia Básica:
ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011.
CARVALHO, Mercedes. Números - Conceitos e atividades para educação infantil e
ensino fundamental I. Vozes. 2010.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais.
Artmed. 2008
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010.
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009.
MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino
Fundamental. Autentica. 2010.
MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010.
Seminários sobre Jogos e Brincadeiras Carga Horária 40h/a
Objetivos
Apresentar aos educadores diversas possibilidades educativas dentro da sala de
aula, que possam auxiliá-lo a fazer com que os alunos participem ativamente na
construção do seu conhecimento Refletir sobre normas, inter-relações e jogos éticos
e cooperativos.
Ementa
Discussão conceitual do jogo e seus significados, a elaboração e a construção de
propostas concretas de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial.
Bibliografia Básica:
45
KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis:
Editora Vozes, 2010.
SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e
Psicomotricidade. Ibpex. 2009.
SANTOS, Santa Marli. O Brincar na Escola: Metodologia lúdico-vivencial, coletânea
de, Jogos, brinquedos e dinâmicas. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
FRITZEN, Silvino José. Dinâmicas de Recreação e Jogos. Vozes. 2011.
GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em
movimento: jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009.
ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização Carga Horária 80h/a
Objetivos
Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre
questões que envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das
crianças, jovens e adultos das nossas escolas.
Ementa
Compreensão da dimensão que um trabalho com a linguagem na alfabetização
inicial pode atingir, tanto do ponto de vista da ampliação das capacidades
expressivas e comunicativas da criança, quanto de sua inserção e participação num
mundo letrado, focando a escrita como um sistema de representação da linguagem.
Bibliografia Básica
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguistica. Scipione. 2010.
LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010.
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São
Paulo: Cortez, 2008.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008.
COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da
Língua Escrita. Summus. 2011.
GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008.
MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância.
Mercado de Letras. 2008.
46
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica.
Contexto. 2008.
Componente Curriculares – 4º SEMESTRE
Fundamentos e Metodologia da Alfabetização Carga Horária 80h/a
Objetivos
Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre
questões que envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das
crianças, jovens e adultos das nossas escolas.
Ementa
Fundamentação teórica sobre a alfabetização nas séries iniciais do Ensino
Fundamental, a construção da escrita pela criança e as intervenções do professor.
Discussão sobre as orientações didáticas para o ensino da língua (leitura, escrita,
oralidade), tendo como unidade básica o texto, destacando como os diferentes tipos
de textos podem ser importantes ferramentas para o Ensino da Língua Portuguesa.
Bibliografia Básica
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguistica. Scipione. 2010.
LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010.
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São
Paulo: Cortez, 2008.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008.
COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da
Língua Escrita. Summus. 2011.
GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008.
MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância.
Mercado de Letras. 2008.
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica.
Contexto. 2008.
Fundamentos Metodologia da Geografia Carga Horária 40h/a
Objetivos
47
Conhecer os eixos temáticos e as metodologias de ensino da geografia e sua
relação com os temas transversais. Expor e discutir o ensino da Geografia no
contexto histórico e escolar do Brasil
Ementa
Dentro de uma abordagem, centrada no processo interativo de construção do
conhecimento, o ensino de Geografia exige muito mais do docente do que em
décadas passadas. A compreensão dos mecanismos de aprendizagem de Geografia
num mundo globalizado e em constantes mudanças, apresentam para o docente,
desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada
instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta
para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de
ensino.
Bibliografia Básica
ARAUJO JR, Geografia e Ensino: Abordagens Conceituais e Temáticas. All Print.
2011.
FILIZOLA, Roberto. Teoria e Prática no Ensino de Geografia. FTD. 2010.
PAGANELLI, Tomoko. Para Ensinar e Aprender Geografia. Cortez. 2008.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Geografia e Didática. Vozes. 2010.
CALLAI, Helena C. Educação Geográfica: Reflexão e Pratica. Unijui. 2011.
CASTELLAR, Sonia. Ensino de Geografia. Cengage. 2009.
MOREIRA, Ruy. Sociedade e Espaço Geográfico no Brasil. Contexto. 2011.
PENTEADO, Heloisa Dupas. Metodologia do Ensino de Historia e Geografia. Cortez.
2009.
Fundamentos Metodologia da História Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver no aluno o espírito crítico para análise do cotidiano da educação;
organizar repertórios históricos e culturais que lhe permitam localizar acontecimentos
numa multiplicidade de tempo, de modo a formular explicação para algumas
questões do presente e do passado.
Ementa
Dentro de uma abordagem, centrada no processo interativo de construção do
conhecimento, o ensino de História exige muito mais do docente do que em décadas
passadas. A compreensão dos mecanismos de aprendizagem da história e sua
constante interligação com as demais disciplinas, bem como o estudo de Geografia
num mundo globalizado e em constantes mudanças, apresentam para o docente,
desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada
instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta
para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de
ensino.
Bibliografia Básica
ADUB, Kátia Maia. Ensino de Historia. Cengage. 2010.
HORN, Geraldo B. Ensino de Historia e seu Currículo: Teoria e Método. Vozes.
2010.
LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. Historia e Didática. Vozes. 2010.
48
BITTENCOURT, C. M. F.o Ensino de Historia e a Criação do Fato. Contexto. 2009.
LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Campus. 2010.
RODRIGUES, José Honorário. Historia e Historiografia. Vozes. 2008.
SWAIN, Harriet. Grandes Questões da História. José Olympio. 2010.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica Carga Horária
40h/a
Objetivos
Compreender as grandes teorias da educação em sua base conceitual e
metodológica. Desenvolver relações dos grandes educadores e suas propostas
educacionais à luz de sua época. Analisar as correntes de pensamento e seu
significado na construção dos modelos atuais de educação.
Ementa
Aprofundamento do conhecimento nos Fundamentos da Educação. Conhecimento
dos grandes teóricos da educação. Análise, verificação, compreensão,
estabelecimento de relações e desenvolvimento de conhecimentos necessários à
formação global dos futuros educadores.
Bibliografia Básica
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar par a
Educação Básica. Vozes. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar.
Ática. 2010.
VELOSO, Fernando. Educação Básica no Brasil. Campus. 2009.
Bibliografia Complementar
DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados.
2009.
PARO, Vitor Henique. Gestão Escolar, Democracia e Qualidade no Ensino Ática.
2008.
PERRENOUD, P. As Competências para Ensinar no Século XXI: A formação dos
professores e o desafio da avaliação Porto Alegre: Artmed, 2007.
PIMENTA, Selma Garrido (coord.). Pedagogia: Ciência da Educação? São Paulo:
Cortez, 2007.
PREDEBON, José. Profissão Professor. Cia. Dos Livros. 2010.
Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem Carga Horária 80h/a
Objetivos
49
Os alunos deverão compreender que o desenvolvimento humano se dá ao longo da
vida de forma global, enquanto seres que somos, vinculados às condições
existenciais, numa perspectiva histórico-social; Conhecer e analisar textos de
autores clássicos da Psicologia do Desenvolvimento; Compreender o sujeito do
conhecimento através de diferentes modelos teóricos da aprendizagem. Aplicação
do conhecimento científico adquirido em situações da prática profissional;
Diagnosticar os diferentes momentos do desenvolvimento intelectual do sujeito;
visão científica dos fatos vivenciados em educação; uso adequado de técnicas de
observação do comportamento e atitudes e desempenho global dos alunos.
Ementa:
Esta disciplina, que integra o núcleo obrigatório do currículo numa seqüência lógica,
pretende tomar como temas centrais dos estudos psicológicos que interessam à
educação, as relações entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade
dos aspectos psicológicos do ser humano, de um lado, com o organismo biológico e,
de outro, o lugar social que o indivíduo necessariamente ocupa. Pretende garantir ao
futuro pedagogo noções fundamentais para a compreensão dos processos psíquicos
que envolvem o desenvolvimento humano e o processo da aprendizagem. Para isto
discute as principais teorias psicológicas identificando seus reflexos e sua
importância para a compreensão do ato do conhecimento e do processo educativo
em geral e suas influências Esta disciplina instrumentaliza o futuro pedagogo para o
uso adequado de técnicas de observação do comportamento, atitudes e
desempenho global dos discentes. Possibilita a interdisciplinaridade com Sociologia
da Educação, Filosofia da Educação, História da Educação, Didática Pesquisa e
Prática Pedagógica. Solicita que o aluno domine conceitos básicos sobre a
aprendizagem e desenvolvimento humano, exige espírito de busca, criticidade,
criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de
solucionar problemas.
Bibliografia Básica
BIAGGIO, Angela Maria. Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009.
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação
Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005.
GUIDETTI, Catherine. Introdução a Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Criatividade na Sala de Aula. Vozes. 2011.
BELSKY, Janet. Desenvolvimento humano: Experienciando o Ciclo de Vida. Artmed.
2010.
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia Evolutiva Vol. 1.
Artmed. 2005.
OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010.
REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011.
50
Didática e Prática Docente
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Refletir sobre a construção das idéias pedagogicas, gerando o pensamento crítico e
infundindo o questionamento, o espírito de auto-correção e ponderação. Fazer
indagações político filosóficas e concluir respostas originais no contexto histórico
contemporâneo, refletindo com criticidade, rigor e coragem sobre o que se
coinsidere importante para as questões didático-pedagogicas.
Ementa
O conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, o processo
educacional como construção interdisciplinar e global aprendendo o planejamento,
executá-lo, acompanhando e avaliando seus resultados, buscando seu
aperfeiçoamento. Unidades de conteúdo: o papel da didática na formação do
professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade em educação,
relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o
esfacelamento da relação teoria e prática; subsídios teóricos para a organização do
trabalho docente, a aprendizagem como recurso para aquisição de competências,
hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo
de ensino – aprendizagem, relação educador – educando, organização do trabalho
docente. A elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão
ensino-aprendizagem no ambiente escolar.
Bibliografia Básica
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007.
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008.
ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010.
Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos Carga Horária 80h/a
Objetivos
Valorizar a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos
povos.
Ementa
51
Reflete e compreende o conceito de texto e contexto. O texto como situação
comunicativa. Apresenta os tipos e os gêneros textuais e os fatores de textualidade
envolvidos na construção do sentido. Prioriza as práticas da construção de textos, de
modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita.
Bibliografia Básica
CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e
Habilidades em Leitura. Atual. 2009.
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão.
Parábola. 2008.
Bibliografia Complementar
FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011.
FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010.
FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007.
KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009.
SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo:
Ática, 2008.
Estágio Supervisionado em Educação Infantil
Carga Horária 50h/a
Objetivos
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando
diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação;
- oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino,
pesquisa e extensão
e nas atividades científicas e culturais faculdade;
- integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da
Educação Básica
na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas
do
conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa:
Participação do aluno em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos
entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de
participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os
integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região,
possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento e
experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
52
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e
Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e
Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage.
2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de
Professores. Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno.
Editora Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage.
2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componente Curriculares – 5º SEMESTRE
Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde Carga Horária
80h/a
Objetivos
Fornecer uma visão global da pedagogia de projetos visando coerência com todos
os aspectos concernentes ao processo de aprendizagem e ao ambiente escolar.
Analisar perspectivas que levem ao desenvolvimento de projetos voltados para a
realidade das escolas, ampliar a visão quanto as questões ambientais,
questionamento da realidade contemporânea; espírito investigativo.
Ementa:
Pedagogia de Projetos, Oficinas de Estimulação Didático-pedagógicas, culturais,
políticas e científicas, Multidisciplinaridade, Pluridisciplinaridade, Interdisciplinaridade
e Transdisciplinaridade; Projeto Metodológico baseado em desafios didáticos,
Temas Geradores; Projetos com Filmes; Projetos Ecológicos (papel reciclado,
reaproveitamento, gincana, ecológica); Criando Projetos; Grandes Projetos ( Feiras,
Olimpíadas, Passeatas, etc.); Projetos com Jogos Cooperativos; Procedimentos
didáticos apropriados; Projeto Jornal e vários outros.
Análise de perspectivas que levam ao desenvolvimento de projetos voltados para a
realidade das escolas, ampliar a visão quanto as questões ambientais,
questionamento da realidade contemporânea; espírito investigativo
53
Bibliografia Básica:
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
MEDINA, Naná Mininni. Educação Ambiental: Uma metodologia participativa de
formação. Vozes. 2011.
SILVESTRE, Daniela D. Manual para Cuidadores de Crianças em Creches,
Berçários, Maternais e Pré Escolas: Fundamentos para a qualidade em saúde,
segurança, higiene e educação. Vozes. 2007.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito
Ecológico. Cortez. 2011.
FAZENDA, Ivani C. A. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Papirus,
2010.
MANO, Eloisa Biasotto. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. Edgard Blucher.
2010.
MELLO, Maura Maria de Sá. Educação e Nutrição: Uma Receita de Saúde.
Mediação. 2007.
MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac.
2007.
Fundamentos Metodologia de Ciências Carga Horária 40h/a
Objetivos
Subsidiar e preparar os alunos para o planejamento e a programação de curso de
ciências e propiciar-lhes a vivência e a reflexão da prática docente. Ao Final do curso
o aluno deverá estar familiarizado com a essência e particularidades do ensino de
ciências para crianças, a partir de uma visão ampla das várias propostas de ensino
existentes. Deverá por fim ter ferramental básico para preparar-se para o efetivo
exercício docente na área especifica para as primeiras séries do ensino fundamental
e educação infantil
Ementa
A construção do conhecimento dos estudantes passa pela compreensão plena do
potencial das ciências, tanto em seu aspecto humano, quanto material e científico.
Desta forma é de vital importância que o estudante compreenda os processos de
transmissão e as estratégias básicas para o bom ensino desta disciplina, que é
fundamental nas escolas do país. A instrumentalização docente passa também pelo
conhecimento das modernas tecnologias que auxiliam o trabalho do professor nesta
área, bem como o conhecimento dos principais autores a as literaturas
especializadas.de conhecimento: Concepções da linguagem e implicações para o
processo de aquisição e desenvolvimento. Este curso é concebido para que o aluno
54
desenvolva competências que lhe permitam compreender que a proposta para o
ensino Ciências na escola de educação infantil e ensino fundamental é mostrá-la
como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas
transformações, para reconhecer o homem como parte do universo e como
indivíduo, e, além da apropriação dos conceitos e procedimentos da área, pode
contribuir para o questionamento do que se vê e ouve, para a ampliação das
explicações acerca dos fenômenos da natureza, para a compreensão e valoração
dos modos de intervir na natureza e de utilizar seus recursos, para a compreensão
dos recursos tecnológicos que realizam essas mediações, para a reflexão sobre
questões éticas implícitas nas relações entre Ciência,Sociedade e Tecnologia.
Compreender que o ensino de Ciências Naturais pode contribuir para uma
reconstrução da relação homem-natureza, a partir do conhecimento sobre como a
natureza se comporta e a vida se processa contribui para a criança se posicionar
com fundamentos acerca de questões bastantes polêmicas e orientar suas ações de
forma mais consciente.
Bibliografia Básica
ANGOTTI, José André. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. Cortez. 2009.
POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009.
WARD, Helen. Ensino de Ciências. Artmed. 2010.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Ciências e Didática. Vozes. 2010.
AUGUSTO, Silvana. Ciências: Solução para Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º
ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011.
CARVALHO, Ana Maria Pessoa de. Formação de Professores e Ciências. Cortez.
2011.
GERALDO, Antonio Carlos Hidalgo. Didática de Ciências Naturais na Perspectiva
Histórico Critica. Autores Associados. 2009.
LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Educação Ambiental no Brasil: Formação,
Identidade e Desafios. Papirus. 2011
Fundamentos Metodologia da Artes Carga Horária 40h/a
Objetivos
Esta disciplina visa desenvolver no educando sua competência estética e artística
nas diversas modalidades da área de arte, tanto para produzir trabalhos pessoais,
quanto para que possa progressivamente apreciar e valorizar os diferentes bens
artísticos.
Ementa
55
Discussão de assuntos referente à arte, especialmente no que se refere ao
desenvolvimento da mesma através da história até chegar à contemporaneidade. O
futuro educador terá a oportunidade de aprimorar seus sentidos através de um olhar
sensível, desenvolvendo assim o prazer pela arte, e reconhecendo as suas diversas
representações assim como a capacidade da criança de se expressar através dela.
Bibliografia Básica
ANTUNES, Celso. Arte e Didática. Vozes. 2010.
BOWMAN, Dana. Iniciação a Arte para Crianças Pequenas. Artmed. 2007.
MATTAR, Sumaya. Sobre Arte e Educação: Entre a Oficina Artesanal e a Sala de
Aula. Papirus. 2010.
Bibliografia Complementar
FRITZEN, Celdon. Educação e Arte: Linguagens Artísticas. Papirus. 2008.
RICHTER, Sandra. Criança e Pintura: Ação e Paixão de Conhecer. Mediação. 2005.
SANTOS, Regina Márcia Simão. Música, Cultura e Educação: Os Múltiplos Espaços
da Educação Musical. Sulina. 2011.
VERDERI, Erica. Dança na Escola: Uma Proposta Pedagógica. Phorte. 2009.
VYGOTSKI, L.S. A Imaginação e a Arte na Infância. Relógio D’Água. 2009
Matemática Carga Horária 40h/a
Objetivos
Compreender os principais elementos e propostas do ensino da matemática básica.
Ementa
O desenvolvimento cognitivo na área da matemática. Como disciplina básica da
educação o conhecimento de matemática é fundamental para o docente que
trabalha na educação infantil. Conhecimento matemático necessário para trabalhar
com as crianças de zero aos seis anos. Trabalha conteúdos fundamentais e básicos
da Matemática numa ampla revisão de conhecimentos: calendário, números,
quantidades, operações, problemas, grandezas e medidas – em um aprofundamento
e conhecimento que, possibilite a compreensão dos processos de aprendizagem
próprios dos infantes.
Bibliografia Básica
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009.
56
OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Praticas
Docentes. Alinea. 2010.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010.
ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011.
MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino
Fundamental. Autentica. 2010.
MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais.
Artmed. 2008.
Fundamentos e Metodologia de Jovens e Adultos Carga Horária 40h/a
Objetivos
Entender o papel do educador da EJA na sala de aula nos diversos segmentos.
Ementa:
Reflexão sobre a modalidade da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, sob o
paradigma da Educação Para Todos, bem como as implicações para as práticas
pedagógicas é o objetivo principal da disciplina. Aspectos que dizem respeito à
produção dos analfabetismos na atual sociedade, bem como às formas de
enfrentamento, avanços e desafios na área.
Bibliografia Básica
BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos: Currículo e Praticas
Pedagógicas. Vozes. 2010.
GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Teoria, Pratica e Proposta.
Cortez. 2011.
SALES, Sandra Regina. Educação de Jovens e Adultos: Políticas e Práticas
Pedagógicas. Nau. 2010.
Bibliografia Complementar
BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011.
BARCELOS, Valdo. Formação de Professores para a Educação de Jovens e
Adultos. Vozes. 2010.
CARBONELL, Sonia. Educação Estética para Jovens e Adultos. Cortez. 2010.
57
SAMPAIO,
Maria
Narcizo.
Praticas
de
Educação
de
Jovens
e
Adultos.
Complexidades, Desafios e Propostas. Autentica. 2010.
SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. Vozes.
2010.
Currículos e Programas Carga Horária 80h/a
Objetivos
Apresentar os aspectos legais concernentes aos currículos da educação básica e
discutir experiências inovadoras em currículos.
EMENTA
Fundamentos do currículo: origens, desenvolvimento, tendências e propostas.
Conceituação o currículo nos diferentes paradigmas, assim como, as concepções
teóricas curriculares: teoria tradicional, crítica e pós-crítica; as práticas pedagógicas
decorrentes de diferentes modelos curriculares. Reflexão sobre o papel do currículo
na estrutura escolar e sua relação com a estrutura social e o poder produção e
construção de conhecimento no currículo.
Bibliografia Básica
DIAS, Fátima Regina Teixeira. Currículo na Educação Infantil. Scipione. 2008.
JONAERTE, Phillippe. Currículo e Competências. Artmed. 2010.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Currículo: A Atividade Humana como Principio
Educativo. Libertad. 2009.
Bibliografia Complementar
DALMAS,
Angelo.
Planejamento
Participativo
na
Escola:
Elaboração,
Acompanhamento e Avaliação. Vozes. 2010.
GENTIL, Heloisa Salles. Práticas Pedagógicas: Política, Currículo e Espaço Escolar.
Junqueira e Marin. 2009.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a
Educação Básica. Vozes. 2009.
SANTOS, Pablo. Guia Pratico da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos,
Programas, Impactos. Cengage. 2011.
VASCONCELLOS,
Celso
dos
Santos.
Planejamento:
Projeto
de
Ensino
Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. Libertad. 2007.
Avaliação Educacional Carga Horária 80h/a
Objetivos
58
Preparar docentes para o processo de planejamento e avaliação do desempenho de
discentes a partir de uma proposta sócio-construtivista, interacionista, política e
ética.
Ementa
A avaliação educacional com vistas a superar a função classificatória pela
diagnóstico-formativa. Nesse sentido, prioriza-a como elemento de inclusão, de
tomada de decisão, articulada aos demais elementos do campo educativo,
destacando o significado do erro construtivo, além de procedimentos avaliativos e
tendências recentes na avaliação escolar.
Bibliografia Básica
CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional. Ibpex. 2009.
FREITAS, Luis Carlos de. Avaliação Educacional. Vozes. 2011
SOUZA, Alberto de Mello e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All
Print. 2011.
DALMAS,
Angelo.
Planejamento
Participativo
na
Escola:
Elaboração,
Acompanhamento e Avaliação. Vozes. 2010.
GANDIN, Danilo. Pratica do Planejamento Participativo. Vozes. 2010.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011.
SOUZA, Alberto de Melo e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011.
Pesquisa e Prática Pedagógica Carga Horária 50h/a
Objetivos
Refletir sobre a dinâmica do processo educacional.
Conhecer a teoria e a prática educacional.
Ementa
Vivenciar na prática cotidiana de instituições escolares e não escolares as noções
teóricas que orientam a educação no país em suas várias modalidades e em nível
de Escola Básica. A observação será acompanhada de levantamento de problemas.
Projeto de Intervenção abrangendo as especificidades e as variáveis a serem
consideradas em cada situação, sem perder de vista a escola no seu todo e sua
integração no sistema escolar brasileiro.
Bibliografia Básica:
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010.
59
HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010.
PRING, Richard. Educação Baseada em Evidências A utilização dos achados
científicos para a qualificação da prática pedagógica. Artmed. 2008.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus,
2007.
CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão.
Ibpex. 2011
DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados.
2009.
FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006.
Estágio Supervisionado em Educação do Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental
Carga Horária 100h/a
Objetivos
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando
diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação;
- oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino,
pesquisa e extensão
e nas atividades científicas e culturais faculdade;
- integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da
Educação Básica
na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas
do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa:
Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões
teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos
projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente
com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com
profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de
caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e
Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
60
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e
Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage.
2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de
Professores. Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno.
Editora Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage.
2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componente Curriculares – 6º SEMESTRE
Linguagem e Mediações Tecnológicas Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como
ferramenta educacional presente de maneira constante na vida docente e discente.
Ementa
Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as
infinitas possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta
educacional.
Bibliografia Básica
FERRETTI, Celso J. Novas Tecnologias, Trabalho e Educação. Vozes. 2011.
GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008.
TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o
Professor. Editora Érica. 8ª Ed. 2008.
Bibliografia Complementar
DEMO, Pedro. Formação Permanente e Tecnologias Educacionais. Vozes. 2011.
61
FILE, Walter. Tecnologia e Educação: As Mídias na Prática Docente. Wak. 2009.
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak.
2009
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala
de Aula. Vozes. 2011.
SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Loyola. 2010.
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática Carga Horária 80h/a
Objetivos
Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador para a coleta de dados e
concepções matemáticas e aplicações para o processo de aquisição e
desenvolvimento de situações problemas.
Ementa
Capacitação para o exercício docente no ensino de matemática. As mais novas
contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a
aprendizagem e sem dúvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a
apresentação das novas estratégias levando o docente a construção e ampliação de
seu conhecimento. Concepções da matemática e implicações para o processo de
aquisição e desenvolvimento de situações reais do cotidiano; numeralização e a
metodologia do ensino/aprendizagem; conteúdos conceituais, procedimentais e
atitudinais.
Bibliografia Básica
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009.
OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Praticas
Docentes. Alinea. 2010.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010.
ARANAO, Ivana. A Matemática Atraves de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011.
MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino
Fundamental. Autentica. 2010.
MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais.
Artmed. 2008.
62
Fundamentos e Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa Carga Horária
80h/a
Objetivos
Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, que os
princípios/fundamentais que devem orientar a atuação educativa e a escolher aos
conteúdos (conceituais e procedimentos), os quais servirão como meios para o
desenvolvimento das competências.
Ementa
A construção do conhecimento do ensino, didática e metodologia de Língua
Portuguesa na Educação Infantil. Concepção de linguagem e uma compreensão do
estatuto dos textos e discursos como materialização da linguagem e unidade de
ensino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010.
ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa: Oralidade, Leitura e Escrita.
Contexto. 2011.
GOMES, Maria Lucia Castro. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa. Ibpex.
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AUGUSTO, Silvana. Língua Portuguesa: Solução par Dez Desafios do Professor (
Do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011.
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
COELHO, Ligia Marta. Língua Materna nas Series Iniciais do Ensino Fundamental.
Vozes. 2009.
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São
Paulo: Cortez, 2008.
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica.
Contexto. 2008.
Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com Necessidades
Especiais (PNE) Carga Horária 80h/a
Objetivos
Conhecer os diversos tipos de deficiências.
Ementa
63
Conhecimento e compreensão dos indivíduos pessoas com necessidades especiais,
contribuir com a sua inserção social assim como desenvolver diversas estratégias
para ajudar no seu desenvolvimento cognitivo dentro das possibilidades de cada um.
Bibliografia Básica
LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da
Educação e da Saúde. Avercamp. 2010.
MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros.
2010.
Bibliografia Complementar
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças
com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças
com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino
Unijui. 2009.
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial:
Ensinar em Tempos de
Inclusão. Artmed. 2009.
Libras Carga Horária 40h/a
Objetivos
Capacitar os professores para incluir alunos com deficiência auditiva na sua sala de
aula através da aquisição da Libras (Língua Brasileira de Sinais), quebrando as
barreiras de comunicação entre aluno surdo/ professor ouvinte.
Ementa:
Conjunto de componentes pertinentes às línguas orais (gramática, semântica,
pragmática, sintaxe e outros) destinado a preencher os requisitos científicos que
tornam LIBRAS um instrumental lingüístico de força e poder como língua materna
dos surdos brasileiros.
Bibliografia Básica
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais.
Pearson. 2011.
PEREIRA, Raquel de Carvalho. Surdez: Aquisição da Linguagem e Inclusão Social.
Revinter. 2009.
64
QUADROS, Ronice Müller. Língua de Sinais: Instrumentos de Avaliação. Artmed.
2011.
Bibliografia Complementar
CAPOVILLA, Fernando César. Enciclopédia da Língua Brasileira de Sinais: Palavras
de Função Gramatical. Vol. 8. Edusp. 2007.
FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro.
2010.
FRIZANCO, Mary Lopes. Livro Ilustrado de Língua de Sinais Brasileira. Ciranda
Cultural. 2011.
QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem.
Artmed. 2007.
SLOWSKI, Vilma Geni. Educação Bilingue par Surdos: Concepções e Aplicações
Praticas. Juruá. 2010.
A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação Básica
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Conhecer os diversos tipos de deficiências.
Ementa
A educação especial e fundamentação legal. Integração e Inclusão. Deficiência:
Mental, Auditiva, Visual, Física e Múltipla (Conceito, causas, categorias,
identificação, sinais, indicadores, procedimentos metodológicos e papel da família).
A escola como espaço inclusivo. Adaptações curriculares e o aluno com
necessidades educacionais especiais na educação infantil e nas séries iniciais do
ensino fundamental. A pessoa com deficiência e o mundo do trabalho.
Bibliografia Básica
LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da
Educação e da Saúde. Avercamp. 2010.
MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011.
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial:
Ensinar em Tempos de
Inclusão. Artmed. 2009.
Bibliografia Complementar
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças
com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
65
COLL, Cesar. Desenvolvimento Psicológico e Educação - Vol.3 Transtorno de
Desenvolvimento e Necessidades Educativas Especiais. Artmed. 2005.
KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino
Unijui. 2009.
RAIÇA, D. Tecnologias para a Educação Inclusiva. Avercamp. 2008.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros.
2010
Pesquisa e Prática Pedagógica Carga Horária 40h/a
Objetivos
Refletir sobre as questões educacionais ligadas à PNE
Conhecer a teoria e a prática educacional da PNE.
Ementa
As atividades desse componente curricular poderão ser efetivas em classes com
inclusão de PNE, em laboratórios de escolas especiais ou ONGs para o atendimento
desse tipo de clientela. Sistemáticas e recursos diferenciados para trabalho com
esses alunos, além de como avaliar o desempenho de cada um deles, a sua
orientação para melhor convivência social e a preparação para o trabalho.
Competência e sensibilidade para desenvolver projetos de ensino-aprendizagemeducação, lazer para esses alunos propondo projetos especiais de intervenção para
sanar suas dificuldades.
Bibliografia Básica
MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros.
2010
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão.
Artmed. 2009.
Bibliografia Complementar
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças
com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro.
2010.
66
LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da
Educação e da Saúde. Avercamp. 2010.
QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem.
Artmed. 2007.
RAICA, Darci. 10 Questões Sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência
Mental. Avercamp. 2007.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO na Educação de Jovens e Adultos Carga Horária 50h/a
Objetivos
Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões
teórica e prática de sua formação;
- oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino,
pesquisa e extensão
e nas atividades científicas e culturais faculdade;
- integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da
Educação Básica
na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas
do
conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa:
Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos
estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e
profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a
interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando
experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e
Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e
Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage.
2009.
67
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de
Professores. Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno.
Editora Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage.
2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componentes Curriculares – 7º SEMESTRE
PESQUISA EDUCACIONAL- Carga Horária 80h a
Objetivos
Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa de tal forma que isso
possa ser incorporado ao cotidiano profissional e pessoal.
Ementa:
Fundamentação teórica para a realização de pesquisas e trabalhos numa
perspectiva científica. Compreender os processos e métodos da pesquisa e aplicálos na confecção e conclusão de um tema com aprofundamento metodológico. A
natureza desta disciplina concentra-se na sua ênfase metodológica. Concretizar, os
conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto educacional;
especifico, através de uma produção científica, concatenada, estruturada e
apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso. Capacitação do
educando para a elaboração e apresentação final do TCC- Trabalho de Conclusão
de Curso.
Bibliografia básica:
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010.
FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006.
Bibliografia complementar:
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus,
2007.
CARVALHO,
M.C.M.
(Org.).
Construindo
o
saber,
metodologia
cientifica:
fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010.
CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão.
Ibpex. 2011.
68
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Teoria da Ciência e
Pratica da Pesquisa. Vozes. 2010.
SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed.
São Paulo: Cortez, 2007.
Gestão na Educação Básica I Carga Horária 80h a
Objetivos
Proporcionar aos alunos, na perspectiva da gestão de instituições escolares e não
escolares, conhecimentos e habilidades básicas, a respeito das condições objetivas
em que se realiza o trabalho na escola, visando a identificação de suas necessidade
e a busca de formas de intervir na realidade.
Ementa:
Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores
sócio-culturais-históricos-políticos e éticos, a partir das teorias e modelos dos
principais autores da área, com especial ênfase aos da sociedade moderna e
contemporânea, identificando princípios, aspectos que possam ser aplicados com
êxito, na gestão. Estudo de gestão democrática.
Bibliografia Básica:
GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da
Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a
Educação Básica. Vozes. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar.
Ática. 2010.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011.
HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010.
LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009.
VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010.
Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar Carga Horária 80ha
Objetivos
Conhecer os aspectos teórico-práticos da orientação educacional na escola.
Compreender o papel social da escola. Analisar a ação e intervenção especifica do
69
orientador educacional na comunidade escolar, no trabalho com os diversos grupos.
Ementa
Capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da
Escola Básica ou de outras Instituições com projetos educacionais no que se refere
a dificuldades de aprendizado, de relacionamento, na resolução de problemas
pessoais, escolares e familiares, no preparo para o primeiro emprego, na orientação
vocacional. Buscam também prepará-lo para o apoio ao trabalho de apoio aos
docentes na busca da efetivação de um ensino de qualidade na resolução de
problemas de classes ou grupos, na efetivação de educação continuada para todos.
Bibliografia Básica:
GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na
prática: princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2010.
SOARES, Dulce P. Orientação Vocacional Educacional. Artmed. 2009.
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil.
Artmed. 2009.
COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All
Print. 2011.
DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados.
2009.
GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A Orientação educacional: O conflito de paradigmas
e alternativas para a escola. Cortez, 2011
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011.
MAHL, Álvaro C. POPI: Programa de Orientação Profissional. Vetor. 2006.
Gestão Da Educação Infantil Carga Horária 40h a
Objetivos
Contribuir para a formação do educador, fornecendo-lhe alguns fundamentos e
idéias sobre a importância do seu trabalho com a faixa etária que corresponde de
zero a 5 anos de idade; Refletir sobre o papel da creche junto à criança à família e a
sociedade.
Ementa
Gestão eficiente, eficaz e efetiva de escolas de educação infantil é a preocupação
deste componente curricular considerando a faixa etária atendida, o que implica em
ações específicas, e requer não só do educador e do gestor, habilidades e
sensibilidade para gerir com competência e afetividade equilibrada, escolas e
70
classes que atendem esta clientela tão especial, sem esquecer de formá-lo de forma
política e ética. Especial atenção será dada ao estudo do critério para organização
das classes, seleção de docentes e demais profissionais, plano político-pedagógico
da escola, de cursos, planos de aula, avaliação de desempenho infantil, problemas
de afetividade, de aprendizagem e reunião com pais.
Bibliografia Básica
LUCK, Heloisa. Liderança em Gestão Escolar. Vozes. 2010.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
OLIVEIRA,
Ana
Auxiliadora.
Gestão
Educacional:
Novos
Olhares,
Novas
Abordagens. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil.
Artmed. 2009.
CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados.
2010.
KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011.
OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010.
VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores
Associados. 2011.
Estatística Carga Horária 40h a
Objetivos
Oferecer condições para que os alunos compreendam a natureza do objeto de
estudo, além de compreender e interpretar dados estatísticos organizados por
tabelas ou gráficos.
Ementa:
Instrumentalização do futuro educador para a coleta de dados, seu tratamento e
registro através de diferentes tipos de gráficos, procedendo às análises quantitativas
e qualitativas da realidade estudada. Aliar a estatística às facilidades da informática
aprendendo a utilizar ambos em benefício da qualidade do trabalho de ensino
aprendizagem deve ser o referencial de qualidade do aluno ao final da disciplina.
Construção de competência para entender a organização de dados estatísticos em
tabelas ou gráficos, distribuição de frequência, medidas de tendência central,
medidas de dispersão e modelos de amostragem. Possibilita interface com Didática
II e psicologia da educação, exigindo dos alunos raciocínio lógico bastante
desenvolvido e posto gosto por cálculos estatísticos.
71
Bibliografia básica:
COSTA, Sergio Francisco. Estatística Aplicada a Pesquisa Educação. Liber Livo.
2010.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. Pearson.
2010.
MORETTIN, P.A.. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Saraiva. 2011.
Bibliografia complementar:
CASELA, George. Inferência Estatística. Cengage. 2010.
CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2009.
NOVAES, Diva Valério. Estatística para Educação Profissional. Atlas. 2009.
ROSS, Sheldon. Probabilidade. Bookman. 2010.
SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Bookman. 2009.
Legislação e Normas
(semipresencial)
da
Educação
Nacional
Carga
Horária
60h
a
Objetivos
Conhecer a evolução da legislação e das normas da Educação Nacional.
Desenvolver o pensamento crítico do aluno/aluna
Preparar o pedagogo para uma ação adequada e correta
Ementa:
O conhecimento de algumas noções da legislação e das normas é indispensável à
formação dos educadores, uma vez que a disciplina representa a procura do
convívio em sociedade. Os Direitos e Deveres dos cidadãos no respeito a educação
em seu sentido de compromisso social.
Bibliografia Básica
LEITE, Ligia Silva. Educação a Distancia da Legislação ao Pedagogo. Vozes. 2010.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos,
Programas, Impactos. Cengage. 2011.
VIEIRA, Jair Vieira. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação
Complementar. Edipro. 2010.
Bibliografia Complementar
72
ARANHA, M. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates.
Papirus. 2009.
BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011.
L.A. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. São Paulo: Moderna,
2007.
ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes,
2010.
SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009.
Estágio Supervisionado na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais Carga
Horária 50h/a
Objetivos
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando
diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação;
- oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino,
pesquisa e extensão
e nas atividades científicas e culturais faculdade;
- integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da
Educação Básica na região;- possibilitar a interação dos estagiários e profissionais
de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter
interdisciplinar.
Ementa:
Proporcionará ao aluno situações de exercício profissional, possibilitando diálogos
entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de
participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os
integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região,
possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento,
propiciando experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e
Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e
Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage.
2009.
73
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de
Professores. Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno.
Editora Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage.
2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componentes Curriculares – 8º SEMESTRE
Gestão na Educação Básica II Carga Horária 80h a
Objetivos
Construir conhecimentos,, atitudes e valores que tornem os estudantes solidários,
críticos, éticos e participativos na sociedade em que estão inseridos;- Compreender
que a escola é um canal que contribui significativamente para a democratização da
sociedade; - Entender que a escola é um lugar privilegiado para o exercício da
cidadania consciente e comprometido com os interesses coletivos.
Ementa
O Plano Nacional de Educação expressa, a necessidade de promover a
participação da comunidade na gestão das escolas. Fica clara então, a mudança de
concepção de escola e suas implicações quanto à gestão e a relação
escola/comunidade. Os principais aspectos da gestão democrática e participativa.
Estaremos discutindo a construção de novos caminhos e práticas em direção à
melhoria da qualidade de ensino, capaz de transformar o perfil sócio-econômico e
cultural do país e o exercício da cidadania plena.
Bibliografia Básica:
GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da
Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a
Educação Básica. Vozes. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar.
Ática. 2010.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011.
HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010.
74
LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009.
VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010.
Políticas Públicas, Capitalismo e Educação Carga Horária 40 h a
OBJETIVOS
Desenvolver nos alunos o espírito crítico para a análise do cotidiano da educação.
Ampliar e motivar o engajamento político em um contexto positivo de participação e
busca de soluções. Utilizar o conhecimento de processos e elaboração de leis de tal
forma que isso possibilite crescimento e desenvolvimento ao trabalho educacional.
EMENTA
As principais políticas públicas educacionais da atualidade. Compreensão da atual
conjuntura da organização do trabalho, da organização social, política e econômica
e a sua relação com as propostas na área educacional. Elementos teóricos para
orientar as ações do profissional do magistério no contexto educacional.
Bibliografia Básica
ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Publicas Educacionais. Alinea. 2011.
BALL, Stephen. Políticas Educacionais. Cortez. 2011.
LUCENA, Carlos. Capitalismo, Estado e Educação. Alinea. 2008.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Malu. Políticas Educacionais e Praticas Pedagógicas. Alinea. 2010.
HENGEMUHIE, Adelar.Formação de Professores: Da função de ensinar ao resgate
da educação. Vozes. 2008.
PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. São Paulo: Ática,
2008.
SANTOS, Pablo. Guia Pratico da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos,
Programas, Impactos. Cengage. 2011.
SAVIANI, Demerval. Da Nova LDB ao Fundeb: Por Uma Outra Política Educacional.
Autores Associados. 2008.
Corpo e Movimento Carga Horária 40 h a
Objetivo
Oferecer subsídios ao aluno para que compreenda a importância do corpo e do
movimento como elemento essencialmente humana e constituinte do processo
educacional.
Ementa
Apresentação das diferentes linguagens: corporal, musical, plástica, oral e escrita, e
suas relações com o processo educacional. A importância do trabalho com o corpo e
75
o movimento na Educação Infantil. O corpo como principal instrumento para a
construção do conhecimento.
Bibliografia Básica
DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. Papirus. 2010.
GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em
movimento: jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011.
SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e
Psicomotricidade. Ibpex. 2009.
Bibliografia Complementar
FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª ed.
São Paulo: Scipione, 2010.
KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis:
Editora Vozes, 2010.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009.
ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009.
Seminário sobre Educação e Sexualidade Carga Horária 40 h a
Objetivos
Obter conhecimentos da sexualidade humana.
Ementa:
Discussão dos assuntos referentes à sexualidade de formação educativa e científica
especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento físico do ser humano no que
diz respeito às diferenças entre o corpo masculino e feminino, fecundação, gravidez,
doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, Sífilis, gonorréia, entre outras.
Nascimento, tipos de partos, entre outros aspectos de interesses da faixa etária
atendida em Escolas Básicas ou em Instituições não escolares e projetos
educacionais.
Os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na
escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino
na qualidade da educação, o desenvolvimento sexual infantil, a educação sexual das
famílias, o trabalho integrado família-escola na educação sexual das crianças, tabu
da sexualidade nas famílias e na escola, a construção do conceito da diversidade
sexual, o desenvolvimento sexual de animais e do ser humano em desenvolvimento.
Bibliografia Básica:
BATISTA, Claudia Aparecida. Educação e Sexualidade: Um Diálogo com
Educadores. Ícone. 2008.
LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade: Um Debate Contemporâneo
na Educação: Vozes. 2010.
76
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação: Uma Perspectiva Pós
Espiritualista. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar:
BARRETO, R.M.S. . Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª à 4ª Séries: introdução
aos Parâmetros Curriculares Nacionais.. v.10 – Pluralidade Cultural e Orientação
Sexual. DP&A. 2002.
ELEUTERIO JR, José. Doenças Sexualmente Transmissíveis. Contexto. 2004.
GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na
prática: princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011.
TORRES, Marco Antonio. A Diversidade Sexual na Educação e os Direitos de
Cidadania LGBT na Escola Autentica. 2010.
PESQUISA EDUCACIONAL – TCC – II Carga Horária 40h a
Objetivos
Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa de tal forma que isso
possa ser incorporado ao cotidiano profissional e pessoal.
Ementa:
Capacitação para realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica.
Compreensão dos processos e métodos da pesquisa e aplicação na confecção e
conclusão de um tema com aprofundamento metodológico. Concentra-se na sua
ênfase metodológica. Conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um
assunto educacional; especifico, através de uma produção científica, concatenada,
estruturada e apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso.
Capacitação do educando para a elaboração e apresentação final do TCC- Trabalho
de Conclusão de Curso.
Bibliografia Básica
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010.
FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus,
2007.
CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica:
fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010.
CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão.
Ibpex. 2011.
NASCIMENTO, Afonso. Educação: Enfoques, Problemas e Experiência.. Livraria da
Fisica. 2011.
PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa em Educação. Loyola. 2008.
77
Literatura Infatojuvenil Carga Horária 40 h a
Objetivo
Identificar e mediar conhecimentos produzidos/adquiridos por meio da interação
social, ou seja, organizados e apresentados pela literatura.
Perceber que a literatura é arte e, como tal, as relações de aprendizagem e vivência,
que se estabelecem entre ela e o indivíduo são de fundamental importância para
que este alcance a sua formação integral.
Ementa
Literatura, leitura e aprendizagem. A concepção escolar de leitura. O professor –
leitor na constituição de leitores. A literatura infantil no Brasil. Leitura de diferentes
gêneros textuais. A importância da leitura na sala de aula.
Origens da literatura infanto-juvenil: mitologia e tradição oral. Conceito de literatura
na escola: a escolarização do texto. A formação do perfil do aluno-professor e das
práticas metodológicas do ensino da literatura infanto-juvenil. O papel do professor
mediador de leitura. Identificação da produção literária infanto-juvenil brasileira
contemporânea. Estudo e análise de contos de fadas, das histórias fantásticas
que contém o maravilhoso. Estudo do texto poético na literatura infanto-juvenil.
Trabalho com história em quadrinhos. Seleção de livros infantis e o incentivo ao
hábito de leitura.
Bibliografia Básica:
ARROIO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. Unesp. 2011.
GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Juvenil. Melhoramentos. 2011.
SOUZA, Gloria Pimentel. A Literatura Infanto-Juvenil a Brasileira. DCL. 2008.
Bibliografia Complementar
CADEMARTORI, Ligia. O Professor e a Literatura: para Pequenos, Médios e
Grandes. Autentica. 2009.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infanto Juvenil. Amarilys
Editora. 2010.
DOHME, Técnicas de Contar Histórias. Vozes. 2010.
KRAEMER, Maria Luiza. Histórias Infantis o Lúdico Encantam as Crianças. Autores
Associados. 2008.
SOUZA, Ana Aparecida Arguelho de. Literatura Infantil na Escola: A Leitura em Sala
de Aula. Autores Associados. 2010.
TFOUNI, Leda V. Letramento, Escrita e Leitura. Mercado e Letras. 2011.
78
Eletiva 40 h a
Ementa da eletiva é aberta para atender as necessidades e ou interesses dos
estudantes. Observações de professores e avaliação da coordenação do curso
poderão orientar o oferecimento de disciplinas eletivas.
Relações Sociais e Éticas
Objetivos
Ementa
Informações teóricas, diferentes concepções das práticas e
éticas.
relações sociais e
Pesquisa e Prática Pedagógica (Gestão de Instituições Escolares) 20 h a
Objetivos
Aprofundar os conhecimentos e a prática pedagógica em Instituições Escolares e
Não Escolares
Conhecer a teoria e a prática educacional aplicável em instituições escolares e não
escolares
Ementa: Integrando o contexto do exercício profissional do curso, este componente
curricular oferece subsídios teóricos que norteiam as pesquisas da prática
pedagógica em Instituições Escolares e Não Escolares, em instituições Não
Governamentais – ONGs - e Comunidades de Base com projetos de educação
popular e educação para a sobrevivência e cidadania dignas. Possibilita ao aluno
pedagogo construir competências como gestor escolar e social num processo de
gestão democrática, participativa e de articulação da rede de proteção social.
Bibliografia Básica:
AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009.
BRANCO, Maria Luisa. A Escola Comunidade Educativa e a Formação dos Novos
Cidadãos. Inst. Piaget. 2007.
BUFFA, Ester. Instituições Escolares. Alinea. 2009.
Bibliografia Complementar:
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
ASSUMPÇÃO, Raiane. Educação Popular na Perspectiva Freiriana. Inst. Paulo
Freire. 2009.
BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008.
79
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
Paz e Terra. 2011.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011.
SOUZA, Dileno Dustan Lucas. Movimentos Sociais, ONGs e Educação Idéias e
Letras. 2009.
ESTÁGIO SUPERVISINADO EM GESTÃO ESCOLAR
Conjunto de experiências e vivências de trabalho em educação realizadas em
quaisquer instituições, programas, sala de aula, serviços de natureza educacional.
Essas experiências devem ser diversificadas tanto em relação aos espaços onde
serão desenvolvidas como em relação às funções realizadas, as quais deverão
necessariamente incluir as funções de ensino e de organização do trabalho
pedagógico.
10. INFRA-ESTRUTURA PARA O CURSO
A Faculdade de Mirandópolis oferece, através de seu Departamento de
Educação e da Unidade Acadêmica, uma infraestrutura física que viabiliza o
desenvolvimento do curso, aí se incluindo salas de aula, laboratórios, espaços de
convivência, além de contar com os espaços e equipamentos comuns na Faculdade,
como salão de atos e biblioteca central.
Com o desenvolvimento do curso, novos laboratórios, por exemplo, deverão
ser criados e implementados. No que diz respeito aos recursos humanos, o atual
quadro de docentes e de técnicos administrativos é suficiente em termos
quantitativos e competentemente qualificado.
10.1. Corpo Docente
A formação no curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura tem como
expectativa de campo de trabalho principal de seus egressos, a Educação Infantil e
os anos iniciais do Ensino Fundamental. Tal característica traz implicações para a
80
definição do perfil do corpo docente do curso. Outro elemento importante que se
relaciona a esta questão diz respeito à singularidade dos componentes que integram
a matriz curricular: todos os saberes relacionados às diferentes áreas do
conhecimento são recortados à luz das reflexões políticas e psicopedagógicas
pertinentes para a prática pedagógica nestes níveis de ensino. Esses dois
argumentos configuram a exigência de que os docentes que atuam no curso
apresentem no seu perfil profissional competências relacionadas à natureza da
formação definida neste projeto.
Em outras palavras, as características deste curso requerem docentes que
estejam inseridos no perfil identitário dos referidos níveis de ensino, aspecto de
fundamental importância para que seja reafirmado o compromisso da Faculdade
com a Educação Básica deste país. Nesta perspectiva, espera-se que tal profissional
tenha em seu perfil de formação uma experiência plural entre a área de educação e
a área de conhecimentos específicos.
A partir do exposto, recomenda-se que os docentes que atuarão no Curso de
Graduação em Pedagogia, Licenciatura integrem o atual Departamento de
Educação, da Faculdade de Mirandópolis. No caso das Unidades Acadêmicas,
embora não haja comprometimento com o sistema departamental, porque o desenho
institucional das unidades é diferente, também se recomenda que tais aspectos
sejam levados em consideração.
Na Faculdade de Mirandópolis, o corpo docente é constituído por professores ,
que atuam em outros cursos, não apenas no curso de Pedagogia, e apresenta um
nível excelente quanto à qualificação acadêmica. Dos seus professores , temos
Mestres, Mestranda e docentes com Especialização.
Assim, 100% dos professores possuem Pós-Graduação em seus diferentes
níveis.
11. AVALIAÇÃO DO CURSO
Independentemente da sistemática de avaliação adotada pelos órgãos centrais,
a Coordenação do Curso procederá, com a participação do corpo docente e
discente, a uma sistemática de avaliação contínua, com registro semestral, que
privilegie a análise dos processos e dos resultados, visando a garantir a abertura
para possíveis reajustes e futuras reformulações.
81
Uma Comissão Própria de Avaliação, formada por docentes, funcionários e
representantes discentes, avaliará, a partir de critérios e recursos previamente
discutidos pela comunidade acadêmica, os seguintes aspectos: a) o contexto do
curso – campo de trabalho, perfil do ingressante; b) finalidade do curso – alcance
dos objetivos e das estratégias, evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao
curso; c) resultado do projeto do curso –índice de evasão e reprovação e
desempenho dos egressos; d) aspectos técnico-administrativos e acadêmicos;
qualificação e desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativos;
e) instalações físicas.
11.1 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ACADÊMICO
A avaliação do desempenho escolar é realizada por disciplina e/ou outras
atividades acadêmicas, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento. O
aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e
dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares de disciplinas, provas e/ou
atividades acadêmicas e no exame final, quando for o caso.
Compete ao professor da disciplina e/ou coordenador de atividades elaborar os
exercícios escolares, sob forma de prova de avaliação e outros trabalhos, bem como
julgar-lhes os resultados. Os exercícios escolares ou provas, para efeito de
avaliação definitiva, serão em número de, pelo menos, dois durante o semestre
letivo.
O exame final será realizado ao fim de cada unidade de tempo (semestre
letivo), visando à avaliação do domínio do conjunto de estudos da disciplina e/ou
atividade acadêmica, e consta de prova escrita, ou prática, ou oral. Os exercícios
escolares podem equivaler, a critério do professor, à “prova de avaliação” na
disciplina.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau
numérico de zero (0) a dez (10), fracionada de cinco (5) em cinco (5) décimos.
Atribui-se nota zero (0) ao aluno que deixar de se submeter à verificação
prevista na data fixada (nos casos em que não haja justificativa considerada
adequada pelo colegiado do curso), bem como ao que nela se utilizar de meio
fraudulento.
Vedada para exame final, é permitida segunda chamada para qualquer prova
de avaliação, desde que haja motivo justo que comprove a falta à primeira chamada,
82
cabendo ao Coordenador do Colegiado de Curso o deferimento ou não do pedido,
que deverá ser feito por escrito, dentro de 48 (quarenta e oito) horas úteis após a
realização da primeira chamada, com o devido recolhimento de taxa específica,
homologado pela direção da FAM.
A verificação da aprendizagem, assim como a aprovação e a reprovação,
obedecem aos seguintes critérios, baseados na freqüência e aproveitamento:
-
É considerado aprovado e dispensado de exame final do período letivo, o
aluno com mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às aulas dadas
e/ou atividades acadêmicas, por disciplina, e média 7(sete) extraída das notas do
período;
-
É considerado aprovado o aluno com um mínimo de 75% (setenta e cinco por
cento) de freqüência e que, após realizar o exame final do período letivo obtiver
média final mínima de 5 (cinco).
-
É considerado reprovado na disciplina, ou disciplinas, o aluno com freqüência
inferior a 75% (setenta e cinco por cento), sendo conseqüentemente vedada a
prestação de exames finais.
Observadas as normas do Sistema Federal de Ensino e na forma como
disciplinar o CONSEPE, os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos
estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação
específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ser considerados
aprovados em disciplinas do currículo, desde que na avaliação obtenha, pelo menos,
grau de aproveitamento correspondente a 7 (sete), computada no seu Histórico
Escolar a carga horária total das disciplinas para efeito de integralização curricular.
O disposto no parágrafo precedente não exime o aluno de pagamento
correspondente ao valor da anuidade das disciplinas, além da taxa que venha a ser
estipulada para as despesas relativas à realização do referido exame especial.
O aluno reprovado em mais de 2 (duas) disciplinas por média inferior a 5
(cinco) e/ou freqüência inferior a 75%, deve repetir a série com as suas várias
denominações, sendo-lhe assegurada a dispensa da(s) disciplina(s) cursada(s) com
freqüência superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média 5 (cinco) ou superior.
Para efeito de promoção ao período seguinte dos cursos de graduação, o aluno
poderá ficar em dependência de até duas disciplinas lecionadas no período com as
suas várias denominações (série anual com oferta semestral, série anual, módulo)
imediatamente anterior, quer por insuficiência de freqüência, quer por notas.
83
O aluno dependente fica obrigado às mesmas exigências de freqüência e
aproveitamento previstos neste Regimento.
O regime de dependências está disciplinado no Regulamento Geral da
Faculdade de Mirandópolis.
A freqüência às aulas e demais atividades acadêmicas, permitida apenas aos
matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. Independentemente dos
demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina ou nas atividades
acadêmicas, o aluno que não obtenha freqüência de, no mínimo, 75% (setenta e
cinco por cento) às aulas e demais atividades programadas. A verificação, registro e
controle de freqüência, para o efeito do parágrafo anterior, são de responsabilidade
do professor ou do coordenador de atividades.
11.2 TCC - Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso que visa verificar a maturidade do aluno
com relação a determinado assunto, relacionado ao conjunto teórico da área de
conhecimento do curso de Pedagogia da FAM.
O que se observa, atualmente, é notória a dificuldade por parte dos alunos em
elaborar um trabalho com idéias claras, interessantes e bem apresentadas. Muitas
vezes o TCC apresenta-se como uma colagem de citações e repetições de frases de
autores consagrados. Uma das causas desta dificuldade reside em ler, efetivamente,
um texto, ou seja, compreender seu significado, o sentido amplo das idéias,
relacionar um artigo a outros, e assim por diante. Também é muito comum que
alunos tenham muito boas idéias, mas não consigam apresentá-las de maneira clara
e bem estruturada. O trabalho de orientação, envolvendo todos os docentes,
coordenação e direção, visa um trabalho efetivo com o aluno no sentido de
minimizar as dificuldades citadas. Além disso o trabalho proposto nas disciplinas
objetivam uma melhoria do raciocínio lógico do aluno.
11.3 Atividades Complementares
As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios do
Curso de Pedagogia da FAM que possibilitam o reconhecimento, por intermédio de
avaliação do Colegiado de Curso e da coordenação, das habilidades, conhecimento
e competências do alunado, compreendidas, inclusive, aquelas adquiridas fora do
84
âmbito da FAM, incluindo cursos, estudos e atividades independentes transversais,
opcionais e interdisciplinares, especialmente no tocante às relações profissionais,
nas ações de pesquisa e de ensino que associam teoria e prática e nas ações de
extensão desenvolvidas juntamente à comunidade.
As Atividades Complementares, cuja realização é indispensável à colação de
grau, serão planejadas de forma a propiciar que os alunos de graduação do Curso
de Pedagogia da FAM as realizem no decorrer dos três anos e meio (06 semestres
e meio letivos, exigindo-se, um total mínimo de 100 (cem) horas/aula.
As Atividades Complementares têm como objetivo principal estimular a
participação dos alunos em experiências diversificadas que possam contribuir para a
sua formação profissional. As cargas horárias obtidas pelos alunos devem ter
relação direta com os princípios fundamentais do Curso de Pedagogia da FAM e
serão lançadas no histórico escolar do aluno, desde que devidamente comprovadas.
As Atividades Complementares desdobram-se em três níveis: Ensino, Pesquisa
e Extensão. Devem ser realizadas na própria FAM ou outras instituições
conveniadas, bem como em outras instituições de notória reputação;
11.4 Monitorias e Iniciação Científica
11.4.1 Monitorias
Os programas de monitoria da FAM são dirigidos a alunos para o exercício das
atividades acadêmicas no curso de Pedagogia. O monitor é o aluno que apresenta
excelente aproveitamento e rendimento acadêmico que, através de bolsa auxílio,
desenvolve os trabalhos.
As atividades de monitoria deverão ser planejadas, orientadas e avaliadas pelo
professor responsável da disciplina através da elaboração do projeto, que deverá
encaminhar, a Coordenação, um plano de trabalho (semestral) para aprovação.
Condições para o Exercício da Monitoria
-
ser aluno regularmente matriculado no curso de graduação;
-
ter sido aprovado, com excelente aproveitamento, na disciplina em que irá
exercer a monitoria;
-
não incorrido em atos indisciplinares e pejorativos a Instituição de ensino;
85
-
não ter sido, anteriormente, dispensado da monitoria por descumprimento
de suas atribuições.
Atribuições do Monitor
-
desenvolver as atividades previstas no projeto elaborado pelo professor e
aprovado pela direção;
-
colaborar no processo de construção de conhecimento pedagógico da
disciplina para o qual foi indicado;
-
participar de atividades que propiciem o aprofundamento de seus
conhecimentos na disciplina, através de seminários, palestras;
-
assistir o professor na orientação de alunos, esclarecendo e auxiliando os
discentes nas atividades realizadas em salas de aula quando da sua participação no
plantão de dúvidas,
-
apresentar relatório das atividades realizadas com aprovação do professor
responsável.
Ao monitor é vedado assumir responsabilidade de aulas na FAM.
11.4.2 Iniciação Científica
O Núcleo de Pesquisa e Extensão da Faculdade de Mirandópolis, no uso das
atribuições, dispõe sobre normas para regulamentar o processo de apresentação e
execução.
É
considerado
projeto
de
iniciação
científica
o
planejamento
e
o
desenvolvimento de atividades de cunho teórico, metodológico ou prático que visem
aproximar o discente da pesquisa e da produção do conhecimento científico, com
duração previamente estabelecido entre 06 (seis) meses e 01 (um) ano.
O projeto de iniciação científica deve contemplar os seguintes requisitos:
I – Identificação.
II – Resumo.
III – Introdução.
IV – Justificativa.
V – Objetivos Gerais e Específicos.
V – Metodologia e Referencial Teórico.
VI – Bibliografia Básica.
VII – Cronograma de Atividades.
86
O projeto de iniciação científica deve ser encaminhado ao Núcleo de Pesquisa
e Extensão com anuência do orientador.
A análise do projeto ocorrerá de acordo com o processo estabelecido no
Art.12º do Regimento Geral de Pesquisa e Extensão.
O projeto de iniciação científica deverá ser concluído com a apresentação de
um relatório das atividades desenvolvidas.
O relatório de atividades deve contemplar os seguintes itens:
I) Capa;
II) Folha de Rosto;
III) Sumário;
IV) Introdução;
V) Descrição das Atividades Desenvolvidas;
VI) Considerações Finais;
VII) Referências Bibliográficas;
VIII) Anexos;
O relatório apresentado pelo discente deve vir acompanhado de parecer do
orientador.
O desrespeito aos prazos, objetivos e diretrizes por parte do proponente
implicará no cancelamento das atividades.
A emissão de certificados aos orientadores e orientandos dos projetos de
iniciação científica cujo relatório de atividades tenha sido aprovado fica a cargo do
Núcleo de Pesquisa e Extensão.
11.5 Sistema de Auto Avaliação
A Faculdade possui um Plano de Avaliação Institucional que prevê princípios,
procedimentos e critérios das dimensões relevantes do processo de ensinoaprendizagem, do processo de gestão, da avaliação de desempenho de funcionários
e docentes sob a ótica de um processo de avaliação embasado em duas lógicas:
-
Processo de avaliação interno que contará com a participação de toda a
comunidade acadêmica;
-
Processo de avaliação externa através de indicadores de avaliação
institucionalizados pelo MEC, Capes, CNPq, etc. além da opinião regular e periódica
de uma comissão de especialistas em Pedagogia. Os desdobramentos institucionais
87
advindos desta proposta serão oportunamente discutidos e aprovados pelos
conselhos competentes.
De maneira prática, será feita uma revisão dos conteúdos e procedimentos
curriculares do período anterior, bem como o planejamento para a etapa seguinte.
Logo, na qualidade de processo permanente, a avaliação será utilizada como
um instrumento para identificar problemas, para corrigir erros e para introduzir as
mudanças que signifiquem uma melhoria imediata da qualidade do ensino e da
instituição.
11.5.1 Objetivos do sistema de auto avaliação do curso
1.
Avaliar o projeto acadêmico e político do curso visando a melhoria da
qualidade de ensino, das atividades desenvolvidas nos projetos de ensino, pesquisa
e extensão;
2.
Fazer um diagnóstico constante das atividades do curso, visando a
identificação de seus problemas, das mudanças necessárias e as inovações
exigidas pelo mercado de trabalho;
3.
Sensibilizar constantemente os diferentes segmentos: professores,
funcionários e alunos, para a importância da avaliação como instrumento de
melhoria da qualidade e como recurso a ser utilizado para prestar contas aos
próprios alunos, seus pais e a sociedade em que o curso a ser reconhecido está
inserido;
4.
Fazer um diagnóstico permanente das atividades curriculares e extra-
curriculares a fim de verificar de que maneira elas atendem as necessidades do
mercado de trabalho; e
5.
Propor mudanças do projeto pedagógico ouvindo os alunos, professores e
funcionários técnico-administrativos e estimulando-os a participarem ativamente do
processo.
Assim o Sistema de Auto-Avaliação do Curso Superior de Pedagogia
desenvolve ações de avaliação institucional interna e externa, integra as dimensões
da
organização
didático-pedagógico,
o
corpo
docente,
discente,
técnico-
administrativo e egressos, inter-relacionando essas relações de compromisso social,
atividades de ensino, pesquisa e extensão, finalidades e responsabilidades sociais
do curso, e prioriza o caráter público de todos os procedimentos, dados, análise,
dos processos avaliativos.
88
Os resultados da avaliação institucional de modo geral devem constituir
referencial básico dos processos de ajustamento, coordenação e reorganização de
metas do projeto pedagógico do curso. Dessa forma, os resultados da Avaliação
Institucional auxiliarão no direcionamento da organização e reorganização do
processo didático, pedagógico e administrativo do curso de Administração.
As escolhas metodológicas do Sistema de Auto-Avaliação do curso Superior de
Pedagogia da Faculdade de Mirandópolis – FAM foram norteadas pelos seguintes
pressupostos:
-
Garantia de um clima de acolhimento ao Programa pelos segmentos da
comunidade acadêmica, o que lhes assegura a participação em todo o processo e a
utilização dos resultados;
-
Obtenção de dados quantitativos e qualitativos na coleta de informações,
objetivando à formulação de um diagnóstico institucional multidimensional;
-
Conjugação
das
avaliações
interna
e
externa,
como
vertentes
complementares inseparáveis, para reflexão sobre suas várias dimensões;
-
Acolhimento pela administração da Instituição das sugestões elencadas no
processo avaliativo.
A auto-avaliação do curso tem como objetivo geral avaliar a Instituição a partir
do ponto de vista da comunidade na qual está inserida e corrigir os problemas
existentes, detectados na realidade estudada e que interferem nas atividades
didático-pedagógicas e serviços da Instituição. Para tanto, são consideradas três
etapas no processo avaliativo: a primeira, de diagnóstico, quando é feita a análise
crítica de documentos, regimentos, dados numéricos e qualitativos de alunos,
professores, espaços físicos, materiais e plano de desenvolvimento; a segunda, a
auto-avaliação: envolvendo a comunidade acadêmica; e a terceira, a avaliação
externa.
11.6 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO DISCENTE
Constituem o corpo discente da Faculdade os alunos regularmente
matriculados no curso de Administração da FAM.
11.6.1 Apoio à participação em eventos
89
Sendo o acadêmico o principal elo de toda a corrente do processo-ensino
aprendizagem, a Faculdade de Mirandópolis oferece situações concretas de uma
possível qualificação do aluno, além daquela legal que o próprio diploma lhe
concede (licenciatura ou bacharelado) por meio de atividades acadêmicas de vários
formatos e ações:
1.
Convênios com firmas municipais e órgãos fomentadores de estágio
remunerado;
2.
Participação em projetos profissionalizantes (gestão, ensino, e outros);
3.
Iniciação científica;
4.
Participação
em
eventos
locais
(semanas
especiais,
congressos,
seminários e outros);
5.
Projetos de atividades complementares de inserção do aluno na
comunidade;
6.
Participação em órgãos de divulgação de atividades de ensino, pesquisa e
participação;
7.
Formação de habilidades na aquisição de conhecimentos de informática;
8.
Livre acesso à Internet e consultas;
9.
Aquisição de conhecimentos pontuais pelo manuseio de periódicos,
revistas e jornais;
10. Participação em atividades complementares (prática do aprender);
11. Participação em atividades de monitoria;
12. Participação em cursos preparatórios oferecidos pela Instituição.
Papel do Professor
Mediador e incentivador do grupo. Assim, o professor deverá orientar,
estimular, motivar, intervir sem dominar;
Papel do Aluno
Aprendizes com mais responsabilidade e comprometimento; construção da
própria aprendizagem; aprender a aprender; interagir com os colegas e professores;
pesquisar novos materiais; mais independentes.
11.6.2 Apoio didático pedagógico e psicopedagógico ao discente e docente
A FAM desenvolve um trabalho articulado entre coordenação, docentes e
discentes, buscando promover:
90
−
apoio didático aos docentes e discentes;
−
apoio psicopedagógico aos discentes;
−
o nivelamento dos alunos com dificuldade de aprendizagem.
Este trabalho é de caráter permanente e interdisciplinar. O apoio
psicopedagógico é feito por psicóloga que atua na instituição e as atividades de
nivelamento são realizadas pelos professores do curso de Pedagogia, e também
pelos professores do curso de Pedagogia.
Ações:
- Atendimento ao aluno com dificuldade de adaptação a disciplinas,
professores ou processo de avaliação;
Entrevistas com docentes, com a finalidade conhecer os professores e passar
a eles as orientações didáticas básicas no trato com os alunos, com a secretaria e
no preparo das aulas. As anotações feitas organizadas em fichas individuais;
− Capacitação em grupos, com temas definidos, com duração mais longa;
− Atendimento ao aluno com dificuldades específicas de estudo, entendimento
da matéria lecionada, que precisem de ajuda em bibliografias e indicações ou
orientações de estudos. A cada atendimento são preenchidas fichas individuais;
− Curso de redação de texto dissertativo, em horários que possam agregar
maior número de alunos.
Objetivos:
− Orientar o discente com vistas na melhoria das práticas relacionadas ao seu
aprendizado;
− Promover palestras aos alunos iniciantes de conscientização sobre
educação e ensino superior;
− Sensibilizar e despertar o discente para a pesquisa;
− Analisar e
diagnosticar deficiência
no aprendizado,
orientando
ou
encaminhando para o setor competente;
− Articular-se com todos os cursos que compõem a FAM e demais Instituições
da UNIESP.
O atendimento individual ocorre para aqueles que apresentem dificuldades
específicas de estudo, entendimento da matéria lecionada, que precisem de ajuda
em bibliografias e indicações ou orientação de estudos. A cada atendimento são
91
preenchidas fichas individuais. Há também um curso de redação de texto
dissertativo, em horários que possam agregar o maior número de alunos.
Apoio psicopedagógico aos discentes e docentes
É realizado atendimento individualizado nas questões pessoais que interferem
na vida acadêmica do discente, bem como do docente.
O psicólogo ajudará a identificar situações e comportamentos que afetem o
modo de ser do aluno, ou do professor, buscando outras possibilidades para novas
atuações através de reflexões e discussões sobre a dificuldade apresentada. O
conhecimento de si conduz a facilitação de ações para o aluno crescer enquanto ser
individual e coletivo.
Realiza apoio e orientação nas questões específicas e encaminhamento nas
questões extra-acadêmicas.
A psicologia contribui de forma diferenciada à educação, ao mesmo tempo,
sem divergir da proposta central da mesma: o desenvolvimento do indivíduo.
11.6.2.1 Mecanismos de nivelamento
O Programa Institucional de Nivelamento da FAM é concebido como um
Projeto de Apoio a alunos com deficiências de conteúdos do ensino fundamental e
médio. O programa tem como finalidade a de acompanhar os alunos com
dificuldades nas áreas de Humanas (Língua Portuguesa) e Exatas (Matemática), a
priori, eleitas como essenciais para a compreensão dos demais conteúdos pelos
discentes dos vários cursos quando do ingresso na instituição.
A missão do programa é a de favorecer o ingresso dos estudantes no nível
superior de ensino e a de fornecer conhecimentos basilares em Língua Portuguesa e
Matemática para o bom desenvolvimento dos alunos em disciplinas do curso
superior, uma vez que tais conteúdos são pré-requisitos imprescindíveis. O
Programa Institucional de Nivelamento da FAM rege-se pelo presente regimento,
pelos estatutos da mantenedora e pelas legislações educacionais vigentes.
Objetivos
O Programa Institucional de Nivelamento da FAM destina-se a:
92
I – alunos com defasagem de aprendizagem nas áreas de Língua Portuguesa e
Matemática, que queiram ingressar em um dos cursos oferecidos
desde que
respeitadas as exigências legais para o ingresso;
II - alunos já matriculados nos cursos de graduação da Faculdade de
Mirandópolis.
Os Cursos de Nivelamento visam a:
I - possibilitar ao aluno a revisão dos conteúdos básicos das disciplinas de
Matemática e Língua Portuguesa, enfatizando os seus fundamentos por meio de
estratégias e atividades pedagógicas a serem desenvolvidas;
II - reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nas primeiras
séries do curso;
III - reorientar o processo de ensino e aprendizagem, por meio da adoção de
métodos pedagógicos diferenciados;
IV - resgatar os conteúdos não assimilados pelo aluno advindos do Ensino
Médio, essenciais ao aprendizado universitário;
V - proporcionar ao aluno a oportunidade de superar as dificuldades à medida
que se constate a insuficiência de aproveitamento em alguma disciplina do curso de
graduação.
As aulas e demais atividades de nivelamento serão organizadas e realizadas
na Instituição de Ensino Superior para todos os alunos, que demandem capacitação
nas referidas disciplinas, independentemente do curso que queiram cursar ou que já
estejam matriculados.
É de competência professores e Coordenadores de curso, em atuação
conjunta os, identificar os alunos que necessitam desse suporte, oferecendo-lhes
este serviço, sem caráter obrigatório ou custo adicional.
Carga horária
As atividades dos projetos de nivelamento serão organizadas e ofertadas em
dois momentos específicos:
I – antes do início do ano letivo, para alunos que não conseguiram classificação
no vestibular da FAM, em data estipulada pela Diretoria Acadêmica, para que
possam refazer o concurso vestibular e tentar obter uma possível aprovação para o
ingresso no curso escolhido;
93
II – em dias paralelos às atividades letivas dos cursos de graduação, para
alunos já matriculados, em horários especiais, não coincidentes com os de
atividades normais do curso, consistindo em aulas, reuniões e outras formas de
ensino.
Professores
As coordenações de curso poderão incluir nas atividades, alunos monitores,
estagiários de cursos de licenciatura, bolsistas, e/ou alunos voluntários das áreas
respectivas.
Os professores envolvidos nos projetos de nivelamento serão incumbidos de:
I - organizar as execuções das aulas, de elaborar o material necessário para as
atividades;
II - avaliar cada etapa do processo;
III - encaminhar relatório em formulário específico para a Direção Geral da
Unidade, destacando os resultados alcançados na execução do Programa de
Nivelamento.
11.7 Acompanhamento de Egressos
O acompanhamento dos alunos egressos será realizado pelos professores,
que ficará responsável pelo acompanhamento dos alunos egressos, mantendo a
convivência acadêmica com os mesmos, através de convites para palestras,
seminários, mini-cursos, oferta de novos cursos pela Instituição, dentre outros.
11.8 Meios de divulgação de trabalhos e produções de alunos
A atenção ao estudante, com relação à divulgação de trabalhos e produção é
pontual. Ela acontece na medida em que surge o interesse em combinação com a
necessidade discente e possibilidade de divulgação em órgão próprio da Instituição –
Informativo Acadêmico, que está em sua 12ª edição. Este informativo tem logística de
distribuição de considerado alcance, pelos jornais, suplementos, malas diretas, etc. em
toda a região.
94
Outro projeto implantado é a Revista Eletrônica “Saber Acadêmico”, que está
na sua 4ª edição, coordenada pelo NUPE – Núcleo de Pesquisa e Extensão da
FAPEPE, um espaço on line onde são divulgados e publicados os melhores
trabalhos dos docentes e discentes da Faculdade de Presidente Prudente, com
abertura para publicações das demais Faculdades Parceiras da UNIESP.
A
Saber
Acadêmico
caracteriza-se
por
ser
uma
revista
eletrônica
multidisciplinar que conta com publicações de docentes e discentes da UNIESP e da
comunidade científica em geral. De modo amplo, a revista preocupa-se com a
honestidade intelectual, o espírito acadêmico e o formato científico. Seu grande
objetivo é refletir sobre os dilemas e as limitações que impedem o desenvolvimento
regional. No entanto, seu eixo de preocupações também contempla questões
políticas, culturais e religiosas que estão presentes de maneira marcante na nossa
formação social. A revista conta com os seguintes tipos de colaboração:

Artigos;

Relatos;

Resenhas;

Sínteses;

Contos e Poemas;
11.9 Diretório Acadêmico
O Diretório Acadêmico deverá manter estreita comunicação com profissional
docente do Curso de Pedagogia no sentido de amparar, ouvir e orientar os
discentes.
Seu papel principal é filtrar as informações, mediar conflitos, criar novas
possibilidades
de
ascensão
ao
discente
e
direcionar aos departamentos
competentes.
O DA promove integração dos discentes no inicio de cada semestre, e é
responsável pelo Trote Filantrópico, adotado na Instituição.
Tem participação efetiva nas atividades do calendário acadêmico, nas
atividades complementares e nos cerimoniais de conclusão de curso.
11.10 Central de Estágio e treinamento profissional
95
A Coordenação do Curso de Pedagogia mantém estreita relação com as
instituições locais e, através do banco de dados dos alunos encaminhar para
estágios.
O objetivo é propiciar aos estudantes uma maior, mais ágil e atualizada
interface com o mercado de trabalho, através do fomento da atividade de estágio e
colocação dos seus alunos. Como parte integrante de sua política de ação, os
órgãos acima têm estabelecido e consolidado importantes parcerias com
organizações públicas, privadas e do terceiro setor nos mais variados ramos de
atividade, objetivando facilitar o processo de capacitação do educando, de forma a
se tornar bem sucedida, ética e produtiva sua atuação profissional na sociedade.
11.11 Núcleo de estágios acadêmico supervisionado
Este profissional docente da Instituição atua com o objetivo de documentar,
registrar e acompanhar o estágio do discente na unidade de ensino escolhida.
O discente realiza todas as atividades da área docente, tais como observação,
regência, acompanhamento de tarefas, etc.
São feitos os relatórios dos responsáveis nas unidades de ensino e repassados
a este coordenador, que controla, monitora e arquiva estes documentos.
ANEXOS
96
ANEXO I
UNIESP- FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
MANUAL DE
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE
PEDAGOGIA
Atividades de estágios curriculares supervisionados
97
Introdução
O estágio curricular supervisionado deverá ser um momento de crescimento
profissional, constituindo-se numa atividade interativa e participante, considerando
principalmente a elaboração de projetos, desenvolvidos pelos estagiários orientados
pelo supervisor de estágio da Faculdade de Mirandópolis e o corpo docente das
escolas campo. Ao mesmo tempo em que se enfoca a integração, teórico-prática, na
formação de nosso aluno.
Essa nova concepção de estágio curricular supervisionado tem como meta
elaborar projetos que serão estabelecidos a partir das prioridades das escolas em
que o aluno irá estagiar. Não é um projeto pronto e acabado, mas, um projeto que
suscita constante troca de experiências e que por isso está em permanente
construção.
A proposta do estágio curricular supervisionado do curso de Pedagogia
busca a formação de um profissional capaz de:
Entender os novos parâmetros da cultura como atividade humana,
como prática de produção e de criação;
Compreender o processo de trabalho pedagógico que ocorre nas
condições da escola, da educação formal e não-formal e as condições
de desenvolvimento da criança e do adolescente;
Compreender a dinâmica da realidade, utilizando-se das diferentes
áreas do conhecimento para produzir a teoria pedagógica;
Identificar os processos pedagógicos que se desenvolvem na prática
social concreta que ocorrem nas instituições escolares e também fora
delas, nos movimentos sociais;
Equacionar os fundamentos das políticas públicas, em especial no
campo educacional e, a partir dela, intervir nas diferentes instâncias em
nível dos sistemas municipal, estadual e federal, em condições de
propor/ alterar/ contrapor condições de desenvolvimento pleno ao
indivíduo;
98
Buscar articuladores que garantam a unidade teoria / prática no
trabalho pedagógico, tendo parâmetros claros que orientem a tomada
de decisão em relação às escolas-campo de estágio;
Vivenciar o trabalho coletivo e interdisciplinar no trabalho
pedagógico, de forma interrogativa e investigativa, contribuindo para a
construção de saberes e conhecimentos no campo educacional; o
estágio supervisionado deve ter como referencial o eixo curricular
considerando a necessidade de desenvolver um trabalho coletivo e
interdisciplinar entre os docentes da Universidade, a fim de que possa
ocorrer a produção do conhecimento por parte do estudante e a
formação do professor investigador capaz de pensar, repensar e
transformar a relação teoria-prática.
O projeto de estágio curricular supervisionado considera necessária a
constituição de um fórum de discussão, onde se estabeleça os seguintes objetivos:
Estabelecer relações entre as questões teóricas propostas pelas
disciplinas técnico-pedagógicas com a práxis docente;
Observar e analisar a relação pedagógica na organização escolar;
Observar as ações educativas desenvolvidas coletivamente nas
instituições na busca da qualidade do ensino;
Reconhecer que a ação educativa deve ser planejada de modo
integrado;
Desenvolver atividades de observação, participação, pesquisa e
outras complementares de forma a garantir uma análise crítica em
relação ao contexto escolar;
Observar alunos de vários níveis de desenvolvimento físico,
pedagógico, psicológico e social, caracterizando essa diferenciação
como
uma
variável
a
ser
considerada
no
processo
ensino-
aprendizagem;
Propiciar a participação em atividades de extensão-congressos,
palestras, simpósios, visitas a escolas/ instituições de diferentes
99
metodologias, oficinas pedagógicas e cursos afins, visando ao
enriquecimento da formação acadêmica;
Compreender como funcionam as atividades pedagógicas em
espaços vivenciais - brinquedoteca, oficinas de capacitação, minicursos em escolas e instituições afins, como atividades extensionistas.
Campo de Atuação
O campo de atuação do aluno estagiário, atendida a especificidade desse
curso, abrangerá:
Escolas de Ensino de Educação Básica;
Órgãos Intermediários e/ou Centrais dos Sistemas Públicos de
Ensino Federal, Estadual e Municipal.
Documentação
A FAM de Mirandópolis fornecerá aos seus alunos os seguintes documentos
para realização da prática de estágio nos órgãos do sistema e /ou unidade Escolar:
Ofício
Através de Ofício, a Direção da Instituição de Ensino Superior solicita
autorização aos gestores das unidades escolares e dos órgãos intermediários e/ou
centrais dos sistemas públicos de ensino federal, estadual e municipal para que seus
alunos realizem o estágio neste órgão e/ou unidade escolar. O ofício deve ser
entregue ao responsável pelo órgão e/ou unidade onde o aluno estagiará.
Credenciamento
Esse documento se compõe de três partes. Na primeira, a FAM apresenta
seu aluno e o credencia para solicitar autorização ao órgão e/ou unidade escolar. Na
segunda parte, o aluno estagiário preenche formulário fornecendo dados pessoais e
informações sobre o estágio que pretende realizar e identificando o órgão do
estágio. Na terceira, deve ser autorizado o estágio pelo responsável do órgão e/ou
unidade escolar.
Ficha de estágio
A ficha de estágio comprova o período e o local da realização, bem como
identifica os assuntos tratados. O aluno estagiário fará o preenchimento de todas as
atividades desenvolvidas e assinatura dos responsáveis competentes na unidade
escolar e/ou dos sistemas públicos de ensino.
100
Nessa ficha deve constar:
carimbo do órgão e/ou unidade escolar e a assinatura do respectivo
responsável,devidamente credenciado (com carimbo); o registro do
total de horas em cada ficha; assinatura em todas as fichas (Diretor de
Escola e/ou responsável dos órgãos públicos de ensino);
as fichas não serão aceitas com rasuras; devem ser preenchidas na
ordem cronológica, e sua assinatura no campo indicado.
Obs.: O ofício, o credenciamento e as fichas de controle e demais
documentos complementares estarão disponibilizados na pasta do professor.
Participação do Estagiário
O estagiário deve desenvolver um projeto de estágio na unidade escolar e/ou
órgão público de ensino, campo de atuação do estágio, que será desenvolvido de
forma conjunta com a escola-campo, estagiário e supervisor de estágio.
O desenvolvimento do projeto de estágio tem como eixos temáticos
balizadores de ações, a formação de gestores escolares e a relação escolacomunidade. Esse eixo possibilita o desenvolvimento de projetos pertinentes a
questões do cotidiano da escola e dos sistemas de ensino, que apresenta um
inúmeras situações de conflito que exigem aprofundamento na reflexão e novas
proposições de enfrentamento.
Esse eixo propõe a verificação das demandas que a escola-campo apresenta,
pertinentes as questões da formação de gestores escolares e da relação escolacomunidade, estabelecendo projetos de ação conjunta com a escola campo,
estagiário e supervisor de estágio, dentro das possibilidades e limites do processo
de estágio. Não é pretensão do projeto de estágio solucionar todos os problemas,
mas ser agente colaborador na construção de ações colaborativas.
Relações Escola-Comunidade
Nesse eixo norteador, o estágio pode colaborar na construção de projetos
específicos
relacionados
à
articulação
escola-comunidade,
considerando
principalmente a família.
A participação e colaboração na construção do projeto político-pedagógico da
escola-campo, pode ser significativo, tanto do ponto de vista do estagiário, que
101
repensa teoria e sistematiza a prática, quanto por parte da escola, que tem a
colaboração na elaboração/ execução do projeto.
Pretende-se articular, dessa forma, os elementos das instituições envolvidas
num processo compartilhado de produção de conhecimento, acerca das questões
colocadas pelo trabalho pedagógico tendo como referencial a própria dinâmica
escolar.
Esse eixo deve ainda, valorizar as relações interpessoais da escola como um
todo e, para tanto, devem ser contemplados os seguintes aspectos: caracterização
da escola, análise do regimento escolar, plano escolar, projeto pedagógico,
observando-se adequação pedagógica às demandas da comunidade, os recursos
didáticos, sistema de avaliação e o processo de recuperação.
Para a realização do estágio cumpre observar que a participação do aluno no
contexto global da escola se faz necessária em atividades de observação na
biblioteca, nos laboratórios, nos trabalhos desenvolvidos em sala de aula, nas
relações interpessoais entre alunos, diretor, pais e coordenador, e na formação
continuada dos professores das escolas-campo.
Desenvolvimento do Estágio:
Para o desenvolvimento do projeto de estágio, articulado aos eixos
temáticos, o estágio deverá se constituir nas seguintes ações.
Caracterização da escola:
A caracterização permite ao aluno conhecer a escola no seu contexto global,
identificar os problemas emergenciais da escola, o perfil da comunidade escola,
pais, alunos, professores, gestores e o do projeto político-pedagógico da escola
campo. Assim, realiza-se um diagnóstico da escola, a fim de pautar suas
prioridades.
Realizada a caracterização e feitas a análise e a discussão dos elementos da
caracterização, o próximo passo consiste em identificar as demandas da escola.
Diagnóstico da escola:
O diagnóstico inicia-se concomitantemente à caracterização. Para traçar o
perfil do diagnóstico são necessários reuniões com os responsáveis pela ação
didático-pedagógica da escola: corpo docente, coordenador e diretor. As reuniões
devem priorizar as necessidades emergenciais da escola, bem como definir com o
102
grupo de estagiários e o supervisor de estágio quais são os projetos que podem ser
elaborados, na tentativa de minimizar ou resolver os conflitos apontados.
O estagiário deve ser um colaborador auxiliando o corpo gestor, docente e
discente da escola no encaminhamento das propostas, considerando-se sempre as
suas limitações, e suas especificidades.
Dentre as ações do estagiário, para traçar o diagnóstico da escola, ressaltase a observação das aulas, das reuniões pedagógicas e da gestão escolar. A
observação é uma parte essencial do estágio, pois permite traçar, o diagnóstico e o
perfil da escola campo de estágio para o desenvolvimento do projeto.
Relatórios de atividades realizadas durante o estágio curricular
supervisionado.
O aluno deve apresentar relatório de todo o processo relativo às ações do
estágio.
A apresentação do relatório se constitui numa atividade que faz o aluno
repensar sua prática, recordar dados, analisar situações, associar a teoria e prática.
O relatório deve ser elaborado com o objetivo de analisar a prática realizada.
Mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento do estágio.
É a ficha de estágio que comprova o período e o local da realização do
estágio, bem como identifica os assuntos tratados.
Nessa ficha deve constar:
O carimbo do órgão e/ou unidade escolar e a assinatura do
respectivo responsável devidamente credenciado (com carimbo) e o
registro do total de horas;
A assinatura em todas as fichas (Diretor de Escola e/ou autoridade
competente);
As fichas não serão aceitas com rasuras; devendo ser preenchidas
na ordem cronológica, contendo foto atual do estagiário e sua
assinatura no campo indicado.
Relação aluno/professor na orientação de estágio.
A orientação dos alunos será feita constantemente, através do Aluno em
horários pré-estabelecido. Os alunos serão atendidos individualmente e/ou em
103
grupos, de acordo. No início de cada semestre serão realizadas reuniões
para
conhecer e esclarecer os procedimentos de realização do estágio junto aos alunos.
104
CARACTERIZAÇÂO DA ESCOLA
1. Dados Gerais:
Nome do Estabelecimento:
----------------------------------------------------------------------------------------------------Endereço (rua, número, bairro, cidade):
Entidade Mantenedora:
( ) Estadual
( ) Municipal
( ) Fundação
( ) Federal
( ) Particular
( ) Convênio
Diretoria
a
que
pertence:
_______________________________________________
Períodos
de
Funcionamento:
____________________________________________
( ) Manhã
( ) Tarde
( ) Vespertino
( ) Noite
Graus que a escola mantém:
( ) Educação Infantil
( ) Ensino Fundamental
( ) Ensino Médio
Número de alunos e classe:
Nº de classes de Educação Infantil: ______________Total de alunos:
_____________
Nº de classes de Ensino Fundamental ____________ Total de alunos:
_____________
Nº de classes de Ensino Médio: ____________ Total de alunos: _____________
Média de alunos por classe:
Ensino Infantil : _________ Ensino Fundamental:__________Ensino Médio:
________
105
Zona de localização:
( ) Residencial
( ) Comercial
( ) Industrial
Regime de funcionamento:
( ) Externato
( ) Semi-Internato
( ) Internato
2. Aspecto Material:
Prédio:
( ) Construído especialmente para a escola
( ) Adaptado
( ) Tipo de construção ( alvenaria, madeira, etc) :
_________________________________
- Atende às necessidades da Escola?
( ) Sim
( ) Não
( ) Razoavelmente
( ) Regular
( ) Ruim
- Conservação:
( ) Boa
- Número de Pavimentos: ______________________
- Número de Sala de Aulas: ____________________
- Salas ou Ambientes Especiais:
( ) Sim
( ) Não
( )
Quais:________________________________
- Área livre para recreação: ( ) Sim
( ) Não
Dependência para serviços técnicos:
( ) Orientação Educacional
( ) Biblioteca
( ) Assistência Pedagógica
106
( ) Outros (especificar):
____________________________________________________
Dependência para Serviços Técnicos:
- Lavatórios:
( ) Adequados
( ) Adaptados
( ) Não
( ) Adequados
( ) Adaptados
( ) Não
( ) Adequados
( ) Adaptados
( ) Não
possui
- Vasos Sanitários:
possui
- Chuveiros:
possui
Áreas disponíveis:
- Para Educação Física:
( ) Quadra coberta
( ) Quadra descoberta
( ) Piscina
( ) Campo de futebol
( ) Tanque de areia
( ) Play
Ground
- Para Recreio:
( ) cimentada
( ) Gramada
( ) Areia
( ) Terra
Outras Dependências: (especificar- brinquedoteca, sala de jogos lúdicos etc.):
_________________________________________________________________
_________________________________________________________
Procedência
da
água
(especificar)
:
_________________________________________
Filtros e bebedouros:
( ) suficientes
Mobiliários adequados : ( ) sim
( ) insuficientes
( ) Não
Equipamento audiovisual:
( ) Projetor de slides
( ) retroprojetor
( )
gravador
( ) projetor de filmes
( ) Som
( ) vídeo
- Os equipamentos são em número
suficiente?____________________________________
107
- Quais os professores que utilizam os equipamentos com maior freqüência?
_______________________________________________________________
3. Serviços Prestados à clientela:
( ) Serviço Médico
( ) Serviço Dentário
( )
( ) Orientação Educacional
( )
cozinha
( ) Assistência Social
Cantina
( ) Curso de extensão ( p/alunos-especificar) :
___________________________________
___________________________________________________________________
______
( ) Curso para os pais
( ) Reunião com os pais
4. Associação de pais e mestres:
( ) sim
( ) não
- colabora com a
Escola?_____________________________________________________
5. Assistência Pedagógica:
- Como é
desenvolvida?____________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________
6. Recursos Humanos :
Diretor
( ) Efetivo
( ) Contratado
( ) Designado
Principais Funções:
_________________________________________________________
108
___________________________________________________________________
___________________________________________________________
Assistente do Diretor: ( ) Efetivo
( ) Contratado
( )
Designado
Principais Funções:
_________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________
Coordenador Pedagógico: ( ) Efetivo
( ) Contratado
( )
Designado
Principais Funções:
_________________________________________________________
Orientador Educacional:
( ) Efetivo
( ) Contratado
( )
Designado
Psicólogo:
( ) Efetivo
( ) Contratado
( ) Designado
7. Corpo Docente:
Total de Professores: _________________
Total de efetivos: ___________________
Total de admitidos: ______________
Professores estáveis: _____________
Professores Eventuais: ___________
- Formação do corpo docente: do total dos professores quantos têm:
Magistério – ensino Médio: ____________
Graduação: _______________
Especialização:____________
Pós- Graduação: Lato Senso: __________
Strictu Sensu: ___________
109
8. Pessoal Administrativo e de Serviços Auxiliares:
Secretário
(
)
Sim
(
)
Não
Quantos?_________
Escriturário
( ) Sim
Tesoureiro
(
( ) Não
)
Sim
Quantos?_________
(
)
Não
Quantos?_________
Aux. Tesouraria
( ) Sim
( ) Não
Quantos?_________
Zelador
( ) Sim
( ) Não
Quantos?_________
Serventes
(
)
Sim
(
)
Não
Quantos?_________
Inspetor
( ) Sim
( ) Não
Quantos?_________
9. Outros Dados:
Responsáveis pelo estabelecimento de critério para:
- Matrícula: ______________________________________
- Organização de classe: ____________________________
- Atribuição de classes a professores: ___________________
- Organização de horários: ______________________
Responsáveis pela atribuição de tarefas:
-
Ao Secretário: _______________________________
-
Ao escriturário: _____________________________
-
Ao Inspetor de alunos: ________________________
-
Servente / Zelador: ___________________________
Seleção de alunos- Qual o critério?
( ) vestibulinho
( ) proximidade da casa
( ) inscrição por ordem de apresentação do aluno
( ) Outro: Especificar:
_______________________________________________________
110
Controle do trabalho Docente: ( ) Sim
( ) Não
- como é feito?
_____________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________
Reunião de Professores
( ) Semanais
( ) Mensais
- como são realizadas:
_______________________________________________________
- quem coordenada as reuniões:
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
FICHA DE OBSERVAÇÃO:
Dados de Identificação:
Estabelecimento:
___________________________________________________________
Professor(a):
______________________________________________________________
Série: _________ Grau:______________________ Data: ___/___/___
Atividade, área de Estudo ou Disciplina:
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
1. Objetivos:
______________________________________________________________
111
___________________________________________________________________
___________________________________________________________
2. Conteúdo:
______________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
_______________________________________________________
3. Metodologia:
____________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________
4. Recursos Didáticos :
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
_______________________________________________________5. Desenvolvimento da aula(s):
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________
6. Avaliação da aula pelo estagiário:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________
7. Críticas e observações:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________
112
FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de
06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005
Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006,
D.O.U. de 24/05/2006
Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de
26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008
Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 37019110
I – COMPROVAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Identificação do Estagiário:
Nome:___________________________________________________________
Curso: ______________________
R.A. _______________
Termo: ___________________
Data: ____/____/______
Registro de Realização do Estágio Supervisionado
Série
Carga Horária
Desenvolvida
Assinatura do
Professor de
Estágio - FAM
1º
2º
3º
4º
Total Geral
Coordenador(a) Responsável pelo Estágio Supervisionado
113
FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005
Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006
Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008
Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 3701-9110
__________________________________________________
II- Estágio de Observação
Ficha de Controle – Registro de Comparecimento na Unidade Escolar
Escola:___________________________________________________________
Endereço:________________________________________________________
Estagiário(a): ______________________________________ RA:____________________
Data: ____/____/______
Data
Nível
Nº H/A
Atividades
desenvolv. e
Componente
Curricular
Prof. da sala
responsável
Supervisor de
Estágio
Carimbo da Escola
Assinatura do Diretor da Escola
114
FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005
Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006
Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008
Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 3701-9110
III-
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Estagiário(a):----------------------------------------------------------------------- Termo:----------RA: --------------------------
Data
H/A
Data:------------------------------
Atividades Desenvolvidas
Ass:Coordenador
de Estagio
---------------------------------------------Geuza Garcia dos Santos
Coordenador(a) Responsável pelo Estágio Supervisionado
115
FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
Administração: Reconhecido pela Portaria nº 4218, de 06/12/2005, D.O.U. de 07/12/2005
Pedagogia: Reconhecido pela Portaria nº 42, de 22/05/2006, D.O.U. de 24/05/2006
Serviço Social: Autorizado pela Portaria nº 380, de 26/05/2008, D.O.U. de 27/05/2008
Entidade Mantenedora: Instituto Educacional do Estado de São Paulo - IESP
CNPJ - 63.083.869/0004-00
Av. São Paulo, nº 965 – Nogara – Mirandópolis – SP – CEP 16800-000 – Fone (18) 3701-9110 –
IV – RELATÓRIO SUSCINTO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO
Identificação do Estagiário:
Estagiário(a):_____________________________________________________
Curso: ______________________
R.A. _______________
Data
Nº Horas
Termo: ___________________
Data: ____/____/______
Atividade
Rubrica do
Professor de
Estágio - FAM
--------------------------------------------Geuza Garcia dos Santos
Coordenador(a) Responsável pelo Estágio Supervisionado
116
ANEXO II
MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Sumário
INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 119
1. REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO .......... 121
1.1 Apresentação Gráfica do Trabalho .................................................................... 121
1.2 Formatação de títulos ........................................................................................ 122
1.3 Espaço entre títulos e texto ............................................................................... 123
2 O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA........................................................... 125
2.1 Estrutura do projeto de pesquisa científica ....................................................... 125
2.2 Elaboração do projeto de pesquisa ................................................................... 128
3 RELATÓRIO DA PRÉVIA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ......... 132
3.1 A estrutura do Relatório da Prévia do TCC ....................................................... 132
3.2 Elaboração do Relatório da Prévia do TCC....................................................... 133
4 DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO
DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ..................................................... 136
4.1 A estrutura da Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso....................... 136
4.1.1 Capa ........................................................................................................... 137
4.1.2 Contracapa ou folha de rosto ...................................................................... 138
4.1.3 Ficha Catalográfica ..................................................................................... 141
4.1.4 Errata .......................................................................................................... 141
4.1.5 Dedicatória.................................................................................................. 144
4.1.6 Agradecimentos .......................................................................................... 145
4.1.7 Epígrafe ...................................................................................................... 146
4.1.8 Resumo em língua vernácula ..................................................................... 147
4.1.9 Resumo na língua estrangeira .................................................................... 148
4.1.10 Lista de Ilustrações, tabelas e quadros..................................................... 149
4.1.11 Lista de abreviaturas e siglas ................................................................... 151
4.2 Elementos textuais ............................................................................................ 153
4.2.1 A subdivisão de seções .............................................................................. 155
4.2.2 Citações ...................................................................................................... 156
117
4.2.3 Notas de Rodapé ........................................................................................ 159
4.3 Elementos pós-textuais ..................................................................................... 161
4.3.1 Referências bibliográficas ........................................................................... 161
4.3.2 Bibliografia .................................................................................................. 162
4.3.3 Apêndices e Anexos ................................................................................... 162
4.4 Normalização das referências bibliográficas ..................................................... 164
4.4.1 Apresentação dos elementos da referência ................................................ 164
4.5 Transcrição dos elementos ............................................................................... 166
4.5.1 Livros .......................................................................................................... 166
4.5.2 Instituições, Entidades e Órgãos Governamentais ..................................... 171
4.5.3 Publicações seriadas: revistas, jornais, etc. ............................................... 173
4.5.4 Anais, congressos, simpósios e encontros ................................................. 176
4.5.5 Dissertações e teses................................................................................... 177
4.5.6 Referência Legislativa................................................................................. 178
4.5.7 Referências com notas especiais ............................................................... 180
4.5.8 Materiais Especiais ..................................................................................... 183
4.5.9 Referências bibliográficas de documentos obtidos por meio eletrônico ..... 186
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................ 194
118
INTRODUÇÃO
A pesquisa, nos últimos tempos vem ganhando novos espaços na vida
acadêmica e profissional, tornando-se um instrumento imprescindível para a
construção teórico-prático essencial para proposição de mudanças na sociedade,
calcada no tripé: Pesquisa, Ensino e Extensão.
Neste sentido, o presente Guia prático da Faculdade de Mirandópolis –
FAM / UNIESP, tem por objetivo principal apresentar aos professores e alunos as
normas de elaboração de referências, citações atendendo aos padrões técnicos
estabelecidos para construção do trabalho acadêmico e científico.
A referência principal para a construção deste são as normas utilizadas
pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), uma instituição privada
fundada em 1940, sem fins lucrativos e atualmente, responsável pela
normalização técnica no Brasil, fomentando o setor técnico nacional.
Porém, as normas da ABNT estão em constantes mudanças,
acompanhando o progresso tecnológico e científico, sendo assim, mesmo tendo o
apoio deste material, sugere-se que o acadêmico consulte regularmente as
normas nacionais, especialmente, tratando-se de publicações que extrapolem os
limites desta Instituição.
São apresentadas as regras gerais de apresentação de trabalhos
científicos, a estrutura técnica de pré-projeto e projeto de pesquisa científica e a
estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso.
No Tópico primeiro são comentadas as regras gerais dos trabalhos
científicos, padronizados pela ABNT.
O segundo e terceiro tópicos tratam, respectivamente, do projeto de
pesquisa científica, cujo intuito, é esclarecer dúvidas quanto à estrutura destes
trabalhos. A normalização da estrutura pré-textual está explicada com detalhes no
tópico
quarto interessante a todos aqueles que pretendem normalizar a parte
técnica de seus trabalhos.
119
120
1. REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO
1.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO
A apresentação gráfica refere-se a como o trabalho será apresentado em
sua estrutura. Para a impressão do trabalho, usar papel branco, formato A4 (21 x
29,7 cm), utilizando apenas o anverso da folha (exceto a folha de rosto). Para a
impressão recomenda-se usar tinta na cor preta (exceto ilustração).
As medidas para as margens devem ser: margem esquerda 3 cm,
margem superior 3 cm, margem direita 2 cm e inferior 2 cm.
Para a digitação do trabalho, usar fonte Arial, tamanho 12 e tamanho
10 para as citações com mais de 3 linhas, notas explicativas, legendas e tabelas.
A linha inicial de cada parágrafo distancia-se da margem esquerda com
2 cm.
No espaçamento, entre linhas deve ser: - Espaçamento Antes e
Depois 0 pt e espaço de 1,5 cm do início ao fim do trabalho e (exceto nos casos
de citações diretas).
Citações com mais de três linhas: deve ser digitada com espaço
simples, recuo de 4 cm da margem esquerda, sem aspas e com fonte tamanho 10
e a indicação da fonte deve ser colocada em tamanho 12.
As notas de rodapé: devem ser colocadas devem ser colocadas ao pé
da página, escritos com espaço simples, tamanho da fonte 10, separados do
corpo por um traço horizontal contínuo de 5 cm, aproximadamente, iniciando-se
na margem esquerda da folha de papel.
As referências bibliográficas: devem ser digitadas com espaço
simples e separadas com um <<enter>> tamanho 12, espaçamento simples,
antes e depois 0 pt, alinhamento justificado.
As legendas das ilustrações e tabelas: devem ser digitadas com
espaço simples, tamanho 10, centralizado, negrito e itálico.
Quanto à paginação, devem ser contadas, sequencialmente, todas as
páginas a partir da folha de rosto. No entanto, somente são numeradas a partir
121
da primeira folha da parte textual, ou seja, da introdução. Os números devem
ser impressos no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, em
algarismos arábicos com fonte menor que a do texto.
Ficha catalográfica: deve ser impressa no verso da folha de rosto
(conforme a página 22).
A natureza, objetivo, instituição e área de concentração: quando
apresentado na folha de rosto e na folha de aprovação (monografia), deve ficar
alinhado justificado com recuo a esquerda de 8 cm, fonte tamanho 12 e digitado
em espaçamento simples.
1.2 FORMATAÇÃO DE TÍTULOS
a) Os títulos Principais
Ex:
CAPÍTULO I
NORMAS DA FACULDADE DE MIRANÓPOLIS: Um estudo especificado
- Formatação: os números dos capítulos serão números romanos, a formatação
da fonte é tamanho 14, centralizado, negrito e espaçamento antes e depois 0 pt e
entre linhas simples.
b) Formatação de Introdução, Considerações Finais, Referências
Bibliográficas e subtítulos exemplos:
INTRODUÇÃO
1.1 FORMATAÇÃO DE PÁGINAS: Margens
122
- Formatação: alinhamento justificado, negrito, tamanho da fonte 12, caixa alta,
espaçamento entre linhas simples, quando o título tem explicação e utiliza os dois
pontos a formatação segue em fonte simples.
c) Formatação de subtítulos ex:
1.1.1
1.1.1.1
Segue a formatação
- Formatação: alinhamento justificado, negrito, tamanho da fonte 12, espaçamento
entre linhas simples, antes e depois 0 pt.
d)
Formatação de subtítulos ex:
1.1.1.1.1
Segue a formatação
- Formatação: alinhamento justificado, negrito, itálico, tamanho da fonte 12,
espaçamento entre linhas simples, antes e depois 0 pt.
1.3 ESPAÇO ENTRE TÍTULOS E TEXTO
123
Espaço entre texto e citação, citação e texto, subtítulo e texto, texto e
subtítulo será:

1 <<enter>> com a formatação de tamanho da fonte 12,
espaçamento antes e depois 0 pt e espaçamento entre linhas
simples.
Espaço entre o título dos capítulos e texto, ou capítulos e subtítulos:

2 <<enter>> com a formatação de tamanho da fonte 12,
espaçamento antes e depois 0 pt e espaçamento entre linhas
simples.
124
2 O PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA
Este tópico não entra em detalhes quanto à formatação da capa e
contracapa do trabalho, pois será comentado detalhadamente no tópico terceiro e
quarto desta norma. O objetivo é apenas dar uma idéia de como o trabalho deve
ser elaborado e cabe ao orientador dar mais detalhes quanto ao corpo do
trabalho, seguindo, necessariamente, o padrão de normalização determinado
anteriormente, no primeiro tópico.
2.1 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA
a) Apresentação – Elementos pré-textuais
1. Capa
- Nome da instituição
- Nome do autor
- Título (e subtítulo, se houver)
- Local e data
Exemplo:
FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
– FAM
UNIESP – União das Instituições
Educacionais do Estado de São
Paulo
JOSÉ MARIA DA SILVA
125
A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO
MIRANDÓPOLIS/SP
2012
2. Contracapa
- Nome do autor
- Título (e subtítulo, se houver)
- Natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e área de
concentração (atenção ao exemplo abaixo)
- Local e data
JOSÉ MARIA DA SILVA
126
A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Projeto de pesquisa
científica
apresentado à
Faculdade de
Mirandópolis, curso
de Pedagogia,
como pré-requisito
para avaliação na
disciplina de
Metodologia
Científica.
Orientadora: Profª.
Msc. Maria de
Souza
MIRANDÓPOLIS/SP
2012
b) Corpo do trabalho
1. Tema
2. Delimitação do tema
3. (formulação do problema)
127
4. Hipótese
5. Objetivo Geral
6. Objetivos Específicos
7. Justificativa
8. Metodologia
9. Cronograma da pesquisa
10. Referências
Ao contrário do trabalho de conclusão de curso, no projeto os itens
apresentados no corpo do trabalho não são separados por páginas, ou seja, um
item por página. Apresentam-se um após o outro, com exceção das Referências
Bibliográficas.
2.2 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA
Metodologicamente, a primeira preocupação na construção de um
projeto está em traçar o objetivo da pesquisa, o tema do trabalho e a delimitação
deste tema. Tendo esses aspectos definidos, o passo seguinte é escrever a
justificativa do trabalho, a hipótese, os objetivos, a metodologia e o cronograma.
Por último, especifica-se a bibliografia consultada.
a) Objetivo da pesquisa
Trata-se de especificar para quê e para quem está voltada a pesquisa.
Este objetivo deve estar claro para quem vai escrever o projeto. É o que
chamamos de “eixo” ou “linha de pensamento” do trabalho de pesquisa.
b) Tema
O tema é o assunto que se deseja desenvolver e, neste caso, este
assunto deve estar diretamente relacionado à formação universitária do
pesquisador (aluno). Pode surgir de uma dificuldade enfrentada pelo pesquisador,
uma curiosidade científica, resultado de desafios encontrados em leituras de
outros trabalhos, etc.
128
Porém, quando encontrado o assunto que se deseja investigar
cientificamente, é importante que o pesquisador se certifique das condições de
formular e delimitar seu objeto de estudo, pois é imprescindível a disponibilidade
de tempo para realizar uma pesquisa completa e aprofundada; a existência de
material suficiente pertinente ao assunto para um estudo global do tema e a
possibilidade de consultar especialistas da área para orientação.
Além destes aspectos, deve-se levar em consideração se o assunto
escolhido já não foi exaustivamente discutido por outros autores, a não ser que o
pesquisador tenha uma teoria inovadora sobre o tema.
Após a escolha do assunto, o segundo passo é a sua delimitação. Ou
seja, determinar exatamente o que se quer pesquisar, abordando um aspecto
específico de um assunto mais amplo.
c) Delimitação do tema
Quando o trabalho científico possui um sujeito e um objeto, o tema
passa por um processo de especificação. É preciso delimitar o que será estudado,
do contrário, haverá vários direcionamentos na pesquisa causando perda de
tempo e da qualidade do estudo.
d) Justificativa
O autor do trabalho científico deve mostrar qual a importância do tema
a ser estudado. É preciso esclarecer o “porquê” de se estudar um determinado
assunto, especificar do que se trata o trabalho, qual a importância de desenvolver
o tema escolhido e o que se quer demonstrar. Para facilitar a redação da
justificativa, costuma-se responder as questões a seguir e adequar as suas
respostas a uma dissertação.
Qual a importância em desenvolver um estudo sobre (...) ? ou,
Por que é importante desenvolver um estudo sobre (...)?
Do que se trata o estudo?
O que se quer demonstrar ou provar?
129
e) Formulação do problema (para a preparação da hipótese)
O problema é a dificuldade, teórica ou prática, no conhecimento de
alguma coisa de real importância, para a qual se deve encontrar uma solução.
Definir um problema significa especificá-lo em detalhes precisos e exatos.
Na formulação de um problema deve haver clareza, concisão e
objetividade. A colocação clara do problema pode facilitar a construção da
hipótese central.
O problema deve ser levantado, formulado, de preferência em forma de
interrogativa e delimitado. É um processo contínuo de pensar reflexivo, cuja
formulação requer conhecimento prévio do assunto.
Um problema muito abrangente torna a pesquisa mais complexa, mas
quando bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação.
f) Hipótese
Podemos considerar a hipótese como um enunciado geral. Ela é uma
suposta, provável e provisória resposta a um problema levantado pelo trabalho de
pesquisa sobre o tema escolhido. Sua comprovação só será verificada pela da
pesquisa. Formula-se uma hipótese a partir do momento que há um problema a
ser resolvido.
g) Objetivos
É o que se pretende demonstrar com a pesquisa. No projeto eles são
demonstrados por meio do objetivo geral e dos objetivos específicos.
1. Objetivo geral: está ligado a uma visão global e abrangente do tema.
Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer de fenômenos e eventos, quer de
idéias estudadas. Vincula-se diretamente à própria significação da tese proposta
pelo projeto.
2. Objetivos específicos: Como o próprio nome se apresenta, trata-se
de vários objetivos. Neste caso, apresentam caráter mais concreto. Atinge o objetivo
geral, porém, aplicando-o em situações particulares.
130
h) Metodologia
É a maneira como vai ser realizada a pesquisa, o método de
abordagem que pode ser dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo, dialético,
histórico, comparativo, estudo de caso, estatístico, tipológico, funcionalista e
estruturalista. Estes métodos serão descritos, detalhadamente, mais adiante.
i) Cronograma
A pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão
necessária de tempo que será gasto com o levantamento de dados, levantamento
bibliográfico, pesquisa de campo, análise dos dados coletados, análise da
bibliografia, entrevista (se houver), dissertação e outras metodologias utilizadas.
j) Bibliografia
A bibliografia final, apresentada no projeto de pesquisa, abrange os
livros, artigos, publicações e documentos utilizados na elaboração do projeto.
131
3 RELATÓRIO DA PRÉVIA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Neste item não há detalhes quanto à normalização e formatação dos
elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, pois serão vistos no próximo
tópico. O objetivo é contribuir na orientação do projeto de pesquisa científica
quanto à sua estrutura. Como mencionado anteriormente, cabe ao orientador dar
maiores detalhes sobre a sua elaboração.
3.1 A ESTRUTURA DO RELATÓRIO DA PRÉVIA DO TCC
a) Elementos Pré-textuais:
- Capa
- Contracapa ou folha de rosto
JOSÉ MARIA DA SILVA
A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Relatório de
Pesquisa Científica
apresentado
objetivando a
aprovação da
disciplina de
Metodologia
Científica, ministrada
132
pela professora Maria
de Souza, à
Faculdade de
Mirandópolis, curso
de de Pedagogia.
Orientadora: Profª
Esp. Maria de Souza
MIRANDÓPOLIS/SP
2012
- Lista de Tabelas e Figuras (opcional)
- Lista de anexos (opcional)
- Sumário Provisório
b) Elementos Textuais:
- Introdução
- Desenvolvimento
- Conclusão
c) Elementos Pós-textuais:
- Bibliografia ou Referência Bibliográfica
- Anexos (opcional)
3.2 ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DA PRÉVIA DO TCC
133
O Projeto de Pesquisa é uma das etapas componentes do processo de
elaboração, execução e apresentação da pesquisa. Esta necessita ser planejada
com extremo rigor, caso contrário o investigador, em determinada altura, se
encontrará perdido num emaranhado de dados colhidos, sem saber como dispor
dos mesmos ou até desconhecendo seu significado e importância.
Em uma pesquisa, nada se faz ao acaso. Desde a escolha do tema,
fixação dos objetivos, determinação da metodologia, coleta de dados, sua análise
e interpretação para a elaboração do relatório final, tudo é previsto no projeto de
pesquisa.
O planejamento da pesquisa para o projeto envolve os seguintes
passos:
1. solução do tema e formulação do problema a ser investigado;
2. levantamento da(s) hipótese(s) que levam à solução/explicação do
problema;
3. levantamento bibliográfico inicial;
4. definição dos recursos metodológicos que serão utilizados para a
realização da pesquisa;
5. elaboração do cronograma de trabalho.
O relatório de pesquisa é subdividido em quatro partes distintas:
introdução, desenvolvimento, Considerações Finais e Referencial Bibliográfico.
Para a elaboração destas “partes” é preciso, primeiramente, saber
como elas devem ser redigidas.
Resumidamente, é necessário seguir as seguintes normas de redação:
a) expor as idéias com clareza e objetividade;
b) utilizar linguagem direta;
c) redigir com simplicidade, tomando o cuidado para não ser supérfluo,
prolixo (muito extenso, enfadonho), retórico ou confuso;
d) utilizar vocabulário técnico somente para o estritamente necessário;
134
e) evitar escrever frases ou parágrafos longos. Normalmente, utiliza-se
uma idéia para cada frase ou parágrafo, mas, também, não seja demasiadamente
breve;
f) usar a terceira pessoa do singular;
g) evitar a utilização de adjetivos, caso seja preciso na descrição do
objeto estudado.
A introdução é a apresentação do trabalho e a demonstração de sua
importância. O desenvolvimento do trabalho refere-se a apresentação da
pesquisa em si. Quanto à Considerações Finais, trata-se de uma síntese geral
do trabalho pesquisado. Deve ser breve, conter uma resposta ou uma explicação
plausível para a problemática do assunto. Lembrando que não se utiliza citação
direta e indireta1 para redigi-la. O modo como redigir a bibliografia ou referencias
bibliográficas será discutido, posteriormente, no próximo capítulo “Diretrizes e
normas técnicas para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de
curso”.
1
Sobre citações diretas e indiretas, ver no próximo item “Diretrizes e normas técnicas para
elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso”.
135
4 DIRETRIZES E NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO E
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Neste tópico será apresentada, com detalhes, a normalização técnica
de todos os elementos utilizados no trabalho de conclusão de curso.
4.1 A ESTRUTURA DA MONOGRAFIA OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
a) Elementos Pré-textuais:
- Capa
- Contracapa ou folha de rosto
- Errata (opcional)
- Folha de Aprovação
- Dedicatória (opcional)
- Agradecimentos (opcional)
- Epígrafe (opcional)
- Resumo em língua vernáculo
- Resumo em língua estrangeira (Abstract)
- Lista de Tabelas e Figuras (opcional)
- Lista de anexos (opcional)
- Sumário
b) Elementos Textuais:
- Introdução
- Desenvolvimento dividido em capítulos
- Conclusão
c) Elementos Pós-textuais:
136
Referência Bibliográfica
Anexos (opcional)
Apêndice (opcional)
4.1.1 Capa
Na capa devem estar contidas as informações que identificam o
trabalho, na seguinte ordem:
- Nome da instituição: o trabalho é submetido à análise de uma
Instituição e o seu nome deve estar em letras maiúsculas, em negrito, centralizado,
tamanho da fonte 14.
- Nome do autor – deve ser impresso após três espaços simples
<<enter>> abaixo do nome da instituição, em caixa alta, negrito, centralizado e
tamanho da fonte 14.
- Título do trabalho – deve ser impresso em caixa alta, negrito,
centralizado (no meio da folha) e tamanho da fonte 16. No caso de títulos com
subtítulos, os últimos devem ser grafados com tamanho 14 e, se possível, abaixo do
título.
- Local e data: (cidade) da instituição onde deve ser apresentado o
trabalho e o ano em que foi concluído. Devem estar centralizados, em caixa alta,
negrito e tamanho da fonte 14. Exemplo:
FACULDADE DE MIRANDÓPOLIS
– FAM
UNIESP – União das Instituições
Educacionais do Estado de São
Paulo
O Espaço entre é de 2 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
JOSÉ MARIA DA SILVA
137
O Espaço entre é de 9 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO:
Um estudo especializado
MIRANDÓPOLIS/SP
2012
Para efeito de numeração a capa não é contada.
4.1.2 Contracapa ou folha de rosto
A contracapa obedece a mesma disposição gráfica utilizada na capa,
incluindo apenas, logo abaixo o título, uma nota explicativa referente à natureza
do trabalho, seu objeto acadêmico, o nome do orientador e o nome da instituição
a que é submetido o trabalho. Para efeito de numeração, esta é a página 1, no
entanto, ela é contada, mas não numerada. Exemplo:
138
O Espaço entre é de 3 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
JOSÉ MARIA DA SILVA
O Espaço entre é de 9 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO: Um
estudo especializado
Trabalho de
Conclusão de Curso
apresentado à
Faculdade de
Mirandópolis,
objetivando a
obtenção do Grau de
Bacharel em Serviço
Social.
O Espaço entre é de 1 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
Fonte tamanho 12, recuo a esquerda
de 8cm, alinhamento justificado,
espaçamento entre linha simples.
Orientadora Profª Ms.
Maria de Souza
O Espaço entre é de 1 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
MIRANDÓPOLIS/SP
2012
139
140
4.1.3 Ficha Catalográfica
A ficha catalográfica deve ser impressa no verso da folha de rosto, seguindo o
tamanho de padrão de 7,5 cm x 12,5 cm. Tamanho da fonte 12, espaçamento
entre linhas simples. Seguida de um entre para a separação. Esta ficha deverá se
localizar no verso da folha de rosto, centralizada abaixo da metada da folha
SOBRENOME, Nome do Autor
Título do Trabalho
40 p. – Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ------------)
UNIESP – Faculdade de Mirandópolis, Ano
Orientador: Nome do Professor Orientador
1. Palavra Chave 1, 2. Palavra Chave 2, 3. Palavra Chave 3
4.1.4 Errata
A errata é opcional, pois deve ser utilizada em último caso. Consiste em uma lista
de páginas e linhas em que os erros ocorrem, seguidos das devidas correções.
Quando o pesquisador já não consegue mais alterar os dados do trabalho, deve
ser apresentada, obrigatoriamente, solta no trabalho antes da página de rosto.
Exemplo:
141
ERRATA
Folha
Onde se lê
58
Direto
Linha
Leia-se
2
Direito
4.1.4 Folha de aprovação
Deve ser apresentada logo após a folha de rosto. Os elementos obrigatórios são:
nome do autor, título e subtítulo (se houver) do trabalho em tamanho da fonte 14,
negrito e centralizado; natureza, objetivo, instituição, área de concentração, data
de aprovação em tamanho da fonte 12, em espaço simples, com recuo de 8 cm
da margem, sem negrito; nome, titulação e instituição a que pertencem os
componentes da banca examinadora em tamanho 12, negrito, utilizando espaço
simples.
A data de aprovação e as assinaturas dos componentes da banca só deverão ser
colocadas na folha de aprovação depois da defesa. Exemplo:
JOSÉ MARIA DA SILVA
O Espaço entre é de 2 <<enter>>
tamanho 12, espaçamento antes e
depois 0 pt. E espaço entre linhas
simples .
142
A IMPORTÂNCIA DO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO: Um
estudo especializado
Monografia
apresentada
objetivando a
obtenção do Grau de
Licenciatura à
Faculdade de
Mirandópolis, curso
de Pedagogia.
Aprovada em:
/
/
nota:______________
Com
______________________
Profa. Ms. Maria de Souza
Faculdade de Mirandópolis
Orientadora
______________________
Prof. Ms. José da Silva
Faculdade de Mirandópolis
Avaliador
______________________
Profa. Ms. Joana Magalhães
Faculdade de Guararapes
Avaliadora
143
4.1.5 Dedicatória
A dedicatória é opcional e tem a finalidade de dar oportunidade ao autor de
prestar uma homenagem ou dedicar seu trabalho a alguém. Deve ser redigida de
forma simples e direta e em uma única página, reservada para ela. Pode ser
dedicada a uma ou mais pessoas. Não deve ter o título “Dedicatória”. Quando
inclusa, sugere-se que seja escrita na parte inferior da folha à direita de 8 cm,
tamanho da fonte 12 e justificado. Exemplo:
Dedico este
trabalho às
pessoas mais
importantes da
144
minha vida:
meus pais, meu
marido e meus
filhos.
4.1.6 Agradecimentos
Embora opcional, recomenda-se incluir, nesta folha, os agradecimentos ao
orientador, pessoas ou instituições que colaboraram para a realização do
trabalho. É apresentado com o título em letras maiúsculas, tamanho da fonte 12,
em negrito e centralizado. O texto deve ser justificado, também em tamanho 12,
com espaçamento de 1,5 cm, parágrafo de 2 cm, Exemplo:
AGRADECIMENTOS
Agradeço, primeiramente, à
Faculdade de Mirandópolis pela
oferta de conhecimento científico
por meio dos docentes do curso de
Pedagogia.
Agradeço aos meus amigos da
turma de Pedagogia pela acolhida
e companheirismo na lida
acadêmica.
À Coordenação do curso pelas
políticas de incentivo a produção
acadêmica e inserção social.
A meus familiares que sempre
estiveram ao meu lado.
145
4.1.7 Epígrafe
Elemento opcional, localizado após os agradecimentos, onde o autor apresenta
um pensamento convergente ao assunto pesquisado. Não incluir página. É
transcrita com duplas aspas, com espaçamento simples, com tamanho da fonte
10, alinhada à recuo da margem esquerda de 8 cm. Dados e referências não
devem constar na epígrafe. O nome do autor e o ano (se houver) devem ser
colocados entre parênteses, alinhamento a direita, negrito.
Nas folhas de abertura das seções primárias também podem constar
epígrafes.
Exemplo:
146
“Um homem nada
faria se, para
principiar a fazer as
coisas, esperasse
até faze-las com tal
perfeição que
ninguém lhes
acharia defeito.”
(Cardeal Newman)
4.1.8 Resumo em língua vernácula
Elemento obrigatório. Deve ser redigido de forma objetiva utilizando entre 150 a
500 palavras. Nele, as principais partes do trabalho devem estar ressaltadas de
forma concisa e inteligível: os objetivos devem estar definidos com clareza e
relevância, a metodologia sucintamente descrita, e registrados os principais
resultados e conclusões do estudo.
Não usar citações bibliográficas e o uso de parágrafos, fórmulas, equações,
etc. O título deve ser em letras maiúsculas, negrito, centralizado, tamanho da
fonte 12. O texto deve estar justificado, com espaçamento simples e tamanho da
147
fonte 12 e as palavras-chave devem ser colocadas depois do texto, separadas por
ponto e vírgula. Exemplo:
RESUMO
Apresenta discussão acerca do
papel do conhecimento científico
na sociedade moderna,
enfatizando os aspectos
metodológicos (...).
Palavras-chave: Conhecimento
científico; metodologia.
.
4.1.9 Resumo na língua estrangeira
148
É um elemento obrigatório, sendo apresentado com a mesma formatação do
resumo em língua vernácula. O resumo em língua estrangeira, usualmente, é em
inglês (Abstract).
4.1.10 Lista de Ilustrações, tabelas e quadros
Caso o trabalho contenha mais de cinco tabelas, quadros ou
ilustrações deve se elaborar uma lista própria, a qual aparece imediatamente
antes do sumário, de acordo com a ordem apresentada no texto, acompanhada
de seu respectivo nome e número de página. Ex:
LISTA DE QUADROS
QUADRO 1
metodologias
As
p. 15
QUADRO 2
conhecimento
p. 27
Formas de
QUADRO 3
xxxxxxxxxxxxxxxxx
p. 29
QUADRO 4
xxxxxxxxxxxxxxxxx
p. 35
QUADRO 5
xxxxxxxxxxxxxxxxx
p. 42
QUADRO 6
xxxxxxxxxxxxxxxxx
p. 53
149
Observações importantes:
Recomenda-se deixar dois espaços duplos entre o texto que antecede
as ilustrações, quadros, tabelas, etc. e o título que os identificam.
Gráficos, desenhos, mapas, fotografias, lâminas ou outras formas
pictográficas são considerados como ilustrações e aparecem sempre designadas
como FIGURAS, numeradas em algarismos arábicos e de modo seqüencial.
Caso a ilustração seja um material reproduzido, é imprescindível a
indicação da fonte responsável logo abaixo da figura, precedida da palavra Fonte.
A referência bibliográfica completa da fonte utilizada deve constar na bibliografia.
As tabelas apresentam dados numéricos e valores comparativos que
podem, ou não ser tratados estatisticamente; enquanto os quadros, normalmente,
apresentam informações textuais ou dados numéricos sem tratamento estatístico.
As tabelas e quadros devem:
- ser auto-explicativos;
- ser numerados em algarismos arábicos, de modo independente e
consecutivo (Ex: TABELA 1; TABELA 2; TABELA 3)
- ser encabeçados pela palavra que o designa (TABELA ou QUADRO)
em caixa alta, seguidos pelo número correspondente, hífens ou pelo título, sem
ponto final;
- ter títulos claros e objetivos, dando indicações precisas sobre o
conteúdo;
- ter indicações de fonte, de legenda ou outras informações referentes
aos dados são colocados na parte inferior (rodapé) da tabela ou quadro, no mesmo
alinhamento do título, com espaçamento simples e letra do tamanho menor do que o
texto.
150
4.1.11 Lista de abreviaturas e siglas
Elemento opcional que deve apresentar as abreviaturas e siglas utilizadas no
texto, em ordem alfabética. Quando necessário, formar lista específica para cada
uma. Exemplo:
LISTA DE ABREVIATURAS
ABNT - Associação Brasileira de
Normas Técnicas
MEC – Ministério da Educação e
Cultura
4.1.12 Sumário
151
As palavras SUMÁRIO, INTRODUÇÃO, CONSIDERAÇÕES FINAIS,
BIBLIOGRAFIA, ANEXOS e todos os TÍTULOS dos CAPÍTULOS, devem ser
grafados em letras maiúsculas e em negrito. Para os subtítulos são usadas letras
minúsculas com iniciais em maiúsculas. Sugere-se deixar para o final sua
elaboração em função da paginação.
Exemplo de sumário:
SUMÁRIO
RESUMO
LISTA DE ANEXOS
INTRODUÇÃO ................................................................................................ 7
CAPÍTULO I - A EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO .................................... 9
1.1 Tipos de conhecimento ............................................................................. 14
1.1.2 Conhecimento filosófico ......................................................................... 17
1.1.3 Conhecimento teológico ......................................................................... 18
1.1.4 Conhecimento empírico ......................................................................... 19
1.1.5 Conhecimento científico ......................................................................... 20
1.2 Ciência ...................................................................................................... 21
1.3 Divisão das ciências ao longo do tempo ................................................... 22
CAPÍTULO II - MÉTODOS CIENTÍFICOS ...................................................... 23
2.1 Métodos racionais ..................................................................................... 27
2.2 Métodos específicos das ciências sociais ................................................. 28
CAPÍTULO III - CONCEITOS E DEFINIÇÕES ............................................... 30
3.1 Definições ................................................................................................. 34
3.2 Caracteres de definição ............................................................................ 36
CAPÍTULO IV - PESQUISA SOCIAL E DOCUMENTAL ............................... 38
152
4.1 Pesquisa social ......................................................................................... 40
4.2 Pesquisa documental ................................................................................ 42
CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................. 51
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ................................................................... 58
ANEXOS ......................................................................................................... 62
APÊNDICES ................................................................................................... 64
4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS
A estrutura formal de um trabalho científico compõe-se de três partes
básicas: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.
a) Introdução
É a apresentação do trabalho e a demonstração da sua importância.
Ela deve conter:
- a definição do assunto: exposição de modo claro e preciso da idéia
central do trabalho;
- definição do tema: apresentação do(s) problema(s) e a(s) hipótese(s);
- situação do tema no tempo e no espaço;
- demonstração da importância do tema;
- justificação da escolha do tema;
- enunciação da documentação;
- indicação da metodologia (opcional);
- no caso de monografia, uma breve apresentação dos capítulos.
De acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas
e Técnicas), não se deve repetir ou parafrasear o resumo, nem dar os dados
sobre a teoria experimental, seus resultados, nem antecipar as conclusões e as
recomendações decorrentes do estudo.
Muito embora a introdução inicie um texto, sua redação final só pode
ser levada a cabo depois de todo o trabalho concluído, o que não exime o autor
das versões preliminares.
153
b) Desenvolvimento
No desenvolvimento, também chamado de corpo do trabalho, relatamse os resultados da pesquisa, qualquer que seja sua natureza e abordagem.
A apresentação dos dados coletados e dos resultados obtidos deve ser
feita de modo que o leitor possa acompanhar os passos do estudo e o raciocínio
do autor.
As citações devem estar intimamente relacionadas ao problema que se
analisa. Neste caso, elas passam a fazer parte integrante do texto e possibilitam o
desenvolvimento consciente da argumentação e a chegada de conclusões. Ou
seja, não deve ser usada sem critério ou para aumentar o tamanho do texto.
c) Considerações Finais
A conclusão representa a síntese para a qual o trabalho encaminha;
constitui o fecho do trabalho, reafirmando a idéia principal discutida no
desenvolvimento.
Neste tópico não se deve extrapolar os resultados discutidos no
desenvolvimento. Também não se deve figurar nenhum dado que envolva novos
questionamentos. Entretanto, este pode abrir caminho para a discussão de novas
problemáticas, ou mesmo significar um avanço na possível superação do
problema levantado.
Durante todo o trabalho é importante que se exponha as idéias com
clareza e objetividade, que seja utilizada a linguagem direta e que a redação seja
simples para que não haja a possibilidade de parecer supérfluo, prolixo (muito
longo, enfadonho), retórico ou confuso.
É necessária a utilização de vocabulário técnico somente para o
estritamente necessário e evitar escrever parágrafos e/ou frases longas. Neste
caso, sugere-se escrever uma idéia para cada frase ou parágrafo, mas, também,
não ser demasiadamente breve.
Usar a terceira pessoa do singular e evitar utilizar adjetivos, pois é
necessário ser preciso na descrição do objeto.
154
4.2.1 A subdivisão de seções
Recomenda-se o uso de numeração progressiva na subdivisão das
seções. Os títulos das seções primárias (principais divisões do texto, também
denominadas “capítulos”) devem ser iniciados em nova folha. O indicativo
numérico, sempre em arábico, precedente ao título, alinhado à esquerda,
separado por um espaço horizontal.
O título das seções secundárias, terciárias e subseqüentes é
constituído pelo indicativo da seção a que pertence, seguindo o número que lhe
foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo
processo em relação às demais seções como mostra o exemplo:
1 Primária
1.2 Secundária
1.2.3 Terciária
2 Primária
2.2 Secundária
2.2.3 Terciária
Recomenda-se limitar o número das seções, no máximo, até a
quinária. Caso haja necessidade de mais subdivisões, estas podem ser
subdivididas em alíneas, ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas
seguidas de parênteses. Exemplo:
1
1.1
155
1.1.1
1.1.2
1.1.2.1
1.1.2.2
4.2.2 Citações
Não se deve perder de vista que um trabalho científico é fruto de uma
pesquisa e não simples cópia de partes de livros, revistas, etc. A honestidade
intelectual veta, expressamente, qualquer cópia indevida. Portanto, a fonte dos
trechos transcritos de publicações consultadas ou a síntese das afirmações feitas
pelo autor, deve ser devidamente citada no corpo do trabalho e suas referências
bibliográficas, obrigatoriamente, relacionadas na bibliografia da monografia
apresentada.
Outro cuidado a ser tomado diz respeito ao número e extensão das
citações. Estas não devem ser tão numerosas a ponto de o texto parecer uma
colcha de retalhos, nem tão longas que deem a impressão de que, com elas, o
autor procura mascarar a insuficiência e fragilidade da sua argumentação.
Recomenda-se o uso de citações no corpo do texto por sobrenome do
autor e data de publicação da obra pesquisada. Estes dados remetem à
referência completa de fonte consultada, que figura no final do trabalho, como
nome completo do autor, título da obra, edição, local, editora e ano, conforme as
normas da ABNT.
As citações de um trabalho científico podem ser diretas e indiretas
(baseadas na obra consultada) e diretas (transcrição textual da parte da obra
consultada).
A citação indireta reproduz idéias de fonte consultada sem transcrever
o texto literalmente. Exemplo:
156
Segundo Thiollent (1984), não se considera a contribuição de outros
procedimentos de pesquisa e análise de dados, pelo contrário, assinala-se que a
utilização simultânea de diferentes abordagens é, em muitos casos, não só
cabível, mas desejável.
Ou
Não se considera a contribuição de outros procedimentos de pesquisa
e análise de dados, pelo contrário, assinala-se que a utilização simultânea de
diferentes abordagens é, em muitos casos, não só cabível, mas desejável
(THIOLLENT, 1984).
Quando a obra tiver dois autores, indicam-se ambos. Exemplo:
Gonçalves e Pimenta (1990), ao discutirem a organização...
Quando a obra tiver mais de três autores, indica-se o primeiro seguido
da expressão et al (entre outros).
Exemplo: (...) onde estão presentes várias concepções de currículo
(PARO et al, 1988).
Nas citações indiretas o uso de aspas ou itálico é DISPENSÁVEL,
devendo-se, no entanto, indicar sempre a fonte de onde foram retiradas
(sobrenome do autor e ano de publicação). A indicação da(s) página(s)
consultada(s) é opcional.
Quando se quer fazer referência à diversas páginas de onde foram
retiradas as idéias do autor, indica-se a página inicial e final do trecho onde
constam as mesmas e em seguida empregasse a expressão latina passim (em
diversos lugares; aqui e ali). Exemplo:
Na elaboração de trabalhos científicos é imprescindível que seus
autores consultem as várias fontes de pesquisa disponíveis. Atualmente, com o
avanço da biblioteconomia e da documentação, não se justificam lacunas em
estudos científicos por falta de condições de acesso às fontes (SALOMON, 1973,
p. 228-239 passim).
157
Já as citações diretas são transcrições literais das palavras do autor,
respeitando todas as características formais concernentes à redação, ortografia e
pontuação. Usam-se aspas ou destaque tipográfico, em itálico, ao iniciar e ao
finalizar as transcrições. Depois do ponto final, abrir parênteses e escrever o
sobrenome do autor, ano da publicação e número da página (obrigatoriamente),
fechar parênteses.
As citações diretas podem ser breves ou longas.
Entende-se por citações diretas breves aquelas de até três linhas,
transcritas no corpo do texto, grafadas entre aspas duplas (“ ”). As aspas simples
são empregadas para indicar citação no interior da citação (‘ ’). No final, entre
parênteses, deve constar a indicação da fonte ou documentação de onde foram
retiradas. Exemplo:
“As maiores deficiências nos resultados de uma pesquisa podem
derivar de um embasamento teórico pobre para explicar, compreender os fatos
que se investigam” (TRIVIÑOS, 1987, p. 99).
A citação direta com mais de três linhas é transcrita em parágrafo
próprio, afastada da margem esquerda 4 cm, com letra tamanho 11, utiliza-se
espaço simples de entrelinhas. A indicação da fonte deve ser colocada em
tamanho 12. Exemplo:
Será preferível e mesmo aconselhável o uso de um roteiro que
guie a entrevista através dos tópicos principais a serem
cobertos. Esse roteiro cuidará para que haja uma seqüência
lógica entre os assuntos, dos mais simples aos mais
complexos, respeitando o sentido do seu encadeamento [...] e
impedindo que questões complexas e de maior envolvimento
pessoal, colocados prematuramente acabem por bloquear as
respostas às questões seguintes (LÜDKE; ANDRÉ, 1986, p.
36-37).
As sugestões, interpolações, comentários ou destaques devem ser
indicados da seguinte maneira:
158
a) supressões: [...]
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]
c) ênfase ou destaque: grifo ou negrito ou itálico
Citação da citação: este tipo de citação, que pode ser indireta ou
direta (breve ou longa), ocorre quando se refere às idéias de um autor citado por
outro autor. Deve ser utilizada somente quando for impossível ter acesso ao
documento original. Emprega-se a expressão latina apud (junto a, citado por,
conforme, segundo) após o sobrenome do autor do texto original e, em seguida, o
sobrenome do autor da obra consultada, data de publicação e página. Exemplo:
“O trabalho monográfico caracteriza-se mais pela unicidade e
delimitação do tema e pela profundidade do tratamento do que por sua eventual
extensão, generalidade ou valor didático” (SALVADOR apud SEVERINO, 1997, p.
111).
Quando se quer dar destaque a palavras ou frases, que não estão
grifadas no texto original, usa-se a expressão “grifo meu” ou “grifo nosso”, em
nota de rodapé.
No caso de dados obtidos através de informação verbal (palestras,
comunicações, etc.) ou citações de trabalhos em fase de elaboração, indicar,
entre parênteses, as expressões: “informação verbal” ou “em fase de elaboração”
e mencionar, em nota de rodapé, todos os dados disponíveis.
4.2.3 Notas de Rodapé
Os rodapés devem ser colocados ao pé da página, escritos com
espaço simples, tamanho da fonte 10, separados do corpo do texto por um traço
horizontal contínuo de 5 cm, aproximadamente, iniciando-se na margem esquerda
da folha de papel.
159
Utiliza-se o rodapé mais frequentemente quando se indica uma obra da
qual foi extraída uma frase, trecho, idéia ou afirmação. Também é utilizada
quando se fornece a tradução de uma expressão ou frase, cuja transcrição é
essencial em língua estrangeira. Para explicar expressões ou frases de autores
utilizados ou, ainda, para fazer alguma observação relevante a respeito do texto.
No trabalho monográfico a indicação da obra (ou fonte de pesquisa)
deve ser feita no corpo do texto como mencionado adiante.
Mas, em certos casos, se o trabalho for publicado em revista ou
livro científico a indicação das obras (ou fontes) deve ser feita em nota de
rodapé.
Quando a obra for mencionada pela primeira vez em nota, sua
referência deverá ser completa. Para as menções posteriores sobre a mesma
obra, devem ser usadas as seguintes expressões latinas:
a) Id. = idem (do mesmo autor). Substitui o autor em notas sucessivas,
na mesma página. Exemplo:
FARIA, Guilherme. A cultura das cidades. Rio de Janeiro: Zahar,
1995. p. 98.
Id. O problema das cidades. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 40.
b) Ibid. = ibidem (do mesmo autor e mesma obra). Substitui a
referência à mesma obra em notas sucessivas, na mesma página. Exemplo:
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo:
Saraiva, 2002, p. 62.
Ibid., p. 35.
c) Op. cit. = opus citatum (na obra citada). Substitui o título e os
demais elementos, excetuando-se a paginação, da referência de obra já citada
em nota anterior. Exemplo:
160
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo:
Saraiva, 2002, p. 62.
FACHIN, Op. cit., p. 49.
d) Loc. cit. = locus citatum (no lugar citado). Substitui o título e os
demais elementos da referência de obra já citada em nota anterior. Exemplo:
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo:
Saraiva, 2002, p. 62.
FACHIN, 1995, loc. cit.
4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
Como está implícito, na própria denominação, os elementos póstextuais aparecem logo em seguida ao texto das considerações finais do trabalho.
4.3.1 Referências bibliográficas
É preciso esclarecer que o termo “referências bibliográficas” pode ser
usado com dois sentidos:
a) Quando se refere ao conjunto de elementos necessários para
identificar e localizar um documento, seja ele um livro, artigo publicado em
revistas, jornais, anais, congressos, etc. Esses elementos são: autor, título, local
de publicação, editora e data. Assim, temos a referência da obra com todos seus
elementos essenciais. Exemplo:
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? São
Paulo, Cortez, 2001.
161
b) Quando se refere a uma lista de obras (livros, artigos, etc.) que
foram explicitamente citadas e, portanto, usadas durante o trabalho, no próprio
texto. Encabeçadas pelas palavras REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, na
margem esquerda do papel, esta lista é apresentada após a conclusão da
monografia, trabalhos e projetos segundo as regras da ABNT. É obrigatório que
se apresente em ordem alfabética.
4.3.2 Bibliografia
Trata-se de uma lista abrangente de todo material consultado,
estudado e relevante ao tema pesquisado, mesmo que não tenha sido citado no
texto da monografia, trabalho ou projeto de pesquisa.
4.3.3 Apêndices e Anexos
Apêndices e Anexos são elementos pós-textuais diferentes.
Apêndice “é um texto ou documento elaborado pelo autor para
complementar a sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho”
(NBR 14724, 2001, P. 4).
Anexo é o material complementar ao texto, devendo ser incluído
somente quando imprescindível à sua compreensão e/ou comprovação (leis e
decretos, modelos de questionários ou formulário citados na metodologia,
ilustrações que não foram inseridas no corpo do trabalho), não elaborados pelo
autor.
Anexos e apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão, seguidos pelos seus respectivos títulos, formatação
centralizada tamanho 20 e negrito. Por exemplo:
162
ANEXO A – Modelo de
apresentação de
questionário
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxx
ANEXOS
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxx
ANEXO B – Excertos
da “Proposta
Curricular de
Geografia”
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxx
Centralizado, negrito tamanho da
fonte 20.
163
Embora alguns autores recomendem a inclusão dos anexos e apêndices após o
texto do TCC, os mesmos devem ser apresentados depois da Bibliografia ou
Referências Bibliográficas.
Usar de preferência uma folha em branco, com o cabeçalho ANEXO ou ANEXOS
/ APÊNDICE ou APÊNDICES centrado no papel, fonte 20 e negrito, como
divisória. Em seguida, virão os anexos e/ou apêndices devidamente ordenados e
titulados na mesma ordem em que foram mencionados no texto.
Os anexos são partes extensivas ao texto, destacados deste para evitar
descontinuidade na sequência lógica dos capítulos. Quando utilizados, devem ser
citados no texto entre parênteses (Anexo A), por exemplo.
4.4 NORMALIZAÇÃO DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Todo trabalho científico deve indicar as fontes nas quais o autor buscou
informações para enriquecer o estudo. Essas fontes, conforme já se comentou,
devem estar relacionadas na bibliografia com a devida referência.
4.4.1 Apresentação dos elementos da referência
Recomenda-se que seja feita uma listagem em ordem alfabética.
Todos os elementos de uma referência devem ser apresentados em
seqüência padronizada, com pontuação uniforme.
As referências são alinhadas somente à margem esquerda, em espaço
simples e separadas, entre si, com espaço duplo.
Elementos essenciais de uma referência são aqueles indispensáveis
para a indicação de documentos mencionados em um trabalho científico: autor
(es), título, subtítulo (se houver), edição, local, editora e data de publicação.
Devem ser apresentados na seguinte ordem:
164
- O(s) autor(es) tem entrada pelo último sobrenome, em letras
maiúsculas, seguido pelo(s) prenome(s) abreviado(s) ou não. Usa-se
vírgula entre o sobrenome e o prenome e ponto e vírgula, seguido de
espaço separando os nomes quando houver até três autores. Em seguida
ao nome do(s) autor(es), colocar ponto final. O recurso tipográfico
utilizado para destacar o título deve ser uniforme em todas as referências.
- O título deve ser grafado em negrito e/ou itálico. O recurso tipográfico
utilizado para destacar o título deve ser o mesmo para todas as
referências. Usar caixa alta para a primeira letra da primeira palavra e
caixa baixa para as demais palavras. Em seguida ao título, colocar ponto
final. Se a obra tiver subtítulo, indicá-lo após o título sem destaque
precedido por dois prontos.
- Quando a obra mencionar a edição, ela deve ser indicada logo após o
título, em algarismo arábico, seguido de ponto e abreviatura da palavra
edição (ed.). Exemplo: 3.ed.
- O local de publicação deve ser indicado como aparece no documento,
seguido de dois pontos. Exemplo: Petrópolis:
No caso se homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado ou
país. Exemplo: Viçosa, RJ ou Viçosa, MG
- O nome do editor deve vir em seguida aos dois pontos do local e
abreviado, suprimindo palavras: Editora, Livraria, Companhia, etc.
Exemplo: Petrópolis: Vozes (e não Editora Vozes).
- A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos, sem
ponto ou espaço entre eles. Exemplo: 1988 (e não 1.988 ou 1 988).
Quando a obra não tem data de publicação, escrever s/d. (sem data)
Observações importantes: se nenhuma data de publicação, distribuição,
impressão, etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada
entre colchetes conforme indicado: Exemplo:
[1971 ou 1972]
um ou outro
[1969?]
data provável
[1978]
data certa não indicada no item
165
[entre 1906 e 1912]
(usa-se intervalos menores de 20 anos)
[ca. 1960]
data aproximada
[197-]
década certa
[197-?]
década provável
[18--]
século certo
[18--?]
século provável
Ex: FLORENZANO, Everton. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de
Janeiro: Ediouro, [1993].
4.5 TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS
4.5.1 Livros
A) Com um só autor
O nome do autor é transcrito tal como figura na publicação referenciada, a
entrada é feita pelo último sobrenome do autor, em letras maiúsculas, seguida de
pronome e outro(s) sobrenome(s) se houver.
Estes últimos podem ser abreviados conforme recomendação da Instituição ou
órgão publicador. Escolhida a forma a ser usada (nomes abreviados ou não),
é preciso padronizá-la em todas as referências. Exemplo:
MANACORDA, M. A. ou
MANACORDA, Mário Alighiero
Acompanham o último sobrenome ou distintivos que indicam parentesco (NETO,
SOBRINHO, FILHO e JÚNIOR). Exemplo:
166
ANTONIO FILHO, Marcelo.
Ou
COSME JÚNIOR, Luiz.
Ou
AGILDO SOBRINHO, Christiano.
Ou
CABRAL NETO, Antonio.
Sendo composto o último sobrenome, a entrada será feita pela expressão
composta. Exemplo:
CASTELO BRANCO, Camilo.
Títulos de formação profissional (mestre, doutor, etc.), de ordens religiosas
(monsenhor, bispo, etc.), de cargos ocupados (diretor, chefe de departamento,
etc.) não fazem parte do nem e não são incluídos na referência.
Exemplo: Professor Joel Martins, Doutora Magda Soares, Padre Marcelo Rossi
MARTINS, Joel
SOARES, Magda
ROSSI, Marcelo
B) Autoria composta
Quando a obra possuir dois autores, a entrada é feita pelo sobrenome do
primeiro autor mencionado, separado por ponto e vírgula, seguido de espaço.
Exemplo:
MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce
167
Se a obra possuir três autores, mencionam-se todos na entrada, na ordem em
que aparecem na publicação, separados por ponto e vírgula e espaço entre eles.
Exemplo:
MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce; SOARES, Magda
Em livros com mais de três autores, indica-se o primeiro, seguido da expressão
latina et al., que significa “e outros”. Exemplo:
MÜLLER, Mary Stela et al.
No caso de obra com Organizador (Org.) ou Coordenador (Coord.), Compilador
(Comp.), etc., acrescenta-se entre parênteses a abreviatura, em singular,
pertinente, após o nome, com a primeira letra em caixa alta, indicando o tipo de
responsabilidade que a pessoa exerceu no trabalho. Exemplo:
FONSECA, Selva Guimarães (Org.)
FREITAG, Bárbara (Coord.)
C) Livros considerados no todo
Na lista de referências:
AUTOR, Sobrenome. Título: Subtítulo. Local de publicação (cidade): Editora,
data de publicação.
No texto:
(AUTOR, ano da publicação, p. ).
Obs.: Lembrando que ao indicar a fonte no texto, o número de página é
obrigatório nas citações diretas e o ponto final é ao final da indicação da
referência.
Exemplos:
Na lista de referência:
168
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3.ed. São
Paulo: Ática, 2002.
No texto:
“A Democracia na escola depende das relações de poder que nela são
impostas, especialmente por parte da direção escolar” (PARO, 2002, p. 33).
Na lista de referência:
FAZENDA, Ivani (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 4.ed.
São Paulo: Cortez, 2001.
No texto
“Atualmente, a pesquisa educacional no Brasil não tem sido amplamente
incentivada [...]” (FAZENDA, 2001, p. 57).
D) Livro com tradutor
Indica-se o nome do tradutor na ordem direta, logo após o título da obra.
Exemplo:
Na lista de referências:
HESSE, Hermann. O livro das fábulas. Tradução: Álvaro Cabral. 4. Ed. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Original em alemão.
No texto:
(HESSE, 1977, p. 12).
E) Capítulo de livros
Quando o autor do capítulo for diferente do autor responsável pelo livro todo,
observa-se as seguintes indicações:
Na lista de referências:
AUTOR, Sobrenome (do capítulo). Título (do capítulo). In: AUTOR (do livro).
Título (do livro). Edição. Local de publicação (cidade): Editora, data e página.
169
No texto:
(AUTOR do capítulo, ano da publicação, página da citação).
No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de
individualizar a parte referenciada. Exemplo:
Na lista de referência:
MARTINS, Joel. A pesquisa qualitativa. In: FAZENDA, Ivani. A metodologia da
pesquisa educacional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 1992. Cap. 4, p. 47-58.
No texto:
“Existe vários métodos de pesquisa, entre eles [...]” (MARTINS, 1992, p. 53).
F) Diferentes publicações do(s) mesmo(s) autor(es) no mesmo ano
As obras de um mesmo autor, publicadas em um mesmo ano são diferenciadas
pelo acréscimo de letra minúscula do alfabeto após a data e sem espaçamento.
O nome do autor não deve ser repetido, basta usar um travessão de extensão
equivalente a seis espaços, colocar ponto e passar ao título. Exemplo:
Na lista de referência:
PIAGET, J. Psicologia da Inteligência. Petrópolis: Vozes, 1972 a.
______. Para onde vai a educação? Petrópolis: Vozes, 1972 b.
No texto:
(PIAGET, 1972 a, p. 55). – refere-se ao primeiro exemplo acima
(PIAGET, 1972 b, p. 64). – refere-se ao segundo exemplo acima
Além do nome do autor o título de várias edições referenciado sucessivamente,
também pode ser substituído por traço e ponto (equivalente a seis espaços), nas
referências seguintes à primeira. Exemplo:
Na lista de referência:
170
SAVIANI, Demerval. Educação: Do senso comum à consciência filosófica. São
Paulo: Cortez/Autores Associados, 1984.
______, ______. 12.ed. Campinas: Autores Associados, 1996.
No texto:
(SAVIANI, 1984, p. 23). – refere-se ao primeiro exemplo acima
(SAVIANI, 1996, p. 14) – refere-se ao segundo exemplo acima
G) Obra sem autor declarado
A entrada se faz pelo título com a primeira palavra em maiúscula. Exemplo:
Na lista de referências:
BIBLIA de Jerusalém. São Paulo: Paulinas, 1991.
No texto:
(BÍBLIA, 1991, p. 76).
4.5.2 Instituições, Entidades e Órgãos Governamentais
A) Instituições
Sociedades, organizações, instituições, podem ser autores, tendo seus nomes
escritos em maiúsculas, como entrada de referência. Exemplo:
Na lista de referências:
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS. Diretrizes e normas
técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos.
Mirandópolis. CESMI/UNIESP, 2007.
No texto:
171
“A referência principal para a construção [...]” (CENTRO DE ENSINO
SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS, 2007, p. 8).
Na existência de unidades subordinadas são mencionadas após o nome da
instituição, separadas por ponto e com iniciais maiúsculas. Exemplo:
Na lista de referências:
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MIRANDÓPOLIS. Biblioteca Central.
Diretrizes e normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos
acadêmicos. Mirandópolis. CESMI/UNIESP, 2007.
No texto:
“A referência principal para a construção [...]” (CENTRO DE ENSINO SUPERIOR
DE MIRANDÓPOLIS, 2007, p. 8).
Entidades de natureza científica, cultural ou artística entram por seu próprio
nome.
B) Órgãos governamentais de função executiva, legislativa e judiciária
entram pelo local de sua jurisdição (país, estado ou município)
Exemplo:
Na lista de referências:
BRASIL. Ministério da Educação e da Cultura. Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: história e geografia.
Brasília: MEC/SEF, 1997.
No texto:
(BRASIL, 1997, p. 18).
Na lista de referências:
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e
Normas Pedagógicas. Proposta curricular para o ensino de história – 1º
grau. São Paulo: SE/CENP, 1992.
No texto:
172
(SÃO PAULO, 1992, p. 7).
Na lista de referências:
SÃO PAULO (Município). Prefeitura Municipal. Secretaria de Educação.
Alfabetização: Teoria e prática: PM/SE, 1990.
No texto:
(SÃO PAULO, 1990, p. 4).
4.5.3 Publicações seriadas: revistas, jornais, etc.
A) Revistas consideradas no todo
O título é transcrito em caixa alta, seguido do local de publicação, editora, data
inicial e final da coleção, quando se trata de publicação encerrada.
Quando o periódico estiver em curso de publicação, indicar o ano de início,
seguido de hífen, um espaço, ponto final e a periodicidade.
Na lista de referências:
TÍTULO do periódico. Local: Editora, ano de início – término da publicação.
No texto:
(TÍTULO do periódico, ano de início – término da publicação, página).
Exemplo:
Na lista de referências:
ANUÁRIO INTERNACIONAL. São Paulo: AGEV, 1968-1978.
No texto:
(ANUÁRIO INTERNACIONAL, 1968-1978, p. )
Na lista de referências:
173
CADERNOS DE PESQUISA. São Paulo: Fundação Carlos Chagas,
1988/Bimestral.
No texto:
(CADERNOS DE PESQUISA, 1988, p.
).
B) Artigos de revista
A entrada deve ser dada pelo sobrenome do autor do artigo, em letras
maiúsculas, seguida do(s) nome(s) e título do artigo (sem grifo algum). Em
seguida, o título do periódico com destaque em negrito, grifado ou itálico. Indicar
apenas o local de publicação (não seguido da palavra editora), o número do
volume precedido da abreviatura v. e o número do fascículo precedido de n. O
número de páginas inicial e final é transcrito após a abreviatura p. e ligado por
hífen. A data é indicada pelo mês e pelo ano. Os meses devem ser indicados de
forma abreviada, no idioma original da publicação. Não se abreviam palavras de
quatro ou menos letras (exemplo: maio). Abreviações:
Janeiro – jan.
Fevereiro – fev.
Março – mar.
Abril – abr.
Maio – maio
Junho – jun.
Agosto – ago.
Setembro – set.
Outubro – out.
Novembro – nov.
Dezembro – dez.
Na lista de referências:
AUTOR. Título do artigo. Título do periódico, local de publicação, número do
volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data.
No texto:
(AUTOR do artigo, ano de publicação, página).
174
Exemplo:
Na lista de referências:
THIOLLENT, M. J. M. Aspectos quantitativos da metodologia de pesquisa com
objetivos de descrição: avaliação e reconstrução. Cadernos de Pesquisa, São
Paulo, n.49, p. 45-50, maio 1984.
No texto:
(THIOLLENT, 1984, p. 47).
C) Jornal considerado no todo
Na lista de referências:
TÍTULO do jornal (grafado em letras maiúsculas). Local de publicação data de
publicação (dia, mês e ano).
No texto:
(TÍTULO DO JORNAL, ano de publicação, página).
Exemplo:
Na lista de referências:
FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, 23 mar. 2003.
No texto:
(FOLHA DE SÃO PAULO, 2003, p. ).
D) Artigos de jornal
Na lista de referências:
AUTOR do artigo, Título do artigo. Título do Jornal, local da publicação, data
(dia, mês e ano). Número ou título do caderno, seção ou suplemento, página
inicial-final.
175
No texto:
(AUTOR do artigo, ano de publicação, página).
Exemplo de artigo assinado:
Na lista de referências:
MELLO, Evaldo Cabral de. A sinistra federação. Folha de São Paulo. São
Paulo, 20 set. 2002, Mais, p. 13.
No texto:
“xxxxxxxxxx” (MELLO, 2002, p. 13).
Exemplo de artigo não assinado:
Na lista de referências:
O ENSINO das artes culinárias na escola. A cidade. Ribeirão Preto, São
Paulo, 13 junho 2002, p. 9.
No texto:
(O ENSINO, 2002, p. 9).
4.5.4 Anais, congressos, simpósios e encontros
A) Considerados no todo
Na lista de referências:
TÍTULO da reunião, número, ano, local da realização. Título a publicação.
Local de publicação (cidade): Editora, data.
No texto:
(TÍTULO, ano, página).
176
Exemplo:
Na lista de referências:
CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE A FORMAÇÃO DE
EDUCADORES, 1., 1990, Águas de São Pedro. Anais. Botucatu: UNESP,
1991.
No texto:
(CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE A FORMAÇÃO DE
EDUCADORES, 1991, p. ).
B) Artigos publicados em eventos científicos
Na lista de referências:
SOBRENOME do autor. Título do artigo. In: NOME DO CONGRESSO, número,
ano, local de realização. Local de publicação (cidade): Editora, data, página
inicial-final do trabalho.
No texto:
(SOBRENOME do autor, ano da publicação, página)
Exemplo:
Na lista de referências:
BRITO, M.R.F. O ensino superior e a formação do professor: algumas questões
sobre a licenciatura. In: CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE
FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 2, Águas de São Pedro. Anais. Botucatu:
UNESP, 1992, p. 52-60.
No texto:
(BRITO, 1992, 59).
4.5.5 Dissertações e teses
177
Na lista de referências:
SOBRENOME do autor. Título: subtítulo. Ano. Número de folhas. Categoria
(grau e área de concentração) – Nome da escola, universidade, local, ano.
No texto:
(SOBRENOME do autor, ano da publicação, página)
Exemplo:
Na lista de referências:
NAPOLITANO, S. Gênero, educação e preconceito: uma pesquisa no curso de
serviço social através da abordagem psicossocial.. 2002. 172 f. Dissertação de
Mestrado (área de concentração trabalho e Sociedade) – Faculdade de
história, Direito e Serviço Social, UNESP, Franca, 2002.
No texto:
(NAPOLITANO, 2002, p. 27).
4.5.6 Referência Legislativa
A) Acórdãos, decisões e sentenças
Na lista de referências:
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Nome da Corte ou tribunal.
Ementa. Tipo e número do recurso. Nome do relator, precedido da palavra
relator. Data (dia, mês e ano). Indicação da publicação que divulgou o acórdão.
No texto:
(NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO, ano da decisão ou sentença,
página)
178
Exemplo:
Na lista de referências:
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição n.º
410. Estados Unidos da América e José Antonio Fernandez. Relator: Ministro
Rafael Mayer, 21 de mar. 1984. Revista Trimestral de Jurisprudência. Brasília,
v. 109, p. 870-879, set. 1984.
No texto:
(BRASIL, 1984, p. 872).
B) Leis, decretos e pareceres
Exemplos:
Na lista de referências:
BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília, 23 dez.1996, p.
27.883 – 27.841.
No texto:
(BRASIL, 1996, p. 27.887).
Na lista de referências:
SÃO PAULO (Estado) Decreto n.º 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe
sobre desativação de unidades administrativas de órgãos da administração
direta e das autarquias do estado e dá providências correlatas. Lex-Coletânea
de Legislação de Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n.º 3, p. 217-220, 1998.
No texto:
(SÃO PAULO, 1998, p. 218).
179
Na lista de referências:
BRASIL. Conselho Federal de Educação. Câmara de Ensino Superior. Parecer
380/91. Relator: José Guimarães. 10 jul. 1991. Documenta, n.º 367, p. 61,
1991.
No texto:
(BRASIL, 1991, p. 61).
C) Constituição Federal
Exemplo:
Na lista de referências:
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.
10 ed. Brasília, DF: Senado, 1998.
No texto:
(BRASIL, 1998, p. 89).
4.5.7 Referências com notas especiais
A) Série e coleções
Exemplos:
Na lista de referências:
FARIA, A. L. Ideologia no livro didático. São Paulo: Cortez, 1984 (Coleção
polêmicas do nosso tempo, 7).
No texto:
(FARIA, 1984, n. 7, p. 65).
180
Na lista de referências:
LEME, D. M. P. C. et al. O ensino de estudos sociais no primeiro grau. São
Paulo: Atual, 1986 (Projeto Magistério, 3).
No texto:
(LEME, 1986, n. 3, p. 34).
B) Parte de coleção
Exemplo:
Na lista de referências:
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenação geral de bibliotecas.
Normas para publicações da UNESP. São Paulo: Editora da UNESP, 1994. 4 v.
Artigos de publicações periódicas.
No texto:
(UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA, 1994, 4v., p. 34).
C) Memorial
Exemplo:
Na lista de referências:
MANTOVANI, A. A. Relatório para a realização de exame de qualificação.
Memorial (Programa de pós-graduação em Serviço Social – Mestrado), Franca,
2003. Faculdade de História, Direito e Serviço Social. UNESP, Franca, 2003.
No texto:
(MANTOVANI, 2003, p. 79).
D) Apostilas ou textos mimeografados
181
Exemplo:
Na lista de referências:
ANFOPE. Documentos para discussão no Encontro Estadual Paulista. São
Paulo, 1994, 23 f. Mimeografado.
No texto:
(ANFOPE, 1994, p. 17)
Na lista de referências:
FONSECA, C.V. Pobreza e exclusão social. Batatais – SP, 1989. 17f. Apostila
Digitada.
No texto:
(FONSECA, 1989, p. 15).
E) Anotação de aulas ou palestras
Exemplo:
Na lista de referências:
CONRADO, S.M.J. O tempo e a divisão social e internacional do trabalho.
Franca-SP: Faculdade de História, Direito e Serviço Social – Franca, UNESP,
2003. Anotações de aula.
No texto:
(CONRADO, 2003).
F) Trabalho de aluno
Exemplo:
Na lista de referências:
182
BORTOLOTI, K.F. Educação Jesuíta no Brasil Colonial. Franca – SP, 2002.
109f. Trabalho de conclusão de curso. Faculdade de História, Direito e Serviço
Social – UNESP, Franca, 2002.
No texto:
(BORTOLOTI, 2002, p. 39).
G) Manuscrito
Exemplo:
Na lista de referências:
VILLA RICA. Irmandade de São José dos Homens Pardos. Livro de Assento de
Irmãos. 1733-1750. Manuscrito.
No texto:
(VILLA RICA, 1733-1750).
H) Entrevista
Exemplo:
Na lista de referências:
SEBASTIANI, Júlio C. Depoimento sobre o papel do educador. Nuporanga-SP,
1999. 1 fita cassete (60 min.), estéreo. Entrevista concedida a Ana Figueiredo.
No texto:
(SEBASTIANI, 1999)
4.5.8 Materiais Especiais
A) Mapas e cartas topográficas
183
Exemplos:
Na lista de referências:
BRASIL. Ministério da Agricultura. Mapas de solos. Salvador: CEPLA, 1975.
Mapa color, 91x66 cm. Escala: 1:750.000.
No texto:
(BRASIL, 1975).
Na lista de referências:
BELLEGARDE, Pedro de Alcântara (Org.). Carta coreográphica da província do
Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1863. (mapa)
No texto:
(BELLEGARDE, 1863).
B) Filmes, fita de vídeo e DVD
Exemplos:
Na lista de referências:
INSTITUTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL; MINISTÉRIO DA
CULTURA. O museu da Inconfidência. Coordenação de Francisco Bastos.
Ouro Preto, 1997. 1 fita de vídeo (30 min.), VHS, son. Color.
No texto:
(INSTITUTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL; MINISTÉRIO DA
CULTURA, 1997).
Na lista de referências:
A GUERRA DOS BOTÕES. Direção de John Roberts. São Paulo: Warner
Home Vídeo-Brasil, 1994. 1 fita de vídeo (94 min.), VHS, son. Color.
No texto:
(A GUERRA DOS BOTÕES, 1994).
C) Fotografias
184
Exemplos:
Na lista de referências:
KOBAIASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56
cm.
No texto:
(KOBAIASHI, 1980).
Na lista de referências:
FRAIPONT, E. Almicar II. O Estado de São Paulo. São Paulo, 30 nov. 1998.
Caderno 2. Visuais. p. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada no projeto ABRA
Coca-cola.
No texto:
(FRAIPONT, 1998).
D) Transparências
Exemplo:
Na lista de referências:
O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22
transparências, color., 25 cm x 20 cm.
No texto:
(O QUE, 1985).
E) Gravura
Exemplo:
Na lista de referências:
SAMÚ, R. Vitória, 18,35 horas. 1977. 1 gravura, serigraf., color., 46 cm x 63
cm. Coleção particular.
185
No texto:
(SAMÚ, 1977).
F) Pintura
Exemplo:
Na lista de referência:
MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras, 1987. 1 original de arte, óleo sobre
tela, 40 cm x 50 cm. Coleção particular.
No texto:
(MATTOS, 1987).
4.5.9 Referências bibliográficas de documentos obtidos por meio eletrônico
Quando se tratar de obras consultadas on-line são essenciais as informações
sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da
expressão “disponível em”, e data de acesso ao documento, precedida da
expressão “Acesso em”.
A) Livro on-line
Exemplo:
Na lista de referências:
ASSIS, Machado de. O alienista. São Paulo: Book Store, 2003. Disponível em:
<http://vbookstore.uol.com.br/nacional/machadodeassis/alienista.shtml>.
Acesso em: 07 jun. 2003
No texto:
(ASSIS, 2003).
186
B) Capítulo de livro on-line
Exemplo:
Na lista de referências:
RICARDO, C. A. Os índios e a sociodiversidade nativa no Brasil. In: SILVA, A.
L. da; GRUPIONI, L. D. B. (Org.). A temática indígena na escola: novos
subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO,
1995. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br/index.html>. Acesso em:
10 nov. 2002
No texto:
(RICARDO, 1995)
C) Enciclopédia em Cd-rom
Exemplo:
Na lista de referências:
KELSEN, J.; GUITRE, F. Enciclopédia de saúde digital 2000. Direção de
Gustavo Cristiano. Rio de Janeiro: Abril, 2000. 1 CD-ROM, produzido por
Grupo Abril Vídeo.
No texto:
(KELSEN; GUITRE, 2000).
D) Verbete de dicionário on-line
Exemplo:
Na lista de referências:
FILOSOFIA. In: DICIONÁRIO da Língua Portuguesa. Lisboa: Priberam
informática, 1999. Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso
em: 9 jun.2003.
187
No texto:
(FILOSOFIA, 1999).
E) Artigo de revista on-line
Exemplo:
Na lista de referências:
MIRUZZI, S.L. A matemática no ensino médio. Net, São Paulo, dez. 2000.
Disponível em: <http://www.spnet.com.br/text/mat.html>. Acesso em: 13 jun.
2005.
No texto:
(MIRUZZI, 2000).
F) Artigo de revista on-line não assinada
Exemplo:
Na lista de referências:
UNIX: o melhor para a sua atualização. Revista do Unix, São Paulo, n.12, set.
1999. Disponível em: <http://www.unix.com.br>. Acesso em: 16 jan. 2007.
No texto:
(UNIX, 1999).
Obs: Em artigo, matéria, reportagem em meio eletrônico, os elementos essenciais
são: autor(es) (se houver); título do artigo ou da matéria, subtítulo (se houver);
título da publicação; local da publicação; numeração correspondente ao volume
e/ou ano; fascículo ou número da página inicial e final do artigo ou matéria, as
informações de período e data de publicação.
G) Matéria de jornal assinada
188
Exemplo:
Na lista de referências:
SILVA, I.G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo, São
Paulo, 19 set. 1998. Disponível em:
<http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.html>. Acesso em: 19
set. 2006.
No texto:
(SILVA, 1998)
H) Congresso científico acessado por meio eletrônico
Exemplo:
Na lista de referências:
2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2.;2002,
Bauru. Anais eletrônicos do 2º Congresso de Extensão Universitária da Unesp
de Bauru. São Paulo: UNESP-PROEX. Disponível em:
<http://www.unesp.br/proex/informativo/edicao2/nov2002/materiais/congressoe
xtensao.htm>. Acesso em: 30 nov. 2005.
No texto:
(2º CONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2005).
189
I) Trabalho apresentado em congresso em meio eletrônico
Exemplo:
Na lista de referências:
MARTINO, V.F. O ensino de história antiga para criança da Segunda série do
Ciclo I do ensino fundamental. In: 2º CONGRESSO DE EXTENSÃO
UNIVERSITÁRIA DA UNESP, 2, 2002, Bauru. Anais eletrônicos do 2º
Congresso de Extensão Universitária da Unesp de Bauru. São Paulo:
PROEX/UNESP, 2002. Disponível em:
<http://www.proexunesp.org.br/resumos/congresso.htm>. Acesso em: 30 nov.
2006.
No texto:
(MARTINO, 2002).
J) Parte da monografia por meio eletrônico
Exemplo:
Na lista de referências:
RIO DE JANEIRO (Cidade). Secretaria do Desenvolvimento. In: ______.
Desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro,
2000. V I. Disponível em: <http://www.sd.gov.br/desen.htm>. Acesso em: 12
mar.2007.
No texto:
(RIO DE JANEIRO, 2000)
L) Documento jurídico em meio eletrônico
190
Exemplo:
Na lista de referências:
BRASIL. Lei n. 9.887 de 7 de setembro de 1999. Altera a legislação tributária
federal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez.
1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis_texto.asp?IdLEI%209887>. Acesso em: 22 dez 2006.
No texto:
(BRASIL, 1999)
M) Correio Eletrônico (e-mail)
Exemplo:
Na lista de referências:
GUIMARÃES, Eduardo. Bibliografia de educação especial no Brasil.
[Mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <guimarã[email protected]>
em 29 de maio de 2002.
No texto:
(GUIMARÃES, 2002).
É preciso destacar que as mensagens trocadas entre usuários de computadores
em rede só devem ser referenciadas quando não se dispuser de nenhuma outra
fonte de pesquisa para consultar o tema em estudo. Por terem caráter informal,
interpessoal e efêmero, não são recomendáveis como fonte científica. Seus
elementos essenciais são: remetente. Assunto da mensagem [mensagem
pessoal]. Endereço do destinatário apresentado entre os sinais < >, precedido
pela expressão “mensagem recebida por”, e data de acesso.
N) Coleções, arquivos em disquetes, cd-rom e software
191
Exemplos:
Na lista de referências:
COLEÇÃO DE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL, São Paulo: Folha de São
Paulo, 1997. 5 disquetes, 3 ¼ pol. Windows 5.1.
No texto:
(COLEÇÃO DE HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL, 1997).
Na lista de referências:
ENCICLOPÉDIA DE SAÚDE. São Paulo: Humus Multimídia, 2001. 1 CD-ROM.
Windows 98.
No texto:
(ENCICLOPÉDIA DE SAÚDE, 2001)
Na lista de referências:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas. Comissão
de Estudos sobre a Comutação Bibliográfica. Programa SISCOMUT: programa
automatizado para controle de atendimento da comutação bibliográfica
software. São Paulo: SIBI/USP, 1994. Conjunto de Programas. 1 CD-ROM.
No texto:
(UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 1994).
192
193
referências BIBLIOGRáFIcas
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Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: Copyright,
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_______. NBR 10520. Informação e documentação – Citações em documentos –
Apresentação. Rio de Janeiro: Copyright, ago. 2002.
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http://www.vestibular1.com.br/revisao/filosofia_II.doc>. Acesso em: 06 jul. 2006.
195
196
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