CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DO RIBATEJO SUL, CRL RELATÓRIO E CONTAS DA DIRECÇÃO PARECER DO CONSELHO FISCAL * EXERCÍCIO DE 2006 1. ÍNDICE 1. ÍNDICE ...........................................................................................................................................1 2. CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL .......................................................................2 3. CORPOS GERENTES - EFECTIVOS E SUBSTITUTOS ........................................................3 4. RELATÓRIO DA DIRECÇÃO ....................................................................................................4 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 5. Introdução...............................................................................................................................4 Área Comercial.......................................................................................................................6 Área de Credito e Contencioso ...............................................................................................6 Área Administrativa................................................................................................................7 Imobilizado .............................................................................................................................8 Recursos Humanos .................................................................................................................8 Formação................................................................................................................................9 Proposta de Efectivação de Demissões e Reembolso de Capital............................................9 Resumo do Movimento Associativo.......................................................................................12 Resultados.............................................................................................................................13 Proposta de Distribuição do Resultado do Exercício...........................................................13 Considerações Finais ...........................................................................................................14 INDICADORES DE ACTIVIDADE ..........................................................................................15 5.1. 5.2. 5.3. 5.4. RECURSOS ..............................................................................................................................15 APLICAÇÕES ..........................................................................................................................16 CUSTOS E PROVEITOS..........................................................................................................18 RESULTADOS .........................................................................................................................20 6. BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ..........................................................22 7. ANEXO ÀS CONTAS..................................................................................................................27 8. PARECER DO CONSELHO FISCAL.......................................................................................36 1 2. CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Nos termos do número um do artigo vigésimo quarto dos estatutos da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Ribatejo Sul, C.R.L., pessoa colectiva nº 504091735, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Almeirim, sob o nº 16, com sede na Rua Direita – Benfica do Ribatejo, convoco todos os associados desta CCAM que se encontrem no pleno gozo dos seus direitos, a reunirem-se em Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 23 de Março de 2007, pelas 17 horas, na sede desta CCAM, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS: 1. Apresentação, discussão e votação do Relatório, Balanço e Contas da Direcção e Parecer do Conselho Fiscal, respeitante ao ano de 2006; 2. Qualquer outro assunto de interesse colectivo ou cooperativo. Nos termos do Artigo vigésimo quinto dos Estatutos, se à hora marcada não houver número suficiente de presenças, a Assembleia funcionará validamente, uma hora depois, com qualquer número de associados. Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Ribatejo Sul, 14 de Fevereiro de 2007 O PRESIDENTE DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL a) SÉRGIO LUIS COUTINHO DOS SANTOS 2 3. CORPOS GERENTES - EFECTIVOS E SUBSTITUTOS EXERCÍCIO DE 2006 Assembleia Geral Presidente - Dr. Sérgio Luís Coutinho dos Santos Vice-Presidente – Armindo Avelino Pinhão Secretário – Arlindo Paulino Inácio Direcção Presidente - Luís Evaristo Batista Tesoureiro - Francisco Amorim Calisto Tendeiro Secretário - Vítor Manuel Piteira Furtado Ferreira Suplentes João Botas do Rosário Manuel José Santos Raposo António Evaristo Gonçalves Conselho Fiscal Presidente - José Latas Simões Vogal - Saúl Freitas Jorge Vogal - António Nunes Gomes Suplentes José Gomes Lopes João Maia João Pedro da Silva Moisés 3 4. RELATÓRIO DA DIRECÇÃO 1. Introdução Nos termos da Lei e dos Estatutos, vem a Direcção da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Ribatejo Sul, CRL, apresentar à apreciação e votação da Assembleia Geral o Relatório e Contas relativo ao Exercício de 2006. Como se sabe a actividade financeira global e, em particular a actividade bancária, reflecte e é influenciada pelo comportamento da economia. O ciclo de crescimento económico está neste momento generalizado a todos os grandes pólos da economia mundial, pois abrange quer os países já desenvolvidos, incluindo nestes o Japão e a Zona Euro que tiveram uma retoma mais demorada, quer os países ditos emergentes, que ganharam peso na economia mundial (China, Índia, Rússia, Brasil, …) e até o próprio continente africano. O crescimento do produto nas principais economias desenvolvidas (EUA, Zona Euro, Japão) deverá, no entanto, abrandar em 2007 (na Zona Euro de 2,4% para 2%), mas a dinâmica das economias emergentes deverá continuar bastante forte. A Espanha, que assume importância crescente como mercado para as exportações portuguesas, deverá também registar uma desaceleração do seu crescimento em 2007 (expansão do PIB de 2,4%, contra 3,4% em 2006). No respeitante à economia portuguesa, o Banco de Portugal manteve a estimativa de 1,2% para o crescimento do PIB em 2006, que já divulgara anteriormente, ao mesmo tempo que efectuou uma revisão em alta das perspectivas de crescimento da economia portuguesa para 2007, que se situa agora em 1,8%, contra a projecção anterior de 1,5%. Apesar da revisão em alta da estimativa de crescimento da economia portuguesa para 2006 e da previsão para 2007, mantém-se o processo de divergência real da economia portuguesa face à Zona Euro que se tem verificado desde 2002. A ligeira melhoria verificada na conjuntura económica nacional reflectiu-se, ao longo de 2006, num crescimento mais expressivo do crédito a empresas, o qual apesar desta evolução, continua a perder peso relativo no valor total do crédito concedido pelo conjunto das instituições financeiras nacionais, uma vez que o crédito a particulares regista taxas de crescimento homólogas bem mais elevadas: no crédito à habitação 9,9% e no crédito ao consumo 10,4%, conforme os dados divulgados pelo Banco de Portugal referentes ao mês de Novembro. Esta evolução denota um ligeiro abrandamento no crédito à habitação e uma aceleração bastante forte no crédito ao consumo, colocando com base nos últimos valores, o endividamento das famílias em cerca de 120% do rendimento disponível. No tocante ao nível médio das taxas de juro observou-se uma marcada evolução relativamente à situação prevalecente nos últimos 3 anos, naturalmente condicionada 4 pelo nível historicamente baixo das taxas de referência do BCE, verificando-se desde finais de 2005 um ajustamento em alta da generalidade das taxas de mercado, com incidência nas taxas médias das diferentes categorias de crédito. Este crescimento, no entanto, não reflecte integralmente o ajustamento das taxas interbancárias resultante da alta das taxas do BCE em virtude de factores de ordem técnica e da concorrência entre bancos que tem conduzido à redução dos spreads. Ainda assim, as instituições financeiras portuguesas registaram, de um modo geral, um desempenho favorável em 2006, aumentando os seus resultados e produto bancário com contributos positivos quer da margem financeira quer da margem complementar. Em paralelo com o crescimento do negócio, é patente um esforço de contenção nos custos de funcionamento, verificando-se igualmente que apesar da situação económica pouco favorável as principais instituições conseguiram manter os seus rácios de crédito vencido em níveis relativamente moderados. No conjunto do sector, o volume do crédito concedido excede largamente o valor dos recursos captados de clientes, o que conduz a um endividamento da banca portuguesa face ao exterior. O crédito agrícola constitui uma excepção neste panorama, ao apresentar uma situação interbancária líquida credora (ou seja, crédito sobre outros bancos). Foi neste contexto que esta CCAM desenvolveu a sua actividade financeira de retalho procurando, apesar da conjuntura desfavorável, manter posições fortes nos seus segmentos de mercado, com o fim de continuar o seu desenvolvimento e fortalecimento. Quanto à agricultura em geral, continuam por eliminar os principais estrangulamentos estruturais, como as deficientes estruturas de transformação e comercialização de produtos, a dimensão média da propriedade, a sua fragmentação e o uso da água. Paralelamente a esses problemas, a actual administração pública não se ajustou no sentido de dar respostas às solicitações dos agricultores e das suas estruturas organizativas. A ineficiência das políticas públicas de apoio ao desenvolvimento do mundo rural, conduziram a que o sector se encontre fortemente descapitalizado, com a agravante de as instituições de crédito, na sua quase generalidade não considerarem o sector “atractivo”. Quanto ao ano agrícola, apesar das chuvas prolongadas no início do ciclo, as culturas apresentaram um bom desenvolvimento vegetativo em geral, originando no terreno boas produções de tomate, melão, milho e uvas, principais produtos produzidos pelos associados desta CCAM. No entanto, o rigor nas classificações do tomate e as penalizações aplicadas originaram quebras de receita por diminuição do preço/Kg comparativamente ao ano anterior. Tendo em conta a conjuntura económica e todas as condicionantes inerentes ao sector agrícola, o ano de 2006, foi um ano razoável, comercial e financeiramente. 5 A actividade da CCAM durante o ano em questão foi sempre conduzida na perspectiva da realização dos objectivos considerados no plano de actividades respectivo, levando a cabo um esforço de reorganização e consolidação financeira, com vista à sua modernização, em interligação ao apoio do desenvolvimento rural. Procuramos no presente relatório fazer uma análise resumida, mas objectiva, do desempenho da CCAM ao longo do ano em questão. Assim, atentemos no seguinte: 2. Área Comercial Durante o ano de 2006 manteve-se, de um modo geral, a mesma estrutura e forma de desenvolvimento da actividade comercial, junto dos nossos clientes. A carteira de depósitos em 2005, registou um elevado crescimento, permitindo nesse ano atingir os objectivos então fixados para 2006, ou seja, foi duplicado o crescimento previsto. No ano de 2006, fruto das citadas quebras de receita no sector do tomate e de uma politica moderada na remuneração das operações passivas, a carteira de depósitos registou um decréscimo de 1.186.372 euros, totalizando no final de 2006, o valor de 60.637.740 euros. Quanto à actividade seguradora, o trabalho desenvolvido nos ramos reais, permitiu-nos ultrapassar o objectivo anual de produção nova (108.720 euros) tendo, assim atingido o valor de 168.996 euros. O crescimento da carteira comparativamente a 2005, foi de 12%, totalizando a mesma no final de 2006, o valor de 530.051 euros. No respeitante a seguros de vida a percentagem de concretização de objectivos ficou pelos 60%, atingindo-se o valor de 710.133 euros, em prémios totais cobrados. Este desempenho nos seguros de vida ficou a dever-se à forte concentração comercial nos ramos reais. 3. Área de Credito e Contencioso À semelhança dos anos anteriores tentamos a adequação do montante de crédito concedido às capacidades próprias da CCAM, de modo a assegurar auto-suficiência em matéria de liquidez e investimento, o que foi conseguido com sucesso. O rácio crédito/depósitos que era de 73,1% no final de 2003, de 69,1% no final de 2004, e de 63,94% no final de 2005, situou-se em 68,47% no final de 2006, conforme objectivo planeado. De referir que, no pico da sazonalidade da concessão de crédito de campanha, a CCAM não necessitou de recursos da Caixa Central, mantendo aplicações junto daquela instituição, no valor de 22.500.000 euros. 6 A carteira de crédito aumentou 1.989.399 euros, mais 5,03%, totalizando o crédito concedido o valor de 41.519.207 euros no final de 2006, comparativamente a 2005 que era de 39.529.807 euros. Outro objectivo prioritário foi o de continuar o esforço de redução do crédito vencido, para o que a área de crédito e contencioso teve de gerir os meios disponíveis para realizar as acções de análise de risco, da contratação e do pré-contencioso, adequadas à actuação em tempo útil. Apesar das diligências efectuadas e fruto da conjuntura económica desfavorável, o crédito vencido registou um ligeiro aumento (208.773 euros). As provisões para crédito vencido registaram um aumento de 657.157 euros, tendo o grau de provisionamento do crédito vencido subido para 74,67% em 2006, quando era em 2005 de 65,86%, ou seja mais 8,81% comparativamente ao ano anterior. Em matéria de novas concessões, continuámos a orientar a actividade creditícia no sentido de não promover a expansão do crédito à agricultura e pecuária, contendo-o nos valores estritamente necessários ao apoio das actividades em curso, relativamente aos clientes e associados que já vinham usufruindo de crédito junto da CCAM e que continuam a apresentar condições para um normal exercício da sua actividade. 4. Área Administrativa Durante o ano de 2006, trabalhou-se no sentido do cumprimento dos prazos de fecho dos diversos períodos contabilísticos, o que foi conseguido, apesar dos constrangimentos havidos em termos de pessoal. Em paralelo continuou-se a fornecer aos diversos órgãos directivos e departamentos da CCAM, todos os elementos possíveis e considerados necessários. A resposta às instituições, com o Banco de Portugal e a Caixa Central, foi prestada com a necessária rapidez. Foram, a exemplo de anos anteriores, executadas operações de rotina diária e contabilística e de apoio na área da Contabilidade, a todos os colaboradores da CCAM, sempre que foi julgado necessário. Foi melhorado o programa interno de análise de crédito, permitindo uma criteriosa avaliação das propostas recebidas, bem como o seu registo informático e carregamento de informação inerente às mesmas. Deu-se cumprimento ao tratamento de todas as questões relacionadas com clientes UTR, e realizou-se a gestão diária dos valores em saldo na CCAM e a sua consequente aplicação na Caixa Central. Enfim: Os diferentes sectores que compõem a área administrativa (compensação, contabilidade, informática e apoio administrativo) continuaram a desenvolver as actividades para que 7 foram vocacionados no âmbito das suas competências, tendo tido sempre a preocupação de melhorar os serviços. 5. Imobilizado Nesta matéria, temos vindo ao longo dos últimos anos, a proceder a obras de remodelação/actualização da imagem dos nossos balcões, o que aconteceu no balcão sede em Benfica do Ribatejo e nos balcões de Alpiarça e Fazendas de Almeirim. Com as citadas obras fomos ao encontro do nível de exigência crescente dos nossos clientes, que devido ao fenómeno da concorrência, esperam encontrar melhores instalações, associadas a uma melhor prestação de serviços e a um melhor atendimento. Continuando esta linha de rumo e completando esta linha de acção, procedemos a obras de remodelação no balcão de Almeirim, aplicando a esta agência a imagem existente nos outros balcões, criando mais espaço e conforto para os nossos clientes e melhores condições de atendimento, nomeadamente, posições de atendimento personalizado. Dispondo da oportunidade, construímos uma área de self-service em que integrámos o ATM existente com o novo Balcão 24. Decidiu também a Direcção proceder à aquisição da loja ao lado, portanto contígua às actuais instalações, para instalação e centralização de uma área específica de negócios (seguros ramos reais e ramo vida) e para a criação de uma sala de reuniões, destinada a receber clientes condignamente e de forma a possibilitar a realização de escrituras públicas dentro da própria CCAM. As obras nesta fracção encontram-se em fase de conclusão. Dando continuidade ao processo de renovação de imagem do Crédito Agrícola, sem o qual não seria possível dar visibilidade à evolução do Grupo, procedemos à substituição dos reclames de fachada e outra sinalética dos balcões de acordo com a nova imagem apresentando assim, o novo logótipo, facto que será facilmente percepcionado pelos clientes. O rácio de imobilizado é de 47,68% (fundos próprios calculados de acordo com PCSB). 6. Recursos Humanos A política de admissões tem sido extremamente rigorosa, não se tendo registado qualquer admissão durante o ano de 2006, apesar de o quadro de pessoal efectivo ter reduzido em três unidades. É nosso objectivo dar continuidade a esta política de contenção, prolongando o tempo de aferição das reais necessidades em termos de pessoal, o que envolverá análises em função da evolução interna da CCAM e também dos projectos de modernização tecnológica em curso no Crédito Agrícola. Só após essa aferição iniciaremos o processo de estabilização do quadro. 8 Durante o ano de 2006, e por forma a assegurar a organização atempada e eficaz de todos os serviços, recorremos a candidaturas a estágios profissionais junto do Centro de Emprego e Formação Profissional e celebrámos contratos a termo com alguns estagiários, após o término dos respectivos estágios. Demos continuidade à política de motivação, premiando os que se mostraram mais aptos e que melhor responderam no exercício das suas funções, quer pela assiduidade, pontualidade, dedicação, quer pelo desempenho pessoal e pela qualidade do trabalho desenvolvido. 7. Formação Relativamente a este aspecto e, de um modo genérico, enviámos alguns colaboradores aos cursos levados a efeito pela Caixa Central, Instituto de Formação Bancária e outros organismos, por forma a mantê-los permanentemente actualizados e a permitir a execução de tarefas cada vez mais exigentes. Com o mesmo objectivo administrámos de uma forma contínua formação interna, nomeadamente pela rotação de algumas funções. Chamámos à atenção para a importância de haver aproveitamento nas diversas acções de formação, dados os custos envolvidos e a importância que, logicamente, tem para a preparação de cada um e para a eficácia dos serviços prestados e bom atendimento dos nossos clientes. 8. Proposta de Efectivação de Demissões e Reembolso de Capital Em conformidade com os estatutos, a Direcção vem propor à Assembleia a efectivação da exoneração solicitada pelos seguintes associados: 664 PEDRO BRANCO SALDANHA 1115 AGRALIM-COOPERATIVA AGRICOLA DO CONCELHO DE ALMEIRIM 1129 VICENTE MOREIRA GOMES 1532 DOMINGOS TABACAO COELHO 1563 MARIA BERNARDINA QUEIROZ ANDRADA 1659 ANTONIO SIMOES GOMES MARQUES 1685 ANTONIO BRANCO COSTA GOMES 1708 MANUEL FRANCISCO BRANCO DOMINGOS 1719 JOAO LOPES DUARTE 1721 FRANCISCO LIDONIO OLIVEIRA 1752 LUIS HENRIQUE LIDONIO RIBEIRO 1785 ISIDRO PARDAL FREITAS 9 1925 MARIA GUILHERMINA MENDES RIBEIRO 2245 MARIA EMILIA BENTO BAPTISTA SOARES 2271 MANUEL JOAO BENTO BORREGO 2302 ELVIRA BENVINDA ALMEIDA 2716 JOAQUIM FIDALGO MAURICIO 2831 RUI JORGE PEDRO RODRIGUES 2965 PAULO JORGE CONCEICAO SANTOS 3019 ANTONIO ALEXANDRE JESUS COSTA 3118 JOAQUIM TEODORO CONSTANTINO 3409 JOAQUIM MANUEL COSTA CARVALHO 3876 SOCIEDADE AGRICOLA DO VALE, S.A.G. LDA. 3888 MARIA CARAPINHA FEIJAO 3959 AIDA SANTOS SILVA SEQUEIRA 3970 BRUNO RICARDO SILVA SILVA 3972 NATALIA RODRIGUES CRUZ 3976 JOAO MOREIRA FERNANDES 4040 JOAO FARINHA MARGARIDO CHAMICO 4143 MANUEL BENTO BAPTISTA 4148 VERONICA TORRADO AGOSTINHO 4154 ANTÓNIO CARREIRA FRAZÃO 4165 VITOR MANUEL BERNARDO DA SILVA 4190 JOAQUIM JOSE ESTEVAM 4207 MARIA GUILHERMINA BRANCO D FIGUEIREDO 4246 SANDRA ISABEL SIMOES SANTOS 4269 ANA MARIA SILVA SANTOS LOPES 4271 ALMEIROTEL-EQUIP.HOTEL.ESCRITORIO LDA 4297 ANA RITA SANTO TOME FIDALGO 4300 ROSA MARIA FERREIRA FIDALGO 4349 TIAGO MANUEL ALMEIDA MARQUES 4402 ANA PAULA VITAL OLIVEIRA 4406 FOX AUTOMOTIVE-ARMAZEM DE PEÇAS PARA AUTOMOVEIS LD 4453 JOAO VITOR ALMEIDA 4468 ARLINDO MANUEL SANTOS FRAZAO CATROGA 4486 ALFREDO MANUEL FERNANDES ANTAO 4514 ANTONIO SIMOES PEREIRA 4531 TRANSVOLTRANS-TRANSITOS E TRANSP DE MERCADORIAS,LDA 4577 SONIA MARIA BENTO BATISTA 4603 JORGE MIGUEL SOARES BAPTISTA 4609 TALHO CENTRAL DE ALMEIRIM LDA 10 4638 CLAUDIA SOFIA MARQUES ALMEIDA 4649 AMANDIO MANUEL MATOS SEPULVEDA MONTEIRO 4700 JOSÉ BRUNO DE JESUS Foram ainda comunicados o falecimento ou cessação de actividade dos seguintes associados: 264 DOMINGOS MADUREIRA 453 MANUEL FITAS CASTELO 467 AMERICO DAVID PIEDADE 472 ANTONIO HIPOLITO LEITAO 481 ANTONIO COSTA FRANCO 500 JOSE JOAO FRANCISCO PARDAL 571 ANTONIO FELICIO POMBAS 605 ANTONIO ROSARIO 619 JOAO GONCALVES 662 ADELIA COSTA BATISTA 703 JOAO LUZ BARRAO 719 JOSE FRANCISCO BAPTISTA 721 JOAQUIM BATISTA HIPOLITO 732 RAUL SERRAO MORGADO 746 JOSE BATISTA 806 MANUEL SANTOS SILVA 822 MANUEL DIONISIO 830 ALVARO CARAMELO MARCELINO 842 JOAQUIM NUNES 882 AUGUSTO BRANCO NEVES 890 ANTONIO CALISTO VERDASCA 892 ISIDRO FERNANDES COSTA 900 FRANCISCO MAIA 917 JOAQUIM DUARTE MARTINS 933 ANTONIO BATISTA SILVA 934 ILDEFONSO MENDES MARIA 979 MANUEL RIBEIRO 1021 JOSE ALVARO HIPOLITO 1031 MANUEL AGOSTINHO FONSECA TEODOSIO 1038 JOAQUIM BATISTA 1040 JOSE SILVERIO 1062 DUARTE MARQUES 1063 JOAO MANUEL ALMEIDA CUNHA 1066 MANUEL MARIA JOAQUIM 11 1074 DIAMANTINO GOMES CALADO 1076 ANTONIO MATIAS 1080 LUIS MANUEL ALFAIA BARCIA RE 1087 LUIS BRANCO 1116 ARMANDO SILVA PRAIA 1136 MANUEL BRANCO PROA 1141 ISIDRO SIMOES COSTA 1167 ABEL JOSE SANTOS PEREIRA 1220 ABILIO ALEXANDRE FERNANDES VENCESLAU 1221 LUIS SILVA 1227 LUIS JOSE PEREIRA LOPES 1231 JOSE MANUEL VENANCIO MADEIRA 1232 JOSE GOMES VENCESLAU 1251 MANUEL SILVA POMBAS 1253 JULIO VIEIRA LUCAS 1254 MANUEL GOMES LUCAS 1320 LUCAS CORREIA 1529 EDUARDO ROXO CASTELO SILVA 1561 ANTONIO CONSTANTINO DAVID ALFAIATE 1663 MARIA RODRIGUES SILVA LICO 1814 MANUEL LUZIA GUARDIANO 1895 ASDRUBAL JOSE CARVALHO 1931 GUILHERMINA GOMES CANADAS 2140 ANTONIO MANUEL CALISTO MADUREIRA 2437 MANUEL DOMINGOS 2456 ALFREDO BENTO CALADO 2484 MARIA RITA NUNES 2523 JOAQUIM MENDES DANIEL 2984 DIAMANTINO ARSENIO SILVA 4218 ARTUR JORGE GUERRA COSTA 4282 LUIS QUINTANO BARRADAS Conforme os estatutos, direcção propõe ainda que seja reembolsado o capital subscrito aos associados cujo pedido foi formalizado até 31/10/2006. 9. Resumo do Movimento Associativo Assim, durante o exercício de 2006, foram admitidos 51 novos associados e solicitaram a demissão 54 associados. Resumindo: 12 Sócios em 31/12/2005 Sócios admitidos no exercício Sócios que solicitaram a demissão Sócios excluídos Falecimentos comunicados Sócios em 31/12/2006 3.495 +51 -54 -2 -65 3.425 10. Resultados O resultado do exercício de 2006 foi no valor de 455.932 euros, depois de deduzidas as amortizações e provisões e a estimativa para impostos sobre lucros. Comparativamente a 2005, a margem financeira aumentou 252.121 euros, representando um incremento de 9,3%. O produto bancário, aumentou 305.526 euros crescendo, assim, 9,2% comparativamente a 2005. O rácio de solvabilidade subiu de 11,29% no final de 2005 para 12,94% no final de 2006 (fundos próprios calculados de acordo com PCSB). Com a aprovação da proposta de distribuição do resultado do Exercício de 2006, que seguidamente apresentamos, o rácio deverá situar-se em cerca de 13,9%. 11. Proposta de Distribuição do Resultado do Exercício Tendo em conta as disposições legais e ouvido o Conselho Fiscal, propõe a Direcção que seja efectuada a seguinte distribuição para o resultado líquido do Exercício de 2006, no valor de 455.932,25 euros: Reserva legal 91.187,00 euros; Reserva para educação e formação cooperativa 500,00 euros; Reserva para mutualismo 500,00 euros; Reserva especial 363.745,25 euros. A Direcção propõe ainda que da reserva especial seja retirada a verba de 363.745,00 euros para incorporação em capital social. Após a distribuição proposta pela Direcção, a situação líquida da Caixa será de 6.142.489,81 euros, repartida de seguinte forma: 13 Capital Social Reserva Legal Reserva para Educação e Formação Cooperativa Reserva para Mutualismo Reserva de Reavaliação Reserva Especial Reserva Especial para Reforço da Situação Líquida Outras Reservas Resultados Transitados Resultado do Exercício Situação Líquida Antes da Após a distribuição distribuição 4.761.365,00 5.125.110,00 832.500,00 923.687,00 3.500,00 4.000,00 3.500,00 4.000,00 85.155,46 85.155,46 4,37 4,62 0,00 0,00 892,73 892,73 0,00 0,00 455.932,25 0,00 6.142.849,81 6.142.849,81 12. Considerações Finais No final de mais um ano de Exercício da sua actividade, a Direcção da Caixa de Crédito Agrícola Mutuo do Ribatejo Sul, deseja agradecer a todos, quantos com ela colaboraram, para o atingir dos objectivos a que se propuseram. Aos nossos clientes e associados, queremos também manifestar o nosso agradecimento pela confiança depositada. Por último um agradecimento muito especial aos membros do Conselho Fiscal e Mesa da Assembleia Geral pela forma como cooperaram e a todos os funcionários pelo esforço, profissionalismo e dedicação demonstrado, com vista ao engrandecimento desta Caixa e do Sistema onde está inserida. Crendo ter procurado cumprir com fidelidade as funções para que fomos eleitos, apresentamos à aprovação da Assembleia Geral, o Relatório e Contas do que foi a actuação da Direcção no ano de 2006. Benfica do Ribatejo 21 de Fevereiro de 2007 A Direcção (Luís Evaristo Batista) (Francisco Amorim Calisto Tendeiro) (Vítor Manuel Piteira Furtado Ferreira) 14 5. INDICADORES DE ACTIVIDADE 5.1. RECURSOS Q1 EVOLUÇÃO DOS RECURSOS EUROS REF. 2003 TÍTULO 2006 04/05 05/06 5,0% 61.824.472 11,2% 60.637.740 0 0 * 0 * 0 * 1.175.951 1.107.162 -5,8% 440.009 -60,3% 545.745 24,0% 54.134.915 56.709.599 4,8% 62.264.481 9,8% 61.183.485 -1,7% 3-B EMPRÉSTIMOS OBTIDOS OIC 3-C EXIGIBILIDADES E OUTROS RECURSOS DEPÓSITOS E OUTROS RECURSOS 2005 03/04 52.958.964 55.602.437 3-A DEPÓSITOS 3 2004 -1,9% Q2 EVOLUÇÃO DOS DEPÓSITOS EUROS REF. TÍTULO 2003 32-A DEPÓSITOS A ORDEM 32-B DEPÓSITOS A PRAZO 2004 03/04 2,7% 6,0% 2005 05/06 16.456.685 44.179.745 -12,4% 2,6% 17.479.079 0,2% 17.204.796 -1,6% 25.566.504 15,9% 26.974.949 5,5% 11,2% 60.636.431 -1,9% 16.095.106 39.507.022 32-BA DEPÓSITOS A PRAZO NORMAIS 17.429.080 17.440.828 0,1% 32-BB DEPÓSITOS DE POUPANÇA 19.855.562 22.066.194 11,1% 52.958.654 55.602.128 5,0% 61.823.163 DEPÓSITOS 2006 16,7% 9,0% 15.674.013 37.284.641 32 04/05 18.777.580 43.045.583 EVOLU ÇÃO D OS DEPÓSI TOS 70.000.000 60.000.000 50.000.000 40.000.000 30.000.000 20.000.000 DEPÓSITOS A ORDEM 10.000.000 DEPÓSITOS A PRAZO NORMAIS 0 2003 DEPÓSITOS DE POUPANÇA 2004 2005 2006 DEPÓSITOS 15 5.2. APLICAÇÕES Q3 EVOLUÇÃO DE DISPONIBILIDADES E APLICAÇÕES EUROS REF. TÍTULO 2003 2004 03/04 2005 04/05 2006 05/06 1.938.752 2.256.701 16,4% 2.091.694 -7,3% 2.993.018 43,1% 17.939.301 17.500.383 -2,4% 25.500.000 45,7% 22.500.000 -11,8% 2-A TOTAL DE OUTRAS APLICAÇÕES 19.878.054 19.757.084 -0,6% 27.591.694 39,7% 25.493.018 -7,6% 2-B TOTAL DE CRÉDITO 38.711.279 41.737.882 7,8% 39.529.807 -5,3% 41.519.207 5,0% 3.100.599 3.406.339 9,9% 4.004.309 17,6% 4.674.456 16,7% -1,2% 2-AA OUTRAS APLICAÇÕES 2-AB EM INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO 2-C TOTAL DE PROVISÕES 2 APLICAÇÕES 55.488.733 58.088.628 4,7% 63.117.192 8,7% 62.337.769 4 IMOBILIZAÇÕES 2.484.268 2.462.520 -0,9% 2.533.866 2,9% 2.694.737 6,3% 1 DISPONIBILIDADES 2.411.034 2.058.786 -14,6% 2.140.003 3,9% 2.219.407 3,7% EVOLU ÇÃO DAS APLI CAÇÕES 50.000.000 40.000.000 30.000.000 20.000.000 10.000.000 0 2003 OUTRAS APLICAÇÕES 2004 2005 EM INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO TOTAL DE CRÉDITO 2006 Q4 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO EUROS REF. TÍTULO 220 A curto prazo 2003 12.597.372 2004 03/04 2005 04/05 2006 05/06 17.050.678 35,4% 14.972.214 -12,2% 13.806.437 -7,8% 221 A médio e longo prazos 21.156.764 19.441.836 -8,1% 18.866.863 -3,0% 21.813.267 15,6% 22 33.754.135 36.492.514 8,1% 33.839.077 -7,3% 35.619.704 5,3% 4.855.840 5.128.533 5,6% 5.545.808 8,1% 5.830.021 5,1% 101.303 116.835 15,3% 144.922 24,0% 69.482 -52,1% 4.957.143 5.245.368 5,8% 5.690.730 8,5% 5.899.503 3,7% 38.711.279 41.737.882 7,8% 39.529.807 -5,3% 41.519.207 5,0% 2.807.388 3.139.055 11,8% 3.747.929 19,4% 4.405.086 17,5% CRÉDITO CONCEDIDO INTERNO 28-A CAPITAL VENCIDO 28-B JUROS VENCIDOS E DESPESAS 28 CRÉDITO E JUROS VENCIDOS 2-B TOTAL DE CRÉDITO 290 Provisões para crédito vencido 16 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO 40.000.000 35.000.000 30.000.000 25.000.000 20.000.000 15.000.000 10.000.000 5.000.000 0 CRÉDITO E JUROS VENCIDOS 2003 2004 2005 CRÉDITO CONCEDIDO INTERNO 2006 Q4-A EVOLUÇÃO DO CRÉDITO EM MORA EUROS REF. TÍTULO 2003 28200 Classe I 807.400 2004 03/04 2005 04/05 1.226.499 51,9% 828.847 -32,4% 2006 947.158 05/06 14,3% 28201 Classe II 304.413 47.390 -84,4% 177.241 274,0% 56.192 -68,3% 28202 Classe III e IV 312.134 541.059 73,3% 317.407 -41,3% 280.301 -11,7% 28203 Classe V, VI, VII, VIII e IX 1.567.178 1.453.058 -7,3% 1.915.021 31,8% 2.197.972 14,8% 28204 Classe X, XI e XII 1.547.995 1.580.569 2,1% 2.034.698 28,7% 2.075.805 2,0% 2820 Capital 4.539.120 4.848.574 6,8% 5.273.215 8,8% 5.557.428 5,4% 287 Outros créditos vencidos 316.720 279.959 -11,6% 272.593 -2,6% 272.593 0,0% 288 Juros vencidos a regularizar 101.303 116.835 15,3% 144.922 24,0% 69.482 -52,1% EVOLUÇÃO DO CRÉDITO EM MORA Classe X, XI e XII 6.000.000 5.000.000 Classe V, VI, VII, VIII e IX 4.000.000 Classe III e IV 3.000.000 2.000.000 Classe II 1.000.000 0 2003 2004 2005 2006 Classe I 17 5.3. CUSTOS E PROVEITOS Q5 EVOLUÇÃO DOS CUSTOS EUROS REF. TÍTULO 2003 2004 03/04 2005 04/05 05/06 2006 7-A CUSTOS FINANCEIROS 1.322.795 1.244.853 -5,9% 1.213.832 -2,5% 1.389.162 7-B CUSTOS ADMINISTRATIVOS 1.401.966 1.459.909 4,1% 1.491.446 2,2% 1.606.446 7,7% 7-C OUTROS CUSTOS 2.359.499 3.009.106 27,5% 2.757.829 -8,4% 3.330.181 20,8% 5.084.261 5.713.868 12,4% 5.463.107 -4,4% 6.325.789 15,8% 7 CUSTOS 14,4% EVOLUÇÃO DOS CUSTOS 7.000.000 6.000.000 5.000.000 4.000.000 3.000.000 2.000.000 CUSTOS ADMINISTRATIVOS 1.000.000 CUSTOS FINANCEIROS 0 2003 OUTROS CUSTOS 2004 2005 CUSTOS 2006 Q5A EVOLUÇÃO DOS CUSTOS (DESAGREGADOS) EUROS REF. TÍTULO 70 JUROS E CUSTOS EQUIPARADOS 2003 1.266.528 2004 1.141.030 03/04 2005 -9,9% 1.144.140 04/05 05/06 2006 0,3% 1.308.007 14,3% 48.542 62.711 29,2% 64.975 3,6% 78.580 20,9% 7.726 41.112 432,1% 4.717 -88,5% 2.575 -45,4% 73 CUSTOS COM PESSOAL 864.208 874.776 1,2% 893.324 2,1% 959.726 7,4% 74 FORNECIMENTOS E SERVIÇOS DE TERCEIR 537.758 585.133 8,8% 598.122 2,2% 646.721 8,1% 1.894 3.589 89,5% 9.148 154,9% 218 -97,6% 32,0% 71 COMISSÕES 72 PREJUÍZOS EM OPERAÇÕES FINANCEIRAS 76 IMPOSTOS 77 OUTROS CUSTOS E PREJUÍZOS 26.288 19.537 -25,7% 31.653 62,0% 41.778 78 AMORTIZAÇÕES DO EXERCÍCIO 94.946 101.291 6,7% 106.265 4,9% 108.953 2,5% 2.236.371 2.884.689 29,0% 2.610.764 -9,5% 3.179.231 21,8% 79 PROVISÕES DO EXERCÍCIO 18 Q5-B EVOLUÇÃO DOS FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EUROS REF. TÍTULO 2003 7410 Rendas e alugueres 03/04 2004 04/05 2005 -100,0% 0 81.177 3,7% 22.155 -14,3% 29.883 86,5% 5.567 0 7411 Comunicação e despesas de expedição 78.310 7412 Deslocações, estadas e representação 25.844 7413 Publicidade e edição de publicações 16.021 05/06 2006 * 0 * 79.965 -1,5% 91.850 14,9% 33.630 51,8% 29.515 -12,2% 31.605 5,8% 27.913 -11,7% 7414 Custos com trabalho independente 67.930 99.674 46,7% 67.213 -32,6% 60.736 -9,6% 7415 Conservação e reparação 33.360 36.787 10,3% 30.260 -17,7% 41.786 38,1% 7416 Seguros 13.027 13.144 0,9% 14.122 7,4% 12.170 -13,8% 1.160 1.012 -12,8% 1.693 67,3% 968 -42,8% 7419 Outros serviços de terceiros 198.994 208.456 4,8% 242.322 16,2% 274.802 13,4% 741 Serviços de terceiros 440.214 492.287 11,8% 500.810 1,7% 539.740 7,8% 97.544 92.846 -4,8% 97.312 4,8% 106.981 9,9% 7417 Judiciais, contencioso e notariado 740 Fornecimentos de terceiros Q6 EVOLUÇÃO DOS PROVEITOS EUROS REF. TÍTULO 2003 8-A PROVEITOS FINANCEIROS 8-C OUTROS PROVEITOS 8 PROVEITOS 03/04 4.464.474 0,0% 2.032.000 20,9% 216.157 375.490 6.362.320 6.871.964 4.465.525 8-B REPOSIÇÕES E ANULAÇÕES DE PROVISÕE 2004 1.680.638 2005 04/05 2006 05/06 4.295.121 -3,8% 4.758.074 10,8% 1.949.508 -4,1% 1.996.044 2,4% 73,7% 269.344 -28,3% 288.443 7,1% 8,0% 6.513.974 -5,2% 7.042.561 8,1% EVOLU ÇÃO D OS PR OVEI TOS 8.000.000 7.000.000 6.000.000 5.000.000 4.000.000 3.000.000 OUTROS PROVEITOS 2.000.000 REPOSIÇÕES E ANULAÇÕES DE PROVISÕES PROVEITOS FINANCEIROS 1.000.000 0 2003 2004 2005 PROVEITOS 2006 19 5.4. RESULTADOS Q7 EVOLUÇÃO DO CAPITAL E RESULTADOS EUROS REF. TÍTULO 2003 60 TÍT PARTICI, EMPRE SUBORD, PREST SUPL 03/04 2004 1.995.192 04/05 2005 05/06 2006 997.596 -50,0% 0 -100,0% 0 * 61 PROVISÕES DIVERSAS 342.753 352.350 2,8% 320.054 -9,2% 342.023 6,9% 62 CAPITAL 2.226.105 2.299.950 3,3% 2.087.455 -9,2% 4.761.365 128,1% 63 RESERVAS 1.175.596 2.110.584 79,5% 2.881.155 36,5% 925.553 -67,9% 6-A CAPITAL E RESERVAS E PROVISÕES 5.739.646 5.760.479 0,4% 5.288.663 -8,2% 6.028.940 14,0% 67-A RESULTADO BRUTO EXPLORAÇÃO 1.278.059 1.158.096 -9,4% 1.050.866 -9,3% 716.772 -31,8% -115.928 -168.594 45,4% -208.947 23,9% -189.557 -9,3% 1.162.131 989.502 -14,9% 841.920 -14,9% 527.215 -37,4% 67-B OUTRAS PERDAS E GANHOS 67 RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS 68 IMPOSTO SOBRE LUCROS 227.144 218.931 -3,6% 178.952 -18,3% 71.283 -60,2% 69 RESULTADO DO EXERCÍCIO 934.987 770.571 -17,6% 662.968 -14,0% 455.932 -31,2% 66 RESULTADOS TRANSITADOS 6-B RESULTADOS 6 CAPITAL RESERVAS E RESULTADOS 0 0 * 0 * 0 * 934.987 770.571 -17,6% 662.968 -14,0% 455.932 -31,2% 6.674.633 6.531.051 -2,2% 5.951.631 -8,9% 6.484.873 9,0% EVOLUÇÃO D OS RESU LTADOS 1.000.000 800.000 600.000 400.000 200.000 0 2003 2004 2005 IMPOSTO SOBRE LUCROS 2006 RESULTADO DO EXERCÍCIO Q7-A ORIGEM DOS RESULTADOS EUROS REF. TÍTULO 2003 2004 03/04 2005 MARGEM FINANCEIRA 2.776.582 2.841.186 2,3% 2.721.052 PRODUTO BANCÁRIO 3.330.704 3.571.986 7,2% RESULTADO BRUTO DA EXPLORAÇÃO 1.928.738 2.112.077 9,5% CAHS-FLOW ANTES DE IMPOSTOS 1.812.810 1.943.483 RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS 1.162.131 989.502 934.987 770.571 -17,6% RESULTADO LÍQUIDO 04/05 2006 05/06 -4,2% 2.973.173 9,3% 3.309.833 -7,3% 3.615.359 9,2% 1.818.387 -13,9% 2.008.913 10,5% 7,2% 1.609.440 -17,2% 1.819.356 13,0% -14,9% 841.920 -14,9% 527.215 -37,4% 662.968 -14,0% 455.932 -31,2% 20 EVOLUÇÃO DE ALG UNS RESULTADOS 4.000.000 3.500.000 3.000.000 2.500.000 2.000.000 1.500.000 1.000.000 500.000 0 2003 RESULTADO LÍQUIDO RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS 2004 CAHS-FLOW 2005 PRODUTO BANCÁRIO 2006 RESULTAD O - COMPARAÇÃO 2006 / 2005 4.000.000 3.500.000 3.000.000 2.500.000 2.000.000 1.500.000 1.000.000 500.000 0 MARGEM FINANCEIRA PRODUTO BANCÁRIO CAHS-FLOW DE EXPLORAÇÃO CAHS-FLOW RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS RESULTADO LÍQUIDO 21 6. BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 22 C.C.A.M. do Ribatejo Sul 31/12/2005 Balanço – Passivo (Euros) -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| Código das | Passivo | Ano | Ano Anterior | | Contas | | | | |----------------|----------------------------------------------------|-----------------------------|------------------------------| |30+31 | 1.Débitos para com instituições de crédito | 1 309,25 | 1 309,25 | |30020+30120+ | a) - á vista | 1 309,25 | 1 309,25 | |30220+31020+ | | | | |31220+31320+ | | | | |31920 | | | | |1-1a) | b) - A prazo ou com pré-aviso | | | | | | | | |32+33+35 | 2.Débitos para com clientes | 60.885 635,29 | 63.039.622,29 | |3213+3223 | a)-Depósitos de poupança | 26.919 294,98 | 25.524.439,68 | |32-3213-3223+ | b)-Outros débitos | 33.966.340,31 | 36.515.182,61 | |33+35 | | | | |3200+3210+3220 | ba)-À vista | 16.456.685,23 | 18.777.580,19 | |+3230 | | | | |b)-ba) | bb)-A prazo | 17.509.655,08 | 17.737.602.42 | |34 | 3.Débitos representados por titulos | | | |341 | a)-Obrigações em circulação | | | |340+342+349 | b)-Outros | | | |36+39 | 4.Outros passivos | 296.540,48 | 223.549,73 | | | | | | |52+54+56(créd)+ | 5.Contas de regularização | 466.479,60 | 434.455,30 | |+58(créd)+59 | | | | | | | | | |610+611+612+613 | 6.Provisões para riscos e encargos | 342.022,87 | 320.053,61 | |612 | a)-Pensões e encargos similares | | | |610+611+613 | b)-Outras Provisões | 342.022,87 | 320.053,61 | |619 | 6A. Fundo p/ riscos bancários gerais | | | | | | | | |60 | 8.Passivos subordinados | | | |62 | 9.Capital subscrito | 4.761.365,00 | 2.087.455,00 | |632 | 10.Prémios de emissão | | | |630+631+635+639 | 11.Reservas | 840.397,10 | 2.793.367,74 | |633 | 12.Reserva de reavaliação | 85.155,46 | 87.787,01 | |66 | 13.Resultados transitados | | | |69(créd) | 14.Lucro do exercicio | 455.932,25 | 662.967,81 | | | | | | |----------------|----------------------------------------------------|-----------------------------|------------------------------| | | Total do Passivo | 68.134.837,30 | 68.650.567,74 | ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 23 C.C.A.M. do Ribatejo Sul 31/12/2005 Balanço – Activo (EURO) -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| | | Ano | | | Código das | |-----------------------------------------------| Ano Anterior | | | Activo | Activo | Amortizações | Activo | | | Contas | | Bruto | e provisões | Líquido | (Líquido) | |------------------------------|-------------------------------------|---------------|---------------|---------------|---------------| |10+11+130 |1.Caixa e disp. em Bancos Centrais | 759.746,77 | | 759.746,77 | 828.013,86 | |12+13-130 |2.Disponibil. à vista s/Inst. Crédito| 1.453.616,41 | | 1.453.616,41 | 1.305.945,70 | |20+21+280+281+2880+2881+2891+ |3.Outros créditos sobre Inst. Crédito| 22.500.000,00 | | 22.500.000,00 | 25.500.000,00 | |-29000-290-29010-29011-2951 | | | | | | |16+22+23+282+283+287+2882+2883| | | | | | |+2887+2892+2893+2897-29002|4.Créditos sobre clientes | 41.519.206,70 | 4.371.055,48 | 37.148.151,22 | 35.815.463,86 | |29003-29012-29013-29017-2952 | | | | | | |240+241+245+255+2480+250+251+ |5.Obrig. e outros tit.de rendim. fixo| | | | | |+2580+26+2840+2884+2894-290140| | | | | | |2920-2921-2925-2953 | | | | | | |2400+2401+2410+2500+2501+2510+| a)Obrig.e o/tit.de rendimento fixo | | | | | |+2600+2601+2610+2840+2884+2894| -emissores públicos | | | | | |290140-29200-29210-2952-2953 | | | | | | |2402+2411+2412+245 | b)Obrig.e o/tit. de rendimento fixo | | | | | |255+2480+2502+2511+2512+2580+ | -de outros emissores | | | | | |+2602+2611+2612+2840+2884+2894| | | | | | |-290140-29209-29219-2952-2953 | | | | | | |2480+2580 | (Dos quais: obrigações próprias) | | | | | |243+244+245+255+2481-24810+ |6.Acções e outros tít. Rendi. Variáve| | | | | |+2490-2491+253+254+2581+25810+| | | | | | |+2841-290141-291-2923-292-2925| | | | | | |-2953+5624(dev) | | | | | | |400-490 |7.Participações | 825.609,40 | 231.725,18 | 593.884,22 | 593.884,22 | |401-491 |8.Partes de capital em emp. coligadas| 13.138,64 | | 13.138,64 | 13.138,64 | |41+460+4690-481 |9.Imobilizações incorpóreas | 17.622,17 | 17.622,17 | | | |42+461+462+463+468+4691-482 |10.Imobilizações corpóreas | 3.631.628,20 | 1.543.913,58 | 2.087.714,62 | 1.926.843,33 | |420+4280+461-4820-48280 | (Dos quais: imóveis serviço próprio)| 2.412.254,27 | 528.683,02 | 1.883.571,25 | 1.795.676,17 | |27003 |11.Capital subscrito não realizado | | | | | |24810+25810 |12.Acções próp. ou partes Capital pró| | | | | |14+15+19+27-27003-29007-2959- |13.Outros activos | 2.999.062,02 | 303.400,62 | 2.695.661,40 | 1.807.771,83 | |-299+402+409-499 | | | | | | |51+55+56(dev)+58(dev)+59 |14.Contas de regularização | 882.924,02 | | 882.924,02 | 859.506,30 | |69 |15.Prejuizo do exercicio | | | | | |------------------------------|-------------------------------------|---------------|---------------|---------------|---------------| | | Total do Activo | 74.602.554,33 | 6.467.717,03 | 68.134.837,30 | 68.650.567,74 | -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------90+970|1.PASSIVOS EVENTUAIS 1.898.390,47 | 92|2.COMPROMISSOS PERANTE TERCEIROS 4.216.080,00 | | Dos quais: | | dos quais: | 9010+9011| -Aceites e endossos | 9200| - Compromissos result. op. venda | 970| -Activos dados em garantia | | com opção de recompra | ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 24 C.C.A.M. do Ribatejo Sul Demonstração de Resultados - Custos 31/12/2005 (Euros) -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| Código das | | | Ano Anterior | | | Débito | Ano | | | Contas | | | (Líquido) | |----------------|----------------------------------------------------|-----------------------------|------------------------------| | | A.CUSTOS | | | | | | | | |70 | 1.Juros e custos equiparados | 1.308.007,11 | 1.144.139,84 | | | | | | |71 | 2.Comissões | 78.580,29 | 64.975,07 | | | | | | |72 | 3.Prejuizos em operações financeiras | 2.574,66 | 4.717,35 | | | | | | |73+74 | 4.Gastos gerais administrativos | 1.606.446,34 | 1.491.445,84 | | | | | | |73 | a)Custos com pessoal | 959.725,54 | 893.324,02 | | | Dos quais: | | | |730+731 | (-salários e vencimentos) | 774.570,10 | 720.674,26 | |732+733 | (-Encargos sociais) | 185.155,44 | 172.649,76 | | | | | | | | Dos quais: | | | |73290+73291+7329| (-com pensões) | 5.775,59 | 5.356,29 | | | | | | |74 | b)Outros gastos administrativos | 646.720,80 | 598.121,82 | | | | | | |78 | 5.Amortizações do exercicio | 108.953,10 | 106.264,70 | | | | | | |77 | 6.Outros custos de exploração | 41.777,92 | 31.652,82 | | | | | | |790+791+792+793 | 7.Provisões para crédito cobrança duvidosa e | 3.179.231,31 | 2.610.763,91 | |795+799 | crédito vencido e para outros riscos | | | | | | | | |794 | 8.Provisões para imobilizações financeiras | | | | | | | | | | 10.Resultados da actividade corrente | 716.990,47 | 1.060.014.01 | | | | | | |671 | 11.Perdas extraodinárias | 254.846,00 | 225.514,08 | | | | | | |68 | 13.Imposto sobre os lucros | 71.282,75 | 178.951,75 | | | | | | |76 | 14.Outros impostos | 218,18 | 9.147,61 | | | | | | |69 | 14.Lucro do exercicio | 455.932,25 | 662.967,81 | |----------------|----------------------------------------------------|-----------------------------|------------------------------| | | Total | 7.107.849,91 | 6.530.540,78 | ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 25 C.C.A.M. do Ribatejo Sul Demonstração de Resultados - Proveitos 31/12/2005 (Euros) -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------| Código das | | | Ano Anterior | | | Crédito | Ano | | | Contas | | | (Líquido) | |----------------|----------------------------------------------------|-----------------------------|------------------------------| | | B.PROVEITOS | | | | | | | | |80 | 1.Juros e proveitos equiparados | 4.281.179,74 | 3.865.191,94 | |80240+80241+ | (Dos quais: de títulos de rendimento fixo) | | | |80245+80250+ | | | | |80251+80255+8026| | | | | | | | | |81 | 2.Rendimento de títulos | | | | | | | | |81-81400-81401 | a) - Rendimento de acções, de quotas e de | | | | | outros títulos de rendimento variável | | | |81400 | b) - Rendimento de participações | | | |81401 | c) - Rendimento de partes de capital em | | | | | empresas coligadas) | | | | | | | | |82 | 3.Comissões | 472.921.66 | 424.729,31 | | | | | | |83 | 4.Lucros em operações financeiras | 3.972,86 | 5.200,18 | | | | | | |840+841+842+ | 5.Reposições e anulações respeitantes a | | | |+843+845+849 | correcções de valor relativas a créditos e | | | | | provisões para passivos eventuais e para | | | | | compromissos | 1 996.043,84 | 1.949.508,01 | | | | | | |844 | 6.Reposições e anulações respeitantes a | | | | | correcções de valor relativas a valores | | | | | mobiliários que tenham o caracter de imobi| | | | | lizações financeiras, a participações e a | | | | | partes de capital em empresas coligadas | | | | | | | | |89 | 7.Outros proveitos de exploração | 288.443,10 | 269.344,10 | | | | | | | | 8.Resultados da actividade corrente | | | | | | | | |672 | 9.Ganhos extraordinários | 65.288,71 | 16.567,24 | | | | | | |69 | 11.Prejuizo do exercicio | | | | | | | | | | | | | | | | | | |----------------|----------------------------------------------------|-----------------------------|------------------------------| | | Total | 7.107.849,91 | 6.530.540,78 | ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 26 7. Anexo às Contas ( Modelo 9 ) NOTA INTRODUTÓRIA A CCAM do Ribatejo Sul, Crl. com sede em Benfica do Ribatejo (adiante apenas designada por “CCAM”) foi constituída em 18 de Setembro de 1997, na sequência de fusão da CCAM de Benfica do Ribatejo e da CCAM de Alpiarça, tem actualmente como âmbito de acção e actividade no(s) concelho(s) de Almeirim e de Alpiarça, sendo a cobertura feita através de uma rede de 4 balcões ligados "on line" entre si e a sede. A CCAM é uma instituição de crédito sob a forma de cooperativa de responsabilidade limitada que pratica todas as operações permitidas pelo Regime Jurídico do Crédito Agrícola Mútuo (RJCAM), aprovado pelo Decreto-Lei nº 24/91, de 11 de Janeiro, e alterado por vários diplomas subsequentes. A CCAM faz parte do "Sistema Integrado de Crédito Agrícola Mútuo" (SICAM)., que através da Caixa Central (CCCAM) lhe garante, em sua representação, a ligação aos diferentes operadores de mercado. As indicações que se seguem são apresentadas pela ordem da numeração, e de acordo com as notas previstas no Plano de Contas, aplicável às Caixas de Crédito Agrícola integradas no Sicam, para o exercício de 2006. As notas cujos números não são indicados neste Anexo não têm aplicação por inexistência ou imaterialidade dos valores a reportar. 3 - Os valores na origem expressos em moeda estrangeira foram convertidos com base no câmbio oficial indicativo do BCE, médio. 5 - As aplicações para recuperação de créditos, elementos constantes na rubrica 13 do Activo do Balanço, apresentam um custo de aquisição superior em 269.370 euros, (em 2005: € 256.380) ao respectivo valor de mercado, devidamente provisionado (ver Nota 25). 6 - A CCAM detém as seguintes participações enquadráveis como em empresas coligadas ou associadas no âmbito do SICAM. As provisão, para menos-valias financeiras, destina-se a fazer face às desvalorizações de carácter permanente. Entidade CCCAM – Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, C.R.L FENACAM Rural Informática participação provisão 825.360 231.725 70 0 13.069 0 8 - Existem créditos sobre empresas participadas e associadas, com as quais a Instituição tem ligação de participação, incluídos nas rubricas 2 e 5 do Activo. 27 CCCAM – Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, C.R.L 23.052.135 10 - Inventário de títulos e participações financeiras conforme quadro seguinte. Quantidade Valor médio de Nominal Aquisição Natureza e espécie dos títulos Valor de Cotação Valor de Balanço 2006 2005 D. IMOBILIZAÇÕES FINANCEIRAS (conta 40) Participações (conta 400) - Em instituições de crédito no país Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo 165.072 2,56 825.360,00 825.360,00 Fenacam 28 2,49 69,83 69,83 Ferec 100 2,49 249,4 249,4 Rural Informática 2.619 16,64 13.068,81 13.068,81 838.748,04 838.748,04 - Em instituições de crédito no estrangeiro - Em outras empresas no país - Em outras empresas no estrangeiro Partes de capital em empresas coligadas (conta 401) - Em instituições de crédito no país - Em outras empresas no país Outras imobilizações financeiras (conta 409) 167.819 TOTAL 11 - Movimentos e saldos do activo imobilizado conforme quadro seguinte. Saldo do exercício anterior Amortizações acumuladas Contas Valor bruto Aquisições Aumentos Reavaliações (líquido) Transf. Amortizações do exercício Regularizações Abates (líquido) Valor líquido 31/12/2006 IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS -Trespasses.................................... -Despesas de estabelecimento..... 8.309 8.309 277.723 277.723 2.253.458 457.781 1.150.504 1.019.337 -Custos plurianuais......................... -Despesas de invest. e desenv...... -Sistemas de tratam. automático de dados (software)........................... -Outras.............................................. IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS -Imóveis de serviço próprio.............. 70.902 1.724.775 38.052 114.643 -Obras em imóveis arrendados....... -Outros imóveis.................................... -Equipamento........................................ 21.528 -Património artístico.......................... -Outras imobilizações corpóreas.. IMOBILIZAÇÕES EM CURSO Imobilizações incorpóreas.............. -Imóveis.................................................. 158.797 158.797 89.500 89.500 -Património artístico.......................... -Outras imobilizações corpóreas.. TOTAIS 3.689.994 1.763.151 269.824 0 0 108.953 0 0 2.087.715 14 - Crédito concedido em função da duração residual, correspondente ás rúbricas e subrúbricas 3 e 4 do Activo: 28 ACTIVO DESCRIÇÃO Rubrica 3 2006 < 3 meses 1ano < 3 meses 5 anos < 1 ano > 5 anos Indeterminada TOTAL Rubrica 4 2005 2006 2005 8.000.000 11.500.000 7.639.124 9.183.786 3.500.000 2.500.000 6.617.954 6.041.207 11.000.000 11.500.000 5.627.537 5.059.777 15.735.089 13.554.307 22.500.000 25.500.000 5.899.503 5.690.730 41.519.207 39.529.807 15 - Não foi efectuada qualquer reavaliação de imobilizado durante o exercício de 2006, e não foram feitas amortizações extraordinárias resultantes de medidas carácter fiscal. As reservas de reavaliação apresentavam, em 31 de Dezembro de 2006, o saldo na rubrica de 85.155,46 euros, que resulta da reavaliação efectuada em exercícios anteriores ao abrigo do Decreto-Lei nº 31/98, de 11 de Fevereiro, e parcialmente utilizada por 145.242 euros, para o montante já realizado. As imobilizações corpóreas reavaliadas em exercícios anteriores resumem-se como segue: Natureza Terrenos Construções Custo histórico 83.488,84 344.692,43 428.181,27 Reavaliações 88.626,68 313.195,25 401.821,93 Amortizações acumuladas 0,00 245.268,10 245.268,10 Valor líquido contab. reaval. 172.115,52 412.619,58 584.735,10 18- Montantes dos débitos correspondentes ás rúbricas e sub-rúbricas 1.b), 2.a), 2.b), bb) e 3.b) do Passivo, desdobrados em função da sua duração residual: DESCRIÇÃO < 3 meses 1ano < 3 meses 5 anos < 1 ano > 5 anos Indeterminada TOTAL Montante de débitos a clientes 2006 2005 25.785.560,23 28.096.276,19 34.662.773,00 33.696.828,00 188.098,00 30.059,00 0,00 0,00 249.204,64 216.459,45 60.885.635,87 62.039.622,64 23 – É o seguinte o montante dos compromissos assumidos e garantias prestadas contabilizados em contas extrapatrimoniais: 29 Rubrica extrapatrimonial Garantias prestadas Garantias e avales Fianças e indemnizações Outros passivos eventuais Garantias recebidas Garantias e avales Compromissos perante terceiros Compromissos irrevogáveis Compromissos revogáveis Responsabilidade em prestação de serviços Depósito e guarda de valores Cobrança de valores Garantias reais Activos dados em garantia Activos recebidos em garantia Outras contas extrapatrimoniais Consignações Créditos abatidos ao activo Juros vencidos Despesas de crédito vencido Contas diversas 2006 1.898.390,47 1.617.123,51 2005 1.749.073,03 1.415.286,66 281.266,96 29.202.029,52 29.202.029,52 4.216.080,00 3.991.080,00 225.000,00 1.152.253,94 274.290,65 877.963,29 58.724.637,65 333.786,37 26.274.862,15 26.274.862,15 4.491.887,60 4.266.887,60 225.000,00 837.972,74 58.724.637,65 6.008.359,81 49.341.014,81 4.906.503,29 5.151.995,05 505.951,50 332.543,12 17.870,14 3.961.011,27 598.277,64 329.344,24 17.870,14 837.972,74 49.341.014,81 24 - As responsabilidades assumidas para com os seus funcionários estão cobertas pelo Fundo de Pensões do Crédito Agrícola Mútuo 25 - Movimento e saldos das contas de provisões conforme quadro seguinte. Designação Créditos de cobrança duvidosa Saldo inicial Dotações Anulações/ Reposições Utilizações Transferências Saldo final 151.051 712.415 0 527.123 0 336.344 3.596.877 1.953.947 491.072 991.012 0 4.068.742 0 0 0 0 0 0 Outras aplicações 256.380 12.990 0 0 0 269.370 Imobilizações financeiras 231.725 0 0 0 0 231.725 Riscos gerais de crédito 320.054 499.879 0 477.910 0 342.023 Riscos de flutuação de câmbios 0 0 0 0 0 0 Pensões de reforma e sobrevivência 0 0 0 0 0 0 Outros riscos e encargos 0 0 0 0 0 0 Riscos bancários gerais 0 0 0 0 0 0 Créditos vencidos Depreciação de Tit. Investimento 26 - Os investimentos em Imobilizações Financeiras revestem carácter de participação no capital de empresas que são ou foram do grupo. 30 27 - Saldos das contas “Despesas com custo diferido”, “Proveitos a receber”, “Receitas com proveito diferido” e “Custos a pagar”: Contas de regularização 2006 Débito 2005 Crédito Débito Crédito PROVEIT.A RECEBER 663.527,32 0,00 590.393,73 0,00 De aplicações 617.918,17 0,00 582.824,61 0,00 De outros proveitos a receber 45.609,15 0,00 7.569,12 0,00 De operações extrapatrimoniais 0,00 0,00 0,00 0,00 CUSTOS A PAGAR 0,00 382.062,75 0,00 322.570,23 De recursos alheios 0,00 270.853,86 0,00 218.326,46 De capitais próprios e equiparados 0,00 0,00 0,00 0,00 De custos administrativos 0,00 111.208,89 0,00 104.243,77 RECT. C/PROV.DIF. 0,00 17.932,59 0,00 17.318,81 De aplicações 0,00 14.578,45 0,00 14.123,37 De operações extrapatrimoniais DESP.C/CUSTO DIF. De recursos alheios Outras despesas OT.CONT.REGULZ. Valores cobrados Diferenças em diversas contas Economato Diversas operações a regularizar 0,00 3.354,14 0,00 3.195,44 7.476,83 0,00 6.434,30 0,00 535,12 0,00 268,29 0,00 6.941,71 0,00 6.166,01 0,00 211.919,87 66.484,26 262.678,27 3.024,06 0,00 0,00 0,00 690,00 0,00 3.186,47 0,00 2.334,06 11.837,56 0,00 12.570,79 0,00 200.082,31 63.297,79 250.107,48 0,00 29 – Em 31 de Dezembro de 2006, o capital da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Ribatejo Sul, C.R.L. encontra-se disperso por 3.425 associados No exercício de 2006 o capital apresentou o seguinte movimento: Descrição Saldo 2005 Incorporação Reservas Capital Capital Especial Total 916.235 1.137.195 34.025 2.087.455 2.618.570 89.015 0 2.707.585 Títulos Emitidos - Subscrição inicial 25.000 0 25.000 Títulos Reembolsados - "Demissão" 23.500 0 23.500 1.150 34.025 35.175 1.226.560 0 4.761.365 Títulos Emitidos - Subscrição adicional Títulos Reembolsados - Outros motivos Saldo 2006 3.534.805 31 31 - Principais elementos das seguintes rúbricas: 2006 Rúbrica 13 do Activo 152–Numismática e medalhística 2005 6.043,83 6.043,83 27000–Devedores por Bonificações a receber 27.298,51 23.681,43 27002–Devedores por IRC a recuperar 66.438,70 183,74 27009–Devedores diversos 2740–Aplicações para recuperações de créditos (imóveis) 2749–Aplicações para recuperações de créditos (outros) 29007–Provisões p/cob.duvidosas p/devedores e outras aplicações 299-Provisões para Outras aplicações TOTAL Rúbrica 4 de Passivo 598.592,89 557.283,56 2.198.808,30 1.408.665,36 101.879,79 101.879,79 -34.030,47 -33.585,42 -269.370,15 -256.380,46 2.695.661,40 1.807.771,83 2006 2005 360-Fornecedores 75.129,25 34.802,65 369-Credores diversos 73.704,24 62.387,14 143.209,26 121.846,85 560,90 549,29 3.756,89 3.800,06 179,94 163,74 296.540,48 223.549,73 390-Sector Público Administrativo 391-Cobranças por conta de terceiros 394-Contribuições para o S.A.M.S. 395-Contribuições para Fundos de Pensões TOTAL 34 - Efectivo médio anual de trabalhadores ao serviço, ventilado por grandes categorias profissionais conforme quadro seguinte: Categorias profissionais Funções de Direcção 2006 2005 1,00 1,00 6,00 6,00 12,92 12,58 Funções Administrativas 3,83 4,08 Funções Auxiliares 4,00 4,00 27,75 27,66 Funções de Chefias Intermédias Funções Técnicas TOTAL 35 – Não foram efectuados quaisquer adiantamentos e a CCAM não assumiu quaisquer compromissos em matéria de pensões de reforma para antigos ou os actuais membros dos órgãos sociais. As remunerações pagas pela CCAM aos membros dos órgãos de Direcção e Fiscalização, os créditos concedidos a membros dos órgãos referidos, apresentam o seguinte detalhe: 32 Remunerações ÓRGÃOS SOCIAIS Exercícios 2006 Direcção 2005 2006 Garantias prestadas 2005 2006 2005 14.564,96 12.931,39 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 14.564,96 12.931,39 0,00 0,00 0,00 0,00 Conselho Fiscal TOTAL Crédito concedido 0,00 37 – O montante global dos elementos do activo e do passivo expressos em moeda estrangeira apresentam a seguinte decomposição por rubrica de Balanço: Rubrica de Balanço 1.Caixa e disp. Bancos Centrais 2.Disponib. à vista s/Inst.Créd Conversão 2006 2005 4.776,47 2.713,36 0,00 2.848,79 38 Os custos e proveitos correntes da CCAM no exercício de 2006 tiveram origem na sua totalidade em operações realizadas no território nacional. 39 - Principais componentes das seguintes rúbricas: A.6 – OUTROS CUSTOS DE EXPLORAÇÃO 7700 - Quotizações 7701 - Donativos 7799 – Outros custos TOTAL A.11 – PERDAS EXTRAORDINÁRIAS 6710-Menos valias na realização de valores imobilizados 6712-Multas e outras penalidades contratuais 2006 14.499,63 2005 17.148,50 2.391,00 2.872,09 24.887,29 11.632,23 41.777,92 31.652,82 2006 6719-Outras perdas extraordinárias TOTAL B.7 – OUTROS PROVEITOS DE EXPLORAÇÃO 892-Proveitos pela prestação de serviços diversos 893-Reembolso de despesas 894-Lucros alienação bens adq.cobr.créditos 895-Recuperação de créditos, juros e despesas 899-Outros TOTAL 0,00 364,29 92,54 0,00 2.226,76 252.470,38 219.933,61 2.011,33 3.261,17 254.846,00 225.514,08 6713-Prejuízos por extravio, roubo ou falsificação 6718-Perdas relativas a exercícios anteriores 2005 0,00 2006 2005 13.441,66 9.567,52 1.327,37 560,31 0,00 1.033,18 264.924,40 257.744,79 8.749,67 438,30 288.443,10 269.344,10 33 B.9 – GANHOS EXTRAORDINÁRIOS 2006 6720-Mais valias na realização de valores imobiliários 6721-Indemnização por incumprimento de contratos 6728-Ganhos relativos a exercícios anteriores 6729-Outros ganhos extraordinários TOTAL 2005 220,00 0,00 0,00 0,00 64.814,95 10.719,22 253,76 5.848,02 65.288,71 16.567,24 41 – A reconciliação entre o lucro contabilístico e o lucro tributável, a estimativa de impostos sobre os lucros e os impostos sobre os rendimentos pagos, com referência aos exercícios de 2004 a 2006 são analisados de acordo com um mapa de formato idêntico ao quadro 07 da declaração de IRC aplicável ao exercício. 2006 Lucro contabilístico antes de impostos 2005 2004 462.972,08 662.967,81 770.571,18 Acréscimos à matéria colectável 99.558,42 182.581,20 236.877,08 Deduções à matéria colectável 84.744,79 36.737,14 37.856,02 477.785,71 808.811,87 969.592,24 Estimativa de impostos sobre lucros 96.457,77 162.025,24 195.658,86 Deduções à colecta -35.692,63 -61.948,40 -2.363,57 9.366,05 15.716,45 18.959,34 Lucro tributável Derrama Tributações autónomas 1.151,56 1.025,71 1.568,21 71.282,75 116.819,00 213.822,84 14,92% 14,44% 22,05% 0,00 0,00 0,00 Pagamentos por conta efectuados no exercício 137.721,45 179.135,49 158.024,00 IRC a pagar (ver nota 31) -66.438,70 -62.316,49 55.798,84 Total de Imposto Taxa efectiva de imposto Retenções na fonte 42 - A proporção do IRC sobre os resultados correntes em 2006 é de 100% e em 2005 foi também de 100%. Dos resultados extraordinários não resultou carga fiscal. 43 - A CCAM do Ribatejo Sul integra o perímetro de consolidação de contas do SICAM e do Grupo Financeiro do Crédito Agrícola Mútuo, cuja sede social é na rua Castilho, nº 223 – 1099004 Lisboa. 47 – Montantes incluídos nos resultados provenientes de transações realizadas com entidades do grupo financeiro do Crédito Agrícola: 34 2006 Associadas (a) Coligadas (b) Caixa Central CCAMs Total PROVEITOS 0,00 0,00 429.055,65 429.055,65 75.569,50 13,84 19.790,38 95.373,72 0,00 465,81 1.334,90 75.569,50 479,65 450.180,93 Juros e proveitos equiparados Comissões Outros proveitos 1.800,71 0,00 526.230,08 CUSTOS Juros e custos equiparados 0,00 0,00 6.884,58 6.884,58 Comissões 0,00 5.238,00 27.747,29 32.985,29 22.852,49 231.337,52 68.288,12 322.478,13 1.344,53 18.160,59 4,99 19.510,11 24.197,02 254.736,11 102.924,98 Outros gastos administrativos Outros custos 0,00 381.858,11 49 - A cobertura de responsabilidades com pensões de reforma e sobrevivência está a cargo de um Fundo de Pensões para todos os colaboradores das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo. Este Fundo, cujos benefícios a atribuir pelo plano de pensões são os definidos no Acordo Colectivo de Trabalho Vertical do Crédito Agrícola Mútuo, assume, assim, a natureza de um fundo solidário, estando a sua gestão a cargo da Companhia de Seguros Fidelidade – Mundial S.A. As informações sobre o valor do fundo e responsabilidades por pensões são disponibilizadas nas notas às contas consolidadas a apresentar pela Caixa Central. Neste exercício o montante da contribuição para o fundo foi de 5.616,23 euros 50 – As participações financeiras são as constantes no quadro seguinte. No exercício de 2006 não foram constituídas provisões Entidade Caixa Central C. A. M. Rural Informática FENACAM FEREC TOTAL Títulos Aquisição Provisão valor merc/trans +/- valia latente 165.072 825.360 593.635 361.910 2.619 13.069 13.069 13.605 536 14 70 70 629 559 50 249 167.755 838.748 231.725 Liquido 231.725 -231.725 249 448 198 607.023 376.591 -230.432 35 8. PARECER DO CONSELHO FISCAL Excelentíssimos Consócios, Em cumprimento das obrigações estatutárias, vem o Conselho Fiscal submeter à apreciação da Assembleia Geral o seu Parecer sobre o Relatório e Contas da Direcção, relativos ao Exercício de 2006. 1. No exercício das suas funções o Conselho Fiscal acompanhou e fiscalizou a actividade da CCAM e os actos da Direcção, através dos elementos da contabilidade bem como de outras informações e esclarecimentos obtidos. 2. Na apreciação das contas e da actividade da CCAM foram também tomadas em consideração, com o devido apreço, os contributos resultantes das auditorias que anualmente vêm sendo realizadas, a cargo e sob orientação da FENACAM. 3. Fazendo uma apreciação global positiva do exercício, que consideramos ter representado mais um passo no progresso e consolidação da Instituição que vem sendo alcançado ao longo dos últimos anos e mantendo a recomendação de permanente atenção ao controlo dos riscos próprios da actividade, o Conselho Fiscal entende renovar a manifestação de apreço pelo esforço desenvolvido, tanto pela Direcção como pelos Serviços e é de parecer que a Assembleia Geral: - aprove o Relatório, as Contas e Anexo, referentes ao exercício de 2006 apresentados pela Direcção; aprove a proposta de aplicação de resultados contida no Relatório da Direcção. Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Ribatejo Sul, 23 de Fevereiro de 2007. (José Latas Simões) (Saúl Freitas Jorge) (António Nunes Gomes) 36