Moda praia para exportação: O sucesso da marca Brasil Swimwear to exportation: the success of the brand Brazil Rocha, Áurea Luz. Graduada em Design de Moda-UFG, PósGraduada em Negócios do Vestuário pelo SENAI Blumenau-SC. [email protected] Resumo: O presente artigo centrou-se em estudar o seguimento moda praia produzido no Brasil e seu sucesso no mercado externo. Por meio de pesquisa bibliográfica, faz-se um apanhado na literatura sobre o estereótipo do Brasil e da mulher brasileira, a respeito da sensualidade e alegria e sua relação com o biquíni brasileiro. Discorre-se sobre as dificuldades enfrentadas pelas empresas desse setor que buscaram os mercados internacionais. Conclui-se apontando algumas possíveis soluções para que as próximas empresas que pretendam enveredar pelo caminho da internacionalização não enfrentem desafios tão duros pela frente. Palavras-chave: Internacionalização. Moda praia. Marca Brasil. Abstract: This chapter has focussed on studying the swimwear segment produced in Brazil and their sucesso in the extern market. Through bibliographic research, provides an overview about the stereotype of the brazilian woman, to respect of the sexy appeal and joy and their relationship with the Brazilian bikini. Talks about the difficulties faced by companies of this sector that are entering theinternational market. Concluded pointing some potential solutions to the next companies what have the intention to take the path of internacionalization, don’t find so hard difficulty. Keywords: Internacionalization. Swimwear. Brand Brazil. 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho busca compreender o processo de internacionalização de marcas brasileiras de moda praia. Os negócios relacionados à moda devem parte de seu valor intangível às características de onde é concebido. A criação desse produto, que é pensado para ser usado em diversas situações, perpassa o imaginário do designer ou estilista que o idealiza, e toda sua bagagem cultural terá influência sobre o resultado final do trabalho. E o que dizer de um produto de moda que tem espaço de uso limitado a um ou dois ambientes e não mede mais do que alguns 30 centímetros de malha? Racionalmente, poderíamos supor que a moda praia é repetitiva e monótona, por não ter espaço suficiente para conter o potencial criativo de um estilista, e muito menos a cultura de um povo, mas ao contrário, do que se pode imaginar, os biquínis produzidos no Brasil não sofrem com essa limitação. No seu pequeno espaço de pano, carregam paisagens, ritmo, animais selvagens, praias paradisíacas e mulheres de tirar o fôlego, que desfilam seus corpos bronzeados pelas areias brancas em uma temperatura quase sempre tórrida. No mercado internacional, o biquíni brasileiro é tido como referência, comparado ao que é o charuto para Cuba, o whisky para a Escócia e a vodka para a Rússia (ADAMS, 2006). A marca Brasil é hoje valorizada mundo a fora. Este trabalho não visa questionar se imagem que o estrangeiro tem do Brasil é ou não verdadeira, e sim como essa imagem é utilizada pelos empresários do seguimento moda praia no cenário competitivo do mercado internacional. A primeira parte desse estudo perpassa a bibliografia em português que pesquisa como surgiu e qual é o estereótipo Brasil para o mundo. Em seguida, relaciona-se a visão que o estrangeiro tem do Brasil com suas belas mulheres na praia, e a comercialização dos itens de moda praia, especificamente do biquíni nos mercados internacionais. A terceira seção discorre sobre os principais problemas enfrentados pelas empresas brasileiras que buscam expandir seus negócios para além das fronteiras tupiniquins. Conclui-se com possíveis soluções para que esse seguimento para aproveitar todo seu potencial para agregar valor e expandir os negócios. 2. O ESTEREÓTIPO BRASIL Muito se tem discutido sobre o estereótipo brasileiro difundido mundo a fora e sua influencia nos negócios. O tripé carnaval-natureza-futebol é reconhecido como genuinamente brasileiro. Por seu tamanho continental e sua diversidade em todos os aspectos, torna-se difícil definir qual a cara do Brasil. De norte a sul, existem sotaques, ritmos, modos de vestir e se comportar diferenciados. A natureza exuberante, a convivência pacífica de diferentes raças e religiões, os quase 8mil quilômetros de costa marítima com belas praias, além do clima singular de cada região, influencia na cultura do povo, que, de modo geral, é visto como alegre e hospitaleiro. Como orientação para as micro e pequenas empresas, o SEBRAE publicou uma pesquisa sobre como aproveitar os estereótipos criados sobre o Brasil na moda para exportação. As dimensões continentais, a mistura de raças, a existência de culturas diversas, a coexistência de populações indígenas ainda em estado primitivo e de pessoas com acesso a padrões de modernidade e desenvolvimento comparáveis àqueles das sociedades mais avançadas criam no Brasil fortes contrastes que não encontram paralelo no mundo. Em uma tentativa de heterogeneidade alguns negócios podem ser especialmente beneficiados por esse julgamento sobre a identidade do Brasil (SEBRAE, 2002). O corpo e os cuidados que esse exige, toma uma dimensão diferente, até exacerbada no Brasil. Ao analisar os números relacionados às cirurgias plásticas, academias de ginástica, vendas de cosméticos e demais tratamentos estéticos percebe-se que o corpo recebe uma atenção especial para se manter belo, jovem e sensual. O corpo tem uma dimensão maior que a própria roupa, que serve para adorná-lo. Essa atenção pode ser explicada historicamente, na formação étnica e cultural do Brasil: Para entender bem a cultura brasileira, deve-se ter em conta que em uma sociedade onde até 1888 havia muitos escravos, donos apenas de seus próprios corpos, o corpo humano adquire importância absolutamente fundamental. Assim, a ideia de brasilidade está relacionada a características ligadas a aspectos físicos, tais como pele morena ou escura, sensualidade e o culto ao corpo e à saúde. (SEBRAE, 2002) Ainda dentro dos estereótipos sobre o Brasil, existem aqueles ligados à sensualidade do povo, especialmente às mulheres. O clima tropical, que agrega altas temperaturas e sol forte durante o ano inteiro em algumas regiões, além do extenso litoral e os rios em que as pessoas se banham trajadas de biquínis faz com que o resto do mundo admire e inveje a brasileira. Oito mil quilômetros de costa, com sol o ano todo, bronzeando e tornando ainda mais belas as mulheres brasileiras, constituem, no nosso país, os fatores fundamentais na inspiração para desenvolver os biquínis mais desejados de todo o mundo. A sensualidade, a ginga e a alegria das nossas mulheres, aliadas ao design e estampas diferenciadas, conferem à moda praia nacional identidade única, hoje procurada e copiada internacionalmente (SILVA, 2008). Os EUA, lançaram um relatório sobre o Brasil, desenvolvido pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, como o objetivo de facilitar o entendimento dos americanos sobre o Brasil. Nesse contexto é possível perceber que os estereótipos são acentuados, pois é a percepção estrangeira sobre o nosso território e cultura. O apelo à sensualidade tornou-se uma das marcas do Brasil. Jogadores de futebol e músicos tornam-se propagandistas da cultura da alegria mundo afora. As modelos brasileiras carregam “traços europeus aliados ao inconfundível “swing” brasileiro” (ADAMS, 2006) e tornam-se objeto de exportação onde simbolizam a beleza nacional. Os aspectos negativos também são mundialmente conhecidos, a imensa desigualdade social da população, suas inúmeras favelas que suscitam a violência urbana, a prostituição infantil, tráfico de drogas e falta de infraestrutura básica, como na saúde e transporte. Rêgo (2008) discorre sobre a baixa confiança que os estereótipos constituídos podem provocar: “quem acreditaria que o país do samba, do futebol e da natureza tem 99% das declarações do Imposto de Renda entregues pela internet? O Brasil é mais facilmente associado a coisas mais simples do que a tecnologia de ponta.” (RÊGO, 2008). Rêgo (2008) afirma que “o estereótipo é usado para facilitar a conformidade da compreensão de mundo.” Nesse sentido a autora explica que o estereótipo não se restringe a redução e generalização, mas à ausência de valor e de respeito. Segundo a autora o significado do Brasil estaria sendo limitado e subestimado. Percebe-se dessa forma que mesmo sendo algo simplificado e limitado, o estereótipo firmado sobre o Brasil é alimentado para fomentar o turismo e a venda de produtos de moda. 3. EXPORTAÇÃO DE MODA PRAIA De que maneira os estereótipos sobre o Brasil podem influenciar a balança comercial? No passado os produtos manufaturados produzidos no Brasil e destinados à exportação se distanciavam das cores e formas que caracterizavam o produto brasileiro. As mudanças ocorridas no cenário mundial fizeram com que os detalhes típicos e artesanais dos nossos produtos ganhassem valor agregado para exportação. Débora Krischke Leitão (2011) afirma que “buscava-se uma internacionalização e modernização pela via da anulação do nacional e da neutralização do que pudesse ser específico do país”. Com o crescimento das relações comerciais entre os países, a comercialização de produtos que carregam características nacionais passou a ser um bom negócio. Ao contrário do que se temia, a globalização passou a valorizar as culturas locais, sendo um bom negócio explorá-la para vender produtos variados (SEBRAE, 2002). Na percepção dos americanos “o Brasil já era um lançador de tendências quando profissionais do mundo da moda começaram a pensar em explorar suas características comercialmente para vender produtos” (ADAMS, 2006). O biquíni brasileiro é valorizado pelos seus aspectos de sensualidade e liberdade, mas também de exclusividade e com a presença de elementos naturais e artesanato, que se apresentam na forma de sementes aplique e bordados variados. O uso do artesanato com sementes e trabalhos manuais próprios da nossa cultura valoriza o produto nacional, dando-lhe identidade e personalidade. O componente étnico, além de sua presença na literatura, adapta-se melhor a outros âmbitos de expressão de design. Existem, por outro lado, algumas coisas típicas que podem ser usadas para diferenciar as maneiras de montar e mostrar uma silhueta, com a indumentária e objetos que tenham interesse internacional e que possam transformar-se em moda contemporânea (SEBRAE, 2002). Para Marques (2004) a construção de uma identidade própria para os biquínis brasileiros é o aparecimento de um importante mercado exportador, cujo crescimento se explica pela alta qualidade do produto brasileiro; pela criatividade na criação de novo estilos, no aperfeiçoamento da modelagem, que cada vez mais valoriza as curvas do corpo feminino e pela tecnologia avançada na produção de tecidos cada vez mais resistentes e confortáveis. O mundo gosta do Brasil e a pequena etiqueta com os dizeres “made in Brazil” carrega simbolismos capazes de remeter a alguns consumidores a sensação de uma volta nas praias de Copacabana, ou respirar o ar perfumado da Amazônia. A ousadia de cores e estampas, e claro o tamanho reduzido dos biquínis brasileiros são marcas características do produto. Em um estudo sobre as exportações de moda praia realizadas por consórcios, Zouain e Cruz (2007) afirmam que as empresas brasileiras se destacam pela inovação e customização dos produtos. Nesse segmento, a marca Brasil está se consolidando. O fato de existirem confecções de outros países que utilizam a bandeira do Brasil em seus biquínis, em uma tentativa de enganar o consumidor, demonstra que o produto brasileiro deve ter seus diferenciais de qualidade e originalidade reforçados. São fatores como “a qualidade de design, a tecnologia das fábricas, o profissionalismo, a responsabilidade com o meio ambiente e com o social, das empresas brasileiras, têm conquistado maior espaço no mercado nacional e internacional” (CÂMARA et al, 2009). O Brasil é mais fiel à inovação que à tradição, por ser um país relativamente jovem (SEBRAE, 2002), a transformação e a novidade estão presentes no seu dia-a-dia e no seu modo de trabalhar. Característica ligada à criatividade, a inovação é essencial para a manutenção da competitividade no cenário internacional, onde estão expostas pressões pelo preço, qualidade e demanda. Muitas vezes a internacionalização das empresas ocorre por falta de incentivo ou limitações do mercado interno. Em 2009 o governo brasileiro lançou um termo de referência para orientar as empresas brasileiras que querem expandir seus mercados para além das fronteiras. Alguns itens são citados como consequência da exportação, como: as vantagens monopolísticas das firmas, a necessidade de antecipação da concorrência e a diversificação dos riscos de operar em determinado país. [...] Ainda, o aumento da arrecadação advindo do incremento do faturamento das firmas e do maior movimento econômico gerado por elas também é um aspecto positivo, além do efeito “demonstração” para outras empresas com condições de se internacionalizar, mas hesitantes em aventurar-se neste processo. Além dos benefícios para os países sede, a internacionalização permite às firmas, ainda, proteção contra taxas de câmbio desfavoráveis; diluição de riscos pela diversificação de mercados; acesso facilitado aos sistemas de comercialização dos países receptores do investimento – melhor conhecimento do atacado e varejo local -, acesso a capital de baixo custo (ou menor custo que no país de origem); menor dependência do mercado interno; rápida adaptação dos produtos ofertados a mercados específicos; maior disponibilidade financeira para reinvestimentos na produção e na inovação, entre outros (Brasil, 2009). 4. DIFICULDADES PARA EXPORTAR Sabe-se que o custo Brasil, expressão utilizada para resumir as inúmeras dificuldades da indústria de transformação, é um desafio a vencer para ter sucesso e ser competitivo em âmbito internacional. Dentre as dificuldades podemos citar a elevada carga tributária, que onera a aquisição de máquinas e equipamentos e a compra de serviços de engenharia, os incentivos fiscais concedidos pelo governo que quase sempre são de curto prazo, os elevados encargos sociais, que oneram a produção, além da precária estrutura logística, que dificulta as exportações (DELOITTE, 2012). Somando-se aos fatores que influenciam as empresas em território nacional, encontramos outras dificuldades em relação à política cambial, alta taxa de juros e a concorrência desleal entre países com diferentes legislações trabalhistas, atrapalhando assim o crescimento das empresas de vestuário (CÂMARA et al, 2009). Novamente sob a percepção internacional, verificamos que “o Brasil tem, sim, um grande potencial, mas que ainda não é plenamente realizado. Ainda exploramos mal esta grande oportunidade comercial. Talvez nosso setor de moda praia ainda não esteja corretamente estruturado para aproveitar este cenário” (ADAMS, 2006). Nesse sentido, percebemos quanto às empresas brasileiras precisam se estruturar para aproveitarem com sucesso a o mercado externo ávido por novidades em biquínis e demais itens da moda praia. Dentre todos os fatores anteriormente citados, as empresas de moda praia que conseguiram se sobressair, primeiramente levaram o biquíni brasileiro ao conhecimento internacional, da mesma forma que era vendido no Brasil sem modificarem a modelagem (RUBIM, 2004), de certa forma assustando a consumidora europeia e americana, mais conservadora, acostumada a biquínis maiores. O biquíni brasileiro é um item admirado e desejado, mas não faz parte da cultura desses países a exposição do corpo, como ocorre com a mulher brasileira, que usa o “fio dental” e suas mínimas medidas (MARQUES, 2004). Foram necessárias adaptações na modelagem do biquíni para que a tentativa de internacionalização das empresas de moda praia não fracassassem. Os moldes foram adaptados, para se adequarem ao busto maior das americanas, enquanto as calcinhas foram aumentadas. Mesmo com essas adaptações, os biquínis que no Brasil correspondem ao tamanho G, para as americanas é o small (RUBIM, 2004). Para as mulheres japonesas, que tem menos seios que as brasileiras, foi acrescentado enchimento na parte de cima do biquíni (GIMENO, 2003 apud MARQUES, 2004). Mesmo com modificações substanciais na modelagem dos biquínis destinados à exportação, há neles detalhes que os diferenciam dos produzidos o resto do mundo. Houve a dificuldade inicial das empresas para se adaptarem ao padrão de corpo de mulheres europeias, americanas e asiáticas. Esse biquíni, filtrado e modificado, em revanche, mesmo depois de ter sofrido modificações em seu corte, não perde a “aura” de biquíni brasileiro, haja vista os tantos diminutivos empregados pelas revistas francesas em sua descrição. As propriedades materiais da roupa são modificadas, mas as representações que ela carrega são mantidas (LEITÃO, 2011). Ao se habituar na nova modelagem que seria então trabalhada essas empresas passaram à fase de superar limitações maiores, de aspectos financeiros e econômicos, considerando a dificuldade de se encontrar um distribuidor ou representante da marca no país estrangeiro. Os principais obstáculos destacados foram a burocracia e os aspectos legais do Brasil, seguidos pelos aspectos financeiros, aspectos legais do país receptor e diferenças culturais. Já as maiores dificuldades enfrentadas na gestão dos negócios internacionais foram: acesso à informação, identificação de parceiros, carência de recursos financeiros, diferenças culturais, falta de pessoas capacitadas, desconhecimento da prática de negócios em outros países e diferenças nas práticas de relações sindicais e trabalhistas. (RUBIM, 2004). É necessário frisar que a política interna para exportação nem sempre cumpre seu papel para que as empresas brasileiras se lancem em novos mercados. Dificuldade de acesso ao financiamento e a falta de uma Política governamental consistente e eficaz para incentivar a internacionalização também contribuem para limitar a motivação empresarial das empresas brasileiras. (BRUM et al, 2010) Empresas que visam comercializar seus produtos em outros países, não o devem fazer sem planejamento e estudo. São vários os desafios a vencer para se conquistar uma posição em um mercado tão competitivo: empresas de nível mundial têm capacidade produtiva muito alta, além das redes globais de produção e foco nos produtos e serviços de alta qualidade; interferência dos governos na regulamentação do comércio internacional, que cria entraves a novos investimentos e mercados; exigências legais em relação aos recursos humanos, relações trabalhistas, regulamentações ambientais que nem sempre são conhecidas pelos países que pretendem exportar; além da falta de executivos com experiência em internacionalização de empresas. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS O Brasil carrega em seu DNA a ginga e alegria, atributos e valores intangíveis que devem ser aproveitados por todos os setores da indústria, mas que na moda, torna-se mais evidente. O potencial do Brasil para o lançamento de produtos de moda é inquestionável. As empresas brasileiras têm um grande potencial a ser explorado, visando o aproveitamento máximo da imagem que os estrangeiros têm do Brasil. E embora a moda praia com a marca “made in Brazil” seja a mais cobiçada do mundo as empresas não devem partir para a internacionalização sem uma ampla pesquisa sobre o mercado que irão encontrar. Hoje as empresas não estão sozinhas, e programas do governo em parceria com associações da iniciativa privada, dão subsídios e para fomentar a divulgação das grifes brasileiras em outros países. Desde 2000 a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos APEX-Brasil em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção – ABIT, criou a Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira – TEXBrasil, que prevê investimentos com o objetivo de apoiar e preparar as empresas das indústrias têxtil e de confecção interessadas em comercializar seus produtos em outros países (TEXBRASIL, 2013). A moda praia brasileira deve aproveitar do bom momento que passa aos olhos internacionais, diversificando seus mercados para não incorrerem nos erros que as primeiras empresas cometeram. É preciso olhar também para locais que ainda não tem acesso aos produtos brasileiros de moda praia, expandido o mercado para outras fronteiras. REFERÊNCIAS ADAMS, Jennifer. Análise da indústria de moda praia: inserção de micro e pequenas empresas no mercado internacional. USAID/Brasil: Volume 3, nov., 2006. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC. Termo de referência: internacionalização de empresas brasileiras. Brasília, 2009. Disponível em: <http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_ 1260377495.pdf> . Acesso em: 13/07/13 BRUM, T. M. M., MOISEICHYK, A. E., VEIGA, C. H. A. Critérios de desempenho dos países compradores baseado nas exportações brasileiras: uma proposta de análise. Revista de Administração da UFSM. Vol. 3, n. 01, Jan-Abr. 2010. CÂMARA M. R. 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