FACULDADE NOSSA CIDADE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Carapicuíba – SP Janeiro – 2012 1 SUMÁRIO I. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ...................................................................... 5 1. NÚMERO DE REFERÊNCIA .................................................................................... 5 2. MANTENEDORA ........................................................................................................ 5 3. MANTIDA .................................................................................................................... 5 4. APRESENTAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO ........................................................ 5 4.1 Da Mantenedora ...................................................................................................... 6 4.1.1 Denominação e Informações de Identificação da Mantenedora ............................ 8 4.2. Da Mantida .............................................................................................................. 9 4.2.1 Histórico da Instituição de Ensino ..................................................................... 9 4.2.2 Missão da FNC - Faculdade Nossa Cidade ...................................................... 10 4.2.3 Qualificação Profissional dos Dirigentes ........................................................ 10 4.2.4 Proposta Pedagógica da Faculdade Nossa Cidade ........................................... 15 4.2.5 Formas de Participação dos Docentes nas Atividades de Direção da Instituição .................................................................................................................... 17 4.2.6 Regimento Interno da IES ............................................................................... 18 II. ORGANIZAÇÃO DIDATICO-PEDAGÓGICA....................................................... 19 1. 2. 3. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: ASPECTOS GERAIS ........................... 19 1.1 Contexto Educacional ............................................................................................ 19 1.2 Justificativa Para Oferta do Curso .......................................................................... 23 OBJETIVOS DO CURSO ......................................................................................... 25 2.1 Objetivos Gerais ................................................................................................... 25 2.2 Objetivos Específicos............................................................................................. 25 2.3 Missão do Curso .................................................................................................... 26 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................... 26 3.1 Mercado de Trabalho ............................................................................................. 26 2 3.2 4. Número de Vagas .................................................................................................. 28 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: FORMAÇÃO ......................................... 29 4.1 Estrutura Curricular ............................................................................................... 29 4.2 Conteúdos Curriculares .......................................................................................... 30 4.2.1 Matriz Curricular do Curso em Gestão de Financeira ...................................... 30 Total do 1º Módulo ...................................................................................................... 30 Total do 2º Módulo ...................................................................................................... 31 Total do 3º Módulo ...................................................................................................... 31 Total do 4º Módulo ...................................................................................................... 32 4.4 Ementário e Bibliografia ........................................................................................ 33 4.5 Metodologia de Ensino .......................................................................................... 33 4.5.1 4.6 Práticas Pedagógicas Inovadoras ..................................................................... 61 Atendimento ao Discente ....................................................................................... 69 4.6.1 Acompanhamento Pedagógico e Psicopedagógico ao Discente ....................... 69 4.7 Formas de Acesso ao Curso ................................................................................... 74 4.8 Sistema de Avaliação do Curso .............................................................................. 76 4.9 Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem ............................... 77 III. CORPO DOCENTE ................................................................................................... 81 1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA.......................................................................... 81 1.1 Composição do NDE ............................................................................................. 81 1.2 Titulação do NDE .................................................................................................. 81 1.3 Experiência Profissional do NDE ........................................................................... 82 1.4 Regime de Trabalho do NDE ................................................................................. 82 1.5 Titulação, Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador do Curso. ............ 82 1.6. Regime de Trabalho do Coordenador do Curso.......................................................... 85 2. PERFIL DOS DOCENTES........................................................................................ 85 2.1 Titulação do Corpo Docente................................................................................... 85 2.1.1 Adequação da Formação ................................................................................. 86 Administração .................................................................................................................. 88 2.2 Regime de Trabalho do Corpo Docente .................................................................. 88 3 2.3 Dedicação ao Curso ............................................................................................... 89 2.4. Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência na Educação Profissional ...................................................................................................................... 90 3. 4. CONDIÇÕES DE TRABALHO ................................................................................ 91 3.2 Número de Alunos por Turma em Disciplinas Teóricas.......................................... 91 3.3 Pesquisa, Produção Científica e Tecnológica.......................................................... 91 RELAÇÃO DE DOCENTES POR DISCIPLINAS ......... Erro! Indicador não definido. IV. INSTALAÇÕES FÍSICAS ......................................................................................... 90 1. 2. 3. INSTALAÇÕES GERAIS ......................................................................................... 93 1.1 Sala de Professores e Sala de Reuniões .................................................................. 93 1.2 Gabinetes de Trabalho para Professores ................................................................. 93 1.3 Salas de Aula ......................................................................................................... 93 1.4 Acesso dos Alunos a Equipamentos de Informática ................................................ 94 BIBLIOTECA ............................................................................................................ 94 2.1 Livros da Bibliografia Básica ................................................................................. 94 2.2 Livros da Bibliografia Complementar .................................................................... 94 2.3 Periódicos Especializados ...................................................................................... 94 ESPAÇO FÍSICO ATUAL ........................................................................................ 95 3.1 Distribuição Do Espaço Físico Por Dependência .................................................... 96 3.2 Plano de Expansão Físico ....................................................................................... 97 3.2.1 Campus Centro ............................................................................................ .977 3.2.2 Distribuição do espaço físico por dependência – Bloco/ Andar – Campus em Construção ............................................................................................................. 98 3.2.3 Cronograma de Instalações Físicas ................................................................ 100 3.3. Infra-Estrutura Acadêmica ....................................................................................... 100 3.3.1 Biblioteca ..................................................................................................... 100 3.3.2 Laboratórios e Equipamentos de Informática ............................................... 107 3.7.3. Laboratórios Diversos utilizados pelo Curso ............................................. 11514 4 I. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 1. NÚMERO DE REFERÊNCIA Processo n°.: 201100315 Instituição: Faculdade Nossa Cidade Denominação do Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira Código da Avaliação: 90606 Ato regulatório: Autorização 2. MANTENEDORA Nome: Centro Educacional Nossa Cidade Ltda. Endereço: Avenida Francisco Pignatari nº 630 – Vila Gustavo Correia Município: Carapicuíba – SP CEP: 06310-390 Fone: (11) 4185-8410 E-mail: [email protected] 3. MANTIDA Nome: Faculdade Nossa Cidade – FNC Endereço: Avenida Francisco Pignatari nº 630 – Vila Gustavo Correia Município: Carapicuíba – SP CEP: 06310-390 Fone: (11) 4185-8410 E-mail: [email protected] Site: www.faculdadeFNC.com.br 5 4. APRESENTAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Educacional Nossa Cidade Ltda., estabelecido na cidade de Carapicuíba, está engajado no processo de desenvolvimento que se verifica na região, valendo-se com muito empenho e dedicação das oportunidades geradas por uma sociedade que caminha a passos largos para ampliar sua participação no cenário nacional, à medida que o fortalecimento dos investimentos privados no Estado de São Paulo cria novas solicitações e estímulos em todas as áreas da produção e do conhecimento. São muitas as possibilidades socioeconômicas que se apresentam no atual momento por que passa a sociedade contemporânea. Como sempre, tais possibilidades precisam orientar-se a partir de referências científicas e culturais que abram novos horizontes de desenvolvimento auto-sustentado. Para tanto, as instituições de ensino desempenham papel único e insubstituível, como, aliás, tem sido amplamente reconhecido pela sociedade brasileira. Nesse contexto, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira foi concebido para oferecer aos alunos egressos do ensino médio uma sólida formação técnica, amparada por um embasamento humanístico que lhes proporcione condições de adquirir uma visão abrangente da realidade em que atuarão, interferindo, com consciência, nos padrões de educação da comunidade. O objetivo do Centro Educacional Nossa Cidade Ltda. encerra, pois, a ideia legítima de dotar a região de Carapicuíba de um novo Curso Superior de Gestão financeira compatível com as exigências modernas impostas pelo avanço das ciências, visando atender às demandas emergentes por serviços na área de formação de Gestores Financeiros para sua comunidade de referência. Assim, ao levar adiante essa iniciativa, e em função da experiência profissional que preside a atuação dos seus dirigentes, o Centro Educacional Nossa Cidade Ltda. conta com a parceria da sociedade local e com o apoio formal dos órgãos oficiais do município de Carapicuíba, que estão comprometidos com o aprimoramento dos processos educativos na região. 6 A FNC possui atualmente cerca de 3500 alunos distribuídos em Cursos de graduação nas áreas de: Letras (habilitações Português e Inglês e suas respectivas Literaturas), Pedagogia, Educação Física- Licenciatura, Administração, Farmácia Engenharia Civil Direito Ciências Contábeis CST em Gestão de Recursos Humanos, CST em Logística, CST em Marketing, CST em Gestão de Segurança Privada, CST em Gestão de Tecnologia da Informação, CST em Gestão Financeira. CST em Segurança do Trabalho CST em Redes de Computadores CST em Radiologia CST em Gestão Ambiental A instituição mantém convênio com a Secretaria Estadual de Educação participando dos seguintes programas sociais: Escola da Família. Programa Ler e 7 Escrever, Jovens Acolhedores. Em parceria com Governo Federal, a FNC mantém convênios com o PROUNI e FIES e vem desenvolvendo na cidade de Carapicuíba diversos projetos de Inclusão Social (isoladamente ou em parceria com a Prefeitura Municipal), dentre os quais se destacam o Trote Solidário, projeto realizado semestralmente pela IES que visa arrecadação de alimentos, agasalhos e materiais escolares por parte dos alunos para que sejam doados às instituições e comunidades carentes da região; Campanha do Brinquedo; Biblioteca Móvel, Construção e reforma de uma Creche; Palestras Sociais. Os projetos sempre buscam o envolvimento da comunidade acadêmica com vistas a sua mobilização para as necessidades da população residente na região. Para o cumprimento de seus objetivos. 4.1 Da Mantenedora 4.1.1 Denominação e Informações de Identificação da Mantenedora Mantenedora: Centro Educacional Nossa Cidade Ltda. O Centro Educacional Nossa Cidade Ltda. é uma entidade de caráter educativo, técnico e cultural que tem por finalidade a educação em seus vários níveis de ensino, sobretudo o Ensino Superior, com sede e foro na cidade de Carapicuíba - Centro, São Paulo, à Av. Francisco Pignatari, 630. Contrato Social inscrito na JUCESP sob nº 352I962227I em 20/01/2005, com última alteração do Contrato Social se encontra registrado na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o no. 296.252/10-4, datado de 17 de agosto de 2010. inscrição no CNPJ sob nº 07.228.183/0001-46, e inscrição na Prefeitura do Município de Carapicuíba sob nº 029276-1. Regida pela Legislação Federal de Ensino Superior, pelo Contrato Social da Mantenedora e por atos normativos internos, o CENTRO EDUCACIONAL NOSSA CIDADE LTDA objetiva o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo do educando e a criação cultural, durante o período de formação profissional, em diferentes áreas do conhecimento. Além disso, por meio dos cursos de extensão, da 8 pesquisa e investigação científica, estimulados e realizados na instituição, pretende o aperfeiçoamento cultural e profissional do aluno, a divulgação de conhecimentos científicos à comunidade, com vistas ao bem-estar social, político e econômico do Homem. Para o cumprimento de seus objetivos, o CENTRO EDUCACIONAL NOSSA CIDADE LTDA tem por filosofia a ação pedagógica centrada em um processo educacional ativo, realista e atualizado que valoriza a qualidade de ensino e assegura ao educando independência intelectual, respeito social, pluralismo de ideias, criatividade, iniciativa e responsabilidade profissional. 4.2. Da Mantida Mantida: FNC – Faculdade Nossa Cidade 4.2.1 Histórico da Instituição de Ensino A Faculdade Nossa Cidade foi credenciada em 10 de fevereiro de 2006 conforme portaria MEC nº 431 , publicada no DOU de 13 de fevereiro de 2006. Seus membros fundadores Professora Doutora Edna Maria Fernandes dos Santos Nascimento, Professor Doutor Luiz Antônio Ferreira, Doutora Lucília Saad Mamar e Doutor Isidoro Villibor Júnior, trabalharam pelo ideal comum de oferecer a uma comunidade carente um ensino de qualidade. Buscando este mesmo ideal, em 10 de dezembro de 2007 a instituição foi adquirida pelo Professor Mestre Joel Garcia de Oliveira, pela Professora Mestre Sandra Ap. Simões Garcia de Oliveira e pelo Sr.Silvio César Simões, membros da Diretoria do Grupo Educacional UNIFTS, grupo este mantenedor do Colégio Universitário Taboão e da Faculdade Taboão da Serra - FTS, com experiência com mais de 18 anos na área Educacional. A administração atual não mede esforços para que a FNC - Faculdade Nossa Cidade, torne-se um referencial no ensino superior no município de Carapicuíba e região. Para isso vem atualizando intensamente suas instalações físicas, por meio da 9 construção de seu campus próprio em uma área de 20 mil m2, Este investimento no campus próprio visa atender de maneira plenamente satisfatória os cursos ofertados atualmente e aqueles para os quais será solicitada autorização de funcionamento junto ao MEC, cursos estes que visam atender a necessidade social da população de Carapicuíba e região. O diferencial da FNC - Faculdade Nossa Cidade está em seu corpo docente com titulação adequada aos cursos e às disciplinas que ministram e, a ampla experiência e visão que seus mantenedores e diretores possuem na área educacional, tornando-se possível uma administração especialmente focada a atender as necessidades da região, e consciente da importância de investimentos perenes em infra-estrutura física e pedagógica para a oferta de um ensino superior de qualidade com vistas à formação de profissionais dotados de todas as competências e habilidades necessárias para o desenvolvimento da profissão escolhida. 4.2.2 Missão da FNC - Faculdade Nossa Cidade A FNC assume para si a missão de: “Ser um pólo difusor de conhecimento com base na formação de cidadãos capazes de atuar de maneira ética e objetiva no processo de melhoria da qualidade de vida de sua comunidade.” 4.2.3 Qualificação Profissional dos Dirigentes Cargo: Diretor Geral JOEL GARCIA DE OLIVEIRA Brasileiro, casado, 51 anos. Rua Diogo Pereira, 01, casa 170, Super Quadra Morumbi - SP Contatos: 10 Telefone Residencial: (11) 5846-2778 Telefone Celular: (11) 7885-2888 Telefone Comercial: (11) 4185-8410 e-mail: [email protected] Formação Pós Graduação Stricto Sensu- Doutorado Instituição: FADISP Cursando Pós Graduação Stricto Sensu - Mestrado Instituição: Centro Universitário FIEO- UNIFIEO Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Especialidade: Direito Título da Dissertação: O Direito à vida e o abortamento de feto anencefálico: Um estudo de caso sobre a proporcionalidade e a colisão de direitos Orientador: Prof. Dr. Domingos Sávio Zainaghi Pós Graduação Lato Sensu Instituição: Instituto Nacional de Pós-Graduação - INPG Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Especialidade: Direito Empresarial Orientador: Prof. Carlos Shinoda Duração: 360 horas Inicio: 05.2003 Término: 05.2005 Instituição: Centro de Extensão Universitária Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Especialidade: Direito Educacional Duração: 360 horas Início: 02.2005 Término: 12.2005 11 Instituição: Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Especialidade: Administração Municipal – Gerência de Cidades Orientador: Prof. Arthur Marega Duração: 437 horas Inicio: 03.1997 Término: 08.1998 Instituição: Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Especialidade: Administração de Empresas Orientador: Prof. Francisco Carlos Damante Duração: 360 horas Inicio: 05.1990 Término: 05.1991 Graduação Instituição: Universidade Paulista Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Curso: Direito- Bacharelado Duração do Curso: 05 anos Ano de Conclusão: 2002 Instituição: Fundação de Estudos Sociais do Paraná - FESP Cidade: Curitiba Estado: Paraná Curso: Administração de Empresas - Bacharelado Duração do Curso: 04 anos Ano de Conclusão: 1987 Atuação Acadêmica Instituição: Faculdade Taboão da Serra- FTS Cidade: Taboão da Serra Estado: São Paulo Curso: Direito Disciplinas: Direito Civil Curso: Administração Disciplinas: Direito Público e Privado. Período: de 2000 a 2008 12 Atuação Profissional Faculdade Nossa Cidade - FNC Avenida Rui Barbosa, 605 – Centro – Carapicuíba – SP Cargo: Diretor Geral Período: Desde janeiro de 2008 Faculdade Taboão da Serra - FTS Rod. Régis Bittencourt, 199, Centro – Taboão da Serra – SP Cargo: Diretor Acadêmico Período: de agosto de 2000 a dezembro de 2007 Garcia de Oliveira Advogados Avenida Caetano Barrela, 205 – Jardim da Glória – Taboão da Serra – SP Cargo: Sócio Período: desde dezembro de 2004 Prefeitura Municipal de Taboão da Serra Praça Miguel Ortega, 439 – Parque Assunção – Taboão da Serra – SP Cargo: Secretário de Governo Período: de 1997 a 2004 Tribunal Regional do Trabalho – 2ª Região Juiz Classista/ Empregador – 1ª Instância Período: de 1998 a 2001 Dental Lello Ltda Rua Tavares Vilela, 180 - São Paulo –SP Cargo: Sócio cotista Período: 1987 a 2002 Outros Instituição: Universidade Paulista 13 Seminário: Mediação, um Projeto Inovador. Carga horária: 12 horas Período: 10/2001 Instituição: CM Consultoria Curso de Direito no Século XXI Carga Horária: 16 horas Período: 06/2001 Instituição: Consultoria em Administração Municipal – CONAM Reunião de Trabalho- discussão: principais problemas a serem enfrentados pelos novos Administradores municipais Período: 11/1996 Cargo: Vice-Diretora Geral Samira Martins Rodrigues Fortunato Rua Rio Claro, 145, Taboão da Serra – SP Contatos: Telefone Residencial: (11) 4138-1773 Telefone Celular: (11) 8567-3753 e-mail: [email protected] Formação Stricto Sensu - Mestrado Administração, Educação e Comunicação. Universidade São Marcos Concluído em junho de 2012. Pós Graduação Especialização 14 Direito Educacional Centro de Extensão Universitária - dezembro de 2006. Pós Graduação Lato Sensu: Administração de Empresas – “Gestão Estratégica de Negócios” – Instituto Nacional de Pós Graduação- INPG- dezembro 2005. Graduação: Administração de Empresas – Faculdade Taboão da Serra- FTS – junho de 2004. Experiência Profissional Faculdade Nossa Cidade Vice-Diretora Geral desde 01/2008 Pioneira Educacional Ltda Mantenedora da Faculdade Taboão da Serra- FTS de 1997 a 2007 Áreas de Atuação Assistência a Diretoria Geral Período: janeiro de 2005 até agosto de 2008 4.2.4 Proposta Pedagógica da Faculdade Nossa Cidade a) Objetivos A FNC - Faculdade Nossa Cidade tem como objetivo oferecer educação - fato gerador de desenvolvimento econômico, social e cultural - a todos os segmentos da sociedade, democratizando o acesso ao ensino e cumprindo seu papel de multiplicador 15 de cultura e de informação. Para tanto, oferece ao futuro profissional um ensino de qualidade, proporcionando-lhe o acesso tanto no que diz respeito às teorias e técnicas modernas quanto aos recursos materiais/equipamentos e às práticas profissionais específicas. b) Diretrizes As diretrizes adotadas pela Faculdade Nossa Cidade são aquelas determinadas pelo MEC, através dos Currículos Mínimos ou das novas Diretrizes Curriculares Nacionais, e também pela sistemática constante de avaliação dos cursos, segundo os critérios de qualidade exigidos por lei e pelas atuais exigências do mercado de trabalho. c) Plano de Cursos Os planos de cursos são elaborados e desenvolvidos por cada Colegiado de Curso, dentro da sua área de conhecimento, respeitando-se a legislação em vigor e o Regimento Interno, com o envolvimento de todo o corpo docente e discente da Instituição. d) Síntese das Metas Pontos priorizados no ensino superior da Faculdade Nossa Cidade: Formação de profissionais habilitando-os ao exercício da profissão e como especialistas de nível superior; Estímulo à criação cultural e desenvolvimento do pensamento reflexivo; Realização de pesquisas e apoio a atividades criadoras; Flexibilização das matrizes curriculares com o objetivo de proporcionar uma melhor formação ao aluno; Estímulo ao futuro profissional a manter-se permanentemente atualizado mediante programas de ensino, pesquisa e extensão da rede de ensino oficial; Extensão do ensino e da pesquisa à comunidade, mediante cursos, serviços especiais e de ação comunitária; Colaboração com entidades públicas e privadas, por meio de atividades de consultoria e assessoria; 16 Outras metas estão acrescidas após identificação do diagnóstico do corpo discente da Faculdade Nossa Cidade. 4.2.5 Formas de Participação dos Docentes nas Atividades de Direção da Instituição Como previsto em Regimento Interno e já em exercício nos demais cursos, no que concerne ao aspecto administrativo, o corpo docente da Faculdade Nossa Cidade possui representação assegurada nos seus órgãos colegiados. Do ponto de vista pedagógico, possui participação determinante na discussão, construção e aprimoramento - ao longo do tempo - do projeto pedagógico da Faculdade Nossa Cidade, na perspectiva de tornar coerentes às decisões que envolvem a gestão do seu patrimônio acadêmico. São convocados, ordinariamente, uma vez a cada período letivo, o Conselho Superior Acadêmico e o Colegiado de Curso e, extraordinariamente, quando se fizer necessário. As formas de participação do corpo docente nas atividades de direção da Faculdade Nossa Cidade são assim disciplinadas no seu Regimento Interno: a) Artigo 8º - O Conselho Superior Acadêmico, órgão superior deliberativo em matéria acadêmico-administrativa, didático-científica e disciplinar, é constituído: I- pelo Diretor Geral, seu Presidente; II - pelo Vice-Diretor Geral; III - por um representante dos Coordenadores de Curso; IV - pelo Coordenador do Núcleo de Extensão e Pesquisa; V- pelo Coordenador do Núcleo de Estágio; VI - pelo Coordenador do Núcleo de Apoio Pedagógico; VII - por dois representantes do Corpo Docente; VIII - por um representante da Comunidade; IX - por dois representantes da Mantenedora, por ela indicado; X- por um representante do Corpo Discente. § 1º - O representante da Comunidade será escolhido pelo Diretor Geral e aprovado pela Mantenedora, com mandato de 01 (um) ano, podendo ser renovado. 17 § 2º - Os representantes do Corpo Docente são eleitos por seus pares, para mandato de 01 (um) ano, podendo ser renovado. § 3º - Os representantes da Mantenedora, por ela indicados, e do corpo discente, indicado na forma da legislação vigente, terão mandato de 01 (um) ano, podendo ser renovados. c) Artigo 16 - Cada curso terá um Colegiado de Curso constituído de 05 (cinco) membros, sendo 03 (três) docentes, o Coordenador de Curso e um representante do corpo discente. § 1º - Os docentes terão mandato de 01 (um) ano, com direito à recondução e serão nomeados pelo Diretor Geral, sendo indicados por seus pares. § 2º - O representante do corpo discente deve ser aluno do curso, com freqüência regular, indicado por seus pares, para mandato de 02 (dois) períodos letivos, com direito a recondução. Ademais, o corpo docente está envolvido, obviamente, em todas aquelas tarefas que são próprias de sua missão educadora e que o levam ao bom desempenho de suas funções. Entende-se, como tal, desde a participação na elaboração da proposta pedagógica, aí considerando o tempo dedicado ao planejamento e concomitante freqüência em reuniões e comissões, como aqueles procedimentos decorrentes do processo ensino-aprendizagem, querem sejam, o de ministrar, orientar, avaliar o saber específico, bem como elaborar e executar projetos de pesquisa e extensão. 4.2.6 Regimento Interno da IES O Regimento da Faculdade Nossa Cidade, em vigor, está aprovado pela Portaria SESU número 24, publicada no DOU de 16 de janeiro de 2008, seção 1, página 13. 18 II. ORGANIZAÇÃO DIDATICO-PEDAGÓGICA 1. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: ASPECTOS GERAIS 1.1 Contexto Educacional O Projeto Pedagógico do CST em Gestão Financeira da Faculdade Nossa Cidade (FNC) considera as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) para o atendimento na educação superior, o desenvolvimento econômico e a demanda do setor produtivo da região, a população do ensino médio e técnico local e a política institucional de expansão para a área tecnológica, de maneira plenamente adequada. O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da IES considerou o levantamento sócio-demográfico, da região oeste da grande São Paulo, realizado pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A (EMPLASA) e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados de São Paulo (SEADE) para referendar a justificativa de que a cidade de Carapicuíba e região comporta e absorverá grande parte dos profissionais que a FNC pretende formar. Os estudos realizados por especialistas, geógrafos, sociólogos, arquitetos, economistas, historiadores, engenheiros da EMPLASA, apresentam uma leitura da região metropolitana de São Paulo que mostra mudanças histórico-sócio-geográficotecnológicas. A partir de resultados estatísticos, a EMPLASA propõe uma reflexão cuidadosa sobre a realidade levantada com a finalidade de melhor construção do espaço urbano. Considerando quatro dimensões para o desenvolvimento, e tendo como meta o ano de 2010, prevêem a configuração futura da região metropolitana: o crescimento econômico, a equidade social, a preservação e melhoria da qualidade de vida e a preservação da disponibilidade de recursos naturais. A previsão desse desenvolvimento ampara-se em dois eixos: os dos recursos naturais e o dos recursos humanos. Quanto aos recursos naturais, deve ser preservado, conservado, recuperado o ambiente da 19 metrópole por meio de ações educativas da população; em relação aos recursos humanos, é a garantia da capacitação físico-mental e a profissionalização dos habitantes que garantem o desenvolvimento. Essas previsões norteiam as ações educativas que a IES pretende desenvolver, contribuindo para a preservação do meio ambiente e prestando serviço com a formação de profissionais qualificados para a região. Segundo a SEADE, o sistema IDH, adotado, mundialmente, mede a qualidade de vida e resulta da média aritmética de três indicadores: esperança de vida ao nascer (longevidade), educação e renda. O IDH varia de 0 a 1: até 0,499 , desenvolvimento humano baixo; entre 0,500 e 0,799, desenvolvimento humano médio; maior que 0,800, desenvolvimento humano considerado alto. No ranking dos municípios, Carapicuíba aparece em 218º lugar, com 0,793 que lhe confere desenvolvimento médio. Os dados levantados pela EMPLASA e pela SEADE demonstram o potencial de desenvolvimento desses municípios integrantes da RMSP que comprovam a necessidade de mais escolas de nível superior que formem profissionais qualificados, principalmente, na cidade de Carapicuíba, sede da FNC. Os números do Censo da Educação Superior de 2010, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), indicam que as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), , dificilmente serão alcançadas. Segundo o MEC, apenas 16% dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos estão cursando ensino superior. O PNE prevê que o Brasil deverá ter 30% dos seus jovens daquela faixa etária na faculdade em 2020. As informações que seguem, obtidas junto a SEADE, delineiam o perfil do município de Carapicuíba que conta com 370.352 habitantes, situa-se na sub-região oeste da região metropolitana de São Paulo, a 23 km do marco zero da cidade de São Paulo, localizado na Praça da Sé. Tem como divisas as cidades de Barueri ao norte, Cotia ao sul, Osasco ao leste e Jandira a oeste. A área territorial do município de Carapicuíba é de 36 km² e sua topografia tem característica bastante acidentada; seus acessos principais são as rodovias Castelo Branco ao norte, a Rodovia Raposo Tavares ao sul, é cortada pela Avenida dos Autonomistas na vertical e na horizontal pelo Rodoanel. Carapicuíba conta com 7 20 creches, 18 pré-escolas com 7645 crianças beneficiadas, no ensino fundamental estão matriculados 57105 alunos e no médio 21563. É registrado um total de 57.105 matrículas no ensino fundamental o que representa um significativo esforço de atendimento das necessidades locais por educação básica. Também é significativo o número de matrículas no ensino médio, 21.563, e seu número de concluintes, 5160, que se constituem, em parte, o futuro público-alvo da FNC, além dos alunos dos municípios vizinhos. Segundo entrevistas com autoridades locais, microempresários, habitantes, são muitas as dificuldades enfrentadas por esses jovens e adultos na busca de uma profissionalização e melhores condições de vida, e constitui-se como um dos maiores entrave a distância de escolas superiores. Muitos têm de se dirigir a outros municípios onde encontram mais leques de ofertas de curso Cerca de 400 professores de ensino fundamental (1ª/9ª séries) deixam a cidade para fazerem um curso superior; outros procuram fora cursos de atualização ou pós-graduação lato sensu ou stricto sensu. Vale ressaltar que a FNC é de fácil acesso, estando localizada no centro do município, a 100 metros do terminal rodoviário e da estação de trem. Há no entorno uma série de serviços, como agências bancárias, Hospital Municipal, Delegacia de Polícia, farmácias, supermercados e um comércio bastante freqüentado pela população. Deste modo, o volume e a qualidade dos recursos produtivos existentes em Carapicuíba mostram que essa região atingiu um alto grau de maturidade e produtividade em decorrência da combinação dos fatores acima mencionados e que tem também grande relevância do ponto de vista da geração de trabalho e renda, tanto em relação ao Estado de São Paulo como em relação ao Brasil. Os resultados obtidos por meio das ações regionais têm se concretizado em produtos importantes para a consolidação da imagem de uma região unificada e integrada, como por exemplo, a construção de incubadoras de empresas. Entretanto, a mais importante conquista destes novos atores regionais é a implementação de um processo permanente de Planejamento Regional Estratégico (PRE), com a participação efetiva e acompanhamento da sociedade civil organizada. 21 Na implantação do CST em Gestão Financeira, a IES considera como missão levar a toda comunidade o desenvolvimento educacional no campo das Ciências Tecnológicas e Gerenciais e aperfeiçoamento profissional aplicados não somente na transmissão do saber, como também nas atividades de pesquisa e extensão, voltadas para a realidade da região, do Estado e do País. Ademais, o crescimento esperado em todos os setores da economia do país nos próximos anos, e de modo particular, na região de Carapicuíba, produzirá forte demanda sobre mão-de-obra qualificada, com destaque para as áreas de serviços e tecnologia. Tanto numa como noutra dessas áreas, a procura por profissionais com formação em Gestão Financeira será intensa, pois as novas relações econômicas que se estabelecem, baseadas em paradigmas empresariais, trabalhistas e administrativos em transformação, exigem constante adaptação por parte desses profissionais. Do ponto de vista das instituições de ensino, por sua vez, observam-se crescente demanda por cursos superiores motivada pelo aumento do número de alunos, que concluem o ensino médio e, que pretendem ingressar na faculdade; além de uma ampla gama de possibilidades oferecidas pelo mercado de trabalho regional, seja no setor público seja em empresas privadas. A exigência de qualificação cresce em todos os segmentos profissionais e a demanda por diplomas de curso superior não é exceção. Quanto mais se intensifica a disputa por empregos, maiores são as exigências que as empresas fazem sobre os candidatos às oportunidades de trabalho por elas oferecidas. É nesse contexto que a Direção do Centro Educacional Nossa Cidade Ltda, e outras lideranças comunitárias, se volta para projetar este empreendimento educacional – a Faculdade Nossa Cidade - apoiando-se justamente na situação recém passada e presente e nas perspectivas viáveis, colocando à disposição da comunidade local e regional uma opção diferenciada para a formação de profissionais de nível superior. 22 1.2 Justificativa Para Oferta do Curso Os últimos trinta anos são caracterizados por mudanças intensas vivenciadas pela humanidade. A tecnologia evoluiu consideravelmente. Os métodos, processos e técnicas de gestão traduzem-se em outra realidade para as organizações. O mundo globalizado impõe uma nova dinâmica às sociedades industrializadas ou não. A velocidade e a intensidade dessas mudanças modificam as culturas regionais e pulverizam velhos paradigmas tradicionais. Tudo, rapidamente, vira passado. O Brasil hoje vive um grande dilema para enfrentar essa situação. Precisa, para tanto, dentre outras providências, criar condições para fortalecer suas empresas, haja vista que pesquisas recentes, realizadas por segmentos empresariais representativos, mostram que, acima de 80%, as nossas organizações têm um perfil tipicamente familiar, enquanto a concorrência das empresas transnacionais é cada vez mais acirrada – estas possuem capital, tecnologia de ponta e processos de gestão avançados. Assim não resta alternativa que não passe por um amplo processo de profissionalização das empresas locais, sob pena da extinção de um modelo que é responsável pela geração de 80% do Produto Interno Bruto/PIB do País e pela absorção de grande parte da mão-de-obra formalmente ocupada. Em Carapicuíba e região, embora não se tenha dados precisos, é enorme a mortalidade das empresas locais, particularmente com a entrada da concorrência externa, a falta de um estudo de mercado e de um planejamento criterioso. Muitas são as causas, mas provavelmente a deficiência da qualificação da mão-de-obra seja uma das mais visíveis, notadamente daqueles profissionais voltados para a gestão das organizações e dos seus órgãos internos. O comércio varejista, o setor educacional, a indústria de alimentos, a indústria de bebidas, o setor de saúde, o setor imobiliário etc., necessitam de pessoas gabaritadas para conduzir empresas e gerar negócios, atuando com competência, tomando decisões que envolvam riscos e agindo, sobretudo, com as universidades, as escolas profissionalizantes e os centros tecnológicos, diante da problemática posta, assumem um papel relevante como instituições qualificadoras de mão-de-obra para todos os segmentos sociais e econômicos, dentre os quais, destacam-se as empresas como fonte criadora de bens e serviços, e agentes capazes de gerar empregos e renda – em especial, numa sociedade com a estrutura do Estado de São Paulo. 23 Combinando os benefícios da educação convencional e as principais tendências de ensino e aprendizado, a implantação do curso adota uma abordagem inovadora, focalizando as capacidades necessárias que o profissional técnico necessita para operacionalizar as transformações que se observam no ambiente das empresas, como: desenvolvimento da autonomia na solução de problemas; otimização de resultados via agregação de competências interdisciplinares, com análises profundas e abrangentes da área financeira; capacidade de atuação em equipes de trabalho. Assim, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira está estruturado para o desenvolvimento e a qualificação de profissionais acadêmicos e especialistas, abrangendo as competências exigidas e valorizadas pelo mercado. 24 2. OBJETIVOS DO CURSO 2.1 Objetivos Gerais Os objetivos gerais do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira são: ● Apresentar aos alunos métodos e técnicas utilizadas na gestão aplicada às atividades de análise, planejamento, execução e controle financeiros; e, ● Desenvolver agentes de mudança em prol do desenvolvimento da sociedade em que irá atuar. 2.2 Objetivos Específicos Os objetivos específicos do Curso são: Desenvolver profissionais que exerçam com ética e proficiência as atribuições que lhes são prescritas através de legislação específica; Capacitar profissionais financeiros capazes de apresentar e defender suas posições através de exposições formais e informais, verbais ou escritas; Deverá ser capaz de se comunicar no mesmo nível que os homens de negócios. A velocidade e a adequação da informação financeira deverão acompanhar o ritmo das crescentes mudanças no mundo dos negócios. Em síntese, a atividade financeira exige que seus profissionais sejam capazes de transferir e receber informações com facilidade; Desenvolver profissionais financeiros capazes de usar de criatividade para estruturar e apresentar rápidas soluções de problemas que muitas vezes não lhe são familiares; Utilizar uma metodologia de ensino participativa, baseadas em seminários, trabalhos em grupos, palestras, de acordo com a especificidade do curso; Apropriar o saber através de métodos de ensino participativos, voltados para a produção do conhecimento; 25 Adotar procedimentos que visem manter uma relação aberta e dialógica entre o professor e o aluno, onde o professor é uma autoridade emancipatória que vê o aluno como um sujeito historicamente situado e participativo no processo educativo; Propiciar a integração com a comunidade, de acordo com os interesses e necessidades; Proporcionar a integração da ciência e da pesquisa às necessidades sociais. Transmitir conhecimentos de: 2.3 Finanças; Economia empresarial; Contabilidade geral e tributária; Planejamento estratégico e orçamento; Mercado de capitais e finanças internacionais; Governança corporativa; Analise de riscos e realização de investimentos. Missão do Curso A missão do curso é: “Desenvolver profissionais responsáveis pela Gestão Financeira de uma organização, preparados para atuar numa sociedade em transformação e com o crescimento econômico do país”. 3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Perfil do Egresso corresponde a uma base de formação da área de Gestão Financeira das organizações. Assim, o Profissional, a par da visão especializada para a operação, desenvolverá competências profissionais da área para que possa 26 inscrever sua profissão em uma percepção fundamentada da Gestão Financeira e da sociedade, possibilitando uma compreensão dos processos existentes e das suas várias vertentes, com domínio pleno de suas técnicas. Os Profissionais Egressos deverão adquirir competências para compreender, interpretar e operacionalizar a função financeira nas organizações, com as seguintes características de: Determinar o contexto que está inserido nas diferentes instituições e o seu funcionamento; Determinar os conceitos básicos e da realização de operações de cálculos financeiros; Demonstrar a situação econômico-financeira da instituição; Determinar os fundamentos da área e o papel das finanças nas organizações e interpretar os índices avaliando os riscos das operações financeiras e comerciais; Administrar a captação de recursos financeiros e a carteira de investimentos; Determinar projetos de investimentos financeiros, avaliando, calculando e analisando seus riscos; Avaliar o mercado de capitais, demonstrativos contábeis e a operação de linhas de crédito e cobranças. Calcular o valor da empresa através do fluxo de caixa e análise do investimento. 3.1 Mercado de Trabalho O Tecnólogo em Gestão Financeira possui um amplo campo de atuação, sendo necessário em organizações de pequeno, médio ou grande porte, públicas e privadas de todos os segmentos empresariais. 27 A profissão de Gestor de Finanças é, cada vez mais, atraente e aponta perspectivas de carreira e oportunidades de trabalho para aqueles profissionais com sólida formação técnica. O profissional formado em Gestão Financeira na Faculdade Nossa Cidade (FNC) está pronto para atuar em empresas privadas, estatais, consultorias, administração pública e organizações do terceiro setor; e, mais especificamente em: - Departamentos Financeiros; - Setores de Crédito e Cobrança; - Auditoria. A sólida formação acadêmica e prática impulsionam sua empregabilidade, permitindo que construa uma carreira profissional em todos os níveis hierárquicos das organizações. 3.2 Número de Vagas Modalidade: Tecnólogo Curso: CST em Gestão Financeira Regime Escolar: Modular Turno de Funcionamento: Matutino e Noturno Vagas Oferecidas: 240 vagas anuais, sendo 120 vagas no período matutino e 120 vagas no período noturno, em quatro turmas de sessenta alunos, com ingresso no primeiro e segundo semestres do ano. Dimensão das Turmas: máximo de 60 alunos nas aulas teóricas. Nas atividades práticas a turma será subdividida de conformidade com a metodologia de ensino adotada pelo professor do componente curricular. 28 Integralização do Curso: mínimo de 02 (dois) anos, ou seja, 04 (quatro) semestres e máximo de 04 (quatro) anos, ou seja, 08 (oito) semestres. Carga Horária Proposta: 1.993 horas/relógio. 4. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: FORMAÇÃO 4.1 Estrutura Curricular A carga horária mínima estipulada pelo Ministério da Educação em seu catálogo nacional de curso de tecnologia em Gestão Financeira é de 1.600 horas. O Curso Superior de Tecnologia (CST) em Gestão Financeira da Faculdade Nossa Cidade (FNC) possui carga horária total de 1.993 horas, divididas em 04 semestres. A carga horária total de disciplinas regulares do Curso é de 1.993 horas, sendo assim distribuídas: Disciplinas Regulares do Curso Atividades Complementares 1.600h 160h Estágio Supervisionado 80h Disciplina Optativa – LIBRAS 33h Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Carga Horária Total do Curso 120h 1.993h O Curso proposto pela FNC prevê certificação modular e a possibilidade de aproveitamento de competências do aluno. Ao final do segundo semestre o aluno receberá a Certificação Parcial: Assistente de Gestão Financeira. Ao final o quarto semestre, o aluno receberá a Certificação: Tecnólogo em Gestão Financeira. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do CST em Gestão Financeira da FNC foi desenvolvido de modo a proporcionar o aprendizado aliando a teoria com a prática 29 profissional, permitindo a aquisição de competências profissionais e incentivando o desenvolvimento da capacidade empreendedora. 4.2 Conteúdos Curriculares Os Conteúdos Curriculares do CST em Gestão Financeira foram desenvolvidos levando em consideração o Perfil Profissional e as competências tecnológicas do egresso que a Faculdade Nossa Cidade (FNC) pretende formar. Para isso, as cargas horárias das disciplinas foram dimensionadas de modo a atender de maneira plenamente satisfatória a formação desse profissional. As ementas e bibliografias foram respectivamente elaboradas e escolhidas após a aferição das reais necessidades das empresas da Região de Carapicuíba e do seu entorno. 4.2.1 Matriz Curricular do Curso em Gestão Financeira 1º MÓDULO DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Economia Aplicada 80 Fundamentos da Administração 80 Introdução a Gestão Financeira 80 Leitura e Produção Textual 80 Matemática Aplicada 80 Metodologia da Pesquisa Cientifica 80 Noções de Direito 40 Total do 1º Módulo 520 30 2º MÓDULO DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Contabilidade Geral 80 Economia Empresarial 40 Gerenciamento e Liderança 40 Legislação Social e Tributária 80 Matemática Financeira 80 Orçamento Empresarial 80 Sistemas de Informações Gerenciais 40 Técnicas de Negociação 80 Total do 2º Módulo 520 CERTIFICAÇÃO PARCIAL: ASSISTENTE DE GESTÃO FINANCEIRA 3º MÓDULO DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Análise das Demonstrações Financeiras 80 Contabilidade Geral e Tributária 80 Estágio Supervisionado 80 Marketing Financeiro 80 Mercado de Capitais 80 Métodos Quantitativos 80 Planejamento Estratégico e Tomada de Decisões 80 Total do 3º Módulo 560 4º MÓDULO DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Avaliação Financeira de Empresas 80 Controladoria 80 31 Finanças Internacionais 40 Gestão de Risco 40 Gestão Empresarial e Governança Corporativa 80 LIBRAS- Optativa 40 Operações de Crédito 80 Trabalho de Conclusão de Curso 120 Total do 4º Módulo 560 Hora Disciplinas Regulares do Curso Hora Relógio 1.920h 1600 160h 160 Estágio Supervisionado 80h 80 Disciplina Optativa – LIBRAS 40h 33 120h 120 Atividades Complementares Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Carga Horária Total do Curso 2320 1993 DIPLOMA: TÉCNOLOGO EM GESTÃO FINANCEIRA 32 4.4 Ementário e Bibliografia Disciplina Economia aplicada EMENTA Conceitos de economia. Noções de microeconomia. Macroeconomia: fundamentos, problemas e modelos Mercados e preços. Demanda. Oferta. Mercados competitivos. Estruturas de mercado. O problema da incerteza. Teoria dos jogos. Eficiências. Moeda. Juros e renda. Relações com o exterior. Equilíbrio geral. Política econômica. O Brasil e a nova economia mundial. Ciclos econômicos. Ocupação econômica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PINHO, D. B. (Org.). Manual de economia. 5 ed. São Paulo: Saraiva, (Equipe de professores da USP). VASCONCELLOS, M. A. S. (Org). Fundamentos de Economia. 3. ed. São Paulo: Saraiva. VASCONCELLOS, M. A. S. (Org.). Economia: Micro e macro - teoria e exercícios; glossário com os 300 principais conceitos econômicos. 4 ed. São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR DORNBUSCH, R .; F I S C H E R , economia : para cursos Stanley; BEGG, David. Introdução à de administração, direito, ciências humanas e contábeis. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier. ROSSETTI, J. P. Introdução a economia. 20 ed. São Paulo. Atlas. TROSTER, R. L.; MORCILLO, F. M. Introdução a economia: Edição revisada e atualizada. São Paulo: Pearson Makron Books. VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. Introdução à Economia. 8 ed. São Paulo: Frase 33 editora. DISCIPLINA INTRODUÇÃO A GESTÃO FINANCEIRA EMENTA Significado e objetivo da administração financeira. Tipologia das decisões financeiras. Atividades e organização da área financeira. Fundamentos de finanças. Projetos de investimento de capital. Métodos de avaliação da viabilidade econômica de projetos – VPL, TIR e outros métodos. Dinâmica dos métodos de avaliação. Decisões de investimento em condições de risco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Editora Atlas. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira - essencial. Porto Alegre: Editora Bookman. HOJI, M. Administração Financeira: São Paulo: Editora Atlas. COMPLEMENTAR EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Manual de economia. São Paulo: Saraiva. FORTUNA, E. Mercado Financeiro: Produtos e Serviços. 14ª ed. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R.A.; JAFFE J. T. Administração Financeira. São Paulo: Atlas. ROSS, S.A. e Outros. Princípios de Administração Financeira. 2ª ed. São Paulo: Editora Atlas. 34 Disciplina Matemática Aplicada Ementa Conjuntos. Números relativos. Potenciação e Radiciação. Frações. Noções de estatística. Regra de Três. Porcentagem. Expressões algébricas. Produtos notáveis. Equação do 1o grau. Sistemas de equação do 1o Função Linear. Equação do 2o grau. Plano cartesiano. Função. grau. Função quadrática. Progressão aritmética. Equação exponencial. Logaritmo. Progressão Geométrica. Noções de matemática financeira. Análise combinatória. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRESPO, A. Estatística Fácil. 19 ed. São Paulo: Saraiva. IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar I: Conjuntos, Funções. 8 ed. São Paulo: Atual. LEVINE, D. M. et al. Estatística - teoria e aplicações: usando o Microsoft Excel em português. 5 ed. São Paulo: LTC. COMPLEMENTAR COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2 ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher. LAPPONI, J. C. Estatística Usando Excel 5. 4 ed. São Paulo: Editora Lapponi. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 6.ed. São Paulo: Edusp. SILVA, S.M.; SILVA, E. M. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas. SPIEGEL, M. R., STEPHENS, L. J. Estatística. 4 ed. Porto Alegre: Bookman. 35 DISCIPLINA NOÇÕES DE DIREITO Ementa Teoria Geral do Direito. Noções de Direito. Ramos do Direito. Fontes do Direito. Da Lei. Direito Público Direito Constitucional. Direito Administrativo. Direito Penal. Direito Processual Penal. Direito Processual Civil. Direito Privado. Direito Civil. Direito de Família. Direito das Sucessões. Direito das Coisas. Direito das Obrigações. Direito do Consumidor. Direito Ambiental. Legislação básica para administradores. Aspectos teóricos e práticos. Novas tendências do direito público, civil e comercial frente ao contexto brasileiro e internacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ, M. H. Curso de Direito Civil Brasileiro. São Paulo: Saraiva. FERRAZ JUNIOR, T. S. Introdução ao estudo do direito : técnica, decisão, dominação. 6 ed. São Paulo: Atlas. NUNES, R. Manual de Introdução ao Estudo do Direito: com exercícios para sala de aula e lições de casa. 9 ed. São Paulo: Saraiva. COMPLEMENTAR BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: Promulgada em 5 de outubro de 1988 - atualizada e preparada com as Emendas Constitucionais; íntegra das Emendas Constitucionais; textos originais dos artigos alterados (Adendo Especial); novas notas remissivas; índice sistemático e alfabético-remissivo. 42. ed. São Paulo : Saraiva. COSTA, A. C.; FERRARI, I.; MARTINS, M. R. Consolidação das Leis do Trabalho. 36 ed. São Paulo: LTR. NASCIMENTO, A.M. Iniciação ao Direito do Trabalho. 34 ed. São Paulo. LTR. 36 DISCIPLINA FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Ementa Introdução a Administração. As bases históricas das Teorias Administrativas. Abordagens: Clássica, Humanística, Neoclássica, Burocrática e Estruturalista. A Globalização e a Organização. Administração e inovação tecnológica. Perfil do Administrador atual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. São Paulo; Editora Campus. DRUCKER. Peter F. Prática da administração de empresas. São Paulo. Pioneira. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria Geral da Administração. 1ª Ed.- 4ª reimpr.; São Paulo; Atlas. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Introdução à Administração. edição compacta: São Paulo: Atlas. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Teoria Geral da Administração. edição compacta: São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias. São Paulo: Pioneira. LACOMBE, Francisco: HEIBORN, Gilberto. Administração – princípios e Tendências. São Paulo; Saraiva. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amarau . Teoria Geral da Administração: Da Revolução Urbana à Revolução Digital. 1ª Ed.- 4ª reimpr.; São Paulo; Atlas. 37 DISCIPLINA LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL Ementa Estudo das competências e habilidades comunicativas nos níveis sintático, semântico, pragmático e discursivo; reflexão sobre os aspectos cognitivos e metacognitivos da leitura e sua pertinência para o desenvolvimento da compreensão leitora; estudo de estratégias de leitura aplicadas a diversos gêneros textuais; organização e desenvolvimento de resumos, resenhas e paráfrases. Estudo da história e cultura dos países africanos de língua portuguesa. Reflexão sobre os recursos naturais e ambientais sob a ótica da sustentabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOAVENTURA, Paulo: Edivaldo. Como ordenar ideais. São Ática. GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Rio de janeiro: FGV Editora. GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática. COMPLEMENTAR CHAVES, Rita (org.) Contos africanos dos países de língua portuguesa. São Paulo: Ática. FONSECA, Maria Nazareth Soares. Literaturas africanas de língua portuguesa. Belo Horizonte: Veredas & Cenários. GOLD, Mirian. Redação empresarial. Escrevendo com sucesso na Era da Globalização. São Paulo: Makron Books. SOLÉ, Isabel.Estratégias de leitura.Porto Alegre: Artmed. 38 DISCIPLINA METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Ementa Ciência: o papel do pesquisador. O processo de leitura. Planejamento de Trabalhos Científicos. Trabalhos acadêmicos tipos e formatação (fichamento, resumos informativo e crítico, resenha). Apresentação de seminários. Normas da ABNT para indicação bibliográfica, citações direta e indireta. Projeto de Pesquisa (estrutura). Monografia (estrutura). BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Editara Atlas, 2002. RUIZ, Álvaro João. Metodologia científica : guia para eficiência nos estudos. São Paulo Atlas, 2006. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico.19. Ed. São Paulo Cortez,1985. COMPLEMENTAR KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um enfoque conceitual. São Paulo: EPU e EDUSP. LUNA, S. V. de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 30. ed. Petrópolis: Editora Vozes. 39 2º MÓDULO DISCIPLINA CONTABILIDADE GERAL EMENTA Evolução histórica. Objetivos, finalidades, usuários, campo de atuação. Conceitos contábeis básicos. Registros e sistemas contábeis. Análise de questões contábeis. Relatórios contábeis. Uso da informação contábil pela administração. BÁSICA FABRETTI, Láudio. Contabilidade tributária. São Paulo, Atlas. MARION, José Carlos. Iudicibus, Sérgio de. Curso de Contabilidade para não contadores – 3 Edição. São Paulo: Atlas. MARION, J. C., Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR ANGÉLICO, João. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas. FRANCO, Hilário. Contabilidade Geral. 23. ed. São Paulo: Atlas. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva. DISCIPLINA ECONOMIA EMPRESARIAL EMENTA Aspectos da economia globalizada, administração sistêmica, análise de competitividade empresarial no cenário global. Estratégia e Competitividade Empresarial. Relação com o exterior, com o setor público e com o setor financeiro. Elementos de Economia: teoria microeconômica (demanda e oferta), teoria macroeconômica (agregados econômicos; economia monetária; inflação) em relação as estratégias de gestão empresarial. BIBLIOGRAFIA 40 BÁSICA EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Manual de economia. São Paulo: Saraiva. GARCIA, Manuel E., VASCONCELLOS, Marco A. S. Fundamentos de Economia. São Paulo: Saraiva. VASCONCELLOS, Marco Antonio e GARCIA, Manuel E. Fundamentos de Economia. São Paulo: Saraiva. COMPLEMENTAR DORNBUSCH, R.; FISCHER, Stanley; BEGG, David. Introdução à economia: para cursos de administração, direito, ciências humanas e contábeis. 2.ed. Rio de Janeiro : Elsevier. ROSSETTI, J. P. Introdução a economia. 20 ed. São Paulo. Atlas. VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. Introdução à Economia. 8 ed. São Paulo: Frase editora. DISCIPLINA LEGISLAÇÃO SOCIAL E TRIBUTÁRIA EMENTA Direito do Trabalho: Histórico e Princípios. Garantias constitucionais do trabalhador. Medicina e segurança do trabalho. Princípios do direito previdenciário: histórico, princípios constitucionais, Direito Tributário: conceituação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, H. B. Curso de Legislação Tributária para Concursos - IPI, II, IE, IR, CSL, COFINS e PIS. São Paulo : Atlas. DALLAZEN, D. L. Cisão e Responsabilidade Tributária. Curitiba : Juruá. TORRES, L. R. Curso de direito Financeiro e Tributário. 16 ed. São Paulo : Atlas. COMPLEMENTAR MARTINEZ, A.C. B. Fundamentos de Direito e Legislação Tributária. 2 ed. 41 Campinas: Servanda Editora. VIEIRA, Jair Lot (sup. ed.). Regulamento do ICMS Estado de São Paulo, edipro. São Paulo, VIEIRA, J. L (Ed.). Consolidação da Legislação Tributária do Município de São Paulo: Decreto Nº 48.407, de 1º de junho de 2007. 3 ed. Bauru: EDIPRO, DISCIPLINA MATEMÁTICA FINANCEIRA Ementa Introdução aos Taxa juros, Capitalização de Composta, conceitos Rendas, básicos da matemática Simples, Montante, Financeira. Capitalização Valor Presente, Valor Futuro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HAZZAN, Samuel; Pompeu, Jose Nicolau - Matemática Financeira - São Paulo – Saraiva. MATHIAS, Washington Franci; GOMES, Jose Maria- Matemática Financeira - São Paulo -Atlas, SOBRINHO, Paulo. José Dutra V. Matemática Financeira. São Atlas. ZENTGRAF, Walter. Matemática Financeira. Rio de Janeiro. Campus. COMPLEMENTAR: ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. Matemática Comercial e Financeira. São Paulo. Atlas. CRESPO, Paulo. Antonio Arnot. São Saraiva. TEIXEIRA, James e Netto, Scipione Di Pierro., Matemática Financeira. São Paulo. Makron Books. 42 DISCIPLINA ORÇAMENTO EMPRESARIAL EMENTA Orçamento empresarial: projeções orçamentárias, aspectos inflacionários, controle orçamentário e revisão de dados. Demonstrações financeiras e contábeis projetadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREZATTI, F. Orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, MOREIRA, J. C. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5 ed. São Paulo: Atlas. WELSCH, G. A. Orçamento empresarial. 4 ed. São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR LUNKES, Rogério João. Manual de Orçamento. São Paulo, Atlas. SANVICENTE, Antônio Zorato, SANTOS, Celso da Costa, Orçamento na Administração de Empresas: Planejamento e Controle. 2ª. Edição, São Paulo, Atlas. SOBANSKI, Jaert J., Prática de Orçamento Empresarial - Um Exercício Programado. 3ª. Edição, São Paulo, Atlas. DISCIPLINA SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS EMENTA Fundamentos organizacionais e técnicas dos sistemas de informação. Tipos e usos de informação. Tratamento das informações versus atividades fins. SIG. Sistemas especialistas. Sistemas de apoio à decisão. Sistemas executivos. Tópicos em gerenciamento dos sistemas: integração, segurança, controle. Uso estratégico da tecnologia da informação. Administração estratégica da informação. Desenvolvimento de ambientes eficientes/eficazes da tecnologia da informação. Aplicação da tecnologia 43 da informação nas diversas áreas da empresa para obtenção de vantagens competitivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAUDON, Kenneth C. & LAUDON, Jane P. Sistemas de informação Gerenciais. São Paulo: Pearson Brasil. O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. São Paulo: Saraiva. SANTOS, Ademar de Araújo. Informática na empresa. São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR ALVES, Gustavo Alberto. Sistemas de Informação: Uma Visão Inovadora de Gestão. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais: tecnologia da informação e a empresa do século XXI. 3 ed. São Paulo: Atlas. DRUCKER, Peter Ferdinand. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira. DISCIPLINA TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO EMENTA Conceituação básica: as várias definições de negociação. Variáveis condicionantes. Fatores intervenientes. Comportamento humano: as diferentes formas de postura. Determinação do problema: problemas versus posições pessoais. Identificação dos reais interesses. Busca de opções para o consenso. Critérios objetivos: evitando fórmulas desgastadas e tornando as coisas aceitáveis. Facilitando a decisão do outro: como criar condições para o acordo. Contextos da negociação. Comunicação e relacionamentos. A negociação em condições adversas. Tópicos especiais: outros aspectos das negociações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 44 CARVALHAL, Eugenio do -ANDRÉ NETO, Antônio -ANDRADE, Gersem Martins de. Negociação e administração de conflitos. Rio de Janeiro, FGV. MARTINELLI, Dante P. Negociação Empresarial. São Paulo: Manole. CAMPOS, Dinael Correa. Atuando em psicologia do trabalho. LTC COMPLEMENTAR BURBRIDGE, R. Gestão de negociação: Como conseguir o que se quer sem ceder o que não se deve. São Paulo, Saraiva. 2 ed. BERGAMINI, Cecilia Whitaker. Motivação nas Organizações. Atlas. BERGAMINI, Cecília Whitaker -BERALDO, Deobel Garcia Ramos. Avaliação de desempenho humano na empresa. São Paulo, Atlas. 4 ed. DISCIPLINA GERENCIAMENTO E LIDERANÇA EMENTA Situação organizacional. A evolução da administração de pessoas no Brasil; pessoal; recursos humanos; fatores humanos; talentos humanos; pessoas. Capital intelectual; capital humano; valores humanos. Gestão de pessoas e suas funções: recrutamento, seleção, capacitação, desenvolvimento. Responsabilidade social das organizações. Diagnóstico e implementação de políticas de valores humanos. Educação e desenvolvimento profissional. Organizações que aprendem (learning organizations). Administração de carreira; remuneração e benefícios; novos paradigmas de cargos e salários. Avaliação de desempenho. O desligamento de pessoas e o contrato de trabalho; outplacement. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLEURY, M. T. et al. As pessoas na organização. São Paulo: Editora Gente. GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas. 45 CHIAVENATTO, I. Gestão de Pessoas Campus: Rio de Janeiro COMPLEMENTAR CHIAVENATO, I. Recursos humanos: O capital humano das organizações. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. CHIAVENATTO, I. Gerenciando pessoas- Como transformar gerentes em gestores de pessoas. Prentice Hall: São Paulo. SOUZA, Vera Lúcia de. Gestão de desempenho: julgamento ou diálogo. São Paulo: FGV. 46 DISCIPLINA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EMENTA Aspectos básicos da análise financeira. Análise horizontal; análise horizontal e inflação. Análise vertical. A construção de índices econômico-financeiros: índices de liquidez, índices de endividamento, índices de atividade e índices de rentabilidade. O ROA e o ROE e suas decomposições (o modelo de DuPont). Prática de análise: evolução patrimonial e evolução do resultado, análise da liquidez e do equilíbrio financeiro, análise do endividamento e análise da rentabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas. CASAROTTO FILHO, Nelson. Análise de Investimentos : São Paulo, Atlas, GITMAN, Laurence J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Harbra. COMPLEMENTAR FALCINI, P. Avaliação econômica de empresas. São Paulo: Atlas. ROSS, S.A. e Outros. Princípios de Administração Financeira. 2ª ed. São Paulo: Editora Atlas. SAMANEZ, Carlos Patricio. Matemática financeira : aplicações à análise de investimentos. São Paulo, Pearson Prentice Hall. 3º MÓDULO DISCIPLINA CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA EMENTA Cenários contábeis- tributários. Cálculo e contabilização de operações com mercadorias e serviços com a incidência dos impostos indiretos e a sua gestão. 47 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade Tributária. 9. ed. São Paulo: Atlas. FABRETTI, Láudio Camargo. Prática tributária da micro e pequena empresa. 5. ed. São Paulo: Atlas. OLIVEIRA, Luís Martins de, et al. Manual de contabilidade tributária. 3. ed. São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR BORGES, Humberto Bonavides. Curso de especialização de analistas tributários: IPI, ICMS e ISS. 2. ed. São Paulo: Atlas. OLIVEIRA, Gustavo Pedro de. Contabilidade Tributária. São Paulo: Saraiva, PÊGAS, Paulo Henrique. Manual de contabilidade tributária. 4 ed. revisada e ampliada. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2006. Legislação: BRASIL. Código Tributário Nacional. Lei 5.172, de 25/10/66. DISCIPLINA MÉTODOS QUANTITATIVOS EMENTA Função Linear. Correlação e Regressão Linear. Distribuições de Probabilidade. Teste de Hipótese. Uso do Excel para o tratamento de dados estatísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA NETO, P. L. de O. Estatística. 17ª. ed. São Paulo, Editora Edgard Blucher. LEVINE, David M., BERENSON, Mark L., STEPHAN, David. Estatística - teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC. SMAILES, Joanne e GRENE, Ângela MC. Estatística Aplicada à Administração 48 com Excel. São Paulo: Atlas. COMPLEMENTAR LAPPONI, J. C. Estatística Usando Excel 5. São Paulo. Lapponi. MAGALHÃES, Marcos N., LIMA, Carlos P. Noções de Probabilidade e Estatística. São Paulo: Edusp. SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo. Makron Books. DISCIPLINA MARKETING FINANCEIRO EMENTA Introdução ao marketing (conceitos, teorias, evolução e histórico). Ambiente de marketing, sistemas de marketing, marketing global, marketing de serviços, comportamento do consumidor, comportamento de compra organizacional, segmentação de mercado, SIM e Administração de produtos e serviços. Marketing em Instituições Financeiras. Estudos de Caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHURCHILL JÚNIOR, Gilbert A. -PETER, J. Paul -Santos, Rubens da costa (rev. Tec.). Marketing : criando valor para os clientes. São Paulo, Saraiva, Tradução da 2ª edição. FERREL, O.C. et all. Estratégia de Marketing. São Paulo: Atlas. KOTLER, Philip. Administração de Marketing. Editora Prentice Hall – 10ª edição COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto -SAPIRO, Arão. Planejamento estratégico : fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro, Elsevier. COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva. PORTER, Michael E. Competição: estratégias competitivas essenciais. 6ª ed. São Paulo: Editora Campus. 49 DISCIPLINA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E TOMADAS DE DECISÕES EMENTA O pensamento estratégico. Níveis de planejamento e suas interrelações. Planejamento estratégico. Construção de cenários. A tomada de decisão. Critérios e atributos. Coerência de uma família de critérios. Formulação do conjunto de alternativas. Grupos de interesse. Princípios e métodos analíticos de apoio multicritério à decisão. Seleção e priorização das alternativas. A tomada de decisão em grupo. Sistemas de suporte à negociação. Responsabilidade Ambiental BIBLIOGRAFIA BÁSICA BATEMAN, Thomas S. -SNELL, Scott A. -Bazán Tecnologia e Linguistica (Trad.) et al. Administração: Novo cenário competitivo. GRACIOSO, Francisco. Marketing Estratégico : Planejamento estratégico orientado para o mercado. São Paulo, Atlas,. 6 ed. UNSCH, Margarida Maria Krohling (org). Gestão estratégica em comunicação organizacional e relações públicas. São Paulo, Difusão, 2009. 2.ed. COMPLEMENTAR ALMEIDA, Martinho I. R. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas. COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva. OLIVEIRA, Djalma P. R. Planejamento Estratégico: conceitos, metodologias e práticas. São Paulo: Atlas. DISCIPLINA MERCADOS DE CAPITAIS EMENTA O mercado a termo de ações da Bovespa e o mercado de futuros da BM&F. Contratos de opções: opções de compra (calls) e opções de venda (puts). Prêmios 50 das opções. Visão geral do hedge e de estratégias com opções. O mercado de opções de ações da Bovespa e de opções da BM&F. Os swaps.Conceito de contratos derivativos. Importância e função dos derivativos. Tipos de contratos derivativos. Participantes do mercado de derivativos. Derivativos de balcão e derivativos de bolsas; as bolsas de derivativos. Contratos a termo e contratos futuros; hedge com contratos a termo e contratos futuros. Preços de contratos futuros. BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo, Atlas. 9 ed. CARLOS JR, Newton Carneiro Affonso de. Mercado de Capitais : análise Empírica no Brasil. Mercado de Capitais São Paulo, Atlas. FILHO, Armando Mellagi -ISHIKAWA, Sérgio. Mercado Financeiro e de Capitais. São Paulo, Atlas. COMPLEMENTAR CONTADOR, Claudio R. Economia do seguro : fundamentos e aplicações. São Paulo, Atlas. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. Qualitymark, 17 ed. rev. SILVA, José Pereira. Gestão e Análise de Risco de Crédito : intermediação financeira e banco múltiplo. São Paulo, Atlas. DISCIPLINA ATIVIDADES COMPLEMENTARES I EMENTÁRIO As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, de acordo com regulamento que integra o projeto pedagógico do curso. 51 BIBLIOGRAFIA BÁSICA Será apresentada pelo professor a partir da atividade estipulada. COMPLEMENTAR Será apresentada pelo professor a partir da atividade estipulada. DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTÁRIO Aspectos legais do estágio supervisionado Lei 11.788, de 25/09/2008. Caracterização de estágio. Descrição de uma organização por meio de seu organograma. Avaliação do local de trabalho. Identificação de uma situação problema. Descrição do problema com base no TQC. Fundamentação teórica com base na descrição do problema. Elaboração do plano de intervenção usando o modelo 5W2H. Elaboração da lista de referências. BÁSICA BIANCHI Anna Cecilia de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de rientação: estágio supervisionado. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia – A Dia. 8. ed. Belo Horizonte: INDG, 2004. OLIVIO, Silvio; LIMA, Manoelita Correia. Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de cursos. São Paulo: Cengage Learning, 2006. COMPLEMENTAR BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. São Paulo, Cortez, 2011. 7 ed. FRANÇA, Ana Shirley. Estágio curricular e trabalho de conclusão de curso na 52 área de gestão e negócios. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 2011. LIMA, Manolita Correia (org) Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso : na construção da competência gerencial do administrador. São Paulo, Cengage Learning, 2010. 4º MÓDULO DISCIPLINA AVALIAÇÃO FINANCEIRA DE EMPRESAS EMENTA O valor de uma empresa e o papel do administrador: a administração baseada no valor. Avaliação de empresas através de fluxos descontados: as várias metodologias, TIR, payback e VPL. Análise do desempenho histórico. Projeção de desempenho. Estimativa do custo de capital. Estimativa do valor da perpetuidade. Cálculo e interpretação dos resultados. Avaliação de empresas pelo método de precificação de opções. Avaliação de empresas com vários negócios. Fusões, aquisições e joint- ventures. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COPELAND, Tom -KOLLER, Tim -MURRIN, Jack. Avaliação de empresas valuation: calculando e gerenciando o valor das empresas. São Paulo, Person Mark Book. 3.ed. GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo, Pearson Addison-Wesley. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária. São Paulo, Atlas. 9.ed. COMPLEMENTAR BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo, Atlas, FALCINI, Primo. Avaliação Econômica de Empresas. São Paulo: Atlas. MATARAZZO, Dante Carmine -PESTANA, Armando Oliveira. Análise financeira de balanços: Abordagem gerencial. São Paulo, Atlas. DISCIPLINA CONTROLADORIA EMENTA A função da Controladoria. Métodos de custeio. Métodos de controle e decisão. Orçamento de capital. Os fluxos financeiros da empresa. Formação de preços. Análise de custos e orçamentos. Análise da margem de contribuição. Planejamento do lucro. Controle por 53 Departamento. Rentabilidade de produtos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. São Paulo: Editora Atlas, 2009. RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. São Paulo: Aduaneiras. GARCIA, Luiz Martins. Exportar : Rotinas e Procedimentos, Incentivos e Formação de preços. São Paulo, Aduaneiras. COMPLEMENTAR MELLAGI FILHO, Armando e ISHIGAWA, Sérgio. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: EditoraAtlas. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro – produtos e serviços. 17.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark. MELLO, Fábio de. Manual de Crédito Documentário : teoria e prática. Crédito documentário. 2.ed. São Paulo: Aduaneiras. DISCIPLINA FINANÇAS INTERNACIONAIS EMENTA Empréstimos em moeda estrangeira: regulamentação / modalidades, condições negociais e incidência tributária. Comércio internacional e principais documentos envolvidos; contratação e liquidação de contratos de câmbio; garantias nas operações comerciais e seguro de crédito na exportação. Financiamentos para importação: supplier`s credit, repasses de linhas comerciais, financiamento direto de instituição financeira do exterior – leasing internacional. Financiamentos para a exportação: ACE, ACC, pré-pagamento de exportações, PROEX e BNDES-EXIM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA JÚNIOR, N. C. A. da. (org.) Mercado de capitais: análise empírica do Brasil. São Paulo: Atlas. KEEDI, Samir. Transportes, Unitização e Seguros Internacionais de Carga : Prática e Exercícios. 5.ed. São Paulo: Aduaneiras. RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. 11.ed. São Paulo, Lex Editora . COMPLEMENTAR 54 CONTADOR, Claudio R. Economia do seguro : fundamentos e aplicações. São Paulo, Atlas. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro : produtos e serviços. 17.ed. Rio de Janeiro, Qualitymark. LUNARDI, Angelo Luiz ; PONTES, Yone Silva. Condições Internacionais da Compra e Venda : Incoterms. DISCIPLINA GESTÃO DE RISCO EMENTA Descrição das variedades de conceitos de Gestão de Risco. Alocação de Capital. Medidas de Valor Adicionado ao Acionista. Importância da gestão de riscos com uma visão corporativa (instituições financeiras e não financeiras). Abordagem prática (incluindo estudos de caso) e regulamentação (local e internacional). Acordo da Basiléia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COPELAND, Tom; KOLLER, Tim; MURRIN, Jack. Avaliação de empresas valuation : calculando e gerenciando o valor das empresas. 3.ed. São Paulo, Person Mark Book, . RIBEIRO, Antonio de Lima. Gestão de Pessoas. São Paulo, Saraiva. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de (Org.). Fundamentos de Economia. 3.ed. Saraiva. COMPLEMENTAR CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de Investimentos : matemática financeira; engenharia econômica; tomada de decisão; estratégia empresarial. 11.ed. São Paulo, Atlas, 2010. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. 17. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark. GALVÃO, Alexandre -BRESSAN, Aureliano Angel -CAMPOS, Breno et al. Finanças corporativas : teoria e prática empresarial no Brasil. Rio de Janeiro, Elsevier. SILVA, José Pereira. Gestão e Análise de Risco de Crédito : intermediação financeira e banco múltiplo. 6.ed. São Paulo, Atlas. 55 DISCIPLINA GESTÃO EMPRESARIAL E GOVERNANÇA CORPORATIVA EMENTA Governança Corporativa: conceitos, Princípios e práticas; Métodos de Governança Corporativa: Shareholder e Stakeholder; Contexto empresarial brasileiro; parâmetros de avaliação da Governança Corporativa; Principais características macroecônomicas brasileiras e seu impacto na Governança Corporativa. Conceitos de Law & Economics; Governança Corporativa na reforma da lei das SAs; Direitos dos minoritários; SarbanesOxley; Acordos de acionistas; Arbitragem comercial e cláusula compromissória estatuária; Melhores práticas da Governança Corporativa; Códigos da Governança Corporativa; CVM e IBGC; Estímulos do BNDES às boas práticas da Governança Corporativa; Responsabilidade sócio-ambiental empresarial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Editora Atlas. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira - essencial. Porto Alegre: Editora Bookman. HOJI, M. Administração Financeira. São Paulo: Editora Atlas. COMPLEMENTAR FORTUNA, E. Mercado Financeiro: Produtos e Serviços. 14. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark. Editora. ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R.A.; JAFFE J. T. Administração Financeira. São Paulo: Atlas. ROSS, S.A. et al. Princípios de Administração Financeira. 2.ed. São Paulo: Editora Atlas. 56 DISCIPLINA OPERAÇÕES E CRÉDITO EMENTA Conceitos básicos sobre operações de crédito. Tipo de operações de crédito, concessão de garantias, condições negocia e formalização legal das operações de crédito. Empréstimos em moeda nacional: finalidades, veículos legais, funding, modalidades e aberturas de crédito; desconto de títulos, vendor`s e compror`s progamas, cessão e aquisição de crédito, crédito rural, crédito rotativo e hot money. Financiamentos em moeda nacional: financiamentos bancários de longo prazo, CDC, CDC com interveniência, leasing e sistema BNDES. Empréstimos em moeda estrangeira: regulamentação / modalidades, condições negociais e incidência tributária. Comércio internacional e principais documentos envolvidos; contratação e liquidação de contratos de câmbio; garantias nas operações comerciais e seguro de crédito na exportação. Financiamentos para importação: supplier`s credit, repasses de linhas comerciais, financiamento direto de instituição financeira do exterior – leasing internacional. Financiamentos para a exportação: ACE, ACC, prépagamento de exportações, PROEX e BNDES-EXIM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. São Paulo: Editora Atlas. ISHIKAWA, Sergio. Mercado Financeiro de capitais. São Paulo. MELLAGI FILHO, Armando e ISHIGAWA, Sérgio. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: Editora Atlas. COMPLEMENTAR BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, CARDOSO, Eliana A. Economia Brasileira ao Alcance de Todos. 4.ed. São Paulo, brasiliense. SILVA, José Pereira da. Gestão e Análise de Risco de Crédito. São Paulo: Atlas ATIVIDADES COMPLEMENTARES II EMENTA As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, de acordo com regulamento que integra o projeto pedagógico do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Será apresentada pelo professor a partir da atividade estipulada. COMPLEMENTAR Será apresentada pelo professor a partir da atividade estipulada. DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EMENTA Elaboração de Monografia de Conclusão de Curso. Estudos das normas técnicas da ABNT. Aplicação da estrutura de pesquisa no texto acadêmico. Procedimentos de levantamento bibliográfico e produção de resumos e resenhas. Estudo das características do artigo científico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo, Atlas. SALOMON, Delcio Vieira. Como Fazer Uma Monografia. São Paulo: MARTINS FONTES. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo, Cortez. COMPLEMENTAR HABERMANN, Josiane Conceição Albertini. As Normas da ABNT em Trabalhos Acadêmicos: tcc, dissertação e tese. São Paulo: Globus Editora. SERRA NEGRA, Carlos Alberto. Manual de Trabalhos Monográficos. São Paulo: ATLAS. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21.ed. São Paulo: Perspectiva. 58 DISCIPLINA LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS EMENTA Processo da surdez e implicações na aprendizagem; introdução à Língua Brasileira de Sinais (história e legislação);parâmetros em libras; noções lingüísticas de libras; sistema de transcrição; tipos de frases em libras; teoria de tradução e interpretação; classificadores de LIBRAS; técnicas de tradução da libras/português; técnicas de tradução de português/libras.conteúdos básicos de libras; expressão corporal e facial; alfabeto manual; gramática de libras; sinais de nomes próprios; soletração de nomes; localização de nomes; percepção visual;cultura e identidade surdas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNANDES, Eulalia (org). Surdez e bilinguismo. 4.ed. Porto Alegre, Mediação. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. SKLIAR, Carlos (Org). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação. COMPLEMENTAR GAIO, Roberta (org) -MENEGHETTI, Rosa G. Krob (org). Caminhos pedagógicos da educação especial. Rio de Janeiro, Vozes. 5.ed. MOURA, M.C. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, QUADROS, Ronice Muller de Educação de surdos: a aquisição de linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas. www.dicionariolibras.com.br http://www.fonojp.hpgvip.com.br/libras/lib05.pdf http://www.ines.gov.br/libras/principal.asp?ASSU_id=13 http://www.acessobrasil.org.br/libras http://www.libras.org.br/ http://www.editora-arara-azul.com.br LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais –FENEIS – Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – http://www.feneis.org.br/ 59 4.5 Metodologia de Ensino Os conteúdos serão apresentados partindo sempre de uma postura questionadora em relação aos assuntos a serem estudados, de modo a fornecer ao professor uma constante atualização do perfil do aluno, dos diferentes níveis de ganhos, bem como o grau de dificuldade identificado durante o processo de ensino-aprendizagem. Este procedimento possibilitará ao professor a implementação das ações que se fizerem necessárias à minimização das dificuldades constatadas. Os professores privilegiarão metodologias que permitam a aceleração do processo de ensino-aprendizagem, contando com o apoio de tecnologia educacional de ponta, mas fazendo exposições de conteúdo. Atividades práticas simuladas serão desenvolvidas ao longo de todo o curso. Serão utilizados estudos de casos, seminários, painéis, simpósios, trabalhos de grupo, visitas a empresas com reconhecida competência, além do estágio supervisionado. A iniciação científica será desenvolvida, particularmente, na fase de estágio e de elaboração do projeto do Trabalho de Conclusão de Curso. As atividades de extensão, sob orientação docente, propiciarão práticas em situações reais de trabalho. A metodologia adotada contribuirá, significativamente, para a identificação e o desenvolvimento das potencialidades do educando e para a sua formação integral. Considerando as especificidades dos objetivos educacionais do CST em Gestão financeira os pressupostos da ação pedagógica a ser exercida devem pautar-se pelas seguintes diretrizes: planejar as ações de ensino e aprendizagem a partir de levantamento das reais necessidades sendo continuamente reestruturadas; usar linguagem adequada à compreensão do aluno sem cair em exageros acadêmicos; garantir que a estrutura e o desenvolvimento do curso estejam estritamente a altura do aluno; fomentar a aprendizagem através da ação das reconhecendo que os alunos podem aprender uns com os outros; instalar um sistema educativo altamente participativo; 60 focar todas as atividades com os alunos em um esquema geral e ao mesmo tempo específico de avaliação de resultados da ação pedagógica. Cada aula deve partir de um plano com objetivos explícitos e possuir um plano de ação, o seu próprio marketing, utilizar um tempo bem administrado e prever um produto ou resultado final palpável; O processo de ensino, que é basicamente uma função do tempo, deve ser tão ou mais importante que os conteúdos. É necessário dirigir o processo com a devida sensibilidade de forma que este dê lugar à aprendizagem e, portanto, a uma mudança de comportamento. A avaliação do aluno deverá incidir, preferencialmente, sobre aspectos qualitativos, incluindo a verificação das atividades de estudo individual, o Trabalho de Conclusão de Curso, o desempenho do aluno nas várias atividades propostas pelo Projeto Pedagógico e o cumprimento da carga horária exigida. 4.5.1 Práticas Pedagógicas Inovadoras As práticas pedagógicas a serem empregadas no CST em Gestão financeira são apoiadas em cinco concepções de ensino-aprendizagem: aprendizagem auto dirigida; aprendizagem baseada em problemas ou casos; aprendizagem em pequenos grupos de tutoria; aprendizagem orientada para a comunidade e aprendizagem apoiada em simulação, conforme consta abaixo. a) Aprendizagem auto dirigida O estudante deverá conhecer os primeiros passos do caminho para aprender a aprender. Como busca e aquisição de conhecimentos constituem um processo contínuo ao longo da vida de cada indivíduo, os estudantes, durante o curso serão encorajados a definir seus próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus progressos pessoais no sentido de quanto estão se aproximando dos objetivos formulados. Esta avaliação deve incluir a habilidade de reconhecer necessidades educacionais pessoais, desenvolver um método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma diversidade de recursos educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos. Cada aluno poderá discutir suas características pessoais de aprendizagem com seu tutor e/ou orientador. b) Aprendizagem baseada em problemas ou casos 61 Na aprendizagem baseada em problemas ou casos, o caso é utilizado como estímulo à aquisição de conhecimento e compreensão de conceitos. Nesta metodologia deve-se buscar: aclarar o problema oferecido, explorando os dados apresentados e refletindo se existe alguma pergunta sobre a descrição do problema que possa ser formulada para melhor explicá-lo; resumir os dados oferecidos no problema, especificando: o que é o problema? Do que trata o problema? identificar os pontos importantes do problema, definindo quais são as áreas de conhecimento relevantes; identificar o conhecimento atual relevante ao problema, frente aos objetivos de aprendizagem propostos; desenvolver hipóteses, a partir da explicação dos dados apresentados no problema; identificar o conhecimento adicional requerido para melhorar a compreensão do problema, baseado nas necessidades de aprendizagem individual e/ou grupo; identificar os recursos de aprendizagem apropriados, dentre uma diversidade: livros, periódicos, base de dados local ou remota, programas interativos multimídia, entrevistas com professores; profissionais ou usuários, vídeos, laboratórios, comunidade, isto é, quais são as fontes de recursos mais apropriadas à exploração deste problema?; procurar novos conhecimentos, utilizando recursos de aprendizagem apropriados, o que implica em ampliar os horizontes de busca além dos limites institucionais (outras bibliotecas, outros acervos, outros locais passíveis de utilização no processo ativo de ensino-aprendizagem); sintetizar os conhecimentos prévios e novos em relação ao problema, isto é, baseado em sólidas evidências científicas, como pode explicar o problema agora?; repetir alguns ou todos os passos anteriores, se necessário; reconhecer o que foi identificado como uma necessidade de aprendizagem, mas que não foi adequadamente explorado, para incursões complementares; e sintetizar os conhecimentos auferidos e, se possível, testar a compreensão do conhecimento adquirido por sua aplicação em outro caso ou problema. c) Aprendizagem em pequenos grupos de tutoria 62 A aprendizagem baseada em problemas pode ocorrer tanto de maneira individual como em pequenos grupos. Porém, é no grupo tutoria que o pensamento crítico pode ser encorajado e argumentos levantados, idéias podem ser construídas de maneira criativa, novos caminhos podem ser estabelecidos, permitindo a análise coletiva de problemas que espelhem a prática profissional futura. O aluno deve desenvolver competências para tornar-se um integrante ativo, com contribuições para o grupo, seja este um grupo de aprendizagem, de pesquisa ou de trabalho formado por profissionais. O grupo de tutoria representa, portanto, um laboratório para aprendizagem sobre a integração humana, onde alunos podem desenvolver habilidades de comunicação, relacionamento interpessoal e a consciência de suas próprias reações no trabalho coletivo, constituindo uma oportunidade para aprender a ouvir, a receber e assimilar críticas, e por sua vez, oferecer análises e contribuições produtivas ao grupo. É um fórum onde os recursos dos membros do grupo são mais efetivos que a somatória das atividades individuais. O grupo tutoria promove a oportunidade para a auto-avaliação, na qual o aluno pode analisar seu próprio progresso, seus pontos fortes e as áreas que requerem atenção. d) Aprendizagem orientada para a comunidade Processos educacionais orientados à comunidade consistem em proporcionar atividades de ensino-aprendizagem que utilizam extensivamente a comunidade como ambiente/situação de aprendizagem. A interação com a comunidade deve ser desenvolvida continuamente em todas as séries do curso. Esta inserida numa filosofia educacional baseada na comunidade, com trabalho em equipe multiprofissional e interdisciplinar. Esta comunidade inclui grupos sociais, empresas, escolas e instituições sociais, entre outras. A interação comunitária permitirá ao aluno trabalhar com membros da comunidade, não se restringindo à temática administrativa estrita, mas estendendo-se em outros setores relacionados aos problemas existentes ou potenciais identificados. Os alunos conduzirão, em equipes, pesquisas na comunidade, desenvolvendo experiências em análise e solução de problemas, bem como habilidades de gestão administrativa. A meta da interação comunitária é proporcionar aos alunos, por meio de um trabalho contínuo durante todo o curso de graduação, conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à prática profissional. 63 e) Aprendizagem apoiada em simulação As práticas simuladas são sistemas capazes de reproduzir diversas atividades inerentes à realidade da profissão, e podem criar situações que envolvam a solução de problemas. Desta forma, é dada aos participantes uma alternativa para vivenciar situações que dão oportunidade à prática de conhecimentos adquiridos e ao desenvolvimento de diversas habilidades. As práticas simuladas se caracterizam como uma técnica alternativa e única de ensino, onde o participante pode assumir um papel ativo, por meio do exercício virtual de funções e papéis num contexto de atividades em grupo, desenvolvendo diversas competências de forma integrada e simultânea, como a intelectual (criatividade), a pessoal e interpessoal (perseverança e sociabilidade), e a estratégia (empreendedora e inovadora). Tendo em vista que a prática simulada é uma virtualização da realidade, o grau de abstração e a sofisticação teórica contida no seu algoritmo de processamento devem ter um efeito sobre o grau de aprendizado e fixação dos conhecimentos decorrentes de utilização da simulação. É muito pequena a quantidade de pesquisas desenvolvidas na apuração desta correlação, porém, em todas as situações analisadas, foram constatados ganhos na fixação de conceitos quando da aplicação de simulações. É indiscutível que podem ocorrer prejuízos nas situações em que a abstração não corresponde a uma realidade vivenciada pelos alunos em treinamento, ou nas aplicações onde o Animador não assume o pleno papel de moderador e orientador no desenrolar da prática simulada e na preparação das simulações, sendo esta última a causa principal de não serem constatados ganhos relativos no processo de aprendizagem quando da utilização desta metodologia. Um dos aspectos essenciais na utilização de práticas simuladas é o que diz respeito ao ganho decorrente da discussão interna, em cada grupo, destinada a avaliar a atitude mais adequada a ser adotada em cada esquema (dados de entrada do simulador). É de se destacar que o tamanho da equipe deve ser estudado para que se possa determinar o seu ideal, pois, em grupos muito grandes a exigida intercomunicação de seus componentes pode gerar situações muito demoradas e desgastantes e um intenso trabalho de sua liderança; em contrapartida, equipes muito pequenas tendem a possuir poucas experiências pessoais que possam enriquecer as trocas intragrupo. Segundo as técnicas de comunicação intergrupal, o tamanho das equipes deve ser fruto de uma análise dos treinandos que leve em consideração, principalmente: formação teórica; 64 vivência e experiência profissional; grau de complexidade da prática simulação; número e dificuldade das decisões a serem tomadas; disponibilidade de tempo do Animador e dos participantes; quantidade e qualidade do material de apoio distribuído e forma de composição do grupo (natural ou imposta). Dentro deste aspecto, a prática simulada, ao ser aplicada em um grupo de alunos, divididos em equipes, explora as características do ensino em grupo que, por ação do Animador, deve ter ampliada a interação entre seus membros e onde o aprendizado ocorre em função de importantes variáveis interdependentes, com destaque a: percepção de todos os membros da equipe sobre as finalidades do grupo e a atitude deles esperada; conhecimento teórico que os membros dispõem sobre o tema que rege as ações simuladas; conhecimento a respeito da prática simulada propriamente dita, suas regras de competição, os efeitos das ações dos esquemas sobre os resultados e as variáveis que são trabalhadas pelas equipes; volume de troca de informações entre os membros da equipe; a formulação das alternativas para aplicação em uma determinada realidade; a metodologia empregada para avaliação das alternativas viáveis e de escolha daquela que melhor se ajuste à situação; as experiências pessoais dos membros do grupo e suas habilidades no estabelecimento de um clima harmônico e de confiança mútua no andamento dos trabalhos requeridos pelas práticas simuladas; e a estratégia adotada para negociação entre os membros do grupo, destinada à escolha das ações que representam o pensamento da equipe. O emprego de uma Prática Simulada como suporte ao professor apresenta uma vantagem adicional no processo ensino/aprendizagem, pois permite uma aferição imediata dos conhecimentos teóricos fixados pelos alunos. O trabalho do Animador, ao participar ativamente das discussões nas equipes, tem a possibilidade de avaliar diretamente a fixação dos conceitos teóricos expostos, a habilidade dos alunos no uso das ferramentas exigidas para a preparação dos esquemas e, também, o comportamento do aluno para expor seus pontos de vista e, principalmente, sua capacidade de analisar o problema enfrentado e quais os procedimentos mais adequados para análise da situação e avaliação das alternativas viáveis. 65 De posse desta avaliação, o Animador deve montar o relatório de avaliação do aproveitamento dos alunos e estruturar sua avaliação do processo ensino/aprendizagem, salientando os pontos fortes e os fracos da disciplina e sugerindo as alterações que se fizerem necessárias (feedback do processo). Finalmente, tendo em vista que uma disciplina é um conjunto de "conteúdos" e de "técnicas", o desenvolvimento de uma prática simulada para apoio ao professor e sua posterior utilização junto aos alunos deve levar em consideração estes dois parâmetros; caso contrário poderá terminar com resultados duvidosos, perdendo, portanto, sua principal finalidade. Atividades programadas para o curso a) Ciclo de palestras com profissionais e/ou acadêmicos da área de Gestão financeira A Instituição programará, anualmente, a realização de pelo menos seis palestras com profissionais da área de Gestão financeira, enfocando temas atuais, ou temas que mantenham uma ligação direta com os conteúdos das diversas disciplinas, propiciando aos alunos o enriquecimento e ampliação de conhecimentos de sua formação básica. Serão convidados, como palestrantes, acadêmicos que tenham experiência profissional na área a ser tratada. Três das palestras programadas serão por videoconferência. b) Encontro com Autores Essa atividade consiste em convidar diferentes autores para participar de conversas e/ou debates com os alunos, em sala de aula. Os professores das diversas disciplinas indicam os livros selecionados e, após a leitura dos mesmos, convidam seus autores para trocar idéias com os alunos do curso. Esse debate permite que o aluno observe diferente enfoques para um mesmo tema e reflita sobre o assunto tratado, desenvolvendo o espírito crítico e melhorando seu aprendizado. A atividade tem como objetivos: permitir a interação do corpo acadêmico com escritores e suas obras; propiciar o debate sobre a produção literária no Brasil. c) Programa de Prática Profissional A Instituição oferecerá oportunidade, através deste programa, de desenvolvimento de mini projetos para aplicação em ambiente de trabalho, apresentando soluções aos problemas 66 detectados, sempre sob a orientação de Professores e Coordenador. A Empresa Júnior auxiliará muito nesse sentido, pois funciona como uma Consultoria, atendendo tanto aos alunos dos diversos cursos como a micro, pequenas e médias empresas do mercado externo. O programa encaminha alunos para a realização de estágios profissionalizantes. O programa conta com oficinas de trabalho com atendimento ao aluno bem como o plantão do aluno. Também realiza convênios com diversas empresas de produtos e serviços. Irá ser formulado um vínculo entre a Faculdade Nossa Cidade e grandes empresas. É uma atividade que promove a integração entre alunos, professores e público externo, amplia os conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes e proporciona treinamento profissional. d) Projeto de Monitoria O principal objetivo da monitoria é propiciar oportunidade de crescimento intelectual e profissional àqueles alunos interessados na carreira acadêmica, ou que pretendam dar continuidade a seus estudos ao nível de pós-graduação. E ao mesmo tempo em que promove esta oportunidade, a monitoria também permitirá conciliar um segundo objetivo, qual seja, o de trabalhar junto a alunos que apresentem dificuldades de aproveitamento, auxiliando-os a superá-los. O programa de prática profissional realiza convênios com diversas entidades carentes e a Instituição. e) Sistemas de Acompanhamento e Orientação Acadêmica Consoante dispositivo regimental, o processo de avaliação de aprendizagem é parte integrante das atividades curriculares e obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Conselho de Ensino e Pesquisa. As atividades curriculares, além das provas escritas e orais, previstas nos respectivos planos de ensino, as preleções, pesquisas, exercícios, argüições, trabalhos práticos, seminários, excursões, estágios e outros previstos nos planos de ensino. Após avaliação bimestral, é realizada pela Coordenação de Curso avaliação do desempenho escolar do aluno, de forma a verificar as causas quanto ao desempenho apresentado. Feito isso, o Colegiado de Curso reúne-se para reflexão a respeito dos procedimentos didáticos, sistemática de avaliação e possíveis redirecionamentos do processo ensino-aprendizagem. 67 f) Plano de Avaliação Institucional A prática da avaliação institucional, enquanto mecanismo efetivo de aferição da qualidade é ainda recente no País: passou a constar na agenda dos educadores de todos os níveis, a partir do início da década de 1990, como resultado da preocupação com a qualidade, aspecto bastante enfatizado pelas comunidades nacional e internacional. A Instituição pretende promover um efetivo, participativo e permanente processo de avaliação institucional, enfocando os quesitos autonomia, democratização e desempenho nos aspectos administrativos e acadêmicos como evidência da vontade de auto avaliarem-se, para garantir a qualidade e a eficácia da ação acadêmica, repensando objetivos, modos de atuação e resultados, adequando-os ao momento histórico em que se inserem. g) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O aluno deverá dar início ao Trabalho de Conclusão de Curso no quarto semestre letivo. Na proposta do Curso Superior de Tecnologia em Gestão financeira, consideramos a realização da Pesquisa equivalente ao trabalho de conclusão de curso, uma vez que ambos têm por objetivo articular o ensino, a pesquisa e a extensão com a produção de conhecimentos e a solução de desafios e de situações problemas da prática pedagógica. h) Atividades Complementares Atividades Complementares são atividades curriculares que possibilitam ao aluno ampliar conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional, com experiência e vivências acadêmicas dentro e/ou fora da instituição. O cumprimento da carga horária total de 80 horas estabelecida para as Atividades Complementares é uma obrigatoriedade do currículo pleno dos cursos de graduação, constituindo-se um elemento indispensável para a obtenção do grau correspondente. As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino e aprendizagem do aluno, privilegiando: A complementação da formação social e profissional; As atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços; As atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica; As atividades desenvolvidas no âmbito de programas. A carga horária cumprida das Atividades Complementares é registrada, em horas, no histórico escolar dos alunos. 68 Para fins de registro acadêmico, o aluno deve apresentar à Coordenação de seu curso a documentação comprobatória de sua participação em cada atividade. A confirmação do aproveitamento se fará mediante análise da Atividade Complementar pela Coordenação 4.6 Atendimento ao Discente O corpo discente é constituído por todos os alunos da Faculdade. Os alunos dos cursos de graduação, segundo o Regimento, são considerados regulares; os dos demais cursos, tais como cursos de extensão, cursos de aperfeiçoamento, são especiais. Os alunos dos cursos de graduação podem organizar diretório ou centro acadêmico nos termos da legislação vigente e serão representados em todos os órgãos colegiados da Faculdade. Os direitos e deveres dos alunos estão disciplinados no Regimento da Faculdade. Os alunos têm à sua disposição o Núcleo de Assistência Psicopedagógica, destinado a oferecer o suporte necessário ao bom desempenho acadêmico e ao melhor aproveitamento no processo ensino-aprendizagem. Existe o acompanhamento do desempenho acadêmico, da evasão escolar e dos índices de aproveitamento e de freqüência às aulas e demais atividades. Os alunos podem beneficiar-se de outros serviços, como bolsas de monitoria e de iniciação científica. Está sendo instalado um núcleo destinado aos egressos, para orientação ao trabalho, à colocação e recolocação profissional, ao acompanhamento de suas atividades e à oferta de programas de educação continuada. A FNC desenvolve diversas ações de acompanhamento, assistência e atendimento ao educando, conforme destacado a seguir. 4.6.1 Acompanhamento Pedagógico e Psicopedagógico ao Discente A instituição atende este item com uma política de trabalho conjunto do docente em sala de aula, coordenação de curso, coordenação geral da instituição, secretaria e por meio do manual do aluno. Da política de apoio pedagógico, fazem parte integrante: Processo ensino-aprendizagem: pela prática pedagógica e pela compreensão por parte dos alunos da proposta de trabalho e do conteúdo desenvolvido; 69 Processo de avaliação: a cada exercício realizado, seja trabalho ou avaliação, correção oral e/ou escrita, este processo torna-se um espaço privilegiado para o processo de aprendizagem; Cursos de nivelamento: em disciplinas básicas (principalmente Matemática e Comunicação e Expressão) são oferecidos Cursos de Aprofundamento de Estudos em Língua Portuguesa e ou Matemática, no horário de pré-aula. Controle de faltas: de forma eficiente, a FNC facilita ao aluno o acesso às informações de seu registro acadêmico por meio do “registro eletrônico” ou diretamente na secretaria. O acesso eletrônico pode ser realizado via internet, mediante a utilização de uma senha específica. O controle e registro acadêmicos (notas, disciplinas, aprovações, reprovações, tempo restante para a conclusão do curso, e outras referências à vida acadêmica) são de responsabilidade da Secretaria. O acesso à internet, para quem não a possui está disponibilizado na Biblioteca e no Laboratório de Informática. O Calendário Escolar é distribuído semestralmente a todos os alunos, no qual são informadas as datas e os prazos fixados pela Faculdade Nossa Cidade, referentes ao semestre letivo, para que as solicitações do aluno sejam analisadas e, se possível, atendidas. Com o objetivo de colocar os discentes mais próximos ao mercado de trabalho, a Faculdade Nossa Cidade mantém convênios/parcerias com diversas instituições. Desta forma, estas instituições, sempre que necessário, ofertam vagas de estágios ou, no caso das grandes empresas, realizam o recrutamento contínuo de estagiários. a) Acompanhamento psicopedagógico O acompanhamento psicopedagógico é parte integrante do apoio dispensado ao discente que, ao iniciar um curso de graduação, depara-se com situações inovadoras que podem gerar alguns conflitos e dificuldades de ordem psicológica e/ou psicopedagógica. Essas manifestações são observadas ao longo de todo o curso. Considerando estes fatos, a Faculdade Nossa Cidade disponibiliza o apoio de Psicólogos, tendo como objetivos: oferecer condições que favoreçam o bem-estar biopsicossocial do discente para o processo de aprendizagem; 70 atender aos alunos, apoiando-os em suas crises inerentes ao seu momento existencial e acadêmico; propiciar orientação vocacional aos alunos, no que concerne às diversas possibilidades de atuação na carreira e as oportunidades diretamente relacionadas às suas personalidades. atuar, preventivamente, com vistas a diminuir as conseqüências negativas das crises emocionais que interferem na aprendizagem ao longo do curso; promover atividades para o autoconhecimento do corpo discente e conseqüentemente, para o autodesenvolvimento deste; possibilitar aos alunos oportunidades de avaliação de seu potencial, visando ao seu desenvolvimento profissional; oferecer atendimento a alunos, possibilitado pela procura espontânea destes pelo setor; assistir a alunos especiais (cadeirantes e deficiente visual) com vistas a verificar a questão de sua acessibilidade às instalações físicas e às suas condições de aprendizagem. O atendimento psicopedagógico é realizado por agendamento em departamento próprio, por meio de indicação de professores, coordenadores, familiares ou por livre iniciativa do aluno. b) Monitoria Os alunos podem participar do Programa de Monitoria destinado a propiciar aos interessados a oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino, pesquisa e extensão, assegurando, por sua vez, cooperação didática tanto ao corpo docente, quanto ao discente, nas funções institucionais. Os monitores auxiliam o corpo docente na execução de tarefas didático-científicas, inclusive na preparação de aulas; de trabalhos didáticos e atendimento a alunos; de atividades de pesquisa e extensão e de trabalhos práticos e experimentais. Ao corpo discente, os monitores auxiliam, sob a supervisão docente, na orientação em trabalhos de laboratório, de biblioteca, de campo e outros compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência. A monitoria funciona de acordo com regulamento próprio. 71 c) Programas de Aprofundamento de Estudos (Nivelamento) O processo de aprofundamento de estudos (nivelamento) dos cursos de Graduação da Faculdade Nossa Cidade é feito principalmente nos primeiros períodos, visando sanar as possíveis deficiências dos alunos, em relação ao domínio de conteúdos. Para tal, são disponibilizados professores de disciplinas elementares com o objetivo de oferecer aos alunos o complemento, reforço ou recapitulação de alguns conceitos fundamentais para o prosseguimento do curso, como nas disciplinas de Língua Portuguesa, Inglês e Matemática. Estas aulas ocorrem durante a semana e aos sábados, nos períodos noturno, vespertino e matutino, conforme cronogramas divulgados aos discentes são oferecidos gratuitamente e contam com a orientação e acompanhamento de docentes. d) Atendimento Extraclasse Os coordenadores de cursos mantêm importante ligação entre o corpo discente e a direção da Instituição. Atendem os discentes diariamente e identificam as dificuldades apresentadas pelos alunos por meio deste atendimento e das reuniões de Conselho de Curso, podendo, assim, elaborar mudanças curriculares ou projetos de atividades culturais. Desenvolve suas atividades mediante as seguintes ações: atender ao aluno diariamente; reunir-se periodicamente com representantes de classe; elaborar projetos de gerenciamento e desenvolvimento das atividades de extensão e iniciação científica; elaborar projetos de monitorias e tutorias; lecionar no curso; realizar as reuniões de conselho de curso. Os docentes atendem os alunos que participam dos projetos de atividades de trabalhos de conclusão de curso, estágios supervisionados e em orientações pedagógicas na rotina das salas de aulas. Os programas institucionais também facilitam e contribuem para a qualificação discente. A Faculdade Nossa Cidade mantém um serviço de encaminhamento, que procura conquistar vagas para estágio e empregos definitivos, sempre com a ótica de conduzir o egresso para colocação no mercado específico, o mais próximo possível do exercício da profissão desejada. Como alternativa complementar, para os que estejam em empregos fora da 72 profissão ou dos que não mantêm vínculo com a atividade, a Instituição administra um apropriado Convênio de Extensão. A integração do discente, com o mercado de trabalho, concretiza-se por meio dos trabalhos desenvolvidos no Estágio Supervisionado, no TCC (estudo científico direcionado à pesquisa, muitas vezes também para a análise do ensino em escolas), nas Horascomplementares, desenvolvidas para dirigir, orientar, complementar, despertar a cultura geral do discente. e) Mecanismos de Apoio a Participação dos Discentes em Atividades de Iniciação Científica, Extensão e Eventos Diversos São realizados seminários/congressos e outros eventos institucionais regulares organizados pelos cursos com participação dos alunos. Os eventos externos são divulgados e incentiva-se a participação do aluno em Congressos, Seminários, Palestras, Fórum da Educação, dentre outros, sendo todas as despesas com inscrição, diárias, transporte, alimentação e etc. integralmente custeadas pela IES. Os alunos são incentivados pelos docentes e pela coordenação a participarem ativamente de atividades acadêmicas internas mediante seminários promovidos pelos cursos em sala de aula, com apresentação de trabalhos pelos alunos; palestras e conferências (periódicas) a partir de temas relevantes e/ou emergentes relacionados com os cursos. f) Acompanhamento de Egressos O acompanhamento de egressos da FNC atende às necessidades dos cursos no seu sistema avaliativo, visando a socializar as experiências na atuação profissional e fornecer subsídios para a reestruturação curricular dos mesmos. Assim, vários procedimentos são utilizados, tais como: manutenção de mala direta; divulgação na mídia em geral, convidando para atividades de lazer e técnico-científicas, feiras, mostras. O objetivo do instrumento de avaliação do Egresso é obter contribuições do ex-aluno para a melhoria da qualidade do Curso, diagnosticando: a sua posição no mercado de trabalho; as Competências desenvolvidas durante e com auxílio do Curso; as dificuldades de colocação profissional; as competências não desenvolvidas, porém relevantes ao exercício da profissão; 73 a visualização que o egresso possui do Curso e qual o seu interesse pela educação continuada; os aspectos de melhoria da qualidade de vida do egresso. O instrumento para o egresso, em conjunto a outros instrumentos – entre eles a ótica dos discentes, a ótica dos docentes, a ótica dos gestores, a avaliação de disciplinas, a avaliação de laboratórios e biblioteca, a identificação da expectativa da comunidade e fóruns – constituem fonte de informação para elaboração do relatório conclusivo de avaliação do Curso. 4.7 Formas de Acesso ao Curso O acesso aos cursos de graduação será assegurado a concluintes do ensino médio ou equivalente classificados em processo seletivo, com as seguintes características principais, atendidas a legislação e normas vigentes, a serem explicitadas em edital: As inscrições serão realizadas na Secretaria da Faculdade Nossa cidade, durante, no mínimo, dez dias. O Processo Seletivo constará de: Redação em Língua Portuguesa, 30 questões objetivas distribuídas da seguinte forma: 10 questões de Língua Portuguesa, 10 questões de Conhecimentos Gerais e 10 questões de Matemática afim de atender o disposto no parágrafo único do artigo 6º da Portaria Ministerial nº 837, de 31.08.90 do MEC e cálculo da Média Geral (MG), sendo MG a média aritmética simples de todas as notas que o candidato obteve durante o Ensino Médio. O aluno poderá utilizar o resultado da Prova de Conhecimentos Gerais do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). O Processo Seletivo é classificatório, sendo convocados os candidatos classificados por ordem decrescente e o Processo Seletivo estará automaticamente encerrado a partir do momento em que as vagas oferecidas estiverem preenchidas. Os resultados serão divulgados nos quadros de avisos da Faculdade. Em caso de empate prevalecerá, sucessivamente: a) melhor desempenho na redação; b) melhor desempenho, Língua Portuguesa; c) melhor desempenho em matemática. 74 As matrículas serão realizadas em, no máximo, dois dias, na Secretaria da Faculdade, nos termos regimentais e mediante a assinatura de contrato de prestação de serviços educacionais, na forma da lei. A matrícula deve ser renovada nos prazos estabelecidos no calendário acadêmico. Ressalvados os casos previstos neste Regimento, a não renovação de matrícula, no prazo regulamentar, implica abandono do curso e desvinculação do aluno da Faculdade. Na matrícula seriada, admite-se a dependência de, até, três disciplinas, observada a compatibilidade de horários. Ocorrendo vaga, ao longo do curso, será concedida matrícula a aluno graduado ou transferido de curso superior de instituição congênere, nacional ou estrangeira, para prosseguimento de estudos do mesmo ou curso afim, respeitada a legislação em vigor e classificação em processo seletivo. O aluno transferido, assim como o graduado, está sujeito às adaptações curriculares que se fizerem necessárias, aproveitando os estudos realizados, com aprovação, no curso de origem. O aproveitamento é concedido e as adaptações são determinadas, pelas coordenadorias de cursos, observadas as seguintes e demais normas da legislação pertinente: a) nenhuma disciplina, resultante de matéria das diretrizes curriculares, estabelecida pelo órgão competente, pode ser dispensada ou substituída por outra; b) as disciplinas, desdobradas de matérias das diretrizes curriculares, em que o aluno houver sido aprovado no curso de origem, são automaticamente reconhecidas, atribuindo-se as notas e carga horária obtidas no estabelecimento de origem, dispensando-o de qualquer adaptação e da suplementação de carga horária; c) a verificação, para efeito do disposto na alínea “b”, esgota-se com a constatação de que o aluno foi regularmente aprovado em todas as disciplinas correspondentes a cada matéria; d) disciplina complementar do currículo do curso de origem pode ser aproveitada, em substituição a congênere, da Faculdade, quando não for inferior a carga horária e, a critério das coordenadorias, equivalentes os conteúdos formativos; e) para integralização do curso exige-se carga horária total não inferior à prevista no currículo do curso nesta Faculdade, bem como o cumprimento regular de todas as disciplinas e atividades; e 75 f) o cumprimento de carga horária adicional, em termos globais, é exigido para efeito de integralização curricular, em função de carga horária total obrigatória à expedição do diploma. 4.8 Sistema de Avaliação do Curso A auto-avaliação dos cursos da Faculdade Nossa Cidade contempla o processo de avaliação institucional, delineado no Programa de Avaliação Institucional, que integra o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da IES. O Programa foi elaborado para atender à Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e cria a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e a Comissão Própria de Avaliação (CPA) em cada IES do Sistema Federal de Ensino. O presente Programa foi estruturado com base na Portaria MEC n° 2.051, de 9/7/2004, e nos documentos Diretrizes para a Auto-avaliação das Instituições e Orientações Gerais para o Roteiro da Auto-Avaliação das Instituições, editados pelo INEP. Os parâmetros para os cursos de graduação e pós-graduação são estabelecidos pelo Conselho Superior, após amplo debate com a comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários). Os resultados das avaliações são publicados periodicamente de acordo com o calendário aprovado pela Diretoria Geral da Faculdade. A auto-avaliação do curso é gerenciada e desenvolvida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), constituída por membros designados pelo Diretor Geral, sendo a CPA parte integrante da Diretoria Geral. A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria Geral e a participação dos membros da comunidade acadêmica (alunos, professores e pessoal técnicoadministrativo), seus dirigentes e egressos. A CPA mantém estreita articulação com as Coordenadorias de Cursos, a fim de apoiar o processo interno de auto-avaliação de cada um. A avaliação do curso compreenderá os aspectos curriculares (plano seriado semestral de oferta de disciplinas, duração das disciplinas e do curso, diretrizes curriculares), metodológicos, além do cumprimento da missão, da concepção, dos objetivos e do perfil profissional delineado. Serão avaliados, ainda: 76 o corpo docente (titulação, regime de trabalho, programas de capacitação e plano de carreira, incluindo procedimentos de recrutamento, seleção, admissão e promoção); o corpo discente (evasão, aproveitamento, freqüência, participação etc); biblioteca (acervo: atualização e ampliação; hemeroteca: ampliação; recursos multimídia; informatização; acesso à internet etc); laboratórios (atualização tecnológica, ampliação do espaço físico, aumento dos equipamentos, política de uso, manutenção e conservação etc); instalações físicas gerais (manutenção, conservação e ampliação); integração com a comunidade (programas de extensão e ações culturais, artísticas e desportivas); e programas de iniciação científica. A avaliação institucional é um processo de contínuo aperfeiçoamento do desempenho acadêmico e de prestação de contas à sociedade, constituindo-se em ferramenta para o planejamento da gestão e do desenvolvimento da educação superior. A concepção de avaliação adotada apresenta um caráter pedagógico e sua função formativa deve ser entendida como parte constitutiva do desenvolvimento da instituição. 4.9 Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem no CST em Gestão financeira da FNC será realizado a partir de procedimentos internos e externos. A avaliação externa do processo de ensino-aprendizagem será efetivada, conforme Legislação específica. A avaliação interna do processo de ensino-aprendizagem, responsabilidade da Instituição será realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo como objetivos: I- Diagnosticar as condições de construção de conhecimentos, hábitos, habilidades, competências, atitudes e valores apresentados pelos alunos, em relação à programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa do processo de ensino - aprendizagem; e, o desenvolvimento oferecido pela Instituição, registrando seus progressos e dificuldades no sentido de orientar a busca de alternativas para o seu aperfeiçoamento; II - Possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem; 77 III - Orientar os alunos quanto aos esforços necessários para superar suas dificuldades de aprendizagem; IV - Possibilitar que os docentes avaliem a adequação do processo de ensinoaprendizagem que desenvolvem com seus alunos, identificando pontos fortes, para aperfeiçoá-los e pontos fracos, no sentido de buscar alternativas para sua superação; V- Fundamentar as decisões do Colegiado de Curso quanto à necessidade de procedimentos concomitantes ou intensivos que contribuam para a superação de dificuldades registradas pelos alunos ao longo do processo de ensino, aprendizagem, educação e desenvolvimento; VI - Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares programados pelo corpo docente; VII - Orientar o processo de aperfeiçoamento dos docentes da Instituição de forma a capacitá-los para trabalho de maior qualidade. A avaliação assume caráter de elemento integrador entre a aprendizagem, o ensino e a pesquisa são entendidos como um conjunto de ações cujo objetivo é a orientação da intervenção pedagógica no sentido de garantir melhor aprendizado para o aluno, servindo ao professor como elemento de reflexão contínua sobre a sua prática educativa, possibilitando a busca de maior qualidade ao trabalho desenvolvido a partir da consciência dos avanços, dificuldades e possibilidades apresentadas pelos alunos. Considerada especialmente como processo diagnóstico, investigativo, mediador, a avaliação possibilita a elaboração e revisão do Projeto Pedagógico Institucional, dos Projetos Pedagógicos de Curso e dos Projetos Pedagógicos dos Componentes Curriculares de cada curso oferecido para que possam corresponder às reais condições, necessidades e possibilidades de sua clientela e das exigências da sociedade contemporânea. A avaliação do desempenho dos alunos no processo de ensino, aprendizagem, educação e desenvolvimento, em cada componente do quadro curricular, será um processo contínuo e cumulativo: I- Exercido pelo professor ao longo do período letivo, nos momentos e situações que julgar mais convenientes, utilizando-se dos instrumentos, critérios e condições que julgar adequados, previstos no seu Projeto Pedagógico de Componente Curricular e em consonância com a Proposta Pedagógica Institucional e de Curso; II - Desenvolvido a partir dos objetivos propostos, procurando estabelecer o grau de 78 progresso do aluno e o levantamento de suas dificuldades e dos meios e estratégias para a sua superação; III - Efetivado com prevalência de aspectos qualitativos sobre os quantitativos, dos resultados obtidos ao longo de todo o período acadêmico considerado, sobre eventuais avaliações realizadas ao seu final; IV - Que envolve a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade, além da avaliação do desempenho pessoal e ético dos alunos, na forma de avaliação de atitudes relativas a sua própria pessoa, às de sua convivência próxima ou remota ao ambiente na qual está inserido e as exigências da sociedade. O aluno que não apresentar os progressos previstos em relação aos objetos propostos poderá ser submetido à prática de atividades que contribuam para a superação das dificuldades por ele apresentadas, ao longo do processo de ensino, aprendizagem, educação e desenvolvimento. As atividades destinadas a auxiliar o aluno a superar suas deficiências de aprendizagem, que exigirem subsídios financeiros extras, deverão ser viabilizados pela Direção, com aval da Entidade Mantenedora, antes do seu início. A avaliação do rendimento acadêmico observará os seguintes critérios: I- Possibilidade de aceleração de estudos para alunos com dificuldades de aprendizado; II - Possibilidade de avanço nos cursos e nos períodos mediante verificação do aprendizado; III - Aproveitamento de estudos concluídos com êxito. A freqüência às aulas e demais atividades acadêmicas é obrigatória, permitida apenas aos alunos matriculados. A verificação e registro da freqüência dos alunos são de responsabilidade do professor, e o seu controle, da Secretaria Acadêmica. Para os alunos em regime especial de estudos não serão computadas, para o cálculo do percentual mínimo obrigatório de freqüência, as faltas correspondentes ao período definido para esse regime, efetivado na forma de exercícios domiciliares, com acompanhamento da Instituição, sempre que compatível com seu estado de saúde e as possibilidades do estabelecimento destinado aos alunos que comprovarem, por meio de atestado médico, serem portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismos, distúrbios agudos que o impossibilitem de frequentar, durante certo tempo à escola, bem como os casos de alunas gestantes e outras situações previstas em Legislação 79 específica. 80 III. CORPO DOCENTE 1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 1.1 Composição do NDE Os docentes que compõem o NDE possuem papel fundamental na estruturação, implantação e implementação do PPC. O NDE realiza reuniões periódicas no intuito de discutir as ações a serem realizadas para o desenvolvimento das atividades acadêmicas e a atualização do PPC. O NDE é composto 5 dos docentes do curso sendo presidido pelo Coordenador. 1.2 Nome Titulação César Ricardo Leite Mestre Esther Cosso Mestre Fernando Brandolise Citroni Mestre Renata Gomes Vicentin Mestre Valdir Luiz Lopes Doutor Titulação do NDE Dos professores que integram o NDE – Núcleo docente Estruturante, 100% possuem formação em Programas de Stricto Sensu. Nome César Ricardo Leite Esther Cosso Fernando Brandolise Citroni Renata Gomes Vicentin Valdir Luiz Lopes Formação Acadêmica Titulação Administração de Empresas Mestre Mestre em Administração e Liderança Mestre Ciência Política Mestre Comunicação Social Administração de Empresas Mestre Educação Doutor 81 1.3 Experiência Profissional do NDE Da equipe de docentes que compõe o NDE, 100% possuem experiência profissional de mais de 3 anos e 100% possuem experiência docente de mais de 2 anos. EXPERIÊNCIA DOCENTE NOME DO PROFESSOR DOCENTE +3 +3 -3 ANOS ANOS ANOS César Ricardo Leite 21 30 Esther Cosso 9 28 Fernando Brandolise Citroni 12 20 Renata Gomes Vicentin 10 8 Valdir Luiz Lopes 19 19 PORCENTAGEM (%) TOTAL 1.4 NÃO- - 3 ANOS 100% 0% 100% 5 0 5 0 Regime de Trabalho do NDE Dos 5 docentes que integram o NDE, 100% possuem contratação em tempo integral. Nome Titulação Regime de Trabalho César Ricardo Leite Mestre Tempo Integral Esther Cosso Mestre Tempo Integral Fernando Brandolise Citroni Mestre Tempo Integral Renata Gomes Vicentin Mestre Tempo Integral Valdir Luiz Lopes Doutor Tempo Integral 1.5 Titulação, Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador do Curso. Coordenador: Professor Ms. César Ricardo Leite. 82 Formação Acadêmica: Graduado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (1990). Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1999). Doutorado pela Christian Doctor of Philosophy in Administration - Florida Christian University (2007). Experiência Acadêmica: Professor de Pós-Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie (atual). Coordenador e Professor do Curso de Gestão Financeira da Faculdade Nossa Cidade – 2010- atual Professor adjunto da FAMEC 2006-2011. Pesquisa atualmente os seguintes temas: private equity, venture capital, capital de risco e estratégia. Coordenador do curso de Administração da Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas – FIA (2007). Coordenador do Curso de Administração da Faculdade Tancredo Neves, FTN 2001 2006. Professor adjunto do curso de Administração de Empresas da UNIP, 1995-2004. Experiência Profissional: Globus Editora e Livraria ltda Editor Planejamento estratégico de curto e longo prazos, definição de ações e sua implementação; Definição de títulos e análise de mercado Treinamento da equipe interna e externa, contratação de vendedores e representantes; Atendimento de carteira de cliente potencializando suas efetivas compras; Gestão financeira de curto e longo prazo. 83 Tartec Ind. Com. ltda - de abril/2005 a abril/2006 (empresa de pequeno porte de equipamentos) Prospecção de clientes e novos segmentos; Atendimento de carteira de cliente potencializando suas efetivas compras; Preparação de propostas comerciais; Follow up de propostas e pedidos em carteira; Elaboração de relatórios e plano de vendas anual, semestral e trimestral; Startup, orientação e treinamento sobre produtos da linha de fabricação. Eutectic do Brasil Ltda - de março/2004 a abril/2005 (empresa de grande porte de equipamentos de solda) Vendedor Técnico Ammeraal Beltech S/A - de fevereiro/2003 a março/2004 (empresa de pequeno porte no segmento de componentes para equipamentos) Vendedor Técnico Transroll Comp. Sist. Transp. Ind. Ltda. - de dezembro/1995 a agosto/1997 (empresa de pequeno porte no segmento máquinas e equipamentos) Coordenador Técnico-comercial. Gafor Transportes Ltda. - de outubro/1994 a novembro/1995 (empresa de médio porte no segmento transporte e logística) Assistente Comercial Uniklima Indústria e Comércio Ltda. - de outubro/1993 a outubro/1994 (empresa de pequeno porte no segmento máquinas e equipamentos) Supervisor de Vendas Cardápio S/C Ltda. - de janeiro/1993 a outubro/1993 (empresa de grande porte no segmento serviços (outros)) Vendedor Gazeta Mercantil - de maio/1991 a julho/1992. 84 (empresa de grande porte no segmento serviços (outros)) Assistente depto Porta à Porta Brevet Máquinas de Precisão ltda - de janeiro/1989 a maio/1991 (atividade autônoma) Representante Técnico de Vendas 1.6. Regime de Trabalho do Coordenador do Curso O regime de trabalho do Coordenador do CST em Gestão financeira é de 40 horas semanais, formalizando assim uma dedicação Integral ao curso. 2. PERFIL DOS DOCENTES 2.1 Titulação do Corpo Docente O corpo docente do CST em Gestão Financeira é composto de profissionais com titulação adequada às disciplinas para as quais foram designados, e todos são contratados pelo Regime de Trabalho CLT.. O corpo docente é integrado por 26 professores apresentando o seguinte perfil: 14 (53,85%) dos docentes do curso possuem titulação obtida em Programas de Pós Graduação Stricto Sensu, sendo destes 02 (14, 28%) com Titulação de Doutor. TITULAÇÃO QTDE % Stricto Sensu 14 53,85 Lato Sensu 12 46,15 TOTAIS 26 100 85 2.1.1 Adequação da Formação O quadro a seguir apresenta o perfil adequado dos docentes para o curso, em relação às disciplinas que ministram. A Faculdade Nossa Cidade oferta 30 disciplinas nos 4 semestres de funcionamento do curso CST em Gestão Financeira e conta com 26 professores, atingindo uma média de 1,15 disciplina/docente. Dos 26 professores que compõem o quadro de docentes do CST em Gestão Financeira 12 (46,15%) possuem o título de mestre, 12 (46,15%) possuem o título de especialista e 2 (7,69%) possuem o título de Doutor. O quadro a seguir apresenta o perfil dos professores que integram quadro de docentes do Curso. QUADRO ADEQUAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO NOME GRADUAÇÃO Licenciado em Adenilson Alves Matemática Bacharel em César Ricardo Leite Daniela Aparecida Administração de Miranda Danilo Dias Martins Filho Tecnólogo em Gestão de Pessoas Licenciado em Matemática Bacharel em Esther Cosso FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA TIT. Especialista Mestre Especialista ÁREA Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria Administração Gestão de Pessoas Mestre Operações Militares Mestre Mestre Em Administração Administração de Empresas Especialista Gestão de Negócios e Tecnologia 86 Bacharel em Ciências Fernando Brandolise Econômica Mestre Ciência Política Licenciado em Ciências Mestre Comunicação Social Citroni Sociais Bacharel em Ciências Fernando Antunes Maciel Econômicas Bacharel em Francisco Mario Iannace Administração Bacharel em Francisco José Dias Jr. Especialista MBA em Economia de Empresas Especialista Controladoria e Finanças Mestre Mestre em Engenharia da Produção Administração de Empresas Gizele Santos Souza Munim Bacharel em Administração Especialista Especialista Gestão Estratégica de Negócios Finanças e Controladoria Bacharel em Administração de João Luiz Barboza Empresas Mestre Mestre em Direito Doutor Ciências Sociais Mestre Administração de Empresas Bacharel em Direito Bacharel em Ciências Econômicas João Luiz de Souza Lima Bacharel em Administração de Empresas Bacharel em Joelma da Silva Administração de Especialista Auditoria e Controladoria Empresas Bacharel em Keli Cristiane Vido Administração de Especialista Empresas Leandro Gonçalves de Meireles Luis Antonio de Abreu Márcio da Fonseca Meire Patrícia Domingues Bacharel em Sistemas de Informações Bacharel em Administração Bacharel em Direito Licenciada em Letras Licenciada em Pedagogia Didática e Metodologia do Ensino Superior na Area da Educação Especialista Integração de Sistemas Especialista Gestão Empresarial Especialista Direito do Trabalho Mestre Língua Portuguesa 87 Bacharel em Paulo Cesar Silva Lopes Administração de Especialista Empresas Renata Gomes Vicentin Bacharel em Administração Administração e Organização de Eventos Mestre Administração Mestre Administração Mestre Controladoria e Contabilidade Mestre Hospitalidade Doutor Linguagem e Educação Mestre Língua Portuguesa Bacharel em Ricardo Jafé Carelli Fontes Administração de Empresas Sant Clair Castro Júnior Bacharel em Economia Sérgio dos Santos Clemente Bacharel em Comunicação Junior Social Valdir Luiz Lopes Licenciatura Letras Bacharel em Vilmar de Araújo Silva Administração de Especialista Administração de Empresas Empresas 2.2 Regime de Trabalho do Corpo Docente O regime de contratação, sempre sob a égide da legislação trabalhista, obedecerá aos critérios definidos pela instituição, que privilegia os docentes com melhor qualificação acadêmica na contratação pelos regimes de Tempo Integral (TI), Tempo Parcial (TP) e Horista (H), de modo a assumirem responsabilidades de atividades de ensino e pesquisa. Na carga de horas-atividades distribuídas aos docentes, para desenvolvimento de projetos e programas de ensino, pesquisa e extensão, quanto maior a qualificação do professor, maior será o percentual de horas/atividades. Na distribuição da jornada horária dos professores estão incluídas, além das tarefas de ministrar de aulas, preparação, aplicação e correção de provas, testes ou exames; tempo para orientação discente, participação em projetos de pesquisa e extensão, em atividades culturais, em gestão acadêmica, orientação de trabalho de conclusão de curso, de estagiários e participação em programas de capacitação docente. 88 O regime de trabalho do corpo docente, do CST em Gestão Financeira está distribuído da seguinte maneira: 08 (30,77%) dos professores em regime de Tempo Integral, 09 (34,62%) professores em regime de Tempo Parcial e 09 (34,61%) no regime Horista, conforme se verifica no quadro a seguir. REGIME CARACTERIZAÇÃO QTDE % Docentes contratados com 36 ou mais horas semanais de trabalho na Docentes em mesma instituição, nesta reservado tempo destinado a estudos, planejamento e avaliação, pesquisa, trabalhos de extensão, de gestão e tempo integral 8 30,77 9 34,62 9 34,61 de atendimento extra-classe. Docentes em tempo parcial Docentes contratados com menos de 36 horas semanais de trabalho na mesma instituição, nesta reservado tempo para estudos, planejamento, avaliação, orientação de alunos e atendimento extra-classe. Docentes contratados pela instituição exclusivamente para ministrar Docentes horistas horas-aula, independentemente da carga horária contratada, ou que não se enquadrem nos outros regimes de trabalho acima definidos. Totais 26 100 Dos 26 professores que integram o quadro de docentes do CST em Gestão Financeira 17 (65,39%) estão contratados sob o Regime de Tempo Integral e Parcial. 2.3 Dedicação ao Curso A seguir apresentamos tabela detalhada contendo a distribuição das Cargas Horárias semanais dos Professores de acordo com as atividades desenvolvidas na IES. Titulação Reg. De Trabalho Data da Contratação Carga Horária na IES Carga Horária no Curso Carga Horária em outros cursos Adenilson Alves Bezerra E P 07/02/2011 30 4 18 Carga Horária em Atividades Complementares (atendimentos a alunos, extensão, pesquisa, coordenação) 8 César Ricardo Leite M I 08/02/2010 40 8 0 32 Daniela Aparecida de Miranda Danilo Dias Martins Filho E H 08/02/2011 5 2 3 0 M I 02/02/2009 40 8 12 20 Esther Cosso M I 02/02/2009 40 2 18 20 Fátima Puga E P 08/02/2010 16 2 10 4 Fernando Antunes Maciel E P 07/02/2011 12 4 4 4 Fernando Brandolise Citroni M I 02/05/2007 40 4 8 28 Francisco José Dias Júnior M I 02/02/2009 40 2 26 12 Francisco Mario Iannace E H 08/02/2011 20 8 12 0 Professor 89 Gizele Santos Souza Munin E H 09/08/2010 8 4 4 0 João Luiz Barbosa M P 09/08/2010 16 2 8 6 João Luiz de Souza Lima D P 03/08/2009 12 2 8 2 Joelma da Silva E H 13/02/2012 8 8 0 0 Keli Cristiane Vido E P 07/02/2011 16 4 8 4 Leandro Gonçalves de Meireles E H 08/02/2011 16 2 14 0 Luis Antonio de Abreu E H 13/02/2012 6 6 0 0 Márcio da Fonseca E P 07/02/2011 22 4 12 6 Meire Patrícia Domingues M P 08/02/2010 28 4 16 8 Paulo César Silva Lopes E H 08/02/2011 23 4 19 0 Renata Gomes Vicentin M I 01/06/2007 40 4 16 20 Ricardo Jafé Carelli Fontes M P 07/02/2011 26 2 18 6 Sant Clair Castro Júnior M H 13/02/2012 12 12 0 0 Sérgio dos Santos Clemente M I 08/02/2011 40 2 8 30 Valdir Luiz Lopes D I 03/09/2007 40 4 12 24 Vilmar de Araújo Silva E H 11/08/2009 6 4 2 0 I = TEMPO INTEGRAL / P = TEMPO PARCIAL / H = HORISTA D= DOUTOR / M= MESTRE / E=ESPECIALISTA 2.4. Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência na Educação Profissional Dos 26 professores que compõem o quadro de Docentes do CST em Gestão Financeira (81,48%) possuem três anos ou mais de experiência no magistério superior. Quanto à experiência fora do magistério, do total de 26 professores indicados, 18 (69,23%) possuem três anos ou mais de experiência profissional. O quadro seguinte resume o perfil da experiência profissional dos professores indicados: EXPERIÊNCIA NOME DO PROFESSOR DOCENTE + 3 ANOS Adenilson Alves Bezerra César Ricardo Leite NÃO-DOCENTE - 3 ANOS + 3 ANOS 1 11 21 - 3 ANOS 30 1 20 Daniela Aparecida de Miranda Danilo Dias Martins Filho 8 40 Esther Cosso 9 20 Fátima Puga 18 4 Fernando Antunes Maciel 11 18 90 Fernando Brandolise Citroni 12 20 Francisco José Dias Júnior 3 36 Francisco Mario Iannace 4 33 Gizele Santos Souza Munin 3 11 2 João Luiz Barbosa João Luiz de Souza Lima 27 20 1 Joelma da Silva Keli Cristiane Vido 40 5 13 14 Leandro Gonçalves de Meireles 2 9 Luis Antonio de Abreu 1 31 Márcio da Fonseca 2 26 Meire Patrícia Domingues 14 5 Paulo César Silva Lopes 5 33 Renata Gomes Vicentin 9 6 Ricardo Jafé Carelli Fontes 10 31 1 Sant Clair Castro Júnior 12 Sérgio dos Santos Clemente 7 19 Valdir Luiz Lopes 19 19 Vilmar de Araújo Silva PORCENTAGEM (%) 6 69,23% 30,77% 14 100% 0% 18 8 26 0 TOTAL 3. CONDIÇÕES DE TRABALHO 3.1 Número de Alunos por Turma em Disciplinas Teóricas A dimensão das turmas é de, no máximo, 60 alunos nas aulas teóricas. Nas atividades práticas a turma será subdividida de conformidade com a metodologia de ensino adotada pelo professor do componente curricular. 3.2 Pesquisa, Produção Científica e Tecnológica A Faculdade Nossa Cidade – FNC possuiu um Programa Institucionalizado de Pesquisa e Produção Científica, o qual está aprovado e entrará em vigor a partir da autorização do curso. Este programa estará disponibilizado para averiguação da Comissão, 91 quando da visita "in loco", pois não foi possível sua inserção no sistema pelo motivo de excesso de caracteres permitidos. 92 IV. INSTALAÇÕES FÍSICAS 1. INSTALAÇÕES GERAIS 1.1 Sala de Professores e Sala de Reuniões A sala dos professores encontra-se no primeiro andar do prédio e é utilizada por todos os docentes da Instituição. Está equipada com 5 terminais de computadores ligados a Internet, para uso exclusivo, escaninhos para comunicação entre professores/administração e coordenação, mesas e cadeiras estofadas. A sala de reuniões em frente a sala dos Professores e está equipado com mesa para reuniões, cadeiras estofadas, microcomputador ligado a Internet e sistema de ar condicionado. As instalações para docentes atendem de maneira plenamente satisfatória os requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta. 1.2 Gabinetes de Trabalho para Professores Os Gabinetes para trabalhos do Professores encontram-se localizado junto as salas dos professores e são destinados àqueles docentes com Contratação de Regime de Tempo Integral ou Parcial 1.3 Salas de Aula As salas de aula estão equipadas com cadeiras ergonômicas em resina, lousas, mesa e cadeira para professor, telas para projeção, ventiladores de parede e retroprojetores. As salas de aula previstas para o curso atendem plenamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária a atividade educacional proposta. 93 1.4 Acesso dos Alunos a Equipamentos de Informática A Faculdade Nossa Cidade possui atualmente 4 laboratórios de informática com 150 máquinas ligadas à Internet mais 10 terminais disponibilizados na Biblioteca..O horário de Funcionamento é de 2ª à 6ª feira, das 7h às 22h30 e aos sábados das 8h às 17h. Atualmente a FNC conta com um quadro de 3800 alunos,para 160 máquinas obtendo uma média de 15 alunos por computador. 2. BIBLIOTECA 2.1 Livros da Bibliografia Básica O acervo da bibliografia básica do CST em Gestão Financeira foi totalmente adquirido em quantidade suficiente para atender de maneira plenamente satisfatória o corpo discente do Curso. Cada disciplina possui 3 (três) títulos na Bibliografia Básica, a qual está atualizada e pertinente para o bom desenvolvimento do Curso. 2.2 Livros da Bibliografia Complementar O acervo da Bibliografia Complementar do CST em Gestão financeira foi totalmente adquirido em quantidade suficiente para atender de maneira plenamente satisfatória o corpo discente do Curso. Cada disciplina possui 3 (três) títulos na Bibliografia complementar, a qual está atualizada e pertinente para o bom desenvolvimento do Curso possuindo 2 (dois) exemplares para cada título. 2.3 Periódicos Especializados A Biblioteca da Faculdade Nossa Cidade possui assinatura de diversos periódicos especializados, indexados e correntes nas áreas de Administração e Gestão Financeira. No sitio da Biblioteca os alunos podem ainda obter os links de acesso aos mais diversos tipos de periódicos informatizados. 94 3. ESPAÇO FÍSICO ATUAL As instalações da FNC foram projetadas para atender a boa qualidade da prática pedagógica. Os ambientes são arejados, com iluminação natural e artificial adequadas. O dimensionamento dos diversos espaços físicos proporciona conforto, atendendo às necessidades de toda comunidade acadêmica. O mobiliário, em sua maioria foi planejado especialmente para otimização dos espaços, atende de forma adequada às necessidades dos usuários dos diversos setores. O Prédio da FNC possui uma área construída de mais de 10.000 m², onde se encontram as salas de aulas, laboratórios, biblioteca, áreas de convivência, complexo esportivo e toda a parte administrativa (Secretaria Geral, Diretoria e Coordenação). As salas estão equipadas com cadeiras ergonômicas em resina, lousas, mesa e cadeira para professor, telas para projeção, ventiladores de parede e retroprojetores. A sala dos professores encontra-se no primeiro andar do prédio, e é utilizada por todos os docentes da instituição. Está equipada com cinco terminais de computadores ligados a Internet, para uso exclusivo, escaninhos para comunicação entre professores/administração e coordenação, mesas e cadeiras estofadas, ar condicionado.. O acesso aos andares é feito por rampas, ou pelas escadas providas de luz de emergência. O acesso de deficientes físicos dar-se-á pelas rampas que se encontram apropriados para tal locomoção. Em todos os andares existem sanitários masculinos, femininos, bebedouros e murais para comunicação entre a IES e o corpo discente, além dos sanitários comuns existe um sanitário exclusivo para portadores de necessidades especiais e telefones públicos especiais. No andar térreo encontra-se a Secretaria Geral, Diretoria, Biblioteca, Área de Convivência, Praça de Alimentação, Central de Cópias Auditório, Laboratório de Informática e salas de estudos. A FNC utiliza para suas atividades educacionais, instalações físicas inteiramente adequadas às funções a que se destinam. 95 3.1 Distribuição Do Espaço Físico Por Dependência 3.1.1 Bloco/ Andar – Campus I DISTIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO POR DEPENDÊNCIA - BLOCO/ANDAR Av. Rui Barbosa, 605 - Centro – Carapicuíba – SP PAVIMENTO: Prédio Principal ÁREA EM M2 1º Andar Recepção 16,24 Administração 15,79 Sala dos professores 15,84 Sala de áudio visual 8,25 Sala de arquivo 7,53 Circulação interna 105,16 WC 21,35 Sala de aula 01 54,17 Sala de aula 02 64,75 Sala de aula 03 54,17 Sala de aula 04 64,75 Total por andar / m2 428,00 2º ANDAR Sala de aula 05 54,17 Sala de aula 06 54,17 Sala de aula 07 64,75 Sala de aula 08 54,17 Sala de aula 09 64,75 Circulação interna 114,64 WC 21,35 Total por andar / m2 428,00 3º ANDAR Sala 10- Laboratório de práticas pedagógicas 54,17 96 Sala de aula 11 54,17 Sala de aula 12 64,75 Sala de aula 13 54,17 Sala de aula 14 64,75 WC 21,35 Circulação interna 114,64 Total por andar / m2 428,00 4º ANDAR Biblioteca 132,30 Cantina 16,00 Área de Convivência 189,55 Laboratório de Informática 67,15 WC Necessidades especiais 4,00 WC 7,00 Central de Reprografia 12,00 Total por andar / m2 428,00 3.2 Plano de Expansão Físico 3.2.1 Campus Centro A FNC vem cumprindo seu plano de desenvolvimento institucional, atualmente já concluiu a construção de 2 blocos de seu Campus principal de um total de 8. O projeto de ampliação contempla a construção de mais 35.655,65 m² (trinta e cinco mil seiscentos e cinqüenta e cinco metros quadrados), os quais serão utilizados para acomodação dos novos cursos previstos no PDI. 97 3.2.2 Distribuição do espaço físico por dependência – Bloco/ Andar – Campus em Construção FNC - Faculdade Nossa Cidade Rua Francisco Pignatari, 630,Centro, Carapicuíba-SP PAVIMENTOS ÁREA EM M² Térreo Biblioteca 279,00 Secretaria 80,00 Laboratório de Informática 80,00 Sala dos Professores 40,00 Coordenação 20,00 Diretoria 20,00 Pátio e cantina 120,00 Corredor 42,00 Escadas e Depósito 42,00 Sanitários Fem/ Masc/ Nec.Esp. 42,00 Átrio da Entrada 95,00 Total por andar 860,00 1º andar 10 salas de aula 640,00 Escadas e depósitos 42,00 Sanitários Fem/ Masc/ Nec.Esp. 42,00 Corredor 24,00 Total por andar 748,00 2º andar 10 salas de aula 640,00 Escadas e depósitos 42,00 Sanitários Fem/ Masc/ Nec.Esp. 42,00 Corredor 24,00 Total por andar 748,00 3º andar 10 salas de aula 640,00 Escadas e depósitos 42,00 Sanitários Fem/ Masc/ Nec.Esp. 42,00 Corredor 24,00 Total por andar 748,00 4º andar 98 06 salas de aula 364,00 04 Laboratórios 276,00 Escadas e depósitos 42,00 Sanitários Fem/ Masc/ Nec.Esp. 42,00 Corredor 24,00 Total por andar 748,00 Lateral Rampas de acesso 300m²/ andar. 1200,00 Estacionamento 771,00 TOTAL BLOCO 1 4623,00 FNC - Faculdade Nossa Cidade- AMPLIAÇÃO BLOCO II Rua Francisco Pignatari, Centro, Carapicuíba-SP PAVIMENTOS ÁREA EM M² Térreo Auditório 307,16 Área de Convivência Externa 303,30 Área de Convivência Interna 214,53 Cantina 20,76 Copiadora 20,76 Escada Externa 40,51 Total por andar 907,02 1º andar 1 sala de aula de 97,36m2 97,36 1 sala de aula de 61,30m2 61,30 1 sala de aula de 91,43m2 91,43 1 sala de aula de 45,85m2 45,85 3 salas de aula de 61,40m2 184,20 Corredor 86,24 Total por andar 566,38 2º andar 1 sala de aula de 97,36m2 97,36 1 sala de aula de 61,30m2 61,30 1 sala de aula de 91,43m2 91,43 1 sala de aula de 45,85m2 45,85 3 salas de aula de 61,40m2 184,20 Corredor 86,24 Total por andar 566,38 99 3º andar 1 sala de aula de 97,36m2 97,36 1 sala de aula de 61,30m2 61,30 1 sala de aula de 91,43m2 91,43 1 sala de aula de 45,85m2 45,85 3 salas de aula de 61,40m2 184,20 Corredor 86,24 Total por andar 566,38 4º andar 1 sala de aula de 97,36m2 97,36 1 sala de aula de 61,30m2 61,30 1 sala de aula de 91,43m2 91,43 1 sala de aula de 45,85m2 45,85 3 salas de aula de 61,40m2 184,20 Corredor 86,24 Total por andar 566,38 TOTAL BLOCO 2 3172,54 Bloco 3 a 8 - obras futuras 27.860,11 m2 3.2.3 Cronograma de Instalações Físicas SERVENTIAS QUANTIDADE POR ANO 2010 2011 2012 2013 TOTA L Salas de Aula 36 36 36 36 144 Sala da Diretoria Administrativa 01 0 0 0 01 Almoxarifado 2 1 1 1 05 Centro ou Diretório Acadêmico 1 0 0 0 01 Laboratório de Informática 2 1 1 1 05 Biblioteca 1 0 0 0 01 Sala de Professores 1 0 0 0 01 Sala de Reunião 1 1 1 1 04 Salas de Atendimento a Alunos 2 2 1 1 06 Núcleo de Apoio ao Docente 1 0 0 0 01 Salas de Coordenação do Curso 1 1 1 1 04 Auditório 1 0 0 1 02 Sala de Reprografia e Apoio Técnico 1 0 0 1 02 100 Praça de Alimentação 1 0 0 1 02 Área de Convivência (Pátio) 1 1 1 1 04 WC Masculino 4 4 4 4 16 WC Masculino (Portadores de Deficiência) 4 4 4 4 16 WC Feminino 4 4 4 4 16 WC Feminino (Portadores de Deficiência) 4 4 4 4 16 Outras áreas 3 1 1 3 08 TOTAL 72 60 59 64 255 3.3. Infra-Estrutura Acadêmica 3.3.1 Biblioteca Políticas para a biblioteca É desnecessário dizer que qualquer instituição de ensino superior só pode existir apoiada por uma infra-estrutura que lhe dê suporte. Além dos mecanismos administrativos, alguns recursos acadêmicos se impõem. O primeiro deles é a existência de biblioteca bem munida, atualizada, informatizada e ágil. A FNC considera fundamental que as solicitações de livros, recursos contínuos etc, sejam atendidas de forma a permitir que o alunado possa utilizar-se do material bibliográfico necessário tanto para o ensino, quanto para a pesquisa e a extensão. A existência de salas de consulta, com um ambiente tranqüilo e adequado ao estudo é também essencial. Para tanto foram elaboradas e estabelecidas as principais políticas, conforme seguem: assegurar a expansão, modernização e otimização dos serviços prestados pela Biblioteca à comunidade acadêmica e à sociedade; destinar recursos para atualização e complementação das coleções de livros, periódicos e outros documentos (mapas, filmes, bases de dados em CDROM e outros); captar recursos que viabilizem a construção de novo prédio para a Biblioteca, se necessário; expandir o acesso on line às informações científicas, tecnológicas, artísticas e culturais produzidas no Brasil e no exterior; 101 destinar, 5% em média, de sua receita líquida auferida para a atualização do seu acervo bibliográfico. Dados gerais A Biblioteca do Campus da FNC funciona de 2ª à 6ª feira, das 8h às 22h30 e, aos sábados, das 8 às 16 horas, totalizando 80,5 horas semanais. Está sendo classificado o seu acervo pelo Sistema de Classificação Decimal Universal (CDU) e observadas as Normas do Código anglo-americano. A Biblioteca dispõe de funcionários suficientes para prestar atendimento à comunidade acadêmica e externa, além do pessoal que presta assistência técnica na área de informática. Política de Aquisição, Expansão e Atualização de Acervo A Faculdade adota uma política permanente de aquisição e de atualização de materiais para o acervo. A política de desenvolvimento do acervo é a base para o crescimento qualitativo e quantitativo do acervo. Seleção e aquisição: As políticas de seleção e aquisição são vitais para o crescimento ordenado do acervo. São elas que oferecem subsídios para aquisição objetiva e sem desperdícios Seus principais objetivos são: Permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo nas áreas de atuação da Instituição; Identificar os elementos adequados à formação da seleção; Estabelecer priopridades de aquisição de material; Traçar diretrizes para o descarte de material. A formação do acervo deve ser constituída através de uma política de aquisição compatível com os recursos orçamentários da Instituição, priorizando a aquisição de diferentes tipos de materiais (obras de referências, livros, periódicos, vídeos CD-Rom e outros). 102 Critérios de seleção: Quanto à formação de acervo, o material bibliográfico e audiovisiual deve ser rigorosamentente selecionado, observando os seguintes critérios: Adequação do material aos objetivos dos cursos ofertados; Edição atualizadas; Relevância do autor e/ou editor para o assunto; Citação do título em bibliografias, catálogos, índices; Preço acessível; Língua acessível; Número de usuários potenciais. Bibliografia básica: Os materiais indicados como bibliografias básicas são indispensáveis para o desenvolvimento das disciplinas e serão adquiridos conforme solicitação do corpo docente. O número de exemplares será calculado na base de um exemplar para cada dez alunos. Bibliografia Complementar: Livros necessários à complementação da bibliografia básica do curso serão adquiridos dois exemplar de cada título indicado, exceto nos casos que haja demanda, ou por solicitação que justifiquem a necessidade de um número maior de exemplares. Complementando os critérios para a tomada de decisão foram definidos critérios para orientação da quantidade máxima de exemplares que devem permanecer no acervo: Livros clássicos da área: quatro exemplares; livros para mais de uma área: quatro exemplares; livros de autores consagrados: três exemplares; livros para pesquisa: dois exemplares. Os critérios acima descritos são indicativos de tomada de decisão, não pretendem ser um modo rígido. Prioridade de Aquisição: Os materiais que terão prioridade na aquisição serão: obras (bibliografia básica e complementar); obras de caráter interdisciplinar ou de áreas interligadas; obras que sejam de interesse para os cursos de graduação; obras de interesse para novas linhas de investigação ou complementação de áreas carentes; duplicação de título de uso muito frequente; reposição de perdas e de obras desgastadas; lançamentos recentes; assinatura de periódicos relacionados aos cursos existentes, mediante indicação dos docentes e coordenadores; base de dados para os cursos de graduação. 103 Fontes de aquisição: É de responsabilidade do Corpo Docente, dos Coordenadores de Curso e dos alunos estar solicitando a aquisição de novos livros e periódicos para manter a biblioteca sempre atualizada com o que há de melhor no mercado, disponibilizando aos alunos um acervo de alta qualidade para temas de estudos e subsidiar projetos de pesquisa e extensão. Serão utilizadas ainda como fontes de informação: bibliografias especializadas, catálogos e índices temáticos, consulta à Internet. Doação: As aquisições, por doação, de livros e periódicos do interesse da Biblioteca deverão ser incentivados, principalmente no que se refere às publicações não comercializadas e as governamentais. Os materiais recebidos como doações serão submetidos aos mesmos critérios do material comprado. Política de aquisição, em resumo: O acervo é adquirido e atualizado conforme a necessidade da comunidade acadêmica, obedecendo à política de aquisição/expansão/atualização do acervo. A política tem como premissa atender a proposta pedagógica dos cursos, priorizando a bibliografia básica e complementar adotada, mas enfatiza também a aquisição de títulos sugeridos pelos usuários e os lançamentos do mercado editorial, no sentido de complementar e diversificar o acervo necessário à realização das pesquisas acadêmicas. É preciso que a atualização e a relevância das obras do acervo recebam consideração maior que o número de livros existentes. Disponibilidade Financeira: O planejamento econômico-financeiro da Faculdade prevê recursos financeiros para melhoria, atualização e ampliação do acervo. Há previsão orçamentária para investimento no acervo bibliográfico, correspondente ao padrão UNESCO, isto é, 5% da Receita Líquida. Para atender os cursos a serem oferecidos, a FNC - FACULDADE NOSSA CIDADE adquirirá o acervo da biblioteca conforme cronograma apresentado a seguir: Espaço físico A biblioteca da FNC está localizada no andar térreo do prédio principal. Possui atualmente uma área de mais de 300m², destinada ao acervo, administração, informatização e leitura, sala de estudos em grupo e 05 cabines para estudo individual. Esse espaço está compatível com a comunidade acadêmica atual A biblioteca foi projetada observando o critério de acústica e conta com iluminação natural e artificial adequadas, a ventilação natural se dá por meio de amplas janelas localizadas nas paredes externas em toda sua extensão e a ventilação artificial por meio de ventiladores de parede. 104 Instalações para estudos individuais A biblioteca possui atualmente 1 sala com 10 cabines para estudo individual e 10 cabines equipadas com microcomputadores com acesso direto à rede mundial (internet), facilitando assim o estudo por meio de pesquisas que são realizadas on-line. Está previsto o aumento de instalações para estudos individuais de acordo com projeto de arquitetura realizado para ampliação da biblioteca. Instalações para estudo em grupo As instalações para estudo em grupo da biblioteca da FNC encontra-se localizada na lateral da mesma equipadas com: - 02 mesas - 08 cadeiras Acervo geral O acervo bibliográfico é atualizado constantemente, por indicação de alunos e professores, por solicitação da coordenadoria e da equipe da Biblioteca, em razão de novas edições ou para atualização dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa e extensão. É prioritária, a aquisição de livros, àqueles indicados pelos professores como bibliografia básica e complementar de cada disciplina dos cursos ministrados, em todos os níveis. O acervo atende apropriadamente às funções de ensino, pesquisa e extensão, em livros, periódicos (assinaturas correntes), base de dados, vídeos e software. Além do acervo específico de cada curso, a Biblioteca tem à disposição livros de referência, acervo abrangente das outras áreas de conhecimento e biblioteca eletrônica, que podem ser utilizados nos computadores postos à disposição dos alunos, contribuindo para a formação científica, técnica, geral e humanística da comunidade acadêmica. O planejamento econômico-financeiro reserva dotação orçamentária para atualização e ampliação do acervo, correspondendo, em média, a 5% da receita anual. 105 A Biblioteca tem 2.320 títulos com 22320 exemplares de livros; 45 periódicos; 152 vídeos e 56 CD/DVD-Rom. Contudo, a expansão do acervo dar-se-á segundo o cronograma (conforme demonstrado no quadro a seguir) a ser adaptado às reais condições de funcionamento da FNC e para atender aos padrões de qualidade fixados pelo MEC. TIPO DE ACERVO ANO / QUANTIDADE Livros 2010 2011 2012 2013 2014 TOTAL 504 864 1.008 1.080 1.008 4.464 4.536 7.826 9.172 9.820 9.122 40.476 Periódicos assinados 25 19 24 19 13 100 Fitas de vídeo 29 23 30 23 17 122 Base de dados 6 6 5 5 5 27 CD/DVD ROM 28 20 24 20 12 104 Jornais e Revistas 4 3 3 4 4 18 Títulos Exemplares Informatização A Biblioteca está informatizada, ligada à base de dados, como COMUT, BIREME, RENPAC, STM400, EMBRATEL e INTERNET e a outras, de caráter educacional e científico. A biblioteca funciona com as seguintes facilidades: acesso remoto (Modem ISDN) Consultas/Reservas do acervo; aquisição do acervo eletrônico (DOM/DVD - ROM); consultas do acervo em terminais; controle de movimentação de acervo (empréstimo/consultas/ cobrança) com relatórios estatísticos; integração com a área acadêmico-administrativa, possibilitando o efetivo controle na cobrança de livros não devolvidos; interligação com redes nacionais e internacionais: outras bibliotecas, como já citado acima; e 106 sistema de controle de acervo: consultas, reservas, empréstimos, cobranças, cadastramento de contas, etc. Para o tratamento, a catalogação e armazenamento das informações bibliográficas será realizado convênio com órgão que disponha de um catálogo coletivo de cooperação entre bibliotecas de todo o Brasil. QDE EQUIPAMENTOS 01 Servidor Rack - 1U SuperMicro Pentium 4 com 3 Gb de memória Ram, funcionando como servidor de todo acervo gerenciado pelo banco de dados FireBird e desenvolvido pelo software SÁBIO; 02 Terminais de consulta modelo Pentium 4, 1GB de memória RAM, monitor colorido SVGA, Placa de vídeo 64Mb, teclado ABNT português, disponível para alunos consultarem o acervo. 10 Microcomputadores DESKTOP Sempron 2800 com 1GB de memória ram, HD 80 Gb, monitor colorido SVGA, kit multimídia 56 x, drive de 3½, para consultas e pesquisas via web no espaço da Biblioteca. 02 Impressoras HP Deskjet 820 c/ 600-300 DPI / 8 ppm, com 4Mb de memória. Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos A Biblioteca, por meio do seu quadro de funcionário (bibliotecárias e auxiliares), orienta pesquisas acadêmicas, com objetivo de auxiliar os usuários a encontrar as informações necessárias para os seus trabalhos. A Biblioteca promove o acompanhamento durante a elaboração dos trabalhos de conclusão de curso. No início de cada ano letivo é elaborado material didático onde constam o regulamento da biblioteca e os procedimentos necessários para um atendimento adequado. Os alunos são orientados na realização de trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT. Recursos Humanos a) Estrutura organizacional O Serviço de Biblioteca e Documentação tem por responsável 1 (uma) Bibliotecárias, subordinadas administrativamente à Diretoria Geral da Faculdade de Nossa Cidade - FNC, assessorada pela Coordenação. Tem a seguinte organização: Bibliotecária responsável; 107 Serviço de aquisição e Processos Técnicos; Serviço de Atendimento ao Usuário. Serviços a) Formas de acesso Acesso remoto (Modem) Consultas/Reservas do Acervo/Acervo Eletrônico (DOM/DVD – ROM)/consulta do acervo de terminais/controle de movimentação de acervo (empréstimo/consulta/ cobrança). Além do acesso informatizado, o aluno pode consultar os títulos existentes, pelo site da instituição ou dentro do horário de funcionamento da biblioteca, e solicitando o empréstimo das obras mediante a apresentação da carteirinha expedida pela própria biblioteca. b) Conservação A limpeza da Biblioteca está a cargo do pessoal contratado pela mantenedora para limpeza do estabelecimento. Não existe na biblioteca serviço de restauração de documentos; assim, quando ocorrer avarias, o livro será encaminhado à encadernadora. c) Reprografia São oferecidos os serviços de reprografia, plastificação e encadernação no mesmo andar da Biblioteca ao lado do Serviço de Atendimento ao Usuário, observadas as leis vigentes. As máquinas reprográficas são de propriedade particular, constituindo serviço terceirizado. d) Tipos de documento Os documentos que integram o acervo da biblioteca são: obras de referência, livros, periódicos, folhetos, fitas de vídeo, DVDs, CD-ROMs. 3.3.2 Laboratórios e Equipamentos de Informática Equipamentos 108 A FNC vem constantemente ampliando e atualizando seus laboratórios de informática e múltiplas estações de trabalho visando proporcionar aos seus usuários (docentes, discentes, comunidade e corpo administrativo) acesso permanente à internet. A FNC disponibiliza através de seu site (www.faculdadeFNC.com.br) endereços eletrônicos de organismos e instituições de cunho econômico, político e social relevantes aos interesses de sua população acadêmica. Os equipamentos audiovisuais e multimídia passam por revisão preventiva semestral e a aquisição atende à política de expansão e conservação dos mesmos, havendo no Campus II uma sala para manutenção dos equipamentos. No primeiro andar do prédio principal temos a sala de audiovisual, onde se armazenam os retroprojetores, os projetores multimídia, televisões, vídeos, microfones, Filmadora, Câmera fotográfica, aparelhos de som e DVD, esses equipamentos são utilizados pelo corpo docente e discente com prévio agendamento, junto aos monitores do setor. Acesso aos equipamentos de informática pelos docentes O corpo docente da Faculdade Nossa Cidade – FNC possui acesso aos equipamentos de informática que estão à disposição nos seguintes locais e quantidades: Local Quantidade/ equipamentos Sala dos professores 5 microcomputadores Coordenação 4 microcomputadores 1 impressora 1 scanner Laboratório de Informática – 1e 2 65 microcomputadores Laboratório de Informática – 3e 4 75 microcomputadores Biblioteca 10 microcomputadores Os professores possuem acesso livre, sem restrição de tempo ou horário para a utilização dos recursos de informática existentes na instituição. Acesso aos equipamentos de informática pelos discentes Os alunos da IES possuem acesso garantido aos recursos de informática, tanto para o desenvolvimento de trabalhos como para pesquisas à internet em temas pertinentes a sua vida acadêmica. 109 Para dirimir dúvidas bem como para auxiliar os alunos na utilização dos equipamentos há no laboratório um monitor de informática devidamente capacitado durante todo o horário de funcionamento dos mesmos. Atualmente está implementado e em funcionamento quatro laboratórios de informática, que é utilizado pelos discentes, destinando-se à aplicação dos conhecimentos específicos de cada área, bem como, para o desenvolvimento de habilidades e atividades extracurriculares, alem de terminais instalados na biblioteca da IES. Rede de comunicação científica Todos os computadores da IES possuem acesso direto à Internet, através de banda larga, propiciando a toda comunidade acadêmica um acesso fácil e rápido a rede mundial. Por meio da home page da FNC (www.faculdadeFNC.com.br) os alunos podem ter acesso a vários sites que propiciam informações de interesse acadêmico e profissional, tais como: CCN - Catálogo Coletivo de Publicações Seriadas - http://www.ibic.br/ccn/acesso; BIREME - (Biblioteca Regional de Medicina) - http:// www.bireme.br; SIBI - Sistema Integrado de Biblioteca – USP - http:// www.usp.br/sibi; Mec - Ministério da Educação - http://www.mec.gov.br/; Portal do Estagiário - http://www.ciee.org.br/; Passe Escolar - http://www.emtusp.com.br/; Escola da Família - http://www.escoladafamilia.sp.gov.br/; Núcleo Brasileiro de Estágios - http://www.nube.com.br/; CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico http://www.cnpq.br/; FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo http://www.fapesp.br/; Ministério da Ciência e Tecnologia - http://www.mct.gov.br/; FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos - http://www.finep.gov.br/. 110 Equipamentos de informática A IES conta com 150 computadores, disponíveis para o atendimento das atividades do seu corpo discente. a) Softwares Aplicativos SISTEMA OPERACIONAL PLANILHAS Microsoft Windows (todos até último lançamento) / Microsoft Excel Upgrade permanente SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (SQL INTERNET Server / Windows server 2003) Microsoft Internet Explorer MOZILLA FIREFOX PROCESSADORES DE TEXTO Demais Integrantes do Pacote Office Microsoft Word FRONT PAGE (Contrução de Páginas Web) (Upgrade permanente) (Upgrade permanente) EDITORAÇÃO ELETRÔNICA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO Corel Draw 9.0 Microsoft Visual Basic Microsoft Publisher Microsoft Visio Adobe Acrobat Microsoft Power Point Microsoft Project (Upgrade permanente) – exceto Corel BANCO DE DADOS AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO RM Sistemas (projeto Pedg) Microsoft Access Microsoft Office Pro SQL Server 2000 / Qtde. Clients livre WinFax Pro Outros Projetos em andamento OUTROS FREE Dicionário Aurélio AVG – Antivírus Ultra VNC AVG – Antivírus 7.0 e AVG Server. (2 licenses) Administração e gerenciamento de aulas TRS COMPANY – PLANEJA, EXECUTA E GERENCIA TODAS AULAS NO LABORATÓRIO Obs.: Os softwares a serem adquiridos pela instituição serão sempre as versões mais recentes. “1 (uma) Licença por máquina adquirida”. Temos o Contrato de 111 Licença aberta Campus Agreement da Microsoft que permite utilizarmos qualquer versão dos Sistemas Operacionais e Aplicativos citados acima. b) Relação de Softwares adquiridos ARHEA - ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS; GRANA: Controle de contas bancárias e fluxo de caixa, razão de conta específica; AABC – Ambiente de Aprendizagem Baseado no Computador; GRUPPOOTECA; EVEREST: O Everest é um software de autoria, uma espécie de oficina de criação, equipado com diversas ferramentas que permitem o desenvolvimento de projetos multimídia; DICIONÁRIO PORTUGUÊS – DIC. MICHAELIS; ALMANAQUE ABRIL 99 – Abril Multimídia; DICIONÁRIO WEBSTER´S – Ingl./Port. E Port./Ingl. – Cd; ENCICLOPÉDIA ENCARTA 99 – Port. Cd; NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA – Cd; SUPER INTERESSANTE – Port. – Cd – Abril Multimídia; TRS COMPANY – Sistema para laboratórios de Informática em REDE. CRONOGRAMA DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DESCRIÇÃO QTDE A SER ADQUIRIDA, POR ANO 2009 2010 2011 2012 2013 TOTAL Servidor 1 0 0 0 1 2 Estações de Trabalho 10 60 60 0 60 190 NORMAS DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA O presente documento trata da regulamentação de acesso e uso dos Laboratórios de Informática da FNC e aplica-se à toda comunidade acadêmica, ou seja, coordenadores de curso; docentes; discentes; colaboradores técnico-administrativos e comunidade em geral. 112 A seguir, encontra-se o Regulamento do Laboratório de Informática da FNC: REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FNC Os Laboratórios de Informática da FNC funcionam de 2ª a 6ª feira das 8h às 22h30 ininterruptamente e aos sábados das 8h às 16h. 1. É expressamente proibido fumar, beber ou comer no recinto do laboratório. 2. É proibido fazer download (baixar) arquivos sem a autorização da coordenação ou do responsável pelo laboratório; (Salvo arquivos de trabalhos enviados por emails). 3. Não é permitida a instalação de arquivos executáveis nos computadores, sejam eles baixados da internet ou contidos em algum tipo de mídia de armazenamento (disquetes, cds, etc...); 4. É proibido alterar as configurações dos computadores; 5. É terminantemente proibida a utilização dos equipamentos para execução de trabalhos para terceiros. Os computadores são de uso exclusivo de pesquisas e trabalhos acadêmicos; 6. É vedada a utilização dos equipamentos do "Laboratório de Informática" para jogos, para exibição de material pornográfico ou para uso de chats e comunicadores instantâneos. 7. A Internet deverá ser utilizada exclusivamente para pesquisas acadêmicas. 8. O uso das impressoras do "Laboratório de Informática" é restrito à reprodução de material estritamente acadêmico. 9. Interferir de modo prejudicial ou inoportuno em outros trabalhos ou equipamentos, de propriedade ou não do FNC. 10. Não remover documentos que não sejam de sua exclusiva propriedade. 11. Quando o laboratório estiver sendo usado em aula, não é permitido que acadêmicos que não pertençam à turma em aula usem os computadores. 12. Para utilizar um computador, dirigir-se ao monitor responsável do laboratório. 113 13. Não são permitidos sites de entretenimento, comunidades, jogos ou conteúdo pornográfico. A Gerência de T.I. ou Coordenação Pedagógica estão autorizadas a aplicar penalidades aos que violarem este regulamento. Recursos audiovisuais Os recursos audiovisuais destinam-se a dar suporte nas atividades desenvolvidas pela IES. Tais recursos, abrangendo diversas áreas do conhecimento, apóiam as metodologias de ensino adotadas, propiciando à sua comunidade acadêmica o uso de tecnologia educacional contemporânea. Eis a relação dos recursos disponíveis: 1 Filmadora com tripé; 1 Câmera Fotográfica; 10 Retroprojetores; 65Telas de 100 CD Player / DVD-ROM; 12 Projetores Multimídia; 3 Televisores; CRONOGRAMA DE RECURSOS AUDIOVISUAIS QUANTIDADE TIPO DE EQUIPAMENTO 2009 2010 2011 2012 2013 TOTAL Projetor Multimídia 05 04 03 02 05 19 Videocassete 0 0 0 0 0 0 Televisor 05 01 01 01 05 13 Retroprojetor 05 01 01 01 05 13 Filmadora 01 0 0 01 01 03 Aparelho de Som 02 01 01 01 01 06 114 Aparelho de DVD 05 02 02 02 02 13 Máquina Fotográfica 01 01 01 01 01 05 Quadros Móvel 03 01 01 01 01 07 Telas de Projeção 10 25 30 40 40 145 SERVIÇOS Horário de funcionamento Os laboratórios asseguram acessos diários aos equipamentos, de 2ª a 6ª feira das 8h às 22h30, e aos sábados das 8h às 16h, para que os docentes e discentes tenham plenas condições de desenvolvimento de seus estudos, práticas investigativas, trabalhos, consultas e serviços e cursos de extensão. Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos A manutenção dos equipamentos da IES é realizada periodicamente, por empresas contratadas ou pelos técnicos contratados pela Instituição, visando o funcionamento adequado e a conservação de todos os equipamentos. A instituição trabalha com um cronograma de expansão e atualização de equipamentos e também com a reposição imediata de equipamentos que por motivos técnicos não possam ser consertados. 3.7.3. Laboratórios Diversos utilizados pelo Curso Políticas para os laboratórios A Instituição acompanha as necessidades de atendimento da área acadêmica e administrativa oferecendo espaço físico destinado aos laboratórios que atendem plenamente as necessidades dos cursos qualificando o atendimento aos seus professores e alunos. Considera a expansão dos espaços físicos, equipamentos e mobiliário como prioridade e ponto fundamental no sentido de acompanhar o crescimento com qualidade. As principais políticas para os laboratórios se referem a: ampliar o número de laboratórios, de modo a atender as necessidades dos programas de ensino e pesquisa de acordo com a demanda; 115 assegurar a manutenção dos equipamentos e fornecimento regular do material de consumo específico, imprescindíveis à continuidade dos trabalhos nos laboratórios; assegurar condições adequadas de iluminação, ventilação, instalações hidráulicas e elétricas e limpeza; manter os equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, adequação e atualização; manter mobiliário adequado e suficiente para arquivo guarda e exposição de material de consumo, reagentes, vidrarias e equipamentos em geral; atender totalmente as necessidades de atividades práticas de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas na Instituição; estabelecer normas e prover equipamentos de segurança mantendo-os em plenas condições de funcionamento; contratar e qualificar pessoal técnico em quantidade suficiente para executar as atividades laboratoriais; destinar, 2% em média, de sua receita líquida auferida para a atualização das instalações e equipamentos de laboratórios. 116