CURSO DE ENFERMAGEM ARTIGO DE REVISÃO CÂNCER DO COLO UTERINO ORIGINADO PELO PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV): PREVENÇÃO, EVOLUÇÃO E TRATAMENTO CERVICAL CANCER ARISING BY HUMAN PAPILLOMAVIRUS (HPV): PREVENTION, TREATMENT AND EVOLUTION Danielle Christina da Silva de Paiva1, Mayra Miranda do Amaral1, Waldimeire Silva de Souza Santos1, Sara Delfino da Silva2 1 Alunas do Curso de Enfermagem 2 Especialista em Obstetrícia Resumo Introdução: O câncer do colo do útero, também conhecido como câncer cervical é uma doença de desenvolvimento lento que pode cursar sem sintomas em fase inicial e evoluir para quadros mais severos. Tendo como principal fator de risco para a doença a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV). Objetivo: Identificar a incidência do câncer do colo uterino originado pelo HPV entre as mulheres, nas regiões brasileiras. Abordando sistematicamente o tratamento, prevenção e suas complicações. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática de literatura, de cunho exploratório, qualitativo e bibliográfico o que dizer levantamento de dados, e métodos estatísticos, pois fornece uma descrição quantitativa da sociedade acometida pelo HPV, bem como a evolução da doença. Resultados: o câncer de colo de útero é o segundo tipo mais comum entre as mulheres com aproximadamente 530 mil novos casos por ano no mundo, sendo responsável por 274 mil óbitos, de mulheres por ano. No ano de 2007 este tipo de câncer representou a quarta causa de morte em mulheres (4.691 óbitos). Considerações Finais: Através da pesquisa realizada comprovou-se que a região Norte no período do ano de 2007 obteve uma maior incidência de câncer do colo uterino. Em uma análise comparada ás outras regiões, Centro Oeste e Nordeste ocuparam a segunda posição respectivamente e é o terceiro mais incidente na região sudeste e Sul. Palavras-Chaves: Câncer cervical; prevenção, tratamento do HPV. Abstract Introduction: Cancer of the cervix, also known as cervical cancer is a disease of slow development that can attend without symptoms in early stage and develop into more severe frames. As the main risk factor for the disease is infection by the human papillomavirus (HPV). Objective: To identify the incidence of cervical cancer originated HPV among women in Brazilian regions. Systematically addressing the treating, preventing and its complications. Materials and Methods: This is a revision Systematic literature, exploratory, qualitative nature and bibliographical what to say data collection, and statistical methods, it provides a quantitative description of society affected by HPV, as well as disease evolution. Results: cervical cancer is the second common type among women with approximately 530 thousand new cases per year worldwide, being responsible for 274 thousand deaths women per year. In the year 2007 this type of cancer represented the the fourth cause of death in women (4.691 deaths). Final Considerations: Through the research conducted it was proved that Northern region in the period of the year 2007 obtained a higher incidence of cervical cancer. On one analysis compared to the other regions, Midwest and Northeast took second place respectively, and is the third most incident the Southeast and South. Key words: Cervical cancer; prevention and treatment of HPV. Contato: [email protected] Introdução De acordo com Brasil (2011) o câncer do colo do útero, também conhecido como câncer cervical é uma doença de desenvolvimento lento que pode cursar sem sintomas em fase inicial e evoluir para quadros mais severos. É o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, excetuando-se os casos de câncer de pele não melanoma. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o principal fator de risco para a doença é a infecção pelo vírus do Papilomavírus Humano (HPV). O HPV por sua vez, é um vírus que infecta as células epiteliais da pele e da mucosa, causando diversos tipos de lesões como a verruga comum e a verruga genital (condilomatose). É considerado a principal DST (doença sexualmente transmissível) de etiologia viral sendo associado em 90% dos casos de câncer do colo do útero, segundo (BRASIL, 2001). De acordo com BRATS (Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde, 2011) atualmente existem mais de 100 tipos de HPV identificados com diferentes sequências de DNA, porém aproximadamente 15 predominam nos órgãos genitais e são considerados de alto risco oncogênico. Ele pode ser divido em dois grupos: baixo risco e alto risco oncogênico. Os de baixo risco quase nunca são encontrados em câncer invasivos, por outro lado, os de alto risco são os mais frequentes associados aos tumores Zampirolo (2007) classifica os tipos 6, 11, 42, 43, 44, 54, 61, 70, 72, 81 como os de baixo risco ou benigno e estão associados com lesão intra-epitelial escamosa de baixo grau. Os tipos 6 e 11 são os mais comum que provocam condilomas (crescimentos verrugosos na vulva). Os condilomas raramente são pré-malignos, entretanto constituem uma manifestação externa do vírus. Por outro lado, Bragagnolo (2010) relaciona à lesão intra-epitelial escamosa de alto grau e carcinoma cervical sendo os tipos: 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66, 68, 73 e 82. Todavia os tipos de HPV 16 e 18 estão relacionados com aproximadamente 70% dos casos de câncer cervical invasivo e mais de 90% das lesões intra-epiteliais graves. Sendo assim, segundo BRATS (2011), aproximadamente 75% das pessoas que iniciam a vida sexual torna-se infectado em algum momento ao longo da vida. Entretanto apesar do HPV ser um importante fator de risco para o desenvolvimento do câncer de colo uterino ele não é o suficiente, sendo necessário a sua associação com outros fatores de risco que contribuem de forma significativa para o desenvolvimento dessa patologia (PINTO, 2012). Todavia uma vez que há lesões (verrugas genitais externas) o tratamento consiste na aplicação tópica do ácido tricloroacético, além de injeções de interferom administradas por um médico. Os agentes tópicos que podem ser aplicados pelas pacientes nas lesões externas incluem o podofilox e o emiquimod. O eletrocautério e a terapia com laser constituem terapias alternativas que podem ser indicadas com um grande número ou área de verrugas. Comumente, o tratamento erradica as verrugas perineais ou condilomas. No entanto, elas podem resolver de maneira espontânea, ou seja, sem tratamento, podendo também reincidir mesmo com o tratamento. (BRUNNER E SUDDARTH, 2009, p. 1.410). Outra forma de tratamento que pode ser utilizado é a conização do colo uterino que poderá ser feita através de cirurgia tradicional, de alta frequência ou por laser (BASTOS, 2006, p. 283). De acordo com Pinto (2012) as principais formas de prevenção contra o câncer de colo uterino são: o exame Citopatológico, também conhecido como Papanicolaou e a vacina contra o HPV que deve ser realizada antes do inicio da atividade sexual. Atualmente duas vacinas foram aprovadas no Brasil: a vacina quadrivalente que oferece proteção contra os tipos de HPV 6, 11, 16, 18 e a bivalente que oferece proteção contra os tipos 16 e 18. Ambas são administradas em três doses, por via intramuscular e segundo estudos a vacina quadrivalente oferece proteção por 5 anos, porém, a duração real da proteção só será confirmada após a vacina ser utilizada por vários anos. Brasil (2009 e 2011) aponta que as taxas de incidência estimada e de mortalidade no Brasil apresentam valores intermediários em relação aos países em desenvolvimento, porém são elevadas quando comparadas as de países desenvolvidos com programas de detecção precoce bem estruturado. Com aproximadamente 530 mil casos novos por ano no mundo, sendo responsável pelo óbito de 274 mil mulheres por ano. Objetivo e justificativa Identificar a incidência do câncer do colo uterino originado pelo HPV entre as mulheres, nas regiões brasileiras. Com isso o estudo desta temática torna-se relevante, principalmente por se tratar de um agravo que pode ser evitado, e por contribuir para coibir os índices de câncer de colo do útero, que aumenta consideravelmente a cada ano. Dessa forma Brasil (2006) diz que o enfermeiro tem como papel fundamental as ações preventivas tais como: o atendimento eficiente e humanizado, proporcionando uma troca de conhecimento e confiança, mobilizando a mulher a cuidar de si mesma, deixando os tabus, fazendo com que essa consulta seja realizada da forma completa sempre com intuito de proporcionar o bem estar da mesma. Materiais e Métodos Delineamento e caracterização do estudo: Trata-se de uma revisão sistemática de literatura, de cunho exploratório, qualitativo e bibliográfico o que dizer levantamento de dados, e métodos estatísticos, pois fornece uma descrição quantitativa da sociedade acometida pelo HPV, bem como a evolução da doença. Amostra: Os instrumentos utilizados para a elaboração deste estudo foram obtidos por meio dos dados disponíveis em: livros e materiais publicados em artigos científicos através de dados eletrônicos Scielo, LILASC, BIREME, Ministério da Saúde, (INCA). Do período de 2000 a 2013. Critérios de inclusão: Foram utilizados como descritores na busca de artigos: fator principal do câncer do colo uterino, relação do HPV e o câncer cervical, vacina contra o HPV, biologia molecular do HPV, tratamento e prevenção do HPV. Critérios de exclusão: Sendo critérios de exclusão os artigos que tratam do HPV como DST de modo geral, a prevalência do HPV em homens e câncer cervical decorrente de outros fatores. Resultados De acordo com Brasil (2011) o câncer de colo de útero é o segundo tipo mais comum entre as mulheres com aproximadamente 530 mil novos casos por ano no mundo, sendo responsável por 274 mil óbitos, de mulheres por ano. No ano de 2007 este tipo de câncer representou a quarta causa de morte em mulheres (4691 óbitos), com taxa bruta de mortalidade 4,71\100 mil mulheres. Na análise regional no Brasil, o câncer de colo do útero se destaca como o primeiro mais incidente na região norte, com 23 casos por 100 mil mulheres. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste ocupam o segundo lugar com taxas de 20\100 mil e 18\100 mil respectivamente, é o terceiro mais incidente na região Sudeste (21\100 mil) e Sul (16\100 mil). câncer do colo do útero foi responsável por 4,9% dos óbitos por câncer, percentual correspondente a quinta e sexta posição respectivamente. (BRASIL, 2011). Taxa de mortalidade de Câncer do colo do útero por 100 mil mulheres nas regiões brasileiras em 2007 Nº de mortes por 100 mil Região Brasileira mulheres Norte 8,6 Nordeste 5,7 Centro-oeste 6,1 Sul 4,2 Sudeste 3,8 Incidência de Câncer do colo do Útero por Região Brasileira Nº de casos por Região Brasileira 100 mil mulheres Norte 23 Nordeste 18 Centro-oeste 20 Sul 16 Sudeste 21 Brasil (2011). A infecção pelo HPV é muito comum estima-se que cerca de 80% das mulheres ativas sexualmente irão adquiri-la ao longo de suas vidas. Aproximadamente 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras de HPV. O câncer de colo uterino foi responsável por aproximadamente 260 mil mortes no mundo em 2005 sendo 80% delas em países em desenvolvimento. (BRASIL, 2011). Discussão Brasil (2011). Quanto ás taxas de mortalidade a região norte apresenta os maiores valores do país, com taxa padronizada pela população mundial de 8,6 mortes por 100 mil mulheres em 2007 e neste mesmo ano estão ás regiões Centro-Oeste (6,1\ 100 mil), Nordeste (5,7\100 mil) Sul (4,2\100 mil) e Sudeste (3,8\100 mil). Costa (2011) observa que os fatores, geográficos, culturais, a baixa escolaridade, condição sócio-econômica desfavorável, dificuldade de acesso aos serviços de saúde para detecção ou tratamento da doença e insuficiência dos serviços, são características do grande índice de câncer na região norte. Em 2007 as mortes por câncer de colo uterino representaram 15% de todos os óbitos em mulheres ocupando o primeiro lugar. No nordeste ocuparam o segundo lugar (9%) e no Centro-Oeste o terceiro (8,9%). Tanto no Sudeste quanto na região Sul o câncer o Muitas doenças estudadas atualmente causadas por vírus já foram descritas na antiguidade, porém somente no século XX através de métodos cientifico e tecnológico houve a possibilidade de caracterizar esses patógenos. A utilização da microscopia eletrônica e o cultivo de células foi um grande avanço na virologia como, por exemplo, a descoberta do HPV como o agente etiológico de verrugas retiradas de papilomas da pele. O HPV pertence à família Papillomaviridae, gênero Papillamavírus, espécie Human papillomavírus e são patógenos responsáveis pelo desenvolvimento de tumores benignos e malignos de pele e mucosa. (CAMARA, 2003). Desse modo Rivore (2006) aponta que existem fortes evidências clinicas e experimental que o HPV tem um papel fundamental no desenvolvimento e crescimento do câncer cervical. Por ser segundo Leto (2011) um vírus de DNA que apresenta tropismo por células escamosas epiteliais capazes de ocasionar infecção na pele e nas mucosas. De acordo com Camara (2003) o ciclo biológico do HPV tem inicio quando há fissuras no epitélio escamoso possibilitando a penetração das partículas virais nas células das camadas profundas. O virion que consiste em uma capa protéica o capsídeo, e também as partículas virais é o responsável por entrar nas células pela interação das proteínas com os receptores específicos da superfície celular. Segundo Rivoire (2006) antes disso o ciclo biológico normal ocorre por quatro estágios. Iniciando com a fase G1 (Gap 1) que corresponde o aumento do tamanho da célula e a preparação para copiar seu DNA. A copia é chamada de S (síntese) e permite que a célula duplique seus cromossomos. Após a replicação dos cromossomos, inicia a fase G2 (Gap 2) onde a célula prepara-se para a faze M (mitose) fase essa que a célula-mãe aumenta e divide no meio para produzir duas células-filhas, para começar o novo ciclo. Porém o ciclo pode parar temporariamente ou definitivamente, pois na passagem da fase G1/S ocorre uma checagem controlada pela via pRb (proteína do retinoblastoma) que tem a função de regular o negativo do ciclo celular. Por outro lado quando ocorre a copia incorreta do DNA durante a S ocorre à parada do crescimento e apoptose induzidos pelo gene p53. Camara (2003) aponta que a proteína E7 atua estimulando a proliferação dos queratinócitos infectados e na associação com o pRb responsável por controlar a proliferação celular. Enquanto a proteína E6 interfere na regulação do ciclo celular ligando-se a proteína supressora de tumor p53 induzindo sua degradação. Rivore (2006) aponta que a proteína p53 por sua vez tem varias funções, uma delas é auxiliar no inicio da apoptose, uma vez inativa por mutações é reduzido a chance das células geneticamente danificadas serem eliminadas, iniciando dessa forma um processo carcinogênico. Neoplasia Intra-Epiteliai Cervical-NIC Segundo Brasil (2011) o Câncer do colo do útero é precedido por uma longa fase de doenças pré-invasiva denominadas de neoplasia intraepitelial cervical (NIC). Sobretudo somente em 1967 que Richart propôs que todas as lesões neoplásicas intra-epiteliais independente de seu grau seria determinada como neoplasia intraepitelial cervical, abreviada na forma de NIC. (LEOPOLDE; GOMPEL, 2006, p. 90). De acordo com Bastos (2006, p. 281) NIC é um conjunto de alterações caracterizadas por células atipias do epitélio do colo uterino de acordo com seu grau de acometimento, sendo classificada da seguinte forma: NIC I, NIC II e NIC III. NIC I são atipias celulares que se limitam ao terço do epitélio mais próximo da camada basal, NIC II são atipias celulares presente em dois terço do epitélio e a NIC III ou carcinoma “in situ” são as que não ultrapassam a camada basal porem altera toda espessura do epitélio. No inicio Richart subdividiu as lesões em três grupos, contudo após a introdução do Sistema de Bethesda ele alterou e dividiu as lesões em dois grupos: NIC de baixo grau e NIC de alto grau (LEOPOLDE; GOMPEL, 2006, p. 95). De acordo com Bastos (2006, p. 282) as lesões intra-epitelial de baixo grau (LSIL) passaram a serem NIC I e os condilomas, e as lesões intraepitelial de alto grau (HSIL) englobaram os NIC II e NIC III. O sistema de Bethesada é um método de classificação citológica dos esfregaços genitais proposto por um grupo de especialistas em 1988, com intuito de uniformizar a termologia para laudos citológicos para reduzir as dúvidas e diagnósticos entre alterações celulares benignas e realmente atípicas. (BRASIL, 2011) Bastos (2006, p. 280-281) ressalta que o principal agente das NIC é o HPV levando em consideração que ele esta presente em cerca de 90% dos casos de câncer do colo do útero. Entretanto além da infecção virótica é fundamental a observação de cervicite crônica, pois o ectrópio endocervical inflamado contém a terceira mucosa e as metaplasia que são áreas onde originam os carcinomas epidermóides do colo uterino. Não existem sinais e sintomas característicos de NIC, sendo ela uma lesão inicial e sintomática, que pode evoluir para carcinoma de colo uterino e só então será assintomática sendo rastreada através da colposcopia e Papanicolau. Sendo assim os esfregaços obtidos nas portadoras der NIC I são caracterizados por células escamosas discarióticas superficiais e intermediárias, as quais apresentam núcleos aumentados e hipercromáticos. Um dos componentes importantes das lesões de baixo grau são as áreas de onde descamam os coilocitos, células consideradas patognomônicas da infecção do HPV. Dessa forma é importante ressaltar que 20% a 30% das pacientes com diagnósticos citológicos de lesões de baixo grau, uma vez que é realizada a biópsia cervical revela a presença de uma lesão de alto grau. Tipos de HPV De acordo com Pinto (2012) a maior parte das doenças sexualmente relacionadas ao HPV se deve aos isotipos 6, 11, 16 e 18. Os isotipos 6 e 11 são classificados como de baixo risco oncológico, são responsáveis por 90% dos casos de verrugas genitais e por parte dos casos de neoplasia intraepitelial de baixo grau em colo de útero e vulva. As lesões que poderão evoluir para o câncer de colo uterino são causadas pelos vírus de alto risco oncogênico. Entre os sorotipos de alto potencial oncológico Borsatto (2011) e Bragognolo (2010) apontam que os tipos 16 e 18 são responsáveis por 70% de todos os cânceres cervicais. Prevenção e diagnóstico do HPV e câncer Segundo Queiroz (2005) a prevenção e o diagnóstico precoce da infecção pelo HPV é essencial para que haja o controle desta doença. O que pode ser alcançado através de um trabalho realizado com eficiência pela enfermagem. De acordo com Almeida (2006) quanto mais precoce for á prevenção, diagnóstico e o início do tratamento, maior será a chance de reduzir a morbidade e a mortalidade decorrentes das neoplasias do colo. Descrevendo assim vários métodos de diagnóstico para a infecção por HPV, desde o diagnóstico clínico até os de biologia molecular, sendo que estes são utilizados para identificação dos diferentes tipos de HPV em lesões subclínicas e até em estados latentes da infecção. Como também dados de anamnese, exame físico, exame de citologia oncológica cervicovaginal, colposcopia e biópsia. A colpocitologia oncológica ou exame de papanicolaou é o método de rastreamento escolhido em grande número de países para detecção das lesões percussoras de câncer de colo uterino ou NIC. (BASTOS, 2006, p. 282). A efetividade da detecção precoce do câncer do colo do útero por meio do exame de Papanicolaou, associada ao tratamento deste câncer em seus estágios iniciais, tem resultado em uma redução das taxas de incidência de câncer cervical invasor que pode chegar a 90%, quando o rastreamento apresenta boa cobertura (80%, segundo a Organização Mundial da Saúde - OMS) e é realizado dentro dos padrões de qualidade (BRASIL, 2011). A classificação mais conhecida da citologia oncológica é a de papanicolaou, que divide o resultado em cinco classes: I, II, III, IV E V. (BASTOS, 2006, p. 281-283). Segundo Brasil (2011) em 1988 o Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer, e definiu que, no Brasil, o exame colpocitopatológico deveria ser realizado em mulheres de 25 a 60 anos de idade, ou que já tivessem tido atividade sexual mesmo antes desta faixa de idade, uma vez por ano e, após 2 exames anuais consecutivos negativos, a cada 3 anos. Pinto (2012) aponta que os métodos das lesões induzidas por HPV são morfológicas e incluem o exame clínico, a colposcopia, a citologia oncológica e a histologia. Pois segundo Fernandes (2011) em relação à classificação histológica, aproximadamente 90% a 93% dos cânceres cervicais são de células escamosas e de 7% a 10% representadas pelo adenocarcinoma. Mais de 80% dos cânceres que invadem o colo do uterino ocorre como evolução de uma neoplasia intraepitelial escamosa (NIC) ou glandular (adenocarcinoma in situ) cervical anterior. Esta evolução é caracterizada como lenta, na maioria das vezes, sendo que 30% a 70% das lesões in situ não tratadas evoluem para câncer num período de 10 a 12 anos. Por outro lado a identificação da infecção por HPV inclui os métodos biológicos, como as hibridizações moleculares de ácidos nucléicos, tipo Southern Blot, captura de híbridos, hibridação in situ e reação em cadeia de polimerase (PCR). (PINTO, 2012). De acordo com Almeida (2006) Existe a necessidade de tratar o parceiro sexual das mulheres, uma vez que, quando este é acometido pelo HPV, se constitui em fonte de transmissão, de recidivas ou de resistência ao tratamento. Formas de tratamento Nenhum tratamento possui a capacidade de erradicar o HPV, pois o objetivo do tratamento é a remoção da lesão, a melhora clínica e evitar a transmissão do vírus. Não existe tratamento ideal, mas alguns autores apresentam alternativas de tratamento para lesões clínicas e sub-clínicas. Sugerindo que lesões cervicais induzidas de baixo grau (HPV/NIC 1) não necessitam de propedêutica e tratamentos agressivos e orienta repetir a coleta em 6 meses. Já as mulheres com NIC 2 e 3 deveriam ser adequadamente tratadas pelo alto risco de transformação para lesão cancerosa invasiva. (ALMEIDA, 2006). Em casos em que a colpocitologia encontra a presença de LSIL ou atipias de significado indeterminado em células escamosas (Atypical Squamous Cells of ndeterminated Significance - ASCUS), a indicação da colposcolpia pode ser adiada, principalmente quando existir processo inflamatório. (BRASIL, 2006). Segundo Brasil (2011) nos casos de diagnostico por AGUS (Atypical Glandular Cells of Undetermined Significance) as pacientes devem ser encaminhadas para a colposcopia. Realizando dessa forma a coleta do material para citologia do canal cervical. Podendo também ser recomendado à avaliação endometrial com ultrassonografia ou estudo anatomapatológico em pacientes com idade acima de 35 anos. Abaixo dessa idade é recomendável só em casos de sangramento uterino anormal. No momento da colposcopia se for encontrado qualquer altereação deverá ser realizado a biópsia. Caso a citologia sugerir doença escamosa ou for negativa deverá seguir recomendações para o diagnóstico obtido pela biópsia ou pela nova citologia. Portanto se a citologia for realizada no mesmo momento da colposcopia e resultado for negativa deverá ser seguida com citologia semestral, e só após dois anos com exames semestrais normais a paciente passa a retomar ao rastreio trienal. De acordo com Bastos (2006, p. 283) A taxa de regressão espontânea chega a 80% dos casos. Caso a lesão persista após um ano de acompanhamento esta pode ser retirada através de alça diatérmica, (biópsia). Outra conduta que também pode ser empregada é a destruição do local da lesão através de métodos químicos (p. ex. ácido tricloroacético a 90%) ou térmicos (diatermocalterização). Nadal (2004) aponta que existem várias formas de tratamento podendo ser através de medicações tópicas como: ácido tricloroacético (ATA), eficiente para lesões de mucosa. O Fluorouracil (5.FU) é eficaz porém causa desconforto, inflamação. A podofilina é padronizada e segura, porém o seu uso é contraindicada para mucosas. O tratamento pode ser também através de criocirurgias, excisão cirúrgicas e fulguração mais utilizada para pacientes com verrugas grandes. Independentemente da escolha do tratamento o objetivo é evitar recidivas e o surgimento de neoplasias. De acordo com Bastos (2006, p. 282-283) as lesões de alto grau possui alto potencial de evolução para câncer. Por este motivo deve ser retirada cirurgicamente no momento do diagnóstico. A conização do colo uterino poderá ser feita através de cirurgia tradicional, de alta frequência ou por laser. A cirurgia de alta frequência é a primeira escolha pelas menores taxas de complicações imediatas e tardias, com a mesma eficiência da cirurgia tradicional e custo baixo. Segundo Frigatto (2003) a radioterapia também é indicada, pois se refere a um tratamento localizado. Sendo o tipo mais utilizado para o câncer de colo uterino, podendo ser associada ou não à cirurgia. Já a quimioterapia, consiste em um tratamento sistêmico. A radioterapia por sua vez pode ser realizada de duas formas: a externa, denominada teleterapia onde o feixe de radiação ionizante é apontado para a região-alvo do corpo, e a interna, braquiterapia que corresponde à radiação direcionada ao local mais próximo, do órgão que foi acometido ou dentro do mesmo. De acordo com Fernandes (2011) o carcinoma invasor inicial pode ser tratado de forma eficaz tanto com a radioterapia quanto cirurgicamente. A cirurgia radical consiste em histerectomia total com a retirada dos paramétrios, terço superior da vagina e linfadenectomia pélvica. Dessa forma a quimioterapia com frequência utilizada como tratamento adjuvante à radioterapia pode possuir uma grande eficácia juntos. Pois a quimioterapia potencializa os efeitos da radioterapia e torna mais eficiente o processo de combate à célula tumoral. Vacina contra HPV Segundo Pinto (2008) as vacinas são instrumentos de prevenção primária ou são consideradas terapêuticas, quando induzem a regressão de lesões precursoras e a remissão do câncer.As vacinas profiláticas possuem estudos mais avançados, sendo utilizadas em seres humanos estão disponíveis dois tipos a bivalente que atua sobre os sorotipos virais 16 e 18 e a quadrivalente que atua contra os tipos 6, 11, 16, 18. Para os outros tipos não existe vacina profilática. A vacina quadrivalente está licenciada pela FDA e pela Agência europeia para avaliação de produtos medicinais (EMEA) desde 2006, sendo utilizada em mais de 80 países. A bivalente ainda não foi licenciada, estando em fase final de testes clínicos. Ela foi aprovada para a vacinação de mulheres entre 9 e 26 anos, é recomendada que a vacina seja administrada entre 11 e 12 anos de idade. É ideal que a sua administração seja realizada antes da primeira relação sexual. Dados mostram que a vacinação em meninas jovens apresentam 100% de eficácia sem nenhum evento adverso grave, meninas que não foram infectadas por nenhum tipo de HPV terão maiores benefícios. De acordo com Brasil (2013) a vacina que será distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na campanha de vacinação de 2014 é a quadrivalente protegerá contra quatro tipos de vírus (6, 11, 16, 18) será utilizada em meninas na faixa etária de 9 a 13 anos. É administrada por via intramuscular 0,5 ml em três doses. Neste ano adolescentes de 11 aos 13 anos receberão duas doses, a primeira ou dose inicial e a segunda dose que será administrada 6 meses após a primeira. A terceira deverá ser aplicada após cinco anos da aplicação da dose inicial. A partir do ano de 2015 a vacinação se iniciará para as adolescentes de 9 a 11 anos. Os testes foram realizados no músculo deltóide e vasto lateral. Nesses locais a vacina alcança os vasos linfáticos locais fazendo com que ocorra produção de grande quantidade de anticorpos neutralizantes. A sua eficácia em outros locais não foi constatada e, portanto, não deve ser utilizada em outros músculos. Pinto (2008) aponta que a vacina bivalente foi aprovada para uso em meninas e mulheres na faixa etária de 9 a 26 anos. Essa é administrada por via intramuscular e o seu volume de administração é de 0,5ml, é a administrada em três doses. A primeira dose pode ser administrada em na data escolhida, a 2º dose 30 dias após e a 3º dose 180 dias após a primeira. De acordo com Barsatto (2011) após a sua administração é recomendado observar o paciente durante 15 minutos, devido o risco de síncope podendo ocorrer principalmente em adolescentes e adultos jovens. Essa vacina é contra-indicada em casos que a paciente apresente hipersensibilidade aos componentes da vacina. Há risco de reações alérgicas a vacinação em pessoas que apresentam alergia ao fungo encontrado na composição da vacina. No caso dos efeitos adversos sistêmicos os mais observados foram febre, náusea, diarreia, vômito, tontura, dor de dente, infecção do trato respiratório, indisposição, artralgia, insônia e congestão nasal. Todos eles são considerados de intensidade leve ou moderados. Considerações finais Através da pesquisa realizada comprovouse que a região Norte no período do ano de 2007 obteve uma maior incidência de câncer do colo uterino. Em uma análise comparada ás outras regiões, Centro Oeste e Nordeste ocuparam a segunda posição respectivamente e é o terceiro mais incidente na região sudeste e Sul. Sobretudo em 2005 o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Atenção Oncológica, que estabeleceu o controle do câncer do colo do útero, como componente fundamental a ser previsto nos planos estaduais e municipais de saúde. Desse modo o plano de ação para o controle do câncer de colo, propôs seis diretrizes estratégicas: Aumento de cobertura da população alvo, garantia da qualidade, fortalecimento do sistema de informação, desenvolvimento de capacitações, estratégia de mobilização social e desenvolvimento de pesquisas. A importância da detecção precoce das neoplasias foi reafirmada no Pacto pela Saúde por meios de indicadores e metas a serem alcançados nos estados e municípios visando à melhoria do desempenho das ações prioritárias da agenda sanitária nacional. (BRASIL, 2011). Sendo assim as unidades de atenção Primária à saúde (UAPS) são consideradas uma abertura para o usuário no sistema de saúde. Dessa forma o enfermeiro é importante integrante da equipe multiprofissional da estratégia saúde da Família (ESF). Pois exercem ações exclusivas de sua competência, administrativas e educativas através da relação com as usuárias, visando à redução de tabus, mitos e preconceitos e buscando convencer e esclarecer a população feminina sobre os benefícios da prevenção. Para o planejamento das atividades e estratégias, são consideradas e respeitadas às particularidades regionais. Para uma melhor atuação no exercício da prevenção e promoção da saúde. Dessa forma o enfermeiro tem como papel prioritário a realização do exame de Papanicolaou como estratégia de redução dos danos, a partir da detecção precoce da doença e em consequência disso à melhoria da qualidade de vida das mulheres. Todavia Costa (2009) aponta que a enfermagem está intimamente relacionada à magnitude dessa patologia, pois tem como principais funções promover e prevenir os agravos das doenças, juntamente com a educação em saúde, através de palestras, visitas domiciliares, ou seja, realizar trabalho preventivo junto à comunidade e o Ministério da Saúde, esclarecendo dúvidas, o que contribuirá para uma possível detecção precoce da doença e adesão ao tratamento quando houver a necessidade. Agradecimentos Agradecemos em primeiro lugar a Deus, pois o que seria de nós sem Ele? Aos nossos pais, irmãos e a toda nossa família que, com muito carinho e apoio, não mediram esforços para que nós chegássemos até aqui. À Orientadora (Sara Delfino da Silva) pela paciência na orientação e incentivo que tornaram possível a conclusão deste Trabalho de Conclusão de Curso-TCC. A todos os professores do curso, que foram tão importantes em nossa vida acadêmica e no desenvolvimento deste trabalho. Aos amigos e colegas, pelo incentivo e pelo apoio constantes. O nosso muito obrigado! Referências 1 - ALMEIDA, Aline Campos Gonçalves; et al. A correlação do câncer do colo uterino com o papilomavirus humano. Revista APS, v.9, n.2, p. 128-135, jul./dez. 2006. Disponível em: <www.ufjf.br/nates/files/2009/12/correlacao.pdf>. Acesso em: 30 de abril de 2013. 2 - BASTOS, Álvaro da Cunha.Ginecologia.11.ed.São Paulo: Atheneu editora, 2006. 280, 281, 282 e 283 p. 3 - BARSATTO, Alessandra Zanei; et al. Vacina contra o HPV e a Prevenção do Câncer do Colo do Útero: Subsídios para a Prática. Revista Brasileira de Cancerologia 2011; vol. 57 n. (1): p. 67-74. Disponível em: http://www.inca.gov.br/rbc/n_57/v01/pdf/10_revisao_de_literatura_vacina_hpv_prevencao_cancer_colo_uter o_subsidios.pdf Acesso em: 26 de setembro de 2013. 4 - BRAGAGNOLO, A. L; et al. Papiloma Vírus Humano (HPV). Revista RBAC, vol. 42(2): p. 91-96, 2010. 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