Capacidade calorífica específica, calor específico Determine a quantidade de calor que deve ser removida quando 100g de vapor de água a 150ºC são arrefecidos até se tornarem em 100 g de gelo a 0 ºC. Dados: cvapor de água 2020 J kg 1 º C 1 cgelo 2220 J kg 1 º C 1 cágua 4186 J kg 1 º C 1 Aula 2 L fusão 33,5 104 J kg 1 L vaporização 22, 6 105 J kg 1 1 Capacidade calorífica específica, calor específico Determine a quantidade de calor que deve ser removida quando 100g de vapor de água a 150ºC são arrefecidos até se tornarem em 100 g de gelo a 0 ºC. Q Q arrefecer vapor Qcondensar vapor Q arrefecer água Q congelar água Q mc vapor Tvapor m L vapor mcágua Tágua m L fusão Q m c vapor Tvapor L vapor cágua Tágua L fusão Q 0,1kg 2,01kJ/kg K 423 K 373 K 2,26 MJ/kg 4,186 kJ/kg K 373 K 273 K 333,5 kJ/kg 311, 2 kJ Aula 2 2 Medição da capacidade calorífica específica O calorímetro da figura é feito de 0,15 kg de alumínio e contém 0,20 kg de água. Inicialmente, a água e o copo estão à temperatura de 18 ºC. Em seguida, 0,040 kg de um material desconhecido são aquecidos até 97 ºC e adicionados à água. Após o equilíbrio térmico ter sido atingido, a temperatura da água, do copo e do material é de 22 ºC. Desprezando o calor ganho pelo termómetro, determine a capacidade calorífica específica do material desconhecido. Dados: Aula 2 c Al 900 JKg 1 º C 1 cágua 4186 JKg 1 º C 1 3 Medição da capacidade calorífica específica O calorímetro da figura é feito de 0,15 kg de alumínio e contém 0,20 kg de água. Inicialmente, a água e o copo estão à temperatura de 18 ºC. Em seguida, 0,040 kg de um material desconhecido são aquecidos até 97 ºC e adicionados à água. Após o equilíbrio térmico ter sido atingido, a temperatura da água, do copo e do material é de 22 ºC. Desprezando o calor ganho pelo termómetro, determine a capacidade calorífica específica do material desconhecido. Q recebido Qperdido 0 m Al c Al ΔT Al +m água c água ΔT água +m desconhecido c desc. ΔT desc. 0 cdesc. = cdesc. = 0,15 kg 9,00×10 2 J m Al c Al ΔT Al + m água c água ΔT água -m desc. ΔT desc. kg×C 4,0 C + 0,20 kg 4186 J kg×C 4,0 C 1,3 kJ kg 0,040 kg -75,0 C o o o o Aula 2 o -1 º C-1 4 Trabalho e Diagramas PV para um Gás Uma certa quantidade de um gás ideal expande-se isotermicamente até o seu volume ser igual a 3 l e a sua pressão ser de 1 atm. É então aquecido a volume constante até a pressão atingir 2 atm. a) Mostre este processo num diagrama PV e calcule o trabalho realizado pelo gás. b) Determine o calor adicionado neste processo. Dados: P1 3 atm ; V1 1l ; U int1 456 J P2 2 atm ; V2 3 l ; U int 2 912 J Aula 2 5 Trabalho e Diagramas PV para um Gás Uma certa quantidade de um gás ideal expande-se isotermicamente até o seu volume ser igual a 3 l e a sua pressão ser de 1 atm. É então aquecido a volume constante até a pressão atingir 2 atm. a) Mostre este processo num diagrama PV e calcule o trabalho realizado pelo gás. b) Determine o calor adicionado neste processo. a) PV=nRT P1=3 atm ; V1=1l ; U int1 =456 J nRT P= V P2 =2 atm ; V2=3l ; U int2 =912 J V2 W= 3L P dV = V1 3L n RT dV dV = n RT V V = 1L 1L 3L dV 3L = P1 V1 = P1 V1 lnV 1L = P1 V ln3 V 1L 101,3 kPa 10 3 m3 W 3 atm ln 3 334 J 1L atm L Aula 2 6 Trabalho e Diagramas PV para um Gás Uma certa quantidade de um gás ideal expande-se isotermicamente até o seu volume ser igual a 3 l e a sua pressão ser de 1 atm. É então aquecido a volume constante até a pressão atingir 2 atm. a) Mostre este processo num diagrama PV e calcule o trabalho realizado pelo gás. b) Determine o calor adicionado neste processo. P1=3 atm ; V1=1l ; U int1 =456 J P2 =2 atm ; V2=3l ; U int2 =912 J b) U Q W Q U W U 2 U1 W Q= 912 J-456 J +334 J= 790 J Aula 2 7 Capacidade calorífica, Teorema da Equipartição Um gás diatómico de massa molar M está contido num contentor de volume V à pressão P0 . Determine a quantidade de calor que deve ser transferida para o gás de modo a triplicar a sua pressão. Aula 2 8 Capacidade calorífica, Teorema da Equipartição Um gás diatómico de massa molar M está contido num contentor de volume V à pressão P0 . Determine a quantidade de calor que deve ser transferida para o gás de modo a triplicar a sua pressão. Q CV T Gás diatómico CV 52 n R Q CV T 52 n R T f T0 PV=nRT P0 V 3P0 V T0 Tf T f 3T0 Q 52 n R 2T0 5 n RT0 5P0 V Aula 2 9 Expansão quase-estática de um gás Meia mole de um gás diatómico à pressão de 400 kPa e à temperatura de 300 K expande-se até a sua pressão diminuir para 160 kPa. Determine a temperatura e o volume finais, o trabalho realizado e o calor absorvido pelo gás se a expansão for: a) isotérmica b) adiabática. Aula 2 10 Expansão quase-estática de um gás Meia mole de um gás diatómico à pressão de 400 kPa e à temperatura de 300 K expande-se até a sua pressão diminuir para 160 kPa. Determine a temperatura e o volume finais, o trabalho realizado e o calor absorvido pelo gás se a expansão for: a) isotérmica PV=nRT a) Isotérmica PV=nRT Isotérmica U Q W b) adiabática. n RTi 0,5 mol 8,314 J/mol K 300 K Vi 3,12 10 3 m3 Pi 400 kPa T f =Ti = 300 K 400 kPa Pi V f Vi 3,12 L 7,80 L Pf 160 kPa Pi Vi Pf V f Ti Tf W n RT ln 7,80 0,5 8,314 300 ln 1,14 kJ Vi 3,12 Vf Q U W 0 1,14 kJ 1,14 kJ Aula 2 11 Expansão adiabática quase-estática de um gás Meia mole de um gás diatómico à pressão de 400 kPa e à temperatura de 300 K expande-se até a sua pressão diminuir para 160 kPa. Determine a temperatura e o volume finais, o trabalho realizado e o calor absorvido pelo gás se a expansão for: a) isotérmica b) b) adiabática. Adiabática: Q 0 Pi Vi Pf V f PV=nRT U Q W =cte P V Pi V f Vi Pf Tf Pf V f nR 1 CP CV Diatómico: 1,4 1 1,4 400 kPa 3,12 L 160 kPa 6,00 L 160 kPa 6 10 3 m3 0,5 mol 8,314 J/mol K 231K W U Q CV T 0 52 n R T 52 0,5 8,314 231K 300 K 717 J Aula 2 12 Sistemas termodinâmicos simples Um gás ideal é submetido ao processo cíclico mostrado na figura em coordenadas pV. Sabendo as temperaturas T1 e T2 T1 2 , determine a temperatura e represente o processo em coordenadas VT e pT. Aula 2 13 Sistemas termodinâmicos simples Um gás ideal é submetido ao processo cíclico mostrado na figura em coordenadas pV. Sabendo as temperaturas T1 e T2 T1 2 , determine a temperatura e represente o processo em coordenadas VT e pT. p1V1 nRT1 , p3V1 nRT2 , p3V3 nRT3 p3 T2 V3 T3 , p1 T1 V1 T2 Como 3 1 é uma reta de equação p3 V3 , p aV com a constante , p3 V3 p1 V1 p1 V1 Aula 2 14 Sistemas termodinâmicos simples Um gás ideal é submetido ao processo cíclico mostrado na figura em coordenadas pV. Sabendo as temperaturas T1 e T2 T1 2 , determine a temperatura e represente o processo em coordenadas VT e pT. p1V1 nRT1 , p3V1 nRT2 , p3 V3 p1 V1 T2 T3 T1 T2 T2 T1 2 p3V3 nRT3 T2 p3 , T1 p1 T3 p3 T2 p1 T22 T3 T1 2 T12 T3 2T1 T1 Aula 2 15 Sistemas termodinâmicos simples Um gás ideal é submetido ao processo cíclico mostrado na figura em coordenadas pV. Sabendo as temperaturas T1 e T2 T1 2 , determine a temperatura e represente o processo em coordenadas VT e pT. T2 T1 2 , T3 2T1 3 1 V p RT n a aV V 2 b 2T V b T p~ T Aula 2 16