COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL RELATÓRIO FINAL CONSULTA ELEITORAL IFRS - 2011 Sumário Introdução ..........................................................................................................................3 Elaboração das Minutas, Regulamentos, Amparos Legais ...............................................6 Elaboração da Listagem de Votantes e Dificuldades ........................................................8 Observações do conteúdo do arquivo de tamanho fixo ............................................................ 14 Definição de Codificação.......................................................................................................... 14 Arquivo enviado ao TRE .......................................................................................................... 15 Cadernos de Votação ................................................................................................................ 15 Processo de Votação ........................................................................................................16 Voto Eletrônico ......................................................................................................................... 17 Treinamento dos Mesários ....................................................................................................... 18 Voto Manual ............................................................................................................................. 20 Voto em Separado ..................................................................................................................... 21 Dificuldades com os Pólos EaD................................................................................................ 23 Análise Estatística do Resultado da Eleição ....................................................................25 Calendário com Tempo Reduzido ...................................................................................43 Pouco tempo para a Comissão Eleitoral Central ...................................................................... 44 Pouco tempo de campanha ....................................................................................................... 44 As Obrigações das Comissões Locais .............................................................................45 Formação da Comissão Central .......................................................................................45 Declarações da representante discente ............................................................................46 Encaminhamentos à Comissão de Ética ..........................................................................46 Ministério Público Federal ..............................................................................................47 Finalização do relatório ...................................................................................................47 A comissão eleitoral central ............................................................................................47 Representantes dos Discentes : ................................................................................................. 48 Representantes dos Docentes: ................................................................................................... 48 Representantes dos Técnicos-Administrativos: ........................................................................ 48 INTRODUÇÃO A Comissão Eleitoral Central vem apresentar o Relatório final do Processo Simultâneo de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e de Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves. A Comissão Eleitoral Central do IFRS/RS para escolha de Reitor do IFRS e Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves, foi designada pela Resolução nº 022, de 19 de abril de 2011, onde foi composta por nove membros. Cada representante foi indicado pelos seus pares de acordo com a categoria a qual pertencia. O grupo foi constituído de forma homogênea, onde participaram três membros de cada segmento (docentes, técnicos administrativos e discentes), tudo para que se pudesse manter a igualdade, a isonomia e principalmente manter preservado o direito de todos participarem e opinarem de forma paritária para que o resultado final ocorresse de acordo com as previsões legais. A Comissão Eleitoral Central buscou o apoio das Comissões de cada Campus, que, por estarem mais próximas do eleitorado, poderiam trazer informações importantes, transparecendo o desejo da comunidade local, nos possibilitando engrandecer o trabalho deixando-o mais próximo da realidade e do desejo de cada um. O objetivo do grupo sempre foi desde o primeiro dia das suas atividades estabelecer uma forma de trabalho clara, transparente e acima de tudo ética com toda a comunidade do IFRS. Diante deste princípio buscou-se elementos que nos auxiliassem no bom desenvolvimento das atividades, de forma que durante todo processo não se privilegiasse erroneamente qualquer parte envolvida. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 3 de 48 Zelamos desde o início para que nossos comunicados e/ou decisões fossem claras e precisas, não dando margens à dúvidas ou interpretações equivocadas a respeito do objetivo. Mesmo assim, não nos furtamos a prestar esclarecimentos sempre que nos foi solicitado ou que se fez necessário. Investimos no cuidado de administrarmos nossas atividades adequadamente, com coerência e transparência a fim de não nos deixarmos influenciar pelas ocorrências externas e que, mesmo irrelevantes, pudessem nos contaminar de alguma forma. Entretanto, não foram poucas as vezes que a Comissão se deparou com inverdades ou outras formas de tentar nos intimidar. Nos comprometemos a trabalhar em estreita consonância com os princípios basilares da administração pública, quais sejam, legalidade, impessoalidade, moralidade, transparência, publicidade, economicidade e eficiência. Isto nos permitiu trabalhar de forma clara, objetiva e principalmente garantindo o acesso a todos sobre tudo que estivesse ocorrendo, assim teríamos mais pessoas nos ajudando, dando ideias, fiscalizando e nos auxiliando naquilo que não podíamos alcançar. Com o intuito de tentar atender as inúmeras demandas que eram enviadas através do correio eletrônico da Comissão Eleitoral Central, realizados durante o processo, além de contemplar as imposições legais e as determinações preliminares do Regulamento Eleitoral, a Comissão juntamente com a Coordenação de Comunicação da instituição criou uma página no sítio eletrônico do IFRS onde foram disponibilizados todos os documentos oficiais da Comissão Eleitoral Central. Esta possibilidade de divulgarmos os documentos através da página criada, foi com toda certeza uma novidade de proposta de trabalho de todos os envolvidos, uma vez que o tempo era exíguo e a logística quase impossível, tendo em vista que estavam envolvidos doze Campi, a Reitoria e todos os Pólos de EaD mantidos pela instituição. Devido à inexistência, até o momento, de uma padronização nesse tipo de processo de consulta eleitoral, fomos precursores de um novo método de ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 4 de 48 divulgação e publicidade dos procedimentos, podendo atingir de forma rápida a todos os envolvidos. Tudo foi feito com o objetivo de termos a frente do IFRS representantes que refletissem o interesse dos seus representados, agregando valor para todos, zelando sempre pelo crescimento da instituição, com postura ética e qualidade acima de tudo. O processo de escolha do cargo de Reitor para o IFRS foi amparado nas disposições legais vigentes para o processo de consulta eleitoral, inclusive dando o exemplo para que outros Institutos Federais do Brasil assim o façam. Foi utilizado o recurso de vídeo conferência para divulgação dos resultados apurados nas urnas no dia da consulta eleitoral, principalmente para facilitar a comunicação entre os Campi, servindo assim como forma de ressaltar que o IFRS é uma instituição moderna o que servirá como exemplo a outras instituições. Inicialmente o grupo precisava estabelecer as regras básicas para que a eleição ocorresse, uma vez que esta era a primeira eleição para Reitor do IFRS. Finalizado o regulamento, o segundo passo era estabelecer como seriam a coleta dos votos, as regras, sua apuracão e totalização. Conseguimos o apoio do TRE/RS, que nos disponibilizou o empréstimo das urnas eletrônicas o que nos possibilitou a racionalização dos custos mediante uma cooperação entre este órgão e Instituições de Ensino, celebrado através de um contrato, sem custo algum para o IFRS, o que facilitou sobremaneira o trabalho de todos que seriam envolvidos nos trabalhos desta eleição. A Comissão Eleitoral apresentou à comunidade sempre prazos e possibilidades de se manifestarem sob a forma de recursos, para todos aqueles que se sentissem atingidos por qualquer irregularidade, coação ou ameaça e, procedeu de forma aberta e clara em seus julgamentos, publicizando o processo e dando ciência a todos das reuniões e atas, conforme publicado no sítio eletrônico do IFRS. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 5 de 48 A Comissão Eleitoral Central entendeu, no entanto, que deveriam ser feitos todos os esforços possíveis no sentido de que o processo de consulta eleitoral ocorresse de forma tranquila e que principalmente atingisse a todos os interessados, garantindo de forma totalmente segura a lisura do processo, nos moldes propostos, nos valendo de parcerias com outros órgãos, a exemplo do que foi feito. Quanto as denúncias recebidas, a Comissão Eleitoral Central manteve, seguindo o Regimento Eleitoral, a postura de instância de recurso. Alguns eleitores questionaram e até mesmo solicitaram que as Comissões Eleitorais, Central e dos Campi, assumissem o papel "polícia", possibilidade que desde o início foi afastada. O poder de polícia cabe a todo interessado no processo eleitoral que, ao constatar uma possível irregularidade, tem o direito e o dever de solicitar a análise dos fatos que podem configurar o ilícito. Assim, todos as denúncias que chegaram até esta Comissão Eleitoral Central foram analisadas com amplo direito de defesa aqueles que estavam diretamente ou indiretamente envolvidos, para só então serem julgadas. Desta maneira a Comissão Eleitoral Central entende ter cumprido seu propósito de se colocar como "instância de recurso" e afirma que as Comissões Eleitorais dos Campi também deveriam ter assumido este papel. ELABORAÇÃO DAS MINUTAS, REGULAMENTOS, AMPAROS LEGAIS Após a definição e instalação da Comissão Eleitoral Central, esta decidiu, em 18 de abril, conforme Ata 01/2011, que o Regulamento dos Processos Simultâneos de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do DiretorGeral do Campus Bento Gonçalves seria discutido com toda a comunidade do IFRS, sendo que as Comissões Eleitorais dos Campi deveriam sistematizar as sugestões dos respectivos servidores e enviá-las à Comissão Eleitoral Central, a qual publicaria este Regulamento aprovado e o respectivo cronograma com as sugestões e alterações relevantes. Para a formatação da Minuta a ser discutida levou-se em consideração o Regulamento Eleitoral do Campus Bento Gonçalves do ano de 2010 e o ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 6 de 48 Regulamento Eleitoral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas. Na reunião do dia 26 de abril de 2011, dentre outras decisões, fez-se o fechamento da Minuta Preliminar Eleitoral sendo a mesma encaminhada, via correio eletrônico, aos Servidores do IFRS, solicitando a todos que encaminhassem suas considerações e/ou sugestões, até o dia 02 de maio do corrente ano, para as respectivas Comissões Eleitorais dos Campi. Ficou estabelecido que do dia 03 de maio até o dia 10 de maio seriam realizadas as sistematizações das sugestões/considerações. No dia 10 de maio de 2011, dentre outras decisões, a Comissão Eleitoral Central resolveu, de forma unânime, a divisão da Minuta Preliminar Eleitoral em: Regulamento dos Processos de Consulta Eleitoral e os Procedimentos Operacionais da Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do DiretorGeral do Campus Bento Gonçalves. Esta decisão surgiu com o intuito de permitir a melhor especificação dos procedimentos operacionais, evitando que o regulamento principal ficasse muito extenso. Devido às inúmeras sugestões/considerações enviadas à Comissão e, não conseguindo analisá-las, foi acordado pelos membros da Comissão Central Eleitoral, que o fechamento do Regulamento dos Processos Simultâneos de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves, foi no dia onze de maio de dois mil e onze. Neste dia, foi finalizado o Regulamento dos Processos de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves, sendo que a finalização dos Procedimentos Operacionais da Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves foi postergada para a próxima reunião. A reunião do dia 19 de maio de 2011, realizada no Campus Canoas, redigiuse a minuta do Regulamento Procedimentos Operacionais da Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do Diretor-Geral do Campus Bento ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 7 de 48 Gonçalves, a qual foi divulgada aos candidatos inscritos para que apresentassem sugestões e críticas, ficando a consolidação deste Regulamento para a reunião dos dias 25 e 26 de maio. Finalmente, na reunião do dia 25 de maio de 2011, finalizou-se o Regulamento dos Procedimentos Operacionais dos Processos Simultâneos de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e do Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves, o qual foi publicado. Decidiu-se também que, a partir deste regulamento seria preparada uma apresentação para todas as comissões e mesários a fim de esclarecer todos os procedimentos da eleição. ELABORAÇÃO DA LISTAGEM DE VOTANTES E DIFICULDADES Para ter um ponto de corte determinou-se que a data base do eleitorado deveria ser a situação dos Campi no dia 10 de maio de 2011, qualquer alteração de servidor ou discente posterior a esta data não deveria constar nas listas oficiais, sendo que estes eleitores votariam na modalidade “Em Separado”. Tendo em vista as diversas situações previstas no Regulamento dos Processos Simultâneos de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e de Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves no que diz respeito ao eleitorado, segue abaixo algumas destas situações: 1. Discentes matriculados em mais de um Curso; 2. Discentes matriculados em mais de um Campi; 3. Docentes que também são Discentes; 4. Docentes que também são Técnicos Administrativos; 5. Técnicos Administrativos que também são Discentes; 6. Técnicos Administrativos lotados em mais de um Campi; 7. Docentes lotados em mais de um Campi; 8. Etc... ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 8 de 48 A Comissão entendeu que a forma ideal e que mais se aproximaria da realidade para o levantamento e elaboração das listagens de Eleitores do presente Processo de Consulta Eleitoral do IFRS seria solicitar às coordenações responsáveis tais relações, para tanto expediu-se a Ordem de Serviço 01/2011 que dentre outras coisas solicitou: 1. Que fosse remetida à Comissão Eleitoral Central, até o dia 20 de Maio de 2011, através do correio eletrônico do Presidente da Comissão Eleitoral de seu respectivo Campus, para o endereço eletrônico [email protected]. Registre-se que este prazo não foi respeitado pela maioria dos Campi. 2. Determinou ainda que a mesma listagem fosse encaminhada, via correio, com idêntica data de postagem do arquivo eletrônico, para Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - Campus Caxias do Sul Rua Mário de Boni, 2250 Bairro Floresta - CEP: 95012-580 - Caxias do Sul/RS, aos cuidados de Miguel Carvalho, Presidente da Comissão Eleitoral Central. Registre-se que este prazo também não foi respeitado pela maioria dos Campi. 3. O item mais importante e o que a maioria dos Campi descumpriu foi o item 3 que citava as informações que eram necessárias nas listagens à serem fornecidas à Comissão Eleitoral Central, são elas: Nome do Município: Nome completo do Município onde o eleitor votará; Nome da Zona Eleitoral: Cada Campus ou Polo do EaD é uma Zona Eleitoral; Segmento do Eleitor: Docente ou Técnico Administrativo ou Discente; Número de Ordem: Número de Ordem nesta listagem com cinco algarismos, na ordem de segmento Docente Administrativo ou Discente; ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 9 de 48 ou Técnico Nome do Eleitor: Nome completo do eleitor; Identificação: Número do SIAPE (para Servidores) ou de Matrícula (para Discentes). Registre-se que houveram inúmeras divergências de informações repassadas para este dado em cada Campi. O descaso foi tamanho que a Comissão Eleitoral Central chegou a receber listagens em tabelas dentro de documentos do tipo texto, contendo apenas nomes, e mais nenhuma outra informação. Para piorar ainda mais a situação, muitos nomes no meio das tabelas estavam em células mescladas, o que tornava o trabalho de cópia das informações extremamente trabalhoso, necessitando em certas situações copiar nome a nome. Soma-se a isto, a situação de recebermos ao todo 48 arquivos, sendo que alguns se subdividiam em vários outros (planilha – sub-planilha), o que comprova um grande desconhecimento de informática básica por parte de muitos servidores do IFRS, ou mesmo falta de humildade para solicitar ajuda. De posse de todos estes arquivos, começou-se a criar a listagem única, unindo todas as informações de todos os Campi. Com esta listagem única criada e devidamente formatada, começou-se a sua análise. Da análise resultaram centenas de inconsistências a ponto de a Comissão Eleitoral Central não poder resolver sozinha. Iniciaram-se as correções por parte da Comissão das inconsistências visíveis e sem complexidade, em paralelo a isto, determinou-se através da Ordem de Serviço 02/2011 dentre outras coisas que: • Após conferência da Comissão Eleitoral Central, as listagens apresentadas pelas Comissões Locais de cada Campus do IFRS apresentam diversas inconsistências, sejam por duplicidade de cadastro do eleitor, por nomes sem códigos de identificação numérica, nomes com acréscimos referentes aos cargos ou a lotação do eleitor, dentre outros problemas identificados. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 10 de 48 • Que a listagem preliminar dos eleitores votantes do processo de consulta eleitoral foi publicada no sítio eletrônico do IFRS. • Que as Comissões Eleitorais Locais de cada Campus realizassem o procedimento de conferência desta listagem. • Que todos os eleitores, candidatos e demais envolvidos no pleito eram solidariamente responsáveis pela verificação e indicação de possíveis erros. • E o mais importante no seu item 5 que as solicitações de inclusão, alteração ou exclusão na listagem oficial fossem remetidas de acordo com o Formulário disponibilizado no Anexo I desta mesma Ordem de Serviço e remetidas para o endereço eletrônico [email protected]. • Como a Comissão Eleitoral Central possuía o prazo firmado em Contrato (01/06/2011) para enviar a lista de eleitores para o TRE determinou-se que o prazo máximo para envio de inclusão, alteração ou exclusão nesta listagem seria o dia 27 de maio de 2011. Este item 6 não foi obedecido, chegando ao ponto de no próprio dia das eleições dia 28/06/2011 a Comissão estar recebendo mensagens eletrônicas solicitando alterações na lista oficial de eleitores. • Foi reafirmado também que os parâmetros para definição quanto ao Colégio Eleitoral estavam previstos no Capítulo IV do Regulamento dos Processos Simultâneos de Consulta Eleitoral para a Escolha dos Cargos de Reitor do IFRS e Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves. Esta Ordem de Serviço 02/2011 resultou em um total de 35 manifestações recebidas que solicitavam alterações na lista oficial. Ao término das verificações e correções tivemos um total de 328 alterações realizadas, sendo que nenhuma solicitação de alteração foi recusada mesmo tendo sido recebida fora dos padrões ou fora das datas informadas, com exceção das ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 11 de 48 recebidas após o dia 02 de junho data esta em que as informações do eleitorado já estavam com o Tribunal Regional Eleitoral para o mesmo dar a carga nas Urnas Eletrônicas não podendo, por este motivo, ser alterado. Recebemos, também, neste período uma listagem do sistema SISTEC com todos os discentes do IFRS, porém aplicando um Filtro de duplicações foram identificados 326 inconsistências, descartando-se então a utilização desta listagem pois não haveria tempo hábil para fazer todas as correções novamente. Declarado encerrado as alterações da lista oficial elaborou-se um arquivo conforme modelo que segue: SEGMENTO E CAMPUS/PÓLO CODIGO DO MUNICIPIO DISCENTES BENTO DISCENTES BENTO DISCENTES BENTO DISCENTES BENTO DISCENTES BENTO DISCENTES BENTO 88888 88888 88888 88888 88888 88888 NUMERO NUMERO DA DA ZONA SEÇÃO 0008 0008 0008 0008 0008 0008 0011 0011 0011 0011 0011 0011 IDENTIFICAÇÃO ÚNICA IFRS IDENTIFICAÇÃO ÚNICA IFRS 000000000001 000000000002 000000000003 000000000004 000000000005 000000000006 000000000001 000000000002 000000000003 000000000004 000000000005 000000000006 CONCATENAÇÃO 8888800080011000000000001ADELAR CAPOVILLA 8888800080011000000000002ADEMAR KUMINIKI 8888800080011000000000003ADEMIR FERNANDO KROTH 8888800080011000000000004ADRIAN LUIZ RIZZO 8888800080011000000000005ADRIANA GLANERT 8888800080011000000000006ADRIANA LONGO NOME ELEITOR ADELAR CAPOVILLA ADEMAR KUMINIKI ADEMIR FERNANDO KROTH ADRIAN LUIZ RIZZO ADRIANA GLANERT ADRIANA LONGO IDENTIFICAÇÃO ÚNICA FORNECIDA PELO CAMPUS 020.109.990-02 705.167.230-49 008.802.490-30 019.891.900-06 818.031.090-68 012.171.810-75 Tabela 01 – Exemplo da Lista Oficial Os campos constantes nela são: • Segmento e Campus/Polo: Identifica o segmento e a lotação do eleitor; • Código do Município: Identifica o Município do eleitor; • Número da Zona: Identifica a Zona do eleitor; • Número da Seção: Identifica a Seção do eleitor; • Identificação Única: Identificação numérica sequencial única do eleitor; • Identificação Única no IFRS: Identificação texto sequencial única do eleitor; • Concatenação: Codificação de junção dos campos para elaboração do arquivo txt de tamanho fixo para o TRE; • Nome do Eleitor: Nome do eleitor; • Identificação única 01 fornecida pelo Campus: Identificação numérica única do eleitor fornecida pelo Campus; • Identificação única 02 fornecida pelo Campus: Identificação numérica única do eleitor fornecida pelo Campus; ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 12 de 48 • Identificação única 03 fornecida pelo Campus: Identificação numérica única do eleitor fornecida pelo Campus; Esta lista teve um total de 9080 itens separados por Segmento, Município, Zona e Seção respectivamente e ordenados pelo código de Identificação Única no IFRS. Inicialmente foram criados códigos próprios de Municípios, Zonas e Seções Eleitorais para o IFRS, porém, por recomendação do TRE tais códigos foram mudados e adotados os mesmos padrões utilizados por eles, conforme mostrados a seguir: • Zona 8 - Bento Gonçalves - Código do Município = 88888 (eleição do Campus) • Zona 8 - Bento Gonçalves reitoria - Código do Município = 85413 • Zona 171 - Canoas - Código do Município = 85898 • Zona 148 - Erechim - Código do Município = 86371 • Zona 61 - Farroupilha - Código do Município = 86550 • Zona 165 - Feliz - Código do Município = 86592 • Zona 121 - Ibirubá- Código do Município = 87017 • Zona 77 - Osório - Código do Município = 87734 • Zona 158 - Porto Alegre - Código do Município = 88013 • Zona 158 - Porto Alegre Restinga - Código do Município = 88013 • Zona 163 - Rio Grande - Código do Município = 88153 • Zona 70 - Sertão - Código do Município = 89117 • Zona 16 - Caxias - Código do Município = 85995 O arquivo a ser fornecido para o TRE também seguiu uma lógica e padrões conforme solicitado, que foram: Arquivo texto com largura fixa conforme layout abaixo: ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 13 de 48 NOME DO CAMPO CODIGO DO MUNICIPIO NUMERO DA ZONA NUMERO DA SECAO * NUMERO DO TITULO ** NOME DO ELEITOR *** DADO QUE CONSTARÁ NO CAMPO Código do Município junto ao TRE Código da Zona junto ao TRE Codificação própria Identificação única IFRS Nome completo LARGURA DO CAMPO 5 4 4 12 45 Tabela 02 – Codificação do arquivo de tamanho fixo Observações do conteúdo do arquivo de tamanho fixo * Número das seções vai de 0001 até n (onde n = número da última seção com zeros a esquerda). Em cada seção ficarão no máximo 900 eleitores. A separação dos eleitores por seção obedecerá a sequência de matrículas ou a ordem alfabética. ** Será utilizado um número sequencial para substituir o número do título de eleitor. Esse número obrigatoriamente deveria ter 12 caracteres. Caso o número fosse menor, deveria ser completado com zeros a esquerda. *** O campo nome deveria ter 45 caracteres no máximo. Os espaços a direita do nome deverão ser deixados em branco. Exemplo de quatro linhas do arquivo texto com as seções 0001 e 0002: 8888809990001000001458752JOÃO MARIA DA SILVA 8888809990001000014587543JOSE DA SILVA XAVIER 8888809990002000001456689JOÃO DA SILVA 8888809990002000027584143JOSE MARIA DA SILVA Definição de Codificação Conforme Regulamento, entende-se por Zona Eleitoral cada “Campus” ou Pólo de EaD. Ainda, entende-se por Seção Eleitoral “cada urna receptora”. Os 4 dígitos que representam a Seção Eleitoral foram determinados seguindo um padrão, sendo que os dois primeiros serão zero para todos os Campi com exceção de Restinga, Reitoria e Pólos que utilizam o mesmo número de Município e Zona Eleitoral, o terceiro foi 1, 2 ou 3 (discente, docente e técnico, respectivamente) e o quarto o número que representava a urna. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 14 de 48 Conforme codificação do TRE os últimos doze dígitos representam o Título de Eleitor. Como o IFRS possui centenas de alunos que ainda não possuem tal documento foram gerados códigos sequenciais que identificaram o eleitor dentro do IFRS. Arquivo enviado ao TRE O arquivo txt gerado para o TRE ficou da seguinte forma: 8888800080011000000000001ADELAR CAPOVILLA 8888800080011000000000002ADEMAR KUMINIKI 8888800080011000000000003ADEMIR FERNANDO KROTH 8888800080011000000000004ADRIAN LUIZ RIZZO 8888800080011000000000005ADRIANA GLANERT 8888800080011000000000006ADRIANA LONGO 8888800080011000000000007ADRIANA LUCÍ CAMERINI 8888800080011000000000008ADRIANE CRISTINA BIASOLI 8888800080011000000000009ADRIANE FABRO 8888800080011000000000010ADRIANE MISTURINI 8888800080011000000000011ADRIANE TERESINHA ANCEZKI RUSTICK 8888800080011000000000012ADRIANO ESTEVÃO GARDA 8888800080011000000000013ADRIELEN TAMIRIS CANOSSA 8888800080011000000000014ADRIELLE DEBONA 8888800080011000000000015AIRTON LUIZ KUNZLER CHESINI 8888800080011000000000016ALAIR SANTORO 8888800080011000000000017ALAN MERLO 8888800080011000000000018ALANA BLUM SARAIVA 8888800080011000000000019ALANA FERRABOLI 8888800080011000000000020ALANA FORESTI 8888800080011000000000021ALCIONE BORGES DE OLIVEIRA ETC... O arquivo final possui 8403 linhas, pois nela estão relacionados os eleitores que votaram nas Urnas eletrônicas sendo que os eleitores que votaram nas Urnas de lona (em cédulas de papel), ficaram com seus nomes apenas nos Cadernos de Votação de cada Seção Eleitoral. Cadernos de Votação Os Cadernos de Votação foram todos elaborados pela Comissão Eleitoral Central com base no arquivo único do eleitorado do IFRS, para não ocorrerem problemas foram confeccionados cadernos individuais para cada Seção Eleitoral. Estes cadernos, no formato PDF, foram enviados para a Comissão Local de cada ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 15 de 48 Campus e esta repassaria para o Presidente de cada Zona Eleitoral que ficou responsável pela impressão e divisão conforme organização própria. Segue abaixo o modelo de caderno de votação. IDENTIFICAÇÃO ÚNICA IFRS NOME DO ELEITOR IDENTIFICAÇÃO FORNECIDA PELO CAMPUS ASSINATURA COMPROVANTE 000000000001 ADELAR CAPOVILLA 020.109.990-02 Comprova nte de votação do eleitor 0000000 00001 000000000002 ADEMAR KUMINIKI 705.167.230-49 Comprova nte de votação do eleitor 0000000 00002 Tabela 03 – Modelo do Caderno de Votação Os Cadernos possuíam as seguintes colunas: Identificação Única IFRS: Identificação numérica única gerada em nível de IFRS; Nome do Eleitor: Nome completo do eleitor; Identificação fornecida pelo Campus: Identificação numérica única fornecida pelo Campus de origem; Assinatura: Campo para assinatura do eleitor comprovando que ele exerceu seu direito à voto; Comprovante: Comprovante que era destacado, rubricado e entregue ao eleitor. PROCESSO DE VOTAÇÃO Para operacionalização de todo o processo de recepção, apuração e totalização dos votos, ao deparar-se com uma realidade que apontava para um colégio eleitoral de aproximadamente dez mil pessoas, a Comissão Eleitoral Central optou por buscar auxilio com o Tribunal Regional Eleitoral – TRE/RS. Este Tribunal, responsável pelas eleições oficiais, e de ilibada conduta, foi procurado inicialmente através de uma consulta informal para que se tivesse conhecimento de seus procedimentos no sentido de atender aos interesses do IFRS. Assim, mediante ofício expedido no dia vinte e seis de abril, foi solicitado ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 16 de 48 formalmente o apoio tecnológico através do empréstimo de urnas eletrônicas e de urnas de lona para o voto manual e “em separado”. A afirmativa do TRE/RS ocorreu em pouco mais de uma semana, agendando reunião com o presidente da Comissão Eleitoral Central e o membro destacado para operacionalizar o processo junto ao Tribunal. Desta reunião inicial ficou decidido todo o procedimento de votação eletrônica e manual, incluindo os votos “em separado”. Voto Eletrônico Para a concretização do empréstimo das urnas eletrônicas foi necessário a elaboração de uma protocolo de intenções que contemplasse o andamento de todo o Processo de Consulta Eleitoral e garantisse para ambas as partes o andamento de todo o processo, inclusive que resguardasse o TRE/RS caso alguma destas urnas fosse danificada ou extraviada. Deste protocolo, após amplo debate envolvendo os setores de contratos e administrativos-financeiros destas Instituições Federais, a Seção de Planejamento de Voto (SEPLA) do TRE/RS e a Comissão Eleitoral Central, transformou-se em uma Minuta contratual que foi assinada pelo presidente do referido Tribunal e pelo Reitor em exercício. Esse procedimento tornou-se mais necessário ainda diante do obtenção do empréstimo das urnas eletrônicas sem custos ao IFRS, desde que atendidas as solicitações administrativas/contratuais do Tribunal. No processo de voto eletrônico foi acertado que haveria uma divisão dos eleitores de acordo com seu segmento e local de votação e a consequente organização em urnas/seções eleitorais. Esse procedimento foi necessário para eliminar o perigo de um mesmo eleitor votar em duas urnas diferentes. Assim, cada eleitor foi “alocado” em uma única urna ou como o TRE/RS convenciona denominar, “dentro da urna”. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 17 de 48 Outra definição refere-se a numeração que os candidatos deveriam adotar para que o eleitor os identificasse, composta por dois algarismos que apontariam para o nome social e para a foto do candidato, antes da confirmação do voto. Para tanto, a Comissão Eleitoral Central definiu uma numeração prévia que não vinculasse os candidatos a nenhum partido político e aos números adotados nas eleições oficiais e solicitou aos candidatos que apresentassem as fotografias e o nome social para inserção do software eleitoral. Antes da entrega da listagem ao TRE/RS, foi necessário a adoção de procedimento que garantisse que cada eleitor tivesse um número único que o identificasse na urna, ocasionando conferências e gerando a necessidade de um cadastro eleitoral perfeito, ou seja, sem nenhum tipo de inconsistência, o que poderia levar a invalidação de todo o processo eleitoral. Após tantos problemas iniciais da obtenção destas informações as mesmas foram corrigidas sendo que a versão enviada ao TRE/RS não apresentou nenhum tipo de problema ou inconsistência. Também não houve registro nas atas das mesas eleitorais de nenhuma reclamação. Como garantia de que o software gerado pelo TRE/RS, a partir das informações fornecidas pela Comissão Eleitoral Central, não continha problemas de armazenamento de informações e que os dados de entrada no software expressariam a vontade dos eleitores com a exatidão necessária, foi disponibilizado pelo TRE/RS a realização de uma auditoria das urnas eletrônicas. Esta realizou-se no dia 08 de junho de maneira simultânea na 158º Zona Eleitoral em Porto Alegre e na 0008º Zona Eleitoral em Bento Gonçalves, cidades onde haviam candidatos aos cargos eletivos. Inclusive, essa auditoria foi pública e os candidatos foram convidados a participar ou a enviar representantes, tendo sido veiculada notícia no sitio eletrônico do IFRS sobre o fato. Treinamento dos Mesários ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 18 de 48 No dia 20 de junho foi realizado um treinamento operacional que contou com a presença de servidores do TRE/RS com o objetivo de capacitar os mesários na utilização/operacionalização da urna eletrônica. Assim, todos os mesários foram convocados juntamente com representantes (dois) das Comissões Locais a participarem deste treinamento. Ressalta-se que quando foi fechado o contrato com o TRE/RS uma de suas exigências referia-se a realização deste treinamento em local único e contando com a participação de todos os mesários. Assim, foi escolhido o auditório da Reitoria como local deste treinamento que também serviu para que a Comissão Eleitoral Central pudesse informar sobre todos os procedimentos, incluindo assinaturas nas listas de presença e elaboração das atas. Diante da situação de que cada eleitor encontrava-se alocado em uma única determinada urna eletrônica, a Comissão Eleitoral Central orientou os presidentes de mesas eleitorais que a identificação do eleitor precedesse a recepção de seu voto e que nos casos em que o eleitor não se encontrava na relação dos eleitores desta urna, fosse oferecido ao suposto eleitor que o fizesse na modalidade “em separado”. Tendo em vista que o TRE/RS conta com três modelos de urnas eletrônicas diferentes nos Municípios abrangidos pelo IFRS, onde cada uma utiliza um software diferente houve a necessidade de se optar por um modelo de urna para que não se desenvolvesse três modelos de software diferentes. Assim, houve a necessidade de se transportar algumas urnas eletrônicas de alguns Municípios para outros, para que se realizasse a carga das informações dos eleitores e consequente devolução após o pleito. A responsabilidade por esta logística das urnas ficou a cargo da Comissão Eleitoral Local dos Campi. No dia da Eleição, sob coordenação da Comissão Eleitoral Central, cada mesa receptora de votos que utilizou urna eletrônica emitiu a partir das 8h30 as “Zerésimas” - documento que comprova que até este horário não houve registro de nenhum voto para nenhum dos candidatos. Com a apresentação das mesmas e realizado as devidas conferências não constatou-se nenhuma irregularidade, o que permitiu o início da votação a partir das 09h. (Para maiores informações vide informações disponibilizadas no sítio eletrônico) ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 19 de 48 Conforme acordado desde o inicio das tratativas, o processo de totalização dos votos ficou ao encargo da Comissão Eleitoral Central a partir da emissão dos Boletins de Urnas (BUs) impressos no encerramento da operação de cada urna eletrônica. Assim, os mesários foram instruídos sobre como operacionalizar este procedimento e como deveriam repassar os BUs para a Comissão Eleitoral Central, primeiramente digitalizados agilizando o processo e depois encaminhando-os anexados as referidas atas. É importante ressaltar que todo o processo de recepção, apuração e totalização dos votos eletrônicos transcorreu sem nenhum tipo de problema que viesse a ser relatado à Comissão Eleitoral Central. Não houve nenhum pedido de impugnação de urna eletrônica e, após a eleição, o membro representante da Comissão Eleitoral Central certificou-se junto ao TRE/RS que a auditoria pós-eleição também não apresentou nenhum problema, garantindo os resultados apresentados por esta Comissão. Voto Manual O voto manual, através de cédulas de papel, foi previsto para ser utilizado nos pólos de Educação à Distância (EaD), para a modalidade de voto em separado e no caso de algum imprevisto com a operacionalização das urnas eletrônicas e/ou nome do eleitor não relacionado no Caderno de Votação. Assim, a Comissão Eleitoral Central confeccionou um modelo de cédula da eleição para a reitoria do IFRS. A impressão das cédulas ficou a cargo das comissões locais, a quem a Comissão Eleitoral Central encaminhou arquivo com o modelo da cédula e comunicado sobre a definição das cores dos papéis onde deveriam ser impressas as cédulas, a saber: branca para o segmento discente, amarelo para o segmento docente e verde para o segmento técnico-administrativo, sendo que alguns Campi não obedeceram estas cores mas não houve prejuízo à validação e contagem de tais votos. As comissões eleitorais e mesários receberam a ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 20 de 48 orientação de que as cédulas deveriam ser assinadas pelo presidente da mesa ou por seu substituto, sem a qual o voto não seria validado. Não ocorreu nenhum problema que inviabilizasse o uso de urnas eletrônicas. Assim, a votação manual foi utilizada para os pólos EaD e para os votos na modalidade em separado. A impressão e transporte das cédulas dos pólos foram providenciadas pelas comissões dos campi, responsáveis também pela apuração destes votos. A apuração dos votos do pólo EaD de São Borja foi feita pela Comissão Eleitoral Central, por motivos expostos em seção própria. Voto em Separado O voto em separado foi o instrumento utilizado para situações excepcionais, de forma a garantir o exercício do direito ao voto de todos os eleitores. Através dele, o voto era identificado em envelope próprio e recolhido em urna de lona separada para, após avaliação da situação do eleitor por parte da Comissão Eleitoral Central, ser computado ou descartado. A Comissão Eleitoral Central orientou aos mesários e Comissões Eleitorais Locais a operarem da seguinte forma: • O suposto eleitor deveria identificar-se ao presidente da mesa eleitoral e solicitar seu voto em separado, entregando cópia de documentação comprobatória de seu direito ao voto. • A mesa receptora foi orientada a não emitir juízo de valor sobre o direito ou não ao voto. Caso o suposto eleitor não apresentasse documentos comprobatórios, a mesa receptora deveria receber este voto em separado e submetê-lo à apreciação da Comissão Eleitoral Central. • Após registrar seu voto, o eleitor depositava sua cédula em envelope nãoidentificado e lacrado. Este, por sua vez, era depositado em envelope identificado, também lacrado, sendo depositado em urna de lona. • Estes votos devem ser enviados à Comissão Eleitoral Central, junto às atas e demais documentos das eleições. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 21 de 48 Frente a questionamentos sobre a possibilidade de eleitores que estivessem fora de seus campi a serviço se valerem desta modalidade de voto, a Comissão Eleitoral Central emitiu um comunicado autorizando este procedimento. Neste mesmo comunicado, foi autorizado o uso do voto em separado para servidores recentemente removidos bem como para aqueles que foram nomeados após a finalização das listagens de eleitores. Após a realização das eleições, a Comissão Eleitoral Central recebeu os documentos das Comissões de Campi e não verificou em nenhuma ata nenhum pedido de impugnação de urna ou voto. A apuração dos votos em separado ocorreu em reunião pública e aberta a todos os interessados e foram tomadas as seguintes providências: • Os envelopes foram separados por segmentos (docente, discente e técnicoadministrativo) e analisados caso a caso. A Comissão Eleitoral Central verificou os documentos anexados e, para aumentar a segurança do processo, confirmou os dados junto aos bancos de dados oficiais do IFRS. • Foi verificado junto às listas de votantes se havia algum caso de voto em duplicidade (em urna eletrônica e na modalidade em separado). Foi detectado um caso, cujo voto em separado foi invalidado. • Os envelopes externos, identificados, referentes a eleitores que tiveram seus votos validados foram abertos, sendo mantidos lacrados os envelopes internos, não-identificados. Estes foram juntados por segmento e apurados. • Os envelopes externos, identificados, referentes a eleitores que não tiveram seus votos validados, foram desconsiderados e guardados em envelope lacrado, para o caso de haver algum recurso à decisão da Comissão. • A Comissão Eleitoral Central emitiu um comunicado intitulado “Análise dos Votos da Modalidade ‘Em Separado’”. Nele, constavam os eleitores que tiveram seus votos validados, os eleitores que não tiveram seus votos validados e o motivo desta não-validação. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 22 de 48 • Como não houve nenhum recurso à decisão da Comissão, estes envelopes foram destruídos ainda lacrados. Graças a esta modalidade de votação, nenhum eleitor do IFRS que desejou exercer seu direito ao voto na forma do regulamento se viu impedido de fazê-lo. Assim, garantiu-se a ampla participação e a mais absoluta inviolabilidade do sigilo do voto de todos e de cada eleitor. Cabe destacar, ainda, que a comissão decidiu previamente que, mesmo que os votos em separado não alterassem o resultado prévio indicado pelas urnas eletrônicas, estes seriam apurados para que o voto de cada eleitor fosse computado e fizesse parte deste momento histórico que foi a primeira eleição para a reitoria do Instituto Federal do Rio Grande do Sul. Dificuldades com os Pólos EaD Acarretou em grandes dificuldades tanto para as Comissões Eleitorais Locais, como para a Comissão Central Eleitoral, o fato dos Campi terem Pólos EaD em locais distantes geograficamente. As Comissões Locais questionaram a Comissão Central sobre o atendimento destes Pólos, tendo em vista o fato destas distâncias geográficas sendo que perante este fato a Comissão Central orientou que todos os Campi com Pólos EaD, encaminhassem as listas de votantes para a Comissão Eleitoral Central, bem como, providenciassem servidores, viaturas e materiais necessários para o bom andamento do processo eleitoral, garantindo a igualdade de condições aos eleitores, conforme prevê a lei vigente. Este processo de organização das listas pela Comissão Eleitoral Central teve grandes dificuldades, perante as inúmeras duplicidades de alunos. Ficou decidido que os nomes em duplicidade, que constassem tanto no Campus quanto em algum de seu(s) Pólo(s), ficariam mantidos apenas na lista do Campus. Os nomes com duplicidade em Pólos seriam mantidos em apenas um dos Pólos. Após a divulgação da lista de votantes determinou-se um prazo para as Comissões Locais, bem como todos os eleitores se manifestarem em relação a esta lista. Ao término deste prazo, procedeu-se o fechamento das listas de todos os Pólos EaD. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 23 de 48 Após a divulgação da lista final de eleitores, a Comissão Eleitoral Central, buscou em conjunto com as Comissões Locais, tendo em vista que a eleição é ato de todo o IFRS e não de um Campus específico, planejar o atendimento a estes Pólos, visando a redução de custos e a diminuição do pessoal envolvido, sugerindo que o recebimento de votos nos Pólos EaD fosse realizado pelo Campus mais próximo. Porém as Comissões Eleitorais dos Campus com Pólos EaD, planejaram e organizaram-se de acordo com as suas necessidades e possibilidades de atendimento. Durante o dia das eleições ocorreram alguns imprevistos, como o acidente com os funcionários do Campus Porto Alegre, os quais iriam recolher os votos nos Pólos de São Borja e Cruz Alta. Após a comunicação deste imprevisto, a Comissão Eleitoral Central entrou em contato com o Núcleo Avançado de Ibirubá, o qual designou servidores para receber os votos no Pólo de Cruz Alta. Quanto ao Pólo de São Borja, devido à distância, não houve tempo hábil para deslocamento de outro servidor até o início da votação. Diante deste fato a Comissão Eleitoral Central entrou em contato com o Campus São Borja do Instituto Federal de Farroupilha, o qual atendeu prontamente a solicitação da Comissão Eleitoral Central e designou um servidor para o recolhimento destes votos. Após o término da votação nos Pólos EaD, os servidores designados para o recolhimento dos votos, deslocando-se para os Campi, os quais realizaram a contagem dos votos e encaminhamento à Comissão Eleitoral Central. Após as análises das atas de votação, verificou-se que mesmo com todo o empenho da Comissão Eleitoral Central, e das Comissões Locais na organização do processo de recolhimento destes votos, o número de eleitores foi baixo, sendo que em alguns Pólos não houve registro de nenhum voto. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 24 de 48 Análise Estatística do Resultado da Eleição VOTOS VÁLIDOS POR SEGMENTO Figura 1 – Votos para a Profª. Cláudia Figura 2 – Votos para o Profº. Marcelo ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 25 de 48 CÔMPUTO TOTAL DE VOTOS ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 26 de 48 ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 27 de 48 VOTOS VÁLIDOS - EM SEPARADO - POR SEGMENTO ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 28 de 48 VOTOS VÁLIDOS POR CAMPUS PARA O SEGMENTO DOCENTE Figura 10 – Campus Bento Gonçalves Figura 11 – Campus Porto Alegre ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 29 de 48 Figura 12 – Campus Canoas Figura 13 – Campus Caxias do Sul ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 30 de 48 Figura 14 – Campus Erechim Figura 15 – Campus Osório ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 31 de 48 Figura 16 – Campus Rio Grande Figura 17 – Reitoria ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 32 de 48 Figura 18 – Campus Restinga Figura 19 – Campus Sertão ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 33 de 48 VOTOS VÁLIDOS POR CAMPUS PARA O SEGMENTO DISCENTE Figura 20 – Campus Bento Gonçalves Figura 21 – Campus Canoas ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 34 de 48 Figura 22 – Campus Caxias do Sul Figura 23 – Campus Erechim ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 35 de 48 Figura 24 – Campus Osório Figura 25 – Campus Porto Alegre ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 36 de 48 Figura 26 – Campus Rio Grande Figura 27 – Campus Sertão ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 37 de 48 Figura 28 – Campus Restinga VOTOS VÁLIDOS POR CAMPUS PARA O SEGMENTO TA’s Figura 29 – Campus Bento Gonçalves ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 38 de 48 Figura 30 – Campus Canoas Figura 31 – Campus Caxias do Sul ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 39 de 48 Figura 32 – Campus Erechim Figura 33 – Campus Osório ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 40 de 48 Figura 34 – Campus Reitoria Figura 35 – Campus Rio Grande ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 41 de 48 Figura 36 – Campus Sertão Figura 37 – Campus Porto Alegre ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 42 de 48 Figura 38 – Restinga CALENDÁRIO COM TEMPO REDUZIDO A Comissão Eleitoral Central entendeu que o tempo disponível para a Consulta Eleitoral foi extremamente reduzido por se tratar do primeiro processo eleitoral do IFRS e não existir nenhum documento previamente redigido que pudesse servir como base para o início dos trabalhos. Dentre os documentos que precisavam ser confeccionados logo no início do Processo de Consulta Eleitoral, destacou-se o REGULAMENTO DOS PROCESSOS SIMULTÂNEOS DE CONSULTA ELEITORAL PARA A ESCOLHA DOS CARGOS DE REITOR DO IFRS E DE DIRETOR-GERAL DO CAMPUS BENTO GONÇALVES e do REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DOS PROCESSOS SIMULTÂNEOS DE CONSULTA ELEITORAL PARA A ESCOLHA DOS CARGOS DE REITOR DO IFRS E DO DIRETORGERAL DO CAMPUS BENTO GONÇALVES. Na elaboração destes regulamentos, objetivando maior transparência e democracia, a Comissão Eleitoral Central optou por disponibilizar para discussão, avaliação e participação de toda comunidade do IFRS, as minutas dos regulamentos. Esta ação demandou um prazo mínimo para que ocorresse e pudesse então ser sistematizadas as sugestões e considerações. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 43 de 48 Pouco tempo para a Comissão Eleitoral Central Perante às dificuldades encontradas, esta Comissão Eleitoral Central recomenda que todo e qualquer servidor que for participar de uma Comissão Eleitoral seja dispensado de suas atividades normais devido à grande carga de trabalho e dedicação que deve ser empregada na realização deste tipo processo. Pouco tempo de campanha A Comissão Eleitoral Central foi nomeada pelo CONSUP no dia dezenove de abril do corrente ano, sendo que a lei estabelece até noventa dias para o desenrolar do Processo de Consulta Eleitoral. Somando-se a isto encontra-se neste período dos noventa dias o recesso escolar, que fez reduzir o prazo de todo o cronograma, tendo sido antecipado o processo para que pudéssemos ter o maior número possível de eleitores participando. Além disso a Comissão Eleitoral Central tinha a obrigação de respeitar todos os prazos iniciando-se desde de inscrição, recursos, contra-recursos e etc... o que também resultou em mais redução de prazo. A Comissão recebeu reclamações referentes ao pequeno tempo destinado ao período de Campanha, contudo não teve outra alternativa conforme explicitado acima. Devido à Geográfica entre os Campi distância ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 44 de 48 este problema se agravou ainda mais, gerando transtorno aos candidatos, às Comissões Locais e principalmente à Comissão Eleitoral Central. AS OBRIGAÇÕES DAS COMISSÕES LOCAIS Um grande problema encontrado foi o despreparo das Comissões Locais que, mesmo tendo disponível toda documentação e normativas para Consulta Eleitoral elaborada pela Comissão Eleitoral Central não efetuaram as devidas leituras, e, em alguns momentos não acataram às solicitações. A Comissão Eleitoral Central recebeu muitos questionamentos o que gerou grande demanda de trabalho a esta Comissão, sendo que os mesmos poderiam ser resolvidos facilmente junto às Comissão Locais com uma atenta e minuciosa leitura aos regulamentos. A exemplo disso podemos citar as inúmeras denúncias repetitivas ao longo de todo Processo de Consulta Eleitoral. Fica a recomendação para que a determinação das Comissões de cada Campus sejam constituídas com antecedência, e que as pessoas que forem participar/candidatar-se realmente estejam cientes das responsabilidades e da dedicação que deverão ter junto à tarefa assumida. FORMAÇÃO DA COMISSÃO CENTRAL É de grande importância que a Comissão Eleitoral Central seja constituída e reconhecida através da representatividade de SEGMENTOS e não de CAMPI. Devido à quantidade de Campi fica uma recomendação para criação de uma Comissão Eleitoral Permanente que possa determinar/elaborar as melhores práticas para andamento de tal processo. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 45 de 48 DECLARAÇÕES DA REPRESENTANTE DISCENTE Esse processo foi muito importante porque fez com que eu visse o IFRS de uma maneira diferente dos outros alunos. Fez com que eu amadurecesse e visse um mundo diferente do qual eu estava acostumada a lidar. Admito que realmente me decepcionei com algumas coisas que presenciei tal como uma grande disputas de egos, e as vezes preferia ser como vários de meus colegas que ainda pensam que essa instituição é perfeita. Aprendi a amar essa instituição, nunca gostei tanto de estar dentro de uma “escola” como tenho vontade de ficar dentro dessa instituição de ensino público, e realmente gostaria de fazer parte desse sistema decidindo então daqui a um tempo me tornar uma servidora do IFRS. A importância da participação dos alunos do IFRS nesses processos é muito importante, pois faz com que esses representantes consigam por em prática o pensamento e a vontade dos alunos. Se todos os alunos pudessem ter alcance a todo esse conhecimento que eu absorvi com certeza teriam pensamentos diferentes daqueles que a maioria dos alunos tem e que também é de muitos professores. Antes eu pensava como eles que tudo dependia da “má vontade das pessoas” e da reitoria. Eu não pensava, assim como eles, que tudo depende de um grande processo público, não só nessa comissão como também todo esse processo de gestão do IFRS. Esse processo eleitoral também me mostrou que existe democracia e que as pessoas podem fazer suas escolhas. ENCAMINHAMENTOS À COMISSÃO DE ÉTICA A Comissão Eleitoral Central frente à certos abusos recebidos e não podendo/tendo poderes para punir ou julgar os fatos, encaminhará estes para a Comissão de Ética. ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 46 de 48 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL No dia 01 de julho de 2011, esta Comissão recebeu do MPF o ofício número 577/2011 referente ao Procedimento Administrativo número 1.29.012.000102/201183 o qual solicitava que esta Comissão prestasse informações em um prazo de 24 horas acerca dos fatos citados no referido Procedimento e que não divulgasse o resultado final até esclarecimento dos fatos. Conforme Calendário da Consulta Eleitoral a divulgação do resultado da Consulta Eleitoral estava prevista para ser publicizada até o dia 01 de julho de 2011, porém, o mesmo foi divulgado ainda no dia 30 de junho de 2011, data esta em que a Comissão Eleitoral Central estava encerrando os trabalhos de apuração e totalização de votos. No dia seguinte (01/07/2011) para a Comissão Eleitoral Central recebeu a notificação do MPF através de correio eletrônico para prestar esclarecimentos a cerca do processo eleitoral. A Comissão em atendimento a esta notificação elaborou uma resposta, contendo os esclarecimentos das atividades realizadas por esta Comissão. FINALIZAÇÃO DO RELATÓRIO Nos dias dezoito e dezenove de julho do corrente ano a Comissão Eleitoral Central se reuniu em Bento Gonçalves para elaboração deste Relatório Final que explicita todo processo de Consulta Eleitoral do IFRS, detalhando problemas e indicando soluções e melhores práticas para que as próximos processos possam transcorrer com maior facilidade e agilidade. A COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 47 de 48 Representantes dos Discentes : Joílson Gradin – campus Sertão Miguel Augusto Beulk Carvalho – campus Caxias do Sul - Presidente Fernanda Ibarra de Oliveira – campus Canoas – Primeira Secretária Representantes dos Docentes: Susana Beatris Oliveira Szewczyk – campus Rio Grande – Vice Presidente Clúvio Bueno Soares Terceiro - campus Porto Alegre Augusto Massashi Horiguti – campus Bento Gonçalves Representantes dos Técnicos-Administrativos: André Luciano Ciotta – campus Erechim – Segundo Secretário Guilherme Brandt de Oliveira – campus Restinga Marli Daniel – campus Osório ______________________________________________ COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Página 48 de 48