ISSN 1984-9354
UMA ANÁLISE DE PESQUISAS REALIZADAS SOBRE
CONTROLE DE GESTÃO EM EMPRESAS
INTERNACIONALIZADAS
Sidmar Roberto Vieira Almeida
(FACIG)
Thiago Abreu
(FACIG)
Juliana Benicio
(FACIG)
Nilton Junior
(FACIG)
Resumo: O presente estudo se propõe, através de uma revisão bibliográfica que abrange as dissertações e artigos
produzidos pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a estudar os sistemas de controle gerencial, buscando
evidenciar possíveis modificações em função do processo de internacionalização. Os resultados embora não possam ser
generalizados, reforçam as conclusões de que existem circunstâncias em que o processo de internacionalização de uma
empresa não envolve, necessariamente, uma ampla sofisticação e complexidade do sistema de controle gerencial. Além
disso, alguns estudos realizados por Rodrigues e Gomes (2005), coincidem em alguns aspectos da literatura, em especial o
emprego de mecanismos formais de controle financeiro, e discordam em outros, tendo em vista que as decisões encontramse centralizadas na direção geral e os centros de responsabilidades não possuem autonomia.
Palavras-chaves: pesquisa; resultado; controle; gestão.
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1. INTRODUÇÃO
Nos últimos anos as mudanças na economia, na tecnologia e na política refletiram de modo
marcante no ambiente dos negócios, exigindo das empresas a procura de mecanismos para se
tornarem, e se manterem, mais competitivas. Assim, as empresas procuraram aperfeiçoar seus
processos internos e externos, aperfeiçoando seus controles, trabalhando em redes e passando a atuar
no mercado internacional.
Segundo Guilhoto (2001), a globalização não só aumenta o alcance de mercado das empresas,
mas também as colocam frente a frente com fortes rivais. Um dos desafios para o marketing global
envolve a definição cuidadosa dos mercados-alvo. Os laços mais estreitos entre as nações
impulsionados por maiores fluxos de turismo, capital e comércio, e a homogeneização de gostos
globais encorajam firmas a descobrir rapidamente os modos de penetrar em mercados estrangeiros.
Anthony e Govindarajan (2002), destacam que as práticas de controle gerencial nas
organizações internacionalizadas podem apresentar similaridades entre as operações executadas no
exterior, quando comparadas as operações executadas no país de origem. Todavia, deve-se levar em
consideração fatores que podem influenciar o sistema de controle gerencial, como por exemplo, as
questões culturais. Desta forma, um sistema de controle gerencial estará sujeito a adaptações ou
modificações quando uma organização empresarial resolve internacionalizar suas atividades.
2. REVISÃO DA LITERATURA
2.1 Principais abordagens sobre controle gerencial
Na visão de Gomes e Amat (2002), o controle contribui para o atingimento de objetivos e é
necessário para assegurar que as atividades de uma organização se realizem da forma desejada pelos
membros da organização.
Segundo Anthony (1965 p.17): “controle gerencial é o processo pelo qual os administradores se
asseguram que os recursos são obtidos e usados eficaz e eficientemente de acordo com os objetivos da
organização”.
Gomes e Amat (2001) destacam a existência de duas perspectivas, uma limitada e uma ampla.
O quadro 1, a seguir, aborda estas perspectivas de controle sob diversos aspectos.
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QUADRO 1: PERSPECTIVAS DE CONTROLE
FONTE: ADAPTADO DE SALAS (1993, P.27 APUD GOMES; SALAS, 2001).
Na percepção de Flamholtz (1979), o controle gerencial é visto como sendo o processo de
influenciar o comportamento dos membros da organização aumentando a probabilidade das pessoas se
comportarem de modo a alcançar os objetivos da organização. Nesta abordagem a motivação de
indivíduos ou grupos é o elemento-chave, não se tratando de controlar o comportamento das pessoas
de maneira predeterminada, mas influenciá-las a agirem de forma compatível com os objetivos da
organização.
Gomes e Salas (2001) propõem que um modelo de sistema de controle deve considerar três
elementos: o sistema de controle, o contexto organizacional e o contexto social. O sistema de controle
compreende a formulação de objetivos, o orçamento e a avaliação do desempenho. Também está
inserida neste contexto a contabilidade financeira, a contabilidade de gestão, além de elementos menos
formalizados, como a cultura organizacional, o estilo de liderança, a ética, entre outros.
O contexto organizacional engloba a estrutura da organização, que pode facilitar ou não a
coordenação e a eficiência , a estratégia, as pessoas que fazem parte da organização e as relações
interpessoais.
Por fim, o contexto social compreende o país, o mercado, os clientes, fornecedores aspectos
sociais, tecnológico, culturais, políticos entre outros.
2.2 O processo de internacionalização de empresas
Rubin e Rocha (2004, p. 147) comentaram que as pesquisas sobre a internacionalização de
empresas se baseiam em duas abordagens distintas: “a abordagem comportamental ou organizacional e
a econômica”.
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Rosa e Rhodem (2007) argumentaram que foi a partir da década de 70 que pesquisadores da
Universidade Uppsala, na Suécia, desenvolveram uma nova linha de pensamento acerca do processo
de internacionalização de firmas, dando ênfase aos aspectos comportamentais do fenômeno. Por
consequência, os negócios internacionais deixaram de ser trabalhados puramente pelas teorias
econômicas e passaram, também, a ser estudado pelas teorias do comportamento organizacional.
O quadro 2, a seguir, sintetiza as principais teorias sobre internacionalização de empresas.
Quadro 2 - Principais Teorias sobre Internacionalização de Empresas
Fonte: Adaptado de Hemais e Hilal (2004, p. 36) apud Oliveira (2009)
De acordo com Barretto (1998), apud Rodrigues e Gomes (2003), enquanto do ponto de vista
econômico se desenvolveram as teorias do comércio internacional e a visão macro do processo de
internacionalização, um enfoque alternativo foi dado no âmbito da administração, ao propor
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explicações sobre o processo pelo qual uma empresa ingressa no mercado internacional e a influência
das atitudes, percepções e expectativas dos seus executivos.
2.2.1 Enfoque econômico
As duas principais teorias de internacionalização proveniente do enfoque econômico são a
“teoria da internalização” e o “paradigma eclético da produção internacional”.
De acordo com Fina e Rugman (1996, p.200), apud Rodrigues e Gomes (2003), “os teóricos da
internalização sugerem que o investimento direto no exterior ocorre quando os benefícios da
internalização superam os custos”. Deste modo, a teoria da internalização considera que as falhas de
mercado, tais como custos de informação, oportunismo e especificação de ativos, criam as condições
que levariam uma empresa multinacional a utilizar o investimento direto como modo de entrada em
um mercado externo, ou seja, internalizaria sua atividade no mercado externo.
Dunning (1988) apud Rodrigues e Gomes (2003) propõem o paradigma eclético da produção
internacional. Trata-se de um modelo conceitual para internacionalização que pretende explicar a
amplitude, forma e padrão da produção internacional, com base em três tipos de vantagens: (1) as
vantagens específicas da propriedade das firmas relativas à produção no exterior; (2) a propensão a
internalizar mercados e (3) a atratividade da localização da produção no exterior.
Estes três elementos (propriedade, internalização e localização) seriam fundamentais em cada
decisão de produção de uma empresa atuando nos mercados internacionais através da produção no
exterior. Dunning (1988), apud Rodrigues e Gomes (2003), considerou ainda a necessidade de
integração das teorias econômica e comportamental da firma para melhor entendimento da firma
multinacional, em especial deveria se identificar e avaliar padrões sistemáticos de tais
comportamentos.
2.2.2. Enfoque Comportamental
De acordo com Rodrigues e Gomes (2003), a principal escola desta corrente é a nórdica,
desenvolvedora do modelo de Uppsala. Para este modelo, a internacionalização é um processo de
ajustes incrementais às condições variáveis da empresa e do seu ambiente apresentando os seguintes
estágios de envolvimento internacional:
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Estágio 1 – não existência de atividades regulares de exportação;
Estágio 2 – exportação feita através de representantes independentes;
Estágio 3 – estabelecimento de uma subsidiária de venda no exterior;
Estágio 4 – unidades de operações no exterior.
Segundo Johanson e Vahlne (1990, p.13), apud Rodrigues e Gomes (2003), “essa seqüência de
estágios indica o comprometimento crescente de recursos com o mercado. Ela indica, ainda, as
atividades correntes (operações) que se diferenciam em razão da experiência acumulada”.
2.3 Impacto da internacionalização sobre os sistemas de controle gerencial
A diversidade cultural existente entre os países podem influenciar na maneira como a
informação gerada pelo sistema de controle é usada, muita embora, essas diferenças de maneira geral
não afetam o desenho dos sistemas de controle (Anthony et al 2002; Maciariello et al 1994; Merchant,
1998).
De acordo com Gomes et al (2001), apud Pereira (2007), um sistema de controle deve-se
adequar às características do contexto social traçadas para a organização e, como consequência, à
estratégia da organização. Através do orçamento anual com a estratégia de longo prazo, assegura-se
que os diferentes centros atuem, separadamente, para alcançar seus objetivos setoriais e
consequentemente os objetivos e as diretrizes globais.
Gomes et al (2007), destaca a influência da cultura organizacional ou do contexto social do
país, que são elementos fundamentais que devem ser considerados na compreensão do comportamento
individual e organizacional. Por fim, tendo em vista que as alterações no contexto social e competitivo
são cada vez mais contínuas, imprevisíveis e ameaçadoras, mais necessário se torna promover a
criação de mecanismos que facilitem a antecipação e a adaptação às mudanças.
Anthony e Govindarajan (2002, p.908-909), sugerem alguns fatores que devem ser analisados
no processo de internacionalização, tais como:

Tributação – refere-se às diferenças entre taxas de impostos existentes entre os países;

Regulamentos Governamentais – podem restringir a liberdade da organização determinar os
preços de transferência que maximize seu lucro global;
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
Controles de Câmbio – podem limitar os montantes de importação de certas mercadorias
devido a variações nos preços;

Acumulação de Recursos – uma empresa pode desejar acumular recursos num país e não em
outro;

Sociedades em Cota de Participação (Joint Ventures) – realizar este tipo de parcerias com
empresas no exterior pode restringir a liberdade da organização em virtude da resistência da
parceria estrangeira em incorrer em eventuais prejuízos.
Estes fatores são relevantes, pois podem influenciar a avaliação de desempenho das unidades
operacionais instaladas no exterior.
2.4 Estudos anteriores
Quadro 3 – Estudos Anteriores
Fonte: Elaborado pelos autores
Segundo Conceição (2011), as empresas brasileiras devem explorar suas singularidades e
criatividade para avaliar a melhor forma de inserção nos diferentes mercados. As exportações, apesar
de muitas vezes indicarem o primeiro passo no caminho da internacionalização, não são condição
prévia ou indispensável para outras modalidades de inserção. Entender o que levou uma determinada
empresa a se internacionalizar e a estratégia por ela adotada pode ajudar a identificar fatores de
sucesso no processo de internacionalização, de modo a auxiliar outras empresas a minimizar as
chances de fracasso. No caso verificado, a maioria das empresas iniciou seu processo de
internacionalização por intermédio de terceiros o que dificulta o contato direto com os clientes no
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mercado internacional, resultando em uma posição de fragilidade perante os grandes representantes e o
não-desenvolvimento de canais próprios de distribuição no exterior.
Silva (2009) argumenta que a empresa adotou a macro-estratégia de internacionalizar-se sem
investimento direto no exterior, com a estratégia de ação de exportação. Outra constatação apontada no
estudo, foi que a exportação tem um caráter passivo, já que o processo de internacionalização foi
impulsionado por clientes brasileiros instalados em outros países que demandaram seus produtos. A
motivação para a internacionalização aproxima-se das abordagens comportamentais (mais
especificamente da Teoria de Networks), mas afasta-se das teorias embasadas nos efeitos da
globalização, saturação dos mercados, ações dos concorrentes, dentre outros.
Rodrigues (2005) aborda que o processo de internacionalização teve avanços e retrocessos ao
longo
de
sua
história,
resultado
de
diferentes
estratégias
de
inserção
em
mercados
estrangeiros.Atualmente, a atividade internacional da empresa encontra-se alicerçada na venda de
programas e programação, além de investimentos na diversificação da atuação internacional que visam
aumentar o seu faturamento em moeda forte.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
De acordo com Otley (1994), as condições de incerteza na qual os gestores estão envolvidos,
principalmente em empresas internacionalizadas, proporcionam um desafio aos mecanismos de
controle gerencial. O desenvolvimento da habilidade de reagir prontamente às consequências da
mudança seria a resposta mais adequada para esta nova realidade e uma habilidade gerencial
constantemente necessária.
Os impactos da internacionalização nos sistemas de controle gerencial representaram de
maneira geral, uma experiência de desafios e aprendizado. Os desafios decorrentes da necessidade de
desenvolver mão-de-obra e tecnologia especializadas, logística eficiente para atender um cliente ávido
por produtos de alto padrão de qualidade, traduziram-se em um grande aprendizado para as empresas
que aproveitaram dos ganhos advindos destas mudanças para estender para toda a sua produção
industrial.
Todavia, as análises dos resultados encontrados demonstraram que existem circunstâncias em
que o processo de internacionalização de uma empresa não envolve, necessariamente, uma ampla
sofisticação e complexidade do sistema de controle gerencial.
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Dyment (1987) salienta que o sistema de controle gerencial deve se adaptar para refletir uma
mudança na definição da estratégia da unidade negócio. Se os antigos controles permanecem estáticos,
as ações gerenciais podem perder a direção e as vantagens dos objetivos.
A dimensão da organização, as relações interpessoais, o grau de descentralização e a
formalização das atividades compreenderiam características da organização; enquanto o ambiente
externo, o grau de dinamismo do mercado e a concorrência moldam o contexto social.
Uma observação interessante em relação aos resultados obtidos é de que embora estes não
possam ser generalizados, são coincidentes em alguns aspectos da literatura, em especial o emprego de
mecanismos formais de controle financeiro, e distante em outros aspectos, tendo em vista que as
decisões encontram-se centralizadas na direção geral e os centros de responsabilidades não possuem
autonomia.
Outro aspecto verificado é que a maioria das empresas estudadas, principalmente as do ramo
industrial voltadas para as atividades de serviços, iniciou seu processo de internacionalização por
intermédio de terceiros o que dificulta o contato direto com os clientes no mercado internacional,
resultando em uma posição de fragilidade perante os grandes representantes e o não-desenvolvimento
de canais próprios de distribuição no exterior.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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