GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS
INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ
DIRETORIA DE BIODIVERSIDADE E ÁREAS PROTEGIDAS
PLANO DE MANEJO DO
PARQUE ESTADUAL
DE CAMPINHOS
CURITIBA
2003
GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
Governador
Roberto Requião de Mello e Silva
Secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos
Luiz Eduardo Cheida
Diretor Presidente do Instituto Ambiental do Paraná
Lindsley da Silva Rasca Rodrigues
Diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas
Wilson Loureiro
Chefe do Departamento de Unidades de Conservação
Marcos Antônio Pinto
Coordenação de Planos de Manejo
João Batista Campos
Márcia de Guadalupe Pires Tussulino
Executor
GEEP – Açungui - Grupo de Estudos Espeleológicos do Paraná
Financiador
Fundo Nacional do Meio Ambiente/Ministério do Meio Ambiente
Convênio 023/2002
ii
GEEP-AÇUNGUI
GRUPO DE ESTUDOS ESPELEOLÓGICOS DO PARANÁ
EQUIPE TÉCNICA
• Coordenação Geral
Gisele Cristina Sessegolo
Bióloga M.Sc.em Conservação da Natureza
• Coordenação Adjunta
Karina Luiza de Oliveira
Bióloga Esp. Adm. e Manejo de Unidades de Conservação
Luís Fernando Silva da Rocha
Espeleólogo
• Monitoria do Projeto e Revisão do Plano de Manejo
Elenise Angelotti Bastos Sipinski
Bióloga Mestranda em Conservação da Natureza
•
Consultores
Meio Físico
Geólogo M.Sc Cláudio Genthner (Geologia e Espeleologia)
Espeleólogo Luís Fernando Silva da Rocha (Espeleologia, Geomorfologia e Mapas)
Geógrafo Esp. Darci Paulo Zakrzewski (Espeleologia e Geomorfologia)
Meio Biológico
• Flora
Eng. Florestal M.Sc. Augusto Cézar Svolenski
• Fauna
Bioespeleologia
Biólogo Dr. Zoologia Ricardo Pinto da Rocha
Ictiofauna
Biólogo Doutorando Zoologia Almir Petersen Barreto
Herpetofauna
Biólogo Magno Vicente Segalla (Anurofauna)
Biólogo Júlio Cesar de Moura Leite (Répteis)
Avifauna
Biólogo Celso Darci Seger
Biólogo M.Sc. Roberto Bóçon
iii
Mastofauna
Bióloga M.Sc. Zoologia Munique dos Santos Neto
Socioeconomia
Socióloga Esp. Gestão Ambiental Carla Valesca de Moraes
Cartografia
Espeleólogo Luís Fernando Silva da Rocha
Geógrafo Darci Paulo Zakrzewski
Fiscalização e Combate a Incêndios
Eng. Florestal Liz Buck Silva
• Estagiárias
Carolina R. Cury Muller - Acadêmica de Biologia
Galiana da Silveira Lindoso - Acadêmica de Biologia
• Equipe de Apoio GEEP-Açungui
Flavia Fernanda de Lima - Acadêmica de Geologia
Ives Simões Arnoni -Acadêmico de Biologia
Kelli Xavier – Bióloga – Esp. Biologia da Conservação e Manejo.
Regiane Velozo - Acadêmica de Geologia
Equipe de Apoio IAP, Paraná Turismo e Prefeitura de Tunas do
Paraná
Márcia Guadalupe Pires Tussolino (Instituto Ambiental do Paraná)
•
José do Espírito Santo (Instituto Ambiental do Paraná)
Normando D.Taborda (Paraná Turismo)
Esmeraldo Taborda (Paraná Turismo)
Anselmo Silveira Loures (Instituto Ambiental do Paraná)
José Carlos Taborda (Paraná Turismo)
Francisco Taborda (Prefeitura de Tunas do Paraná)
iv
Plano de Manejo do Parque Estadual de Campinhos
SUMÁRIO
LISTA DE ABREVIATURAS .......................................................................... iv
INTRODUÇÃO ............................................................................................. 1
FICHA TÉCNICA DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO ....................................... 2
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................. 3
LISTA DE ABREVIATURAS
IBAMA:
GTZ:
UC:
UGR:
PR:
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit
Unidade de Conservação
Unidade Gestora Responsável
Paraná
iv
Plano de Manejo do Parque Estadual de Campinhos
INTRODUÇÃO
O Plano de Manejo é o instrumento de planejamento oficial das unidades de
conservação. Trata-se de um processo dinâmico que, utilizando técnicas de
planejamento ecológico, determina o zoneamento de uma unidade de conservação,
caracterizando cada uma de suas zonas e propondo seu desenvolvimento físico, de
acordo com suas finalidades, estabelecendo diretrizes básicas para o manejo da
unidade (IBAMA, 1996).
Segundo a Lei nº 9.985/2000, que estabelece o Sistema Nacional de
Unidades de Conservação, em seu Capítulo I, Art. 2º - XVII, o Plano de Manejo é
um “documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de
uma Unidade de Conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas que
devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a
implantação de estruturas físicas necessárias à gestão da Unidade”.
Segundo IBAMA (2002), o Plano de Manejo caracteriza-se por ser:
–
Contínuo – envolve a busca constante de conhecimentos para manter sempre
atualizada as propostas de manejo, de forma a não ocorrerem lacunas e
distanciamento entre as ações envolvidas e as realidades local e regional.
–
Gradativo – o grau de conhecimento dos recursos naturais e culturais
determina o grau de intervenção na Unidade, que juntos, determinarão a
profundidade de alcance do Plano de Manejo. Por sua vez, a implementação darse-á também de forma gradativa, onde sem perder de vista a concepção
idealizada inicialmente, são destacadas as prioridades factíveis para o horizonte
de cinco anos.
–
Flexível – a flexibilidade consiste na possibilidade de serem inseridas ou
revisadas informações em um Plano de Manejo, sempre que se dispuser de
novos dados, sem a necessidade de proceder a revisão integral do documento. A
tomada de decisões dependerá também da auto-avaliação e da retroalimentação fornecidas pelas experiências com o manejo.
–
Participativo – o método estabelecido busca o envolvimento da sociedade no
planejamento e em ações específicas na UC e no seu entorno, tornando-a
participativa e comprometida com as estratégias estabelecidas.
O Roteiro Metodológico de Planejamento de Unidades de Conservação de Uso
Indireto (IBAMA, 1996) indicava que os Planos de Manejo fossem estruturados em
três fases, cada uma delas apresentando um enfoque principal e o
encaminhamento das ações necessárias para a implementação do manejo nas fases
seguintes. Estruturado em fases, o Plano de Manejo constituía-se em um
instrumento atualizado que serviria de apoio ao Chefe da área protegida (IBAMA,
1996). Já o novo roteiro publicado pelo IBAMA, em setembro de 2002, faz uma
reestruturação do anterior, propondo uma única fase de elaboração, na qual os
conteúdos dos encartes devem ser apresentados segundo um escopo mínimo de
abordagem ou com aprofundamento relativo às especificidades da Unidade de
Conservação. Após esta fase, que tem um período para implantação de cinco anos,
realizar-se-ão as revisões dos Planos de Manejo. Uma vez que o processo de
planejamento da Unidade iniciou-se em período anterior à publicação do novo
roteiro, a metodologia utilizada seguiu basicamente o proposto pelo Roteiro de
1996, incorporando-se sempre que possível o sugerido no roteiro atual. A estrutura
Convênio FNMA/MMA • GEEP-Açungui • 023/2002
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Plano de Manejo do Parque Estadual de Campinhos
ora apresentada procurou seguir a sugerida no novo roteiro, fazendo-se as
adaptações necessárias em função do método utilizado.
A categoria de manejo a ser contemplada por este Plano trata-se de um
Parque que por definição legal “tem como objetivo básico a preservação de
ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando
a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de
educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de
turismo ecológico”. (Lei 9.985/2000 Art. 11).
FICHA TÉCNICA DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO
NOME DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO: PARQUE ESTADUAL DE CAMPINHOS
Unidade Gestora Responsável (UGR): Instituto Ambiental do Paraná
Endereço da Sede
Telefone/Fax
E-mail
Rádio Freqüência
Superfície1
Perímetro
Município que abrange e percentual
abrangido pelo Parque da área total
do município
Unidades da Federação que abrange
Coordenadas geográficas
Número do Decreto e Data de
Criação
Marcos importantes (limites)
Bioma e ecossistemas
Atividades desenvolvidas:
Uso Público
Fiscalização
Pesquisa
Atividades conflitantes
1
Estrada da Ribeira, km 67
CEP 83480-000
Tunas do Paraná/Cerro Azul – PR
3659-1428
-------------------------------------336,97 hectares
10.012 m
Tunas do Paraná com 0,02%
Cerro Azul com 0,23%
Estado do Paraná
25º02’ Latitude Sul
49º05’ Longitude W
31.013 de 20 de julho de 1960
Ribeirão Pulador
Floresta Ombrófila Mista Montana
(Floresta com Araucária)
Intenso
Precária
Esporádica
Caça, visitação sem controle adequado, invasão de
espécies exóticas, estrada no interior da UC; Linha
de Alta Tensão.
Segundo Decreto nº 5.768 de 05 de junho de 2002.
Convênio FNMA/MMA • GEEP-Açungui • 023/2002
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Plano de Manejo do Parque Estadual de Campinhos
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Lei n° 9.985 de 18 de julho de 2000, que regulamenta o art. 225, § 1°,
incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de
Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências.
IBAMA (INSTITUTO BRASILEIRO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS) 1996. Roteiro Metodológico para o Planejamento de Unidades
de Conservação de Uso Indireto. Brasília: IBAMA.
IBAMA (INSTITUTO BRASILEIRO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS) 2002. Roteiro Metodológico para o Planejamento de Unidades
de Conservação de Uso Indireto. Brasília: IBAMA.
PARANÁ. Decreto nº 5.768 de 05 de junho de 2002, que amplia a área do Parque
Estadual de Campinhos.
Convênio FNMA/MMA • GEEP-Açungui • 023/2002
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