08/07/2015 CLIPPING ABIEC Caso não esteja visualizando este email, clique aqui Ano 3 | Número 1131 | Quarta, 8 de julho de 2015 Clique aqui para fazer o download da newsletter em PDF Clique aqui para conferir edições anteriores do clipping Terra Viva GTPS elege nova comissão executiva para o triênio 2015/2018 Em reunião do Conselho Diretor, o Grupo de Trabalho de Pecuária Sustentável (GTPS) elegeu os novos membros da Comissão Executiva para o mandato de julho de 2015 até 30 de junho de 2018 Em reunião do Conselho Diretor, o Grupo de Trabalho de Pecuária Sustentável (GTPS) elegeu os novos membros da Comissão Executiva para o mandato de julho de 2015 até 30 de junho de 2018. Fernando Sampaio, Diretor Executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), é o novo Presidente do Conselho Diretor do GTPS. Além de Sampaio, os representantes eleitos para compor a nova Comissão Executiva foram: Francisco Beduschi Neto, do Instituto Centro de Vida (ICV), que estará no cargo de Vicepresidente do GTPS, e Ruy Fachini Filho, da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), como Tesoureiro. Pelo Estatuto do GTPS, pelo menos um membro de cada categoria deve fazer parte da Comissão Executiva. Por esta razão, Ivandré Montiel, do Banco do Brasil, Paulo Pompilio, do Grupo Pão de Açúcar, e Karla Camargo, da Elanco, foram eleitos para os cargos de 1°, 2° e 3° suplente, respectivamente. O presidente eleito do GTPS, Fernando Sampaio, aponta os desafios do Grupo de Trabalho na próxima gestão. “A cada dia mais o GTPS tem se mostrado um Grupo forte e muito relevante para a pecuária. A partir dele, temos conseguido ratificar a premissa de que é possível alimentar o mundo de forma sustentável e com qualidade. A Comissão Executiva eleita sabe do tamanho de sua responsabilidade à frente da primeira mesa redonda mundial sobre pecuária sustentável. Temos muitos desafios ainda, mas com o comprometimento desse seleto grupo, tenho certeza de que a Pecuária Sustentável no Brasil avançará ainda mais”, declara Sampaio. Eduardo Bastos, que encerrou sua gestão no último dia 30 de junho, parabeniza os novos Conselheiros e destaca a responsabilidade da nova Comissão Executiva. “Temos à frente do GT uma Comissão Executiva sólida, formada por grandes profissionais. Estamos no caminho certo!”, destaca Bastos. Conheça o novo Presidente Fernando de Mesquita Sampaio é graduado em Engenharia Agronômica pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (ESALQUSP), com especialização na Ecole Superieure d’ Agriculture de Angers, na França. Sampaio é diretorexecutivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), desde 2011. Sua carreira na Associação começou em 2009, quando desempenhou a função de Coordenador de Sustentabilidade. Antes de trabalhar na ABIEC, Sampaio desenvolveu sua carreira na Europa, onde trabalhou no mercado de carnes na Societé des Viandes Bretagne Anjou (SOVIBA), França, entre 2000 e 2001, e posteriormente na Meat Import Zandbergen Brothers BV, na Holanda, no período de 2001 a 2008. Sobre o GTPS Criado no final de 2007 e formalmente constituído em junho de 2009, o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) é formado por representantes de diferentes segmentos que integram a cadeia de valor da pecuária bovina no Brasil, entre eles indústrias, organizações do setor, produtores e associações, varejistas, fornecedores de insumos, bancos, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidades. O objetivo do GT é debater e formular, de maneira transparente, princípios, práticas e padrões comuns a serem adotados pelo setor, que contribuam para o desenvolvimento de uma pecuária sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável. Em 2014, o grupo recebeu o Certificado de Excelência em Sustentabilidade na categoria Governança Corporativa, entregue pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) em reconhecimento ao processo claro e transparente de tomada de decisões e demonstração de resultados do GTPS. Mais informações sobre o GTPS estão disponíveis no site http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 1/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC www.pecuariasustentavel.org.br. Acompanhe também pelo twitter, em @gtps_brasil, e pelo Facebook, em www.facebook.com/gtpsbrasil. Feed&Food Por meio de acordo de cooperação, Abiec pode abrir representação na China Parceria entre entidade dos dois países atuará como facilitadora nas relações de exportação Um braço da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec, São Paulo/SP) agora está estendido sobre o Oriente. A ação aconteceu durante a FMA China 2015 – The Exhibition and Safety & Quality Forum of China International Food, Meat and Aquatic Product, em evento realizado em Xangai, em 10 do último mês. Na ocasião, um acordo de cooperação comercial foi selado entre a Abiec e a Associação de Inspeção e Quarentena da China (CIQA), órgão vinculado à Administração de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ), que por sua vez equivale à Secretaria de Defesa Agropecuária brasileira. “O termo com uma entidade parceira faz dela uma facilitadora dos processos comerciais e até do ingresso de novas plantas para as negociações com a China. Ou seja, nós temos um irmão lá e eles têm um irmão aqui”, sintetiza o presidente da entidade, Antônio Jorge Camardelli. De acordo com ele, a ação encontrou sinergia no significado da palavra de cooperação, tendo em vista a magnitude do mercado chinês. “A necessidade de encararmos um mercado que tenha a presença do produto nacional no varejo naturalmente remete a uma mudança do perfil de marketing, de um processo de inclusão retomada após o embargo de 2012. Com isso, uma das decisões da entidade foi criar essa parceria para continuarmos os trabalhos por meio de visitas e troca de informações”, explica Camardelli. Em maio último, por meio da visita ao País do Primeiroministro Li Keqiang, foram sanadas as pendências sanitárias e assinado um protocolo que permite a retomada das exportações. A partir do início dos embarques, prometido para junho, a pauta será trabalhar para incluir temas como carne industrializada e a possibilidade de exportação com base no modelo uruguaio de carne com osso. “Portanto, cardápio de itens oferecidos faz parte da maturidade de quem retornou ao processo de exportação no viés de um mercado perene de quantidade e qualidade, requerendo atenção especial da entidade para recombinar o trabalho dos associados às vendas”, cita. O executivo ainda declara que, com essa decisão, há possibilidade de abrir uma representação da Abiec naquele país, para atuar como facilitador do processo comercial e até indutor, sob o aspecto positivo, no incremento da lista hoje compreendida por oito unidades habilitadas e nove no aguardo de aprovação que, sob o aspecto da entidade, compreendem todo o padrão necessário para as transações. Em caso de sinal verde aos frigoríficos em status de espera, o Brasil terá 17 plantas habilitadas. Para Camardelli a ação “é um presente de natal antecipado”, pois isso fará parte de um processo de recomposição de mercado internacional, visualizando as dificuldades e peculiaridades de cada país como fato complicador do processo. “A Rússia tentando se estabilizar posterior a queda do petróleo, um soluço cambial extremamente negativo, Hong Kong comprando menos. Enfim, a China vem compensar esse esforço. O país deve ser responsável por pelo menos cinco mil toneladas mensais, nesse primeiro período, e o quantitativo deve aumentar”, diz Camardelli traçando as perspectivas do agribusiness. Valor Econômico Demanda firme impulsiona margens da carne de frango Se as dificuldades enfrentadas pelos frigoríficos de carne bovina já precipitaram a paralisação definitiva ou temporária de mais de 40 unidades de abate no país neste ano, o cenário é completamente diferente para a indústria produtora de carne de frango http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 2/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Bom Dia Feira EUA liberam importação de carne bovina in natura da Bahia Anúncio foi visto com bons olhos por frigoríficos e pecuaristas. Importações da carne estavam proibidas nos últimos 15 anos As exportações estão aquecendo o mercado das carnes de frango, de porco e de boi. Essa semana foi fechado um acordo que permite a reabertura do mercado norteamericano para a carne bovina in natura brasileira. O anúncio foi comemorado por frigoríficos e pecuaristas. A Bahia está nessa lista por ser uma das 14 unidades que estão livres de febre aftoza com vacinação. Em Bandeirantes, no Mato Grosso do Sul, o pecuarista Nedson Rodrigues tem seis mil cabeças criadas de nelore e angus em 7.500 hectares. Há 24 anos, ele assumiu o comando da propriedade da família e resolveu investir em genética de ponta e nutrição. O produtor investe em animes super precoces, abatidos com 14 meses, e animais precoces, que vão para o frigorífico aos 24 meses. “Hoje a gente consegue produzir animais dentro de um sistema de cria, recria e engorda, animais que atendem a qualquer mercado. Tanto interno com mercados de carne de qualidade, como o mercado externo também. Os animais estão dentro de uma classificação que eles podem atender a todos http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 3/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC esses mercados. O fato dos EUA importar a nossa carne vai abrir outros mercados que pagam muito bem por carne”, explica o pecuarista. Em Campo Grande, um frigorífico abate por dia 1.800 bois, em média. Das trezentas toneladas de carne processadas diariamente, 40% são enviados para o exterior. Mas agora frigoríficos do Distrito Federal e de mais 13 estados considerados zonas livres de aftosa terão um novo mercado para explorar: esta semana, o departamento de agricultura dos Estados Unidos assinou um acordo com representantes do Ministério da Agricultura para reabrir as importações da carne in natura do Brasil, que estiveram proibidas nos últimos 15 anos. A medida só vai valer depois de uma inspeção sanitária dos norteamericanos, que será feita nos próximos dias, nos frigoríficos e rebanhos brasileiros, credenciados para exportação. Esse acordo deve abrir novas oportunidades de negócios, não só no mercado americano, segundo o presidente da Abiec, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli. “A entrada pro mercado americano vai facilitar o nosso acesso a países que ainda utilizam artifícios comerciais travestidos de barreiras técnicas e por termos esse passaporte agora, a gente pode ter acesso a um dos quatro maiores importadores mundiais e que também praticam melhores preços, citando Coreia do Sul, Taiwan, Japão e Indonésia”, diz o presidente da Abiec. Segundo a Abiec, a previsão é de exportar já este ano cerca de 15 mil toneladas de carne in natura para os Estados Unidos. Nelore MS Exportações de carne in natura para os EUA podem começar em setembro, avalia Abiec A indústria brasileira de carne bovina espera iniciar já no mês de setembro os embarques do produto in natura para os Estados Unidos A indústria brasileira de carne bovina espera iniciar já no mês de setembro os embarques do produto in natura para os Estados Unidos. Foi o que afirmou o diretorexecutiva Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Fernando Sampaio. "O mercado norte americano estava entre as nossas prioridades para este ano", diz ele. Nesta segundafeira (29/6), o Ministério da Agricultura (Mapa) informou que depois de 15 anos de expectativa e negociações, o mercado norteamericano está aberto para a carne bovina in natura, assim como já ocorria para o produto industrializado. A decisão vale para 13 estados (Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e o Distrito Federal. O governo e os frigoríficos avaliam que o mercado potencial é de 100 mil toneladas por ano. O próximo passo, explica Sampaio, é definir a chamada equivalência do sistema de inspeção, o que é comum no processo de liberação de exportações. A partir disso, os frigoríficos brasileiros já poderiam ser habilitados para iniciar os embarques. "De início, todas as nossas unidades que são habilitadas para exportar industrializado poderão embarcar matériaprima. E a gente tem várias outras plantas que podem ser habilitadas para atender. Quem faz a habilitação é o Ministério da Agricultura e os Estados Unidos vêm auditar." Comemorada pela indústria, a liberação do mercado norteamericano para a carne bovina in natura chega em um momento de pressão para a cadeia produtiva, espcialmente a indústria. A arroba do boi gordo em patamares elevados, em função da pouca oferta de animais, têm elevado os custos da indústria. E a margem de repasse para os preços fica limitada em função da demanda mais lenta por carne e das proteínas concorrentes, como a carne suína e de frango. "A gente vai abater de qualquer jeito. O que a exportação proporciona é uma rentabilidade melhor". Essa rentabilidade viria, segundo Sampaio, especialmente pelas vendas de cortes dianteiros, que devem concentrar o maior volume embarcado para os Estados Unidos. O diretor executivo da Abiec explica que esse tipo de produto o "Brasil tem de sobra", e os norteamericanos demandam em grande quantidade para a produção, por exemplo, de hambúrgueres. "Dianteiro, a gente sempre exportou para a Rússia e para o Oriente Médio e agora tem os Estados Unidos. A gente pode exportar qualquer corte, mas enxerga que a oportunidade comercial maior está nesse tipo de produto. Principalmente, quando você tem uma situação em que o boi está mais caro, isso ajuda a rentabilizar a carcaça muito melhor. Vou achar o melhor mercado para cada parte e agora vou ter um mercado grande para uma parte do boi que aqui vale pouco", afirma. Outros mercados Depois da abertura dos Estados Unidos, o foco do governo e da indústria de carne bovina se volta para mercados como China, Japão e Arábia Saudita. Para a Abiec, esses países são importantes para reverter a situação atual das vendas externas. De janeiro a maio deste ano, os embarques foram de 543,7 mil toneladas, 14% a menos que no mesmo período em 2014. O faturamento foi de US$ 2,2 bilhões (18%). "Se ocorrer como esperamos no segundo semestre, temos condições de encerrar o ano com crescimento nas exportações. São várias notícias acumuladas que podem mudar o cenário", diz o diretor executivo da Abiec. “A abertura dos Estados Unidos é um precedente importante”, acrescenta http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 4/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Sampaio, lembrando que diversos países usam o sistema norteamericano como referência para negociações internacionais e podem mudar sua visão em relação ao produto brasileiro. Nesta semana, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, viaja para o Japão, onde a carne bovina deve estar na pauta de negociações com as autoridades do país. O Brasil tenta retomar as vendas de carne industrializada, suspensas desde 2012, além de abrir o mercado para o produto in natura. Outro país que embargou a carne bovina brasileira, a Arábia Saudita também pode retomar as compras ainda neste ano. De acordo com o Ministério da Agricultura, as autoridades sauditas de defesa sanitária já visitaram frigoríficos brasileiros e devem apresentar um relatório. A expectativa da indústria é retomar os embarques já em agosto. Em 2012, último ano em que ocorreram exportações, os sauditas compraram 33,39 mil toneladas, o que rendeu US$ 156,095 milhões. Com relação à China, Sampaio afirma que os frigoríficos estão se preparando para embarcar o produto, depois da assinatura do protocolo sanitário, no mês de abril. Oito unidades estão habilitadas. A expectativa da Abiec é, já no mês de julho, embarcar entre 10 e 15 mil toneladas . A China importa, atualmente, mais de 300 mil toneladas de carne bovina por ano. “O potencial é o de crescer bastante. A demanda é crescente e a gente que ter ainda mais frigoríficos habilitados. É um mercado em que a gente acredita bastante.” Elena Santos Abertura do mercado americano à carne brasileira aquece expectativas para a TecnoCarne Executivos da ABIEC e AFRIG reforçam apostas na feira, que será de 11 a 13 de agosto em São Paulo, reunindo as principais inovações tecnológicas para a indústria de carne bovina, suína, aves, peixe, além do leite Executivos da ABIEC e AFRIG reforçam apostas na feira, que será de 11 a 13 de agosto em São Paulo, reunindo as principais inovações tecnológicas para a indústria de carne bovina, suína, aves, peixe, além do leite. O recente anúncio da abertura do mercado norteamericano à carne in natura brasileira depois de 15 anos de restrições está aquecendo o mercado e as expectativas para a 12ª edição da Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite – Tecnocarne e Leite, que será realizada de 11 a 13 de agosto, em São Paulo (SP). O evento é o maior da América Latina em inovações tecnológicas e soluções para os setores de carne bovina, suína, aves, peixe, além do leite. “O cenário é positivo para nosso setor, com o Brasil acessando cada vez mais e melhores mercados. Ainda temos muito a crescer na exportação, com grandes desafios que envolvem a negociação de barreiras sanitárias e cotas e tarifas preferenciais. Existem também desafios internos bastante complexos que influenciam diretamente nossa competitividade, como infraestrutura, logística, cenário macroeconômico, insegurança jurídica, entre outros. Muitos desses desafios internos dependem de grandes mudanças governamentais e debates com a sociedade, como a modernização da legislação e investimentos em infraestrutura, sobre os quais temos atuação limitada. Mas podemos, sim, influenciar o que acontece dentro da nossa indústria, ou seja, podemos buscar maior competitividade sendo mais eficientes dentro do nosso próprio processo industrial. Para isso, precisamos de tecnologias que propiciem esta eficiência, e a Tecnocarne é uma vitrine para estas tecnologias que estamos buscando. Queremos que a feira traga o que há de melhor e mais moderno em termos de processamento de carnes. Somos o maior exportador do mundo e certamente temos que ter um parque industrial à altura do desafio”, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio. A entidade é uma das apoiadoras da Tecnocarne. “É de nosso interesse que a indústria esteja a par de todas as possibilidades tecnológicas que possam trazer ganhos ao nosso setor. Precisamos produzir mais de maneira cada vez mais eficiente”, completa Sampaio. A AFRIG – Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal reforça essa aposta. “A AFRIG considera de extrema importância a realização de um evento como este da Tecnocarne. É uma feira onde a indústria de processamento de carnes bovinas, suínas, aves e peixes tem a oportunidade de assistir a demonstração do avanço da tecnologia dos vários setores da cadeia produtiva das carnes. Estarão presentes empresários de muitos países com as mais novas tecnologias, gerando perspectivas de realizações de grandes negócios”, destaca o diretor executivo da AFRIG, Antônio Jésus Pena, que reforça ainda a importância de maior acesso a crédito por parte da indústria. “A AFRIG vê como grande necessidade um apoio maior do governo brasileiro no quesito créditos para os produtores brasileiros, para que possam investir em tecnologias mais avançadas, alcançando desse modo uma produtividade maior, a exemplo de outros países mais desenvolvidos”. Meeting Business Uma das novidades desta edição da Tecnocarne & Leite, que é realizada a cada dois anos, é o Meeting Business, um polo gerador de negócios e conteúdos dentro da feira. “Tratase de um formato inovador de rodada de negócios, que visa aproximar compradores demandantes de produtos e serviços do setor e empresas participantes do evento. A feira está cada vez mais consolidada como uma plataforma diferenciada de negócios e estamos criando ferramentas para otimizar ainda mais essa vocação do evento para atender à demanda deste http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 5/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC mercado”, ressalta o diretor da Tecnocarne, José Danghesi. Serviço: 12ª TecnoCarne & Leite Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite Data: De 11 a 13 de Agosto de 2015 Horário: Terça à Quinta das 10h às 19h Entrada somente até as 18h Local: São Paulo Expo São Paulo – SP (Rodovia dos Imigrantes, Km 1.5) Site oficial: www.tecnocarne.com.br Agrolink com informações de assessoria Dinheiro Rural Abertura do mercado americano aquece expectativas para a TecnoCarne Executivos da ABIEC e AFRIG reforçam apostas na feira, que será de 11 a 13 de agosto em São Paulo O recente anúncio da abertura do mercado norteamericano à carne in natura brasileira depois de 15 anos de restrições está aquecendo o mercado e as expectativas para a 12ª edição da Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite – Tecnocarne e Leite, que será realizada de 11 a 13 de agosto, em São Paulo (SP). O evento é o maior da América Latina em inovações tecnológicas e soluções para os setores de carne bovina, suína, aves, peixe, além do leite. “O cenário é positivo para nosso setor, com o Brasil acessando cada vez mais e melhores mercados. Ainda temos muito a crescer na exportação, com grandes desafios que envolvem a negociação de barreiras sanitárias e cotas e tarifas preferenciais. Existem também desafios internos bastante complexos que influenciam diretamente nossa competitividade, como infraestrutura, logística, cenário macroeconômico, insegurança jurídica, entre outros. Muitos desses desafios internos dependem de grandes mudanças governamentais e debates com a sociedade, como a modernização da legislação e investimentos em infraestrutura, sobre os quais temos atuação limitada. Mas podemos, sim, influenciar o que acontece dentro da nossa indústria, ou seja, podemos buscar maior competitividade sendo mais eficientes dentro do nosso próprio processo industrial. Para isso, precisamos de tecnologias que propiciem esta eficiência, e a Tecnocarne é uma vitrine para estas tecnologias que estamos buscando. Queremos que a feira traga o que há de melhor e mais moderno em termos de processamento de carnes. Somos o maior exportador do mundo e certamente temos que ter um parque industrial à altura do desafio”, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio. A entidade é uma das apoiadoras da Tecnocarne. “É de nosso interesse que a indústria esteja a par de todas as possibilidades tecnológicas que possam trazer ganhos ao nosso setor. Precisamos produzir mais de maneira cada vez mais eficiente”, completa Sampaio. A AFRIG – Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal reforça essa aposta. “A AFRIG considera de extrema importância a realização de um evento como este da Tecnocarne. É uma feira onde a indústria de processamento de carnes bovinas, suínas, aves e peixes tem a oportunidade de assistir a demonstração do avanço da tecnologia dos vários setores da cadeia produtiva das carnes. Estarão presentes empresários de muitos países com as mais novas tecnologias, gerando perspectivas de realizações de grandes negócios”, destaca o diretor executivo da AFRIG, Antônio Jésus Pena, que reforça ainda a importância de maior acesso a crédito por parte da indústria. “A AFRIG vê como grande necessidade um apoio maior do governo brasileiro no quesito créditos para os produtores brasileiros, para que possam investir em tecnologias mais avançadas, alcançando desse modo uma produtividade maior, a exemplo de outros países mais desenvolvidos”. Beef Point Grupo investidor chinês está próximo de comprar frigorífico no Uruguai Um grupo de capitais chineses, que esteve no ano passado no Uruguai sondando os frigoríficos, está negociando com os proprietários do Frigorífico Rosario (Rondatel S.A.) e estão adiantadas as negociações para a venda da planta de abate e outros empreendimentos da firma, embora o negócio ainda não tenha sido fechado Um grupo de capitais chineses, que esteve no ano passado no Uruguai sondando os frigoríficos, está negociando com os proprietários do Frigorífico Rosario (Rondatel S.A.) e estão adiantadas as negociações para a venda da planta de abate e outros empreendimentos da firma, embora o negócio ainda não tenha sido fechado. As conversas com o grupo chinês incluiriam, além da planta de Rosário, que há algum tempo é dedicada à industrialização de bovinos, uma planta de desossa que o Rondatel S.A. tem em Montevidéu e outro negócio no setor de carne suína. Se esse negócio se concretizar, será o primeiro desembarque de capitais chineses na indústria frigorífica uruguaia, como ocorreu em Santa Fé (Argentina) com o frigorífico San José, conhecido antes como JBS Swift, vendido em outubro de 2014. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 6/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Não é a primeira vez que grupos de empresários chineses sondam o mercado uruguaio buscando adquirir alguma empresa. No final do ano passado, houve uma missão que visitou vários frigoríficos, entre eles, a planta do Rondatel S.A., e, desde então, começou a crescer o rumor de que estava vendida, fato que foi desmentido pela empresa. Outros investidores chineses também mantiveram contato no ano passado com autoridades do Instituto Nacional de Carne (INAC) levantando a possibilidade de comprar carne bovina para abastecer suas cadeias de restaurantes e supermercados, levantando também a possibilidade de comprar um frigorífico. Durante o primeiro semestre do ano, a China se converteu no principal destino para os frigoríficos uruguaios, onde o volume exportado cresceu em 64% até 26 de junho, segundo os dados estatísticos do INAC. Foram exportadas 75.332 toneladas de carne bovina contra 45.934 toneladas com relação ao mesmo período de 2014. O mercado compra basicamente cortes de dianteiro bovino e miúdos, ainda que há uma corrente incipiente de cortes de maior valor (cortes de traseiro). O expresidente do INAC e atual assessor privado, Roberto Vázquez Platero, disse que a indústria frigorífica uruguaia há um tempo “está na mira dos investidores chineses” e disse que não é somente a indústria uruguaia. “No futuro dos possíveis investimentos de um país que conta com muitos recursos e terá a necessidade de carnes no futuro, podem chegar a empresas muito grandes no Uruguai e outros locais”. O Rondatel S.A., está em 19° lugar no ranking de abates, segundo dados do INAC. Globo Rural O mercado de reposição está firme no Maranhão Demanda de outros Estados ajuda a manter firme as cotações O mercado de reposição segue firme no Maranhão. Segundo a Scot Consultoria, além da baixa oferta de animais disponíveis para compra, o Estado recebe demanda também dos Estados vizinhos, o que ajuda a sustentar as cotações. A movimentação, no entanto, não está excessiva, gerando a expectativa de preços estáveis em curto e médio prazos, ao contrário de alguns estados, onde os poucos negócios têm pressionado as cotações para baixo com maior intensidade. No Maranhão, os preços dos animais de reposição subiram esta semana em relação à cotação média de junho. Considerando todas as categorias de machos, houve alta média de 2,1%. As mais jovens, desmama e bezerro de ano, subiram mais, 3,3% e 3,5%, nessa ordem, devido à maior procura em relação aos animais mais erados. No acumulado dos últimos doze meses, a alta foi de 40,5%, na média de todas as categorias de machos, enquanto que a arroba do boi gordo subiu 15,4%, prejudicando claramente o poder de compra do pecuarista. A relação de troca entre um boi gordo de 16,5@ e um bezerro de 6@ está em 1,97, uma redução de 25,9% em relação a julho do ano passado, quando estava em 2,65. Globo Rural Mercado do boi gordo começa a semana com pressão de baixa Algumas indústrias estavam fora das compras no início da semana, à espera de uma maior definição do mercado O mercado do boi gordo começou a semana pressionado. No entanto, como é típico de segunda feira, o volume de negócios não foi grande. Algumas indústrias estavam fora das compras, à espera de uma maior definição do mercado. Em São Paulo existem ofertas de compra em valores até R$4,50/@ abaixo da referência, que cedeu e atualmente está em R$145,00/@, à vista. As programações atendem ao redor de quatro dias. Programações maiores são observadas em frigoríficos que possuem volume maior de animais provenientes de termo ou parceria. Houve desvalorizações em cinco praças, mas a pressão de baixa ocorre com mais força em São Paulo. Nas demais, os testes abaixo da referência são mais comedidos. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 7/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC No mercado atacadista de carne com osso, apesar da demanda fraca, os estoques mais enxutos sustentam as cotações. Canal Rural Produção de carne tem forte queda em Mato Grosso Atividade recua 12% no primeiro trimestre, em base anual, afirma Imea Assim como no restante do país, a produção de carne em Mato Grosso registrou queda no primeiro trimestre, mas o ritmo do recuo foi mais acentuado que a média nacional. A constatação é do Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O estado registrou uma produção de 284 milhões de quilogramas de carcaça, queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. No Brasil, a produção total de carne bovina caiu 6% no mesmo período, para 1,83 bilhão de quilogramas de carcaça. – Essa redução é resultante da menor oferta de animais para abate em 2015, tendo em vista que a quantia de cabeças encaminhadas à indústria foi 14% menor entre os períodos já citados – diz o Imea a respeito da situação de Mato Grosso. Mesmo mantendo a liderança no ranking nacional de produção de carne, o relatório alerta que Mato Grosso precisa realizar melhorias na cadeia, para elevar a produtividade e aprimorar a qualidade. Perspectiva O mês de julho começou com queda no preço da arroba do boi gordo no mercado futuro, após a cotação dos contratos futuros ter registrado forte elevação a partir de março. Entre abril e julho, houve queda de 8,8% no preço da arroba do contrato para outubro, chegando a US$ 125,33 em Mato Grosso. Segundo o Imea, o movimento de queda visto no final de junho, acompanhado pela instabilidade do cenário macroeconômico e incertezas em relação à demanda estão levando os preços no mercado futuro a recuarem. A situação, afirma o Instituto, requer atenção dos produtores, sobretudo dos confinadores, pois, com a estreita margem de lucro prevista para este ano, “grandes oscilaç Beef Point Rebanho confinado deve crescer meio milhão de cabeças com perspectiva de melhora de preços Melhores perspectivas de preços pagos aos produtores e menor custo de produção com a dieta resultarão no aumento do número de animais confinados este ano Melhores perspectivas de preços pagos aos produtores e menor custo de produção com a dieta resultarão no aumento do número de animais confinados este ano. Levantamento realizado em campo pelo Rally da Pecuária 2015 mostra que o total deve chegar a 5,19 milhões de cabeças, crescimento de 520 mil cabeças em relação ao ano passado. Mesmo com essa expansão, a intenção é de confinar 5,74 milhões de cabeças, conforme apurado durante o Rally. O número só não será ainda maior porque os grandes confinamentos estão com dificuldades em originar bois magros para terminar no cocho. Em relação ao abate, a estimativa é um aumento de 245 mil cabeças se comparado com o ano passado, dado que pode influenciar na pressão dos preços pagos ao produtor. A produção de carne, no entanto, deverá ficar praticamente estável (aumento de 0,6%), gerando 58 mil toneladas a mais que em 2014. Sobre a situação dos pastos, o coordenador do Rally da Pecuária, Maurício Palma Nogueira, explica que entre 50% e 80% das áreas nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia apresentam sinais de degradação, porém apenas 4% estão efetivamente degradas. “Classificamos os pastos em cinco níveis de qualidade. O pior nível é o que classificamos como degradado, quando não há mais stand de plantas suficientes para recuperação, ou seja, o pasto deve ser reformado. Quanto antes o produtor interferir nesse processo, menor o custo e o risco ambiental”, explica. No momento em que estiveram em campo, técnicos do Rally detectaram também maior volume de pasto por animal em comparação ao ano passado. “Choveu na maior parte das regiões pecuárias, o que favorece a rebrota do pasto e a disponibilidade de capim. Verificamos que a sobra de massa de pasto não consumido em 2015 é muito maior do que se esperava, em torno de 10% da matéria seca. Em anos anteriores, esse volume variou de 35% a 50%. Essa informação reforça o conceito defendido pela Agroconsult, organizadora do Rally da Pecuária, de que a massa de capim compensa as emissões de carbono, sequestrando mais que o bovino pode emitir”, esclarece o coordenador do projeto. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 8/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Investimento em iLPF Produtores entrevistados durante o Rally da Pecuária apontaram que, do total de 1,04 milhão de hectares de pastagens, 45 mil hectares são voltados à integração lavourapecuáriafloresta (iLPF). Há intenção de começar novos projetos de iLPF em 36,8 mil hectares nos próximos anos. Já sob o ponto de vista dos agricultores, a integração é vantajosa e há planos de investimento nesse sistema. “A integração com pecuária está presente ou nos planos de 50% das fazendas que responderam questionários do Rally da Safra 2015, ou seja, 380 produtores do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia e Paraná. Os mesmos agricultores indicam que 35,6% dos animais serão terminados em confinamento”, complementa André Pessôa, sócio diretor da Agroconsult, que também organiza o Rally da Safra. O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição podem ser acompanhados pelo site www.rallydapecuaria.com.br. Fonte: Rally da Pecuária, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint. G1 Kátia Abreu tenta negociar mercado a produtos brasileiros em Moscou Ministra quer habilitar plantas de carne bovina para exportação. Agenda prevê encontro com ministro da Agricultura da Rússia A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, chegou nesta terçafeira (7) a Moscou, onde tentará habilitar plantas de carne bovina brasileira para exportação – além de negociar mercado para outros produtos como laticínios, café, grãos, cereais e etanol. A agenda da ministra prevê encontro com o ministro da Agricultura da Rússia, Alexander Tkachev, e segue com um evento na Câmara de Comércio e Indústria, onde ocorre um seminário sobre as perspectivas de cooperação no agronegócio e em segurança alimentar entre Brasil e Rússia. Para amanhã, a previsão é de que a ministra discurse em encontro empresarial da cadeia de proteínas, organizado pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e pela Associação dos Importadores de Carne da Rússia. Na sextafeira, a comitiva vai ao Food City, um grande centro de distribuição de alimentos em Moscou. Valor Econômico Kátia Abreu se reúne com ministro da Agricultura russo nesta quarta Em paralelo à cúpula dos Brics, que ocorre a partir de amanhã em Ufa — a 1,3 mil quilômetros de Moscou —, a ministra da Agricultura brasileira, Kátia Abreu, se reunirá nesta quarta feira com o ministro da Agricultura da Rússia, Alexander Tkachev Em paralelo à cúpula dos Brics, que ocorre a partir de amanhã em Ufa — a 1,3 mil quilômetros de Moscou —, a ministra da Agricultura brasileira, Kátia Abreu, se reunirá nesta quarta feira com o ministro da Agricultura da Rússia, Alexander Tkachev. O encontro será na capital russa. Em nota, o Ministério da Agricultura informou que o objetivo do encontro é “estreitar a cooperação entre os dois países no setor do agronegócio”. A Rússia é um dos maiores importadores de carnes do Brasil. Além do encontro com o ministro russo, a visita de Kátia Abreu a Moscou tambem inclui a ida a um seminário na Câmara de Comércio e Indústria sobre as perspectivas de cooperação no agronegócio e em segurança alimentar entre os dois países, segundo informou a Pasta. Na quinta feira, Kátia também participará de um encontro empresarial do setor de carnes. Esse encontro é organizado pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e pela Associação dos Importadores de Carne da Rússia. Já na sexta feira, a ministra visitará o “Food City”, centro de distribuição de alimentos em Moscou. De acordo com o Ministério da Agricultura, o senador Wellington Fagundes (PR MT) e o deputado federal Newton Cardoso Junior (PMDB MG) compõem a comitiva da ministra. Representantes des empresas dos setores de laticínios, carnes, café, grãos, cereais e etanol também integram a comitiva. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 9/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Canal Rural Técnicos da Empaer elaboram CAR de forma gratuira para produtores do MDA Empresas estavam cobrando R$ 350,00 para efetuar o CAR em áreas de até 50 hectares Os técnicos do escritório metropolitano da Empresa Mato Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), localizado no município de Várzea Grande, estão atendendo de forma gratuita produtores rurais inscritos no Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para elaboração do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Mais de trinta produtores do município de Cuiabá, da comunidade Barreiro/Buritizal foram atendidos e a previsão é atender 130 produtores das comunidades Raizama e Rio dos Couros/Aricazinho. O zootecnista da Empaer, Antônio Rômulo Fava, falou que neste primeiro momento foi acertado com a presidente da Associação da Comunidade Buritizal, Maria Zoelina Santos Costa, que os produtores seriam atendidos duas vezes por semana (segunda e terça feira). Foram realizadas palestras nas comunidades para informar aos produtores da necessidade da elaboração do CAR. Existe um cronograma para facilitar o atendimento. Maria Zoelina comenta que os produtores não conheciam a necessidade do CAR e muito menos recursos para pagar a elaboração. Ela conta que verificou que algumas empresas estavam cobrando o valor de R$ 350,00 para áreas de até 50 hectares. O produtor rural Erineu Anunciação Correa, proprietário de 28 hectares na Comunidade Buritizal, está satisfeito com o trabalho dos técnicos da Empaer e acredita que deixar a propriedade regularizada vai facilitar o acesso ao crédito rural. – A Empaer está de parabéns em prestar esse atendimento aos produtores da comunidade – ressalta Maria. O CAR é um instrumento fundamental para auxiliar no processo de regularização ambiental de propriedades e posses rurais. Consiste no levantamento de informações georreferenciadas do imóvel, com delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL), remanescentes de vegetação nativa, área rural consolidada, áreas de interesse social e de utilidade pública, com o objetivo de traçar um mapa digital a partir do qual são calculados os valores das áreas para diagnóstico ambiental. Conforme Fava, a execução do processo possibilita ao produtor, além da segurança jurídica, comprovar regularidade ambiental, a suspensão de sanções, facilidade de acesso ao crédito, acesso aos programas de regularização ambiental, certificação da origem da matéria prima, contribuir para o equilíbrio hídrico da propriedade, abertura para os caminhos da exportação, consolidação da agricultura familiar, entre tantas outras vantagens. Ferramenta importante para auxiliar no planejamento do imóvel rural e na recuperação de áreas degradadas, o CAR fomenta a formação de corredores ecológicos e a conservação dos demais recursos naturais, contribuindo para a melhoria da qualidade ambiental, sendo atualmente utilizado pelos governos estaduais e federal. Todos os proprietários rurais devem aderir ao CAR e regularizar a sua propriedade até o dia 6 de maio de 2016. GlobalMeat News US meat firms hope for South African trade boost US poultry and pork exporters are hoping trade with South Africa could increase thanks to the nowapproved extension of the African Growth and Opportunity Act (AGOA) US poultry and pork exporters are hoping trade with South Africa could increase thanks to the now approved extension of the African Growth and Opportunity Act (AGOA). The final legislative approval, which comes just ahead of US president Barack Obama’s trip to Kenya and Ethiopia this month, means African exporters will continue to be able to export to the US duty free – at least until 30 September 2025. But importantly for the US, the extension will lead to South Africa, sub Saharan Africa’s second largest economy (after Nigeria), easing a $0.80 per kilogram anti dumping duty, imposed on chicken legs and thighs 15 years ago. This followed an agreement between the US Poultry & Egg Export Council (USAPEEC) and the South African Poultry Association (SAPA) over the issue. “This duty is unjust, which I guess is a nice way of putting it,” said USAPEEC president Jim Sumner. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 10/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Duty exemption He said the agreement – while not repealing the duties outright – would grant American chicken leg and thigh exporters a duty exemption of 65,000 tonnes for next year, a figure roughly equal to the export total when the duty was imposed. “We would continue to get a percentage increase after that,” he said. “We would hope that it would grow conservatively to 80 million metric tonnes in a few years.” According to the congressional compromise under which the AGOA extension was passed, president Obama has one month to set up a review of whether the poultry agreement is being kept. “The bottom line is that there is a 30 day period in which the US government will see whether US poultry is entering South Africa,” said Sumner. Pork producers Pork producers, for their part, are more guarded when it comes to their prospects for improving their trade with South Africa. “We were supportive of the renewal of AGOA, despite South Africa’s de facto ban on US pork,”said Dave Warner, spokesman for the National Pork Producers Council. Warner said officials from the US and South Africa met as recently as last week to discuss the three “disease issues South Africa is using to keep US pork out of the country”, while continuing to accept imports from key competitors such as Brazil, Canada and the European Union (EU). 'No scientific justification' Although the South Africans are citing concerns about American outbreaks of porcine reproductive and respiratory syndrome (PRRS), pseudorabies (PRV) and trichinae as reasons to keep US pork out, Warner claimed: “There is no scientific justification for the ban.” He added: “We’re making progress on this issue, but that’s separate and apart from AGOA.” South Africa is AGOA’s largest beneficiary, with the US International Trade Commission reporting that the country exported $3.1 billion under its rules to the US in 2014. It will need to keep Washington happy to maintain these privileges. Under the extension of the act, the US has more flexibility in dealing with countries not meeting eligibility requirements, enabling president Obama to give countries potentially in breach of AGOA rules 60 day warnings if their preferences are to be withdrawn. Aveworld Ovos: preço semanal tende a ser melhor do que no ano passado O produtor de ovos obteve nova valorização e encerrou a semana valendo R$56,00 Expresso MT Projeto Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono avalia fazendas em MT Pesquisadores visitaram propriedades rurais e empresas que usam modelos com foco na produção sustentável de suínos http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 11/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Globo Rural IPA agropecuário sobe 0,15% em junho, aponta FGV Preços de bens intermediários, bens finais e matériaprimas brutas subiram Os preços dos produtos agropecuários no atacado subiram 0,15% em junho, após queda de 1,15% em maio, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou nesta terça (7/7), o Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGPDI) referente ao mês passado. A instituição informou ainda que os preços dos produtos industriais no atacado registraram alta de 0,54%, ante avanço de 0,71% na mesma base de comparação. Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPAEP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 0,34% em junho, após aumento de 0,47% no mês anterior. Os preços dos bens intermediários subiram 0,15% no mês passado, em comparação a alta de 0,51% em maio. Já os preços das matériasprimas brutas registraram aumento de 0,92%, ante recuo de 0,58% na mesma base de comparação. Scot Consultoria Exportação brasileira de carne bovina in natura cai 17,9% em volume e 23,5% em faturamento no primeiro semestre de 2015 Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no primeiro semestre de 2015, o Brasil exportou 490,8 mil toneladas métricas de carne bovina in natura, com um faturamento de US$2,09 bilhões Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no primeiro semestre de 2015, o Brasil exportou 490,8 mil toneladas métricas de carne bovina in natura, com um faturamento de US$2,09 bilhões. No mesmo período de 2014, foram exportadas 598,1 mil toneladas, com um faturamento de US$2,73 bilhões. Portanto, as quedas de volume e receita neste ano foram de 17,9% e 23,5%, respectivamente. O preço médio da tonelada exportada, no mesmo período, passou de US$4,56 mil em 2014 para US$4,25 mil neste ano, redução de 6,8%. A redução nas compras de importantes compradores como Rússia e Venezuela, foi o principal motivo para a queda de desempenho frente ao ano passado. Portal DBO Produção de carne recua 12% em MT Queda foi registrada no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano passado A produção de carne bovina em Mato Grosso atingiu 284 mil toneladas de carcaça, recuo de 12% em relação ao 1° trimestre de 2014, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A redução se deve à menor oferta de animais para abate em 2015, uma vez que a quantidade de cabeças encaminhadas à indústria foi 14% menor no período nos primeiros três meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados no boletim do Instituto MatoGrossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segundafeira, 6. Ainda assim, Mato Grosso continua sendo líder do nacional de produção de carne bovina. A produção brasileira total de carne bovina no 1° trimestre de 2015 foi de 1,83 milhão de toneladas de carcaça, volume 6% menor que o do mesmo período do ano anterior. Mercado futuro – O boletim também destaca que o mês de julho iniciou com queda no preço doa arroba no mercado futuro com vencimento para outubro/15. Considerando o diferencial de base SP MT médio de 13,03%, a queda foi de 8,8% entre abril, quando o preço chegou a R$ 137,50/@ e julho, quando foi registrado o menor preço para outubro, 125,33/@ em Mato Grosso. Conforme o Imea, a queda é resultado da queda do preço no mercado físico no final de junho, da instabilidade no cenário macroeconômico e das incertezas em relação à demanda. O instituto chama a atenção dos confinadores, pois a expectativa é de margens estreitas neste ano e oscilações no preço da arroba podem ser determinantes para o êxito na atividade. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 12/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Canal Rural Dólar mantém alta acima de 1% e fecha a R$ 3,18 Cotação é a maior desde o dia 29 de maio e chegou a encostar em R$ 3,20 Apesar de notícias no final do pregão apontando um possível acordo entre Grécia e credores, o dólar comercial encerrou com alta de 1,33% a R$ 3,1840 para venda, mantendo a cautela em relação à Grécia e no aguardo da ata do Fed, o banco central dos Estados Unidos, nesta quarta, dia 8. A cotação é a mais alta desde o dia 29 de maio. – Em cerca de 15 minutos o dólar devolveu parte da alta em cerca de dois centavos, mas como é um mercado de proteção e as notícias de um possível acordo vieram mais no final do dia, o impacto foi limitado – diz Flávio Serrano, economista s ênior do Banco Espírito Santo de Investimento (Besi). Para Ricardo Gomes da Silva, operador da Correparti Corretora, a cautela também manteve o dólar em alta. – A aversão ao risco tomou conta dos mercados pela ausência de fatos novos na proposta apresentada pela Grécia. Suposições de que a China poderá enfrentar dificuldades para lidar com uma bolha no mercado acionário também contribuiu para o ambiente hostil – avalia Silva. Para quarta, a Grécia volta a ficar no radar dos investidores, lado a lado com a divulgação da ata do Fed, prevista para às 15h. Bovespa A expectativa de que a Grécia costure acordo de curto prazo com credores para evitar a saída da zona do euro animou o mercado perto do fim da sessão, levando o Ibovespa a encerrar com alta de 0,37%, a 52.343 pontos. O principal índice da Bolsa passou a maior parte do dia em queda diante do cenário conturbado na Grécia e na China, além das questões políticas no Brasil. – Os investidores estão esperançosos com a proposta oficial que os gregos apresentarão amanhã, já que hoje não houve avanço nas negociações com o eurogrupo – disse o analista da Guide Investimentos, Luis Gustavo Pereira. O acordo pode sair até domingo e a previsão é de que o governo consiga, depois, garantir financiamento pelo prazo de dois a três anos. A situação complicada do governo de Atenas somada às preocupações com as bolsas chinesas, cuja parte das ações registrou queda expressiva e ficou com as negociações suspensas, colaboraram para que o Ibovespa atingisse a mínima de 51.129 pontos durante o pregão. – Os preços das commodities também foram prejudicados, levando as ações de empresas como Vale, Petrobras e siderúrgicas a operar em queda – disse o analista independente do blog WhatsCall, Pedro Galdi. Commodities Em Chicago (EUA), a soja teve queda de quase 3% e o mercado reagiu às informações de estabilidade nas condições das lavouras norte americanas consideradas boas ou excelentes. Aqui no Brasil, puxada pelo dólar, a soja em Paranaguá teve comercialização a R$ 73,00 a saca para o contrato de fevereiro de 2016. Canal Rural Câmbio deve favorecer exportação de milho Dólar valorizado deve compensar oferta elevada no mercado global, diz INTL FCStone Canal Rural http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 13/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Chuva atrapalha colheita de milho no Paraná Ritmo de retirada de graõs desacelera na última semana, segundo dados do Deral Canal Rural Custo do frete ofusca alta da soja em MT Transporte está mais caro que em 2014 e cotações estão menores, afirma IMEA Folha de S. Paulo Vietnã lidera importação de milho brasileiro no semestre Após um início de ano com um ritmo forte, as exportações de milho terminaram o primeiro semestre com volume de 5,3 milhões de toneladas, mesmo patamar de janeiro a junho de 2014 Após um início de ano com um ritmo forte, as exportações de milho terminaram o primeiro semestre com volume de 5,3 milhões de toneladas, mesmo patamar de janeiro a junho de 2014. A diferença fica por conta das receitas. Neste ano, foram US$ 993 milhões, 10% menos do que o US$ 1,1 bilhão de igual período de 2014. A queda ocorre devido à redução de preços do cereal no mercado externo. A produção aumentou e houve uma recomposição dos estoques. O Vietnã assumiu a liderança nas importações do produto brasileiro, comprando 1,4 milhão de toneladas no período. Ao atingir esse patamar, desbancou o Irã, líder no ano anterior. O principal mercado para o produto brasileiro esteve na Ásia. Além de Vietnã, outros países como Indonésia, Taiwan, Malásia, Coreia do Sul e Japão estiveram na lista dos principais importadores brasileiros. O volume de compra deste ano por esses países, no entanto, é bem inferior ao de 2013, quando os Estados Unidos reduziram a participação no mercado exportador, devido à seca no MeioOeste. Naquele ano, o Brasil teve o melhor primeiro semestre, exportando 2,4 milhões de toneladas. Nesse período, até mesmo os norteamericanos, tradicionais exportadores, vieram ao mercado brasileiro para complementar a demanda. Importaram 1 milhão de toneladas de janeiro a junho de 2013. No mesmo período anterior haviam importado 727 mil toneladas do produto brasileiro. O mercado externo não está tão favorável às exportações brasileiras neste ano como esteve em períodos anteriores. Mesmo assim, as estimativas de algumas consultorias indicam que as vendas externas deste ano poderão superar os 26 milhões de toneladas. Oportunidades e Eventos MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio – ESPMSul MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio – ESPMSul http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 14/15 08/07/2015 CLIPPING ABIEC Oportunidades e Eventos 12ª Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite 11 a 13 de agosto Clique aqui para mais informações http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190 15/15