08/07/2015
CLIPPING ABIEC
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Ano 3 | Número 1131 | Quarta, 8 de julho de 2015
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Terra Viva
GTPS elege nova comissão executiva para o triênio
2015/2018
Em reunião do Conselho Diretor, o Grupo de Trabalho de Pecuária
Sustentável (GTPS) elegeu os novos membros da Comissão Executiva
para o mandato de julho de 2015 até 30 de junho de 2018
Em reunião do Conselho Diretor, o Grupo de Trabalho de Pecuária Sustentável (GTPS) elegeu os
novos membros da Comissão Executiva para o mandato de julho de 2015 até 30 de junho de 2018.
Fernando Sampaio, Diretor Executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne
(Abiec), é o novo Presidente do Conselho Diretor do GTPS.
Além de Sampaio, os representantes eleitos para compor a nova Comissão Executiva foram:
Francisco Beduschi Neto, do Instituto Centro de Vida (ICV), que estará no cargo de Vice­presidente
do GTPS, e Ruy Fachini Filho, da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul
(FAMASUL), como Tesoureiro. Pelo Estatuto do GTPS, pelo menos um membro de cada categoria deve fazer parte da Comissão
Executiva. Por esta razão, Ivandré Montiel, do Banco do Brasil, Paulo Pompilio, do Grupo Pão de
Açúcar, e Karla Camargo, da Elanco, foram eleitos para os cargos de 1°, 2° e 3° suplente,
respectivamente. O presidente eleito do GTPS, Fernando Sampaio, aponta os desafios do Grupo de Trabalho na
próxima gestão. “A cada dia mais o GTPS tem se mostrado um Grupo forte e muito relevante para a
pecuária. A partir dele, temos conseguido ratificar a premissa de que é possível alimentar o mundo
de forma sustentável e com qualidade. A Comissão Executiva eleita sabe do tamanho de sua
responsabilidade à frente da primeira mesa redonda mundial sobre pecuária sustentável. Temos
muitos desafios ainda, mas com o comprometimento desse seleto grupo, tenho certeza de que a
Pecuária Sustentável no Brasil avançará ainda mais”, declara Sampaio.
Eduardo Bastos, que encerrou sua gestão no último dia 30 de junho, parabeniza os novos
Conselheiros e destaca a responsabilidade da nova Comissão Executiva. “Temos à frente do GT
uma Comissão Executiva sólida, formada por grandes profissionais. Estamos no caminho certo!”,
destaca Bastos.
Conheça o novo Presidente
Fernando de Mesquita Sampaio é graduado em Engenharia Agronômica pela Escola Superior de
Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (ESALQ­USP), com especialização na
Ecole Superieure d’ Agriculture de Angers, na França. Sampaio é diretor­executivo da Associação
Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), desde 2011. Sua carreira na Associação
começou em 2009, quando desempenhou a função de Coordenador de Sustentabilidade. Antes de
trabalhar na ABIEC, Sampaio desenvolveu sua carreira na Europa, onde trabalhou no mercado de
carnes na Societé des Viandes Bretagne Anjou (SOVIBA), França, entre 2000 e 2001, e
posteriormente na Meat Import Zandbergen Brothers BV, na Holanda, no período de 2001 a 2008.
Sobre o GTPS
Criado no final de 2007 e formalmente constituído em junho de 2009, o Grupo de Trabalho da
Pecuária Sustentável (GTPS) é formado por representantes de diferentes segmentos que integram a
cadeia de valor da pecuária bovina no Brasil, entre eles indústrias, organizações do setor, produtores
e associações, varejistas, fornecedores de insumos, bancos, organizações da sociedade civil,
centros de pesquisa e universidades. O objetivo do GT é debater e formular, de maneira
transparente, princípios, práticas e padrões comuns a serem adotados pelo setor, que contribuam
para o desenvolvimento de uma pecuária sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e
economicamente viável. Em 2014, o grupo recebeu o Certificado de Excelência em Sustentabilidade
na categoria Governança Corporativa, entregue pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças
(IBEF) em reconhecimento ao processo claro e transparente de tomada de decisões e demonstração
de resultados do GTPS. Mais informações sobre o GTPS estão disponíveis no site
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www.pecuariasustentavel.org.br. Acompanhe também pelo twitter, em @gtps_brasil, e pelo
Facebook, em www.facebook.com/gtpsbrasil.
Feed&Food
Por meio de acordo de cooperação, Abiec pode abrir
representação na China
Parceria entre entidade dos dois países atuará como facilitadora nas
relações de exportação
Um braço da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec, São Paulo/SP)
agora está estendido sobre o Oriente. A ação aconteceu durante a FMA China 2015 – The Exhibition
and Safety & Quality Forum of China International Food, Meat and Aquatic Product, em evento
realizado em Xangai, em 10 do último mês.
Na ocasião, um acordo de cooperação comercial foi selado entre a Abiec e a Associação de
Inspeção e Quarentena da China (CIQA), órgão vinculado à Administração de Supervisão de
Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ), que por sua vez equivale à Secretaria de Defesa
Agropecuária brasileira.
“O termo com uma entidade parceira faz dela uma facilitadora dos processos comerciais e até do
ingresso de novas plantas para as negociações com a China. Ou seja, nós temos um irmão lá e eles
têm um irmão aqui”, sintetiza o presidente da entidade, Antônio Jorge Camardelli.
De acordo com ele, a ação encontrou sinergia no significado da palavra de cooperação, tendo em
vista a magnitude do mercado chinês. “A necessidade de encararmos um mercado que tenha a
presença do produto nacional no varejo naturalmente remete a uma mudança do perfil de marketing,
de um processo de inclusão retomada após o embargo de 2012. Com isso, uma das decisões da
entidade foi criar essa parceria para continuarmos os trabalhos por meio de visitas e troca de
informações”, explica Camardelli.
Em maio último, por meio da visita ao País do Primeiro­ministro Li Keqiang, foram sanadas as
pendências sanitárias e assinado um protocolo que permite a retomada das exportações. A partir do
início dos embarques, prometido para junho, a pauta será trabalhar para incluir temas como carne
industrializada e a possibilidade de exportação com base no modelo uruguaio de carne com osso.
“Portanto, cardápio de itens oferecidos faz parte da maturidade de quem retornou ao processo de
exportação no viés de um mercado perene de quantidade e qualidade, requerendo atenção especial
da entidade para recombinar o trabalho dos associados às vendas”, cita.
O executivo ainda declara que, com essa decisão, há possibilidade de abrir uma representação da
Abiec naquele país, para atuar como facilitador do processo comercial e até indutor, sob o aspecto
positivo, no incremento da lista hoje compreendida por oito unidades habilitadas e nove no aguardo
de aprovação que, sob o aspecto da entidade, compreendem todo o padrão necessário para as
transações. Em caso de sinal verde aos frigoríficos em status de espera, o Brasil terá 17 plantas
habilitadas.
Para Camardelli a ação “é um presente de natal antecipado”, pois isso fará parte de um processo de
recomposição de mercado internacional, visualizando as dificuldades e peculiaridades de cada país
como fato complicador do processo. “A Rússia tentando se estabilizar posterior a queda do petróleo,
um soluço cambial extremamente negativo, Hong Kong comprando menos. Enfim, a China vem
compensar esse esforço. O país deve ser responsável por pelo menos cinco mil toneladas mensais,
nesse primeiro período, e o quantitativo deve aumentar”, diz Camardelli traçando as perspectivas do
agribusiness.
Valor Econômico
Demanda firme impulsiona margens da carne de
frango
Se as dificuldades enfrentadas pelos frigoríficos de carne bovina já
precipitaram a paralisação definitiva ou temporária de mais de 40
unidades de abate no país neste ano, o cenário é completamente diferente
para a indústria produtora de carne de frango
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Bom Dia Feira
EUA liberam importação de carne bovina in natura da
Bahia
Anúncio foi visto com bons olhos por frigoríficos e pecuaristas.
Importações da carne estavam proibidas nos últimos 15 anos
As exportações estão aquecendo o mercado das carnes de frango, de porco e de boi. Essa semana
foi fechado um acordo que permite a reabertura do mercado norte­americano para a carne bovina in
natura brasileira. O anúncio foi comemorado por frigoríficos e pecuaristas. A Bahia está nessa lista
por ser uma das 14 unidades que estão livres de febre aftoza com vacinação.
Em Bandeirantes, no Mato Grosso do Sul, o pecuarista Nedson Rodrigues tem seis mil cabeças
criadas de nelore e angus em 7.500 hectares. Há 24 anos, ele assumiu o comando da propriedade da
família e resolveu investir em genética de ponta e nutrição. O produtor investe em animes super
precoces, abatidos com 14 meses, e animais precoces, que vão para o frigorífico aos 24 meses.
“Hoje a gente consegue produzir animais dentro de um sistema de cria, recria e engorda, animais que
atendem a qualquer mercado. Tanto interno com mercados de carne de qualidade, como o mercado
externo também. Os animais estão dentro de uma classificação que eles podem atender a todos
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esses mercados. O fato dos EUA importar a nossa carne vai abrir outros mercados que pagam muito
bem por carne”, explica o pecuarista.
Em Campo Grande, um frigorífico abate por dia 1.800 bois, em média. Das trezentas toneladas de
carne processadas diariamente, 40% são enviados para o exterior.
Mas agora frigoríficos do Distrito Federal e de mais 13 estados considerados zonas livres de aftosa
terão um novo mercado para explorar: esta semana, o departamento de agricultura dos Estados
Unidos assinou um acordo com representantes do Ministério da Agricultura para reabrir as
importações da carne in natura do Brasil, que estiveram proibidas nos últimos 15 anos.
A medida só vai valer depois de uma inspeção sanitária dos norte­americanos, que será feita nos
próximos dias, nos frigoríficos e rebanhos brasileiros, credenciados para exportação. Esse acordo
deve abrir novas oportunidades de negócios, não só no mercado americano, segundo o presidente da
Abiec, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli.
“A entrada pro mercado americano vai facilitar o nosso acesso a países que ainda utilizam artifícios
comerciais travestidos de barreiras técnicas e por termos esse passaporte agora, a gente pode ter
acesso a um dos quatro maiores importadores mundiais e que também praticam melhores preços,
citando Coreia do Sul, Taiwan, Japão e Indonésia”, diz o presidente da Abiec.
Segundo a Abiec, a previsão é de exportar já este ano cerca de 15 mil toneladas de carne in natura
para os Estados Unidos.
Nelore MS
Exportações de carne in natura para os EUA podem
começar em setembro, avalia Abiec
A indústria brasileira de carne bovina espera iniciar já no mês de
setembro os embarques do produto in natura para os Estados Unidos
A indústria brasileira de carne bovina espera iniciar já no mês de setembro os embarques do produto
in natura para os Estados Unidos. Foi o que afirmou o diretor­executiva Associação Brasileira da
Indústria Produtora e Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Fernando Sampaio. "O mercado norte­
americano estava entre as nossas prioridades para este ano", diz ele.
Nesta segunda­feira (29/6), o Ministério da Agricultura (Mapa) informou que depois de 15 anos de
expectativa e negociações, o mercado norte­americano está aberto para a carne bovina in natura,
assim como já ocorria para o produto industrializado. A decisão vale para 13 estados (Bahia, Espirito
Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de
Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e o Distrito Federal. O governo e os frigoríficos
avaliam que o mercado potencial é de 100 mil toneladas por ano.
O próximo passo, explica Sampaio, é definir a chamada equivalência do sistema de inspeção, o que
é comum no processo de liberação de exportações. A partir disso, os frigoríficos brasileiros já
poderiam ser habilitados para iniciar os embarques. "De início, todas as nossas unidades que são
habilitadas para exportar industrializado poderão embarcar matéria­prima. E a gente tem várias outras
plantas que podem ser habilitadas para atender. Quem faz a habilitação é o Ministério da Agricultura
e os Estados Unidos vêm auditar."
Comemorada pela indústria, a liberação do mercado norte­americano para a carne bovina in natura
chega em um momento de pressão para a cadeia produtiva, espcialmente a indústria. A arroba do boi
gordo em patamares elevados, em função da pouca oferta de animais, têm elevado os custos da
indústria. E a margem de repasse para os preços fica limitada em função da demanda mais lenta por
carne e das proteínas concorrentes, como a carne suína e de frango. "A gente vai abater de qualquer
jeito. O que a exportação proporciona é uma rentabilidade melhor".
Essa rentabilidade viria, segundo Sampaio, especialmente pelas vendas de cortes dianteiros, que
devem concentrar o maior volume embarcado para os Estados Unidos. O diretor executivo da Abiec
explica que esse tipo de produto o "Brasil tem de sobra", e os norte­americanos demandam em
grande quantidade para a produção, por exemplo, de hambúrgueres.
"Dianteiro, a gente sempre exportou para a Rússia e para o Oriente Médio e agora tem os Estados
Unidos. A gente pode exportar qualquer corte, mas enxerga que a oportunidade comercial maior está
nesse tipo de produto. Principalmente, quando você tem uma situação em que o boi está mais caro,
isso ajuda a rentabilizar a carcaça muito melhor. Vou achar o melhor mercado para cada parte e
agora vou ter um mercado grande para uma parte do boi que aqui vale pouco", afirma.
Outros mercados
Depois da abertura dos Estados Unidos, o foco do governo e da indústria de carne bovina se volta
para mercados como China, Japão e Arábia Saudita. Para a Abiec, esses países são importantes
para reverter a situação atual das vendas externas. De janeiro a maio deste ano, os embarques
foram de 543,7 mil toneladas, 14% a menos que no mesmo período em 2014. O faturamento foi de
US$ 2,2 bilhões (­18%).
"Se ocorrer como esperamos no segundo semestre, temos condições de encerrar o ano com
crescimento nas exportações. São várias notícias acumuladas que podem mudar o cenário", diz o
diretor executivo da Abiec. “A abertura dos Estados Unidos é um precedente importante”, acrescenta
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Sampaio, lembrando que diversos países usam o sistema norte­americano como referência para
negociações internacionais e podem mudar sua visão em relação ao produto brasileiro.
Nesta semana, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, viaja para o Japão, onde a carne bovina deve
estar na pauta de negociações com as autoridades do país. O Brasil tenta retomar as vendas de
carne industrializada, suspensas desde 2012, além de abrir o mercado para o produto in natura.
Outro país que embargou a carne bovina brasileira, a Arábia Saudita também pode retomar as
compras ainda neste ano. De acordo com o Ministério da Agricultura, as autoridades sauditas de
defesa sanitária já visitaram frigoríficos brasileiros e devem apresentar um relatório. A expectativa da
indústria é retomar os embarques já em agosto. Em 2012, último ano em que ocorreram exportações,
os sauditas compraram 33,39 mil toneladas, o que rendeu US$ 156,095 milhões.
Com relação à China, Sampaio afirma que os frigoríficos estão se preparando para embarcar o
produto, depois da assinatura do protocolo sanitário, no mês de abril. Oito unidades estão habilitadas.
A expectativa da Abiec é, já no mês de julho, embarcar entre 10 e 15 mil toneladas . A China
importa, atualmente, mais de 300 mil toneladas de carne bovina por ano. “O potencial é o de crescer
bastante. A demanda é crescente e a gente que ter ainda mais frigoríficos habilitados. É um mercado
em que a gente acredita bastante.”
Elena Santos
Abertura do mercado americano à carne brasileira
aquece expectativas para a TecnoCarne
Executivos da ABIEC e AFRIG reforçam apostas na feira, que será de 11 a
13 de agosto em São Paulo, reunindo as principais inovações
tecnológicas para a indústria de carne bovina, suína, aves, peixe, além do
leite
Executivos da ABIEC e AFRIG reforçam apostas na feira, que será de 11 a 13 de agosto em São
Paulo, reunindo as principais inovações tecnológicas para a indústria de carne bovina, suína, aves,
peixe, além do leite. O recente anúncio da abertura do mercado norte­americano à carne in natura
brasileira depois de 15 anos de restrições está aquecendo o mercado e as expectativas para a 12ª
edição da Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite – Tecnocarne e
Leite, que será realizada de 11 a 13 de agosto, em São Paulo (SP). O evento é o maior da América
Latina em inovações tecnológicas e soluções para os setores de carne bovina, suína, aves, peixe,
além do leite.
“O cenário é positivo para nosso setor, com o Brasil acessando cada vez mais e melhores
mercados. Ainda temos muito a crescer na exportação, com grandes desafios que envolvem a
negociação de barreiras sanitárias e cotas e tarifas preferenciais. Existem também desafios internos
bastante complexos que influenciam diretamente nossa competitividade, como infraestrutura,
logística, cenário macroeconômico, insegurança jurídica, entre outros. Muitos desses desafios
internos dependem de grandes mudanças governamentais e debates com a sociedade, como a
modernização da legislação e investimentos em infraestrutura, sobre os quais temos atuação
limitada. Mas podemos, sim, influenciar o que acontece dentro da nossa indústria, ou seja, podemos buscar
maior competitividade sendo mais eficientes dentro do nosso próprio processo industrial. Para isso,
precisamos de tecnologias que propiciem esta eficiência, e a Tecnocarne é uma vitrine para estas
tecnologias que estamos buscando. Queremos que a feira traga o que há de melhor e mais moderno
em termos de processamento de carnes. Somos o maior exportador do mundo e certamente temos
que ter um parque industrial à altura do desafio”, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira
das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio. A entidade é uma das apoiadoras
da Tecnocarne.
“É de nosso interesse que a indústria esteja a par de todas as possibilidades tecnológicas que
possam trazer ganhos ao nosso setor. Precisamos produzir mais de maneira cada vez mais
eficiente”, completa Sampaio. A AFRIG – Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo
e Distrito Federal reforça essa aposta. “A AFRIG considera de extrema importância a realização de
um evento como este da Tecnocarne. É uma feira onde a indústria de processamento de carnes
bovinas, suínas, aves e peixes tem a oportunidade de assistir a demonstração do avanço da
tecnologia dos vários setores da cadeia produtiva das carnes. Estarão presentes empresários de muitos países com as mais novas tecnologias, gerando
perspectivas de realizações de grandes negócios”, destaca o diretor executivo da AFRIG, Antônio
Jésus Pena, que reforça ainda a importância de maior acesso a crédito por parte da indústria. “A
AFRIG vê como grande necessidade um apoio maior do governo brasileiro no quesito créditos para
os produtores brasileiros, para que possam investir em tecnologias mais avançadas, alcançando
desse modo uma produtividade maior, a exemplo de outros países mais desenvolvidos”. Meeting Business Uma das novidades desta edição da Tecnocarne & Leite, que é realizada a cada
dois anos, é o Meeting Business, um polo gerador de negócios e conteúdos dentro da feira. “Trata­se
de um formato inovador de rodada de negócios, que visa aproximar compradores demandantes de
produtos e serviços do setor e empresas participantes do evento. A feira está cada vez mais consolidada como uma plataforma diferenciada de negócios e estamos
criando ferramentas para otimizar ainda mais essa vocação do evento para atender à demanda deste
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mercado”, ressalta o diretor da Tecnocarne, José Danghesi. Serviço: 12ª TecnoCarne & Leite ­ Feira
Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite Data: De 11 a 13 de Agosto de 2015
Horário: Terça à Quinta das 10h às 19h ­ Entrada somente até as 18h Local: São Paulo Expo ­ São
Paulo – SP (Rodovia dos Imigrantes, Km 1.5) Site oficial: www.tecnocarne.com.br Agrolink com
informações de assessoria
Dinheiro Rural
Abertura do mercado americano aquece expectativas
para a TecnoCarne
Executivos da ABIEC e AFRIG reforçam apostas na feira, que será de 11 a
13 de agosto em São Paulo
O recente anúncio da abertura do mercado norte­americano à carne in natura brasileira depois de 15
anos de restrições está aquecendo o mercado e as expectativas para a 12ª edição da Feira
Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite – Tecnocarne e Leite, que será
realizada de 11 a 13 de agosto, em São Paulo (SP).
O evento é o maior da América Latina em inovações tecnológicas e soluções para os setores de
carne bovina, suína, aves, peixe, além do leite.
“O cenário é positivo para nosso setor, com o Brasil acessando cada vez mais e melhores
mercados. Ainda temos muito a crescer na exportação, com grandes desafios que envolvem a
negociação de barreiras sanitárias e cotas e tarifas preferenciais. Existem também desafios internos
bastante complexos que influenciam diretamente nossa competitividade, como infraestrutura,
logística, cenário macroeconômico, insegurança jurídica, entre outros. Muitos desses desafios
internos dependem de grandes mudanças governamentais e debates com a sociedade, como a
modernização da legislação e investimentos em infraestrutura, sobre os quais temos atuação
limitada. Mas podemos, sim, influenciar o que acontece dentro da nossa indústria, ou seja, podemos
buscar maior competitividade sendo mais eficientes dentro do nosso próprio processo industrial. Para
isso, precisamos de tecnologias que propiciem esta eficiência, e a Tecnocarne é uma vitrine para
estas tecnologias que estamos buscando. Queremos que a feira traga o que há de melhor e mais
moderno em termos de processamento de carnes. Somos o maior exportador do mundo e certamente
temos que ter um parque industrial à altura do desafio”, afirma o diretor executivo da Associação
Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio. A entidade é uma das
apoiadoras da Tecnocarne. “É de nosso interesse que a indústria esteja a par de todas as
possibilidades tecnológicas que possam trazer ganhos ao nosso setor. Precisamos produzir mais de
maneira cada vez mais eficiente”, completa Sampaio.
A AFRIG – Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal reforça
essa aposta. “A AFRIG considera de extrema importância a realização de um evento como este da
Tecnocarne. É uma feira onde a indústria de processamento de carnes bovinas, suínas, aves e
peixes tem a oportunidade de assistir a demonstração do avanço da tecnologia dos vários setores da
cadeia produtiva das carnes. Estarão presentes empresários de muitos países com as mais novas
tecnologias, gerando perspectivas de realizações de grandes negócios”, destaca o diretor executivo
da AFRIG, Antônio Jésus Pena, que reforça ainda a importância de maior acesso a crédito por parte
da indústria. “A AFRIG vê como grande necessidade um apoio maior do governo brasileiro no quesito
créditos para os produtores brasileiros, para que possam investir em tecnologias mais avançadas,
alcançando desse modo uma produtividade maior, a exemplo de outros países mais desenvolvidos”.
Beef Point
Grupo investidor chinês está próximo de comprar
frigorífico no Uruguai
Um grupo de capitais chineses, que esteve no ano passado no Uruguai
sondando os frigoríficos, está negociando com os proprietários do
Frigorífico Rosario (Rondatel S.A.) e estão adiantadas as negociações
para a venda da planta de abate e outros empreendimentos da firma,
embora o negócio ainda não tenha sido fechado
Um grupo de capitais chineses, que esteve no ano passado no Uruguai sondando os frigoríficos, está
negociando com os proprietários do Frigorífico Rosario (Rondatel S.A.) e estão adiantadas as
negociações para a venda da planta de abate e outros empreendimentos da firma, embora o negócio
ainda não tenha sido fechado.
As conversas com o grupo chinês incluiriam, além da planta de Rosário, que há algum tempo é
dedicada à industrialização de bovinos, uma planta de desossa que o Rondatel S.A. tem em
Montevidéu e outro negócio no setor de carne suína.
Se esse negócio se concretizar, será o primeiro desembarque de capitais chineses na indústria
frigorífica uruguaia, como ocorreu em Santa Fé (Argentina) com o frigorífico San José, conhecido
antes como JBS Swift, vendido em outubro de 2014.
http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=1190
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Não é a primeira vez que grupos de empresários chineses sondam o mercado uruguaio buscando
adquirir alguma empresa. No final do ano passado, houve uma missão que visitou vários frigoríficos,
entre eles, a planta do Rondatel S.A., e, desde então, começou a crescer o rumor de que estava
vendida, fato que foi desmentido pela empresa.
Outros investidores chineses também mantiveram contato no ano passado com autoridades do
Instituto Nacional de Carne (INAC) levantando a possibilidade de comprar carne bovina para
abastecer suas cadeias de restaurantes e supermercados, levantando também a possibilidade de
comprar um frigorífico.
Durante o primeiro semestre do ano, a China se converteu no principal destino para os frigoríficos
uruguaios, onde o volume exportado cresceu em 64% até 26 de junho, segundo os dados
estatísticos do INAC. Foram exportadas 75.332 toneladas de carne bovina contra 45.934 toneladas
com relação ao mesmo período de 2014.
O mercado compra basicamente cortes de dianteiro bovino e miúdos, ainda que há uma corrente
incipiente de cortes de maior valor (cortes de traseiro).
O ex­presidente do INAC e atual assessor privado, Roberto Vázquez Platero, disse que a indústria
frigorífica uruguaia há um tempo “está na mira dos investidores chineses” e disse que não é somente
a indústria uruguaia. “No futuro dos possíveis investimentos de um país que conta com muitos
recursos e terá a necessidade de carnes no futuro, podem chegar a empresas muito grandes no
Uruguai e outros locais”.
O Rondatel S.A., está em 19° lugar no ranking de abates, segundo dados do INAC.
Globo Rural
O mercado de reposição está firme no Maranhão
Demanda de outros Estados ajuda a manter firme as cotações
O mercado de reposição segue firme no Maranhão. Segundo a Scot Consultoria, além da baixa oferta
de animais disponíveis para compra, o Estado recebe demanda também dos Estados vizinhos, o que
ajuda a sustentar as cotações.
A movimentação, no entanto, não está excessiva, gerando a expectativa de preços estáveis em
curto e médio prazos, ao contrário de alguns estados, onde os poucos negócios têm pressionado as
cotações para baixo com maior intensidade.
No Maranhão, os preços dos animais de reposição subiram esta semana em relação à cotação
média de junho.
Considerando todas as categorias de machos, houve alta média de 2,1%. As mais jovens, desmama
e bezerro de ano, subiram mais, 3,3% e 3,5%, nessa ordem, devido à maior procura em relação aos
animais mais erados.
No acumulado dos últimos doze meses, a alta foi de 40,5%, na média de todas as categorias de
machos, enquanto que a arroba do boi gordo subiu 15,4%, prejudicando claramente o poder de
compra do pecuarista.
A relação de troca entre um boi gordo de 16,5@ e um bezerro de 6@ está em 1,97, uma redução de
25,9% em relação a julho do ano passado, quando estava em 2,65.
Globo Rural
Mercado do boi gordo começa a semana com
pressão de baixa
Algumas indústrias estavam fora das compras no início da semana, à
espera de uma maior definição do mercado
O mercado do boi gordo começou a semana pressionado. No entanto, como é típico de segunda­
feira, o volume de negócios não foi grande. Algumas indústrias estavam fora das compras, à espera
de uma maior definição do mercado.
Em São Paulo existem ofertas de compra em valores até R$4,50/@ abaixo da referência, que cedeu
e atualmente está em R$145,00/@, à vista.
As programações atendem ao redor de quatro dias. Programações maiores são observadas em
frigoríficos que possuem volume maior de animais provenientes de termo ou parceria.
Houve desvalorizações em cinco praças, mas a pressão de baixa ocorre com mais força em São
Paulo. Nas demais, os testes abaixo da referência são mais comedidos.
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CLIPPING ABIEC
No mercado atacadista de carne com osso, apesar da demanda fraca, os estoques mais enxutos
sustentam as cotações.
Canal Rural
Produção de carne tem forte queda em Mato Grosso
Atividade recua 12% no primeiro trimestre, em base anual, afirma Imea
Assim como no restante do país, a produção de carne em Mato Grosso registrou queda no primeiro
trimestre, mas o ritmo do recuo foi mais acentuado que a média nacional. A constatação é do
Instituto Mato​
Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O estado registrou uma produção de 284 milhões de quilogramas de carcaça, queda de 12% em
relação ao mesmo período do ano passado. No Brasil, a produção total de carne bovina caiu 6% no
mesmo período, para 1,83 bilhão de quilogramas de carcaça.
– Essa redução é resultante da menor oferta de animais para abate em 2015, tendo em vista que a
quantia de cabeças encaminhadas à indústria foi 14% menor entre os períodos já citados – diz o
Imea a respeito da situação de Mato Grosso.
Mesmo mantendo a liderança no ranking nacional de produção de carne, o relatório alerta que Mato
Grosso precisa realizar melhorias na cadeia, para elevar a produtividade e aprimorar a qualidade.
Perspectiva
O mês de julho começou com queda no preço da arroba do boi gordo no mercado futuro, após a
cotação dos contratos futuros ter registrado forte elevação a partir de março.
Entre abril e julho, houve queda de 8,8% no preço da arroba do contrato para outubro, chegando a
US$ 125,33 em Mato Grosso.
Segundo o Imea, o movimento de queda visto no final de junho, acompanhado pela instabilidade do
cenário macroeconômico e incertezas em relação à demanda estão levando os preços no mercado
futuro a recuarem.
A situação, afirma o Instituto, requer atenção dos produtores, sobretudo dos confinadores, pois, com
a estreita margem de lucro prevista para este ano, “grandes oscilaç
Beef Point
Rebanho confinado deve crescer meio milhão de
cabeças com perspectiva de melhora de preços
Melhores perspectivas de preços pagos aos produtores e menor custo de
produção com a dieta resultarão no aumento do número de animais
confinados este ano
Melhores perspectivas de preços pagos aos produtores e menor custo de produção com a dieta
resultarão no aumento do número de animais confinados este ano. Levantamento realizado em
campo pelo Rally da Pecuária 2015 mostra que o total deve chegar a 5,19 milhões de cabeças,
crescimento de 520 mil cabeças em relação ao ano passado. Mesmo com essa expansão, a
intenção é de confinar 5,74 milhões de cabeças, conforme apurado durante o Rally. O número só não
será ainda maior porque os grandes confinamentos estão com dificuldades em originar bois magros
para terminar no cocho.
Em relação ao abate, a estimativa é um aumento de 245 mil cabeças se comparado com o ano
passado, dado que pode influenciar na pressão dos preços pagos ao produtor. A produção de carne,
no entanto, deverá ficar praticamente estável (aumento de 0,6%), gerando 58 mil toneladas a mais
que em 2014.
Sobre a situação dos pastos, o coordenador do Rally da Pecuária, Maurício Palma Nogueira, explica
que entre 50% e 80% das áreas nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia apresentam sinais
de degradação, porém apenas 4% estão efetivamente degradas. “Classificamos os pastos em cinco
níveis de qualidade. O pior nível é o que classificamos como degradado, quando não há mais stand
de plantas suficientes para recuperação, ou seja, o pasto deve ser reformado. Quanto antes o
produtor interferir nesse processo, menor o custo e o risco ambiental”, explica.
No momento em que estiveram em campo, técnicos do Rally detectaram também maior volume de
pasto por animal em comparação ao ano passado. “Choveu na maior parte das regiões pecuárias, o
que favorece a rebrota do pasto e a disponibilidade de capim. Verificamos que a sobra de massa de
pasto não consumido em 2015 é muito maior do que se esperava, em torno de 10% da matéria seca.
Em anos anteriores, esse volume variou de 35% a 50%. Essa informação reforça o conceito
defendido pela Agroconsult, organizadora do Rally da Pecuária, de que a massa de capim compensa
as emissões de carbono, sequestrando mais que o bovino pode emitir”, esclarece o coordenador do
projeto.
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CLIPPING ABIEC
Investimento em iLPF
Produtores entrevistados durante o Rally da Pecuária apontaram que, do total de 1,04 milhão de
hectares de pastagens, 45 mil hectares são voltados à integração lavoura­pecuária­floresta (iLPF).
Há intenção de começar novos projetos de iLPF em 36,8 mil hectares nos próximos anos. Já sob o
ponto de vista dos agricultores, a integração é vantajosa e há planos de investimento nesse sistema.
“A integração com pecuária está presente ou nos planos de 50% das fazendas que responderam
questionários do Rally da Safra 2015, ou seja, 380 produtores do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais,
Bahia e Paraná. Os mesmos agricultores indicam que 35,6% dos animais serão terminados em
confinamento”, complementa André Pessôa, sócio diretor da Agroconsult, que também organiza o
Rally da Safra.
O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição podem ser acompanhados pelo site
www.rallydapecuaria.com.br.
Fonte: Rally da Pecuária, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
G1
Kátia Abreu tenta negociar mercado a produtos
brasileiros em Moscou
Ministra quer habilitar plantas de carne bovina para exportação. Agenda
prevê encontro com ministro da Agricultura da Rússia
A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, chegou nesta terça­feira (7) a Moscou, onde tentará habilitar
plantas de carne bovina brasileira para exportação – além de negociar mercado para outros produtos
como laticínios, café, grãos, cereais e etanol.
A agenda da ministra prevê encontro com o ministro da Agricultura da Rússia, Alexander Tkachev, e
segue com um evento na Câmara de Comércio e Indústria, onde ocorre um seminário sobre as
perspectivas de cooperação no agronegócio e em segurança alimentar entre Brasil e Rússia.
Para amanhã, a previsão é de que a ministra discurse em encontro empresarial da cadeia de
proteínas, organizado pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e pela Associação dos
Importadores de Carne da Rússia. Na sexta­feira, a comitiva vai ao Food City, um grande centro de
distribuição de alimentos em Moscou.
Valor Econômico
Kátia Abreu se reúne com ministro da Agricultura
russo nesta quarta
Em paralelo à cúpula dos Brics, que ocorre a partir de amanhã em Ufa —
a 1,3 mil quilômetros de Moscou —, a ministra da Agricultura brasileira,
Kátia Abreu, se reunirá nesta quarta­​
feira com o ministro da Agricultura
da Rússia, Alexander Tkachev
Em paralelo à cúpula dos Brics, que ocorre a partir de amanhã em Ufa — a 1,3 mil quilômetros de
Moscou —, a ministra da Agricultura brasileira, Kátia Abreu, se reunirá nesta quarta­​
feira com o
ministro da Agricultura da Rússia, Alexander Tkachev. O encontro será na capital russa.
Em nota, o Ministério da Agricultura informou que o objetivo do encontro é “estreitar a cooperação
entre os dois países no setor do agronegócio”. A Rússia é um dos maiores importadores de carnes
do Brasil.
Além do encontro com o ministro russo, a visita de Kátia Abreu a Moscou tambem inclui a ida a um
seminário na Câmara de Comércio e Indústria sobre as perspectivas de cooperação no agronegócio e
em segurança alimentar entre os dois países, segundo informou a Pasta.
Na quinta­​
feira, Kátia também participará de um encontro empresarial do setor de carnes. Esse
encontro é organizado pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e pela Associação dos
Importadores de Carne da Rússia. Já na sexta​
­feira, a ministra visitará o “Food City”, centro de
distribuição de alimentos em Moscou.
De acordo com o Ministério da Agricultura, o senador Wellington Fagundes (PR​
MT) e o deputado
federal Newton Cardoso Junior (PMDB​
MG) compõem a comitiva da ministra. Representantes des
empresas dos setores de laticínios, carnes, café, grãos, cereais e etanol também integram a
comitiva.
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CLIPPING ABIEC
Canal Rural
Técnicos da Empaer elaboram CAR de forma gratuira
para produtores do MDA
Empresas estavam cobrando R$ 350,00 para efetuar o CAR em áreas de
até 50 hectares
Os técnicos do escritório metropolitano da Empresa Mato​
Grossense de Pesquisa, Assistência e
Extensão Rural (Empaer), localizado no município de Várzea Grande, estão atendendo de forma
gratuita produtores rurais inscritos no Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural do
Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para elaboração do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Mais de trinta produtores do município de Cuiabá, da comunidade Barreiro/Buritizal foram atendidos e
a previsão é atender 130 produtores das comunidades Raizama e Rio dos Couros/Aricazinho.
O zootecnista da Empaer, Antônio Rômulo Fava, falou que neste primeiro momento foi acertado com
a presidente da Associação da Comunidade Buritizal, Maria Zoelina Santos Costa, que os produtores
seriam atendidos duas vezes por semana (segunda e terça​
feira). Foram realizadas palestras nas comunidades para informar aos produtores da necessidade da
elaboração do CAR. Existe um cronograma para facilitar o atendimento.
Maria Zoelina comenta que os produtores não conheciam a necessidade do CAR e muito menos
recursos para pagar a elaboração. Ela conta que verificou que algumas empresas estavam cobrando
o valor de R$ 350,00 para áreas de até 50 hectares. O produtor rural Erineu Anunciação Correa,
proprietário de 28 hectares na Comunidade Buritizal, está satisfeito com o trabalho dos técnicos da
Empaer e acredita que deixar a propriedade regularizada vai facilitar o acesso ao crédito rural.
– A Empaer está de parabéns em prestar esse atendimento aos produtores da comunidade
– ressalta Maria.
O CAR é um instrumento fundamental para auxiliar no processo de regularização ambiental de
propriedades e posses rurais. Consiste no levantamento de informações georreferenciadas do imóvel,
com delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL), remanescentes de
vegetação nativa, área rural consolidada, áreas de interesse social e de utilidade pública, com o
objetivo de traçar um mapa digital a partir do qual são calculados os valores das áreas para
diagnóstico ambiental.
Conforme Fava, a execução do processo possibilita ao produtor, além da segurança jurídica,
comprovar regularidade ambiental, a suspensão de sanções, facilidade de acesso ao crédito, acesso
aos programas de regularização ambiental, certificação da origem da matéria​
prima, contribuir para o
equilíbrio hídrico da propriedade, abertura para os caminhos da exportação, consolidação da
agricultura familiar, entre tantas outras vantagens.
Ferramenta importante para auxiliar no planejamento do imóvel rural e na recuperação de áreas
degradadas, o CAR fomenta a formação de corredores ecológicos e a conservação dos demais
recursos naturais, contribuindo para a melhoria da qualidade ambiental, sendo atualmente utilizado
pelos governos estaduais e federal. Todos os proprietários rurais devem aderir ao CAR e regularizar a
sua propriedade até o dia 6 de maio de 2016.
GlobalMeat News
US meat firms hope for South African trade boost
US poultry and pork exporters are hoping trade with South Africa could
increase thanks to the now­approved extension of the African Growth and
Opportunity Act (AGOA)
US poultry and pork exporters are hoping trade with South Africa could increase thanks to the now­
approved extension of the African Growth and Opportunity Act (AGOA).
The final legislative approval, which comes just ahead of US president Barack Obama’s trip to Kenya
and Ethiopia this month, means African exporters will continue to be able to export to the US duty
free – at least until 30 September 2025.
But importantly for the US, the extension will lead to South Africa, sub​
Saharan Africa’s second​
largest
economy (after Nigeria), easing a $0.80 per kilogram anti​
dumping duty, imposed on chicken legs and
thighs 15 years ago.
This followed an agreement between the US Poultry & Egg Export Council (USAPEEC) and the South
African Poultry Association (SAPA) over the issue. “This duty is unjust, which I guess is a nice way
of putting it,” said USAPEEC president Jim Sumner.
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CLIPPING ABIEC
Duty exemption
He said the agreement – while not repealing the duties outright – would grant American chicken leg
and thigh exporters a duty exemption of 65,000 tonnes for next year, a figure roughly equal to the
export total when the duty was imposed.
“We would continue to get a percentage increase after that,” he said. “We would hope that it would
grow conservatively to 80 million metric tonnes in a few years.”
According to the congressional compromise under which the AGOA extension was passed, president
Obama has one month to set up a review of whether the poultry agreement is being kept.
“The bottom line is that there is a 30​
day period in which the US government will see whether US
poultry is entering South Africa,” said Sumner.
Pork producers
Pork producers, for their part, are more guarded when it comes to their prospects for improving their
trade with South Africa.
“We were supportive of the renewal of AGOA, despite South Africa’s de​
facto ban on US pork,”said
Dave Warner, spokesman for the National Pork Producers Council.
Warner said officials from the US and South Africa met as recently as last week to discuss the three
“disease issues South Africa is using to keep US pork out of the country”, while continuing to accept
imports from key competitors such as Brazil, Canada and the European Union (EU).
'No scientific justification'
Although the South Africans are citing concerns about American outbreaks of porcine reproductive
and respiratory syndrome (PRRS), pseudorabies (PRV) and trichinae as reasons to keep US pork out,
Warner claimed: “There is no scientific justification for the ban.”
He added: “We’re making progress on this issue, but that’s separate and apart from AGOA.” South
Africa is AGOA’s largest beneficiary, with the US International Trade Commission reporting that the
country exported $3.1 billion under its rules to the US in 2014. It will need to keep Washington
happy to maintain these privileges.
Under the extension of the act, the US has more flexibility in dealing with countries not meeting
eligibility requirements, enabling president Obama to give countries potentially in breach of AGOA
rules 60​
day warnings if their preferences are to be withdrawn.
Aveworld
Ovos: preço semanal tende a ser melhor do que no
ano passado
O produtor de ovos obteve nova valorização e encerrou a semana valendo
R$56,00
Expresso MT
Projeto Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono
avalia fazendas em MT
Pesquisadores visitaram propriedades rurais e empresas que usam
modelos com foco na produção sustentável de suínos
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Globo Rural
IPA agropecuário sobe 0,15% em junho, aponta FGV
Preços de bens intermediários, bens finais e matéria­primas brutas
subiram
Os preços dos produtos agropecuários no atacado subiram 0,15% em junho, após queda de 1,15%
em maio, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou nesta terça (7/7), o Índice Geral
de Preços ­ Disponibilidade Interna (IGP­DI) referente ao mês passado. A instituição informou ainda
que os preços dos produtos industriais no atacado registraram alta de 0,54%, ante avanço de 0,71%
na mesma base de comparação.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA­EP), que permite
visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram
alta de 0,34% em junho, após aumento de 0,47% no mês anterior. Os preços dos bens intermediários
subiram 0,15% no mês passado, em comparação a alta de 0,51% em maio. Já os preços das
matérias­primas brutas registraram aumento de 0,92%, ante recuo de 0,58% na mesma base de
comparação.
Scot Consultoria
Exportação brasileira de carne bovina in natura cai
17,9% em volume e 23,5% em faturamento no
primeiro semestre de 2015
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior (MDIC), no primeiro semestre de 2015, o Brasil exportou 490,8 mil
toneladas métricas de carne bovina in natura, com um faturamento de
US$2,09 bilhões
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no primeiro
semestre de 2015, o Brasil exportou 490,8 mil toneladas métricas de carne bovina in natura, com um
faturamento de US$2,09 bilhões.
No mesmo período de 2014, foram exportadas 598,1 mil toneladas, com um faturamento de US$2,73
bilhões.
Portanto, as quedas de volume e receita neste ano foram de 17,9% e 23,5%, respectivamente.
O preço médio da tonelada exportada, no mesmo período, passou de US$4,56 mil em 2014 para
US$4,25 mil neste ano, redução de 6,8%.
A redução nas compras de importantes compradores como Rússia e Venezuela, foi o principal
motivo para a queda de desempenho frente ao ano passado.
Portal DBO
Produção de carne recua 12% em MT
Queda foi registrada no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo
período do ano passado
A produção de carne bovina em Mato Grosso atingiu 284 mil toneladas de carcaça, recuo de 12% em
relação ao 1° trimestre de 2014, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). A redução se deve à menor oferta de animais para abate em 2015, uma vez que
a quantidade de cabeças encaminhadas à indústria foi 14% menor no período nos primeiros três
meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados no
boletim do Instituto Mato­Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda­feira, 6.
Ainda assim, Mato Grosso continua sendo líder do nacional de produção de carne bovina. A
produção brasileira total de carne bovina no 1° trimestre de 2015 foi de 1,83 milhão de toneladas de
carcaça, volume 6% menor que o do mesmo período do ano anterior.
Mercado futuro – O boletim também destaca que o mês de julho iniciou com queda no preço doa
arroba no mercado futuro com vencimento para outubro/15. Considerando o diferencial de base SP­
MT médio de 13,03%, a queda foi de 8,8% entre abril, quando o preço chegou a R$ 137,50/@ e julho,
quando foi registrado o menor preço para outubro, 125,33/@ em Mato Grosso.
Conforme o Imea, a queda é resultado da queda do preço no mercado físico no final de junho, da
instabilidade no cenário macroeconômico e das incertezas em relação à demanda. O instituto chama
a atenção dos confinadores, pois a expectativa é de margens estreitas neste ano e oscilações no
preço da arroba podem ser determinantes para o êxito na atividade.
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Canal Rural
Dólar mantém alta acima de 1% e fecha a R$ 3,18
Cotação é a maior desde o dia 29 de maio e chegou a encostar em R$ 3,20
Apesar de notícias no final do pregão apontando um possível acordo entre Grécia e credores, o dólar
comercial encerrou com alta de 1,33% a R$ 3,1840 para venda, mantendo a cautela em relação à
Grécia e no aguardo da ata do Fed, o banco central dos Estados
Unidos, nesta quarta, dia 8. A cotação é a mais alta desde o dia 29 de maio.
– Em cerca de 15 minutos o dólar devolveu parte da alta em cerca de dois centavos, mas como é
um mercado de proteção e as notícias de um possível acordo vieram mais no final do dia, o impacto
foi limitado – diz Flávio Serrano, economista​
s ênior do Banco Espírito Santo de Investimento (Besi).
Para Ricardo Gomes da Silva, operador da Correparti Corretora, a cautela também manteve o dólar
em alta.
– A aversão ao risco tomou conta dos mercados pela ausência de fatos novos na proposta
apresentada pela Grécia. Suposições de que a China poderá enfrentar dificuldades para lidar com
uma bolha no mercado acionário também contribuiu para o ambiente hostil – avalia Silva.
Para quarta, a Grécia volta a ficar no radar dos investidores, lado a lado com a divulgação da ata do
Fed, prevista para às 15h.
Bovespa
A expectativa de que a Grécia costure acordo de curto prazo com credores para evitar a saída da
zona do euro animou o mercado perto do fim da sessão, levando o Ibovespa a encerrar com alta de
0,37%, a 52.343 pontos. O principal índice da Bolsa passou a maior parte do dia em queda diante do
cenário conturbado na Grécia e na China, além das questões políticas no Brasil.
– Os investidores estão esperançosos com a proposta oficial que os gregos apresentarão amanhã, já
que hoje não houve avanço nas negociações com o eurogrupo – disse o analista da Guide
Investimentos, Luis Gustavo Pereira.
O acordo pode sair até domingo e a previsão é de que o governo consiga, depois, garantir
financiamento pelo prazo de dois a três anos.
A situação complicada do governo de Atenas somada às preocupações com as bolsas chinesas,
cuja parte das ações registrou queda expressiva e ficou com as negociações suspensas,
colaboraram para que o Ibovespa atingisse a mínima de 51.129 pontos durante
o pregão.
– Os preços das commodities também foram prejudicados, levando as ações de empresas como
Vale, Petrobras e siderúrgicas a operar em queda – disse o analista independente do blog WhatsCall,
Pedro Galdi.
Commodities
Em Chicago (EUA), a soja teve queda de quase 3% e o mercado reagiu às informações de
estabilidade nas condições das lavouras norte​
americanas consideradas boas ou excelentes. Aqui no
Brasil, puxada pelo dólar, a soja em Paranaguá teve comercialização a
R$ 73,00 a saca para o contrato de fevereiro de 2016.
Canal Rural
Câmbio deve favorecer exportação de milho
Dólar valorizado deve compensar oferta elevada no mercado global, diz
INTL FCStone
Canal Rural
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CLIPPING ABIEC
Chuva atrapalha colheita de milho no Paraná
Ritmo de retirada de graõs desacelera na última semana, segundo dados
do Deral
Canal Rural
Custo do frete ofusca alta da soja em MT
Transporte está mais caro que em 2014 e cotações estão menores, afirma
IMEA
Folha de S. Paulo
Vietnã lidera importação de milho brasileiro no
semestre
Após um início de ano com um ritmo forte, as exportações de milho
terminaram o primeiro semestre com volume de 5,3 milhões de
toneladas, mesmo patamar de janeiro a junho de 2014
Após um início de ano com um ritmo forte, as exportações de milho terminaram o primeiro semestre
com volume de 5,3 milhões de toneladas, mesmo patamar de janeiro a junho de 2014.
A diferença fica por conta das receitas. Neste ano, foram US$ 993 milhões, 10% menos do que o
US$ 1,1 bilhão de igual período de 2014.
A queda ocorre devido à redução de preços do cereal no mercado externo. A produção aumentou e
houve uma recomposição dos estoques.
O Vietnã assumiu a liderança nas importações do produto brasileiro, comprando 1,4 milhão de
toneladas no período. Ao atingir esse patamar, desbancou o Irã, líder no ano anterior.
O principal mercado para o produto brasileiro esteve na Ásia. Além de Vietnã, outros países como
Indonésia, Taiwan, Malásia, Coreia do Sul e Japão estiveram na lista dos principais importadores
brasileiros.
O volume de compra deste ano por esses países, no entanto, é bem inferior ao de 2013, quando os
Estados Unidos reduziram a participação no mercado exportador, devido à seca no Meio­Oeste.
Naquele ano, o Brasil teve o melhor primeiro semestre, exportando 2,4 milhões de toneladas.
Nesse período, até mesmo os norte­americanos, tradicionais exportadores, vieram ao mercado
brasileiro para complementar a demanda. Importaram 1 milhão de toneladas de janeiro a junho de
2013. No mesmo período anterior haviam importado 727 mil toneladas do produto brasileiro.
O mercado externo não está tão favorável às exportações brasileiras neste ano como esteve em
períodos anteriores. Mesmo assim, as estimativas de algumas consultorias indicam que as vendas
externas deste ano poderão superar os 26 milhões de toneladas.
Oportunidades e Eventos
MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio –
ESPM­Sul
MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio – ESPM­Sul
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CLIPPING ABIEC
Oportunidades e Eventos
12ª Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria
da Carne e do Leite
11 a 13 de agosto
Clique aqui para mais informações
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15/15
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GTPS elege nova comissão executiva para o triênio 2015/2018