ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA RELATÓRIO E CONTAS 2012 Allianz Portugal Companhia de Seguros, S. A. 2 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 3 seguradora consigo de A a Z. Allianz Portugal Factos de 2012 671novos Mediadores 544 colaboradores 4,6 % de quota de mercado Mais Prémios emitidos atingem 405 escritórios de Agentes Allianz em todo o país 504,927 milhões de euros * Força de vendas constituída por 193 colaboradores 28 escritórios comerciais para apoio a Mediadores Relatório e Contas 2012 Allianz Portugal * Inclui Vida, Não Vida e contratos de investimento. Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Índice Órgãos Sociais Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas 5 Corpos Sociais no Exercício de 2012 22 Exercício de 2012 Assembleia Geral Anual Títulos e Participações 7 Convocatória de Acionistas 53 Inventário de Títulos e Participações Financeiras Relatório de Gestão Parecer do Conselho Fiscal 10 Enquadramento macro-económico 57 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal sobre as Contas Consolidadas do Exercício de 2012 10 Mercado português - seguros e fundos de pensões 11 Enquadramento institucional 11 Análise das empresas consolidadas Certificação Legal das Contas 12 Política de remuneração dos membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização 12 Resultados Consolidados 12 Perspetivas para 2013 59 Certificação Legal das Contas Consolidadas 13 Conclusão Balanço e Contas de Ganhos e Perdas 16 Ativo 17 Passivo 18 Demonstração dos Resultados Consolidados para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 19 Demonstração do Rendimento Integral Consolidado para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 19 Demonstrações das Variações do Capital Próprio Consolidado para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 20 Demonstração dos Fluxos de Caixa Consolidados 3 8 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas Relatório e Contas 20112010 9 O mundo na ponta dos dedos. Em segundos a informação ocupa o centro do mundo, onde o passado e o futuro se unem no presente de um gesto simples. Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Órgãos Sociais Corpos Sociais da Allianz Portugal no Exercício de 2012 Conselho de Administração Revisor Oficial de Contas TERESA MARGARIDA TUDELA MIRA GODINHO KPMG & ASSOCIADOS - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas S.A. representada por ANA CRISTINA SOARES VALENTE DOURADO Administradora-Delegada VICENTE TARDIO BARUTEL HELGA JUNG IVAN DE LA SOTA DUÑABEITIA ANTÓNIO FARINHA MORAIS ANTÓNIO DOMINGUES ANTÓNIO ALBERTO RETTO FRIAS COUTO LEITÃO Revisor Oficial de Contas FERNANDO GUSTAVO DUARTE ANTUNES Suplente Mesa da Assembleia Geral Administradores Conselho Fiscal JOÃO CARLOS VAZ SERRA DE MOURA Presidente JOSÉ VAZ SERRA DE MOURA LUÍS CARLOS MELO ANTUNES FERREIRA Presidente Secretário DIOGO INÁCIO VADRE CASTELINO E ALVIM ISAQUE MARCOS LAMEIRAS RAMOS Vogais MIGUEL MOURA ELIAS Membro Suplente 5 12 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2012 13 Comunicar é estar disponível. Escrever, ver e ouvir é tão fácil como falar, sem longe nem distância, em qualquer momento. Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Assembleia Geral Anual Convocatória São convocados os Acionistas da Companhia de Seguros ALLIANZ PORTUGAL, S. A., matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o n.º 2977 e com o capital social de € 39.545.400, titular do cartão de pessoa coletiva n.º 500.069.514, para reunir em Assembleia Geral Anual, na Rua Andrade Corvo, n.º 32, no próximo dia 09 de Abril de 2013, pelas 11:00 horas, com a seguinte Ordem dos Trabalhos: 1. Deliberar sobre o Relatório do Conselho de Administração, o Balanço e as Contas da Sociedade, tudo relativo ao Exercício de 2012, bem como sobre o respectivo relatório e parecer dos Órgãos de Fiscalização; o Relatório do Conselho de Administração, o Balanço e as Contas da Sociedade, tudo relativo ao Exercício de 2012, bem como sobre o respectivo relatório e parecer dos Órgãos de Fiscalização; 2. Deliberar sobre a proposta de aplicação dos resultados; 3. Deliberar sobre o Relatório do Conselho de Administração, o Balanço e os demais documentos de prestação de contas consolidadas do exercício de 2012, bem como sobre o respectivo relatório e parecer dos Órgãos de Fiscalização; 4. Proceder à apreciação geral da Administração e Fiscalização da Sociedade; a nomeação por coptação, de um Membro do Conselho de Administração; Ficam à disposição dos Senhores Acionistas, a partir do 15º dia anterior à data da Assembleia, os elementos de informação previstos no artigo 289º do Código das Sociedades Comerciais. Podem participar na Assembleia todos os Acionistas possuidores de pelo menos 100 ações, que até dez dias antes da data designada para a Assembleia as tenham registadas em seu nome, ou depositadas quer na sede da Companhia, quer em Instituição de crédito. Cada 100 ações dão direito a um voto. Os Acionistas podem fazer se representar por outro Acionista ou pelo cônjuge, ascendente ou descendente, ou por um membro do Conselho de Administração. Lisboa, 11 de Março de 2013 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral Dr. João Carlos Vaz Serra de Moura 16 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 17 A comunicação existe reciproca e disponível. Na curiosidade, à procura de uma solução, ao encontro de uma resposta, em tempo real.de A a Relatório de Gestão Allianz Portugal Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Relatório Consolidado do Conselho de Administração Companhia de Seguros ALLIANZ PORTUGAL, S. A. que representou no conjunto do ano uma quebra de (-3,2%), valor acima dos (-3,0%), previstos pelo Governo e pela Troika, tornando-se assim na segunda economia da UEM com maior contração a seguir à Grécia. Os resultados do PIB nos últimos meses do ano foram influenciados principalmente pela quebra registada ao nível das exportações, numa conjuntura global mais difícil devido á maior recessão que se verificou nas economias da zona Euro. Senhores Acionistas, Nos termos legais e estatutários, vimos submeter à vossa apreciação o Relatório e as Demonstrações Financeiras, relativas ao Exercício de 2012. O perímetro de integração abrange as seguintes empresas: • Empresa-mãe: Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A. • Empresa incluída: Allianz - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. A inclusão é feita pelo método de integração global. 1. Enquadramento macro-económico No ano de 2012 os mercados financeiros internacionais caracterizaram-se por uma elevada instabilidade, em resultado do agravamento da crise da dívida soberana na zona Euro, na sequência das dúvidas que se colocaram ao cumprimento das metas orçamentais em Espanha e Itália, bem como das tensões políticas que se verificaram na Grécia e dos receios que se levantaram quanto à possibilidade de desagregação da União Económica e Monetária (UEM). A nível externo houve por parte dos investidores internacionais uma maior disponibilidade de exposição à economia portuguesa, com resultados francamente positivos, de que são exemplo a descida das Yields da dívida pública, e principalmente a reabertura dos mercados primários de dívidas de longo prazo aos bancos e empresas e, já no início de 2013, ao Estado. A taxa de desemprego no final de 2012 sofreu um agravamento face ao ano anterior, tendo-se situado nos 16,5% (14,6% em 2011), muito acima da taxa da zona euro que foi de 11,7% (10,7% em 2011). A inflação situou-se nos 2,8% menos 0,8 p.p que no ano anterior e 0,3 p.p acima da taxa da zona Euro (2,5%). No que se refere aos resultados da execução orçamental, a receita fiscal do Estado registou, no período compreendido entre Janeiro e Novembro de 2012, uma variação homóloga de (-5,8%), que resultou principalmente da evolução negativa da cobrança dos impostos diretos e, em menor escala, das receitas referentes aos impostos indiretos. Do lado da despesa verificou-se uma diminuição de (-3,7%) em relação ao período homólogo, decorrente da suspensão do pagamento dos subsídios de férias e Natal à maior parte dos funcionários públicos. Assim, o défice do Estado foi de 7.724 milhões de Euros até Novembro (9.784 milhões em 2011). Os riscos referentes ao crescimento da economia portuguesa são grandes, face aos impactos das novas medidas de austeridade, nomeadamente o aumento dos impostos sobre a procura interna, o agravamento previsto do desemprego e o impacto da recessão na zona Euro nas exportações. 2. Mercado português - Seguros e Fundos de Pensões A segunda parte do ano trouxe contudo alguns sinais positivos. Em primeiro lugar as políticas expansionistas seguidas pelos Bancos Centrais permitiram a injeção de maior liquidez nos mercados financeiros, o que tem tido um reflexo positivo ao nível dos índices bolsistas e na redução das yields dos títulos de dívida pública da periferia da zona Euro. Em 2012 o sector segurador teve novamente um decréscimo do volume de prémios, embora de menor expressão do que o do ano anterior (-28,1% em 2011 e -7,1% em 2012). Outros fatores que contribuíram para reduzir a incerteza ao nível da política económica global, foram por um lado o acordo parcial alcançado ao nível do orçamento nos EUA, e por outro, na Zona Euro, com o lançamento de medidas adicionais por parte da Comissão Europeia e do BCE. Neste contexto salienta-se o acordo conseguido referente à dívida da Grécia, as medidas tomadas na direção de uma união bancária europeia, a reestruturação do sector bancário de Espanha, a apresentação do programa de aquisição de títulos da dívida pública em mercado secundário (OMT) e a manutenção das taxas de juro a níveis muito baixos. A produção total do sector foi de 10.9 mil milhões de euros, representando cerca de 6,4% do PIB português. Face ao ano anterior verificouse uma redução de 0,8 mil milhões de euros no total da produção, e uma quebra do peso desta no PIB de (-0,5%). Os resultados ao nível do PIB foram dececionantes, tendo-se registado uma contração da economia na zona Euro de (-0,6%) no quarto trimestre de 2012, comparativamente com o trimestre anterior e de (-0,9%) em relação a igual período de 2011. Para este recuo contribuíram as quedas ocorridas no PIB, no último trimestre do ano, nas três principais economias da moeda única, Alemanha, França e Itália. Nos EUA registou-se um crescimento de 1,5% do PIB no último trimestre do ano, comparativamente a igual período do ano anterior, tendo o mesmo permanecido estável relativamente ao terceiro trimestre (+0,8%). A atividade económica nos últimos meses nos EUA, foi afetada pelas incertezas em redor da aprovação do orçamento e pela desaceleração das exportações em contraste com a evolução verificada nos primeiros trimestres do ano. A evolução da atividade seguradora fundamentalmente no que se refere ao ramo vida, foi igualmente condicionada pela alteração do regime de benefícios fiscais a que estavam sujeitos alguns produtos específicos de seguros e pela diminuição da capacidade de poupança das famílias. O PIB em Portugal registou uma redução de (-3,8%) no último trimestre do ano comparativamente com o período homologo de 2011, o As necessidades de financiamento do sector bancário continuaram a condicionar a estratégia dos bancos, que preferencialmente direcionaram as poupanças de médio e longo prazo para depósitos, em detrimento dos produtos financeiros de seguros. O segmento Vida, cujo peso no total da produção foi de 63,5%, teve uma redução de (-8,9%) face a um ano de 2011 onde já se tinha registado uma quebra significativa de (-37,6%). No caso do segmento Não Vida verificou-se um decréscimo de (-3,8%), o que representa um agravamento face a 2011, onde se tinha verificado uma quebra menos acentuada de (-0,6%). A redução do volume de prémios deste segmento é explicada pelo comportamento 10 22 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 20112010 Relatório e Contas 23 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA dos seus principais ramos, isto é, Automóvel e Acidentes de Trabalho, modalidades mais afetadas pela desaceleração económica verificada. da estabilidade financeira; Relativamente aos canais de distribuição, a bancassurance manteve-se como o maior canal de distribuição no ramo Vida, representando 76% face a 78,3% em 2011. Nos ramos Não Vida este canal continuou a aumentar o seu peso, representando agora cerca de 15% (face a 13,9% em 2011). • Lei 31/2012 de 14 de Agosto, que procedeu à revisão do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano; No segmento Vida, verificou-se uma redução do crescimento em todas as modalidades, face a 2011. A principal quebra de produção verificou-se nos PPR (-14,1%), produto mais afetado pela conjuntura económica e pela retirada dos benefícios fiscais, e a menos acentuada registou-se nos produtos de risco (-3,0%). No segmento Não Vida, é de salientar o crescimento de 3,3% dos seguros de Multiriscos Habitação e de 2,2% dos seguros de Saúde, que foram as únicas linhas de negócio que apresentaram uma evolução positiva comparativamente ao ano anterior. • Lei 55-A/2012 de 29 de Outubro, que aprovou alterações ao Códigos do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares e das Pessoas Colectivas, ao Código do Imposto de Selo e à lei Geral Tributária; • Lei 60/2012 de 9 de Novembro, que aprovou alterações ao Código de Processo Civil, nomeadamente no que respeita ao processo executivo; • Lei 64/2012 de 20 de Dezembro, que aprovou a segunda alteração ao Orçamento de Estado para 2012; • Lei 66-B/2012 de 31 de Dezembro, que aprovou o Orçamento de Estado para 2013; O ramo Automóvel teve um dos níveis de produção mais fracos dos últimos anos, tendo registado um decréscimo de (-5,4%). Para esta quebra contribuiu a redução que se verificou no prémio médio na cobertura de responsabilidade civil, devido ao efeito da pressão concorrencial do mercado. Relativamente ao ramo de Acidentes de Trabalho, registou-se uma redução dos prémios de (-10,6%), provocada pelo aumento do desemprego e contenção da massa salarial, mas também pela deterioração da tarifa média resultante da pressão concorrencial do mercado. Nos últimos anos este ramo tem vindo a reduzir o seu peso na estrutura de carteira dos ramos Não Vida em detrimento do ramo Saúde. Em 2012, prevê-se que os resultados líquidos das empresas de seguros atinjam os 531 milhões de euros, valor significativamente superior ao verificado em 2011, de 36 milhões de euros. A taxa de cobertura prevista para a margem de solvência é de 250%, 70 pontos percentuais acima dos valores atingidos no ano anterior. Relativamente ao mercado dos Fundos de Pensões, no final de 2012 o valor sob gestão de fundos ascendia a 14.471M€, o que representa um acréscimo de 9,3% em relação ao ano de 2011. Em 2012 registou-se um crescimento dos valores sob gestão dos fundos de pensões fechados de 9,2%, enquanto que os restantes fundos abertos e os PPR cresceram 13.9% e 1,5% respetivamente. No final do ano de 2012, a distribuição do volume de ativos sob gestão por categorias era a seguinte: Fundos Fechados (13.196M€), Outros Fundos Abertos (915M€) e Fundos PPR (356M€). • Decreto - Lei 85-A/2012 de 5 de Abril, que suspendeu o regime de flexibilização da idade de acesso à pensão de reforma por antecipação; • Decreto-Lei 149/2012 de 9 de Julho, que alterou o Código dos Contratos Públicos; Citam-se também alguns dos documentos normativos mais importantes, emitidos pelo Instituto de Seguros de Portugal: • Normas nº 5/2012 – R, de 6 de Junho e nº 8/2012 - R, de 29 de Outubro , que estabelecem novas regras para o cálculo e reporte das provisões técnicas com base em princípios económicos; • Norma nº 9/2012 - R, de 14 de Dezembro: que adiou a entrada em vigor do regime de registo obrigatório da Base de Dados de Beneficiários de Seguros; • Circular nº 2/2012, de 1 de Março: que divulgou os deveres de diligência dos Seguradores relativamente aos Seguros de Proteção ao Crédito; • Circular nº 3/2012, de 19 de Abril: que reviu os limiares relevantes para a determinação da margem de solvência para os Ramos “Não Vida” e dos Limites Mínimos do Fundo de Garantia para o Ramo “Vida” e para os Ramos “Não Vida”. 4. Análise das empresas consolidadas 3. Enquadramento institucional 4.1 Companhia de Seguros Allianz Portugal, S. A. Durante o ano de 2012 foram introduzidas alterações legislativas relevantes, nomeadamente: • Lei 3/2012 de 10 de Janeiro, que aprovou alterações ao Código do Trabalho; • Lei 14/2012 de 26 de Março, que aprovou alterações ao regime legal dos Contratos de Serviços Financeiros prestados à distância; • Lei 14-A/2012 de 30 de Março, que aprovou alterações ao Código do Imposto sobre Valor Acrescentado e dos Impostos Especiais sobre o Consumo; • Lei 16/2012 de 20 de Abril, que aprovou alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas; • Lei 19/2012 de 8 de Maio, que aprovou o novo Regime Jurídico da Concorrência; O resultado líquido do Exercício de 2012 é de 23.727.783,75 €, inferior em 31,9% ao verificado em 2011, consequência do agravamento dos resultados financeiros. Verificou-se um crescimento de 1,9% do volume de prémios total (incluindo os contratos de investimento classificados como instrumentos financeiros), em contraciclo com o mercado, que em termos globais sofreu uma queda de (-7,1%). O crescimento foi induzido pelo negócio Não Vida onde se registou um aumento de 5,3%, enquanto no negócio de Vida houve uma redução de (-3.4%). Em ambos os casos os valores superaram os atingidos pelo mercado português, que decresceu (-8,9%) no negócio Vida e (-3,8%) em Não Vida. No que se refere ao stock de apólices, a Companhia teve um crescimento de 2,6% comparativamente com o ano anterior, atingindo um total de 1.616.176 apólices. • Lei 20/2012 de 14 de Maio, que aprovou a primeira alteração ao Orçamento de Estado para 2012, no âmbito do programa de reforço 11 24 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 25 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA O número de clientes aumentou 4% face a 2011, atingindo um total de 864.953 no final do ano. Em função da instabilidade dos mercados financeiros, verificou-se uma redução de (- 40,8%) nos resultados financeiros, face a 2011. ÍNDICE | FICHA TÉCNICA exercício correspondentes a todo o mandato. Existem no entanto já implementadas em outras empresas do Grupo Allianz políticas de remuneração variável diferidas no tempo por períodos de 3 anos, que irão ser aplicadas à Administração da Allianz Portugal a partir do ano de 2013. Os Capitais Próprios totalizam 230,437 M€, apresentando um aumento de 26,1% face ao ano anterior. Os mecanismos existentes relativamente à ligação da remuneração variável ao desempenho da empresa estão refletidos no próprio sistema de remuneração variável que, conforme foi referido acima, está sempre dependente do cumprimento de objetivos económicos e financeiros da sociedade, pelo que caso o desempenho da sociedade não seja adequado, a remuneração variável sofrerá a respetiva redução ou anulação. Ao nível da margem de solvência, o rácio atingiu no final do ano de 2012 o valor de 263,72%. Em 2011 este rácio apresentava um valor de 184,3%. O Conselho Fiscal da Sociedade é composto por três membros que recebem uma remuneração fixa anual definida tendo em conta as obrigações inerentes às funções desempenhadas e à responsabilidade das mesmas. 4.2. Allianz - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S. A. A remuneração do Revisor Oficial de Contas é aprovada anualmente pelo Conselho de Administração. O resultado líquido do exercício de 2012 apresentou uma melhoria de € 81.253,70 face ao verificado em 2011, ascendendo a um resultado líquido negativo de € 30.515,05. Os valores pagos no ano de 2012 aos membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização, no âmbito das respetivas funções, foram os seguintes: A cobertura das provisões técnicas aumentou cerca de 19 p.p., tendo contribuído para esta situação a forte instabilidade e pressão verificada nos mercados financeiros. O resultado negativo ocorrido no ano resulta fundamentalmente da diminuição das comissões cobradas aos Fundos de Pensões, da redução dos juros das aplicações financeiras e de menos-valias na amortização de uma obrigação no valor de € 8.845,73 . O resultado operacional passou de € 108.311,07 para € 28.720,54 negativos justificado pelo apresentação na demonstração de resultados dos valores da rúbrica “Juros, dividendos e outros rendimentos similares” em resultado operacional em vez de resultados antes de impostos, em linha com o normativo. No que se refere aos resultados financeiros, estes cifraram-se em € 39.871,86 contra € 41.907,44 em 2011. Quanto à atividade da Allianz, SGFP em 2012, no valor dos fundos geridos verificou-se um ligeiro aumento de € 32.206.886,71 para € 32.315.115,59, tendo sob gestão 3 fundos fechados e 1 fundo aberto com várias adesões coletivas e individuais. A rentabilidade média dos fundos foi positiva, sendo de 10,9%, naturalmente variável de fundo para fundo em função da carteria e da respetiva liquidez. 5. Política de remuneração dos membros dos Orgãos de Administração e Fiscalização Esta declaração expressa os princípios gerais que regem a estrutura de remuneração dos membros do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Teresa Margarida Tudela Mira Godinho Ivan de la Sota Duñabeitia Vicente Tardio Barutel Helga Jung António Domingues António Farinha de Morais António Alberto Retto Frias Couto Leitão CONSELHO FISCAL José Vaz Serra Moura Diogo Inácio Vadre Castelino Alvim Isaque Marcos Lameiras Ramos 2012 € 332.250,00 € 0,00 € 0,00 € 0,00 € 0,00 € 0,00 € 0,00 2012 € 3.000,00 € 5.000,00 € 5.000,00 REVISOR OFICIAL DE CONTAS 2012 KPMG & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, S. A. € 137.000,00 6. Resultados consolidados Relativamente ao Conselho de Administração, apenas é remunerado o Administrador-Delegado, sendo essa remuneração definida pela Comissão de Remunerações da Sociedade. A remuneração é fixada tendo em conta a necessidade da mesma ser competitiva face à atividade da Sociedade e ao mercado onde a mesma está inserida, sempre com o objetivo de atrair os melhores valores e de permitir que a Sociedade possa beneficiar dos serviços de profissionais da mais elevada qualidade. A remuneração variável é definida tendo em conta um conjunto de objetivos que são previamente fixados no início do período em avaliação. Esses objetivos dividem-se em objetivos financeiros da própria sociedade e objetivos individuais do administrador, que se encontram naturalmente alinhados uns com os outros. No final do período anual, é avaliada qual a percentagem de cumprimento dos objetivos fixados e, com base no resultado dessa avaliação, é determinada a remuneração variável a pagar. Para 2012 o valor máximo a pagar poderia atingir os 150% da remuneração fixa. Para o ano de 2012 ainda não existia qualquer mecanismo que previsse a possibilidade de o pagamento da remuneração variável ter lugar, no todo ou em parte, após o apuramento das contas de O resultado líquido consolidado do exercício de 2012 atribuível aos acionistas é de € 23.703.980, inferior em cerca de 31,7% ao registado em 2011 de € 34.714.551. Para esta variação contribuiu a evolução negativa dos resultados financeiros. 7. Perspetivas para 2013 Apesar de se prever uma conjuntura económica mais favorável do que em 2012, as principais economias mundiais deverão atingir em 2013 taxas de crescimento económico relativamente baixas ou moderadas. Alguns riscos, principalmente de natureza política, continuarão a condicionar a atividade económica, nomeadamente a capacidade dos EUA ultrapassarem os problemas orçamentais, as decisões referentes à criação da união bancária e orçamental da Zona Euro, as eleições em Itália e na Alemanha e as tensões sociais nos países do sul da Europa mais afetados com as medidas de austeridade. Dentro dos principais riscos negativos para a evolução da atividade económica global, há ainda a considerar o possível aumento do 12 26 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 20112010 Relatório e Contas 27 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA preço das matérias primas, designadamente de bens energéticos, devido aos habituais riscos geopolíticos no Médio Oriente. Os nossos agradecimentos a todos os Colaboradores, pelos resultados obtidos nas suas áreas de responsabilidade. Na Zona Euro, prevê-se uma contração da atividade económica, principalmente nos primeiros meses do ano, provocada pelo clima de incerteza relacionado com a crise da dívida soberana, sobretudo no que se refere ao desempenho das economias da “periferia”, sujeitas a políticas orçamentais restritivas. É igualmente relevante o apoio que recebemos dos accionistas Allianz Group e Grupo BPI, para que os programas de longo prazo sejam implementados e contribuam para o aumento do valor da Allianz Portugal. As perspetivas para as Economias dos Países emergentes são mais favoráveis, uma vez que estas, ao contrário da zona Euro, estão menos condicionadas com o peso da dívida pública, prevendo-se que a procura interna se manterá elevada. O principal risco para estas economias será uma possível desaceleração das exportações, em virtude dos riscos orçamentais das principais economias mundiais. O nosso agradecimento, ainda, ao Conselho Fiscal, à KPMG e à Oliveira & Reis e Associados, Lda - nossos auditores e Revisores Oficiais de Contas, ao Instituto de Seguros de Portugal e à Associação Portuguesa de Seguradores, pela colaboração e capacidade de resposta demonstradas. Em Portugal, prevê-se para 2013 uma contração da atividade económica. Os primeiros meses do ano serão fortemente condicionados pelo impacto das medidas de austeridade sobre a procura interna e a diminuição das exportações em virtude da maior recessão económica das principais economias da zona Euro. Paralelamente à difícil conjuntura económica, existe o risco em aberto de o Tribunal Constitucional poder rejeitar algumas medidas do OE 2013, o que poderá levar à necessidade de introduzir medidas compensatórias de forma a garantir a execução orçamental. Lisboa, 6 de Março de 2013 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Teresa Tudela Mira Godinho Administradora-delegada No final de 2012, foram já visíveis alguns resultados positivos do programa de ajustamento da economia portuguesa cuja tendência se espera prosseguir em 2013, principalmente ao nível da melhoria das condições financeiras externas, possibilitando o regresso aos mercados internacionais de algumas empresas nacionais e do próprio Estado. Para 2013 prevê-se a manutenção da estagnação do mercado interno dos fundos de pensões, tendo em conta as medidas de austeridade e a contração da economia, as empresas e os particulares irão adiar a constituição de complementos de pensão privados. O OE de 2013 reduz os limites máximos de deduções à coleta das contribuições individuais para os fundos de pensões, prevendo-se assim a diminuição destas contribuições em 2013. Vicente Tardio Presidente Helga Jung Ivan José de la Sota Duñabeitia António Farinha de Morais António Domingues António Alberto Retto Frias Couto Leitão 8. Conclusão Num contexto económico muito difícil a Allianz Portugal conseguiu uma vez mais, durante o ano de 2012, contrariar a tendência do mercado, obtendo um crescimento do volume de prémios em contraciclo com a generalidade do mercado. Em 2012, a Allianz Portugal conseguiu igualmente aumentar a sua base de agentes, o número de clientes, o número de escritórios comerciais e melhorar o seu rácio de custos. Considerando a inovação um fator essencial no crescimento e diferenciação do mercado, a Allianz Portugal lançou em 2012 as base do seu projeto digital. Este tem por objetivo principal desenvolver e potenciar o modelo de negócio da companhia e dos seus mediadores utilizando as ferramentas do universo digital. A Allianz Portugal, a exemplo dos últimos anos, assumiu em 2012 como um dos seus principais pontos estratégicos, a proteção de Capital, reforçando a sua solidez financeira. Relativamente ao envolvimento dos trabalhadores gostaríamos de salientar que foi realizado um Inquérito Global de Clima Organizacional, comum a todo o Grupo Allianz, sendo que face a 2011 a Allianz Portugal melhorou significativamente os resultados, quer no nível de participação (94%, +5pp) quer nos Índices de Satisfação (87%, +5pp) e de Liderança (77%, +4pp). É de realçar o facto de a empresa ter melhorado em todas as catorze dimensões que constituíam o questionário, relativamente aos resultados obtidos em 2011. E de não menos importância, o facto de a Allianz Portugal ter sido a empresa que em todo o Grupo Allianz, atingiu o resultado mais alto no Nível de Satisfação, em igualdade com a Allianz Espanha. A Allianz Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, apresentou resultados ligeiramente negativos em 2012, decorrentes principalmente da degradação dos resultados financeiros, no entanto face ao ano anterior verificou-se uma melhoria dos resultados líquidos. 13 28 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 20112010 Relatório e Contas 29 Comunicar é partilhar conhecimento. Palavras, números, imagens, está tudo lá. A todo o instante, compartilhado por todos. ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Balanço e Contas de Ganhos e Perdas Allianz Portugal 32 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 33 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Balanço Consolidado em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores em Euros) EXERCÍCIO BALANÇO Notas Imparidade, depreciações/amortizações ou ajustamentos Valor bruto Valor líquido EXERCÍCIO ANTERIOR ATIVO Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem 8 86.936.696 - 86.936.696 Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos 7 - - - - Ativos financeiros detidos para negociação 6.1 136.471 - 136.471 4.067 Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 6.1 41.171.143 - 41.171.143 58.853.123 - - - - Ativos financeiros disponíveis para venda 6.1 624.484.999 - 624.484.999 575.405.326 Empréstimos concedidos e contas a receber 6.2 2.106.013 - 2.106.013 12.427.210 Derivados de cobertura Depósitos junto de empresas cedentes Outros depósitos Empréstimos concedidos - - - - 253 - 253 9.978.944 2.105.760 - 2.105.760 2.448.266 Contas a receber - - - - Outros - - - - Investimentos a deter até à maturidade 6.3 233.569.567 - 233.569.567 230.069.292 9 58.107.218 2.593.983 55.513.235 56.127.734 Terrenos e edíficios de uso próprio 25.040.683 2.593.983 22.446.700 22.880.599 Terrenos e edifícios de rendimento 33.066.535 - 33.066.535 33.247.135 16.672.112 14.479.387 2.192.725 1.572.864 Terrenos e edíficios Outros ativos tangíveis 10 Inventários - - - - Goodwill - - - - Outros ativos intangíveis 12 8.655.192 7.696.349 958.843 1.118.828 Provisões técnicas de resseguro cedido 4.1 38.602.806 - 38.602.806 44.333.048 23.189.475 - 23.189.475 24.394.433 - - - - Provisão para prémios não adquiridos Provisão matemática do ramo Vida Provisão para sinistros 15.413.331 - 15.413.331 19.897.952 Provisão para participação nos resultados - - - 40.663 Provisão para compromissos de taxa - - - - Provisão para estabilização de carteira - - - - Outras provisões técnicas - - - - Ativos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo Outros devedores por operações de seguros e outras operações 23 1.687.343 - 1.687.343 400.781 37.2 71.797.976 11.693.456 60.104.520 115.009.737 31.310.951 1.534.323 29.776.628 35.294.703 3.503.784 1.121.417 2.382.367 1.957.490 36.983.241 9.037.716 27.945.525 77.757.544 2.650.388 - 2.650.388 22.940.578 - - - - 2.650.388 - 2.650.388 22.940.578 263.967 - 263.967 332.537 Contas a receber por operações de seguro direto Contas a receber por operações de resseguro Contas a receber por outras operações Ativos por impostos e taxas 24 Ativos por impostos (e taxas) correntes Ativos por impostos diferidos Acréscimos e diferimentos Outros elementos do ativo - - - - Ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas - - - - 1.186.841.891 36.463.175 1.150.378.716 1.121.847.894 TOTAL ATIVO 16 34 3.252.769 Relatório e Contas 2010 32 Relatório e Contas 2010 35 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Balanço Consolidado em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores em Euros) BALANÇO Notas Exercício EXERCÍCIO ANTERIOR PASSIVO Provisões técnicas 4.1 Provisão para prémios não adquiridos Provisão matemática do ramo Vida Provisão para sinistros 537.531.149 593.455.735 77.856.853 79.096.244 156.633.766 185.158.727 - - 18.362.923 19.881.115 De Acidentes de Trabalho 116.714.604 113.941.630 De outros ramos 142.365.943 172.463.305 12.664.424 12.103.536 De Vida Provisão para participação nos resultados Provisão para compromissos de taxa - - Provisão para estabilização de carteira 2.215.036 2.383.657 Provisão para desvios de sinistralidade 8.849.391 7.792.977 Provisão para riscos em curso 1.868.209 634.544 Outras provisões técnicas Passivos financeiros da componente de depósito de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento Outros passivos financeiros 5 6.4 - - 302.727.158 262.000.773 1.426.031 1.667.677 Derivados de cobertura - - Passivos subordinados - - 1.426.031 1.667.677 - - Depósitos recebidos de resseguradores Outros Passivos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo Outros credores por operações de seguros e outras operações 23 37.3 - - 37.974.829 45.089.237 Contas a pagar por operações de seguro direto 4.224.242 5.586.203 Contas a pagar por operações de resseguro 9.615.013 15.042.234 Contas a pagar por outras operações Passivos por impostos e taxas 24 Passivos por impostos (e taxas) correntes Passivos por impostos diferidos Acréscimos e diferimentos Outras provisões 24.135.574 24.460.800 17.771.176 16.078.150 17.771.176 16.078.150 - - 37.1 17.177.624 15.566.963 13 5.135.901 5.123.058 Outros elementos do passivo - - Passivos de um grupo para alienação classificado como detido para venda - - 919.743.868 938.981.593 TOTAL PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital 39.545.400 39.545.400 (Ações Próprias) - - Outros instrumentos de capital - - 7.704.990 (69.587.706) Reservas de reavaliação 25 26 Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros 7.704.990 (69.587.706) Por revalorização de terrenos e edifícios de uso próprio - - Por revalorização de outros ativos tangíveis - - Por revalorização de ativos intangíveis - - Por ajustamentos no justo valor de instrumentos de cobertura em coberturas de fluxos de caixa - - Por ajustamentos no justo valor de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira - - De diferenças de câmbio - - Reserva por impostos diferidos e correntes 26 (2.250.812) 20.375.091 Outras reservas 26 77.214.324 73.008.953 Resultados transitados 84.551.204 84.639.398 Resultado líquido do exercício atribuível aos acionistas da Companhia 23.703.890 34.714.551 230.468.996 182.695.687 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO ATRIBUÍVEL AOS ACIONISTAS DA COMPANHIA Interesses que não controlam TOTAL CAPITAL PRÓPRIO TOTAL PASSIVO E CAPITAL PRÓPRIO 165.852 170.614 230.634.848 182.866.301 1.150.378.716 1.121.847.894 17 36 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 37 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Demonstração dos Resultados Consolidados para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores em Euros) CONTA DE GANHOS E PERDAS Prémios adquiridos liquídos de resseguro Prémios brutos emitidos Prémios de resseguro cedido Provisão para prémios não adquiridos (variação) Provisão para prémios não adquiridos, parte resseguradores (variação) Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento ou como contratos de prestação de serviços Custos com sinistros, líquidos de resseguro Montantes pagos Montantes brutos Parte dos resseguradores Provisão para sinistros (variação) Montante bruto Parte dos resseguradores Outras provisões técnicas, líquidas de resseguro (variação) Provisão matemática do ramo Vida, líquida de resseguro (variação) Montante bruto Parte dos resseguradores Participação nos resultados, líquida de resseguro Custos e gastos de exploração líquidos Custos de aquisição Custos de aquisição diferidos (variação) Gastos administrativos Comissões e participação nos resultados de resseguro Rendimentos De juros de ativos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Outros Gastos financeiros De juros de ativos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Outros Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas De ativos disponíveis para venda De empréstimos e contas a receber De investimentos a deter até à maturidade De passivos financeiros valorizados a custo amortizado De outros Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas De ativos e passivos financeiros detidos para negociação De ativos e passivos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Diferenças de câmbio Ganhos líquidos pela venda de ativos não financeiros que não estejam classificados como ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas Perdas de imparidade (líquidas de reversão) De ativos disponíveis para venda De empréstimos e contas a receber valorizados a custo amortizado De investimentos a deter até à maturidade De outros Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro Outras provisões (variação) Outros rendimentos/gastos Goodwill negativo reconhecido imediatamente em ganhos e perdas Ganhos e perdas de associadas e empreendimentos conjuntos contabilizados pelo método da equivalência patrimonial Ganhos e perdas de ativos não correntes (ou grupos para alienação) classificados como detidos para venda Notas Exercício Técnica Vida Técnica Não Vida Não Técnica EXERCÍCIO ANTERIOR Total 95.861.099 97.050.996 (1.258.517) 138.310 (69.690) 781.582 (74.788.231) (76.170.025) (77.799.408) 1.629.383 1.381.794 1.518.192 (136.398) 168.621 28.713.919 28.713.919 (1.220.205) (40.142.546) (32.018.420) (188.958) (4.444.730) 509.562 12.013.015 18.623.046 (6.616.998) 6.967 (1.071.592) (1.071.592) (16.039.134) (16.039.134) (12.000) (12.000) (242.530) (242.530) - 266.387.296 316.386.118 (50..912.062) 2.048.507 (1.135.267) (182.073.550) (204.587.346) (214.187.307) 9.599.961 22.513.796 26.862.020 (4.348.224) (2.290.078) 305.004 (66.388.825) (62.971.370) (947.428) (12.135.908) 9.665.881 17.504.849 15.667.898 1.836.951 (791.816) (791.816) (3.823.123) (3.823.123) 189.250 (3.250) 192.500 (190.600) (443.954) (441.739) (2.215) 493.325 - 113.389 101.013 12.376 30.960 30.960 14.833 2.817.333 2.817.333 (623.730) (169.999) - 362.248.395 413.437.114 (52.170.579) 2.186.817 1.204.957 781.582 (256.861.781) (280.757.371) (291.986.715) 11.229.344 23.895.590 28.380.212 (4.484.622) (2.121.457) 28.713.919 28.713.919 (915.201) (106.531.371) (98.989.790) (1.136.386) (16.580.638) 10.175.443 29.631.253 34.391.957 (6.616.998) 1.856.294 (1.863.408) (1.863.408) (19.862.257) (19.862.257) 208.210 20.194 (848.332) (175.767) 2.130.849 (2.901.845) 2.210.316 (2.215) 493.325 (623.730) (169.999) - 350.801.410 395.697.265 (45.430.549) (424.409) 959.103 1.068.589 (267.153.844) (295.580.764) (304.881.229) 9.300.465 28.426.920 33.601.234 (5.174.314) (712.546) 51.135.061 51.135.061 (1.861.747) (103.182.283) (94.213.291) (726.503) (17.482.351) 9.239.862 35.821.596 37.650.693 (5.174.555) 3.345.458 (2.240.253) (2.240.253) (11.429.342) (11.429.342) (828.138) 20.194 (848.332) (91.910) (691.529) (2.901.845) 2.210.316 432.860 (1.210.238) (100.940) - 4.021.998 28.877.778 2.182.786 35.082.562 49.756.746 - - (10.375.753) (1.007.681) (10.375.753) (1.007.681) (14.656.625) (403.011) 4.021.998 28.877.778 (9.200.648) 23.699.128 34.697.110 Atribuível aos acionistas da Companhia Atribuível aos interesses que não controlam 23.703.890 (4.762) 34.714.551 (17.441) RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 23.699.128 34.697.110 3.00 4.39 14 14 14 15 14, 4.1 4.1 14, 4.1 4.1 4.1 4.1 4.1 21 16 5.16 21 17 - 17, 18 6.1 13 9 13 37.4 RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS Imposto sobre o rendimento do Exercício - Impostos correntes Imposto sobre o rendimento do Exercício - Impostos diferidos RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO RESULTADO POR AÇÃO 24 24 18 38 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 39 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Demonstração do Rendimento Integral Consolidado para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores em Euros) 2012 2011 23.703.890 34.714.551 (4.762) (17.441) 23.699.128 34.697.110 1.054.865 3.941.589 77.847.820 (40.573.356) Resultado líquido do exercício Atribuível aos acionistas da Companhia Atribuível aos interesses que não controlam Reconhecimento dos desvios atuariais Alterações da reserva de justo valor (555.124) 14.857 (22.958.185) 10.618.724 Total rendimento integral do exercício 79.088.504 8.698.924 Atribuível aos acionistas da Companhia 79.093.266 8.719.487 (4.762) (20.563) 79.088.504 8.698.924 Provisão para participação nos resultados a atribuir (“shadow”) Impostos diferidos e correntes Atribuível aos interesses que não controlam Total rendimento integral do exercício Demonstração das Variações do Capital Próprio Consolidado para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores em Euros) Demonstração de Variações do Capital Próprio Balanço a 1 de Janeiro de 2011 Reserva de reavaliação Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda Capital 39.545.400 Outras reservas Reserva por impostos diferidos e correntes Prémios de emissão Reserva legal Resultados transitados Outras reservas Resultado do exercício Interesses que não controlam Subtotal (29.032.329) 8.613.306 19.596.054 31.004.878 15.234.143 84.559.132 43.763.745 TOTAL 213.284.329 191.177 213.475.506 Reconhecimento dos desvios atuariais (líquido de impostos) - - - - - 2.798.529 - - 2.798.529 - 2.798.529 Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda (líquidos de shadow) - (40.555.377) - - - - - - (40.555.377) - (40.555.377) Ajustamentos por reconhecimento de impostos diferidos e correntes - - 11.761.785 - - - - - 11.761.785 - 11.761.785 Aumentos de reservas por aplicação de resultados - - - 4.375.349 - - 39.388.396 (43.763.745) - - - Distribuição de lucros/prejuízos - - - - - - (39.308.130) - (39.308.130) - (39.308.130) Outros ganhos/perdas reconhecidos diretamente no capital próprio - - - - - - - - - - - Interesses que não controlam - - - - - - - - - (20.563) (20.563) Resultado líquido do período - - - - - - - 34.714.551 34.714.551 - 34.714.551 39.545.400 (69.587.706) 20.375.091 23.971.403 31.004.878 18.032.672 84.639.398 34.714.551 182.695.687 170.614 182.866.301 Balanço a 31 de Dezembro de 2011 Reconhecimentodos desvios atuariais (líquido de impostos) - - - - - 722.582 - - 722.582 - 722.582 Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda (líquidos de shadow) - 77.292.696 - - - - - - 77.292.696 - 77.292.696 (22.625.903) Ajustamentos por reconhecimento de impostos diferidos - - (22.625.903) - - - - - (22.625.903) - Aumentos de reservas por aplicação de resultados - - - 3.482.789 - - 31.231.762 (34.714.551) - - - Distribuição de lucros/prejuízos - - - - - - (31.319.956) - (31.319.956) - (31.319.956) - - - - - - - (4.762) (4.762) - - - - - - - 23.703.890 23.703.890 - 23.703.890 39.545.400 7.704.990 (2.250.812) 27.454.192 31.004.878 18.755.254 84.551.204 23.703.890 230.468.996 165.852 230.634.848 Interesses que não controlam Resultado líquido do período Balanço a 31 de Dezembro de 2012 19 40 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 41 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Demonstração dos Fluxos de Caixa Consolidados (Valores em Euros) 2012 2011 Fluxo de caixa de atividades operacionais Resultado líquido do excercício Depreciações e amortizações do exercício Variação das provisões técnicas de seguro direto 23.703.890 34.714.551 1.168.485 1.188.948 (55.924.586) (81.739.555) Variação das provisões técnicas de resseguro cedido 5.730.242 4.215.212 Variação de passivos por contratos de investimento 40.726.385 64.753.285 Imparidade de ativos liquida de reversões e recuperações (2.130.849) 691.529 Variação no justo valor de imóveis de rendimento Variação de outras provisões Variação de ativos de negociação Variação de empréstimos e contas a receber Variação de devedores por operações de seguro direto, de resseguro e outros Variação de outros ativos e passivos por impostos Variação de outros ativos e passivos Variação de credores por operações de seguro direto, de resseguro e outros 180.600 - 12.843 (1.647.994) (132.404) 876.164 342.506 (116.241) 57.722.550 (63.891.339) (642.687) 7.104.655 864.930 (392.897) (7.114.408) 4.849.013 64.507.497 (29.394.669) Fluxo de caixa de atividades de investimento Variação nos ativos financeiros ao justo valor através de ganhos e perdas 17.681.980 18.868.609 Variação nos ativos financeiros disponíveis para venda 27.528.754 271.951.317 Variação nos investimentos em associadas (3.500.275) (230.069.292) 9.978.691 8.066.177 Aquisições de ativos tangíveis e intangíveis (1.224.659) (805.585) Alienações de ativos tangíveis e intangíveis 36.658 - - 510.660 50.501.149 68.521.886 (31.319.957) (39.308.128) Variação em outros depósitos Alienações de terrenos e edificios Fluxo de caixa de atividades de investimento Distribuição de dividendos Interesses que não controlam Variação líquida em caixa e equivalentes Caixa e equivalentes no início do período Caixa e equivalentes no fim do período (4.762) (20.563) (31.324.719) (39.328.691) 83.683.927 (201.474) 3.252.769 3.454.243 86.936.696 3.252.769 20 42 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 43 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Anexo às Demonstrações Financeiras Allianz Portugal 44 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 45 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas (Valores em Euros) 2012 Exercício de 2012 Rubricas do Ganhos e Perdas - Conta Técnica Não Vida Prémios adquiridos líquidos de resseguro Incêndio e Outros Danos Automóvel Restantes Ramos 266.387.296 49.773.070 123.952.570 35.813.187 56.848.469 (182.073.550) (46.319.771) (73.881.295) (20.853.413) (41.019.071) Provisão para riscos em curso (variação) (1.233.664) (632.869) - 1.045 (601.840) Provisão para desvios de sinistralidade (variação) (1.056.414) - - (1.053.573) (2.841) Provisão para estabelização de carteira (variação) - - - - - 305.004 206.370 - (4.500) 103.134 (66.388.825) (12.258.581) (31.637.121) (9.159.348) (13.333.775) 17.504.849 11.169.833 4.382.534 1.089.773 862.709 (791.816) (114.813) (437.874) (105.312) (133.817) 189.250 60.575 89.017 22.135 17.523 Custos com sinistros , líquidos de resseguro 1. Informações gerais Acidentes de Trabalho Total Não Vida A Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A., (“Allianz Portugal” ou “Companhia” ou “Grupo”) é uma companhia de seguros resultante da fusão, por incorporação, na Portugal Previdente - Companhia de Seguros, S.A., da Sociedade Portuguesa de Seguros, S.A., constituída por escritura pública de 27 de Setembro de 1999. Esta fusão teve, em termos contabilísticos, efeitos retroativos a 1 de Janeiro de 1999. Participação nos resultados atribuída A Companhia tem por objeto principal e exclusivo o exercício das atividades de seguro e resseguro dos ramos Vida e Não Vida. Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas (3.823.123) (4.156.887) 230.897 57.415 45.452 De seguida apresenta-se uma breve análise das principais subsidiárias e associadas do Grupo, em 31 de Dezembro de 2012. Ganhos líquidos pela venda de ativos não financeiros que não estejam classificados como ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas (190.600) (61.007) (89.652) (22.293) (17.648) Perdas de imparidade (líquidas reversão) (443.954) (142.100) (208.822) (51.926) (41.106) 493.325 13.959 472.231 5.161 1.974 Outras provisões (variação) - - - - - Outros rendimentos/gastos - - - - - 28.877.778 (2.462.221) 22.872.485 5.738.351 2.729.163 Ativos afetos à representação das provisões técnicas 467.183.904 145.326.564 256.730.795 36.917.279 28.209.266 Provisões técnicas 345.155.022 122.177.743 148.916.603 41.981.632 32.079.044 Sede Atividade Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A. Portugal Seguros Vida e Não Vida Allianz - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Portugal Gestão de Fundos Pensões % interesse económico 84,40% Método de Consolidação Integral Custos e gastos de exploração líquidos Rendimentos Gastos de investimentos Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Outros rendimentos/gastos técnicos , líquidos de resseguro Resultado Técnico Rubricas do Balanço 2. Informação por segmentos A Companhia determina e apresenta segmentos operacionais baseados na informação de gestão produzida internamente. Um segmento de negócio é uma componente identificável da Companhia que se destina a fornecer um produto ou serviço individual ou um grupo de produtos ou serviços relacionados, dentro de um ambiente económico específico e que esteja sujeito a riscos e benefícios que sejam diferenciáveis de outros, que operem em ambientes económicos diferentes. A Allianz Portugal controla a sua atividade através dos seguintes segmentos de negócio operacionais: Vida, Acidentes de Trabalho, Automóvel e restantes ramos Não Vida. O relato por segmentos de negócio Não Vida para os exercícios de 2012 e 2011 é analisado como segue. (Valores em Euros) 2011 Rubrucas do Ganhos e Perdas - Conta Técnica Não Vida Prémios adquiridos líquidos de resseguro Custos com sinistros , líquidos de resseguro Provisão para riscos em curso (variação) Acidentes de Trabalho Total Não Vida Incêndio e Outros Danos Automóvel Restantes Ramos 257.326.022 45.184.861 118.971.319 41.356.906 51.812.936 (173.327.505) (36.660.148) (76.934.963) (22.705.013) (37.027.381) 293.319 465.450 - (1.044) (171.087) Provisão para desvios de sinistralidade (variação) (994.183) - - (1.030.281) 36.098 Provisão para estabilização de carteira (variação) - - - - - (222.908) (133.000) - (10.000) (79.908) (64.284.299) (11.806.571) (29.512.421) (11.196.880) (11.768.427) 21.261.079 12.701.414 5.971.519 1.351.398 1.236.748 (816.541) (124.931) (445.015) (111.866) (134.729) (11.435.458) (3.260.835) (5.702.900) (1.290.608) (1.181.115) (45.162) (5.630) (27.579) (6.241) (5.712) (100.660) (30.017) (49.283) (11.153) (10.207) (1.677.545) (500.244) (821.236) (185.872) (170.103) 432.860 2.845 430.309 1.050 (1.344) Outras provisões (variação) - - - - - Outros rendimentos/gastos - - - - - 26.409.019 5.833.194 11.879.660 6.160.396 2.535.769 Ativos afetos à representação das provisões técnicas 437.890.591 153.070.178 198.383.265 48.399.571 38.037.577 Provisões técnicas 371.690.922 118.867.211 174.680.607 43.755.409 34.387.695 Participação nos resultados atribuída Custos e gastos de exploração líquidos Rendimentos Gastos de investimentos Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Ganhos líquidos pela venda de ativos não financeiros que não estejam classificados como ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas Perdas de imparidade (líquidas reversão) Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro Resultado Técnico Rubricas do Balanço 22 46 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 47 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA investimentos relativos a contratos Vida em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro, instrumentos financeiros derivados, ativos e passivos financeiros ao justo valor através de resultados e ativos financeiros disponíveis para venda. Os restantes ativos, nomeadamente os investimentos a deter até à maturidade e passivos financeiros, bem como ativos e passivos não financeiros, são registados ao custo amortizado ou custo histórico. O relato por segmentos operacionais de Vida para os exercícios de 2012 e 2011 é analisado como segue: (Valores em Euros) Conta Técnica Vida Prémios adquiridos líquidos de resseguro Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento ou como contratos de prestação de serviços Custos com sinistros, líquidos de resseguro 2012 2011 95.861.099 93.475.388 781.582 1.068.589 (74.788.231) (93.826.339) Provisão matemática (variação) 28.713.919 51.135.061 Participação nos resultados atribuída (1.220.205) (1.638.839) Provisão para compromissos de taxa (variação) - - Provisão para compromissos de taxa, parte dos resseguradores (variação) - - Provisão para estabilização de carteira (variação) Custos e gastos de exploração líquidos Rendimentos Gastos de investimentos Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas Perdas de imparidade (líquidas reversão) 168.621 (11.682) (40.142.546) (38.897.984) 12.013.015 14.290.565 (1.071.592) (1.423.712) (16.039.134) 86.048 (12.000) (792.500) (242.530) (1.224.300) Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro Resultado Técnico - - 4.021.998 22.240.295 A preparação de demonstrações financeiras de acordo com o PCES 07 requer que a Companhia efetue julgamentos e estimativas e utilize pressupostos que afetam a aplicação das políticas contabilísticas e os montantes de proveitos, custos, ativos e passivos. Alterações em tais pressupostos, ou diferenças destes face à realidade, poderão ter impactos sobre as atuais estimativas e julgamentos. As áreas que envolvem um maior nível de julgamento ou complexidade, ou onde são utilizados pressupostos e estimativas significativos na preparação das demonstrações financeiras, encontram-se analisadas seguidamente. As demonstrações financeiras foram aprovadas em reunião do Conselho de Administração, em 6 de Março de 2013. As notas que se seguem respeitam a ordem definida no Plano de Contas, sendo de referir que os números não incluídos neste Anexo não têm aplicação, por irrelevância dos valores ou por inexistência de situações a reportar. Políticas Contabilísticas Princípios de consolidação Rubricas do Balanço Ativos afetos à representação das provisões técnicas 566.019.396 487.565.328 Provisões técnicas e passivos por contratos de investimento 495.103.285 483.765.585 3. Bases de preparação das demonstrações financeiras consolidadas e das politicas contabilísticas No âmbito do disposto da Norma Regulamentar nº 4/07, as demonstrações financeiras consolidadas são preparadas de acordo com o Novo Plano de Contas para Empresas de Seguros (“PCES 07”), com as alterações subsequentes introduzidas pela Norma Regulamentar n. 20/2007 – R de 31 de Dezembro e pela Norma Regulamentar n. 22/2010 – R de 16 de Dezembro, onde são de aplicação obrigatória as Normas Internacionais de Relato Financeiro (“IFRS”) adotadas no âmbito do disposto no Regulamento (CE) n.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho de 2002, com excepção do IFRS 4 Contratos de Seguro, em que apenas são adotados os princípios de classificação do tipo de contratos celebrados pelas empresas de seguros. Os IFRS incluem as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (“IASB”) e as interpretações emitidas pelo Internacional Financial Reporting Interpretation Committee (“IFRIC”), e pelos respetivos órgãos antecessores. As demonstrações financeiras consolidadas da Companhia, agora apresentadas, reportam-se ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 e foram preparadas de acordo com o Plano de Contas para as Empresas de Seguros em vigor que acolhe o regime dos IFRS adotados pela União Europeia até 31 de Dezembro de 2012, com excepção do IFRS 4 em que apenas são adotados os princípios de classificação do tipo de contratos celebrados pelas empresas de seguros. Em 2012, a Allianz adotou as IFRS e interpretações de aplicação obrigatória para exercícios que se iniciaram a 1 de Janeiro de 2012. Essas normas apresentam-se discriminadas na nota 38. De acordo com as disposições transitórias dessas normas e interpretações, são apresentados valores comparativos relativamente às novas divulgações exigidas. As políticas contabilísticas utilizadas pela Companhia na preparação das suas demonstrações financeiras consolidadas, referentes a 31 de Dezembro de 2012, são consistentes com as utilizadas na preparação das demonstrações financeiras dos exercícios agora apresentados. Os valores das demonstrações financeiras consolidadas estão expressos em euros, arredondados à unidade. Estas foram preparadas de acordo com o princípio do custo histórico, com exceção dos ativos e passivos registados ao seu justo valor, nomeadamente As demonstrações financeiras consolidadas, agora apresentadas, refletem os ativos, passivos, proveitos e custos da Allianz e das suas subsidiárias (Grupo), e os resultados atribuíveis ao Grupo referentes às participações financeiras em empresas associadas. As políticas contabilísticas foram aplicadas de forma consistente por todas as empresas do Grupo, relativamente aos períodos cobertos por estas demonstrações financeiras consolidadas. A partir de 1 de Janeiro de 2010, a Allianz passou a aplicar a IFRS 3 (revista) para o reconhecimento contabilístico das concentrações de atividades empresariais. As alterações de políticas contabilísticas decorrentes da aplicação da IFRS 3 (revista) são aplicadas prospetivamente. Investimentos em subsidiárias São classificadas como subsidiárias as empresas sobre as quais a Companhia exerce controlo. Controlo normalmente é presumido quando a Companhia detém o poder de exercer a maioria dos direitos de voto. Poderá ainda existir controlo quando o Grupo detém o poder, direta ou indiretamente, de gerir a política financeira e operacional de determinada empresa de forma a obter benefícios das suas atividades, mesmo que a percentagem que detém sobre os seus capitais próprios seja inferior a 50%. As empresas subsidiárias são consolidadas integralmente desde o momento que o Grupo assume o controlo sobre as suas atividades até ao momento que esse controlo cessa. Quando as perdas acumuladas de uma subsidiária atribuíveis aos interesses que não controlam excedem o interesse que não controlam no capital próprio dessa subsidiária, o excesso é atribuível à Allianz, sendo os prejuízos registados em resultados na medida em que forem incorridos. Os lucros obtidos subsequentemente são reconhecidos como proveitos da Allianz até que as perdas atribuídas a interesses que não controlam anteriormente absorvidas pela Allianz sejam recuperadas. Após 1 de Janeiro de 2010, as perdas acumuladas são atribuídas aos minoritários nas proporções detidas, o que poderá implicar o reconhecimento de interesses que não controlam negativos. Após 1 de Janeiro de 2010, numa operação de aquisição por partes adicionais (“step acquisition”) que resulte na aquisição de controlo, a reavaliação de qualquer participação anteriormente adquirida é reconhecida por contrapartida de resultados aquando do cálculo do goodwill. No momento de uma venda parcial, da qual resulte a perda de controlo sobre uma subsidiária, qualquer participação remanescente é reavaliada ao mercado na data da venda e o ganho ou perda resultante dessa reavaliação é registado por contrapartida de resultados. 23 48 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 49 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Investimentos em associadas Empréstimos concedidos e contas a receber São classificadas como associadas, todas as empresas sobre as quais a Allianz Portugal detém o poder de exercer influência significativa sobre as suas políticas financeiras e operacionais, embora não detenha o seu controlo. Normalmente é presumido que a Companhia exerce influência significativa quando detém o poder de exercer mais de 20% dos direitos de voto da associada. Mesmo quando os direitos de voto sejam inferiores a 20%, poderá a Companhia exercer influência significativa através da participação na gestão da associada ou na composição dos Conselhos de Administração com poderes executivos. Os investimentos em associadas são registados nas demonstrações financeiras consolidadas da Allianz pelo método da equivalência patrimonial, desde o momento em que a Allianz adquire a influência significativa, até ao momento em que a mesma termina. Esta categoria inclui os valores a receber relacionados com operações de seguro direto, resseguro cedido, transações relacionadas com contratos de seguro e outras transações. Quando o valor das perdas acumuladas incorridas por uma associada e atribuíveis à Allianz iguala ou excede o valor contabilístico da participação e de quaisquer outros interesses de médio e longo prazo nessa associada, o método da equivalência patrimonial é interrompido, excepto se a Allianz tiver a obrigação legal ou construtiva de reconhecer essas perdas ou tiver realizado pagamentos em nome da associada. Saldos e transações eliminadas na consolidação Saldos e transações entre empresas da Allianz, incluindo quaisquer ganhos ou perdas não realizadas resultantes de operações intragrupo, são eliminados no processo de consolidação, exceto nos casos em que as perdas não realizadas indiciam a existência de imparidade que deva ser reconhecida nas demonstrações financeiras consolidadas. Reconhecimento, mensuração inicial e desreconhecimento As aquisições e alienações de ativos financeiros ao justo valor através dos resultados, de ativos financeiros disponíveis para venda e de ativos financeiros detidos até à maturidade, são reconhecidas na data da negociação (“trade date”), ou seja, na data em que a Companhia se compromete a adquirir ou alienar o ativo. Os ativos financeiros são inicialmente reconhecidos ao seu justo valor adicionado dos custos de transação, exceto nos casos de ativos financeiros ao justo valor através de resultados, caso em que estes custos de transação são diretamente reconhecidos em resultados. Estes ativos são desreconhecidos quando expiram os direitos contratuais da Companhia ao recebimento dos seus fluxos de caixa; quando a Companhia tenha transferido substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção ou não obstante retenha parte, mas não substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção; quando a Companhia tenha transferido o controlo sobre os ativos. Os ativos financeiros a deter até à maturidade são reconhecidos ao seu justo valor no momento inicial do seu reconhecimento e mensurados subsequentemente ao custo amortizado. O juro é calculado através do método da taxa de juro efetiva. Ativos financeiros Classificação Mensuração subsequente A Allianz Portugal classifica os seus ativos financeiros no início de cada transação, considerando a intenção que lhes está subjacente de acordo com as seguintes categorias: Após o seu reconhecimento inicial, os ativos financeiros ao justo valor com reconhecimento em resultados são valorizados ao justo valor, sendo as suas variações reconhecidas em resultados. Ativos Financeiros classificados no momento inicial ao Justo valor por via de ganhos e perdas. Esta categoria inclui: Os investimentos detidos para venda são igualmente registados ao justo valor sendo, no entanto, as respetivas variações reconhecidas em reservas, até que os investimentos sejam desreconhecidos ou seja identificada uma perda por imparidade, momento em que o valor acumulado dos ganhos e perdas potenciais registados em reservas é transferido para resultados. As variações cambiais associadas a estes investimentos são reconhecidas também em reservas, no caso de ações, e em resultados, no caso de instrumentos de dívida. Os juros, calculados à taxa de juro efetiva, e os dividendos são também reconhecidos na demonstração dos resultados. • Os ativos financeiros de negociação, que são os adquiridos com o objetivo principal de serem transacionados no curto prazo; • Os ativos financeiros designados no momento do seu reconhecimento inicial ao justo valor com variações reconhecidas em resultados. Ativos financeiros disponíveis para venda. Esta categoria inclui: • Ativos financeiros não derivados em que existe intenção de manter por tempo indeterminado; • Ativos que são designados como disponíveis para venda no momento do seu reconhecimento inicial; • Ativos que não se enquadrem nas categorias restantes. Ativos financeiros detidos até à maturidade Nesta categoria são reconhecidos ativos financeiros não derivados, com pagamentos fixos ou determináveis e maturidade fixa, para os quais a Allianz tem a intenção e capacidade de manter até à maturidade e que não foram designados para nenhuma outra categoria de ativos financeiros. Qualquer reclassificação ou venda de ativos financeiros reconhecidos nesta categoria que não seja realizada próxima da maturidade, obrigará a Allianz a reclassificar integralmente esta carteira para ativos financeiros disponíveis para venda e a Allianz ficará durante dois anos impossibilitada de classificar qualquer ativo financeiro nesta categoria. O justo valor dos ativos financeiros cotados é o seu preço de compra corrente (“bid-price”). Na ausência de cotação, a Companhia estima o justo valor utilizando (1) metodologias de avaliação, tais como a utilização de preços de transações recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado, técnicas de fluxos de caixa descontados e modelos de avaliação de opções customizadas de modo a refletir as particularidades e circunstâncias do instrumento, e (2) pressupostos de avaliação baseados em informações de mercado. Os instrumentos financeiros para os quais não é possível mensurar com fiabilidade o justo valor, são registados ao custo de aquisição. Transferências entre categorias Em Outubro de 2008 o IASB emitiu a revisão da norma IAS 39 - Reclassificação de Instrumentos Financeiros (Amendements to IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 7: Financial Instruments Disclosures). Esta alteração veio permitir que uma entidade transfira instrumentos financeiros de Ativos financeiros ao justo valor através de resultados - negociação para as carteiras de Ativos financeiros disponíveis para venda, Crédito a clientes - Crédito titulado ou para Ativos financeiros detidos até à maturidade (“Held-to-maturity”), desde que sejam verificados os requisitos enunciados na norma para o efeito, nomeadamente: • Se um ativo financeiro, na data da reclassificação, apresentar caracterísiticas de um instrumento de dívida para o qual não exista 24 50 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 51 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA mercado ativo; ou Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem • Quando se verificar algum evento que é incomum e altamente improvável que volte a ocorrer no curto prazo, isto é, esse evento puder ser considerado uma rara circunstância. Esta rubrica engloba os valores registados no balanço cuja maturidade é inferior a três meses a contar da data de balanço, onde se incluem a caixa e as disponibilidades em instituições de crédito. A Allianz adotou esta possibilidade para um conjunto de ativos financeiros, conforme descrito na nota 6. Passivos financeiros As transferências de ativos financeiros reconhecidas nas categorias de Ativos financeiros disponíveis para venda para as categorias de Crédito a clientes - Crédito titulado e Ativos financeiros detidos até à maturidade são permitidas em determinadas circunstâncias. Um instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual de a sua liquidação ser efetuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro ativo financeiro, independentemente da sua forma legal. Imparidade Os passivos financeiros não derivados incluem passivos de contratos de investimento, empréstimos, credores por operações de seguro direto e resseguro e outros passivos. Estes passivos financeiros são registados (1) inicialmente pelo seu justo valor deduzido dos custos de transação incorridos e (2) subsequentemente ao custo amortizado, com base no método da taxa efetiva, com a exceção dos passivos por contratos de investimento em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro, os quais são registados ao justo valor. A Companhia avalia regularmente se existe evidência objetiva de que um ativo financeiro, ou grupo de ativos financeiros, apresenta sinais de imparidade. Para os ativos financeiros que apresentam sinais de imparidade, é determinado o respetivo valor recuperável, sendo as perdas por imparidade registadas por contrapartida de resultados. Operações em moeda estrangeira Um ativo financeiro, ou grupo de ativos financeiros, encontra-se em imparidade sempre que exista evidência objetiva de imparidade resultante de um ou mais eventos que ocorreram após o seu reconhecimento inicial, tais como: (1) para os títulos cotados, uma desvalorização continuada ou de valor significativo na sua cotação, e (2) para títulos não cotados, quando esse evento (ou eventos) tenha um impacto no valor estimado dos fluxos de caixa futuros do ativo financeiro, ou grupo de ativos financeiros, que possa ser estimado com razoabilidade. Quando existe evidência de imparidade nos ativos financeiros disponíveis para venda, a perda potencial acumulada em reservas, correspondente à diferença entre o custo de aquisição e o justo valor atual, deduzida de qualquer perda de imparidade no ativo anteriormente reconhecida em resultados, é transferida para resultados. Se num período subsequente o montante da perda de imparidade diminui, a perda de imparidade anteriormente reconhecida é revertida por contrapartida de resultados do exercício até à reposição do custo de aquisição se o aumento for objetivamente relacionado com um evento ocorrido após o reconhecimento da perda de imparidade, exceto no que se refere a ações ou outros instrumentos de capital, caso em que a reversão da imparidade é reconhecida em reservas. Os critérios utilizados pela Allianz Portugal são apresentados no ponto dedicado aos julgamentos e estimativas utilizadas na elaboração das Demonstrações Financeiras. Instrumentos financeiros derivados Os instrumentos financeiros derivados são reconhecidos na data da sua negociação (“trade date”), pelo seu justo valor. Subsequentemente, o justo valor dos instrumentos financeiros derivados é reavaliado numa base regular, sendo os ganhos ou perdas resultantes dessa reavaliação registados diretamente em resultados do período. O justo valor dos instrumentos financeiros derivados corresponde ao seu valor de mercado, quando disponível, ou é determinado tendo por base técnicas de valorização incluindo modelos de desconto de fluxos de caixa (“discounted cash flows”) e modelos de avaliação de opções, conforme seja apropriado. Derivados embutidos As transações em moeda estrangeira são convertidas à taxa de câmbio em vigor na data da transação. Os ativos e passivos monetários expressos em moeda estrangeira são convertidos para euros à taxa de câmbio em vigor na data do balanço. As diferenças cambiais resultantes desta conversão são reconhecidas em resultados. Os ativos e passivos não monetários registados ao custo histórico, expressos em moeda estrangeira, são convertidos à taxa de câmbio na data da transação. Ativos e passivos não monetários expressos em moeda estrangeira registados ao justo valor são convertidos à taxa de câmbio em vigor na data em que o justo valor foi determinado. As diferenças cambiais resultantes são reconhecidas em resultados, exceto no que diz respeito às diferenças relacionadas com ações classificadas como ativos financeiros disponíveis para venda, as quais são registadas em reservas. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são contabilizados ao respetivo custo de aquisição líquido das amortizações e deduzido de perdas de imparidade. Os custos subsequentes são capitalizados se for provável que fluirão para a empresa benefícios económicos futuros, que excedam o nível de desempenho originalmente avaliado do ativo existente. Os custos de assistência não são capitalizados, visto terem, por objetivo, a reparação e manutenção do ativo existente, com vista ao seu normal funcionamento e não o aumento dos benefícios económicos futuros. Este tipo de custos é registado em gastos quando incorrido. As amortizações são efetuadas pelo método das quotas para que o valor dos imobilizados seja amortizado durante a sua vida útil estimada: Nº de anos Imóveis de uso próprio Equipamento administrativo Os derivados que estão embutidos em outros instrumentos financeiros são tratados separadamente quando as suas características económicas e os seus riscos não estão relacionados com o instrumento principal e este não está contabilizado ao seu justo valor através de resultados. Estes derivados embutidos são registados ao justo valor com as variações reconhecidas em resultados. Máquinas, aparelhos e ferramentas Equipamento informático Instalações interiores Material de transporte Outras imobilizações corpóreas 25 a 54 8 4a8 4 3 a 10 4 3a8 25 A Companhia avalia, a cada data de reporte, se existem indícios de imparidade. É considerada a existência de imparidade se o valor 52 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 53 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA contabilístico do ativo for superior ao maior valor entre o valor de uso e o justo valor deduzido dos custos de venda (valor recuperável). A imparidade é reconhecida na demonstração de resultados. A estimativa do período de vida útil do ativo segue critérios económicos (estimativa dos fluxos dos benefícios económicos futuros). O período de vida útil é estimado na compra do ativo e revisto no final de cada data de reporte. São considerados imóveis para uso próprio, aqueles que se destinam a serem usados pela Companhia no exercício da sua atividade. ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Resseguro Os contratos de resseguro são revistos de forma a determinar se as respetivas disposições contratuais pressupõem a transferência de um risco de seguro significativo. Os contratos de resseguro que não pressuponham a transferência de risco de seguro significativo são contabilizados utilizando o método do depósito e registados em empréstimos como ativos ou passivos financeiros relacionados com a atividade de resseguro. Propriedades de investimento No decurso da sua atividade, a Allianz Portugal aceita e/ou cede negócio. Os valores a receber relacionados com a atividade de resseguro, incluem saldos a receber de empresas de seguro e de resseguradores relacionados com responsabilidades cedidas. Os valores a pagar aos resseguradores são calculados de acordo com as disposições contratuais previamente definidas. A Companhia classifica como propriedades de investimento os imóveis detidos para arrendamento ou para valorização do capital ou ambos. Os princípios contabilísticos aplicáveis aos passivos relacionados com resseguro aceite, no âmbito dos contratos de seguro que pressupõem risco de seguro significativo, são tratados de forma idêntica aos contratos de seguro direto. As propriedades de investimento são reconhecidas inicialmente ao custo de aquisição, incluindo os custos de transação diretamente relacionados, e subsequentemente ao seu justo valor. Variações de justo valor, determinadas a cada data de balanço, são reconhecidas em resultados. As propriedades de investimento não são amortizadas. Benefícios aos empregados Dispêndios subsequentes relacionados são capitalizados quando for provável que a Companhia venha a obter benefícios económicos futuros em excesso do nível de desempenho inicialmente estimado. A Companhia assumiu a responsabilidade de pagar aos seus empregados pensões de reforma por velhice e invalidez, nos termos estabelecidos no Contrato Coletivo dos Trabalhadores de Seguros (CCT). Os benefícios previstos nos planos de pensões são aqueles que são abrangidos pelo Plano CCT - Contrato Coletivo de Trabalho da Atividade Seguradora (CCT). Plano de benefício definido Ativos intangíveis Os custos incorridos com a aquisição de software são capitalizados, assim como as despesas adicionais suportadas pela Companhia necessárias à sua implementação. Estes custos são amortizados de forma linear ao longo da vida útil esperada destes ativos (4 a 6 anos). Os custos diretamente relacionados com a produção de produtos informáticos desenvolvidos pela Companhia, sobre os quais seja expectável que estes venham a gerar benefícios económicos futuros para além de um exercício, são reconhecidos e registados como ativos intangíveis. Os custos com desenvolvimento de software informático, reconhecidos como ativos são amortizados de forma linear ao longo da respetiva vida útil esperada. As responsabilidades da Companhia com pensões de reforma (plano de benefícios definidos) são calculadas anualmente, na data de fecho de contas, pela Companhia, individualmente para cada plano. Em 23 de Dezembro de 2011, foi aprovado um novo Contrato Coletivo de Trabalho dos Seguros que vem alterar um conjunto de benefícios anteriormente definidos. As alterações decorrentes do novo Contrato Coletivo de Trabalho, sendo de salientar as seguintes (i) no que respeita a benefícios pósemprego, os trabalhadores no ativo admitidos até 22 de Junho de 1995, deixam de ser abrangidos por um plano de benefício definido, passando a estar abrangidos por um plano de contribuição definida, (ii) compensação de 55% do salário base mensal a pagar em 2012 por perda de benefícios e (iii) prémio de permanência equivalente a 50% do seu ordanado sempre que o trabalhador complete um ou mais múltiplos de 5 anos na Companhia. Os custos com a manutenção de programas informáticos são reconhecidos como custos quando incorridos. Locações A Companhia classifica as operações de locação como locações financeiras ou locações operacionais em função da sua substância e não da sua forma legal. Relativamente à alteração do plano e tendo em consideração que o valor integralmente financiado das responsabilidades pelos serviços passados relativo às pensões de reforma por velhice devidas aos trabalhadores no ativo será convertido em contas individuais desses trabalhadores, integrando o respetivo plano individual de reforma, de acordo com o IAS 19, a Companhia irá proceder à liquidação da responsabilidade (“settlement”). Os ganhos e perdas atuariais são reconhecidos por contrapartida de reservas. São locações financeiras as operações em que os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo são transferidos para o locatário. Estes contratos são registados na data do seu início no ativo e no passivo pelo custo de aquisição do ativo locado. As rendas são constituídas pelo encargo financeiro que é debitado em resultados e pela amortização financeira do capital que é deduzida ao passivo ao longo do período da locação. Todas as restantes são locações operacionais, sendo as rendas pagas ao longo do contrato registadas em custos nos períodos a que dizem respeito. Os custos do serviço corrente em conjunto com o retorno esperado dos ativos do plano, deduzidos do “unwiding” dos passivos do plano, são registados por contrapartida de custos operacionais. As responsabilidades da Companhia com pensões de reforma foram calculadas com base no Método da Unidade de Crédito Projetada, individualmente para cada plano através da estimativa do valor dos benefícios futuros que cada empregado deve receber em troca pelo seu serviço no período corrente e em períodos passados. O benefício é descontado de forma a determinar o seu valor atual e o justo valor de quaisquer ativos do plano deve ser deduzido. A taxa de desconto utilizada neste cálculo é determinada com base nas taxas de mercado associadas a obrigações de empresas de rating de boa qualidade, denominadas na moeda em que os benefícios serão pagos e com maturidade semelhante à data do termo das obrigações do plano. 26 54 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 55 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Os encargos com reformas antecipadas, são reconhecidas nos resultados no momento em que a reforma antecipada é aprovada e anunciada. O plano de benefícios a cargo da Companhia é financiado anualmente com contribuições da Companhia para cobrir responsabilidades projetadas com Pensões, incluindo benefícios complementares quando apropriado. Em cada data de reporte a Companhia avalia, individualmente para cada Plano, a recuperabilidade de qualquer excesso do fundo, baseado na perspetiva de futuras contribuições que possam ser necessárias. Plano de contribuição definida Para os planos de contribuição definida, as responsabilidades relativas ao benefício atribuível aos colaboradores da Companhia são reconhecidas como custo do exercício quando devidas. Em 31 de Dezembro de 2012, a Companhia tem um plano de contribuição definida para os trabalhadores no ativo admitidos na atividade seguradora a partir de 22 de Junho de 1995, em que a Companhia efetuava contribuições anuais e iguais a 1% da remuneração desses colaboradores. Está em curso o processo de transferência junto do ISP das responsabilidades dos serviços passados dos trabalhadores admitidos na atividade seguradora antes de 1995 e que se encontram no plano de benefício definido, para o novo plano de contribuição definida a constituir de acordo com as regras definidas pelo novo contrato coletivo de trabalho. Em 31.12.2012 estas responsabilidades representavam Euros 3.041.181, valor que vai ser transferido para o novo fundo de contribuição definida. Prémio de permanência O prémio de permanência equivale a 50% do seu ordenado sempre que o trabalhador complete um ou mais múltiplos de 5 anos na Companhia. O prémio de permanência é determinado utilizando a mesma metodologia e pressupostos dos benefícios pós-emprego. ÍNDICE | FICHA TÉCNICA entre os valores contabilísticos dos ativos e passivos e a sua base fiscal, utilizando as taxas de imposto aprovadas ou substancialmente aprovadas à data de balanço em cada jurisdição e que se espera virem a ser aplicadas quando as diferenças temporárias se reverterem. Os impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias. Os impostos diferidos ativos são reconhecidos apenas na medida em que seja expectável que existam lucros tributáveis no futuro capazes de absorver as diferenças temporárias dedutíveis (incluindo prejuízos fiscais reportáveis). Provisões São reconhecidas provisões quando (1) a Companhia tem uma obrigação presente, legal ou construtiva, (2) seja provável que o seu pagamento venha a ser exigido e (3) quando possa ser feita uma estimativa fiável do valor dessa obrigação. Reconhecimento de juros Os resultados referentes a juros de ativos financeiros disponíveis para venda e ao justo valor por via de resultados são reconhecidos nas rubricas específicas de ganhos e perdas. O cálculo do custo amortizado é efetuado utilizando o método da taxa efetiva, sendo o seu impacto registado em rendimentos de investimento. A taxa de juro efetiva é a taxa que desconta os pagamentos ou recebimentos futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro. Para o cálculo da taxa de juro efetiva são estimados os fluxos de caixa futuros considerando todos os termos contratuais do instrumento financeiro (por exemplo opções de pagamento antecipado), não considerando, no entanto, eventuais perdas de crédito futuras. O cálculo inclui as comissões que sejam parte integrante da taxa de juro efetiva, custos de transação e todos os prémios e descontos diretamente relacionados com a transação. Dividendos Os rendimentos de instrumentos de capital (dividendos) são reconhecidos quando recebidos. Os desvios atuariais determinados são registados por contrapartida de resultados quando incorridos. Resultados por ação Benefícios de saúde A Companhia concede um benefício de assistência médica discricionária a reformados entre os 65 e os 70 anos, e os pré-reformados desde a data da pré-reforma, e a reformados por invalidez desde a data da invalidez até aos 70 anos. Os resultados por ação básicos são calculados dividindo o resultado líquido da Companhia pelo número médio ponderado de ações ordinárias emitidas. Estimativas e julgamentos utilizados na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas O cálculo e registo destas obrigações são efetuados de forma semelhante aos das responsabilidades com pensões. Bónus As remunerações variáveis dos colaboradores são contabilizadas em resultados do exercício a que respeitam. Impostos sobre lucros Os impostos sobre lucros resultam do imposto corrente e do imposto diferido. Os impostos sobre lucros são reconhecidos em resultados, exceto quando estão relacionados com itens que são reconhecidos diretamente nos capitais próprios, caso em que serão também registados por contrapartida em capitais próprios. Os impostos correntes são apurados de acordo com as regras fiscais em vigor e utilizando a taxa de imposto aprovada. Os IFRS estabelecem uma série de tratamentos contabilísticos e requerem que o Conselho de Administração utilize o julgamento e faça as estimativas necessárias de forma a decidir qual o tratamento contabilístico mais adequado. As principais estimativas contabilísticas e julgamentos utilizados na aplicação dos princípios contabilísticos pela Companhia são analisadas como segue, no sentido de melhorar o entendimento de como a sua aplicação afeta os resultados reportados da Companhia e a sua divulgação. Considerando que em muitas situações existem alternativas ao tratamento contabilístico adotado pelo Conselho de Administração, os resultados reportados pela Companhia poderiam ser diferentes caso um tratamento diferente fosse escolhido. O Conselho de Administração considera que as escolhas efetuadas são apropriadas e que as demonstrações financeiras apresentam, de forma adequada, a posição financeira da Companhia e das suas operações em todos os aspetos materialmente relevantes. Os resultados das alternativas analisadas de seguida são apresentados apenas para assistir o leitor no entendimento das demonstrações financeiras e não têm intenção de sugerir que outras alternativas ou estimativas são mais apropriadas. Os impostos diferidos são calculados, de acordo com o método do passivo com base no balanço, sobre as diferenças temporárias 27 56 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 57 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Imparidade de ativos financeiros disponíveis para venda Provisões técnicas e responsabilidades relativas a contratos de investimento A Allianz Portugal utiliza os seguintes critérios para a realização do teste de imparidade: As responsabilidades futuras decorrentes de contratos de seguro e de investimento com participação nos resultados, são registadas na rubrica de provisões técnicas. As provisões técnicas relativas aos produtos Vida foram determinadas tendo por base vários pressupostos, nomeadamente, mortalidade, longevidade e taxa de juro, aplicáveis a cada uma das coberturas. Os pressupostos utilizados foram baseados na experiência passada da Companhia e do mercado. • Títulos de rendimento variável (ações e fundos) - Decréscimo prolongado do justo valor: um ativo cujo justo valor esteja abaixo do seu valor de custo durante 9 meses consecutivos, ou; - Decréscimo significativo do justo valor: um ativo cujo justo valor, na data do reporte, esteja pelo menos 20% abaixo do seu valor de custo. • Títulos de rendimento fixo (obrigações) - Quando há uma deterioração do nível de crédito do emitente ou dificuldades financeiras, terá de ser analisada a ocorrência de alguns fatores: - Dificuldades financeiras significativas do emitente; - Default no pagamento dos juros ou do principal; - Grande probabilidade de falência; - Desaparecimento de um mercado ativo devido a dificuldades financeiras. Critérios adicionais: Se um ou mais, dos fatores mencionados, se verificarem, existem alguns fatores adicionais que terão se ser analisados: - Queda do justo valor devido à falta de liquidez (desaparecimento de um mercado ativo) ou alargamento de spreads (deterioração da qualidade do crédito); - Permanência do justo valor 20% abaixo do valor amortizado por 6 meses consecutivos; - “Downgrades” significativos por parte de uma ou mais Agências de rating; - Recomendações de compra/venda dos analistas. Metodologias alternativas e a utilização de diferentes pressupostos e estimativas poderão resultar num nível diferente de perdas por imparidade reconhecidas, com o consequente impacto nos resultados da Companhia. Estes pressupostos poderão ser revistos se for determinado que a experiência futura venha a confirmar a sua desadequação As provisões técnicas decorrentes de contratos de seguro incluem a provisão matemática de contratos Vida, a provisão para participação nos resultados atribuída e a atribuir, a provisão para prémios não adquiridos, a provisão para riscos em curso, a provisão para estabilização de carteira, o teste de adequação das responsabilidades e a provisão para sinistros reportados e não reportados, incluindo as despesas de regularização. Quando existem sinistros, qualquer montante pago ou que se estima vir a ser pago pela Companhia, é reconhecido como perda nos resultados. A Companhia estabelece provisões para pagamento de sinistros decorrentes dos contratos de seguro e de investimento. Na determinação das provisões técnicas decorrentes de contratos de seguro e de investimento com participação nos resultados, a Companhia avalia, periodicamente, as suas responsabilidades utilizando metodologias atuariais e tomando em consideração as coberturas de resseguro respetivas. As provisões são revistas periodicamente por atuários qualificados. As provisões não representam um cálculo exato do valor da responsabilidade, mas sim uma estimativa resultante da aplicação de técnicas de avaliação atuariais. As provisões são revistas regularmente e através de um processo contínuo, à medida que informação adicional é recebida e as responsabilidades vão sendo liquidadas. 4 . Natureza e extensão das rubricas e dos riscos resultantes de contratos de seguro e ativos de resseguro 4.1 - Contratos de Seguro A Allianz Portugal emite contratos que incluem risco seguro e risco financeiro. Impostos sobre os lucros A Companhia encontra-se sujeita ao pagamento de impostos sobre lucros. A determinação do montante global de impostos sobre os lucros requer determinadas interpretações e estimativas. Existem diversas transações e cálculos para os quais a determinação do valor final de imposto a pagar é incerto durante o ciclo normal de negócios. Outras interpretações e estimativas poderiam resultar num nível diferente de impostos sobre os lucros, correntes e diferidos, reconhecidos no período. As Autoridades Fiscais têm a atribuição de rever o cálculo da matéria coletável efetuado pela Companhia, durante um período de quatro ou seis anos, no caso de haver prejuízos reportáveis. Desta forma, é possível que haja correções à matéria coletável, resultantes, principalmente, de diferenças na interpretação da legislação fiscal. No entanto, é convicção do Conselho de Administração da Allianz Portugal, de que não haverá correções significativas aos impostos sobre lucros registados nas demonstrações financeiras. Pensões e outros benefícios a empregados A determinação das responsabilidades por pensões de reforma requer a utilização de pressupostos e estimativas, incluindo a utilização de projeções atuariais, rentabilidade estimada dos investimentos e outros fatores que podem ter impacto nos custos e nas responsabilidades do plano de pensões. Alterações a estes pressupostos poderiam ter um impacto significativo nos valores determinados. Existe um contrato de seguro quando uma das partes aceita risco significativo de outra parte (tomador de seguro) e acorda compensála se um evento futuro especifico e incerto a afetar adversamente. Um contrato emitido em que o risco é essencialmente financeiro e em que o risco seguro assumido não é significativo, mas que exista uma participação nos resultados atribuída aos segurados discricionária, é considerado como um contrato de investimento e reconhecido e mensurado de acordo com as políticas contabilísticas aplicáveis aos contratos de seguro. Um contrato emitido que transfere apenas risco financeiro, sem participação nos resultados discricionária, é registado como um instrumento financeiro. A mensuração dos contratos de seguro é feita de acordo com os princípios seguintes. Reconhecimento de custos e proveitos Os custos e os proveitos são registados no exercício a que respeitam, independentemente do momento do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização do exercício. Prémios Os prémios brutos emitidos (direto e aceite) e os prémios de resseguro cedido são registados respetivamente como proveitos e custos, no exercício a que respeitam, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento. 28 58 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 59 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Custos de aquisição Provisão para participação nos resultados do ramo Vida Os custos de aquisição que estão direta ou indiretamente relacionados com a venda de contratos, são capitalizados e diferidos pelo período de vida dos contratos. Os custos de aquisição diferidos estão sujeitos a testes de recuperabilidade no momento da emissão dos contratos e sujeitos a testes de imparidade à data de balanço. A provisão para participação de resultados, corresponde aos montantes destinados aos segurados ou aos beneficiários dos contratos, sob a forma de participação de resultados, desde que tais montantes não tenham sido já distribuídos, nomeadamente, mediante a inclusão nas provisões matemáticas. Provisão para prémios não adquiridos A provisão para participação nos resultados é dotada, anualmente, com base nas contas de resultados das modalidades que prevêem a sua constituição. O seu cálculo é efectuado de acordo com o plano de participação nos resultados de cada modalidade. A provisão para prémios não adquiridos é baseada na avaliação dos prémios emitidos antes do final do exercício, mas com vigência após essa data. A sua determinação é efetuada mediante a aplicação do método “Pro-rata temporis”, por cada contrato em vigor. De acordo com a norma nº 19/94 do Instituto de Seguros de Portugal, o método “Pro-rata temporis” é aplicado sobre os prémios brutos emitidos, deduzidos dos respetivos custos de aquisição. Para as apólices que beneficiam de uma participação nos resultados, conforme estabelecido nas condições gerais da apólice, é afetada uma participação no termo de cada ano civil relativamente aos contratos que se encontram em vigor. A distribuição desta participação é efetuada em 1 de Janeiro ou na data aniversária seguinte (a 1 de Janeiro ou 1 de Julho consoante as modalidades). Provisões matemáticas A Provisão matemática e a Provisão para participação nos resultados da Companhia, desagrega-se por produto como se segue: As provisões matemáticas referentes ao ramo Vida, têm como objetivo registar o valor atual das responsabilidades futuras da Companhia relativamente às apólices emitidas e são calculadas com base em métodos atuariais reconhecidos nos termos da legislação em vigor. A Provisão matemática do ramo Vida tem como objectivo registar o valor actual das responsabilidades futuras da Companhia, conforme os pressupostos previstos nas respectivas apólices, como segue: (Valores em Euros) Provisão Matemática Modalidades 2012 No início do Exercício Modalidade Tabela de Mortalidade Taxa Técnica Carteira antiga (anterior a 1984) 1. Seguros em caso de morte 2. Seguros em caso de vida 3,25% / 4% RF 3,25% Carteira nova (posterior a 1984) - - 2. Vida Individual - Cor PPR 8.409.316 7.464.411 - - 3. Vida Grupo - PLUS 5.581.294 3.212.511 - - 67.904.911 52.094.715 - - 5. Vida - Seguros Temporári os 98.967 95.015 - - 6. Vida - Grupo em caso de Vida c/ Part 67.759 70.469 - - 572.037 703.600 - - 1.854.174 1.753.110 - - 0 0 542.137 773.267 17.122.807 14.675.797 - - 8.900.612 7.369.919 - - 19.584 16.826 - - 13. Plano 2000 2.253.117 1.796.753 - - 14. Capital Diferido a Prémios Únicos Sucessivos SPS 4% 7.633.906 5.509.241 - - 10.900.787 9.026.997 - - 158.640 150.135 - - 6.659.538 4.200.752 - - 18. UniversAll PPR (2%) 14.999.867 9.050.312 355.973 - 19. UniversAll Tota l (2%) 3.207.847 2.836.468 - - 20. Plano Poupança Grupo - 2% 1.341.693 1.184.746 - - 21. Crédito Habitação - Taxa Fixa 0 0 281.432 - 22. Crédito Habitação - Idade a Idade 0 0 - - 23. Crédito ao Consumo 0 0 - - 24. Vitall 0 0 - - 8.676.794 7.982.759 - - 26. Outros sem participação 10.860.836 19.345.277 - - 27. Provisão Adicional Leman 6.031.345 6.354.492 - - 185.158.727 156.633.766 1.179.542 773.267 Individuais PM 60/64 e GKM 80 4% 9. Vida - Grupo Temporários Anuais Renováveis Grupo PM 60/64 e GKM 80 4% 10. Allianz PPR 3% 11. Allianz Plano Poupança 3% Individuais PF 60/64: TV 73/77 4% / 3% Grupo PF 60/64: TV 73/77 4% PF 60/64: TV73/77; GRM 80 6% / 4% / 3,5% / 5% / 3% 3. Complemento opcional de reforma 4. Operações de capitalização Contratos com prazo até 8 anos Contratos com prazo superior a 8 anos 12. Rendas Vitalícias + Capitais Diferidos SPS 15. Plano Poupança SPS - PPR Não têm tábua de mortalidade 6% 16. Rendas Vitalícias sem Fundo Autónomo SPS 4% 17. UniversAll Plano Poupança (2%) Provisão para estabilização da carteira O Decreto-lei nº 8-C/2002, de 11 de Janeiro, veio introduzir algumas alterações a nível das Provisões Técnicas dos Seguros do Ramo Vida, nomeadamente à constituição da Provisão para Estabilização da Carteira. Artigo 75º - Provisão de Seguros e Operações do Ramo “Vida” - 8 - A provisão de estabilização de carteira deve ser constituída relativamente aos contratos de seguro de grupo, anuais renováveis, garantindo, como cobertura principal, o risco de morte com vista a fazer face ao agravamento do risco inerente à progressão da média etária da Companhia, sempre que aqueles sejam tarifados com base numa taxa única, a qual, por compromisso contratual, se deva manter por um certo prazo. Nessa base, foi constituída provisão para a carteira de seguros do Crédito à Habitação – Taxa fixa. Distribuída no Exercício 1.739.461 8. Vida - PPR AS 2. Seguros em caso de vida Atribuída no Exercício 1.902.896 7. Vida - Plano Poupança AS 1. Seguros em caso de morte 2012 No final do Exercício 1. Vida Individual - Cor Longo Prazo 4. Vida - Seguros Não Temporários AF e PM 60/64 Participação nos Resultados 25. Financeiros Taxa Renovável sem participação TOTAL 29 60 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 61 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em milhares de Euros) Ocorrência Provisão para participação nos resultados a atribuir - shadow accounting 2003 Os ganhos e perdas não realizados de ativos financeiros que se encontrem afetos a contratos de seguros e de investimento com participação nos resultados, são atribuídos aos tomadores de seguro no pressuposto de que, efetivamente, lhes serão distribuídos aquando da sua realização. 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 189.321 189.135 188.116 190.342 190.640 189.336 190.151 189.413 187.169 185.613 210.033 203.590 195.493 196.899 192.937 195.149 192.958 189.907 188.533 199.336 196.004 186.535 180.314 180.802 178.372 174.341 172.765 174.444 183.806 179.073 166.178 163.685 161.637 159.419 170.284 181.661 167.645 165.183 162.652 160.595 172.791 186.162 173.356 171.756 168.451 171.151 185.924 182.302 179.919 186.013 193.017 191.932 189.241 193.589 2004 2005 2006 2007 2008 À data de 31 de Dezembro de 2012, esta provisão apresenta o seguinte montante de Euros 555.124. Em 2011 esta provisão apresentava saldo nulo. 2009 2010 2011 200.664 Teste à adequação das responsabilidades (LAT) A Allianz Portugal testa a adequação das responsabilidades decorrentes de contratos de seguro e de contratos de investimento com participação nos resultados discricionária. Esta avaliação é efetuada tendo por base a projeção dos cash flows futuros associados a cada contrato . O desconto dos cash flows é feito com base na curva de rendimentos financeiros gerada pela carteira de ativos afeta a cada portfolio. Esta avaliação é efetuada por produto ou de forma agregada quando os riscos dos produtos são similares ou geridos de forma conjunta. Na eventualidade de existir uma deficiência, esta é registada em resultados por contrapartida da rubrica provisão matemática. Provisão para sinistros A provisão para sinistros corresponde aos custos com sinistros ocorridos e ainda por liquidar, à responsabilidade estimada para os sinistros ocorridos e ainda não reportados (IBNR) e aos custos diretos e indiretos associados à sua regularização no final do exercício. As provisões para sinistros não são descontadas. Montantes pagos 177.158 176.133 159.880 146.008 143.278 151.419 157.137 160.918 122.450 132.008 Provisões para sinistros * 10.011 13.774 14.461 15.629 19.374 20.337 25.165 32.099 66.791 68.656 * A provisão para sinistros não inclui os anos de ocorrência anteriores a 2003. Reajustamentos a sinistros ocorridos em exercícios anteriores Os reajustamentos efetuados a sinistros ocorridos em exercícios anteriores decorrem da dinâmica da gestão corrente dos processos de sinistro. O desenvolvimento da provisão relativa a sinistros ocorridos em exercícios anteriores e dos seus reajustamentos é analisado como segue: (Valores em Euros) 2012 As reservas matemáticas relativas a sinistros ocorridos, envolvendo pagamento de pensões vitalícias referentes ao ramo de Acidentes de Trabalho, são calculadas mediante tabelas e fórmulas atuariais, estabelecidas pelo Instituto de Seguros de Portugal, por referência a métodos atuariais reconhecidos e legislação laboral vigente. Os pressupostos atuariais utilizados no cálculo do valor atual das pensões de Acidentes de Trabalho são analisados, como segue: RAMOS Pensões remíveis 25% GMF80 + 75% GKM95 TD 88/90 Taxa de desconto 4% 5,25% Encargos de gestão 2% - Tábua de mortalidade O valor atual desta responsabilidade é registado nas demonstrações financeiras consolidadas no momento da determinação das pensões. O desenvolvimento da provisão para sinistros é analisado como segue: Reajustamentos VIDA 19.881.115 8.341.873 9.668.503 121.499.341 26.785.788 98.741.138 4.027.585 16.676.856 8.645.631 5.555.561 (2.475.664) INCÊNDIO E OUTROS DANOS AUTOMÓVEL - OUTRAS COBERTURAS (1.870.739) - - - - 103.171.417 38.114.081 66.071.621 1.014.285 (15.162.230) 33.567.931 6.533.689 11.872.012 MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES 1.053.656 759.531 427.621 133.496 RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL 9.713.338 1.210.656 6.934.537 (1.568.145) CRÉDITO E CAUÇÃO 386.376 109.942 483.308 206.574 PROTEÇÃO JURÍDICA - - - - 14.441 - 14.500 59 ASSISTÊNCIA A Companhia suporta ainda 0,85% sobre o capital de remição das pensões em pagamento à data de 31 de Dezembro de cada ano relativo a contratos de seguro de Acidentes de Trabalho, bem como sobre o valor da provisão matemática das prestações suplementares por assistência de terceira pessoa, em pagamento a 31 de Dezembro de cada ano. Este valor é assim entregue ao Estado para que faça a gestão do Fundo Acidentes de Trabalho (FAT). É ainda constituída uma Provisão FAT, para fazer face às contribuições futuras até à extinção das responsabilidades das pensões em pagamento a 31 de Dezembro de cada ano. Custos com sinistros Provisão para montantes pagos sinistros em 31/12/N no exercício ACIDENTES E DOENÇA - RESPONSABILIDADE CIVIL Pensões não remíveis Provisão para sinistros em 31/12/N-1* DIVERSOS 321.279 20.198 323.801 22.720 NÃO VIDA 286.404.935 82.179.516 190.424.099 (13.801.320) TOTAL GERAL 306.286.050 90.521.389 200.092.602 (15.672.059) * Sinistros ocorridos no ano N-1 e anteriores. A provisão para sinistros corresponde aos sinistros ocorridos e ainda não pagos à data do balanço, e inclui uma provisão estimada no montante de Euros 19.146.933 (2011: Euros 24.186.102) relativo a sinistros ocorridos antes de 31 de Dezembro de 2012 e ainda não reportados (IBNR). Relativamente à provisão para sinistros de Acidentes de trabalho está incluído o montante de Euros 84.845.916 (2011:Euros 83.252.223) referente à provisão matemática de Acidentes de Trabalho. Adicionalmente, a Provisão para sinistros inclui uma estimativa no montante de Euros 5.948.931(2011: Euros 7.577.603), de encargos futuros de gestão relativos à regularização dos sinistros pendentes declarados e não declarados. 30 62 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 63 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Os custos com sinistros por ramos são analisados como segue: Provisões técnicas de resseguro cedido (Valores em Euros) 2012 RAMOS /GRUPOS DE RAMOS Montantes pagos-custos de gestão de sinistros imputados Montantes pagos-prestações Variação da provisão para sinistros Custos com sinistros SEGURO DIRETO ACIDENTES E DOENÇA 80.082.609 3.897.828 1.788.343 85.768.780 INCÊNDIO E OUTROS DANOS 26.451.021 2.079.395 (2.326.435) 26.203.981 AUTOMÓVEL - - - - - RESPONSABILIDADE CIVIL 62.272.181 2.902.023 (12.176.768) 52.997.436 - OUTRAS COBERTURAS 30.622.045 2.006.980 (12.804.611) 19.824.414 A provisão para prémios não adquiridos e a provisão para sinistros de resseguro cedido, correspondem à quota-parte da responsabilidade dos resseguradores nas responsabilidades totais da Companhia, e são calculadas de acordo com os contratos em vigor, no que se refere às percentagens de cedência e a outras cláusulas existentes, e de acordo com as percentagens de especialização do seguro direto. As provisões técnicas em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 são analisadas como segue: (Valores em Euros) 2012 MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES 1.461.964 118.894 (229.383) 1.351.475 RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL 1.868.449 214.028 (1.387.052) 695.425 Seguro Direto Provisão para prémios não adquiridos CRÉDITO E CAUÇÃO 97.376 42.251 245.469 385.096 DIVERSOS 17.884 51.019 29.917 98.820 202.873.529 11.312.418 (26.860.520) 187.325.427 Total RESSEGURO ACEITE TOTAL GERAL 1.360 - (1.500) (140) 202.874.889 11.312.418 (26.862.020) 187.325.287 2011 RAMOS /GRUPOS DE RAMOS Montantes pagos-custos de gestão de sinistros imputados Montantes pagos-prestações Custos com sinistros 72.320.510 3.915.178 (2.000.615) 74.235.073 INCÊNDIO E OUTROS DANOS 27.890.155 2.140.384 (2.303.188) 27.727.351 - - - - - RESPONSABILIDADE CIVIL 61.439.771 2.830.089 (25.344.274) 38.925.586 - OUTRAS COBERTURAS 31.471.251 2.082.635 2.796.287 36.350.173 MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES 2.268.642 86.805 (2.848.092) (492.645) RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL 1.949.814 233.913 (1.540.680) 643.047 32.934 17.592 (794.452) (743.926) 118.372 35.996 (9.394) 144.974 197.491.449 11.342.592 (32.044.408) 176.789.633 - - (8.169) (8.169) 197.491.449 11.342.592 (32.052.577) 176.781.464 DIVERSOS Total RESSEGURO ACEITE TOTAL GERAL Total Vida Não Vida Total 2.609.646 75.247.207 77.856.853 2.747.957 76.348.287 79.096.244 156.633.766 - 156.633.766 185.158.727 - 185.158.727 Provisão para sinistros 18.362.923 259.080.547 277.443.470 19.881.115 286.404.935 306.286.050 Provisão para desvios de sinistralidade - 8.849.391 8.849.391 - 7.792.977 7.792.977 Provisão para riscos em curso - 1.868.209 1.868.209 - 634.544 634.544 2.215.036 - 2.215.036 2.383.657 - 2.383.657 Provisão para participação nos resultados 12.554.756 109.668 12.664.424 11.593.357 510.179 12.103.536 192.376.127 345.155.022 537.531.149 221.764.813 371.690.922 593.455.735 Provisão para prémios não adquiridos 293.707 22.895.768 23.189.475 363.397 24.031.036 24.394.433 Provisão para sinistros 875.763 14.537.568 15.413.331 1.012.160 18.885.792 19.897.952 - - - 40.663 - 40.663 1.169.470 37.433.336 38.602.806 1.416.220 42.916.828 44.333.048 Total Provisão para participação nos resultados ACIDENTES E DOENÇA CRÉDITO E CAUÇÃO Não Vida Resseguro Cedido Variação da provisão para sinistros SEGURO DIRETO AUTOMÓVEL Vida Provisão matemática Provisão para estabilização de carteira (Valores em Euros) 2011 Total A provisão para prémios não adquiridos encontra-se líquida de custos de aquisição diferidos no montante de Euros 26.852.773 (2011: Euros 27.800.200). As provisões técnicas do segmento Não Vida por ramo em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 são analisadas como segue: Provisão para riscos em curso A provisão para riscos em curso corresponde ao montante estimado para fazer face a prováveis indemnizações e encargos a suportar após o termo do exercício e que excedam o valor dos prémios não adquiridos, dos prémios exigíveis relativos aos contratos em vigor e dos prémios que se renovam em Janeiro do ano seguinte, em conformidade com os critérios estabelecidos pelo Instituto de Seguros de Portugal. Provisão para desvio de sinistralidade A provisão para desvio de sinistralidade destina-se a fazer face a sinistralidade excecionalmente elevada nos ramos de seguros em que, pela sua natureza, se preveja que aquela tenha maiores oscilações. 31 64 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 65 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) 2012 Não Vida Acidentes e Doença Incêndio e Outros Danos Automóvel Marítimo, Aéreo e Transportes Responsabilidade Civil Geral 4.2 Apresentação dos rácios decorrentes da atividade da Allianz Portugal Diversos Não Vida Seguro Direto Provisão para prémios não adquiridos 2012 2011 75.247.207 15.881.665 18.907.127 37.370.838 896.827 1.934.693 256.057 Rácio Sinistralidade 58,8% 58,9% 259.080.547 123.285.495 14.238.354 111.545.765 824.273 8.188.878 997.782 Custos aquisição 20,1% 19,9% Provisão para desvios de sinistralidade 8.849.391 - 8.821.650 - - - 27.741 Custos administrativos Provisão para riscos em curso 1.868.209 1.774.930 - - - - 93.279 Provisão para sinistros Provisão para participação nos resultados Total 109.668 43.168 14.500 - - 52.000 - 345.155.022 140.985.258 41.981.631 148.916.603 1.721.100 10.175.571 1.374.859 Resseguro Cedido Provisão para prémios não adquiridos 22.895.768 8.264.490 8.980.801 4.747.896 507.940 187.228 207.413 Provisão para sinistros 14.537.568 2.889.038 6.141.018 2.288.256 339.578 2.616.859 262.819 Total 37.433.336 11.153.528 15.121.819 7.036.152 847.518 2.804.087 470.232 (Valores em Euros) 3,8% 4,4% Rácio de Custos de Exploração 23,9% 24,3% Rácio Combinado 82,7% 83,2% 4.3 Montantes recuperáveis relativos a sinistros Os montantes recuperáveis relativamente à ocorrência de sinistros totalizam em 2012 Euros 97.185 (2011: Euros 559.553). 4.4 Adequação dos prémios e das provisões 2011 Não Vida Acidentes e Doença Incêndio e Outros Danos Automóvel Marítimo, Aéreo e Transportes Responsabilidade Civil Geral Diversos Seguro Direto Provisão para prémios não adquiridos Provisão para sinistros Provisão para desvios de sinistralidade Provisão para riscos em curso Provisão para participação nos resultados Total 76.348.287 16.370.504 19.299.431 37.941.258 467.508 1.940.121 329.465 286.404.935 121.499.341 16.676.856 136.739.349 1.053.656 9.713.338 722.395 7.792.977 - 7.768.077 - - - 24.900 634.544 634.544 - - - - - 510.179 495.391 10.000 - - 4.788 - 371.690.922 138.999.780 43.754.364 174.680.607 1.521.164 11.658.247 1.076.760 24.031.036 9.153.735 9.841.368 4.341.183 258.836 154.280 281.634 Resseguro Cedido Provisão para prémios não adquiridos Provisão para sinistros 18.885.792 3.146.179 7.260.805 4.649.914 281.892 3.280.546 266.456 Total 42.916.828 12.299.914 17.102.173 8.991.097 540.728 3.434.826 548.090 Os custos com sinistros e variação de outras provisões é analisada como segue: (Valores em Euros) 2012 2011 Vida Não Vida Total Vida Não Vida Total 77.799.408 214.187.307 291.986.715 96.047.188 208.834.041 304.881.229 (1.518.192) (26.862.020) (28.380.212) (1.548.657) (32.052.577) (33.601.234) (28.713.919) - (28.713.919) (51.135.061) - (51.135.061) Seguro Direto Sinistros pagos Variação da provisão para sinistros Provisão matemática Provisão para participação nos resultados 1.179.542 (305.004) 874.538 1.638.839 222.908 1.861.747 Outras provisões técnicas (168.621) 2.290.078 2.121.457 11.682 700.864 712.546 48.578.218 189.310.361 237.888.579 45.013.991 177.705.236 222.719.227 Total De acordo com a política de preços da Allianz Portugal, verificou-se que os prémios adquiridos são suficientes para fazer face às responsabilidades e despesas ocorridas no exercício. Adicionalmente, os preços praticados são diferenciados de acordo com os vários segmentos de mercado permitindo um crescimento sustentável e rentável. A política de Provisionamento da Allianz Portugal é regida pelo princípio da “melhor estimativa”. Na Allianz Portugal existe um comité de reservas que tem como finalidade estabelecer procedimentos de controlo e entendimento de reservas comuns a todo o grupo. O comité de reservas reúne-se trimestralmente, sendo discutida a suficiência das reservas da Companhia. A análise das reservas anual assenta em métodos atuariais, com um histórico de 12 anos, com base nos triângulos de montantes pagos e custos agregados (analisando o seu desenvolvimento com base ano de ocorrência vs. ano de participação). Mensalmente, são elaborados um conjunto de indicadores de gestão (prémios e sinistros) que tem por fim a monitorização dos vários produtos da Allianz Portugal e das provisões técnicas respetivas. O atuário responsável, em conjunto com o comité de reservas, concluíram pela suficiência das provisões técnicas. Como teste de adequacidade de reservas do ramo vida, efetuamos o cálculo da reserva utilizando as “melhores estimativas” para os pressupostos atuariais em vez dos pressupostos utilizados no cálculo do prémio e não observamos indícios de insuficiência de reserva (LAT). 5. Passivos por contratos de investimento A rubrica relativa aos passivos por contratos de investimento é analisada como se segue: (Valores em Euros) 2012 Contratos de investimento ao justo valor através de resultados Resseguro Cedido Sinistros pagos (1.629.383) (9.599.961) (11.229.344) (899.816) (8.400.649) (9.300.465) 136.398 4.348.224 4.484.622 227.624 4.946.690 5.174.314 - - - - - - 40.663 - 40.663 - - - Total (1.452.322) (5.251.737) (6.704.059) (672.192) (3.453.959) (4.126.151) Total líquido de resseguro 47.125.896 184.058.624 231.184.520 44.341.799 174.251.277 218.593.076 Variação da provisão para sinistros Provisão matemática Provisão para participação nos resultados 38.104.763 2011 53.852.974 Contratos de investimentos ao custo amortizado 264.622.395 208.147.799 Total Passivos por Contratos de Investimentos 302.727.158 262.000.773 A movimentação dos passivos por contratos de investimento é analisada como se segue: 32 66 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 67 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) Contratos ao justo valor através de resultados 2012 2011 53.852.974 65.035.592 Depósitos 265.633 245.454 Benefícios (20.487.256) (12.390.788) Saldo a 1 Janeiro Valorizações /Desvalorizações Saldo a 31 Dezembro 4.473.412 962.716 38.104.763 53.852.974 (Valores em Euros) 2011 Custo aquisição Dívida pública Obrigações de outros em issores Instrumentos de capital e unidades de participação TOTAL (Valores em Euros) Contratos ao custo amortizado 2012 Saldo a 1 Janeiro 2011 208.147.799 132.211.896 Depós itos 91.060.063 99.531.019 Benefícios (41.202.465) (28.769.671) Juro Ténico Saldo a 31 Dezembro 6.616.998 5.174.555 264.622.395 208.147.799 Valias não realizadas Juro Valor de balanço 541.778 10.681 6.221 558.681 55.341.602 604.022 210.111 56.155.734 2.229.805 (91.098) - 2.138.707 58.113.185 523.605 216.332 58.853.123 Dos quais: Nível 1 58.853.123 Nível 2 - Nível 3 - Custo de aquisição 58.853.123 O detalhe da carteira de Ativos financeiros disponíveis para venda é apresentado como segue: 6. Instrumentos Financeiros (Valores em Euros) 2012 6.1 O inventário de títulos e participações está evidenciado no Anexo 1 Custo Aquisição Ajustado A carteira de Ativos financeiros detidos para negociação é apresentada como segue: 2012 2011 Valor nocional Justo valor TOTAL Juro Valor Balanço Negativa De dívida pública 108.174.419 6.651.327 (141.787) - 1.627.262 116.311.221 De outros emissores 469.956.849 17.059.902 (6.610.173) - 10.948.930 491.355.508 578.131.268 23.711.229 (6.751.960) - 12.576.192 607.666.729 Valor nocional Derivados Opções Imparidade Positiva Títulos de dívida (Valores em Euros) Justo valor Reserva Justo valor Ações 136.471 136.471 4.067 4.067 Outros instrumentos de capital e unidades de participação 136.471 136.471 4.067 4.067 Total Dos quais: 1.792.610 1.420.698 (12.996) - - 3.200.312 13.838.575 463.652 - (684.269) - 13.617.958 593.762.453 25.595.579 (6.764.956) (684.269) 12.576.192 624.484.999 Dos quais: Nível 1 - - Nível 1 611.344.520 Nível 2 136.471 4.067 Nível 2 13.140.479 Nível 3 - - Nível 3 136.471 4.067 624.484.999 O detalhe da carteira de Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor, através de ganhos e perdas por tipo de ativo, é apresentado como segue: (Valores em Euros) 2011 Custo Aquisição Ajustado (Valores em Euros) Dívida pública Obrigações de outros em is s ores Instrumentos de capital e unidades de participação TOTAL Valias não realizadas Negativa Imparidade Juro Valor Balanço Títulos de dívida 2012 Custo aquisição Reserva Justo valor Positiva Juro Valor de balanço 552.460 10.632 6.238 569.330 34.655.363 3.805.638 82.579 38.543.580 2.049.317 8.916 - 2.058.233 37.257.140 3.825.186 88.817 41.171.143 De dívida pública 228.841.790 2.151.377 (26.288.931) - 6.687.646 211.391.882 De outros emissores 373.007.656 3.940.733 (37.756.085) - 8.724.215 347.916.519 601.849.446 6.092.110 (64.045.016) - 15.411.861 559.308.401 Ações Outros instrumentos de capital e unidades de participação Total 2.721.773 416.274 (19.964) (1.245.925) - 1.872.158 15.494.496 467.621 (81.430) (1.655.920) - 14.224.767 620.065.715 6.976.005 (64.146.410) (2.901.845) 15.411.861 575.405.326 Dos quais: Nível 1 4.942.954 Nível 2 36.228.189 Nível 1 562.783.029 Nível 3 - Nível 2 12.622.297 Custo de aquisição - Nível 3 41.171.143 Dos quais: 575.405.326 33 68 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 69 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA As carteiras de ativos de negociação, de ativos classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas e de ativos financeiros disponíveis para venda, são registadas ao justo valor de acordo com a política contabilística descrita na Nota 3. 6.2. Empréstimos e contas a receber Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, o saldo desta rubrica é analisado como se segue: De acordo com os requisitos da IFRS 7, estão mensurados de acordo com os seguintes níveis de valorização: • Nível 1: Instrumentos financeiros valorizados de acordo com preços de mercado ou providers; (Valores em Euros) 2012 • Nível 2: Instrumentos financeiros valorizados de acordo com metodologias de valorização considerando maioritariamente dados observáveis de mercado; Outros depósitos 2011 253 Empréstimos concedidos TOTAL 9.978.944 2.105.760 2.448.266 2.106.013 12.427.210 • Nível 3: Instrumentos financeiros valorizados de acordo com metodologias de valorização considerando essencialmente pressupostos ou ajustamentos não observáveis em mercado e com impacto significativo na valorização do instrumento. 6.3. Investimentos a deter até à maturidade Durante o exercício de 2008 a Allianz procedeu à transferência de títulos da categoria de ativos financeiros classificados no neconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas para a categoria de ativos financeiros disponíveis para venda, como segue: Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, o saldo desta rubrica é analisado como se segue: (Valores em Euros) 2012 Na data de transferência Valor de Balanço De Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Valor dos cash flows futuros(a) 3.720.600 2011 Títulos da dívida Taxa efetiva 4.500.000 De dívida pública 233.569.567 De outros emissores 230.069.292 - - 233.569.567 230.069.292 4,38 Durante o exercício de 2011 a Allianz procedeu à reclassificação de títulos no valor de 208.332.116 euros para Investimentos detidos até à maturidade, conforme se apresenta no quadro seguinte: (a) Montantes totais de capitais e juros, não descontados à data da transferência. O valor de mercado desde a data da reclassificação apresenta-se no quadro seguinte: Na data de transferência Valor de mercado em Dezembro de 2012 Reserva de justo valor Valor de aquisição Valor Mercado 2008 De Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas 3.569.400 2009 3.661.500 2010 3.619.500 2011 3.480.000 2012 3.284.700 De Ativos financeiros disponíveis para venda 222.568.690 Valor de balanço 208.332.116 Positiva 13.034 Negativa (14.285.988) Valor dos cash flows futuros (a) 325.202.697 Taxa efetiva (b) 5 235.380.238 Reservas de justo valor amortizadas até 31.12.2012 (c) (3.702.446) (a) Montantes totais de capitais e juros, não descontados; juros futuros calculados com base nas taxas forward decorrentes da curva de rendimentos à data da transferência; Caso os títulos não tivessem sido reclassificados, o impacto (líquido de imposto) nas demonstrações financeiras da Allianz seria o seguinte: (b) A taxa efetiva foi calculada com base nas taxas forward decorrentes da curva de rendimento à taxa da transferência; a maturidade considerada é o mínimo entre a data da call, quando aplicável, e a data de maturidade do ativo; (c) O valor da reserva de justo valor amortizada durante o exercício de 2012 foi de Euros -1.846.793 (2011: Euros -1.855.653). Caso os títulos não tivessem sido reclassificados, o impacto nas demonstrações financeiras da Allianz seria o seguinte: 2008 Variações positivas e (negativas) na Reserva de justo valor Ganhos e (Perdas) 2009 2010 2011 2012 85.942 (169.365) (72.721) (7.781) 26.975 (85.942) 169.365 72.721 7.781 (26.975) (Valores em Euros) 2012 Impacto em reservas de justo valor Efeito fiscal 2011 (9.669.794) (73.001.799) 2.804.240 21.170.522 (6.865.554) (51.831.277) 34 70 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 71 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA 6.4 Outros passivos financeiros 6.6. Maturidades Os depósitos recebidos de resseguradores representam o valor das cauções prestadas por resseguradores, em consequência da aceitação de riscos e do recebimento de prémios de operações originadas pelo negócio de resseguro cedido. A estrutura de maturidades é analisada como segue: 6.5 Ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor (Valores em Euros) O justo valor é baseado em valores de mercado, quando disponíveis. No caso de estes não estarem disponíveis o justo valor pode ser estimado através de modelos internos, normalmente baseados nos modelos de cash flows descontados. Risco de liquidez 2012 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem Ativos financeiros detidos para negociação Os métodos e pressupostos principais utilizados na determinação do justo valor de ativos e passivos pela Allianz Portugal são os seguintes: Ativos financeiros ao justo valor através de resultados Dívida pública Obrigações de outros emissores Caixa e Depósitos em instituições de crédito Instrumentos de capital Tendo em conta que se tratam normalmente de ativos de curto prazo, o saldo de balanço é uma estimativa razoável do seu justo valor. Devedores e credores por operações de seguro direto, de resseguro e outras operações, empréstimos e contas a receber e outros passivos financeiros Tendo em conta que se tratam normalmente de ativos e passivos de curto prazo, considera-se como uma estimativa razoável para o seu justo valor o saldo de balanço das várias rubricas, à data do balanço. Ativos financeiros detidos até à maturidade 1-2 anos maturidade 2-5 anos maturidade > 5 anos maturidade Maturidade indeterminada Total 86.936.696 - - - - - - - - 136.471 86.936.696 136.471 26.111.658 14.145.945 698.183 215.357 - 41.171.143 155.369 - 413.961 - - 569.330 23.898.056 14.145.945 284.222 215.357 - 38.543.580 2.058.233 - - - - 2.058.233 Investimentos disponíveis para venda 90.368.811 102.142.017 238.820.591 193.153.580 - 624.484.999 Dívida pública 17.473.907 4.771.665 14.098.856 79.966.793 - 116.311.221 Obrigações de outros emissores 56.076.634 97.370.352 224.721.735 113.186.787 - 491.355.508 Instrumentos de capital 16.818.270 - - - - 16.818.270 - - 74.500.797 159.068.770 - 233.569.567 Investimentos detidos até à maturidade Dívida pública - - 74.500.797 159.068.770 - 233.569.567 Outros ativos financeiros 62.210.533 - - - - 62.210.533 Total de ativos financeiros 265.627.698 116.287.962 314.019.571 352.437.707 136.471 1.048.509.409 70.856.560 52.315.460 161.960.715 56.995.283 - 342.128.018 70.856.560 52.315.460 161.960.715 56.995.283 - 342.128.018 194.771.138 63.972.502 152.058.856 295.442.424 136.471 706.381.391 Passivos financeiros Total de passivos financeiros Estes ativos estão contabilizados ao custo amortizado líquido de imparidade. O justo valor tem como base as cotações de mercado. Até 12 meses maturidade Líquido Passivos financeiros ao custo amortizado (Valores em Euros) O justo valor é estimado contrato a contrato utilizando a melhor estimativa dos pressupostos para a projeção dos fluxos de caixa esperados e a taxa de juro sem risco à data do balanço. Risco de liquidez 2011 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem O justo valor dos ativos e passivos financeiros que estão registados ao custo amortizado é analisado como segue: Ativos financeiros detidos para negociação Ativos financeiros ao justo valor através de resultados Até 12 meses maturidade Instrumentos de capital (Valores em Euros) 2012 Justo valor Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem Empréstimos e contas a receber Outros devedores por operações de seguros e outras operações Investimentos a de ver até à maturidade ATIVOS FINANCEIROS AO CUSTO AMORTIZADO Passivos financeiros ao custo amortizado Outros passivos financeiros Outros credores por operações de seguros e outras operações PASSIVOS FINANCEIROS AO CUSTO AMORTIZADO 86.936.696 2011 Valor balanço 86.936.696 Jus to valor 3.252.769 Valor balanço 3.252.769 2-5 anos maturidade > 5 anos maturidade Maturidade indeterminada Total 3.252.769 - - - - - - - - 4.067 4.067 14.438.602 27.637.304 14.348.851 2.428.366 - 58.853.123 159.079 238.025 161.577 - 558.681 12.299.895 27.478.225 14.110.826 2.266.789 - 56.155.735 Dívida pública Obrigações de outros emissores 1-2 anos maturidade 3.252.769 2.138.707 - - - - 2.138.707 155.039.033 64.281.490 258.646.752 97.438.051 - 575.405.326 Dívida pública 90.038.882 17.347.982 56.183.725 47.821.294 - 211.391.883 Obrigações de outros emissores 48.903.226 46.933.508 202.463.027 49.616.757 - 347.916.518 Instrumentos de capital 16.096.925 - - - - 16.096.925 - - 72.979.214 157.090.078 - 230.069.292 Investimentos disponíveis para venda Investimentos detidos até à maturidade 2.106.013 2.106.013 12.427.210 12.427.210 - - 72.979.214 157.090.078 - 230.069.292 60.104.520 60.104.520 115.009.737 115.009.737 Outros ativos financeiros 127.436.947 - - - - 127.436.947 Total de ativos financeiros 300.167.351 91.918.794 345.974.817 256.956.495 4.067 995.021.524 91.150.428 34.086.121 151.931.509 31.589.629 - 308.757.687 91.150.428 34.086.121 151.931.509 31.589.629 - 308.757.687 209.016.923 57.832.673 194.043.308 225.366.866 4.067 686.263.837 235.380.238 233.569.567 149.225.097 230.069.292 384.527.467 382.716.796 279.914.813 360.759.008 252.562.193 264.622.396 202.928.972 208.147.799 1.426.031 1.426.031 1.667.677 1.667.677 37.974.829 37.974.829 45.089.237 45.089.237 291.963.053 304.023.256 249.685.886 254.904.713 Dívida pública Passivos financeiros Total de passivos financeiros Líquido 35 72 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 73 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA 6.7. Dívida soberana 9. Terrenos e edifícios Com referência a 31 de Dezembro de 2012 e 2011, a exposição da Allianz a dívida pública soberana de países da União Europeia em situação de bailout, é apresentada em seguida: Os movimentos ocorridos no exercício de 2012 relativamente aos terrenos e edifícios são analisados como segue. Nas rubricas do balanço: (Valores em Euros) RUBRICAS 31 de Dezembro de 2012 Emitente / Carteira Valor contabilístico Justo valor Reserva de justo valor Taxa de juro média % Saldo inicial Ativos financeiros detidos até à maturidade Imparidade Alienações Saldo final De serviço próprio Maturidade média Anos Nível de valorização Terrenos e edifícios 25.042.898 - - - - 25.042.898 Amortizações (2.162.299) (431.684) (2.215) - - (2.596.198) 22.880.599 (431.684) (2.215) - - 22.446.700 Portugal Ativos financeiros disponíveis para venda Amortizações Alterações de justo valor - - - - - - 233.569.567 235.380.238 - 4,0 6 - De rendimento 33.247.135 - - (180.600) - 33.066.535 - TOTAL 56.127.734 (431.684) (2.215) (180.600) - 55.513.235 233.569.567 235.380.238 - - - E nas rubricas de ganhos e perdas: 31 de Dezembro de 2011 Emitente / Carteira Valor contabilístico Justo valor Reserva de justo valor (Valores em Euros) Taxa de juro média % Maturidade média Anos Nível de valorização Rendimentos de rendas RUBRICAS De serviço próprio Portugal Ativos financeiros disponíveis para venda 68.038.610 68.038.610 (25.692.329) 4,5 3 1 Ativos financeiros detidos até à maturidade 230.069.292 149.255.097 - 3,8 7 - 298.107.902 217.293.707 (25.692.329) - - - 7. Investimentos em filiais, associadas Gastos Amortizações Alterações de justo valor Imparidade Alienações 24.766 960.356 431.684 2.215 - - 1.636.031 319.708 - - (180.600) - com rendimento no ano 1.636.031 246.162 - - (184.000) - sem rendimento no ano - 73.546 - - 3.400 - 1.660.797 1.280.064 431.684 2.215 (180.600) - De rendimento TOTAL A determinação do justo valor dos imóveis é efetuada com base em avaliações fornecidas por peritos independentes cumprindo todos os requisitos definidos pela norma vigente. As partes de capital em empresas associadas em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 eram nulas. 10. Outros ativos fixos tangíveis 8. Caixa e equivalentes e depósitos à ordem Os movimentos ocorridos no exercício de 2012 relativos a ativos tangíveis são analisados como segue: Nesta rubrica estão englobados os valores registados no balanço com maturidade inferior a três meses. Em 31 de Dezembro de 2012 as rubricas de caixa e depósitos à ordem, totalizavam Euros 86.936.696, como segue: (Valores em Euros) (Valores em Euros) 2012 Caixa 374 2011 2.237 Depósitos à ordem 86.936.322 3.250.532 TOTAL 86.936.696 3.252.769 IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS Saldo inicial Valor Bruto Amortizações Aumentos Transferências Alienações Aquisições e abates Amortizações do Exercício Reforço Saldo final Regularizações Equipamento administrativo 3.690.579 3.480.039 83.888 - - 55.035 - 239.393 Máquinas e ferramentas 3.556.699 3.338.221 168.516 - - 76.897 - 310.097 248.700 Equipamento informático 3.383.045 3.027.759 171.246 - - 277.832 - Instalações interiores 2.440.280 2.424.973 - - - 4.338 - 10.969 91.879 64.646 - - 36.659 10.583 30.592 10.582 Material de transporte Equipamento hospitalar Outras imobilizações corpóreas 831 831 - - - - - - 2.320.799 1.574.779 151.222 - - 174.045 - 723.197 649.787 Imobilizações em curso - - 649.787 - - - - Adiantamentos por conta - - - - - - - - 15.484.112 13.911.248 1.224.659 - 36.659 598.730 30.592 2.192.725 Total 36 74 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 75 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) 11. Afetação dos investimentos e outros ativos Ano de 2012 De acordo com as disposições legais vigentes para as empresas de seguros, a Companhia é obrigada a afetar investimentos pelo total das provisões técnicas, de acordo com os limites estabelecidos pelo Instituto de Seguros de Portugal. Em 31 de Dezembro de 2012, a afetação de investimentos é como segue: 2012 Seguros de Vida com participação nos resultados Caixa e equivalentes Seguros de Vida sem participação nos resultados Seguros Não Vida Total 11.636.638 24.793 86.936.696 - 46.468.817 9.044.418 55.513.235 Ativos financeiros detidos para negociação - - - 136.471 136.471 Ativos financeiros ao justo valor através de resultados - 38.048.755 3.122.388 - 41.171.143 100.565.151 268.687.102 253.723.604 1.509.142 624.484.999 - - - - - 21.281.942 60.055.168 152.232.457 - 233.569.567 2.106.013 - - - 2.106.013 Outros ativos tangíveis - - - 2.192.725 2.192.725 Total 125.753.106 440.266.290 467.183.904 12.907.549 1.046.110.849 Provisões técnicas e passivos por contratos de investimento 125.419.852 369.683.433 345.155.022 - 840.258.307 333.254 70.582.857 122.028.882 12.907.549 205.852.542 Excesso / (Insuficiência) 4.099.149 1.085.141 (3.649.967) 1.534.323 1.581.729 100.764 (561.076) 1.121.417 Devedores por outras operações 8.829.911 2.716.121 (2.508.316) 9.037.716 14.510.789 3.902.026 (6.719.359) 11.693.456 Outras provisões 73.475.265 Empréstimos concedidos e contas a receber Saldo final Devedores por operações de resseguro Provisão para reestruturação - Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos Reduções Outras Provisões Não afetos 1.800.000 Investimentos a deter até à maturidade Aumentos Devedores por operações de seguro direto (Valores em Euros) Terrenos e edifícios Investimentos disponíveis para venda Saldo inicial Perdas por imparidade em ativos ao custo amortizado 610.888 - (610.888) - 4.512.170 816.255 (192.524) 5.135.901 5.123.058 816.255 (803.412) 5.135.901 De acordo com instruções do Instituto de Seguros de Portugal, a provisão para reestruturação foi registada na rubrica Custos por natureza a imputar (ver nota 21). 13.2. Ajustamento de créditos de cobrança duvidosa O ajustamento para créditos de cobrança duvidosa destina-se a reduzir o montante dos saldos a receber, resultantes de operações de seguro direto, de resseguro ou outras, à exceção dos recibos por cobrar ao seu valor provável de realização. O valor dos ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, são analisadas como segue: Os outros ativos não se encontram afetos a provisões técnicas e passivos por contratos de investimento. (Valores em Euros) 12. Ativos intangíveis 2012 Contas a receber por operações de seguro direto Os movimentos ocorridos no exercício de 2012 relativos a ativos intangíveis são analisados como segue: (Valores em Euros) Saldo inicial RUBRICAS Programas informáticos Programas informáticos (Imobilizações Em Curso) Total Valor Bruto Amortizações Amortizações do exercício Aquisições Transferências e Abates Alienações Reforço Saldo final Regularizações (valor líquido) 8.512.655 7.527.686 8.678 133.859 - 168.663 - 958.843 133..859 - - (133.859) - - - - 8.646.514 7.527.686 8.678 - - 168.663 - 958.843 262.839 Os movimentos ocorridos no exercício relativamente a ajustamentos e outras provisões são analisados como segue: 1.063.957 Contas a receber por operações de resseguro 1.121.417 1.581.729 Contas a receber por outras operações 9.037.716 8.829.911 10.421.972 11.475.597 TOTAL Estas rubricas não incluem os ajustamentos de recibos por cobrar (referenciados na Nota 13.3). 13.3. Ajustamentos de recibos por cobrar O cálculo dos ajustamentos de recibos por cobrar é efetuado com base na probabilidade de cobrança dos recibos de prémios por cobrar no final do ano e em conformidade com os critérios estabelecidos pelo Instituto de Seguros de Portugal. Este ajustamento é apresentado no balanço como dedução aos Devedores por operações de seguro direto. 13. Outras provisões e ajustamentos de contas do ativo 13.1. Desdobramento da conta de ajustamentos e outras provisões 2010 (Valores em Euros) 2012 2011 Contas a receber por operações de seguro direto 1.271.484 3.035.192 TOTAL 1.271.484 3.035.192 Na rubrica Tomadores de seguros encontra-se registado o montante de Euros 17.271.062 (2011: Euros 23.343.311), referente ao valor de recibos de prémios por cobrar. 37 76 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 77 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) 14. Prémios de contratos de seguro 2012 Prémios brutos emitidos Prémios brutos adquiridos 103.393.491 104.891.550 85.768.779 26.387.432 (2.377.850) 66.788.062 67.185.743 26.203.981 15.570.179 (19.810.024) - RESPONSABILIDADE CIVIL 79.480.069 79.772.188 52.997.436 19.008.410 (757.920) - OUTRAS COBERTURAS 54.201.680 54.362.295 19.824.414 12.638.891 (10.473.257) Os prémios adquiridos líquidos de resseguro são analisados como se segue: RAMOS /GRUPOS DE RAMOS Custos com sinistros brutos Custos de exploração brutos Saldo de resseguro SEGURO DIRETO (Valores em Euros) Prémios Brutos Emitidos - Vida Prémios Brutos Emitidos - Não Vida Prémios Brutos Emitidos Prémios de Resseguro Cedido - Vida Prémios de Resseguro Cedido - Não Vida Prémios de Resseguro Cedido Variação de Prémios Brutos Não Adquiridos - Vida 2011 INCÊNDIO E OUTROS DANOS 97.050.996 95.205.872 AUTOMÓVEL 316.386.118 300.491.393 413.437.114 395.697.265 (1.258.517) (1.910.110) (50.912.062) (43.520.439) (52.170.579) (45.430.549) 138.310 123.879 Variação de Prémios Brutos Não Adquiridos - Não Vida 2.048.507 (548.288) Variação de Prémios Brutos Não Adquiridos 2.186.817 (424.409) (69.690) 55.747 Variação de Prémios Não Adquiridos de Resseguro Cedido - Vida Variação de Prémios Não Adquiridos de Resseguro Cedido - Não Vida (1.135.267) 903.356 Variação de Prémios Não Adquiridos de Resseguro Cedido (1.204.957) 959.103 Variação de Prémios Não Adquiridos Prémios Adquiridos Líquidos de Resseguro - Vida ACIDENTES E DOENÇA 2012 981.860 534.694 95.861.099 93.475.388 Prémios Adquiridos Líquidos de Resseguro - Não Vida 266.387.296 257.326.022 Prémios Adquiridos Líquidos de Resseguro 362.248.395 350.801.410 MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES 3.593.647 3.083.080 1.351.476 563.970 (355.181) RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL 6.983.516 6.998.611 695.425 1.520.293 (1.793.276) 295.231 369.134 385.096 111.691 (231.752) - - 59 - - 969.772 1.017.452 98.761 227.371 (801.214) 315.705.468 317.680.053 187.325.427 76.028.237 (36.600.474) 680.650 754.572 (140) 26.469 (529.237) 316.386.118 318.434.625 187.325.287 76.054.706 (37.129.711) CRÉDITO E CAUÇÃO ASSISTÊNCIA DIVERSOS Total RESSEGURO ACEITE TOTAL GERAL (Valores em Euros) 2011 RAMOS /GRUPOS DE RAMOS Prémios brutos emitidos Prémios brutos adquiridos Custos com sinistros brutos Custos de exploração brutos Saldo de resseguro SEGURO DIRETO Os prémios brutos emitidos do ramo Vida são analisados como segue: (Valores em Euros) 2012 2011 Relativos a contratos individuais 18.109.904 16.943.996 Relativos a contratos grupo 78.941.092 78.261.876 97.050.996 95.205.872 Periódicos 85.356.300 88.682.982 Não Periódicos 11.694.696 6.522.890 97.050.996 95.205.872 De contratos sem participação nos resultados 84.262.767 81.745.022 De contratos com participação nos resultados 12.788.229 13.460.850 Prémios brutos emitidos - Vida 97.050.996 95.205.872 ACIDENTES E DOENÇA 96.955.490 97.264.830 74.235.073 26.280.642 (684.358) INCÊNDIO E OUTROS DANOS 63.384.069 63.348.358 27.727.350 15.150.449 (13.169.676) - RESPONSABILIDADE CIVIL 74.126.187 74.233.039 38.925.586 17.492.379 457.833 - OUTRAS COBERTURAS 54.756.552 53.707.280 36.350.173 12.020.041 (11.095.685) MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES 2.223.654 2.368.757 (492.645) 569.234 (1.886.951) RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL 6.584.260 6.716.490 643.047 1.379.647 (1.593.787) 430.056 392.158 (743.926) 81.968 (1.053.808) - 42.932 - 8.571 - 1.238.440 1.185.672 144.975 212.726 (695.875) 299.698.708 299.259.516 176.789.633 73.195.657 (29.722.307) 792.685 683.589 (8.169) 67.313 (462.146) 300.491.393 299.943.105 176.781.464 73.262.970 (30.184.453) AUTOMÓVEL CRÉDITO E CAUÇÃO ASSISTÊNCIA DIVERSOS Total RESSEGURO ACEITE TOTAL GERAL 15. Comissões e outros proveitos O segmento Não Vida é analisado como segue: Esta rubrica inclui as comissões de contratos de seguro considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento no montante de Euros 781.582 (2011: Euros 1.068.589), sendo calculadas fundo a fundo, de acordo com as condições gerais de cada produto. 38 78 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 79 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) 16. Rendimentos / Rédito de investimentos 2012 Ganhos Os rendimentos de investimentos são analisados como segue: Títulos de dívida (Valores em Euros) 2012 2011 Instrumentos de capital e unidades de participação Total 797.236 (13.250) 783.986 65.884 - 65.884 - - - 863.120 (13.250) 849.870 Outros Total e Ativos Perdas Juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Ativos financeiros disponíveis para venda Títulos de dívida 20.677.123 24.871.016 12.521.757 12.168.718 1.071.211 537.738 Ativos financeiros detidos até à maturidade Passivos por contratos de investimento - (4.497.500) (4.497.500) Total Passivo - (4.497.500) (4.497.500) 863.120 (4.510.750) (3.647.630) Total Títulos de dívida Depósitos bancários Outros Juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas 121.866 73.221 34.391.957 37.650.693 (6.616.998) (5.174.555) (Valores em Euros) 2011 Outros Ganhos Ativos financeiros disponíveis para venda Títulos de dívida Ações e outros títulos de rendimento variável 110.281 115.215 Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Instrumentos de capital e unidades de participação Propriedades de investimento TOTAL 85.216 1.327.147 1.660.797 1.903.096 1.856.294 3.345.458 29.631.253 35.821.596 Total e Ativos Total 1.074.962 (1.356.974) (282.012) 28.234 - 28.234 - - - 1.103.196 (1.356.974) (253.778) Outros Títulos de dívida Perdas Passivos por contratos de investimento - (1.118.159) (1.118.159) Total Passivo - (1.118.159) (1.118.159) 1.103.196 (2.475.133) (1.371.937) Total 17. Ganhos e perdas realizados em investimentos 18. Ganhos e perdas provenientes de ajustamentos de justo valor em investimentos Os ganhos e perdas realizados em ativos financeiros detidos para venda são analisados como segue: Os ganhos e perdas provenientes de ajustamentos de justo valor são analisados como segue: (Valores em Euros) (Valores em Euros) 2012 Ganhos Títulos de dívida Instrumentos de capital e unidades de participação Total Perdas 2.794.798 2012 Total (22.657.055) (19.862.257) - - - 2.794.798 (22.657.055) (19.862.257) 2011 Ativos detidos para negociação Derivados 27.710 20.194 27.710 20.194 Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Títulos de dívida (Valores em Euros) Instrumentos de capital e unidade de participação 2011 Ganhos Títulos de dívida Instrumentos de capital e unidades de participação Total 4.189.681 Perdas Total (16.394.274) (12.204.593) 775.251 - 775.251 4.964.932 (16.394.274) (11.429.342) Os ganhos e perdas em ativos e passivos financeiros classificados, no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas, são analisados como segue: TOTAL 3.774.497 614.703 53.633 (91.098) 3.828.130 523.605 3.855.840 543.799 19. Ganhos e perdas em diferenças de câmbio Os valores de ativos e passivos em moeda estrangeira são convertidos para Euros, mediante utilização das taxas de câmbio de referência divulgadas pelo Banco Central Europeu. Todas as diferenças de câmbio, realizadas ou não realizadas, são consideradas nos resultados dos exercícios em que se verificam. À data de balanço não existiam posições cambiais no portfólio da Allianz Portugal. 39 80 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 81 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) 21. Gastos diversos por função e natureza 2012 Os custos administrativos são analisados como segue: (Valores em Euros) 2012 2011 Custos com pessoal 26.167.034 28.497.161 Fornecimentos e serviços externos 23.663.688 23.067.868 Impostos e taxas 2.135.854 2.122.829 Amortizações do exercício 1.199.078 1.188.948 -610.887 -2.858.232 Provisões Juros suportados Comissões Total Eletricidade 462.170 436.148 Impressos 268.491 294.471 Material escritório 240.403 202.856 Livros e documentação técnica Artigos para oferta 5.337 184.795 210.198 Conservação e reparação 1.082.392 1.429.247 2.002.078 1.831.502 Despesas de representação 2.188.671 2.251.945 Franquias postais/ transporte postal 1.791.644 1.857.263 Comunicações 1.444.405 1.263.921 Deslocações e estadas 1.181.541 1.148.236 63.938 132.904 Seguros 415.772 Publicidade e propaganda 52.997.774 52.567.250 De acordo com a Norma Regulamentar nº 24/2002-R de 23 de Dezembro, os custos com pessoal de carácter extraordinário, relativos a pré-reformas e a indemnizações ou compensações concedidas aos empregados das empresas de seguros, a título de rescisões de contratos de trabalho por mútuo acordo, provenientes de forma inequívoca e devidamente comprovada, de processos de reestruturação não integrados no âmbito de operações de concentração de empresas, podem não ser considerados no cálculo da provisão para riscos em curso. 2.724 Rendas e alugueres 379.069 A rubrica provisões inclui o montante de Euros - 610.887 (2011: Euros - 2.858.232) relativo a variação da provisão para reestruturação interna. 2011 183.577 196.127 2.414.894 2.662.564 Limpeza, higiene e conforto 326.020 327.297 Vigilância e segurança 243.517 223.883 Trabalho Especializado 6.508.274 5.977.426 Outras Prestações de Serviço 1.718.323 1.200.000 Custos com Cobrança de Prémios 600.027 757.852 Outros 819.742 791.595 23.663.688 23.067.868 Total A rubrica de trabalhos especializados inclui o montante de Euros 3.696.340 (2011: Euros 2.675.443) relativos a custos com trabalhos informáticos (infraestrutura - mainframe). Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, os custos e gastos de exploração líquidos são analisados como segue: Ao abrigo desta Norma a Companhia, considerou que o acréscimo de custos daí resultante, iria provocar um aumento no valor da provisão para riscos em curso não relacionado com insuficiências tarifárias, pelo que, com a concordância do Instituto de Seguros de Portugal, a Companhia optou por não considerar os referidos custos para efeitos de cálculo da Provisão para riscos em curso. (Valores em Euros) 2012 2011 98.989.790 94.213.291 Custos e gastos de exploração líquidos Os custos administrativos foram imputados da seguinte forma: Custos de aquisição Custos de aquisição diferidos (variação) (Valores em Euros) 2012 Custos com sinistros 2011 13.392.257 13.336.835 Custos de aquisição 20.951.464 19.282.928 Custos administrativos 16.580.638 17.482.351 Custos com investimentos 1.863.408 2.240.253 210.007 224.883 52.997.774 52.567.250 Gastos administrativos Comissões e participação nos resultados de resseguro Total 1.136.386 726.503 16.580.638 17.482.351 (10.175.443) (9.239.862) 106.531.371 103.182.283 Custos de exploração Outros custos não imputados Total A rubrica custos de aquisição inclui o montante de Euros € 78.038.326 (2011: Euros 74.930.363) relativo a comissões e outros incentivos atribuídos aos mediadores e corretores da Companhia. 22. Gastos com pessoal 22.1. Número de trabalhadores ao serviço por categoria profissional A rubrica de Fornecimentos e serviços externos é analisada como segue: O número de pessoas ao serviço do Grupo no final dos exercícios de 2012 e 2011: 2012 2011 Quadros superiores 31 32 Quadros médios 89 108 Profissionais altamente qualificados 156 156 Profissionais qualificados 266 249 Profissionais semi-qualificados Total 4 4 546 549 40 82 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 83 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) 22.2. Custos com pessoal referentes ao exercício 2012 Pensões Os custos com pessoal referentes aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 são analisados como se segue: 2011 Outros Total Pensões Outros Total Ativos/(responsabilidades) líquidas reconhecidas em balanço (Valores em Euros) 2012 Remunerações 2011 19.379.179 Órgãos sociais 19.595.179 521.249 297.196 18.857.930 19.297.983 Encargos sobre remunerações 3.913.815 3.839.236 777.998 2.121.974 Benefícios pós-emprego 489 36.334 Planos de benefícios definidos 777.509 2.085.640 408.741 Outros beneficios a longo prazo dos empregados 421.201 Beneficios de cessação de emprego 320.388 720.353 Seguros Obrigatórios 782.868 799.478 Gastos de ação social 68.142 164.284 Outros gastos com pessoal TOTAL Pensionistas (22.919.191) (2.386.406) (25.305.597) (24.159.187) (2.482.678) - - - (3.041.181) - (3.041.181) (22.919.191) (2.386.406) (25.305.597) (27.200.368) (2.482.678) (29.683.046) Ativos Pessoal Planos de contribuição definida Responsabilidades em 31 de Dezembro 503.443 847.916 26.167.034 28.497.161 Saldo do fundo em 31 de Dezembro 26.992.940 - 26.992.940 30.083.827 - 30.083.827 Ativos/ (responsabilidades) líquidas em balanço em 31 de Dezembro 4.073.749 (2.386.406) 1.687.343 2.883.459 (2.482.678) 400.781 As outras responsabilidades dizem respeito à responsabilidade associada à segurança social dos pré-reformados e a benefícios de saúde atribuídos. O acréscimo das responsabilidades em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 é analisado como segue: (Valores em Euros) 2012 22.3. Informações adicionais relativamente a transações com os órgãos sociais Para além das remunerações e outros benefícios concedidos não existem quaisquer transações com membros dos órgãos sociais. Outros Total Pensões Outros Total Responsabilidades em 1 de Janeiro (27.200.368) (2.482.678) (29.683.046) (33.146.984) (2.516.706) (35.663.690) Corte do plano por alteração do CCT 3.041.181 - 3.041.181 - - - - - - (142.872) - (142.872) Custo do serviço corrente 23. Obrigações com benefícios dos empregados e outros benefícios pós-emprego Os pressupostos utilizados no cálculo das responsabilidades relativas às obrigações com benefícios dos empregados são os seguintes: 2011 3,50% 4,75% Taxa de crescimento salarial 1,50% 2,00% Taxa de rendimento esperada do fundo 4,01% 4,14% Taxa de crescimento das pensões 0,75% 1,00% TV 88/90 TV 88/90 EKV 80 EKV 80 Unidade de Crédito Projetada Unidade de Crédito Projetada Método atuarial (1.161.420) (1.482.566) (106.872) (1.589.438) (147.519) (957.899) 5.380.337 56.530 5.436.867 Benefícios poagos 3.835.395 546.471 4.381.866 3.870.146 533.546 4.403.692 Reformas antecipadas (728.548) (197.731) (926.279) (1.678.429) (449.176) (2.127.605) (22.919.191) (2.386.406) (25.305.597) (27.200.368) (2.482.678) (29.683.046) Responsabilidades em 31 de Dezembro Em 31 de Dezembro de 2011, relativamente à alteração do plano e tendo em consideração que o valor integralmente financiado das responsabilidades pelos serviços passados relativo às pensões de reforma por velhice devidas aos trabalhadores no ativo seria convertido em contas individuais desses trabalhadores, integrando o respetivo plano individual de reforma, de acordo com o IAS 19, a Companhia iria proceder à liquidação da responsabilidade (“settlement”) durante o ano de 2012. 2012 2011 0 355 Reformados 443 446 TOTAL 443 801 Os ativos/(responsabilidades) líquidos reconhecidos em balanço nos exercícios de 2012 e 2011, são como segue: (104.949) (810.380) Em 23 de Dezembro de 2011, foi aprovado um novo Contrato Coletivo de Trabalho dos Seguros que veio alterar um conjunto de benefícios anteriormente definidos, deixando estes colaboradores de estarem abrangidos por um plano de benefício definido para passarem a ter um plano de contribuição definida. Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, o número de participantes abrangidos pelo plano de benefícios era o seguinte: Ativos (1.056.471) Ganhos e (perdas) atuariais nas responsabilidades Conforme referido nas políticas contabilísticas, a Companhia tinha até 31 de Dezembro de 2011 assumido a responsabilidade de pagar aos seus empregados pensões de reforma por velhice e invalidez, nos termos estabelecidos no Contrato Coletivo dos Trabalhadores de Seguros (CCT). Os benefícios previstos nos planos de pensões são aqueles que são abrangidos pelo Plano CCT - Contrato Coletivo de Trabalho da Atividade Seguradora (CCT) para os colaboradores admitidos até admitidos até 22 de Junho de 1995. 2012 Taxa de desconto Tábua de invalidez 2011 Pensões Custo dos juros Tábua de mortalidade: (26.641.865) À data de 31 de Dezembro de 2012, a liquidação do plano de benefício definido está ainda sujeita à aprovação das alterações contratuais dos regulamentos do Fundo. De acordo com este novo CCT, a Companhia passou a garantir apenas a poupança inicial que resulta da transferência das responsabilidades por serviços passados para as contas individuais. Conforme evidenciado, o valor do fundo está deduzido do montante que será transferido para as contas individuais de cada colaborador no âmbito do corte do anterior plano de benefício definido. 41 84 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 85 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA A variação do fundo em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 é analisada como segue: Os ativos de fundo de pensões são decompostos da seguinte forma: (Valores em Euros) (Valores em Euros) 2012 2011 Saldo do fundo em 1 de Janeiro 30.083.827 31.360.850 Valor a transferir do corte do plano (3.041.181) - Rendimento esperado 1.007.510 1.218.227 Ganhos e (perdas) atuariais 1.865.245 (1.438.747) Contribuições 912.934 2.813.643 Benefícios pagos (3.835.395) (3.870.146) Saldo do fundo em 31 de Dezembro 26.992.940 30.083.827 Ações e outros títulos de rendimento variável Títulos de rendimento fixo Depósitos em instituições de crédito e Devedores do fundo Valor a transferir do corte do plano 2012 201109 1.295.880 28.518.532 28.293.040 2.404.889 445.201 (839.594) (3.041.181) - 26.992.940 30.083.827 A evolução das responsabilidades nos últimos 5 anos é analisada como segue: Os ganhos e perdas atuariais em 2012 e 2011 são analisadas como segue: (Valores em Euros) 2012 (Valores em Euros) 2012 Desvios reconhecidos nas reservas em 1 de Janeiro 2011 (3.387.279) 554.311 Responsabilidades por benefícios 2011 2010 (35.663.690) 2009 2008 (25.305.597) (29.683.046) (32.765.839) (31.476.253) Justo valor dos ativos do fundo 26.992.940 30.083.827 31.360.850 30.059.517 27.775.851 Ativos/responsabilidades líquidas no balanço 1.687.343 400.781 (4.302.840) (2.706.322) (3.700.402) (Ganhos) e perdas atuariais - nas responsabilidades 810.380 (5.380.337) - nos ativos do plano (1.865.245) 1.438.747 Desvios reconhecidos nas reservas em 31 de Dezembro (4.442.144) (3.387.279) Adicionalmente, a Companhia transferiu parte das suas responsabilidades com pensões de reforma através da aquisição de apólices de seguro. O valor total da responsabilidade ascende a Euros 2.437.867 (2011: Euros 2.302.500), o qual está incluído no valor das provisões matemáticas do ramo Vida. 24. Imposto sobre rendimento Os (ativos)/passivos líquidos são analisados como segue: (Valores em Euros) 2012 (Ativos)/Passivos a receber ou entregar em 1 de Janeiro Ganhos e perdas atuarias das responsabilidades Ganhos e perdas atuariais dos fundos 2011 Pensões Outros Total Pensões Outros Total (2.883.459) 2.482.678 (400.781) 1.786.134 2.516.706 4.302.840 810.380 147.519 957.899 (5.380.337) (56.530) (5.436.867) (1.865.245) - (1.865.245) 1.438.747 - 1.438.747 - - - 142.872 - 249.744 1.056.471 104.949 1.161.420 1.482.566 106.872 1.482.566 (1.007.510) - (1.007.510) (1.218.227) - (1.218.227) Encargos do ano: - - Custo do serviço corrente - Custo dos juros - Rendimento esperado do fundo - Reformas antecipadas Contribuições efetuadas no ano e benefícios pagos (Ativos)/Passivos a receber ou entregar em 31 de Dezembro 728.548 197.731 926.279 1.678.429 449.176 2.127.605 (912.934) (546.471) (1.459.405) (2.813.643) (533.546) (3.347.189) (4.073.749) 2.386.406 (1.687.343) (2.883.459) 2.482.678 (400.781) Os montantes reconhecidos como custo dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, são como segue: (Valores em Euros) 2012 Pensões Custo do serviço corrente 2011 Outros Total Pensões Outros Total - - - 142.872 - 142.872 1.056.471 104.949 1.161.420 1.482.566 106.872 1.589.438 (1.007.510) - (1.007.510) (1.218.227) - (1.218.227) - 147.519 147.519 - (56.530) (56.530) Reformas antecipadas 728.548 197.731 926.279 1.678.429 449.176 2.127.605 Custos do exercício 777.509 450.199 1.227.708 2.085.640 499.518 2.585.158 Custo dos juros Rendimento esperado do fundo (Ganhos) e perdas atuariais O cálculo do imposto diferido dos exercícios de 2012 e 2011 foi apurado pela Companhia com base numa taxa nominal de imposto e derrama de 29%, o cálculo do imposto corrente relativo a 2012 foi apurado com base na taxa nominal de 31,5% aprovada à data de balanço. As declarações de autoliquidação ficam sujeitas a inspeção e eventual ajustamento pelas Autoridades Fiscais durante um período de quatro anos, o qual é alargado para 6 anos no caso de existirem prejuízos fiscais reportáveis. Assim, poderão vir a ter lugar eventuais liquidações adicionais de impostos devido essencialmente a diferentes interpretações da legislação fiscal. No entanto, é convicção da Administração de que não ocorrerão liquidações adicionais de valor significativo no contexto das demonstrações financeiras. Os impostos e taxas incluídos em várias rubricas do balanço são analisados como segue: (Valores em Euros) 2012 2011 IRC - Imposto/a recuperar (3.627.889) (2.066.914) FAT (6.570.141) (6.432.715) FGA (637.103) (656.401) (2.797.887) (2.970.089) Prevenção Rodoviária (155.569) (157.249) ISP (420.247) (401.339) (1.163.989) (1.212.007) ANPC (SNB) (418.946) (430.715) Segurança Social (448.535) (447.330) Retenções IRS/IRC (951.164) (739.243) Outros (579.706) (564.148) - - (17.771.176) (16.078.150) Selo Apólice INEM Ativos por impostos correntes Passivos por impostos correntes 42 86 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 87 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA A rubrica FAT inclui uma estimativa do valor atual das contribuições futuras para o Fundo de Acidentes de Trabalho de acordo com política contabilística definida na nota 4.1. no montante de Euros 5.511.351 (2011: Euros 5.395.347). O Capital da Companhia de Seguros Allianz Portugal, S. A., de Euros 39.545.400, representado por 7.909.080 ações de valor nominal de Euros 5 cada, encontra-se integralmente subscrito e realizado. Os ativos e passivos por impostos diferidos são como segue: (Valores em Euros) Ativos Passivos 2012 Líquido 2012 2011 2012 2011 Ativos financeiros (665.379) 19.137.569 - - (665.379) 19.137.569 Provisões não técnicas 3.315.767 3.618.483 - - 3.315.767 3.618.483 2011 Propriedades de investimento - 23.775 - - - 23.775 Fundo de pensões - 160.751 - - - 160.751 2.650.388 22.940.578 - - 2.650.388 22.940.578 Imposto diferido ativo/(passivo) 25. Capital Nos termos da legislação portuguesa, a Companhia deverá constituir uma reserva legal formada pela afetação de 10% dos lucros líquidos apurados em cada exercício, até à concorrência do capital social. 26. Reservas Reservas de reavaliação Reconhecem-se nesta rubrica os ajustamentos decorrentes da aplicação do justo valor aos ativos classificados como ativos classificados como ativos disponíveis para venda. Os impostos diferidos foram reconhecidos como segue: A reserva do justo valor é analisada como segue: (Valores em Euros) Reservas Ativos financeiros Resultados (19.268.738 (520.439) (19.789.177) - (302.716) (302.716) Provisões não técnicas (Valores em Euros) Total Propriedades de investimento - (23.775) (23.775) Fundo de Pensões - (160.751) (160.751) (19.268.738) (1.007.681) (20.276.419) Custo amortizado de investimentos disponíveis para venda Imparidade 2011 593.762.453 620.065.715 (684.269) (2.901.845) Custo amortizado de investimentos disponíveis para venda líquido de imparidade 593.078.184 617.163.870 Justo valor de investimentos disponíveis para venda 611.908.807 559.993.465 Reserva de justo valor de títulos reclassificados para investimentos a deter até à maturidade Reserva de justo valor Provisão para participação nos resultados a atribuir Impostos diferidos e correntes Os impostos reconhecidos em reservas são analisados como segue: 2012 Reserva de reavaliação líquida de impostos 10.570.509 12.417.301 8.260.114 (69.587.706) (555.124) - (2.250.812) 20.375.091 5.454.178 (49.212.615) (Valores em Euros) Impostos diferidos Impostos correntes Reserva de Reavaliação Impostos diferidos Impostos correntes Outras Reservas TOTAL 2012 2011 (1.294.276) 17.988.233 (956.536) 2.386.858 (2.250.812) 20.375.091 - 160.750 (1.314.593) (1.143.061) (1.314.593) (982.311) (3.565.405) 19.392.780 Reserva por impostos diferidos e correntes Reconhece-se nesta rubrica o imposto sobre diferenças temporárias, registadas na situação líquida, entre o resultado contabilístico e o resultado fiscalmente aceite para efeitos de tributação em Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRC), na medida em que exista uma probabilidade razoável de que tal imposto venha a ser recuperado ou pago no futuro. Reconhece-se adicionalmente o imposto corrente, decorrente das variações patrimoniais dos instrumentos financeiros a cobrir responsabilidades do ramo Vida com participação nos resultados. Outras reservas A reconciliação da taxa de imposto é analisada como segue: Incluem a Reserva legal calculada de acordo com disposições legais em vigor e as Reservas livres. (Valores em Euros) Resultados e outras variações patrimoniais antes impostos Taxa(s) de imposto Imposto do exercício 2012 2011 35.082.562 49.756.746 31.5% 29,0% 11.051.007 14.429.456 Tributações autónomas 427.312 397.677 Dividendos (34.739) (33.412) Outras diferenças permanentes (60.146) 265.915 11.383.434 15.059.636 Imposto reconhecido nos resultados Taxa efetiva 32,4% 30,3% 27. Resultados por ação Os resultados por ação são apresentados como segue: (Valores em Euros) Resultado líquido do exercício atribuível aos acionistas da Companhia Número de ações Resultados por ação 2012 2011 23.703.890 34.714.551 7.909.080 7.909.080 2,997 4,389 43 88 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 89 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA 28. Dividendos 34. Elementos extrapatrimoniais Os dividendos distribuídos em 2012 (relativos ao exercício de 2011) representaram Euros 31.319.956,8. O valor por ação foi de 3,96 Euros. Os Compromissos financeiros assumidos pelo Grupo com contratos de locação operacional, encontram-se distribuídos pelos seguintes exercícios futuros: Nos termos do disposto na alínea f) do artigo 66º do Código das Sociedades Comerciais, e face à importância atribuída ao reforço da solidez da Sociedade e das suas disponibilidades de liquidez, o Conselho de Administração entendeu propor à Assembleia Geral que não fossem distribuídos dividendos. 29. Transações entre partes relacionadas (Valores em Euros) Rendas vincendas Até 3 meses 3 - 12 meses 1 - 5 anos Total 82.407 226.373 515.762 824.542 Adicionalmente, a Allianz, Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S. A. é uma Sociedade Gestora de fundos de pensões. Os ativos sob gestão ascendem a Euros 32.315.116 (2011: 32.206.887). As transações entre partes relacionadas, para o exercício de 2012 e 2011, encontram-se representadas no seguinte quadro: 36.Acontecimentos após a data do balanço não descritos em pontos anteriores (Valores em Euros) 2012 Allianz Group ATIVO 2011 BPI Total Allianz Group 40.783.348 34.346.003 75.129.351 Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem - 11.633.432 Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos - - 136.471 Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial Ativos disponíveis para venda Ativos financeiros detidos para negociação BPI Total 93.653.634 37.736.958 131.390.592 11.633.432 - 2.982.245 2.982.245 - - - - - 136.471 4.067 - 4.067 - 20.646.279 20.646.279 - 29.643.631 29.643.631 - 2.065.532 2.065.532 2.101.600 5.110.378 7.211.978 Provisões técnicas de resseguro cedido 17.708.559 - 17.708.559 19.968.443 - 19.968.443 Outros devedores por operações de seguros e outras operações 22.938.318 760 22.939.078 71.579.524 704 71.580.228 Não se conhecem à data de elaboração deste relatório eventos com impacto significativo nesta apresentação de contas. 37. Outras informações 37.1. Acréscimos e diferimentos A rubrica de Acréscimos e diferimentos de passivo é analisada como segue: (Valores em Euros) 2012 PASSIVO Provisões técnicas Depósitos recebidos de resseguradores Outros credores por operações de seguros e outras operações 9.297.752 19.584.842 28.882.594 11.250.819 18.659.728 29.910.547 Férias e subsidio de férias 32.418 - 32.418 35.132 - 35.132 Distribuição de resultados 537.587 - 537.587 221.514 - 221.514 8.727.747 19.584.842 28.312.589 10.994.173 18.659.728 29.653.901 Outros acréscimos de custos Proveitos diferidos TOTAL GANHOS E PERDAS Prémios Brutos Emitidos Prémios de Resseguro Cedido Comissões de contratos de seguro e operações Provisão para prémios não adquiridos (variação) Provisão Prémios não Adquiridos Parte dos Resseguradores(variação) Custos com sinistros, líquidos de resseguro (32.025.587) (36.458.327) (68.483.914) (25.054.365) (36.307.754) 131.472 - 131.472 141.300 - 141.300 (37.754.044) - (37.754.044) (32.197.927) - (32.197.927) - 320.672 320.672 - - - 2.714 - 2.714 (35.132) - (35.132) 500.665 - 500.665 1.466.239 - 1.466.239 - 3.797.208 4.673.682 - 4.673.682 696.764 (38.410.220) (37.713.456) 468.976 (37.933.359) (37.464.383) - 1.002.694 1.002.694 - 1.625.605 1.625.605 27.710 628.527 656.237 20.194 - 20.194 Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro 155.062 - 155.062 158.303 - 158.303 Outros rendimentos/gastos 416.862 - 416.862 250.000 - 250.000 Rendimentos Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através ganhos e perdas As transações com o BPI referem-se a investimentos, comissões bancárias, comissões de mediação e corretagem. 3.059.539 3.383.956 11.193.106 9.274.033 136.237 134.720 17.177.624 15.566.963 A rubrica distribuição de resultados inclui o montante de Euros 30.000 relativo ao prémio de permanência atribuído no âmbito do CCT, conforme referido nas políticas contabilísticas relativas a benefícios aos empregados. 37.2. Outros devedores por operações de seguro direto e outras operações (Valores em Euros) 2012 Devedores por operações de seguro direto Resseguradores Outros devedores As transações com o Allianz Group referem-se a investimentos, resseguro, companhias representadas, representação fiscal e fornecedores não residentes. 2.774.254 (61.362.119) 3.797.208 Custos e gastos de exploração líquidos 2011 2.788.742 Imparidade Total 31.310.951 2011 39.393.852 3.503.784 3.539.219 36.983.241 86.587.455 71.797.976 129.520.526 (11.693.456) (14.510.789) 60.104.520 115.009.737 A diminuição significativa registada na rubrica de Outros devedores justifica-se pela alteração do investimento de 65 para 17 milhões de euros no Cash Pool do Grupo Allianz. 44 90 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 91 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA 37.3. Outros credores por operações de seguros e outras operações Apresentação de itens em outro rendimento integral - alteração da IAS 1 - Apresentação de Demonstrações Financeiras (Valores em Euros) 2012 2011 Credores por operações de seguro direto 4.224.242 5.586.203 Resseguradores 9.615.013 15.042.234 Outros credores 24.135.574 24.460.800 Total 37.974.829 45.089.237 O IASB, emitiu em 16 de Junho de 2011, alterações à “IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Financeiras”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Julho de 2012. Esta alteração foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia (UE) n.º 475/2012, de 5 de Junho. A presente alteração, permite que uma entidade continue a apresentar duas demonstrações separadas, uma de resultados e outra de rendimento integral (com esta última a iniciar pelos resultados e contemplar outro rendimento integral), impõe porém a: Na rubrica Outros credores está incluído o montante de Euros 19.584.842 (2011: 18.659.728) relativo à participação nos resultados a pagar a BPI, S. A. • Apresentação separada das rubricas de outro rendimento integral que possam vir a ser reclassificadas para resultados das que, nunca poderão ser objeto de tal reclassificação para resultados; 38. Normas contabilísiticas e interpretações recentemente emitidas • Uma entidade que apresente as rubricas de outro rendimento integral antes do efeito fiscal, deverá igualmente afetar o efeito fiscal às duas subcategorias referidas ponto anterior; e As normas contabilísticas e interpretações recentemente emitidas que entraram em vigor e que a Companhia aplicou na elaboração das suas demonstrações financeiras são as seguintes: • Alteração da designação “demonstração de rendimento integral” para “demonstração de resultados e de outro rendimento integral”, ainda que outro título possa ser utilizado. IFRS 7 (Alterada) - Instrumentos Financeiros: Divulgações -Transferências de ativos financeiros As alterações apenas afetam a apresentação e não tem qualquer impacto na posição financeira ou performance da Companhia. O International Accounting Standards Board (IASB), emitiu em 7 de Outubro de 2010, alterações à “IFRS 7 - Instrumentos Financeiros: Divulgações - Transferências de ativos financeiros”, com data efetiva de aplicação para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Julho de 2011. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1205/2011, de 22 de Novembro. As alterações exigem uma melhoria na divulgação de informação sobre as transferências de ativos financeiros que permita aos utentes das demonstrações financeiras: • Compreenderem a relação existente entre um ativo financeiro transferido, que não tenha sido desreconhecido contabilisticamente em toda a sua plenitude, e o passivo associado; e • Avaliarem a natureza do envolvimento continuado e os riscos associados ao ativo financeiro desreconhecido. As alterações também passaram a exigir divulgações adicionais caso uma quantia desproporcionada de operações de transferência de ativos financeiros ocorra próximo do final do período. A Companhia não teve quaisquer impactos significativos decorrentes da adoção destas alterações. IAS 19 (Alterada) - Benefícios dos empregados O IASB, emitiu em 16 de Junho de 2011, alterações à “IAS 19 - Benefícios dos empregados”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia (UE) n.º 475/2012,de 5 de Junho de 2012. O IASB procedeu a diversas alterações na IAS 19. Este conjunto de alterações inclui, desde alterações fundamentais como a remoção da opção pelo mecanismo do corredor e o conceito de retornos esperados dos ativos do plano a simples clarificações e reajustamento de texto. A Companhia procedeu, em 2011, a uma alteração voluntária de política contabilística passando a reconhecer os ganhos e perdas atuariais em outro rendimento integral (OCI). Adicionalmente, as alterações terão impacto no gasto líquido do benefício já que o retorno esperado dos ativos do plano passa a ser calculado utilizando a mesma taxa de juro aplicável ao desconto da obrigação de benefício definido. Esta situação também não terá impacto ao nível das demonstrações financeiras da Companhia. IAS 12 (Alterada) - Impostos diferidos - recuperação de ativos subjacentes IFRS 7 (Alterada) - Instrumentos Financeiros: Divulgações - Compensação entre ativos e passivos financeiros O IASB, emitiu em 20 de Dezembro de 2010, uma alteração à “IAS 12 - Impostos diferidos - recuperação de ativos subjacentes” (tendo revogado a “SIC 21 - Impostos sobre o Rendimento - Recuperação de Ativos Não Depreciáveis Revalorizados”), com data efetiva de aplicação para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2012. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1255/2012, de 11 de Dezembro. Na sequência da alteração à IAS 12, os impostos diferidos relativos às propriedades de investimento devem ser mensurados assumindo que o valor contabilístico das propriedades de investimento registadas com base no modelo de justo valor de acordo com a “IAS 40 Propriedades de Investimento”, presumindo-se que o seu valor será recuperado integralmente por via da venda. Anteriormente era permitido assumir que o valor de balanço das propriedades de investimento seria recuperado pela venda ou pelo uso, conforme a intenção do órgão de gestão. A Companhia não teve quaisquer impactos decorrentes da adoção desta alteração. O IASB, emitiu em 16 de Dezembro de 2011, alterações à “IFRS 7 - Instrumentos Financeiros: Divulgações - Compensação entre ativos e passivos financeiros”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1256/2012, de 11 de Dezembro. As alterações passaram a exigir que a entidade divulgue informação sobre as quantias compensadas na demonstração da posição financeira e a natureza e extensão dos direitos de compensação e acordos similares (ex. colaterais). As novas divulgações são aplicáveis a todos os instrumentos financeiros reconhecidos que sejam compensados de acordo com a IAS 32 Instrumentos Financeiros: Apresentação. As divulgações também são aplicáveis a instrumentos financeiros reconhecidos que sejam sujeitos a um contrato principal (master) de compensação ou acordo similar, independentemente de terem sido ou não sido compensados de acordo com a IAS 32. A Companhia decidiu optar pela não aplicação antecipada das seguintes normas e/ou interpretações, adotadas pela União Europeia. 45 92 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 93 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA A Companhia espera que a adoção das alterações à IFRS passem a exigir maior extensão as divulgações sobre direitos de compensação. IAS 32 (Alterada) - Instrumentos Financeiros: Apresentação – compensação entre ativos e passivos financeiros O IASB, emitiu em 16 de Dezembro de 2011, alterações à “IAS 32 - Instrumentos Financeiros: Apresentação – compensação entre ativos e passivos financeiros”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2014. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1256/2012, de 11 de Dezembro. As alterações agora introduzidas adicionam orientações de implementação no sentido de resolver inconsistências de aplicação prática. As novas orientações vêm clarificar que a frase “direito legal oponível corrente para compensar” significa que o direito de compensação não possa ser contingente, face a eventos futuros, e deva ser legalmente oponível no decurso normal dos negócios, no caso de incumprimento e num evento de insolvência ou bancarrota da entidade e de todas as contrapartes. Estas orientações de aplicação também especificam as características dos sistemas de liquidação bruta, de maneira a poder ser equivalente à liquidação em base líquida. A Companhia não espera impactos significativos decorrentes da adoção destas alterações. IAS 27 (Alterada) - Demonstrações Financeiras Separadas O IASB, emitiu, em 12 de Maio de 2011, alterações à “IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas”, com data efetiva de aplicação (de forma prospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2014. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro. Tendo presente a revisão do processo de definição do perímetro de consolidação, a IAS 27 (alterada) passa a regular, exclusivamente, as contas separadas. As alterações visaram, por um lado, clarificar as divulgações exigidas por uma entidade que prepara demonstrações financeiras separadas, passando a ser requerida a divulgação do local principal (e o país da sede) onde são desenvolvidas as atividades das subsidiárias, associadas e empreendimentos conjunto, mais significativos e, se aplicável, da empresa-mãe. A anterior versão exigia apenas a divulgação do país da sede ou residência de tais entidades. Por outro lado, foi alinhada a data de entrada em vigor e a exigência de adoção de todas as normas de consolidação em simultâneo (IFRS 10, IFRS 11, IFRS 12, IFRS 13 e alterações à IAS 28). ÍNDICE | FICHA TÉCNICA A nova norma introduz outras alterações como sejam: i) os requisitos para subsidiárias no âmbito das demonstrações financeiras consolidadas transitam da IAS 27 para esta norma e ii) incrementam-se as divulgações exigidas, incluindo divulgações específicas sobre entidades estruturadas, quer sejam ou não consolidadas. A Companhia não espera impacto significativo nas suas demonstrações financeiras. IFRS 11 - Acordos Conjuntos O IASB, emitiu, em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 11 – Acordos Conjuntos”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que seja imperativamente aplicável após 1 de Janeiro de 2014. Esta nova norma, que vem revogar a IAS 31 e a SIC 13, define “controlo conjunto”, introduzindo o modelo de controlo definido na IFRS 10 e exige que uma entidade que seja parte num “acordo conjunto” determine o tipo de acordo conjunto no qual está envolvida (“operação conjunta” ou “empreendimento conjunto”), avaliando os seus direitos e obrigações respetivos, e contabilize-os em conformidade. A IFRS 11 elimina a opção de consolidação proporcional para entidades conjuntamente controladas. Em seu turno, entidades conjuntamente controladas que satisfaçam o critério de “empreendimento conjunto” devem ser contabilizadas utilizando o método de equivalência patrimonial (IAS 28). A Companhia não espera qualquer impacto nas suas demonstrações financeiras. IAS 28 (Alterada) - Investimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos O IASB, emitiu em 12 de Maio de 2011, alterações à “IAS 28 – Investimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos”, com data efetiva de aplicação (de forma prospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que sejam imperativamente aplicáveis após 1 de Janeiro de 2014. Esta alteração não terá qualquer impacto nas suas emonstrações financeiras. Como consequência das novas IFRS11 e IFRS 12, a IAS 28 foi alterada e passou a designar-se de IAS 28 – Investimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos, e regula a aplicação do método de equivalência patrimonial aplicável quer a empreendimentos conjuntos quer a associadas. IFRS 10 - Demonstrações Financeiras Consolidadas A Companhia não espera qualquer impacto nas suas demonstrações financeiras. O IASB, emitiu, em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que seja imperativamente aplicável após 1 de Janeiro de 2014. IFRS 12 - Divulgação de participações em outras entidades A IFRS 10, revoga parte da IAS 27 e a SIC 12, e introduz um modelo único de controlo que determina se um investimento deve ser consolidado. O novo conceito de controlo envolve a avaliação do poder, da exposição à variabilidade nos retornos e a ligação entre os dois. Um investidor controla uma investida quando esteja exposto (ou tenha direitos) à variabilidade nos retornos provenientes do seu envolvimento com a investida e possa apoderar-se dos mesmos através do poder detido sobre a investida (controlo de facto). O investidor considera em que medida controla as atividades relevantes da investida, tendo em consideração o novo conceito de controlo. A avaliação deve ser feita em cada período de reporte já que a relação entre poder e exposição à variabilidade nos retornos pode alterar ao longo do tempo. O controlo é usualmente avaliado sobre a entidade jurídica, mas também pode ser avaliado sobre ativos e passivos específicos de uma investida (referido como “silos”). O IASB, emitiu em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 12 – Divulgações de participações em outras entidades”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que seja imperativamente aplicável após 1 de Janeiro de 2014. O objetivo da nova norma é exigir que uma entidade divulgue informação que auxilie os utentes das demonstrações financeiras a avaliar: a) a natureza e os riscos associados aos investimentos em outras entidades e; b) os efeitos de tais investimentos na posição financeira, performance e fluxos de caixa. A IFRS 12 inclui obrigações de divulgação para todas as formas de investimento em outras entidades, incluindo acordos conjuntos, associadas, veículos especiais e outros veículos que estejam fora do balanço. A Companhia está ainda a analisar os impactos da aplicação plena da IFRS 12 em linha com a adotação da IFRS 10 e IFRS 11. 46 94 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 95 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA IFRS 13 - Mensuração ao Justo Valor O IASB, emitiu em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 13 – Mensuração ao Justo Valor”, com data efetiva de aplicação (de forma prospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1255/2012, de 11 de Dezembro. A IFRS 13 proporciona uma única fonte de orientação de como é obtida a mensuração ao justo valor e substitui toda a orientação que se encontra, presentemente, dispersa ao longo das IAS/IFRS. Sujeito a exceções limitadas, a IFRS 13 é aplicada quando a mensuração ao justo valor, ou a sua divulgação, é exigida, ou permitida, por outras IAS/IFRS. A Companhia está presentemente a reanalisar as suas metodologias para a determinação do justo valor com o objetivo de determinar se esta norma terá impacto, se algum. Embora a maior parte das divulgações exigidas pela IFRS 13 relativas a ativos e passivos financeiros já estivessem em vigor, a adoção da IFRS 13 irá exigir que a Companhia proporcione divulgações adicionais. Tais incluem a divulgação da hierarquia do justo valor para ativos/passivos não financeiros, e divulgações sobre justo valor que sejam categorizadas como nível 3. Normas, alterações e interpretações emitidas mas ainda não efetivas para a Companhia. Entidades de Investimento – Alterações à IFRS 10, IFRS 12 e IAS 27 (emitida em 31 de Outubro de 2012) As alterações efetuadas aplicam-se a uma classe particular de negócio que se qualifica como “entidades de investimento”. O IASB define o termo de “entidade de investimento” como um entidade cujo propósito do negócio é investir fundos com o objetivo de obter retorno de apreciação de capital, de rendimento ou ambos. Uma entidade de investimento deverá igualmente avaliar a sua performance no investimento com base no justo valor. Tais entidades poderão incluir organizações de private equity, organizações de capital de risco ou capital de desenvolvimento, fundos de pensões, fundos de saúde e outros fundos de investimento. As alterações proporcionam uma eliminação do dever de consolidação previstos na IFRS 10, exigindo que tais entidades mensurem as subsidiárias em causa ao justo valor através de resultados em vez de consolidarem. As alterações também definem um conjunto de divulgações aplicáveis a tais entidades de investimento. As alterações aplicam-se aos exercícios que se iniciam em, ou após, 1 de Janeiro de 2014, com uma adoção voluntária antecipada. Tal opção permite que as entidades de investimento possam aplicar as novas alterações quando a IFRS 10 entrar em vigor a 1 de Janeiro de 2013. A Companhia não antecipa qualquer impacto na aplicação desta alteração nas suas demonstrações financeiras. ÍNDICE | FICHA TÉCNICA IAS 32 Instrumentos Financeiros e IFRIC 2 Estas normas foram ajustadas de forma a clarificar que impostos relacionados com distribuição de dividendos a detentores de capital seguem o tratamento preconizado na “IAS 12 - Impostos sobre o Rendimento”, evitando assim qualquer interpretação que possa significar uma outra aplicação. A IFRS 9 (2009) introduziu novos requisitos para a classificação e mensuração de ativos financeiros. IAS 34 Reporte Financeiro Intercalar As alterações à IAS 34 permitem alinhar as exigências de divulgação para o total dos ativos dos segmentos com o total dos passivos, nos períodos intercalares. Estes melhoramentos permitem igualmente que a informação intercalar fique consistente com a informação anual no que respeita à modificação efetuada quanto à designação da demonstração de resultados e outro rendimento integral. A Companhia não terá impactos decorrentes da adoção destas alterações. IFRS 9 - Instrumentos Financeiros (emitida em 2009 e alterada em 2010) A IFRS 9 (2009) introduziu novos requisitos para a classificação e mensuração de ativos financeiros. A IFRS 9 (2010) introduziu requisitos adicionais relacionados com passivos financeiros. O IASB tem presentemente um projeto em curso para proceder a alterações limitadas à classificação e mensuração contidas na IFRS 9 e novos requisitos para lidar com a imparidade de ativos financeiros e a contabilidade de cobertura. Os requisitos da IFRS 9 (2009) representam uma mudança significativa dos atuais requisitos previstos na IAS 39, no que respeita aos ativos financeiros. A norma contém duas categorias primárias de mensuração de ativos financeiros: custo amortizado e justo valor. Um ativo financeiro será mensurado ao custo amortizado caso seja detido no âmbito do modelo de negócio cujo objetivo é deter o ativo por forma a colher os fluxos de caixa contratuais e os termos dos seus fluxos de caixa dão lugar a recebimentos, em datas especificadas, relacionadas apenas com o montante nominal e juro em vigor. Todos os restantes ativos financeiros serão mensurados ao justo valor. A norma elimina as categorias atualmente existentes na IAS 39 de “detido até à maturidade”, “disponível para venda” e “contas a receber e pagar”. Para um investimento em instrumentos de capital próprio que não seja detido para negociação, a norma permite uma eleição irrevogável, no reconhecimento inicial, numa base individual por cada ação, de apresentação das alterações de justo valor em outro rendimento integral (OCI). Nenhuma quantia reconhecida em OCI será reclassificada para resultados em qualquer data futura. No entanto, dividendos gerados, por tais investimentos, são reconhecidos em resultados em vez de OCI, a não ser que claramente representem uma recuperação parcial do custo do investimento. Investimentos em instrumentos de capital próprio, os quais a entidade não designe a apresentação das alterações do justo valor em OCI, serão mensurados ao justo valor com as alterações reconhecidas em resultados. A norma exige que derivados embutidos em contratos cujo hóspede (contrato principal) seja um ativo financeiro, abrangido pelo âmbito de aplicação da norma, não sejam separados; ao invés, o instrumento financeiro híbrido é aferido na íntegra por forma a determinar se é mensurado ao custo amortizado ou ao justo valor. Melhoramentos às IFRS (2009-2011) Os melhoramentos anuais do ciclo 2009-2011, emitidos pelo IASB em 17 de Maio de 2012 introduziram alterações, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013 às normas IFRS 1, IAS1, IAS16, IAS32, IAS34 e IFRIC2. IAS 1 - Apresentação de Desmonstrações Financeiras Os melhoramentos clarificam a diferença entre informação comparativa adicional voluntária e a informação comparativa mínima exigida. Geralmente, a informação comparativa mínima exigida é relativa ao do período anterior. IAS 16 - Ativos Fixos Tangíveis A IAS 16 foi alterada no sentido de clarificar o conceito de equipamentos de serviço que possam cumprir a definição de ativos fixos tangíveis não sendo assim contabilizados em inventários. A IFRS 9 (2010) introduz um novo requisito aplicável a passivos financeiros designados ao justo valor, por opção, passando a impor a separação da componente de alteração de justo valor que seja atribuível ao risco de crédito da entidade e a sua apresentação em OCI, ao invés de resultados. Com exceção desta alteração, a IFRS 9 (2010) na sua generalidade transpõe as orientações de classificação e mensuração, previstas na IAS 39 para passivos financeiros, sem alterações substanciais. A IFRS 9 torna-se efetiva para períodos anuais que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2015 com adoção antecipada permitida. O IASB decidiu proceder a alterações imitadas à IFRS 9 por forma a acomodar questões práticas e outros aspetos. A Companhia iniciou um processo de avaliação dos efeitos potenciais desta norma mas encontra-se a aguardar o desfecho das alterações anunciadas, antes de completar a respetiva avaliação. Dada a natureza das atividades da Companhia, é expectável que esta norma venha a ter impactos relevantes nas suas demonstrações financeiras. 47 96 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 97 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA O objetivo da Allianz Portugal é o de encontrar-se bem capitalizada, mesmo depois de movimentos adversos extremos, garantindo assim todos os compromissos com os seus segurados e acionistas. 39. Gestão de Riscos na Allianz Portugal Governo A estratégia da Allianz Portugal no ano 2012 teve como ponto principal a proteção de capital e da liquidez. A mudança dos princípios de gestão de risco nas Seguradoras tem sido substancial, nos últimos tempos. O impacto das necessidades de capital nos resultados da Allianz Portugal, em função duma eficiente gestão dos riscos, e de novas regras a ser brevemente introduzidas pelas autoridades de supervisão (Solvência II), obrigaram a criar especialistas e departamentos específicos onde se controlem, de maneira permanente, coerente e conjunta, os riscos da empresa, bem como as necessidades de capital para lhe fazer face. A Allianz Portugal possui na sua estrutura organizacional desde 2005, um Departamento de Controlo de Risco, sendo que o seu responsável reporta diretamente ao responsável da Direção de Planeamento Estratégico. Paralelamente à criação deste departamento, reúne trimestralmente um Comité de Risco, composto pelo CFO, CRO e por outros elementos nomeados em normal geral, cujo objetivo principal é promover o cumprimento das políticas, limites e guidelines e contribuir para a construção de uma forte cultura de risco. A introdução e manutenção de infraestruturas, controlos e processos que proactivamente contribuam para identificar e monitorizar os riscos, são também orientações claramente definidas na estratégia da Companhia e que são monitorizadas neste Comité. A Administração é responsável pela Estratégia de Risco. A Estratégia de Risco é definida anualmente e reflete o risco que a mesma está disposta a aceitar para cumprir os seus objetivos estratégicos e aproveitar as oportunidades de negócio subjacentes. Por sua vez, a Política de Risco aplica-se de forma transversal a todas as áreas da companhia definindo os seus princípios fundamentais, bem como as responsabilidades dos diversos intervenientes na sua implementação, monitorização e comunicação. Comité de Risco • R ecomendar/aprovar ações para mitigar os riscos. • Definir limites • Promover a Cultura de Risco CRO • Gerir proativamente os riscos de acordo com as políticas e limites existentes • Monitorizar a Solvência e o perfil de risco • Reportar e comunicar. Gestão de Topo • Garantir que é efetuado todo o processo de gestão de riscos (identificação, avaliação e mitigação), bem como assegurar a existência dos mecanismos necessários à sua monitorização e controlo. Nos próximos pontos, vão ser apresentados os resultados de 2011 recalculados de forma a refletirem as alterações efetuadas durante o ano 2012 permitindo assim uma comparação entre estes dois períodos. Os valores apresentados correspondem ao nível de confiança 99.50% e contêm o efeito de diversificação dentro de cada risco e entre riscos, ou seja, corresponde aos resultados diversificados. Risco de Mercado A política de investimentos pauta-se por níveis prudentes de aceitação e diversificação do risco através de o estabelecimento de um strategic asset allocation anual, podendo este ser revisto durante o ano. A aprovação da estratégia de investimento e a verificação do cumprimento da política de investimentos é efetuado pelo Comité Financeiro. A Gestão de Ativos e Passivos, do ano 2012, foi efetuada utilizando uma metodologia designada por ALM (Asset Liability Management). Responsabilidades • Aprovar a Política e a Estratégia de Risco • Definir limites Com o objetivo de alinhar o nosso modelo interno com os requisitos do novo regime de solvência importantes alterações foram introduzidas no ano 2012. O Risco de Mercado consiste no risco de movimentos adversos no valor dos ativos relacionados com variações do mercado de capitais, dos mercados cambiais, das taxas de juro e do valor imobiliário. A aceitação e gestão de riscos é parte integrante das atividades e competências da Allianz Portugal. Allianz Portugal Board Definimos o modelo interno de capital como o capital requerido para fazer face a eventos inesperados ou perdas económicas extremas. Allianz Portugal Board Comité de Risco Esta metodologia permitiu-nos efetuar as seguintes análises: • Análise gap duration ativos e passivos • Análise de cobertura (verifica-se que existem ativos suficientes para cobrirem as responsabilidades existentes); CRO • Análise de liquidez ao longo da vida do produto Gestão de Topo • Análise de risco reinvestimento e risco de preço No caso do segmento vida são usadas técnicas como a replicação de portfólios de forma a integrar mais eficientemente os passivos deste segmento. Capital de Risco Durante o ano de 2012, foram introduzidas alterações ao nível da modelização do risco de taxa de juro. Apesar de muitos dos detalhes do novo regime de solvência (Solvência II) se estarem a tornar cada vez mais claros, os requisitos finais ainda se encontram em evolução. Este facto causa alguma incerteza sobre os requisitos de capital e as suas implicações no negócio das seguradoras. A alocação de ativos representa os valores de capital requerido da seguinte forma: De acordo, com o novo regime ativos e passivos serão valorizados a valor de mercado traduzindo-se numa maior volatilidade dos requisitos de capital. 48 98 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 99 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) Capital Requerido 2012 Vida % 2011 Não Vida % Risco Mercado 8.761.254 100,0% 35.143.241 Risco de Taxa de Juro 4.121.534 47,0% 82.556 0,9% 4.263.159 0 Risco de Votalidade da Taxa de Juro Risco de Spread Risco de Ações Risco de Volatilidade de Ações Risco Imobiliário Vida % Não Vida % 100,0% 12.299.457 100,0% 21.232.236 100,0% 1.499.402 4,3% 4.855.098 39,5% 1.581.448 7,4% 0 0,0% 100.411 0,8% - 0,0% 48,7% 24.417.417 69,5% 6.932.503 56,4% 12.603.640 59,4% 0,0% 1.145.182 3,3% - 0,0% 298.104 1,4% 1.778 0,0% 0 0,0% 2.323 0,0% - 0,0% 292.227 3,3% 8.081.240 23,0% 409.122 3,3% 6.749.044 31,8% A alteração na taxonomia e a eliminação do risco de tendência levou a uma diminuição deste risco. Adicionalmente, a evolução dos resultados já incorporando a nova taxonomia é positiva resultando numa diminuição do consumo de capital de 24.3% resultante da evolução da curva livre de risco. Risco de Crédito O risco de crédito consiste no risco de perdas inesperadas provocadas pela depreciação da qualidade creditícia ou mesmo incumprimento de um parceiro de negócio. A alteração ao nível da modelização do risco de taxa de juro teve mais impacto no segmento vida devido ao uso da técnica dos replicatings. A modelização deste risco tem sido aperfeiçoada através da inclusão da migração de ratings, maior granularidade em termos das perdas esperadas em caso de default e uma maior sofisticação do modelo de correlações. No segmento Vida, ao nível do risco de spread verifica-se um decréscimo de 8%, quando comparada a distribuição do risco no total do risco de mercado, resultado da estratégia de investimento levada a cabo durante o ano 2012. O modelo de correlações usa o país e a indústria do emitente assim como o montante de exposição dos ativos. No segmento não vida verifica-se um aumento de 10% do risco de spread, quando comparada a distribuição do risco no total do risco de mercado, resultante do aumento da volatilidade associada à dívida soberana portuguesa e da apreciação do seu valor de mercado. Durante o ano 2012 verificamos uma deterioração por parte do risco de spread influenciada pela instabilidade verificada nos mercados de capitais que conduziu a um aumento da volatilidade associada aos emitentes em carteira, no caso do segmento vida verifica-se uma compensação deste movimento através da estratégia de de-risking. Esta estratégia consistiu na venda de todas as obrigações de divida soberana portuguesa classificada como AFS tendo tido maior impacto no segmento Vida. A Allianz Portugal possui um conjunto de ferramentas que permitem gerir de forma ativa a exposição da carteira de ativos aos diversos emitentes e monitorizar a sua evolução. Antecipadamente é definida qual a exposição por emitente que se quer aceitar e periodicamente monitoriza- se a carteira verificando se se encontra dentro dos níveis definidos. A gestão do nosso portfolio é feita de acordo com os limites estabelecidos e todas as medidas necessárias são tomadas para que estes limites não sejam ultrapassados. Com esta ferramenta garantimos que não ficamos sobre expostos, antecipando a possibilidade de essa situação ocorrer. Risco de Liquidez O risco de liquidez, ou seja, o risco de perdas resultantes da incapacidade de fazer face a liquidações de curto ou médio prazo é monitorizado usando a metodologia ALM. A análise da maturidade dos ativos e passivos é apresentada na nota 6.6. (Valores em Euros) Capital Requerido Risco de Mortalidade e Longevidade O risco de mortalidade e longevidade consiste no risco de perdas originadas por variações positivas/negativas nos pressupostos. Ao nível deste risco foram introduzidas alterações na taxonomia durante o primeiro trimestre de 2012. Com esta alteração foi eliminado o risco de tendência dentro do risco de mortalidade. 2012 Vida % 2011 Não Vida % Vida % Não Vida % Risco de Crédito 2.451.947 100,0% 4.734.860 100,0% 2.176.581 100,0% 3.531.961 100,0% - Risco de Crédito 2.451.947 100,0% 4.734.860 100,0% 2.176.581 100,0% 3.531.961 100,0% Durante o ano 2012 verificamos um aumento do risco de crédito proveniente da deterioração dos ratings dos diversos emitentes, como é possível verificar no quadro abaixo. A exposição ao risco de longevidade não é material dado que as rendas vitalícias representam apenas 1,4% do nosso portfólio. O quadro seguinte apresenta a qualidade creditícia (rating) dos emitentes de todas as obrigações (com base em ratings externos): Este risco apresentou no final do ano os resultados seguintes: (Valores em Euros) Capital Requerido Vida 2012 2011 ∆12/11 Risco Atuarial 3.910.445 5.164.081 -24,3% - Risco de Mortalidade 3.910.445 5.164.081 -24,3% 49 100 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 101 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) Capital Requerido AAA 2012 Vida 16.551.020 (Valores em Euros) 2011 % Não Vida % 3,5% 43.239.833 11,1% Vida % 96.615.776 Não Vida Ativos por Zona Geográfica % 21,2% 97.007.504 26,1% 2012 Zona Euro 2011 Valor % Valor % 827.471.958 93,8% 786.952.350 93,2% 51,0% AA 5.527.276 1,2% 3.813.153 1,0% 8.399.001 1,8% 10.716.805 2,9% Portugal 369.792.086 41,9% 430.691.185 AA+ 42.734.132 9,0% 35.686.730 9,1% 1.343.645 0,3% 4.762.626 1,3% França 137.608.633 15,6% 99.111.120 11,7% AA- 9.899.922 2,1% 7.784.900 2,0% 39.933.939 8,8% 3.354.350 0,9% Espanha 144.482.234 16,4% 93.523.163 11,1% A 59.640.804 12,6% 23.332.991 6,0% 30.395.784 6,7% 8.116.301 2,2% Alemanha 16.769.408 1,9% 88.234.779 10,4% A+ 6.629.581 1,4% 1.950.720 0,5% 9.493.815 2,1% 9.344.750 2,5% Holanda 41.163.731 4,7% 27.679.527 3,3% A- 84.043.313 17,8% 22.289.112 5,7% 26.740.268 5,9% 14.549.954 3,9% Bélgica 10.386.114 1,2% 10.893.470 1,3% BBB 90.641.545 19,2% 60.364.263 15,4% 58.083.403 12,8% 38.433.508 10,4% Itália 72.496.953 8,2% 16.210.667 1,9% BBB+ 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Austria 7.535.996 0,9% 7.223.608 0,9% BBB- 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Irlanda 9.330.989 1,1% 9.231.441 1,1% BB 5.341.830 1,1% 7.420.782 1,9% 11.073.746 2,4% 11.537.683 3,1% Outros 17.905.814 2,0% 4.153.390 0,5% BB+ 26.858.939 5,7% 10.035.256 2,6% 163.632.073 36,0% 165.724.081 44,7% BB- Fora da Zona Euro 54.731.334 6,2% 52.431.696 6,2% EUA 17.682.974 2,0% 16.424.691 1,9% Reino Unido 23.763.009 2,7% 20.468.671 2,4% Outros 13.285.351 1,5% 15.538.334 1,8% 0,0% 4.970.000 0,6% 100% 844.354.045 100% 112.404.943 23,8% 159.344.494 40,8% 4.059.809 0,9% 2.067.441 0,6% B 9.675.290 2,0% 7.438.430 1,9% 2.130.000 0,5% 710.000 0,2% B+ 2.277.716 0,5% 7.037.314 1,8% 2.977.750 0,7% 3.947.250 1,1% C 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% CC 0 0,0% 0 0,0% 175.000 0,0% 371.875 0,1% CCC 0 0,0% 612.500 0,2% 0 0,0% 420.313 0,1% NR Total 240.000 0,1% 510.000 0,1% 0 0,0% 0 0,0% 472.466.311 100,0% 390.860.478 100% 455.053.973 100% 371.064.440 100% Supranacionais Total 882.203.293 Nota: Este quadro não inclui os juros a receber. Nota: Este quadro não inclui os juros a receber. Risco de Negócio Um dos objetivos da política de investimentos e de resseguro da Allianz Portugal é mitigar o risco de crédito subjacente através da diversificação da carteira, como é possível verificar nos quadros baixo: O risco de negócio consiste no risco de existirem desvios face à rentabilidade orçamentada, resultante de retornos mais baixos que o esperado (risco de custos), o risco de resgates e no risco de perdas provenientes de falhas de processos/procedimentos ou controlos ou inadequação dos mesmos (risco operacional). (Valores em Euros) Obrigações corporate e ações por tipo de Indústria 2012 2011 Vida % Não Vida % Vida % Não Vida % 217.742.581 64,3% 131.369.716 66,0% 162.612.313 66,4% 130.371.308 77,4% Matérias Primas 13.516.782 4,0% 9.043.014 4,5% 3.114.438 1,3% 0 0,0% Comunicações 33.569.905 9,9% 25.085.546 12,6% 23.498.319 9,6% 12.164.861 7,2% Instituições Financeiras Consumíveis Ciclicos 2.952.200 0,9% 0 0,0% 2.916.450 1,2% 0 0,0% Consumíveis Não Ciclicos 6.627.289 2,0% 1.794.976 0,9% 7.620.585 3,1% 3.265.501 1,9% Energia 9.077.923 2,7% 0 0,0% 7.684.570 3,1% 0 0,0% Indústria 14.343.796 4,2% 11.206.681 5,6% 8.765.770 3,6% 6.470.804 3,8% 40.921.687 12,1% 20.491.989 10,3% 28.670.773 11,7% 16.217.867 9,6% 338.752.162 100% 198.991.921 100% 244.883.218 100% 168.490.341 100% Diversos Total Apesar da maior exposição a entidades financeiras é possível verificar uma diminuição da concentração neste tipo de emitentes e um crescimento ao nível de outro tipo de indústria, nomeadamente Comunicações. Ao nível do risco operacional foi introduzido um modelo interno para este risco que resulta na avaliação deste risco através de uma serie de cenários de risco. (Valores em Euros) Capital Requerido 2012 Vida % Risco de Negócio 13.281.970 100,0% - Risco de Resgate 2011 Não Vida 3.631.127 % Vida % Não Vida 100,0% 15.514.016 100,0% 2.606.629 % 100,0% 12.405.844 93,4% 1.551.273 42,7% 14.381.495 92,7% 1.026.103 39,4% - Risco de Custo 627.033 4,7% 1.112.802 30,6% 792.788 5,1% 765.243 29,4% - Risco Operacional 249.093 1,9% 967.052 26,6% 339.733 2,2% 815.283 31,3% Ao nível do risco de resgate vida foi introduzida uma nova taxonomia no ano 2012, com a introdução do risco de resgaste massivo. O risco de negócio apresenta-se estável entre os períodos acima representados. Nota: Este quadro não inclui os juros a receber e obrigações com garantias estatais que são excluídas para o efeito desta análise. Risco de Prémios O risco de prémios consiste no risco de insuficiência de cobertura de prémios. Este risco está dividido em dois sub-riscos: risco de prémios catastróficos e risco de prémios não catastróficos. O quadro seguinte sumariza o consumo de capital relativo ao risco de prémios dos ramos pertencentes ao Segmento Não Vida: 50 102 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 103 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA (Valores em Euros) Capital Requerido Risco de Prémios Não Vida 2012 21.152.619 - Catastrófico - Não Catastrófico - Terror % 100,0% 2011 % 17.626.715 100,0% 5.520.739 26,1% 4.704.692 26,7% 12.854.336 60,8% 10.669.777 60,5% 2.777.544 13,1% 2.252.246 12,8% O risco de prémios aumentou cerca de 20% relativamente ano anterior proveniente do crescimento verificado no ramo Não Vida. Análise de Sensibilidade A Allianz Portugal efetua análises regulares de stress testing que permitem avaliar com profundidade os seus riscos. Esta análise possibilita a avaliação dos impactos para a Companhia da ocorrência de situações adversas e medir os efeitos de várias estratégias de gestão. No quadro seguinte apresentam-se as análises de sensibilidade aos capitais próprios da Allianz Portugal a alterações de fatores de ordem financeira e não financeira: Risco de Reservas (Milhões de Euros) Análise de Sensibilidade O risco de reservas consiste no risco de perdas provenientes da utilização de bases de cálculo não adequadas ou insuficientes. O quadro seguinte apresenta o consumo de capital por parte deste risco: Ações (Valores em Euros) Capital Requerido Não Vida 2012 % 2011 % Risco de Reservas 18.992.058 100,0% 16.021.053 100,0% - Reservas 18.992.058 100,0% 16.021.053 100,0% Choque Impacto nos Capitais Próprios 31.12.2012 21.12.2011 -30 % -0,9 -0,6 Taxas de juro* 2% -33,5 -26,7 Taxas de juro* -1,5 % 25,1 20,0 Perda de crédito 500 % -1,4 -1,6 Novo negócio 50 % 4,0 4,1 Ações Taxa de juro -15 % -1 % -17,2 -13,6 * A análise apenas contempla o impacto na variação dos ativos sem correlacionar com eventuais impactos nos passivos. O aumento por parte deste risco verificado no ano 2012 é proveniente do decréscimo verificado nas taxas de juro sem risco. Solvência Risco Específico de Seguros A Allianz Portugal monitoriza a solvência regularmente, sendo esta calculada de acordo com a Norma Regulamentar N.º 6/2007-R do Instituto de Seguros de Portugal. Risco Especifico de Seguros – risco de perdas provocadas por comercialização de contratos de seguro, desenho de produtos, tarifação, processo de subscrição, provisionamento de responsabilidades, gestão de sinistros e gestão de resseguro. A Allianz Portugal tem estabelecido políticas claras de subscrição, tarifação e de desenho dos produtos. Tendo definido requisitos mínimos estandardizados de risco, que são cumpridos no desenvolvimento e aprovação de novos produtos e em mudanças significativas de produtos existentes. Relativamente, às políticas de subscrição estão definidos standards mínimos de risco para a subscrição cujo grande objetivo é proteger a companhia de riscos excessivos e standards mínimos de gestão da subscrição cujo grande objetivo é suportar a otimização de risco/ retorno, documentando as responsabilidades. As tarifas são construídas actuarialmente e revistas regularmente. O provisionamento é acompanhado regularmente, reunindo-se trimestralmente o Comité de Reservas com o objetivo de analisar a evolução das reservas e determinar a necessidade de proceder a ajustamentos. Plano de Continuidade Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, a margem de solvência da Companhia pode ser analisada como segue: (Valores em milhares de Euros) 2012 39.545 39.545 Reservas 82.642 23.808 Resultados Transitados 84.522 84.497 Resultados Líquidos 23.728 34.828 0 -31.320 Distribuição de Resultados do Exercício Ajustamentos de Imóveis/Ativos Intangíveis/Pensões de Reforma Margem de Solvência Disponível Margem de Solvência Exigida Excesso/Insuficiência O Plano de Continuidade identifica as responsabilidades e tarefas necessárias para restabelecer o normal e bom funcionamento da Companhia, no caso de ocorrer um incidente que provoque interrupção por um período de tempo indeterminado. Esta interrupção pode ocorrer na sequência da destruição de instalações, equipamentos, ou danos em pessoas, impedindo que se continue a prestar serviços a clientes internos ou externos. O Plano de Continuidade destina-se a assegurar, a segurança e bem-estar dos trabalhadores, manutenção da comunicação interna, continuidade dos processos críticos de negócio, cumprimento de obrigações contratuais, gestão do risco e a manutenção da confidencialidade dos dados e reputação do negócio (via comunicações externas). 2011 Capital Rácio de Solvência 1.225 1.267 231.662 152.625 87.844 82.833 143.819 69.793 263,7% 184,3% Nota: Os pontos não indicados neste anexo, não têm aplicação, ou não são relevantes no contexto das demonstrações financeiras consolidadas. Lisboa, 06 de Março de 2013 No âmbito do Plano é tido em consideração o edifício onde ocorreu o incidente, o tipo de cenário de desastre, se o tipo de danos provocados foi nas instalações e/ou na infraestrutura tecnológica e sistema informáticos e ainda o período em que ocorreu (dentro ou fora do período laboral, com ou sem os sistemas informáticos “abertos”. O Técnico Oficial de Contas O Plano de Continuidade é atualizado regularmente contendo os procedimentos alternativos para todas as áreas críticas do negócio. O Conselho de Administração 51 104 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 105 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Títulos e Participações Financeiras 106 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 107 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Inventário de Títulos e Participações Financeiras DESIGNAÇÃO Quantidade Montante do valor nominal % do valor nominal Preço médio de aquisição Valor total de aquisição (Valores em Euros) Valor de balanço Unitário Total DESIGNAÇÃO Quantidade Montante do valor nominal % do valor nominal Preço médio de aquisição Valor total de aquisição Valor de balanço Unitário Total 2.1.2 - Títulos de rendimento variável 2.1.2.1 - Ações 1 - TÍTULOS DE EMPRESAS DO GRUPO E ASSOCIADAS 1.1 - Nacionais 1.1.1 - Partes de capital em empresas do grupo ... sub-total 0,00 0,00 0,00 0,00 1.2 - Estrangeiras 1.2.2 - Obrigações de empresas do grupo ... sub-total total 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 BANCO BPI SA.- REG SHS C. HOSPITALAR S. FRANCISCO CASTIL PARQUE 1,06 0,70 2.311.536,55 104.747,56 200,00 1.295,63 259.125,51 FUNFRAP-FUNDIÇAO PORTUGUESA SA 50.000,00 4,99 249.398,95 PREVISAO 17.500,00 4,28 74.939,89 191,00 0,00 0,00 Lusitania Seguros sub-total 2 - OUTROS TÍTULOS 2.1 - Nacionais 2.1.1 - Títulos de rendimento fixo 2.1.1.1 - De dívida pública 2.190.384,00 148.842,00 2.407.117,00 0,94 2,15 1.166,35 4,84 3,96 13,93 2.999.748,46 2.065.532,09 320.486,58 233.270,90 242.125,00 69.217,75 2.660,31 2.933.292,63 2.1.2.2 - Títulos de participação ... sub-total 2.1.2.3 - Unidades de participação em fundos de investimento OBRIGAÇÕES DO TESOURO 3,35% 10/15/2015 PGB4,95 10/23 OBRIGAÇÕES DO TESOURO MÉDIO PRAZO 4.45% 6/15/2018 OBRIGACOES DO TESOURO 3,85% 04/15/2021 OBRIGACOES DO TESOURO 4,75% 06/14/2019 OBRIGACOES DO TESOURO 4,80% 06/15/2020 PARPUB 3,5 07/13 ... 78.650.000,00 47.050.000,00 21.050.000,00 23.600.000,00 23.360.000,00 61.450.000,00 10.000.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 93,61% 91,67% 96,09% 85,27% 97,38% 91,93% 99,74% 73.621.347,75 43.131.523,32 20.227.934,10 20.123.367,07 22.747.985,76 56.490.472,97 9.974.000,00 94,02% 85,83% 91,26% 82,50% 90,53% 89,59% 98,75% 73.944.967,66 40.385.285,16 19.210.543,31 19.469.270,83 21.147.037,86 55.055.054,95 9.875.000,00 VISION ESCRITORIOS - FUNDO IBERIA FUND BPI LIQUIDEZ LOGISTICA E DISTRIBUICAO - F 1.349.235,00 500.000,00 6.948,51 300.000,00 265.160.000,00 246.316.630,97 239.087.159,77 2.1.1.2 - De outros emissores públicos REN REDES ENERGETICAS 7,875% 12/10/2013 REFER 4 03/15 REFER-REDE FERROVIARIA 5.875% 2/18/2019 METROPOLITANO DE LISBOA 5.75% 2/4/2019 6.500.000,00 8.000.000,00 4.000.000,00 6.900.000,00 EDP FINANCE BV 4,625% 6/13/2016 EDP FINANCE BV 3,75 6/22/2015 COMBOIOS DE PORTUGAL 4.17% 10/16/2019 ... sub-total 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 99,91% 91,76% 100,12% 100,00% 500.000,00 100,00% 100,91% 504.543,51 102,47% 512.340,00 2.500.000,00 5.300.000,00 100,00% 100,00% 96,66% 100,00% 2.416.590,01 5.300.000,00 100,89% 77,42% 2.522.250,00 4.103.154,00 33.700.000,00 6.494.002,50 7.340.500,00 4.004.820,00 6.899.863,99 104,22% 90,48% 85,48% 82,18% 32.960.320,01 BANCO BPI CLN BARCL 11/1/2013 BANCO BPI CLN ESPANHA 04/10/2014 BANCO BPI SA MAXLOOKBACK 1.25% 31/12/2013 PORTUGAL TELECOM INT FIN 4,375% 3/24/2017 BESP3,875 01/15 BANCO ESPÍRITO SANTO 3,375% 02/17/2015 CXGD3,625 07/14 CXGD 3,875% 12/16 BANCO SANTANDER TOTTA 2.625% 4/15/2013 BANCO COMERC PORTUGUES 5/9/2014 BCP 3,75% 10/16 SANTANDER 3.25% 21/10/14 PORTUGAL TELECOM INT FIN 4.5% 6/16/2025 BESPL 5,625% 05/06/14 Caixa Geral de Depósitos 4,25% 01/27/2020 PORTUGAL TELECOM INT FIN 6% 4/30/2013 BANCO COMERC PORTUGUES 5.625% 4/23/2014 BANCO COMERC PORTUGUES FLT 2/28/2013 CXGD 5,125 0214 CXGD4,375 0513 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 5.827.000,00 9.187.000,00 3.169.700,00 2.500.000,00 2.000.000,00 11.000.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 5.000.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 6.500.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 2.500.000,00 4.500.000,00 5.200.000,00 800.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,72% 100,11% 98,76% 79,52% 90,69% 95,18% 91,00% 83,75% 93,60% 94,79% 92,10% 99,97% 85,40% 98,29% 99,56% 99,90% 99,71% 94,24% 99,77% 98,16% 5.868.879,31 9.197.105,70 3.130.395,72 1.988.050,50 1.813.800,00 10.469.800,00 910.025,00 837.525,00 2.808.075,00 2.369.662,50 4.605.020,00 2.999.190,00 2.134.910,00 6.388.625,00 2.986.830,00 2.497.473,75 2.492.665,48 4.240.690,00 5.187.798,00 785.270,00 30.240.446,99 sub-total 0,00 76.683.700,00 73.711.790,96 sub-total 0,00 375.543.700,00 352.988.741,94 122,77% 108,24% 107,84% 101,18% 97,30% 98,14% 99,54% 97,99% 99,80% 93,72% 95,75% 99,51% 89,77% 100,76% 91,93% 100,97% 100,17% 99,28% 101,16% 99,93% 2.1.2.4 - Outros AUDATEX PORTUGAL SA 6.774.105,00 7.238.720,00 3.419.319,99 5.670.558,00 2.1.1.3 - De outros emissores 7.153.807,90 9.944.008,80 3.418.204,48 2.529.400,00 1.945.960,00 10.795.840,04 995.410,00 979.920,00 2.994.000,01 2.343.028,54 4.787.502,36 2.985.364,90 2.244.250,00 6.549.269,32 2.757.750,00 2.524.353,15 2.504.226,48 4.467.784,89 5.260.268,00 799.432,00 77.979.780,87 347.307.387,63 6.607.910,10 2.826.700,00 47.535,27 1.872.880,00 3,87 0,74 7,27 5,43 5.227.476,08 370.000,00 50.524,01 1.630.350,00 ... sub-total sub-total 4,90 5,65 6,84 6,24 2.156.183,51 11.355.025,37 520,00 249,40 129.687.45 7.278.350,09 513,50 267.019,43 ... sub-total sub-total total 520,00 0.00 4.563.820,51 0.00 4.563.820,51 375.543.700,00 129.687.45 14.484.461,28 367.473.203,22 267.019,43 10.478.662,15 357.786.049,78 2.2 - Estrangeiros 2.2.1 - Títulos de rendimento fixo 2.2.1.1 - De dívida pública BELGIUM KINGDOM 4,25% 9/28/2013 BELGIUM KINGDOM 5,5% 03/28/2028 BTNS4,5 07/13 3.100.000,00 200.000,00 100,00% 100,00% 104,62% 115,65% 3.243.158,75 231.305,01 102,99% 137,09% 3.192.689,99 274.180,00 793.500,00 1.800.000,00 152.000,00 50.000,00 4.000.000,00 6.500.000,00 10.150.000,00 137.000,00 1.650.000,00 600.000,00 4.425.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 105,64% 127,80% 99,41% 100,33% 99,77% 99,62% 103,56% 107,03% 119,26% 97,04% 105,01% 838.253,40 2.300.400,00 151.103,20 50.165,00 3.990.720,00 6.475.352,50 10.511.269,04 146.626,99 1.967.790,00 582.240,00 4.646.909,50 102,27% 124,02% 103,69% 100,32% 117,99% 115,52% 117,10% 113,69% 119,14% 107,75% 107,10% 811.512,45 2.232.360,00 157.601,20 50.160,00 4.719.520,00 7.508.475,00 11.885.650,00 155.748,45 1.965.729,43 646.500,00 4.739.174,98 2.600.000,00 100,00% 107,20% 2.787.071,51 120,33% 3.128.709,98 3.600.000,00 3.800.000,00 5.000.000,00 10.700.000,00 650.000,00 2.850.000,00 1.785.000,00 850.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 152,85% 100,94% 106,49% 114,11% 116,11% 116,31% 118,60% 113,10% 5.502.600,00 3.835.780,00 5.324.500,00 12.209.320,00 754.694,00 3.314.805,00 2.116.976,00 961.385,00 159,92% 102,23% 107,19% 114,71% 116,84% 116,29% 118,45% 117,30% 5.757.119,99 3.884.743,82 5.359.255,26 12.273.447,06 759.427,50 3.314.125,41 2.114.334,48 997.050,00 FRTR 3 10/15 1.300.000,00 100,00% 107,87% 1.402.245,00 107,82% 1.401.660,00 FRTR3 1/4 25/04/16 BK NEDERLANDSE GEMEENTEN 3,875% 2/21/2013 CE 3,5% 04/06/2021 EFSF 1,125% 30/11/2017 EFSF 2,25% 05/09/2022 EFSF 2.625 02/05/2019 EIB 2,25% 14/10/2022 4.598.000,00 4.000.000,00 500.000,00 500.000,00 500.000,00 1.000.000,00 500.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 103,24% 99,69% 115,21% 100,61% 102,20% 107,95% 103,25% 4.747.096,85 3.987.680,00 576.050,00 503.050,00 511.000,00 1.079.500,00 516.250,00 109,73% 100,49% 116,14% 101,20% 103,94% 108,34% 104,66% 5.045.385,40 4.019.400,00 580.675,00 505.995,00 519.675,00 1.083.400,00 523.290,00 BTPS 7,25 11\2026 BTPS3,75 04/16 BTPS 4,75% 0213 CAISSE AMORT DET CADES 4 15/12/25 CAISSE D’AMORT DETTE SOC 3,75% 10/25/2020 CAISSE D’AMORT DETTE SOC 4% 10/25/2019 DBR4 07/16 ESTADO FR. 4/2019 FRANCE (GOVT OF) 3,5% 4/25/2015 FRANCE (GOVT OF) 4% 10/25/2014 FRANCE (GOVT OF) 4,25% 10/25/2023 FRANCE (GOVT OF) 8,5% 4/25/2023 FRANCE 2,25% 25/10/2022 France 2.5 25/10/2020 FRANCE 3,5% 25/04/2020 FRANCE 4,25% 25/10/2017 FRANCE3,75% 10/19 FRANCE4,25 1018 FRANCIA 5% 1016 53 108 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 109 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Inventário de Títulos e Participações Financeiras DESIGNAÇÃO Quantidade EIB 2,625% 16/03/2020 EIB 2,75% 15/09/2021 EIB2,5 10/18 NETHERLANDS GOVERNMENT 3,75% 1/15/2023 NETHERLANDS GOVERNMENT 4% 7/15/2016 NETHERLANDS GOVERNMENT 4% 7/15/2018 REPUBLIC OF AUSTRIA 3,8% 10/20/2013 REPUBLIC OF AUSTRIA 4% 9/15/2016 REPUBLIC OF AUSTRIA 4,65% 1/15/2018 REPUBLIC OF AUSTRIA 6,25% 7/15/2027 Montante do valor nominal 2.500.000,00 1.000.000,00 4.000.000,00 2.135.000,00 600.000,00 140.000,00 150.000,00 215.000,00 2.900.000,00 740.000,02 % do valor nominal 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% Preço médio de aquisição 108,66% 109,47% 99,19% 96,06% 104,59% 97,47% 99,73% 98,84% 108,13% 132,25% Valor de balanço Unitário Total Valor total de aquisição 2.716.530,00 1.094.700,00 3.967.440,00 2.050.823,88 627.535,08 136.458,00 149.589,00 212.497,40 3.135.844,38 978.668,53 109,08% 109,48% 109,10% 120,24% 113,23% 117,96% 102,83% 113,35% 119,58% 150,42% 2.727.100,00 1.094.750,00 4.364.000,00 2.567.230,74 679.350,00 165.144,00 154.245,00 243.702,50 3.467.964,98 1.113.108,03 ... sub-total 0,00 92.670.500,02 100.335.383,02 106.183.590,65 2.2.1.2 - De outros emissores públicos A2A SPA 4,5% 11/02/2016 CORES 4% 7/15/2013 BELGELEC FINANCE SA 5,125% 6/24/2015 ENEL-SOCIETA PER AZIONI 6/20/2014 ENEL FIN 4,875% 11/03/2020 ENEL SPA 4,875% 20/02/2018 ENEL_FIN 4,875 17/04/2023 ENEL_FIN 5% 14/09/2022 ENEL3.5 02/16 ENEL4,625 06/15 1.000.000.00 1.000.000,00 1.000.000,00 2.500.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 3.000.000,00 7.200.000,00 4.700.000,00 500.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,63% 97,59% 100,52% 98,53% 105,50% 104,78% 98,90% 105,12% 100,86% 99,81% 1.006.285,00 975.900,00 1.005.170,03 2.463.207,50 1.055.000,00 1.047.800,00 2.966.970,00 7.568.890,00 4.740.250,00 499.025,00 104,72% 99,67% 109,47% 98,39% 107,81% 106,26% 104,56% 106,59% 102,24% 106,26% 1.047.150,00 996.660,00 1.094.690,00 2.459.725,00 1.078.060,00 1.062.570,00 3.136.740,00 7.674.408,00 4.805.092,00 531.275,00 ENEL5.25 06/17 GASN5,25% 07/14 GASN4,125% 0118 GASN4,375 11/16 GASNAT 4,5% 27/01/2020 GASNAT CAP 4,125% 24/04/2017 GASSM 6 27/01/2020 GASSM5,375 05/19 GDF SUEZ 5.625% 1/18/2016 GDF3,125% 01/20 IBERDROLA FINANZAS SAL 5,625% 5/9/2018 VEOLIA ENVIRONNEMENT 5,375% 5/28/2018 DEPSAN 4,00%-4.25% 01/10/2014 DEPSAN 3,75%-4.00% 01/10/2014 DEPSAN 3,25%-4.00% 15/03/2015 1.800.000,00 100,00% 108,25% 1.948.500,00 110,07% 1.981.242,00 2.500.000,00 100,00% 100,63% 2.515.682,00 105,46% 2.636.375,00 1.500.000,00 100,00% 101,23% 1.518.400,00 105,94% 1.589.025,00 5.700.000,00 100,00% 101,50% 5.785.350,00 107,06% 6.102.648,00 700.000,00 100,00% 103,56% 724.900,00 105,15% 736.015,00 1.000.000,00 100,00% 99,77% 997.710,00 106,43% 1.064.330,00 1.700.000,00 100,00% 111,11% 1.888.850,00 114,11% 1.939.819,00 2.700.000,00 100,00% 107,60% 2.905.270,00 111,25% 3.003.669,00 2.500.000,00 100,00% 103,42% 2.585.381,00 114,03% 2.850.700,00 500.000,00 100,00% 99,59% 497.965,00 108,32% 541.575,00 1.500.000,00 100,00% 100,48% 1.507.237,50 114,87% 1.723.005,00 1.650.000,00 100,00% 109,82% 1.812.085,00 117,89% 1.945.152,00 5.000.000,00 100,00% 100,00% 5.000.000,00 100,00% 5.000.000,00 7.000.000,00 100,00% 100,00% 7.000.000,00 100,00% 7.000.000,00 3.000.000,00 100,00% 100,00% 3.000.000,00 100,00% 3.000.000,00 sub-total 61.650.000,00 63.015.828,03 2.2.1.3 - De outros emissores ABBEY NATIONAL TREASURY 3,625% 10/14/2016 ABBEY2,5 03/13 ABBEY4.125 0314 ABERTIS 4,75% 25/10/2019 ABERTIS 5,125% 12/07/2017 ABESM4.625 1016 ABN AMRO BANK NV 9/14/2016 ACACB2,50 06/15 ACACB2,625 6/15 AIG MATCHED FUNDING 3%-9% 25/03/2013 AIR LIQUIDE SA 4,75% 6/25/2014 ASSICURAZIONI GENERALI 5.125% 09/16/2024 AXA 4,5% 01/15 AYTCED 3.50% 03/16 BANCA POPOLARE DI MILANO 3.5% 10/17/2016 BANCO POPULAR ESPANOL 4,25% 09/30/2015 BANES3,50 01/16 BANES4,625 0315 BANEST4,25 0914 BANESTO 2,625% 02/28/2013 BANESTO 3,625% 04/06/13 BANESTO 4,75 24/01/17 BANK OF SCOTLAND PLC 3/16/2020 64.999.925,00 . 4.000.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 500.000,00 450.000,00 2.500.000,00 2.500.000,00 2.000.000,00 1.500.000,00 3.000.000,00 1.000.000,00 200.000,00 750.000,00 500.000,00 3.000.000,00 3.000.000,00 3.000.000,00 1.200.000,00 500.000,00 1.900.000,00 1.300.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 99,71% 100,61% 102,05% 103,00% 107,38% 102,50% 93,81% 100,20% 100,79% 99,39% 99,81% 98,55% 101,59% 92,80% 99,29% 101,00% 95,30% 100,10% 98,48% 98,62% 99,63% 99,74% 99,19% 3.988.320,00 1.006.100,00 1.020.500,00 515.000,00 483.210,00 2.562.500,00 2.345.280,00 2.004.000,00 1.511.850,00 2.981.700,00 998.130,00 197.104,00 761.941,87 464.000,00 2.978.730,00 3.030.000,00 2.859.000,00 1.201.200,00 492.386,87 1.873.750,00 1.295.190,00 2.992.230,00 2.479.646,61 109,84% 100,43% 103,51% 105,27% 108,21% 105,82% 93,88% 104,74% 102,29% 101,77% 106,17% 106,19% 107,33% 93,00% 100,40% 100,40% 101,33% 103,88% 102,37% 99,58% 100,14% 105,68% 111,99% 4.393.644,51 1.004.300,00 1.035.119,87 526.335,00 486.949,50 2.645.425,00 2.347.025,00 2.094.843,44 1.534.380,00 3.053.100,00 1.061.700,00 212.380,00 804.945,00 465.000,00 3.011.854,94 3.012.120,00 3.039.900,00 1.246.584,00 511.850,00 1.892.020,00 1.301.820,00 3.170.280,00 2.799.643,03 DESIGNAÇÃO Quantidade Montante do valor nominal % do valor nominal BANK3,25% 11/14 BANKINTER FLOAT 01/15/13 BANQUE FED CRED MUTUEL 02/16 BAYERISCHE LANDESBANK 3/30/2015 BBK3,375 09/14 3.000.000,00 3.000.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 3.000.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% BBVA 3% 09/10/2014 5.000.000,00 100,00% BBVA 3,5% 05/12/2017 5.000.000,00 100,00% BBVA 3,5% 24/01/2021 4.800.000,00 100,00% BBVA 3,50% 07/26/2013 1.000.000,00 100,00% BBVA INTL PREF UNIPERSON 8,5% 10/21/2014 2.000.000,00 100,00% BBVA4,125 01/14 BBVA4,75 02/16 BBVA4.25 0714 BBVASM4.25 0315 BELGACOM S.A. DROIT PUB 4,375% 11/23/2016 BKTSM4.125 0317 BNP 5% 12/13 BNP ARBITRAGE ISSUANCE OÁSIS 1.5% 03/06/2014 BNP ARBITRAGE ISSUANCE TOP 20 1.25% 31/5/2013 BNP PARIBAS 3,375% 01/12/2017 BNPSCF2,25 1015 BNPSCF3,12 0616 BNPSCF3,62 0614 BNZ INTERNATIONAL FNDNG 4% 08/03/2017 BSCH3,25 02/15 BSCH3,625 0417 BSCH4,375 03/15 CABKSM4 16/02/17 CAIXA5,125 0416 CAIXAB 4,625% 04/06/2019 1.000.000,00 9.000.000,00 1.500.000,00 2.900.000,00 1.050.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 3.788.600,00 2.631.200,00 5.000.000,00 1.500.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 3.000.000,00 1.000.000,00 2.500.000,00 600.000,00 2.300.000,00 2.800.000,00 700.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% CAIXAB3,375% 30/06/14 1.350.000,00 CAIXAB4,25 01/17 CAIXAB4,75 0315 CAIXAB5 02/16 2.000.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 CAJA MADRID 5,75 06/16 CAJA VALENCIA Y ALICANTE 3% 4/15/2013 CALYON 6% 06/13 CARREFOUR SA 4,375% 11/2/2016 CFF6,125 02/15 CIFEUR4,5 06/14 CITIGROUP FUNDING INC 4.70% 3/14/2017 CMCIC2,75 02/14 CMCIC3,125 0115 CMCIC3,375 0716 CRH 2,6 04/16 CRH 4,25 10/14 DEPFA FUNDING IV LP 5,029% 3/21/2017 DRESDNER BANK AG 1,06% 8/15/2013 DTEL 2% 30/10/2019 DTEL4,375 06/14 ELM BV (SWISS REIN CO) 5,252% 5/25/2016 ENAGAS 4,25% 05/10/2017 ENI SPA 5% 1/28/2016 ESFG INTERNATIONAL LTD 5,753% 6/6/2017 FORTIS NED 4% 02/03/2015 FRANCE TELECOM 3,625% 10/14/2015 FRANCE TELECOM 5% 1/22/2014 FRANCE TELECOM 7,25% 1/28/2013 GE CAPITAL EURO FUNDING 4.75% 07/30/2014 GOLDMAN SACHS GROUP INC 4,5% 1/30/2017 GOLDMAN SACHS GROUP INC 4,723% 23/05/2016 HANNOVER FINANCE SA 5% 6/1/2015 HENKEL AG & CO KGAA 4,25% 6/10/2013 HIPO HIPO-8 A2 15/3/2038 HSBC FINANCE CORP 3,75% 11/4/2015 IBERC3,375 1114 IBERCAJA 3,50% 04/15 Preço médio de aquisição 99,65% 100,00% Valor total de aquisição Valor de balanço Unitário Total 2.989.500,00 3.000.000,00 2.818.200,00 2.500.000,00 2.999.730,00 100,20% 99,63% 97,54% 100,50% 100,00% 3.005.854,93 2.988.904,91 2.926.083,20 2.512.500,00 3.000.004,92 4.995.650,00 100,30% 5.014.758,23 4.984.700,00 100,19% 5.009.400,01 4.502.688,00 4.655.520,00 1.998.907,28 96,99% 93,96% 96,89% 100,29% 96,95% 99,72% 105,71% 91,79% 100,00% 99,40% 98,75% 101,80% 103,50% 99,55% 96,40% 97,13% 100,00% 99,41% 101,13% 94,75% 990.500,00 9.100.800,00 1.483.200,00 2.908.346,25 1.017.937,50 1.994.420,00 1.057.100,00 3.477.555,94 2.631.200,00 4.970.000,00 1.481.250,00 2.036.000,00 1.034.950,00 2.986.458,38 964.000,00 2.428.150,00 600.000,00 2.286.490,00 2.831.700,00 663.250,00 101,53% 105,32% 102,32% 103,30% 113,05% 101,36% 104,18% 110,91% 104,56% 110,42% 104,75% 108,22% 104,61% 110,72% 101,29% 102,09% 103,72% 100,57% 104,89% 101,46% 1.015.270,00 9.478.620,00 1.534.800,00 2.995.584,00 1.187.025,00 2.027.280,00 1.041.819,97 4.201.936,26 2.751.182,72 5.521.009,06 1.571.220,00 2.164.403,55 1.046.101,72 3.321.539,38 1.012.860,00 2.552.350,00 622.302,00 2.313.202,00 2.936.808,00 710.185,00 100,00% 97,24% 1.312.740,00 100,61% 1.358.167,50 100,00% 100,00% 100,00% 100,70% 100,25% 99,95% 2.014.000,00 1.002.500,00 999.500,00 102,01% 103,42% 104,64% 2.040.200,00 1.034.170,00 1.046.360,00 1.000.000,00 100,00% 99,75% 997.500,00 100,60% 1.005.950,00 1.500.000,00 1.000.000,00 800.000,00 2.500.000,00 2.500.000,00 2.500.000,00 1.500.000,00 1.250.000,00 1.000.000,00 2.000.000,00 1.800.000,00 2.500.000,00 4.436.000,00 3.200.000,00 1.000.000,00 700.000,00 1.500.000,00 1.100.000,00 1.250.000,00 500.000,00 2.500.000,00 150.000,00 1.389.000,00 1.800.000,00 1.000.000,00 1.200.000,00 2.000.000,00 2.000.000,00 1.025.009,50 1.000.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 99,82% 105,89% 101,40% 111,07% 105,42% 99,64% 101,07% 102,35% 103,05% 100,39% 106,19% 20,33% 100,00% 99,72% 105,00% 100,15% 100,77% 99,34% 100,00% 99,80% 97,15% 106,82% 115,08% 99,91% 98,40% 92,25% 96,26% 98,36% 99,55% 100,47% 99,92% 99,63% 1.497.285,00 1.058.900,00 811.220,00 2.776.750,00 2.635.550,00 2.490.882,00 1.516.050,00 1.279.375,00 1.030.500,00 2.007.800,00 1.911.452,00 508.143,60 4.436.000,00 3.190.912,00 1.050.000,00 701.050,00 1.511.608,00 1.092.707,00 1.250.000,00 499.000,00 2.428.850,00 160.233,75 1.598.495,81 1.798.434,00 983.998,95 1.107.030,00 1.925.100,00 1.967.200,00 1.020.435,36 1.004.662,50 2.997.480,00 2.490.650,00 99,47% 96,60% 110,30% 111,50% 104,98% 100,20% 102,55% 105,22% 109,11% 106,47% 106,88% 30,00% 126,15% 102,00% 105,16% 102,48% 104,84% 111,29% 49,00% 106,25% 107,30% 104,56% 1.491.977,45 965.980,00 882.360,00 2.787.379,58 2.624.376,72 2.505.000,00 1.538.250,00 1.315.252,16 1.091.061,79 2.129.323,50 1.923.753,16 750.000,00 5.596.014,00 3.264.065,49 1.051.560,00 717.374,00 1.572.630,00 1.224.179,00 612.500,00 531.230,00 2.682.475,01 156.844,50 1.395.014,37 1.910.825,61 1.097.400,00 1.151.400,00 2.047.500,00 2.033.680,01 799.355,71 1.072.700,00 2.940.934,83 2.409.903,48 93,94% 105,71% 99,99% 99,91% 99,69% 93,81% 99,65% 99,95% 99,05% 101,12% 98,88% 996.500,00 100,43% 106,16% 109,74% 95,95% 102,38% 101,68% 77,99% 107,27% 98,03% 96,40% 939.560,00 1.937.760,00 54 110 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 111 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Inventário de Títulos e Participações Financeiras DESIGNAÇÃO Quantidade Montante do valor nominal % do valor nominal Preço médio de aquisição Valor total de aquisição Valor de balanço Unitário Total IBESM3,875 0214 IBESM4,75 01/16 IBESM4.25 10/18 ISPIM 3,25 28/04/2017 ISPIM 5 27/01/2021 IS ISPIM4.375 0816 PIM4.375 0816 ISPM 3,75% 09/2019 MAPFRE SA 5,921% 7/24/2037 MERRILL LYNCH & CO 4,875% 5/30/2014 MERRILL LYNCH SA LUX 1/30/2017 MS IV 03/2013 NATIONAL AUSTRALIA BANK 4,75% 07/15/2016 NORDEA BANK AB 4.5% 5/12/2014 NOVART4,25 0616 PFIZER INC. 4,75% 12/15/2014 POPSM4,125 0418 POPSM4.125 0317 POPULAR 4 10/16 RABOBANK 4,125% 01/14/2020 RABOBANK NEDERLAND 10% 08/2013 RABOBANK NEDERLAND 3,375% 1/18/2016 RBS 5,25% 05/13 REP 4,25 2016 1.700.000,00 500.000,00 900.000,00 2.000.000,00 2.100.000,00 5.000.000,00 5.000.000,00 2.500.000,00 2.500.000,00 2.000.000,00 1.600.000,00 1.600.000,00 1.000.000,00 2.500.000,00 2.500.000,00 3.000.000,00 1.000.000,00 1.400.000,00 3.000.000,00 3.000.000,00 2.500.000,00 150.000,00 3.500.000,00 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,35% 99,68% 99,77% 104,25% 112,55% 105,35% 99,37% 99,58% 99,95% 100,00% 99,51% 103,63% 100,14% 100,62% 104,99% 99,71% 99,58% 99,31% 114,75% 124,02% 98,74% 102,55% 100,61% 1.705.950,00 498.410,00 897.894,00 2.085.000,00 2.363.550,00 5.267.525,00 4.968.600,00 2.489.500,00 2.498.700,00 2.000.000,00 1.592.146,26 1.658.016,00 1.001.420,00 2.515.550,00 2.624.747,50 2.991.180,00 995.800,00 1.390.340,00 3.442.575,00 3.720.600,00 2.468.384,75 153.828,75 3.521.250,00 102,74% 107,80% 108,08% 104,28% 113,43% 108,46% 106,22% 82,74% 105,08% 93,75% 99,99% 113,27% 105,41% 112,19% 108,06% 98,56% 99,55% 99,49% 114,87% 109,49% 107,60% 101,39% 106,49% 1.746.614,00 538.985,00 972.756,00 2.085.663,42 2.382.075,91 5.422.900,92 5.311.050,00 2.068.400,00 2.626.979,31 1.875.000,00 1.599.823,93 1.812.272,00 1.054.131,73 2.804.650,00 2.701.575,00 2.956.860,00 995.540,00 1.392.790,00 3.446.069,98 3.284.700,00 2.690.076,59 152.085,00 3.727.150,00 REPSOL 4,375% 02/2018 SANTANDER ISSUANCES 3/23/2017 SHELL INTERNATIONAL FIN 4,625% 5/22/2017 SOCGEN3 03/15 SOCGEN4 4/16 SOCGEN5.25 0313 SOCSFH3,25 0616 SOGEN3,75 0814 SOLVAY S.A. 4,875% 1/10/2014 SOLVAY S.A.5% 6/12/2015 SRGIM 3.5 13/02/2012 STADSHYPOTEK 3% 10/01/2014 STATOILHYDRO ASA 4.375% 3/11/2015 TEF_EMISAU 5,811 05/09/17 TELEF 1,71% 20/01/2020 TELEFO 3,661 08/17 TELEFO 4.797 21/02/18 TELEFONICA EMISIONES SAL 4,375% 2/2/2016 TELEFONICA EMISIONES SAL 5.496% 4/1/2016 TELEFONICA EUROPE BV 5,125% 2/14/2013 TELEKOM FINANZMANAGEMENT 5% 7/22/2013 TELENOR ASA 4,5% 3/28/2014 TELSTRA CORP LTD. 4,75% 3/21/2017 TERNA SPA 4.125 17/02/2017 TITIM 5,375% 29/01/2019 TITIM 6,125% 14/12/2018 UBI Banca 3.625% 23/09/2016 UBS AG LONDON 5.625% 5/19/2014 UBS6 04/18/18 UBS6.25 09/13 UCIM 4 01/18 UCIM 4.875 0317 UCIM 5 31/10/21 UCIM4.25 07/18 UCIM5.25 04/23 UNICREDIT SPA 4,375% 01/31/2022 UNICREDIT SPA 4,875% 2/12/2013 VODAFONE GROUP PLC 5% 6/4/2018 VODAFONE GROUP PLC 9/5/2013 1.000.000,00 100,00% 99,65% 996.540,00 107,48% 1.074.750,00 5.200.000,00 100,00% 91,77% 4.771.817,25 83,06% 4.319.276,00 1.050.000,00 100,00% 102,18% 1.072.904,15 116,32% 1.221.328,50 1.000.000,00 100,00% 98,78% 987.800,00 104,28% 1.042.780,00 500.000,00 100,00% 103,97% 519.855,00 108,89% 544.465,00 1.500.000,00 100,00% 103,78% 1.556.700,00 101,10% 1.516.560,00 2.000.000,00 100,00% 101,66% 2.033.200,00 108,52% 2.170.363,56 3.900.000,00 100,00% 103,36% 4.031.040,00 104,64% 4.080.921,00 2.000.000,00 100,00% 102,12% 2.042.476,93 104,18% 2.083.640,00 1.800.000,00 100,00% 101,02% 1.818.290,00 109,62% 1.973.217,24 500.000,00 100,00% 99,65% 498.230,00 104,60% 523.010,00 3.000.000,00 100,00% 99,59% 2.987.670,00 104,58% 3.137.405,15 1.200.000,00 100,00% 99,83% 1.198.003,24 108,27% 1.299.240,00 2.500.000,00 100,00% 104,86% 2.621.500,00 113,39% 2.834.851,86 4.100.000,00 100,00% 103,59% 4.247.050,00 108,36% 4.442.723,62 800.000,00 100,00% 92,00% 736.000,00 104,27% 834.128,00 1.500.000,00 100,00% 105,60% 1.584.000,00 109,13% 1.636.966,79 3.707.000,00 100,00% 99,20% 3.677.321,00 106,40% 3.944.210,61 1.750.000,00 100,00% 100,08% 1.751.467,50 109,56% 1.917.355,20 2.500.000,00 100,00% 100,29% 2.507.235,25 100,45% 2.511.178,87 2.500.000,00 100,00% 104,03% 2.600.776,50 102,28% 2.556.975,01 2.500.000,00 100,00% 102,39% 2.559.828,50 104,96% 2.623.927,93 2.500.000,00 100,00% 99,67% 2.491.670,00 115,94% 2.898.500,01 6.000.000,00 100,00% 102,79% 6.167.590,00 108,90% 6.534.060,00 4.000.000,00 100,00% 109,50% 4.379.900,00 109,71% 4.388.567,20 422.000,00 100,00% 112,65% 475.383,00 114,14% 481.671,59 2.000.000,00 100,00% 99,47% 1.989.320,00 103,39% 2.067.703,39 2.400.000,00 100,00% 100,05% 2.401.260,00 106,68% 2.560.296,00 3.000.000,00 100,00% 114,79% 3.443.700,00 123,40% 3.701.910,00 1.400.000,00 100,00% 106,38% 1.489.320,00 103,80% 1.453.269,95 8.000.000,00 100,00% 103,30% 8.264.210,94 107,75% 8.619.766,40 2.500.000,00 100,00% 99,49% 2.487.125,00 107,07% 2.676.825,00 3.850.000,00 100,00% 103,54% 3.986.353,50 114,52% 4.409.174,09 3.000.000,00 100,00% 105,60% 3.168.037,50 109,22% 3.276.482,64 1.000.000,00 100,00% 107,62% 1.076.165,00 116,18% 1.161.750,38 3.000.000,00 100,00% 99,43% 2.983.020,00 109,20% 3.276.000,00 1.100.000,00 100,00% 100,84% 1.109.250,01 100,43% 1.104.697,00 2.500.000,00 100,00% 101,45% 2.536.362,50 119,58% 2.989.474,75 2.700.000,00 100,00% 99,95% 2.698.755,00 100,27% 2.707.294,11 VOLKSWAGEN INTL FIN NV 7% 2/9/2016 2.500.000,00 100,00% 114,86% 2.871.578,50 118,09% 2.952.200,01 WPP FINANCE SA 5,25% 1/30/2015 1.100.000,00 100,00% 99,99% 1.099.868,00 108,54% 1.193.961,76 DESIGNAÇÃO Quantidade Montante do valor nominal % do valor nominal Preço médio de aquisição Valor total de aquisição Valor de balanço Unitário Total sub-total sub-total 0,00 330.748.809,50 485.069.309,52 332.604.489,20 495.955.700,25 344.795.239,43 515.978.755,08 sub-total 0,00 0,00 0,00 0,00 2.2.2 - Unidades de participação em fundos de investimento 2.2.2.1 - Ações 2.2.2.2 - Títulos de participação sub-total 2.2.2.3 - Unidades de participação em fundos de investimento PREFF-PAN EUR REAL ESTATE-A GREFF GLOBAL REAL ESTATE FOF A DEGI GLOBAL BUSINESS ALLIANZ RCM EUROL EO GROW-A ALLIANZ RCM INTERGLOBAL-A DEGI INTERNATIONAL PIMCO Total Return Bond Fund AMUNDI ETF EURO 42.500,00 34.204,43 5.982,29 686,83 544,01 8.374,62 50.368,25 3.520,00 107,45 79,30 100,30 93,98 155,29 51,00 17,25 48,05 4.566.775,00 2.712.500,00 599.995,11 64.549,64 84.479,25 427.101,47 868.852,33 169.142,93 84,96 81,26 56,34 133,11 160,55 35,51 20,45 46,73 3.610.800,00 2.779.332,17 337.042,11 91.423,68 87.340,69 297.382,61 1.030.030,73 164.489,60 sub-total 146.180,42 0,00 9.493.395,73 8.397.841,59 sub-total total 146.180,42 146.180,42 4.710.000,93 0,00 485.069.309,52 860.613.009,52 9.493.395,73 505.449.095,98 872.922.299,20 8.397.841,59 524.376.596,67 882.162.646,45 2.2.2.4 - Outros 3 - TOTAL GERAL 55 112 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 113 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Relatório e Parecer do Conselho Fiscal Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A. Relatório e Contas 2010 115 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Relatório e Parecer do Conselho Fiscal Senhores Accionistas, Em conformidade com a legislação em vigor, no cumprimento do disposto nos estatutos da ALLIANZ PORTUGAL, S.A.. e no mandato que nos foi conferido, vem o Conselho Fiscal apresentar o seu relatório sobre a ação desenvolvida e emitir o seu parecer sobre a informação e as demonstrações financeiras consolidadas referentes ao exercício de 2012, que lhe foram apresentados para apreciação pelo Conselho de Administração. O Conselho Fiscal procedeu à análise das demonstrações financeiras consolidadas que compreendem o balanço consolidado em 31 de dezembro de 2012, as demonstrações consolidadas dos resultados, a demonstração consolidada dos rendimentos e gastos reconhecidos, a demonstração consolidada dos fluxos de caixa e os correspondentes anexos, elaborados pelo Conselho de Administração. Existe uma aderência dos princípios contabilísticos usados na sua preparação e apresentação com as Normas Internacionais de Relato Financeiro tal como adotadas pela União Europeia, bem como a observância dos preceitos legais e estatutários em vigor. O Conselho Fiscal tomou conhecimento da Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria sobre a informação financeira consolidada emitido pelo Revisor Oficial de Contas e Auditor Externo, com o qual manifesta a sua concordância, e que não apresenta qualquer reserva nem ênfase. Analisadas e verificadas as políticas contabilísticas, foi encontrado tudo em perfeitas condições. Deste modo, tendo-nos sido presentes referidos documentos e dada a sua conformidade legal e estatutária, e tendo também em atenção a certificação legal de contas, o nosso parecer é o seguinte: Devem ser aprovados o relatório consolidado de gestão, o balanço consolidado, a conta consolidada de ganhos e perdas, as demonstrações consolidadas de rendimento integral, os fluxos de caixa e de variações de capital próprio e correspondente anexo. Lisboa, 15 de Março de 2013 O Conselho Fiscal, 57 116 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 117 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA Certificação Legal das Contas 118 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 119 Allianz Portugal Relatório e Contas 2012 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA 59 120 Relatório e Contas 2010 Relatório e Contas 2010 121 ÍNDICE | FICHA TÉCNICA ÍNDICE | FICHA TÉCNICA www.allianz.pt Companhia de Seguros Allianz Portugal, S. A. Rua Andrade Corvo, 32 1069-014 Lisboa Telefone +351 213 165 300 Telefax +351 213 165 570 e-mail: [email protected] Capital Social €39.545.400 CRC Lisboa 2 977 Pessoa Colectiva 500 069 514 122 Relatório e Contas 2010 Ficha Técnica Edição Companhia de Seguros Allianz Portugal S.A. Direção de Pessoas - Desenvolvimento e Comunicação Junho de 2013 Relatório e Contas 2010 123