ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
RELATÓRIO E CONTAS
2012
Allianz Portugal
Companhia de Seguros, S. A.
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
3
seguradora
consigo de A a Z.
Allianz Portugal
Factos de 2012
671novos Mediadores
544 colaboradores
4,6 % de quota de mercado
Mais
Prémios emitidos atingem
405 escritórios de Agentes Allianz em todo o país
504,927 milhões de euros
*
Força de vendas constituída por
193 colaboradores
28 escritórios comerciais para apoio a Mediadores
Relatório e Contas 2012
Allianz Portugal
* Inclui Vida, Não Vida e contratos de investimento.
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Índice
Órgãos Sociais
Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas
5 Corpos Sociais no Exercício de 2012 22 Exercício de 2012
Assembleia Geral Anual
Títulos e Participações
7 Convocatória de Acionistas
53 Inventário de Títulos e Participações Financeiras Relatório de Gestão
Parecer do Conselho Fiscal
10 Enquadramento macro-económico
57 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal sobre as Contas Consolidadas do Exercício de 2012
10 Mercado português - seguros e fundos de pensões
11 Enquadramento institucional
11 Análise das empresas consolidadas
Certificação Legal das Contas
12 Política de remuneração dos membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização
12 Resultados Consolidados
12 Perspetivas para 2013
59 Certificação Legal das Contas Consolidadas
13 Conclusão
Balanço e Contas de Ganhos e Perdas
16 Ativo
17 Passivo
18 Demonstração dos Resultados Consolidados para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
19 Demonstração do Rendimento Integral Consolidado para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
19 Demonstrações das Variações do Capital Próprio Consolidado para os Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
20 Demonstração dos Fluxos de Caixa Consolidados
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Relatório e Contas 2010
Relatório
e Contas
Relatório
e Contas
20112010
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O mundo na ponta dos dedos.
Em segundos a informação ocupa o
centro do mundo, onde o passado e
o futuro se unem no presente de um
gesto simples.
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Órgãos Sociais
Corpos Sociais da Allianz Portugal no Exercício de 2012
Conselho de Administração
Revisor Oficial de Contas
TERESA MARGARIDA TUDELA MIRA GODINHO
KPMG & ASSOCIADOS - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas S.A.
representada por
ANA CRISTINA SOARES VALENTE DOURADO
Administradora-Delegada
VICENTE TARDIO BARUTEL
HELGA JUNG
IVAN DE LA SOTA DUÑABEITIA
ANTÓNIO FARINHA MORAIS
ANTÓNIO DOMINGUES
ANTÓNIO ALBERTO RETTO FRIAS COUTO LEITÃO
Revisor Oficial de Contas
FERNANDO GUSTAVO DUARTE ANTUNES
Suplente
Mesa da Assembleia Geral
Administradores
Conselho Fiscal
JOÃO CARLOS VAZ SERRA DE MOURA
Presidente
JOSÉ VAZ SERRA DE MOURA
LUÍS CARLOS MELO ANTUNES FERREIRA
Presidente
Secretário
DIOGO INÁCIO VADRE CASTELINO E ALVIM
ISAQUE MARCOS LAMEIRAS RAMOS
Vogais
MIGUEL MOURA ELIAS
Membro Suplente
5
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2012
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Comunicar é estar disponível.
Escrever, ver e ouvir é tão fácil como
falar, sem longe nem distância, em
qualquer momento.
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Assembleia Geral Anual
Convocatória
São convocados os Acionistas da Companhia de Seguros ALLIANZ PORTUGAL,
S. A., matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o n.º
2977 e com o capital social de € 39.545.400, titular do cartão de pessoa coletiva
n.º 500.069.514, para reunir em Assembleia Geral Anual, na Rua Andrade
Corvo, n.º 32, no próximo dia 09 de Abril de 2013, pelas 11:00 horas, com a
seguinte Ordem dos Trabalhos:
1. Deliberar sobre o Relatório do Conselho de Administração, o Balanço e as Contas da Sociedade, tudo relativo ao
Exercício de 2012, bem como sobre o respectivo relatório e parecer dos Órgãos de Fiscalização; o Relatório do
Conselho de Administração, o Balanço e as Contas da Sociedade, tudo relativo ao Exercício de 2012, bem como
sobre o respectivo relatório e parecer dos Órgãos de Fiscalização;
2. Deliberar sobre a proposta de aplicação dos resultados;
3. Deliberar sobre o Relatório do Conselho de Administração, o Balanço e os demais documentos de prestação
de contas consolidadas do exercício de 2012, bem como sobre o respectivo relatório e parecer dos Órgãos de
Fiscalização;
4. Proceder à apreciação geral da Administração e Fiscalização da Sociedade; a nomeação por coptação, de um
Membro do Conselho de Administração;
Ficam à disposição dos Senhores Acionistas, a partir do 15º dia anterior à data da Assembleia, os elementos de
informação previstos no artigo 289º do Código das Sociedades Comerciais. Podem participar na Assembleia todos
os Acionistas possuidores de pelo menos 100 ações, que até dez dias antes da data designada para a Assembleia as
tenham registadas em seu nome, ou depositadas quer na sede da Companhia, quer em Instituição de crédito. Cada
100 ações dão direito a um voto.
Os Acionistas podem fazer se representar por outro Acionista ou pelo cônjuge, ascendente ou descendente, ou por
um membro do Conselho de Administração.
Lisboa, 11 de Março de 2013
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Dr. João Carlos Vaz Serra de Moura
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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A comunicação existe reciproca
e disponível.
Na curiosidade, à procura de uma
solução, ao encontro de uma
resposta, em tempo real.de A a
Relatório de Gestão
Allianz Portugal
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
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Relatório Consolidado do Conselho de Administração
Companhia de Seguros
ALLIANZ PORTUGAL, S. A.
que representou no conjunto do ano uma quebra de (-3,2%), valor acima dos (-3,0%), previstos pelo Governo e pela Troika, tornando-se
assim na segunda economia da UEM com maior contração a seguir à Grécia.
Os resultados do PIB nos últimos meses do ano foram influenciados principalmente pela quebra registada ao nível das exportações,
numa conjuntura global mais difícil devido á maior recessão que se verificou nas economias da zona Euro.
Senhores Acionistas,
Nos termos legais e estatutários, vimos submeter à vossa apreciação o Relatório e as Demonstrações Financeiras, relativas ao Exercício
de 2012.
O perímetro de integração abrange as seguintes empresas:
• Empresa-mãe: Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A.
• Empresa incluída: Allianz - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.
A inclusão é feita pelo método de integração global.
1. Enquadramento macro-económico
No ano de 2012 os mercados financeiros internacionais caracterizaram-se por uma elevada instabilidade, em resultado do agravamento
da crise da dívida soberana na zona Euro, na sequência das dúvidas que se colocaram ao cumprimento das metas orçamentais em
Espanha e Itália, bem como das tensões políticas que se verificaram na Grécia e dos receios que se levantaram quanto à possibilidade de
desagregação da União Económica e Monetária (UEM).
A nível externo houve por parte dos investidores internacionais uma maior disponibilidade de exposição à economia portuguesa,
com resultados francamente positivos, de que são exemplo a descida das Yields da dívida pública, e principalmente a reabertura dos
mercados primários de dívidas de longo prazo aos bancos e empresas e, já no início de 2013, ao Estado.
A taxa de desemprego no final de 2012 sofreu um agravamento face ao ano anterior, tendo-se situado nos 16,5% (14,6% em 2011),
muito acima da taxa da zona euro que foi de 11,7% (10,7% em 2011). A inflação situou-se nos 2,8% menos 0,8 p.p que no ano anterior e
0,3 p.p acima da taxa da zona Euro (2,5%).
No que se refere aos resultados da execução orçamental, a receita fiscal do Estado registou, no período compreendido entre Janeiro e
Novembro de 2012, uma variação homóloga de (-5,8%), que resultou principalmente da evolução negativa da cobrança dos impostos
diretos e, em menor escala, das receitas referentes aos impostos indiretos. Do lado da despesa verificou-se uma diminuição de (-3,7%)
em relação ao período homólogo, decorrente da suspensão do pagamento dos subsídios de férias e Natal à maior parte dos funcionários
públicos. Assim, o défice do Estado foi de 7.724 milhões de Euros até Novembro (9.784 milhões em 2011).
Os riscos referentes ao crescimento da economia portuguesa são grandes, face aos impactos das novas medidas de austeridade,
nomeadamente o aumento dos impostos sobre a procura interna, o agravamento previsto do desemprego e o impacto da recessão na
zona Euro nas exportações.
2. Mercado português - Seguros e Fundos de Pensões
A segunda parte do ano trouxe contudo alguns sinais positivos. Em primeiro lugar as políticas expansionistas seguidas pelos Bancos
Centrais permitiram a injeção de maior liquidez nos mercados financeiros, o que tem tido um reflexo positivo ao nível dos índices
bolsistas e na redução das yields dos títulos de dívida pública da periferia da zona Euro.
Em 2012 o sector segurador teve novamente um decréscimo do volume de prémios, embora de menor expressão do que o do ano anterior
(-28,1% em 2011 e -7,1% em 2012).
Outros fatores que contribuíram para reduzir a incerteza ao nível da política económica global, foram por um lado o acordo parcial
alcançado ao nível do orçamento nos EUA, e por outro, na Zona Euro, com o lançamento de medidas adicionais por parte da Comissão
Europeia e do BCE. Neste contexto salienta-se o acordo conseguido referente à dívida da Grécia, as medidas tomadas na direção de uma
união bancária europeia, a reestruturação do sector bancário de Espanha, a apresentação do programa de aquisição de títulos da dívida
pública em mercado secundário (OMT) e a manutenção das taxas de juro a níveis muito baixos.
A produção total do sector foi de 10.9 mil milhões de euros, representando cerca de 6,4% do PIB português. Face ao ano anterior verificouse uma redução de 0,8 mil milhões de euros no total da produção, e uma quebra do peso desta no PIB de (-0,5%).
Os resultados ao nível do PIB foram dececionantes, tendo-se registado uma contração da economia na zona Euro de (-0,6%) no quarto
trimestre de 2012, comparativamente com o trimestre anterior e de (-0,9%) em relação a igual período de 2011. Para este recuo
contribuíram as quedas ocorridas no PIB, no último trimestre do ano, nas três principais economias da moeda única, Alemanha, França
e Itália. Nos EUA registou-se um crescimento de 1,5% do PIB no último trimestre do ano, comparativamente a igual período do ano
anterior, tendo o mesmo permanecido estável relativamente ao terceiro trimestre (+0,8%). A atividade económica nos últimos meses
nos EUA, foi afetada pelas incertezas em redor da aprovação do orçamento e pela desaceleração das exportações em contraste com a
evolução verificada nos primeiros trimestres do ano.
A evolução da atividade seguradora fundamentalmente no que se refere ao ramo vida, foi igualmente condicionada pela alteração do
regime de benefícios fiscais a que estavam sujeitos alguns produtos específicos de seguros e pela diminuição da capacidade de poupança
das famílias.
O PIB em Portugal registou uma redução de (-3,8%) no último trimestre do ano comparativamente com o período homologo de 2011, o
As necessidades de financiamento do sector bancário continuaram a condicionar a estratégia dos bancos, que preferencialmente
direcionaram as poupanças de médio e longo prazo para depósitos, em detrimento dos produtos financeiros de seguros.
O segmento Vida, cujo peso no total da produção foi de 63,5%, teve uma redução de (-8,9%) face a um ano de 2011 onde já se tinha
registado uma quebra significativa de (-37,6%).
No caso do segmento Não Vida verificou-se um decréscimo de (-3,8%), o que representa um agravamento face a 2011, onde se tinha
verificado uma quebra menos acentuada de (-0,6%). A redução do volume de prémios deste segmento é explicada pelo comportamento
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Relatório e Contas 2010
Relatório
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20112010
Relatório
e Contas
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
dos seus principais ramos, isto é, Automóvel e Acidentes de Trabalho, modalidades mais afetadas pela desaceleração económica verificada.
da estabilidade financeira;
Relativamente aos canais de distribuição, a bancassurance manteve-se como o maior canal de distribuição no ramo Vida, representando
76% face a 78,3% em 2011. Nos ramos Não Vida este canal continuou a aumentar o seu peso, representando agora cerca de 15% (face a
13,9% em 2011).
• Lei 31/2012 de 14 de Agosto, que procedeu à revisão do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano;
No segmento Vida, verificou-se uma redução do crescimento em todas as modalidades, face a 2011. A principal quebra de produção
verificou-se nos PPR (-14,1%), produto mais afetado pela conjuntura económica e pela retirada dos benefícios fiscais, e a menos acentuada
registou-se nos produtos de risco (-3,0%).
No segmento Não Vida, é de salientar o crescimento de 3,3% dos seguros de Multiriscos Habitação e de 2,2% dos seguros de Saúde, que
foram as únicas linhas de negócio que apresentaram uma evolução positiva comparativamente ao ano anterior.
• Lei 55-A/2012 de 29 de Outubro, que aprovou alterações ao Códigos do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares e das
Pessoas Colectivas, ao Código do Imposto de Selo e à lei Geral Tributária;
• Lei 60/2012 de 9 de Novembro, que aprovou alterações ao Código de Processo Civil, nomeadamente no que respeita ao processo
executivo;
• Lei 64/2012 de 20 de Dezembro, que aprovou a segunda alteração ao Orçamento de Estado para 2012;
• Lei 66-B/2012 de 31 de Dezembro, que aprovou o Orçamento de Estado para 2013;
O ramo Automóvel teve um dos níveis de produção mais fracos dos últimos anos, tendo registado um decréscimo de (-5,4%). Para
esta quebra contribuiu a redução que se verificou no prémio médio na cobertura de responsabilidade civil, devido ao efeito da pressão
concorrencial do mercado.
Relativamente ao ramo de Acidentes de Trabalho, registou-se uma redução dos prémios de (-10,6%), provocada pelo aumento do
desemprego e contenção da massa salarial, mas também pela deterioração da tarifa média resultante da pressão concorrencial do
mercado. Nos últimos anos este ramo tem vindo a reduzir o seu peso na estrutura de carteira dos ramos Não Vida em detrimento do ramo
Saúde.
Em 2012, prevê-se que os resultados líquidos das empresas de seguros atinjam os 531 milhões de euros, valor significativamente superior
ao verificado em 2011, de 36 milhões de euros.
A taxa de cobertura prevista para a margem de solvência é de 250%, 70 pontos percentuais acima dos valores atingidos no ano anterior.
Relativamente ao mercado dos Fundos de Pensões, no final de 2012 o valor sob gestão de fundos ascendia a 14.471M€, o que representa
um acréscimo de 9,3% em relação ao ano de 2011. Em 2012 registou-se um crescimento dos valores sob gestão dos fundos de pensões
fechados de 9,2%, enquanto que os restantes fundos abertos e os PPR cresceram 13.9% e 1,5% respetivamente.
No final do ano de 2012, a distribuição do volume de ativos sob gestão por categorias era a seguinte: Fundos Fechados (13.196M€), Outros
Fundos Abertos (915M€) e Fundos PPR (356M€).
• Decreto - Lei 85-A/2012 de 5 de Abril, que suspendeu o regime de flexibilização da idade de acesso à pensão de reforma por
antecipação;
• Decreto-Lei 149/2012 de 9 de Julho, que alterou o Código dos Contratos Públicos;
Citam-se também alguns dos documentos normativos mais importantes, emitidos pelo Instituto de Seguros de Portugal:
• Normas nº 5/2012 – R, de 6 de Junho e nº 8/2012 - R, de 29 de Outubro , que estabelecem novas regras para o cálculo e reporte das
provisões técnicas com base em princípios económicos;
• Norma nº 9/2012 - R, de 14 de Dezembro: que adiou a entrada em vigor do regime de registo obrigatório da Base de Dados de
Beneficiários de Seguros;
• Circular nº 2/2012, de 1 de Março: que divulgou os deveres de diligência dos Seguradores relativamente aos Seguros de Proteção ao
Crédito;
• Circular nº 3/2012, de 19 de Abril: que reviu os limiares relevantes para a determinação da margem de solvência para os Ramos “Não
Vida” e dos Limites Mínimos do Fundo de Garantia para o Ramo “Vida” e para os Ramos “Não Vida”.
4. Análise das empresas consolidadas
3. Enquadramento institucional
4.1 Companhia de Seguros Allianz Portugal, S. A.
Durante o ano de 2012 foram introduzidas alterações legislativas relevantes, nomeadamente:
• Lei 3/2012 de 10 de Janeiro, que aprovou alterações ao Código do Trabalho;
• Lei 14/2012 de 26 de Março, que aprovou alterações ao regime legal dos Contratos de Serviços Financeiros prestados à distância;
• Lei 14-A/2012 de 30 de Março, que aprovou alterações ao Código do Imposto sobre Valor Acrescentado e dos Impostos Especiais
sobre o Consumo;
• Lei 16/2012 de 20 de Abril, que aprovou alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas;
• Lei 19/2012 de 8 de Maio, que aprovou o novo Regime Jurídico da Concorrência;
O resultado líquido do Exercício de 2012 é de 23.727.783,75 €, inferior em 31,9% ao verificado em 2011, consequência do agravamento
dos resultados financeiros.
Verificou-se um crescimento de 1,9% do volume de prémios total (incluindo os contratos de investimento classificados como
instrumentos financeiros), em contraciclo com o mercado, que em termos globais sofreu uma queda de (-7,1%).
O crescimento foi induzido pelo negócio Não Vida onde se registou um aumento de 5,3%, enquanto no negócio de Vida houve uma
redução de (-3.4%). Em ambos os casos os valores superaram os atingidos pelo mercado português, que decresceu (-8,9%) no negócio
Vida e (-3,8%) em Não Vida.
No que se refere ao stock de apólices, a Companhia teve um crescimento de 2,6% comparativamente com o ano anterior, atingindo um
total de 1.616.176 apólices.
• Lei 20/2012 de 14 de Maio, que aprovou a primeira alteração ao Orçamento de Estado para 2012, no âmbito do programa de reforço
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
O número de clientes aumentou 4% face a 2011, atingindo um total de 864.953 no final do ano.
Em função da instabilidade dos mercados financeiros, verificou-se uma redução de (- 40,8%) nos resultados financeiros, face a 2011.
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
exercício correspondentes a todo o mandato. Existem no entanto já implementadas em outras empresas do Grupo Allianz políticas de
remuneração variável diferidas no tempo por períodos de 3 anos, que irão ser aplicadas à Administração da Allianz Portugal a partir do
ano de 2013.
Os Capitais Próprios totalizam 230,437 M€, apresentando um aumento de 26,1% face ao ano anterior.
Os mecanismos existentes relativamente à ligação da remuneração variável ao desempenho da empresa estão refletidos no próprio
sistema de remuneração variável que, conforme foi referido acima, está sempre dependente do cumprimento de objetivos económicos
e financeiros da sociedade, pelo que caso o desempenho da sociedade não seja adequado, a remuneração variável sofrerá a respetiva
redução ou anulação.
Ao nível da margem de solvência, o rácio atingiu no final do ano de 2012 o valor de 263,72%. Em 2011 este rácio apresentava um valor
de 184,3%.
O Conselho Fiscal da Sociedade é composto por três membros que recebem uma remuneração fixa anual definida tendo em conta as
obrigações inerentes às funções desempenhadas e à responsabilidade das mesmas.
4.2. Allianz - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S. A.
A remuneração do Revisor Oficial de Contas é aprovada anualmente pelo Conselho de Administração.
O resultado líquido do exercício de 2012 apresentou uma melhoria de € 81.253,70 face ao verificado em 2011, ascendendo a um
resultado líquido negativo de € 30.515,05.
Os valores pagos no ano de 2012 aos membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização, no âmbito das respetivas funções, foram
os seguintes:
A cobertura das provisões técnicas aumentou cerca de 19 p.p., tendo contribuído para esta situação a forte instabilidade e pressão
verificada nos mercados financeiros.
O resultado negativo ocorrido no ano resulta fundamentalmente da diminuição das comissões cobradas aos Fundos de Pensões, da
redução dos juros das aplicações financeiras e de menos-valias na amortização de uma obrigação no valor de € 8.845,73 .
O resultado operacional passou de € 108.311,07 para € 28.720,54 negativos justificado pelo apresentação na demonstração de
resultados dos valores da rúbrica “Juros, dividendos e outros rendimentos similares” em resultado operacional em vez de resultados
antes de impostos, em linha com o normativo.
No que se refere aos resultados financeiros, estes cifraram-se em € 39.871,86 contra € 41.907,44 em 2011.
Quanto à atividade da Allianz, SGFP em 2012, no valor dos fundos geridos verificou-se um ligeiro aumento de € 32.206.886,71 para
€ 32.315.115,59, tendo sob gestão 3 fundos fechados e 1 fundo aberto com várias adesões coletivas e individuais.
A rentabilidade média dos fundos foi positiva, sendo de 10,9%, naturalmente variável de fundo para fundo em função da carteria e da
respetiva liquidez.
5. Política de remuneração dos membros dos Orgãos de Administração e Fiscalização
Esta declaração expressa os princípios gerais que regem a estrutura de remuneração dos membros do Conselho de Administração, do
Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Teresa Margarida Tudela Mira Godinho
Ivan de la Sota Duñabeitia
Vicente Tardio Barutel
Helga Jung
António Domingues
António Farinha de Morais
António Alberto Retto Frias Couto Leitão
CONSELHO FISCAL
José Vaz Serra Moura
Diogo Inácio Vadre Castelino Alvim
Isaque Marcos Lameiras Ramos
2012
€ 332.250,00
€ 0,00
€ 0,00
€ 0,00
€ 0,00
€ 0,00
€ 0,00
2012
€ 3.000,00
€ 5.000,00
€ 5.000,00
REVISOR OFICIAL DE CONTAS 2012
KPMG & Associados
Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, S. A. € 137.000,00
6. Resultados consolidados
Relativamente ao Conselho de Administração, apenas é remunerado o Administrador-Delegado, sendo essa remuneração definida pela
Comissão de Remunerações da Sociedade.
A remuneração é fixada tendo em conta a necessidade da mesma ser competitiva face à atividade da Sociedade e ao mercado onde a
mesma está inserida, sempre com o objetivo de atrair os melhores valores e de permitir que a Sociedade possa beneficiar dos serviços
de profissionais da mais elevada qualidade.
A remuneração variável é definida tendo em conta um conjunto de objetivos que são previamente fixados no início do período em
avaliação. Esses objetivos dividem-se em objetivos financeiros da própria sociedade e objetivos individuais do administrador, que se
encontram naturalmente alinhados uns com os outros. No final do período anual, é avaliada qual a percentagem de cumprimento
dos objetivos fixados e, com base no resultado dessa avaliação, é determinada a remuneração variável a pagar. Para 2012 o valor
máximo a pagar poderia atingir os 150% da remuneração fixa. Para o ano de 2012 ainda não existia qualquer mecanismo que
previsse a possibilidade de o pagamento da remuneração variável ter lugar, no todo ou em parte, após o apuramento das contas de
O resultado líquido consolidado do exercício de 2012 atribuível aos acionistas é de € 23.703.980, inferior em cerca de 31,7% ao registado
em 2011 de € 34.714.551. Para esta variação contribuiu a evolução negativa dos resultados financeiros.
7. Perspetivas para 2013
Apesar de se prever uma conjuntura económica mais favorável do que em 2012, as principais economias mundiais deverão atingir
em 2013 taxas de crescimento económico relativamente baixas ou moderadas. Alguns riscos, principalmente de natureza política,
continuarão a condicionar a atividade económica, nomeadamente a capacidade dos EUA ultrapassarem os problemas orçamentais, as
decisões referentes à criação da união bancária e orçamental da Zona Euro, as eleições em Itália e na Alemanha e as tensões sociais nos
países do sul da Europa mais afetados com as medidas de austeridade.
Dentro dos principais riscos negativos para a evolução da atividade económica global, há ainda a considerar o possível aumento do
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Relatório e Contas 2010
Relatório
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Relatório
e Contas
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
preço das matérias primas, designadamente de bens energéticos, devido aos habituais riscos geopolíticos no Médio Oriente.
Os nossos agradecimentos a todos os Colaboradores, pelos resultados obtidos nas suas áreas de responsabilidade.
Na Zona Euro, prevê-se uma contração da atividade económica, principalmente nos primeiros meses do ano, provocada pelo clima de
incerteza relacionado com a crise da dívida soberana, sobretudo no que se refere ao desempenho das economias da “periferia”, sujeitas
a políticas orçamentais restritivas.
É igualmente relevante o apoio que recebemos dos accionistas Allianz Group e Grupo BPI, para que os programas de longo prazo sejam
implementados e contribuam para o aumento do valor da Allianz Portugal.
As perspetivas para as Economias dos Países emergentes são mais favoráveis, uma vez que estas, ao contrário da zona Euro, estão
menos condicionadas com o peso da dívida pública, prevendo-se que a procura interna se manterá elevada. O principal risco para estas
economias será uma possível desaceleração das exportações, em virtude dos riscos orçamentais das principais economias mundiais.
O nosso agradecimento, ainda, ao Conselho Fiscal, à KPMG e à Oliveira & Reis e Associados, Lda - nossos auditores e Revisores Oficiais
de Contas, ao Instituto de Seguros de Portugal e à Associação Portuguesa de Seguradores, pela colaboração e capacidade de resposta
demonstradas.
Em Portugal, prevê-se para 2013 uma contração da atividade económica. Os primeiros meses do ano serão fortemente condicionados
pelo impacto das medidas de austeridade sobre a procura interna e a diminuição das exportações em virtude da maior recessão
económica das principais economias da zona Euro. Paralelamente à difícil conjuntura económica, existe o risco em aberto de o Tribunal
Constitucional poder rejeitar algumas medidas do OE 2013, o que poderá levar à necessidade de introduzir medidas compensatórias de
forma a garantir a execução orçamental.
Lisboa, 6 de Março de 2013
O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Teresa Tudela Mira Godinho
Administradora-delegada
No final de 2012, foram já visíveis alguns resultados positivos do programa de ajustamento da economia portuguesa cuja tendência
se espera prosseguir em 2013, principalmente ao nível da melhoria das condições financeiras externas, possibilitando o regresso aos
mercados internacionais de algumas empresas nacionais e do próprio Estado.
Para 2013 prevê-se a manutenção da estagnação do mercado interno dos fundos de pensões, tendo em conta as medidas de
austeridade e a contração da economia, as empresas e os particulares irão adiar a constituição de complementos de pensão privados.
O OE de 2013 reduz os limites máximos de deduções à coleta das contribuições individuais para os fundos de pensões, prevendo-se
assim a diminuição destas contribuições em 2013.
Vicente Tardio
Presidente
Helga Jung
Ivan José de la Sota Duñabeitia
António Farinha de Morais
António Domingues
António Alberto Retto Frias Couto Leitão
8. Conclusão
Num contexto económico muito difícil a Allianz Portugal conseguiu uma vez mais, durante o ano de 2012, contrariar a tendência do
mercado, obtendo um crescimento do volume de prémios em contraciclo com a generalidade do mercado.
Em 2012, a Allianz Portugal conseguiu igualmente aumentar a sua base de agentes, o número de clientes, o número de escritórios
comerciais e melhorar o seu rácio de custos.
Considerando a inovação um fator essencial no crescimento e diferenciação do mercado, a Allianz Portugal lançou em 2012 as base do
seu projeto digital. Este tem por objetivo principal desenvolver e potenciar o modelo de negócio da companhia e dos seus mediadores
utilizando as ferramentas do universo digital.
A Allianz Portugal, a exemplo dos últimos anos, assumiu em 2012 como um dos seus principais pontos estratégicos, a proteção de
Capital, reforçando a sua solidez financeira.
Relativamente ao envolvimento dos trabalhadores gostaríamos de salientar que foi realizado um Inquérito Global de Clima
Organizacional, comum a todo o Grupo Allianz, sendo que face a 2011 a Allianz Portugal melhorou significativamente os resultados,
quer no nível de participação (94%, +5pp) quer nos Índices de Satisfação (87%, +5pp) e de Liderança (77%, +4pp). É de realçar o facto
de a empresa ter melhorado em todas as catorze dimensões que constituíam o questionário, relativamente aos resultados obtidos em
2011. E de não menos importância, o facto de a Allianz Portugal ter sido a empresa que em todo o Grupo Allianz, atingiu o resultado
mais alto no Nível de Satisfação, em igualdade com a Allianz Espanha.
A Allianz Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, apresentou resultados ligeiramente negativos em 2012, decorrentes principalmente
da degradação dos resultados financeiros, no entanto face ao ano anterior verificou-se uma melhoria dos resultados líquidos.
13
28
Relatório e Contas 2010
Relatório
e Contas
20112010
Relatório
e Contas
29
Comunicar é partilhar
conhecimento.
Palavras, números, imagens, está tudo
lá. A todo o instante, compartilhado
por todos.
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Balanço e Contas de Ganhos e Perdas
Allianz Portugal
32
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
33
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Balanço Consolidado em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
(Valores em Euros)
EXERCÍCIO
BALANÇO
Notas
Imparidade,
depreciações/amortizações
ou ajustamentos
Valor bruto
Valor líquido
EXERCÍCIO ANTERIOR
ATIVO
Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem
8
86.936.696
-
86.936.696
Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos
7
-
-
-
-
Ativos financeiros detidos para negociação
6.1
136.471
-
136.471
4.067
Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas
6.1
41.171.143
-
41.171.143
58.853.123
-
-
-
-
Ativos financeiros disponíveis para venda
6.1
624.484.999
-
624.484.999
575.405.326
Empréstimos concedidos e contas a receber
6.2
2.106.013
-
2.106.013
12.427.210
Derivados de cobertura
Depósitos junto de empresas cedentes
Outros depósitos
Empréstimos concedidos
-
-
-
-
253
-
253
9.978.944
2.105.760
-
2.105.760
2.448.266
Contas a receber
-
-
-
-
Outros
-
-
-
-
Investimentos a deter até à maturidade
6.3
233.569.567
-
233.569.567
230.069.292
9
58.107.218
2.593.983
55.513.235
56.127.734
Terrenos e edíficios de uso próprio
25.040.683
2.593.983
22.446.700
22.880.599
Terrenos e edifícios de rendimento
33.066.535
-
33.066.535
33.247.135
16.672.112
14.479.387
2.192.725
1.572.864
Terrenos e edíficios
Outros ativos tangíveis
10
Inventários
-
-
-
-
Goodwill
-
-
-
-
Outros ativos intangíveis
12
8.655.192
7.696.349
958.843
1.118.828
Provisões técnicas de resseguro cedido
4.1
38.602.806
-
38.602.806
44.333.048
23.189.475
-
23.189.475
24.394.433
-
-
-
-
Provisão para prémios não adquiridos
Provisão matemática do ramo Vida
Provisão para sinistros
15.413.331
-
15.413.331
19.897.952
Provisão para participação nos resultados
-
-
-
40.663
Provisão para compromissos de taxa
-
-
-
-
Provisão para estabilização de carteira
-
-
-
-
Outras provisões técnicas
-
-
-
-
Ativos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo
Outros devedores por operações de seguros e outras operações
23
1.687.343
-
1.687.343
400.781
37.2
71.797.976
11.693.456
60.104.520
115.009.737
31.310.951
1.534.323
29.776.628
35.294.703
3.503.784
1.121.417
2.382.367
1.957.490
36.983.241
9.037.716
27.945.525
77.757.544
2.650.388
-
2.650.388
22.940.578
-
-
-
-
2.650.388
-
2.650.388
22.940.578
263.967
-
263.967
332.537
Contas a receber por operações de seguro direto
Contas a receber por operações de resseguro
Contas a receber por outras operações
Ativos por impostos e taxas
24
Ativos por impostos (e taxas) correntes
Ativos por impostos diferidos
Acréscimos e diferimentos
Outros elementos do ativo
-
-
-
-
Ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas
-
-
-
-
1.186.841.891
36.463.175
1.150.378.716
1.121.847.894
TOTAL ATIVO
16
34
3.252.769
Relatório e Contas 2010
32
Relatório e Contas 2010
35
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Balanço Consolidado em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
(Valores em Euros)
BALANÇO
Notas
Exercício
EXERCÍCIO ANTERIOR
PASSIVO
Provisões técnicas
4.1
Provisão para prémios não adquiridos
Provisão matemática do ramo Vida
Provisão para sinistros
537.531.149
593.455.735
77.856.853
79.096.244
156.633.766
185.158.727
-
-
18.362.923
19.881.115
De Acidentes de Trabalho
116.714.604
113.941.630
De outros ramos
142.365.943
172.463.305
12.664.424
12.103.536
De Vida
Provisão para participação nos resultados
Provisão para compromissos de taxa
-
-
Provisão para estabilização de carteira
2.215.036
2.383.657
Provisão para desvios de sinistralidade
8.849.391
7.792.977
Provisão para riscos em curso
1.868.209
634.544
Outras provisões técnicas
Passivos financeiros da componente de depósito de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento
Outros passivos financeiros
5
6.4
-
-
302.727.158
262.000.773
1.426.031
1.667.677
Derivados de cobertura
-
-
Passivos subordinados
-
-
1.426.031
1.667.677
-
-
Depósitos recebidos de resseguradores
Outros
Passivos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo
Outros credores por operações de seguros e outras operações
23
37.3
-
-
37.974.829
45.089.237
Contas a pagar por operações de seguro direto
4.224.242
5.586.203
Contas a pagar por operações de resseguro
9.615.013
15.042.234
Contas a pagar por outras operações
Passivos por impostos e taxas
24
Passivos por impostos (e taxas) correntes
Passivos por impostos diferidos
Acréscimos e diferimentos
Outras provisões
24.135.574
24.460.800
17.771.176
16.078.150
17.771.176
16.078.150
-
-
37.1
17.177.624
15.566.963
13
5.135.901
5.123.058
Outros elementos do passivo
-
-
Passivos de um grupo para alienação classificado como detido para venda
-
-
919.743.868
938.981.593
TOTAL PASSIVO
CAPITAL PRÓPRIO
Capital
39.545.400
39.545.400
(Ações Próprias)
-
-
Outros instrumentos de capital
-
-
7.704.990
(69.587.706)
Reservas de reavaliação
25
26
Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros
7.704.990
(69.587.706)
Por revalorização de terrenos e edifícios de uso próprio
-
-
Por revalorização de outros ativos tangíveis
-
-
Por revalorização de ativos intangíveis
-
-
Por ajustamentos no justo valor de instrumentos de cobertura em coberturas de fluxos de caixa
-
-
Por ajustamentos no justo valor de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira
-
-
De diferenças de câmbio
-
-
Reserva por impostos diferidos e correntes
26
(2.250.812)
20.375.091
Outras reservas
26
77.214.324
73.008.953
Resultados transitados
84.551.204
84.639.398
Resultado líquido do exercício atribuível aos acionistas da Companhia
23.703.890
34.714.551
230.468.996
182.695.687
TOTAL CAPITAL PRÓPRIO ATRIBUÍVEL AOS ACIONISTAS DA COMPANHIA
Interesses que não controlam
TOTAL CAPITAL PRÓPRIO
TOTAL PASSIVO E CAPITAL PRÓPRIO
165.852
170.614
230.634.848
182.866.301
1.150.378.716
1.121.847.894
17
36
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
37
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Demonstração dos Resultados Consolidados para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
(Valores em Euros)
CONTA DE GANHOS E PERDAS
Prémios adquiridos liquídos de resseguro
Prémios brutos emitidos
Prémios de resseguro cedido
Provisão para prémios não adquiridos (variação)
Provisão para prémios não adquiridos, parte resseguradores (variação)
Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento ou como contratos de prestação de serviços
Custos com sinistros, líquidos de resseguro
Montantes pagos
Montantes brutos
Parte dos resseguradores
Provisão para sinistros (variação)
Montante bruto
Parte dos resseguradores
Outras provisões técnicas, líquidas de resseguro (variação)
Provisão matemática do ramo Vida, líquida de resseguro (variação)
Montante bruto
Parte dos resseguradores
Participação nos resultados, líquida de resseguro
Custos e gastos de exploração líquidos
Custos de aquisição
Custos de aquisição diferidos (variação)
Gastos administrativos
Comissões e participação nos resultados de resseguro
Rendimentos
De juros de ativos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas
De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas
Outros
Gastos financeiros
De juros de ativos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas
De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas
Outros
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas
De ativos disponíveis para venda
De empréstimos e contas a receber
De investimentos a deter até à maturidade
De passivos financeiros valorizados a custo amortizado
De outros
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas
De ativos e passivos financeiros detidos para negociação
De ativos e passivos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas
Diferenças de câmbio
Ganhos líquidos pela venda de ativos não financeiros que não estejam classificados como ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas
Perdas de imparidade (líquidas de reversão)
De ativos disponíveis para venda
De empréstimos e contas a receber valorizados a custo amortizado
De investimentos a deter até à maturidade
De outros
Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro
Outras provisões (variação)
Outros rendimentos/gastos
Goodwill negativo reconhecido imediatamente em ganhos e perdas
Ganhos e perdas de associadas e empreendimentos conjuntos contabilizados pelo método da equivalência patrimonial
Ganhos e perdas de ativos não correntes (ou grupos para alienação) classificados como detidos para venda
Notas
Exercício
Técnica Vida
Técnica Não Vida
Não Técnica
EXERCÍCIO ANTERIOR
Total
95.861.099
97.050.996
(1.258.517)
138.310
(69.690)
781.582
(74.788.231)
(76.170.025)
(77.799.408)
1.629.383
1.381.794
1.518.192
(136.398)
168.621
28.713.919
28.713.919
(1.220.205)
(40.142.546)
(32.018.420)
(188.958)
(4.444.730)
509.562
12.013.015
18.623.046
(6.616.998)
6.967
(1.071.592)
(1.071.592)
(16.039.134)
(16.039.134)
(12.000)
(12.000)
(242.530)
(242.530)
-
266.387.296
316.386.118
(50..912.062)
2.048.507
(1.135.267)
(182.073.550)
(204.587.346)
(214.187.307)
9.599.961
22.513.796
26.862.020
(4.348.224)
(2.290.078)
305.004
(66.388.825)
(62.971.370)
(947.428)
(12.135.908)
9.665.881
17.504.849
15.667.898
1.836.951
(791.816)
(791.816)
(3.823.123)
(3.823.123)
189.250
(3.250)
192.500
(190.600)
(443.954)
(441.739)
(2.215)
493.325
-
113.389
101.013
12.376
30.960
30.960
14.833
2.817.333
2.817.333
(623.730)
(169.999)
-
362.248.395
413.437.114
(52.170.579)
2.186.817
1.204.957
781.582
(256.861.781)
(280.757.371)
(291.986.715)
11.229.344
23.895.590
28.380.212
(4.484.622)
(2.121.457)
28.713.919
28.713.919
(915.201)
(106.531.371)
(98.989.790)
(1.136.386)
(16.580.638)
10.175.443
29.631.253
34.391.957
(6.616.998)
1.856.294
(1.863.408)
(1.863.408)
(19.862.257)
(19.862.257)
208.210
20.194
(848.332)
(175.767)
2.130.849
(2.901.845)
2.210.316
(2.215)
493.325
(623.730)
(169.999)
-
350.801.410
395.697.265
(45.430.549)
(424.409)
959.103
1.068.589
(267.153.844)
(295.580.764)
(304.881.229)
9.300.465
28.426.920
33.601.234
(5.174.314)
(712.546)
51.135.061
51.135.061
(1.861.747)
(103.182.283)
(94.213.291)
(726.503)
(17.482.351)
9.239.862
35.821.596
37.650.693
(5.174.555)
3.345.458
(2.240.253)
(2.240.253)
(11.429.342)
(11.429.342)
(828.138)
20.194
(848.332)
(91.910)
(691.529)
(2.901.845)
2.210.316
432.860
(1.210.238)
(100.940)
-
4.021.998
28.877.778
2.182.786
35.082.562
49.756.746
-
-
(10.375.753)
(1.007.681)
(10.375.753)
(1.007.681)
(14.656.625)
(403.011)
4.021.998
28.877.778
(9.200.648)
23.699.128
34.697.110
Atribuível aos acionistas da Companhia
Atribuível aos interesses que não controlam
23.703.890
(4.762)
34.714.551
(17.441)
RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
23.699.128
34.697.110
3.00
4.39
14
14
14
15
14, 4.1
4.1
14, 4.1
4.1
4.1
4.1
4.1
21
16
5.16
21
17
-
17, 18
6.1
13
9
13
37.4
RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS
Imposto sobre o rendimento do Exercício - Impostos correntes
Imposto sobre o rendimento do Exercício - Impostos diferidos
RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
RESULTADO POR AÇÃO
24
24
18
38
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
39
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Demonstração do Rendimento Integral Consolidado
para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
(Valores em Euros)
2012
2011
23.703.890
34.714.551
(4.762)
(17.441)
23.699.128
34.697.110
1.054.865
3.941.589
77.847.820
(40.573.356)
Resultado líquido do exercício
Atribuível aos acionistas da Companhia
Atribuível aos interesses que não controlam
Reconhecimento dos desvios atuariais
Alterações da reserva de justo valor
(555.124)
14.857
(22.958.185)
10.618.724
Total rendimento integral do exercício
79.088.504
8.698.924
Atribuível aos acionistas da Companhia
79.093.266
8.719.487
(4.762)
(20.563)
79.088.504
8.698.924
Provisão para participação nos resultados a atribuir (“shadow”)
Impostos diferidos e correntes
Atribuível aos interesses que não controlam
Total rendimento integral do exercício
Demonstração das Variações do Capital Próprio Consolidado
para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011
(Valores em Euros)
Demonstração de Variações
do Capital Próprio
Balanço a 1 de Janeiro de 2011
Reserva de
reavaliação
Por ajustamentos
no justo valor de
ativos financeiros
disponíveis para
venda
Capital
39.545.400
Outras reservas
Reserva
por impostos
diferidos e correntes
Prémios
de emissão
Reserva legal
Resultados
transitados
Outras reservas
Resultado
do exercício
Interesses
que não controlam
Subtotal
(29.032.329)
8.613.306
19.596.054
31.004.878
15.234.143
84.559.132
43.763.745
TOTAL
213.284.329
191.177
213.475.506
Reconhecimento dos desvios atuariais (líquido de impostos)
-
-
-
-
-
2.798.529
-
-
2.798.529
-
2.798.529
Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda (líquidos de shadow)
-
(40.555.377)
-
-
-
-
-
-
(40.555.377)
-
(40.555.377)
Ajustamentos por reconhecimento de impostos diferidos e correntes
-
-
11.761.785
-
-
-
-
-
11.761.785
-
11.761.785
Aumentos de reservas por aplicação de resultados
-
-
-
4.375.349
-
-
39.388.396
(43.763.745)
-
-
-
Distribuição de lucros/prejuízos
-
-
-
-
-
-
(39.308.130)
-
(39.308.130)
-
(39.308.130)
Outros ganhos/perdas reconhecidos diretamente no capital próprio
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Interesses que não controlam
-
-
-
-
-
-
-
-
-
(20.563)
(20.563)
Resultado líquido do período
-
-
-
-
-
-
-
34.714.551
34.714.551
-
34.714.551
39.545.400
(69.587.706)
20.375.091
23.971.403
31.004.878
18.032.672
84.639.398
34.714.551
182.695.687
170.614
182.866.301
Balanço a 31 de Dezembro de 2011
Reconhecimentodos desvios atuariais (líquido de impostos)
-
-
-
-
-
722.582
-
-
722.582
-
722.582
Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda (líquidos de shadow)
-
77.292.696
-
-
-
-
-
-
77.292.696
-
77.292.696
(22.625.903)
Ajustamentos por reconhecimento de impostos diferidos
-
-
(22.625.903)
-
-
-
-
-
(22.625.903)
-
Aumentos de reservas por aplicação de resultados
-
-
-
3.482.789
-
-
31.231.762
(34.714.551)
-
-
-
Distribuição de lucros/prejuízos
-
-
-
-
-
-
(31.319.956)
-
(31.319.956)
-
(31.319.956)
-
-
-
-
-
-
-
(4.762)
(4.762)
-
-
-
-
-
-
-
23.703.890
23.703.890
-
23.703.890
39.545.400
7.704.990
(2.250.812)
27.454.192
31.004.878
18.755.254
84.551.204
23.703.890
230.468.996
165.852
230.634.848
Interesses que não controlam
Resultado líquido do período
Balanço a 31 de Dezembro de 2012
19
40
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
41
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Demonstração dos Fluxos de Caixa Consolidados
(Valores em Euros)
2012
2011
Fluxo de caixa de atividades operacionais
Resultado líquido do excercício
Depreciações e amortizações do exercício
Variação das provisões técnicas de seguro direto
23.703.890
34.714.551
1.168.485
1.188.948
(55.924.586)
(81.739.555)
Variação das provisões técnicas de resseguro cedido
5.730.242
4.215.212
Variação de passivos por contratos de investimento
40.726.385
64.753.285
Imparidade de ativos liquida de reversões e recuperações
(2.130.849)
691.529
Variação no justo valor de imóveis de rendimento
Variação de outras provisões
Variação de ativos de negociação
Variação de empréstimos e contas a receber
Variação de devedores por operações de seguro direto, de resseguro e outros
Variação de outros ativos e passivos por impostos
Variação de outros ativos e passivos
Variação de credores por operações de seguro direto, de resseguro e outros
180.600
-
12.843
(1.647.994)
(132.404)
876.164
342.506
(116.241)
57.722.550
(63.891.339)
(642.687)
7.104.655
864.930
(392.897)
(7.114.408)
4.849.013
64.507.497
(29.394.669)
Fluxo de caixa de atividades de investimento
Variação nos ativos financeiros ao justo valor através de ganhos e perdas
17.681.980
18.868.609
Variação nos ativos financeiros disponíveis para venda
27.528.754
271.951.317
Variação nos investimentos em associadas
(3.500.275)
(230.069.292)
9.978.691
8.066.177
Aquisições de ativos tangíveis e intangíveis
(1.224.659)
(805.585)
Alienações de ativos tangíveis e intangíveis
36.658
-
-
510.660
50.501.149
68.521.886
(31.319.957)
(39.308.128)
Variação em outros depósitos
Alienações de terrenos e edificios
Fluxo de caixa de atividades de investimento
Distribuição de dividendos
Interesses que não controlam
Variação líquida em caixa e equivalentes
Caixa e equivalentes no início do período
Caixa e equivalentes no fim do período
(4.762)
(20.563)
(31.324.719)
(39.328.691)
83.683.927
(201.474)
3.252.769
3.454.243
86.936.696
3.252.769
20
42
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
43
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Anexo
às Demonstrações Financeiras
Allianz Portugal
44
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
45
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas
(Valores em Euros)
2012
Exercício de 2012
Rubricas do Ganhos e Perdas - Conta Técnica Não Vida
Prémios adquiridos líquidos de resseguro
Incêndio
e Outros Danos
Automóvel
Restantes Ramos
266.387.296
49.773.070
123.952.570
35.813.187
56.848.469
(182.073.550)
(46.319.771)
(73.881.295)
(20.853.413)
(41.019.071)
Provisão para riscos em curso (variação)
(1.233.664)
(632.869)
-
1.045
(601.840)
Provisão para desvios de sinistralidade (variação)
(1.056.414)
-
-
(1.053.573)
(2.841)
Provisão para estabelização de carteira (variação)
-
-
-
-
-
305.004
206.370
-
(4.500)
103.134
(66.388.825)
(12.258.581)
(31.637.121)
(9.159.348)
(13.333.775)
17.504.849
11.169.833
4.382.534
1.089.773
862.709
(791.816)
(114.813)
(437.874)
(105.312)
(133.817)
189.250
60.575
89.017
22.135
17.523
Custos com sinistros , líquidos de resseguro
1. Informações gerais
Acidentes
de Trabalho
Total Não Vida
A Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A., (“Allianz Portugal” ou “Companhia” ou “Grupo”) é uma companhia de seguros
resultante da fusão, por incorporação, na Portugal Previdente - Companhia de Seguros, S.A., da Sociedade Portuguesa de Seguros,
S.A., constituída por escritura pública de 27 de Setembro de 1999. Esta fusão teve, em termos contabilísticos, efeitos retroativos a 1 de
Janeiro de 1999.
Participação nos resultados atribuída
A Companhia tem por objeto principal e exclusivo o exercício das atividades de seguro e resseguro dos ramos Vida e Não Vida.
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor
através de ganhos e perdas
(3.823.123)
(4.156.887)
230.897
57.415
45.452
De seguida apresenta-se uma breve análise das principais subsidiárias e associadas do Grupo, em 31 de Dezembro de 2012.
Ganhos líquidos pela venda de ativos não financeiros que não estejam classificados como ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais
descontinuadas
(190.600)
(61.007)
(89.652)
(22.293)
(17.648)
Perdas de imparidade (líquidas reversão)
(443.954)
(142.100)
(208.822)
(51.926)
(41.106)
493.325
13.959
472.231
5.161
1.974
Outras provisões (variação)
-
-
-
-
-
Outros rendimentos/gastos
-
-
-
-
-
28.877.778
(2.462.221)
22.872.485
5.738.351
2.729.163
Ativos afetos à representação das provisões técnicas
467.183.904
145.326.564
256.730.795
36.917.279
28.209.266
Provisões técnicas
345.155.022
122.177.743
148.916.603
41.981.632
32.079.044
Sede
Atividade
Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A.
Portugal
Seguros Vida e Não Vida
Allianz - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.
Portugal
Gestão de Fundos Pensões
% interesse económico
84,40%
Método de Consolidação
Integral
Custos e gastos de exploração líquidos
Rendimentos
Gastos de investimentos
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor
através de ganhos e perdas
Outros rendimentos/gastos técnicos , líquidos de resseguro
Resultado Técnico
Rubricas do Balanço
2. Informação por segmentos
A Companhia determina e apresenta segmentos operacionais baseados na informação de gestão produzida internamente.
Um segmento de negócio é uma componente identificável da Companhia que se destina a fornecer um produto ou serviço individual
ou um grupo de produtos ou serviços relacionados, dentro de um ambiente económico específico e que esteja sujeito a riscos e
benefícios que sejam diferenciáveis de outros, que operem em ambientes económicos diferentes.
A Allianz Portugal controla a sua atividade através dos seguintes segmentos de negócio operacionais: Vida, Acidentes de Trabalho,
Automóvel e restantes ramos Não Vida.
O relato por segmentos de negócio Não Vida para os exercícios de 2012 e 2011 é analisado como segue.
(Valores em Euros)
2011
Rubrucas do Ganhos e Perdas - Conta Técnica Não Vida
Prémios adquiridos líquidos de resseguro
Custos com sinistros , líquidos de resseguro
Provisão para riscos em curso (variação)
Acidentes
de Trabalho
Total Não Vida
Incêndio
e Outros Danos
Automóvel
Restantes Ramos
257.326.022
45.184.861
118.971.319
41.356.906
51.812.936
(173.327.505)
(36.660.148)
(76.934.963)
(22.705.013)
(37.027.381)
293.319
465.450
-
(1.044)
(171.087)
Provisão para desvios de sinistralidade (variação)
(994.183)
-
-
(1.030.281)
36.098
Provisão para estabilização de carteira (variação)
-
-
-
-
-
(222.908)
(133.000)
-
(10.000)
(79.908)
(64.284.299)
(11.806.571)
(29.512.421)
(11.196.880)
(11.768.427)
21.261.079
12.701.414
5.971.519
1.351.398
1.236.748
(816.541)
(124.931)
(445.015)
(111.866)
(134.729)
(11.435.458)
(3.260.835)
(5.702.900)
(1.290.608)
(1.181.115)
(45.162)
(5.630)
(27.579)
(6.241)
(5.712)
(100.660)
(30.017)
(49.283)
(11.153)
(10.207)
(1.677.545)
(500.244)
(821.236)
(185.872)
(170.103)
432.860
2.845
430.309
1.050
(1.344)
Outras provisões (variação)
-
-
-
-
-
Outros rendimentos/gastos
-
-
-
-
-
26.409.019
5.833.194
11.879.660
6.160.396
2.535.769
Ativos afetos à representação das provisões técnicas
437.890.591
153.070.178
198.383.265
48.399.571
38.037.577
Provisões técnicas
371.690.922
118.867.211
174.680.607
43.755.409
34.387.695
Participação nos resultados atribuída
Custos e gastos de exploração líquidos
Rendimentos
Gastos de investimentos
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor
através de ganhos e perdas
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor
através de ganhos e perdas
Ganhos líquidos pela venda de ativos não financeiros que não estejam classificados como ativos não correntes detidos para venda e unidades operacionais
descontinuadas
Perdas de imparidade (líquidas reversão)
Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro
Resultado Técnico
Rubricas do Balanço
22
46
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
47
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
investimentos relativos a contratos Vida em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro, instrumentos financeiros
derivados, ativos e passivos financeiros ao justo valor através de resultados e ativos financeiros disponíveis para venda. Os restantes
ativos, nomeadamente os investimentos a deter até à maturidade e passivos financeiros, bem como ativos e passivos não financeiros,
são registados ao custo amortizado ou custo histórico.
O relato por segmentos operacionais de Vida para os exercícios de 2012 e 2011 é analisado como segue:
(Valores em Euros)
Conta Técnica Vida
Prémios adquiridos líquidos de resseguro
Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos
de investimento ou como contratos de prestação de serviços
Custos com sinistros, líquidos de resseguro
2012
2011
95.861.099
93.475.388
781.582
1.068.589
(74.788.231)
(93.826.339)
Provisão matemática (variação)
28.713.919
51.135.061
Participação nos resultados atribuída
(1.220.205)
(1.638.839)
Provisão para compromissos de taxa (variação)
-
-
Provisão para compromissos de taxa, parte dos resseguradores (variação)
-
-
Provisão para estabilização de carteira (variação)
Custos e gastos de exploração líquidos
Rendimentos
Gastos de investimentos
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas
Ganhos líquidos de ativos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através de ganhos e perdas
Perdas de imparidade (líquidas reversão)
168.621
(11.682)
(40.142.546)
(38.897.984)
12.013.015
14.290.565
(1.071.592)
(1.423.712)
(16.039.134)
86.048
(12.000)
(792.500)
(242.530)
(1.224.300)
Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro
Resultado Técnico
-
-
4.021.998
22.240.295
A preparação de demonstrações financeiras de acordo com o PCES 07 requer que a Companhia efetue julgamentos e estimativas e
utilize pressupostos que afetam a aplicação das políticas contabilísticas e os montantes de proveitos, custos, ativos e passivos. Alterações
em tais pressupostos, ou diferenças destes face à realidade, poderão ter impactos sobre as atuais estimativas e julgamentos. As áreas
que envolvem um maior nível de julgamento ou complexidade, ou onde são utilizados pressupostos e estimativas significativos na
preparação das demonstrações financeiras, encontram-se analisadas seguidamente.
As demonstrações financeiras foram aprovadas em reunião do Conselho de Administração, em 6 de Março de 2013.
As notas que se seguem respeitam a ordem definida no Plano de Contas, sendo de referir que os números não incluídos neste Anexo
não têm aplicação, por irrelevância dos valores ou por inexistência de situações a reportar.
Políticas Contabilísticas
Princípios de consolidação
Rubricas do Balanço
Ativos afetos à representação das provisões técnicas
566.019.396
487.565.328
Provisões técnicas e passivos por contratos de investimento
495.103.285
483.765.585
3. Bases de preparação das demonstrações financeiras consolidadas e das politicas contabilísticas
No âmbito do disposto da Norma Regulamentar nº 4/07, as demonstrações financeiras consolidadas são preparadas de acordo com o
Novo Plano de Contas para Empresas de Seguros (“PCES 07”), com as alterações subsequentes introduzidas pela Norma Regulamentar
n. 20/2007 – R de 31 de Dezembro e pela Norma Regulamentar n. 22/2010 – R de 16 de Dezembro, onde são de aplicação obrigatória
as Normas Internacionais de Relato Financeiro (“IFRS”) adotadas no âmbito do disposto no Regulamento (CE) n.º 1606/2002 do
Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho de 2002, com excepção do IFRS 4 Contratos de Seguro, em que apenas são adotados
os princípios de classificação do tipo de contratos celebrados pelas empresas de seguros.
Os IFRS incluem as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (“IASB”) e as interpretações emitidas
pelo Internacional Financial Reporting Interpretation Committee (“IFRIC”), e pelos respetivos órgãos antecessores.
As demonstrações financeiras consolidadas da Companhia, agora apresentadas, reportam-se ao exercício findo em 31 de Dezembro
de 2012 e foram preparadas de acordo com o Plano de Contas para as Empresas de Seguros em vigor que acolhe o regime dos IFRS
adotados pela União Europeia até 31 de Dezembro de 2012, com excepção do IFRS 4 em que apenas são adotados os princípios de
classificação do tipo de contratos celebrados pelas empresas de seguros.
Em 2012, a Allianz adotou as IFRS e interpretações de aplicação obrigatória para exercícios que se iniciaram a 1 de Janeiro de 2012.
Essas normas apresentam-se discriminadas na nota 38. De acordo com as disposições transitórias dessas normas e interpretações, são
apresentados valores comparativos relativamente às novas divulgações exigidas.
As políticas contabilísticas utilizadas pela Companhia na preparação das suas demonstrações financeiras consolidadas, referentes
a 31 de Dezembro de 2012, são consistentes com as utilizadas na preparação das demonstrações financeiras dos exercícios agora
apresentados.
Os valores das demonstrações financeiras consolidadas estão expressos em euros, arredondados à unidade. Estas foram preparadas
de acordo com o princípio do custo histórico, com exceção dos ativos e passivos registados ao seu justo valor, nomeadamente
As demonstrações financeiras consolidadas, agora apresentadas, refletem os ativos, passivos, proveitos e custos da Allianz e das suas
subsidiárias (Grupo), e os resultados atribuíveis ao Grupo referentes às participações financeiras em empresas associadas.
As políticas contabilísticas foram aplicadas de forma consistente por todas as empresas do Grupo, relativamente aos períodos cobertos
por estas demonstrações financeiras consolidadas.
A partir de 1 de Janeiro de 2010, a Allianz passou a aplicar a IFRS 3 (revista) para o reconhecimento contabilístico das concentrações
de atividades empresariais. As alterações de políticas contabilísticas decorrentes da aplicação da IFRS 3 (revista) são aplicadas
prospetivamente.
Investimentos em subsidiárias
São classificadas como subsidiárias as empresas sobre as quais a Companhia exerce controlo. Controlo normalmente é presumido
quando a Companhia detém o poder de exercer a maioria dos direitos de voto. Poderá ainda existir controlo quando o Grupo detém o
poder, direta ou indiretamente, de gerir a política financeira e operacional de determinada empresa de forma a obter benefícios das
suas atividades, mesmo que a percentagem que detém sobre os seus capitais próprios seja inferior a 50%. As empresas subsidiárias
são consolidadas integralmente desde o momento que o Grupo assume o controlo sobre as suas atividades até ao momento que esse
controlo cessa.
Quando as perdas acumuladas de uma subsidiária atribuíveis aos interesses que não controlam excedem o interesse que não controlam
no capital próprio dessa subsidiária, o excesso é atribuível à Allianz, sendo os prejuízos registados em resultados na medida em que
forem incorridos. Os lucros obtidos subsequentemente são reconhecidos como proveitos da Allianz até que as perdas atribuídas
a interesses que não controlam anteriormente absorvidas pela Allianz sejam recuperadas. Após 1 de Janeiro de 2010, as perdas
acumuladas são atribuídas aos minoritários nas proporções detidas, o que poderá implicar o reconhecimento de interesses que não
controlam negativos.
Após 1 de Janeiro de 2010, numa operação de aquisição por partes adicionais (“step acquisition”) que resulte na aquisição de controlo,
a reavaliação de qualquer participação anteriormente adquirida é reconhecida por contrapartida de resultados aquando do cálculo
do goodwill. No momento de uma venda parcial, da qual resulte a perda de controlo sobre uma subsidiária, qualquer participação
remanescente é reavaliada ao mercado na data da venda e o ganho ou perda resultante dessa reavaliação é registado por contrapartida
de resultados.
23
48
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Investimentos em associadas
Empréstimos concedidos e contas a receber
São classificadas como associadas, todas as empresas sobre as quais a Allianz Portugal detém o poder de exercer influência significativa
sobre as suas políticas financeiras e operacionais, embora não detenha o seu controlo. Normalmente é presumido que a Companhia
exerce influência significativa quando detém o poder de exercer mais de 20% dos direitos de voto da associada. Mesmo quando os direitos
de voto sejam inferiores a 20%, poderá a Companhia exercer influência significativa através da participação na gestão da associada ou na
composição dos Conselhos de Administração com poderes executivos. Os investimentos em associadas são registados nas demonstrações
financeiras consolidadas da Allianz pelo método da equivalência patrimonial, desde o momento em que a Allianz adquire a influência
significativa, até ao momento em que a mesma termina.
Esta categoria inclui os valores a receber relacionados com operações de seguro direto, resseguro cedido, transações relacionadas com
contratos de seguro e outras transações.
Quando o valor das perdas acumuladas incorridas por uma associada e atribuíveis à Allianz iguala ou excede o valor contabilístico
da participação e de quaisquer outros interesses de médio e longo prazo nessa associada, o método da equivalência patrimonial é
interrompido, excepto se a Allianz tiver a obrigação legal ou construtiva de reconhecer essas perdas ou tiver realizado pagamentos em
nome da associada.
Saldos e transações eliminadas na consolidação
Saldos e transações entre empresas da Allianz, incluindo quaisquer ganhos ou perdas não realizadas resultantes de operações
intragrupo, são eliminados no processo de consolidação, exceto nos casos em que as perdas não realizadas indiciam a existência de
imparidade que deva ser reconhecida nas demonstrações financeiras consolidadas.
Reconhecimento, mensuração inicial e desreconhecimento
As aquisições e alienações de ativos financeiros ao justo valor através dos resultados, de ativos financeiros disponíveis para venda
e de ativos financeiros detidos até à maturidade, são reconhecidas na data da negociação (“trade date”), ou seja, na data em que a
Companhia se compromete a adquirir ou alienar o ativo.
Os ativos financeiros são inicialmente reconhecidos ao seu justo valor adicionado dos custos de transação, exceto nos casos de ativos
financeiros ao justo valor através de resultados, caso em que estes custos de transação são diretamente reconhecidos em resultados.
Estes ativos são desreconhecidos quando expiram os direitos contratuais da Companhia ao recebimento dos seus fluxos de caixa;
quando a Companhia tenha transferido substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção ou não obstante
retenha parte, mas não substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção; quando a Companhia tenha
transferido o controlo sobre os ativos.
Os ativos financeiros a deter até à maturidade são reconhecidos ao seu justo valor no momento inicial do seu reconhecimento e
mensurados subsequentemente ao custo amortizado. O juro é calculado através do método da taxa de juro efetiva.
Ativos financeiros
Classificação
Mensuração subsequente
A Allianz Portugal classifica os seus ativos financeiros no início de cada transação, considerando a intenção que lhes está subjacente de
acordo com as seguintes categorias:
Após o seu reconhecimento inicial, os ativos financeiros ao justo valor com reconhecimento em resultados são valorizados ao justo
valor, sendo as suas variações reconhecidas em resultados.
Ativos Financeiros classificados no momento inicial ao Justo valor por via de ganhos e perdas. Esta categoria inclui:
Os investimentos detidos para venda são igualmente registados ao justo valor sendo, no entanto, as respetivas variações reconhecidas
em reservas, até que os investimentos sejam desreconhecidos ou seja identificada uma perda por imparidade, momento em que o valor
acumulado dos ganhos e perdas potenciais registados em reservas é transferido para resultados. As variações cambiais associadas a
estes investimentos são reconhecidas também em reservas, no caso de ações, e em resultados, no caso de instrumentos de dívida. Os
juros, calculados à taxa de juro efetiva, e os dividendos são também reconhecidos na demonstração dos resultados.
• Os ativos financeiros de negociação, que são os adquiridos com o objetivo principal de serem transacionados no curto prazo;
• Os ativos financeiros designados no momento do seu reconhecimento inicial ao justo valor com variações reconhecidas em
resultados.
Ativos financeiros disponíveis para venda. Esta categoria inclui:
• Ativos financeiros não derivados em que existe intenção de manter por tempo indeterminado;
• Ativos que são designados como disponíveis para venda no momento do seu reconhecimento inicial;
• Ativos que não se enquadrem nas categorias restantes.
Ativos financeiros detidos até à maturidade
Nesta categoria são reconhecidos ativos financeiros não derivados, com pagamentos fixos ou determináveis e maturidade fixa, para os
quais a Allianz tem a intenção e capacidade de manter até à maturidade e que não foram designados para nenhuma outra categoria de
ativos financeiros.
Qualquer reclassificação ou venda de ativos financeiros reconhecidos nesta categoria que não seja realizada próxima da maturidade,
obrigará a Allianz a reclassificar integralmente esta carteira para ativos financeiros disponíveis para venda e a Allianz ficará durante dois
anos impossibilitada de classificar qualquer ativo financeiro nesta categoria.
O justo valor dos ativos financeiros cotados é o seu preço de compra corrente (“bid-price”). Na ausência de cotação, a Companhia
estima o justo valor utilizando (1) metodologias de avaliação, tais como a utilização de preços de transações recentes, semelhantes e
realizadas em condições de mercado, técnicas de fluxos de caixa descontados e modelos de avaliação de opções customizadas de modo
a refletir as particularidades e circunstâncias do instrumento, e (2) pressupostos de avaliação baseados em informações de mercado.
Os instrumentos financeiros para os quais não é possível mensurar com fiabilidade o justo valor, são registados ao custo
de aquisição.
Transferências entre categorias
Em Outubro de 2008 o IASB emitiu a revisão da norma IAS 39 - Reclassificação de Instrumentos Financeiros (Amendements to IAS 39
Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 7: Financial Instruments Disclosures). Esta alteração veio permitir que uma
entidade transfira instrumentos financeiros de Ativos financeiros ao justo valor através de resultados - negociação para as carteiras
de Ativos financeiros disponíveis para venda, Crédito a clientes - Crédito titulado ou para Ativos financeiros detidos até à maturidade
(“Held-to-maturity”), desde que sejam verificados os requisitos enunciados na norma para o efeito, nomeadamente:
• Se um ativo financeiro, na data da reclassificação, apresentar caracterísiticas de um instrumento de dívida para o qual não exista
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
mercado ativo; ou
Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem
• Quando se verificar algum evento que é incomum e altamente improvável que volte a ocorrer no curto prazo, isto é, esse evento
puder ser considerado uma rara circunstância.
Esta rubrica engloba os valores registados no balanço cuja maturidade é inferior a três meses a contar da data de balanço, onde se
incluem a caixa e as disponibilidades em instituições de crédito.
A Allianz adotou esta possibilidade para um conjunto de ativos financeiros, conforme descrito na nota 6.
Passivos financeiros
As transferências de ativos financeiros reconhecidas nas categorias de Ativos financeiros disponíveis para venda para as categorias de
Crédito a clientes - Crédito titulado e Ativos financeiros detidos até à maturidade são permitidas em determinadas circunstâncias.
Um instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual de a sua liquidação ser efetuada
mediante a entrega de dinheiro ou de outro ativo financeiro, independentemente da sua forma legal.
Imparidade
Os passivos financeiros não derivados incluem passivos de contratos de investimento, empréstimos, credores por operações de seguro
direto e resseguro e outros passivos. Estes passivos financeiros são registados (1) inicialmente pelo seu justo valor deduzido dos custos de
transação incorridos e (2) subsequentemente ao custo amortizado, com base no método da taxa efetiva, com a exceção dos passivos por
contratos de investimento em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro, os quais são registados ao justo valor.
A Companhia avalia regularmente se existe evidência objetiva de que um ativo financeiro, ou grupo de ativos financeiros, apresenta
sinais de imparidade. Para os ativos financeiros que apresentam sinais de imparidade, é determinado o respetivo valor recuperável,
sendo as perdas por imparidade registadas por contrapartida de resultados.
Operações em moeda estrangeira
Um ativo financeiro, ou grupo de ativos financeiros, encontra-se em imparidade sempre que exista evidência objetiva de imparidade
resultante de um ou mais eventos que ocorreram após o seu reconhecimento inicial, tais como: (1) para os títulos cotados, uma
desvalorização continuada ou de valor significativo na sua cotação, e (2) para títulos não cotados, quando esse evento (ou eventos)
tenha um impacto no valor estimado dos fluxos de caixa futuros do ativo financeiro, ou grupo de ativos financeiros, que possa ser
estimado com razoabilidade.
Quando existe evidência de imparidade nos ativos financeiros disponíveis para venda, a perda potencial acumulada em reservas,
correspondente à diferença entre o custo de aquisição e o justo valor atual, deduzida de qualquer perda de imparidade no ativo
anteriormente reconhecida em resultados, é transferida para resultados. Se num período subsequente o montante da perda de imparidade
diminui, a perda de imparidade anteriormente reconhecida é revertida por contrapartida de resultados do exercício até à reposição do custo
de aquisição se o aumento for objetivamente relacionado com um evento ocorrido após o reconhecimento da perda de imparidade, exceto
no que se refere a ações ou outros instrumentos de capital, caso em que a reversão da imparidade é reconhecida em reservas.
Os critérios utilizados pela Allianz Portugal são apresentados no ponto dedicado aos julgamentos e estimativas utilizadas na elaboração das
Demonstrações Financeiras.
Instrumentos financeiros derivados
Os instrumentos financeiros derivados são reconhecidos na data da sua negociação (“trade date”), pelo seu justo valor.
Subsequentemente, o justo valor dos instrumentos financeiros derivados é reavaliado numa base regular, sendo os ganhos ou perdas
resultantes dessa reavaliação registados diretamente em resultados do período.
O justo valor dos instrumentos financeiros derivados corresponde ao seu valor de mercado, quando disponível, ou é determinado tendo
por base técnicas de valorização incluindo modelos de desconto de fluxos de caixa (“discounted cash flows”) e modelos de avaliação de
opções, conforme seja apropriado.
Derivados embutidos
As transações em moeda estrangeira são convertidas à taxa de câmbio em vigor na data da transação. Os ativos e passivos monetários
expressos em moeda estrangeira são convertidos para euros à taxa de câmbio em vigor na data do balanço. As diferenças cambiais
resultantes desta conversão são reconhecidas em resultados.
Os ativos e passivos não monetários registados ao custo histórico, expressos em moeda estrangeira, são convertidos à taxa de câmbio
na data da transação. Ativos e passivos não monetários expressos em moeda estrangeira registados ao justo valor são convertidos à taxa
de câmbio em vigor na data em que o justo valor foi determinado. As diferenças cambiais resultantes são reconhecidas em resultados,
exceto no que diz respeito às diferenças relacionadas com ações classificadas como ativos financeiros disponíveis para venda, as quais são
registadas em reservas.
Ativos tangíveis
Os ativos tangíveis são contabilizados ao respetivo custo de aquisição líquido das amortizações e deduzido de perdas de imparidade.
Os custos subsequentes são capitalizados se for provável que fluirão para a empresa benefícios económicos futuros, que excedam o
nível de desempenho originalmente avaliado do ativo existente.
Os custos de assistência não são capitalizados, visto terem, por objetivo, a reparação e manutenção do ativo existente, com vista ao
seu normal funcionamento e não o aumento dos benefícios económicos futuros. Este tipo de custos é registado em gastos quando
incorrido.
As amortizações são efetuadas pelo método das quotas para que o valor dos imobilizados seja amortizado durante a sua vida útil
estimada:
Nº de anos
Imóveis de uso próprio
Equipamento administrativo
Os derivados que estão embutidos em outros instrumentos financeiros são tratados separadamente quando as suas características
económicas e os seus riscos não estão relacionados com o instrumento principal e este não está contabilizado ao seu justo valor através
de resultados. Estes derivados embutidos são registados ao justo valor com as variações reconhecidas em resultados.
Máquinas, aparelhos e ferramentas
Equipamento informático
Instalações interiores
Material de transporte
Outras imobilizações corpóreas
25 a 54
8
4a8
4
3 a 10
4
3a8
25
A Companhia avalia, a cada data de reporte, se existem indícios de imparidade. É considerada a existência de imparidade se o valor
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Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
contabilístico do ativo for superior ao maior valor entre o valor de uso e o justo valor deduzido dos custos de venda (valor recuperável).
A imparidade é reconhecida na demonstração de resultados.
A estimativa do período de vida útil do ativo segue critérios económicos (estimativa dos fluxos dos benefícios económicos futuros).
O período de vida útil é estimado na compra do ativo e revisto no final de cada data de reporte.
São considerados imóveis para uso próprio, aqueles que se destinam a serem usados pela Companhia no exercício da sua atividade.
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Resseguro
Os contratos de resseguro são revistos de forma a determinar se as respetivas disposições contratuais pressupõem a transferência de
um risco de seguro significativo. Os contratos de resseguro que não pressuponham a transferência de risco de seguro significativo são
contabilizados utilizando o método do depósito e registados em empréstimos como ativos ou passivos financeiros relacionados com a
atividade de resseguro.
Propriedades de investimento
No decurso da sua atividade, a Allianz Portugal aceita e/ou cede negócio. Os valores a receber relacionados com a atividade de
resseguro, incluem saldos a receber de empresas de seguro e de resseguradores relacionados com responsabilidades cedidas.
Os valores a pagar aos resseguradores são calculados de acordo com as disposições contratuais previamente definidas.
A Companhia classifica como propriedades de investimento os imóveis detidos para arrendamento ou para valorização do capital ou
ambos.
Os princípios contabilísticos aplicáveis aos passivos relacionados com resseguro aceite, no âmbito dos contratos de seguro que
pressupõem risco de seguro significativo, são tratados de forma idêntica aos contratos de seguro direto.
As propriedades de investimento são reconhecidas inicialmente ao custo de aquisição, incluindo os custos de transação diretamente
relacionados, e subsequentemente ao seu justo valor. Variações de justo valor, determinadas a cada data de balanço, são reconhecidas
em resultados. As propriedades de investimento não são amortizadas.
Benefícios aos empregados
Dispêndios subsequentes relacionados são capitalizados quando for provável que a Companhia venha a obter benefícios económicos
futuros em excesso do nível de desempenho inicialmente estimado.
A Companhia assumiu a responsabilidade de pagar aos seus empregados pensões de reforma por velhice e invalidez, nos termos
estabelecidos no Contrato Coletivo dos Trabalhadores de Seguros (CCT). Os benefícios previstos nos planos de pensões são aqueles que
são abrangidos pelo Plano CCT - Contrato Coletivo de Trabalho da Atividade Seguradora (CCT).
Plano de benefício definido
Ativos intangíveis
Os custos incorridos com a aquisição de software são capitalizados, assim como as despesas adicionais suportadas pela Companhia
necessárias à sua implementação. Estes custos são amortizados de forma linear ao longo da vida útil esperada destes ativos (4 a 6 anos).
Os custos diretamente relacionados com a produção de produtos informáticos desenvolvidos pela Companhia, sobre os quais seja
expectável que estes venham a gerar benefícios económicos futuros para além de um exercício, são reconhecidos e registados como
ativos intangíveis.
Os custos com desenvolvimento de software informático, reconhecidos como ativos são amortizados de forma linear ao longo da
respetiva vida útil esperada.
As responsabilidades da Companhia com pensões de reforma (plano de benefícios definidos) são calculadas anualmente, na data de
fecho de contas, pela Companhia, individualmente para cada plano.
Em 23 de Dezembro de 2011, foi aprovado um novo Contrato Coletivo de Trabalho dos Seguros que vem alterar um conjunto de
benefícios anteriormente definidos.
As alterações decorrentes do novo Contrato Coletivo de Trabalho, sendo de salientar as seguintes (i) no que respeita a benefícios pósemprego, os trabalhadores no ativo admitidos até 22 de Junho de 1995, deixam de ser abrangidos por um plano de benefício definido,
passando a estar abrangidos por um plano de contribuição definida, (ii) compensação de 55% do salário base mensal a pagar em 2012
por perda de benefícios e (iii) prémio de permanência equivalente a 50% do seu ordanado sempre que o trabalhador complete um ou
mais múltiplos de 5 anos na Companhia.
Os custos com a manutenção de programas informáticos são reconhecidos como custos quando incorridos.
Locações
A Companhia classifica as operações de locação como locações financeiras ou locações operacionais em função da sua substância e não
da sua forma legal.
Relativamente à alteração do plano e tendo em consideração que o valor integralmente financiado das responsabilidades pelos serviços
passados relativo às pensões de reforma por velhice devidas aos trabalhadores no ativo será convertido em contas individuais desses
trabalhadores, integrando o respetivo plano individual de reforma, de acordo com o IAS 19, a Companhia irá proceder à liquidação da
responsabilidade (“settlement”).
Os ganhos e perdas atuariais são reconhecidos por contrapartida de reservas.
São locações financeiras as operações em que os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo são transferidos para o
locatário. Estes contratos são registados na data do seu início no ativo e no passivo pelo custo de aquisição do ativo locado.
As rendas são constituídas pelo encargo financeiro que é debitado em resultados e pela amortização financeira do capital que é
deduzida ao passivo ao longo do período da locação.
Todas as restantes são locações operacionais, sendo as rendas pagas ao longo do contrato registadas em custos nos períodos
a que dizem respeito.
Os custos do serviço corrente em conjunto com o retorno esperado dos ativos do plano, deduzidos do “unwiding” dos passivos do plano,
são registados por contrapartida de custos operacionais.
As responsabilidades da Companhia com pensões de reforma foram calculadas com base no Método da Unidade de Crédito Projetada,
individualmente para cada plano através da estimativa do valor dos benefícios futuros que cada empregado deve receber em troca pelo
seu serviço no período corrente e em períodos passados. O benefício é descontado de forma a determinar o seu valor atual e o justo
valor de quaisquer ativos do plano deve ser deduzido. A taxa de desconto utilizada neste cálculo é determinada com base nas taxas de
mercado associadas a obrigações de empresas de rating de boa qualidade, denominadas na moeda em que os benefícios serão pagos e
com maturidade semelhante à data do termo das obrigações do plano.
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Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Os encargos com reformas antecipadas, são reconhecidas nos resultados no momento em que a reforma antecipada é aprovada e
anunciada.
O plano de benefícios a cargo da Companhia é financiado anualmente com contribuições da Companhia para cobrir responsabilidades
projetadas com Pensões, incluindo benefícios complementares quando apropriado.
Em cada data de reporte a Companhia avalia, individualmente para cada Plano, a recuperabilidade de qualquer excesso do fundo,
baseado na perspetiva de futuras contribuições que possam ser necessárias.
Plano de contribuição definida
Para os planos de contribuição definida, as responsabilidades relativas ao benefício atribuível aos colaboradores da Companhia são
reconhecidas como custo do exercício quando devidas.
Em 31 de Dezembro de 2012, a Companhia tem um plano de contribuição definida para os trabalhadores no ativo admitidos na
atividade seguradora a partir de 22 de Junho de 1995, em que a Companhia efetuava contribuições anuais e iguais a 1% da remuneração
desses colaboradores.
Está em curso o processo de transferência junto do ISP das responsabilidades dos serviços passados dos trabalhadores admitidos na
atividade seguradora antes de 1995 e que se encontram no plano de benefício definido, para o novo plano de contribuição definida
a constituir de acordo com as regras definidas pelo novo contrato coletivo de trabalho. Em 31.12.2012 estas responsabilidades
representavam Euros 3.041.181, valor que vai ser transferido para o novo fundo de contribuição definida.
Prémio de permanência
O prémio de permanência equivale a 50% do seu ordenado sempre que o trabalhador complete um ou mais múltiplos de 5 anos na
Companhia. O prémio de permanência é determinado utilizando a mesma metodologia e pressupostos dos benefícios pós-emprego.
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
entre os valores contabilísticos dos ativos e passivos e a sua base fiscal, utilizando as taxas de imposto aprovadas ou substancialmente
aprovadas à data de balanço em cada jurisdição e que se espera virem a ser aplicadas quando as diferenças temporárias se reverterem.
Os impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias. Os impostos diferidos ativos são reconhecidos
apenas na medida em que seja expectável que existam lucros tributáveis no futuro capazes de absorver as diferenças temporárias
dedutíveis (incluindo prejuízos fiscais reportáveis).
Provisões
São reconhecidas provisões quando (1) a Companhia tem uma obrigação presente, legal ou construtiva, (2) seja provável que o seu
pagamento venha a ser exigido e (3) quando possa ser feita uma estimativa fiável do valor dessa obrigação.
Reconhecimento de juros
Os resultados referentes a juros de ativos financeiros disponíveis para venda e ao justo valor por via de resultados são reconhecidos nas
rubricas específicas de ganhos e perdas.
O cálculo do custo amortizado é efetuado utilizando o método da taxa efetiva, sendo o seu impacto registado em rendimentos de
investimento. A taxa de juro efetiva é a taxa que desconta os pagamentos ou recebimentos futuros estimados durante a vida esperada
do instrumento financeiro.
Para o cálculo da taxa de juro efetiva são estimados os fluxos de caixa futuros considerando todos os termos contratuais do instrumento
financeiro (por exemplo opções de pagamento antecipado), não considerando, no entanto, eventuais perdas de crédito futuras. O
cálculo inclui as comissões que sejam parte integrante da taxa de juro efetiva, custos de transação e todos os prémios e descontos
diretamente relacionados com a transação.
Dividendos
Os rendimentos de instrumentos de capital (dividendos) são reconhecidos quando recebidos.
Os desvios atuariais determinados são registados por contrapartida de resultados quando incorridos.
Resultados por ação
Benefícios de saúde
A Companhia concede um benefício de assistência médica discricionária a reformados entre os 65 e os 70 anos, e os pré-reformados
desde a data da pré-reforma, e a reformados por invalidez desde a data da invalidez até aos 70 anos.
Os resultados por ação básicos são calculados dividindo o resultado líquido da Companhia pelo número médio ponderado de ações
ordinárias emitidas.
Estimativas e julgamentos utilizados na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas
O cálculo e registo destas obrigações são efetuados de forma semelhante aos das responsabilidades com pensões.
Bónus
As remunerações variáveis dos colaboradores são contabilizadas em resultados do exercício a que respeitam.
Impostos sobre lucros
Os impostos sobre lucros resultam do imposto corrente e do imposto diferido. Os impostos sobre lucros são reconhecidos em
resultados, exceto quando estão relacionados com itens que são reconhecidos diretamente nos capitais próprios, caso em que serão
também registados por contrapartida em capitais próprios.
Os impostos correntes são apurados de acordo com as regras fiscais em vigor e utilizando a taxa de imposto aprovada.
Os IFRS estabelecem uma série de tratamentos contabilísticos e requerem que o Conselho de Administração utilize o julgamento e faça
as estimativas necessárias de forma a decidir qual o tratamento contabilístico mais adequado. As principais estimativas contabilísticas e
julgamentos utilizados na aplicação dos princípios contabilísticos pela Companhia são analisadas como segue, no sentido de melhorar o
entendimento de como a sua aplicação afeta os resultados reportados da Companhia e a sua divulgação.
Considerando que em muitas situações existem alternativas ao tratamento contabilístico adotado pelo Conselho de Administração,
os resultados reportados pela Companhia poderiam ser diferentes caso um tratamento diferente fosse escolhido. O Conselho de
Administração considera que as escolhas efetuadas são apropriadas e que as demonstrações financeiras apresentam, de forma
adequada, a posição financeira da Companhia e das suas operações em todos os aspetos materialmente relevantes.
Os resultados das alternativas analisadas de seguida são apresentados apenas para assistir o leitor no entendimento das demonstrações
financeiras e não têm intenção de sugerir que outras alternativas ou estimativas são mais apropriadas.
Os impostos diferidos são calculados, de acordo com o método do passivo com base no balanço, sobre as diferenças temporárias
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Relatório e Contas 2010
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ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Imparidade de ativos financeiros disponíveis para venda
Provisões técnicas e responsabilidades relativas a contratos de investimento
A Allianz Portugal utiliza os seguintes critérios para a realização do teste de imparidade:
As responsabilidades futuras decorrentes de contratos de seguro e de investimento com participação nos resultados, são registadas na
rubrica de provisões técnicas. As provisões técnicas relativas aos produtos Vida foram determinadas tendo por base vários pressupostos,
nomeadamente, mortalidade, longevidade e taxa de juro, aplicáveis a cada uma das coberturas.
Os pressupostos utilizados foram baseados na experiência passada da Companhia e do mercado.
• Títulos de rendimento variável (ações e fundos)
- Decréscimo prolongado do justo valor: um ativo cujo justo valor esteja abaixo do seu valor de custo durante 9 meses consecutivos,
ou;
- Decréscimo significativo do justo valor: um ativo cujo justo valor, na data do reporte, esteja pelo menos 20% abaixo do seu valor de
custo.
• Títulos de rendimento fixo (obrigações) - Quando há uma deterioração do nível de crédito do emitente ou dificuldades financeiras,
terá de ser analisada a ocorrência de alguns fatores:
- Dificuldades financeiras significativas do emitente;
- Default no pagamento dos juros ou do principal;
- Grande probabilidade de falência;
- Desaparecimento de um mercado ativo devido a dificuldades financeiras.
Critérios adicionais:
Se um ou mais, dos fatores mencionados, se verificarem, existem alguns fatores adicionais que terão se ser analisados:
- Queda do justo valor devido à falta de liquidez (desaparecimento de um mercado ativo) ou alargamento de spreads (deterioração
da qualidade do crédito);
- Permanência do justo valor 20% abaixo do valor amortizado por 6 meses consecutivos;
- “Downgrades” significativos por parte de uma ou mais Agências de rating;
- Recomendações de compra/venda dos analistas.
Metodologias alternativas e a utilização de diferentes pressupostos e estimativas poderão resultar num nível diferente de perdas por
imparidade reconhecidas, com o consequente impacto nos resultados da Companhia.
Estes pressupostos poderão ser revistos se for determinado que a experiência futura venha a confirmar a sua desadequação
As provisões técnicas decorrentes de contratos de seguro incluem a provisão matemática de contratos Vida, a provisão para
participação nos resultados atribuída e a atribuir, a provisão para prémios não adquiridos, a provisão para riscos em curso, a provisão
para estabilização de carteira, o teste de adequação das responsabilidades e a provisão para sinistros reportados e não reportados,
incluindo as despesas de regularização.
Quando existem sinistros, qualquer montante pago ou que se estima vir a ser pago pela Companhia, é reconhecido como perda nos
resultados. A Companhia estabelece provisões para pagamento de sinistros decorrentes dos contratos de seguro e de investimento.
Na determinação das provisões técnicas decorrentes de contratos de seguro e de investimento com participação nos resultados,
a Companhia avalia, periodicamente, as suas responsabilidades utilizando metodologias atuariais e tomando em consideração as
coberturas de resseguro respetivas. As provisões são revistas periodicamente por atuários qualificados.
As provisões não representam um cálculo exato do valor da responsabilidade, mas sim uma estimativa resultante da aplicação de
técnicas de avaliação atuariais. As provisões são revistas regularmente e através de um processo contínuo, à medida que informação
adicional é recebida e as responsabilidades vão sendo liquidadas.
4 . Natureza e extensão das rubricas e dos riscos resultantes de contratos de seguro e ativos de resseguro
4.1 - Contratos de Seguro
A Allianz Portugal emite contratos que incluem risco seguro e risco financeiro.
Impostos sobre os lucros
A Companhia encontra-se sujeita ao pagamento de impostos sobre lucros. A determinação do montante global de impostos sobre os
lucros requer determinadas interpretações e estimativas. Existem diversas transações e cálculos para os quais a determinação do valor
final de imposto a pagar é incerto durante o ciclo normal de negócios.
Outras interpretações e estimativas poderiam resultar num nível diferente de impostos sobre os lucros, correntes e diferidos,
reconhecidos no período.
As Autoridades Fiscais têm a atribuição de rever o cálculo da matéria coletável efetuado pela Companhia, durante um período de
quatro ou seis anos, no caso de haver prejuízos reportáveis. Desta forma, é possível que haja correções à matéria coletável, resultantes,
principalmente, de diferenças na interpretação da legislação fiscal. No entanto, é convicção do Conselho de Administração da Allianz
Portugal, de que não haverá correções significativas aos impostos sobre lucros registados nas demonstrações financeiras.
Pensões e outros benefícios a empregados
A determinação das responsabilidades por pensões de reforma requer a utilização de pressupostos e estimativas, incluindo a
utilização de projeções atuariais, rentabilidade estimada dos investimentos e outros fatores que podem ter impacto nos custos e nas
responsabilidades do plano de pensões.
Alterações a estes pressupostos poderiam ter um impacto significativo nos valores determinados.
Existe um contrato de seguro quando uma das partes aceita risco significativo de outra parte (tomador de seguro) e acorda compensála se um evento futuro especifico e incerto a afetar adversamente.
Um contrato emitido em que o risco é essencialmente financeiro e em que o risco seguro assumido não é significativo, mas que
exista uma participação nos resultados atribuída aos segurados discricionária, é considerado como um contrato de investimento e
reconhecido e mensurado de acordo com as políticas contabilísticas aplicáveis aos contratos de seguro. Um contrato emitido que
transfere apenas risco financeiro, sem participação nos resultados discricionária, é registado como um instrumento financeiro.
A mensuração dos contratos de seguro é feita de acordo com os princípios seguintes.
Reconhecimento de custos e proveitos
Os custos e os proveitos são registados no exercício a que respeitam, independentemente do momento do seu pagamento ou
recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização do exercício.
Prémios
Os prémios brutos emitidos (direto e aceite) e os prémios de resseguro cedido são registados respetivamente como proveitos e custos,
no exercício a que respeitam, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento.
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Relatório e Contas 2010
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Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Custos de aquisição
Provisão para participação nos resultados do ramo Vida
Os custos de aquisição que estão direta ou indiretamente relacionados com a venda de contratos, são capitalizados e diferidos pelo
período de vida dos contratos. Os custos de aquisição diferidos estão sujeitos a testes de recuperabilidade no momento da emissão dos
contratos e sujeitos a testes de imparidade à data de balanço.
A provisão para participação de resultados, corresponde aos montantes destinados aos segurados ou aos beneficiários dos contratos,
sob a forma de participação de resultados, desde que tais montantes não tenham sido já distribuídos, nomeadamente, mediante a
inclusão nas provisões matemáticas.
Provisão para prémios não adquiridos
A provisão para participação nos resultados é dotada, anualmente, com base nas contas de resultados das modalidades que prevêem a sua
constituição. O seu cálculo é efectuado de acordo com o plano de participação nos resultados de cada modalidade.
A provisão para prémios não adquiridos é baseada na avaliação dos prémios emitidos antes do final do exercício, mas com vigência após
essa data. A sua determinação é efetuada mediante a aplicação do método “Pro-rata temporis”, por cada contrato em vigor.
De acordo com a norma nº 19/94 do Instituto de Seguros de Portugal, o método “Pro-rata temporis” é aplicado sobre os prémios brutos
emitidos, deduzidos dos respetivos custos de aquisição.
Para as apólices que beneficiam de uma participação nos resultados, conforme estabelecido nas condições gerais da apólice, é afetada uma
participação no termo de cada ano civil relativamente aos contratos que se encontram em vigor. A distribuição desta participação é efetuada
em 1 de Janeiro ou na data aniversária seguinte (a 1 de Janeiro ou 1 de Julho consoante as modalidades).
Provisões matemáticas
A Provisão matemática e a Provisão para participação nos resultados da Companhia, desagrega-se por produto como se segue:
As provisões matemáticas referentes ao ramo Vida, têm como objetivo registar o valor atual das responsabilidades futuras da
Companhia relativamente às apólices emitidas e são calculadas com base em métodos atuariais reconhecidos nos termos da legislação
em vigor. A Provisão matemática do ramo Vida tem como objectivo registar o valor actual das responsabilidades futuras da Companhia,
conforme os pressupostos previstos nas respectivas apólices, como segue:
(Valores em Euros)
Provisão Matemática
Modalidades
2012
No início do Exercício
Modalidade
Tabela de Mortalidade
Taxa Técnica
Carteira antiga (anterior a 1984)
1. Seguros em caso de morte
2. Seguros em caso de vida
3,25% / 4%
RF
3,25%
Carteira nova (posterior a 1984)
-
-
2. Vida Individual - Cor PPR
8.409.316
7.464.411
-
-
3. Vida Grupo - PLUS
5.581.294
3.212.511
-
-
67.904.911
52.094.715
-
-
5. Vida - Seguros Temporári os
98.967
95.015
-
-
6. Vida - Grupo em caso de Vida c/ Part
67.759
70.469
-
-
572.037
703.600
-
-
1.854.174
1.753.110
-
-
0
0
542.137
773.267
17.122.807
14.675.797
-
-
8.900.612
7.369.919
-
-
19.584
16.826
-
-
13. Plano 2000
2.253.117
1.796.753
-
-
14. Capital Diferido a Prémios Únicos Sucessivos SPS 4%
7.633.906
5.509.241
-
-
10.900.787
9.026.997
-
-
158.640
150.135
-
-
6.659.538
4.200.752
-
-
18. UniversAll PPR (2%)
14.999.867
9.050.312
355.973
-
19. UniversAll Tota l (2%)
3.207.847
2.836.468
-
-
20. Plano Poupança Grupo - 2%
1.341.693
1.184.746
-
-
21. Crédito Habitação - Taxa Fixa
0
0
281.432
-
22. Crédito Habitação - Idade a Idade
0
0
-
-
23. Crédito ao Consumo
0
0
-
-
24. Vitall
0
0
-
-
8.676.794
7.982.759
-
-
26. Outros sem participação
10.860.836
19.345.277
-
-
27. Provisão Adicional Leman
6.031.345
6.354.492
-
-
185.158.727
156.633.766
1.179.542
773.267
Individuais
PM 60/64 e GKM 80
4%
9. Vida - Grupo Temporários Anuais Renováveis
Grupo
PM 60/64 e GKM 80
4%
10. Allianz PPR 3%
11. Allianz Plano Poupança 3%
Individuais
PF 60/64: TV 73/77
4% / 3%
Grupo
PF 60/64: TV 73/77
4%
PF 60/64: TV73/77; GRM 80
6% / 4% / 3,5% / 5% / 3%
3. Complemento opcional de reforma
4. Operações de capitalização
Contratos com prazo até 8 anos
Contratos com prazo superior a 8 anos
12. Rendas Vitalícias + Capitais Diferidos SPS
15. Plano Poupança SPS - PPR
Não têm tábua de mortalidade
6%
16. Rendas Vitalícias sem Fundo Autónomo SPS
4%
17. UniversAll Plano Poupança (2%)
Provisão para estabilização da carteira
O Decreto-lei nº 8-C/2002, de 11 de Janeiro, veio introduzir algumas alterações a nível das Provisões Técnicas dos Seguros do Ramo
Vida, nomeadamente à constituição da Provisão para Estabilização da Carteira.
Artigo 75º - Provisão de Seguros e Operações do Ramo “Vida” - 8 - A provisão de estabilização de carteira deve ser constituída
relativamente aos contratos de seguro de grupo, anuais renováveis, garantindo, como cobertura principal, o risco de morte com vista a
fazer face ao agravamento do risco inerente à progressão da média etária da Companhia, sempre que aqueles sejam tarifados com base
numa taxa única, a qual, por compromisso contratual, se deva manter por um certo prazo. Nessa base, foi constituída provisão para a
carteira de seguros do Crédito à Habitação – Taxa fixa.
Distribuída no Exercício
1.739.461
8. Vida - PPR AS
2. Seguros em caso de vida
Atribuída no Exercício
1.902.896
7. Vida - Plano Poupança AS
1. Seguros em caso de morte
2012
No final do Exercício
1. Vida Individual - Cor Longo Prazo
4. Vida - Seguros Não Temporários
AF e PM 60/64
Participação nos Resultados
25. Financeiros Taxa Renovável sem participação
TOTAL
29
60
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
61
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em milhares de Euros)
Ocorrência
Provisão para participação nos resultados a atribuir - shadow accounting
2003
Os ganhos e perdas não realizados de ativos financeiros que se encontrem afetos a contratos de seguros e de investimento com
participação nos resultados, são atribuídos aos tomadores de seguro no pressuposto de que, efetivamente, lhes serão distribuídos
aquando da sua realização.
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
189.321
189.135
188.116
190.342
190.640
189.336
190.151
189.413
187.169
185.613
210.033
203.590
195.493
196.899
192.937
195.149
192.958
189.907
188.533
199.336
196.004
186.535
180.314
180.802
178.372
174.341
172.765
174.444
183.806
179.073
166.178
163.685
161.637
159.419
170.284
181.661
167.645
165.183
162.652
160.595
172.791
186.162
173.356
171.756
168.451
171.151
185.924
182.302
179.919
186.013
193.017
191.932
189.241
193.589
2004
2005
2006
2007
2008
À data de 31 de Dezembro de 2012, esta provisão apresenta o seguinte montante de Euros 555.124. Em 2011 esta provisão apresentava
saldo nulo.
2009
2010
2011
200.664
Teste à adequação das responsabilidades (LAT)
A Allianz Portugal testa a adequação das responsabilidades decorrentes de contratos de seguro e de contratos de investimento com
participação nos resultados discricionária. Esta avaliação é efetuada tendo por base a projeção dos cash flows futuros associados a cada
contrato . O desconto dos cash flows é feito com base na curva de rendimentos financeiros gerada pela carteira de ativos afeta a cada
portfolio. Esta avaliação é efetuada por produto ou de forma agregada quando os riscos dos produtos são similares ou geridos de forma
conjunta. Na eventualidade de existir uma deficiência, esta é registada em resultados por contrapartida da rubrica provisão matemática.
Provisão para sinistros
A provisão para sinistros corresponde aos custos com sinistros ocorridos e ainda por liquidar, à responsabilidade estimada para os
sinistros ocorridos e ainda não reportados (IBNR) e aos custos diretos e indiretos associados à sua regularização no final do exercício.
As provisões para sinistros não são descontadas.
Montantes pagos
177.158
176.133
159.880
146.008
143.278
151.419
157.137
160.918
122.450
132.008
Provisões para sinistros *
10.011
13.774
14.461
15.629
19.374
20.337
25.165
32.099
66.791
68.656
* A provisão para sinistros não inclui os anos de ocorrência anteriores a 2003.
Reajustamentos a sinistros ocorridos em exercícios anteriores
Os reajustamentos efetuados a sinistros ocorridos em exercícios anteriores decorrem da dinâmica da gestão corrente dos processos de
sinistro. O desenvolvimento da provisão relativa a sinistros ocorridos em exercícios anteriores e dos seus reajustamentos é analisado como
segue:
(Valores em Euros)
2012
As reservas matemáticas relativas a sinistros ocorridos, envolvendo pagamento de pensões vitalícias referentes ao ramo de Acidentes
de Trabalho, são calculadas mediante tabelas e fórmulas atuariais, estabelecidas pelo Instituto de Seguros de Portugal, por referência a
métodos atuariais reconhecidos e legislação laboral vigente.
Os pressupostos atuariais utilizados no cálculo do valor atual das pensões de Acidentes de Trabalho são analisados, como segue:
RAMOS
Pensões remíveis
25% GMF80 + 75% GKM95
TD 88/90
Taxa de desconto
4%
5,25%
Encargos de gestão
2%
-
Tábua de mortalidade
O valor atual desta responsabilidade é registado nas demonstrações financeiras consolidadas no momento da determinação das
pensões.
O desenvolvimento da provisão para sinistros é analisado como segue:
Reajustamentos
VIDA
19.881.115
8.341.873
9.668.503
121.499.341
26.785.788
98.741.138
4.027.585
16.676.856
8.645.631
5.555.561
(2.475.664)
INCÊNDIO E OUTROS DANOS
AUTOMÓVEL
- OUTRAS COBERTURAS
(1.870.739)
-
-
-
-
103.171.417
38.114.081
66.071.621
1.014.285
(15.162.230)
33.567.931
6.533.689
11.872.012
MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES
1.053.656
759.531
427.621
133.496
RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL
9.713.338
1.210.656
6.934.537
(1.568.145)
CRÉDITO E CAUÇÃO
386.376
109.942
483.308
206.574
PROTEÇÃO JURÍDICA
-
-
-
-
14.441
-
14.500
59
ASSISTÊNCIA
A Companhia suporta ainda 0,85% sobre o capital de remição das pensões em pagamento à data de 31 de Dezembro de cada ano
relativo a contratos de seguro de Acidentes de Trabalho, bem como sobre o valor da provisão matemática das prestações suplementares
por assistência de terceira pessoa, em pagamento a 31 de Dezembro de cada ano. Este valor é assim entregue ao Estado para que faça
a gestão do Fundo Acidentes de Trabalho (FAT). É ainda constituída uma Provisão FAT, para fazer face às contribuições futuras até à
extinção das responsabilidades das pensões em pagamento a 31 de Dezembro de cada ano.
Custos com sinistros
Provisão para
montantes pagos
sinistros em 31/12/N
no exercício
ACIDENTES E DOENÇA
- RESPONSABILIDADE CIVIL
Pensões não remíveis
Provisão para sinistros
em 31/12/N-1*
DIVERSOS
321.279
20.198
323.801
22.720
NÃO VIDA
286.404.935
82.179.516
190.424.099
(13.801.320)
TOTAL GERAL
306.286.050
90.521.389
200.092.602
(15.672.059)
* Sinistros ocorridos no ano N-1 e anteriores.
A provisão para sinistros corresponde aos sinistros ocorridos e ainda não pagos à data do balanço, e inclui uma provisão estimada no
montante de Euros 19.146.933 (2011: Euros 24.186.102) relativo a sinistros ocorridos antes de 31 de Dezembro de 2012 e ainda não
reportados (IBNR).
Relativamente à provisão para sinistros de Acidentes de trabalho está incluído o montante de Euros 84.845.916 (2011:Euros 83.252.223)
referente à provisão matemática de Acidentes de Trabalho. Adicionalmente, a Provisão para sinistros inclui uma estimativa no montante
de Euros 5.948.931(2011: Euros 7.577.603), de encargos futuros de gestão relativos à regularização dos sinistros pendentes declarados
e não declarados.
30
62
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
63
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Os custos com sinistros por ramos são analisados como segue:
Provisões técnicas de resseguro cedido
(Valores em Euros)
2012
RAMOS /GRUPOS DE RAMOS
Montantes pagos-custos de
gestão
de sinistros imputados
Montantes
pagos-prestações
Variação da provisão
para sinistros
Custos com sinistros
SEGURO DIRETO
ACIDENTES E DOENÇA
80.082.609
3.897.828
1.788.343
85.768.780
INCÊNDIO E OUTROS DANOS
26.451.021
2.079.395
(2.326.435)
26.203.981
AUTOMÓVEL
-
-
-
-
- RESPONSABILIDADE CIVIL
62.272.181
2.902.023
(12.176.768)
52.997.436
- OUTRAS COBERTURAS
30.622.045
2.006.980
(12.804.611)
19.824.414
A provisão para prémios não adquiridos e a provisão para sinistros de resseguro cedido, correspondem à quota-parte da
responsabilidade dos resseguradores nas responsabilidades totais da Companhia, e são calculadas de acordo com os contratos em vigor,
no que se refere às percentagens de cedência e a outras cláusulas existentes, e de acordo com as percentagens de especialização do
seguro direto.
As provisões técnicas em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 são analisadas como segue:
(Valores em Euros)
2012
MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES
1.461.964
118.894
(229.383)
1.351.475
RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL
1.868.449
214.028
(1.387.052)
695.425
Seguro Direto
Provisão para prémios não adquiridos
CRÉDITO E CAUÇÃO
97.376
42.251
245.469
385.096
DIVERSOS
17.884
51.019
29.917
98.820
202.873.529
11.312.418
(26.860.520)
187.325.427
Total
RESSEGURO ACEITE
TOTAL GERAL
1.360
-
(1.500)
(140)
202.874.889
11.312.418
(26.862.020)
187.325.287
2011
RAMOS /GRUPOS DE RAMOS
Montantes pagos-custos
de gestão
de sinistros imputados
Montantes
pagos-prestações
Custos com sinistros
72.320.510
3.915.178
(2.000.615)
74.235.073
INCÊNDIO E OUTROS DANOS
27.890.155
2.140.384
(2.303.188)
27.727.351
-
-
-
-
- RESPONSABILIDADE CIVIL
61.439.771
2.830.089
(25.344.274)
38.925.586
- OUTRAS COBERTURAS
31.471.251
2.082.635
2.796.287
36.350.173
MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES
2.268.642
86.805
(2.848.092)
(492.645)
RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL
1.949.814
233.913
(1.540.680)
643.047
32.934
17.592
(794.452)
(743.926)
118.372
35.996
(9.394)
144.974
197.491.449
11.342.592
(32.044.408)
176.789.633
-
-
(8.169)
(8.169)
197.491.449
11.342.592
(32.052.577)
176.781.464
DIVERSOS
Total
RESSEGURO ACEITE
TOTAL GERAL
Total
Vida
Não Vida
Total
2.609.646
75.247.207
77.856.853
2.747.957
76.348.287
79.096.244
156.633.766
-
156.633.766
185.158.727
-
185.158.727
Provisão para sinistros
18.362.923
259.080.547
277.443.470
19.881.115
286.404.935
306.286.050
Provisão para desvios de sinistralidade
-
8.849.391
8.849.391
-
7.792.977
7.792.977
Provisão para riscos em curso
-
1.868.209
1.868.209
-
634.544
634.544
2.215.036
-
2.215.036
2.383.657
-
2.383.657
Provisão para participação nos resultados
12.554.756
109.668
12.664.424
11.593.357
510.179
12.103.536
192.376.127
345.155.022
537.531.149
221.764.813
371.690.922
593.455.735
Provisão para prémios não adquiridos
293.707
22.895.768
23.189.475
363.397
24.031.036
24.394.433
Provisão para sinistros
875.763
14.537.568
15.413.331
1.012.160
18.885.792
19.897.952
-
-
-
40.663
-
40.663
1.169.470
37.433.336
38.602.806
1.416.220
42.916.828
44.333.048
Total
Provisão para participação nos resultados
ACIDENTES E DOENÇA
CRÉDITO E CAUÇÃO
Não Vida
Resseguro Cedido
Variação da provisão
para sinistros
SEGURO DIRETO
AUTOMÓVEL
Vida
Provisão matemática
Provisão para estabilização de carteira
(Valores em Euros)
2011
Total
A provisão para prémios não adquiridos encontra-se líquida de custos de aquisição diferidos no montante de Euros 26.852.773 (2011:
Euros 27.800.200).
As provisões técnicas do segmento Não Vida por ramo em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 são analisadas como segue:
Provisão para riscos em curso
A provisão para riscos em curso corresponde ao montante estimado para fazer face a prováveis indemnizações e encargos a suportar
após o termo do exercício e que excedam o valor dos prémios não adquiridos, dos prémios exigíveis relativos aos contratos em vigor e
dos prémios que se renovam em Janeiro do ano seguinte, em conformidade com os critérios estabelecidos pelo Instituto de Seguros de
Portugal.
Provisão para desvio de sinistralidade
A provisão para desvio de sinistralidade destina-se a fazer face a sinistralidade excecionalmente elevada nos ramos de seguros em que, pela
sua natureza, se preveja que aquela tenha maiores oscilações.
31
64
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
65
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
2012
Não Vida
Acidentes
e Doença
Incêndio e
Outros Danos
Automóvel
Marítimo,
Aéreo
e Transportes
Responsabilidade Civil
Geral
4.2 Apresentação dos rácios decorrentes da atividade da Allianz Portugal
Diversos
Não Vida
Seguro Direto
Provisão para prémios não adquiridos
2012
2011
75.247.207
15.881.665
18.907.127
37.370.838
896.827
1.934.693
256.057
Rácio Sinistralidade
58,8%
58,9%
259.080.547
123.285.495
14.238.354
111.545.765
824.273
8.188.878
997.782
Custos aquisição
20,1%
19,9%
Provisão para desvios de sinistralidade
8.849.391
-
8.821.650
-
-
-
27.741
Custos administrativos
Provisão para riscos em curso
1.868.209
1.774.930
-
-
-
-
93.279
Provisão para sinistros
Provisão para participação nos resultados
Total
109.668
43.168
14.500
-
-
52.000
-
345.155.022
140.985.258
41.981.631
148.916.603
1.721.100
10.175.571
1.374.859
Resseguro Cedido
Provisão para prémios não adquiridos
22.895.768
8.264.490
8.980.801
4.747.896
507.940
187.228
207.413
Provisão para sinistros
14.537.568
2.889.038
6.141.018
2.288.256
339.578
2.616.859
262.819
Total
37.433.336
11.153.528
15.121.819
7.036.152
847.518
2.804.087
470.232
(Valores em Euros)
3,8%
4,4%
Rácio de Custos de Exploração
23,9%
24,3%
Rácio Combinado
82,7%
83,2%
4.3 Montantes recuperáveis relativos a sinistros
Os montantes recuperáveis relativamente à ocorrência de sinistros totalizam em 2012 Euros 97.185 (2011: Euros 559.553).
4.4 Adequação dos prémios e das provisões
2011
Não Vida
Acidentes
e Doença
Incêndio e
Outros Danos
Automóvel
Marítimo,
Aéreo
e Transportes
Responsabilidade Civil
Geral
Diversos
Seguro Direto
Provisão para prémios não adquiridos
Provisão para sinistros
Provisão para desvios de sinistralidade
Provisão para riscos em curso
Provisão para participação nos resultados
Total
76.348.287
16.370.504
19.299.431
37.941.258
467.508
1.940.121
329.465
286.404.935
121.499.341
16.676.856
136.739.349
1.053.656
9.713.338
722.395
7.792.977
-
7.768.077
-
-
-
24.900
634.544
634.544
-
-
-
-
-
510.179
495.391
10.000
-
-
4.788
-
371.690.922
138.999.780
43.754.364
174.680.607
1.521.164
11.658.247
1.076.760
24.031.036
9.153.735
9.841.368
4.341.183
258.836
154.280
281.634
Resseguro Cedido
Provisão para prémios não adquiridos
Provisão para sinistros
18.885.792
3.146.179
7.260.805
4.649.914
281.892
3.280.546
266.456
Total
42.916.828
12.299.914
17.102.173
8.991.097
540.728
3.434.826
548.090
Os custos com sinistros e variação de outras provisões é analisada como segue:
(Valores em Euros)
2012
2011
Vida
Não Vida
Total
Vida
Não Vida
Total
77.799.408
214.187.307
291.986.715
96.047.188
208.834.041
304.881.229
(1.518.192)
(26.862.020)
(28.380.212)
(1.548.657)
(32.052.577)
(33.601.234)
(28.713.919)
-
(28.713.919)
(51.135.061)
-
(51.135.061)
Seguro Direto
Sinistros pagos
Variação da provisão para sinistros
Provisão matemática
Provisão para participação nos resultados
1.179.542
(305.004)
874.538
1.638.839
222.908
1.861.747
Outras provisões técnicas
(168.621)
2.290.078
2.121.457
11.682
700.864
712.546
48.578.218
189.310.361
237.888.579
45.013.991
177.705.236
222.719.227
Total
De acordo com a política de preços da Allianz Portugal, verificou-se que os prémios adquiridos são suficientes para fazer face às
responsabilidades e despesas ocorridas no exercício. Adicionalmente, os preços praticados são diferenciados de acordo com os vários
segmentos de mercado permitindo um crescimento sustentável e rentável. A política de Provisionamento da Allianz Portugal é regida
pelo princípio da “melhor estimativa”.
Na Allianz Portugal existe um comité de reservas que tem como finalidade estabelecer procedimentos de controlo e entendimento
de reservas comuns a todo o grupo. O comité de reservas reúne-se trimestralmente, sendo discutida a suficiência das reservas da
Companhia.
A análise das reservas anual assenta em métodos atuariais, com um histórico de 12 anos, com base nos triângulos de montantes pagos
e custos agregados (analisando o seu desenvolvimento com base ano de ocorrência vs. ano de participação).
Mensalmente, são elaborados um conjunto de indicadores de gestão (prémios e sinistros) que tem por fim a monitorização dos vários
produtos da Allianz Portugal e das provisões técnicas respetivas.
O atuário responsável, em conjunto com o comité de reservas, concluíram pela suficiência das provisões técnicas. Como teste de
adequacidade de reservas do ramo vida, efetuamos o cálculo da reserva utilizando as “melhores estimativas” para os pressupostos
atuariais em vez dos pressupostos utilizados no cálculo do prémio e não observamos indícios de insuficiência de reserva (LAT).
5. Passivos por contratos de investimento
A rubrica relativa aos passivos por contratos de investimento é analisada como se segue:
(Valores em Euros)
2012
Contratos de investimento ao justo valor através de resultados
Resseguro Cedido
Sinistros pagos
(1.629.383)
(9.599.961)
(11.229.344)
(899.816)
(8.400.649)
(9.300.465)
136.398
4.348.224
4.484.622
227.624
4.946.690
5.174.314
-
-
-
-
-
-
40.663
-
40.663
-
-
-
Total
(1.452.322)
(5.251.737)
(6.704.059)
(672.192)
(3.453.959)
(4.126.151)
Total líquido de resseguro
47.125.896
184.058.624
231.184.520
44.341.799
174.251.277
218.593.076
Variação da provisão para sinistros
Provisão matemática
Provisão para participação nos resultados
38.104.763
2011
53.852.974
Contratos de investimentos ao custo amortizado
264.622.395
208.147.799
Total Passivos por Contratos de Investimentos
302.727.158
262.000.773
A movimentação dos passivos por contratos de investimento é analisada como se segue:
32
66
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
67
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
Contratos ao justo valor através de resultados
2012
2011
53.852.974
65.035.592
Depósitos
265.633
245.454
Benefícios
(20.487.256)
(12.390.788)
Saldo a 1 Janeiro
Valorizações /Desvalorizações
Saldo a 31 Dezembro
4.473.412
962.716
38.104.763
53.852.974
(Valores em Euros)
2011
Custo aquisição
Dívida pública
Obrigações de outros em issores
Instrumentos de capital e unidades de participação
TOTAL
(Valores em Euros)
Contratos ao custo amortizado
2012
Saldo a 1 Janeiro
2011
208.147.799
132.211.896
Depós itos
91.060.063
99.531.019
Benefícios
(41.202.465)
(28.769.671)
Juro Ténico
Saldo a 31 Dezembro
6.616.998
5.174.555
264.622.395
208.147.799
Valias não realizadas
Juro
Valor de balanço
541.778
10.681
6.221
558.681
55.341.602
604.022
210.111
56.155.734
2.229.805
(91.098)
-
2.138.707
58.113.185
523.605
216.332
58.853.123
Dos quais:
Nível 1
58.853.123
Nível 2
-
Nível 3
-
Custo de aquisição
58.853.123
O detalhe da carteira de Ativos financeiros disponíveis para venda é apresentado como segue:
6. Instrumentos Financeiros
(Valores em Euros)
2012
6.1 O inventário de títulos e participações está evidenciado no Anexo 1
Custo Aquisição
Ajustado
A carteira de Ativos financeiros detidos para negociação é apresentada como segue:
2012
2011
Valor nocional
Justo valor
TOTAL
Juro
Valor Balanço
Negativa
De dívida pública
108.174.419
6.651.327
(141.787)
-
1.627.262
116.311.221
De outros emissores
469.956.849
17.059.902
(6.610.173)
-
10.948.930
491.355.508
578.131.268
23.711.229
(6.751.960)
-
12.576.192
607.666.729
Valor nocional
Derivados
Opções
Imparidade
Positiva
Títulos de dívida
(Valores em Euros)
Justo valor
Reserva Justo valor
Ações
136.471
136.471
4.067
4.067
Outros instrumentos de capital e unidades de participação
136.471
136.471
4.067
4.067
Total
Dos quais:
1.792.610
1.420.698
(12.996)
-
-
3.200.312
13.838.575
463.652
-
(684.269)
-
13.617.958
593.762.453
25.595.579
(6.764.956)
(684.269)
12.576.192
624.484.999
Dos quais:
Nível 1
-
-
Nível 1
611.344.520
Nível 2
136.471
4.067
Nível 2
13.140.479
Nível 3
-
-
Nível 3
136.471
4.067
624.484.999
O detalhe da carteira de Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor, através de ganhos e perdas por tipo de
ativo, é apresentado como segue:
(Valores em Euros)
2011
Custo Aquisição
Ajustado
(Valores em Euros)
Dívida pública
Obrigações de outros em is s ores
Instrumentos de capital e unidades de participação
TOTAL
Valias não realizadas
Negativa
Imparidade
Juro
Valor Balanço
Títulos de dívida
2012
Custo aquisição
Reserva Justo valor
Positiva
Juro
Valor de balanço
552.460
10.632
6.238
569.330
34.655.363
3.805.638
82.579
38.543.580
2.049.317
8.916
-
2.058.233
37.257.140
3.825.186
88.817
41.171.143
De dívida pública
228.841.790
2.151.377
(26.288.931)
-
6.687.646
211.391.882
De outros emissores
373.007.656
3.940.733
(37.756.085)
-
8.724.215
347.916.519
601.849.446
6.092.110
(64.045.016)
-
15.411.861
559.308.401
Ações
Outros instrumentos de capital e unidades de participação
Total
2.721.773
416.274
(19.964)
(1.245.925)
-
1.872.158
15.494.496
467.621
(81.430)
(1.655.920)
-
14.224.767
620.065.715
6.976.005
(64.146.410)
(2.901.845)
15.411.861
575.405.326
Dos quais:
Nível 1
4.942.954
Nível 2
36.228.189
Nível 1
562.783.029
Nível 3
-
Nível 2
12.622.297
Custo de aquisição
-
Nível 3
41.171.143
Dos quais:
575.405.326
33
68
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
69
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
As carteiras de ativos de negociação, de ativos classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas e de
ativos financeiros disponíveis para venda, são registadas ao justo valor de acordo com a política contabilística descrita na Nota 3.
6.2. Empréstimos e contas a receber
Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, o saldo desta rubrica é analisado como se segue:
De acordo com os requisitos da IFRS 7, estão mensurados de acordo com os seguintes níveis de valorização:
• Nível 1: Instrumentos financeiros valorizados de acordo com preços de mercado ou providers;
(Valores em Euros)
2012
• Nível 2: Instrumentos financeiros valorizados de acordo com metodologias de valorização considerando maioritariamente dados
observáveis de mercado;
Outros depósitos
2011
253
Empréstimos concedidos
TOTAL
9.978.944
2.105.760
2.448.266
2.106.013
12.427.210
• Nível 3: Instrumentos financeiros valorizados de acordo com metodologias de valorização considerando essencialmente pressupostos
ou ajustamentos não observáveis em mercado e com impacto significativo na valorização do instrumento.
6.3. Investimentos a deter até à maturidade
Durante o exercício de 2008 a Allianz procedeu à transferência de títulos da categoria de ativos financeiros classificados no
neconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas para a categoria de ativos financeiros disponíveis para venda, como
segue:
Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, o saldo desta rubrica é analisado como se segue:
(Valores em Euros)
2012
Na data de transferência
Valor de Balanço
De Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas
Valor dos cash flows
futuros(a)
3.720.600
2011
Títulos da dívida
Taxa efetiva
4.500.000
De dívida pública
233.569.567
De outros emissores
230.069.292
-
-
233.569.567
230.069.292
4,38
Durante o exercício de 2011 a Allianz procedeu à reclassificação de títulos no valor de 208.332.116 euros para Investimentos detidos até
à maturidade, conforme se apresenta no quadro seguinte:
(a) Montantes totais de capitais e juros, não descontados à data da transferência.
O valor de mercado desde a data da reclassificação apresenta-se no quadro seguinte:
Na data de transferência
Valor
de mercado
em Dezembro
de 2012
Reserva de justo valor
Valor
de aquisição
Valor Mercado
2008
De Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor
através de ganhos e perdas
3.569.400
2009
3.661.500
2010
3.619.500
2011
3.480.000
2012
3.284.700
De Ativos financeiros
disponíveis para venda
222.568.690
Valor de balanço
208.332.116
Positiva
13.034
Negativa
(14.285.988)
Valor dos cash
flows futuros (a)
325.202.697
Taxa
efetiva (b)
5
235.380.238
Reservas
de justo valor
amortizadas até
31.12.2012 (c)
(3.702.446)
(a) Montantes totais de capitais e juros, não descontados; juros futuros calculados com base nas taxas forward decorrentes da curva de rendimentos à data da transferência;
Caso os títulos não tivessem sido reclassificados, o impacto (líquido de imposto) nas demonstrações financeiras da Allianz seria o
seguinte:
(b) A taxa efetiva foi calculada com base nas taxas forward decorrentes da curva de rendimento à taxa da transferência; a maturidade considerada é o mínimo entre a data da call,
quando aplicável, e a data de maturidade do ativo;
(c) O valor da reserva de justo valor amortizada durante o exercício de 2012 foi de Euros -1.846.793 (2011: Euros -1.855.653).
Caso os títulos não tivessem sido reclassificados, o impacto nas demonstrações financeiras da Allianz seria o seguinte:
2008
Variações positivas e (negativas) na Reserva de justo valor
Ganhos e (Perdas)
2009
2010
2011
2012
85.942
(169.365)
(72.721)
(7.781)
26.975
(85.942)
169.365
72.721
7.781
(26.975)
(Valores em Euros)
2012
Impacto em reservas de justo valor
Efeito fiscal
2011
(9.669.794)
(73.001.799)
2.804.240
21.170.522
(6.865.554)
(51.831.277)
34
70
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
71
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
6.4 Outros passivos financeiros
6.6. Maturidades
Os depósitos recebidos de resseguradores representam o valor das cauções prestadas por resseguradores, em consequência da aceitação de riscos e do recebimento de prémios de operações originadas pelo negócio de resseguro cedido.
A estrutura de maturidades é analisada como segue:
6.5 Ativos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor
(Valores em Euros)
O justo valor é baseado em valores de mercado, quando disponíveis. No caso de estes não estarem disponíveis o justo valor pode ser
estimado através de modelos internos, normalmente baseados nos modelos de cash flows descontados.
Risco de liquidez
2012
Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem
Ativos financeiros detidos para negociação
Os métodos e pressupostos principais utilizados na determinação do justo valor de ativos e passivos pela Allianz Portugal são os
seguintes:
Ativos financeiros ao justo valor através de resultados
Dívida pública
Obrigações de outros emissores
Caixa e Depósitos em instituições de crédito
Instrumentos de capital
Tendo em conta que se tratam normalmente de ativos de curto prazo, o saldo de balanço é uma estimativa razoável do seu justo valor.
Devedores e credores por operações de seguro direto, de resseguro e outras operações, empréstimos e contas a receber e outros
passivos financeiros
Tendo em conta que se tratam normalmente de ativos e passivos de curto prazo, considera-se como uma estimativa razoável para o seu
justo valor o saldo de balanço das várias rubricas, à data do balanço.
Ativos financeiros detidos até à maturidade
1-2 anos
maturidade
2-5 anos
maturidade
> 5 anos
maturidade
Maturidade
indeterminada
Total
86.936.696
-
-
-
-
-
-
-
-
136.471
86.936.696
136.471
26.111.658
14.145.945
698.183
215.357
-
41.171.143
155.369
-
413.961
-
-
569.330
23.898.056
14.145.945
284.222
215.357
-
38.543.580
2.058.233
-
-
-
-
2.058.233
Investimentos disponíveis para venda
90.368.811
102.142.017
238.820.591
193.153.580
-
624.484.999
Dívida pública
17.473.907
4.771.665
14.098.856
79.966.793
-
116.311.221
Obrigações de outros emissores
56.076.634
97.370.352
224.721.735
113.186.787
-
491.355.508
Instrumentos de capital
16.818.270
-
-
-
-
16.818.270
-
-
74.500.797
159.068.770
-
233.569.567
Investimentos detidos até à maturidade
Dívida pública
-
-
74.500.797
159.068.770
-
233.569.567
Outros ativos financeiros
62.210.533
-
-
-
-
62.210.533
Total de ativos financeiros
265.627.698
116.287.962
314.019.571
352.437.707
136.471
1.048.509.409
70.856.560
52.315.460
161.960.715
56.995.283
-
342.128.018
70.856.560
52.315.460
161.960.715
56.995.283
-
342.128.018
194.771.138
63.972.502
152.058.856
295.442.424
136.471
706.381.391
Passivos financeiros
Total de passivos financeiros
Estes ativos estão contabilizados ao custo amortizado líquido de imparidade. O justo valor tem como base as cotações de mercado.
Até 12 meses
maturidade
Líquido
Passivos financeiros ao custo amortizado
(Valores em Euros)
O justo valor é estimado contrato a contrato utilizando a melhor estimativa dos pressupostos para a projeção dos fluxos de caixa
esperados e a taxa de juro sem risco à data do balanço.
Risco de liquidez
2011
Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem
O justo valor dos ativos e passivos financeiros que estão registados ao custo amortizado é analisado como segue:
Ativos financeiros detidos para negociação
Ativos financeiros ao justo valor através de resultados
Até 12 meses
maturidade
Instrumentos de capital
(Valores em Euros)
2012
Justo valor
Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem
Empréstimos e contas a receber
Outros devedores por operações de seguros e outras operações
Investimentos a de ver até à maturidade
ATIVOS FINANCEIROS AO CUSTO AMORTIZADO
Passivos financeiros ao custo amortizado
Outros passivos financeiros
Outros credores por operações de seguros e outras operações
PASSIVOS FINANCEIROS AO CUSTO AMORTIZADO
86.936.696
2011
Valor balanço
86.936.696
Jus to valor
3.252.769
Valor balanço
3.252.769
2-5 anos
maturidade
> 5 anos
maturidade
Maturidade
indeterminada
Total
3.252.769
-
-
-
-
-
-
-
-
4.067
4.067
14.438.602
27.637.304
14.348.851
2.428.366
-
58.853.123
159.079
238.025
161.577
-
558.681
12.299.895
27.478.225
14.110.826
2.266.789
-
56.155.735
Dívida pública
Obrigações de outros emissores
1-2 anos
maturidade
3.252.769
2.138.707
-
-
-
-
2.138.707
155.039.033
64.281.490
258.646.752
97.438.051
-
575.405.326
Dívida pública
90.038.882
17.347.982
56.183.725
47.821.294
-
211.391.883
Obrigações de outros emissores
48.903.226
46.933.508
202.463.027
49.616.757
-
347.916.518
Instrumentos de capital
16.096.925
-
-
-
-
16.096.925
-
-
72.979.214
157.090.078
-
230.069.292
Investimentos disponíveis para venda
Investimentos detidos até à maturidade
2.106.013
2.106.013
12.427.210
12.427.210
-
-
72.979.214
157.090.078
-
230.069.292
60.104.520
60.104.520
115.009.737
115.009.737
Outros ativos financeiros
127.436.947
-
-
-
-
127.436.947
Total de ativos financeiros
300.167.351
91.918.794
345.974.817
256.956.495
4.067
995.021.524
91.150.428
34.086.121
151.931.509
31.589.629
-
308.757.687
91.150.428
34.086.121
151.931.509
31.589.629
-
308.757.687
209.016.923
57.832.673
194.043.308
225.366.866
4.067
686.263.837
235.380.238
233.569.567
149.225.097
230.069.292
384.527.467
382.716.796
279.914.813
360.759.008
252.562.193
264.622.396
202.928.972
208.147.799
1.426.031
1.426.031
1.667.677
1.667.677
37.974.829
37.974.829
45.089.237
45.089.237
291.963.053
304.023.256
249.685.886
254.904.713
Dívida pública
Passivos financeiros
Total de passivos financeiros
Líquido
35
72
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
73
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
6.7. Dívida soberana
9. Terrenos e edifícios
Com referência a 31 de Dezembro de 2012 e 2011, a exposição da Allianz a dívida pública soberana de países da União Europeia em
situação de bailout, é apresentada em seguida:
Os movimentos ocorridos no exercício de 2012 relativamente aos terrenos e edifícios são analisados como segue.
Nas rubricas do balanço:
(Valores em Euros)
RUBRICAS
31 de Dezembro de 2012
Emitente / Carteira
Valor
contabilístico
Justo valor
Reserva
de justo valor
Taxa de juro
média
%
Saldo inicial
Ativos financeiros detidos até à maturidade
Imparidade
Alienações
Saldo final
De serviço próprio
Maturidade
média
Anos
Nível
de valorização
Terrenos e edifícios
25.042.898
-
-
-
-
25.042.898
Amortizações
(2.162.299)
(431.684)
(2.215)
-
-
(2.596.198)
22.880.599
(431.684)
(2.215)
-
-
22.446.700
Portugal
Ativos financeiros disponíveis para venda
Amortizações
Alterações
de justo valor
-
-
-
-
-
-
233.569.567
235.380.238
-
4,0
6
-
De rendimento
33.247.135
-
-
(180.600)
-
33.066.535
-
TOTAL
56.127.734
(431.684)
(2.215)
(180.600)
-
55.513.235
233.569.567
235.380.238
-
-
-
E nas rubricas de ganhos e perdas:
31 de Dezembro de 2011
Emitente / Carteira
Valor
contabilístico
Justo valor
Reserva
de justo valor
(Valores em Euros)
Taxa de juro
média
%
Maturidade
média
Anos
Nível
de valorização
Rendimentos
de rendas
RUBRICAS
De serviço próprio
Portugal
Ativos financeiros disponíveis para venda
68.038.610
68.038.610
(25.692.329)
4,5
3
1
Ativos financeiros detidos até à maturidade
230.069.292
149.255.097
-
3,8
7
-
298.107.902
217.293.707
(25.692.329)
-
-
-
7. Investimentos em filiais, associadas
Gastos
Amortizações
Alterações
de justo valor
Imparidade
Alienações
24.766
960.356
431.684
2.215
-
-
1.636.031
319.708
-
-
(180.600)
-
com rendimento no ano
1.636.031
246.162
-
-
(184.000)
-
sem rendimento no ano
-
73.546
-
-
3.400
-
1.660.797
1.280.064
431.684
2.215
(180.600)
-
De rendimento
TOTAL
A determinação do justo valor dos imóveis é efetuada com base em avaliações fornecidas por peritos independentes cumprindo todos
os requisitos definidos pela norma vigente.
As partes de capital em empresas associadas em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 eram nulas.
10. Outros ativos fixos tangíveis
8. Caixa e equivalentes e depósitos à ordem
Os movimentos ocorridos no exercício de 2012 relativos a ativos tangíveis são analisados como segue:
Nesta rubrica estão englobados os valores registados no balanço com maturidade inferior a três meses. Em 31 de Dezembro de 2012 as
rubricas de caixa e depósitos à ordem, totalizavam Euros 86.936.696, como segue:
(Valores em Euros)
(Valores em Euros)
2012
Caixa
374
2011
2.237
Depósitos à ordem
86.936.322
3.250.532
TOTAL
86.936.696
3.252.769
IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS
Saldo inicial
Valor Bruto
Amortizações
Aumentos
Transferências Alienações
Aquisições
e abates
Amortizações do Exercício
Reforço
Saldo final
Regularizações
Equipamento administrativo
3.690.579
3.480.039
83.888
-
-
55.035
-
239.393
Máquinas e ferramentas
3.556.699
3.338.221
168.516
-
-
76.897
-
310.097
248.700
Equipamento informático
3.383.045
3.027.759
171.246
-
-
277.832
-
Instalações interiores
2.440.280
2.424.973
-
-
-
4.338
-
10.969
91.879
64.646
-
-
36.659
10.583
30.592
10.582
Material de transporte
Equipamento hospitalar
Outras imobilizações corpóreas
831
831
-
-
-
-
-
-
2.320.799
1.574.779
151.222
-
-
174.045
-
723.197
649.787
Imobilizações em curso
-
-
649.787
-
-
-
-
Adiantamentos por conta
-
-
-
-
-
-
-
-
15.484.112
13.911.248
1.224.659
-
36.659
598.730
30.592
2.192.725
Total
36
74
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
75
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
11. Afetação dos investimentos e outros ativos
Ano de 2012
De acordo com as disposições legais vigentes para as empresas de seguros, a Companhia é obrigada a afetar investimentos pelo total
das provisões técnicas, de acordo com os limites estabelecidos pelo Instituto de Seguros de Portugal. Em 31 de Dezembro de 2012, a
afetação de investimentos é como segue:
2012
Seguros de Vida
com participação
nos resultados
Caixa e equivalentes
Seguros de Vida
sem participação
nos resultados
Seguros
Não Vida
Total
11.636.638
24.793
86.936.696
-
46.468.817
9.044.418
55.513.235
Ativos financeiros detidos para negociação
-
-
-
136.471
136.471
Ativos financeiros ao justo valor através de resultados
-
38.048.755
3.122.388
-
41.171.143
100.565.151
268.687.102
253.723.604
1.509.142
624.484.999
-
-
-
-
-
21.281.942
60.055.168
152.232.457
-
233.569.567
2.106.013
-
-
-
2.106.013
Outros ativos tangíveis
-
-
-
2.192.725
2.192.725
Total
125.753.106
440.266.290
467.183.904
12.907.549
1.046.110.849
Provisões técnicas e passivos por contratos de investimento
125.419.852
369.683.433
345.155.022
-
840.258.307
333.254
70.582.857
122.028.882
12.907.549
205.852.542
Excesso / (Insuficiência)
4.099.149
1.085.141
(3.649.967)
1.534.323
1.581.729
100.764
(561.076)
1.121.417
Devedores por outras operações
8.829.911
2.716.121
(2.508.316)
9.037.716
14.510.789
3.902.026
(6.719.359)
11.693.456
Outras provisões
73.475.265
Empréstimos concedidos e contas a receber
Saldo final
Devedores por operações de resseguro
Provisão para reestruturação
-
Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos
Reduções
Outras Provisões
Não afetos
1.800.000
Investimentos a deter até à maturidade
Aumentos
Devedores por operações de seguro direto
(Valores em Euros)
Terrenos e edifícios
Investimentos disponíveis para venda
Saldo inicial
Perdas por imparidade em ativos ao custo amortizado
610.888
-
(610.888)
-
4.512.170
816.255
(192.524)
5.135.901
5.123.058
816.255
(803.412)
5.135.901
De acordo com instruções do Instituto de Seguros de Portugal, a provisão para reestruturação foi registada na rubrica Custos por
natureza a imputar (ver nota 21).
13.2. Ajustamento de créditos de cobrança duvidosa
O ajustamento para créditos de cobrança duvidosa destina-se a reduzir o montante dos saldos a receber, resultantes de operações de
seguro direto, de resseguro ou outras, à exceção dos recibos por cobrar ao seu valor provável de realização.
O valor dos ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, são
analisadas como segue:
Os outros ativos não se encontram afetos a provisões técnicas e passivos por contratos de investimento.
(Valores em Euros)
12. Ativos intangíveis
2012
Contas a receber por operações de seguro direto
Os movimentos ocorridos no exercício de 2012 relativos a ativos intangíveis são analisados como segue:
(Valores em Euros)
Saldo inicial
RUBRICAS
Programas informáticos
Programas informáticos
(Imobilizações Em Curso)
Total
Valor Bruto
Amortizações
Amortizações do exercício
Aquisições
Transferências
e Abates
Alienações
Reforço
Saldo final
Regularizações
(valor líquido)
8.512.655
7.527.686
8.678
133.859
-
168.663
-
958.843
133..859
-
-
(133.859)
-
-
-
-
8.646.514
7.527.686
8.678
-
-
168.663
-
958.843
262.839
Os movimentos ocorridos no exercício relativamente a ajustamentos e outras provisões são analisados como segue:
1.063.957
Contas a receber por operações de resseguro
1.121.417
1.581.729
Contas a receber por outras operações
9.037.716
8.829.911
10.421.972
11.475.597
TOTAL
Estas rubricas não incluem os ajustamentos de recibos por cobrar (referenciados na Nota 13.3).
13.3. Ajustamentos de recibos por cobrar
O cálculo dos ajustamentos de recibos por cobrar é efetuado com base na probabilidade de cobrança dos recibos de prémios por
cobrar no final do ano e em conformidade com os critérios estabelecidos pelo Instituto de Seguros de Portugal. Este ajustamento é
apresentado no balanço como dedução aos Devedores por operações de seguro direto.
13. Outras provisões e ajustamentos de contas do ativo
13.1. Desdobramento da conta de ajustamentos e outras provisões
2010
(Valores em Euros)
2012
2011
Contas a receber por operações de seguro direto
1.271.484
3.035.192
TOTAL
1.271.484
3.035.192
Na rubrica Tomadores de seguros encontra-se registado o montante de Euros 17.271.062 (2011: Euros 23.343.311), referente ao valor
de recibos de prémios por cobrar.
37
76
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
77
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
14. Prémios de contratos de seguro
2012
Prémios brutos
emitidos
Prémios brutos
adquiridos
103.393.491
104.891.550
85.768.779
26.387.432
(2.377.850)
66.788.062
67.185.743
26.203.981
15.570.179
(19.810.024)
- RESPONSABILIDADE CIVIL
79.480.069
79.772.188
52.997.436
19.008.410
(757.920)
- OUTRAS COBERTURAS
54.201.680
54.362.295
19.824.414
12.638.891
(10.473.257)
Os prémios adquiridos líquidos de resseguro são analisados como se segue:
RAMOS /GRUPOS DE RAMOS
Custos
com sinistros brutos
Custos de
exploração brutos
Saldo de
resseguro
SEGURO DIRETO
(Valores em Euros)
Prémios Brutos Emitidos - Vida
Prémios Brutos Emitidos - Não Vida
Prémios Brutos Emitidos
Prémios de Resseguro Cedido - Vida
Prémios de Resseguro Cedido - Não Vida
Prémios de Resseguro Cedido
Variação de Prémios Brutos Não Adquiridos - Vida
2011
INCÊNDIO E OUTROS DANOS
97.050.996
95.205.872
AUTOMÓVEL
316.386.118
300.491.393
413.437.114
395.697.265
(1.258.517)
(1.910.110)
(50.912.062)
(43.520.439)
(52.170.579)
(45.430.549)
138.310
123.879
Variação de Prémios Brutos Não Adquiridos - Não Vida
2.048.507
(548.288)
Variação de Prémios Brutos Não Adquiridos
2.186.817
(424.409)
(69.690)
55.747
Variação de Prémios Não Adquiridos de Resseguro Cedido - Vida
Variação de Prémios Não Adquiridos de Resseguro Cedido - Não Vida
(1.135.267)
903.356
Variação de Prémios Não Adquiridos de Resseguro Cedido
(1.204.957)
959.103
Variação de Prémios Não Adquiridos
Prémios Adquiridos Líquidos de Resseguro - Vida
ACIDENTES E DOENÇA
2012
981.860
534.694
95.861.099
93.475.388
Prémios Adquiridos Líquidos de Resseguro - Não Vida
266.387.296
257.326.022
Prémios Adquiridos Líquidos de Resseguro
362.248.395
350.801.410
MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES
3.593.647
3.083.080
1.351.476
563.970
(355.181)
RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL
6.983.516
6.998.611
695.425
1.520.293
(1.793.276)
295.231
369.134
385.096
111.691
(231.752)
-
-
59
-
-
969.772
1.017.452
98.761
227.371
(801.214)
315.705.468
317.680.053
187.325.427
76.028.237
(36.600.474)
680.650
754.572
(140)
26.469
(529.237)
316.386.118
318.434.625
187.325.287
76.054.706
(37.129.711)
CRÉDITO E CAUÇÃO
ASSISTÊNCIA
DIVERSOS
Total
RESSEGURO ACEITE
TOTAL GERAL
(Valores em Euros)
2011
RAMOS /GRUPOS DE RAMOS
Prémios brutos
emitidos
Prémios brutos
adquiridos
Custos com
sinistros brutos
Custos de
exploração brutos
Saldo de
resseguro
SEGURO DIRETO
Os prémios brutos emitidos do ramo Vida são analisados como segue:
(Valores em Euros)
2012
2011
Relativos a contratos individuais
18.109.904
16.943.996
Relativos a contratos grupo
78.941.092
78.261.876
97.050.996
95.205.872
Periódicos
85.356.300
88.682.982
Não Periódicos
11.694.696
6.522.890
97.050.996
95.205.872
De contratos sem participação nos resultados
84.262.767
81.745.022
De contratos com participação nos resultados
12.788.229
13.460.850
Prémios brutos emitidos - Vida
97.050.996
95.205.872
ACIDENTES E DOENÇA
96.955.490
97.264.830
74.235.073
26.280.642
(684.358)
INCÊNDIO E OUTROS DANOS
63.384.069
63.348.358
27.727.350
15.150.449
(13.169.676)
- RESPONSABILIDADE CIVIL
74.126.187
74.233.039
38.925.586
17.492.379
457.833
- OUTRAS COBERTURAS
54.756.552
53.707.280
36.350.173
12.020.041
(11.095.685)
MARÍTIMO, AÉREO E TRANSPORTES
2.223.654
2.368.757
(492.645)
569.234
(1.886.951)
RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL
6.584.260
6.716.490
643.047
1.379.647
(1.593.787)
430.056
392.158
(743.926)
81.968
(1.053.808)
-
42.932
-
8.571
-
1.238.440
1.185.672
144.975
212.726
(695.875)
299.698.708
299.259.516
176.789.633
73.195.657
(29.722.307)
792.685
683.589
(8.169)
67.313
(462.146)
300.491.393
299.943.105
176.781.464
73.262.970
(30.184.453)
AUTOMÓVEL
CRÉDITO E CAUÇÃO
ASSISTÊNCIA
DIVERSOS
Total
RESSEGURO ACEITE
TOTAL GERAL
15. Comissões e outros proveitos
O segmento Não Vida é analisado como segue:
Esta rubrica inclui as comissões de contratos de seguro considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento no
montante de Euros 781.582 (2011: Euros 1.068.589), sendo calculadas fundo a fundo, de acordo com as condições gerais de cada
produto.
38
78
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
79
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
16. Rendimentos / Rédito de investimentos
2012
Ganhos
Os rendimentos de investimentos são analisados como segue:
Títulos de dívida
(Valores em Euros)
2012
2011
Instrumentos de capital e unidades de participação
Total
797.236
(13.250)
783.986
65.884
-
65.884
-
-
-
863.120
(13.250)
849.870
Outros
Total e Ativos
Perdas
Juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas
Ativos financeiros disponíveis para venda
Títulos de dívida
20.677.123
24.871.016
12.521.757
12.168.718
1.071.211
537.738
Ativos financeiros detidos até à maturidade
Passivos por contratos de investimento
-
(4.497.500)
(4.497.500)
Total Passivo
-
(4.497.500)
(4.497.500)
863.120
(4.510.750)
(3.647.630)
Total
Títulos de dívida
Depósitos bancários
Outros
Juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas
121.866
73.221
34.391.957
37.650.693
(6.616.998)
(5.174.555)
(Valores em Euros)
2011
Outros
Ganhos
Ativos financeiros disponíveis para venda
Títulos de dívida
Ações e outros títulos de rendimento variável
110.281
115.215
Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas
Instrumentos de capital e unidades de participação
Propriedades de investimento
TOTAL
85.216
1.327.147
1.660.797
1.903.096
1.856.294
3.345.458
29.631.253
35.821.596
Total e Ativos
Total
1.074.962
(1.356.974)
(282.012)
28.234
-
28.234
-
-
-
1.103.196
(1.356.974)
(253.778)
Outros
Títulos de dívida
Perdas
Passivos por contratos de investimento
-
(1.118.159)
(1.118.159)
Total Passivo
-
(1.118.159)
(1.118.159)
1.103.196
(2.475.133)
(1.371.937)
Total
17. Ganhos e perdas realizados em investimentos
18. Ganhos e perdas provenientes de ajustamentos de justo valor em investimentos
Os ganhos e perdas realizados em ativos financeiros detidos para venda são analisados como segue:
Os ganhos e perdas provenientes de ajustamentos de justo valor são analisados como segue:
(Valores em Euros)
(Valores em Euros)
2012
Ganhos
Títulos de dívida
Instrumentos de capital e unidades de participação
Total
Perdas
2.794.798
2012
Total
(22.657.055)
(19.862.257)
-
-
-
2.794.798
(22.657.055)
(19.862.257)
2011
Ativos detidos para negociação
Derivados
27.710
20.194
27.710
20.194
Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas
Títulos de dívida
(Valores em Euros)
Instrumentos de capital e unidade de participação
2011
Ganhos
Títulos de dívida
Instrumentos de capital e unidades de participação
Total
4.189.681
Perdas
Total
(16.394.274)
(12.204.593)
775.251
-
775.251
4.964.932
(16.394.274)
(11.429.342)
Os ganhos e perdas em ativos e passivos financeiros classificados, no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas,
são analisados como segue:
TOTAL
3.774.497
614.703
53.633
(91.098)
3.828.130
523.605
3.855.840
543.799
19. Ganhos e perdas em diferenças de câmbio
Os valores de ativos e passivos em moeda estrangeira são convertidos para Euros, mediante utilização das taxas de câmbio de referência
divulgadas pelo Banco Central Europeu. Todas as diferenças de câmbio, realizadas ou não realizadas, são consideradas nos resultados
dos exercícios em que se verificam.
À data de balanço não existiam posições cambiais no portfólio da Allianz Portugal.
39
80
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
81
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
21. Gastos diversos por função e natureza
2012
Os custos administrativos são analisados como segue:
(Valores em Euros)
2012
2011
Custos com pessoal
26.167.034
28.497.161
Fornecimentos e serviços externos
23.663.688
23.067.868
Impostos e taxas
2.135.854
2.122.829
Amortizações do exercício
1.199.078
1.188.948
-610.887
-2.858.232
Provisões
Juros suportados
Comissões
Total
Eletricidade
462.170
436.148
Impressos
268.491
294.471
Material escritório
240.403
202.856
Livros e documentação técnica
Artigos para oferta
5.337
184.795
210.198
Conservação e reparação
1.082.392
1.429.247
2.002.078
1.831.502
Despesas de representação
2.188.671
2.251.945
Franquias postais/ transporte postal
1.791.644
1.857.263
Comunicações
1.444.405
1.263.921
Deslocações e estadas
1.181.541
1.148.236
63.938
132.904
Seguros
415.772
Publicidade e propaganda
52.997.774
52.567.250
De acordo com a Norma Regulamentar nº 24/2002-R de 23 de Dezembro, os custos com pessoal de carácter extraordinário, relativos
a pré-reformas e a indemnizações ou compensações concedidas aos empregados das empresas de seguros, a título de rescisões de
contratos de trabalho por mútuo acordo, provenientes de forma inequívoca e devidamente comprovada, de processos de
reestruturação não integrados no âmbito de operações de concentração de empresas, podem não ser considerados no cálculo da
provisão para riscos em curso.
2.724
Rendas e alugueres
379.069
A rubrica provisões inclui o montante de Euros - 610.887 (2011: Euros - 2.858.232) relativo a variação da provisão para reestruturação
interna.
2011
183.577
196.127
2.414.894
2.662.564
Limpeza, higiene e conforto
326.020
327.297
Vigilância e segurança
243.517
223.883
Trabalho Especializado
6.508.274
5.977.426
Outras Prestações de Serviço
1.718.323
1.200.000
Custos com Cobrança de Prémios
600.027
757.852
Outros
819.742
791.595
23.663.688
23.067.868
Total
A rubrica de trabalhos especializados inclui o montante de Euros 3.696.340 (2011: Euros 2.675.443) relativos a custos com trabalhos
informáticos (infraestrutura - mainframe).
Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, os custos e gastos de exploração líquidos são analisados como segue:
Ao abrigo desta Norma a Companhia, considerou que o acréscimo de custos daí resultante, iria provocar um aumento no valor da
provisão para riscos em curso não relacionado com insuficiências tarifárias, pelo que, com a concordância do Instituto de Seguros de
Portugal, a Companhia optou por não considerar os referidos custos para efeitos de cálculo da Provisão para riscos em curso.
(Valores em Euros)
2012
2011
98.989.790
94.213.291
Custos e gastos de exploração líquidos
Os custos administrativos foram imputados da seguinte forma:
Custos de aquisição
Custos de aquisição diferidos (variação)
(Valores em Euros)
2012
Custos com sinistros
2011
13.392.257
13.336.835
Custos de aquisição
20.951.464
19.282.928
Custos administrativos
16.580.638
17.482.351
Custos com investimentos
1.863.408
2.240.253
210.007
224.883
52.997.774
52.567.250
Gastos administrativos
Comissões e participação nos resultados de resseguro
Total
1.136.386
726.503
16.580.638
17.482.351
(10.175.443)
(9.239.862)
106.531.371
103.182.283
Custos de exploração
Outros custos não imputados
Total
A rubrica custos de aquisição inclui o montante de Euros € 78.038.326 (2011: Euros 74.930.363) relativo a comissões e outros incentivos
atribuídos aos mediadores e corretores da Companhia.
22. Gastos com pessoal
22.1. Número de trabalhadores ao serviço por categoria profissional
A rubrica de Fornecimentos e serviços externos é analisada como segue:
O número de pessoas ao serviço do Grupo no final dos exercícios de 2012 e 2011:
2012
2011
Quadros superiores
31
32
Quadros médios
89
108
Profissionais altamente qualificados
156
156
Profissionais qualificados
266
249
Profissionais semi-qualificados
Total
4
4
546
549
40
82
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
83
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
22.2. Custos com pessoal referentes ao exercício
2012
Pensões
Os custos com pessoal referentes aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 são analisados como se segue:
2011
Outros
Total
Pensões
Outros
Total
Ativos/(responsabilidades) líquidas reconhecidas em balanço
(Valores em Euros)
2012
Remunerações
2011
19.379.179
Órgãos sociais
19.595.179
521.249
297.196
18.857.930
19.297.983
Encargos sobre remunerações
3.913.815
3.839.236
777.998
2.121.974
Benefícios pós-emprego
489
36.334
Planos de benefícios definidos
777.509
2.085.640
408.741
Outros beneficios a longo prazo dos empregados
421.201
Beneficios de cessação de emprego
320.388
720.353
Seguros Obrigatórios
782.868
799.478
Gastos de ação social
68.142
164.284
Outros gastos com pessoal
TOTAL
Pensionistas
(22.919.191)
(2.386.406)
(25.305.597)
(24.159.187)
(2.482.678)
-
-
-
(3.041.181)
-
(3.041.181)
(22.919.191)
(2.386.406)
(25.305.597)
(27.200.368)
(2.482.678)
(29.683.046)
Ativos
Pessoal
Planos de contribuição definida
Responsabilidades em 31 de Dezembro
503.443
847.916
26.167.034
28.497.161
Saldo do fundo em 31 de Dezembro
26.992.940
-
26.992.940
30.083.827
-
30.083.827
Ativos/ (responsabilidades) líquidas em balanço em 31 de Dezembro
4.073.749
(2.386.406)
1.687.343
2.883.459
(2.482.678)
400.781
As outras responsabilidades dizem respeito à responsabilidade associada à segurança social dos pré-reformados e a benefícios de saúde
atribuídos.
O acréscimo das responsabilidades em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 é analisado como segue:
(Valores em Euros)
2012
22.3. Informações adicionais relativamente a transações com os órgãos sociais
Para além das remunerações e outros benefícios concedidos não existem quaisquer transações com membros dos órgãos sociais.
Outros
Total
Pensões
Outros
Total
Responsabilidades em 1 de Janeiro
(27.200.368)
(2.482.678)
(29.683.046)
(33.146.984)
(2.516.706)
(35.663.690)
Corte do plano por alteração do CCT
3.041.181
-
3.041.181
-
-
-
-
-
-
(142.872)
-
(142.872)
Custo do serviço corrente
23. Obrigações com benefícios dos empregados e outros benefícios pós-emprego
Os pressupostos utilizados no cálculo das responsabilidades relativas às obrigações com benefícios dos empregados são os seguintes:
2011
3,50%
4,75%
Taxa de crescimento salarial
1,50%
2,00%
Taxa de rendimento esperada do fundo
4,01%
4,14%
Taxa de crescimento das pensões
0,75%
1,00%
TV 88/90
TV 88/90
EKV 80
EKV 80
Unidade de Crédito
Projetada
Unidade de Crédito
Projetada
Método atuarial
(1.161.420)
(1.482.566)
(106.872)
(1.589.438)
(147.519)
(957.899)
5.380.337
56.530
5.436.867
Benefícios poagos
3.835.395
546.471
4.381.866
3.870.146
533.546
4.403.692
Reformas antecipadas
(728.548)
(197.731)
(926.279)
(1.678.429)
(449.176)
(2.127.605)
(22.919.191)
(2.386.406)
(25.305.597)
(27.200.368)
(2.482.678)
(29.683.046)
Responsabilidades em 31 de Dezembro
Em 31 de Dezembro de 2011, relativamente à alteração do plano e tendo em consideração que o valor integralmente financiado das
responsabilidades pelos serviços passados relativo às pensões de reforma por velhice devidas aos trabalhadores no ativo seria convertido
em contas individuais desses trabalhadores, integrando o respetivo plano individual de reforma, de acordo com o IAS 19, a Companhia
iria proceder à liquidação da responsabilidade (“settlement”) durante o ano de 2012.
2012
2011
0
355
Reformados
443
446
TOTAL
443
801
Os ativos/(responsabilidades) líquidos reconhecidos em balanço nos exercícios de 2012 e 2011, são como segue:
(104.949)
(810.380)
Em 23 de Dezembro de 2011, foi aprovado um novo Contrato Coletivo de Trabalho dos Seguros que veio alterar um conjunto de
benefícios anteriormente definidos, deixando estes colaboradores de estarem abrangidos por um plano de benefício definido para
passarem a ter um plano de contribuição definida.
Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, o número de participantes abrangidos pelo plano de benefícios era o seguinte:
Ativos
(1.056.471)
Ganhos e (perdas) atuariais nas responsabilidades
Conforme referido nas políticas contabilísticas, a Companhia tinha até 31 de Dezembro de 2011 assumido a responsabilidade de pagar
aos seus empregados pensões de reforma por velhice e invalidez, nos termos estabelecidos no Contrato Coletivo dos Trabalhadores de
Seguros (CCT). Os benefícios previstos nos planos de pensões são aqueles que são abrangidos pelo Plano CCT - Contrato Coletivo de
Trabalho da Atividade Seguradora (CCT) para os colaboradores admitidos até admitidos até 22 de Junho de 1995.
2012
Taxa de desconto
Tábua de invalidez
2011
Pensões
Custo dos juros
Tábua de mortalidade:
(26.641.865)
À data de 31 de Dezembro de 2012, a liquidação do plano de benefício definido está ainda sujeita à aprovação das alterações contratuais
dos regulamentos do Fundo.
De acordo com este novo CCT, a Companhia passou a garantir apenas a poupança inicial que resulta da transferência das
responsabilidades por serviços passados para as contas individuais.
Conforme evidenciado, o valor do fundo está deduzido do montante que será transferido para as contas individuais de cada colaborador
no âmbito do corte do anterior plano de benefício definido.
41
84
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
85
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
A variação do fundo em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 é analisada como segue:
Os ativos de fundo de pensões são decompostos da seguinte forma:
(Valores em Euros)
(Valores em Euros)
2012
2011
Saldo do fundo em 1 de Janeiro
30.083.827
31.360.850
Valor a transferir do corte do plano
(3.041.181)
-
Rendimento esperado
1.007.510
1.218.227
Ganhos e (perdas) atuariais
1.865.245
(1.438.747)
Contribuições
912.934
2.813.643
Benefícios pagos
(3.835.395)
(3.870.146)
Saldo do fundo em 31 de Dezembro
26.992.940
30.083.827
Ações e outros títulos de rendimento variável
Títulos de rendimento fixo
Depósitos em instituições de crédito e Devedores do fundo
Valor a transferir do corte do plano
2012
201109
1.295.880
28.518.532
28.293.040
2.404.889
445.201
(839.594)
(3.041.181)
-
26.992.940
30.083.827
A evolução das responsabilidades nos últimos 5 anos é analisada como segue:
Os ganhos e perdas atuariais em 2012 e 2011 são analisadas como segue:
(Valores em Euros)
2012
(Valores em Euros)
2012
Desvios reconhecidos nas reservas em 1 de Janeiro
2011
(3.387.279)
554.311
Responsabilidades por benefícios
2011
2010
(35.663.690)
2009
2008
(25.305.597)
(29.683.046)
(32.765.839)
(31.476.253)
Justo valor dos ativos do fundo
26.992.940
30.083.827
31.360.850
30.059.517
27.775.851
Ativos/responsabilidades líquidas no balanço
1.687.343
400.781
(4.302.840)
(2.706.322)
(3.700.402)
(Ganhos) e perdas atuariais
- nas responsabilidades
810.380
(5.380.337)
- nos ativos do plano
(1.865.245)
1.438.747
Desvios reconhecidos nas reservas em 31 de Dezembro
(4.442.144)
(3.387.279)
Adicionalmente, a Companhia transferiu parte das suas responsabilidades com pensões de reforma através da aquisição de apólices de
seguro. O valor total da responsabilidade ascende a Euros 2.437.867 (2011: Euros 2.302.500), o qual está incluído no valor das provisões
matemáticas do ramo Vida.
24. Imposto sobre rendimento
Os (ativos)/passivos líquidos são analisados como segue:
(Valores em Euros)
2012
(Ativos)/Passivos a receber ou entregar em 1 de Janeiro
Ganhos e perdas atuarias das responsabilidades
Ganhos e perdas atuariais dos fundos
2011
Pensões
Outros
Total
Pensões
Outros
Total
(2.883.459)
2.482.678
(400.781)
1.786.134
2.516.706
4.302.840
810.380
147.519
957.899
(5.380.337)
(56.530)
(5.436.867)
(1.865.245)
-
(1.865.245)
1.438.747
-
1.438.747
-
-
-
142.872
-
249.744
1.056.471
104.949
1.161.420
1.482.566
106.872
1.482.566
(1.007.510)
-
(1.007.510)
(1.218.227)
-
(1.218.227)
Encargos do ano:
-
- Custo do serviço corrente
- Custo dos juros
- Rendimento esperado do fundo
- Reformas antecipadas
Contribuições efetuadas no ano e benefícios pagos
(Ativos)/Passivos a receber ou entregar em 31 de Dezembro
728.548
197.731
926.279
1.678.429
449.176
2.127.605
(912.934)
(546.471)
(1.459.405)
(2.813.643)
(533.546)
(3.347.189)
(4.073.749)
2.386.406
(1.687.343)
(2.883.459)
2.482.678
(400.781)
Os montantes reconhecidos como custo dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, são como segue:
(Valores em Euros)
2012
Pensões
Custo do serviço corrente
2011
Outros
Total
Pensões
Outros
Total
-
-
-
142.872
-
142.872
1.056.471
104.949
1.161.420
1.482.566
106.872
1.589.438
(1.007.510)
-
(1.007.510)
(1.218.227)
-
(1.218.227)
-
147.519
147.519
-
(56.530)
(56.530)
Reformas antecipadas
728.548
197.731
926.279
1.678.429
449.176
2.127.605
Custos do exercício
777.509
450.199
1.227.708
2.085.640
499.518
2.585.158
Custo dos juros
Rendimento esperado do fundo
(Ganhos) e perdas atuariais
O cálculo do imposto diferido dos exercícios de 2012 e 2011 foi apurado pela Companhia com base numa taxa nominal de imposto
e derrama de 29%, o cálculo do imposto corrente relativo a 2012 foi apurado com base na taxa nominal de 31,5% aprovada à data de
balanço.
As declarações de autoliquidação ficam sujeitas a inspeção e eventual ajustamento pelas Autoridades Fiscais durante um período de
quatro anos, o qual é alargado para 6 anos no caso de existirem prejuízos fiscais reportáveis. Assim, poderão vir a ter lugar eventuais
liquidações adicionais de impostos devido essencialmente a diferentes interpretações da legislação fiscal. No entanto, é convicção da
Administração de que não ocorrerão liquidações adicionais de valor significativo no contexto das demonstrações financeiras.
Os impostos e taxas incluídos em várias rubricas do balanço são analisados como segue:
(Valores em Euros)
2012
2011
IRC - Imposto/a recuperar
(3.627.889)
(2.066.914)
FAT
(6.570.141)
(6.432.715)
FGA
(637.103)
(656.401)
(2.797.887)
(2.970.089)
Prevenção Rodoviária
(155.569)
(157.249)
ISP
(420.247)
(401.339)
(1.163.989)
(1.212.007)
ANPC (SNB)
(418.946)
(430.715)
Segurança Social
(448.535)
(447.330)
Retenções IRS/IRC
(951.164)
(739.243)
Outros
(579.706)
(564.148)
-
-
(17.771.176)
(16.078.150)
Selo Apólice
INEM
Ativos por impostos correntes
Passivos por impostos correntes
42
86
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
87
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
A rubrica FAT inclui uma estimativa do valor atual das contribuições futuras para o Fundo de Acidentes de Trabalho de acordo com
política contabilística definida na nota 4.1. no montante de Euros 5.511.351 (2011: Euros 5.395.347).
O Capital da Companhia de Seguros Allianz Portugal, S. A., de Euros 39.545.400, representado por 7.909.080 ações de valor nominal de
Euros 5 cada, encontra-se integralmente subscrito e realizado.
Os ativos e passivos por impostos diferidos são como segue:
(Valores em Euros)
Ativos
Passivos
2012
Líquido
2012
2011
2012
2011
Ativos financeiros
(665.379)
19.137.569
-
-
(665.379)
19.137.569
Provisões não técnicas
3.315.767
3.618.483
-
-
3.315.767
3.618.483
2011
Propriedades de investimento
-
23.775
-
-
-
23.775
Fundo de pensões
-
160.751
-
-
-
160.751
2.650.388
22.940.578
-
-
2.650.388
22.940.578
Imposto diferido ativo/(passivo)
25. Capital
Nos termos da legislação portuguesa, a Companhia deverá constituir uma reserva legal formada pela afetação de 10% dos lucros
líquidos apurados em cada exercício, até à concorrência do capital social.
26. Reservas
Reservas de reavaliação
Reconhecem-se nesta rubrica os ajustamentos decorrentes da aplicação do justo valor aos ativos classificados como ativos classificados
como ativos disponíveis para venda.
Os impostos diferidos foram reconhecidos como segue:
A reserva do justo valor é analisada como segue:
(Valores em Euros)
Reservas
Ativos financeiros
Resultados
(19.268.738
(520.439)
(19.789.177)
-
(302.716)
(302.716)
Provisões não técnicas
(Valores em Euros)
Total
Propriedades de investimento
-
(23.775)
(23.775)
Fundo de Pensões
-
(160.751)
(160.751)
(19.268.738)
(1.007.681)
(20.276.419)
Custo amortizado de investimentos disponíveis para venda
Imparidade
2011
593.762.453
620.065.715
(684.269)
(2.901.845)
Custo amortizado de investimentos disponíveis para venda líquido de imparidade
593.078.184
617.163.870
Justo valor de investimentos disponíveis para venda
611.908.807
559.993.465
Reserva de justo valor de títulos reclassificados para investimentos a deter até à maturidade
Reserva de justo valor
Provisão para participação nos resultados a atribuir
Impostos diferidos e correntes
Os impostos reconhecidos em reservas são analisados como segue:
2012
Reserva de reavaliação líquida de impostos
10.570.509
12.417.301
8.260.114
(69.587.706)
(555.124)
-
(2.250.812)
20.375.091
5.454.178
(49.212.615)
(Valores em Euros)
Impostos diferidos
Impostos correntes
Reserva de Reavaliação
Impostos diferidos
Impostos correntes
Outras Reservas
TOTAL
2012
2011
(1.294.276)
17.988.233
(956.536)
2.386.858
(2.250.812)
20.375.091
-
160.750
(1.314.593)
(1.143.061)
(1.314.593)
(982.311)
(3.565.405)
19.392.780
Reserva por impostos diferidos e correntes
Reconhece-se nesta rubrica o imposto sobre diferenças temporárias, registadas na situação líquida, entre o resultado contabilístico e
o resultado fiscalmente aceite para efeitos de tributação em Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRC), na medida em
que exista uma probabilidade razoável de que tal imposto venha a ser recuperado ou pago no futuro. Reconhece-se adicionalmente o
imposto corrente, decorrente das variações patrimoniais dos instrumentos financeiros a cobrir responsabilidades do ramo Vida com
participação nos resultados.
Outras reservas
A reconciliação da taxa de imposto é analisada como segue:
Incluem a Reserva legal calculada de acordo com disposições legais em vigor e as Reservas livres.
(Valores em Euros)
Resultados e outras variações patrimoniais antes impostos
Taxa(s) de imposto
Imposto do exercício
2012
2011
35.082.562
49.756.746
31.5%
29,0%
11.051.007
14.429.456
Tributações autónomas
427.312
397.677
Dividendos
(34.739)
(33.412)
Outras diferenças permanentes
(60.146)
265.915
11.383.434
15.059.636
Imposto reconhecido nos resultados
Taxa efetiva
32,4%
30,3%
27. Resultados por ação
Os resultados por ação são apresentados como segue:
(Valores em Euros)
Resultado líquido do exercício atribuível aos acionistas da Companhia
Número de ações
Resultados por ação
2012
2011
23.703.890
34.714.551
7.909.080
7.909.080
2,997
4,389
43
88
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
89
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
28. Dividendos
34. Elementos extrapatrimoniais
Os dividendos distribuídos em 2012 (relativos ao exercício de 2011) representaram Euros 31.319.956,8. O valor por ação foi de 3,96
Euros.
Os Compromissos financeiros assumidos pelo Grupo com contratos de locação operacional, encontram-se distribuídos pelos seguintes
exercícios futuros:
Nos termos do disposto na alínea f) do artigo 66º do Código das Sociedades Comerciais, e face à importância atribuída ao reforço da
solidez da Sociedade e das suas disponibilidades de liquidez, o Conselho de Administração entendeu propor à Assembleia Geral que não
fossem distribuídos dividendos.
29. Transações entre partes relacionadas
(Valores em Euros)
Rendas vincendas
Até 3 meses
3 - 12 meses
1 - 5 anos
Total
82.407
226.373
515.762
824.542
Adicionalmente, a Allianz, Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S. A. é uma Sociedade Gestora de fundos de pensões. Os ativos sob
gestão ascendem a Euros 32.315.116 (2011: 32.206.887).
As transações entre partes relacionadas, para o exercício de 2012 e 2011, encontram-se representadas no seguinte quadro:
36.Acontecimentos após a data do balanço não descritos em pontos anteriores
(Valores em Euros)
2012
Allianz Group
ATIVO
2011
BPI
Total
Allianz Group
40.783.348
34.346.003
75.129.351
Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem
-
11.633.432
Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos
-
-
136.471
Ativos financeiros classificados no reconhecimento inicial
Ativos disponíveis para venda
Ativos financeiros detidos para negociação
BPI
Total
93.653.634
37.736.958
131.390.592
11.633.432
-
2.982.245
2.982.245
-
-
-
-
-
136.471
4.067
-
4.067
-
20.646.279
20.646.279
-
29.643.631
29.643.631
-
2.065.532
2.065.532
2.101.600
5.110.378
7.211.978
Provisões técnicas de resseguro cedido
17.708.559
-
17.708.559
19.968.443
-
19.968.443
Outros devedores por operações de seguros e outras operações
22.938.318
760
22.939.078
71.579.524
704
71.580.228
Não se conhecem à data de elaboração deste relatório eventos com impacto significativo nesta apresentação de contas.
37. Outras informações
37.1. Acréscimos e diferimentos
A rubrica de Acréscimos e diferimentos de passivo é analisada como segue:
(Valores em Euros)
2012
PASSIVO
Provisões técnicas
Depósitos recebidos de resseguradores
Outros credores por operações de seguros e outras operações
9.297.752
19.584.842
28.882.594
11.250.819
18.659.728
29.910.547
Férias e subsidio de férias
32.418
-
32.418
35.132
-
35.132
Distribuição de resultados
537.587
-
537.587
221.514
-
221.514
8.727.747
19.584.842
28.312.589
10.994.173
18.659.728
29.653.901
Outros acréscimos de custos
Proveitos diferidos
TOTAL
GANHOS E PERDAS
Prémios Brutos Emitidos
Prémios de Resseguro Cedido
Comissões de contratos de seguro e operações
Provisão para prémios não adquiridos (variação)
Provisão Prémios não Adquiridos Parte dos Resseguradores(variação)
Custos com sinistros, líquidos de resseguro
(32.025.587)
(36.458.327)
(68.483.914)
(25.054.365)
(36.307.754)
131.472
-
131.472
141.300
-
141.300
(37.754.044)
-
(37.754.044)
(32.197.927)
-
(32.197.927)
-
320.672
320.672
-
-
-
2.714
-
2.714
(35.132)
-
(35.132)
500.665
-
500.665
1.466.239
-
1.466.239
-
3.797.208
4.673.682
-
4.673.682
696.764
(38.410.220)
(37.713.456)
468.976
(37.933.359)
(37.464.383)
-
1.002.694
1.002.694
-
1.625.605
1.625.605
27.710
628.527
656.237
20.194
-
20.194
Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro
155.062
-
155.062
158.303
-
158.303
Outros rendimentos/gastos
416.862
-
416.862
250.000
-
250.000
Rendimentos
Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros valorizados ao justo
valor através ganhos e perdas
As transações com o BPI referem-se a investimentos, comissões bancárias, comissões de mediação e corretagem.
3.059.539
3.383.956
11.193.106
9.274.033
136.237
134.720
17.177.624
15.566.963
A rubrica distribuição de resultados inclui o montante de Euros 30.000 relativo ao prémio de permanência atribuído no âmbito do CCT,
conforme referido nas políticas contabilísticas relativas a benefícios aos empregados.
37.2. Outros devedores por operações de seguro direto e outras operações
(Valores em Euros)
2012
Devedores por operações de seguro direto
Resseguradores
Outros devedores
As transações com o Allianz Group referem-se a investimentos, resseguro, companhias representadas, representação fiscal e
fornecedores não residentes.
2.774.254
(61.362.119)
3.797.208
Custos e gastos de exploração líquidos
2011
2.788.742
Imparidade
Total
31.310.951
2011
39.393.852
3.503.784
3.539.219
36.983.241
86.587.455
71.797.976
129.520.526
(11.693.456)
(14.510.789)
60.104.520
115.009.737
A diminuição significativa registada na rubrica de Outros devedores justifica-se pela alteração do investimento de 65 para 17 milhões de
euros no Cash Pool do Grupo Allianz.
44
90
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
91
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
37.3. Outros credores por operações de seguros e outras operações
Apresentação de itens em outro rendimento integral - alteração da IAS 1 - Apresentação de Demonstrações Financeiras
(Valores em Euros)
2012
2011
Credores por operações de seguro direto
4.224.242
5.586.203
Resseguradores
9.615.013
15.042.234
Outros credores
24.135.574
24.460.800
Total
37.974.829
45.089.237
O IASB, emitiu em 16 de Junho de 2011, alterações à “IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Financeiras”, com data efetiva de
aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Julho de 2012. Esta alteração foi adotada pelo
Regulamento da Comissão Europeia (UE) n.º 475/2012, de 5 de Junho.
A presente alteração, permite que uma entidade continue a apresentar duas demonstrações separadas, uma de resultados e outra de
rendimento integral (com esta última a iniciar pelos resultados e contemplar outro rendimento integral), impõe porém a:
Na rubrica Outros credores está incluído o montante de Euros 19.584.842 (2011: 18.659.728) relativo à participação nos resultados a
pagar a BPI, S. A.
• Apresentação separada das rubricas de outro rendimento integral que possam vir a ser reclassificadas para resultados das que, nunca
poderão ser objeto de tal reclassificação para resultados;
38. Normas contabilísiticas e interpretações recentemente emitidas
• Uma entidade que apresente as rubricas de outro rendimento integral antes do efeito fiscal, deverá igualmente afetar o efeito fiscal às
duas subcategorias referidas ponto anterior; e
As normas contabilísticas e interpretações recentemente emitidas que entraram em vigor e que a Companhia aplicou na elaboração
das suas demonstrações financeiras são as seguintes:
• Alteração da designação “demonstração de rendimento integral” para “demonstração de resultados e de outro rendimento integral”,
ainda que outro título possa ser utilizado.
IFRS 7 (Alterada) - Instrumentos Financeiros: Divulgações -Transferências de ativos financeiros
As alterações apenas afetam a apresentação e não tem qualquer impacto na posição financeira ou performance da Companhia.
O International Accounting Standards Board (IASB), emitiu em 7 de Outubro de 2010, alterações à “IFRS 7 - Instrumentos Financeiros:
Divulgações - Transferências de ativos financeiros”, com data efetiva de aplicação para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Julho
de 2011. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1205/2011, de 22 de Novembro.
As alterações exigem uma melhoria na divulgação de informação sobre as transferências de ativos financeiros que permita aos utentes
das demonstrações financeiras:
• Compreenderem a relação existente entre um ativo financeiro transferido, que não tenha sido desreconhecido contabilisticamente
em toda a sua plenitude, e o passivo associado; e
• Avaliarem a natureza do envolvimento continuado e os riscos associados ao ativo financeiro desreconhecido.
As alterações também passaram a exigir divulgações adicionais caso uma quantia desproporcionada de operações de transferência de
ativos financeiros ocorra próximo do final do período.
A Companhia não teve quaisquer impactos significativos decorrentes da adoção destas alterações.
IAS 19 (Alterada) - Benefícios dos empregados
O IASB, emitiu em 16 de Junho de 2011, alterações à “IAS 19 - Benefícios dos empregados”, com data efetiva de aplicação (de forma
retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da
Comissão Europeia (UE) n.º 475/2012,de 5 de Junho de 2012.
O IASB procedeu a diversas alterações na IAS 19. Este conjunto de alterações inclui, desde alterações fundamentais como a remoção da
opção pelo mecanismo do corredor e o conceito de retornos esperados dos ativos do plano a simples clarificações e reajustamento de
texto. A Companhia procedeu, em 2011, a uma alteração voluntária de política contabilística passando a reconhecer os ganhos e perdas
atuariais em outro rendimento integral (OCI).
Adicionalmente, as alterações terão impacto no gasto líquido do benefício já que o retorno esperado dos ativos do plano passa a ser
calculado utilizando a mesma taxa de juro aplicável ao desconto da obrigação de benefício definido. Esta situação também não terá
impacto ao nível das demonstrações financeiras da Companhia.
IAS 12 (Alterada) - Impostos diferidos - recuperação de ativos subjacentes
IFRS 7 (Alterada) - Instrumentos Financeiros: Divulgações - Compensação entre ativos e passivos financeiros
O IASB, emitiu em 20 de Dezembro de 2010, uma alteração à “IAS 12 - Impostos diferidos - recuperação de ativos subjacentes” (tendo
revogado a “SIC 21 - Impostos sobre o Rendimento - Recuperação de Ativos Não Depreciáveis Revalorizados”), com data efetiva de
aplicação para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2012. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da
Comissão Europeia n.º 1255/2012, de 11 de Dezembro.
Na sequência da alteração à IAS 12, os impostos diferidos relativos às propriedades de investimento devem ser mensurados assumindo
que o valor contabilístico das propriedades de investimento registadas com base no modelo de justo valor de acordo com a “IAS 40 Propriedades de Investimento”, presumindo-se que o seu valor será recuperado integralmente por via da venda. Anteriormente era
permitido assumir que o valor de balanço das propriedades de investimento seria recuperado pela venda ou pelo uso, conforme a
intenção do órgão de gestão.
A Companhia não teve quaisquer impactos decorrentes da adoção desta alteração.
O IASB, emitiu em 16 de Dezembro de 2011, alterações à “IFRS 7 - Instrumentos Financeiros:
Divulgações - Compensação entre ativos e passivos financeiros”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos
que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º
1256/2012, de 11 de Dezembro.
As alterações passaram a exigir que a entidade divulgue informação sobre as quantias compensadas na demonstração da posição
financeira e a natureza e extensão dos direitos de compensação e acordos similares (ex. colaterais).
As novas divulgações são aplicáveis a todos os instrumentos financeiros reconhecidos que sejam compensados de acordo com a IAS
32 Instrumentos Financeiros: Apresentação. As divulgações também são aplicáveis a instrumentos financeiros reconhecidos que sejam
sujeitos a um contrato principal (master) de compensação ou acordo similar, independentemente de terem sido ou não sido
compensados de acordo com a IAS 32.
A Companhia decidiu optar pela não aplicação antecipada das seguintes normas e/ou interpretações, adotadas pela União Europeia.
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Relatório e Contas 2010
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
A Companhia espera que a adoção das alterações à IFRS passem a exigir maior extensão as divulgações sobre direitos de compensação.
IAS 32 (Alterada) - Instrumentos Financeiros: Apresentação – compensação entre ativos e passivos financeiros
O IASB, emitiu em 16 de Dezembro de 2011, alterações à “IAS 32 - Instrumentos Financeiros:
Apresentação – compensação entre ativos e passivos financeiros”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para períodos
que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2014. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º
1256/2012, de 11 de Dezembro.
As alterações agora introduzidas adicionam orientações de implementação no sentido de resolver inconsistências de aplicação prática.
As novas orientações vêm clarificar que a frase “direito legal oponível corrente para compensar” significa que o direito de compensação
não possa ser contingente, face a eventos futuros, e deva ser legalmente oponível no decurso normal dos negócios, no caso de
incumprimento e num evento de insolvência ou bancarrota da entidade e de todas as contrapartes.
Estas orientações de aplicação também especificam as características dos sistemas de liquidação bruta, de maneira a poder ser
equivalente à liquidação em base líquida. A Companhia não espera impactos significativos decorrentes da adoção destas alterações.
IAS 27 (Alterada) - Demonstrações Financeiras Separadas
O IASB, emitiu, em 12 de Maio de 2011, alterações à “IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas”, com data efetiva de aplicação (de
forma prospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2014. Estas alterações foram adotadas pelo Regulamento
da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro.
Tendo presente a revisão do processo de definição do perímetro de consolidação, a IAS 27 (alterada) passa a regular, exclusivamente, as
contas separadas. As alterações visaram, por um lado, clarificar as divulgações exigidas por uma entidade que prepara demonstrações
financeiras separadas, passando a ser requerida a divulgação do local principal (e o país da sede) onde são desenvolvidas as atividades
das subsidiárias, associadas e empreendimentos conjunto, mais significativos e, se aplicável, da empresa-mãe.
A anterior versão exigia apenas a divulgação do país da sede ou residência de tais entidades. Por outro lado, foi alinhada a data de
entrada em vigor e a exigência de adoção de todas as normas de consolidação em simultâneo (IFRS 10, IFRS 11, IFRS 12, IFRS 13 e
alterações à IAS 28).
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
A nova norma introduz outras alterações como sejam: i) os requisitos para subsidiárias no âmbito das demonstrações financeiras
consolidadas transitam da IAS 27 para esta norma e ii) incrementam-se as divulgações exigidas, incluindo divulgações específicas sobre
entidades estruturadas, quer sejam ou não consolidadas.
A Companhia não espera impacto significativo nas suas demonstrações financeiras.
IFRS 11 - Acordos Conjuntos
O IASB, emitiu, em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 11 – Acordos Conjuntos”, com data efetiva de aplicação (de forma retrospetiva) para
períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º
1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que seja imperativamente aplicável após 1 de Janeiro de 2014.
Esta nova norma, que vem revogar a IAS 31 e a SIC 13, define “controlo conjunto”, introduzindo o modelo de controlo definido na
IFRS 10 e exige que uma entidade que seja parte num “acordo conjunto” determine o tipo de acordo conjunto no qual está envolvida
(“operação conjunta” ou “empreendimento conjunto”), avaliando os seus direitos e obrigações respetivos, e contabilize-os em
conformidade.
A IFRS 11 elimina a opção de consolidação proporcional para entidades conjuntamente controladas. Em seu turno, entidades
conjuntamente controladas que satisfaçam o critério de “empreendimento conjunto” devem ser contabilizadas utilizando o método de
equivalência patrimonial (IAS 28).
A Companhia não espera qualquer impacto nas suas demonstrações financeiras.
IAS 28 (Alterada) - Investimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos
O IASB, emitiu em 12 de Maio de 2011, alterações à “IAS 28 – Investimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos”, com
data efetiva de aplicação (de forma prospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Estas alterações foram
adotadas pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que sejam imperativamente
aplicáveis após 1 de Janeiro de 2014.
Esta alteração não terá qualquer impacto nas suas emonstrações financeiras.
Como consequência das novas IFRS11 e IFRS 12, a IAS 28 foi alterada e passou a designar-se de IAS 28 – Investimentos em Associadas e
Empreendimentos Conjuntos, e regula a aplicação do método de equivalência patrimonial aplicável quer a empreendimentos conjuntos
quer a associadas.
IFRS 10 - Demonstrações Financeiras Consolidadas
A Companhia não espera qualquer impacto nas suas demonstrações financeiras.
O IASB, emitiu, em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas”, com data efetiva de aplicação (de forma
retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão
Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que seja imperativamente aplicável após 1 de Janeiro de 2014.
IFRS 12 - Divulgação de participações em outras entidades
A IFRS 10, revoga parte da IAS 27 e a SIC 12, e introduz um modelo único de controlo que determina se um investimento deve ser
consolidado. O novo conceito de controlo envolve a avaliação do poder, da exposição à variabilidade nos retornos e a ligação entre os
dois. Um investidor controla uma investida quando esteja exposto (ou tenha direitos) à variabilidade nos retornos provenientes do seu
envolvimento com a investida e possa apoderar-se dos mesmos através do poder detido sobre a investida (controlo de facto).
O investidor considera em que medida controla as atividades relevantes da investida, tendo em consideração o novo conceito de
controlo. A avaliação deve ser feita em cada período de reporte já que a relação entre poder e exposição à variabilidade nos retornos
pode alterar ao longo do tempo. O controlo é usualmente avaliado sobre a entidade jurídica, mas também pode ser avaliado sobre
ativos e passivos específicos de uma investida (referido como “silos”).
O IASB, emitiu em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 12 – Divulgações de participações em outras entidades”, com data efetiva de aplicação (de
forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão
Europeia n.º 1254/2012, de 11 de Dezembro, tendo permitido que seja imperativamente aplicável após 1 de Janeiro de 2014.
O objetivo da nova norma é exigir que uma entidade divulgue informação que auxilie os utentes das demonstrações financeiras a avaliar:
a) a natureza e os riscos associados aos investimentos em outras entidades e; b) os efeitos de tais investimentos na posição financeira,
performance e fluxos de caixa.
A IFRS 12 inclui obrigações de divulgação para todas as formas de investimento em outras entidades, incluindo acordos conjuntos,
associadas, veículos especiais e outros veículos que estejam fora do balanço.
A Companhia está ainda a analisar os impactos da aplicação plena da IFRS 12 em linha com a adotação da IFRS 10 e IFRS 11.
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Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
IFRS 13 - Mensuração ao Justo Valor
O IASB, emitiu em 12 de Maio de 2011, a “IFRS 13 – Mensuração ao Justo Valor”, com data efetiva de aplicação (de forma prospetiva) para
períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013. Esta norma foi adotada pelo Regulamento da Comissão Europeia n.º 1255/2012,
de 11 de Dezembro.
A IFRS 13 proporciona uma única fonte de orientação de como é obtida a mensuração ao justo valor e substitui toda a orientação que se
encontra, presentemente, dispersa ao longo das IAS/IFRS. Sujeito a exceções limitadas, a IFRS 13 é aplicada quando a mensuração ao justo
valor, ou a sua divulgação, é exigida, ou permitida, por outras IAS/IFRS.
A Companhia está presentemente a reanalisar as suas metodologias para a determinação do justo valor com o objetivo de determinar
se esta norma terá impacto, se algum.
Embora a maior parte das divulgações exigidas pela IFRS 13 relativas a ativos e passivos financeiros já estivessem em vigor, a adoção
da IFRS 13 irá exigir que a Companhia proporcione divulgações adicionais. Tais incluem a divulgação da hierarquia do justo valor para
ativos/passivos não financeiros, e divulgações sobre justo valor que sejam categorizadas como nível 3.
Normas, alterações e interpretações emitidas mas ainda não efetivas para a Companhia.
Entidades de Investimento – Alterações à IFRS 10, IFRS 12 e IAS 27 (emitida em 31 de Outubro de 2012)
As alterações efetuadas aplicam-se a uma classe particular de negócio que se qualifica como “entidades de investimento”.
O IASB define o termo de “entidade de investimento” como um entidade cujo propósito do negócio é investir fundos com o objetivo
de obter retorno de apreciação de capital, de rendimento ou ambos. Uma entidade de investimento deverá igualmente avaliar a sua
performance no investimento com base no justo valor. Tais entidades poderão incluir organizações de private equity, organizações de
capital de risco ou capital de desenvolvimento, fundos de pensões, fundos de saúde e outros fundos de investimento.
As alterações proporcionam uma eliminação do dever de consolidação previstos na IFRS 10, exigindo que tais entidades mensurem as
subsidiárias em causa ao justo valor através de resultados em vez de consolidarem. As alterações também definem um conjunto de
divulgações aplicáveis a tais entidades de investimento.
As alterações aplicam-se aos exercícios que se iniciam em, ou após, 1 de Janeiro de 2014, com uma adoção voluntária antecipada. Tal
opção permite que as entidades de investimento possam aplicar as novas alterações quando a IFRS 10 entrar em vigor a 1 de Janeiro de
2013.
A Companhia não antecipa qualquer impacto na aplicação desta alteração nas suas demonstrações financeiras.
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
IAS 32 Instrumentos Financeiros e IFRIC 2
Estas normas foram ajustadas de forma a clarificar que impostos relacionados com distribuição de dividendos a detentores de capital
seguem o tratamento preconizado na “IAS 12 - Impostos sobre o Rendimento”, evitando assim qualquer interpretação que possa
significar uma outra aplicação. A IFRS 9 (2009) introduziu novos requisitos para a classificação e mensuração de ativos financeiros.
IAS 34 Reporte Financeiro Intercalar
As alterações à IAS 34 permitem alinhar as exigências de divulgação para o total dos ativos dos segmentos com o total dos passivos, nos
períodos intercalares. Estes melhoramentos permitem igualmente que a informação intercalar fique consistente com a informação
anual no que respeita à modificação efetuada quanto à designação da demonstração de resultados e outro rendimento integral.
A Companhia não terá impactos decorrentes da adoção destas alterações.
IFRS 9 - Instrumentos Financeiros (emitida em 2009 e alterada em 2010)
A IFRS 9 (2009) introduziu novos requisitos para a classificação e mensuração de ativos financeiros. A IFRS 9 (2010) introduziu requisitos
adicionais relacionados com passivos financeiros. O IASB tem presentemente um projeto em curso para proceder a alterações limitadas
à classificação e mensuração contidas na IFRS 9 e novos requisitos para lidar com a imparidade de ativos financeiros e a contabilidade de
cobertura.
Os requisitos da IFRS 9 (2009) representam uma mudança significativa dos atuais requisitos previstos na IAS 39, no que respeita aos
ativos financeiros. A norma contém duas categorias primárias de mensuração de ativos financeiros: custo amortizado e justo valor.
Um ativo financeiro será mensurado ao custo amortizado caso seja detido no âmbito do modelo de negócio cujo objetivo é deter o ativo
por forma a colher os fluxos de caixa contratuais e os termos dos seus fluxos de caixa dão lugar a recebimentos, em datas especificadas,
relacionadas apenas com o montante nominal e juro em vigor. Todos os restantes ativos financeiros serão mensurados ao justo valor.
A norma elimina as categorias atualmente existentes na IAS 39 de “detido até à maturidade”, “disponível para venda” e “contas a
receber e pagar”.
Para um investimento em instrumentos de capital próprio que não seja detido para negociação, a norma permite uma eleição
irrevogável, no reconhecimento inicial, numa base individual por cada ação, de apresentação das alterações de justo valor em outro
rendimento integral (OCI). Nenhuma quantia reconhecida em OCI será reclassificada para resultados em qualquer data futura.
No entanto, dividendos gerados, por tais investimentos, são reconhecidos em resultados em vez de OCI, a não ser que claramente
representem uma recuperação parcial do custo do investimento.
Investimentos em instrumentos de capital próprio, os quais a entidade não designe a apresentação das alterações do justo valor em OCI,
serão mensurados ao justo valor com as alterações reconhecidas em resultados.
A norma exige que derivados embutidos em contratos cujo hóspede (contrato principal) seja um ativo financeiro, abrangido pelo
âmbito de aplicação da norma, não sejam separados; ao invés, o instrumento financeiro híbrido é aferido na íntegra por forma a
determinar se é mensurado ao custo amortizado ou ao justo valor.
Melhoramentos às IFRS (2009-2011)
Os melhoramentos anuais do ciclo 2009-2011, emitidos pelo IASB em 17 de Maio de 2012 introduziram alterações, com data efetiva de
aplicação (de forma retrospetiva) para períodos que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2013 às normas IFRS 1, IAS1, IAS16, IAS32,
IAS34 e IFRIC2.
IAS 1 - Apresentação de Desmonstrações Financeiras
Os melhoramentos clarificam a diferença entre informação comparativa adicional voluntária e a informação comparativa mínima
exigida. Geralmente, a informação comparativa mínima exigida é relativa ao do período anterior.
IAS 16 - Ativos Fixos Tangíveis
A IAS 16 foi alterada no sentido de clarificar o conceito de equipamentos de serviço que possam cumprir a definição de ativos fixos
tangíveis não sendo assim contabilizados em inventários.
A IFRS 9 (2010) introduz um novo requisito aplicável a passivos financeiros designados ao justo valor, por opção, passando a impor a
separação da componente de alteração de justo valor que seja atribuível ao risco de crédito da entidade e a sua apresentação em OCI,
ao invés de resultados. Com exceção desta alteração, a IFRS 9 (2010) na sua generalidade transpõe as orientações de classificação e
mensuração, previstas na IAS 39 para passivos financeiros, sem alterações substanciais.
A IFRS 9 torna-se efetiva para períodos anuais que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2015 com adoção antecipada permitida.
O IASB decidiu proceder a alterações imitadas à IFRS 9 por forma a acomodar questões práticas e outros aspetos.
A Companhia iniciou um processo de avaliação dos efeitos potenciais desta norma mas encontra-se a aguardar o desfecho das
alterações anunciadas, antes de completar a respetiva avaliação. Dada a natureza das atividades da Companhia, é expectável que esta
norma venha a ter impactos relevantes nas suas demonstrações financeiras.
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Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
O objetivo da Allianz Portugal é o de encontrar-se bem capitalizada, mesmo depois de movimentos adversos extremos, garantindo
assim todos os compromissos com os seus segurados e acionistas.
39. Gestão de Riscos na Allianz Portugal
Governo
A estratégia da Allianz Portugal no ano 2012 teve como ponto principal a proteção de capital e da liquidez.
A mudança dos princípios de gestão de risco nas Seguradoras tem sido substancial, nos últimos tempos. O impacto das necessidades de
capital nos resultados da Allianz Portugal, em função duma eficiente gestão dos riscos, e de novas regras a ser brevemente introduzidas
pelas autoridades de supervisão (Solvência II), obrigaram a criar especialistas e departamentos específicos onde se controlem, de
maneira permanente, coerente e conjunta, os riscos da empresa, bem como as necessidades de capital para lhe fazer face.
A Allianz Portugal possui na sua estrutura organizacional desde 2005, um Departamento de Controlo de Risco, sendo que o seu
responsável reporta diretamente ao responsável da Direção de Planeamento Estratégico.
Paralelamente à criação deste departamento, reúne trimestralmente um Comité de Risco, composto pelo CFO, CRO e por outros
elementos nomeados em normal geral, cujo objetivo principal é promover o cumprimento das políticas, limites e guidelines e
contribuir para a construção de uma forte cultura de risco. A introdução e manutenção de infraestruturas, controlos e processos que
proactivamente contribuam para identificar e monitorizar os riscos, são também orientações claramente definidas na estratégia da
Companhia e que são monitorizadas neste Comité.
A Administração é responsável pela Estratégia de Risco. A Estratégia de Risco é definida anualmente e reflete o risco que a mesma está
disposta a aceitar para cumprir os seus objetivos estratégicos e aproveitar as oportunidades de negócio subjacentes.
Por sua vez, a Política de Risco aplica-se de forma transversal a todas as áreas da companhia definindo os seus princípios fundamentais,
bem como as responsabilidades dos diversos intervenientes na sua implementação, monitorização e comunicação.
Comité de Risco
• R ecomendar/aprovar ações para mitigar os riscos.
• Definir limites
• Promover a Cultura de Risco
CRO
• Gerir proativamente os riscos de acordo com as políticas e limites existentes
• Monitorizar a Solvência e o perfil de risco
• Reportar e comunicar.
Gestão de Topo
• Garantir que é efetuado todo o processo de gestão de riscos (identificação,
avaliação e mitigação), bem como assegurar a existência dos mecanismos
necessários à sua monitorização e controlo.
Nos próximos pontos, vão ser apresentados os resultados de 2011 recalculados de forma a refletirem as alterações efetuadas durante o
ano 2012 permitindo assim uma comparação entre estes dois períodos.
Os valores apresentados correspondem ao nível de confiança 99.50% e contêm o efeito de diversificação dentro de cada risco e entre
riscos, ou seja, corresponde aos resultados diversificados.
Risco de Mercado
A política de investimentos pauta-se por níveis prudentes de aceitação e diversificação do risco através de o estabelecimento de um
strategic asset allocation anual, podendo este ser revisto durante o ano.
A aprovação da estratégia de investimento e a verificação do cumprimento da política de investimentos é efetuado pelo Comité
Financeiro.
A Gestão de Ativos e Passivos, do ano 2012, foi efetuada utilizando uma metodologia designada por ALM (Asset Liability Management).
Responsabilidades
• Aprovar a Política e a Estratégia de Risco
• Definir limites
Com o objetivo de alinhar o nosso modelo interno com os requisitos do novo regime de solvência importantes alterações foram
introduzidas no ano 2012.
O Risco de Mercado consiste no risco de movimentos adversos no valor dos ativos relacionados com variações do mercado de capitais,
dos mercados cambiais, das taxas de juro e do valor imobiliário.
A aceitação e gestão de riscos é parte integrante das atividades e competências da Allianz Portugal.
Allianz Portugal
Board
Definimos o modelo interno de capital como o capital requerido para fazer face a eventos inesperados ou perdas económicas extremas.
Allianz Portugal Board
Comité de Risco
Esta metodologia permitiu-nos efetuar as seguintes análises:
• Análise gap duration ativos e passivos
• Análise de cobertura (verifica-se que existem ativos suficientes para cobrirem as responsabilidades existentes);
CRO
• Análise de liquidez ao longo da vida do produto
Gestão de Topo
• Análise de risco reinvestimento e risco de preço
No caso do segmento vida são usadas técnicas como a replicação de portfólios de forma a integrar mais eficientemente os passivos
deste segmento.
Capital de Risco
Durante o ano de 2012, foram introduzidas alterações ao nível da modelização do risco de taxa de juro.
Apesar de muitos dos detalhes do novo regime de solvência (Solvência II) se estarem a tornar cada vez mais claros, os requisitos finais
ainda se encontram em evolução. Este facto causa alguma incerteza sobre os requisitos de capital e as suas implicações no negócio das
seguradoras.
A alocação de ativos representa os valores de capital requerido da seguinte forma:
De acordo, com o novo regime ativos e passivos serão valorizados a valor de mercado traduzindo-se numa maior volatilidade dos
requisitos de capital.
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
Capital Requerido
2012
Vida
%
2011
Não Vida
%
Risco Mercado
8.761.254
100,0%
35.143.241
Risco de Taxa de Juro
4.121.534
47,0%
82.556
0,9%
4.263.159
0
Risco de Votalidade da Taxa de Juro
Risco de Spread
Risco de Ações
Risco de Volatilidade de Ações
Risco Imobiliário
Vida
%
Não Vida
%
100,0%
12.299.457
100,0%
21.232.236
100,0%
1.499.402
4,3%
4.855.098
39,5%
1.581.448
7,4%
0
0,0%
100.411
0,8%
-
0,0%
48,7%
24.417.417
69,5%
6.932.503
56,4%
12.603.640
59,4%
0,0%
1.145.182
3,3%
-
0,0%
298.104
1,4%
1.778
0,0%
0
0,0%
2.323
0,0%
-
0,0%
292.227
3,3%
8.081.240
23,0%
409.122
3,3%
6.749.044
31,8%
A alteração na taxonomia e a eliminação do risco de tendência levou a uma diminuição deste risco.
Adicionalmente, a evolução dos resultados já incorporando a nova taxonomia é positiva resultando numa diminuição do consumo de
capital de 24.3% resultante da evolução da curva livre de risco.
Risco de Crédito
O risco de crédito consiste no risco de perdas inesperadas provocadas pela depreciação da qualidade creditícia ou mesmo
incumprimento de um parceiro de negócio.
A alteração ao nível da modelização do risco de taxa de juro teve mais impacto no segmento vida devido ao uso da técnica dos
replicatings.
A modelização deste risco tem sido aperfeiçoada através da inclusão da migração de ratings, maior granularidade em termos das
perdas esperadas em caso de default e uma maior sofisticação do modelo de correlações.
No segmento Vida, ao nível do risco de spread verifica-se um decréscimo de 8%, quando comparada a distribuição do risco no total do
risco de mercado, resultado da estratégia de investimento levada a cabo durante o ano 2012.
O modelo de correlações usa o país e a indústria do emitente assim como o montante de exposição dos ativos.
No segmento não vida verifica-se um aumento de 10% do risco de spread, quando comparada a distribuição do risco no total do risco de
mercado, resultante do aumento da volatilidade associada à dívida soberana portuguesa e da apreciação do seu valor de mercado.
Durante o ano 2012 verificamos uma deterioração por parte do risco de spread influenciada pela instabilidade verificada nos mercados
de capitais que conduziu a um aumento da volatilidade associada aos emitentes em carteira, no caso do segmento vida verifica-se uma
compensação deste movimento através da estratégia de de-risking. Esta estratégia consistiu na venda de todas as obrigações de divida
soberana portuguesa classificada como AFS tendo tido maior impacto no segmento Vida.
A Allianz Portugal possui um conjunto de ferramentas que permitem gerir de forma ativa a exposição da carteira de ativos aos diversos
emitentes e monitorizar a sua evolução.
Antecipadamente é definida qual a exposição por emitente que se quer aceitar e periodicamente monitoriza- se a carteira verificando
se se encontra dentro dos níveis definidos.
A gestão do nosso portfolio é feita de acordo com os limites estabelecidos e todas as medidas necessárias são tomadas para que estes
limites não sejam ultrapassados.
Com esta ferramenta garantimos que não ficamos sobre expostos, antecipando a possibilidade de essa situação ocorrer.
Risco de Liquidez
O risco de liquidez, ou seja, o risco de perdas resultantes da incapacidade de fazer face a liquidações de curto ou médio prazo é
monitorizado usando a metodologia ALM. A análise da maturidade dos ativos e passivos é apresentada na nota 6.6.
(Valores em Euros)
Capital Requerido
Risco de Mortalidade e Longevidade
O risco de mortalidade e longevidade consiste no risco de perdas originadas por variações positivas/negativas nos pressupostos.
Ao nível deste risco foram introduzidas alterações na taxonomia durante o primeiro trimestre de 2012. Com esta alteração foi eliminado
o risco de tendência dentro do risco de mortalidade.
2012
Vida
%
2011
Não Vida
%
Vida
%
Não Vida
%
Risco de Crédito
2.451.947
100,0%
4.734.860
100,0%
2.176.581
100,0%
3.531.961
100,0%
- Risco de Crédito
2.451.947
100,0%
4.734.860
100,0%
2.176.581
100,0%
3.531.961
100,0%
Durante o ano 2012 verificamos um aumento do risco de crédito proveniente da deterioração dos ratings dos diversos emitentes, como
é possível verificar no quadro abaixo.
A exposição ao risco de longevidade não é material dado que as rendas vitalícias representam apenas 1,4% do nosso portfólio.
O quadro seguinte apresenta a qualidade creditícia (rating) dos emitentes de todas as obrigações (com base em ratings externos):
Este risco apresentou no final do ano os resultados seguintes:
(Valores em Euros)
Capital Requerido
Vida
2012
2011
∆12/11
Risco Atuarial
3.910.445
5.164.081
-24,3%
- Risco de Mortalidade
3.910.445
5.164.081
-24,3%
49
100
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
101
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
Capital Requerido
AAA
2012
Vida
16.551.020
(Valores em Euros)
2011
%
Não Vida
%
3,5%
43.239.833
11,1%
Vida
%
96.615.776
Não Vida
Ativos por Zona Geográfica
%
21,2%
97.007.504
26,1%
2012
Zona Euro
2011
Valor
%
Valor
%
827.471.958
93,8%
786.952.350
93,2%
51,0%
AA
5.527.276
1,2%
3.813.153
1,0%
8.399.001
1,8%
10.716.805
2,9%
Portugal
369.792.086
41,9%
430.691.185
AA+
42.734.132
9,0%
35.686.730
9,1%
1.343.645
0,3%
4.762.626
1,3%
França
137.608.633
15,6%
99.111.120
11,7%
AA-
9.899.922
2,1%
7.784.900
2,0%
39.933.939
8,8%
3.354.350
0,9%
Espanha
144.482.234
16,4%
93.523.163
11,1%
A
59.640.804
12,6%
23.332.991
6,0%
30.395.784
6,7%
8.116.301
2,2%
Alemanha
16.769.408
1,9%
88.234.779
10,4%
A+
6.629.581
1,4%
1.950.720
0,5%
9.493.815
2,1%
9.344.750
2,5%
Holanda
41.163.731
4,7%
27.679.527
3,3%
A-
84.043.313
17,8%
22.289.112
5,7%
26.740.268
5,9%
14.549.954
3,9%
Bélgica
10.386.114
1,2%
10.893.470
1,3%
BBB
90.641.545
19,2%
60.364.263
15,4%
58.083.403
12,8%
38.433.508
10,4%
Itália
72.496.953
8,2%
16.210.667
1,9%
BBB+
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
Austria
7.535.996
0,9%
7.223.608
0,9%
BBB-
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
Irlanda
9.330.989
1,1%
9.231.441
1,1%
BB
5.341.830
1,1%
7.420.782
1,9%
11.073.746
2,4%
11.537.683
3,1%
Outros
17.905.814
2,0%
4.153.390
0,5%
BB+
26.858.939
5,7%
10.035.256
2,6%
163.632.073
36,0%
165.724.081
44,7%
BB-
Fora da Zona Euro
54.731.334
6,2%
52.431.696
6,2%
EUA
17.682.974
2,0%
16.424.691
1,9%
Reino Unido
23.763.009
2,7%
20.468.671
2,4%
Outros
13.285.351
1,5%
15.538.334
1,8%
0,0%
4.970.000
0,6%
100%
844.354.045
100%
112.404.943
23,8%
159.344.494
40,8%
4.059.809
0,9%
2.067.441
0,6%
B
9.675.290
2,0%
7.438.430
1,9%
2.130.000
0,5%
710.000
0,2%
B+
2.277.716
0,5%
7.037.314
1,8%
2.977.750
0,7%
3.947.250
1,1%
C
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
CC
0
0,0%
0
0,0%
175.000
0,0%
371.875
0,1%
CCC
0
0,0%
612.500
0,2%
0
0,0%
420.313
0,1%
NR
Total
240.000
0,1%
510.000
0,1%
0
0,0%
0
0,0%
472.466.311
100,0%
390.860.478
100%
455.053.973
100%
371.064.440
100%
Supranacionais
Total
882.203.293
Nota: Este quadro não inclui os juros a receber.
Nota: Este quadro não inclui os juros a receber.
Risco de Negócio
Um dos objetivos da política de investimentos e de resseguro da Allianz Portugal é mitigar o risco de crédito subjacente através da
diversificação da carteira, como é possível verificar nos quadros baixo:
O risco de negócio consiste no risco de existirem desvios face à rentabilidade orçamentada, resultante de retornos mais baixos que o
esperado (risco de custos), o risco de resgates e no risco de perdas provenientes de falhas de processos/procedimentos ou controlos ou
inadequação dos mesmos (risco operacional).
(Valores em Euros)
Obrigações corporate e ações
por tipo de Indústria
2012
2011
Vida
%
Não Vida
%
Vida
%
Não Vida
%
217.742.581
64,3%
131.369.716
66,0%
162.612.313
66,4%
130.371.308
77,4%
Matérias Primas
13.516.782
4,0%
9.043.014
4,5%
3.114.438
1,3%
0
0,0%
Comunicações
33.569.905
9,9%
25.085.546
12,6%
23.498.319
9,6%
12.164.861
7,2%
Instituições Financeiras
Consumíveis Ciclicos
2.952.200
0,9%
0
0,0%
2.916.450
1,2%
0
0,0%
Consumíveis Não Ciclicos
6.627.289
2,0%
1.794.976
0,9%
7.620.585
3,1%
3.265.501
1,9%
Energia
9.077.923
2,7%
0
0,0%
7.684.570
3,1%
0
0,0%
Indústria
14.343.796
4,2%
11.206.681
5,6%
8.765.770
3,6%
6.470.804
3,8%
40.921.687
12,1%
20.491.989
10,3%
28.670.773
11,7%
16.217.867
9,6%
338.752.162
100%
198.991.921
100%
244.883.218
100%
168.490.341
100%
Diversos
Total
Apesar da maior exposição a entidades financeiras é possível verificar uma diminuição da concentração neste tipo de emitentes e um
crescimento ao nível de outro tipo de indústria, nomeadamente Comunicações.
Ao nível do risco operacional foi introduzido um modelo interno para este risco que resulta na avaliação deste risco através de uma serie
de cenários de risco.
(Valores em Euros)
Capital Requerido
2012
Vida
%
Risco de Negócio
13.281.970
100,0%
- Risco de Resgate
2011
Não Vida
3.631.127
%
Vida
%
Não Vida
100,0%
15.514.016
100,0%
2.606.629
%
100,0%
12.405.844
93,4%
1.551.273
42,7%
14.381.495
92,7%
1.026.103
39,4%
- Risco de Custo
627.033
4,7%
1.112.802
30,6%
792.788
5,1%
765.243
29,4%
- Risco Operacional
249.093
1,9%
967.052
26,6%
339.733
2,2%
815.283
31,3%
Ao nível do risco de resgate vida foi introduzida uma nova taxonomia no ano 2012, com a introdução do risco de resgaste massivo.
O risco de negócio apresenta-se estável entre os períodos acima representados.
Nota: Este quadro não inclui os juros a receber e obrigações com garantias estatais que são excluídas para o efeito desta análise.
Risco de Prémios
O risco de prémios consiste no risco de insuficiência de cobertura de prémios. Este risco está dividido em dois sub-riscos: risco de
prémios catastróficos e risco de prémios não catastróficos.
O quadro seguinte sumariza o consumo de capital relativo ao risco de prémios dos ramos pertencentes ao Segmento Não Vida:
50
102
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
103
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
(Valores em Euros)
Capital Requerido
Risco de Prémios
Não Vida
2012
21.152.619
- Catastrófico
- Não Catastrófico
- Terror
%
100,0%
2011
%
17.626.715
100,0%
5.520.739
26,1%
4.704.692
26,7%
12.854.336
60,8%
10.669.777
60,5%
2.777.544
13,1%
2.252.246
12,8%
O risco de prémios aumentou cerca de 20% relativamente ano anterior proveniente do crescimento verificado no ramo Não Vida.
Análise de Sensibilidade
A Allianz Portugal efetua análises regulares de stress testing que permitem avaliar com profundidade os seus riscos. Esta análise
possibilita a avaliação dos impactos para a Companhia da ocorrência de situações adversas e medir os efeitos de várias estratégias de
gestão.
No quadro seguinte apresentam-se as análises de sensibilidade aos capitais próprios da Allianz Portugal a alterações de fatores de
ordem financeira e não financeira:
Risco de Reservas
(Milhões de Euros)
Análise de Sensibilidade
O risco de reservas consiste no risco de perdas provenientes da utilização de bases de cálculo não adequadas ou insuficientes.
O quadro seguinte apresenta o consumo de capital por parte deste risco:
Ações
(Valores em Euros)
Capital Requerido
Não Vida
2012
%
2011
%
Risco de Reservas
18.992.058
100,0%
16.021.053
100,0%
- Reservas
18.992.058
100,0%
16.021.053
100,0%
Choque
Impacto nos Capitais Próprios
31.12.2012
21.12.2011
-30 %
-0,9
-0,6
Taxas de juro*
2%
-33,5
-26,7
Taxas de juro*
-1,5 %
25,1
20,0
Perda de crédito
500 %
-1,4
-1,6
Novo negócio
50 %
4,0
4,1
Ações
Taxa de juro
-15 %
-1 %
-17,2
-13,6
* A análise apenas contempla o impacto na variação dos ativos sem correlacionar com eventuais impactos nos passivos.
O aumento por parte deste risco verificado no ano 2012 é proveniente do decréscimo verificado nas taxas de juro sem risco.
Solvência
Risco Específico de Seguros
A Allianz Portugal monitoriza a solvência regularmente, sendo esta calculada de acordo com a Norma Regulamentar N.º 6/2007-R do
Instituto de Seguros de Portugal.
Risco Especifico de Seguros – risco de perdas provocadas por comercialização de contratos de seguro, desenho de produtos, tarifação,
processo de subscrição, provisionamento de responsabilidades, gestão de sinistros e gestão de resseguro. A Allianz Portugal tem
estabelecido políticas claras de subscrição, tarifação e de desenho dos produtos. Tendo definido requisitos mínimos estandardizados de
risco, que são cumpridos no desenvolvimento e aprovação de novos produtos e em mudanças significativas de produtos existentes.
Relativamente, às políticas de subscrição estão definidos standards mínimos de risco para a subscrição cujo grande objetivo é proteger
a companhia de riscos excessivos e standards mínimos de gestão da subscrição cujo grande objetivo é suportar a otimização de risco/
retorno, documentando as responsabilidades. As tarifas são construídas actuarialmente e revistas regularmente. O provisionamento é
acompanhado regularmente, reunindo-se trimestralmente o Comité de Reservas com o objetivo de analisar a evolução das reservas e
determinar a necessidade de proceder a ajustamentos.
Plano de Continuidade
Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, a margem de solvência da Companhia pode ser analisada como segue:
(Valores em milhares de Euros)
2012
39.545
39.545
Reservas
82.642
23.808
Resultados Transitados
84.522
84.497
Resultados Líquidos
23.728
34.828
0
-31.320
Distribuição de Resultados do Exercício
Ajustamentos de Imóveis/Ativos Intangíveis/Pensões de Reforma
Margem de Solvência Disponível
Margem de Solvência Exigida
Excesso/Insuficiência
O Plano de Continuidade identifica as responsabilidades e tarefas necessárias para restabelecer o normal e bom funcionamento da
Companhia, no caso de ocorrer um incidente que provoque interrupção por um período de tempo indeterminado. Esta interrupção
pode ocorrer na sequência da destruição de instalações, equipamentos, ou danos em pessoas, impedindo que se continue a
prestar serviços a clientes internos ou externos. O Plano de Continuidade destina-se a assegurar, a segurança e bem-estar dos
trabalhadores, manutenção da comunicação interna, continuidade dos processos críticos de negócio, cumprimento de obrigações
contratuais, gestão do risco e a manutenção da confidencialidade dos dados e reputação do negócio (via comunicações externas).
2011
Capital
Rácio de Solvência
1.225
1.267
231.662
152.625
87.844
82.833
143.819
69.793
263,7%
184,3%
Nota: Os pontos não indicados neste anexo, não têm aplicação, ou não são relevantes no contexto das demonstrações financeiras
consolidadas.
Lisboa, 06 de Março de 2013
No âmbito do Plano é tido em consideração o edifício onde ocorreu o incidente, o tipo de cenário de desastre, se o tipo de danos
provocados foi nas instalações e/ou na infraestrutura tecnológica e sistema informáticos e ainda o período em que ocorreu (dentro ou
fora do período laboral, com ou sem os sistemas informáticos “abertos”.
O Técnico Oficial de Contas
O Plano de Continuidade é atualizado regularmente contendo os procedimentos alternativos para todas as áreas críticas do negócio.
O Conselho de Administração
51
104
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
105
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Títulos e Participações Financeiras
106
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
107
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Inventário de Títulos e Participações Financeiras
DESIGNAÇÃO
Quantidade
Montante do
valor nominal
% do valor
nominal
Preço médio
de aquisição
Valor total
de aquisição
(Valores em Euros)
Valor de balanço
Unitário
Total
DESIGNAÇÃO
Quantidade
Montante do
valor nominal
% do valor
nominal
Preço médio
de aquisição
Valor total
de aquisição
Valor de balanço
Unitário
Total
2.1.2 - Títulos de rendimento variável
2.1.2.1 - Ações
1 - TÍTULOS DE EMPRESAS DO GRUPO E ASSOCIADAS
1.1 - Nacionais
1.1.1 - Partes de capital em empresas do grupo
...
sub-total
0,00
0,00
0,00
0,00
1.2 - Estrangeiras
1.2.2 - Obrigações de empresas do grupo
...
sub-total
total
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
BANCO BPI SA.- REG SHS
C. HOSPITALAR S. FRANCISCO
CASTIL PARQUE
1,06
0,70
2.311.536,55
104.747,56
200,00
1.295,63
259.125,51
FUNFRAP-FUNDIÇAO PORTUGUESA SA
50.000,00
4,99
249.398,95
PREVISAO
17.500,00
4,28
74.939,89
191,00
0,00
0,00
Lusitania Seguros
sub-total
2 - OUTROS TÍTULOS
2.1 - Nacionais
2.1.1 - Títulos de rendimento fixo
2.1.1.1 - De dívida pública
2.190.384,00
148.842,00
2.407.117,00
0,94
2,15
1.166,35
4,84
3,96
13,93
2.999.748,46
2.065.532,09
320.486,58
233.270,90
242.125,00
69.217,75
2.660,31
2.933.292,63
2.1.2.2 - Títulos de participação
...
sub-total
2.1.2.3 - Unidades de participação em fundos de investimento
OBRIGAÇÕES DO TESOURO 3,35% 10/15/2015
PGB4,95 10/23
OBRIGAÇÕES DO TESOURO MÉDIO PRAZO 4.45% 6/15/2018
OBRIGACOES DO TESOURO 3,85% 04/15/2021
OBRIGACOES DO TESOURO 4,75% 06/14/2019
OBRIGACOES DO TESOURO 4,80% 06/15/2020
PARPUB 3,5 07/13
...
78.650.000,00
47.050.000,00
21.050.000,00
23.600.000,00
23.360.000,00
61.450.000,00
10.000.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
93,61%
91,67%
96,09%
85,27%
97,38%
91,93%
99,74%
73.621.347,75
43.131.523,32
20.227.934,10
20.123.367,07
22.747.985,76
56.490.472,97
9.974.000,00
94,02%
85,83%
91,26%
82,50%
90,53%
89,59%
98,75%
73.944.967,66
40.385.285,16
19.210.543,31
19.469.270,83
21.147.037,86
55.055.054,95
9.875.000,00
VISION ESCRITORIOS - FUNDO
IBERIA FUND
BPI LIQUIDEZ
LOGISTICA E DISTRIBUICAO - F
1.349.235,00
500.000,00
6.948,51
300.000,00
265.160.000,00
246.316.630,97
239.087.159,77
2.1.1.2 - De outros emissores públicos
REN REDES ENERGETICAS 7,875% 12/10/2013
REFER 4 03/15
REFER-REDE FERROVIARIA 5.875% 2/18/2019
METROPOLITANO DE LISBOA 5.75% 2/4/2019
6.500.000,00
8.000.000,00
4.000.000,00
6.900.000,00
EDP FINANCE BV 4,625% 6/13/2016
EDP FINANCE BV 3,75 6/22/2015
COMBOIOS DE PORTUGAL 4.17% 10/16/2019
...
sub-total
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
99,91%
91,76%
100,12%
100,00%
500.000,00
100,00%
100,91%
504.543,51
102,47%
512.340,00
2.500.000,00
5.300.000,00
100,00%
100,00%
96,66%
100,00%
2.416.590,01
5.300.000,00
100,89%
77,42%
2.522.250,00
4.103.154,00
33.700.000,00
6.494.002,50
7.340.500,00
4.004.820,00
6.899.863,99
104,22%
90,48%
85,48%
82,18%
32.960.320,01
BANCO BPI CLN BARCL 11/1/2013
BANCO BPI CLN ESPANHA 04/10/2014
BANCO BPI SA MAXLOOKBACK 1.25% 31/12/2013
PORTUGAL TELECOM INT FIN 4,375% 3/24/2017
BESP3,875 01/15
BANCO ESPÍRITO SANTO 3,375% 02/17/2015
CXGD3,625 07/14
CXGD 3,875% 12/16
BANCO SANTANDER TOTTA 2.625% 4/15/2013
BANCO COMERC PORTUGUES 5/9/2014
BCP 3,75% 10/16
SANTANDER 3.25% 21/10/14
PORTUGAL TELECOM INT FIN 4.5% 6/16/2025
BESPL 5,625% 05/06/14
Caixa Geral de Depósitos 4,25% 01/27/2020
PORTUGAL TELECOM INT FIN 6% 4/30/2013
BANCO COMERC PORTUGUES 5.625% 4/23/2014
BANCO COMERC PORTUGUES FLT 2/28/2013
CXGD 5,125 0214
CXGD4,375 0513
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
5.827.000,00
9.187.000,00
3.169.700,00
2.500.000,00
2.000.000,00
11.000.000,00
1.000.000,00
1.000.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
5.000.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
6.500.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
2.500.000,00
4.500.000,00
5.200.000,00
800.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,72%
100,11%
98,76%
79,52%
90,69%
95,18%
91,00%
83,75%
93,60%
94,79%
92,10%
99,97%
85,40%
98,29%
99,56%
99,90%
99,71%
94,24%
99,77%
98,16%
5.868.879,31
9.197.105,70
3.130.395,72
1.988.050,50
1.813.800,00
10.469.800,00
910.025,00
837.525,00
2.808.075,00
2.369.662,50
4.605.020,00
2.999.190,00
2.134.910,00
6.388.625,00
2.986.830,00
2.497.473,75
2.492.665,48
4.240.690,00
5.187.798,00
785.270,00
30.240.446,99
sub-total
0,00
76.683.700,00
73.711.790,96
sub-total
0,00
375.543.700,00
352.988.741,94
122,77%
108,24%
107,84%
101,18%
97,30%
98,14%
99,54%
97,99%
99,80%
93,72%
95,75%
99,51%
89,77%
100,76%
91,93%
100,97%
100,17%
99,28%
101,16%
99,93%
2.1.2.4 - Outros
AUDATEX PORTUGAL SA
6.774.105,00
7.238.720,00
3.419.319,99
5.670.558,00
2.1.1.3 - De outros emissores
7.153.807,90
9.944.008,80
3.418.204,48
2.529.400,00
1.945.960,00
10.795.840,04
995.410,00
979.920,00
2.994.000,01
2.343.028,54
4.787.502,36
2.985.364,90
2.244.250,00
6.549.269,32
2.757.750,00
2.524.353,15
2.504.226,48
4.467.784,89
5.260.268,00
799.432,00
77.979.780,87
347.307.387,63
6.607.910,10
2.826.700,00
47.535,27
1.872.880,00
3,87
0,74
7,27
5,43
5.227.476,08
370.000,00
50.524,01
1.630.350,00
...
sub-total
sub-total
4,90
5,65
6,84
6,24
2.156.183,51
11.355.025,37
520,00
249,40
129.687.45
7.278.350,09
513,50
267.019,43
...
sub-total
sub-total
total
520,00
0.00
4.563.820,51
0.00
4.563.820,51 375.543.700,00
129.687.45
14.484.461,28
367.473.203,22
267.019,43
10.478.662,15
357.786.049,78
2.2 - Estrangeiros
2.2.1 - Títulos de rendimento fixo
2.2.1.1 - De dívida pública
BELGIUM KINGDOM 4,25% 9/28/2013
BELGIUM KINGDOM 5,5% 03/28/2028
BTNS4,5 07/13
3.100.000,00
200.000,00
100,00%
100,00%
104,62%
115,65%
3.243.158,75
231.305,01
102,99%
137,09%
3.192.689,99
274.180,00
793.500,00
1.800.000,00
152.000,00
50.000,00
4.000.000,00
6.500.000,00
10.150.000,00
137.000,00
1.650.000,00
600.000,00
4.425.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
105,64%
127,80%
99,41%
100,33%
99,77%
99,62%
103,56%
107,03%
119,26%
97,04%
105,01%
838.253,40
2.300.400,00
151.103,20
50.165,00
3.990.720,00
6.475.352,50
10.511.269,04
146.626,99
1.967.790,00
582.240,00
4.646.909,50
102,27%
124,02%
103,69%
100,32%
117,99%
115,52%
117,10%
113,69%
119,14%
107,75%
107,10%
811.512,45
2.232.360,00
157.601,20
50.160,00
4.719.520,00
7.508.475,00
11.885.650,00
155.748,45
1.965.729,43
646.500,00
4.739.174,98
2.600.000,00
100,00%
107,20%
2.787.071,51
120,33%
3.128.709,98
3.600.000,00
3.800.000,00
5.000.000,00
10.700.000,00
650.000,00
2.850.000,00
1.785.000,00
850.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
152,85%
100,94%
106,49%
114,11%
116,11%
116,31%
118,60%
113,10%
5.502.600,00
3.835.780,00
5.324.500,00
12.209.320,00
754.694,00
3.314.805,00
2.116.976,00
961.385,00
159,92%
102,23%
107,19%
114,71%
116,84%
116,29%
118,45%
117,30%
5.757.119,99
3.884.743,82
5.359.255,26
12.273.447,06
759.427,50
3.314.125,41
2.114.334,48
997.050,00
FRTR 3 10/15
1.300.000,00
100,00%
107,87%
1.402.245,00
107,82%
1.401.660,00
FRTR3 1/4 25/04/16
BK NEDERLANDSE GEMEENTEN 3,875% 2/21/2013
CE 3,5% 04/06/2021
EFSF 1,125% 30/11/2017
EFSF 2,25% 05/09/2022
EFSF 2.625 02/05/2019
EIB 2,25% 14/10/2022
4.598.000,00
4.000.000,00
500.000,00
500.000,00
500.000,00
1.000.000,00
500.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
103,24%
99,69%
115,21%
100,61%
102,20%
107,95%
103,25%
4.747.096,85
3.987.680,00
576.050,00
503.050,00
511.000,00
1.079.500,00
516.250,00
109,73%
100,49%
116,14%
101,20%
103,94%
108,34%
104,66%
5.045.385,40
4.019.400,00
580.675,00
505.995,00
519.675,00
1.083.400,00
523.290,00
BTPS 7,25 11\2026
BTPS3,75 04/16
BTPS 4,75% 0213
CAISSE AMORT DET CADES 4 15/12/25
CAISSE D’AMORT DETTE SOC 3,75% 10/25/2020
CAISSE D’AMORT DETTE SOC 4% 10/25/2019
DBR4 07/16
ESTADO FR. 4/2019
FRANCE (GOVT OF) 3,5% 4/25/2015
FRANCE (GOVT OF) 4% 10/25/2014
FRANCE (GOVT OF) 4,25% 10/25/2023
FRANCE (GOVT OF) 8,5% 4/25/2023
FRANCE 2,25% 25/10/2022
France 2.5 25/10/2020
FRANCE 3,5% 25/04/2020
FRANCE 4,25% 25/10/2017
FRANCE3,75% 10/19
FRANCE4,25 1018
FRANCIA 5% 1016
53
108
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
109
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Inventário de Títulos e Participações Financeiras
DESIGNAÇÃO
Quantidade
EIB 2,625% 16/03/2020
EIB 2,75% 15/09/2021
EIB2,5 10/18
NETHERLANDS GOVERNMENT 3,75% 1/15/2023
NETHERLANDS GOVERNMENT 4% 7/15/2016
NETHERLANDS GOVERNMENT 4% 7/15/2018
REPUBLIC OF AUSTRIA 3,8% 10/20/2013
REPUBLIC OF AUSTRIA 4% 9/15/2016
REPUBLIC OF AUSTRIA 4,65% 1/15/2018
REPUBLIC OF AUSTRIA 6,25% 7/15/2027
Montante do
valor nominal
2.500.000,00
1.000.000,00
4.000.000,00
2.135.000,00
600.000,00
140.000,00
150.000,00
215.000,00
2.900.000,00
740.000,02
% do valor
nominal
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
Preço médio
de aquisição
108,66%
109,47%
99,19%
96,06%
104,59%
97,47%
99,73%
98,84%
108,13%
132,25%
Valor de balanço
Unitário
Total
Valor total
de aquisição
2.716.530,00
1.094.700,00
3.967.440,00
2.050.823,88
627.535,08
136.458,00
149.589,00
212.497,40
3.135.844,38
978.668,53
109,08%
109,48%
109,10%
120,24%
113,23%
117,96%
102,83%
113,35%
119,58%
150,42%
2.727.100,00
1.094.750,00
4.364.000,00
2.567.230,74
679.350,00
165.144,00
154.245,00
243.702,50
3.467.964,98
1.113.108,03
...
sub-total
0,00
92.670.500,02
100.335.383,02
106.183.590,65
2.2.1.2 - De outros emissores públicos
A2A SPA 4,5% 11/02/2016
CORES 4% 7/15/2013
BELGELEC FINANCE SA 5,125% 6/24/2015
ENEL-SOCIETA PER AZIONI 6/20/2014
ENEL FIN 4,875% 11/03/2020
ENEL SPA 4,875% 20/02/2018
ENEL_FIN 4,875 17/04/2023
ENEL_FIN 5% 14/09/2022
ENEL3.5 02/16
ENEL4,625 06/15
1.000.000.00
1.000.000,00
1.000.000,00
2.500.000,00
1.000.000,00
1.000.000,00
3.000.000,00
7.200.000,00
4.700.000,00
500.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,63%
97,59%
100,52%
98,53%
105,50%
104,78%
98,90%
105,12%
100,86%
99,81%
1.006.285,00
975.900,00
1.005.170,03
2.463.207,50
1.055.000,00
1.047.800,00
2.966.970,00
7.568.890,00
4.740.250,00
499.025,00
104,72%
99,67%
109,47%
98,39%
107,81%
106,26%
104,56%
106,59%
102,24%
106,26%
1.047.150,00
996.660,00
1.094.690,00
2.459.725,00
1.078.060,00
1.062.570,00
3.136.740,00
7.674.408,00
4.805.092,00
531.275,00
ENEL5.25 06/17
GASN5,25% 07/14
GASN4,125% 0118
GASN4,375 11/16
GASNAT 4,5% 27/01/2020
GASNAT CAP 4,125% 24/04/2017
GASSM 6 27/01/2020
GASSM5,375 05/19
GDF SUEZ 5.625% 1/18/2016
GDF3,125% 01/20
IBERDROLA FINANZAS SAL 5,625% 5/9/2018
VEOLIA ENVIRONNEMENT 5,375% 5/28/2018
DEPSAN 4,00%-4.25% 01/10/2014
DEPSAN 3,75%-4.00% 01/10/2014
DEPSAN 3,25%-4.00% 15/03/2015
1.800.000,00
100,00%
108,25%
1.948.500,00
110,07%
1.981.242,00
2.500.000,00
100,00%
100,63%
2.515.682,00
105,46%
2.636.375,00
1.500.000,00
100,00%
101,23%
1.518.400,00
105,94%
1.589.025,00
5.700.000,00
100,00%
101,50%
5.785.350,00
107,06%
6.102.648,00
700.000,00
100,00%
103,56%
724.900,00
105,15%
736.015,00
1.000.000,00
100,00%
99,77%
997.710,00
106,43%
1.064.330,00
1.700.000,00
100,00%
111,11%
1.888.850,00
114,11%
1.939.819,00
2.700.000,00
100,00%
107,60%
2.905.270,00
111,25%
3.003.669,00
2.500.000,00
100,00%
103,42%
2.585.381,00
114,03%
2.850.700,00
500.000,00
100,00%
99,59%
497.965,00
108,32%
541.575,00
1.500.000,00
100,00%
100,48%
1.507.237,50
114,87%
1.723.005,00
1.650.000,00
100,00%
109,82%
1.812.085,00
117,89%
1.945.152,00
5.000.000,00
100,00%
100,00%
5.000.000,00
100,00%
5.000.000,00
7.000.000,00
100,00%
100,00%
7.000.000,00
100,00%
7.000.000,00
3.000.000,00
100,00%
100,00%
3.000.000,00
100,00%
3.000.000,00
sub-total
61.650.000,00
63.015.828,03
2.2.1.3 - De outros emissores
ABBEY NATIONAL TREASURY 3,625% 10/14/2016
ABBEY2,5 03/13
ABBEY4.125 0314
ABERTIS 4,75% 25/10/2019
ABERTIS 5,125% 12/07/2017
ABESM4.625 1016
ABN AMRO BANK NV 9/14/2016
ACACB2,50 06/15
ACACB2,625 6/15
AIG MATCHED FUNDING 3%-9% 25/03/2013
AIR LIQUIDE SA 4,75% 6/25/2014
ASSICURAZIONI GENERALI 5.125% 09/16/2024
AXA 4,5% 01/15
AYTCED 3.50% 03/16
BANCA POPOLARE DI MILANO 3.5% 10/17/2016
BANCO POPULAR ESPANOL 4,25% 09/30/2015
BANES3,50 01/16
BANES4,625 0315
BANEST4,25 0914
BANESTO 2,625% 02/28/2013
BANESTO 3,625% 04/06/13
BANESTO 4,75 24/01/17
BANK OF SCOTLAND PLC 3/16/2020
64.999.925,00
.
4.000.000,00
1.000.000,00
1.000.000,00
500.000,00
450.000,00
2.500.000,00
2.500.000,00
2.000.000,00
1.500.000,00
3.000.000,00
1.000.000,00
200.000,00
750.000,00
500.000,00
3.000.000,00
3.000.000,00
3.000.000,00
1.200.000,00
500.000,00
1.900.000,00
1.300.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
99,71%
100,61%
102,05%
103,00%
107,38%
102,50%
93,81%
100,20%
100,79%
99,39%
99,81%
98,55%
101,59%
92,80%
99,29%
101,00%
95,30%
100,10%
98,48%
98,62%
99,63%
99,74%
99,19%
3.988.320,00
1.006.100,00
1.020.500,00
515.000,00
483.210,00
2.562.500,00
2.345.280,00
2.004.000,00
1.511.850,00
2.981.700,00
998.130,00
197.104,00
761.941,87
464.000,00
2.978.730,00
3.030.000,00
2.859.000,00
1.201.200,00
492.386,87
1.873.750,00
1.295.190,00
2.992.230,00
2.479.646,61
109,84%
100,43%
103,51%
105,27%
108,21%
105,82%
93,88%
104,74%
102,29%
101,77%
106,17%
106,19%
107,33%
93,00%
100,40%
100,40%
101,33%
103,88%
102,37%
99,58%
100,14%
105,68%
111,99%
4.393.644,51
1.004.300,00
1.035.119,87
526.335,00
486.949,50
2.645.425,00
2.347.025,00
2.094.843,44
1.534.380,00
3.053.100,00
1.061.700,00
212.380,00
804.945,00
465.000,00
3.011.854,94
3.012.120,00
3.039.900,00
1.246.584,00
511.850,00
1.892.020,00
1.301.820,00
3.170.280,00
2.799.643,03
DESIGNAÇÃO
Quantidade
Montante do
valor nominal
% do valor
nominal
BANK3,25% 11/14
BANKINTER FLOAT 01/15/13
BANQUE FED CRED MUTUEL 02/16
BAYERISCHE LANDESBANK 3/30/2015
BBK3,375 09/14
3.000.000,00
3.000.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
3.000.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
BBVA 3% 09/10/2014
5.000.000,00
100,00%
BBVA 3,5% 05/12/2017
5.000.000,00
100,00%
BBVA 3,5% 24/01/2021
4.800.000,00
100,00%
BBVA 3,50% 07/26/2013
1.000.000,00
100,00%
BBVA INTL PREF UNIPERSON 8,5% 10/21/2014
2.000.000,00
100,00%
BBVA4,125 01/14
BBVA4,75 02/16
BBVA4.25 0714
BBVASM4.25 0315
BELGACOM S.A. DROIT PUB 4,375% 11/23/2016
BKTSM4.125 0317
BNP 5% 12/13
BNP ARBITRAGE ISSUANCE OÁSIS 1.5% 03/06/2014
BNP ARBITRAGE ISSUANCE TOP 20 1.25% 31/5/2013
BNP PARIBAS 3,375% 01/12/2017
BNPSCF2,25 1015
BNPSCF3,12 0616
BNPSCF3,62 0614
BNZ INTERNATIONAL FNDNG 4% 08/03/2017
BSCH3,25 02/15
BSCH3,625 0417
BSCH4,375 03/15
CABKSM4 16/02/17
CAIXA5,125 0416
CAIXAB 4,625% 04/06/2019
1.000.000,00
9.000.000,00
1.500.000,00
2.900.000,00
1.050.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
3.788.600,00
2.631.200,00
5.000.000,00
1.500.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
3.000.000,00
1.000.000,00
2.500.000,00
600.000,00
2.300.000,00
2.800.000,00
700.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
CAIXAB3,375% 30/06/14
1.350.000,00
CAIXAB4,25 01/17
CAIXAB4,75 0315
CAIXAB5 02/16
2.000.000,00
1.000.000,00
1.000.000,00
CAJA MADRID 5,75 06/16
CAJA VALENCIA Y ALICANTE 3% 4/15/2013
CALYON 6% 06/13
CARREFOUR SA 4,375% 11/2/2016
CFF6,125 02/15
CIFEUR4,5 06/14
CITIGROUP FUNDING INC 4.70% 3/14/2017
CMCIC2,75 02/14
CMCIC3,125 0115
CMCIC3,375 0716
CRH 2,6 04/16
CRH 4,25 10/14
DEPFA FUNDING IV LP 5,029% 3/21/2017
DRESDNER BANK AG 1,06% 8/15/2013
DTEL 2% 30/10/2019
DTEL4,375 06/14
ELM BV (SWISS REIN CO) 5,252% 5/25/2016
ENAGAS 4,25% 05/10/2017
ENI SPA 5% 1/28/2016
ESFG INTERNATIONAL LTD 5,753% 6/6/2017
FORTIS NED 4% 02/03/2015
FRANCE TELECOM 3,625% 10/14/2015
FRANCE TELECOM 5% 1/22/2014
FRANCE TELECOM 7,25% 1/28/2013
GE CAPITAL EURO FUNDING 4.75% 07/30/2014
GOLDMAN SACHS GROUP INC 4,5% 1/30/2017
GOLDMAN SACHS GROUP INC 4,723% 23/05/2016
HANNOVER FINANCE SA 5% 6/1/2015
HENKEL AG & CO KGAA 4,25% 6/10/2013
HIPO HIPO-8 A2 15/3/2038
HSBC FINANCE CORP 3,75% 11/4/2015
IBERC3,375 1114
IBERCAJA 3,50% 04/15
Preço médio
de aquisição
99,65%
100,00%
Valor total
de aquisição
Valor de balanço
Unitário
Total
2.989.500,00
3.000.000,00
2.818.200,00
2.500.000,00
2.999.730,00
100,20%
99,63%
97,54%
100,50%
100,00%
3.005.854,93
2.988.904,91
2.926.083,20
2.512.500,00
3.000.004,92
4.995.650,00
100,30%
5.014.758,23
4.984.700,00
100,19%
5.009.400,01
4.502.688,00
4.655.520,00
1.998.907,28
96,99%
93,96%
96,89%
100,29%
96,95%
99,72%
105,71%
91,79%
100,00%
99,40%
98,75%
101,80%
103,50%
99,55%
96,40%
97,13%
100,00%
99,41%
101,13%
94,75%
990.500,00
9.100.800,00
1.483.200,00
2.908.346,25
1.017.937,50
1.994.420,00
1.057.100,00
3.477.555,94
2.631.200,00
4.970.000,00
1.481.250,00
2.036.000,00
1.034.950,00
2.986.458,38
964.000,00
2.428.150,00
600.000,00
2.286.490,00
2.831.700,00
663.250,00
101,53%
105,32%
102,32%
103,30%
113,05%
101,36%
104,18%
110,91%
104,56%
110,42%
104,75%
108,22%
104,61%
110,72%
101,29%
102,09%
103,72%
100,57%
104,89%
101,46%
1.015.270,00
9.478.620,00
1.534.800,00
2.995.584,00
1.187.025,00
2.027.280,00
1.041.819,97
4.201.936,26
2.751.182,72
5.521.009,06
1.571.220,00
2.164.403,55
1.046.101,72
3.321.539,38
1.012.860,00
2.552.350,00
622.302,00
2.313.202,00
2.936.808,00
710.185,00
100,00%
97,24%
1.312.740,00
100,61%
1.358.167,50
100,00%
100,00%
100,00%
100,70%
100,25%
99,95%
2.014.000,00
1.002.500,00
999.500,00
102,01%
103,42%
104,64%
2.040.200,00
1.034.170,00
1.046.360,00
1.000.000,00
100,00%
99,75%
997.500,00
100,60%
1.005.950,00
1.500.000,00
1.000.000,00
800.000,00
2.500.000,00
2.500.000,00
2.500.000,00
1.500.000,00
1.250.000,00
1.000.000,00
2.000.000,00
1.800.000,00
2.500.000,00
4.436.000,00
3.200.000,00
1.000.000,00
700.000,00
1.500.000,00
1.100.000,00
1.250.000,00
500.000,00
2.500.000,00
150.000,00
1.389.000,00
1.800.000,00
1.000.000,00
1.200.000,00
2.000.000,00
2.000.000,00
1.025.009,50
1.000.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
99,82%
105,89%
101,40%
111,07%
105,42%
99,64%
101,07%
102,35%
103,05%
100,39%
106,19%
20,33%
100,00%
99,72%
105,00%
100,15%
100,77%
99,34%
100,00%
99,80%
97,15%
106,82%
115,08%
99,91%
98,40%
92,25%
96,26%
98,36%
99,55%
100,47%
99,92%
99,63%
1.497.285,00
1.058.900,00
811.220,00
2.776.750,00
2.635.550,00
2.490.882,00
1.516.050,00
1.279.375,00
1.030.500,00
2.007.800,00
1.911.452,00
508.143,60
4.436.000,00
3.190.912,00
1.050.000,00
701.050,00
1.511.608,00
1.092.707,00
1.250.000,00
499.000,00
2.428.850,00
160.233,75
1.598.495,81
1.798.434,00
983.998,95
1.107.030,00
1.925.100,00
1.967.200,00
1.020.435,36
1.004.662,50
2.997.480,00
2.490.650,00
99,47%
96,60%
110,30%
111,50%
104,98%
100,20%
102,55%
105,22%
109,11%
106,47%
106,88%
30,00%
126,15%
102,00%
105,16%
102,48%
104,84%
111,29%
49,00%
106,25%
107,30%
104,56%
1.491.977,45
965.980,00
882.360,00
2.787.379,58
2.624.376,72
2.505.000,00
1.538.250,00
1.315.252,16
1.091.061,79
2.129.323,50
1.923.753,16
750.000,00
5.596.014,00
3.264.065,49
1.051.560,00
717.374,00
1.572.630,00
1.224.179,00
612.500,00
531.230,00
2.682.475,01
156.844,50
1.395.014,37
1.910.825,61
1.097.400,00
1.151.400,00
2.047.500,00
2.033.680,01
799.355,71
1.072.700,00
2.940.934,83
2.409.903,48
93,94%
105,71%
99,99%
99,91%
99,69%
93,81%
99,65%
99,95%
99,05%
101,12%
98,88%
996.500,00
100,43%
106,16%
109,74%
95,95%
102,38%
101,68%
77,99%
107,27%
98,03%
96,40%
939.560,00
1.937.760,00
54
110
Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
111
Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Inventário de Títulos e Participações Financeiras
DESIGNAÇÃO
Quantidade
Montante do
valor nominal
% do valor
nominal
Preço médio
de aquisição
Valor total
de aquisição
Valor de balanço
Unitário
Total
IBESM3,875 0214
IBESM4,75 01/16
IBESM4.25 10/18
ISPIM 3,25 28/04/2017
ISPIM 5 27/01/2021
IS ISPIM4.375 0816 PIM4.375 0816
ISPM 3,75% 09/2019
MAPFRE SA 5,921% 7/24/2037
MERRILL LYNCH & CO 4,875% 5/30/2014
MERRILL LYNCH SA LUX 1/30/2017
MS IV 03/2013
NATIONAL AUSTRALIA BANK 4,75% 07/15/2016
NORDEA BANK AB 4.5% 5/12/2014
NOVART4,25 0616
PFIZER INC. 4,75% 12/15/2014
POPSM4,125 0418
POPSM4.125 0317
POPULAR 4 10/16
RABOBANK 4,125% 01/14/2020
RABOBANK NEDERLAND 10% 08/2013
RABOBANK NEDERLAND 3,375% 1/18/2016
RBS 5,25% 05/13
REP 4,25 2016
1.700.000,00
500.000,00
900.000,00
2.000.000,00
2.100.000,00
5.000.000,00
5.000.000,00
2.500.000,00
2.500.000,00
2.000.000,00
1.600.000,00
1.600.000,00
1.000.000,00
2.500.000,00
2.500.000,00
3.000.000,00
1.000.000,00
1.400.000,00
3.000.000,00
3.000.000,00
2.500.000,00
150.000,00
3.500.000,00
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,00%
100,35%
99,68%
99,77%
104,25%
112,55%
105,35%
99,37%
99,58%
99,95%
100,00%
99,51%
103,63%
100,14%
100,62%
104,99%
99,71%
99,58%
99,31%
114,75%
124,02%
98,74%
102,55%
100,61%
1.705.950,00
498.410,00
897.894,00
2.085.000,00
2.363.550,00
5.267.525,00
4.968.600,00
2.489.500,00
2.498.700,00
2.000.000,00
1.592.146,26
1.658.016,00
1.001.420,00
2.515.550,00
2.624.747,50
2.991.180,00
995.800,00
1.390.340,00
3.442.575,00
3.720.600,00
2.468.384,75
153.828,75
3.521.250,00
102,74%
107,80%
108,08%
104,28%
113,43%
108,46%
106,22%
82,74%
105,08%
93,75%
99,99%
113,27%
105,41%
112,19%
108,06%
98,56%
99,55%
99,49%
114,87%
109,49%
107,60%
101,39%
106,49%
1.746.614,00
538.985,00
972.756,00
2.085.663,42
2.382.075,91
5.422.900,92
5.311.050,00
2.068.400,00
2.626.979,31
1.875.000,00
1.599.823,93
1.812.272,00
1.054.131,73
2.804.650,00
2.701.575,00
2.956.860,00
995.540,00
1.392.790,00
3.446.069,98
3.284.700,00
2.690.076,59
152.085,00
3.727.150,00
REPSOL 4,375% 02/2018
SANTANDER ISSUANCES 3/23/2017
SHELL INTERNATIONAL FIN 4,625% 5/22/2017
SOCGEN3 03/15
SOCGEN4 4/16
SOCGEN5.25 0313
SOCSFH3,25 0616
SOGEN3,75 0814
SOLVAY S.A. 4,875% 1/10/2014
SOLVAY S.A.5% 6/12/2015
SRGIM 3.5 13/02/2012
STADSHYPOTEK 3% 10/01/2014
STATOILHYDRO ASA 4.375% 3/11/2015
TEF_EMISAU 5,811 05/09/17
TELEF 1,71% 20/01/2020
TELEFO 3,661 08/17
TELEFO 4.797 21/02/18
TELEFONICA EMISIONES SAL 4,375% 2/2/2016
TELEFONICA EMISIONES SAL 5.496% 4/1/2016
TELEFONICA EUROPE BV 5,125% 2/14/2013
TELEKOM FINANZMANAGEMENT 5% 7/22/2013
TELENOR ASA 4,5% 3/28/2014
TELSTRA CORP LTD. 4,75% 3/21/2017
TERNA SPA 4.125 17/02/2017
TITIM 5,375% 29/01/2019
TITIM 6,125% 14/12/2018
UBI Banca 3.625% 23/09/2016
UBS AG LONDON 5.625% 5/19/2014
UBS6 04/18/18
UBS6.25 09/13
UCIM 4 01/18
UCIM 4.875 0317
UCIM 5 31/10/21
UCIM4.25 07/18
UCIM5.25 04/23
UNICREDIT SPA 4,375% 01/31/2022
UNICREDIT SPA 4,875% 2/12/2013
VODAFONE GROUP PLC 5% 6/4/2018
VODAFONE GROUP PLC 9/5/2013
1.000.000,00
100,00%
99,65%
996.540,00
107,48%
1.074.750,00
5.200.000,00
100,00%
91,77%
4.771.817,25
83,06%
4.319.276,00
1.050.000,00
100,00%
102,18%
1.072.904,15
116,32%
1.221.328,50
1.000.000,00
100,00%
98,78%
987.800,00
104,28%
1.042.780,00
500.000,00
100,00%
103,97%
519.855,00
108,89%
544.465,00
1.500.000,00
100,00%
103,78%
1.556.700,00
101,10%
1.516.560,00
2.000.000,00
100,00%
101,66%
2.033.200,00
108,52%
2.170.363,56
3.900.000,00
100,00%
103,36%
4.031.040,00
104,64%
4.080.921,00
2.000.000,00
100,00%
102,12%
2.042.476,93
104,18%
2.083.640,00
1.800.000,00
100,00%
101,02%
1.818.290,00
109,62%
1.973.217,24
500.000,00
100,00%
99,65%
498.230,00
104,60%
523.010,00
3.000.000,00
100,00%
99,59%
2.987.670,00
104,58%
3.137.405,15
1.200.000,00
100,00%
99,83%
1.198.003,24
108,27%
1.299.240,00
2.500.000,00
100,00%
104,86%
2.621.500,00
113,39%
2.834.851,86
4.100.000,00
100,00%
103,59%
4.247.050,00
108,36%
4.442.723,62
800.000,00
100,00%
92,00%
736.000,00
104,27%
834.128,00
1.500.000,00
100,00%
105,60%
1.584.000,00
109,13%
1.636.966,79
3.707.000,00
100,00%
99,20%
3.677.321,00
106,40%
3.944.210,61
1.750.000,00
100,00%
100,08%
1.751.467,50
109,56%
1.917.355,20
2.500.000,00
100,00%
100,29%
2.507.235,25
100,45%
2.511.178,87
2.500.000,00
100,00%
104,03%
2.600.776,50
102,28%
2.556.975,01
2.500.000,00
100,00%
102,39%
2.559.828,50
104,96%
2.623.927,93
2.500.000,00
100,00%
99,67%
2.491.670,00
115,94%
2.898.500,01
6.000.000,00
100,00%
102,79%
6.167.590,00
108,90%
6.534.060,00
4.000.000,00
100,00%
109,50%
4.379.900,00
109,71%
4.388.567,20
422.000,00
100,00%
112,65%
475.383,00
114,14%
481.671,59
2.000.000,00
100,00%
99,47%
1.989.320,00
103,39%
2.067.703,39
2.400.000,00
100,00%
100,05%
2.401.260,00
106,68%
2.560.296,00
3.000.000,00
100,00%
114,79%
3.443.700,00
123,40%
3.701.910,00
1.400.000,00
100,00%
106,38%
1.489.320,00
103,80%
1.453.269,95
8.000.000,00
100,00%
103,30%
8.264.210,94
107,75%
8.619.766,40
2.500.000,00
100,00%
99,49%
2.487.125,00
107,07%
2.676.825,00
3.850.000,00
100,00%
103,54%
3.986.353,50
114,52%
4.409.174,09
3.000.000,00
100,00%
105,60%
3.168.037,50
109,22%
3.276.482,64
1.000.000,00
100,00%
107,62%
1.076.165,00
116,18%
1.161.750,38
3.000.000,00
100,00%
99,43%
2.983.020,00
109,20%
3.276.000,00
1.100.000,00
100,00%
100,84%
1.109.250,01
100,43%
1.104.697,00
2.500.000,00
100,00%
101,45%
2.536.362,50
119,58%
2.989.474,75
2.700.000,00
100,00%
99,95%
2.698.755,00
100,27%
2.707.294,11
VOLKSWAGEN INTL FIN NV 7% 2/9/2016
2.500.000,00
100,00%
114,86%
2.871.578,50
118,09%
2.952.200,01
WPP FINANCE SA 5,25% 1/30/2015
1.100.000,00
100,00%
99,99%
1.099.868,00
108,54%
1.193.961,76
DESIGNAÇÃO
Quantidade
Montante do
valor nominal
% do valor
nominal
Preço médio
de aquisição
Valor total
de aquisição
Valor de balanço
Unitário
Total
sub-total
sub-total
0,00
330.748.809,50
485.069.309,52
332.604.489,20
495.955.700,25
344.795.239,43
515.978.755,08
sub-total
0,00
0,00
0,00
0,00
2.2.2 - Unidades de participação em fundos de investimento
2.2.2.1 - Ações
2.2.2.2 - Títulos de participação
sub-total
2.2.2.3 - Unidades de participação em fundos de investimento
PREFF-PAN EUR REAL ESTATE-A
GREFF GLOBAL REAL ESTATE FOF A
DEGI GLOBAL BUSINESS
ALLIANZ RCM EUROL EO GROW-A
ALLIANZ RCM INTERGLOBAL-A
DEGI INTERNATIONAL
PIMCO Total Return Bond Fund
AMUNDI ETF EURO
42.500,00
34.204,43
5.982,29
686,83
544,01
8.374,62
50.368,25
3.520,00
107,45
79,30
100,30
93,98
155,29
51,00
17,25
48,05
4.566.775,00
2.712.500,00
599.995,11
64.549,64
84.479,25
427.101,47
868.852,33
169.142,93
84,96
81,26
56,34
133,11
160,55
35,51
20,45
46,73
3.610.800,00
2.779.332,17
337.042,11
91.423,68
87.340,69
297.382,61
1.030.030,73
164.489,60
sub-total
146.180,42
0,00
9.493.395,73
8.397.841,59
sub-total
total
146.180,42
146.180,42
4.710.000,93
0,00
485.069.309,52
860.613.009,52
9.493.395,73
505.449.095,98
872.922.299,20
8.397.841,59
524.376.596,67
882.162.646,45
2.2.2.4 - Outros
3 - TOTAL GERAL
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Relatório e Parecer do Conselho Fiscal
Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A.
Relatório e Contas 2010
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
Relatório e Parecer do Conselho Fiscal
Senhores Accionistas,
Em conformidade com a legislação em vigor, no cumprimento do disposto nos estatutos da ALLIANZ PORTUGAL, S.A.. e no mandato que
nos foi conferido, vem o Conselho Fiscal apresentar o seu relatório sobre a ação desenvolvida e emitir o seu parecer sobre a informação e
as demonstrações financeiras consolidadas referentes ao exercício de 2012, que lhe foram apresentados para apreciação pelo Conselho de
Administração.
O Conselho Fiscal procedeu à análise das demonstrações financeiras consolidadas que compreendem o balanço consolidado em 31 de
dezembro de 2012, as demonstrações consolidadas dos resultados, a demonstração consolidada dos rendimentos e gastos reconhecidos, a
demonstração consolidada dos fluxos de caixa e os correspondentes anexos, elaborados pelo Conselho de Administração.
Existe uma aderência dos princípios contabilísticos usados na sua preparação e apresentação com as Normas Internacionais de Relato
Financeiro tal como adotadas pela União Europeia, bem como a observância dos preceitos legais e estatutários em vigor.
O Conselho Fiscal tomou conhecimento da Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria sobre a informação financeira consolidada
emitido pelo Revisor Oficial de Contas e Auditor Externo, com o qual manifesta a sua concordância, e que não apresenta qualquer reserva nem
ênfase.
Analisadas e verificadas as políticas contabilísticas, foi encontrado tudo em perfeitas condições.
Deste modo, tendo-nos sido presentes referidos documentos e dada a sua conformidade legal e estatutária, e tendo também em atenção a
certificação legal de contas, o nosso parecer é o seguinte:
Devem ser aprovados o relatório consolidado de gestão, o balanço consolidado, a conta consolidada de ganhos e perdas, as demonstrações
consolidadas de rendimento integral, os fluxos de caixa e de variações de capital próprio e correspondente anexo.
Lisboa, 15 de Março de 2013
O Conselho Fiscal,
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
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Certificação Legal das Contas
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Relatório e Contas 2010
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Allianz Portugal
Relatório e Contas 2012
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Relatório e Contas 2010
Relatório e Contas 2010
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ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
ÍNDICE | FICHA TÉCNICA
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Relatório e Contas 2010
Ficha Técnica
Edição
Companhia de Seguros Allianz Portugal S.A.
Direção de Pessoas - Desenvolvimento e Comunicação
Junho de 2013
Relatório e Contas 2010
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