• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
Índice
I - Relatório de Gestão
II - Balanço Patrimonial
III - Demonstração de Sobras ou Perdas
IV - Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
V - Demonstração dos Fluxos de Caixa
VI - Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos
VII - Notas Explicativas
1. Contexto Operacional
2. Apresentação da Demonstrações Contábeis
3. Principais Práticas Contábeis
4. Relações Interfinanceiras
5. Operações de Crédito
6. Outros Créditos
7. Outros Valores e Bens
8. Investimentos
9. Imobilizado de Uso
10. Depósitos à Vista
11. Depósitos sob Aviso
12. Depósitos à Prazo
13. Obrigações por Empréstimos e Repasses
14. Outras Obrigações
15. Capital Social
16. Sobras Acumuladas
17. Outras Receitas Operacionais
18. Instrumentos Financeiros
19. Partes Relacionadas
20. Garantias Prestadas
21. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional e do Risco de Mercado
VIII - Parecer do Conselho Fiscal
IX - Parecer dos Auditores Independentes
X - Plano de Ação para 2009
- Destaques Financeiros
- Produtos e Serviços
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01
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
I - Relatório de Gestão
Senhores Cooperados,
Iniciamos o Relatório de Gestão referente ao ano de 2008 com um profundo sentimento
de Gratidão a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, contribuíram para que a Crediguaçu,
nesses 16 anos de vida, chegasse aonde chegou. A cada ano que passa nossa Cooperativa
cresce e se fortalece, presta melhores serviços a um número cada vez maior de pessoas e
oferece maior conforto e segurança, expandindo e qualificando sua estrutura física e humana
que dão sustentação ao fiel cumprimento dos objetivos sociais de sua missão.
No Exercício findo nossos Resultados foram excelentes superando até mesmo a mais
otimista das expectativas. Foi um crescimento em várias frentes e em percentuais elevados, o
que demonstra que a empresa está cada vez mais sólida e equilibrada e principalmente gozando da confiança dos associados que é o seu maior patrimônio.
É com muita satisfação que registramos nesse relatório os dados abaixo que por si só
mostram o desempenho da Crediguaçu.
1. Resultado de R$3.764.265,00, representando aumento de 37% em relação ao ano
anterior do qual 92% será incorporado ao Capital Social dos nossos Cooperados.
2. O número de associados passou de 1.463 para 1.950 com aumento no ano de 33%.
3. O P. L. (Patrimônio Líquido) passou de R$ 15.227.193,00 para R$ 18.730.369,00,
com aumento de 23%.
4. A carteira de Operações de Crédito passou de R$31.211.424,00 para R$ 47.994.948,00
com aumento de 54%.
Neste contexto que inspira confiança num futuro muito promissor de atuação cada vez
mais abrangente e expressiva no papel de agente promotor de desenvolvimento regional
apresentaremos aos prezados cooperados presentes nessa A.G.O., o Balanço Geral e demais
Demonstrativos Contábeis, acompanhados dos Relatórios da Auditoria Externa e do Conselho
Fiscal, para serem apreciados e deliberados, em observância a determinação do Estatuto
Social e do BACEN (Banco Central do Brasil).
A - Conjuntura Econômica
A economia mundial experimentou um ciclo de expansão robusta, iniciado em 2004,
período de muitas transformações estruturais que favoreceram os países emergentes como o
Brasil. No segundo semestre de 2008 irrompeu nos E.U.A. e se espalhou por todo o mundo a
mais severa crise dos últimos 70 anos. Contudo os efeitos dessa crise para o Brasil, até o
fechamento do ano não chegaram a ser muito significativos uma vez que até o 4º trimestre os
resultados eram muito positivos.
De maneira geral, o aquecimento do mercado interno e a expansão do Crédito contribuíram para reforçar uma postura mais sólida no País. Durante grande parte do ano a atividade
econômica mostrou desempenho robusto, com o PIB crescendo ao redor de 6,0% impulsionado pelo consumo das famílias e pelos investimentos. A taxa média de desemprego caiu de
9,3% em 2007 para 7,9% em 2008.
Os setores da economia que primeiramente manifestaram sinais de desaceleração foram
exatamente aqueles que puxaram o crescimento dos anos anteriores, o de veículos e constru02
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
ção civil. A produção industrial que vinha crescendo em média 6,6% nos primeiros meses do
ano registrou queda de 6,2% em novembro. O mesmo aconteceu com as vendas do Comércio,
que registraram queda de 4,1% em novembro, após bom desempenho até setembro.
Mesmo assim, a expectativa de crescimento do PIB para 2008 é de 5,3% semelhante ao
de 2007. O BACEN preocupado com uma retomada inflacionária eleva a taxa SELIC para
13,75% a.a. e o dólar encerrou o ano cotado a R$ 2,337.
Em 2008 a balança comercial registrou superávit de U$24,7 bilhões, inferior aos U$40
bilhões de 2007. As reservas internacionais e os investimentos estrangeiros diretos mantiveram-se em patamar elevados, totalizando até dezembro/2008 US$ 206,8 bilhões e US$45,0
bilhões, respectivamente.
As Operações de Crédito do sistema financeiro mantiveram trajetória de expansão,
atingindo 1,2 trilhões em dezembro, crescimento de 31,1% no ano. O bom desempenho das
empresas, somado ao dinamismo do mercado de trabalho foram alguns dos fatores que possibilitou essa expansão em 2008, atingindo o patamar de 41,3% na Relação Crédito/PIB.
As captações diminuíram o ritmo de crescimento chegando a 14,1% e totalizando
R$2,1 trilhões até dezembro.
Com relação a 2009 as expectativas não são boas.
Alguns dos principais países desenvolvidos do mundo deverão registrar contração econômica, enquanto a expansão dos emergentes deverá ser bem mais modesta do que a verificada
nos últimos anos.
No Brasil o PIB deverá desacelerar para algo próximo dos 1,5%, o mesmo acontecendo
com o estoque total de crédito. Espera-se um ano desafiador, em razão do desaquecimento da
economia mundial, com menos crescimento econômico, aumento do desemprego, redução do
poder aquisitivo da população e consequentemente redução dos investimentos das empresas
e da demanda por crédito individual e corporativo. Mas nosso País que tem hoje um sistema
financeiro sólido e com sistemas de supervisão e regulação diferenciados, devem aproveitar a
oportunidade para avançar com a agenda de reformas a fim de possibilitar a elevação do PIB
num ritmo de expansão sustentável.
B - Desempenho da Crediguaçu
2008 foi um ano excelente em todos os sentidos:
1- Aumentamos o quadro social em 500 novos cooperados quase todos Pessoa Jurídica
nos setores da Indústria, Comércio e Prestadores de Serviços.
2- Aumentamos em 54% nossa carteira de Operações de Crédito.
3- O resultado do Exercício cresceu 37%.
4- O nosso P.L. (Patrimônio Líquido) foi para R$ 18.730.369,00, com aumento de 23%.
5- Mudamos de endereço nas duas últimas agências que faltavam, Santa Cruz da Palmeiras e Araras, onde hoje podemos oferecer aos nossos funcionários e cooperados muito
mais conforto e segurança.
6- Ampliamos e qualificamos nosso corpo de colaboradores para dar suporte ao volume
de trabalho e responsabilidade decorrentes do crescimento da empresa.
7- Proporcionamos aos nossos dirigentes e funcionários um total de 1023 horas de
cursos de Capacitação Profissional.
8- Adquirimos um terreno de 575m2 pegado ao Centro Administrativo para construir
novas instalações necessárias para atender a demanda do nosso rápido crescimento.
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
03
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
C - Situação Econômica Financeira
Representação Gráfica
Demonstrativo
de
Rendas
2008
Demonstrativo
de
Despesas
2008
Recursos
Próprios
2008
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
Permanente
2008
Captação
de
Recursos
2008
Aplicação
de
Recursos
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
Quadro Evolutivo dos Principais Índices Econômicos no período 2005/2008
06
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
D - Quadro Funcional
Gerente de Serviços Regionais
Gerente de Apoio Operacional
Gerentes de Atendimento
Gerente Auxiliar de Crédito
Encarregado de PAC
Supervisor Operacional
02
01
19
01
01
01
Assistentes
Caixas
Auxiliares
Estagiários
Serviços Gerais
TOTAL
11
30
09
01
02
78
E - Resultado do Exercício de 2008
O Resultado Contábil do Exercício 2008 foi de R$ 3.764.265,00. Desse valor R$
1.753.755,00 foi utilizado para remunerar o Capital Social dos Cooperados.
Do remanescente foram deduzidos R$ 201.051,00 para a Reserva Legal e R$ 100.525,00
para o FATES.
O restante R$ 1.708.934,00 será integralizado à conta de capital dos cooperados na
forma convencional de rateio pela usufruição.
OBS: Essa forma de distribuição do Resultado ficou definida na A.G.E. realizada em
24.10.2006 para autorizar o Programa PROCAPCRED e prevalecerá até o encerramento do
mesmo.
F - Agradecimentos
Dizem que a gratidão é a mãe de todas as virtudes, por isso não podemos deixar de
agradecer a todos que tiveram em maior ou menor intensidade influencia sobre os resultados
alcançados em 2008. A Diretoria da Crediguaçu, representando o sentimento de todo o Conselho de Administração quer expressar a sua satisfação em face da confiança e colaboração
recebida por parte de todo o quadro social e quadro funcional, durante o ano de 2008.
Mauro Benedito de Lima
Celio Terra
Milton Luiz do Amaral
Diretor Presidente
Diretor Operacional
Diretor Administrativo
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
II - BALANÇO PATRIMONIAL
(Expresso em reais)
ATIVO
31/12/2008
31/12/2007
61.152.966
52.966.865
984.765
15.397.643
43.066.312
724.492
979.754
694.216
23.241.766
28.215.099
255.133
560.651
10.645.308
8.564.475
Realizável a longo prazo
Operações de crédito
Depósitos judiciais
8.009.115
2.947.221
5.061.894
6.355.242
2.102.269
4.252.973
Investimentos
Imobilizado de uso
1.638.851
997.342
1.524.288
684.945
71.798.274
61.531.340
31/12/2008
31/12/2007
47.884.457
41.815.913
Depósitos Depósitos à vista
Depósitos sob aviso
Depósitos a prazo
Obrigações por empréstimos e repasses
Outras obrigações Sociais e estatutárias
Fiscais e previdenciárias
Diversas
38.646.760
5.594.783
2.193.630
30.858.347
4.141.654
5.069.043
171.514
131.058
4.793.471
34.539.605
5.458.236
5.338.780
23.742.589
4.245.916
3.030.392
106.291
87.468
2.836.633
NÃO CIRCULANTE
5.183.448
4.488.234
45.740
5.137.708
85.068
5.052.640
156.079
4.332.155
103.580
4.228.575
18.730.369
15.227.193
15.791.219
1.230.216
1.708.934
12.997.148
1.029.165
1.200.880
71.798.274
61.531.340
CIRCULANTE
Disponibilidades
Relações interfinanceiras
Operações de crédito
Outros créditos
Outros valores e bens
NÃO CIRCULANTE
TOTAL DO ATIVO
PASSIVO
CIRCULANTE
Obrigações por empréstimos e repasses
Outras obrigações Sociais e estatutárias
Provisão para contingências
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital social
Reserva legal
Sobras acumuladas
TOTAL DO PASSIVO
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Mauro Benedito de Lima
Diretor Presidente
08
Celio Terra
Diretor Operacional
Crediguaçu
Milton Luiz do Amaral
Diretor Administrativo
Flávio H. Fernandes
Contador CRC 1SP215483/O-0
CPF 095.929.078-89
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
III - DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS
(Expresso em reais)
2008
2º semestre
2007
Exercício
Exercício
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
8.006.753
14.013.867
10.828.197
Operações de crédito
Ingressos de depósitos intercooperativos
6.809.932
1.196.821
11.711.001
2.302.866
8.584.073
2.244.124
DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
(3.581.151)
(6.445.874)
(5.641.332)
Operações de captação no mercado
Obrigações por empréstimos e repasses
Provisão para operações de crédito
(2.297.637)
(176.870)
(1.106.644)
(4.197.955)
(334.735)
(1.913.184)
(3.700.571)
(639.841)
(1.300.920)
4.425.602
7.567.993
5.186.865
(3.983.849)
(5.557.483)
(3.774.065)
306.612
(1.635.139)
(1.275.908)
(2.325.267)
945.853
620.412
(2.951.765)
(2.390.445)
(2.345.392)
1.509.707
580.710
(2.329.942)
(1.984.907)
(1.461.083)
1.421.157
441.753
2.010.510
1.412.800
RESULTADO BRUTO DA
INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
(DESPESAS)
RECEITAS OPERACIONAIS
Receitas de prestação de serviços
Despesas de pessoal e honorários da diretoria
Outras despesas administrativas
Outras despesas operacionais
Outras receitas operacionais
SOBRA DO SEMESTRE/EXERCÍCIOS
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Mauro Benedito de Lima
Diretor Presidente
Crediguaçu
Celio Terra
Diretor Operacional
Milton Luiz do Amaral
Diretor Administrativo
Flávio H. Fernandes
Contador CRC 1SP215483/O-0
CPF 095.929.078-89
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
09
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
IV - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
(Expresso em reais)
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006
Aumento de capital com sobras
Integralizações de capital
Baixas de capital
Sobra do exercício
Reserva legal
Fates
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007
Aumento de capital com sobras
Integralizações de capital
Baixas de capital
Sobra do exercício
Reserva legal
Fates
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
SALDOS EM 30 DE JUNHO DE 2008
Integralizações de capital
Baixas de capital
Sobra do semestre
Reserva legal
Fates
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
Capital
social
Reserva
legal
Sobras
acumuladas
Total
7.446.852
887.885
1.009.276
9.344.013
1.009.246
4.753.430
(212.410)
-
141.280
-
(1.009.276)
1.412.800
(141.280)
(70.640)
4.753.430
(212.410)
1.412.800
(70.640)
12.997.148
1.029.165
1.200.880
15.227.193
Capital
social
Reserva
legal
Sobras
acumuladas
Total
12.997.148
1.029.165
1.200.880
15.227.193
1.200.880
2.347.110
(753.919)
-
201.051
-
(1.200.880)
2.010.510
(201.051)
(100.525)
2.347.110
(753.919)
2.010.510
(100.525)
15.791.219
1.230.216
1.708.934
18.730.369
Capital
social
Reserva
legal
Sobras
acumuladas
Total
15.114.769
1.029.165
1.568.757
17.712.691
825.699
(149.249)
-
201.051
-
441.753
(201.051)
(100.525)
825.699
(149.249)
441.753
(100.525)
15.791.219
1.230.216
1.708.934
18.730.369
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
10
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
V - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
(Expresso em reais)
2008
2º Semestre
Exercício
FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
507.031
2.141.282
Sobra líquida do semestre/ exercício
Ajustes para conciliar a sobra líquida do semestre/exercício
às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais:
Depreciações
Valor residual de baixas do imobilizado de uso
441.753
2.010.510
65.278
-
127.192
3.580
VARIAÇÃO DE ATIVOS E PASSIVOS
(4.688.932)
(14.522.344)
Aumento das operações de crédito
Aumento dos outros créditos e outros valores e bens
Aumento em outras obrigações
(8.865.594)
(1.110.883)
5.287.545
(15.696.165)
(1.697.383)
2.871.204
DISPONIBILIDADES LÍQUIDAS GERADAS PELAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
(4.181.901)
(12.381.062)
FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS
(365.605)
(557.732)
Inversões em investimentos
Inversões em imobilizado de uso
(30.388)
(335.217)
(114.563)
(443.169)
FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS
(2.356.179)
5.385.220
(Redução) aumento em depósitos
Redução em obrigações por empréstimos e repasses
Integralizações de capital
Baixas de capital
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social
(2.007.647)
(924.457)
825.699
(149.249)
(100.525)
4.107.155
(214.601)
2.347.110
(753.919)
(100.525)
REDUÇÃO DAS DISPONIBILIDADES
(6.903.685)
(7.553.574)
23.286.093
16.382.408
23.935.982
16.382.408
(6.903.685)
(7.553.574)
Variação das disponibilidades:
Disponibilidades e relações interfinanceiras no início do semestre/exercício
Disponibilidades e relações interfinanceiras no fim do semestre/exercício
REDUÇÃO DAS DISPONIBILIDADES
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Mauro Benedito de Lima
Diretor Presidente
Crediguaçu
Celio Terra
Diretor Operacional
Milton Luiz do Amaral
Diretor Administrativo
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11
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
VI - DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS
(Expresso em reais)
2007
Exercício
14.434.931
ORIGENS DOS RECURSOS
Sobra do exercício
Ajustes - depreciações e amortizações
Recursos de cooperados - Integralizações de capital
Aumento dos subgrupos do passivo circulante
e exigível a longo prazo Depósitos
Outras obrigações
Diminuição dos subgrupos do ativo circulante
e realizável a longo prazo Outros valores e bens
1.412.800
108.822
4.753.430
7.935.100
7.222.892
712.208
224.779
224.779
14.187.544
APLICAÇÕES DOS RECURSOS
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social
Inversões em investimentos
Inversões em imobilizado de uso
Baixas de capital
Aumento dos subgrupos do ativo circulante
e realizável a longo prazo Relações interfinanceiras
Operações de crédito
Outros créditos
Diminuição dos subgrupos do passivo circulante
e exigível a longo prazo Obrigações por empréstimos e repasses
70.640
74.172
164.310
212.410
10.903.286
6.757.279
3.273.355
872.652
2.762.726
2.762.726
AUMENTO DAS DISPONIBILIDADES
247.387
MODIFICAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA
Disponibilidades no início do exercício
Disponibilidades no fim do exercício
446.829
694.216
AUMENTO DAS DISPONIBILIDADES
247.387
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
12
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
VII - NOTAS EXPLICATIVAS
(Expresso em reais)
1. CONTEXTO OPERACIONAL
A COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU - SICOOB
CREDIGUAÇU é uma sociedade cooperativista que visa a cooperação recíproca e solidária, para o proveito comum, visando
assegurar assistência, operações, serviços e informações, de natureza financeira e crédito, a associado, para o exercício de
sua atividade. A SICOOB CREDIGUAÇU tem sede em Descalvado - SP, sendo sua área de ação nos municípios de Descalvado,
Santa Rita do Passa Quatro, Porto Ferreira, Pirassununga, Analândia, Rio Claro, São Carlos, Luiz Antônio, São Simão, Santa
Cruz das Palmeiras, Casa Branca, Tambaú, Santa Rosa de Viterbo, Leme, Araras, Ribeirão Bonito, Dourado, Brotas, Cravinhos,
Aguaí, Itirapina, Santa Cruz da Conceição, Corumbataí, Ipeúna, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Conchal, Ibaté, Araraquara,
Américo Brasiliense, Santa Lúcia e Rincão, sendo instalados Postos de Atendimento Cooperativos (PACs) nas cidades de São
Carlos, Santa Rita do Passa Quatro, Porto Ferreira, Pirassununga, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Rosa de Viterbo, Leme,
Araras, Rio Claro, Cordeirópolis e Santa Cruz da Conceição. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentado pela
Resolução n° 3.442/07 do Banco Central do Brasil (BACEN). É filiada à Cooperativa Central de Crédito Rural do Estado de
São Paulo (SICOOB CENTRAL COCECRER) e acionista do Banco Cooperativo do Brasil S/A (BANCOOB).
2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
As demonstrações contábeis são de responsabilidade da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo
com as práticas contábeis adotadas no Brasil, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e as normas e
instruções do BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional
(COSIF). Consideram ainda, os pronunciamentos, orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos
Contábeis (CPC).
A Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, com as respectivas modificações introduzidas pela Medida Provisória
nº 449, de 3 de dezembro de 2008, alterou, revogou e introduziu novos dispositivos à Lei nº 6.404/76 (Lei das Sociedades
por Ações), por analogia aplicáveis às sociedades cooperativas. Essa lei teve, principalmente, o objetivo de atualizar a
legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência às normas internacionais de contabilidade,
provocando mudanças nas práticas contábeis adotadas no Brasil e na apresentação das demonstrações contábeis a partir de
1º de janeiro de 2008. Dessa forma, essas alterações foram analisadas e aplicadas no que foi pertinente às demonstrações
contábeis do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008.
A Administração da Cooperativa, após análise dos efeitos das alterações trazidas pela nova legislação, entendeu que
não eram necessários ajustes nas demonstrações contábeis do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2007 para fins de
comparabilidade entre os exercícios.
As demonstrações contábeis do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2007, incluem a demonstração das origens
e aplicações de recursos, de acordo com as normas vigentes para aquele exercício social. Para o exercício encerrado em 31
de dezembro de 2008, em atendimento e adaptação às alterações trazidas pela Lei nº 11.638/2007, é apresentada a
demonstração dos fluxos de caixa pelo método indireto.
Na elaboração das demonstrações contábeis é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão
para operações de crédito, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos
contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas.
A Medida Provisória nº 449/2008, entre outros dispositivos, instituiu o Regime Tributário de Transição (RTT). A
administração da Cooperativa avaliou os efeitos dessa MP na elaboração e divulgação de suas demonstrações contábeis e
concluiu que não há efeitos significativos não reconhecidos.
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
13
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
- Relações interfinanceiras: atualizados pelos rendimentos auferidos até a data do balanço, não superando o valor
de mercado, e diante da intenção da Cooperativa em mantê-la até o vencimento de seus prazos.
- Operações de crédito: as operações pré-fixadas estão registradas pelo valor futuro, retificado pela conta de rendas
a apropriar, e as operações pós-fixadas estão atualizadas até a data do balanço pelos índices contratados.
- Provisão para operações de crédito: constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir
eventuais perdas na realização de valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, das
garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador de crédito e os riscos
específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. O BACEN através da Resolução nº 2.682/99,
introduziu os critérios para classificação das operações de crédito, definindo regras para a constituição da provisão para
operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo).
- Investimentos: representados por participações societárias avaliadas ao custo de aquisição.
- Imobilizado de uso: os bens estão registrados ao custo de aquisição deduzido da depreciação acumulada. As
depreciações estão calculadas pelo método linear, aplicando-se taxas que contemplem a estimativa de vida útil-econômica
dos bens.
- Depósitos sob aviso e a prazo: os depósitos pré-fixados estão registrados pelo valor futuro, retificado pela conta
de despesas a apropriar, e os depósitos pós-fixados estão atualizados até a data do balanço pelos índices contratados.
- Obrigações por empréstimos e repasses: atualizados pelos encargos contratados até a data do balanço.
- Demais ativos e passivos: estão registrados pelo regime de competência, inclusive, quando aplicável, atualizados
até a data do balanço.
- Segregação do curto e longo prazo: os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão
classificados no circulante, e os com prazos superiores, no longo prazo.
- Apuração do resultado: as receitas e despesas estão reconhecidas pelo regime de competência.
- Provisões: as provisões são constituídas como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso
econômico seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do
risco envolvido.
- Passivos contingentes: são reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for
considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída de recursos para
a liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos foram mensurados com suficiente segurança. As ações com
chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis.
4. RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS
31/12/2008
Instituição financeira
SICOOB CENTRAL COCECRER
SICOOB CENTRAL COCECRER
Total
14
Crediguaçu
Tipo de aplicação
Centralização financeira
RDC - pós fixado
Circulante
31/12/2007
Circulante
9.153.069
6.244.574
18.096.672
5.145.094
15.397.643
23.241.766
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
5. OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Composição por tipo de operação e prazo de vencimento
31/12/2007
31/12/2008
Circulante
Descrição
Longo
prazo
Circulante
Longo
prazo
Adiantamento a depositantes
Cheque especial e conta garantida
Empréstimos e títulos descontados
Financiamentos rurais - próprios/repasses
Provisão para operações de crédito
268.911
5.169.201
24.077.605
15.219.690
(1.669.095)
2.982.984
276.557
(312.320)
270.862
1.533.060
13.692.342
13.479.910
(761.075)
2.167.346
67.904
(132.981)
Total
43.066.312
2.947.221
28.215.099
2.102.269
Composição por nível de risco e situação de vencimento
31/12/2008
Nível de
risco
A
B
C
D
E
F
G
H
31/12/2007
Provisão
%
Vencidas
Vincendas
Vencidas
Vincendas
0,5
1,0
3,0
10,0
30,0
50,0
70,0
100,0
856.161
604.306
488.979
767.810
26.112
12.984
199.730
309.362
41.341.326
1.101.927
1.671.710
328.077
19.278
182.031
25.058
60.097
449.599
80.077
219.026
82.296
307.375
138.980
41.732
72.594
26.935.335
501.460
1.240.256
608.013
333.556
13.459
187.666
3.265.444
44.729.504
1.391.679
29.819.745
Total
Composição por tipo de operação e classificação nos níveis de risco em 31/12/2008
Níveis de Risco
Descrição
Adiantamento a depositantes
Cheque especial e conta garantida
Empréstimos e títulos
descontados
Financiamentos rurais próprios/repasses
Total
A
B
116.553
4.939.102
77.080
100.507
C
16.412
62.005
D
E
35.149
17.795
22.817.201 1.187.088 1.559.857 1.042.943
14.324.631
341.558
522.415
-
42.197.487 1.706.233 2.160.689 1.095.887
Crediguaçu
F
8.284
-
G
12.984
40.000
-
Total
271
9.792
268.911
5.169.201
49.307 225.056
27.060.589
- 173.303 134.340
15.496.247
37.106 142.031
2.178
-
H
45.390 195.015 224.788 369.459 47.994.948
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15
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
Composição por tipo de operação e situação de vencimento
31/12/2007
31/12/2008
Descrição
Vencidas
Adiantamento a depositantes
Cheque especial e conta garantida
Empréstimos e títulos descontados
Financiamentos rurais - próprios/
repasses
Total
Vencidas
Vincendas*
Vincendas
268.911
2.205.391
5.169.201
24.855.198
270.862
771.330
1.533.060
15.088.358
791.142
14.705.105
349.487
13.198.327
3.265.444
44.729.504
1.391.679
29.819.745
* Vincendas (dias)
Descrição
Cheque especial e conta
garantida
Empréstimos e títulos
descontados
Financiamentos rurais
próprios/repasses
Total
Até 30
31 a 60
61 a 90
91 a 180
181 a 360
Acima
de 360
Total
5.169.201
-
-
-
-
-
5.169.201
8.224.130
5.305.733
3.846.387
1.111.804
3.384.160
2.982.984
24.855.198
590.562
411.322
2.412.249
4.915.410
6.099.005
276.557
14.705.105
13.983.893
5.717.055
6.258.636
6.027.214
9.483.165
3.259.541
44.729.504
Concentração de crédito
31/12/2007
31/12/2008
Valor
Maior devedor
10 maiores devedores
20 maiores devedores
% do total
966.208
7.092.911
11.016.322
Valor
605.452
4.817.415
7.793.833
2
15
23
% do total
2
15
25
Movimentação da provisão para operações de crédito
2º semestre
16
31/12/2008
Exercício
31/12/2007
Exercício
Saldo inicial
(1.322.639)
(894.056)
(1.112.875)
Créditos baixados como prejuízo
Constituição da provisão
Reversão da provisão
122.710
(1.106.644)
325.158
252.566
(1.913.184)
573.259
1.172.687
(1.300.920)
347.052
Saldo final
(1.981.415)
(1.981.415)
(894.056)
Crediguaçu
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
6. OUTROS CRÉDITOS
31/12/2007
31/12/2008
Circulante
Longo
Prazo
Circulante
Longo
Prazo
Títulos e créditos a receber
Devedores diversos - país
Rendas a receber
Depósitos judiciais
15.171
705.874
3.447
-
5.061.894
16.958
235.801
2.374
-
4.252.973
Total
724.492
5.061.894
255.133
4.252.973
7. OUTROS VALORES E BENS
31/12/2008
31/12/2007
Circulante
Circulante
Despesas antecipadas
Bens não de uso próprio
5.778
973.976
5.787
554.864
Total
979.754
560.651
8. INVESTIMENTOS
31/12/2008
Cooperativa Central de Crédito Rural do Estado
de São Paulo - SICOOB CENTRAL COCECRER
Banco Cooperativo do Brasil S/A - BANCOOB
Outros
Total
31/12/2007
1.576.276
61.741
834
1.461.713
61.741
834
1.638.851
1.524.288
9. IMOBILIZADO DE USO
Descrição
Terrenos
Edificações
Móveis e equipamentos
Instalações
Sistema de processamento
de dados
Sistema de transporte
Total
Crediguaçu
Taxa de
depreciação
anual
31/12/2008
Custo
31/12/2007
Depreciação
acumulada
Líquido
Líquido
4%
10%
10%
196.334
253.314
452.312
208.012
(72.248)
(125.479)
(82.763)
196.334
181.066
326.833
125.249
76.334
191.199
195.062
97.913
20%
20%
374.538
139.617
(272.347)
(73.948)
102.191
65.669
87.000
37.437
1.624.127
(626.785)
997.342
684.945
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
10. DEPÓSITOS À VISTA
Concentração de depósitos à vista:
31/12/2008
Valor
% do total
663.236
1.574.270
2.022.836
Maior depositante
10 maiores depositantes
20 maiores depositantes
31/12/2007
Valor
12
28
36
% do total
8
25
35
423.507
1.364.497
1.937.538
11. DEPÓSITOS SOB AVISO
Concentração de depósitos sob aviso:
31/12/2008
Valor
Maior depositante
10 maiores depositantes
20 maiores depositantes
31/12/2007
Valor
% do total
539.125
1.653.101
1.929.564
25
75
88
% do total
206.148
1.468.096
2.362.943
4
27
44
12. DEPÓSITOS A PRAZO
Composição por prazo de vencimento
Vencimento em dias
31/12/2008
Até 30
De 31 a 60
De 61 a 90
De 91 a 180
8.786.173
9.518.462
6.934.570
5.619.142
30.858.347
8.739.519
6.465.510
8.072.979
821.367
24.099.375
-
(356.786)
30.858.347
23.742.589
Despesas a apropriar
Total
31/12/2007
Concentração de depósitos a prazo
31/12/2008
Maior depositante
10 maiores depositantes
20 maiores depositantes
31/12/2007
Valor
% do total
2.090.132
7.888.550
11.854.500
7
26
38
Valor
1.621.898
6.391.529
8.558.287
% do total
7
27
36
13. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES
FINALIDADE
Repasse
Empréstimo
Total
VENCIMENTO
31/12/2008
Circulante
Longo Prazo
31/12/2007
Longo Prazo
Circulante
10/9/2009
24/5/2010
4.031.878
109.776
45.740
4.135.742
110.174
156.079
4.141.654
45.740
4.245.916
156.079
Os encargos do repasse são de 6,75% a. a. e o empréstimo, de 0,5% ao mês.
As garantias são avais da diretoria e penhor cedular.
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
14. OUTRAS OBRIGAÇÕES
31/12/2008
31/12/2007
Descrição
Circulante
Sociais e estatutárias Fundo de Assistência Técnica,
Educacional e Social
Cotas de capital a pagar
Fiscais e previdenciárias Impostos e contribuições a recolher
Outras
Diversas Cheques administrativos
Provisão para pagamentos a efetuar
Credores diversos - país
Provisão para contingências (i)
Total
Longo prazo
Circulante
Longo prazo
149.730
21.784
85.068
106.291
-
103.580
171.514
85.068
106.291
103.580
127.875
3.183
131.058
-
81.532
5.936
87.468
-
2.573.449
1.945.483
274.539
4.793.471
5.052.640
5.052.640
1.137.617
1.488.796
210.220
2.836.633
4.228.575
4.228.575
5.096.043
5.137.708
3.030.392
4.332.155
(i) Foram constituídas provisões nos montantes de R$5.052.640 e de R$ 4.228.575 em 31 de dezembro de 2008 e de
2007, respectivamente, para fazer face a eventuais perdas que possam advir em função de interpretações polêmicas a respeito da tributação pela União Federal em sociedades cooperativas. Existem depósitos judiciais de R$
5.061.894 e R$ 4.252.973 em 31 de dezembro de 2008 e de 2007, respectivamente, suportando essas demandas.
15. CAPITAL SOCIAL
É representado pelas integralizações dos cooperados em 31 de dezembro de 2008 e de 2007. De acordo com o
Estatuto Social, cada cooperado tem direito a um voto, independente do número de suas cotas partes. Ainda, o capital
social integralizado pode ser remunerado com os juros de até 12% ao ano, que deverá ser decidido pelos cooperados em
Assembléia Geral Ordinária, conforme previsto no Estatuto Social, caso haja sobra no exercício.
16. SOBRAS ACUMULADAS
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme o Estatuto Social, normas do BACEN e posterior deliberação da
Assembléia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social
(FATES) é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71 (Lei
do Cooperativismo).
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
17. OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
2º Semestre
Recuperação de créditos baixados como prejuízo
Reversão de provisão para operações de crédito
Exercício 2008
Exercício 2007
620.695
325.158
936.448
573.259
1.074.105
347.052
945.853
1.509.707
1.421.157
18. INSTRUMENTOS FINANCEIROS
Os ativos e passivos financeiros estão demonstrados no balanço patrimonial por valores iguais ou que se aproximam
dos seus valores de mercado.
19. PARTES RELACIONADAS
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e
controlar as atividades da Cooperativa, incluindo, conselheiros e diretores.
As operações com partes relacionadas são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de
suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
As operações com partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da Cooperativa. Caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, tais como movimentação de contas
correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito, com observância irrestrita das limitações impostas pelas
normas do BACEN. Podem ser assim resumidas:
Operações ativas - saldos em 31/12/2008
Operações de Crédito
Conselho de Administração
Conselho Fiscal
Valor
% em relação à
carteira total
173.595
467.736
0,36%
0,97%
Valor
% em relação à
carteira total
222.661
108.822
0,57%
0,28%
Operações passivas - saldos em 31/12/2008
Depósitos
Conselho de Administração
Conselho Fiscal
20. GARANTIAS PRESTADAS
A Cooperativa é avalista de seus cooperados em transações junto ao BNDES, que montavam R$ 61.594 e R$ 96.866,
em 31 de dezembro de 2008 e de 2007, respectivamente.
20
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
21. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL E DO RISCO DE MERCADO
Risco Operacional
A estrutura completa para gerenciamento do Risco Operacional da cooperativa está disponível para acesso público na
Rua Conselheiro Antônio Prado, nº 544, Centro, CEP 13.690-000, Descalvado - SP.
A estrutura de gerenciamento do Risco Operacional da Cooperativa está composta pelo Conselho de Administração,
pela Diretoria-Executiva, pelo Agente de Controle Interno e de Risco - ACI, pelo Monitor de Controle Interno e de Risco e
pela área de auditoria do Sicoob Central Cocecrer.
O instrumento principal por meio do qual é avaliado o risco operacional da Cooperativa é o Sistema de Verificação de
Conformidade - SVC, integrante do Manual de Controle Interno - MCI.
A estrutura, o gerenciamento e a execução da política de gerenciamento do risco operacional da cooperativa estão
contidos no Manual de Gerenciamento do Risco Operacional - MRO.
As responsabilidades de cada órgão que compõe a estrutura de gerenciamento do risco operacional da Cooperativa
estão demonstradas na seqüência:
Responsabilidade
Atividades
Política de gerenciamento do risco operacional
1
2
3
4
5
Definição, aprovação, instituição, atualização, revisão e disseminação da política,
estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção
de deficiências, comunicação eficaz.
Provimento - ao ACI - das condições adequadas de atuação, adoção de providências
para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura organizacional subordinada, interação tempestiva com o ACI e o Conselho de Administração.
Elaboração da proposta; proposição de revisão e execução da política; identificação,
avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis.
Monitoramento das ações do ACI, comunicação - ao Conselho de Administração de incorreções na execução do gerenciamento de risco operacional.
Execução de testes de avaliação da política.
• 1 - Conselho de Administração
• 2 - Diretoria-Executiva
• 3 - ACI
• 4 - Monitor
• 5 - Área de Auditoria do Sicoob Central Cocecrer.
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21
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
Risco de Mercado
A estrutura completa para gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa está disponível para acesso público na
Rua Conselheiro Antônio Prado, nº 544, Centro, CEP 13.690-000, Descalvado - SP.
A estrutura de gerenciamento do risco de mercado da cooperativa está composta pelo Conselho de Administração,
pela Diretoria-Executiva, pelo agente de Controle Interno e de Risco, pelo monitor de Controle Interno e de Risco e pela
área de auditoria do Sicoob Central Cocecrer.
Os instrumentos principais por meio do qual é avaliado o Risco de Mercado da Cooperativa são:
a
b
c
Limites em risco;
Premissas para classificação das operações;
Estratégia de investimento.
A estrutura, o gerenciamento e a execução da política de gerenciamento do risco de mercado da cooperativa estão
contidos no Manual de Gerenciamento do Risco de Mercado - MRM.
As responsabilidades de cada órgão que compõe a estrutura de gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa
estão demonstradas na seqüência:
Responsabilidade
Atividades
Política de gerenciamento do risco de mercado
1
2
3
4
Definição, aprovação, instituição, atualização, revisão e disseminação da política,
estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção
de deficiências, comunicação eficaz.
Provimento - ao agente de Controle Interno - das condições adequadas de atuação,
adoção de providências para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura
organizacional subordinada, interação tempestiva com o agente e o Conselho de
Administração.
Elaboração da proposta; proposição de revisão e execução da política; identificação,
avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis.
Monitoramento das ações do agente, comunicação - ao Conselho de Administração de incorreções na execução do gerenciamento de risco de mercado.
Execução de testes de avaliação da política.
• 1 - Conselho de Administração
• 2 - Diretoria-Executiva
• 3 - Agente
• 4 - Monitor
• 5 - Área de Auditoria do Sicoob Central Cocecrer.
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5
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
VIII - PARECER DO CONSELHO FISCAL
Nós, membros efetivos do Conselho Fiscal da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS
EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU - SICOOB CREDIGUAÇU, no uso das atribuições conferidas pelo
Estatuto Social, após examinar os Livros, Documentos, Situação Patrimonial, Demonstrativos das Sobras ou
Perdas, as Mutações do Patrimônio Líquido e a demonstração dos Fluxos de Caixa dos Balanços encerrados em 30
de junho de 2008 e 31 de dezembro de 2008, complementados pelas Notas Explicativas e os Esclarecimentos
Prestados pela Administração da Cooperativa, além dos trabalhos de auditoria realizada pela empresa Sigmac
Auditores, somos de PARECER que as Contas apresentadas, merecem aprovação dos senhores cooperados presentes à A.G.O. de 2009.
Descalvado, 03 de março de 2009.
CONSELHO FISCAL - MEMBROS EFETIVOS
Osvaldo Bortoletto Junior
CPF: 042.072.758-27
Fernando Antonio Maciel
CPF: 027.758.468-07
Sylvio de Marco de Souza
CPF: 549.753.018-19
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23
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
IX - PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES
Aos Administradores e Cooperados da
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO
VALE DO MOGI GUAÇU - SICOOB CREDIGUAÇU
Descalvado - SP
1.
Examinamos o balanço patrimonial da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO
MOGI GUAÇU - SICOOB CREDIGUAÇU levantado em 31 de dezembro de 2008, e as respectivas demonstrações do resultado (sobras ou
perdas), das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo naquela data, elaborados sob a
responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis.
2.
Nosso exame foi conduzido de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreendeu: (a) o planejamento
dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da Cooperativa;
(b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados;
e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da Cooperativa, bem como
da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
3.
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas no primeiro parágrafo representam adequadamente, em todos os
aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE
DO MOGI GUAÇU - SICOOB CREDIGUAÇU em 31 de dezembro de 2008, o resultado de suas operações, as mutações de seu patrimônio
líquido e os seus fluxos de caixa referentes ao exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
4.
Examinamos as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, compreendendo o
balanço patrimonial, as demonstrações do resultado (sobras ou perdas), das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações
de recursos, sobre as quais emitimos parecer, sem ressalva datado de 29 de fevereiro de 2008. Conforme mencionado na nota explicativa
2, as práticas contábeis adotadas no Brasil foram alteradas a partir de 1º de janeiro de 2008. As demonstrações contábeis referentes ao
exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações contábeis de 2008, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes à época e, como permitido pelo Pronunciamento Técnico CPC 13 adoção inicial da Lei nº 11.638/2007 e da Medida Provisória nº 449/08, não estão sendo reapresentadas com os ajustes, já que após
análise, interpretação e aplicação dos novos dispositivos, não foi identificada a necessidade de alteração e de ajustes, para fins de
comparação entre os exercícios sociais de 2008 e de 2007.
São Paulo, 23 de janeiro de 2009.
SIGMAC AUDITORES
CRC 2SP021267/O-3
José Paulo de Castro
CRC 1SP145661/O-2
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
X - PLANO DE AÇÃO PARA 2009
O Conselho de Administração da Cooperativa de Crédito Rural e dos Pequenos Empreendedores do Vale do Mogi Guaçu
- CREDIGUAÇU, através da Diretoria Executiva, propõe para apreciação e deliberação de V.Sas., o seu Plano de Ação para o
exercício de 2009, conforme segue:
a) SETOR DE INFORMÁTICA: é um setor que permanentemente deve receber investimentos, pois de sua atualização
e adequação dependem todas as operações da Crediguaçu. A substituição de equipamentos e aquisição de softwares é
prioridade da administração.
b) SEGURANÇA PATRIMONIAL: No ano de 2008 fizemos vários investimentos na área de segurança em nossas
agências. Para 2009 pretendemos dar continuidade ao projeto de implantação dos sistemas de CFTV (Circuito Fechado de
Televisão), o qual nos permite gravar as imagens e acompanhar através do Centro Administrativo as movimentações em
nossas unidades. Pretendemos também contratar vigilantes para as agências com maior movimentação.
c) ABERTURA DE NOVAS AGÊNCIAS: Concluído o trabalho de mudança e adequação das agências, a diretoria
executiva solicitou autorização do Conselho de Administração para efetuar a abertura de agências nas cidades de Conchal/
SP, Brotas/SP e São Simão/SP, já estando em funcionamento a agência de Conchal e muito em breve estaremos inaugurando as outras duas.
d) CONQUISTA DE NOVOS COOPERADOS: A abertura de novas agências faz parte do trabalho de conquista de novos
cooperados. Contratamos funcionários para executarem esta tarefa e vamos intensificá-la em 2009. Ampliar o quadro social
é prioridade da administração.
e) PROPAGANDA E MARKETING: objetivando darmos sustentação as campanhas promovidas pela nossa administração e ainda tornarmos conhecido regionalmente o nome Crediguaçu, pretendemos ampliar nossos investimentos nessa
área, pois entendemos que os resultados têm sido bastante positivos.
f) TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO: Em 2008, oferecemos mais de 1000 horas de treinamento e capacitação aos
nossos funcionários e dirigentes. Entendemos que esse trabalho deve ser ampliado, pois é através dele que iremos proporcionar melhores serviços ao quadro associativo.
g) CRIAÇÃO DE UM DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS: Com o crescimento da cooperativa, se faz necessário
a criação de um setor de Recursos Humanos, visando manter atualizados os dados cadastrais dos funcionários, compilando
informações quando solicitadas; examinar, emitir pareceres e informações em processos que envolvam matéria relativa à
legislação pessoal; promover a seleção e recrutamento de pessoal para o preenchimento de empregos; proceder à integração
do pessoal recém-admitido; elaborar e executar programas de formação, aperfeiçoamento e treinamento de pessoal; dentre
outras atribuições.
De forma sucinta apresentamos a esta soberana assembléia as diretrizes básicas que pretendemos seguir neste ano
de 2009, primando por uma política de contenção e investindo estritamente o necessário para continuarmos a prestar bons
serviços à sociedade.
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25
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
DESTAQUES FINANCEIROS
31/12/08
31/12/07
ATIVOS TOTAIS
71.798.274
61.531.340
49.898.954
42.259.853
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
46.013.533
30.317.368
26.467.181
27.068.278
4.031.878
4.135.742
6.589.882
5.691.219
DEPÓSITOS À VISTA
5.594.783
5.458.236
4.750.238
3.331.415
DEPÓSITOS À PRAZO
33.051.977
29.081.369
22.566.476
21.094.744
38.646.760
34.539.605
27.316.714
24.426.159
1.638.851
1.524.288
1.450.116
772.585
997.342
684.945
629.457
546.044
18.730.369
15.227.193
9.344.013
7.960.493
RESULTADO BRUTO ANTES DAS DISTRIBUIÇÕES ESTATUTÁRIAS
3.764.265
2.747.356
1.187.383
1.600.230
INTEGRALIZAÇÕES DE CAPITAL
2.347.110
4.753.430
488.821
421.208
620.412
580.710
396.739
353.622
DESPESAS DE PESSOAL, DIRETORIA E CONSELHOS
2.951.765
2.329.942
1.988.224
1.790.201
DESPESAS ADMINISTRATIVAS
2.390.445
1.984.907
1.689.092
1.437.526
RENDAS DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS EM RELAÇÃO ÀS
DESPESAS DE PESSOAL ( % )
21,02%
24,92%
19,95%
19,75%
RENDAS DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS EM RELAÇÃO ÀS
DESPESAS DE PESSOAL E ADM ( % )
11,61%
13,46%
10,79%
10,96%
1,30
1,28
1,18
1,19
RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
FINALIDADE: REPRESENTA A RENTABILIDADE DO
CAPITAL QUE OS COOPERADOS INVESTEM NA
COOPERATIVA
20,10%
18,04%
12,71%
20,10%
EFICIÊNCIA OPERACIONAL
FINALIDADE: DEMONSTRA QUANTO REPRESENTA A
ESTRUTURA DA COOPERATIVA PARA MANTER SUAS
ATIVIDADES OPERACIONAIS
48,11%
51,29%
54,59%
67,67%
PRINCIPAIS DADOS
REPASSES
TOTAL DE DEPÓSITOS
INVESTIMENTOS
IMOBILIZADO
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
RENDAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
LIQUIDEZ GERAL
FINALIDADE: MEDIR A CAPACIDADE DE PAGAMENTO
TOTAL DA COOPERATIVA
26
Crediguaçu
31/12/06
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL E DOS PEQUENOS EMPREENDEDORES DO VALE DO MOGI GUAÇU
31/12/05
• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
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• PRESTAÇÃO DE CONTAS 2008 •
Apresentado na Assembléia Geral Ordinária realizada em 20 de março de 2009.
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