COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO NORTE/NORDESTE - UNICRED CENTRAL N/NE
CNPJ 70.119.680/0001-42
Rua Dr. Antônio Moacir Dantas Cavalcanti, s/n - Parque Esperança – Cabedelo-PB CEP 58310-000 – Tel.: (83) 3044-2500
Balanços patrimoniais Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011
Nota
A T I V O
2012
Circulante
Disponibilidades
Títulos e v+res mobiliários
Relações interfinanceiras
Operações de crédito
Outros créditos
Outros valores e bens
4
5
6
7
8
598.243
543.844
Passivo
135
573.517
9.926
13.781
847
37
22
521.671
7.792
13.083
1.238
38
Circulante
Relações interfinanceiras
Relações interdependências
Obrigações por empréstimos e repasses
Outras obrigações
Não circulante
Realizável a longo prazo
Operações de crédito
Outros créditos
Investimentos
Imobilizado de uso
Diferido
Intangível
98.354
67.746
92.694
339
225
4.610
18
468
61.942
210
89
5.122
25
358
696.597
611.590
7
8
9
10
11
Total do ativo
P A S S I V O
Nota
2011
12
13
545.977
523.024
370
22.583
339
210
Exigível a longo prazo
Outras obrigações
13
339
210
Patrimônio líquido
14
79.867
65.403
73.035
250
1.748
1.274
3.560
696.597
62.491
308
1.330
341
933
611.590
Capital social
Reserva de capital
Reserva legal
Reserva de expansão
Sobras acumuladas
Total do passivo e patrimônio líquido
Sobra ajustada do semestre
Sobra do semestre
Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
Depreciações e amortizações
Baixas do imobilizado de uso
Redução (aumento) nos ativos
Operações de crédito
Outros créditos e outros valores e bens
Aumento (redução) nos passivos
Relações interfinanceiras
Relações interdependências
Obrigações por empréstimos e repasses
Outras obrigações
2012
2.305
2.140
(318)
416
67
(6.885)
(6.511)
(374)
31.654
27.003
77
4.574
113.480
5.221
4.203
27
822
169
(31.214)
(31.477)
263
70.543
70.945
77
(370)
(109)
1.038
1.108
(931)
614
247
(6.882)
(9.293)
2.411
119.324
116.937
370
2.017
(363)
(718)
(1.890)
Aumento de investimentos
Aquisições de diferido
Aquisições de imobilizado de uso e intangível
(136)
(18)
(209)
(136)
(18)
(564)
(22)
(1.868)
Fluxo de caixa das atividades de financiamentos
3.252
10.261
7.941
Distribuição de sobras
Incorporação de juros ao capital
Integralizações de capital
Utilização da reserva
Destinação de sobras
3.480
(3)
(225)
6.776
3.768
(58)
(225)
(116)
3.464
4.687
(29)
(65)
Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício
Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício
Aumento do caixa e equivalentes de caixa
29.963
54.093
119.531
553.615
583.578
529.485
583.578
409.954
529.485
29.963
COOPERATIV A CENTRAL DE CRÉDITO DO NORTE/NORDESTE – UNICRED CENTRAL N/NE
54.093
(i) proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira às associadas;
(ii) a formação educacional de suas associadas, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e
(iii) praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações, entre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com
outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, visando a preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.
2. Base de Preparação e Apresentação das Demonstrações Financeiras
As demonstrações financeiras, incluídas as notas explicativas, são de responsabilidade da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando às
peculiaridades da legislação cooperativista (Lei n.º 5.764/1971) e as normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e Banco Central do Brasil (Bacen). Essas demonstrações financeiras estão apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif). A autorização para sua conclusão foi dada pela Administração da Cooperativa em 17 de janeiro de 2013. Consideram-se ainda,
visando à convergência das normas brasileiras de contabilidade às normas internacionais de contabilidade, os pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) normatizados
pelo Banco Central até o momento: CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, aprovado pela Resolução CMN n.º 3.566/2008; CPC 03 – Demonstração do Fluxo de Caixa, aprovado pela Resolução CMN
n.º 3.604/2008; CPC 05 – Divulgação sobre Partes Relacionadas, aprovado pela Resolução CMN n.º 3.750/2009; CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, aprovado pela Resolução CMN n.º
3.823/2009; CPC 24 – Evento Subsequente, aprovado pela Resolução CMN n.º 3.973/2011; CPC 10 – Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN n.º 3.989/2011; CPC 23 - Políticas Contábeis,
Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, aprovado pela Resolução CMN n.º 4.007/2011; CPC – Pronunciamento Conceitual Básico, aprovado pela Resolução CMN n.º 4.144/2012. Os demais pronunciamentos
emitidos pelo CPC serão adotados mediante aprovação do Bacen.
Os valores correspondentes ao exercício anterior foram reclassificados para permitir melhor comparação com os valores do exercício atual.
3. Principais Práticas Contábeis
a) Apuração do resultado
As receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência do exercício.
b) Estimativas contábeis
Na elaboração das demonstrações financeiras, é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outras. Os resultados reais podem
apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Administração da Cooperativa monitora e revisa as estimativas e suas premissas, pelo menos, semestralmente.
c) Caixa e equivalentes de caixa
Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários livres, títulos e valores mobiliários e relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com prazo inferior a 90 dias de vencimento.
d) Títulos e valores mobiliários e relações interfinanceiras
Classificados conforme a intenção da Administração em mantê-los até o vencimento, e são atualizados pelos rendimentos auferidos até a data do balanço, não superando o valor de mercado.
e) Operações de crédito
As operações prefixadas são registradas pelo valor futuro, retificadas pela conta de rendas a apropriar, e as operações pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço, observados os índices contratados.
f) Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração da Cooperativa para cobrir eventuais perdas na realização de valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as
garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. O CMN, através das
Resoluções n.º 2.682/1999 e n.º 2.697/2000, introduziu os critérios para a classificação das operações de crédito, definindo regras para a constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem
nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo).
g) Devedores por depósitos em garantia
Seja por determinação judicial, seja por espontaneidade da Administração da Cooperativa, foram depositados valores para suportar passivos contingentes constituídos, atualizados pela Selic.
h) Investimentos
Representados por participações societárias da Confederação das Unicreds e CNAC, avaliadas ao custo de aquisição, deduzidos conforme o caso, de provisão para perdas.
i) Imobilizado de uso
As imobilizações de uso são demonstradas pelo custo de aquisição deduzido da depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, aplicando-se taxas que contemplam a estimativa de
vida útil-econômica dos bens.
j) Diferido
Representado pelos gastos com benfeitorias em imóveis de terceiros e instalação e adaptação de dependências, gastos esses registrados ao custo incorrido e amortizados pelo prazo de 5 anos.
l) Redução ao valor recuperável de ativos
O imobilizado e outros ativos não financeiros são revistos semestralmente para identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor
contábil não pode ser recuperado.
m) Relações interfinanceiras – passivo
Registradas pelo montante dos recursos das associadas (cooperativas singulares) centralizados pela Cooperativa, e inclui os encargos e variações monetárias até a data do balanço.
n) Obrigações por empréstimos e repasse
São atualizados pelos encargos contratados proporcionalmente até a data do balanço (“pro rata temporis”). Em 2011, o saldo era representado pelo montante utilizado da conta garantida.
o) Demais ativos e passivos
Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos
ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.
p) Provisões
As provisões são constituídas como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação no futuro. As provisões são registradas tendo como base
as melhores estimativas do risco envolvido.
q) Ativos e passivos contingentes
Os ativos contingentes não são reconhecidos, exceto quando da existência de evidências concretas que assegurem a sua realização. Os passivos contingentes são reconhecidos contabilmente pela Administração
va quando, com base na opinião dos assessores jurídicos e em outras análises das matérias, for considerado que há risco provável de perda de ações judicial ou administrativa, gerando uma possibilidade de saída
de recursos no futuro para a liquidação dessas ações e, ainda, quando os montantes envolvidos possam ser mensurados com suficiente segurança. Esse é um julgamento subjetivo, sujeito às incertezas de uma
previsão sobre eventos futuros, mas que leva em consideração o fundamento jurídico da causa, a viabilidade de produção de provas, a jurisprudência em questão, a possibilidade de recorrer à instâncias superiores
e a experiência histórica. A Administração da Cooperativa revisa periodicamente a situação dos passivos contingentes, conjuntamente com sua assessoria jurídica.
r) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido são calculados sobre o lucro das operações com atos não cooperados, de acordo com as alíquotas vigentes para o imposto de renda de 15% e da
contribuição social de 15%. O lucro apurado nas operações com atos cooperados é isento dos tributos, conforme legislação pertinente.
s) Segregação do circulante e não circulante
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores ao encerramento do próximo exercício social estão classificados no circulante, e os com prazos superiores, no não circulante.
4. Caixa e Equivalentes de Caixa
Adicionalmente às disponibilidades, os títulos e valores mobiliários e as relações interfinanceiras são classificados como caixa e equivalentes de caixa, para fins de apresentação da demonstração dos fluxos de caixa,
quando atendidas as determinações da Resolução CMN n.º 3.604/2008 (nota 3 c).
2012
2011
Disponibilidades
Caixa
Depósitos bancários
Títulos e valores mobiliários (nota 5)
Relações interfinanceiras (nota 6)
1
134
135
573.517
9.926
1
21
22
521.671
7.792
583.578
529.485
5. Títulos e Valores Mobiliários
Composição por tipo de aplicação (sem vencimento):
2012
2011
Cotas de fundo a curto prazo
Cotas de fundo mútuos de renda fixa
Cotas de fundo multimercado
Cotas de fundo em direitos creditórios
200.469
332.578
32.838
7.632
162.558
323.306
25.160
10.647
573.517
521.671
Os títulos de renda fixa referem-se à Letras Financeiras do Tesouro, overnight, títulos privados em instituições financeiras de primeira linha, remunerados em torno de 105,00% do CDI.
Os fundos multimercado referem-se substancialmente a overnight, títulos públicos pós-fixados, títulos privados mantidos em instituições financeiras de primeira linha, juros trade, remunerados por 104% do CDI.
Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, os títulos e valores mobiliários foram contratados com prazo de resgate de até 90 dias. Em 2012, referidos títulos tiveram remuneração no montante de
R$ 48.005 (R$ 53.390 em 2011), registrados em receitas da intermediação financeira.
6. Relações Interfinanceiras – Ativo
Referem-se a depósitos efetuados na Confederação das Unicreds, sendo esses recursos próprios ou referentes ao Fundo Garantidor de Depósitos (FGD), conforme determina o artigo 37 da Resolução CMN n.º
3.859/2010, com remuneração atrelada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
2012
7.792
7. Operações de Crédito
a) Composição por tipo de operação e prazo de vencimento:
Circulante
Adiantamento a depositantes
Conta garantida
Empréstimos
Certificado de Crédito Bancário (CCBs)
Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
Não circulante
Circulante
0,5
1
3
10
30
100
88
2.634
10.383
172
(194)
62.138
326
(522)
13.781
92.694
13.083
61.942
97.886
9.069
143
120
88
-
42.268
28.020
557
3.147
1.661
107.218
88
75.653
A
(5.835)
154
(8.254)
(3.015)
(13)
(7.672)
12.965
(7.827)
136
(6.972)
(2.685)
(12)
(8.611)
10.317
H
Total
490
8.501
78
143
120
-
2.721
102.166
2.331
97.886
9.069
143
120
107.218
2012
Descrição
Adiantamento a depositantes
Conta garantida
Empréstimos
Certificado de Crédito Bancário (CCBs)
Vencidas
Vincendas
2.721
102.166
2.331
88
-
2.634
72.521
498
107.218
88
75.653
61 a 90
91 a 180
181 a 365
Acima de 365
Total
2.270
48
-
254
-
261
598
8
190
3.080
-
6.157
1.117
92.029
1.206
2.721
102.166
2.331
2.318
254
867
3.270
7.274
93.235
107.218
e) Composição do não circulante por ano de vencimento
2012
2011
2013
2014
2015
2016
2017
2018 a 2020
17.455
7.382
22.802
43.854
1.742
30.712
15.575
4.042
9.242
2.129
764
93.235
62.464
f) Concentração das operações de créditos (R$ 107.218 em 2012; R$ 75.741 em 2011)
2012
Valor
2011
% do total
Valor
% do total
41.516
39
15.274
20
104.657
98
70.644
93
g) Movimentação da provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
2.º semestre
2012
(1.061)
318
(743)
(1.647)
(449)
1.057
323
(716)
1.294
(3)
1.291
Participação no resultado
Imposto de renda e contribuição social
(114)
(3)
(213)
(6)
(178)
(5)
Sobras do semestre / exercícios
2.140
4.203
1.108
Demonstrações das mutações do patrimônio líquido DO 2º semestre e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011
Nota
Capital Social
Reserva de Capital
Reserva Legal
Reserva de Expansão
54.340
337
1.220
341
Saldos em 1º de janeiro de 2011
Distribuição de sobras
Incorporação de juros ao capital
Integralizações de capital
Utilização da reserva
Sobras do exercício
Reserva legal
Fates – atos cooperados
Fates – atos não cooperados
14 c
14 a
14 b
14 b
14 b
14 b
Saldos em 31 de dezembro de 2011 (Reclassificado)
Aumento de reserva com sobras
Incorporação de juros ao capital
Integralizações de capital
Utilização da reserva
Sobra do exercício
Reserva legal
Fates – atos cooperados
Fates – atos não cooperados
14 c
14 a
14 a
14 b
14 b
14 b
14 b
Saldos em 31 de dezembro de 2012
Saldos em 1º de julho de 2012
Integralizações de capital
Utilização da reserva
Sobras do semestre
Reserva legal
Fates – atos cooperados
Fates – atos não cooperados
14 b
14 b
14 b
14 b
Saldos em 31 de dezembro de 2012
2011
Não circulante
Circulante
Não circulante
27
26
28
355
411
-
339
-
19
129
27
254
809
-
210
847
339
1.238
210
3.464
4.687
-
(29)
-
110
-
62.491
308
1.330
6.776
3.768
-
(58)
250
69.555
3.480
-
253
(3)
-
73.035
14 a
73.035
Total
56.354
(116)
1.108
(110)
(55)
(10)
341
418
-
250
Sobras Acumuladas
116
-
(116)
3.464
4.687
(29)
1.108
(55)
(10)
933
65.403
1.748
933
-
1.274
(933)
4.203
(418)
(209)
(10)
3.560
79.867
1.330
418
-
1.274
-
2.063
2.140
(418)
(209)
(16)
74.475
3.480
(3)
2.140
(209)
(16)
1.748
1.274
6.776
3.768
(58)
4.203
(209)
(10)
3.560
79.867
No exercício de 2012, a Cooperativa aumentou seu capital social no montante de R$ 3.768 (R$ 4.687 em 2011), e, no segundo semestre, R$ 3.480, com recursos provenientes das associadas. Ainda foram integralizados os juros remunerados sobre o capital social, limitados à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). No exercício de 2012, foram calculados juros de R$ 5.788 (R$ 6.780 em 2011)
registrados em outras obrigações, aguardando destinação da AGO (nota 13).
O capital social é de R$ 73.035 e de R$ 62.491 em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, respectivamente.
b) Destinações legais e estatutárias
De acordo com o Estatuto Social e com a Lei n.º 5.764/1971, as sobras líquidas do exercício obtiveram a seguinte destinação:
2012
2011
3.560
933
Destinada para aumento da reserva de expansão, conforme AGO de 12.04.2012
-
(933)
3.560
-
(iii) Refere-se a depósitos judiciais sobre passivo contingente tributário (nota 13 v).
9. Imobilizado de uso
Taxa anual de
depreciação
Descrição
Edificações
Terrenos
Sistema de processamento de dados
Móveis e equipamentos de uso
Sistema de comunicação
Sistema de transporte
Sistema de segurança
Imobilizações em andamento
Máquinas e equipamentos em estoque
2012
Líquido
Depreciação
acumulada
Custo
4%
20%
10%
10%
20%
10%
-
2011
Líquido
3.376
318
2.023
813
177
177
46
7
-
(618)
(1.137)
(319)
(165)
(66)
(22)
-
2.758
318
886
494
12
111
24
7
-
2.744
318
1.156
448
105
115
28
205
3
6.937
(2.327)
4.610
5.122
a) Movimentação do custo de aquisição nos exercícios
Descrição
Saldos iniciais
3.228
318
1.927
696
288
179
45
205
3
6.889
Edificações
Terrenos
Sistema de processamento de dados
Móveis e equipamentos de uso
Sistema de comunicação
Sistema de transporte
Sistema de segurança
Imobilizações em andamento
Máquinas e equipamentos em estoque
Descrição
Transferências
162
22
60
2
87
333
Saldos iniciais
Edificações
Terrenos
Sistema de processamento de dados
Móveis e equipamentos de uso
Sistema de comunicação
Sistema de transporte
Sistema de segurança
Imobilizações em andamento
Máquinas e equipamentos em estoque
2012
Baixas
Adições
(84)
(6)
(111)
(62)
(1)
(18)
(3)
(285)
148
18
101
(267)
-
2011
Baixas
Adições
3.376
318
2.023
813
177
177
46
7
6.937
Saldos finais
3.228
318
1.222
507
285
179
44
-
843
193
273
1
205
5
(138)
(4)
(270)
(2)
3.228
318
1.927
696
288
179
45
205
3
5.783
1.520
(414)
6.889
2012
Saldos iniciais
Adições
Edificações
Sistema de processamento de dados
Móveis e equipamentos de uso
Sistema de comunicação
Sistema de transporte
Sistema de segurança
Baixas
(134)
(379)
(71)
(50)
(37)
(5)
13
68
35
-
(618)
(1.137)
(319)
(165)
(66)
(22)
(1.767)
(676)
116
(2.327)
2011
Descrição
Saldos iniciais
Adições
c) Deliberações da AGO
Por deliberação da Assembleia Geral Ordinária realizada em 12 de abril de 2012, foram deduzidos R$ 10 de atos não cooperativos da sobra do exercício de 2011 de R$ 1.108, e as destinações estatutárias de 10% para
a Reserva Legal, no valor de R$ 110 e de 5% para o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, no valor de R$ 55. Foi proposta a destinação da sobra remanescente, de R$ 933, foi proposta a sua destinação
para a reserva de expansão. Ainda, foi proposto que os juros provisionados sobre o capital social, no montante de R$ 6.780, fosse integralizado ao capital social, proporcionalmente às quotas-partes de cada filiada.
Referidas propostas foram colocadas em discussão e votação, e foram aprovadas por unanimidade.
Por deliberação unâmime da Assembleia Geral Ordinária realizada em 8 de abril de 2011, da sobra do exercício de 2010 de R$ 160, foram deduzidos R$ 23 de atos não cooperativos, e as destinações estatutárias
de 10% para a Reserva legal, no valor de R$ 14, e de 5% para o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, no valor de R$ 7. A sobra remanescente, de R$ 116, foi destinada totalmente em projetos de
tecnologia para o Sistema Regional N/NE.
15. Outras Despesas Operacionais
Baixas
2012
Descrição
2.º semestre
142
4
23
-
(484)
(771)
(248)
(183)
(17)
(64)
(1.368)
(568)
169
(1.767)
Benfeitorias
Aquisição e desenvolvimento
Instalação e adaptação de dependências
20%
20%
20%
2011
Líquido
18
10
125
(10)
(125)
18
-
25
153
(135)
18
25
Conforme a Resolução CMN n.º 3.617/2008, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, as despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do
resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão somente redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional.
11. Intangível
Taxa anual de
amortização
Descrição
Softwares
Licenças de uso
20%
20%
2012
Líquido
Amortização
acumulada
Custo
2011
Líquido
150
465
(32)
(115)
118
350
16
342
615
(147)
468
358
a) Movimentação do custo de aquisição nos exercícios
2012
Adições
Saldos iniciais
Softwares
Licenças de uso
Saldos finais
26
358
Saldos iniciais
Softwares
Licenças de uso
124
107
150
465
231
615
2011
Adições
Saldos finais
23
13
36
3
345
348
26
358
384
b) Movimentação da amortização acumulada nos exercícios
2012
Descrição
Saldos iniciais
Adições
Saldos finais
(10)
(16)
(26)
Descrição
(22)
(99)
(121)
Softwares
Licenças de uso
(32)
(115)
(147)
2011
Adições
Saldos iniciais
Saldos finais
(5)
(3)
(5)
(13)
(10)
(16)
(8)
(18)
(26)
12. Relações Interfinanceiras – Passivo
a) Composição do saldo
2012
2011
Centralização financeira – associadas
Centralização financeira – federações
(3.789)
(7.672)
(8.611)
2.º semestre
6.375
318
148
160
12.266
378
161
9.071
1.057
189
6.841
12.965
10.317
19. Instrumentos Financeiros
Os ativos e passivos financeiros estão demonstrados no balanço patrimonial por valores contábeis, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas, os quais se aproximam dos seus valores
justos, com destaque para as relações interfinanceiras (ativo e passivo), títulos e valores mobiliários e operações de crédito.
Não foram realizadas operações com instrumentos financeiros derivativos nos exercícios.
20. Seguros Contratados
A Cooperativa adota a política de contratar seguros, cujas coberturas são consideradas suficientes pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de risco adotadas,
dada a sua natureza, não fazem parte do escopo da auditoria das demonstrações financeiras.Consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.
21. Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir, controlar e fiscalizar as atividades da Cooperativa (Diretoria, Conselho de Administração e Fiscal),
incluindo diretores executivos e membros da família dessas pessoas.
Não há operações com partes relacionadas no contexto normal das atividades operacionais da Cooperativa em 31 de dezembro de 2012 e de 2011.
Descrição
Recebidos
2.º semestre
Benefício
Membros da Diretoria Executiva
Membros dos Conselhos de Administração e Fiscal
Honorários
Cédulas de presença
593.940
29
522.883
141
593.969
523.024
2012
Valor
Maior depositante
10 maiores depositantes
128.872
500.090
2012
2011
Relações interfinanceiras – centralização financeira (nota 6)
129.344
440.089
Sociais e estatutárias:
Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (i)
Fundo Garantidor de Depósitos (ii)
Sobras a distribuir
Juros ao capital
Fiscais e previdenciárias:
Impostos e contribuições a recolher
Diversas:
Cheques administrativos
Provisão para pagamentos a efetuar (iii)
Credores diversos no país (iv)
Provisão para passivos contingentes (v)
2012
25%
84%
Investimentos
7.792
210
74
23. Índice de Basileia
O patrimônio líquido da Cooperativa apresenta-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, com índices da Basileia de 22,17 %, em 31 de dezembro de 2012, e de 30,98 %, em 31 de dezembro de
2011, conforme demonstrativo abaixo:
2012
2011
Patrimônio de Referência – PR
Ativo Ponderado
Risco de crédito
Risco de mercado
Risco operacional
Patrimônio líquido exigido
Margem em relação ao PR
79.867
219.303
24.123
14.204
1.299
39.626
40.174
73.173
205.389
22.593
1.314
2.074
25.981
46.857
Índice de Basileia
22,17%
30,98%
24. Resumo da Descrição da Estrutura de Gerenciamento de Riscos da Cooperativa Central de Crédito do Norte/Nordeste – Unicred Central Norte/Nordeste
a) Gestão de risco
De modo a atender o requerido nas Resoluções do CMN n.os 3.380/2006, 3.464/2007 e 3.721/2009, o Sistema Unicred implantou estrutura de Gerenciamento de Risco compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos, com o intuito de realizar um efetivo gerenciamento dos riscos
operacionais, de mercado e de crédito.
O Sistema Unicred adota uma Política de Gestão de Riscos Corporativa, intitulada Regulamento de Gestão de Riscos do Sistema Unicred, que visa a padronizar as estruturas organizacionais, as responsabilidades, os
conceitos e as definições, além de disciplinar a Gestão de Riscos em todos os níveis da estrutura do Sistema.
Os sistemas, as metodologias e os procedimentos utilizados na mensuração dos riscos do Sistema Unicred estão descritos nos Manuais Corporativos de Riscos, em que cada tipo de risco possui seu manual específico.
As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Confederação, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco
estão disponíveis na sede da Cooperativa.
Segue um breve resumo dos principais controles realizados pela Área de Riscos:
Risco de mercado
Risco associado a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela instituição.
Diariamente são analisados os relatórios de Risco de Mercado contendo o cálculo do VaR (Value at Risk) dos recursos aplicados pela Central N/NE no Mercado Financeiro, aberto por Carteira, Produto e Fator de Risco,
assim como o acompanhamento do Teste de Estresse para a referida carteira.
Além da apuração gerencial do risco de mercado, é realizada também a apuração mensal das parcelas referentes ao risco de crédito (Pjur/Pcam/Pcom/Pacs/Rban), que compõem o Patrimônio de Referência
Exigido (PRE), em atendimento à Resolução do CMN n.º 3.490/2007, assim como é elaborado mensalmente o Demonstrativo de Risco de Mercado (DRM), em atendimento à Circular n.º 3.429/2009, do Banco
Central do Brasil.
Risco de crédito
Risco de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração
na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.
Mensalmente, são avaliados os relatórios de Risco de Crédito contendo o cálculo da Perda Esperada (Exposição ao Default x Probabilidade de Default x Perda após Default) e o VaR de Crédito para os recursos
aplicados pela Central NNE no Mercado Financeiro, aberto por Carteira, Produto e Rating.
Além da apuração gerencial do risco de crédito, é realizada também a apuração mensal da parcela (Pepr), que compõe o PRE, em atendimento à Resolução do CMN n.º 3.490/2007.
Risco de liquidez
O monitoramento do risco de liquidez tem por objetivo identificar nas Filiadas, de maneira tempestiva e prudencial, situações de risco de liquidez em não conformidade com o índice estabelecido para o Sistema
Unicred, bem como situações que possam trazer consequências negativas em termos de continuidade para seus negócios. Após o estabelecimento de rotinas diárias de apuração do risco de liquidez e da divulgação de relatórios gerenciais aos gestores das Filiadas, tem sido obtida melhoria significativa nos índices auferidos, resultado do empenho do Sistema no fortalecimento e na segurança da gestão dos negócios.
Risco operacional
Risco associado a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, de pessoas e de sistemas, ou de eventos externos.
Mensalmente, são gerados e analisados os relatórios de Risco Operacional contendo a relação analítica de todas as perdas operacionais registradas no sistema, assim como as respectivas ações de mitigação
dos riscos identificados.
Além da apuração gerencial das perdas operacionais, é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao risco operacional (Popr), uma das parcelas que compõe o PRE, em atendimento à Resolução do
CMN n.º 3.490/2007. A metodologia utilizada para apuração da parcela Popr é o Basic Indicator Approach (abreviadamente, BIA).
Risco de capital
O gerenciamento de risco de capital na Cooperativa busca uma melhor eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Basileia II, que mede a sua solvência.
Basileia II
Mensalmente, são avaliados o Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO) das Filiadas e da Central e o Demonstrativo de Risco de Mercado (DRM) da Central N/NE. O DLO contém informações referentes ao
Patrimônio de Referência (PR), aos detalhamentos dos cálculos do Limite de Imobilização e do Limite de Compatibilização do PR com o Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e o DRM contempla informações
relativas às exposições ao risco de mercado.
A Cooperativa conta com uma equipe de quatro colaboradores, sendo eles responsáveis pela análise e gerenciamento da área de riscos da Cooperativa.
Wilson Ribeiro de Moraes Filho
Diretor-Presidente
Rosandro Aranha Montenegro
Diretor Financeiro
Francisco Ary Vieira Sobral
Diretor Administrativo
Marcelina Félix dos Santos
Contadora
CRC/PB 8288/O-5
Circulante
Às Associadas e Administradores da
Cooperativa Central de Crédito do Norte/Nordeste – Unicred Central N/NE
Cabedelo PB
Examinamos as demonstrações financeiras da Cooperativa Central de Crédito do Norte/Nordeste – Unicred Central N/NE (“Cooperativa”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012
e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e
demais notas explicativas.
2011
Não circulante
9.926
Ativo não circulante
% do total
13. Outras Obrigações
Circulante
911
1.081
Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras
Valor
22%
84%
Recebidos
em 2011
1.016
1.363
Ativo circulante
2011
% do total
Recebidos
em 2012
523
874
22. Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicreds – Unicred do Brasil
A Cooperativa é filiada à Confederação das Unicreds, que tem como missão desenvolver e coordenar ações político-administrativas, para implantação pelas Centrais do Sistema Unicred, visando à padronização
dos processos e à defesa da marca Unicred, tornando-a um sistema uno, sólido e integrado nacionalmente.
A Confederação representa suas associadas perante os organismos governamentais e privados ligados ao cooperativismo e às instituições financeiras. Cabem ainda à Confederação o monitoramento, a supervisão e
a orientação administrativa e operacional de suas filiadas, no sentido de prevenir e corrigir situações anormais que possam acarretar riscos para a solidez de suas associadas ou do Sistema.
Os saldos das transações da Cooperativa com a Confederação, em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, são os seguintes:
Referem-se aos depósitos das cooperativas singulares associadas, sendo esses recursos próprios, conforme determina o artigo 37 da Resolução CMN n.º 3.859/2010, com remuneração atrelada ao Certificado de
Depósito Interbancário (CDI).
Em 2012, a Cooperativa remunerou esses depósitos no montante de R$ 49.361 (R$ 54.707 em 2011), que para efeito de apresentação da demonstração do resultado, são classificados como Despesas da
intermediação interfinanceira.
Descrição
2011
Exercício
Exercício
18. Créditos Baixados como Prejuízo
Em 31 de dezembro de 2012, a Cooperativa não tem créditos baixados como prejuízo registrados em contas de compensação. Em 31 de dezembro de 2011, havia o montante de R$ 323, recuperado no primeiro
semestre de 2012. O referido crédito é fruto de uma operação que ingressou como prejuízo no 2.º semestre de 2011.
Descrição
2012
Líquido
Amortização
acumulada
(6.780)
(1.821)
(10)
Descrição
(129)
(265)
(54)
(77)
(4)
(39)
Custo
(5.788)
(1.877)
(7)
Recuperação de créditos baixados como prejuízo
Recuperação de encargos e despesas
Reversão de provisões operacionais
Outras rendas operacionais
Saldos finais
(355)
(648)
(198)
(129)
(13)
(25)
Taxa anual de
amortização
(2.792)
(993)
(4)
2012
Descrição
10. Diferido
Descrição
2011
Exercício
Exercício
16. Outras Receitas Operacionais
Saldos finais
(484)
(771)
(248)
(183)
(64)
(17)
Edificações
Sistema de processamento de dados
Móveis e equipamentos de uso
Sistema de comunicação
Sistema de segurança
Sistema de transporte
•10% para a reserva legal (destinada a reparar perdas eventuais e atender ao desenvolvimento das atividades da Cooperativa). Também os créditos não reclamados decorridos três anos e excluídos das contas
de depósito, os auxílios e doações sem destinação específica e as rendas não operacionais são incorporados nessa reserva; e
•5% para o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES (destinado a assistência e educação às suas associadas e empregados), segundo programa aprovado pela Assembleia Geral. Atendendo à
instrução do CMN e do Bacen, o FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei n.º 5.764/1971 (Lei do Cooperativismo) (nota 13 i).
Além das destinações estatutárias acima, o Estatuto Social e a Lei n. 5.764/1971 preveem que os resultados positivos com operações com não cooperados serão destinados ao FATES; as perdas apuradas no exercício
serão cobertas pela Reserva Legal e, se insuficientes, mediante rateio entre as associadas, na razão direta dos serviços usufruídos. O saldo remanescente das sobras ficará à disposição da Assembleia Geral que decidirá
sobre a sua distribuição, formação de fundos sociais ou outra destinação. Conforme o artigo 8.º do Estatuto Social, a Assembleia poderá criar outros fundos e provisões, com recursos obrigatoriamente destinados a
fins específicos, com caráter temporário, fixando o modo de formação, aplicação e futura devolução às associadas que contribuírem para a sua formação.
17. Garantias Prestadas
A Cooperativa é avalista de suas associadas em transações através de Carta Fiança Aval no montante de R$ 150 em 31 de dezembro de 2012 (R$ 135 em 2011), registradas em contas de compensação.
b) Movimentação da depreciação acumulada nos exercícios
Descrição
Sobra à disposição da AGO
Despesas de juros ao capital
Outras despesas operacionais
PIS/Cofins
Saldos finais
Não circulante
225
9.926
3
5.788
15.942
-
66
7.792
6.780
14.638
-
257
-
190
-
4.231
1.915
6.146
22.345
339
339
339
4
5.718
2.033
7.755
22.583
210
210
210
(i) O FATES tem sua formação, classificação e utilização conforme Lei do Cooperativismo e normas do Bacen (nota 14 b);
(ii) Refere-se ao Fundo Garantidor de Depósito (FGD), constituído por normas instituídas por regulamento próprio. Por orientação do Bacen, o registro desse fundo deve ser no passivo circulante em outras obrigações.
Referido fundo é remunerado por rendimentos auferidos pelos fundos de investimentos de renda fixa, ao qual está lastreado;
(iii) Refere-se, substancialmente, ao rendimento dos investimentos feitos pela Cooperativa com os valores aplicados pelas cooperativas s ingulares filiadas em conta de centralização financeira, no montante de R$
3.423. Os valores são repassados para a conta-corrente das filiadas em mês sequente;
(iv) O saldo registrado em conta de circulante refere-se, substancialmente, ao fundo formado para o projeto de expansão do Sistema Unicred Central N/NE, em que parte dos valores que formam esse fundo advém
de aprovações nas Assembleias Gerais Ordinárias, no montante de R$ 1.383. Outra parte do montante que compõe o valor do circulante e do não circulante (nota 8 ii);
(v) Em 31 de dezembro de 2011, a Cooperativa possuía provisão para passivo contingente tributário, no montante de R$ 210, relativo ao IRRF sobre juros ao capital, que em 2012 obteve ganho de causa na ação,
que foi impetrada na Justiça Federal em 2005 a favor das cooperativas associadas, e além da desobrigação definitiva do pagamento de Imposto de Renda sobre os juros ao capital, a ação legitimou a devolução dos
valores pagos no período da disputa judicial. A Cooperativa possuía depósito judicial no mesmo montante da provisão.
Os impostos e as contribuições apurados e recolhidos pela Cooperativa, bem como as respectivas declarações acessórias, os registros fiscais e societários, estão sujeitos a exames por parte das autoridades fiscais
durante prazos prescricionais variados, conforme a legislação aplicável em cada circunstância, mas, em geral, de cinco anos.
2011
(716)
(128)
378
(277)
(743)
4.424
(2)
4.422
Sobra à disposição da AGO
Descrição
*Vincendas (dias)
31 a 60
2.257
2.257
b) Concentração da centralização financeira
2011
Vincendas*
Até 30
15
16
(ii) O saldo registrado em conta do ativo circulante refere-se, substancialmente a adiantamento de recurso para composição inicial do Fundo Garantidor de Depósitos (FGD), do qual participarão todas as cooperativas
singulares associadas ao Sistema Unicred N/NE, no montante de R$ 300. O montante total classificado no ativo não circulante refere-se a despesas de Acompanhamento de Gestão e Adequação de Processos que
se fundamenta no apoio, em regime de parceria, ao gerenciamento das cooperativas filiadas Unicred Salvador e Credcom – RN, efetuado por técnicos designados pela Cooperativa, sob a supervisão de sua Diretoria
Executiva e da Diretoria Executiva das cooperativas filiadas. Todas as despesas decorrentes desse acompanhamento são pagas pela Cooperativa e contabilizadas em contas específicas de despesa no resultado do
exercício e controladas em conta do Ativo e Passivo não Circulante, e serão ressarcidas à Cooperativa quando a singular apresentar sobras e condições para tanto;
Descrição
Níveis de risco
E
B
2.231
93.545
2.110
d) Composição por tipo de operação e situação de vencimento
Saldo inicial
Constituição da provisão
Reversão da provisão
Outras movimentações
Saldo final
9.121
(2.883)
81
(4.464)
(1.548)
(4)
(3.789)
6.841
(i) Refere-se à provisão relacionada à contribuição mensal efetuada pelas cooperativas singulares associadas ao sistema Unicred N/NE para fazer face às despesas administrativas da Cooperativa;
Softwares
Licenças de uso
2011
Vincendas
Vencidas
c) Composição por tipo de operação e classificação nos níveis de risco em 2012
Maior devedor
10 maiores devedores
(54.707)
(449)
10.259
(110)
(55)
(10)
Descrição
92.029
1.206
(541)
Vincendas
A
B
C
D
E
H
Descrição
(49.361)
(128)
5.140
1.108
Não circulante
2.721
10.137
1.125
(202)
2012
Provisão %
Descrição
(22.815)
-
(418)
(209)
(16)
2011
b) Composição por nível de risco e situação de vencimento
Conta garantida
Empréstimos
Certificado de Crédito Bancário (CCBs)
Operações de captação no mercado
Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
384
2012
Descrição
Descrição
(55.156)
4.203
Descrição
9.926
Conta garantida
Empréstimos
Certificado de Crédito Bancário (CCBs)
(49.489)
Reserva legal
Fates – atos cooperados
Fates – atos não cooperados
2011
Centralização financeira – Unicred do Brasil
Nível de Risco
(22.815)
Resultado operacional
Resultado não operacional
Sobras antes da participação no resultado e tributação
64. 277
Sobra líquida do exercício
t) Demonstração dos fluxos de caixa
A demonstração dos fluxos de caixa foi elaborada pelo método indireto.
Descrição
10.887
53.390
Despesas da intermediação financeira
Outras (despesas) receitas operacionais
Receitas de prestação de serviços
Despesas de pessoal e honorários
Outras despesas administrativas
Despesas tributárias
Outras despesas operacionais
Outras receitas operacionais
Circulante
Rendas a receber
Adiantamentos diversos
Impostos a recuperar
Pagamentos a ressarcir (i)
Devedores diversos no país (ii)
Devedores por depósito em garantia (iii)
k) Intangível
Demonstrado pelo valor dos gastos amortizados pelo método linear em função do prazo dos benefícios futuros esperados.
Descrição
11.743
48.005
2012
Descrição
1. Contexto Operacional
A Cooperativa Central de Crédito do Norte/Nordeste – Unicred Central N/NE é uma cooperativa de crédito central, instituição financeira não bancária, fundada em 6 de dezembro de 1993, filiada ao Sistema Unicred
do Brasil, e tem sua constituição e funcionamento regulamentados pela Resolução n.º 3.859/2010 do Conselho Monetário Nacional (CMN). Sediada na cidade de Cabedelo - PB, a Cooperativa tem como atividade
preponderante a operação na área creditícia e como demais finalidades:
Descrição
59.748
6.011
21.944
8. Outros Créditos
Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras – 2.º semestre e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 – Em milhares de reais.
2011
27.955
Operações de crédito
Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros
Resultado bruto da intermediação financeira
119.531
2012
Receitas da intermediação financeira
2011
44.550
Fluxo de caixa das atividades de investimentos
Aumento do caixa e equivalentes de caixa
Demonstração da variação do caixa e equivalentes de caixa (disponibilidades, títulos e valores mobiliários e relações interfinanceiras)
DEMONSTRAÇÃO DAS SOBRAS OU PERDAS DO 2º semestre e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011
Nota
2º semestre
2011
616.391
593.969
77
22.345
Não circulante
Demonstrações dos fluxos de caixa - 2º semestre e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011
2º semestre
27.074
Fluxo de caixa das atividades operacionais
2012
14. Patrimônio Líquido
a) Capital social
É representado pelas cotas integralizadas de vinte e nove cooperativas singulares associadas e sete federações de Unimeds em 31 de dezembro de 2012 (trinta e uma cooperativas singulares associadas e sete
federaçoes de Unimeds em 2011), no valor nominal de R$ 1,00 cada uma. De acordo com o Estatuto Social cada singular tem direito a um voto independentemente do número de suas quotas-partes. Ainda,
em 2012, duas cooperativas singulares, Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da União nos Estados de Alagoas e Sergipe – Federalcred Leste e Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da União no
Nordeste – Federalcred Nordeste, encontram-se em processo de desfiliação, aguardando ratificação da Assembleia Geral Ordinária.
Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras
A Administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições
autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (Bacen), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante,
independentemente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos Auditores Independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas nacionais e internacionais de auditoria. Essas
normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres
de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor
considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas
circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade
das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa Central de Crédito do Norte/Nordeste
– Unicred Central N/NE em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Outros Assuntos
Valores correspondentes ao exercício de 2011
As informações contidas nas demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparação, foram examinadas por outros auditores independentes, que
emitiram relatório de auditoria, datado de 22 de fevereiro de 2012, sem ressalva.
Ribeirão Preto SP, 17 de janeiro de 2013.
Moore Stephens Prisma Auditores Independentes
CRC 2SP017256/O-3 S PB
Hélio Mazzi Júnior
Contador CRC 1SP189107/O-3 S PB
Download

Demonstrações Contabéis e Notas Explicativas – 2012