1° SEMESTRE
DISCPLINA:EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
EMENTA
A evolução histórica e teórica da Educação Ambiental. Complexidade ambiental.
Princípios e estratégias de educação ambiental. A Educação Ambiental como eixo do
Desenvolvimento Sustentável. Características, funções e objetivos da Educação
Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável. Linhas de atuação: Cultura e valores
ambientais. Técnicas para a elaboração, execução e avaliação de Projetos de
desenvolvimento local e práticas de educação ambiental. A prática pedagógica:
dimensões e desafios. Projetos pedagógicos em educação ambiental.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CASCINO, Fabio. Educação ambiental:. São Paulo: SENAC. 1999.
DIAS, General Freire. Educação ambiental: Princípios e práticas. 9.ed. São Paulo:
Gaia. 2009.
PEDRINI, A.G. de (org.). 1998. Educação Ambiental - reflexões e prática
contemporâneas. RJ:Vozes. 2008.
REFERENCIAS COMPLEMENTARES:
KINDEL, Eunice Aita Isaia. Educação ambiental: Vários olhares e várias práticas.
2.ed. Porto Alegre: Mediação 2004.
GADOTTI, M. Pedagogia da Terra. Editora Peirópolis. 6º edição. São Paulo. 2009.
SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed.. Rio de
Janeiro: Garamond.2002.
GUERRA, Antonio José. Impactos ambientais urbanos no Brasil :.3.ed., Bertand.
Rio de Janeiro: 2006.
SÍLVIO, Gallo. Ética e cidadania: Caminhos da filosofia. São Paulo: PAPIRUS
EDITORA. 2003.
DISCIPLINA: CIÊNCIAS AMBIENTAIS
EMENTA
Evolução conceitual da ecologia de sistemas; 2 - Teoria geral de sistemas e o conceito
de ecossistemas; 3- Princípios fundamentais: estrutura e funcionamento dos
ecossistemas; 4- Fluxo de energia e matéria nos ecossistemas; 5- Os ciclos da água,
carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre e suas interações; 6- Diversidade, Estabilidade e
maturidade dos ecossistemas naturais e dos ecossistemas sob ação antrópica; 7Principais problemas ambientais presentes e manejo dos recursos naturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PINTO, Coelho, R.M. Fundamentos em Ecologia. Ed. Artmed. Porto Alegre, RS
252pp. 2000.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 3ra Ed. Ed. Guanabara-Koogan, Rio de
Janeiro. 470p. 2010
ODUM. EUGENE, P. Ecologia. Guanabara, Rio de Janeiro. 1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAVALCANTI, Clóvis . Desenvolvimento e natureza: Estudos para uma sociedade
sustentável. CORTEZ, São Paulo: 2003
IGNACY, Sacha . Caminhos para o desenvolvimento sustentável. IGNACY, Sacha,
Rio de Janeiro: 2008.
MILLER JR. G. Tyler. Ciência ambiental. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006. 06 ex.
2008.
ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Ciências ambientais. São Paulo: Thex,. 2010.
POLETO, C. (org.). Introdução ao Gerenciamento Ambiental. Editora Interciência. Rio
de Janeiro 2010..
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTIFICA
EMENTA
Investigação acerca do conhecimento, em particular da ciência. Análise dos
procedimentos técnicos e metodológicos de preparação, execução e apresentação da
pesquisa científica. Estudo das formas de elaboração dos trabalhos acadêmicos,
especialmente das normas técnicas neles utilizadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVARENGA, M. Amália de Figueiredo Pereira. Apontamentos de metodologia
para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre. 2003.
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia cientifica. Sao Paulo: Atlas, 2006.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo:
Cortez, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. VOZES, Petrópolis: 1997.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 8 ed. São Paulo: Vozes.
2006.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. Petrópolis:
Vozes, 2010.
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho Científico. Atlas, São Paulo: 05 ex.
2006.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da
Metodologia Científica. São Paulo: Atlas.. 2006.
DISCIPLINA: CIÊNCIAS DA RELIGIÃO
EMENTA
A História da Antropologia E das Interpretações Do Fenômeno Religioso. Cultura E
Religião: Valores E Limites da Interligação. Etnocentrismo E Relativismo Cultural.
Religião E Contemporaneidade: Diversidade Na Experiência Religiosa, Sincretismo,
Dignidade Humana E Cidadania, Sociedade de Consumo. Exigências e desafios do
mundo contemporâneo. Encontros e desencontros entre fé religiosa, razão moderna e
contemporaneidade. A reflexão das ciências humanas sobre o fenômeno religioso. Os
diferentes itinerários humanos em busca do transcendente. A nova perspectiva ética e o
papel da religião.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, Rubem. O que é religião. São Paulo: Loyola, 1999. BOFF, Leonardo. Ethos
Mundial. Brasília: Letraviva, 2006.
FILORAMO, Giovanni & PRANDI, Carlo. Ciências das religiões. São Paulo: Paulus,
1999. GAARDER Jostein. O livros das religiões. COMPANHIA DAS LETRINHAS,
São Paulo: 2005.
GAARDER Jostein. O livros das religiões. COMPANHIA DAS LETRINHAS, São
Paulo: 2005
BIBLIORAFIA COMPLEMENTAR
CALIMAN, Cleto. Sedução do sagrado, a: O fenômeno religioso na virada do milênio.
VOZES, Rio de Janeiro: 1998
ELIADE, Mircea. Tratado de história das religiões. MARTINS FONTES, São Paulo:
2008
GOTO, Tommy Akira. O Fenômeno religioso. São Paulo: Paulus, 2004. 09 ex.
BARBOUR. Ian G. Quando a ciência encontra a religião. São Paulo: Cultrix, 2004
RAMPAZZO, L. Antropologia, Religiões e Valores Cristãos. Edições Loyola. São
Paulo, 2004. 11 ex. 2004.
ELIADE, M. O Sagrado e o Profano. Wmfmartinsfontes. São Paulo. 14 ex. 2010.
DISCIPLINA: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
EMENTA
Coleta de dados, Técnica de Amostragem, Distribuição de Freqüência, gráficos, tabelas,
medidas de posição e dispersão, medidas de assimetria e curtose, probabilidade
condicional, teorema de Bayes, distribuições amostrais: funções de probabilidade,
distribuição de média, distribuições discretas: de Bernoulli, Binomial, Poisson e
Geométrica; distribuições contínuas: Normal, Uniforme Exponencial, Intervalo de
Confiança, Teste de Hipótese. Prática: Aulas de campo.
BIBLIOGRAFICA BÁSICA
COSTA NETO, P. L. O., Estatística, São Paulo, Edgard Blucher, 2002.
ARA, A.B., MUSETTI, A.V., SCHNEIDERMAN, B., Introdução à Estatística, São
Paulo:
Edgar Blucher, 2003.
MORETTIN, L.G., Estatística Básica - Inferência, São Paulo: Makron Books, 2000.
BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR
MORGADO, A. C. et al, Análise combinatória e probabilidade, Rio de Janeiro, SBM,
1991.
SPIEGEL, M. R., Probabilidade e Estatística, Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1984.
MAGALHÃES, M.N., LIMA, C.P., Noções de Probabilidades e estatística, São Paulo:
Edusp, 2002.
CRESPO, A. A. Estatística fácil. 18ªEdição. São Paulo. Saraiva. 2002.
DISCIPLINA: POLUIÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Estudo das causas e efeitos dos principais fatores responsáveis pela poluição ambiental,
enfatizando a ação antropogênica. Reflexões sobre o compromisso de cada cidadão em
ter atitudes responsáveis e iniciativas (iniciando por aquelas de caráter individual) em
prol de uma comunidade mais consciente e ativa com as questões ambientais. Formando
assim multiplicadores atuantes na conscientização coletiva, com a preservação do meio
ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Moran, E. eOstrom (Org). Ecossistemas Florestias – Interação homem-ambiente. São
Paulo: Sesc São Paulo, 2009.
Miller Jr., G. T. Ciência Ambiental. 11 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
LIMA, L. M. Q. (2004): Lixo Tratamento e Biorremediação. Editora Hemus São
Paulo. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DERISIO, J. C. (2007) Introdução ao controle de poluição Ambiental. 3o Editora
Signus-SP. 2007.
FELLENBERG, G.(2009): Introdução aos problemas da poluição ambiental. Ed.
Pedagógica e Universitária (E.P.U.) LTDA., São Paulo. 2007.
BERG, J. M; TYMOCZKO J. L & STRYER L; (2002) Bioquímica. 5a ed. Guanabara
Koogan. 2002.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
Sánchez, L. E. Avaliação de impacto ambiental – conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de Textos, 2008.
2° SEMESTRE
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO
EMENTA
Instrumentos de Desenho Técnico. Formatos para apresentação de Desenho e Escalas
utilizadas. Caligrafia técnica e Cotagem. Desenho em Planta, Vistas, Cortes,
Perspectivas e interpretação e representação em 2D e 3D de sólidos geométricos.
Traçados em geral. Representação de áreas. Desenho de ambiente arquitetônico
(Industrial, comercial, edificações industriais e comerciais e alternativas de Construções
Rurais). Utilização de aplicativos CAD e o próprio software Auto Cad.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MAGUINE, D. E. & SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções
gerais de desenho. São Paulo: Editora Hemuus, 1981.
MICELI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2.ed. São Paulo: Imperial novo
milênio, 2008.
OLIVEIRA, E. A. & ALBIERO, E. Desenho técnico fundamental. São Paulo:
Pedagógica e Universitária, 1977.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAÊTA, F. C. & SOUZA, C. A. Ambiência em Edificações Rurais: Conforto
Animal. São Paulo: Livraria Nobel.2010
FERREIRA, M. P. Manuais CNI, introdução ao desenho industrial. CNI, 1990.
FRENCH, T. E., VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Editora
Globo. São Paulo, 2005.
SPECK, Henderson José. Manual básico de desenho técnico. 3.ed. Florianópolis:
UFSC, 2004.
VENDETTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com
AutoCAD 2008. Florianópolis: Visual Book, 2007.
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
EMENTA
Conceitos de Hidrologia, Ciclo hidrológico e Bacia Hidrográfica; Precipitação;
Interceptação; Evaporação e Evapotranspiração; Escoamento Superficias. Aspectos
legais: Constituição Brasileira; Lei 9.433 da Política Nacional de Recursos Hídricos PNRH; Código de Águas; Lei 9.438 da Política Nacional de Meio Ambiente; Propostas
de regulamentação da PNRH; Políticas Estaduais; Outros instrumentos legais de
interesse. Sistema Nacional de Recursos Hídricos, concebido pela Lei 9.433: Conselho
Nacional de Recursos Hídricos; Comitês de Bacia Hidrográfica; Agência de Água;
órgão gestor de águas federais. Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco
referencial e desenvolvimento sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos:
Formas de gestão, organização dos processos e aspectos institucionais; Gerenciamento
de Recursos Hídricos no Brasil: Fundamentos, objetivos. Diretrizes e planos da política
nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança pela água.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GARCEZ, L.N., ALVAREZ. G.A. Hidrologia. Edgar Blucher. 1998..
BRANDÃO, Viviane dos Santos. Infiltração da água no solo. 3.ed. Viçosa:
2006.
TUCCI,
C.E.M.
Hidrologia,
Ciência
e
aplicação.
Porto
Alegre:
Ed.Universidade/UFRGS; ABRH. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERTONI, José. Conservação do solo. 6.ed. São Paulo: ícone, 2010.
PINTO, Nelson L. de Sousa. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Brucher.
1976.
PRUSKI, Fernando Falco. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o
controle da erosão hídrica. Viçosa: 2009.
POMPEU, C. T. Direito de Águas no Brasil. Editora revista dos Tribunais. São Paulo,
2006.
REBOUÇÃS, A. C., et. al. Águas Doces no Brasil. 3º Edição. São Paulo. 2006.
DISCIPLINA: MANEJO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
EMENTA
Areas Protegidas no Brasil; Areas de Preservação Permanente; Reserva Legal; 2. Terras
Indígenas; Terras Quilombolas; 3. Unidades de Conservação da Natureza; 4. Bases,
princípios e Diretrizes da proteção aos recursos naturais; 5. A Biodiversidade como
conceito integrador na Conservação da Natureza; 6. Histórico das UCs Públicas e
Privadas no Brasil; 7. A Lei e o Decreto do SNUC; 8. A Convenção sobre a Diversidade
Biológica; 9. Mosaicos e Corredores Ecológicos; 10. Criação de Unidades de
Conservação; 12. Atributos/definição da categoria: estudos preliminares dos meios; 13.
Físico, biótico e antrópico, definição da zona de amortecimento; 14. Regularização
Fundiária; 15. Conflitos sócio-ambientais/Participação da Sociedade/Consulta Pública;
16. Gestão de Unidades de Conservação; 17. Manejo Sustentável/Plano de
Manejo/Roteiros Metodológicos; 19. Zoneamento, educação ambiental. Pesquisa,
ecoturismo, Monitoramento e fiscalização; 20. Participação da sociedade/ Conselhos;
21. Gestão Compartilhada com OSCIP.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Patrícia. Unidades de Conservação. São Paulo: Aleph, 2001
MORSELLO, Carla. Areas Protegidas Públicas e Privadas: seleção e manejo.
2º.ed.São 2008
BITTENCOURT, Sidney. Nova Legislação Ambiental Brasileira Atualizada, Ed:
Temas e Idéias. Paulo: Annablume; FAPESP, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARRIL, C. Cultura Tecnológica Sustentável – Estude de Caso do Projeto
Cognitus na Petrobrás. Editora Anhembi Morumbi. São Paulo, 2007.
MORAN, E. F., OSTROM, E. Ecossistemas Florestais. Editora Senac. São Paulo – SP,
2009.
VALENTE, O. F., GOMES, M. A. Conservação de Nascentes – Hidrologia e Manejo
de Bacias Hidrográficas de Cabeceiras. Aprenda Fácil Editora. Viçosa, MG, 2005.
SIMÕES, L. L., LINO, C. F. Sustentável Mata Atlântica ´- A Exploração de seus
Recursos Florestais. 2º Edição. Editora Senac, São Paulo. 2003.
CABRAL, N. R. A. J., SOUZA, M. P. Área de Proteção Ambiental – Planejamento e
Gestão de Paisagens Protegidas. 2º edição. Editora Rima. São Paulo, 2005.
DISCIPLINA: SOLOS E FERTILIDADE
EMENTA
Noções de geologia geral, mineralogia e petrologia. Intemperismo físico e químico.
Coloides minerais. Água, temperatura e ar do solo. Propriedades físico-morfológicas.
Descrição do perfil do solo. Estudo dos fatores e processos de formação do solo.
Noções de classificação de solos. Interpretação de propriedades e limitação do uso dos
solos. Matéria orgânica. Troca iônica. Reação e acidez do solo. Macro e
micronutrientes. Avaliação da fertilidade do solo. Definições básicas de fertilizantes.
Classificação dos fertilizantes. Características físicas e químicas dos principais
fertilizantes. Método de obtenção dos principais fertilizantes. Matérias-primas usadas na
indústria de fertilizantes. Cálculo de adubação e calagem para diferentes tipos de solo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HUBERTO, Gonçalves dos Santos. Sistema brasileiro de classificação de solos.
EMBRAPA-ACS, Rio de Janeiro: 2006.
MALAVOLTA, Eurípedes. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo: EDITORA AGE
LTDA, 2006. 630p.
SANTOS, Raphael David dos. Manual de descrição e coleta de solo no campo.
Viçosa: 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEPSCH, I. F. Formação e Conservação de Solos. São Paulo; Ed. Oficina de Textos, 2002.
MOREIRA, Fátima Maria de Souza. Microbiologia e bioquímica do solo. UFG, Lavras: 2006.
FONTES, P. C. R. Diagnóstico do estado nutricional de plantas. Viçosa. Editora: UFV,
2005.
EMBRAPA SOLOS. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes. Rio de
Janeiro: EMBRAPA. 2009.
EPSTEIN, Emanuel; BLOOM, Arnold J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas.
Manaus: 2004. 400p
DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
EMENTA
A relação do texto com o contexto sócio histórico e cultural. A relação entre a produção
dos enunciados e dos atos da fala, e o contexto da enunciação. A leitura e a escrita na
universidade: linguagem e conhecimento. Produção e circulação do conhecimento.
Produção de resenhas. Análise dos procedimentos técnicos e metodológicos de
preparação, execução e apresentação da pesquisa científica. Formas de elaboração dos
trabalhos acadêmicos através das normas técnicas vigentes. Desenvolvimento de Plano
de Trabalho e Estruturação de Trabalho Científico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. 10ª ed. São Paulo: ática, 2006.
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo. Contexto. 2005.
MARTINS, Dileta e Zilberknop, Lúbia S. Português Instrumental. 14a. Porto Alegre: Sagra
Luzzato,. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, Antônio Suárez . Arte de argumentar, a: Gerenciando razão e emoção. ATELIÊ, São
Paulo. 2006.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. São Paulo: Atica. 2005.
FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. São Paulo: Atica. 2006.
MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. 4º edição. Editora Atlas. São Paulo, 2005.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Editora da Fundação
Getúlio Vargas, 2006.
DISCIPLINA: QUIMICA AMBIENTAL
EMENTA
Soluções. Fórmulas e Equações Químicas. Equilíbrio Químico: Ácidos e Bases.
Acidimetria E Alcalimetría. Precipitação e dissolução. Gravimetria. Complexos e
quelatos. Volumetria de oxi-redução. Oxidação e redução.. Comportamento químico
dos compostos de nitrogênio, de fósforo, de potássio, de alumínio, de cálcio, de
magnésio e de enxofre. Amostragem e preparo de amostras e soluções para análise.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALENCASTRO, Ricardo Bicca de. Princípios de química: Questionando a vida
moderna e o meio ambiente. BOOKMAN , Porto Alegre: 2006.
BROWN, T. L. Química a Ciência Central. 9º ed. São Paulo: Editora Prentice Hall.
2005.
RUSSEL, J. B. Química Geral. vol 2, São Paulo: Makron Books do Brasil. 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BACCAN, N. Química Analítica Quantitativa Elementar. São Paulo: Edgard Blücher.
2001
ATKINS, P., JONES, J. Princípios de Química. 3º Edição. Editora Bookman. Porto
Alegre. 2006
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 7º Edição. Editora LTC. Rio de
Janeiro – RJ, 2008
VOGEL, A. I., et. al. VOGEL. Análise Química Quantitativa. 6º Edição. LTC
Editora. 2006.
ALLINGER, N. L., et. al. Química Orgânica. LTC Editora. Rio de Janeiro. 2º Edição.
Sem data.2006.
3° SEMESTRE
DISCIPLINA: GESTÃO DE RECURSOS FLORESTAIS
EMENTA
A relação do homem com a floresta: síntese evolutiva. A política florestal e seus
instrumentos. A floresta nas constituições e nos códigos florestais do Brasil. Funções,
bens e serviços das florestas. Administração e gestão florestal. Gestão pública e gestão
privada das florestas. Instrumentos de gestão florestal. A gestão global das florestas.
Agenda florestal internacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DA SILVA, Solange Teles; CUREAU, Sandra. Código florestal: desafios e
perspectivas 2010. Sao Paulo: 2010
SERRAO-NEUMANN, Silvia Maria. Para além dos domínios da mata: as estratégias de
preservação de fragmentos florestais no Brasil. Sao Paulo: Annablume, 2007.
MORAN, Emilio F.; OSTROM, Elinor. Ecossistemas florestais: interaçao homem
ambiente. Sao Paulo: EDUSP, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SIMOES. Luciana Lopes; LINO, Clayton Ferreira. Sustentável mata atlântica: a
exploração de seus recursos florestais. Sao Paulo: SENAC, 2002
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001: sistema de gestão ambiental. São
Paulo: Atlas, 2007.
POLETO, Cristiano. Introdução ao gerenciamento ambiental. Sao Paulo:
Interciência, 2010
SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel C. de Moura; GUIMARÃES, Leandro
Belinaso. Desenvolvimento Sustentável. 3ª edição. Petrópolis: Ed. Vozes, 2008.
CAMPOS, João Carlos Chagas; LEITE, Helio Garcia. Mensuração Florestal. Ed. UFV.
Viçosa: 2009.
DISCIPLINA: GEOPROCESSAMENTO
EMENTA
Fundamentos e principais aplicações de sensoriamento remoto; princípios físicos do
sensoriamento remoto; Sistemas sensores; satélites de observação da terra; elementos da
fotointerpretação; interação da radiação eletromagnética com alvos terrestres;
processamento digital de imagens; geoprocessamento, introdução aos sistemas de
informações geográficas - SIG's, geração de cartas, Global Position System - GPS; tipos
de dados utilizados em geoprocessamento; aquisição, tratamento e análise de dados e
produção de mapas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, Artur Gonçalves. Interpretação de imagens de satélites meteorológicos:
Uma visão prática e operacional do hemisfério sul. ETILO, Brasília: 2002.
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto – Princípios e Aplicações. 3º Edição.
Editora Blucher. São Paulo, 2008.
MOREIRA, Maurício Alves: Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias
de aplicação. UFV, Viçosa: 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS:
descrição, fundamentos e aplicações. UNESP, São Paulo: 2000.
GARCIA, G. J. Sensoriamento remoto: princípios e interpretação de imagens. São
Paulo: Liv. Nobel, 1982. 357p. 1992.
LIU, W. T. H. Aplicações de Sensoriamento Remoto. Editora Uniderp. Campo
Grande, MS. 2006.
DISCIPLINA: IMPACTOS, MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL
EMENTA
Histórico. Conceituação de Impacto Ambiental. Estudo de impacto ambiental como
instrumento de planejamento. Tipos de impactos.Estudo de impacto ambiental (EIA) definição. Conceitos de avaliação de impactos ambientais: Componentes de EIA.
Componentes do RIMA. Criação de equipes interdisciplinares. Diagnóstico ambiental.
Métodos de avaliação de impactos ambientais. Monitoramento ambiental. Controle
Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUERRA, Antonio José .Teixeira. Impactos ambientais e urbanos no Brasil. Rio de
Janeiro : BERTRAND BRASIL, 2005
GUERRA, Antonio José Teixeira. Avaliação e perícia ambiental. BERTRAND
BRASIL, Rio de Janeiro: 2007.
MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: Ações em áreas
de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda
fácil , Viçosa: 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento e biorremediação. Hemus, São Paulo:
2004.
MANO, Eloisa Bisasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. Sao Paulo: Edgard,
2005.
SEWELL, Granville H. Administraçao e controle da qualidade ambiental. Sao
Paulo: EPU, 1978
JORDÃO, Eduardo Pacheco . Tratamento de esgoto doméstico. Abes, Rio de Janeiro:
2009.
POLETO, Cristiano. Introdução ao gerenciamento ambiental. São Paulo:
Interciência, 2010.
DISCIPLINA: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
EMENTA
Processos de degradação de ecossistemas. Fragilidade de subsistemas das microbacias.
Resiliência, homeostase, resistência e elasticidade ambiental. Agentes de degradação.
Estratégias de recuperação com enfoque holístico, Restauração, reabilitação e
revegetação. Técnicas de recuperação envolvendo medidas físicas, biológicas e
fisicobiológicas. Mecanismos de avaliação da eficiência conservacionista e autosustentabilidades ecológica das medidas. Parâmetros legais definidores de projetos de
recuperação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARTINS, S. V.Recuperação de matas ciliares. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001 2007
MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: Ações em áreas
de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda
fácil, Viçosa.2007
PRUSKI, Fernando falco. Conservação de solo e água: Práticas mecânicas para o
controle da erosão hídrica. UFV. Viçosa. 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PIRES, Fábio ribeiro. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água. UFV.
Viçosa: 2006.
CORREA, Rodrigo Stuardt. Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração no
Cerrado: Manual da revegetação. Brasilia: Universa, 2009
VALERI, Sérgio Valiengo. Manejo e recuperação florestal: legislação: uso da água e
sistemas agroflorestais.São Paulo: 2003
ARAUJO, Gustavo H. S. de; et all. Gestão ambiental de áreas degradadas. Sao
Paulo: Bertrand Brasil, 2008
CORREA, Rodrigo Stuardt; BAPTISTA, Gustavo Macedo de Mello. Mineração e
áreas degradas do cerrado. Brasilia: Universa, 2004
DISCIPLINA: DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Noções Básicas de Direito. Proteção de Recursos Naturais na Constituição Brasileira e
nas leis específicas. Política Nacional de Meio Ambiente. Fauna e Flora na Legislação
Brasileira. Areas Protegidas e Unidades de Conservação. O Sistema Nacional de Meio
Ambiente (SISNAMA). O Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Os
crimes ambientais e sua regulamentação penal, civil e administrativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. Ed: Malheiros.
2006
MEDAUAR, Odete. Coletânea de Legislação de Direito Ambiental e Constituição
2005. Ed: Revista dos Tribunais.2010. 4.ex, 2009. 1 .ex e 2011
SPAREMBERGER Raquel F. Lopes e AUGUSTIN, Sergio. Direito Ambiental e
Bioética: Legislação, Educação e Cidadania. Ed: EDUCS. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BITTENCOURT, Sidney. Nova Legislação Ambiental Brasileira Atualizada, Ed:
Temas e Idéias.1999.
CARVALHO, Carlos Gomes de. Introdução ao direito ambiental. Letras e letras, São
Paulo: 2001.
REBELLO FILHO, Wanderley. Guia prático de direito ambiental. 3.ed. LUMEN
JURIS, Rio de Janeiro: 2002
GOMES, Carla Amado. Direito Ambiental: O Ambiente como Objeto e os Objetos do
Direito do Ambiente. São Paulo: Jurua, 2010.
PES, Joao Helio Ferreira; OLIVEIRA, Rafael Santos de. Direito Ambiental
Contemporâneo:Prevenção e Precaução. São Paulo: Juruá, 2009.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
EMENTA
Importância de Projetos de Educação Ambiental; Partes iniciais do Projeto; Orientações
ligadas a área de Educação Ambiental; Importância de Projetos de Manejo e Gestão de
Unidades de Conservação. Educação Ambiental em Unidades de Conservação;
Elaboração e Apresentação do trabalho de conclusão baseado em pesquisa bibliografia e
estudo de campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Patrícia Côrtes. Unidades de conservação. EDITORA ALEPH, São Paulo: 2002.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 8º ed. São Paulo: Vozes, 2003.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo:
Cortez,2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVARENGA, M. Amália de Figueiredo Pereira. Apontamentos de metodologia
para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre: Sergio Fabris, 2003.
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalhos na graduação. Atlas, São Paulo: 2006.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. Petrópolis:
Vozes. 2007
PEREIRA, J. M. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 2º Edição. Editora
Atlas. São Paulo – SP, 2010.
BASTOS, L. R., et. al. Manual para Elaboração de Projetos e Relatórios de
Pesquisas, teses, dissertações e monografias. 6º edição. Editora LTC. Rio de Janeiro,
2003.
4° SEMESTRE
DISCIPLINA: AUDITORIA AMBIENTAL
EMENTA
Estudo sistematizado das interações entre as atividades sócio-econômicas e o meio
ambiente, visando oferecer os meios necessários para a avaliação dos impactos
ambientais resultantes das medidas de prevenção, mitigação e reparação dos danos
associados e da capacidade de resposta dos responsáveis pelas atividades em análise.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LA ROVERE, Emilio Lebre. Manual de auditoria ambiental. São Paulo: Quality
Mark, 2002
GUERRA, AJT e CUNHA, SB. Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro,
Bertrand Brasil, 2007
CAMPOS, Lucia Maria de Souza. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão.
São Paulo: Atlas, 2009 ..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DALLÁGNOLL, Alencar João. A auditoria ambiental. São Paulo: Fiuzza, 2010.
CAJAZEIRA, Jorge E. R.. ISO 14001: Manual de implantação. Rio de Janeiro: 2003.
HARRINGTON, H. James. Implantação da ISO 14000, a: Como atualizar o sistema
de gestão ambiental com eficácia. Atlas, São Paulo: 2001.
VALLE, C. E. Qualidade Ambiental – ISO 14000. Editora Senac. São Paulo, 2002.
CERQUEIRA, Jorge Pereira de; MARTINS, Márcia Copello. Auditorias de sistemas
de gestão: ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, ISO/IEC 17025, AS 8000, ISO
19011:2002. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004.
DISCIPLINA: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
EMENTA
Saneamento Ambiental e Gerência de Resíduos Sólidos; Resíduos Sólidos; Limpeza
Pública; Limpeza de Logradouros; Acondicionamento do Lixo; Coleta do Lixo;
Transporte e Transbordo; Tratamento de Resíduos Sólidos; Disposição Final;
Reciclagem dos Materiais do Lixo; Disposição de Entulhos; Considerações Finais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento e biorremediação. Hemus, São Paulo:
2004.
RIBEIRO, Daniel Véras; MORELLI, Márcio Raymundo. Resíduos sólidos: problema
ou oportunidade. São Paulo: Interciência, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PHILLIPPI Jr, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. MANOLE, São Paulo: 2005.
SPERLING, Marcos. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos, v.01. Minas Gerais:
ABES. 2007
JORDAO, Eduardo Pacheco. Tratamento de esgoto doméstico. Rio de Janeiro: ABES,
2009.
CANHOLI, A. P. Drenagem Urbana e controle de enchentes. Oficina de Textos. São
Paulo, 2005.
RIBEIRO, Daniel Véras; MORELLI, Márcio Raymundo. Resíduos sólidos: problema
ou oportunidade. São Paulo: Interciência, 2009.
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO AMBIENTAL
EMENTA
Planejamento Ambiental. Sistema de Gestão Ambiental. Comprometimento e Política.
Teoria geral do planejamento físico ambiental (agro-ambiental, urbano-ambiental);
Abordagem do espaço físico em macro, meso e micro escala. Teoria do planejamento e
sistema de gestão ambiental visando a implementação de planos e projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Gestão ambiental: Enfoque estratégico
aplicado ao desenvolvimento sustentável. PEARSON, São Paulo.
DIAS, Reinado. Gestão Ambiental: responsabilidade Social e Sustentabilidade. Atlas,
São Paulo.
PHILIPPI JR, Arlindo; ROMÉRIO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso
de Gestão Ambiental
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOURA, Luiz Antonio Abdalla de. Qualidade e gestão ambiental: sustentabilidade e
implantação da ISO 14.001. Editora juarez xw oliveira,São Paulo: 2008.
PIOCH, Daniel: Energia e desenvolvimento sustentável para a amazónia rural
brasileira: Eletrificação de comunidades isoladas. Brasília: 2009.
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: iso 14000. SENAC, São Paulo: 2002.
ALENCAR, Najila Rejanne; et all. Área de proteção ambiental: planejamento e
gestão de paisagens protegidas. São Paulo: Rima, 2005.
MOREIRA, Maria Suely. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental
(modelo ISO 14000). São Paulo: INDG, 2002.
DISCIPLINA: SISTEMA DE ESGOTO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS
SÓLIDOS
EMENTA
Revisão sobre alternativas para tratamento de águas residuárias. Revisão sobre
caracterização de águas residuárias. Transferência de oxigênio. Processos biológicos
para tratamento de águas residuárias: Processos aeróbios, anaeróbios e combinados.
Processos químicos e físico-químicos para tratamento de águas residuárias. Desinfecção
de águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos gerados em estações de
tratamento de águas residuárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TSUTIYA, M.T. Além Sobrinho, P. Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário.
Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária, Escola Politécnica da USP, 1999
RICHTER, Carlos A. Tratamento de Lodos de Estação de Tratamento de Água.
Editora Blucher, São Paulo, 2001.
NUVOLARI, Ariovaldo. Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso
agrícola. Sao Paulo: Edgar Blucher, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JORNDÃO, E.P. e Pessôa, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Terceira Edição,
ABES, 1995.
SPERLING, Marcus Von. Lagoas de Estabilização. Vol. 03, 2º Edição. Beloo
Horizonte, 1986.
BERNARDO, Luiz di. Seleção de Tecnologias de Tratamento de Água. Vol. 02. Editora
LDIBE, São Carlos – 2008.
SPERLING, Marcus Von. Princípios básicos do tratamento de esgoto. Vol. 02, 1º
Edição. Belo Horizonte: UFMG, 1996.
LEME, Edson José de Aruda. Manual prático de tratamento de aguas residuárias.
São Paulo: EDUfscar, 2007.
DISCIPLINA: GESTÃO DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA
EMENTA
Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água; Tratamento
de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Direta Ascendente; Filtração
Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas Etapas;
Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água;
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PÁDUA, V. L. Água – Remoção de Microrganismos emergentes e microcontaminantes
orgânicos no tratamento de água para consumo humano. Projeto PROSAB. Rio de
Janeiro, 2009.
Heller, L. e Pádua, V. L. (Org). Abastecimento de água para consumo humano. Volume 2.
2 Ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
RICHTER, Carlos. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água. EDITORA
EDGARD, São Paulo: 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RICHTER, C. A. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água., São Paulo:
Blucher 2001.
REBOUÇAS, Aldo da C. Águas doces no Brasil: Capital ecologica, uso e conservação.
ESCRITURAS EDITORA, São Paulo: 2006.
Di Bernardo, L. Tratamento de água para abastecimento por filtração direta. Rio de
Janeiro: ABES RiMa, 2003.
Leme, E. J. A. Manual prático de tratamento de águas residuárias. São Carlos-SP:
EdUFSCar, 2010.
Mancuso, P. C. S. e Santos, H. F. Reúso de Água. Barueri-SP: Manole, 2003.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
EMENTA
Importância de Projetos para áreas rurais. Gestão e manejos de recursos naturais em
áreas rurais; Elaboração de projetos de gestão ambiental em áreas rurais; Importância de
Projetos para áreas urbanas. Gestão e manejos de recursos naturais em áreas urbanas;
Elaboração de projetos de gestão ambiental de áreas urbanas. Elaboração e
Apresentação de trabalho de conclusão de curso baseado em pesquisa bibliografia e
estudo de campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVARENGA, M. Amália de Figueiredo Pereira. Apontamentos de metodologia
para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre: Sergio Fabris, 2003.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 8 ed. São Paulo: Vozes,
2003. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. Atlas, São Paulo: 2006.
FRAGA, M. L. Metodologia para Elaboração de Trabalhos Científicos. Editora
Fundo de Cultura. Rio de Janeiro, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MORAES, Irany Novah. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: Roca, 2007.
PINHEIRO, José Maurício dos Santos. Da iniciação científica ao TCC: uma
abordagem para os cursos de tecnologia. São Paulo: Ciência Moderna, 2010
LIMA. Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
EL GUINDY, Moustafa M. Metodologia e ética na pesquisa científica. São Paulo:
Santos (Grupo GEN), 2006.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de metodologia da pesquisa cientifica. São Paulo:
Atlas, 2010.
DISCIPLINA: ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
EMENTA
Introdução conceitual. Apresentação das técnicas para a elaboração e análise de projetos
e empreendimentos ambientais e agroindustriais. Avaliação de projetos ambientais e
agroindustriais. Aspectos técnicos e econômicos do estudo de mercado. Avaliação da
viabilidade, e competitividade e da rentabilidade de projetos. Roteiro para elaboração do
projeto. Apresentação do pré-projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUARQUE, Cristovam. Avaliação Econômica de Projetos: uma apresentação
didática. Rio de Janeiro: Campos, 1984.
MOLINARI, Leonardo. Gestao de projetos: teoria, técnicas e práticas. Sao Paulo:
Erica, 2004.
WOILER Sansão et all. Projetos, planejamento, elaboração e análise, 2a ed. São
Paulo: Atlas, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASAROTTO Filho, Nelson. KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de
investimentos.São Paulo, 9a ed. Atlas, 2000.
WOILER, S., MATHIAS, W. F. Projetos – Planejamento, Elaboração e Análise. 2º
Edição. Editora Atlas. São Paulo, 2008.
OLIVEIRA, Antonio Donizette de; REZENDE, José Luiz Pereira de. Analise
econômica e social de projetos florestais. Belo Horizonte: UFV, 2008.
ALENCAR, Antonio Juarez; SCHMITZ, Eber Assis. Análise de risco em gerência de
projetos. São Paulo: Brasport, 2010
LUECHE, Richard. Gerenciando projetos grande e pequenos. São Paulo: Record,
2010
OPTATIVAS
DISCIPLINA: CRIATIVIDADE, EMPREENDEDORISMO E NEGOCIAÇÃO
EMENTA
Empreendedorismo quer dizer pelo menos três coisas: A capacidade individual de
empreender, O processo de iniciar e gerir empreendimentos, o movimento social de
desenvolvimento do espírito empreendedor. Se o empreendedor estiver preparado e der
tudo de si, a probabilidade de fracasso do negócio provavelmente é pequena. É isso que
se pode constatar com a convivência com pequenos empreendedores de vários
segmentos - tanto com aqueles que não lograram obter sucesso no negócio, quanto com
aqueles que o tiveram. A questão fundamental então é o preparo do empreendedor
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: Dando Asas ao Espírito
Empreendedor. SARAIVA, 2004.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: Como ser
empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. Rio de Janeiro: 2003.
SALIM, Cesar S., HOCHMAN, Nelson, RAMAL, Andréa C. e RAMAL Silvina A .
Construindo Planos de Negócios. São Paulo: Campus, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luisa. Editora de Cultura, 2002.
SILVA, Antônio C. T. Da. Inovação: Como Criar Idéias que Geral Resultados. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2004.
WEVER, Luiz e BRITO, Francisco. Empreendedores Brasileiros. Ed. Negócio, 2002.
HISRICH, Robert D., et all. Empreendedorismo. Sao Paulo: Bookman, 2008.
SERTK, Paulo. Empreendedorismo. São Paulo: IBPEX, 2007.
DISCIPLINA: MORFOLOGIA E SISTEMÁTICA VEGETAL
EMENTA
A célula vegetal como base para a compreensão da Botânica. Morfologia dos órgãos
vegetativos (raiz, caule e folhas). Morfologia dos órgãos reprodutivos (flor, fruto e
sementes). Principais critérios para classificação dos vegetais. Grandes grupos vegetais
e ciclos reprodutivos. Conceito de evolução e filogenia em plantas. Conceito de espécie.
Unidades Sistemáticas. Nomenclatura botânica e Sistemas de Classificação. Herbário
vegetal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GLORIA, B. A. & Guerreiro, S. M.C. Anatomia vegetal. 2 ed. Viçosa. Editora: UFV,
2006.
JUDD, W. S. et al. Sistematica Vegetal: Um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. 632p.
VIDAL, W. N; VIDAL, M. R. R. Botânica – Organografia. 4 ed. Viçosa. Editora: UFV,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROSO, G. M.; MORIM, M. P.; PEIXOTO, A. L.; ICHASO, C. L. F. Frutos e
sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: UFV, 2004.
BARROS, G. M. et al. Sistemática de angiospermas do Brasil. Vol. 1. 2 ed. Viçosa.
Editora: UFV, 2004.
OLIVEIRA, F. & SAITO, M. L. Práticas de morfologia vegetal. São Paulo: Ateneu,
1991.
NULTSCH, W. Botânica Geral. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
CARVALHO, D. A & VAN DEN BERG, E. Sistemática Vegetal. Pteridófitas,
Gimnospermas, Angiospermas. Lavras:UFLA, 2007. 160 p
DISCIPLINA: LIBRAS
EMENTA
O sujeito surdo: conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais.
Noções lingüísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no
discurso. A gramática da língua de sinais. Aspectos sobre a educação de surdos. Teoria
da tradução e interpretação. Técnicas de tradução em Libras / Português; técnicas de
tradução Português / Libras. Noções básicas da língua de sinais brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão. Brasília,
DF: MEC; SEEP, 2005.
MOURA, Maria Cecília. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de
Janeiro: Revinter, 2000.
QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B (col.). Língua de sinais brasileira, estudos
lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Elizabeth G. C. de. Leitura e surdez: um estudo com adultos não
oralizados. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário
enciclopédico ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira. 2. ed. São Paulo:
EDUSP, 2001. 1 e 2 v.
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição, numa perspectiva
sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997.
LACERDA, C. B. F. de; GOES, M.C.R. (orgs.). Surdez: processos educativos e
subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000.
QUADROS, R. M. de. Secretaria de Educação Especial. O tradutor e intérprete de
língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília, DF: MEC; 2004.
DISCIPLINA: ZOOLOGIA GERAL
EMENTA
Introdução. Noções de sistemática animal. Relações entre os seres vivos. Protozoários:
principais classes. Platelmintos. Tuberlários, trematódeos e cestódeos. Nematoda:
características. Moluscos: características gerais. Gastrópodes. Anelídeos: características
gerais, sistemática, importância dos oligoquetas. Artrópodos: caracteres gerais,
sistemática e importância das aranhas, escorpiões e insetos. Phylum Chordata:
generalidades, características gerais do subphylum Vertebrata (craniata). Anfíbios:
características gerais: biologia e importância para o homem. Répteis: características
gerais, biologia e importância para o homem. Utilidades das serpentes, soroterapia e
medidas profiláticas. Distinção entre as serpentes peçonhentas e não peçonhentas.
Características gerais sobre aves e mamíferos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARNES, R. S. K. Os invertebrados. Uma nova síntese. 2. ed. São Paulo: Atheneu
Editora São Paulo, 1995.
BARNES, R. D.; RUPPERT, E. E.; FOX, R. S. Zoologia dos Invertebrados. 7 Ed. São
Paulo: Editora Roca. 2008.
HICKMAN, ROBERTS, LARSON, Princípios integrados de Zoologia. 11 Ed. Rio de
Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO. R. P. L ET AL. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2001. 920
p.
SERRA-FREIRE, Nicolau Maués da. Entomologia e acarologia na medicina
veterinária. Rio de Janeiro: L. F. livros, 2006. 199 p.
CARVALHO. R. P. L ET AL. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2001. 920
p.
DYCE, K. M; SACK, W. O; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária.
Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990.
FRENCH, K.; RANDALL, D.; BURGGREN, W. Fisiologia animal. 4. ed, Rio de
Janeiro: GUANABARA KOOGAN. 2000.
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