1° SEMESTRE DISCPLINA:EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE EMENTA A evolução histórica e teórica da Educação Ambiental. Complexidade ambiental. Princípios e estratégias de educação ambiental. A Educação Ambiental como eixo do Desenvolvimento Sustentável. Características, funções e objetivos da Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável. Linhas de atuação: Cultura e valores ambientais. Técnicas para a elaboração, execução e avaliação de Projetos de desenvolvimento local e práticas de educação ambiental. A prática pedagógica: dimensões e desafios. Projetos pedagógicos em educação ambiental. REFERÊNCIAS BÁSICAS CASCINO, Fabio. Educação ambiental:. São Paulo: SENAC. 1999. DIAS, General Freire. Educação ambiental: Princípios e práticas. 9.ed. São Paulo: Gaia. 2009. PEDRINI, A.G. de (org.). 1998. Educação Ambiental - reflexões e prática contemporâneas. RJ:Vozes. 2008. REFERENCIAS COMPLEMENTARES: KINDEL, Eunice Aita Isaia. Educação ambiental: Vários olhares e várias práticas. 2.ed. Porto Alegre: Mediação 2004. GADOTTI, M. Pedagogia da Terra. Editora Peirópolis. 6º edição. São Paulo. 2009. SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed.. Rio de Janeiro: Garamond.2002. GUERRA, Antonio José. Impactos ambientais urbanos no Brasil :.3.ed., Bertand. Rio de Janeiro: 2006. SÍLVIO, Gallo. Ética e cidadania: Caminhos da filosofia. São Paulo: PAPIRUS EDITORA. 2003. DISCIPLINA: CIÊNCIAS AMBIENTAIS EMENTA Evolução conceitual da ecologia de sistemas; 2 - Teoria geral de sistemas e o conceito de ecossistemas; 3- Princípios fundamentais: estrutura e funcionamento dos ecossistemas; 4- Fluxo de energia e matéria nos ecossistemas; 5- Os ciclos da água, carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre e suas interações; 6- Diversidade, Estabilidade e maturidade dos ecossistemas naturais e dos ecossistemas sob ação antrópica; 7Principais problemas ambientais presentes e manejo dos recursos naturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PINTO, Coelho, R.M. Fundamentos em Ecologia. Ed. Artmed. Porto Alegre, RS 252pp. 2000. RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 3ra Ed. Ed. Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro. 470p. 2010 ODUM. EUGENE, P. Ecologia. Guanabara, Rio de Janeiro. 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVALCANTI, Clóvis . Desenvolvimento e natureza: Estudos para uma sociedade sustentável. CORTEZ, São Paulo: 2003 IGNACY, Sacha . Caminhos para o desenvolvimento sustentável. IGNACY, Sacha, Rio de Janeiro: 2008. MILLER JR. G. Tyler. Ciência ambiental. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006. 06 ex. 2008. ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Ciências ambientais. São Paulo: Thex,. 2010. POLETO, C. (org.). Introdução ao Gerenciamento Ambiental. Editora Interciência. Rio de Janeiro 2010.. DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTIFICA EMENTA Investigação acerca do conhecimento, em particular da ciência. Análise dos procedimentos técnicos e metodológicos de preparação, execução e apresentação da pesquisa científica. Estudo das formas de elaboração dos trabalhos acadêmicos, especialmente das normas técnicas neles utilizadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARENGA, M. Amália de Figueiredo Pereira. Apontamentos de metodologia para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre. 2003. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia cientifica. Sao Paulo: Atlas, 2006. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. VOZES, Petrópolis: 1997. KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 8 ed. São Paulo: Vozes. 2006. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. Petrópolis: Vozes, 2010. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho Científico. Atlas, São Paulo: 05 ex. 2006. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas.. 2006. DISCIPLINA: CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA A História da Antropologia E das Interpretações Do Fenômeno Religioso. Cultura E Religião: Valores E Limites da Interligação. Etnocentrismo E Relativismo Cultural. Religião E Contemporaneidade: Diversidade Na Experiência Religiosa, Sincretismo, Dignidade Humana E Cidadania, Sociedade de Consumo. Exigências e desafios do mundo contemporâneo. Encontros e desencontros entre fé religiosa, razão moderna e contemporaneidade. A reflexão das ciências humanas sobre o fenômeno religioso. Os diferentes itinerários humanos em busca do transcendente. A nova perspectiva ética e o papel da religião. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Rubem. O que é religião. São Paulo: Loyola, 1999. BOFF, Leonardo. Ethos Mundial. Brasília: Letraviva, 2006. FILORAMO, Giovanni & PRANDI, Carlo. Ciências das religiões. São Paulo: Paulus, 1999. GAARDER Jostein. O livros das religiões. COMPANHIA DAS LETRINHAS, São Paulo: 2005. GAARDER Jostein. O livros das religiões. COMPANHIA DAS LETRINHAS, São Paulo: 2005 BIBLIORAFIA COMPLEMENTAR CALIMAN, Cleto. Sedução do sagrado, a: O fenômeno religioso na virada do milênio. VOZES, Rio de Janeiro: 1998 ELIADE, Mircea. Tratado de história das religiões. MARTINS FONTES, São Paulo: 2008 GOTO, Tommy Akira. O Fenômeno religioso. São Paulo: Paulus, 2004. 09 ex. BARBOUR. Ian G. Quando a ciência encontra a religião. São Paulo: Cultrix, 2004 RAMPAZZO, L. Antropologia, Religiões e Valores Cristãos. Edições Loyola. São Paulo, 2004. 11 ex. 2004. ELIADE, M. O Sagrado e o Profano. Wmfmartinsfontes. São Paulo. 14 ex. 2010. DISCIPLINA: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA EMENTA Coleta de dados, Técnica de Amostragem, Distribuição de Freqüência, gráficos, tabelas, medidas de posição e dispersão, medidas de assimetria e curtose, probabilidade condicional, teorema de Bayes, distribuições amostrais: funções de probabilidade, distribuição de média, distribuições discretas: de Bernoulli, Binomial, Poisson e Geométrica; distribuições contínuas: Normal, Uniforme Exponencial, Intervalo de Confiança, Teste de Hipótese. Prática: Aulas de campo. BIBLIOGRAFICA BÁSICA COSTA NETO, P. L. O., Estatística, São Paulo, Edgard Blucher, 2002. ARA, A.B., MUSETTI, A.V., SCHNEIDERMAN, B., Introdução à Estatística, São Paulo: Edgar Blucher, 2003. MORETTIN, L.G., Estatística Básica - Inferência, São Paulo: Makron Books, 2000. BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR MORGADO, A. C. et al, Análise combinatória e probabilidade, Rio de Janeiro, SBM, 1991. SPIEGEL, M. R., Probabilidade e Estatística, Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1984. MAGALHÃES, M.N., LIMA, C.P., Noções de Probabilidades e estatística, São Paulo: Edusp, 2002. CRESPO, A. A. Estatística fácil. 18ªEdição. São Paulo. Saraiva. 2002. DISCIPLINA: POLUIÇÃO AMBIENTAL EMENTA Estudo das causas e efeitos dos principais fatores responsáveis pela poluição ambiental, enfatizando a ação antropogênica. Reflexões sobre o compromisso de cada cidadão em ter atitudes responsáveis e iniciativas (iniciando por aquelas de caráter individual) em prol de uma comunidade mais consciente e ativa com as questões ambientais. Formando assim multiplicadores atuantes na conscientização coletiva, com a preservação do meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Moran, E. eOstrom (Org). Ecossistemas Florestias – Interação homem-ambiente. São Paulo: Sesc São Paulo, 2009. Miller Jr., G. T. Ciência Ambiental. 11 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. LIMA, L. M. Q. (2004): Lixo Tratamento e Biorremediação. Editora Hemus São Paulo. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DERISIO, J. C. (2007) Introdução ao controle de poluição Ambiental. 3o Editora Signus-SP. 2007. FELLENBERG, G.(2009): Introdução aos problemas da poluição ambiental. Ed. Pedagógica e Universitária (E.P.U.) LTDA., São Paulo. 2007. BERG, J. M; TYMOCZKO J. L & STRYER L; (2002) Bioquímica. 5a ed. Guanabara Koogan. 2002. RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Sánchez, L. E. Avaliação de impacto ambiental – conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 2° SEMESTRE DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO EMENTA Instrumentos de Desenho Técnico. Formatos para apresentação de Desenho e Escalas utilizadas. Caligrafia técnica e Cotagem. Desenho em Planta, Vistas, Cortes, Perspectivas e interpretação e representação em 2D e 3D de sólidos geométricos. Traçados em geral. Representação de áreas. Desenho de ambiente arquitetônico (Industrial, comercial, edificações industriais e comerciais e alternativas de Construções Rurais). Utilização de aplicativos CAD e o próprio software Auto Cad. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MAGUINE, D. E. & SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Editora Hemuus, 1981. MICELI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2.ed. São Paulo: Imperial novo milênio, 2008. OLIVEIRA, E. A. & ALBIERO, E. Desenho técnico fundamental. São Paulo: Pedagógica e Universitária, 1977. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BAÊTA, F. C. & SOUZA, C. A. Ambiência em Edificações Rurais: Conforto Animal. São Paulo: Livraria Nobel.2010 FERREIRA, M. P. Manuais CNI, introdução ao desenho industrial. CNI, 1990. FRENCH, T. E., VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Editora Globo. São Paulo, 2005. SPECK, Henderson José. Manual básico de desenho técnico. 3.ed. Florianópolis: UFSC, 2004. VENDETTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2008. Florianópolis: Visual Book, 2007. DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS EMENTA Conceitos de Hidrologia, Ciclo hidrológico e Bacia Hidrográfica; Precipitação; Interceptação; Evaporação e Evapotranspiração; Escoamento Superficias. Aspectos legais: Constituição Brasileira; Lei 9.433 da Política Nacional de Recursos Hídricos PNRH; Código de Águas; Lei 9.438 da Política Nacional de Meio Ambiente; Propostas de regulamentação da PNRH; Políticas Estaduais; Outros instrumentos legais de interesse. Sistema Nacional de Recursos Hídricos, concebido pela Lei 9.433: Conselho Nacional de Recursos Hídricos; Comitês de Bacia Hidrográfica; Agência de Água; órgão gestor de águas federais. Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco referencial e desenvolvimento sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos: Formas de gestão, organização dos processos e aspectos institucionais; Gerenciamento de Recursos Hídricos no Brasil: Fundamentos, objetivos. Diretrizes e planos da política nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança pela água. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCEZ, L.N., ALVAREZ. G.A. Hidrologia. Edgar Blucher. 1998.. BRANDÃO, Viviane dos Santos. Infiltração da água no solo. 3.ed. Viçosa: 2006. TUCCI, C.E.M. Hidrologia, Ciência e aplicação. Porto Alegre: Ed.Universidade/UFRGS; ABRH. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERTONI, José. Conservação do solo. 6.ed. São Paulo: ícone, 2010. PINTO, Nelson L. de Sousa. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Brucher. 1976. PRUSKI, Fernando Falco. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. Viçosa: 2009. POMPEU, C. T. Direito de Águas no Brasil. Editora revista dos Tribunais. São Paulo, 2006. REBOUÇÃS, A. C., et. al. Águas Doces no Brasil. 3º Edição. São Paulo. 2006. DISCIPLINA: MANEJO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO EMENTA Areas Protegidas no Brasil; Areas de Preservação Permanente; Reserva Legal; 2. Terras Indígenas; Terras Quilombolas; 3. Unidades de Conservação da Natureza; 4. Bases, princípios e Diretrizes da proteção aos recursos naturais; 5. A Biodiversidade como conceito integrador na Conservação da Natureza; 6. Histórico das UCs Públicas e Privadas no Brasil; 7. A Lei e o Decreto do SNUC; 8. A Convenção sobre a Diversidade Biológica; 9. Mosaicos e Corredores Ecológicos; 10. Criação de Unidades de Conservação; 12. Atributos/definição da categoria: estudos preliminares dos meios; 13. Físico, biótico e antrópico, definição da zona de amortecimento; 14. Regularização Fundiária; 15. Conflitos sócio-ambientais/Participação da Sociedade/Consulta Pública; 16. Gestão de Unidades de Conservação; 17. Manejo Sustentável/Plano de Manejo/Roteiros Metodológicos; 19. Zoneamento, educação ambiental. Pesquisa, ecoturismo, Monitoramento e fiscalização; 20. Participação da sociedade/ Conselhos; 21. Gestão Compartilhada com OSCIP. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Patrícia. Unidades de Conservação. São Paulo: Aleph, 2001 MORSELLO, Carla. Areas Protegidas Públicas e Privadas: seleção e manejo. 2º.ed.São 2008 BITTENCOURT, Sidney. Nova Legislação Ambiental Brasileira Atualizada, Ed: Temas e Idéias. Paulo: Annablume; FAPESP, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARRIL, C. Cultura Tecnológica Sustentável – Estude de Caso do Projeto Cognitus na Petrobrás. Editora Anhembi Morumbi. São Paulo, 2007. MORAN, E. F., OSTROM, E. Ecossistemas Florestais. Editora Senac. São Paulo – SP, 2009. VALENTE, O. F., GOMES, M. A. Conservação de Nascentes – Hidrologia e Manejo de Bacias Hidrográficas de Cabeceiras. Aprenda Fácil Editora. Viçosa, MG, 2005. SIMÕES, L. L., LINO, C. F. Sustentável Mata Atlântica ´- A Exploração de seus Recursos Florestais. 2º Edição. Editora Senac, São Paulo. 2003. CABRAL, N. R. A. J., SOUZA, M. P. Área de Proteção Ambiental – Planejamento e Gestão de Paisagens Protegidas. 2º edição. Editora Rima. São Paulo, 2005. DISCIPLINA: SOLOS E FERTILIDADE EMENTA Noções de geologia geral, mineralogia e petrologia. Intemperismo físico e químico. Coloides minerais. Água, temperatura e ar do solo. Propriedades físico-morfológicas. Descrição do perfil do solo. Estudo dos fatores e processos de formação do solo. Noções de classificação de solos. Interpretação de propriedades e limitação do uso dos solos. Matéria orgânica. Troca iônica. Reação e acidez do solo. Macro e micronutrientes. Avaliação da fertilidade do solo. Definições básicas de fertilizantes. Classificação dos fertilizantes. Características físicas e químicas dos principais fertilizantes. Método de obtenção dos principais fertilizantes. Matérias-primas usadas na indústria de fertilizantes. Cálculo de adubação e calagem para diferentes tipos de solo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HUBERTO, Gonçalves dos Santos. Sistema brasileiro de classificação de solos. EMBRAPA-ACS, Rio de Janeiro: 2006. MALAVOLTA, Eurípedes. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo: EDITORA AGE LTDA, 2006. 630p. SANTOS, Raphael David dos. Manual de descrição e coleta de solo no campo. Viçosa: 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEPSCH, I. F. Formação e Conservação de Solos. São Paulo; Ed. Oficina de Textos, 2002. MOREIRA, Fátima Maria de Souza. Microbiologia e bioquímica do solo. UFG, Lavras: 2006. FONTES, P. C. R. Diagnóstico do estado nutricional de plantas. Viçosa. Editora: UFV, 2005. EMBRAPA SOLOS. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes. Rio de Janeiro: EMBRAPA. 2009. EPSTEIN, Emanuel; BLOOM, Arnold J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas. Manaus: 2004. 400p DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EMENTA A relação do texto com o contexto sócio histórico e cultural. A relação entre a produção dos enunciados e dos atos da fala, e o contexto da enunciação. A leitura e a escrita na universidade: linguagem e conhecimento. Produção e circulação do conhecimento. Produção de resenhas. Análise dos procedimentos técnicos e metodológicos de preparação, execução e apresentação da pesquisa científica. Formas de elaboração dos trabalhos acadêmicos através das normas técnicas vigentes. Desenvolvimento de Plano de Trabalho e Estruturação de Trabalho Científico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. 10ª ed. São Paulo: ática, 2006. KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo. Contexto. 2005. MARTINS, Dileta e Zilberknop, Lúbia S. Português Instrumental. 14a. Porto Alegre: Sagra Luzzato,. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABREU, Antônio Suárez . Arte de argumentar, a: Gerenciando razão e emoção. ATELIÊ, São Paulo. 2006. CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. São Paulo: Atica. 2005. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. São Paulo: Atica. 2006. MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. 4º edição. Editora Atlas. São Paulo, 2005. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 2006. DISCIPLINA: QUIMICA AMBIENTAL EMENTA Soluções. Fórmulas e Equações Químicas. Equilíbrio Químico: Ácidos e Bases. Acidimetria E Alcalimetría. Precipitação e dissolução. Gravimetria. Complexos e quelatos. Volumetria de oxi-redução. Oxidação e redução.. Comportamento químico dos compostos de nitrogênio, de fósforo, de potássio, de alumínio, de cálcio, de magnésio e de enxofre. Amostragem e preparo de amostras e soluções para análise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALENCASTRO, Ricardo Bicca de. Princípios de química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. BOOKMAN , Porto Alegre: 2006. BROWN, T. L. Química a Ciência Central. 9º ed. São Paulo: Editora Prentice Hall. 2005. RUSSEL, J. B. Química Geral. vol 2, São Paulo: Makron Books do Brasil. 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BACCAN, N. Química Analítica Quantitativa Elementar. São Paulo: Edgard Blücher. 2001 ATKINS, P., JONES, J. Princípios de Química. 3º Edição. Editora Bookman. Porto Alegre. 2006 HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 7º Edição. Editora LTC. Rio de Janeiro – RJ, 2008 VOGEL, A. I., et. al. VOGEL. Análise Química Quantitativa. 6º Edição. LTC Editora. 2006. ALLINGER, N. L., et. al. Química Orgânica. LTC Editora. Rio de Janeiro. 2º Edição. Sem data.2006. 3° SEMESTRE DISCIPLINA: GESTÃO DE RECURSOS FLORESTAIS EMENTA A relação do homem com a floresta: síntese evolutiva. A política florestal e seus instrumentos. A floresta nas constituições e nos códigos florestais do Brasil. Funções, bens e serviços das florestas. Administração e gestão florestal. Gestão pública e gestão privada das florestas. Instrumentos de gestão florestal. A gestão global das florestas. Agenda florestal internacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DA SILVA, Solange Teles; CUREAU, Sandra. Código florestal: desafios e perspectivas 2010. Sao Paulo: 2010 SERRAO-NEUMANN, Silvia Maria. Para além dos domínios da mata: as estratégias de preservação de fragmentos florestais no Brasil. Sao Paulo: Annablume, 2007. MORAN, Emilio F.; OSTROM, Elinor. Ecossistemas florestais: interaçao homem ambiente. Sao Paulo: EDUSP, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SIMOES. Luciana Lopes; LINO, Clayton Ferreira. Sustentável mata atlântica: a exploração de seus recursos florestais. Sao Paulo: SENAC, 2002 SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001: sistema de gestão ambiental. São Paulo: Atlas, 2007. POLETO, Cristiano. Introdução ao gerenciamento ambiental. Sao Paulo: Interciência, 2010 SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel C. de Moura; GUIMARÃES, Leandro Belinaso. Desenvolvimento Sustentável. 3ª edição. Petrópolis: Ed. Vozes, 2008. CAMPOS, João Carlos Chagas; LEITE, Helio Garcia. Mensuração Florestal. Ed. UFV. Viçosa: 2009. DISCIPLINA: GEOPROCESSAMENTO EMENTA Fundamentos e principais aplicações de sensoriamento remoto; princípios físicos do sensoriamento remoto; Sistemas sensores; satélites de observação da terra; elementos da fotointerpretação; interação da radiação eletromagnética com alvos terrestres; processamento digital de imagens; geoprocessamento, introdução aos sistemas de informações geográficas - SIG's, geração de cartas, Global Position System - GPS; tipos de dados utilizados em geoprocessamento; aquisição, tratamento e análise de dados e produção de mapas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, Artur Gonçalves. Interpretação de imagens de satélites meteorológicos: Uma visão prática e operacional do hemisfério sul. ETILO, Brasília: 2002. NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto – Princípios e Aplicações. 3º Edição. Editora Blucher. São Paulo, 2008. MOREIRA, Maurício Alves: Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. UFV, Viçosa: 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. UNESP, São Paulo: 2000. GARCIA, G. J. Sensoriamento remoto: princípios e interpretação de imagens. São Paulo: Liv. Nobel, 1982. 357p. 1992. LIU, W. T. H. Aplicações de Sensoriamento Remoto. Editora Uniderp. Campo Grande, MS. 2006. DISCIPLINA: IMPACTOS, MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL EMENTA Histórico. Conceituação de Impacto Ambiental. Estudo de impacto ambiental como instrumento de planejamento. Tipos de impactos.Estudo de impacto ambiental (EIA) definição. Conceitos de avaliação de impactos ambientais: Componentes de EIA. Componentes do RIMA. Criação de equipes interdisciplinares. Diagnóstico ambiental. Métodos de avaliação de impactos ambientais. Monitoramento ambiental. Controle Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRA, Antonio José .Teixeira. Impactos ambientais e urbanos no Brasil. Rio de Janeiro : BERTRAND BRASIL, 2005 GUERRA, Antonio José Teixeira. Avaliação e perícia ambiental. BERTRAND BRASIL, Rio de Janeiro: 2007. MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: Ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda fácil , Viçosa: 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento e biorremediação. Hemus, São Paulo: 2004. MANO, Eloisa Bisasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. Sao Paulo: Edgard, 2005. SEWELL, Granville H. Administraçao e controle da qualidade ambiental. Sao Paulo: EPU, 1978 JORDÃO, Eduardo Pacheco . Tratamento de esgoto doméstico. Abes, Rio de Janeiro: 2009. POLETO, Cristiano. Introdução ao gerenciamento ambiental. São Paulo: Interciência, 2010. DISCIPLINA: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS EMENTA Processos de degradação de ecossistemas. Fragilidade de subsistemas das microbacias. Resiliência, homeostase, resistência e elasticidade ambiental. Agentes de degradação. Estratégias de recuperação com enfoque holístico, Restauração, reabilitação e revegetação. Técnicas de recuperação envolvendo medidas físicas, biológicas e fisicobiológicas. Mecanismos de avaliação da eficiência conservacionista e autosustentabilidades ecológica das medidas. Parâmetros legais definidores de projetos de recuperação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTINS, S. V.Recuperação de matas ciliares. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001 2007 MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de áreas degradadas: Ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda fácil, Viçosa.2007 PRUSKI, Fernando falco. Conservação de solo e água: Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. UFV. Viçosa. 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PIRES, Fábio ribeiro. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água. UFV. Viçosa: 2006. CORREA, Rodrigo Stuardt. Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração no Cerrado: Manual da revegetação. Brasilia: Universa, 2009 VALERI, Sérgio Valiengo. Manejo e recuperação florestal: legislação: uso da água e sistemas agroflorestais.São Paulo: 2003 ARAUJO, Gustavo H. S. de; et all. Gestão ambiental de áreas degradadas. Sao Paulo: Bertrand Brasil, 2008 CORREA, Rodrigo Stuardt; BAPTISTA, Gustavo Macedo de Mello. Mineração e áreas degradas do cerrado. Brasilia: Universa, 2004 DISCIPLINA: DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EMENTA Noções Básicas de Direito. Proteção de Recursos Naturais na Constituição Brasileira e nas leis específicas. Política Nacional de Meio Ambiente. Fauna e Flora na Legislação Brasileira. Areas Protegidas e Unidades de Conservação. O Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA). O Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Os crimes ambientais e sua regulamentação penal, civil e administrativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. Ed: Malheiros. 2006 MEDAUAR, Odete. Coletânea de Legislação de Direito Ambiental e Constituição 2005. Ed: Revista dos Tribunais.2010. 4.ex, 2009. 1 .ex e 2011 SPAREMBERGER Raquel F. Lopes e AUGUSTIN, Sergio. Direito Ambiental e Bioética: Legislação, Educação e Cidadania. Ed: EDUCS. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BITTENCOURT, Sidney. Nova Legislação Ambiental Brasileira Atualizada, Ed: Temas e Idéias.1999. CARVALHO, Carlos Gomes de. Introdução ao direito ambiental. Letras e letras, São Paulo: 2001. REBELLO FILHO, Wanderley. Guia prático de direito ambiental. 3.ed. LUMEN JURIS, Rio de Janeiro: 2002 GOMES, Carla Amado. Direito Ambiental: O Ambiente como Objeto e os Objetos do Direito do Ambiente. São Paulo: Jurua, 2010. PES, Joao Helio Ferreira; OLIVEIRA, Rafael Santos de. Direito Ambiental Contemporâneo:Prevenção e Precaução. São Paulo: Juruá, 2009. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA Importância de Projetos de Educação Ambiental; Partes iniciais do Projeto; Orientações ligadas a área de Educação Ambiental; Importância de Projetos de Manejo e Gestão de Unidades de Conservação. Educação Ambiental em Unidades de Conservação; Elaboração e Apresentação do trabalho de conclusão baseado em pesquisa bibliografia e estudo de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Patrícia Côrtes. Unidades de conservação. EDITORA ALEPH, São Paulo: 2002. KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 8º ed. São Paulo: Vozes, 2003. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez,2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA, M. Amália de Figueiredo Pereira. Apontamentos de metodologia para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre: Sergio Fabris, 2003. ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. Atlas, São Paulo: 2006. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. Petrópolis: Vozes. 2007 PEREIRA, J. M. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 2º Edição. Editora Atlas. São Paulo – SP, 2010. BASTOS, L. R., et. al. Manual para Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisas, teses, dissertações e monografias. 6º edição. Editora LTC. Rio de Janeiro, 2003. 4° SEMESTRE DISCIPLINA: AUDITORIA AMBIENTAL EMENTA Estudo sistematizado das interações entre as atividades sócio-econômicas e o meio ambiente, visando oferecer os meios necessários para a avaliação dos impactos ambientais resultantes das medidas de prevenção, mitigação e reparação dos danos associados e da capacidade de resposta dos responsáveis pelas atividades em análise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LA ROVERE, Emilio Lebre. Manual de auditoria ambiental. São Paulo: Quality Mark, 2002 GUERRA, AJT e CUNHA, SB. Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2007 CAMPOS, Lucia Maria de Souza. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas, 2009 .. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DALLÁGNOLL, Alencar João. A auditoria ambiental. São Paulo: Fiuzza, 2010. CAJAZEIRA, Jorge E. R.. ISO 14001: Manual de implantação. Rio de Janeiro: 2003. HARRINGTON, H. James. Implantação da ISO 14000, a: Como atualizar o sistema de gestão ambiental com eficácia. Atlas, São Paulo: 2001. VALLE, C. E. Qualidade Ambiental – ISO 14000. Editora Senac. São Paulo, 2002. CERQUEIRA, Jorge Pereira de; MARTINS, Márcia Copello. Auditorias de sistemas de gestão: ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, ISO/IEC 17025, AS 8000, ISO 19011:2002. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004. DISCIPLINA: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EMENTA Saneamento Ambiental e Gerência de Resíduos Sólidos; Resíduos Sólidos; Limpeza Pública; Limpeza de Logradouros; Acondicionamento do Lixo; Coleta do Lixo; Transporte e Transbordo; Tratamento de Resíduos Sólidos; Disposição Final; Reciclagem dos Materiais do Lixo; Disposição de Entulhos; Considerações Finais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento e biorremediação. Hemus, São Paulo: 2004. RIBEIRO, Daniel Véras; MORELLI, Márcio Raymundo. Resíduos sólidos: problema ou oportunidade. São Paulo: Interciência, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PHILLIPPI Jr, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. MANOLE, São Paulo: 2005. SPERLING, Marcos. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos, v.01. Minas Gerais: ABES. 2007 JORDAO, Eduardo Pacheco. Tratamento de esgoto doméstico. Rio de Janeiro: ABES, 2009. CANHOLI, A. P. Drenagem Urbana e controle de enchentes. Oficina de Textos. São Paulo, 2005. RIBEIRO, Daniel Véras; MORELLI, Márcio Raymundo. Resíduos sólidos: problema ou oportunidade. São Paulo: Interciência, 2009. DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO AMBIENTAL EMENTA Planejamento Ambiental. Sistema de Gestão Ambiental. Comprometimento e Política. Teoria geral do planejamento físico ambiental (agro-ambiental, urbano-ambiental); Abordagem do espaço físico em macro, meso e micro escala. Teoria do planejamento e sistema de gestão ambiental visando a implementação de planos e projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Gestão ambiental: Enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. PEARSON, São Paulo. DIAS, Reinado. Gestão Ambiental: responsabilidade Social e Sustentabilidade. Atlas, São Paulo. PHILIPPI JR, Arlindo; ROMÉRIO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso de Gestão Ambiental BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOURA, Luiz Antonio Abdalla de. Qualidade e gestão ambiental: sustentabilidade e implantação da ISO 14.001. Editora juarez xw oliveira,São Paulo: 2008. PIOCH, Daniel: Energia e desenvolvimento sustentável para a amazónia rural brasileira: Eletrificação de comunidades isoladas. Brasília: 2009. VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: iso 14000. SENAC, São Paulo: 2002. ALENCAR, Najila Rejanne; et all. Área de proteção ambiental: planejamento e gestão de paisagens protegidas. São Paulo: Rima, 2005. MOREIRA, Maria Suely. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental (modelo ISO 14000). São Paulo: INDG, 2002. DISCIPLINA: SISTEMA DE ESGOTO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EMENTA Revisão sobre alternativas para tratamento de águas residuárias. Revisão sobre caracterização de águas residuárias. Transferência de oxigênio. Processos biológicos para tratamento de águas residuárias: Processos aeróbios, anaeróbios e combinados. Processos químicos e físico-químicos para tratamento de águas residuárias. Desinfecção de águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos gerados em estações de tratamento de águas residuárias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TSUTIYA, M.T. Além Sobrinho, P. Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário. Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária, Escola Politécnica da USP, 1999 RICHTER, Carlos A. Tratamento de Lodos de Estação de Tratamento de Água. Editora Blucher, São Paulo, 2001. NUVOLARI, Ariovaldo. Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. Sao Paulo: Edgar Blucher, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JORNDÃO, E.P. e Pessôa, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Terceira Edição, ABES, 1995. SPERLING, Marcus Von. Lagoas de Estabilização. Vol. 03, 2º Edição. Beloo Horizonte, 1986. BERNARDO, Luiz di. Seleção de Tecnologias de Tratamento de Água. Vol. 02. Editora LDIBE, São Carlos – 2008. SPERLING, Marcus Von. Princípios básicos do tratamento de esgoto. Vol. 02, 1º Edição. Belo Horizonte: UFMG, 1996. LEME, Edson José de Aruda. Manual prático de tratamento de aguas residuárias. São Paulo: EDUfscar, 2007. DISCIPLINA: GESTÃO DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA EMENTA Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água; Tratamento de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Direta Ascendente; Filtração Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas Etapas; Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água; BIBLIOGRAFIA BÁSICA PÁDUA, V. L. Água – Remoção de Microrganismos emergentes e microcontaminantes orgânicos no tratamento de água para consumo humano. Projeto PROSAB. Rio de Janeiro, 2009. Heller, L. e Pádua, V. L. (Org). Abastecimento de água para consumo humano. Volume 2. 2 Ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010. RICHTER, Carlos. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água. EDITORA EDGARD, São Paulo: 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RICHTER, C. A. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água., São Paulo: Blucher 2001. REBOUÇAS, Aldo da C. Águas doces no Brasil: Capital ecologica, uso e conservação. ESCRITURAS EDITORA, São Paulo: 2006. Di Bernardo, L. Tratamento de água para abastecimento por filtração direta. Rio de Janeiro: ABES RiMa, 2003. Leme, E. J. A. Manual prático de tratamento de águas residuárias. São Carlos-SP: EdUFSCar, 2010. Mancuso, P. C. S. e Santos, H. F. Reúso de Água. Barueri-SP: Manole, 2003. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA Importância de Projetos para áreas rurais. Gestão e manejos de recursos naturais em áreas rurais; Elaboração de projetos de gestão ambiental em áreas rurais; Importância de Projetos para áreas urbanas. Gestão e manejos de recursos naturais em áreas urbanas; Elaboração de projetos de gestão ambiental de áreas urbanas. Elaboração e Apresentação de trabalho de conclusão de curso baseado em pesquisa bibliografia e estudo de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARENGA, M. Amália de Figueiredo Pereira. Apontamentos de metodologia para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre: Sergio Fabris, 2003. KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 8 ed. São Paulo: Vozes, 2003. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. Atlas, São Paulo: 2006. FRAGA, M. L. Metodologia para Elaboração de Trabalhos Científicos. Editora Fundo de Cultura. Rio de Janeiro, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORAES, Irany Novah. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: Roca, 2007. PINHEIRO, José Maurício dos Santos. Da iniciação científica ao TCC: uma abordagem para os cursos de tecnologia. São Paulo: Ciência Moderna, 2010 LIMA. Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. EL GUINDY, Moustafa M. Metodologia e ética na pesquisa científica. São Paulo: Santos (Grupo GEN), 2006. MATIAS-PEREIRA, José. Manual de metodologia da pesquisa cientifica. São Paulo: Atlas, 2010. DISCIPLINA: ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS EMENTA Introdução conceitual. Apresentação das técnicas para a elaboração e análise de projetos e empreendimentos ambientais e agroindustriais. Avaliação de projetos ambientais e agroindustriais. Aspectos técnicos e econômicos do estudo de mercado. Avaliação da viabilidade, e competitividade e da rentabilidade de projetos. Roteiro para elaboração do projeto. Apresentação do pré-projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUARQUE, Cristovam. Avaliação Econômica de Projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Campos, 1984. MOLINARI, Leonardo. Gestao de projetos: teoria, técnicas e práticas. Sao Paulo: Erica, 2004. WOILER Sansão et all. Projetos, planejamento, elaboração e análise, 2a ed. São Paulo: Atlas, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASAROTTO Filho, Nelson. KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos.São Paulo, 9a ed. Atlas, 2000. WOILER, S., MATHIAS, W. F. Projetos – Planejamento, Elaboração e Análise. 2º Edição. Editora Atlas. São Paulo, 2008. OLIVEIRA, Antonio Donizette de; REZENDE, José Luiz Pereira de. Analise econômica e social de projetos florestais. Belo Horizonte: UFV, 2008. ALENCAR, Antonio Juarez; SCHMITZ, Eber Assis. Análise de risco em gerência de projetos. São Paulo: Brasport, 2010 LUECHE, Richard. Gerenciando projetos grande e pequenos. São Paulo: Record, 2010 OPTATIVAS DISCIPLINA: CRIATIVIDADE, EMPREENDEDORISMO E NEGOCIAÇÃO EMENTA Empreendedorismo quer dizer pelo menos três coisas: A capacidade individual de empreender, O processo de iniciar e gerir empreendimentos, o movimento social de desenvolvimento do espírito empreendedor. Se o empreendedor estiver preparado e der tudo de si, a probabilidade de fracasso do negócio provavelmente é pequena. É isso que se pode constatar com a convivência com pequenos empreendedores de vários segmentos - tanto com aqueles que não lograram obter sucesso no negócio, quanto com aqueles que o tiveram. A questão fundamental então é o preparo do empreendedor BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: Dando Asas ao Espírito Empreendedor. SARAIVA, 2004. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: Como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. Rio de Janeiro: 2003. SALIM, Cesar S., HOCHMAN, Nelson, RAMAL, Andréa C. e RAMAL Silvina A . Construindo Planos de Negócios. São Paulo: Campus, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luisa. Editora de Cultura, 2002. SILVA, Antônio C. T. Da. Inovação: Como Criar Idéias que Geral Resultados. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004. WEVER, Luiz e BRITO, Francisco. Empreendedores Brasileiros. Ed. Negócio, 2002. HISRICH, Robert D., et all. Empreendedorismo. Sao Paulo: Bookman, 2008. SERTK, Paulo. Empreendedorismo. São Paulo: IBPEX, 2007. DISCIPLINA: MORFOLOGIA E SISTEMÁTICA VEGETAL EMENTA A célula vegetal como base para a compreensão da Botânica. Morfologia dos órgãos vegetativos (raiz, caule e folhas). Morfologia dos órgãos reprodutivos (flor, fruto e sementes). Principais critérios para classificação dos vegetais. Grandes grupos vegetais e ciclos reprodutivos. Conceito de evolução e filogenia em plantas. Conceito de espécie. Unidades Sistemáticas. Nomenclatura botânica e Sistemas de Classificação. Herbário vegetal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GLORIA, B. A. & Guerreiro, S. M.C. Anatomia vegetal. 2 ed. Viçosa. Editora: UFV, 2006. JUDD, W. S. et al. Sistematica Vegetal: Um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 632p. VIDAL, W. N; VIDAL, M. R. R. Botânica – Organografia. 4 ed. Viçosa. Editora: UFV, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROSO, G. M.; MORIM, M. P.; PEIXOTO, A. L.; ICHASO, C. L. F. Frutos e sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: UFV, 2004. BARROS, G. M. et al. Sistemática de angiospermas do Brasil. Vol. 1. 2 ed. Viçosa. Editora: UFV, 2004. OLIVEIRA, F. & SAITO, M. L. Práticas de morfologia vegetal. São Paulo: Ateneu, 1991. NULTSCH, W. Botânica Geral. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. CARVALHO, D. A & VAN DEN BERG, E. Sistemática Vegetal. Pteridófitas, Gimnospermas, Angiospermas. Lavras:UFLA, 2007. 160 p DISCIPLINA: LIBRAS EMENTA O sujeito surdo: conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais. Noções lingüísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no discurso. A gramática da língua de sinais. Aspectos sobre a educação de surdos. Teoria da tradução e interpretação. Técnicas de tradução em Libras / Português; técnicas de tradução Português / Libras. Noções básicas da língua de sinais brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão. Brasília, DF: MEC; SEEP, 2005. MOURA, Maria Cecília. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B (col.). Língua de sinais brasileira, estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Elizabeth G. C. de. Leitura e surdez: um estudo com adultos não oralizados. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2001. 1 e 2 v. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição, numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. LACERDA, C. B. F. de; GOES, M.C.R. (orgs.). Surdez: processos educativos e subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000. QUADROS, R. M. de. Secretaria de Educação Especial. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília, DF: MEC; 2004. DISCIPLINA: ZOOLOGIA GERAL EMENTA Introdução. Noções de sistemática animal. Relações entre os seres vivos. Protozoários: principais classes. Platelmintos. Tuberlários, trematódeos e cestódeos. Nematoda: características. Moluscos: características gerais. Gastrópodes. Anelídeos: características gerais, sistemática, importância dos oligoquetas. Artrópodos: caracteres gerais, sistemática e importância das aranhas, escorpiões e insetos. Phylum Chordata: generalidades, características gerais do subphylum Vertebrata (craniata). Anfíbios: características gerais: biologia e importância para o homem. Répteis: características gerais, biologia e importância para o homem. Utilidades das serpentes, soroterapia e medidas profiláticas. Distinção entre as serpentes peçonhentas e não peçonhentas. Características gerais sobre aves e mamíferos BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARNES, R. S. K. Os invertebrados. Uma nova síntese. 2. ed. São Paulo: Atheneu Editora São Paulo, 1995. BARNES, R. D.; RUPPERT, E. E.; FOX, R. S. Zoologia dos Invertebrados. 7 Ed. São Paulo: Editora Roca. 2008. HICKMAN, ROBERTS, LARSON, Princípios integrados de Zoologia. 11 Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO. R. P. L ET AL. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2001. 920 p. SERRA-FREIRE, Nicolau Maués da. Entomologia e acarologia na medicina veterinária. Rio de Janeiro: L. F. livros, 2006. 199 p. CARVALHO. R. P. L ET AL. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2001. 920 p. DYCE, K. M; SACK, W. O; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1990. FRENCH, K.; RANDALL, D.; BURGGREN, W. Fisiologia animal. 4. ed, Rio de Janeiro: GUANABARA KOOGAN. 2000.