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ESCOLA ESTADUAL DOM CARLOS EDUARDO
ENSINO FUNDAMENTAL
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
REALEZA
2008
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INDICE
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Apresentação ................................................................................................
Objetivos .......................................................................................................
Identificação .................................................................................................
Descrição Situacional ....................................................................................
Fundamentação Teórica e Operacional .........................................................
Referências ...................................................................................................
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03
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05
08
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ANEXOS
PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA .............................................................
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APRESENTAÇÃO
Este Projeto Político Pedagógico tem como princípios garantir o direito de igualdade e de
acesso ao conhecimento científico, proporcionando a formação global e integral do educando para
que seja apto para interagir na sociedade, sendo agente modificador da sua realidade. Deve levar
em consideração os propósitos, as perspectivas, os valores da escola e interesses concretos da
nossa comunidade escolar e garantir a liberdade para construção de uma escola cidadã. Não
deixando de avaliar todos os setores da escola para garantir o êxito do projeto. (Avaliação
Emancipatória)
Neste Projeto Político Pedagógico a Escola dá mais um passo na formação, organização e
luta para a construção de um mundo melhor, baseado em estudo, garra e proposição. Nele
significamos coletivamente a nós mesmos, professores, direção, equipe pedagógica, funcionários
e alunos. Nossas práticas, bem como afirmamos e redefinimos identidades, aprendemos a nunca
desistirmos dos sonhos e nunca perdermos a esperança, principalmente em períodos de crises
educacionais, sociais e políticas.
Este Projeto nos sinaliza que, devemos olhar criticamente para a função da escola que
temos e a que sonhamos, de seu papel na luta para a transformação, refletir as condições de
trabalho e a necessária construção coletiva da organização do trabalho educativo.
É o local por excelência do aprendizado e da convivência humana entre sujeitos que
estabelecem relações de horizontalidade e de igualdade.
Pensamos o Projeto Político Pedagógico como norteador de um ensino aprendizagem
voltado para a Escola Pública e como construtor de seres humanos transformadores de uma
sociedade digna e cidadã.
A elaboração do projeto aconteceu através de reuniões e debates coletivos, entre a
comunidade escolar, pais, professores, alunos, equipe pedagógica, direção, funcionários e APMF.
Foram utilizados recursos diversos como: grupo de estudos em vários momentos, preenchimento
de questionários por parte de pais e alunos, para coleta de sugestões quanto ao processo ensinoaprendizagem.
Houve uma participação significativa por parte de todos os envolvidos e muita
preocupação no sentindo da responsabilidade na elaboração do Projeto, visando urgente
modificação no ensino e, conseqüentemente, na educação.
OBJETIVOS
•
Promover alterações necessárias no contexto escolar, conquistando um melhor espaço para a
socialização, reflexão coletiva, que assegure o direito de aprender a decidir e agir.
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•
Garantir condições para o desenvolvimento das capacidades e aprendizagens dos conteúdos
necessários, oferecendo instrumentos de compreensão da realidade, favorecendo a
compreensão do aluno como centro do processo educativo, valorizando o saber.
•
Transformar a realidade atual pondo em prática seus conhecimentos sociais, culturais, políticos
e éticos como meta real.
IDENTIFICAÇÃO
A Esc. Est. Dom Carlos Eduardo - Ensino Fundamental, Código 00013, está situada a
Rua Sargento Ramiro da Silva, 3685, com sede própria tendo como estrutura física 8.015 m2 de
área total e 2.523 m2 de área construída, localizada na zona urbana do município de Realeza,
Código 2160 e mantida pelo Governo do Estado do Paraná, Código 02, ficando à
aproximadamente 70 km de distância do Núcleo Regional de Educação de Francisco Beltrão,
Código 12.
Teve seu início de funcionamento em 27 de Fevereiro de 1965 com a autorização da
Campanha Nacional de Educandários Gratuítos. Em 24 de Setembro de 1965, pelo Decreto nº
19.544, passou a pertencer a rede estadual de ensino, com a denominação de Ginásio Estadual
de Realeza. Em 11 de Dezembro de 1978, pelo Decreto 5.967, passou a denominar-se Escola
Estadual Dom Carlos Eduardo - Ensino de 1º Grau em homenagem a Dom Carlos Eduardo Sabóia
de Mello, famoso personagem da vida social e religiosa do Sudoeste paranaense e primeiro Bispo
da Diocese de Palmas a qual pertencemos. Seu reconhecimento de curso deu-se pela resolução
nº 242/82 em 12.02.1982. Hoje é denominada Escola Estadual Dom Carlos Eduardo - Ensino
Fundamental conforme resolução nº 3.120/98 de 11.09.1998. Regimento Escolar aprovado sob
Parecer nº 154/2000 de 06/12/2000 e pelo Ato Administrativo nº 256/2000.
Oferta curso na modalidade de ensino fundamental de 5ª a 8ª série com 24 turmas
distribuídas em 2 turnos, matutino e vespertino, perfazendo um total de 677 alunos, 13
funcionários e 32 professores, 02 professores pedagogos, 01 diretora, 01 Sala de Recurso e 02
Salas de Apoio, 12 salas de aula, ala administrativa com 9 salas e 2 banheiros, 24 banheiros para
alunos no saguão, cozinha, biblioteca, sala de vídeo, laboratório de ciências, ginásio de esportes
coberto com sala de materiais e 2 banheiros, 3 quadras de esportes abertas e um campo de
futebol. Todos os espaços acima descritos serão otimizados.
A população atendida é heterogênea, sendo do centro da cidade, periferia e zona rural
apresentando característica sócio-econômica média/baixa, prevalecendo a classe pobre. A maioria
dos nossos educandos são filhos de domésticas, trabalhadores rurais, operários de pequenas
indústrias e desempregados. Estas características são importantes para conhecer a realidade dos
nossos alunos e encaminhar as atividades pedagógicas tendo como base a prática social.
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DESCRIÇÃO SITUACIONAL
A construção do Projeto Pedagógico desta escola envolve a participação coletiva de toda
a comunidade escolar, na discussão, na argumentação e na escrita da identidade da mesma,
norteada pela Lei nº 9.394/96 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional para o Ensino
Fundamental e Deliberação 014/99 do Conselho Estadual de Educação.
No momento atual a sociedade precisa de seres humanos pensantes que usam a
inteligência visando a construção de um mundo menos corrupto, menos agressivo onde a vida
passe a ser regida pela dignidade, sensibilidade e respeito mútuo.
De acordo com a socialização, os cidadãos(ãs) com sua capacidade de transformar a
realidade atual deverão ser capazes de intervir criticamente no meio em que vivem, pondo em
prática seus conhecimentos sociais, culturais, políticos e éticos tendo como meta uma real
transformação e valorização social.
Destaca-se a necessidade de adaptação das instalações físicas para atender alunos
com necessidades educacionais especiais, bem como um refeitório para atendimento à
alimentação dos alunos durante o recreio.
Há funcionamento normal nas salas de aula, setor administrativo, banheiros, ginásio de
esportes e pátio de recreação. Apesar da reforma pela qual a escola está sendo beneficiada,
ainda há algumas dependências como o ginásio de esportes com sério problema de infiltração de
água impedindo o uso do mesmo em dias chuvosos, portanto evidencia-se a necessidade de
verbas para reforma deste e pavimentação do pátio, estas devem ser provenientes do estado.
Destaca-se ainda a necessidade de uma sala específica para a hora-atividade dos professores,
bem como, há urgência de uma reforma na cozinha da escola, visto que a mesma encontra-se em
condições precárias.
O estabelecimento de ensino necessita de adaptações e melhorias em determinadas
repartições físicas, bem como no trabalho pedagógico, visando garantir mais qualidade no ensino.
A falta de uma sala para o almoxarifado está causando transtornos nas demais salas da
ala administrativa.
A nossa escola possui salas de aula com boa ventilação e iluminação satisfatória,
quantidade suficiente de banheiros, biblioteca com acervo bibliográfico insuficiente, laboratório de
ciências com deficiência de instrumentos e materiais de trabalho. Possui recursos didáticos
diversificados: TVs, vídeos, computadores, aparelhos de som, DVDs, data show.
Em relação ao pedagógico, sentimos dificuldades em efetuar um trabalho eficiente
devido às múltiplas situações que enfrentamos: alunos sem pré-requisitos para as 5 as séries,
exemplo, sem domínio de leitura, escrita e cálculos; sem limites disciplinares; carência afetiva;
gravíssimas dificuldades financeiras e estruturais, desinteresses familiares; falta de perspectiva de
vida.
Nossos professores são profissionais especializados, com graduação e pós-graduação,
são pessoas comprometidas e preocupadas com a qualidade do ensino aprendizagem. Apesar
das enormes dificuldades em trabalhar com esses alunos, estamos convictos que fazemos o
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melhor possível.
A nossa sociedade, em linhas gerais, não foge da realidade brasileira, apresentando-se
bastante desigual, com problemas financeiros, desajustes, desemprego, falta de segurança
pública. Refletindo em especial, em nossos adolescentes, a desesperança e a falta de perspectiva
de um futuro melhor.
Com relação a escola, a sociedade se mostra participativa, tanto nos debates como em
decisões a serem tomadas para melhoria da qualidade de ensino, prestando serviços valiosos a
comunidade escolar.
Os alunos representantes de turma são escolhidos de forma democrática pelos colegas
e professores regentes através de eleição. Os mesmos representam a turma em reuniões,
conselho de classe e também são colaboradores diretos entre colegas, professores e equipe
pedagógica.
Ao avaliarmos o Projeto Político Pedagógico, percebemos que ocorreram avanços em
conhecimento teórico por parte dos professores, funcionários, direção e equipe pedagógica,
advindos da necessidade de leituras científicas que sinalizaram caminhos para entender a
verdadeira função do PPP e a construção do mesmo. Avaliamos positivamente a participação e
colaboração dos pais e alunos, com suas sugestões, idéias, críticas comprometendo-se a
trabalhar de forma coletiva, acreditando na possibilidade de transformação social. O mesmo é
flexível, sujeito a modificações em momentos em que houver necessidade.
A avaliação escolar é realizada através de reuniões, envolvendo todos os setores da
escola, alunos, professores, funcionários, equipe pedagógica, equipe administrativa e APMF, com
o objetivo de avaliar os trabalhos da escola. Partindo desta realidade propomos metas para
melhorar a qualidade do ensino-aprendizagem.
Diante desta situação, apresentamos alto índice de reprovação. No ano de 2005 os
resultados foram preocupantes:
• Nas 5as séries de 223 alunos, 188 foram aprovados e 35 foram reprovados;
• Nas 6 as séries de 200 alunos, 159 aprovados e 41 foram reprovados;
• Nas 7 as séries de 159 alunos, 123 aprovados e 36 foram reprovados;
• Nas 8 as séries de 118 alunos, 110 aprovados e 8 foram reprovados.
No ano de 2005 não houve casos de evasão, pois na medida em que aconteciam, a
escola solicitava auxílio dos pais dos alunos, do Conselho Escolar e
Conselho Tutelar, para traçar metas na busca de soluções.
Na parte administrativa e de serviços gerais é urgente à formação continuada dos
profissionais da área, bem como dos professores e equipe pedagógica.
A escola oportuniza trabalhos com projetos integrados nos quais há participação coletiva
de todos os professores, funcionários, equipe pedagógica, direção e alunos. Estabelece-se um dia
por mês, no primeiro horário onde todos param para participar da leitura. Os textos são
preparados pelos professores de cada disciplina.
As passeatas culturais e sociais são realizadas pelas ruas da cidade, bosques e
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caminhódromo, com temas definidos (pela paz, qualidade de vida, meio ambiente, protestos,
violência e drogas).
As viagens de estudos são realizadas de acordo com o conteúdo trabalhado (todas as
séries), locais como: museus, laboratórios de anatomia e zoologia, Jardim Botânico, litoral e
serras.
Concursos de poesias com produções feitas pelos alunos e declamações em horário
cultural.
As atividades esportivas e artísticas acontecem através de jogos inter-séries,
caminhadas, xadrez, danças folclóricas, teatros, pinturas de painéis, palestras informativas (saúde,
sexualidade, cidadania).
Exposição e simpósios de trabalhos produzidos em sala de aula: painéis, produções
escritas, cartazes, faixas decorativas, painel fotográfico fixando temas estudados.
Feiras culturais envolvendo todas as disciplinas através de maquetes, inventos de
máquinas, planetários (sala de astronomia), preservação do meio ambiente (labirinto), matemática
com representações de desenhos geométricos em jogos de espelhos e outros.
Quanto à APMF e Conselho Escolar existe colaboração dos mesmos com relação ao
trabalho pedagógico, em reuniões, sugestões de trabalho e acompanhamento de trabalho escolar.
O Conselho de Classe funciona em três etapas:
1) Pré-Conselho: trabalho realizado pela equipe pedagógica em sala de aula, juntamente com os
alunos; Os alunos avaliam o trabalho de cada disciplina e cada professor através de um
diálogo entre os mesmos e a equipe pedagógica que em seguida registra as respostas obtidas
sobre o relacionamento do trabalho do professor x aluno, aluno x professor e ensinoaprendizagem em fichas específicas; Nesta mesma os alunos apresentam propostas de
mudanças para a turma, ressaltando pontos positivos e negativos das mesmas.
2) Conselho: Com base nas fichas obtidas no Pré-Conselho pelos alunos, faz-se a leitura das
mesmas e em seguida ocorre um debate entre os participantes do Conselho (professores,
equipe
pedagógica,
direção,
funcionários)
de
modo
a
tomar
decisões
e
novos
encaminhamentos para o próximo período.
3) Pós-Conselho: Na primeira fase do pós-conselho a equipe pedagógica realiza um novo
trabalho em cada turma de comunicar aos alunos as propostas elaboradas com base do PréConselho e no Conselho; Após esta fase ocorrem reuniões em pequenos grupos com os
alunos que apresentam maiores problemas de aprendizagem e indisciplina. Finalmente os pais
são chamados para trabalhar em conjunto com a escola para obter melhores resultados.
A formação continuada dos professores e funcionários acontece quando convocados
pela SEED (encontros locais e regionais; seminários).
A Hora Atividade funciona no estabelecimento de ensino conforme horário estabelecido
pela escola, onde os professores realizam atividades de sala de aula, programação de visitas de
estudo, atendimento aos pais e troca de experiências. Há acompanhamento da equipe pedagógica
com sugestões de atividades e discussões sobre assuntos contemporâneos, verificação e
acompanhamento da aprendizagem, no sentido de auxiliar os professores quanto a metodologias
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do trabalho.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E OPERACIONAL
A comunidade escolar como um todo está sentindo a necessidade de promover
alterações profundas no processo de formação humana a qual deverá ser aberta aos envolvidos
no processo educacional, social e democrático, onde o cidadão seja participativo, criativo, crítico e
responsável, sujeito histórico, capaz de reinventar a autonomia do ser humano na construção da
democracia e justiça social.
Diante
disso,
pretendemos
a
educação
como
parte
de
um
processo
de
desenvolvimento, que não se esgote só na aprendizagem cognitiva e instrumental, mas que
envolva as aprendizagens sociais tão necessárias quanto as primeiras, tendo como objetivo dar
condições para que o educando desenvolva suas capacidades intelectuais, assim promoveremos
atividades como:
−
passeatas culturais e sociais;
−
palestras;
−
projeto Educação e Cidadania;
−
viagens de estudos;
−
hora de leitura coletiva na escola (temas direcionados a cada disciplina)
−
salas temáticas de modo a dar suporte as disciplinas, com materiais necessários a
cada uma, onde são os estudantes que trocarão de sala de acordo com o horário de
cada aula;
−
participação da escola na Olimpíada Brasileira de Matemática e Astronomia.
É preciso que tenhamos uma escola de qualidade, que assegure o direito ao
desenvolvimento da capacidade de pensar, indagar, de duvidar, de experimentar hipóteses de
ação e de aprender a decidir e agir.
“A escola é uma instituição cujo papel consiste na socialização e no saber
sistematizado. (SAVIANE, 1992, p. 22).
A escola deve estar comprometida tanto na teoria como na prática, atendendo aos
interesses e anseios coletivos sobre problemas da educação. Queremos resgatar o valor da
Escola Pública, como uma escola de qualidade feita para todos, independente das diferenças
sócio-econômicas étnicas e culturais. Para isso faremos uma reflexão com pais e professores,
através de palestras com profissionais experientes em educação e/ou em outras áreas.
A garantia da escola pública para todos significa dar acesso àqueles que a ela se
reportam. A cultura escolar deve permitir que os educandos tenham um transcurso contínuo e
progressivo com apresentação de resultados efetivos de aprendizagem. A atenção à diversidade
deve ser o eixo norteador da inclusão educacional. Portanto, garantir o acesso e permanência na
escola, com uso de tecnologias avançadas utilizando metodologias diversificadas, envolvendo a
comunidade escolar. Oportunizar aulas de reforço, de treinamento esportivo, abrir a escola nos
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finais de semana para o desenvolvimento de atividades diferenciadas, evitando a evasão e a
desistência.
A educação deve fazer parte do conhecimento global, entre família, escola e sociedade,
partindo do cotidiano (senso comum) para o conhecimento científico, respeitando as etnias,
religiões, costumes locais e regionais. Para isso é imprescindível a permanência do aluno na
escola, atendendo com eficiência as diversidades.
Todo o processo de educação escolar, por ser intencional e sistemático implica a
elaboração e realização de um programa de experiências pedagógicas a serem vivenciadas em
sala de aula e na escola. Para isso as metodologias serão diversificadas e atuais.
Entendemos currículo escolar como elemento constitutivo da organização dos conteúdos
elaborados, sendo uma construção social do conhecimento. É a síntese dos elementos culturais e
espirituais (refere-se aos conhecimentos, aos saberes, às instituições, as vivências artísticas, pode
ser cotidiano ou elaborado) que compõe uma proposta política educativa pensada e impulsionada
por diversos grupos sociais, onde o educando tem a oportunidade de tomar parte do processo de
conhecimento. É também um conjunto de experiências organizadas pela escola, onde a mesma se
responsabiliza e disponibiliza aos alunos, com o objetivo que os mesmos dominem os
conhecimentos historicamente produzidos. Constitui-se na matéria prima do trabalho docente.
O currículo possui flexibilidade e abertura, uma vez que os temas podem ser priorizados
e contextualizados de acordo com as diferentes realidades. A organização curricular é composta
por disciplinas que se complementam e serão reforçadas com os projetos definidos pelo coletivo
da escola.
O ato de conhecimento, além de psicológico, é basicamente histórico e social. A
atividade cognitiva é uma atividade de sujeitos concretos socialmente constituídos na e pela
atividade prática. O conhecimento é a compreensão inteligível da realidade que o sujeito humano
adquire através de sua confrontação com essa mesma realidade, deve ser um modo de existir e
de ver o mundo por parte de cada cidadão. O mesmo só será significativo se incorporado pela
compreensão, exercitação e utilização criativa.
“O conhecimento tem que ser tal que o sujeito se transforme, e com isto seja capaz de transformar
a realidade. O mesmo só tem sentido quando possibilita o compreender, o usufruir ou o
transformar a realidade”. (VASCONCELLOS, 1999, p. 34)
O conhecimento científico propicia um comprometimento envolvendo a participação
crítica do educando, para que se torne um ser atuante na sociedade e no meio em que vive, que
este conhecimento adquirido venha a dar suporte a sua realização pessoal, profissional e social
tendo a percepção que é um entre muitos e para tanto precisa relacionar-se de forma harmoniosa
com os outros seres. Sendo assim a escola partirá das práticas sociais e priorizará os
conhecimentos científicos.
A formação básica constitui referência realimentadora de todo o processo formativo.
Precisamos criar condições que garantam para todos o desenvolvimento de capacidades e
aprendizagem de conteúdos necessários, a vida em sociedade, oferecendo instrumento de
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compreensão da realidade também favorecendo a participação do aluno como centro do processo
educativo em relações sociais e políticas diversificadas, cada vez mais amplas oportunizando o
conhecimento de mundo, promovendo os valores da liberdade, da autonomia moral, intelectual,
social, religiosa e econômica, as quais se tornarão competências necessárias para uma vida de
qualidade com cidadania.
A medida básica a ser considerada é um processo de construção de conhecimentos,
valorizando o saber, o conhecimento como essencial acesso permanente na dimensão da
qualificação dos docentes e discentes, no enfrentamento, na formação cultural e humana para os
desafios da vida contemporânea.
“O povo precisa da escola para ter acesso ao saber erudito, ao saber sistematizado e em
conseqüência, para expressar de forma elaborada os conteúdos da cultura popular que
correspondem aos seus interesses” (SAVIANE, 1992, p. 84).
É preciso garantir um avanço na formação intelectual, para toda a comunidade escola,
partindo da valorização do conhecimento não sistematizado em conhecimento sistematizado, para
que entenda a sociedade e seja agente transformador da mesma. Por meio do intercâmbio do
saber constrói-se o conhecimento mútuo. Proporcionaremos momentos de discussão e estudos
que envolvam todos os segmentos da escola.
É necessário que os educadores, bem como funcionários, APMF e representantes de
turmas tenham acesso permanente aos novos conhecimentos nas diferentes áreas (Plano de
Formação Continuada). Que haja garantia e espaço para que todos na escola passem a narrar
suas experiências e suas trajetórias quanto à prática pedagógica. Para que isso aconteça a escola
incentivará a participação em cursos oferecidos pela SEED, município, estudos de textos durante
a hora atividade.
Diante desta realidade a mesma propõe dias para:
•
Planejamentos; conselhos de classe, conforme calendário.
•
Troca de experiências, entre professores, equipe pedagógica, direção e funcionários, em
momentos oportunizados pela hora atividade.
•
Grupos de estudo, mensal, para professores(as) e demais funcionários durante o período
letivo.
•
Grupo de estudos para pedagogos, quinzenais.
•
Hora atividade.
•
Cursos de capacitação e aperfeiçoamento: promovidos ou não pela mantenedora (eventos).
Diferenciar sem discriminar exige construir uma democracia que permita não só as
manifestações plurais, mas que possibilite e garanta os meios para seu desenvolvimento, fazendo
que a diversidade não equivale a desigualdade. Agir com responsabilidade como seres humanos
críticos imbuídos de uma ética e vontade de agir em prol da justiça, da solidariedade e de um
espírito de coletividade. Para que isso aconteça, agiremos com responsabilidade, com consciência
de que as diferenças são importantes. Utilizaremos para tanto, recursos como: vídeos, textos
abordando temas atuais sobre a discriminação, palestras e diálogo constante entre os envolvidos
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com a escola.
A proposta de educação inclusiva aplica-se a todos e não apenas aos alunos com
necessidades especiais, com isso, almeja-se a construção de uma sociedade comprometida com
as minorias que valorizem a diversidade humana, capaz de reconhecer as diferenças e promover
a aprendizagem.
A educação especial é uma modalidade da educação escolar que assegura um conjunto
de recursos, apoios e serviços educacionais especiais, organizados para apoiar, complementar,
suplementar e em alguns casos substituir os serviços educacionais comuns de modo a garantir a
educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que
apresentam necessidades educacionais especiais, sempre que necessário faremos as adaptações
curriculares e desenvolveremos metodologias e dinâmicas que propicie a inclusão de todos sem
prejuízo à aprendizagem.
A Educação Especial refere-se às crianças e adolescentes cujas necessidades decorrem
de suas dificuldades para aprender. Essas dificuldades educacionais especiais são definidas pelos
problemas de desenvolvimento da aprendizagem apresentadas pelo aluno, em caráter temporário
ou permanente bem como pelos recursos e apoios que a escola poderá proporcionar, objetivando
a remoção das barreiras para a aprendizagem, e compreendem:
I – Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que
dificultem o acompanhamento das atividades curriculares;
II – Condutas típicas de síndromes, quadros psicológicos e neurológicos, buscando melhorar essa
realidade.
A escola ofertará serviços e apoios especializados visando ao atendimento de alunos
com dificuldades educacionais especiais nas áreas das deficiências em aprendizagens, condutas
típicas de quadros neurológicos e psicológicos. Compreende:
-
Sala de recursos.
-
Sala de apoio.
A coordenação pedagógica dará o apoio necessário para o bom funcionamento destes
recursos pedagógicos.
Avaliar um aluno com dificuldades é criar a base de como incluí-lo dentro do círculo da
aprendizagem, o diagnóstico permite a decisão de direcionar ou redirecionar aquilo ou aquele que
está precisando de ajuda.
A avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais é realizada no
contexto escolar contando com a participação do professor e da equipe técnico-pedagógica da
escola, de modo processual e contínuo com o objetivo de avaliar os conhecimentos prévios, as de
aquisição da aprendizagem.
Esse processo avaliativo ajuda o professor a investigar e acompanhar o desenvolvimento
tanto do processo de ensino quanto de aprendizagem, refletindo sobre sua prática pedagógica e
reformulando-a quando necessário.
Os conteúdos são meios para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes
permitam produzir bens culturais, sociais e econômicos e deles usufruir. Conforme a LDB em seu
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Art. 32 Incisos I a IV temos que no Ensino Fundamental, desenvolver a capacidade de aprender a
partir do domínio da leitura, da escrita e do cálculo; A compreensão do ambiente natural e social,
do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores, sobre os quais se baseia a sociedade;
O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem objetiva a aquisição de conhecimentos,
habilidades e a formação de atitudes e valores; o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços
de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se acenta a vida social.
Entendemos que o conhecimento deve ser construído pelo sujeito na sua relação com os
outros e com o mundo. Compreendendo também que o conteúdo que o professor apresenta
precisa ser trabalhado, refletido, reelaborado pelo aluno para se constituir em conhecimento dele.
Deverão ser selecionados de maneira a possibilitar os conhecimentos imprescindíveis
para propiciar aos alunos a compreensão das condições para uma vida plena.
Organizar de forma dinâmica os conteúdos significativos, compreendendo a liberdade de
pensamento, capacidade argumentativa, o gosto e o reconhecimento da importância de
compreensão do mundo, propiciando ferramentas teóricas e práticas, interpretando e lendo a
realidade, mostrando a necessidade de participar dos movimentos sociais e políticos. Para garantir
a seleção dos conteúdos necessários será observado as DCE´s, o PCC e os Planos de Trabalho
Docentes que serão acompanhados pela equipe pedagógica da escola.
Cabe ao educador mediar, despertar e acompanhar o interesse dos educandos pelo
conhecimento, ajudando-o a tomar consciência das necessidades postas pelo social, colaborando
na articulação e discernimento delas como objeto de conhecimento, necessitando ter presente a
importância dos conteúdos, objetivos, critérios, instrumentos e metodologias.
A Metodologia é concebida como um conjunto de métodos e técnicas de aprendizagem.
É um instrumental teórico-prático que permite o conhecimento o mais real possível e a prática
mais segura e clara, possibilitando assim o saber e o fazer a um só tempo e encarados como uma
realidade total, assumindo um caráter político que lhe é inerente. A metodologia deve ser voltada
na construção do conhecimento dos alunos em relação ao objeto de estudo. A participação, a
pesquisa, as experiências, o diálogo, e a observação devem superar a aquisição mecânica do
conhecimento. O professor deve recorrer a materiais diversificados, que fazem o aluno sentir-se
inserido no mundo a sua volta. Problematizar a realidade, resultando assim um desafio a
inteligência de professores e alunos, decorrendo dela um processo de busca de soluções, que
envolvam desde consulta de livros didáticos, manuseio de dados bastante simples até a testagem
de hipóteses e elaboração de sínteses. A metodologia deve ser acompanhada de muito preparo,
pesquisa e tempo, para que as dinâmicas sejam ricas e criativas bem como os conteúdos
atualizados.
Permitir, vivenciar e valorizar as manifestações populares, despertando interesse pela
leitura e pesquisa com objetivo de desenvolver a autonomia intelectual, bem como a participação
coletiva nos processos de estudo, trabalho e gestão da escola, num sentido de representação e
participação efetiva de todos compreendendo as relações de interdependência entre as culturas
sem qualificar nenhuma como superior. Para isso serão organizados exposições de trabalhos dos
alunos, simpósios, palestras, danças, jogos e músicas.
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O uso da informática possibilita a interação e a produção de conhecimento no espaço e
no tempo, possibilitando diferentes formas de comunicação produzindo ou recebendo
informações, criando ambientes de aprendizagem que fazem surgir novas formas de pensar e
aprender. É necessário portanto uma cuidadosa reflexão por parte de todos que compõem a
comunidade escolar, para que a tecnologia possa de fato contribuir para a formação de indivíduos,
competentes, críticos, conscientes e preparados para a realidade em que vivem. O uso de
tecnologias na escola está vinculado a uma concepção de ser humano e mundo de educação e
seu papel na sociedade moderna.
Dentro da informática, queremos favorecer a aprendizagem cooperativa, permitindo a
colaboração e a interação entre alunos no processo de construção do conhecimento, em virtude
da possibilidade de compartilhar dados pesquisados, hipóteses conceituais, explicações
formuladas, textos produzidos utilizando um mesmo programa ou via rede (Internet, Correio
Eletrônico). Para isso utilizaremos o Laboratório do Paraná Digital.
A avaliação de aprendizagem ou conhecimento é uma situação do aprender como ação
consciente, reflexiva e crítica que se destina à promoção do aluno oferecendo-lhe condições de
pensar, de se ver, de optar e auto realizar-se. É um processo participativo, auto reflexivo, crítico e
emancipador bem como versátil, diagnóstico, contínua e coerente com o processo de ensino
aprendizagem.
“Uma avaliação contínua e cumulativa significa o acompanhamento da construção do
conhecimento em sua evolução e complementariedade, exigindo alterações qualitativas nas
formas de registro e tomadas de decisão sobre aprovação” (HOFFMAN, 2004, p. 73)
A avaliação deve ser instrumento para o conhecimento da realidade escolar, buscando
compreender as causas dos problemas de aprendizagem e a busca de soluções oferecendo
subsídios para as ações do educador. A sua eficácia depende da clareza do diagnóstico e a
mudança de atitudes de professores e alunos para a solução dos problemas detectados,
garantindo o respeito às diferenças culturais, pois elas se manifestam de forma individual, coletiva,
bem como a cultura regional e local.
Os instrumentos de avaliação devem também contemplar as justificativas orais, uma vez
que estas revelam aspectos que muitas vezes não ficam evidentes nas avaliações escritas. É
consenso que para avaliar esse aluno, fruto das crescentes transformações que ocorrem no
mundo incorporem-se outros métodos para avaliar a bagagem que ele vai agregando no decorrer
da caminhada.
A avaliação, na nossa escola, será contínua, permanente e cumulativa com a finalidade
de acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos alunos, bem como diagnosticar
seus resultados e atribuir-lhes valor expresso em notas de 0 (zero) a 10 (dez).
A nota do trimestre será resultante da somatória dos valores atribuídos em cada
instrumento de avaliação, sendo valores cumulativos em várias aferições, em seqüência e
ordenação de conteúdos, considerando as especificidades de cada disciplina.
O rendimento mínimo exigido para aprovação será trimestral com média 6,0 (seis vírgula
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zero) por disciplina.
Instrumentos e técnicas de avaliação que serão utilizadas pela escola:
•
testes de aproveitamento;
•
trabalhos de criação individual e/ou em grupo;
•
pesquisas;
•
debates e entrevistas;
•
auto avaliação com critérios estabelecidos;
•
tarefas específicas;
•
observações espontâneas e/ou dirigidas, observando a capacidade crítica e de elaboração
pessoal de cada aluno;
•
hetero avaliação havendo contudo a necessidade de uma comunicação clara, concisa e
objetiva na orientação dos trabalhos escolares;
•
Decisões coletivas;
•
Relatórios avaliativos;
•
Observação compartilhada – diálogo.
•
A resultado da aprendizagem será comunicada aos pais através de reuniões, boletins, visitas,
bilhetes informativos, telefonemas.
Plano de avaliação interna e sistemática de 5ª a 8ª séries.
A avaliação escolar é considerada um instrumento de estímulo e promoção da
aprendizagem, colocada a serviço do avanço com qualidade do processo de escolarização, deve
incidir, sobre a escola aplicando-se ao rendimento dos alunos, ao desempenho dos professores,
do corpo técnico dos funcionários, às condições de sua organização e funcionamento, às relações
entre a escola e comunidade.
Avaliação Institucional:
“processo que busca avaliar a instituição de forma global, ou seja, contemplando os vários
elementos que a constituem em função da sua finalidade. Através de instrumentos que permitam a
manifestação das suas características próprias (identidade), e que também a localizem dentro da
globalidade do sistema, sem deixar de articular identidade e globalidade com o contexto social.”
(Caderno de Apoio – Avaliação Institucional da Educação Básica no Paraná – Processo de AutoAvaliação escola, p. 3, SEED, 2003/2006)
A Avaliação Institucional é flexível, portanto, reformulada quando necessário, para que
esteja sempre atualizada, será realizada através de reuniões internas, questionamentos,
estabelecendo o perfil da escola, sendo uma forma qualitativa servindo de parâmetro para
resolução de problemas, identificando as necessidades de inovações, tendo a coletiva
participação dos Professores, Direção, Equipe Pedagógica, Conselho Escolar, APMF, alunos, e
funcionários, os quais farão um acompanhamento e avaliação do desenvolvimento da Proposta
Pedagógica, através de ação e decisão compartilhada.
O Projeto Político Pedagógico é entendido e avaliado por nós, professores, equipe
pedagógica, direção, funcionários e comunidade escolar, como uma reflexão do nosso cotidiano,
conseqüência de uma ação intencional com compromisso definido coletivamente, na busca de
delinear a própria identidade, pois construí-lo, executá-lo e avaliá-lo é tarefa de toda a comunidade
15
escolar.
Será avaliado durante a execução do mesmo e no final do ano letivo ou semestre, em
reuniões coletivas envolvendo todos os setores da escola, através de releitura, reflexão das ações
ocorridas durante o ano, indicando pontos positivos ou negativos do trabalho pedagógico.
A hora atividade é um momento de estudo individual e/ou coletivo, visando a formação
continuada, troca de experiências e planejamento das aulas objetivando resultados produtivos
para o ensino aprendizagem.
A hora atividade de nossa escola procurará respeitar o calendário estabelecido pela
SEED. Estaremos oferecendo apoio pedagógico aos professores sempre que possível,
disponibilizando textos para leitura e formação continuada.
O Conselho de Classe é um instrumento de transformação da cultura escolar sobre
avaliação. Como órgão colegiado é de natureza consultiva em assuntos didático-pedagógicos,
com atuação escrita e restrita a cada turma do estabelecimento de Ensino. É o momento e o
espaço de uma avaliação diagnóstica da ação pedagógica-educativa da escola, bem como forma
de controle da realização da Proposta Pedagógica, é inserido no processo como etapa
dinamizadora do mesmo, sendo uma avaliação coletiva do trabalho pedagógico para tomada de
decisões relativas aos encaminhamentos necessários tendo em vista os resultados obtidos e a
superação dos problemas diagnosticados. Trata-se de uma discussão aberta onde o poder do
professor é compartilhado com os colegas, direção, equipe pedagógica, funcionários, alunos e
demais participantes do conselho, estabelecendo critérios comuns com vista a uma unidade de
procedimentos visando uma melhoria contínua do ensino aprendizagem.
O Conselho de Classe funcionará em três etapas, conforme descrito no marco
situacional, e dentro do possível buscaremos novos procedimentos.
Os estudos de recuperação para os casos de baixo rendimento serão paralelos ao
período letivo conforme Art. 24, inciso V, alínea “e”, da Lei 9394/96, objetivando sempre a
incorporação dos conhecimentos.
Os estudos paralelos de recuperação consistem em momentos planejados e articulados
ao andamento dos estudos no cotidiano da sala de aula. Propondo aos alunos permanentemente
gradativos desafios e tarefas articuladas e complementares às etapas anteriores, visando sempre
o maior entendimento e a maior riqueza dos seus argumentos.
O trabalho pedagógico em relação à recuperação paralela será organizado para o
coletivo, mas a partir de múltiplos indicadores individuais. O professor fará retomada do conteúdo
de maneira diferenciada e aprofundada; Promoverá debates entre os alunos para verificar onde
apresentam ainda maiores dificuldades; Atividades em grupos: escritas, jogos e oralidade;
Atividades individuais: trabalhos extra-classe e atividades escritas, sendo que todas essas
atividades serão avaliadas.
A escola informará a comunidade sobre as inovações ocorridas, promovendo contínua
interação entre a comunidade escolar, através de reuniões periódicas, com os pais em grandes e
pequenos grupos, boletins informativos trimestrais, convocação aos pais e demais informações
através de bilhetes.
16
A comunidade escolar é compreendida como o conjunto dos profissionais da educação
atuantes no estabelecimento de ensino, alunos devidamente matriculados e freqüentando
regularmente, pais/responsáveis pelos alunos.
Ao(A) Diretor(a) compete a responsabilidade máxima em relação a preservação do
caráter educativo da instituição escolar. Tem a função específica de dirigir um projeto educativo
politicamente comprometido com a transformação social da escola e da comunidade. Para tanto,
exige a capacidade de saber ouvir, alinhavar idéias, questionar, interferir, traduzir posições e
sintetizar uma política de ação com o propósito de coordenar efetivamente o processo educativo.
Cabe também ao(a) diretor(a) destinar de forma adequada os recursos vindos tanto da esfera
Federal como Estadual de acordo com as normas já estabelecidas pelos mesmos. O mesmo será
eleito pela comunidade escolar obedecendo as normas pré-estabelecidas pela SEED.
Na escola, a construção da democracia busca novas relações internas (família,
política/social, aluno/professor) onde há interferência da linguagem culta e dos meios de
comunicação e a vivência social. Assim se propõe objetivos, ações e suas formas de provimento.
O(a) Pedagogo(a) é aquele(a) que possibilita o acesso à cultura, organizando o processo
de formação cultural. É o que domina sistemática e intencionalmente as formas de organização
dos processos (procedimentos, formas e métodos) de formação cultural que se dá no interior da
escola.
Professor(a) Pedagogo(a) tem como função atuar num trabalho reflexivo, coletivo,
permanente, que exige participação, construção, superação e diálogo. Cabe ao(a) pedagogo(a)
ser capaz de estabelecer a relação entre a filosofia e o senso comum (entre o pensamento dos
especialistas e de todos os leigos), fazer do seu trabalho um fórum permanente de debate e
avaliação do sentido do processo educacional que se desenvolve, bem como fomentar a
organização de espaços na escola, para o debate, para organizar o trabalho pedagógico,
propostas, projetos, planejamentos, definindo em conjunto horários, a rotina, metodologias,
reuniões específicas, o currículo, avaliação e relação com a comunidade. Tarifismo e substituições
de professores não é função do professor pedagogo.
A Associação de Pais Mestres e Funcionários (APMF) é uma organização de caráter
privado, tem grande importância na contribuição para a melhoria da qualidade de ensino. É
escolhida e eleita em assembléia organizada pela Direção da escola, com toda a comunidade
escolar, professores, pais, funcionários e alunos. Seu objetivo é colaborar na assistência ao
educando, no aprimoramento do ensino e na integração família, escola, comunidade. Atuará
participando das reuniões administrativas e pedagógicas quando solicitados pela escola, para
juntos discutir e decidir assuntos relacionados ao ensino aprendizagem, bem como sobre o
andamento geral da escola.
O Grêmio Estudantil tem por finalidade colaborar, congregar o corpo discente da escola
defendendo os interesses individuais e coletivos dos alunos. Promovendo a cooperação entre
professores, funcionários e alunos no que diz respeito ao trabalho escolar buscando sempre seu
aprimoramento.
O(A) representante de turma de alunos é escolhido em eleição pelos colegas da turma
17
sendo coordenados pelo professor regente da mesma, conforme normas pré-estabelecidas pela
escola e Conselho Escolar. Sua função é ser um elo de ligação entre a turma, professor, Direção e
Equipe Pedagógica visando melhorar as atividades escolares e o ensino-aprendizagem
O Conselho Escolar é um órgão colegiado de natureza deliberativa, consultiva e fiscal,
que tem como principal atribuição o acompanhamento do projeto pedagógico a ser desenvolvido
pela escola. É um fórum permanente de debates, de articulação entre os vários setores da escola,
tendo em vista o atendimento das necessidades comuns e os encaminhamentos necessários a
solução de problemas administrativos-pedagógicos que possam interferir no funcionamento da
mesma.
As ações desenvolvidas pelo Conselho Escolar serão direcionadas na aprovação e
acompanhamento do Projeto Político Pedagógico do Estabelecimento.
O calendário escolar é um sistema elaborado para recensear de modo racional os dias,
as semanas, os meses de início e encerramento das atividades letivas, bem como as horas de
trabalho estabelecidas pelo órgão competente para o cumprimento das 800 (oitocentas) horas
letivas.
REFERÊNCIAS
CADERNO DE DEBATES. A escola como território de luta. APP Sindicato.
HOFFMAN, Jussara. Avaliar para promover. Ed. 6ª, p. 73. Mediação, 2004.
MELLO, Guiomar Namo de. Educação e Supervisão – O trabalho coletivo na escola.
LDB, 9394/96.
Normas, Critérios e Resoluções Estaduais.
SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum a consciência filosófica. Ed.
Cortez, 10ª ed, 1991.
Pedagogia Histórico Crítica. Cortez, 3ª ed., p. 84, 1992.
VASCONCELLOS, Celso. Construção do Conhecimento. Ed. 8ª, p. 34, 1999.
CADERNO DE APOIO. Avaliação Institucional da Educação Básica no Paraná. Processo
de Auto-Avaliação escola. SEED, p. 3, 2003/2006
18
PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA
A escola proporcionará aos educando atividades diferenciadas durante o ano letivo,
visando um melhor aprofundamento dos conteúdos, onde o conhecimento seja incorporado de
forma mais eficiente, bem como proporcionar a todos os alunos, oportunidade de conhecimento,
quais, só serão possíveis quando ofertados pela escola.
Atividades a serem realizadas:
•
Feiras culturais a cada dois anos (referência em 2007);
•
Exposições de trabalhos dos alunos e simpósios;
•
Atividades esportivas e culturais;
•
Concurso de poesias a cada dois anos (referência em 2008);
•
Viagens de estudo;
•
Passeatas culturais e sociais;
•
Hora de leitura coletiva na escola (temas direcionados a cada disciplina);
•
Palestras (informativas e complementares aos conteúdos);
•
Comemorações: Páscoa, Natal, Dia dos Pais, Dia das Mães;
•
Projeto Educação e Cidadania (para alunos carentes);
•
Salas temáticas (de modo a dar suporte às disciplinas com os materiais necessários
a cada uma, onde são os estudantes que trocarão de sala de acordo com o horário
de cada aula. Aulas ministradas em sistema de rodízio);
•
Integração através do esporte, com treinamentos de voleibol e basquetebol, futebol,
clube de xadrez;
•
Laboratório de: Informática, onde os computadores são utilizados na prática por
todos os alunos e professores de todas as disciplinas;
•
Laboratório de Ciências, montado e equipado para a prática de atividades
relacionadas à disciplina;
•
Escola aberta a comunidade em finais de semana para proporcionar a integração
entre as famílias dos estudantes e a escola onde os professores regentes
desenvolverão atividades de lazer como jogos, brincadeiras, palestras e outros;
•
Projeto Família na Escola: coordenado pelos professores regentes envolvendo
atividades diversas com alunos e pais em período noturno, com seções cinema
(temas atuais e educativos) acompanhados de lanche (pipoca);
•
Dança e ginástica – proporcionado aos alunos pela professora de Educação Física
Beatriz Tazoniero através de atividades já determinadas em projeto, durante as
horas-atividades no espaço de sua academia de ginástica;
•
Ginástica Laboral – desenvolvido duas vezes por semana com atividades de
alongamento, no horário das 7:15h às 7:30h, para professores, alunos e comunidade
escolar;
•
Participação da escola: nas Olimpíadas Brasileiras de Matemática e Astronomia.
19
PROPOSTA PEDAGÓGICA
20
ARTES
INTRODUÇÃO:
O ensino de artes deve levar em consideração, os valores artísticos,
estéticos e contextualizados. Pretende-se que os alunos possam criar formas
singulares de pensamento, aprender e expandir suas potencialidades criativas.
Nossos alunos são de classe heterogênea, a maioria com dificuldade na
aprendizagem, sendo moradores do centro da cidade, periferia e zona rural com
características sócio-econômicas média/baixa, prevalecendo a classe pobre. São
filhos de: domésticas, trabalhadores rurais, operários de pequenas indústrias e
desempregados.
A educação inclusiva será aplicada a todos e não apenas aos alunos com
necessidades
especiais
almejando-se
a
construção
de
uma
sociedade
comprometida com as minorias.
A cultura afro-brasileira na disciplina de Artes, busca valorizar a cultura do
povo negro na perspectiva de elevar a auto-estima e compreensão de todas as
etnias, na esperança de afirmação de uma sociedade multi-cultural e pluriética.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
Artes, tem que ser vista como área de conhecimento e não meramente um
meio para o destaque de dons inatos. O ensino da arte tem o objetivo de se
preocupar com o desenvolvimento do sujeito frente a uma sociedade construída
historicamente e em constante transformação.
Criar é transformar e nesse processo o sujeito também recria.
Arte, é
criação e manifestação do poder criador do homem, por meio de suas criações, o
21
sujeito amplia e enriquece a realidade tornando-se capaz de refletir, de
interpretar, e de se posicionar diante do objeto de estudo.
Na educação, o ensino de Arte amplia o repertório cultural do aluno a partir
dos conhecimentos estético, artístico e contextualizado, aproximando-o do
universo cultural da humanidade nas suas diversas representações. Nessa
proposta, pretende-se que os alunos possam criar formas singulares de
pensamentos, aprender e expandir suas potencialidades criativas.
O Conhecimento Estético: está relacionado à apreensão do objeto artístico
em seus aspectos sensíveis e cognitivos.
•O Conhecimento Artístico: está relacionado com o fazer e o processo criativo.
Considera-se desde o imaginário, a elaboração e a formalização do objeto
artístico até o contato com o público.
•O Conhecimento Contextualizado: envolve o contexto histórico (político,
econômico e sociocultural) dos objetos artísticos e contribui para a compreensão
de seus conteúdos explícitos e implícitos, possibilitando um aprofundamento na
investigação desse objeto.
Em arte, a prática pedagógica contemplará as artes visuais; a dança , a
música e o teatro; tendo uma organização semelhante entre os níveis e
modalidades da Educação Básica adotado com referência as relações
estabelecidas entre a arte e a sociedade.
Do ponto de vista antropológico é possível considerar que toda produção
artística e cultural é um modo pelo qual os sujeitos entendem e marcam a sua
existência no mundo.
Para o Ensino Fundamental as formas de relação da arte com a sociedade
serão tratadas numa dimensão ampliada, enfatizando a associação da arte com a
cultura e da arte com a linguagem.
OBJETIVOS GERAIS:
-Desenvolver o sentido social do aluno, apreciação dos produtos de expressão e
de tecnologia, de outras civilizações como manifestações diferentes a que está
habituada.
-Favorecer o desenvolvimento da percepção da observação, da imaginação e
da sensibilidade do aluno, valorizando aspectos históricos e culturais em que
22
estão inseridos.
-Perceber a arte em sua globalidade, onde o cognitivo, o sensível , o perceptível e
o reflexivo atuam e interagem com as mesmas propriedades , possibilitando
assim o desenvolvimento de um leitor de mundo mais critico e eficiente em seus
posicionamentos, um novo agente de produção cultural.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
A disciplina de arte no Ensino Fundamental contempla: artes visuais,
dança, música e teatro e os conteúdos estruturantes selecionados por essa
disciplina vem constituir a base para a prática pedagógica.
Tais conteúdos, como basilares na organização da disciplina de Arte, não
podem ser vistos como elementos limitadores ou segmentados, pois todos eles:
elementos contextualizadores apresentam uma unidade interdependente, além de
permitir uma correspondência entre as linguagens. De cada um dos conteúdos
estruturantes pode-se destacar os seguintes aspectos a serem observados nas
artes visuais, na dança, na música e no teatro.
Elementos Básicos das Linguagens Artísticas
Esse conteúdo estruturante estará presente em todas as linguagens
artísticas, desdobrando-se em conteúdo específicos em cada uma delas.
O conhecimento dos elementos básicos das linguagens, tomados pelo
professor com conteúdos de arte, permitirá ao aluno a leitura e a interpretação
das produções/manifestações, a elaboração de trabalhos artísticos e o
estabelecimento de relações entre esses conhecimentos e o seu dia a dia.
5ª SÉRIE
Conteúdos Estruturantes:
•Conteúdos Específicos.
Elementos Básicos da Linguagem das Artes Visuais - Produções/manifestações
artísticas:
23
•Arte indígena – pintura corporal, cultura afro, tinturas naturais;
•Ponto;
•Linha – posição, traço, forma (limitação do espaço visual – bi-tridimensional,
compreendendo ponto, linha, figura e fundo, semelhanças, contrastes e simetria);
•Plano – dimensão;
•Textura – concreta (orgânica);
•Gráfica (geométrica);
•Obras de arte (leitura);
•Cores – luz, pigmento, cores primárias/secundárias, cores quentes/frias;
•Recorte e colagem;
•Quadriculado;
•Leitura e releitura de imagens;
•Luz e sombra;
•Descrição de imagens (objetiva e subjetiva);
•Dimensões;
•Volume;
•Profundidade;
•Simetria e assimetria;
•Proporções;
Elementos básicos da linguagem da dança e movimento:
•Arte indígena – pintura corporal, cultura afro;
Elementos básicos da linguagem da música - Produções/manifestações artísticas:
•Ritmo;
Elementos Básicos da linguagem do teatro - Produções/manifestações artísticas:
•Teatro de sombras;
•Iniciação ao teatro – expressão corporal;
•Máscaras – expressões fisionômicas;
24
Elementos contextualizadores:
•Pré-história;
•Idade Antiga (Egito);
•Antiguidade Clássica: Grécia, Roma, Arte Bizantina.
6ª SÉRIE
Conteúdos Estruturantes:
•Conteúdos Específicos.
Elementos Básicos da Linguagem das Artes Visuais - Produções/manifestações
artísticas:
•Cultura afro: tecelagem.
•Formas (livres, geométricas);
•Módulos (ritmo, posição, ordem, decoração, origame);
•Disco cromático: harmonia, cores primárias, secundárias e terciárias, quentes e
frias;
•Escala cromática (policromia, monocromia, isocromia);
•Recorte e colagem;
•Obras de arte (leitura);
•Times de futebol (hinos, ilustrações, logomarcas, designers);
•Barroco;
•Rococó;
Elementos básicos da linguagem da dança e movimento:
•Folclore – danças;
Elementos básicos da linguagem da música - Produções/manifestações artísticas:
•Intensidade e altura do som (graves/agudos, duração/densidade);
•Folclore – músicas;
Elementos contextualizadores:
•Idade Antiga (Egito);
25
•Idade Média (Arte Romântica, vitrais, Arte Gótica, Mosaicos);
•Idade Moderna (Renascimento – pintura, arquitetura e escultura);
•Cultura afro: arte no Brasil Colonial (escravos);
•Folclore – lendas.
•Pieter Bruegel – ditos populares.
7ª SÉRIE
Conteúdos Estruturantes:
•Conteúdos Específicos.
Elementos Básicos da Linguagem das Artes Visuais - Produções/manifestações
artísticas:
•Artes – visuais;
•Desenho (figurativo, geométrico, abstrato);
•Ponto;
•Traço;
•Linha (organização do espaço – centralizado/lateral);
•Desenho de observação e de memória;
•Papel decorativo;
•Século XX (Abstracionismo sensível/informal – geométrico/formal);
•Leitura de imagens (recursos expressivos – elementos básicos: linha, cor,
volume, superfície);
•Cultura Afro – estamparia;
•Recursos compositivos (elementos secundários: ritmo, equilíbrio, profundidade);
•Elementos vivenciais: templo (história), espaço (tema e motivo);
•Histórias em quadrinhos;
•Gravuras (xilogravura, litogravura, buril, talho doce);
•Tramas e texturas;
•Mídia;
•Gingle;
•Artistas Brasileiros: leitura de imagens;
26
Elementos básicos da linguagem da dança e movimento:
•Festas populares nacionais: danças;
Elementos básicos da linguagem da música - Produções/manifestações artísticas:
•Ópera;
•Festas populares nacionais: músicas;
•Música - intensidade e altura do som (graves/agudos) – MPB, samba, sertanejo;
•Artes - musicais;
Elementos Básicos da linguagem do teatro - Produções/manifestações artísticas:
•Gêneros (drama, comédia, tragédia);
•Artes – cênicas.
Elementos contextualizadores:
•Idade Contemporânea (Romantismo – 1850, Realismo, Impressionismo - 1874);
•Iluminismo;
•O que é a arte (alfabetização estética);
8ª SÉRIE
Conteúdos Estruturantes:
•Conteúdos Específicos.
Elementos Básicos da Linguagem das Artes Visuais - Produções/manifestações
artísticas:
•Estilos: nas artes;
•Cultura Afro – escultura em argila;
•Estética: natural e digital;
•Natureza: morta/viva;
•Fractais;
•Texturas;
•Forma e contorno;
•Origame arquitetônico;
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•Esculturas em papel;
•Ciclos da Arte e da Vida;
•Cores;
•Semiologia;
•Pesanka (ovos decorados);
•Artes Gráficas;
•Artistas Brasileiros e Paranaenses;
•Arte Objeto;
•Fotografia;
•Composição (simetria e assimetria).
Elementos básicos da linguagem da música - Produções/manifestações artísticas:
•Estilos: na música;
Elementos Básicos da linguagem do teatro - Produções/manifestações artísticas:
•Artes populares: rua, palco, circo;
Elementos contextualizadores:
•Século
XX
(Futuralismo,
Cubismo,
Concretismo,
Grafismo,
Dadaísmo,
Surrealismo);
•Semana da Arte Moderna;
•Cultura Oriental;
METODOLOGIA:
No ensino de Artes o enfoque cultural deve apresentar-se ao aluno como
um espaço no qual se reflete e se discute a realidade, sendo a prática social o
ponto de partida para as problematizações. Deve propiciar aos alunos leitura
sobre os signos existentes, na cultura de massa para se discutir de que formas a
industria cultural interfere e censura as produções/manifestações culturais com as
quais os sujeitos identificam-se.
O ensino desta disciplina tem como princípio a compreensão da arte como
linguagem. Sendo, o estudo da geração, da organização e da interpretação de
28
signos verbais e não verbais. Ela é uma área de conhecimento que interage nas
diferentes instâncias intelectuais, culturais, políticas e econômicas, pois os
sujeitos são construções histórias que influem e são influenciados, pelo pensar,
fazer e fruir a arte. Deve tomar uma dimensão de aprofundamento na exploração
das linguagem artísticas, no relacionamento dos conceitos, e elementos comuns
presentes nas diversas manifestações culturais. O professor poderá explicitar
através das manifestações/produções artísticas, elementos que identificam
determinadas sociedades e de que forma se deu artisticamente a estilização de
seus pensamentos e ações.
As quatro linguagens artísticas tem um desenvolvimento histórico
diferenciado e ingressa na escola em momentos diferentes. São artes visuais,
dança, música e teatro.
Nas artes visuais será explorado as visualidades em forma bidimensional,
tridimensional e virtual.
Na dança o principal elemento básico a ser estudado é o movimento, uma
vez que reflete esteticamente a realidade vivida, através do improviso e
composição com os alunos abordando questões a cerca das relações entre o
movimento e os conceitos a respeito do corpo e da dança.
Na linguagem musical, a que se priorizar a escuta consciente dos sons
percebidos.
Na linguagem teatral poderão ser explorados as possibilidades de
improvisação e composição no teatro com as personagens, com o espaço da
cena e com o desenvolvimento de temáticas que partam tanto de textos literários
ou dramáticos clássicos, quanto de narrativas orais e cotidianas.
Os saberes específicos em Arte objetivam viabilizar a integração desses,
as manifestações e produções artístico-culturais, entendendo os alunos como
sujeitos que constroem e são construídos historicamente, entendendo-se como
parte de um sistema formador/transformador da cultura e da sociedade.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
A avaliação em arte deverá levar em conta as relações estabelecidas pelo
aluno entre os conhecimentos de arte e sua realidade, evidenciadas tanto no
processo quanto na produção e coletiva desenvolvidas a partir dos saberes. É
29
preciso que o professor tenha conhecimento da linguagem artística em questão,
bem como da relação entre o criador e o que foi criado, busca propiciar
aprendizagens socialmente significativas para o aluno.
A sistematização da avaliação se dará, na observação e registro dos
caminhos
percorridos
acompanhando
os
pelo
aluno
avanços
em
e
seu
processo
dificuldades
de
aprendizagem,
percebidos
em
suas
criações/produções.
A avaliação exige acima de tudo, que se defina aonde se quer chegar, que
se estabeleçam os critérios, para em seguida escolherem seus procedimentos,
inclusive aqueles referentes a seleção dos instrumentos que serão utilizados no
processo de ensino e de aprendizagem.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
O professor fará a retomada de conteúdo de maneira diferenciada e
aprofundada. Promoverá debates entre alunos, atividades em grupos, escrita,
jogos e oralidade, atividades individuais e trabalho extra-classe avaliando o
crescimento do aluno.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•Diretrizes Curriculares do Ensino Fundamental da SEED, 2006;
•Lei de Diretrizes e Bases 9394/96.
•Projeto Político Pedagógico da Escola;
30
PROPOSTA PEDAGÓGICA
CIÊNCIAS
INTRODUÇÃO:
Ao se pensar em ciência como construção humana, falível e intencional,
numa perspectiva histórica, é fundamental considerar a evolução do pensamento
do ser humano, pois é a partir dele que a história da ciência se constrói.
O ensino de ciências, na atualidade, tem o desafio de oportunizar a todos
os alunos, por meio dos conteúdos, noções e conceitos que propiciam uma leitura
crítica de fatos e fenômenos relacionados a vida, a diversidade cultural, social e
da produção científica. Nesta perspectiva, a disciplina de ciências favorecerá a
compreensão das inter-relações e transformações manifestadas no meio (local,
regional, global), bem como, instigará reflexões e a busca de soluções a respeito
das tensões contemporâneas, como por exemplo, a preservação do meio
ambiente x necessidades oriundas da produção industrial, a ética x produção
científica.
31
A ciência tem como princípio a compreensão de conceitos científicos,
associados a energia, matéria, transformação, espaço, expansão, tempo,
equilíbrio e vida para a construção dos conhecimentos que lhe permitem
compreender o mundo e atuar como indivíduo ativo, crítico, responsável, solidário
e capaz de posicionar-se frente às situações de seu tempo.
A nossa proposta atenderá alunos de classe heterogênea, na sua maioria
que apresentam grandes problemas de aprendizagem, são provenientes do
centro da cidade, periferia e zona rural, apresentando características sócioeconômicas mantendo-se em torno de, até um salário mínimo.
A inclusão deverá adaptar-se as particularidades de todos os alunos, não
deixando ninguém fora do sistema escolar, é indispensável que os professores da
disciplina aprendam a conhecer e respeitar ritmos e estilos de aprendizagem
variados e a utilizar estratégias diferenciadas de ensino e avaliação, em função
das limitações apresentadas por alguns alunos.
A cultura afro brasileira e africana busca valorizar devidamente a história e
cultura do povo negro na perspectiva de elevar a auto-estima e a compreensão de
todas as etnias.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
O currículo de Ciências no Ensino Fundamental é formado por um conjunto
de ciências que se somam historicamente numa mesma disciplina escolar para
compreender os fenômenos naturais nessa etapa da escolarização. Os
conhecimentos físicos, químicos e biológicos são contemplados na disciplina com
vistas à compreensão das diferenças e inter-relações entre essas ciências de
referência que compõem a área de ciências, ditas naturais, no processo
pedagógico.
32
De forma geral, os fenômenos naturais são tratados na disciplina sob os
seguintes focos:
- conhecimentos físicos – a partir dos conhecimentos científicos em relação aos
diversos fenômenos naturais e biológicos, com abordagem de conteúdos como:
movimento, som, luz, eletricidade, magnetismo, calor e ondas, entre outros;
- conhecimentos químicos – contemplas as noções e conceitos científicos sobre
materiais e substâncias, sua constituição, propriedades e transformações,
necessárias para compreender os processos básicos da Química;
- conhecimentos biológicos – orientam progressivamente na interpretação e
compreensão dos processos biológicos e contribuem para o entendimento dos
ambientes da manutenção da vida.
As ciências de referência orientam a definição dos conteúdos significativos
na formação dos alunos porque oportunizam o estudo da vida, do ambiente, co
corpo humano, do universo, da tecnologia, da matéria e da energia, e outros.
Também fornecem subsídios para a compreensão crítica e histórica do mundo
natural (conteúdos da ciência), do mundo construído (tecnologia) e da prática
social (sociedade).
Os Conteúdos Estruturantes propostos nestas diretrizes são entendidos
como saberes fundamentais, capazes de organizar teoricamente os campos de
estudo da disciplina, essenciais para compreender seu objeto de estudo e suas
áreas afins.
São conteúdos estruturantes da disciplina de Ciências para o Ensino
Fundamental:
- Corpo humano e saúde;
- Ambiente;
- Matéria e energia; e
- Tecnologia.
Esses conteúdos estruturantes foram definidos tendo em vista as relações
entre os campos de estudo, tradicionalmente tratados ao longo do ensino de
Ciências, e a sua relevância no processo de escolarização atual.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
A ciência está presente desde que o homem começou a se interessar pelos
33
fenômenos à sua volta, isto a aproximadamente 10.000 anos. A descoberta do
fogo foi o marco da história da humanidade, a partir daí, o homem assumiu
outras condutas frente a seu meio, tornando-se um observador mais atento da
natureza como: a observação do céu e os ciclos vitais dos animais, plantas como
o objetivo de tirar proveito para sua subsistência, com isso, aperfeiçoaram suas
técnicas para fabricar novos instrumentos, aprenderam a armazenar o excesso de
suas produções, desenvolveram noções de cálculo para a construção de novos
espaços para armazenamento de produção e criaram calendários a partir dos
movimentos celestes. Enfim, formularam crenças e valores, ponto de partida para
o aparecimento de uma ciência racional, a filosofia.
A ciência é uma construção humana, tem suas aplicações, é falível,
intencional e está diretamente relacionada com o avanço da tecnologia e com as
relações sociais.
Um dos momentos da história da ciência foi o período do iluminismo que
além da filosofia é um movimento artístico literário e político. A ciência torna-se,
então, cada vez mais independente das religiões, com isso, o pensamento
científico adquire importância considerável no resgate do conhecimento.
A disciplina de ciências foi inserida no currículo a partir da reforma
Francisco Campos, através do Decreto 19.890/31, com isso o Estado passou a
organizar o Sistema de Educação Nacional, propondo o ensino de ciências físicas
e naturais.
Os conteúdos programáticos propostos para a disciplina englobavam o
estudo do ar e da terra.
A lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 4.024/61 ampliou o
espaço da disciplina de Ciências Físicas e Naturais que passou a ser denominada
Iniciação a Ciência, estendendo a sua obrigatoriedade, a disciplina tinha função
de preparar o cidadão para pensar lógica e criticamente tomar decisões com base
em informações e dados.
O Currículo Básico para a escola pública do Estado do Paraná foi
implantado no início dos anos 90 e propôs a integração dos conteúdos a partir de
três eixos norteadores: noções de astronomia, transformação e interação da
Matéria, energia e saúde: melhoria da qualidade de vida. Nesta perspectiva, o
currículo de ciências permitirá aos alunos estabelecer relações entre o mundo
34
natural (conteúdo da ciência), o mundo construído pelo homem (tecnologia) e seu
cotidiano (sociedade).
Mesmo com o avanço pedagógico em articular os conteúdos em eixos
norteadores e apresentá-los em todas as séries do Ensino Fundamental, a
proposta ficou limitada, uma vez que na sua implementação não apresentou
subsídios teórico-metodológico suficientes para o trabalho com esses conteúdos
de forma aticulada.
O ensino de Ciências no Currículo Básico, perdeu força, como documento
orientador da disciplina, principalmente a partir da promulgação da Lei nº 9.394/96
que estabeleceu as Diretrizes e Bases para a Educação Nacional.
A partir de 1996, mediante políticas públicas federais, o ensino de Ciências
teve seu objeto de estudo redirecionado e o esvaziamento de seus conteúdos
clássicos, tendo em vista a publicação e ampla distribuição dos Parâmetros
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – Ciências Naturais (PCNs) e
Temas Transversais, hoje denominados de Temas Sociais contemporâneos, na
prática, os professores de Ciências assumiram muitos desses temas em
detrimento dos conteúdos específicos historicamente constituídos.
A forma instrumental com que a tecnologia foi tratada, nos PCNs –
Ciências Naturais, deixou de analisar seus aspectos sociais, políticos e
econômicos. A questão ambiental foi tratada numa concepção científica,
desconsiderando seus fundamentos sociais, econômicos, políticos e ideológicos,
bem como houve o esvaziamento da concepção da ciência como histórica e suas
relações com a sociedade.
Ao analisar a educação e o currículo de Ciências, em cada momento
histórico, percebeu-se que o seu desenvolvimento seguiu uma trajetória de
acordo com os interesses políticos, econômicos e sociais de cada período,
determinando assim, a mudança de foco do processo de ensino e de
aprendizagem, escola e educação, contribuindo para a formação, em diferentes
épocas, de novos cientistas, de cidadãos pensando lógica e criticamente, de mãode-obra qualificada para o mercado de trabalho e, de cidadãos críticos,
participativos e transformadores.
A partir de 2003, iniciou-se um novo período na história da educação
paranaense. Isso se deve ao processo de reformulação da política educacional do
35
Estado. Além de instituir o currículo escolar como eixo fundante da escola, essa
proposta busca suscitar no professor a reflexão sobre a própria prática,
fomentando a formação continuada de forma a oportunizar a todos os professores
a fundamentação teórico-prática essencial ao desempenho das suas funções.
OBJETIVO GERAL
Refletir, contextualizar e articular os conteúdos específicos propiciando
uma análise crítica sobre a relação entre a ciência, a tecnologia e a sociedade,
considerando os aspectos sociais, políticos econômicos e éticos.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
•Corpo Humano e Saúde;
•Ambiente;
•Matéria e Energia;
•Tecnologia.
5ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
CORPO HUMANO E SAÚDE – AMBIENTE – MATÉRIA E ENERGIA – TECNOLOGIA:
•Inter-relações entre os seres vivos e o ambiente:
•População: taxas, densidade demográfica e fatores que influenciam;
•Comunidade: transferência de matéria e energia (ciclos biogeoquímicos, telas
e cadeias alimentares);
•Fotossíntese: importância do processo de produção e armazenamento de
energia química (glicose);
•Seres vivos – Seres vivos;
•Seres vivos – ambiente;
•Biosfera e nicho ecológico;
•Divisões da Biosfera: biociclos terrestres, marinho e de água doce;
•Telas e cadeias alimentares: produtores, consumidores e decompositores;
•Solo no ecossistema:
•Tecnologia utilizada para preparar o solo para o cultivo;
•Composição do solo;
•Agentes de transformação do solo: água, ar, seres vivos;
•Utilidades do solo;
•Adubação: orgânica e inorgânica;
•Processos que contribuem para o empobrecimento do solo;
•Combate a erosão: tipos de erosão;
•Mata ciliar;
36
•Contaminação e poluição do solo: prevenção, tratamento, agentes...;
•Condições para manter a fertilidade do solo;
•Saneamento básico;
•Doenças relacionadas a falta de saneamento básico;
•Camadas da terra
•Água no ecossistema:
•Estados Físicos da água; Mudanças de estado físico da água;
•Forças de atração e repulsão entre as partículas da água;
•Pressão e temperatura;
•Densidade;
•Pressão exercida pelos líquidos;
•Água como recurso energético.
•Composição da água;
•Potencial de hidrogênio (Ph);
•Salinidade;
•Água como solvente universal;
•Ciclo da água;
•Disponibilidade da água na natureza;
•Água e os seres vivos;
•Contaminação da água: doenças – preservação e tratamento Equilíbrio
Ecológico.
•Ar no ecossistema:
•Existência do ar;
•Ausência do ar;
•Atmosfera: camadas;
•Propriedades: compressibilidade, expansão, exercer pressão;
•Movimentos do ar: formação e tipos dos ventos, brisa terrestre e marítima,
velocidade e direção dos ventos.
•Pressão atmosférica: aparelhos, umidade;
•Meteorologia e previsão do tempo;
•Ar como recurso energético;
•Tecnologia aeroespacial e aeronáutica (instrumentos construídos para
estudar os astros);
•Composição do ar: oxigênio (H2) e gás carbônico (CO2) – fotossíntese,
respiração e combustão;
•Outros elementos presentes no ar;
•Gases nobres: suas proprieda-des e aplicações.
•O ar e os seres vivos;
•Contaminação: doenças causadas por bactérias e vírus, prevenção e
tratamento;
•Poluição do ar: agentes causadores, medidas para diminuir a poluição e suas
causas e conseqüências.
•Segurança no trânsito:
•Prevenção de acidentes.
•Astronomia e Astronáutica:
•Sol: fonte de luz e calor;
37
•Movimento da Terra e suas conseqüências;
•Inclinação do eixo da Terra em relação no plano da órbita;
•Sistema Solar: posição da Terra e dos demais planetas;
•A Lua como satélite natural da Terra.
6ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
CORPO HUMANO E SAÚDE – AMBIENTE – MATÉRIA E ENERGIA – TECNOLOGIA:
•Biodiversidade – características básicas dos seres.
•Temperatura;
•Calor;
•Diferenças entre os conceitos de calor e temperatura;
•Equilíbrio térmico;
•Isolamento térmico;
•Metabolismo – transformação da matéria e da energia: fotossíntese,
respiração, fermentação, decomposição, combustão.
•Características básicas que diferenciam os seres vivos dos não-vivos;
•Adaptações e controle da temperatura corporal nos organismos;
•Níveis de organização dos seres vivos – Organização celular:
•Equipamentos para observação e descrição de célula;
•Conceitos básicos: colóides, osmose, difusão, substâncias orgânicas e
inorgânicas.
•Aspectos morfo-fisiológicos básicos das células;
•Células animais e vegetais;
•Aspectos morfo-fisiológicos básicos dos tecidos animais e vegetais;
•Conceitos básicos: biosfera, ecossistema, comunidade, população, indivíduo;
•Biodiversidade – classificação e adaptação morfo-fisiológicas:
•Capacidade;
•Fototropismo;
•Geotropismo;
•Movimento e locomoção: referencial, impulso, velocidade e aceleração.
•Osmose;
•Absorção;
•Fotossíntese;
•Respiração;
•Transpiração;
•Gutação;
•Fermentação;
•Decomposição;
•Modos de agrupar os seres vivos;
•Critérios de classificação;
•Cinco reinos dos seres vivos;
•Biosfera: adaptações dos seres vivos nos ambientes terrestres e aquáticos;
•Biotecnologia da utilização industrial de microorganismos e vegetais;;
•Vegetais: raiz, caule, folha, flor, fruto e semente;
38
•Vegetais: reprodução e hereditariedade – polinização, fecundação, formação
do fruto e semente, disseminação;
•Animais: digestão, respiração, circulação, coordenação, relação com o
ambiente, reprodução e hereditariedade.
•Doenças, infecção, intoxicações e defesas do organismo:
•Diagnóstico: exames clínicos por imagens;
•Tratamento radioterapia;
•Intoxicações por agentes físicos: elementos radioativos, pilhas, baterias,
dentre outros.
•Imunização artificial: soros, vacinas, medicamentos;
•Diagnóstico: exames clínicos;
•Tratamento: quimioterapia;
•Intoxicações por agentes químicos: agrotóxicos, inseticidas e metais pesados,
dentre outros.
•Doenças causadas por animais: parasitoses, zoonoses e verminoses;
•Doenças causadas por microrganismos: parasitoses, infecções bacterianas,
viroses, protozooses e micoses;
•Intoxicações causadas por plantas tóxicas.
•Diagnósticos: exames clínicos;
•Prevenção e tratamento: alopatia, homeopatia, fitoterapia, dentre outros;
•Efeitos das intoxicações causadas por agentes físicos e químicos no
organismo;
•Sistema imunológico: imunidade, barreira mecânica, glóbulos brancos
(fagocitose), anticorpos.
•Segurança no trânsito:
•Prevenção de acidentes.
7ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
CORPO HUMANO E SAÚDE – AMBIENTE – MATÉRIA E ENERGIA – TECNOLOGIA:
•Segurança no trânsito:
•Teor alcoólico das bebidas e suas conseqüências no trânsito;
•Acidentes de trânsito relacionados ao uso de drogas;
•Tempo de reação e reflexão comparado entre um organismo que não ingeriu
drogas e um embriagado;
•Prevenção de acidentes;
•Efeitos do álcool e outras drogas no organismo.
•Corpo humano como um todo integrado:
•Organização celular:
- Aspectos morfo-fisiológicos das células, divisão celular (mitose – células
somáticas) – câncer, (meiose – gamatgênese) – anomalias
cromossômicas;
- Conceitos básicos: sistemas, órgãos, tecidos, células, organelas,
moléculas, átomos.
•Sistema digestório:
39
•Disfunções do sistema digestório: prevenção;
•Aspectos preventivos da obesidade, da anorexia e da bulimia, dentre outros;
•Nutrição: necessidades nutricionais, hábitos alimentares;
•Alimentos diet e light;
•Ação química da digestão: transformação dos alimentos, aproveitamento dos
nutrientes;
•Reações químicas;
•Transformação energética;
•Eliminação de resíduos;
•Ação mecânica da digestão: mastigação, deglutição, movimentos
peristálticos;
•Efeitos das intoxicações causadas por agentes e físicos e químicos no
organismo;
•Sistema cardiovascular:
•Disfunções do sistema cardiovascular: prevenção;
•Aspectos preventivos do Acidente Vascular Cerebral (ACV), do enfarte, da
hipertensão e da arteriosclerose, dentre outros; Sistema respiratório;
•Defesa do organismo;
•Doação de sangue e órgãos e suas tecnologias;
•Transporte de nutrientes;
•Pressão arterial;
•Inspiração e expiração;
•Emodiálise;
•Sistema imunológico: imunidade, barreira mecânica, glóbulos brancos
(fagocitose), anticorpos;
•Sistema respiratório:
•Odores, sabores e texturas;
•Substâncias tóxicas de uso agrícola: agrotóxicos, fertilizantes, inseticidas,
dentre outas.
•Disfunções do sistema respiratório: prevenção;
•Aspectos preventivos do enfisema pulmonar, da asma e da bronquite, dentre
outros;
•Sistema genital feminino:
•Sistema Genital feminino;
•Disfunções do sistema genital feminino: prevenção;
•Sistema genital masculino:
•Disfunções do sistema genital masculino: prevenção;
•Métodos anticoncepcionais – tipos, ação no organismo, eficácia, acesso,
causas e conseqüências do uso;
•Reprodução – hereditariedade:
•Causas e conseqüências da gravidez precoce – prevenção;
•Doenças
Sexualmente
Transmissíveis
(DSTs)
–
Síndrome
da
Imunodeficiência Adquirida (AIDS): prevenção;
•Tecnologia de reprodução in vitro;
•Inseminação artificial: tecnologias associadas ao diagnóstico e tratamento
das DSTs – AIDS;
40
•Tecnologias envolvidas na manipulação genética;
•Manipulação genética: clonagem e células tronco;
•Tecnologias associadas ao aconselhamento genético como forma de
prevenção à má formação genética;
•Sistema Sensorial:
•Visão, audição, gustação, olfato e tato;
•Portadores de Necessidades Educacionais Especiais: deficiência congênita e
adquirida (causas, conseqüências e prevenção);
•Reflexos sonoros: eco, poluição sonora;
•Objetos e aparelhos aplicados para corrigir deficiências dos órgãos dos
sentidos;
•Doenças causadas por microorganismos: animais, micoses, parasitoses.
•Sistema Urinário:
•Disfunções do sistema urinário: prevenção;
•Aspectos preventivos da nefrite, da cistile e da infecção urinário dentre outros;
•Sistema Endócrino:
•Glândulas: exócrinas, endócrinas e mistas;
•Disfunções do sistema endócrino: prevenção;
•Sistema Nervoso:
•Central, periférico e autônomo;
•Disfunções do sistema nervoso: prevenção;
•Efeito das drogas (lícitas e ilícitas) no sistema nervoso: Prevenção ao uso de
drogas;
•Sistema Esquelético:
•Disfunções do sistema esquelético.
•Sistema Muscular:
•Disfunções do sistema muscular.
•Correções e prevenção de lesões ósseas e musculares:traumatismos,
fraturas, lesões.
•Tecnologias:
•Próteses, aparelhos, instrumentos, quimeoterapia, radioterapia e outros
meios utilizados para tratar, previnir, diagnosticar, corrigir problemas
relacionados aos sistemas: sensorial, nervoso, endócrino, locomotor
(esquelético e muscular), genital, digestório, respiratório, cardiovascular e
urinário.
8ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
CORPO HUMANO E SAÚDE – AMBIENTE – MATÉRIA E ENERGIA – TECNOLOGIA:
•Segurança no trânsito
•Movimentos;
•Velocidade;
•Aceleração;
•Resistência do ar;
•Aerodinâmica;
41
•Equipamentos de segurança nos meios de transporte;
•Relação entre força, massa e aceleração;
•Máquinas simples.
•Corpo humano como um todo integrado:
•Propagação retilínea da luz e a formação de sombras;
•Propagação do som no ar;
•Velocidade do som;
•Reflexos sonoros;
•Qualidade do som;
•Substâncias químicas de uso industrial e doméstico;
•Espelhos;
•Poluição visual;
•Fibras ópticas;
•Reações químicas;
•Equações químicas;
•Ácidos e bases: identificação, nomenclatura e aplicações; Ph de diversos
produtos e substâncias;
•Óxidos e sais;
•Substâncias tóxicas de uso industrial: soda cáustica, cal e ácido sulfúrico;
•Substâncias tóxicas de uso agrícola: agrotóxicos, fertilizantes e inseticidas;
•Substâncias tóxicas de uso doméstico: detergentes, sabões, ceras, solventes,
lustra-móveis, tintas e colas, dentre outras;
•Astronomia e Astronáutica:
•Composição química da Terra e do Sol;
•Medidas de tempo – instrumentos construídos pelo homem para marcar os
dias no tempo e no espaço;
•Desenvolvimento da Astronáutica e suas aplicações;
•Utilização de satélites na meteorologia;
•O ser humano no espaço.
METODOLOGIA
O encaminhamento metodológico deve ocorrer por meio de uma
metodologia crítica e histórica, de modo a considerar a articulação entre os
conhecimentos físicos, químicos e biológicos. Para que estas práticas escolares
se efetivem, os partícipes no processo pedagógico deverão compartilhar a
concepção de ciência como construção humana, cujos conhecimentos científicos
são passíveis de alteração ao longo da história da humanidade e marcados por
intensas relações de poder.
O estudo dos conteúdos estruturantes propostos implica uma articulação
com os conhecimentos de outras ciências para explicar os inúmeros fenômenos
naturais que ocorrem no mundo. A química, a Física, a Biologia, a Geociência, a
42
Astronomia e outras áreas do contribuem significativamente para esse fim.
As atividades práticas tem o seu conceito ampliado quando entendidas
como qualquer ato pedagógico em que os alunos se envolvam diretamente, tais
como:
- no uso do computador;
- na leitura, análise e interpretação de dados, gráficos, imagens, gravuras,
tabelas e esquemas;
- na resolução de problemas;
- na elaboração de modelos;
- nos estudos de caso e de problemas sociais;
- em pesquisas bibliográficas, entrevistas.
Para que práticas pedagógicas se concretizem não podemos nos deter a
um único método, mas, utilizarmos algumas possibilidades, tais como: a
observação; o trabalho de campo; os jogos de simulação e desempenho de
papéis; visitas à indústrias; fazendas; museus; projetos individuais e em grupos;
redação de cartas para autoridades; palestrantes convidados; fóruns, debates,
seminários, conversação dirigida. Outras atividades que estimulam os educandos
ao trabalho coletivo são as que envolvam música, desenho, poesia, livros de
literatura, jogos didáticos, dramatizações, histórias em quadrinhos, painéis,
murais, exposições e feiras.
Para o desenvolvimento das atividades, os professores poderão utilizar os
mais variados recursos pedagógicos: slides, fitas VHS, DVD´s, CD´s, CD ROM´s
educativos e softwares livres, dentre outros.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
A avaliação se dará ao longo do processo e de aprendizagem,
possibilitando ao professor, por meio de uma interação diária com os alunos,
contribuições importantes para verificar em que medida os alunos se apropriam
dos conteúdos específicos tratados nesse processo.
É necessário que o processo avaliativo ocorra de forma sistemática e a
partir de critérios estabelecidos pelo professor, relativamente:
- aos acontecimentos acumulados pelos alunos e à prática social deles;
- ao confronto entre esses conhecimentos e os conteúdos específicos;
43
- às relações e interações estabelecidas em seu progresso cognitivo, no cotidiano
escolar e fora dele;
Para que haja coerência no processo avaliativo, o professor deverá
observar alguns aspectos como:
- a série em que a turma se encontra;
- o nível cognitivo dos alunos;
- as diferentes formas de apropriação dos conteúdos específicos; e
- o planejamento das ações pedagógicas.
O professor deverá utilizar instrumentos avaliativos diversificados para que
os alunos possam expressar os avanços na aprendizagem, a medida em que
interpretam, produzem, discutem, relacionam, refletem, analisam, justificam, se
posicionam e argumentam, defendendo o próprio ponto de vista.
A reestruturação do processo educativo se dará com base em uma autoavaliação, que orientará a continuidade da prática pedagógica ou seu
redimensionamento, realizando
intervenções
coerentes com
os objetivos
previamente propostos para o ensino da disciplina.
A avaliação ocorre ao longo do ano letivo, não está centralizada em um
única atividade ou método avaliativo e considera os alunos sujeitos históricos do
processo pedagógico.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
Após a efetivação de cada tema e verificados os objetivos não atingidos,
será propiciado novas oportunidades para que todos os estudantes se apropriem
do conteúdo, tornando-a um processo paralelo e contínuo. Para que isso ocorra,
utilizaremos métodos, técnicas diferenciadas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•Diretrizes Curriculares de Ciências para o Ens. Fundamental – SEED.
•Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96.
•Projeto Político Pedagógico da Escola, 2006;
44
PROPOSTA PEDAGÓGICA
EDUCAÇÃO FÍSICA
INTRODUÇÃO:
A proposta curricular da disciplina de Educação Física tem como realidade
vigente trabalhar com os alunos das camadas sociais desfavorecidas, filhos de
assalariados, com idade entre 10 e 14 anos.
Nosso propósito enquanto educadores é buscar através do conhecimento a
formação de verdadeiros cidadãos aptos a conquistar o seu lugar na sociedade
de forma digna e crítica.
Com o resgate de sua autonomia cabe ao professor reconhecer as
maneiras de como o capitalismo dita as formas de pensar e agir sobre o corpo
influenciando a crítica construtiva voltada à diversidade que deve ser o eixo
45
norteador da inclusão educacional e resgate da historicidade do mesmo. A
garantia do acesso e permanência na escola com apropriação e valorização do
conhecimento contribuirá para que o cidadão seja agente transformador da
sociedade.
Na cultura afro devemos valorizar devidamente a história e a cultura do
povo negro na perspectiva de afirmação de uma sociedade multicultural e
pluriétnica.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, os quais tornarão os cidadãos cientes da importância da
sua contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e
visto como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a
função social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
Desde o início dos tempos, a vida humana em sociedade vem se
desenvolvendo pelas relações homem-natureza e homem-homem. A Educação
Física contempla a enorme riqueza das manifestações culturais produzidas na
formação humana.
Esta disciplina tem avançado para preocupações pautadas por disciplinas
variadas que permitem o entendimento do corpo em muito de sua complexidade,
ou
seja,
permite
uma
abordagem
biológica,
antropológica,
sociológica,
psicológica, filosófica e política das práticas corporais, justamente por sua
constituição interdisciplinar.
A Educação Física é parte geral do projeto de escolarização e como tal
deve estar articulada ao Projeto Político Pedagógico da Escola. Se a atuação do
professor é na quadra ou em outros lugares do ambiente escolar, seu
compromisso é com a escola, com o projeto de escolarização até instituído,
sempre em favor da formação humana.
A compreensão da Educação Física significa entender que esta área do
conhecimento é parte integrante de uma totalidade composta por interações que
se estabelecem na materialidade das relações sociais, políticas, econômicas e
46
culturais dos povos.
Assim, o papel da disciplina ser o de transcender aquilo que se apresenta
como senso comum, desmistificando formas já arraigadas e equivocadas sobre o
entendimento das diversas práticas e manifestações corporais. Desse modo
prioriza-se a construção do conhecimento sistematizado como oportunidade
ímpar de reelaboracão de idéias e práticas que, por meio de ações pedagógicas
intensifiquem a compreensão do aluno sobre a gama de conhecimentos e suas
implicações para a vida. A diversidade cultural serve como exemplo em termos
corporais com o intuito de que os alunos respeitem as diferenças e se posicionem
com autonomia realizando opções nos conhecimentos realizados pelo professor.
OBJETIVO GERAL:
•Promover a construção histórica do ser humano e de sua materialidade corporal
constituindo atividades comunicativas com significados e sentidos diferentes
desenvolvidas através das práticas corporais buscando a modificação das
relações sociais com o propósito e compromisso de firmar uma Educação
Transformadora.
5ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
– Manifestações esportivas:
•Origem dos diferentes esportes e suas mudanças na história;
•Possibilidade dos esportes como atividade corporal.
– Manifestações ginásticas:
•Origem da ginástica e sua manifestação no tempo;
•Práticas ginásticas;
•Cultura do circo.
– Brincadeiras, brinquedos e jogos:
•Construção coletiva de jogos e brincadeiras;
•Brincadeiras cantadas, rodas e cirandas.
47
– Manifestações estético-corporais na dança e no teatro:
•Expressão corporal com e sem materiais;
•Diferentes tipos de danças;
•Estudo das práticas corporais da cultura negra em diferentes momentos
hitóricos.
6ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
– Manifestações esportivas:
•Princípios básicos dos esportes, táticas e regras básicas;
•Fundamentos básicos dos esportes.
– Manifestações ginásticas:
•Diferentes tipos de ginásticas;
•Práticas ginásticas;
•Cultura do circo.
– Brincadeiras, brinquedos e jogos:
•Diferentes manifestações e tipos de jogos;
•Oficina de construção de brinquedos;
•Brinquedos e brincadeiras da cultura africana e sua ressignificação nas práticas
corporais afro-brasileiras.
– Manifestações estético-corporais na dança e no teatro:
•Danças tradicionais e folclóricas;
•Danças e suas manifestações corporais afro-brasileiras;
•Mímica, imitação e representação;
•Estudo das práticas corporais da cultura negra em diferentes momentos
históricos.
7ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
48
•Conteúdos específicos.
– Manifestações esportivas:
•Elementos básicos constitutivos dos esportes;
•O sentido da competição esportiva;
•Jogos praticados no Brasil pelos afro-decendentes e africanos numa perspectiva
histórica.
– Manifestações ginásticas:
•Práticas ginásticas;
•Cultura do circo;
•Cultura de rua.
– Brincadeiras, brinquedos e jogos:
•Jogos e brincadeiras com e sem materiais;
– Manifestações estético-corporais na dança e no teatro:
•A dança e o teatro como possibilidade de manifestação corporal;
•Estudo das práticas corporais da cultura negra em diferentes momentos
hitóricos.
8ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
– Manifestações esportivas:
•Esporte como fenômeno de massa;
•Práticas esportivas e táticas.
•Jogos praticados no Brasil pelos afro-decendentes e africanos numa perspectiva
histórica.
– Manifestações ginásticas:
•Cultura do circo: malabares e acrobacias.
– Brincadeiras, brinquedos e jogos:
•Diferença entre jogo e esporte.
49
– Manifestações estético-corporais na dança e no teatro:
•A dança e o teatro como possibilidade de manifestação corporal;
•Desenvolvimento de formas culturais rítmico-expressivas;
•Estudo das práticas corporais da cultura negra em diferentes momentos
hitóricos.
•Danças e suas manifestações corporais afro-brasileiras;
METODOLOGIA:
A metodologia é um instrumental teórico prático que permite o
conhecimento o mais real possível e a prática mais segura e clara. Deve estar
voltada para a construção do conhecimento dos alunos em relação ao objeto de
estudo. O professor deve recorrer a materiais diversificados, que fazem o aluno
sentir-se inserido no mundo a sua volta. Problematizar a realidade, buscando
soluções que envolvam a consulta de livros didáticos, testagem de hipóteses e
elaboração de sínteses. A metodologia deve ser acompanhada de muito preparo,
pesquisa e tempo, para que as dinâmicas sejam ricas e criativas, bem como os
conteúdos atualizados.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
Na avaliação diagnóstica, tanto o professor quanto os alunos poderão
identificar as necessidades existentes para planejar e propor encaminhamentos
que visem a superação das dificuldades constatadas.
Será um processo contínuo, permanente e cumulativo, onde o professor
organizará e reorganizará o seu trabalho conforme a necessidade, visando as
diversas manifestações corporais evidenciadas nas formas da ginástica, do
esporte, dos jogos, das danças e das lutas, possibilitando assim que os alunos
reflitam e se posicionem criticamente com o intuito de construir uma suposta
relação consigo, com o outro e com o mundo, através de trabalhos orais, escritos,
em grupo, individuais e de observação.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
A recuperação paralela na disciplina de Educação Física será realizada
50
após observar o não domínio dos conteúdos. As atividades serão retomadas de
forma diversificada tanto na prática como na teoria, objetivando sempre a efetiva
aprendizagem.
A recuperação paralela deve estar vinculada ao PPP da escola com
critérios definidos a fim de diminuir as desigualdades sociais na construção de um
cidadão pleno que contribuirá para uma sociedade justa e mais humanizada.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•Cadernos Temáticos;
•Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. SEED, 2006.
•Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96;
•Projeto Político Pedagógico da Escola.
51
PROPOSTA PEDAGÓGICA
ENSINO RELIGIOSO
INTRODUÇÃO:
A partir do objeto de estudo do ensino religioso pode se compreender que
esta disciplina escolar, numa perspectiva pedagógica, busca superar os limites
impostos por um sistema gerador de uma sociedade capitalista – classista –
racista – individualista – machista, através do entendimento com a base cultural
sobre o sagrado nas suas mais diferentes formas de manifestação e atuação,
promovendo um espaço de reflexão na sala de aula de modo a envolver a todos.
Esta proposta estará contemplando a diversidade, pois destina-se a
atender alunos advindos dos mais diferentes grupos sociais, econômicos,
culturais e religiosos, visto que a escola, além de sua clientela urbana recebe
educandos dos bairros e dos mais diferentes pontos do interior do município com
saberes e necessidades específicas.
Para propiciar o desenvolvimento global e harmônico de todos, integrandoos ao meio para tornarem-se sujeitos de sua história e com sabedoria, interagir na
construção da história do mundo, garantindo a cada um e a todos o pleno
desenvolvimento de suas necessidades de transcender para viver em plenitude
cada momento sabendo-se parte de um todo.
Pelo trabalho do diferente, buscar vida em abundância para todos
promovendo o respeito ao direito do outro.
Daremos ênfase a inclusão, embora com grandes dificuldades, não
somente aos portadores de necessidades especiais, como também à diversidade
sócio-cultural, promovendo diferentes práticas pedagógicas que favoreçam a
todos.
Contemplará também, esta proposta, a inclusão da cultura afro-brasileira,
propiciando:
-Estudo sobre a influência das celebrações religiosas das tradições afros na
cultura do Brasil.
52
-Pesquisa acerca das religiões africanas presentes no Brasil;
-Estudo dos orixás.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
O Ensino Religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da
Formação Básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das
Escolas Públicas de Educação Básica, assegurado o respeito à diversidade
cultural religiosa do Brasil, vedada qualquer forma de proselitismo. A disciplina do
Ensino Religioso tem por base a diversidade expressa nas diferentes expressões
religiosas, garantindo a liberdade de crença e expressão .
Tendo como foco o sagrado em suas diferentes manifestações, a disciplina
pretende contribuir para o reconhecimento e respeito às diferentes expressões
religiosas advindas da elaboração cultural dos povos, bem como possibilitar o
acesso às diferentes fontes da cultura sobre o fenômeno religioso, colaborando
com a formação da pessoa.
O Ensino Religioso permitirá que os educandos possam refletir e entender
como os grupos sociais se constituem culturalmente e como se relacionam com o
sagrado, para compreender suas trajetórias, suas manifestações no espaço
escolar, estabelecendo relações entre culturas, espaços e diferenças, para que no
entendimento destes elementos o educando possa elaborar o seu saber marcado
pela religiosidade.
O Ensino Religioso subsidiará os educandos na compreensão de conceitos
básicos no campo religioso e na forma como a sociedade sobre inferências das
tradições religiosas ou mesmo da afirmação ou negação do sagrado.
53
OBJETIVOS GERAIS:
-Propiciar aos educandos a oportunidade de identificação, de entendimento, de
conhecimento, de aprendizagem em relação às diferentes manifestações
religiosas presentes na sociedade de tal forma que tenham a amplitude da própria
cultura em que se insere.
-Analisar e compreender o Sagrado como o cerne da experiência que perpassa
as diferentes culturas expressas tanto nas religiões mais sedimentadas, como em
outras manifestações mais recentes.
-Explicitar a experiência que perpassa as diferentes culturas expressas tanto nas
religiões mais sedimentadas, como em outras manifestações mais recentes.
-Compreender os processos de explicação para os acontecimentos que
ultrapassam as leis da natureza, do físico e são atribuídas às manifestações do
Sagrado.
-Contribuir para o desenvolvimento integral do educando; tendo em vista a
aquisição de conhecimento, habilidades e a formação de atitudes e valores,
realçando o respeito e o convivo com o diferente.
-Fomentar o respeito as diversas manifestações religiosas, ampliando e
valorizando
o
Universo
Cultural
dos
alunos,
trabalhando
o
princípio
Transcendente/Imanente.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
5ª SÉRIE
Paisagem Religiosa
•Textos orais e escritos Sagrados:
-Ensinamentos sagrados
transmitidos de forma oral e
escrita pelas diferentes culturas
religiosas;
-Leitura oral e escrita (cantos,
narrativas, poemas, orações).
Exemplos: Vedas, Hinduismo,
Escrituras Bahá´ís – Fé Bahá´I –
Tradições orais africanas, AfroBrasileiras e Ameríndias, Alcorão
– Islamismo;
•Organizações Religiosas:
-As organizações religiosas
SAGRADO:
Símbolo
•Lugares Sagrados:
-Caracterização dos lugares
e templos sagrados: lugares
de peregrinação , de
reverência, de culto, de
identidade, principais
práticas de expressão do
Sagrado nestes locais.
-Lugares na natureza: rios,
lagos, montanhas, grutas,
cachoeiras;
-Lugares construídos:
templos, cidades sagradas;
Texto Sagrado
•Respeito à Diversidade
Religiosa:
-O Ensino Religioso na Escola
Pública;
-Orientações legais;
-Objetivos;
-Principais diferenças entre as
aulas de Religião e o Ensino
Religioso como disciplina
escolar.
-Instrumentos legais que visam
assegurar a liberdade religiosa;
-Declaração Universal dos
Direitos Humanos e Constituição
Brasileira: respeito à liberdade
54
compõem os sistemas religiosos
organizados institucionalmente.
Serão tratadas como conteúdos,
destacando-se as suas principais
características de organização,
estrutura e dinâmica social dos
sistemas religiosos que
expressam as diferentes formas
de compreensão e de relações
com o Sagrado.
-Fundadores e/ou líderes
religiosos;
-Estruturas hierárquicas;
-Exemplos de Organizações
religiosas mundiais e regionais:
Budismo (Sidarta Gautama),
Confucionismo (Confúcio),
Espiritismo (Allan Kardec),
Taoísmo (Lao Tse).
religiosa;
-Direito a professar fé e
liberdade de opinião e
expressão;
-Direito a liberdade de reunião e
associações pacíficas;
-Direitos humanos e sua
vinculação com o Sagrado.
6ª SÉRIE
Paisagem Religiosa
•Festas Religiosas:
-São os eventos organizados
pelos diferentes grupos
religiosos, com objetivos
diversos: confraternização,
rememoração dos símbolos,
períodos ou datas importantes;
-Peregrinações, festas
familiares, festas nos templos,
datas comemorativas.
-Exemplos: Festa do Dente
Sagrado (Budismo), Ramada
(Islâmica), Kuarup (Indígena),
Festa de Iemanjá (Afrobrasileira), Pessach
(Judaísmo);
•Vida e Morte:
-As respostas elaboradas para
a vida além da morte nas
diversas tradiçõesmanifestações religiosas e sua
relação com o Sagrado.
-O sentido da vida nas
tradições-manifestações
religiosas;
-Reencarnação;
SAGRADO:
Símbolo
•Ritos:
-São práticas celebrativas das
tradições-manifestações
religiosas, formadas por um
conjunto de rituais. Podem ser
compreendidas como a
recapitulação de um
acontecimento sagrado
anterior, é imitação, serve à
memória e à preservação da
identidade de diferentes
tradições-manifestações
religiosas e também pode
remeter à possibilidades futuras
a partir de transformações
presentes.
-Ritos de passagem;
-Mortuários;
-Propiciatórios;
-Outros;
-Exemplos: Dança (Xire) –
Candomblé, Kiki (Kaingang –
ritual fúnebre), Via sacra,
Festejo indígena de colheita.
Texto Sagrado
•Universo simbólico religioso:
-Os significados simbólicos dos
gestos, sons, formas, cores e
textos:
-Nos ritos;
-Nos mitos;
-No cotidiano.
-Exemplos: Arquitetura
Religiosa, Mantras, Parâmetros,
Objetos.
55
-Ressurreição – ação de voltar
a vida.
-Além Morte;
-Ancestralidade – vida dos
antepassados – espíritos dos
antepassados se tornam
presentes;
-Outras interpretações.
METODOLOGIA
Partindo da abordagem de manifestações religiosas, ou expressões do
Sagrado desconhecidas ou pouco conhecidas dos alunos, para posteriormente
inserir os conteúdos que tratam de manifestações religiosas mais comuns, que já
fazem parte do universo cultural da comunidade, considerando-se os valores e
experiências dos alunos.
A linguagem a ser utilizada é a pedagógica e não a religiosa, referente a
cada expressão do sagrado adequada ao universo escolar inviabilizando que se
faça juízo desta ou daquela prática religiosa.
Em relação aos conteúdos, o professor estabelecerá uma relação
pedagógica com os conhecimentos que compõem o universo sagrado, das
manifestações religiosas como construção histórico-social, agregando-se ao
patrimônio cultural da humanidade.
As reflexões e análises se darão por meio do tratamento dos conteúdos,
destacando-se os aspectos científicos do universo cultural do sagrado e da
diversidade sócio-cultural que compõe o universo das diferentes culturas, nas
quais se firmam as suas expressões coletivas.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
Por ser de caráter facultativo, ela não constitui objeto de reprovação, bem
como não terá registro de notas ou conceitos na documentação escolar, todavia,
serão ministradas práticas avaliativas que permitam acompanhar o processo de
apropriação de conhecimento pelo aluno e pela classe, tendo como parâmetro os
conteúdos tratados e os objetivos.
56
O ato de avaliar deve permitir a toda comunidade escolar que identifiquem
os progressos obtidos na disciplina.
Seguirá inserida em:
-Auto-avaliação do educando e do professor;
-Avaliação do educando pelo professor;
-Hetero-avaliação.
Técnicas e procedimentos a serem utilizados:
-Comunicação oral e escrita;
-Observação dirigida e espontânea de vivências;
-Participação em trabalhos;
-Exposição de produções;
-Pesquisas;
-Reflexão e interpretação de textos;
-Testes dos conteúdos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•Diretrizes Curriculares do Ensino Religioso para o Ensino Fundamental – Versão
Preliminar, julho/2006.
•Projeto Político Pedagógico da Escola.
57
PROPOSTA PEDAGÓGICA
GEOGRAFIA
INTRODUÇÃO:
Esta escola trabalha com uma multiplicidade de alunos oriundos de várias
classes sócio-econômicas e culturais, alunos sem pré-requisito para 5ª série, sem
domínio de leitura e escrita, sem limites disciplinares, carência afetiva,
desinteresses familiares, falta de perspectiva de vida, dificuldade de convivência
em grupos. Contando também com alunos do meio urbano e rural.
Apesar de a escola não estar preparada com espaço físico e humano
adequado, recebe alunos com necessidades especiais e procura atendê-los
adequadamente de forma a incluí-los.
A disciplina de geografia como ciência social de inter-relações tem por
objetivo trabalhar as diferenças, na tentativa de construir uma sociedade mais
justa e fraterna com o objetivo de desenvolver a ética, a criticidade e torná-los
cidadãos capazes de estarem inseridos na sociedade com pleno sentimento de
mudanças e sensibilidade de convivência.
A cultura afro brasileira e africana busca valorizar devidamente a história e
cultura do povo negro na perspectiva de elevar a auto-estima e a compreensão de
todas as etnias.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
58
A geografia é uma ciência que busca pesquisar, analisar, compreender as
relações homem-natureza, procurando modifica-la para sua sobrevivência e
influenciando nas relações políticas e econômicas.
Na antiguidade clássica, estudos descritivos ampliaram os conhecimentos
geográficos, porém na idade média, com contestações da Igreja, afirmando que
muitos conhecimentos, não eram verdades, estes foram abandonados.
A partir do século XV, com o desenvolvimento do comércio e das grandes
navegações, a geografia volta a ser evidenciada devido á necessidade do homem
de se expandir para outros espaços.
A partir do século XIX, na Europa com a sistematização do conhecimento
geográfico, surgiram escolas nacionais de pensamento geográfico, destacando-se
a alemã e a francesa. Na escola alemã destacou-se os percussores Humboldt,
Ritter e Ratzel, enquanto que na escola francesa destacou-se Vidal de La Blache.
No Brasil consolidou-se a partir da década de 1930, as pesquisas
enfocavam compreensão e a descrição do ambiente físico nacional, servindo aos
interesses políticos do Estado, perpetuando-se por boa parte do século XX,
caracterizando-se, na escola, pelo caráter decorativo, enciclopedista, focado na
descrição do espaço, na formação e fortalecimento do nacionalismo, sendo muito
significativo na consolidação do Estado Nacional Brasileiro. Neste período ficou
sendo conhecido como geografia tradicional.
Nos anos 60, o ensino da geografia passou por modificações na
organização curricular, devido às necessidades de melhorar a qualificação
profissional, a qual foi instituída através da lei 5692/71 (lei de diretrizes e base da
Educação Nacional), que envolvia ás ciências humanas, a qual denominava-se
Estudos Sociais, que no 1º grau envolveria história e geografia, sendo meramente
ilustrativa e superficial. Nos anos 80 é que desmembrou-se a disciplina em
história e geografia.
No Estado do Paraná, não ocorreu o desmembramento imediato da
disciplina de Estudos Sociais, isto só ocorreu após a resolução nº 06 de 1986 do
Conselho Federal de Educação.
Durante a segunda guerra mundial ocorreu uma renovação do pensamento
geográfico, surgindo a geografia crítica. Através de organizações como a AGB
Associações de Geógrafos Brasileiros, em Fortaleza, discutida através da
59
publicação do livro de Ives Lacoste, no qual afirmava que a geografia servia antes
de mais nada para fazer a guerra. Pensamento este, que deu novas
interpretações aos conceitos geográficos e interpretações aos conceitos
geográficos e ao objeto de estudo da geografia, enfocando as questões
econômicas, políticas e sociais.
No Paraná, na década de 80, a Secretaria de Estado da Educação publicou
o Currículo Básico para a Escola Pública do Paraná, o qual repensava os
fundamentos teóricos e os conteúdos básicos das disciplinas da pré-escola á 8ª
série. Neste contexto, a geografia crítica passa por transformações com avanços
e retrocessos em função do contexto histórico e organização política.
Na década de 90 ocorreu a produção e aprovação da nova Lei de
Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB 9394/96), bem como a construção
dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais). Entre as mudanças destacam-se
os conteúdos de ensino vinculados as discussões ambientais e multinacionais,
onde ocorre a presença de um resgate a aprofundamento das discussões sobre
esses assuntos que ganharam forças tanto com as transformações políticas
quanto com os avanços nos sistemas técnicos de comunicação e informações
que possibilitam a ampliação do mercado mundial.
Estas
diretrizes
curriculares
repensam
a
prática
pedagógica
dos
professores com o objetivo de estimular as reflexões a respeito da geografia e do
seu ensino problematizando e compreendendo o espaço geográfico no atual
período histórico.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA:
Desenvolver
no educando o espírito de pesquisa destacando a
compreensão da natureza a partir das transformações decorrentes do avanço das
tecnologias, dos conflitos econômicos, sociais e políticos e distinguir o natural do
humanizado com consciência crítica e participativa e, dentro de suas
possibilidades empenhar-se em democratizá-las.
5ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
60
•Conteúdos específicos
A dimensão Econômica da Produção do/no Espaço
•Os setores da economia;
•Sistemas de produção industrial;
•Consumo e consumismo;
•Sistemas de circulação de mercadoria, pessoas, capitais e informações.
Geopolítica:
•Acontecimentos atuais;
•Território local e global em diferentes escalas;
•Paraná: localização; Marco situacional.
A dimensão Socioambiental:
•As Eras Geológicas;
•Os movimentos da terra no Universo e suas influências;
•Rochas e minerais;
•O ambiente urbano e rural;
•Classificação, fenômenos atmosféricos e mudanças climáticas;
•Impactos ambientais;
•Aspectos físicos do Paraná;
•Relações homem x natureza.
A dinâmica Cultural Demográfica:
•Êxodo Rural
6ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos
A dimensão econômica da produção do/no espaço:
•Estado, nação e território – Regionalização;
•Sistemas de produção industrial;
•Agroindústria;
61
•Economia e desigualdades sociais;
•Construção e desenvolvimento de diferentes espaços com base a economia
local;
•A contribuição do negro na construção da nação brasileira;
Geopolítica:
•Recursos energéticos
•Movimentos sociais
A dimensão sócio-ambiental:
•O ambiente urbano e rural;
•Sistemas de energia;
•Ocupação de áreas irregulares;
•Desigualdade social e problemas ambientais;
•Interdependência entre homem e natureza;
•Rios e bacias hidrográficas brasileiras;
•Formação vegetal do Brasil – Desmatamento;
•Ocupação e organização do espaço paranaense – Biopirataria;
A dinâmica Cultural Demográfica:
•O êxodo rural;
•Urbanização e favelização;
•Fatores e tipos de migrações e imigrações e suas influências no espaço
geográfico – cultura afro-brasileira;
•Movimentos migratórios do Paraná;
•Estrutura etária;
•A população brasileira: miscigenação de povos;
•Análise de dados do IBGE sobre a composição da população brasileira por cor,
renda e escolaridade no país.
7ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos
62
A dimensão econômica da produção do/no espaço:
•Sistemas de circulação de mercadorias, pessoas, capitais e informações;
•Sistemas de produção Industrial;
•Globalização;
•A inserção do Paraná na globalização;
•Acordos e Blocos Econômicos;
•Economia e desigualdades sócias mundiais e no Paraná;
•Dependência tecnológica;
•Sul – subdesenvolvimento.
Geopolítica:
•Diferentes tipos de regionalizações do muno e suas diversas paisagens naturais;
•Desigualdades dos paises Norte e Sul;
•Conflitos Mundiais;
•Órgãos internacionais;
•Neoliberalismo;
•Narcotráfico.
A dimensão sócio-ambiental:
•As Eras geológicas;
•A teoria da Deriva Continental e placas tectônicas;
•Ocupação de áreas irregulares;
•Desigualdades sociais e problemas ambientais;
•Interdependência entre homem e natureza;
•Impactos ambientais.
A dinâmica Cultural Demográfica:
•Fatores e tipos de migração e imigração e suas influencias no Espaço
Geográfico (inclui cultura afro-brasileira);
•Histórias das migrações mundiais;
•Formações e conflitos étnico-religioso;
•Estudo de como o continente africano se configurou espacialmente: as redivisões territoriais;
•Localização no mapa e pesquisas sobre a atualidade de alguns países;
63
•Discussões a respeito de práticas de segregação racial.
8ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos
A dimensão econômica da produção do/no espaço:
•Globalização;
•Sistemas de produção industrial;
•Acordos e Blocos Econômicos;
Geopolítica:
•Cidades globais;
•Guerra Fria;
•Conflitos mundiais;
•Políticas Ambientais;
•Órgãos internacionais;
•Neoliberalismo;
•Biopirataria;
•Meio ambiente e Desenvolvimento;
•Terrorismo;
•Narcotráfico.
Dimensão socioambiental:
•Movimentos sócio-ambientais;
•Desmatamento;
•Chuvas ácidas;
•Efeito estufa;
•Impactos ambientais;
•Desigualdade social e problemas ambientais;
•Problemas ambientais do Paraná.
A dinâmica cultural demográfica:
•Urbanização e favelização;
64
•História das migrações mundiais;
•Formações e conflitos étnico-religiosos e raciais (inclui a cultura afro-brasileira);
•Consumo e consumismo;
•Identidade nacional;
•Localização no mapa e pesquisas sobre a atualidade de alguns países (como
vive, população, idioma, economia, cultura, história, religião e outros aspectos);
•Norte – desenvolvido.
METODOLOGIA:
A geografia é uma ciência que estuda o espaço natural e humano, observa
e analisa as transformações do espaço geográfico, bem como as inter-relações
homem/natureza.
O processo ensino aprendizagem deve ser abordado em diferentes escalas
espaciais, partindo do local, para o regional, o nacional ao global, facilitando o
entendimento e a compreensão do conteúdo abordado para que este perceba as
transformações que ocorrem a nível global e interfere no seu dia a dia.
Cabe a geografia como uma ciência social direcionar o educando a ser
crítico, construtivo, atuante, visando uma sociedade mais igualitária e justa para
todos.
Espera-se que os educandos de 5ª série do ensino fundamental, ampliem
suas noções espaciais cabendo ao professor abordar conhecimentos necessários
para a compreensão das inter-relações entre as paisagens naturais e artificiais,
aprofundando os conceitos de lugar e paisagens com observações na natureza,
utilizando imagens, fotografias, textos, bem como promover uma abordagem
cartográfica, usando-a para conhecer melhor as diferentes escalas geográficas.
O aluno poderá com maior profundidade e propriedade, na 6ª série analisar
os fatos citados na escala nacional (Brasil), relacionando-os com a escala
mundial. Neste momento, o professor promove reflexões em torno dos conceitos
construídos, e descobrindo as especialidades naturais/sociais nas relações
geopolíticas, econômicas globalizadas.
Quando estiver compreendido as especificidades do território nacional, na
7ª e 8ª série, o educando ampliará e aprofundará suas reflexões espaciais com
relação aos continentes, poder político e econômico, relações naturais e sociais, a
65
globalização, formação de Blocos Econômicos e diferentes regionalizações em
escala global. Neste momento nada impede que o professor faça algumas
relações entre os conteúdos, podendo retornar ao espaço local permitindo maior
compreensão sobre o tema em estudo.
O professor de geografia deve conhecer e respeitar a Lei 10.639/03 a qual
torna obrigatório abordar temas que envolvam os conteúdos relacionados a
história e cultura afro-brasileira e africana. Pode ser trabalhado nas diferentes
séries através de mapas, textos, imagens, fotos, files, teatros que contenham
diversos conhecimentos sobre: a população brasileira, miscigenação, distribuição
espacial dos afro-descendentes no Brasil e no mundo, a contribuição do negro na
construção da nação brasileira, o movimento do povo africano no tempo e no
espaço, relação do trabalho e renda, colonização da África pelos europeus,
estudo de como o continente Africano se configurou espacialmente e práticas de
segregação racial.
CRITÉRIOS DA AVALIÇÃO:
O processo de avaliação deve ser de modo a contemplar várias formas
dentre elas: global, diagnóstica, contínua, diversificada e estando de acordo com
a proposta pedagógica da escola e as diferentes práticas como: leitura,
interpretação de textos geográficos; leitura e interpretação de fotos e imagens e
principalmente diferentes tipos de mapas; pesquisas bibliográficas; apresentação
oral e escrita de pesquisas; testes/provas escritas; produção de textos e
organização dos conteúdos trabalhados.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
A Recuperação Paralela deve acontecer paralela ao processo ensino
pedagógico é imediata. É incumbência do professor, observar as dificuldades
apresentadas pelos alunos, rever a metodologia de ensino e sempre que
necessário diversificá-la, tendo em vista a apropriação ativa e crítica do
conhecimento científico.
Em Geografia deve-se considerar os conceitos socioespaciais, relações de
poder, de espaço, de tempo e de sociedade-natureza para compreender o espaço
nas diversas escalas geográficas.
66
O estudo e reflexão são fundamentais para uma ação pedagógica
comprometida com o social em prol da formação de cidadãos participativos e
atuantes na sociedade.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
•Diretrizes Curriculares de Geografia para Ensino Fundamental – Versão
Preliminar; Julho2006.
•Inserção de Cultura de História e Cultura Afro-Brasileira nos Currículos
Escolares.
•Projeto Político Pedagógico da Escola.
PROPOSTA PEDAGÓGICA
HISTÓRIA
67
INTRODUÇÃO:
Com essa Proposta Curricular, estaremos atendendo alunos na faixa etária
dos 10 a 14 anos, oriundos da zona urbana e rural de diversas classes sociais,
sendo a grande maioria de baixo poder aquisitivo. Apresentando as seguintes
dificuldades: carência afetiva, graves problemas financeiros, desinteresses
familiares e falta de perspectiva de vida.
A disciplina oportunizará o direito de igualdade de acesso ao conhecimento
científico, proporcionando a formação global e integral do educando, para que
seja apto a interagir na sociedade, capaz de modificar a realidade.
A proposta de educação inclusiva aplica-se a todos, e não apenas aos
alunos com necessidades especiais, com isso almeja-se a construção de uma
sociedade comprometida com as minorias que valorizem a diversidade humana,
capaz de reconhecer as diferenças e promover a aprendizagem. Reconhecendo
que existe grande dificuldade para se trabalhar a inclusão, visto que: não temos
estrutura física adequada e pessoas especializadas para auxiliar aluno e
professor regente (intérpretes).
Trabalharemos a cultura afro-brasileira, visando construir um novo olhar
sobre a história nacional e regional ressaltando a contribuição dos africanos e
afro-descendentes na Constituição da nação brasileira, desmistificando visões
equivocadas como:
A do negro visto como escravo, a da África como um continente primitivo, a
de que o negro foi escravizado porque era dócil, menos rebelde que os indígenas
e a da democracia racial.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
68
A história tem como objeto de estudo as ações e as relações humanas que
são praticadas no tempo, tendo ou não consciência das ações definidas como
estrutura sócio históricos que estão na forma de agir, de pensar ou de raciocinar,
de representar, de imaginar de instituir e de se relacionar social, cultural e
politicamente. Através da investigação históricas de relações humanas internas e
externas.
Deve-se considerar também como objeto de estudos, as relações dos
seres humanos com os fenômenos naturais tais como as condições geográficas,
físicas e biológicas de uma determinada época e local, os quais também se
conformam a partir das ações humanas. As ações humanas produzem relações e
são as novas relações que constróem novas ações humanas.
A investigação histórica pode detectar causalidade externas voltada para
descobertas de relações humanas e causalidade internas que buscam
compreender/interpretar os sentidos que os sujeitos atribuem as suas ações.
Com produção do conhecimento histórico, com métodos específicos
baseado na explicação dos fatos. Com finalidade de expressar o processo de
produção de conhecimento humano voltado para interpretação de pensamento
histórico, para
a compreensão deste conhecimento de historiografia possui
diferentes formas de explicar as investigações e as experiências dos sujeitos.
A proposta curricular propõem –se a estabelecer articulações entre
abordagens teórico –metodológicas distintas, resguardadas as diferenças e até a
oposição entre elas, por entender que esse é um caminho possível para o ensino
de História resultando desta articulação a idéia de consciência histórica . A
mesma é uma condição da existência do pensamento humano, inerente à
condição humana em toda a sua diversidade.
A partir da apropriação do conceito de consciência histórica busca-se
analisar as implicações das opções teórico metodológicas para o ensino da
História na formação dos sujeitos, contribuindo para uma consciência histórico
crítica dos alunos.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA:
Compreender e interpretar para as determinações fundamentais que são:
sociais, institucionais e culturais. Conhecendo e comparando as diferenças
69
sociais e culturais da sociedade e sua própria história, despertando o senso crítico
construtivo das idéias práticas e representações onde influenciam as normas e os
costumes. Procurando analisar a diversificação de documentos, como imagens,
canções, objetos arqueológicos, entre outras na construção do conhecimento
histórico,
permitindo
relações
interdisciplinares
com
outras
áreas
do
conhecimento.
OBJETIVOS GERAIS:
5ª Série:
-Compreender a formação e organização das primeiras civilizações com sua
cultura, religião, economia e política, incluindo a ocupação do território brasileiro
pelos diversos aborígenes com sua cultura até a chegada do branco europeu na
América.
6ª Série:
-Conhecer o processo de colonização até a independência do Brasil, comparando
simultaneamente aos acontecimentos na África, Europa e a Ásia, com a formação
de colônias e a ampliação dos territórios pelos europeus bem como, a formação
do território paranaense e a miscigenação dos povos nas colônias.
7ª Série:
-Despertar o senso crítico construtivo das idéias referentes a nacionalidade na
frança Estados Unidos e Brasil. E a formação da sociedade envolvendo a
América, África, Europa e Ásia, com enfoque a Emancipação Política do Paraná.
8ª Série
-Analisar a união e o desmembramento de países na Ásia, Europa e África,
observando a cultura, a economia, a religião na formação social da história na
Construção de uma sociedade democrática capitalista com a formação de blocos
econômicos (globalização), na atualidade.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
São saberes, conhecimentos construídos historicamente e considerados
fundamentais para a compressão do objeto e organização dos campos de
estudos de uma disciplina escolar.
70
5ª SÉRIE
DAS ORIGENS DO HOMEM AO SÉCULO XVI – DIFERENTES TRAJETÓRIAS, DIFERENTES CULTURAS
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÕES
POLÍTICA ECONÔMICO-SOCIAL CULTURAL
Conteúdos Específicos
Conteúdos Complementares
Produção do conhecimento histórico
A humanidade e a História
O historiador e a produção do conhecimento histórico; De onde viemos, quem somos, como sabemos?
Tempo, temporalidade;
Fontes, documentos;
Patrimônio material e imaterial;
Pesquisa.
Articulação da História com outras áreas do
conhecimento.
Arqueologia, antropologia, paleontologia, geografia,
geologia, sociologia, etnologia e outras.
Arqueologia no Brasil
i.Lagoa Santa: Luzia (MG);
Serra da Capivara (PI);
Sambaquis (PR).
Povos indígenas no Brasil e no Paraná
Ameríndios do território brasileiro;
Kaingang, Guarani, Xetá e Xokleng.
Surgimento, desenvolvimento da humanidade e
grandes migrações
Teorias do surgimento do homem na América;
Mitos e lendas da origem do homem;
Desconstrução do conceito de Pré-história;
Povos ágrafos, memória e história oral.
As primeiras civilizações na América
Olmecas, Mochicas, Tiwanacus, Maias, Incas e Astecas;
Ameríndios da América do norte.
As primeiras civilizações na África, Europa e Ásia.
Egito, Núbia, Gana e Mali.*
Hebreus, gregos e romanos.*
* Observação: não se trata aqui, de “esgotar” a história
destas civilizações, mas sim, levantar alguns aspectos
como religiosidade, organização social.
A chegada dos europeus na América
Península ibérica nos séculos XIV e XV: cultura,
(des) encontros entre culturas;
sociedade e política.
Resistência e dominação.
Reconquista do território;
-Escravização.
Religiões, judaísmo, cristianismo e islamismo..
Comércio (África, Ásia, América e Europa).
-catequização.
Formação da sociedade brasileira e americana
Os reinos e sociedades africanas e os contatos
América Portuguesa
com a Europa.
América Espanhola
Songai, Benin, Ifé, Congo, Monomotapa (Zimbabwe) e
América franco-inglesa
outros.
Organização político-administrativa (capitanias hereditárias,
-Comércio;
sesmarias).
-Organização política-administrativa;
Manifestações culturais (sagrada e profana).
-Manifestações culturais;
Organização social (família patriarcal e escravismo).
-Organização social;
Escravização de indígenas e africanos.
-Uso de tecnologias: engenho de açúcar, a batea,
Economia (pau-brasil, cana-de-açúcar e minérios).
construção civil...
Diáspora Africana
6ª SÉRIE
DAS CONTESTAÇÕES A ORDEM COLONIAL AO PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO
BRASIL – SÉCULO XVII AO XIX
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÕES
71
POLÍTICA
ECONÔMICO-SOCIAL CULTURAL
Conteúdos Específicos
Expansão e consolidação do território
Missões;
Bandeiras;
Invasões estrangeiras.
Colonização do território “paranaense”
Economia;
Organização social;
Manifestações culturais;
Organização política-administrativa
Movimentos de contestação
Quilombos (BR e PR);
Irmandades: manifestações religiosas-sincretismo.
Revoltas Nativistas e Nacionalistas:
46)Inconfidência mineira;
47)Conjuração baiana;
48)Revolta da cachaça;
49)Revolta do maneta;
50)Guerra dos mascates.
Chegada da família real ao Brasil
De Colônia à Reino Unido;
Missões artístico-científicas;
Biblioteca Nacional;
Banco do Brasil;
Urbanização na capital;
Imprensa régia.
O processo de Independência do Brasil
Governo de D. Pedro I;
Constituição outorgada de 1824;
Unidade territorial;
Manutenção da estrutura social;
Confederação do Equador;
Província Cisplatina;
Haitianismo;
Revoltas regionais:
Malês, Sabinada, Balaiada, Cabanagem,
Farroupilha.
Conteúdos Complementares
Consolidação dos estados nacionais europeus e
Reforma Pombalina
Reforma e contra-reforma.
Independência das treze colônias Inglesas da
América do Norte
Diáspora africana.
Revolução Francesa
Comuna de Paris.
Invasão napoleônica na Península Ibérica.
O processo de independência das Amér
Haiti;
Colônias espanholas.
7ª SÉRIE
PENSANDO A NACIONALIDADE: DO SÉCULO XIX AO XX – A CONSTITUIÇÃO DO IDEÁRIO
DE NAÇÃO NO BRASIL.
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÕES
POLÍTICA ECONÔMICO-SOCIAL CULTURAL
Conteúdos Específicos
A construção da Nação.
Governo de D. Pedro II;
Criação do IHGB;
Lei de Terras, Lei Euzébio de Queiroz – 1850;
Início da imigração européia;
Definição do território;
Movimentos Abolicionista e emancipacionista.
Emancipação política do Paraná (1853)
Economia;
Organização social;
Manifestações culturais;
Organização política-administrativa;
Conteúdos Complementares
Revolução Industrial e relações de trabalho (XIX e
XX).
Luddismo;
Socialismo;
Anarquismo.
Relacionar: Taylorismo, Fordismo, Toyolismo.
72
Migrações: internas (escravizados, libertos e homens livres
pobres) e externas (europeus).
Os povos indígenas e a política de terras.
A Guerra do Paraguai e/ou a Guerra da Tríplice Aliança.
O processo de abolição da escravidão.
Colonização da África e da Ásia
Legislação;
Resistência e negociação;
Discursos:
Guerra Civil e Imperialismo estadunidense.
86)Abolição;
87)Imigração – senador Vergueiro Branqueamento e
miscigenação (Oliveira Vianna, Nina Rodrigues, Euclides Carnaval na América Latina: entrudo, murga e
da Cunha, Sílvio Romero, no Brasil, Sarmiento na
candomblé.
Argentina).
Os primeiros anos da República.
Questão Agrária na América Latina.
Idéias positivistas;
Revolução Mexicana.
Imigração asiática;
Oligarquia, coronelismo e clientelismo;
Movimentos de contestação: campo e cidade;
Movimentos messiânicos;
Primeira Guerra Mundial.
Revolta da vacina e urbanização do Rio de Janeiro;
Movimento operário: anarquismo e comunismo;
Paraná:
Revolução Russa.
96)Guerra do Contestado;
97)Greve de 1917 – Curitiba;
98)Paranismo: movimento regionalista – Romário Martins,
Zaco Paraná, Langue de Morretes, João Turim.
8ª SÉRIE
REPENSANDO A NACIONALIDADE BRASILEIRA: DO SÉCULO XX AO XXI – ELEMENTOS
CONSTITUTIVOS DA CONTEMPORANEIDADE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÕES
POLÍTICA ECONÔMICO-SOCIAL CULTURAL
Conteúdos Específicos
A semana de 22 e o repensar da nacionalidade
Economia;
Organização social;
Organização político-administrativa;
Manifestações culturais;
Coluna Prestes.
A “Revolução” de 30 e o Período Vargas (1930 e
1945)
Leis trabalhistas;
Voto feminino;
Ordem e disciplina no trabalho;
Mídia e divulgação do regime;
Criação do SPHAN, IBGE;
Futebol e carnaval;
Contestação à ordem;
Integralismo;
Participação do Brasil na II Guerra Mundial.
Populismo no Brasil e na América Latina.
Cárdenas – México;
Perón – Argentina;
Vargas, JK, Jânio Quadros e João Goulart – Brasil.
Construção do Paraná Moderno:
Conteúdos Complementares
Crise de 29.
Ascensão dos regimes totalitários na Europa.
Movimentos populares na América Latina.
Segunda Guerra Mundial.
Colonização da África e da Ásia
Guerra Civil e Imperialismo estadunidense.
Carnaval na América Latina: entrudo, murga e
candomblé.
Guerra Fria
73
Governos de
118)Manoel Ribas, Moyses Lupion, Bento Munhoz da
Rocha Netto e Ney Braga.
Frentes de colonização do Estado, criação da estrutura
administrativa.
120)Copel, Banestado, Sanepar, Codepar.
Movimentos culturais.
Movimentos sociais no campo e na cidade.
123)Ex.: Revolta dos colonos década de 50 – Sudoeste.
Os xetá.
O Regime Militar no Paraná e no Brasil
Guerra Fria e os Regimes Militares na América
Repressão e censura, uso ideológico dos meios de
Latina.
comunicação;
Política de boa vizinhança;
O uso ideológico do futebol na década de 70;
Revolução Cubana;
127)O tricampeonato mundial;
11 de setembro no Chile e a deposição de Salvador
128)A criação da liga nacional (campeonato brasileiro).
Allende;
Cinema Novo;
Censura aos meios de comunicação;
Teatro;
O uso ideológico do futebol na década de 70;
Itaipu, Sete Quedas e a questão da terra.
A copa da Argentina – 1978.
Movimentos de contestação no Brasil:
Resistência armada;
Tropicalismo;
Jovem Guarda;
Novo sindicalismo;
Movimento Estudantil.
Movimentos de contestação no mundo:
Maio de 58 – França;
Movimento Negro;
Movimento Hippie;
Movimento Homossexual;
Movimento Feminista;
Movimento Punk;
Movimento Ambiental.
Paraná no contexto atual
Redemocratização:
Fim da bipolarização mundial:
Constituição de 1988;
Desintegração do bloco socialista;
Movimentos populares rurais e urbanos: MST (Movimento
Neoliberalismo;
dos Sem Terra), MNLM (Movimento Nacional de Luta pela
Globalização;
Moradia), CUT (Central Única dos Trabalhadores), Marcha
11 de setembro nos EUA
Zumbi dos Palmares e outros.
Mercosul;
África e América Latina no contexto atual.
Alca.
O Brasil no contexto atual:
•A comemoração dos “500 anos do Brasil” análise e reflexão.
METODOLOGIA
Metodologia voltada para a construção do conhecimento, onde o educando
vai comparar, pesquisar, observar e através de experiência e sentir-se inserido no
mundo a sua volta. Para isso, vamos disponibilizar os seguintes recursos:
•Textos de vários autores, além do livro didático;
•Vídeos;
•Revistas;
•Livros;
•Internet;
•Músicas;
•Poesias;
74
•Maquetes;
•Seminários.
Tendo assim, um aluno mais crítico, capaz de compreender o
conhecimento histórico e sua produção valorizando o passado para compreender
o presente podendo a mesmo adquirir autonomia na busca do conhecimento além
dos conteúdos apresentados, tendo uma dimensão cultural, econômica e social
das sociedades em questão.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
Avaliação é a ação consciente, reflexiva e crítica, proporcionando ao aluno
condições de pensar, de ver, de optar e auto realizar-se.
É um processo diagnóstico que pode ser repensado continuamente.
Deve ser um instrumento de mudanças de atitudes de problemas
detectados, garantindo respeito as diferenças culturais, pois elas se manifestam
de forma individual, coletiva, bem como cultural, regional e local.
Poderá ser avaliado oralmente os aspectos que muitas vezes não ficam
evidentes nas avaliações escritas.
A avaliação será contínua, permanente e cumulativa com a finalidade de
acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos alunos, bem como
diagnosticar seus resultados e atribuir-lhes um valor de zero a dez.
O rendimento será trimestral com média de seis vírgula zero.
Instrumentos e técnicas de avaliação:
•Testes de aproveitamento;
•Trabalho de criação individual ou em grupo (produção de texto, periódicos,
poesias, cartazes e outros);
•Pesquisas;
•Debates, entrevistas, seminários;
•Auto-avaliação com critérios estabelecidos;
•Tarefas específicas;
•Relatórios avaliativos.
Ela é flexível, portanto, reformulada quando necessário para que esteja
sempre atualizada.
75
RECUPERAÇÃO PARALELA:
A recuperação paralela será feita após detectada a não aprendizagem dos
conteúdos pelo aluno, através de trabalhos e avaliações para que o mesmo se
aproprie dos conteúdos trabalhados.
No final do trabalho, na disciplina de
história, os alunos deverão ser capazes de identificar processos históricos,
reconhecer criticamente as relações de poder neles existentes.
REFERÊNCIAS BIBLIOLGRÁFICAS:
•Diretrizes Curriculares de História para o Ensino Fundamental. SEED.
•Projeto Político Pedagógico;
PROPOSTA PEDAGÓGICA
LÍNGUA PORTUGUESA
INTRODUÇÃO:
Nesta Proposta procura-se aprofundar o ensino de Língua Portuguesa
atendendo alunos de 10 a 16 anos, provenientes do meio rural e urbano,
buscando, através da linguagem, a interação com o outro proporcionando e
76
promovendo atividades que possibilitem ao aluno tornar-se um falante mais ativo
e competente, capaz de compreender os discursos dos outros e organizar-se de
forma clara, coesa e coerente.
Toda reflexão sobre a língua só tem sentido em experiências reais de uso
de língua materna, abrangendo textos escritos e falados interagindo na linguagem
verbal com outras linguagens.
Nessa concepção da língua, o texto é visto numa interação dialógica onde
se constroem o são construídos, manifestando uma comunicação lingüística.
As práticas da linguagem enquanto fenômeno de uma interlocução viva,
potencializa todas as áreas do agir humano numa perspectiva interdisciplinar.
O ensino da língua na busca de desenvolver a prática da oralidade, da
escrita e da leitura, deve ter a sala de aula como o espaço de apropriação do
conhecimento, de promoção do diálogo entre as diferenças ressaltando as
necessidades de conhecer a potencialidade e a individualidade do aluno, como
ser social capaz de progredir e superar suas limitações.
Trabalhamos a cultura afro-brasileira buscando valorizar a história e cultura
do povo negro, na perspectiva de elevar a auto-estima e compreensão de todas
as etnias, valorizando uma sociedade multicultural.
A inclusão será aplicada a todos e não apenas aos alunos com
necessidades especiais, almejando uma sociedade comprometida com as
melhorias que valorizem a diversidade humana.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
A língua portuguesa passou a integrar o currículo escolar brasileiro,
somente nas últimas décadas do século XIX, depois de muito ter se organizado o
77
sistema de ensino.
Em 1967 iniciou-se o processo de democratização de ensino. O aumento
do número de vagas e a eliminação dos exames de admissão trouxeram para a
escola um número significativo de falantes com diferentes variedades do
português, muito distante do modelo cultivado pela escola.
Essa questão provocou um profundo choque entre modelos e valores
escolares e a realidade dos falantes.
Os estudos lingüísticas centradas no texto e a interação social das práticas
discursivas, e as novas concepções sobre a aquisição da língua materna
chegaram ao Brasil em meados da década de 70, porém só tomaram corpo,
efetivamente, a parte dos anos 80 com contribuição, do círculo de Baktin.
Segundo Baktin a língua configura um espaço de interação entre sujeitos que se
constituem através da interação.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA:
•Prática da Leitura:
•Prática da Oralidade:
•Prática da Escrita:
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
O objeto de estudo da disciplina é a língua e o conteúdo estruturante da
língua portuguesa e literatura é o discurso, concebido como prática social,
desdobrando-se em três partes: Oralidade, Leitura e Escrita.
Pratica da Oralidade:
É uma pratica social interativa, parte da informalidade para a formalidade,
em situações de uso diversos. É preciso desenvolver a sensibilidade de saber
ouvir o outro, o que favorece, inclusive a convivência social.
Pratica da leitura:
A leitura precisa ser vista na escola, como uma pratica consistente do leitor
perante a realidade. A leitura deve ser vista em função de uma concepção
interacionista de linguagem segundo a qual busca-se formar leitores no âmbito
escolar, permitindo que o aluno perceba seu papel na interação com o texto, uma
vez que este carrega ideologias, mas somente a partir da visão de mundo de
78
quem o lê.
Pratica da escrita:
A escrita deve ser pensada e trabalhada em uma perspectiva discursiva
que aborda o texto como unidade potencializadora de sentidos, através da pratica
textual. O aluno precisa antes de tudo compreender os mecanismos de
funcionamento de um texto, que são diversos da oralidade. E depois de
internalizar essas diferenças, pode amadurecer na produção de textos cuja
intenção é provocar uma ação no mundo.
Pensar a pratica da escrita é ter em mente que tanto o professor quanto o
aluno necessitam planejar o que será produzido, em seguida escrever a primeira
versão sobre a proposta apresentada e finalmente, revisar, reestruturar e
reescrever este texto.
Análise Lingüística:
O objetivo dessa proposta é formar usuários competentes da língua que,
através da fala, escrita e leitura, exercitem a linguagem de forma consistente e
flexível, adaptando-se a diferente situações de uso, utilizando assim três tipos
básicos de gramática: gramática normativa, descritiva e internalizada.
A gramática normativa considera a língua como uma serie de regras que
devem ser seguidas e obedecidas. Atribuindo-lhe a representação mais culta da
língua.
A gramática descritiva se detém à descrição das variantes lingüísticas a
partir do seu uso pelos falantes.
A gramática internalizada é o conjunto de regras que é dominado pelo
falante tanto em nível fonético, como sintático e semântico, possibilitando o
entendimento entre os falantes de uma mesma língua.
OBJETIVOS GERAIS:
Prática da Leitura - Oportunizar a reflexão dos textos lidos, escritos, falados
ou ouvidos intuindo de forma contextualizada, as características de cada gênero e
tipo de texto, assim como os elementos gramaticais empregados na organização
do discurso ou texto.
Prática da Oralidade – Empregar a língua oral, sabendo adequá-la a cada
contexto e interlocutor, descobrindo as intenções dos discursos do cotidiano
79
posicionando-se
diante
dos
mesmos,
proporcionando
ampliação
das
possibilidades da comunicação e expressão.
Prática da Escrita – Desenvolver as habilidades de uso da língua escrita,
em situações discursivas realizadas por práticas textuais considerando seus
interlocutores, seus objetivos, num contexto de produção, leitura, permitindo o
registro de conhecimentos científicos, culturais, históricos e as manifestações
artísticas da linguagem.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
•Prática da leitura;
•Prática da Oralidade;
•Prática da Escrita;
•Análise lingüística.
5ª SÉRIE
Prática da Leitura
•Textos relacionados ao imaginário e infantil: conto maravilhoso, lenda, fábula,
comunicação humana, linguagens e afro-decendência;
•Leitura de história em quadrinhos, cartoons, painéis, anedotas, cartões, gírias,
poemas, anúncios, cantigas, bilhetes, recados, certidão de nascimento,
jornalístico, contos, lendas e fábulas;
Prática da Oralidade:
•Leitura enfática dos textos;
•Diálogos;
•Histórias em quadrinhos;
•Dramatização;
•Relato pessoal;
•Depoimentos;
•Declamação de poesias.
Prática da Escrita:
•Produção de textos: cartão-postal, carta pessoal, email, diálogo, história em
80
quadrinhos, narrativo (relatos pessoais, depoimentos), descritivo.
•Interferências africanas e indígenas na língua portuguesa.
Análise lingüística:
•Variedades lingüística (formalidade e informalidade);
•Substantivo;
•Adjetivo;
•Locução adjetiva;
•Flexão dos substantivos e adjetivos;
•Artigos (flexão e classificação);
•Numeral;
•Classificação dos pronomes;
•Coesão e coerência textual;
•Letra – fonema – dígrafo;
•Sílaba tônica e átona (classificações e acentuações);
•Verbos (flexões – modos – tempos – modelos de conjugação verbal);
•Advérbio (valores e aspectos semânticos).
6ª SÉRIE
Prática da Leitura
•Leitura de textos do cotidiano: cartoons, charges, guia de cinema, quadrinhos,
anúncios publicitários, gráficos, certidão de nascimento, textos jornalísticos,
lendas, contos e fábulas.
•Textos relacionados:
- Com heróis do cinema, da mitologia e dos quadrinhos;
- Diferença humana (raciais e sociais);
- Viagens;
- A leitura, a poesia e o poeta.
•Leitura, compreensão e interpretação de textos.
Prática da Oralidade:
•Exercícios para desenvolver pontuação, entonação e ênfase;
•Leitura de textos diversos (literários, jornalísticos, humorísticos);
81
•Declamação e dramatização;
•Relatos e depoimentos;
•Contação de histórias;
•Apresentação de trabalhos.
Prática da Escrita:
•Produção de textos:
- Narrativos – contos e relatos;
- Descritivos;
- Poesias;
- De opinião.
Análise lingüística:
•Grau dos substantivos e dos adjetivos;
•Verbos;
•Acentuação;
•Ortografia;
•Conectivos;
•Morfossintaxe;
•Tipos de sujeito;
•Concordância verbal;
•Verbos de ligação;
•Predicativo do sujeito;
•Parônimo;
•Preposição;
•Transitividade verbal;
•Pronomes na função de complementos verbais;
•Semântica;
•Coerência e coesão;
•Tipos de predicados;
•Adjunto adnominal;
•Adjunto adverbial.
82
7ª SÉRIE
Prática da Leitura
•Leitura de textos relacionados: ao humor, à adolescência, ao consumismo; às
questões ecológicas e aos valores humanos (discriminação social e racial, entre
outros);
•Leitura de charges, cartuns, quadrinhos, anúncios, embalagens, poesias, cartas,
livros de literatura, periódicos, lendas, contos e fábulas;
•Leitura, compreensão e interpretação de textos.
Prática da Oralidade:
•Exercícios para desenvolver pontuação, entonação e ênfase;
•Contação de anedotas e casos engraçados;
•Declamação e debates com os temas trabalhados em aula;
•Apresentação de trabalhos;
•Depoimentos;
•Discurso oral.
Prática da Escrita:
•Produção de:
- Textos teatrais;
- Crônicas;
- Textos publicitários;
- Entrevistas;
- Textos de opinião.
Análise lingüística:
•Sujeito;
•Vozes verbais e agente da passiva;
•Denotação e conotação;
•Trema e acento diferencial;
•Predicativo;
•Modo imperativo do verbo;
•Figuras de linguagem;
83
•Emprego da palavra “porque”;
•Conectivos;
•Complemento nominal;
•Aposto e vocativo;
•Pontuação;
•Conjunção;
•Período simples e composto;
•Ambigüidade;
•Coerência e coesão.
8ª SÉRIE
Prática da Leitura
•Textos relacionados à juventude: críticos e textos científicos;
•Picerações;
•Poesia;
•Textos relacionados ao amor;
•Folhetos;
•Cartum;
•Notícias;
•Músicas;
•Contos;
•Folclore;
•Danças.
Prática da Oralidade:
•Contação de histórias;
•Declamação de poesias;
•Leitura de imagens;
•Notícias;
•Cartum;
•Leitura enfática de textos;
84
•Painel;
•Palavras e textos de origem africana e indígena;
•Depoimentos;
•Debates;
•Discurso oral;
•Seminário;
•Dramatização.
Prática da Escrita:
•Produção de textos:
- Conto;
- Argumentativo;
- Dissertativo;
- Crônica;
- Literários (crônicas, contos, poesias);
- Textos de imprensa;
- Textos de divulgação científica.
Análise lingüística:
•Pronomes demonstrativos e relativos em relação ao tempo e espaço;
•Orações subordinadas adjetivas;
•Orações subordinadas substantivas;
•Problemas gramaticais e semânticos relacionados aos substantivos e adjetivos;
•Versificação;
•Estrutura e formação de palavras;
•Concordância nominal e verbal;
•Exercícios de linguagem;
•Regência verbal e nominal;
•Crase;
•Colocação pronominal.
METODOLOGIA:
É um instrumental teórico-prático que permite o conhecimento o mais real
possível e a prática mais segura e clara, diferenciada, pois se considera que a
língua só existe em situações de interação e através das práticas discursivas. As
85
metodologias precisam ser problematizadas a partir da pesquisa, reflexão,
discernimento e comprometimento de cada profissional.
Na prática da oralidade é preciso partir da informalidade para a
formalidade, em situações de uso diversas; precisam ser desenvolvidas em sala
de aula atividades que favoreçam o desenvolvimento das habilidades de falar e
ouvir, como:
•Apresentação de temas variados: histórias de família, da comunidade, um filme,
um livro e/ou outros;
•Depoimentos sobre situações significativas vivenciadas pelo próprio aluno ou
pessoas de seu convívio;
•Uso do discurso oral para emitir opiniões, justificar ou defender opções tomadas,
colher e dar informações, fazer e dar entrevistas, apresentar resumos, expor
programações, dar avisos, fazer convites;
•Confronto entre os mesmos níveis de registros de forma a constatar as
similaridades e diferenças entre as modalidades oral e escrita;
•Relato de acontecimentos, mantendo-se a unidade temática;
•Debates, seminários, júris-simulados e outras atividades que possibilitem o
desenvolvimento da argumentação;
•Análise de entrevistas televisivas ou radiofônicas a partir de gravações para
serem ouvidas, transcritas e analisadas, observando-se as pausas, hesitações,
truncamentos, mudanças de construção textual, descontinuidade do discurso,
grau de formalidade e comparação com outros textos;
Na prática da leitura, a mesma precisa ser vista na escola, como uma
prática consistente do leitor perante a realidade, o texto deve ser entendido como
um veículo de intervenção no mundo, ao mesmo tempo em que está articulado ao
modo de produção social.
Algumas estratégias podem favorecer, na escola, o envolvimento com a
leitura, como: cercar os alunos de livros que possam ser folhados, selecionados e
levados para casa; proporcionar um ambiente iluminado e atrativo; organizar
exposições de livros; ler trechos de obras e expô-los em cartazes; produzir, com
os alunos, um quadro de avisos sobre o prazer de ler, ilustrado com seus temas
preferidos, leitura oral, desde poemas até historias prediletas; o professor pode
comentar com os alunos o que está lendo e vice-versa; trazer convidados para ler
86
e comentar sua história de leitura com a classe; produzir coletivamente peças de
teatro e dramatizações sobre textos lidos; discutir, antes da leitura, o título e as
ilustrações da história; encontrar músicas apropriadas para o momento da leitura;
criar momentos em que alunos exponham suas idéias, opiniões e experiências de
leitura e questionário, trabalhos puramente escritos e cansativos; organizar um
clube do livro para que os alunos se reunião para a realização de leitura extra
classe; escolher o autor do mês ou do trimestre e trabalhar a leitura de suas
obras.
A prática da escrita deve ser pensada e trabalhada em uma perspectiva
discurssiva que aborda o texto como unidade potencializadora de sentidos
através da prática textual. Pensar a prática da escrita é ter em mente que tanto o
professor quanto o aluno necessitam planejar o que será produzido, em seguida
escrever a primeira versão sobre a proposta apresentada e finalmente, revisar,
reestruturar e reescrever este texto.
A prática da produção de texto pode ser trabalhada, dentre outros, relatos
(histórias de vida); bilhetes, cartazes, cartas, avisos (textos pragmáticos);
poemas, contos e crônicas (textos literários); notícias, editoriais, cartas de leitor e
entrevistas (textos de imprensa); relatórios, resumos de artigos, de verbetes, de
enciclopédia (textos de divulgação científica). Assim, essa prática orientará não
apenas a produção de textos significativos, como incentivará a prática da leitura.
A análise lingüística, nesta proposta, visa formar usuários competentes da
língua que, através da fala, escrita e leitura, exercitem a linguagem de forma
consistente e flexível, adaptando-se a diferentes situações de uso. Procura
simplificar a definição de gramática a partir da noção de conjunto de regras: as
regras que devem ser seguidas; as que são seguidas; e as regras que o falante
domina.
A gramática normativa considera a língua como uma série de regras que
devem ser seguidas e obedecidas. É a representação mais culta da língua.
A gramática descritiva é o conjunto de regras que devem ser seguidas, se
atém a descrição das variantes lingüísticas a partir de seu uso pelos falantes,
dando preferência para a manifestação oral da língua.
A gramática internalizada é o conjunto de regras que é dominada pelo
falante, tanto em nível fonético como sintático e semântico, possibilitando o
87
entendimento entre os falantes de uma mesma língua.
Cabe ao professor planejar e desenvolver atividades que possibilitem aos
alunos a reflexão do seu próprio texto, tais como atividades de revisão, de
reestruturação ou refacção do texto, de análise coletiva de um texto selecionado e
sobre outros textos, de diversos gêneros, que circulam no contexto escolar e
extra-escolar. O estudo do texto e da sua organização sintático-semântica permite
ao professor a exploração das categorias gramaticais conforme cada texto em
análise.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
A avaliação será contínua, priorizando a qualidade e o processo de
aprendizagem,
utilizando
a
observação
diária
e
instrumentos
variados
selecionados de acordo com cada conteúdo e objetivo. A avaliação formativa é o
melhor caminha para garantir a aprendizagem de todos os alunos, dando ênfase
ao aprender, sendo ela contínua e diagnóstica, apontando as dificuldade,
possibilitando assim que a intervenção pedagógica aconteça a todo tempo.
A oralidade será avaliada considerando-se a participação do aluno nos
diálogos, relatos e discussões.
Quanto a leitura, propor aos alunos questões abertas, discussões, debates
e outras atividades, que lhe permitam avaliar as estratégias que eles empregaram
no decorrer da leitura.
Em relação a escrita, os alunos precisam ser avaliados em uma prática
reflexiva e contextualizada, que possibilite a eles a compreensão desses
elementos no interior do texto, pois nele a língua se manifesta em todos os seus
aspectos, discursivo, textuais, ortográficos e gramaticais.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
A Recuperação Paralela, como o próprio nome afirma, deve ocorrer
paralelamente ao ensino, ou seja, sempre que o professor observar que não
houve apreensão efetiva do conteúdo, este deve ser retomado por meio de outras
metodologias, para possibilitar ao aluno a aquisição da aprendizagem, evitando
assim a exclusão e o fracasso escolar.
88
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•BRASIL, Ministério da Educação. Parecer do Conselho Nacional de Educação e
as Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnicas – Raciais e para
o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Brasília, 2004.
•PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Currículo Básico para a escola do
Paraná. 3ª Ed. Curitiba, 1997.
•PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Rede
Pública de Educação Básica do Estado do Paraná. Curitiba, 2006.
•Projeto Político Pedagógico da Escola.
PROPOSTA PEDAGÓGICA
MATEMÁTICA
INTRODUÇÃO:
A população atendida é heterogênea, sendo do centro da cidade, bairros e
zona
rural,
apresentando
características
sócio-econômica
média/baixa,
prevalecendo a classe pobre. A maioria dos nossos educandos são filhos de
operários de pequenas empresas, trabalhadores rurais e desempregados.
A finalidade da escola é sociabilizar os educando visando a melhoria da
qualidade de vida sócio-cultural, tornando-os cidadãos participativos, críticos,
capazes de intervir no meio em que estão inseridos.
A proposta de educação inclusiva aplica-se a todos, e não apenas aos
alunos com necessidades especiais, com isso almeja-se a construção de uma
sociedade comprometida com as minorias que valorizem a diversidade humana,
capaz de reconhecer as diferenças e promover a aprendizagem.
Na cultura afro devemos valorizar devidamente a história e a cultura do
povo negro na perspectiva de afirmação de uma sociedade multicultural e
pluriétnica.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
89
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
O nascimento da Matemática ocorreu por volta de 2000 A/C na Babilônia,
mas somente nos séculos VI e V A/C na Grécia é que emergiu como ciência,
sendo registrados regras, princípios lógicos e exatidão de resultados.
No Brasil, na metade do séc. XVI, com a instalação dos colégios católicos é
que a matemática viria a ser introduzida como disciplina, nos currículos da escola
brasileira. Do final do séc. XVI ao início do XIX a matemática escolar demarcava
os programas de ensino da época, por ser a ciência que daria a base de
conhecimento para solucionar os problemas de ordem prática.
Do final do séc. XIX e início do XX instala-se um novo cenário sócio
político-econômico e neste contexto, os matemáticos que até então eram vistos
como pesquisadores, passavam a ser também professores. Sendo assim as
disciplinas que abordavam conteúdos matemáticos foram unificados, explorando
seu caráter didático e pedagógico. Essas idéias foram implementadas no Brasil
pelo movimento da Escola Nova, orientado por uma concepção Empírica–Ativista.
Esta tendência contribuiu para a unificação de matemática em disciplina,
além de orientar a formulação das diretrizes metodológicas do ensino da
Matemática. Sua proposta básica era o desenvolvimento da criatividade e das
potencialidades e interesses individuais.
Na tendência formalista clássica a finalidade da matemática era o
desenvolvimento do pensamento lógico dedutivo.
Na tendência formalista moderna houve a reformulação e modernização do
currículo escolar. Esta tendência possua uma abordagem internalista.
A tendência tecnicista visava a preparação de o Indivíduo para ser útil e
servir ao sistema, cujo método era a memorização de princípios e fórmulas, o
desenvolvimento e as habilidades de manipulação de algoritmos e expressões
algébricas e de resolução de problemas. Os conteúdos eram organizados por
90
especialistas.
Na tendência construtivista o conhecimento matemático resulta de ações
interativas e reflexivas por parte dos estudantes.
Outra tendência, a socio-etnocultural valorizava aspectos sócio cultural
tendo com base teórica e prática a etnomatemática, sendo um saber prático
relativo não universal e dinâmico produzido histórico culturalmente.
Já na tendência histórico crítica o saber é construído historicamente para
atender as necessidades sociais e teóricas tornando-os capazes de estabelecer
relações, justificar, analisar, discutir e criar.
Após a implantação da LDBEN 9394/96 o objetivo é adequar o ensino
brasileiro às transformações do mundo do trabalho, fruto da globalização
econômica e das concepções do mercado.
A matemática como ciência integrante da sociedade, sempre envolvidas
nos processos de evolução, ocupa um importante papel na formação do cidadão
consciente de suas limitações e potencialidades.
A educação matemática envolve falar na busca de transformações,
possibilitando
aos
estudantes
realizar
análises,
discussões,
conjecturas,
apropriação de conceitos e formulações de idéias contribuindo para o
desenvolvimento e minimização dos problemas reais da sociedade.
Portanto, o conhecimento matemático visa levar o estudante a criticar
questões sociais, políticas, econômicas e históricas, descrevendo e interpretando
fenômenos matemáticos e de outras áreas de conhecimento, construindo desta
forma valores e atitudes de natureza diversa visando a formação integral do ser
humano.
Cabe aos professores tomar o cuidado para não se perder o caráter
científico da disciplina, indo além do senso comum, possibilitando ao estudante
ser um conhecedor do objeto matemático construído historicamente.
A matemática tem a função de transformar o homem levando-o a sua
emancipação social, vislumbrando a diminuição das desigualdades sociais e
criando uma sociedade mais justa.
OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:
•Fazer com que o estudante compreenda e se aproprie da própria matemática
concebida como um conjunto de resultados, métodos, procedimentos e
91
algoritmos.
•Possibilitar uma visão histórica em que os conceitos foram apresentados,
discutidos,
construídos
e
reconstruídos,
influenciando
na
formação
do
pensamento humano e na produção de sua existência por meio das idéias e das
tecnologias.
•Contribuir para a formação de indivíduos capazes de interpretar o meio em que
vivem, re-elaborar conceitos, bem como, formar a base para a progressão de
seus estudos.
•Contribuir para que o estudante tenha condições de constatar regularidade
matemática, generalizações e apropriação de linguagem adequada para
descrever e interpretar fenômenos ligados a matemática e outras áreas do
conhecimento, sendo possível o mesmo criticar questões sociais, políticas,
econômicos, históricos, dando estrutura para propiciar transformações sociais.
5ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
- Números, operações e álgebras:
•Sistema de numeração decimal e não decimal;
•Números naturais e suas representações;
•Conjuntos numéricos (naturais e fracionários);
•As seis operações e suas inversas (adição, subtração, multiplicação, divisão,
potenciação e radiciação);
•Transformações de números fracionários (na forma de razão/quociente) em
números decimais;
•Adição, subtração, multiplicação e divisão de frações por meio de equivalência;
- Medidas:
•Organização do sistema métrico decimal e do sistema monetário;
•Transformação de unidades de medidas de massa, capacidade, comprimento e
tempo;
•Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e aplicações na resolução
92
de problemas algébrico;
•Capacidade e volume e suas relações.
- Geometria:
•Elementos de geometria euclidiana e noções de geometria não-euclidiana;
•Classificação e nomenclatura dos sólidos geométricos e figuras planas;
•Construções e representações no espaço e no plano;
•Planificação de sólidos geométricos;
•Padrões entre bases, faces e arestas de pirâmides e prismas;
•Desenho geométrico com uso de régua e compasso;
•Ângulos, polígonos e circunferências;
•Noções de geometria espacial;
- Tratamento de informação:
•Leitura, interpretação e representação de dados, por meio de tabelas, lista,
diagramas, quadros e gráficos.
6ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
- Números, operações e álgebras:
•Conjuntos numéricos (racionais, inteiros, racionais);
•As seis operações e suas inversas (adição, subtração, multiplicação, divisão,
potenciação e radiciação);
•Transformações de números fracionários em números decimais;
•Juros e porcentagens nos seus diferentes processos de cálculo (razão,
proporção e frações e decimais);
•Noções de variável e incógnita e a possibilidade de cálculo a partir da
substituição de letras por valores numéricos;
•Noções e proporcionalidade: fração, razão, proporção, semelhança e diferença;
•Grandezas diretamente e inversamente proporcionais;
•Equação, inequação e sistema de equação do primeiro grau;
93
•Ângulos;
•Expressão numérica.
- Medidas:
•Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e aplicações na resolução
de problemas algébricos;
•Transformações de unidades de medidas de massa, capacidade, comprimento e
tempo.
- Geometria:
•Elementos da geometria euclidiana e noções de geometria não-euclidiana;
•Ângulos, polígonos e circunferências;
•Classificação de triângulos;
•Representação cartesiana e confecção de gráficos;
•Interpretação geométrica de equação, inequações e sistema de equações.
- Tratamento de informação:
•Coleta, organização e descrição de dados.
•Leitura, interpretação e representação de dados, por meio de tabelas, lista,
diagramas, quadros e gráficos;
7ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
- Números, operações e álgebra:
•Conjuntos numéricos (naturais, racionais, reais, inteiros e irracionais);
•As seis operações e suas inversas (adição, subtração, multiplicação, divisão,
potenciação e radiciação);
•Transformação de números fracionários (na forma de razão/quociente) em
números decimais;
•Juros e porcentagens nos seus diferentes processos de cálculo (razão,
proporção, frações e decimais);
•Noções de variável e incógnita e a possibilidade de cálculo a partir da
substituição de letras por valor numérico;
94
•Noções de proporcionalidade (fração, razão, proporção, semelhança e
diferença);
•Equações, inequações e sistemas de equações de primeiro grau;
•Polinômios e os casos notáveis;
•Produtos notáveis;
•Ângulos;
•Fatoração;
•Cálculo do número de diagonais de um polígono;
•Expressões numéricas.
- Geometria:
•Elementos de geometria euclidiana e noções de geometria não-euclidiana;
•Construções e representações no espaço e no plano;
•Condições de paralelismo e perpendicularidade;
•Definição e construção do baricentro, ortocentro, incentro e circuncentro;
•Desenho geométrico com uso de régua e compasso;
•Classificação de poliedros e corpos redondos, polígonos e círculos;
•Ângulos, polígonos e circunferência;
•Representação cartesiana e confecção de gráficos;
•Interpretação geométrica de equações, inequações e sistemas de equações;
•Representação geométrica de produtos notáveis;
•Circulo e cilindro;
•Noções de geometria espacial.
- Medidas:
•Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e aplicações na resolução
de problemas algébricos;
•Ângulos e arcos, unidades, fracionamento e cálculo;
•Congruência e semelhança de figuras planas – Teorema de Talles.
- Tratamento de informação:
•Coleta, organização e descrição de dados;
•Leitura, interpretação e representação de dados, por meio de tabelas, lista,
diagramas, quadros e gráficos;
95
•Noções de probabilidade;
•Médias, moda e mediana.
•Análise dos dados do IBGE sobre a composição da população brasileira e por
cor, renda, escolaridade no país e no município;
8ª SÉRIE
- Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
- Números, operações e álgebra:
•Equações, inequações e sistemas de equações de primeiro e segundo grau;
•Ângulos;
•Funções;
•Trigonometria no triângulo retângulo;
- Geometria:
•Elementos de geometria euclidiana e noções de geometria não-euclidiana;
•Construções e representações no espaço e no plano;
•Padrões entre bases, faces e arestas da pirâmide e prismas;
•Definição e construção do baricentro, ortocentro, incentro e circuncentro;
•Desenho geométrico com uso de régua e compasso;
•Ângulos, polígonos e circunferência;
•Representação cartesiana e confecção de gráficos;
•Estudos e polígonos encontrados a partir de prismas e pirâmides;
•Construção de polígonos inscritos em circunferências;
•Circulo e cilindro;
•Noções de geometria espacial.
- Medidas:
•Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e aplicações na resolução
de problemas algébricos;
•Capacidade e volume em suas relações;
96
•Ângulos e arcos, unidades, fracionamento e cálculo;
•Congruência e semelhança de figuras planas – Teorema de Talles;
•Triângulo retângulo – relações métricas e Teorema de Pitágoras;
•Triângulos quaisquer;
•Poliedros regulares e suas relações métricas.
- Tratamento de informação:
•Coleta, organização e descrição de dados;
•Leitura, interpretação e representação de dados, por meio de tabelas, lista,
diagramas, quadros e gráficos;
•Gráficos de barras, colunas, linhas poligonais, setores de curvas e histogramas.
•Análise dos dados do IBGE sobre a composição da população brasileira e por
cor, renda, escolaridade no país e no município;
METODOLOGIA DA DISCIPLINA:
Os procedimentos metodológicos devem propiciar a apropriação de
conhecimentos matemáticos que expressem articulações entre os conteúdos
específicos do mesmo conteúdo estruturante e entre conteúdos específicos de
conteúdos estruturantes diferentes, de forma que suas significações sejam
reforçadas, refinadas e intercomunicadas.
Algumas propostas metodológicas para o ensino da matemática são: a
Resolução de Problemas, a modelagem matemática, o uso de Medidas
Tecnológicas, a Etnomatemática e a história da matemática, as quais serão
alencadas a seguir:
Resolução de Problemas: aplicar conhecimentos previamente adquiridos
em novas situações, tendo condições de buscar várias alternativas que almejam a
solução, visando o levantamento de hipóteses e posteriores testes, possibilitando
desta forma, aos estudantes, a compreensão dos argumentos matemáticos e
ajudando a vê-los como um conhecimento presente no processo de ensino e de
aprendizagem
Etnomatemática: visa reconhecer e registrar questões de relevância social
que produzem conhecimento científico, levando-se em consideração que não
existe um único saber, mas vários saberes distintos, cada qual com sua
97
importância valorizando a história dos indivíduos e suas relações de produção e
trabalho bem como com respeito a suas manifestações e raízes culturais como
arte e religião, incluindo também análise de pesquisas relacionadas ao negro no
mercado de trabalho no país.
Modelagem Matemática: consiste na arte de transformar problemas reais
com os problemas matemáticos e resolvê-los; um ambiente de aprendizagem
onde os alunos são instigados a indagar e/ou investigar, contribuindo assim para
a elaboração de análise críticas e para a compreensão de mundo.
Mídias Tecnológicas: são recursos tecnológicos, o software, a televisão, as
calculadoras, os aplicativos da Internet, os quais auxiliam na visualização,
generalização e representação do fazer matemático de uma maneira possível de
manipulação, enfatizando a experimentação, a construção, a interação, o trabalho
coletivo, a dinâmica e o confronto entre teoria e prática, inserindo assim formas
diferenciadas de ensinar e aprender, valorizando o processo de produção de
conhecimento.
História da Matemática: trata-se de estudar as descobertas da matemática
vinculada aos fatos sociais, políticos, históricos, filosóficos que influenciavam o
pensamento e o avanço científico de cada época, levando o indivíduo a entender
como o conhecimento matemático é construído historicamente, reconhecendo a
matemática como um campo do conhecimento em construção e pensar em um
ensino que possibilite a construção em conjunto professores e alunos da ciência
matemática.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
Dado o conteúdo e detectadas as dificuldades, a recuperação deve ser
imediata (paralela), com a retomada diversificada, possibilitando ao aluno novas
oportunidades para apropriar-se do conhecimento e efetivando o objetivo.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação tem um papel de mediação no processo de ensino
aprendizagem, ou
seja,
ensino,
aprendizagem
e
avaliação
devem
ser
considerados como integrantes de um mesmo sistema.
Cabe ao professor considerar no contexto das práticas de avaliação
98
encaminhamentos como: a observação, a intervenção, a revisão de noções e
subjetividades, isto é, buscar diversos métodos avaliativos como formas escritas,
orais e de demonstração, incluindo o uso de materiais manipulados, computador
e/ou calculadora.
Uma prática avaliativa em educação matemática, precisa de interpretação
e a discussão dando significado ao conteúdo trabalhado, a compreensão por
parte do aluno. E para que isso aconteça é fundamental o diálogo entre professor
e aluno na tomada de decisões, nas questões relativas aos critérios utilizados
para avaliar.
A avaliação deve ser uma orientação para o professor na condução de sua
prática docente e jamais para reprovar.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•Diretrizes Curriculares Estaduais para o Ensino Fundamental, 2006;
•Projeto Político Pedagógico da Escola;
•PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação.
Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo básico para a escola pública
do Paraná. Curitiba, 1990.
PROPOSTA PEDAGÓGICA
99
INGLÊS
INTRODUÇÃO:
De acordo com o objetivo da Língua Inglesa, a nossa proposta é
oportunizar o desenvolvimento do aluno tanto no âmbito social, emocional,
psicológico e cultural, apresentando novas culturas, novos costumes, conhecer o
diferente para respeitá-lo.
Nossas turmas são heterogêneas, compostas por filhos de agricultores,
diaristas, domésticas, comerciantes, desempregados e bóias-frias, a maioria
apresenta grande dificuldade de aprendizagem.
A escola busca trabalhar as diversidades e as deficiências dentro das
condições existentes, auxiliando-os, buscando na inclusão uma perspectiva com
resultados positivos, mesmo que diferente de um aluno para outro.
Na cultura afro devemos valorizar devidamente a história e a cultura do
povo negro na perspectiva de afirmação de uma sociedade multicultural e
pluriétnica.
Através da Educação Fiscal, poderão ser informados os mecanismos de
constituição do estado, quais tornarão os cidadãos cientes da importância da sua
contribuição, fazendo com que o pagamento de tributos, seja entendido e visto
como instrumento para o bem comum, sensibilizando os educandos para a função
social dos tributos.
Os
conteúdos
deverão
ser
inseridos
nas
atividades
de
ensino-
aprendizagem como um valor a ser incorporado. Os mesmos serão pesquisados
através de jornais, revistas, Internet e outros textos complementares.
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
Ao dar inicio a tarefa de aprender uma nova língua, o que representa ao
mesmo tempo um desafio e um estímulo, convém familiarizar-se com o processo
de aprendizagem em questão e descobrir como isso poderá afetá-lo.
Aprender demanda tempo, visto que a Língua Inglesa faz parte de um
100
sistema complexo de sons, palavras, gramática e maneira de comunicar
diferentes significados.
Ao estudar uma língua estrangeira, temos por objetivo principalmente
adquirir a habilidade de comunicação nessa língua.
A essência desta comunicação consiste em enviar e receber mensagens
eficazmente, fato que merece ser levado em conta se desejam aprender esta
nova língua estrangeira com rapidez e eficácia.
Para tanto, propõe-se fazer da aula de língua estrangeira um espaço para
que o aluno reconheça e compreenda a diversidade de lingüística e cultural,
oportunizando-o a engajar-se discursivamente e a perceber possibilidades de
construção de significados em relação ao mundo que vive. Isso quer dizer que o
aluno poderá compreender que os significados são sociais e historicamente
construídos e, portanto, possíveis de transformação na pratica social.
Historicamente, o enfoque dado a leitura dentro do processo de ensinoaprendizagem de língua estrangeira tem variado de acordo com a corrente
metodológica em voga.
Os manuais didáticos alem das listas de palavras e explicações
gramaticais, apresentavam exercícios de tradução de língua materna para
estrangeira e vice-versa. Esses exercícios eram compostos por frases a serviços
dos tópicos gramaticais de cada visão.
As propostas educativas no ensino de línguas, já oferece uma abordagem
comunicativa, mas as atividades, em geral, ainda exploram a estrutura gramatical
fora de qualquer contexto. Ou seja, a gramática é vista como algo desvinculados
das situações de contato inter-pessoal e dos textos disponíveis na vida real
(livros, revistas, Internet, canções). O Estudo de forma contextualizada é o melhor
caminho porque oferece novas informações e idéias, revela elementos da cultura
e amplia o vocabulário dos alunos. Em outras palavras, a educação deve estar
inserida no mundo.
Apesar de toda a tendência mundial caminhar para um ensino em que a
língua é vista como poderoso instrumento para as relações entre as pessoas e
entre as nações, ainda insiste-se na priorização no plano as habilidades orais.
Não há a menor duvida de que a leitura é um dos componentes mais
relevantes no ensino de uma LEM. Além disso a leitura é a maior fonte de
101
exposição ao idioma em contextos como o nosso, onde há pouco contato com
falantes nativos.
Centrar o ensino de inglês no desenvolvimento da habilidade de leitura é
ignorar que aprender uma língua faz parte da formação geral do indivíduo como
cidadão do mundo e que entender o outro e como o outro interage auxilia-nos
relações interpessoais.
OBJETIVOS GERAIS:
O ensino de Língua Estrangeira Moderna espera que o aluno:
•Seja capaz de usar a língua em situação de comunicação oral e escrita;
•Vivencie, na aula de LE, formas de participação que lhe possibilite estabelecer
relações entre ações individuais e coletivas;
•Compreenda que os significados são sociais e historicamente construídos e,
portanto, passíveis de transformação na pratica social;
•Tenha maior consciência sobre o papel das línguas na sociedade;
•Reconheça e compreenda a diversidade lingüística e cultural, bem como seus
benefícios para o desenvolvimento cultural do país;
•Respeito á diversidade (cultural, identitária, lingüística) oportunizando-o a
engajar-se discursivamente e a perceber possibilidades de construção de
significados em relação ao mundo em que vive.
5ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
What´s your name?
•Apresentação de pessoas;
•Perguntar e dizer nomes;
•Falar sobre a família;
•Pronomes pessoais, demonstratives e possessives;
•Verbo to be.
102
What´s your favourite animal?
•To be (afirmativo, negativo e interrogativo);
•Pronome demonstrativo (this, that);
•Artigos indefinidos (a, an);
What are your favorite colors?
•Cores;
•To be simple present (plural);
•Substantivos (singular e plural);
•Respostas curtas.
I love my body.
•Partes do corpo;
•To be (singular e plural);
•Adjetivos;
•Artigo (the);
•Pronome interrogativo (how);
•Pronomes pessoais (I, you, he, she, it, we, you, they);
•Respostas curtas.
What do you play?
•Brinquedos, jogos e instrumentos musicais;
•Verbos (to play, to like);
•Presente simples (afirmativo / negativo / interrogativo);
•Preposições (in, on, at, with);
•Conjunções (or, and);
•Pronome interrogativo (where).
How many pets do you have?
•Brinquedos;
•Números até 10;
103
•Verbo to have (present simples);
•Perguntas contáveis (how many).
What´s your address?
•Números de telefone;
•Números de 1 a 10;
•Idade e tempo;
•Interrogações (how many, what time, how old).
Do you eat good food?
•Alimentos e bebidas;
•Verbos: to eat, to drink;
•Pronomes demonstrativos (these, those).
6ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
Nice to meet you!
•Cumprimentos;
•Apresentações;
•Verbo to be (simple present);
•Pronomes pessoais;
•Pronomes possessivos;
•Respostas curtas.
What´s the date today?
•Datas;
•Dias;
•Dias da semana;
•Feriados;
104
•Uso dos porquês: Why / because;
•Preposições: in, on;
•Palavras interrogativas: when, what;
•Números ordinais;
•Presente simples (verbos comuns).
What are you like?
•Descrever pessoas;
•Adjetivos;
•Palavras interrogatives: who, what;
•Uso de: and / or / but;
•Artigos indefinidos: a, an;
•Artigos definidos: the;
The clothes I wear.
•Roupas;
•O tempo;
•Substantivos: singular e plural;
•To be – presente continuo;
•Palavras interrogatives: what, when;
Let´s go to school!
•Objetos escolares;
•Lugares da escola;
•Verbo haver: there to be;
•Preposições: behind, between, nexto, far from, in front of;
•Questões contáveis: how many;
•Substantivos: simples e plural.
Do you live in a house or in an apartment?
•Casa (partes);
105
•Preposições: inside, outside, in, on;
•Pronomes interrogativos: where, how many, which;
What do you do every day?
•Atividades diárias;
•Tempo;
•Respostas curtas;
•Pronomes interrogativos: who, when, where, what, how;
•Simple present (outros verbos).
What do you like to do?
•Adjetivos;
•Gostos e preferências;
•Cartas;
•Simple present;
•Some, any, either em frases.
7ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
Who do you look like?
•Descrição de alguém;
•Falar sobre alguém;
•Presente simples;
•Adjetivos;
•Caso genitivo;
•Preposições;
•Partes do corpo.
What are they doing?
106
•Falar sobre o que alguém está fazendo;
•Presente simples e contínuo;
•Atividades diárias;
•Advérbios (always, usually, never...).
What can you do?
•Falar sobre habilidades;
•O que fazer ou não fazer;
•Verb can;
•Caso genitivo;
•Pronome interrogativo (whose);
•Possessivo pronome.
What´s you job?
•Ocupações e atividades relacionadas;
•Nomes contáveis e incontáveis (many, few, much, little);
•Enfermidades e dores.
Do you know where the post office is?
•Perguntar e dar informações;
•Lugares, direção;
•Uso dos verbos (may, can).
Let´s go shopping!
•Falar sobre planos futuros;
•Férias, passeios;
•Comparativo;
•Superlativo;
•Verbos (may, can);
•Perguntar e responder (ida ao shopping).
107
What will you do on your next vocation?
•Falar sobre temperatura e tempo;
•Falar sobre futuro;
•Verb futuro (will);
•Atividades de férias.
What´s the weather like?
•Future with to be + going to;
•Planos futuros;
•Uso de roupas.
8ª SÉRIE
Conteúdos estruturantes:
•Conteúdos específicos.
Talking about feelings.
•Verbos no presente simples e futuro;
•Pronomes pessoais e reflexivos;
•Adjetivos
e
palavras
que
concordem
ou
discordem
(too=affirmative,
either=negative);
•Relembrar acontecimento.
Where were you born?
•Onde nasceu, datas e países (nacionalidade);
•Passado simples, passado contínuo.
Where did you go on your last vocation?
•Atividades, textos sobre passado simples (did);
•Questões que apresentam a forma afirmativa e negativa na mesma frase
(question tags);
•Preposições e verbo no presente (ing);
108
•Adjetivo e uso de enowgh.
Do you remember your first day at school?
•Passado simples (sentimentos, escola, colegas);
•Expressões (desculpe-me, suponho);
•Frases condicionais no futuro (would);
•Uso do If;
•Entrevista.
Have you ever seenthis film?
•Conversa;
•Presente perfeito;
•Verbos frasais;
•Uso de (just, never, always, yet).
Have you ever written to an advere column?
•Escrever cartas;
•Tomar decisões;
•Presente perfeito;
•Passado perfeito;
•Presente perfeito continuo.
Do you think I mutt try again?
•Reclamações;
•Uso de verbos modais (must, can, coud, may);
Christmas is for children.
•Gerúndio;
•Expressões;
•Frases relativas.
109
METODOLOGIA:
Na metodologia da Língua Inglesa é importante trabalhar a partir de temas
diferentes as questões sociais emergentes numa atitude problematizadora
daquele que lê e que se envolve com o texto. Na aula de Língua Inglesa, fazer
discussões orais, sobre sua compreensão, bem como produzir textos orais,
escritos ou visuais, a partir de um texto lido, encorajando-os a ter uma postura
crítica frente aos textos.
Faz-se necessário trabalhar com textos que apresentem um grande
número de palavras diferentes, principalmente para turmas iniciantes. A pesquisa
de palavras no dicionário pode auxiliar esta conscientização, na medida em que
os alunos percebam os possíveis sentidos apresentados para tais palavras. O
texto deve ser trabalhado em seu contexto social de produção e dele selecionar
itens gramaticais que indiquem a estruturação da língua, explorando com seus
alunos os diversos tipos de textos, valorizando o conhecimento de mundo e as
experiências dos alunos, formulando hipóteses com eles, estabelecendo
situações que os ajudem a não apenas construir expectativas, mas desenvolver
seus próprios sentidos, conscientes dos diferentes contextos que os perpassam.
O aluno deverá conhecer e entender a cultura do outro para ter um bom
desempenho ao usar a língua, numa abordagem intelectual. Para tanto, será
preciso utilizar o material didático disponível na prática pedagógica, livro didático,
dicionários, livros paradidáticos, vídeos, DVDs, fitas de áudio, CD roons, Internet.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO:
A avaliação se constitui num instrumento facilitador na busca de
orientações e intervenções pedagógicas, subsidiando discussões a cerca das
dificuldades e avanços dos alunos sujeitos, a partir de suas produções, sendo a
base para o planejamento das avaliações ao longo do processo.
Caberá ao professor observar a participação ativa dos alunos, nas
diferentes formas; entre os alunos e o professor; entre os alunos da turma; na
interação dos alunos com o material didático; nas conversas em língua materna e
na língua inglesa.
RECUPERAÇÃO PARALELA:
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Caso haja necessidade de recuperação paralela, esta acontecerá mediante
nova explicação do conteúdo feito pelo professor, juntamente com a revisão das
atividades. Exercícios e atividades diferenciadas das anteriores darão nova
oportunidade de aprendizado aos alunos que não obtiveram êxito durante o
processo de ensino aprendizagem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
•Diretrizes Curriculares da L. E.
•Projeto Político Pedagógico da Escola.
APROVAÇÃO
Aprovado pelo Conselho Escolar de acordo com a
Ata nº 01 de 12/02/2007.
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ESCOLA ESTADUAL DOM CARLOS EDUARDO