PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR
DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
2013
1
DIRIGENTES DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR
MANTENEDORA
Sociedade Paraibana de Educação e Cultura LTDA - ASPEC
DIREÇÃO GERAL
Clay José Mattozo
DIREÇÃO ACADÊMICA
Silvio José Rossi
COORDENAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
José Gentil Bezerra da Silva
ELABORAÇÃO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM
LOGÍSTICA
Fábio Ferreira da Silva
Giuseppe Cavalcanti de Vasconcelos
José Gentil Bezerra da Silva (Coordenador do Curso)
Marcos Mendonça Dantas
Rosana Andréa Mergulhão
REVISÃO TÉCNICA PEDAGÓGICA
Heloysa Helena de Oliveira Tomé
Silvio José Rossi
Vanessa Pereira Piasson
2
SUMÁRIO
1) DADOS GERAIS ..................................................................... ................................................5
1.1 Curso ..................................................................................................................................... 5
1.2. Regime ................................................................................................................................. 5
1.3. Modalidade de oferta .......................................................................................................... 5
1.4. Nome da Mantida ................................................................................................................ 5
1.5. Endereço .............................................................................................................................. 5
1.6. Vagas oferecidas .................................................................................................................. 5
1.7. Turno ................................................................................................................................... 5
1.8. Carga horária total ............................................................................................................... 5
1.9. Tempo de integralização ..................................................................................................... 5
2) INTRODUÇÃO .......................................................................................................................6
2.1 Histórico da Faculdade Internacional da Paraíba ................................................................. 6
3) CONCEPÇÃO DO CURSO ........................................................................................................11
3.1 Contexto educacional ......................................................................................................... 11
3.2 Políticas institucionais no âmbito do Curso ....................................................................... 13
3.3 Histórico do Curso .............................................................................................................. 15
3.4 Justificativa para a oferta ................................................................................................... 16
3.5 Objetivos do curso ..................................................................................................... 18
3.6 Perfil profissional do egresso ............................................................................................. 19
3.7 Requisitos de acesso........................................................................................................... 21
4) CURRÍCULO......................................................................................................................... 23
4.1 Estrutura curricular e coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais........................ 23
4.2 Concepção do currículo ..................................................................................................... 25
4.2.1 A inclusão de LIBRAS como unidade curricular nos cursos de graduação da Faculdade
Internacional da Paraíba ..................................................................................................... 26
4.3 Matriz curricular ................................................................................................................. 27
4.4 Matriz curricular (distribuição espacial) ............................................................................. 28
4.4.1 Coerência do Projeto Pedagógico do Curso com as Diretrizes Curriculares
Nacionais.............................................................................................................................29
4.4.2 Coerência dos Objetivos do Curso com sua Matriz Curricular .................................. 30
4.4.3 Abordagens Transversais........................................................................................... 31
5) METODOLOGIA DE ENSINO ................................................................................................. 32
5.1 Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem .............. 32
5.2 Número de Vagas ............................................................................................................... 35
3
6) METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO ........................................................................................... 37
6.1 Critérios e procedimentos para avaliação da aprendizagem ............................................. 38
6.2 Critérios para apuração de frequência ............................................................................... 40
6.3 Critérios de aproveitamento de competências profissionais anteriormente
desenvolvidas.......................................................................................................................... 41
7) AUTOAVALIAÇÃO ............................................................................................................... 42
7.1 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso................................................... 43
8) EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS.............................................................................................................. 44
9) ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ...................................................................................... 70
10) ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................................... 70
11) TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ......................................................................................... 70
12) ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ......................................................................................... 71
13) ATIVIDADES DE MONITORIA .......................................................................................................... 71
14) APOIO AO DISCENTE ................................................................................................................... ....72
15) CORPO DOCENTE ............................................................................................................................. 75
15.1 Coordenador do Curso ..................................................................................................... 75
15.2 Núcleo Docente Estruturante ........................................................................................... 77
15.3 Colegiado de Curso ........................................................................................................... 79
15.4 Corpo Docente.................................................................................................................. 81
15.4.1 Detalhamento do corpo docente do Curso Superior de Tecnologia em Logística ... 83
16) LABORATÓRIOS E INFRAESTRUTURA DE APOIO .......................................................................... 85
16.1 Plano de Promoção de Acessibilidade e de Atendimento Diferenciado a Pessoas com
Deficiência ou Mobilidade Reduzida ........................................................................................ 85
16.2 Infraestrutura de apoio .................................................................................................... 87
16.3 Equipamentos de informática .......................................................................................... 89
16.4 Biblioteca .......................................................................................................................... 90
17) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................................................................... 92
ANEXOS ................................................................................................................................................... 93
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1) DADOS GERAIS
1.1 Curso
Curso Superior de Tecnologia em Logística
1.2 Regime
Seriado semestral
1.3 Modalidade de oferta
Presencial
1.4 Nome da mantida
Faculdade Internacional da Paraíba (FPB)
1.5 Endereço
Rua Monsenhor Walfredo Leal nº 512, bairro Tambiá, João Pessoa - PB
1.6 Fundamentos Legais
Autorização: Portaria MEC nº 385, de 19 de Setembro de 2011.
1.7 Vagas oferecidas
120 vagas anuais
1.8 Turno
Noturno
1.9 Carga horária total
1.600 horas
1.10 Tempo de integralização
Mínimo: dois anos
Máximo: quatro anos
5
2) INTRODUÇÃO
2.1 Histórico da Faculdade Internacional da Paraíba
A Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) é uma instituição mantida pela Sociedade
Paraibana de Educação e Cultura LTDA (ASPEC), situada na Avenida Monsenhor Walfredo Leal,
512, no bairro de Tambiá, com sede e limite geográfico na cidade de João Pessoa, capital do
Estado da Paraíba. A ASPEC é pessoa jurídica de direito privado com fins lucrativos, com sede e
foro em João Pessoa/PB, com Contrato Social registrado no Cartório de Serviço Notarial e
Registral “Toscano de Brito”, sob o nº 225.054, no Livro A, nº 24, em 02 de julho de 2002, e
inscrita no CNPJ sob o nº 05.247.100/0001-30.
A história da FPB é construída com base em seu Plano de Desenvolvimento Institucional
(PDI), que reflete o seu modus operandi. Na avaliação da sua história, constatam-se crescimento e
amadurecimento institucionais que evidenciam e justificam as perspectivas e o desejo de alcançar
metas mais ousadas, entre elas, o credenciamento para ofertar cursos em Educação a Distância
(EAD). O amadurecimento progressivo da FPB é fruto da Unificação de Mantidas: Faculdade
Potiguar da Paraíba (FPB) e Faculdade Unida da Paraíba (UNPB), conforme Portaria SERES nº 260,
de 16 de novembro de 2012.
Com a unificação das mantidas, a Faculdade Internacional da Paraíba ampliou a oferta
de cursos, aumentou o número de estudantes matriculados, redimensionou o espaço físico,
investiu em laboratórios multidisciplinares e multiprofissionais, materiais e equipamentos,
resultando numa melhoria na qualidade dos serviços prestados. A Instituição organizou-se
internamente e investe, atualmente, na gestão participativa de todos os segmentos acadêmicos,
pautada em resultados. A FPB atua, nos dias atuais, sob a insígnia da eficiência e eficácia.
A Instituição pertence à Laureate International Universities, líder global no segmento de
Educação que provê acesso ao ensino superior de qualidade em Instituições inovadoras em várias
partes do mundo. A rede é formada por mais de 70 instituições espalhadas em mais de 30 países
por todos os continentes, que oferecem cursos presenciais e online. A Laureate Brasil,
atualmente, é formada por 12 instituições de ensino que possuem mais de 40 campi em oito
estados brasileiros. Fazem parte da Rede, no Brasil, as seguintes instituições de ensino superior:
Faculdade dos Guararapes (FG); Centro Universitário do Norte (UniNorte); Centro Universitário
IBMR; Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter); Faculdade de Desenvolvimento do Rio
Grande do Sul (FADERGS); Faculdade Internacional da Paraíba (FPB); Universidade Anhembi
Morumbi (UAM); Business School São Paulo (BSP); Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU);
Universidade Potiguar (UNP); Faculdade CEDEPE; e Universidade Salvador (UNIFACS).
6
Em vista de uma prática de gestão baseada no planejamento e na avaliação, a interação
entre esses dois componentes subsidia a execução de metas e transforma a realidade
institucional num processo cíclico e democrático. A gestão da Faculdade Internacional da Paraíba
acontece em conformidade com esses princípios, pois compreende que, ao se avaliar,
internamente, e ser avaliada pelas instâncias externas, ela exercita o aprender a aprender e extrai
lições de sua própria experiência, retroalimentando a realidade interna com a consolidação de
boas práticas e o ajuste de eventuais falhas.
Para compreender a Faculdade Internacional da Paraíba na atualidade, é imprescindível
trilhar-se o percurso histórico de cada uma das Instituições unificadas. Nessa perspectiva,
destaque-se que, em 2004, a mantenedora ASPEC obteve o credenciamento da então Faculdade
Potiguar da Paraíba (FPB), conforme Portaria MEC nº 3.291, de 18 de outubro de 2004, publicada
no DOU de 19 de outubro de 2004. A mesma possui, na atualidade, recredenciamento válido por
05 (cinco) anos, assegurado pela Portaria MEC nº 1.423, de 07 de outubro de 2011, publicada no
DOU de 10 de outubro de 2011. Em 2005, a Sociedade Paraibana de Ensino Superior e Pesquisa
LTDA (SOPESP) obteve o credenciamento da Faculdade Unida da Paraíba (UNPB), conforme
Portaria MEC nº 2.628, de 25 de julho de 2005, publicada no DOU de 26 de julho de 2005. Em
2011, a UNPB passou a ser mantida pela ASPEC mediante transferência de mantença, assegurada
pela Portaria n° 1014, de 04 de maio de 2011, publicada no DOU de 05 de maio de 2011.
Dados gerais da Faculdade Internacional da Paraíba são mostrados no quadro a seguir:
Nome da IES – Sigla
Endereço
CEP
Bairro
Município
UF
Faculdade Internacional da Paraíba – FPB
Av. Monsenhor Walfredo Leal, nº 512
58020-540
Tambiá
João Pessoa
Paraíba
Telefone
(83) 3133-2900
Fax
(83) 3133-2915
Site
www.fpb.edu.br
E-mail
Organização Acadêmica
Ato Regulatório
[email protected]
Faculdade
Unificação de Mantidas: Portaria SERES nº 260, de 16 de
novembro de 2012.
7
A Faculdade Internacional da Paraíba oferece 17 (dezessete) cursos de graduação, todos
na modalidade presencial, conforme relação apresentada no quadro a seguir:
FPB – CURSOS DE GRADUAÇÃO PRESENCIAIS OFERECIDOS
NOME DO CURSO
VAGAS
ANUAIS
TURNO DE
FUNCIONAMENTO
Matutino
Administração (Bacharelado)
CST em Gestão Comercial
(Tecnológico)
CST em Gestão Pública
(Tecnológico)
CST em Marketing
(Tecnológico)
120
120
120
120
Noturno
ATO REGULATÓRIO
Portaria MEC nº 370, de
30/08/2011, DOU de
31/08/2012
(Reconhecimento).
Noturno
Portaria MEC nº 215, de
31/10/2012, DOU de 06 de
novembro de 2012
(Reconhecimento).
Noturno
Portaria MEC nº 151, de
17/08/2011, DOU de
20/08/2011
(Reconhecimento).
Noturno
Portaria MEC/SERES nº 297,
de 09/07/2013, DOU de
10/07/2013
(Reconhecimento).
CST em Processos Gerenciais
(Tecnológico)
120
Noturno
Portaria MEC nº 151, de
17/08/2011, DOU de
20/08/2011
(Reconhecimento).
Direito (Bacharelado)
80
Noturno
Portaria MEC nº 1.815, de
27/05/2005, DOU de
30/05/2005 (Autorização).
CST em Gestão da Tecnologia
da Informação (Tecnológico)
120
Noturno
Portaria MEC nº 385, de
19/09/2011, DOU de
21/09/2011 (Autorização).
CST em Logística
(Tecnológico)
120
Noturno
Portaria MEC nº 385, de
19/09/2011, DOU de
21/09/2011 (Autorização).
60
Matutino
60
Noturno
50
Matutino
50
Noturno
50
Matutino
50
Noturno
CST em Gastronomia
(Tecnológico)
Enfermagem (Bacharelado)
Engenharia Ambiental
(Bacharelado)
Portaria MEC nº 433, de
21/10/2011, DOU de
24/10/2011 (Autorização).
Portaria MEC nº 1.979, de
23/11/2010, DOU de
24/11/2010
(Reconhecimento).
Portaria MEC nº 286, de 21
de dezembro de 2012, DOU
de 27/12/2012.
(Renovação de
Reconhecimento).
8
40
Matutino
60
Noturno
Nutrição (Bacharelado)
Serviço Social (Bacharelado)
Ciências Contábeis
(Bacharelado)
Engenharia Civil
(Bacharelado)
CST em Gestão em Recursos
Humanos (Tecnológico)
CST em Segurança no
Trabalho (Tecnológico)
120
120
80
120
120
Portaria MEC nº 64, de 15
de fevereiro de 2013, DOU
de 18/02/2013.
(Renovação de
Reconhecimento).
Noturno
Portaria MEC nº 466, de
22/11/2011, DOU nº 225,
de 24/11/2011
(Autorização).
Noturno
Portaria SERES nº 119, de
15/03/2013, DOU nº 52, de
18/03/2013, Seção 1, p. 41
(Autorização).
Noturno
Portaria SERES nº 119, de
15/03/2013, DOU nº 52, de
18/03/2013, Seção 1, p. 41
(Autorização).
Noturno
Portaria SERES nº 119, de
15/03/2013, DOU nº 52, de
18/03/2013, Seção 1, p. 41
(Autorização).
Noturno
Portaria SERES nº 174, de
17/04/2013, DOU nº 75, de
19/04/2013, Seção 1, p. 29
(Autorização).
A FPB oferta, atualmente, os seguintes cursos de pós-graduação:
 MBA em Gestão Estratégica de Pessoas
 MBA Executivo em Gestão Estratégica de Negócios
 MBA em Logística Empresarial
 Especialização em Gestão da Política Social – SUAS
 Especialização em Alta Gastronomia
 Especialização em Direito Administrativo e Gestão Pública
 Especialização em Direito Penal e Processo
 Especialização em Segurança e Saúde no Trabalho
A Instituição atua com uma proposta inovadora e direciona os seus serviços de modo a
atender a demandas sociais identificadas junto à população, preparando profissionais cidadãos,
aptos a contribuírem para o desenvolvimento sustentável da Paraíba. A Instituição assume a
responsabilidade integral pelos cursos em funcionamento e regularmente autorizados, garantindo
a manutenção e melhoria da qualidade dos mesmos, a continuidade de sua oferta e a
manutenção de todos os registros acadêmicos, sem prejuízo para os estudantes regularmente
matriculados.
9
Tendo à frente a necessidade de consolidar-se como instituição de ensino superior com
excelência na qualidade educacional, a Faculdade Internacional da Paraíba, de acordo com o seu
Plano de Desenvolvimento Institucional vigente, deverá implantar novos cursos de graduação e
pós-graduação presenciais, diversificando sua oferta acadêmica, assim como obter o
credenciamento para ofertar cursos superiores a distância, expressando a política didáticopedagógica e administrativa institucional e contribuindo para a ampliação da oferta dessa
modalidade no Brasil.
10
3) CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1 Contexto educacional
A Faculdade Internacional da Paraíba tem limite territorial circunscrito ao município de
João Pessoa, no Estado da Paraíba. O Estado da Paraíba está situado no extremo leste da região
Nordeste do Brasil, limitando-se ao norte com o Estado do Rio Grande do Norte, ao sul com o
Estado de Pernambuco, oeste com Estado do Ceará e leste com Oceano Atlântico.
A Paraíba é uma das unidades federativas do Brasil, ocupando uma extensão territorial de
aproximadamente 56.470 km² (maior apenas que os Estados de Sergipe, Alagoas e Rio Grande do
Norte), com 223 Municípios distribuídos pelas Mesorregiões da Mata Paraibana, Agreste,
Borborema e Sertão.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Resolução IBGE nº 10, de
28 de agosto de 2013), o Estado da Paraíba tem uma população estimada em 3.914.418
habitantes – data de referência em 1º de julho de 2013 –, sendo o quinto Estado mais populoso
do Nordeste brasileiro. Segundo dados do Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2010, 78%
dos seus habitantes residem em áreas urbanas e os outros 22%, em zonas rurais. Esse contingente
representa 1,9% da população nacional. A taxa de crescimento demográfico do Estado paraibano
é de, aproximadamente, 0,8% ao ano e a densidade populacional revela valores de 66,7
habitantes por km².
No contexto do desenvolvimento econômico e da demanda do setor empregatício,
observa-se, que o Brasil está na terceira colocação no ranking dos países que mais têm dificuldade
em encontrar profissionais qualificados para preencherem vagas disponíveis no mundo do
trabalho, superando a média mundial. As principais razões para essa dificuldade são: falta de
experiência (28%), falta de candidatos disponíveis ou ausência de candidatos (24%), falta de
habilidades técnicas (22%), falta de habilidades interpessoais/de comunicação (8%), não possuir
os valores e princípios organizacionais adequados (12%), não possui o perfil adequado (6%)
(MANPOWERGROUP, 2012).
No que compete à população paraibana que frequenta o ensino médio no Estado,
segundo pesquisa realizada pelo IBGE em 2011, revelaram que 77,3% são de escolas públicas e
22,7%, da rede privada. Contudo, ao tratar do Ensino Superior, informa-se que 42,9% seguem
para instituições públicas e 57,1% ingressam em instituições privadas. A evolução dos dados dos
11
concluintes do ensino médio na Paraíba, apontada a seguir, revela o perfil do público-alvo da
Faculdade Internacional da Paraíba.
De acordo com o Censo 2010, a taxa de analfabetismo, na população com 15 anos ou
mais de idade, caiu de 13,6% em 2000 para 9,6% em 2010, na média do país. No entanto, no
Nordeste, ela atingiu o índice de 19,1%, seguida das regiões Norte (11,2%), Centro-Oeste (7,2%),
Sudeste (5,4%) e Sul (5,1%).
O Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Logística da Faculdade
Internacional da Paraíba foi elaborado a partir de demandas de natureza econômica e social do
contexto regional onde a FPB está inserida, bem como dos objetivos institucionais legitimados por
meio do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). De acordo com esse documento, a FPB
tem como Missão “contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado, por meio da
preparação de profissionais com sólida formação humanística e técnico-científica, conscientes do
seu papel social e comprometidos com o exercício pleno da cidadania”.
O Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Logística da FPB busca
contemplar a formação profissional consolidada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais
para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia (Resolução CNE/CP no.
3, de 18 de dezembro de 2002) e o Catálogo Nacional para os Cursos Superiores de Tecnologia.
Fazer considerações sobre as demandas sociais e econômicas da natureza de um curso de
graduação requer considerar alguns aspectos políticos e sociais que são indispensáveis para
conduzir as ações na educação superior. No contexto das políticas públicas, tomamos como eixo
orientador o Plano Nacional de Educação – PNE (Lei nº 10.172/2001), que resume as metas do
Governo Federal em relação à melhoria da educação em aspectos qualitativos e quantitativos,
destacando-se: a elevação global do nível de escolaridade da população, a melhoria da
qualidade do ensino em todos os níveis e a redução das desigualdades sociais e regionais quanto
a acesso e permanência.
Neste sentido, o CST em Logística da FPB está alinhado ao PNE por proporcionar aumento
da oferta de vagas no ensino superior, contribuindo para a elevação da taxa de matrículas e a
redução das desigualdades regionais na oferta de educação superior, diversificando
regionalmente o sistema superior de ensino e ajudando a consolidar a perspectiva de formar
profissionais capazes de contribuir para o desenvolvimento da Paraíba.
A Logística é uma atividade meio, cujos processos são requeridos em todos os segmentos,
sendo imprescindível para o sucesso das operações. A localização estratégica da Paraíba sinaliza
um grande potencial na implantação de sua infraestrutura logística, contribuindo, de forma
significativa, para a consolidação de seus projetos estruturadores, principalmente quanto à
12
interiorização do desenvolvimento, destacando-se, dentre outros: Ferrovia Transnordestina, Polo
Farmacoquímico, Polo de Goiana (divisa PB/PE) – com previsão de mais de 400 empresas
instalando-se neste Polo –, Transposição do Rio São Francisco, Distritos industriais e a Plataforma
Logística Multimodal de Campina Grande, que será o centro articulador entre os espaços de
fronteira de Estados vizinhos, possibilitando um fluxo eficiente da produção e operações logísticas
da região, atendendo a uma demanda crescente das operações logísticas do Nordeste, que
contribuirá significativamente para ampliar e melhorar a integração do Nordeste com as demais
regiões do País.
O
conceito
de
instalação
de
central
de
inteligência
logística,
combinando
multimodalidade, telemática e otimização dos transportes (fretes), aliado aos investimentos na
infraestrutura pelo Governo Federal e Estadual, tem contribuído para o desenvolvimento das
operações logísticas e da socioeconomia do Estado. Exemplos de tais iniciativas são os
investimentos da ordem de R$ 2 bilhões na ampliação e estruturação do Porto de Cabedelo;
investimentos de Polos industriais – como o Polo Cimenteiro Paraibano, no litoral sul do Estado,
que aumentará a produção atual, de 2,5 milhões de toneladas/ano, para 10 milhões de
toneladas/ano, fazendo da Paraíba o segundo maior produtor nacional, considerando a
concorrência atual –; instalação da montadora de automóveis FIAT (Polo de Goiana) e vários
outros projetos em implantação ou em vias de serem implementados no Estado, garantindo,
assim, o desenvolvimento sustentável das operações logísticas necessárias para tamanha
demanda.
É neste contexto que a FPB consolida seu projeto de educação e que o CST em Logística
exerce sua missão formando profissionais éticos e conscientes de sua importância para a
sociedade.
3.2 Políticas institucionais no âmbito do Curso
O Projeto Pedagógico do CST em Logística da FPB alcança diferentes aspectos, todos
pautados no PDI da Faculdade, nas Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs e no Catálogo
Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, atende às necessidades de formação da área e
leva em conta a contextualização e as características da Região. Evidencia-se uma articulação
entre o PPC e o PDI, uma vez que as diretrizes institucionais para a organização didáticopedagógica de seus cursos apontam para a formação integral de qualidade, contemplando
desdobramentos para a implementação de políticas específicas para o ensino e a extensão,
estabelecendo linhas norteadoras para os processos educativos e de formação profissional do
estudante, cuja finalidade é contribuir para o desenvolvimento local e regional.
13
A política do ensino de graduação na FPB tem seus pressupostos fundamentados no tipo
de profissional que pretende formar, considerando as necessidades da sociedade, o perfil
desejado pelo mundo do trabalho e a oferta de um processo de formação centrado em
competências e habilidades, assegurando a identidade da Instituição e do Curso. Utiliza, para
consolidação desses propósitos, uma política acadêmica, baseada na oferta de referenciais
humanísticos, técnicos e científicos, permeada por valores didáticos e pedagógicos que
possibilitam a transformação do ambiente acadêmico de transmissão e aquisição para o da
construção coletiva, produção relevante e socialização do saber.
Para isso, foram estabelecidas políticas institucionais como forma de garantir a formação
integral, a formação humanística e o domínio técnico, evidenciando:
 A interdisciplinaridade como foco do trabalho pedagógico;
 A prática profissional evidenciada desde o início do curso;
 A capacitação de professores como forma de melhoria do processo ensinoaprendizagem; a implantação de inovações pedagógicas para aperfeiçoar o
desempenho acadêmico;
 O fortalecimento do trabalho coletivo; a iniciação científica como auxiliar do processo
acadêmico;
 A definição de atividades de formação como forma de aliar teoria-prática;
 Os conteúdos significativos considerados como referencial para a formação
contextualizada;
 E o currículo como percurso integrador da formação profissional.
Enquanto comunidade educativa, com função instrutiva e formativa, a FPB oferece
espaços para a construção da consciência crítica, a formação de vínculos sociais e a apropriação
de valores voltados para a cidadania.
A partir da função do ensino, visto num enfoque de construção e de contextualização,
ocorre a necessidade da sua integração à pesquisa e à extensão, evidenciando-se o
aprofundamento do conhecimento, o desenvolvimento do pensamento científico e a
aprendizagem significativa.
A extensão constitui o grande elo entre a Instituição e a Sociedade. Este entendimento
permite ao CST em Logística assumir a função de compartilhar o saber científico e a experiência
acadêmica, de discutir grandes temas da atualidade e de executar sua função básica, mediante a
promoção do contato com o meio, possibilitando a produção e socialização do conhecimento; a
contribuição para a formação da consciência sociopolítica da comunidade acadêmica; a inovação
e dinamização do trabalho educativo; a promoção do trabalho interdisciplinar, presente na ação
pedagógica moderna; e a atividade de inter-relação da academia e sociedade, gerando
responsabilidades recíprocas.
14
De acordo com a visão institucional, a extensão tem a função de interligar Faculdade e
Comunidade, por meio de uma ação conjunta que permita o conhecimento das necessidades e
dos interesses da comunidade, subsidiando o fortalecimento do ensino e desenvolvendo, nos
estudantes, a formação de uma consciência cidadã.
Conforme as bases de pesquisa e linhas de extensão definidas, a Instituição desenvolve
uma política de incentivo à investigação científica, para o fortalecimento do ensino e aos
projetos de extensão para fortalecimento dos vínculos com a sociedade.
3.3 Histórico do curso
O Curso Superior de Tecnologia em Logística da Faculdade Internacional da Paraíba,
autorizado pela Portaria MEC/SETEC nº 385, de 19/09/2011, publicada no DOU nº 182, de
21/09/2011, tem seu Projeto Pedagógico elaborado a partir das demandas de natureza
econômica e social do contexto regional onde a FPB está inserida, bem como, a partir dos
objetivos institucionais legitimados por meio do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI. De
acordo com este documento, a Faculdade Internacional da Paraíba tem como Missão “contribuir
para o desenvolvimento sustentável do Estado, por meio da preparação de profissionais com
sólida formação humanística e técnico-científica, conscientes do seu papel social e comprometidos
com o exercício pleno da cidadania”.
Desta forma, o CST em Logística da FPB, que tem suas ações norteadas pelo Plano de
Desenvolvimento Institucional, pelas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos Tecnológicos e
pelo Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, atende às necessidades de formação
da área e leva em conta a contextualização e as características da Região.
O processo educacional empreendido pela FPB ultrapassa o caráter tecnicista – limitado
ao mercado – para alcançar a esfera do desenvolvimento humano. Isso pressupõe formar
cidadãos e cidadãs com competência técnica e política para viver de forma ética, solidária e
participativa. Assim, o ensino é mais que o desenvolvimento de competências e habilidades para
o exercício de uma profissão. Antes, é um processo que, pressupondo a efetivação de
aprendizagens, requer a interação entre discentes e docentes, com evidência do papel do
estudante como responsável pela própria aprendizagem; equilíbrio entre o aprendizado de
saberes, técnicas e tecnologias; o aprendizado do que é essencial à vida humana, mediante
situações que ponham em confronto a pluralidade de ideias, de valores e de culturas,
estimulando-se o respeito à diversidade, o espírito de curiosidade e a autonomia intelectual do
estudante.
15
Estas características são reforçadas por um trabalho em equipe, com o envolvimento dos
segmentos administrativo e acadêmico, como forma de consolidar a proposta pedagógica do
Curso, sendo propiciada a participação nas definições relativas à dinâmica curricular, mediante a
realização de reuniões sistemáticas com a coordenação e o Núcleo Docente Estruturante do Curso
(NDE) – para promover e exercer a reflexão e elaborar propostas – e participação no Conselho do
Curso – para deliberar a respeito.
3.4 Justificativa para a oferta
A segunda metade do século passado caracterizou-se por um conjunto de transformações
estruturais associadas a inovações científicas e tecnológicas, que geraram impactos significativos
sobre as condições de funcionamento da economia mundial, que se tornam mais intensos com o
processo de globalização dos mercados financeiros e formação de blocos econômicos. Essas
mudanças têm alcançado as diferentes dimensões da sociedade nas suas relações sociais,
políticas, econômicas e de trabalho, exigindo dos países um esforço conjugado e concentrado em
termos de adaptação à nova dinâmica competitiva mundial e às condições em que se assentam as
novas relações.
No caso do Brasil, esse cenário tem se configurado por meio da adequação estrutural e
organizacional da economia e das relações sociais aos movimentos externos, representando
conquistas e, ao mesmo tempo, desafios. Conquistas em termos de melhor aproveitar as
oportunidades de inserção à nova ordem econômica do capitalismo mundial, absorvendo um
volume significativo de investimentos externos. Desafios quanto à necessidade de criar as
condições efetivas de competitividade global, de modo a superar ou apenas reduzir a sua
vulnerabilidade externa em favor de um processo de crescimento sustentado. Os desafios
também emergem da necessidade de enfrentar as mudanças decorrentes desse processo no
mundo do trabalho, que se caracteriza cada vez mais por fronteiras difusas e de alta competição,
o que torna a situação ainda mais grave. Isto porque as forças dominadoras apontam para a
necessidade de adquirir habilidades e competências gerais e ao mesmo tempo específicas,
estando ancoradas no conhecimento e inovação contínuos e em ritmo acelerado de
transformação.
Além disso, a Paraíba apresenta grande diversidade socioeconômica e geoambiental,
associada a uma importante diversidade de manifestações culturais, o que permite o
desenvolvimento de múltiplas atividades, significando isto um amplo atrativo para novos
investimentos.
16
Nesse contexto, a Logística tornou-se uma importante área da Administração e um dos
principais desafios da moderna gestão de negócios, que deve ser considerada, ao mesmo tempo,
como oportunidade de redução dos custos e melhoria da satisfação do cliente. Os custos
logísticos podem representar até 20% dos custos empresariais, e, por isso, é cada vez maior o
grau de importância do setor em qualquer esfera empresarial, principalmente para fazer frente
aos desafios de um mercado, que, por sua vez, se mostra cada dia mais competitivo e global.
Com a disseminação de novas tecnologias de gestão empresarial, a Logística se torna um
importante fator de auxílio à crescente necessidade de competitividade das empresas e do país. O
meio acadêmico se torna, por sua vez, também um importante elo de disseminação dos
conhecimentos logísticos.
Assim, os cursos que formam gestores geralmente não atribuem a ênfase necessária a
este aspecto da gestão empresarial. Nestes, via de regra, os conteúdos desta área ainda fazem
parte de unidades curriculares dos cursos de Engenharia, Administração, Economia, entre outros,
ficando, assim, muito aquém da sua relevância para a formação do gestor em logística. A Logística
no Brasil, no geral, ainda é incipiente. Este fato decorre diretamente da ainda insuficiente
quantidade de pesquisas e do número de acadêmicos-pesquisadores na área, o que também
contribui para um baixo número de cursos superiores de formação específica. Apesar de a área
estar em franca expansão e desenvolvimento, no âmbito da capacitação profissional ainda não
existe um número razoável de cursos de formação específica que de fato atendam às novas
exigências e necessidades do mercado.
Portanto, é cada vez mais necessária a implantação de cursos voltados para a formação e
preparo de profissionais com perspectiva gerencial para atender às demandas deste mercado,
favorecendo uma visão global da gestão operacional dos talentos humanos, dos recursos
tecnológicos e da cadeia de suprimentos, a fim de prepará-los não mais para atuar apenas na
escala intermediária entre a gerência e o "chão de fábrica” das empresas. Faz-se necessário,
portanto, ter uma formação acadêmica superior como gestores, coordenadores ou supervisores,
para atuarem em setores específicos de logística, deixando de ser um apêndice das gerências já
existentes, como a industrial, a financeira e a gerência comercial, passando a atuar com a mesma
autonomia, importância, responsabilidade e poder que estas.
A consolidação do Curso, portanto, é significativa, na medida em que proporcionará
discentes estudos específicos no campo da logística. Ao mesmo tempo, em função das
potencialidades locais, muitas empresas regionais, nacionais e internacionais investem em
atividades comerciais, industriais ou de serviços, visando aos mercados interno e externo, o que
dará suporte à atuação dos profissionais dos mais variados segmentos da área.
17
É propósito, pois, da Faculdade Internacional da Paraíba preparar profissionais com
habilidades e competências necessárias à gestão da logística, com o domínio de sólido referencial
teórico e técnico.
Portanto, a Faculdade Internacional da Paraíba tanto propicia o acesso a uma graduação
especializada nesta área e realizada em um menor espaço de tempo, quanto amplia, para
diversos segmentos da sociedade, as possibilidades de acesso ao ensino superior, o que
representa uma das expressões da responsabilidade social da Instituição.
3.5 Objetivos do curso
Objetivo Geral:
Formar profissionais, com orientações humanistas, capacidade técnica e visão científica
ampla e atualizada, para atender às demandas operacionais e de implantação de infraestrutura
do setor produtivo local, regional e nacional. Para tanto, o curso fornece elementos
interdisciplinares à formação de seus estudantes, de forma a capacitá-los a integrar equipes
multidisciplinares de trabalho e a buscarem uma perspectiva transdisciplinar de abordagem das
questões emergentes na promoção da logística.
Busca-se com isso formar tecnólogos graduados para a atuação no eixo tecnológico
Gestão e Negócios, envolvendo a aquisição, recebimento, armazenagem, distribuição e
transporte de bens e serviços, criando condições para articular, mobilizar e colocar em ação
conhecimentos, habilidades, valores e atitudes para responder, de forma original e criativa, com
eficiência e eficácia, aos desafios e requerimentos do mundo do trabalho, de acordo com as
demandas do setor produtivo da região e do País.
Objetivos Específicos:
1. Incentivar o desenvolvimento da capacidade empreendedora e da compreensão dos
processos tecnológicos em Logística;
2. Incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica e suas respectivas aplicações
no mundo do trabalho;
3. Desenvolver as competências e habilidades descritas para o egresso do CST em
Logística, competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, da área de
Logística e do eixo tecnológico “Gestão e Negócios”;
4. Propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e ambientais
resultantes da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias em Logística;
18
5. Desenvolver no egresso a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as
mudanças nas condições de trabalho, bem como dar prosseguimento aos estudos em
cursos de pós-graduação;
6. Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização
permanente do Curso Superior de Tecnologia em Logística;
7. Atender a uma demanda regional e nacional por profissionais qualificados na área de
Logística, aptos a atuar nos campos de atuação profissional.
Nessa perspectiva, o Curso promove a formação do profissional de logística dotado de
competência técnica e científica, capacitado para o desenvolvimento e aplicação de
conhecimentos de logística, com habilidades e atitudes para atuar em segmentos diversos,
observando a ética profissional, as condições humanas e de preservação do meio ambiente.
Os objetivos acima descritos estão relacionados às habilidades e competências
estabelecidas na Resolução CNE/CP nº 3, de 18 de dezembro de 2002, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais dos Cursos Superiores de Tecnologia, no Catálogo Nacional de
Cursos Superiores de Tecnologia, no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da FPB e nas
orientações da Escola de Gestão e Negócios da Instituição.
3.6 Perfil Profissional do Egresso
A construção do perfil profissional do egresso do CST em Logística da FPB foi orientada
pela Resolução que institui as DCNs para a organização e funcionamento dos CSTs, no Catálogo
Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia e nas demandas locais, regionais e nacionais do
setor produtivo para a atuação desse profissional, expressando relação com os objetivos do curso
e formação tecnológica desejada.
A formação, em nível superior, promovida pelo CST em Logística da FPB está centrada em
um profissional que, munido de conhecimentos multidisciplinares, científicos e tecnológicos,
agrega à suas funções atividades gerenciais e de planejamento estratégico.
O egresso também estará apto a gerenciar redes de distribuição e unidades logísticas,
estabelecendo processos de compras, identificando fornecedores, negociando e estabelecendo
padrões de recebimento, armazenamento, movimentação e embalagem de materiais, podendo
ainda ocupar-se com inventário de estoques, sistemas de abastecimento, programação e
monitoramento de fluxos de pedidos, auditoria e controles logísticos, consultorias empresariais
na formação dos processos das operações logísticas, demonstrando habilidades complexas em
campos diversificados, levando em conta as necessidades de funcionalidade, sistemas estruturais
e os avanços no campo da tecnologia nas operações logística.
19
Tal perfil se consolida por meio da organização curricular, cujos conteúdos foram
distribuídos de forma a contemplar as competências básicas, profissionais e tecnológicas
necessárias e previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Assim, o Curso de Graduação
Tecnológica em Logística da FPB tem como meta principal desenvolver um processo de formação
que resulte numa atuação do futuro profissional mais próxima da sociedade, compreendendo e
traduzindo as necessidades dos empreendimentos, grupos sociais e comunidade, com relação à
concepção, organização e a operacionalização das demandas logísticas.
As principais competências e habilidades que se esperam dos egressos do CST em
Logística da FPB são:
 Gerenciar, projetar e implantar cadeias de estoques e suprimentos;
 Gerenciar negócios e serviços na área de transportes;
 Implementar tecnologias da informação e comunicação para a gestão das atividades
de armazenagem (recebimento, estocagem, separação e expedição);
 Elaborar projetos, pareceres, planos, relatórios com base na análise de mercado,
desenvolvendo estratégias de produção e competitividade;
 Utilizar as ferramentas mais adequadas no processo de distribuição, com vistas à
otimização do tempo, e de controle e monitoração permanente dos serviços de
logística;
 Identificar as melhores oportunidades de distribuição de produto, a fim de obter maior
rapidez nas entregas e a redução dos custos financeiros;
 Realizar planejamento estratégico na Logística, por meio do emprego de visão
sistêmica e ferramentas; analisar realisticamente os custos logísticos para atingir os
padrões de serviço esperados pelo mercado;
 Aplicar com
eficiência a tecnologia informatizada na Logística;
gerenciar
departamentos de suprimentos e seleção de fornecedores.
Além disso, o egresso deverá apresentar-se em condições de: relacionar-se – ser capaz de
estabelecer relacionamentos entre pessoas e áreas de conhecimento – e de trabalhar com
equipes na busca de resultados organizacionais; valorizar a busca do conhecimento; ter iniciativa
e postura proativa; ser flexível; ter criatividade; e ser persistente.
Campos de atuação
O egresso do Curso poderá atuar nas diversas empresas que desenvolvam atividades
logísticas, sobretudo pelo caráter transversal, dentre as quais se destacam:
20
• Operadores logísticos;
• Empresas de transportes (cargas e passageiros);
• Atacadistas, varejistas e distribuidores;
• Exportadores e importadores;
• Empresas manufatureiras e indústrias em geral;
• Empresas do setor de serviços, atuando nos departamentos de infraestrutura de
hospitais, bancos e supermercados, agências de marketing, consultorias e instituições
de ensino; e
• Além do setor empresarial e de serviços, poder atuar ainda no setor público e em
Organizações do Terceiro Setor (ONGs).
3.7 Requisitos de acesso
As modalidades de acesso à Faculdade Internacional da Paraíba são dispostas em edital
específico, de conhecimento público, aprovado pelo Conselho Administrativo – CONAD, que rege
a seleção de candidatos às vagas autorizadas para os cursos de graduação. O candidato poderá se
submeter ao processo seletivo optando por uma das seguintes modalidades de acesso:
 Concurso de Vestibular Agendado: para o qual são destinadas 40% (quarenta por
cento) das vagas;
 Concurso Vestibular Tradicional (Mega Vestibular): para o qual são destinadas 50%
(cinquenta por cento) das vagas;
 Aproveitamento do resultado obtido no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM:
para o qual são destinadas 10% (dez por cento) das vagas;
 PROUNI – Programa Universidade para Todos: com período e critérios de seleção
definidos pelo MEC;
 Transferências e Portadores de Diploma de Graduação: conforme disponibilidade de
vagas remanescentes.
A matrícula é o ato formal de vinculação do estudante à Faculdade e ao curso. Como a IES
adota o regime seriado semestral, a renovação da matrícula é feita por semestre. A nãorenovação de matrícula enseja a caracterização de abandono do curso pelo estudante, podendo
resultar na sua desvinculação da IES.
A distribuição dos estudantes matriculados, por série, ocorre a cada semestre, e a
matrícula inicial na série ocorre: (i) por ingresso do estudante mediante processo seletivo
promovido pela própria Faculdade; (ii) por transferência do estudante, proveniente de outra IES;
ou (iii) por reingresso de estudante portador de diploma de graduação.
21
Na matrícula inicial, o estudante deverá comprovar: (i) a conclusão do curso de ensino
médio ou equivalente; (ii) a classificação satisfatória no respectivo processo seletivo; e (iii) a
documentação exigida para a matrícula.
É assegurada matrícula, independentemente de prazo e de existência de vaga, a servidor
público, civil ou militar, transferido ex-officio para a sede da Faculdade, bem como aos seus
dependentes, na forma da legislação em vigor.
22
4) CURRÍCULO
4.1 Organização curricular e coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais
A Organização Curricular do CST em Logística da FPB está em coerência com as Diretrizes
Curriculares Nacionais específicas (Pareceres CNE/CES No 436/2001 e CNE/CP No 29/2002 e
Resolução CNE/CES No 3/2002); expressa a implementação dos princípios filosóficos, legais e
pedagógicos constantes do Projeto Pedagógico Institucional e do PDI; e cumpre o disposto no
Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia 2010. Além disso, cumpre os requisitos
legais, conforme demonstrado no quadro a seguir:
Requisitos legais e formas de atendimento
REQUISITO
ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO
Decreto No 5626, de 22 de dezembro de 2005.
Inclusão de LIBRAS na matriz curricular como
unidade curricular optativa.
Parecer CNE/CP No 003, de 10 de março de 2004,
e Resolução CNE/CP No 1, de 17 de junho de
2004.
Atividades de extensão; eventos; atividades
práticas; estudo da temática em várias unidades
curriculares.
Lei No 9.795, de 27 de abril de 1999, e Decreto No
4.281, de 25 de junho de 2002.
Atividades transversais e estudos em unidades
curriculares.
A Organização Curricular busca promover o desenvolvimento de competências
profissionais tecnológicas, gerais e específicas, para aplicação no mundo do trabalho e para o
atendimento a demandas sociais locais, incentivando também o desenvolvimento da capacidade
empreendedora e da compreensão do processo tecnológico. A dinâmica de sua operacionalização
contempla a flexibilidade curricular e a interdisciplinaridade.
A organização curricular implica a capacidade que tem a comunidade acadêmica de ver
globalmente o cenário que se quer construir e de desenhar os caminhos e as ações que lhe
permitam realizá-lo. É nessa perspectiva que está situado o Curso de Graduação Tecnológica em
Logística da FPB, cuja matriz curricular apresenta como características a flexibilidade, a crítica e o
compromisso com a formação plena do futuro profissional. Desta forma, legitima a passagem de
um ensino centrado em saberes disciplinares, com base nos quais se efetuam escolhas para cobrir
os conhecimentos considerados mais importantes, para um ensino definido pela produção de
competências, centrado em situações concretas e recorrendo aos conhecimentos e conteúdos
curriculares na medida das necessidades requeridas por essas situações.
23
A matriz curricular está coerente com a Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002, que
institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos Superiores de Tecnologia, com o Catálogo
Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia e demais normativas pertinentes de forma a
atender a necessidades referentes à formação de um profissional com pensamento crítico e
reflexivo, adotando o conhecimento científico e tecnológico, comprometido com os valores
humanos, éticos e sociais, dotado de visão estratégica e competência técnica e tecnológica,
articulação da teoria com a prática, visualizando sempre a flexibilidade como ascendentes e
diferenciais profissionais. Tal flexibilidade ocorre com a integração curricular, possibilitando ao
estudante visualizar e apreender a interdisciplinaridade promovida ao longo do curso por meio da
implementação de metodologias inovadoras e de projetos integradores, a exemplo da utilização
prática de softwares para simulação de situações reais, visitas técnicas em empresas parceiras
objetivando vivência prática, estágios extracurriculares possibilitando ao estudante, além do
aprendizado teórico-prático, ser efetivado na organização objeto do estágio, entre outras
atividades inerentes à logística operacional.
A organização e a matriz curriculares do CST em Logística da FPB são compatíveis com a
carga horária total do curso, estando em acordo com a Resolução CNE/CES nº 3/2007, que
determina que a carga horária mínima do curso deva ser calculada em horas de 60 minutos,
sendo, assim, estruturada em quatro semestres letivos baseadas em atividades teóricas e
práticas, organizadas e orientadas seguindo critérios de coerência com as diretrizes curriculares
nacionais gerais, com adequação das ementas e metodologia de ensino, visando à possibilidade
de inter-relação disciplinar, de modo a propiciar a formação de um profissional adequado com as
atuais demandas da sociedade. Ao final do curso, para poder obter o grau de Tecnólogo em
Logística, o acadêmico cumprirá um total de 1.600 horas de atividades acadêmicas. Na matriz
supracitada existe a oferta da unidade curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como
opcional. A matriz também cumpre os requisitos legais quando oferece, de maneira transversal,
conteúdos de Direitos Humanos, Educação Ambiental e Relações Étnico-raciais ao longo do
currículo.
Como uma política institucional, o curso prima pela busca da articulação entre teoria e
prática, dado que é essa relação que facilita e legitima o processo de ensino-aprendizagem. Essa
articulação se observa tanto na estruturação curricular que denota unidades curriculares de
cunho teórico e/ou prático, bem como na metodologia de ensino preconizada institucionalmente
e adotada no curso e que privilegia essa articulação promovendo melhores resultados de
aprendizagem. Tem, também, como propósito a formação de um profissional comprometido com
a ética humana como princípio e valor maior, atuando em função da Logística, utilizando
conhecimentos humanísticos aplicados de modo a atingir os objetivos maiores para o investidor e
a sociedade.
24
4.2 Concepção do currículo
Os conteúdos curriculares do CST em Logística da FPB foram desenvolvidos na perspectiva
da educação, compreendida como um processo dinâmico e flexível, propiciando a integração
entre teoria e prática e apresentando coerência com os objetivos do curso e com a construção do
perfil do egresso, permitindo aos discentes o desenvolvimento das competências necessárias a
sua atuação profissional. Os mesmos foram elencados visando possibilidades de inter-relação
entre as unidades curriculares, de modo a propiciar uma formação crítica, reflexiva, solidária e
transformadora, comprometida com a logística empresarial, com o meio ambiente e com a
sociedade, de acordo com as necessidades requeridas do profissional, com as necessidades
sociais e, principalmente, conforme as orientações das DCN para os CSTs. Os conteúdos estão
coerentes com a demanda do cenário contemporâneo e do mundo do trabalho, e a carga horária
destinada a cada unidade curricular está devidamente adequada à dimensão de seus conteúdos.
A partir desses indicativos, o curso foi organizado voltando-se para as demandas
regionais, de modo que as unidades de estudo e a sua distribuição na matriz curricular se pautam
pela relevância, atualização e coerência, favorecendo a correlação e a sequência dos conteúdos
para que estes se complementem sem lacunas e sobreposições, possibilitando a construção
gradual e sólida do profissional de logística. Assim, estruturou-se a oferta pelos seguintes Núcleos
Curriculares: Fundamentação e Profissionalização.
O Núcleo de Fundamentação permite ao discente o primeiro contato com conteúdos
relativos aos conceitos básicos da gestão – pilares na construção dos conceitos e das operações
logísticas –, trabalhando temas de natureza geral originados nas áreas de ciências humanas,
sociais, exatas e da natureza, indispensáveis à educação continuada. Neste Núcleo, o discente
desenvolve habilidades que lhe permitirão a plena compreensão da gestão das operações
logísticas. Conhecimentos de fundamentação predominam na primeira série, mas estão presentes
nas demais séries do curso.
Com isto, as unidades curriculares estão dispostas de modo que o discente se interrelacione com os conteúdos inerentes ao curso, privilegiando o conhecimento resultante da
observação e da experimentação, por meio de oficinas de criação, viagens, visitas e da
sistematização das informações e do equacionamento de problemas, tratada teórica e
metodologicamente no âmbito de cada unidade curricular. Neste ciclo situam-se as unidades
curriculares vinculadas aos saberes e recursos que resultam na compreensão do objeto da
profissão.
O Núcleo Profissionalização abrange estudos específicos da profissão, unidades
curriculares organizadas que tratam de combinar a teoria com a prática, onde conhecimentos
25
específicos profissionalizantes são embasados desde o Núcleo de Fundamentação, havendo uma
progressão destes ao longo dos semestres. A seleção das unidades curriculares ocorreu de acordo
com os conteúdos essenciais previstos nas DCNs dos cursos de Graduação Tecnológica em
Logística.
Os conteúdos do currículo contemplam, de modo transversal, interdisciplinar e contínuo,
as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-brasileira e Africana, em consonância com a Resolução CNE/CP n° 01, de
17/6/2004, as Políticas de Educação Ambiental, conforme Lei nº 9.795, de 27/04/1999, o Decreto
nº 4.281, de 25 de junho de 2002, e a questão dos Direitos Humanos, registrados nos planos de
ensino interligados entre unidades curriculares ao longo do curso. Além disso, o projeto do curso
aponta a necessidade de se promoverem abordagens complementares a tais conteúdos, por meio
de seminários, palestras, atividades de extensão, entre outros eventos.
4.2.1 A inclusão de LIBRAS como unidade curricular nos cursos de graduação da
Faculdade Internacional da Paraíba
A obrigatoriedade da unidade curricular de LIBRAS na organização curricular dos cursos de
educação superior foi instituída pela Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, e regulamentada pelo
Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Conforme artigo 3º da referida Lei,
LIBRAS deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de
formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e
superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e
privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios.
Em seu parágrafo 1º, assim está estabelecido: “LIBRAS constituir-se-á em disciplina
curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de
um ano da publicação deste Decreto”.
A FPB, cumprindo a legislação e ciente importância da valorização e da inclusão social,
oferece LIBRAS como unidade curricular opcional aos estudantes vinculados ao CST em Logística,
com carga horária de 40 horas. Essa atitude tem a finalidade de oportunizar ao estudante refletir
sobre a questão da inclusão na prática profissional.
26
4.3 Matriz curricular
Vigente a partir de 2013.1
Série
UNIDADE CURRICULAR
Empreendedorismo
1ª
Gestão Empresarial
4
0
4
80
Introdução ao Curso de Gestão
2
0
2
40
Leitura e Produção Textual
4
0
4
80
Matemática Financeira
4
0
4
80
2
20
2
0
0
0
2
20
2
40
400
40
Logística e a Cadeia de Suprimentos
4
0
4
80
Gestão de Materiais e Estoques
4
0
4
80
Gestão de Projetos e Processos
4
0
4
80
Gestão de Pessoas
2
0
2
40
Inglês I
4
0
4
80
20
2
0
0
20
2
400
40
Gestão da Qualidade e Produtividade Logística
2
0
2
40
Inglês II
4
0
4
80
Logística de Armazenagem e Embalagens
4
0
4
80
Logística de Transporte e Distribuição
4
0
4
80
Sistema de Informação
2
0
2
40
Estudos e Práticas de Gestão
0
2
2
40
18
4
2
0
20
4
400
80
Logística Internacional
4
0
4
80
Marketing Global
2
0
2
40
Negociação e Processo Decisório
2
Sociologia das Organizações
Total 1ª série
Contabilidade Aplicada
2ª
Total 2ª série
Gerenciamento de Custos e Riscos
3ª
Total 3ª série
Legislação Aplicada a Logística
4ª
CARGA HORÁRIA (HORAS)
CH SEMANAL
CH
Teórica Prática Total Semestral
4
0
4
80
Planejamento e Práticas de Cenários Logísticos
Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio
Ambiente
Total 4ª série
Carga Horária Obrigatória (h)
Unidade
Curricular LIBRAS
Opcional
0
2
40
2
2
4
80
4
0
4
80
18
2
20
Teórica
Prática
Total
76
4
80
400
CH dos
Semestres
1600
3
0
3
60
INTEGRALIZAÇÃO
Carga Horária Total de Integralização do Curso
1600
Carga Horária da Unidade Curricular Opcional
60
Carga Horária Total de Integralização do Curso + Unidade Curricular Opcional
1660
27
4.4 Matriz curricular (distribuição espacial)
FLUXOGRAMA DAS UNIDADES CURRICULARES DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
28
4.4.1 Coerência do Projeto Pedagógico do Curso com as Diretrizes Curriculares
Nacionais
A Organização Curricular hoje em vigor no CST em Logística da FPB atende às Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos Superiores Tecnológicos e ao Catálogo Nacional de CST,
orientando a construção do conhecimento para garantir a formação do profissional. Tais
aproximações são pontuadas não apenas por meio do desenvolvimento das unidades curriculares
integrantes da matriz curricular, mas também por meio de variados desdobramentos das
atividades pedagógicas propostas, assim como, mediante a atuação do docente em sala de aula e
em outros espaços de ensino-aprendizagem, conforme apresenta o quadro abaixo:
Competências e habilidades
Implementação no PPC
Empreendedorismo;
Incentivar o desenvolvimento e capacidade
Gestão empresarial;
criadora e da compreensão do processo
Introdução ao curso de gestão;
tecnológico, em suas causas e efeitos.
Gestão de pessoas.
Incentivar a produção e a inovação científico- Leitura e produção textual;
tecnológicas e suas respectivas aplicações no Inglês I;
mundo do trabalho.
Inglês II.
Gestão de projeto e processos;
Sistema de informação;
Desenvolver competências profissionais
Matemática financeira;
tecnológicas, gerais e específicas, para a
Contabilidade aplicada;
gestão de processos e a produção de bens e
Gerenciamento de custos e riscos;
serviços.
Negociação e processo decisório;
Marketing global.
Leitura e produção textual;
Propiciar a compreensão e a avaliação dos
Sociologia das organizações;
impactos sociais, econômicos e ambientais
Segurança do trabalho, saúde ocupacional e meio
resultantes da produção, gestão e
ambiente;
incorporação de novas tecnologias.
Contabilidade gerencial.
Promover a capacidade de continuar
aprendendo e de acompanhar as mudanças Segurança do trabalho, saúde ocupacional e meio
nas condições de trabalho, bem como ambiente;
propiciar o prosseguimento de estudos em Gestão de pessoas.
cursos de pós-graduação.
Adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade,
Estudo e práticas de gestão;
a contextualização e a atualização
Planejamento e práticas de cenários logísticos.
permanente do curso e seu currículo.
Logística e cadeia de suprimentos;
Gestão de materiais;
Garantir a identidade do perfil profissional de Gestão da qualidade e produtividade logística;
conclusão de curso e da respectiva Logística de armazenagem e embalagens;
organização curricular.
Logística de transporte e distribuição;
Legislação aplicada a logística;
Logística internacional.
29
4.4.2 Coerência dos Objetivos do Curso com sua Matriz Curricular
A Matriz Curricular do CST em Logística da FPB traduz os objetivos da formação proposta,
de maneira a contemplar demandas pela área de abrangência profissional, bem como, demandas
sociais requeridas da educação superior. Dessa forma, os objetivos do curso foram definidos e são
plenamente corroborados pelos conteúdos curriculares, como se pode observar no quadro a
seguir:
Objetivos Específicos
Gerenciar, projetar e implantar cadeias de
estoques e suprimentos.
Gerenciar negócios e serviços na área de
transportes.
Implementar tecnologias da informação e
comunicação para a gestão das atividades de
armazenagem
(recebimento,
estocagem,
separação e expedição).
Elaborar projetos, pareceres, planos, relatórios
com base na análise de mercado,
desenvolvendo estratégias de produção e
competitividade.
Utilizar as ferramentas mais adequadas no
processo de distribuição, com vistas à
otimização do tempo, e de controle e
monitoração permanente dos serviços de
logística.
Identificar as melhores oportunidades de
distribuição de produto, a fim de obter maior
rapidez nas entregas e a redução dos custos
financeiros.
Realizar planejamento estratégico na Logística,
por meio do emprego de visão sistêmica e
ferramentas; analisar realisticamente os custos
logísticos para atingir os padrões de serviço
esperados pelo mercado.
Aplicar
com
eficiência
a
tecnologia
informatizada
na
Logística;
gerenciar
departamentos de suprimentos e seleção de
fornecedores.
Unidade Curricular Relacionada
Empreendedorismo;
Gestão empresarial;
Introdução ao curso de gestão;
Gestão de pessoas;
Logística e a cadeia de suprimentos.
Gerenciamento de custos e risco;
Matemática financeira;
Logística de transporte;
Logística internacional;
Marketing global;
Segurança do trabalho, saúde ocupacional e
meio ambiente.
Gestão de projeto e processos;
Sistema de informação;
Negociação e processo decisório;
Marketing global.
Leitura e produção textual;
Inglês I;
Inglês II;
Legislação aplicada a logística.
Gestão da qualidade e produtividade e logística.
Matemática financeira;
Contabilidade aplicada;
Gestão de estoque.
Planejamento e práticas de cenários logísticos;
Estudo e práticas de gestão.
Logística e armazenagem e embalagem;
Gestão empresarial;
Sociologia das organizações.
30
4.4.3 Abordagens Transversais
Como aporte para o desenvolvimento de atividades pedagógicas com temáticas
“transversais”, numa perspectiva interdisciplinar – que perpassam não apenas os conteúdos das
unidades curriculares especificamente –, os Projetos Pedagógicos dos Cursos da Faculdade
Internacional da Paraíba orientam que a transversalidade deva ser efetivada, também, por meio
de Atividades Complementares; iniciação científica; práticas investigativas; projetos de extensão e
atividades extracurriculares; e Trabalho Discente Efetivo (TDE), a depender da metodologia
utilizada pelo docente. Os conteúdos transversais são compreendidos no PPC como necessários
para a formação cidadã, crítica e reflexiva, assim como propõem as políticas de ensino da
Instituição e, sobretudo, como orienta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Os desdobramentos dessas temáticas são amplos, pois são trabalhados numa perspectiva
interdisciplinar e crítica. Considerando as especificidades do CST em Logística da FPB, a maioria
das atividades nele desenvolvidas possui caráter essencialmente prático, ou seja, ultrapassam os
limites da sala de aula e alcançam, por exemplo, a comunidade local, culminando em notáveis
projetos. A condição de vivenciar na prática teorias trabalhadas em sala de aula contribui, dessa
maneira, para a formação de um profissional crítico, inovador e com competências e habilidades
capazes de contribuir para o atendimento às demandas do setor, assumindo atitudes cidadãs e
práticas sustentáveis.
31
5) METODOLOGIA DE ENSINO
A metodologia de ensino indica as linhas de ação utilizadas pelos professores em suas
aulas, pois é o meio que encontram para trabalhar os conteúdos curriculares e alcançar os
objetivos pretendidos. As linhas de trabalho estão centradas na valorização do processo ensinoaprendizagem que provoque postura dinâmica e crítica dos estudantes, assim como na utilização
de ferramentas de ensino que contribuam para a implementação de um processo de ensinoaprendizagem emancipatório, que permita a abertura de espaços para a reflexão e o aprendizado.
A aprendizagem é entendida como processo de construção de conhecimentos,
habilidades e valores em interação com a realidade e com os demais indivíduos. O processo de
formação é entendido sob um contexto de interação, autonomia e cooperação. No seu fazer
pedagógico, o professor deverá estar mais preocupado em formar competências, habilidades e
disposições de conduta do que com a quantidade de informações. Ao escolher as estratégias de
ensino, sugere-se que elas sejam as mais diversificadas possíveis, que privilegiem mais o
raciocínio que a memória, que sejam instrumento a favor da interação entre o professor e o(s)
estudante(s), assim como entre os próprios estudantes, em busca da construção coletiva de
conhecimentos.
O processo educacional realizado na Faculdade Internacional da Paraíba assegura a
difusão e o domínio do conhecimento sistematizado, analisado criticamente e reordenado num
processo de retroalimentação, propiciando ao estudante a sua apropriação. Isso porque, ao
compartilhar o processo ensino-aprendizagem, o professor abandona o modelo convencional, o
qual é visto como centralizador unilateral e que coloca o estudante à margem do processo da
construção de sua própria aprendizagem, e passa a atuar como articulador e mediador das
oportunidades do conhecer. Os desafios para o professor, sob essa perspectiva, serão maiores, na
medida em que ele deverá: assumir uma postura de líder em sala de aula, possível de ser
conseguida somente pela competência, pelo bom exemplo, pelo compromisso com o interesse e
aprendizado do discente; ir além da simples transmissão de conhecimentos, buscando construir
críticas e produzir um conhecimento novo; estimular o uso das tecnologias da informação e de
outros recursos de comunicação interativa; diversificar os procedimentos metodológicos, com
vistas a que as atividades curriculares sejam relevantes para a formação do estudante, ou seja,
possam colocá-lo em contato permanente com pessoas, fatos e fenômenos ocorridos na
comunidade e criar possibilidades de iniciativas interdisciplinares; adotar procedimentos de
avaliação da aprendizagem que motivem o estudante a questionar-se e a questionar o que se
passa à sua volta.
32
Entre as estratégias de ensino utilizadas, destacam-se:
a) aulas, conferências e palestras;
b) desenvolvimento de projetos numa perspectiva interdisciplinar;
c) práticas na forma de monitorias, demonstrações e exercícios, como parte de
componentes curriculares ou integradas a outras atividades acadêmicas;
d) consultas supervisionadas em biblioteca;
e) aplicação e avaliação de estratégias, técnicas, recursos e instrumentos da área;
f) visitas documentadas por relatórios a diferentes organizações;
g) projetos de extensão e eventos de divulgação do conhecimento;
h) práticas integrativas voltadas para o desenvolvimento de competências e habilidades
representativas do efetivo exercício profissional, sob a forma de Estágio;
i) elaboração e avaliação de projetos;
j) realização de atividades extracurriculares;
l) estudo de caso.
Assim, as práticas do curso estão comprometidas com a interdisciplinaridade, a
contextualização, o desenvolvimento do espírito científico e a formação de sujeitos autônomos e
cidadãos.
Os procedimentos, portanto, são diversificados, abrangendo, por exemplo, atividades em
grupo, pesquisa de campo e debates, análise de depoimentos e exposições individuais, aulas
expositivas, seminários, palestras, considerando as peculiaridades dos potenciais campos de
atuação profissional.
5.1 Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem
A fim de viabilizar a execução do PPC do CST em Logística, a FPB desenvolve a busca pelo
conhecimento e a autonomia nos processos de ensino-aprendizagem, desenvolvendo
mecanismos institucionalizados de comunicação interna e externa já utilizada no corpo discente,
com os seguintes objetivos específicos:
 Promover canais acessíveis de comunicação e sistemas de informação para a interação
interna e externa, que possibilitem a divulgação das ações da IES;
 Aperfeiçoar os mecanismos definidos para a coleta, sistematização e divulgação da
informação, bem como, os mecanismos de garantia e precisão na divulgação da
informação;
33
 Utilizar serviços de Tecnologia de Informação e Comunicação como mecanismos para
garantir que a informação favoreça a articulação entre as distintas áreas da Instituição
e colabore com a tomada de decisões;
 Aplicar as novas tecnologias como apoio às atividades acadêmicas, especialmente
aquelas voltadas ao aperfeiçoamento dos processos de ensino-aprendizagem;
 Estimular o uso da Internet e de outros recursos de comunicação interativa.
O autoatendimento possibilita ao graduando uma série de ações e recursos que lhe
proporcionam acesso a informações acadêmicas e administrativo-financeiras, destacando-se o
sistema de verificação de notas e o acesso ao FPB Virtual – ferramenta desenvolvida para garantir
a integração do estudante com a Faculdade. O FPB Virtual interliga o estudante por meio de um
processo informatizado de comunicação, facilitando ao discente o acesso a recursos didáticos,
orientações do professor, informes do Curso, registros acadêmicos de seu interesse, entre outros.
Também possibilita uma maior interação, com seus professores e seus colegas, por meio da
criação de enquetes, fóruns, entre outras ferramentas.
O estudante acessa o FPB Virtual através do autoatendimento na homepage da Instituição
com sua identificação de usuário e senha, podendo acessar as seguintes informações: planos de
ensino e cronogramas das unidades curriculares em curso; situação acadêmica; acervo de livros
disponíveis na Biblioteca; empréstimo e reservas de livros; acesso à Ouvidoria; apresentação de
requerimentos e acompanhamento dos pareceres; acompanhamento de sua situação financeira;
emissão de boletos bancários.
A FPB oferece a sua comunidade acadêmica acesso à Internet através da rede Wi-Fi, que
está acessível em toda IES, viabilizando o livre e irrestrito acesso à rede mundial de computadores
e às tecnologias de informação e comunicação disponíveis, favorecendo a construção, socialização
e integração dos conhecimentos.
Os controles fundamentais da Biblioteca são atendidos por programas informatizados
específicos, em condições de manter dados atualizados quanto ao acervo, acesso, empréstimo e
catalogação de obras. Integra esse sistema um programa de sugestão a leituras, destaques das
notícias de periódicos e recomendações de obras e eventos culturais de interesse das áreas.
A Biblioteca dispõe de 22 computadores ligados à Internet e tem todo seu acervo
informatizado. Adicionalmente, dispõe do autoatendimento informatizado, mediante o qual o
usuário poderá realizar todas as funcionalidades inerentes à Biblioteca, de forma totalmente
digital.
Para auxiliar o processo ensino-aprendizagem a FPB conta ainda com os seguintes
programas de aperfeiçoamento da Rede Laureate:
34
Laureate English Program: Curso de inglês oferecido pela Cambridge University às IES da
rede, nas modalidades presencial e semipresencial, esta, por meio de ambiente virtual de
aprendizagem próprio do Programa;
Laureate Faculty Development: Cursos ofertados pela Rede Laureate voltados à formação
continuada dos docentes. Também é oferecido mediante ambiente virtual de aprendizagem;
Laureate Library: Docentes e discentes podem acessar livros e periódicos compartilhados
por todas as bibliotecas das IES da Rede Laureate, inicialmente do Brasil; posteriormente, com a
consolidação do programa, o acesso e compartilhamento atingirão todas as IES da Laureate.
5.2 Número de vagas
Conforme autorizado pela Portaria MEC/SETEC nº 385, de 19/09/2011, publicada no
Diário Oficial da União de 21/09/2011, a Faculdade Internacional da Paraíba oferece o Curso
Superior de Tecnologia em Logística, em regime seriado semestral, com 120 vagas no turno
noturno, objetivado atender demanda reprimida e crescente das operações logística na região
para posições de trabalho que exijam conhecimento superior e especializado.
A infraestrutura da FPB e o dimensionamento do corpo docente foram projetados para
corresponder, de forma excelente, ao número de estudantes do CST em Logística.
A FPB possui excelentes condições de infraestrutura para a oferta de seus cursos. As salas
de aula são todas equipadas com dispositivos multimídia (Datashow), laboratórios de última
geração, Biblioteca, setores administrativos de atendimento e apoio ao estudante (Central de
Atendimento, assistentes de curso, FIES/PROUNI, Núcleo de Apoio Psicopedagógico), área de
convivência, serviços como copiadoras, cantinas, entre outros. As instalações da Faculdade
Internacional da Paraíba atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação,
acústica, ventilação, conservação e comodidade necessárias às atividades propostas de todos os
seus programas. Há instalações para os docentes (salas de professores e de reuniões e gabinetes
de trabalho) e para a Coordenação do Curso, equipadas segundo a finalidade. Na Biblioteca, o
acervo encontra-se organizado em estantes adequadas, com livre acesso aos seus usuários e
devidamente tombado ao patrimônio da Instituição. As instalações para estudos individuais são
adequadas, o que também se aplica às instalações para estudos em grupo. Tanto os espaços para
os estudos individuais como para os estudos em grupo atendem às exigências legais para uma boa
formação acadêmica. Encontra-se disponibilizada no sistema da Biblioteca toda a bibliografia
básica e complementar em número suficiente para atender à proposta pedagógica do Curso, com
excelência. As instalações da FPB atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza,
iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária às atividades propostas de
35
todos os seus programas. Vale ressaltar que a Faculdade encontra-se atenta e em constante
atualização com a finalidade de garantir a promoção da acessibilidade das pessoas com
deficiência ou com mobilidade reduzida.
O corpo docente do curso foi dimensionado para atender às vagas ofertadas, no que se
refere à qualificação e à titulação profissionais e ao regime de trabalho de seus membros. O
regime de trabalho do Coordenador do Curso está em consonância com as exigências do MEC
para o atendimento do total de vagas ofertadas.
Destacamos, igualmente, que a composição do Núcleo Docente Estruturante do Curso e
do Conselho de Curso e a quantidade de seus membros também atendem ao número de
estudantes nele efetivamente matriculados.
36
6) METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação é parte integrante da construção do conhecimento, apresentando indicadores
para o planejamento acadêmico e permitindo definir as necessidades de intervenção na
caminhada em curso e o apoio à efetividade do trabalho docente, contribuindo para a redefinição
e adequação dos objetivos traçados para cada área de atuação.
Os
procedimentos de avaliação
dos processos de
ensino-aprendizagem
são
implementados de forma continuada, permitindo-se a construção e reconstrução do
conhecimento, utilizando-se diferentes instrumentos avaliativos como projetos, provas, resolução
de problemas, estudos de caso, trabalhos em grupo, visitas técnicas, seminários, entre outros.
Por isso, a avaliação é o acompanhamento permanente, a observação, o diálogo, o
exercício, a aplicação coerente de instrumentos de verificação do desempenho acadêmico.
Partindo-se do pressuposto de que a missão da Faculdade Internacional da Paraíba é ser
uma alternativa na formação e fixação de profissionais de nível superior de qualidade para se
inserir no mundo do trabalho da Região Metropolitana de João Pessoa, demais municípios da
Paraíba e região, é imprescindível que:
• A avaliação seja formativa, desenvolvida de forma contínua, isto é, realizada durante o
processo de ensino e aprendizagem a fim de garantir a construção e reconstrução do
conhecimento;
• Sejam utilizados diferentes instrumentos avaliativos como desenvolvimento de
projetos, provas, resolução de problemas, estudos de caso, trabalhos em grupo e
vivências profissionais relacionadas às unidades curriculares;
• A avaliação seja coerente com o contrato didático estabelecido com os discentes e
com os objetivos do plano de curso;
• O professor realize a devolutiva da avaliação, pois as apreciações por ele realizadas
deverão permitir que os discentes revejam, complementem e corrijam os rumos de
sua aprendizagem;
• Os discentes também sejam avaliados pelo grau de comprometimento com o seu
processo de aprendizagem;
• As pesquisas bibliográficas e de campo sejam constantemente estimuladas, orientadas
e avaliadas, levando o estudante a apropriar-se do conhecimento produzido e a agir
sobre ele;
• O professor exerça um papel atuante, orientando, pesquisando e construindo o
conhecimento com os estudantes;
37
• Os estudantes sejam estimulados a organizar seu portfólio, com a síntese das
aprendizagens que precisam ser valorizadas e avaliadas;
• Estas ações, em conjunto, permitam aos sujeitos da educação vivenciar plenamente a
organização curricular, livrando-se do paradigma da avaliação pontual, mnemônica e
apenas somativa;
• A recuperação de atividades avaliativas seja oferecida antes do encerramento do
módulo ou período.
Cumpre destacar que o registro acadêmico está vinculado ao Regimento da IES,
denvolvendo normas sobre a avaliação do rendimento acadêmico dos estudantes.
6.1 Critérios e procedimentos para avaliação da aprendizagem
A avaliação é um trabalho didático contínuo que visa analisar os resultados alcançados
pelos docentes e discentes (sujeitos da educação) comparados aos objetivos propostos do ensino,
a fim de constatar progressos e dificuldades para reorientar o trabalho acadêmico.
A busca da FPB pela excelência na formação de profissionais bem qualificados para o
mundo do trabalho orienta que a avaliação do processo de ensino e aprendizagem seja
continuada, a fim de garantir a construção e reconstrução do conhecimento. Deve contemplar os
aspectos atitudinais, procedimentais e cognitivos, buscando explorar as múltiplas inteligências
dos sujeitos da educação.
A apreciação qualitativa da avaliação sobre os dados relevantes (empenho dos sujeitos da
educação em atingir os objetivos do ensino) inclui diferentes ferramentas avaliativas:
desenvolvimento de projetos, provas escritas, relatórios, resolução de problemas, estudos de
caso, trabalhos em grupo, vivências profissionais integrando as unidades curriculares comuns de
forma interdisciplinar e transdisciplinar para o desenvolvimento das habilidades e competências.
Como critérios complementares: participação, postura ética, assiduidade, domínio de conteúdos,
uso da língua culta e atitudes.
A avaliação contempla atividades de verificação – aproveitamento de desempenho
discente mediante atribuição de notas – e de qualificação, por meio da comprovação dos
resultados alcançados em relação aos objetivos do ensino. Uma atitude precípua neste processo é
a devolutiva, pelo docente, da atividade avaliada para que os discentes apreciem seus “erros”,
reorientando-os em sua aprendizagem, bem como ao próprio docente, na condição de
colaborador deste processo reorientar suas estratégias para o alcance de tais objetivos.
Os sujeitos da educação também são avaliados pelo grau de comprometimento com o
processo de aprendizagem, conduzindo o discente a apropriar-se do conhecimento construído e a
38
agir sobre ele. Essa proposta permite aos sujeitos da educação vivenciar plenamente a
organização curricular, livrando-se do paradigma da avaliação pontual e apenas somativa.
O CST em Logística mantido pela FPB contempla, como procedimento para avaliar o
processo ensino e aprendizagem, as três funções básicas: pedagógico-didática (avaliação do
cumprimento dos objetivos gerais e específicos), de diagnóstico (identificação de progressos e
dificuldades dos sujeitos da educação para melhor cumprir os objetivos) e de controle (se refere
aos meios e à frequência das verificações e de qualidade dos resultados).
A Lei no. 9394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu art.
24, inciso V, indica que a avaliação escolar deve ser "uma avaliação contínua e cumulativa do
desempenho do estudante, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e
dos resultados ao longo do período”.
Além dessa coerência, os procedimentos de avaliação dos processos de ensinoaprendizagem estão disciplinados no Regimento da IES, envolvendo normas sobre a avaliação do
rendimento acadêmico. Assim, a avaliação da aprendizagem, realizada de forma continuada, é
feita por unidade curricular, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%), conforme determina a
LDB nº 9394/96, e aproveitamento, sendo 7,0 (sete) a média mínima para aprovação. A cada
verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).
Cada unidade curricular comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade
abrange os respectivos conteúdos curriculares. Concluídas as avaliações referentes a cada
unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula:
Média Parcial = (U1 + U2) / 2
É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, podendo utilizar
instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do estudante na forma de teste,
prova, trabalho teórico ou prático, projeto ou de quaisquer outras técnicas pertinentes à
programação da unidade curricular, aplicados individualmente ou em grupo, de maneira que seja
proporcionada ao estudante uma avaliação contínua de seu desempenho.
Segunda chamada
Existe a possibilidade de segunda chamada, com vistas à substituição de resultado nulo
por falta do estudante a uma avaliação de qualquer dos momentos avaliativos, mediante
solicitação na Central de Atendimento (no prazo de até dois dias úteis após a realização da
avaliação a que tiver faltado) e deferimento da Coordenação do Curso. Essa oportunidade, porém,
somente pode ocorrer em relação a uma avaliação.
39
Avaliação de Recuperação da Aprendizagem
Caso o estudante não obtenha resultado igual ou superior a 4,0 (quatro) em apenas uma
das unidades ou média parcial inferior a 7,0 (sete), ele poderá participar do processo avaliativo de
recuperação da aprendizagem (AR), que corresponde a uma terceira unidade avaliativa.
A apuração da média final (MF) será feita de acordo com a fórmula a seguir, devendo ser
computado o resultado em que o estudante tenha obtido a maior nota:
MF = (U1 ou U2) + AR
2
Ao final do processo, o estudante deverá ter obtido média final igual ou superior a 7,0
(sete), como condição de aprovação.
Procedimentos
No âmbito do Curso, são considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a
identificação das fragilidades no aprendizado do estudante, com a indicação/adoção de formas de
intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais e/ou a pequenos
grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas
de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no
perfil profissional do egresso; a observação do desempenho do estudante em atividades práticas.
Instrumentos e critérios
São adotadas, em geral, provas escritas e/ou práticas, relatórios de seminários e de visitas
técnicas,
portfólios,
dentre
outros.
Como
critérios
complementares
são
indicados:
participação/envolvimento com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de
conteúdos estudados na unidade curricular; uso da língua culta; atitudes que expressem uma
convivência harmoniosa e solidária.
6.2 Critérios para apuração de frequência
Como acima mencionado, a avaliação da aprendizagem, realizada de forma continuada, é
feita por unidade curricular, incidindo sobre a frequência mínima de 75% da carga horária total da
mesma, e média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é
atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).
A avaliação da aprendizagem, a publicação do resultado e o registro das notas e
frequência às atividades realizadas são da responsabilidade exclusiva do professor, com registro
no Diário de Classe, onde o controle é feito pela Secretaria Geral da Faculdade.
40
O Diário de Classe é um instrumento de escrituração acadêmica elaborado com a
finalidade de documentar a frequência, competências/habilidades e/ou conteúdos e
aproveitamento acadêmico, por unidade curricular do curso de graduação, onde será
devidamente preenchido pelo(s) respectivo(s) Professor(es) responsável(eis) pela referida
unidade.
6.3 Critérios de aproveitamento de competências profissionais anteriormente
desenvolvidas
De conformidade com Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no. 9394/96, art. 41,
e com a Resolução CNE/CP no. 3/2002, o estudante poderá aproveitar estudos e experiências
anteriores. Segundo o que determina o Regimento Acadêmico Institucional da FPB,
semestralmente é ofertado exame de proficiência, destinado à avaliação das potencialidades,
conhecimentos e experiência profissional anteriores do estudante, e que lhe possibilitará avançar
nos estudos, mediante comprovada demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e
competências requeridas por unidade curricular ou grupo de unidades curriculares, por meio de
avaliação teórica, prática ou teórico-prática. Os exames são realizados conforme edital específico
divulgado pela Secretaria Geral da Instituição.
41
7) AUTOAVALIAÇÃO
A Faculdade Internacional da Paraíba, em atendimento às diretrizes do Sistema Nacional
de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e às Orientações da Comissão Nacional da Avaliação
da Educação Superior (CONAES), mantém, desde 2006, uma Comissão Própria de Avaliação (CPA)
que atua junto a toda comunidade acadêmica promovendo medidas de autoavaliação.
A experiência adquirida no processo de autoavaliação possibilita aos gestores,
coordenadores de cursos, corpo discente, docente e técnico-administrativo, terem acesso a um
balanço crítico de caráter analítico e interpretativo sobre a Instituição. Esse balanço crítico
contém sugestões de natureza administrativa, política, pedagógica e técnico-científica,
expressando os desafios, perspectivas e aferições das ações ocorrentes na Instituição.
Assim, o processo de autoavaliação do CST em Logística da FPB está integrado ao Projeto
de Avaliação Institucional, coordenado pela CPA, observando-se:
 A autoavaliação discente, relacionada ao seu próprio desenvolvimento intelectual e ao
conhecimento sobre o projeto pedagógico, gestão e infraestrutura do Curso;
 A avaliação do desempenho do professor, pelo discente, abrangendo a sua atuação
acadêmica, o seu relacionamento com os estudantes e o seu compromisso com a
Instituição e com a aprendizagem discente;
 A autoavaliação docente, que consta de itens sobre o planejamento de ensino, seu
próprio desempenho acadêmico, sua relação com os discentes e o compromisso com a
Instituição;
 A autoavaliação do Coordenador, que abrange a gestão do Curso, a gestão do projeto
pedagógico, o relacionamento com os discentes e as formas de integração do ensino
com a pesquisa e a extensão.
Os resultados dessa avaliação são apresentados aos dirigentes, professores,
coordenadores, funcionários e discentes, tendo em vista o aperfeiçoamento do curso mediante
um plano de ação institucional e acadêmico.
No processo de autoavaliação do Projeto Pedagógico do Curso estão contemplados todos
os segmentos acadêmicos, envolvendo dirigentes, docentes, discentes, pessoal administrativo e
de apoio, para que, a partir de parâmetros e metodologia previamente estabelecidos, favoreça-se
uma constante autocrítica, o diagnóstico e a redefinição do projeto pedagógico para impulsionar
o processo criativo da Instituição.
A avaliação do desempenho docente e da formação discente é objeto precípuo de
atenção da Coordenação do Curso.
42
7.1 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
O conhecimento gerado pelo processo de autoavaliação e disponibilizado à comunidade
da IES tem finalidade clara e prioriza as ações de curto, médio e longo prazo. O planejamento de
modo compartilhado estabelece etapas para alcançar metas simples ou mais complexas que
conduzem a instituição para o futuro. O delineamento da pesquisa realizada pela CPA da
Instituição é caracterizado por corte transversal. Realizam-se divulgação e sensibilização
sistematizadas, em todos os setores da IES, para que seus membros sintam-se motivados a
contribuir no crescimento global da referida instituição. Os resultados apresentados no relatório
de autoavaliação institucional permitem indicar a necessidade de uma reflexão sobre alguns
pontos extremamente importantes nos cursos oferecidos pela IES. Vale salientar que a proposta
do material avaliativo é apontar as fragilidades e potencialidades a serem corrigidas, além de
fornecer uma releitura do processo avaliativo da Instituição de Ensino Superior. Esta estratégia
vem permitindo que a IES possa ter seu trabalho e sua eficácia institucional reconhecidos, interna
e externamente.
Em termos de avaliação externa, a FPB também se vale do relatório das comissões de
avaliação in loco, dos resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), dos
relatórios provenientes desse exame e do Conceito Preliminar de Curso (CPC) como insumos
relevantes para seus atos de reflexão e avaliação do curso a partir de recursos comparativos nos
âmbitos local, regional e nacional. O coordenador do curso discute com o Núcleo Docente
Estruturante (NDE) os relatórios das comissões de verificação in loco e apresenta um feedback à
Direção Acadêmica da IES, ao mesmo tempo em que a Direção Acadêmica faz este mesmo estudo
com os chefes dos setores envolvidos durante a visita in loco. No que compete à prova do ENADE,
a IES acompanha seus estudantes, com uma comissão interna de membros responsáveis pela
organização e acompanhamento do exame dentro da Instituição, visando alcançar resultados
salutares conforme checagem das habilidades e competências abordadas e das unidades
curriculares correspondentes e, em consequência, a constante melhoria da qualidade do Ensino
por ela oferecido.
43
8) EMENTAS E BIBLIOGRAFIA
O ementário de uma unidade curricular refere-se a uma breve descrição do conteúdo do
projeto, destinado à unidade curricular referida, ou seja, é a parte da apresentação que sintetiza o
conteúdo específico, a fim de permitir, de modo imediato, o conhecimento do conteúdo, devendo
guardar estreita correlação com o eixo central do objetivo proposto pelo curso. A ementa visa
facilitar a visão do conjunto das unidades que compõem a matriz curricular, indicando os assuntos
nela tratados. Logo, objetiva-se, com este tópico do documento, apresentar as ementas que
descrevem os conteúdos programáticos que vêm sendo desenvolvidos nas unidades curriculares
presenciais, em consonância com o Projeto Pedagógico do CST em Logística da FPB.
1ª SÉRIE
UNIDADE CURRICULAR: Gestão Empresarial
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Visão sistêmica da empresa e dos subsistemas empresariais. Competências Empresariais:
Eficiência e Eficácia empresarial. Funções da Administração aplicadas a Gestão: Planejamento.
Organização. Direção e Controle. Ambiente e Vantagem Competitiva. Novas abordagens em
gestão empresarial. Técnicas Gerenciais. Dimensões da Gestão e organizacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Elsevier.
FERREIRA, Ademir Antônio. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias, evolução e tendências
da moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira.
WOOD JR. Thomaz. Gestão empresarial. São Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERNADI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. São Paulo: Atlas.
LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de janeiro: Qualytimark.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas.
MOTTA, Fernando C. Preste, Teoria das organizações: evolução e critica. São Paulo: Pioneira.
SNELL, Bateman. Administração: novo cenário. São Paulo: Atlas
44
UNIDADE CURRICULAR: Introdução ao Curso de Gestão
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Evolução da Gestão. Modelos de Gestão. Áreas funcionais da Gestão. Processos empresariais.
Cenários contemporâneos da Gestão. A era da Competitividade. Características e desafios das
principais abordagens inovadoras de Gestão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERNADI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. São Paulo: Atlas.
CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Elsevier.
LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de janeiro: Qualytimark.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARSHAL JÚNIOR, Isnord. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: FGV.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas.
MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas.
MOTTA, P. R. Transformação Organizacional: a teoria e a prática de inovar. Rio de Janeiro:
Qualitymark.
SNELL, Bateman. Administração: novo cenário. São Paulo: Atlas.
45
UNIDADE CURRICULAR: Leitura e Produção Textual
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Estratégia de leitura e produção de texto. Relações de significação e construção de sentido.
Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com
o processo de construção discursiva. Contextualização da história da cultura
afro/brasileira/indígena e direitos humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. São Paulo: Scipione.
FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática
FARACO, Carlos Alberto. Prática de texto para estudantes universitários. Petrópolis/RJ: Vozes.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos humanos e cidadania. São Paulo: Moderna.
GONTIJO, Soihet Rebeca; RACHE, Martha Abreu. Cultura política, historiográfica e ensino de
História.
KOCH, Ingedore Villaça. ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-brasileira. São Paulo: Contexto.
MESQUITA, Roberto Melo. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Saraiva.
SODRE, Nelson. Síntese de História Cultura Brasileira. São Paulo: Bertrand.
46
UNIDADE CURRICULAR: Matemática Financeira
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Juros simples e compostos. Descontos. Equivalência de capitais. Taxa de juros. Série uniforme de
pagamentos. Sistemas de amortização de dívidas. Noções sobre análise de alternativas de
investimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas.
CRESPO, Antônio Arnot. Matemática comercial e financeira fácil. São Paulo: Saraiva.
VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira. São Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAUER, Udibert Reinaldo. Matemática financeira fundamental. São Paulo: Atlas.
CASTELO BRANCO, Anísio Costa. Matemática financeira aplicada: método algébrico, HP-12c,
Microsoft Excel. São Paulo: Cengage Learning.
MERCHEDE, Alberto. Matemática financeira p/ usuário Excel Calc HP12. São Paulo: Atlas.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva.
TAN, S. T. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo: Pioneira.
47
UNIDADE CURRICULAR: Empreendedorismo
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Iniciação empresarial. O empreendedor e sua importância para a sociedade. O perfil do
empreendedor de sucesso. Atividade empreendedora como opção de carreira.
Empreendedorismo corporativo. O empreendedor e o processo visionário. Oportunidades de
negócios. Criatividade. Fatores críticos de sucesso do empreendedor no contexto brasileiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DORNELAS, J. C. Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro:
Elsevier Campus.
HINGSTON, Peter. Como abrir e administrar seu próprio negócio. São Paulo: Publifolha.
HISRICH, Robert D. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERNADI, Luiz Antônio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. São Paulo: Atlas.
BESSANT, John. Inovação empreendedorismo. São Paulo: Bookman.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura.
DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor: a metodologia de ensino que ajuda a
transformar conhecimento em riqueza. São Paulo: Cultura.
WILLIAMS, Edward E. Plano de negócios: 25 princípios para um planejamento consistente. São
Paulo: Pocket MBA.
48
UNIDADE CURRICULAR: Sociologia das Organizações
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Conhecimento dos fundamentos da sociologia geral. Conhecimento das bases sociológicas
aplicáveis à administração. Análise da sociedade contemporânea e identificação do papel do
administrador. Identificação de estruturas sociais e formas de organização. Caracterização do
tempo de trabalho e do tempo de lazer. Caracterização dos aspectos sociais nas empresas
pequenas, médias e familiares. Estabelecimento de relações da sociologia com a psicologia, a
economia e demais ciências humanas relacionadas aos conceitos, fundamentos e evolução
histórica dos Direitos Humanos e Cultura Afro-brasileira e Indígena. Gerações x Dimensões.
Principais documentos. Universalidade x Relatividade. Direitos Humanos na CF/88 e na esfera
internacional. Direitos Civis e Políticos. Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Globalização e o
mundo do trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações. São Paulo: Pioneira Thompson Learning.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. São Paulo: Saraiva.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. São Paulo: Atlas
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do
comportamento organizacional. São Paulo: Atlas.
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos direitos humanos. São Paulo: Saraiva.
DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos humanos e cidadania. São Paulo: Moderna.
FERREIRA, Delson. Manual de sociologia. São Paulo: Atlas.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-brasileira. São Paulo: Contexto.
49
2ª SÉRIE
UNIDADE CURRICULAR: Contabilidade Aplicada
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Caracterização da contabilidade gerencial. Contabilidade gerencial como sistema da informação
contábil. Análise das demonstrações contábeis. Orçamentos e projeções. O Patrimônio das
empresas. Princípios e Convenções Contábeis. Relatórios Contábeis. Relatório de Origem e
Aplicação de Recursos. Análise econômica e financeira como instrumento de avaliação de
desempenho empresarial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. São Paulo: Atlas.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas.
MARTINS, Elizeu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRUNI, Adriano Leal. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na calculadora HP
12C e Excel. São Paulo: Atlas.
LUDÍCIBUS, Sérgio de. GELBCKE, Ernesto Rubens. MARTINS, Eliseu. Manual de contabilidade
das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. São Paulo: Atlas.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas.
PADOVESZE, Clovis Luís. Contabilidade Gerencial: um enfoque em sistemas de informação
contábil. São Paulo: Atlas.
PIZZOLOTO, Nélio Domingues. Introdução à contabilidade gerencial. São Paulo: Freitas Bastos.
50
UNIDADE CURRICULAR: Gestão de Materiais e Estoques
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Funções e objetivos da gestão de materiais. Os materiais. Classificação dos materiais. Compras.
Características do mercado fornecedor. Sistemas de compras. Tempo de reposição. Gestão de
estoques: conceituação, funções e gerenciamento. Previsão de consumo. Estoque mínimo.
Classificação ABC. Codificação de materiais. Sistemas de controle. Movimentação e armazenagem
de materiais. Layout do almoxarifado. Métodos de estocagem. Acondicionamento. Tipos de
movimentação. Sistemas de localização. Sistema Integrado. Utilização de e-procurement.
Administração Patrimonial: funções e objetivos, atividades voltadas a materiais permanentes,
móveis, máquinas e equipamentos. Estrutura de Administração de Materiais e Patrimonial:
modelos e condicionantes ambientais. Gestão de Armazéns e Armazenagem: recepção,
estocagem, expedição e distribuição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimento. São Paulo: Bookman.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais. São Paulo: Atlas.
LEITE, P. R. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Prentice Hall.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. Rio de Janeiro: Elsevier.
MARTINS, P. G.; ALT, P. R. C. Administração de materiais e recursos patrimoniais. São Paulo:
Saraiva.
POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. São
Paulo: Atlas.
VIANA, J. J. Administração de materiais: um enfoque prático. São Paulo: Atlas.
51
UNIDADE CURRICULAR: Gestão de Pessoas
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Os subsistemas da organização, ênfase na cultura, ao clima e à comunicação organizacionais. A
filosofia de gestão de pessoas, dissonância entre o discurso e a prática. Modelos inovadores de
gestão de pessoas; Conceituação de competência; Atração e avaliação das competências;
Tendências no desenvolvimento de pessoas; Novas formas de remuneração. O ambiente de
negócios, a organização e as pessoas. O contexto organizacional: competitividade, cultura
organizacional e mudança. Habilidades e competências. Capacitação e do desenvolvimento com o
entendimento da ética; moral; valores e responsabilidade social; O desenvolvimento de lideranças
e das carreiras; a gestão do tempo; gestão de equipes: teamwork e do empowerment; qualidade
de vida e estresse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Campus.
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas.
São Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALMEIDA, Walnice. Captação e seleção de talentos: repensando a teoria e a prática. São Paulo:
Atlas.
CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira.
GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas.
MASCARANHAS, André Ofenhejm. Gestão estratégica de pessoas. São Paulo: Cengage.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas.
52
UNIDADE CURRICULAR: Gestão de Projetos e Processos
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Gestão de Projetos. Ciclo de vida de um projeto. Principais áreas do gerenciamento de projetos.
Gerenciamento de projetos. Modelos de gerenciamento de projetos. Sistema de Administração
da Produção. Conceitos de Gestão de Estoque. MRP – Planejamento de Necessidades Materiais.
JIT. Kanban. Gestão de Demanda. Planejamento de Capacidade. MRP II. Sistemas ERP. Plano
Mestre de Produção. A Logística de Cálculo do MRP. Métodos de Planejamento e Controle.
Avaliação do Desempenho da Produção. Planejamento e Programação de Estoques. Definições de
Modelos de Produção. Planejamento de Vendas e Operações. Ferramentas para Organização,
Acompanhamento e Controle dos Índices da Área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CORRÊA, Henrique; GIANESI, Irineu G. N.; CAON, Mauro. Planejamento, Programação e Controle
da Produção. São Paulo: Atlas.
KERZINER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. São Paulo: Bookman.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; HARLAND, Chrisine; HARRISON, Alan; JOHNSTON, Robert.
Administração da Produção. São Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística Empresarial. São Paulo: Atlas.
GAITHER, Norman. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Pioneira.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Pioneira
Thomsom Learning.
TUBINO, Dalvio F. Manual de Planejamento e Controle da Produção. São Paulo: Atlas.
VIANA VARGAS, Ricardo. Gerenciamento de projetos. São Paulo: Brasport.
53
UNIDADE CURRICULAR: Logística e a Cadeia de Suprimentos
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Princípios e fundamentos da logística empresarial. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos –
SCM. Conceitos e Principais Aspectos. Discutir a evolução da gestão e sua perspectiva. Da
centralização à integração. Gestão Centralizada e Gestão Federativa. Gestão Integrada de Cadeias
de Suprimento – Formas organizacionais. Necessidade da Previsão de Demanda e sua Influência
no Comportamento da Cadeia - Gestão da Demanda. Emprego da Metodologia em Setores de
Manufatura e Setores de Serviços. Importância do Fluxo de Sistemas de Informação. Funções da
Cadeia de Suprimentos; Compras, Estoques, Almoxarifados, Centros de Distribuição; Sistemas de
Informações aplicados à Cadeia de Suprimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALOOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, Organização e Logística
Empresarial. Porto Alegre. Bookman.
CHRISTOPHER, Martin. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: estratégias para a
redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira.
FOSSATI, Kleber Figueiredo; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logística empresarial. São
Paulo: Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVARENGA, Antônio Carlos; NOVAES, Antônio G. N. Logística aplicada: suprimentos e
distribuição física. São Paulo: Pioneira
ARNOLD, J. R. Tony. Administração de Materiais: uma Introdução. São Paulo: Atlas.
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição
física. São Paulo: Atlas.
BOWERSOX, Donald J; CLOSS, David J. Logística Empresarial: o processo de integração da cadeia
de suprimentos. São Paulo: Atlas
FOSSATI, Kleber Figueiredo; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logística e gerenciamento
da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas.
54
UNIDADE CURRICULAR: Inglês I
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
O curso abordará vivências do cotidiano e do trabalho, aprofundando o entendimento e melhor
expressão nas habilidades que facilitarão ao educando contatos de ordem pessoal e profissional,
ampliando sua capacidade criativa e inovadora e estimulando a fluência da terminologia nas áreas
de ensino. Por ser a unidade curricular apresentada de modo sequencial, ou seja, estar no
currículo em 2 semestres consecutivos, os níveis de dificuldade e complexidade da mesma variam
progressivamente de acordo com o nível do CEFr (Common European Framework).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MCCARTHY, Michael. Touchstone 1-4 Student´s book (CD/CD-ROM). New York: Cambridge
University Press.
SANTOS, Denise. Como ler melhor em inglês. Barueri/SP: Disal.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. São
Paulo: Disal.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FÜRSTENAU, Eugênio. Novo dicionário de termos técnicos inglês-português: 30.000 termos
novos, novas matérias. São Paulo: Globo.
GALANTE, Terezinha Prado. Inglês para processamento de dados. São Paulo: Atlas
SAWAYA, Márcia Regina. Dicionário de informática & internet: inglês - português. São Paulo:
Nobel.
TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. São Paulo: Saraiva.
VALLANDRO, Leonel. Dicionário inglês-português, português-inglês. São Paulo: Globo.
55
3ª SÉRIE
UNIDADE CURRICULAR: Gerenciamento de Custos e Riscos
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Evolução dos custos logísticos. Visão dos custos e da logística. Principais componentes do sistema
de custos logístico. Conceitos de logística integrada e supply chain management. Ferramentas para
o planejamento e controle dos custos logístico. Contabilidade gerencial e análise de perdas.
Importância da logística na Nova Economia. Alianças. Processo de negociação e Política de
formação de preços.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GITMAN, Laurence J. Princípios de Administração Financeira: essencial. Tradução: Jorge Ritter.
Porto Alegre: Bookman.
HOJI, Masakazu. Administração Financeira: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas.
MORANTE, Antônio Salvador. Analise das demonstrações financeiras. São Paulo: Atlas
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSAF NETTO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas
MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de elaboração. São Paulo: Atlas.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELO Randolph W.; JOROAN Bradord O. Administração financeira. São
Paulo: Atlas.
VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus.
56
UNIDADE CURRICULAR: Sistema de Informação
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Informação: Conceituação, tipos e conhecimentos; Informações científica, tecnológica, industrial
e gerencial. Valor da informação, relevância; Ciência da informação, histórico, objeto.
Comunicação: Esquema de Jakobson: emissor, receptor, mensagem, linguagem, canal, ruído;
Necessidades do usuário, transferência da informação, barreiras. Tratamento da informação:
Busca, seleção, representação, armazenamento, recuperação, disseminação e documento;
classificação. Sistemas de Informação: conceituação, estruturas organizacionais, fundamentos de
planejamento, controle e avaliação de sistemas de informação. Sistemas de Informações
Gerenciais; Vantagens estratégicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALBERTIN, Alberto Luiz; MOURA, Rosa Maria de (Org.). Tecnologia da informação. São Paulo:
Atlas.
BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de informação: o uso consciente da tecnologia para o
gerenciamento. São Paulo: Saraiva
CORTES, Pedro Luiz. Administração de sistemas de informação. São Paulo: Saraiva.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASSARRO, A C. Sistemas de Informações para tomada de decisões. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning.
LAUDON, Kenneth. Sistemas de informação gerenciais. São Paulo: Pearson Prentice Hall.
MCGEE, J. Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência.
Rio de Janeiro: Campus.
O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. São
Paulo: Saraiva.
SANTOS, Aldemar. Informática na Empresa. São Paulo: Atlas.
57
UNIDADE CURRICULAR: Logística dos Transportes e Distribuição
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Sistema de Transporte, Planejamento de Transporte Urbano (pessoas e cargas), estudo de
capacidades e custos de modos de transportes, planejamentos e fluxos multimodais, terceirização
de operações logística, dimensionamento da frota, planejamento de transporte de passageiros e
turismo, segmentos de transporte de cargas, transporte de cargas regionais, nacionais e
internacionais. Impactos ambientais no transporte logístico. Seleção e administração de canais de
distribuição; Canais logísticos Sistemas de expedição; Roteirização e roteirizadores; Seleção de
transportador; Contratação de autônomos; Medição do Nível de serviço; Sistemas de unitização
paletização, Strech, etc.; Tipos de Veículos e de cargas; Atividades de picking e packing; Código de
barras; Impactos no custo a partir do tipo de modal; ECR – Resposta eficiente ao consumidor;
Benchmarking; Reengenharia de processos; Custeio de atividades; Cross docking; Ressuprimento
contínuo; Gerenciamento de categorias. Modos de transporte e serviços multimodais.
Determinação das rotas. Administração de frotas. Custo de armazenagem e distribuição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição
física. São Paulo: Atlas.
FLEURY, P. F.; WANKE, Peter; FIGUEIREDO, K. F. Logística empresarial: a perspectiva brasileira.
São Paulo: Atlas.
NOVAES, Antônio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. Rio de Janeiro:
Campus.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVARENGA, Antonio Carlos; NOVAES, Antonio Galvão. Logística aplicada – suprimento e
distribuição física. São Paulo: Edgard Blücher.
CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimento. São Paulo: Pioneira.
FOGLIATTI, Maria Cristina. Avaliação de impactos ambientais: aplicação aos sistemas de
transporte. São Paulo: Interciência.
LEITE, P. R. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Prentice Hall.
LUDOVICO, N. Logística de transporte internacional. São Paulo: Pearson.
58
UNIDADE CURRICULAR: Logística de Armazenagem e Embalagens
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Conceitos, princípios e elementos da armazenagem. Gestão de estoques. Cargas, embalagens e
unitização. Localização e movimentação de materiais. Layout dos armazéns e depósitos. Gestão
de armazenagem. Conteinerização de carga. Procedimentos de recebimento e despacho de carga.
Planejamento de armazenagem. Tecnologia da informação na armazenagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALLOU, Ronald H. Logística Empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição.
São Paulo: Atlas.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais. São Paulo: Atlas.
NOVAES, Antônio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. Rio de Janeiro:
Campus.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimento. São Paulo: Pioneira.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. Rio de Janeiro: Elsevier.
MARTINS, P. G.; ALT, P. R. C. Administração de materiais e recursos patrimoniais. São Paulo:
Saraiva.
LAUDON, Kenneth. Sistemas de informação gerenciais. São Paulo: Pearson Prentice Hall.
VIANA, J. J. Administração de materiais: um enfoque prático. São Paulo: Atlas.
59
UNIDADE CURRICULAR: Gestão da Qualidade e Produtividade Logística
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Importância da Gestão da Qualidade para a Competitividade das empresas; Definições, conceitos
e aplicações das diversas técnicas de gestão da qualidade; Programa de Gestão da Qualidade
Total com base no TQC; Programa de Gestão Integrada da Qualidade, Segurança, Meio Ambiente,
Saúde e Responsabilidade social – Série ISO; Programa de Gestão com base nos Critérios de
Excelência; Competitividade; Balanced score card; Adequação dos Programas de Qualidade e
Produtividade nos processos logísticos. Indicadores de qualidade e produtividade logísticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERREIRA, Ernande Monteiro. Diagnóstico organizacional para qualidade e produtividade. São
Paulo: Qualitymark.
LEME, Rogério. Avaliação de desempenho com foco em competência. São Paulo: Qualitymark.
MARSHALL JÚNIOR, Isnard. Gestão da Qualidade. São Paulo: FGV.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVES, Vera Lúcia de Souza. Gestão da qualidade: ferramentas, utilidades. São Paulo: Matinari.
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC - Controle da Qualidade Total (no Estilo Japonês). Belo Horizonte:
Fundação Cristiano Ottoni.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade. São Paulo: Atlas.
SLACK, Nigel. Administração da produção. São Paulo: Atlas.
60
UNIDADE CURRICULAR: Inglês II
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
O curso abordará vivências do cotidiano e do trabalho, aprofundando o entendimento e melhor
expressão nas habilidades que facilitarão ao educando contatos de ordem pessoal e profissional,
ampliando sua capacidade criativa e inovadora e estimulando a fluência da terminologia nas áreas
de ensino. Por ser a unidade curricular apresentada de modo sequencial, ou seja, estar no
currículo em dois semestres consecutivos, os níveis de dificuldade e complexidade da mesma
variam progressivamente de acordo com o nível do CEFr (Common European Framework).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GALANTE, Terezinha Prado. Inglês para processamento de dados. São Paulo: Atlas.
MCCARTHY, Michael. Touchstone 1-4 Student´s book (CD/CD-ROM). New York: Cambridge
University Press.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em língua inglesa: Uma abordagem instrumental. São
Paulo: Disal.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FÜRSTENAU, Eugênio. Novo dicionário de termos técnicos: inglês-português: São Paulo: Globo.
SANTOS, Denise. Como ler melhor em inglês. Barueri/SP: Disal.
SAWAYA, Marcia Regina. Dicionário de informática & internet: inglês - português. São Paulo:
Nobel.
TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. São Paulo: Saraiva.
VALLANDRO, Leonel. Dicionário inglês-português, português-inglês. São Paulo: Globo.
61
UNIDADE CURRICULAR: Estudos e Práticas de Gestão
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA
Esta ementa é aberta para estudos e práticas de gestão, contemplando conteúdo ministrado em
séries anteriores (1ª e 2ª) e a série em curso (3ª), em que o estudante desenvolverá um projeto
de práticas de gestão em sala de aula e no laboratório de prática de gestão (laboratório de
informática), sob a supervisão do professor orientador da unidade curricular, simulando situações
do ambiente real.
BIBLIOGRAFIA
De acordo com o conteúdo selecionado e programado.
62
4ª SÉRIE
UNIDADE CURRICULAR: Planejamento e Práticas de Cenários Logísticos
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Formação do Pensamento Estratégico. Análise Ambiental. Estratégia e Planejamento.
Metodologias de Planejamento Estratégico. Estratégia e Vantagem Competitiva. Posicionamento
Estratégico. Inovação como estratégia de Competitividade. Utilização de Software de
gerenciamento logístico para aplicação prática de cenários logísticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CERTO, Samuel C; PETER, J Paul. Administração estratégica: planejamento e implantação da
estratégia. São Paulo: Makron Books.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e
práticas. São Paulo: Atlas.
PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência.
Rio de Janeiro: Campus.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERNADI, Luiz Antônio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. São Paulo: Atlas.
BETHLEM, A. de Souza. Estratégia empresarial: conceitos, processo e administração estratégica.
São Paulo: Atlas.
HINGSTON, Peter. Como abrir e administrar seu próprio negócio. São Paulo: Publifolha.
MATOS, Francisco Gomes de. Estratégias de empresas. São Paulo: Makron Books.
MOTTA, P. R. Transformação Organizacional: a teoria e a prática de inovar. Rio de Janeiro:
Qualitymark.
63
UNIDADE CURRICULAR: Legislação Aplicada a Logística
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA
Introdução à legislação aplicada à logística; Noções de Direito Constitucional; Direito
Administrativo: ANTT, ANAC, Limitações Administrativas, PPP, DNIT; Noções de Direito Ambiental;
Noções de Direito Tributário: ICMS, imposto de importação, imposto de exportação; Direito
Empresarial; Direito Aeronáutico; Direito Marítimo; Lei 12.616/12 e suas repercussões na
logística; Direito do Consumidor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, Paulo de barros. Curso de Direito Tributário. São Paulo: Saraiva.
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva.
MENDES, Gilmar Ferreira; BRANCO, P. G. G. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARAGÃO, Alexandre Santos de. Agências reguladoras: e a evolução do direito administrativo
econômico. São Paulo: Forense.
GRAU, Eros Roberto. A ordem econômica na constituição de 1988: interpretação e crítica. São
Paulo: Malheiros.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros.
MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros.
PAULSEN, Leandro. Direito Tributário: constituição e código tributário à luz da doutrina e da
jurisprudência. Porto Alegre: Livraria do Advogado.
64
UNIDADE CURRICULAR: Marketing Global
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA
Conceitos e situação – o marketing no mundo e nas organizações; História e evolução do
marketing; Tendências; Tipos de marketing; Estrutura funcional do marketing – uma visão
abrangente de: consumidor, concorrência, produto, preço, distribuição e divulgação. (Mix de
marketing); Administração e planejamento do marketing – noções dos elementos de um
planejamento de marketing; Noções de segmentação, posicionamento de mercado e decisões
sobre produtos e serviços.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. São Paulo: Prentice Hall.
LOVELOCK, Christopher; WRIGHT, Lauren. Serviços: marketing e gestão. São Paulo: Saraiva.
SOLOMON, Michael R. Comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo. Porto
Alegre: Bookman.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COBRA, Marcos. Marketing básico. São Paulo: Atlas.
DIAS, Sérgio Roberto. Gestão de Marketing. São Paulo: Saraiva
FITZSIMMONS, James A.; FITZSIMMONS, Mona. Administração de serviços: operações, estratégia
e tecnologia de informação. Porto Alegre: Bookman.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Pearson do Brasil.
SANDHUSEN, Richard L. Marketing básico. São Paulo: Saraiva.
65
UNIDADE CURRICULAR: Logística de Internacional
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Comércio Exterior Brasileiro; Política de Comércio Exterior; O Ambiente Internacional; Princípios
básicos das negociações de exportação e importação; Termos Internacionais de ComércioIncoterms, Direitos e obrigações dos compradores e vendedores; Sistemática brasileira de
Comércio Exterior; Blocos Econômicos; A Logística no Comércio Exterior; Estudos dos Modais
Internacionais; Convenções Internacionais; Serviços Logísticos; Operações Door-to-Door; A
Empresa no Comércio Exterior; Globalização e Nova Ordem Internacional; O Novo Perfil dos
Profissionais na Era da Globalização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição
física. São Paulo: Atlas.
LEOCE, Gustavo. Logística internacional segura. São Paulo: Atlas
SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no comércio exterior. São Paulo: Aduaneiras.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVARENGA, Antonio Carlos; NOVAES, Antonio G. N. Logística aplicada: suprimentos e
distribuição física. São Paulo: Pioneira.
FLEURY, P. F.; WANKE, P.; FIGUEIREDO, K. F. (Org.). Logística empresarial: a perspectiva brasileira.
São Paulo: Atlas.
GONÇALEZ, Orivaldo. Câmbio - exportação e importação, fundamentação teórica e rotina
bancária. São Paulo: Aduaneiras.
FOSSATI, Kleber Figueiredo; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logística e gerenciamento
da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas
LUDOVICO, Nelson. Logística de transportes internacionais. São Paulo: Saraiva.
66
UNIDADE CURRICULAR: Negociação e Processos Decisórios
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA:
Processo de negociação. Estilos de negociação. As práticas para se ter sucesso na
negociação. Planejamento. Ética nas negociações. O problema e a decisão. Abordagem do
processo decisório. Modelos quantitativos e qualitativos de decisão organizacional.
Decisão individual e coletiva. Papel do individuo e do grupo numa decisão. Tomada de
decisões na implantação de novos negócios.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Princípios de negociação. São Paulo: Atlas.
CRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. São Paulo: Clio.
MARTINELLI, Dante Pinheiro (org.). Negociação: conceitos e aplicações práticas. São Paulo:
Saraiva.
Complementar
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento estratégico. Rio de Janeiro: Elsevier.
MAIA. Jayme de Mariz. Economia internacional e comercio exterior. São Paulo: Atlas.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e
prática. São Paulo: Atlas.
PATTERSON, James G. Como se tornar um excelente negociador. Rio de Janeiro: Campus.
VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus.
67
UNIDADE CURRICULAR: Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente
CARGA HORÁRIA: 80h
EMENTA:
Conceituação de segurança. Normatização e legislação específica sobre segurança no trabalho.
Análise estatística de riscos e acidentes. Custos de acidentes. Sistemas preventivos. Condições
sanitárias e as doenças do trabalho. Conceitos Gerais sobre Meio-Ambiente. Princípios de Direito
Ambiental. O Sistema Nacional do Meio Ambiente. Cidadania e Meio Ambiente. Administração
Pública e Meio Ambiente. Prevenção de riscos e mitigação do dano ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumental. São
Paulo: Aide.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: Aide.
SOUTO, Daphnis Ferreira. Saúde no trabalho: uma revolução em andamento. Rio de Janeiro:
Aide.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMMANN, Safira Bezerra. Ideologia do desenvolvimento de comunidade no Brasil. São Paulo:
Aide.
BARBIERE, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da
Agenda 21. Petrópolis, RJ: Vozes.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Lista de doenças relacionadas ao trabalho. Brasília: Aide.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. São Paulo: Malheiros.
VALLE, Cyro Eyer do. Meio ambiente: acidentes, lições e soluções. São Paulo: Aide.
68
UNIDADE CURRICULAR: LIBRAS (OPTATIVA)
CARGA HORÁRIA: 40h
EMENTA
Distinção entre língua e linguagem: Libras como linguagem; restrições linguísticas da modalidade
de língua gestual-visual. Aspectos gramaticais da Libras, parâmetros da Libras, a questão
linguística para o trabalho interpretativo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FALCÃO. L. A. B. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo da
inclusão: estabelecendo novos diálogos. Recife: Ed. do Autor.
HONORA, Márcia. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desvendando a comunicação
usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultura.
FELIPE, Tânia A. Libras em contexto. Brasília: MEC/SEESP Nº7, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005: regulamenta a Lei n.10.436, de 24 de abril
de 2002. Brasília.
BRASIL. Decreto nº 5.296, de 02 de dezembro 2004: regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de
novembro de 2000, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília.
GAZZANIGA, M. S.; IVRY, R. B.; MANGUN, G. R. Neurociencia cognitiva: a biologia da mente. 2. ed.
Porto Alegre: Artmed.
LIMA, Niusarete Margarida de. Pessoas portadoras de deficiência. Brasília: Ministério da Justiça,
Secretaria do Estado dos Direitos Humanos.
MATARAZZO, Cláudia. Vai encarar?: a nação(quase) invisível de pessoas com deficiência. São
Paulo: Melhoramentos.
69
9) ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Para os cursos que não exigem estágio curricular supervisionado, porque estão
desobrigados legalmente face às diretrizes curriculares, como é o caso do CST em Logística, é
facultado aos estudantes a realização de estágios extracurriculares a qualquer tempo.
De todo modo, os estudantes são incentivados, pela Coordenação do Curso e pelo corpo
docente, a participar de estágios não obrigatórios, com carga horária não contabilizada na
organização curricular, mediante anúncio de vagas e de convênios firmados entre a FPB,
empresas e instituições do setor. Essa atitude visa contribuir para uma maior aproximação dos
estudantes do Curso com o mundo do trabalho específico da área de sua formação e, em
decorrência, ampliando-lhes as possibilidades para sua introdução na vivência profissional.
10) ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Na Matriz Curricular do CST em Logística não está previsto o cumprimento obrigatório de
carga horária de Atividade Complementar. Porém, durante o Curso, os discentes vêm sendo
incentivados pela Coordenação do curso, pelo NDE e Corpo Docente a participar de atividades
que reforcem e enriqueçam sua formação, atividades promotoras do acesso a conhecimentos
fora do ambiente acadêmico, enriquecendo e complementando o conhecimento construído na
graduação.
11) TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Não está previsto para CST em Logística o Trabalho de Conclusão de Curso como atividade
curricular obrigatória. Durante a graduação, os estudantes vivenciam a prática do
desenvolvimento de estudos e produções de natureza técnico-científica por meio de ações
promovidas pela Coordenação de Apoio à Pesquisa e Extensão – CAPEX da Faculdade
Internacional da Paraíba, que proporciona a prática da Iniciação Científica para os discentes de
toda a instituição, conforme edital de seleção específico. Por se tratar de um curso tecnólogo com
duração de dois anos e direcionado à área de Logística, necessita a imersão em conteúdos e
práticas aliado às experiências dos docentes do Curso. Assim, optou-se por integralizar a carga
horária do Curso voltada, em sua maioria, para contextos mais práticos aliados à teoria trabalhada
nas unidades curriculares, obviamente respeitando a aprendizagem acadêmico-científica exigida
por uma instituição de ensino superior.
70
12) ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A Instituição fornece apoio à participação em eventos científicos e à produção científica,
efetivado pela Coordenação de Apoio à Pesquisa e Extensão (CAPEX), mediante a organização de
espaços para:
a) discussão sobre os conteúdos estudados em situações práticas e sobre o
conhecimento científico construído dentro e fora da Faculdade;
b) divulgação de trabalhos resultantes de atividades de investigação e de extensão;
c) concessão de ajuda de custo para confecção de banners e posters a serem
apresentados em eventos científicos.
A Instituição também promove anualmente o Fórum de Iniciação Cientifica, aberto a
outras instituições de ensino superior, tendo por objetivo favorecer o estímulo à pesquisa na
Instituição, mediante o encaminhamento de estudantes de graduação para a descoberta científica
e convivência com procedimentos e metodologias adotadas em ciência, tecnologia e inovação, no
país e no exterior. Todos os estudantes participantes são orientados por um professor designado
pela Instituição para conduzir o desenvolvimento do projeto de pesquisa.
13) ATIVIDADES DE MONITORIA
O Programa de Monitoria da FPB é destinado a estimular a vocação para o magistério em
estudantes com excelente desempenho acadêmico com estímulo ao aprofundamento de estudos
e ao trabalho cooperativo. Promove-se a seleção de estudantes que auxiliam docentes no
desenvolvimento das atividades relacionadas ao ensino de graduação. Em contrapartida, criam-se
oportunidades para o estudante monitor aprofundar seus conhecimentos teóricos e práticos na
unidade curricular de sua escolha.
A monitoria é exercida sob orientação de um professor, ao qual é vedado deixar a cargo
do monitor as aulas teóricas ou práticas correspondentes à carga horária regular do componente
curricular e as atividades de avaliação da aprendizagem dos discentes.
A monitoria não implica vínculo empregatício entre o discente e a IES. O seu exercício traz
como incentivo o pagamento de uma bolsa auxílio. Os critérios de seleção, ofertas de vagas e
prazos são estabelecidos em edital próprio, publicado semestralmente nos murais internos da
Faculdade e no site institucional.
A atividade de monitoria é exercida com ou sem remuneração. A monitoria remunerada é
exercida conforme disponibilidade de vagas autorizadas no referido edital. Pelo exercício dessa
atividade, o estudante terá direito ao recebimento de uma bolsa, cujo valor é estipulado pela FPB.
71
A monitoria voluntária, com número de vagas determinado pela coordenação de curso, é uma
tarefa exercida sem remuneração.
São atribuições do monitor:
 Colaborar com os professores em atividades didáticas;
 Apresentar relatórios mensais ao professor da unidade curricular objeto da monitoria;
 Cumprir as normas acadêmicas e disciplinares da FPB, respondendo por eventuais
danos e perdas decorrentes de sua inobservância, inclusive no que diz respeito ao uso
de equipamentos e materiais;
 Desenvolver atividades junto a outros discentes, individualmente ou em grupo
(expediente autorizado em consonância com o estabelecido pelo corpo docente), para
ampliação de habilidades, competências e conhecimentos adquiridos na unidade
curricular ou necessários à sistematização do aprendizado e consolidação de
conhecimentos à sua profissão;
 Cumprir com a carga horária e o horário estabelecidos para o exercício da monitoria;
 Apresentar trabalho(s) de iniciação científica ou à docência, a ser(em) construído(s)
pelo monitor e orientado(s) pelo professor e responsável pela unidade curricular
objeto da monitoria, sob acompanhamento da coordenação do curso. Recomenda-se
que o(s) trabalho(s) seja(m) apresentado(s) no Fórum de Iniciação Cientifica da FPB ou
em outros eventos da área;
 Apresentar relatórios semestrais das atividades desenvolvidas.
14) APOIO AO DISCENTE
O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Faculdade
Internacional da Paraíba ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE). As ações
desse programa são efetivamente viabilizadas por meio de um suporte multidisciplinar que inclui
espaços físicos, como os laboratórios e setores institucionais, docentes qualificados, pessoal
técnico-administrativo especializado e um aparato tecnológico dos mais avançados.
O apoio ao discente ocorre por meio de vários mecanismos:
 O atendimento extraclasse aos estudantes, realizado pelo Coordenador de Curso e
pelos professores que contam com espaços específicos na IES para esse atendimento,
no que compete às unidades curriculares que lecionam e outras orientações de
carreira que o estudante deseje receber e o professor se sinta à vontade para fazê-lo;
72
 O apoio pedagógico, por meio de atividades realizadas pela Coordenação do Curso,
com apoio dos professores: que visa facilitar o ingresso na vida universitária,
desenvolver habilidades pessoais e metacognitivas, além de servir como atendimento
específico para orientar o corpo discente no que diz respeito a problemas de
relacionamento, de aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento da
capacidade de aprendizagem em geral, recuperando as motivações, promovendo a
integridade psicológica dos estudantes, realizando a orientação e os serviços de
aconselhamento e assegurando sua adaptação, orientação acadêmica, semanas de
integração e atendimento a dificuldades específicas, especialmente, dos ingressantes.
Estas ações, que viabilizam tais objetivos, são conduzidas pelo Coordenador do Curso e
pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP), setor que tem por objetivo crucial
oferecer acompanhamento psicopedagógico aos discentes e subsídios para melhoria
do desempenho daqueles que apresentam dificuldades. Assim sendo, oferece um
lugar de reflexão e ação, a partir do qual cada sujeito, na sua singularidade, possa,
individualmente e/ou em grupo, construir sua própria história;
 Apoio à participação em eventos científicos e à produção científica, efetivada pela
Coordenação de Apoio à Pesquisa e Extensão (CAPEX), como já detalhado
anteriormente;
 Programa de Acompanhamento dos Egressos, com o objetivo de manter uma linha
permanente de estudos e análises sobre os egressos, a partir das informações
coletadas, para avaliar a qualidade do ensino e adequação da formação do profissional
às necessidades do mundo do trabalho. O Programa de Acompanhamento dos
Egressos contará com uma base de dados, com informações atualizadas dos egressos e
mecanismos para avaliar a adequação da formação do profissional para o mundo do
trabalho. Os resultados desta pesquisa subsidiarão a avaliação qualitativa da formação
profissional, realimentando o processo de atualização e aperfeiçoamento contínuos do
projeto pedagógico do curso;
 Atividades de nivelamento e extracurriculares: são ações que objetivam,
principalmente, minimizar dificuldades de aprendizagem, cuja gênese esteja
relacionada à diversidade e heterogeneidade, tanto do percurso formativo do ensino
médio, quanto à forma de ingresso no curso, se por transferência ou processo seletivo,
visando sedimentar conceitos essenciais para que o estudante acompanhe os
componentes curriculares ministrados no curso. Os programas de nivelamento
deverão ser precedidos por análises dos resultados dos processos seletivos e testes
73
específicos para aferir as deficiências acadêmicas realmente fundamentais para o
progresso dos estudantes enquanto turma e individualmente;
 Ferramenta - FPB Virtual: para garantir a integração do estudante, a Faculdade
disponibiliza o FPB Virtual através do site da IES, que interliga o estudante ao processo
informatizado da instituição: orientações do professor, informes do Curso, registros
acadêmicos do interesse do estudante, além de possibilitar maior interação por meio
da possibilidade de criação de enquetes e fóruns. O estudante acessa o FPB Virtual
através do autoatendimento na homepage da Instituição com seu login e senha.
A Instituição também fornece a seus estudantes Bolsas acadêmicas: Programa de Bolsas
de Monitoria, beneficiando estudantes que têm interesse na atividade docente, com estímulo ao
aprofundamento de estudos e ao trabalho cooperativo; Programa de Bolsas de Extensão, que
incentiva a participação do estudante em ações desenvolvidas mediante programas e projetos de
extensão e ação comunitária, relevantes acadêmica e socialmente; Bolsa de Desempenho
Acadêmico, concedida ao estudante com melhor CRE acumulado até o semestre anterior,
gerando a competição sadia entre discentes, elevando, assim, o desempenho dos mesmos.
Além disso, a IES disponibiliza aos seus estudantes a Ouvidoria, comprometida com a
melhoria dos serviços educacionais prestados pela Faculdade e com a satisfação do público
atendido. O setor funciona mediante atendimento individual a toda comunidade acadêmica,
sendo também utilizados outros canais de comunicação, como e-mail, sistema online localizado
no site da IES e por telefone.
A participação em centros acadêmicos é facultada aos estudantes, por isso, independe de
disposição institucional.
A participação em intercâmbios internacional é compreendido como uma estratégia de
promover práticas investigativas e de atuação nas diferentes experiências e realidades de
inserção social. A FPB faz parte da Rede Laureate, que possui mais de 70 Instituições de Ensino
Superior espalhadas por 29 países. O programa de Intercâmbio da FPB está pautado na
oportunidade de dialogar com outros referenciais sociais e culturais, de forma interdisciplinar, por
meio da convergência com áreas do conhecimento diversas. A IES viabiliza as iniciativas e serviços
de intercâmbio entre as instituições da Rede, assistindo os estudantes na escolha do melhor
programa acadêmico internacional e orientando-os em todo o processo de sua preparação.
74
15) CORPO DOCENTE
15.1 Coordenador do curso
O Coordenador do CST em Logística da FPB, professor José Gentil Bezerra da Silva, é
graduado em Gestão Comercial pela Uniuol Faculdades (2007), Especialista em Gestão Estratégica
em Varejo pelo Programa de Pós-graduação Lato Sensu da Uniuol Faculdades (2008) e atualmente
realiza Mestrado em Administração com ênfase nas operações logísticas pela Universidade
Potiguar (UnP), Natal/RN. Possui experiências profissionais que, somadas, superam 20 anos
considerando os períodos formais e informais, destacando-se em funções inerentes a logística
operacional de transporte de cargas, ações de marketing, vendas, finanças, em projetos
estruturantes na construção civil, ministrando curso profissionalizante (Senac) e consultorias
empresariais. No magistério superior, atuou como professor convidado da Uniuol Faculdades para
a unidade curricular de TCC no período de maio 2008 a fevereiro de 2010, tendo sido contratado
no período de março de 2010 a março 2011 pela Uniuol Faculdades para ministrar as unidades
curriculares de Planejamento Estratégico; Processos da Qualidade; Equipes e Planejamentos de
Vendas; Fundamentos da Contabilidade e Planejamento Empresarial, que somadas, chegam a dois
anos e nove meses. Em setembro de 2010, foi contratado pela FPB (situação atual), desde então
tendo ministrando unidades curriculares de Logística; Transporte, Logística e Meie Ambiente;
Administração de Materiais; Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais; Gestão do
Conhecimento e Inteligência Competitiva; Administração de Marketing de Serviços; Estratégia em
Vendas; Liderança e Gestão
de Equipes; Desenvolvimento de Equipes;
Gestão e
Empreendedorismo; Empreendedorismo; Cultura Organizacional, que somada, chegam a três
anos. Em janeiro 2012, foi convidado para assumir o cargo de coordenador do CST em Logística da
FPB. Em março de 2013 (situação atual) assumiu, na FPB, a coordenação do Curso de Pósgraduação em Logística Empresarial.
Portanto, o professor José Gentil Bezerra da Silva, Coordenador do CST em Logística da
FPB, possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas,
maior a 10 anos, com mais de um ano de magistério superior.
Na condição de Coordenador do CST em Logística da FPB, o professor José Gentil vem
participando como presidente do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e do Conselho de Curso,
desempenhando, de modo plausível, a organização do curso no âmbito acadêmico,
estabelecendo objetivos, planejamento, solucionando problemas e tomando decisões para a
gestão e organização do curso. Em decorrência do exercício das funções inerentes ao cargo de
Coordenação pedagógica do curso ofertado pela Instituição, efetivou, junto com o NDE, a
75
implantação do PPC do Curso. A FPB observa na experiência acadêmica e profissional do professor
José Gentil, habilidades e competências importantes, necessárias ao perfil de gestor acadêmico
que atende, de forma eficaz, às necessidades de seu curso, mostrando capacidade de
planejamento do curso, desde a criação de objetivos, a organização de recursos, tomada de
decisão e capacidade de mensurar e avaliar as demandas apresentadas em todos os seus
aspectos, no âmbito de sua atuação como Coordenador do CST em Logística.
O Coordenador do CST em Logística da Faculdade Internacional da Paraíba possui regime
de trabalho em tempo integral, dedicando 30 horas semanais exclusivas à gestão do curso. Visto
que a Instituição oferta 120 vagas para o curso, a relação entre o número de vagas anuais
autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é menor ou igual a 10.
A Coordenação de Curso é vinculada à Direção Acadêmica e, conforme o Regimento Geral
da Instituição, seu titular é designado pelo Diretor Geral, para mandato de 2 (dois) anos,
permitida a recondução, segundo critérios fixados pelo Conselho Administrativo (CONAD) da FPB.
São competências da Coordenação de Curso:
 Coordenar e executar o plano de ação do curso, definindo encargos de ensino,
pesquisa e extensão, observada a especialização de seu Corpo Docente;
 Coordenar o processo de elaboração e/ou atualização do Projeto Pedagógico do Curso,
dos programas de extensão e planos de ensino das unidades curriculares;
 Pronunciar-se sobre aproveitamento de estudos e adaptação de estudante transferido
ou diplomado;
 Opinar sobre admissão, afastamento e dispensa de pessoal docente;
 Propor a seleção de monitor;
 Indicar, para fins de aquisição, livros e publicações de interesse do Curso;
 Colaborar com os demais segmentos institucionais;
 Exercer outras atribuições que lhe forem conferidas nos limites de sua competência.
Ainda em conformidade com o Regimento Geral da Institutição, são competências da
Coordenação de Curso:
I – convocar e presidir as reuniões do Conselho de Curso e do Núcleo Docente
Estruturante;
II – representar o curso perante as autoridades e os órgãos da FPB;
III – elaborar o horário acadêmico do curso e fornecer ao Conselho Administrativo
(ConAd) os subsídios para a organização do calendário acadêmico;
IV – supervisionar e controlar, em articulação com a Diretoria da FPB, a execução das
atividades programadas no âmbito de seu curso;
76
V – fiscalizar a observância do regime acadêmico e o cumprimento dos programas e
atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como a execução dos planos de
trabalho desenvolvidos pelo curso;
VI – acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito do curso;
VII – homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
VIII– exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX – executar e fazer executar as decisões do Conselho de Curso e as normas dos demais
órgãos da Instituição;
X – exercer as demais atribuições previstas no Regimento e aquelas que lhe forem
atribuídas pela Diretoria e demais órgãos da Instituição.
O Professor José Gentil Bezerra da Silva vem atuando desde a concepção da Matriz
Curricular do curso, contribuindo para a compreensão do contexto educacional, construção dos
objetivos do curso, perfil do egresso, área de atuação profissional e todo o contexto do projeto
pedagógico. Atua de modo tático e estratégico na gestão do curso, possibilitando uma interação
eficiente
e
eficaz
entre
os
cursos
envolvidos,
principalmente
na
perspectiva
da
interdisciplinaridade e otimização dos recursos disponíveis. Além disso, em decorrência de sua
experiência profissional no mercado de trabalho local e na prática pedagógica de gestão
acadêmica e de docência, o Professor José Gentil Bezerra da Silva vem proporcionando relevantes
contribuições para a consolidação do curso, em âmbitos local e estadual. O Coordenador do CST
em Logística da FPB possui consciência de que não deve atuar somente como gestor de pessoas,
recursos e articulação, mas também como gestor de potencialidades e oportunidades internas e
externas, atuando no desenvolvimento de várias atividades capazes de articular todos os setores
e fortalecer a coalizão do trabalho em conjunto, para incrementar a qualidade, legitimidade e
competitividade do curso, tornando-o um centro de eficiência, eficácia e efetividade rumo à
busca da excelência. Assim, coordenação o curso possui competências no aspecto legal,
mercadológico, científico, organizacional e de liderança. É preciso ressaltar ainda que o
gerenciamento do CST em Logística da FPB é participativo, privilegiando os relacionamentos
internos, a descentralização, o trabalho em equipe, com o envolvimento dos segmentos
administrativo e acadêmico, como forma de consolidar sua proposta pedagógica.
15.2 Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo da Instituição responsável pela
concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso e tem, por
finalidade, a responsabilidade de supervisionar a implantação e desenvolvimento do mesmo.
77
São atribuições do NDE:
a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso definindo sua concepção e fundamentos;
b) Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso, atendendo a necessidades
socioeconômicas da região, demandas específicas do curso e da legislação educacional;
c) Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo do curso;
d) Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
e) Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mundo do trabalho e afinadas com as
políticas públicas relativas à área de conhecimento;
f) Acompanhar e sugerir mecanismos e formas de integralização das Atividades
Complementares;
g) Acompanhar os estudantes em estágios extracurriculares;
h) Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos Superiores
de Tecnologia e orientações do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores Tecnológicos;
i) Planejar e acompanhar as ações do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes –
ENADE no âmbito da Instituição.
O NDE do CST em Logística da FPB está composto por cinco docentes do curso
(relacionados no quadro a seguir), incluindo o Coordenador do Curso, seu presidente, conforme
determina a Resolução CONAES nº 1, de 17 de junho de 2010.
Docentes integrantes do NDE do Curso
Titulação
Regime de trabalho
Fábio Ferreira da Silva
Especialista
Tempo Integral
José Gentil Bezerra da Silva
Especialista
Tempo Integral
Giuseppe Cavalcante de Vasconcelos
Doutor
Tempo integral
Marcos Mendonça Dantas
Mestre
Tempo Parcial
Rosana Andréa Mergulhão
Mestre
Tempo Integral
A composição do NDE do CST em Logística da FPB alcança 60% de titulação acadêmica de
seus integrantes obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, quatro dos quais
contratados em regime de trabalho em tempo integral. Esse núcleo é regido por regulamento
interno que disciplina as suas atribuições e o seu funcionamento.
No NDE, os docentes se reúnem, ordinariamente, por convocação de iniciativa de seu
Presidente (Coordenador do Curso), mensalmente e, extraordinariamente, sempre que
convocado pela Presidência ou pela maioria de seus membros titulares, para elaborar ou atualizar
a concepção e fundamentos do PPC com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, na legislação
78
educacional e atendendo a necessidades socioeconômicas da região. Durante as reuniões, todos
os membros do NDE fazem suas colocações a fim de formar e consolidar os princípios
metodológicos definidos no projeto, atuando sobre o desenvolvimento da matriz curricular do
curso, perpassando por ações sobre os conteúdos curriculares e o sistema de avaliação, com o
objetivo de promover as competências previstas no perfil do egresso. Em decorrência da atuação
do NDE, tem-se sistematizado todo o ementário do curso, valorizando as potencialidades
nacionais e regionais e tendo consciência de que o trabalho pedagógico deve atender às
exigências de um mundo plural e de uma busca por uma maior flexibilidade curricular, com
qualidade acadêmica e responsabilidade social.
15.3 Colegiado de Curso
O Regimento Geral da FPB institucionaliza o Conselho de Curso de Graduação (CC) como
um órgão de natureza deliberativa, consultiva e auxiliar, com função de propiciar o necessário
apoio à Coordenação do Curso na sua administração geral, analisar e propor medidas de natureza
acadêmica, didático-pedagógicas e disciplinares para o funcionamento do curso.
Assim, o Conselho do CST em Logística da FPB foi formado como resultado de eleição
envolvendo os segmentos da comunidade acadêmica envolvidas. A FPB possui um regimento
interno próprio que regulamenta a organização e o funcionamento do Conselho de Curso, nos
seus procedimentos de rotina comuns e específicos, estabelecendo a seguinte composição: O
Coordenador do Curso (seu Presidente), três representantes do corpo docente, um representante
do corpo discente e um representante de entidade profissional.
Ao adotar um modelo de gestão participativa, com ênfase na dinâmica colegiada, a
Faculdade desenvolve uma lógica em que discussões ou decisões relativas a temas acadêmicos e
administrativos têm início nos conselhos de curso para, em seguida, serem tratados no Conselho
Acadêmico – CONAC composto, dentre outros, por todos os coordenadores dos cursos de
graduação.
As deliberações daí resultantes, quando necessário, são encaminhadas ao Conselho
Administrativo – CONAD dependendo da natureza dos assuntos, observadas as competências de
cada um desses Colegiados Superiores.
Conforme o referido regimento, ao Conselho de Curso compete:
I-
auxiliar a Coordenação do Curso na busca de solução e na adoção de medidas para
problemas de natureza acadêmica, didático-pedagógica e disciplinar;
II - fixar o perfil do curso e as diretrizes gerais das unidades curriculares, com suas
ementas e respectivos programas;
79
III - elaborar a organização curricular do curso e suas alterações com a indicação das
unidades curriculares e respectiva carga horária, de acordo com as diretrizes
curriculares emanadas do Poder Público, submetendo à aprovação do Conselho
Acadêmico (ConAc) da FPB;
IV - contribuir para a qualidade do curso no que diz respeito à organização didáticopedagógica, ao corpo docente e à infraestrutura necessária ao seu funcionamento;
V - opinar sobre a programação de pesquisa e extensão na área em que se insere o
curso;
VI - definir as unidades curriculares do curso que podem ser objeto de exame de
proficiência em conformidade com as diretrizes normativas institucionais da IES;
VII - definir os critérios de valoração como carga horária de atividades complementares
para cômputo acadêmico;
VIII - emitir parecer sobre a valoração nos casos não previstos nos critérios referidos no
inciso anterior;
IX - apreciar e julgar a aplicação de sanções disciplinares a membros do corpo discente;
X - decidir sobre aproveitamento de estudos e de adaptações, mediante requerimento
dos interessados;
XI - promover a avaliação do curso em cooperação com a Comissão Própria de Avaliação
(CPA);
XII - exercer outras atribuições concernentes ao bom funcionamento do curso ou que lhe
sejam delegadas ou solicitadas.
O Conselho de Curso se reúne, no mínimo, duas vezes por semestre e,
extraordinariamente, por convocação do seu Presidente ou por convocação de 2/3 de seus
membros, devendo constar da convocação a pauta dos assuntos e serem tratados. A seguir, o
detalhamento da composição do Conselho de Curso do CST em Logística da FPB:
Docentes integrantes do Conselho de Curso
Segmento
Representativo
José Gentil Bezerra da Silva
Presidente
Amanda Herculano da Costa
Docente
Fábio Ferreira da Silva
Docente
Paulo Alves Gonçalves
Docente
Cristiano Moreira Fernandes de Oliveira
Discente
José Arlan Silva Gomes
Representante da
Classe profissional
80
15.4 Corpo Docente
O corpo docente da Faculdade Internacional da Paraíba é capacitado, dentre outras ações,
por meio da Semana de Planejamento Acadêmico (SPA) e por inúmeras oficinas realizadas em
uma programação que envolve todos os docentes e todas as áreas de conhecimento, com
destaque para questões pedagógicas e didáticas, estas organizadas pelo Núcleo de Apoio
Psicopedagógico (NAP) e apoiadas pelo Setor de Recursos Humanos da Instituição.
A política de qualificação docente está expressa no Plano Institucional de Capacitação
Docente (PICD), que abrange dois níveis de ação:
a) Titulação: aprofundamento de conteúdos específicos e de referenciais teóricometodológicos, que viabilizem a produção de conhecimentos, mediante a qualificação
profissional em cursos de pós-graduação;
b) Atualização didático-pedagógica: acesso do professor a novos conhecimentos e
tecnologias e realização de estudos que motivem a busca por uma (re)significação do
seu papel e das práticas pedagógicas que desenvolve. Busca-se, assim, construir ou
consolidar competências profissionais relacionadas, por exemplo, ao domínio de
conteúdo das unidades curriculares; a um tratamento metodológico desses conteúdos,
considerando as experiências trazidas pelos estudantes e seus interesses; ao
planejamento das situações de aprendizagem e de formas de avaliação da
aprendizagem; ao envolvimento dos estudantes na iniciação científica em extensão e
ação comunitária; à exploração das ferramentas multimídia; ao autodesenvolvimento
docente e à utilização de ferramentas da educação a distância. A atualização didáticopedagógica pode ocorrer mediante as seguintes atividades: fórum do ensino superior
(temas relativos à atualização dos projetos pedagógicos dos cursos); avaliação da
aprendizagem; desenvolvimento de competências e certificações intermediárias;
responsabilidade social da FPB; oficinas pedagógicas e cursos de capacitação em
docência no ensino superior, realizadas pelo Núcleo de Apoio Pedagógico; apoio
institucional à participação dos professores em eventos científicos, como estímulo ao
desenvolvimento e divulgação de estudos e pesquisas.
Visando melhorar as habilidades e conhecimento do corpo docente, melhorar os
resultados dos estudantes e atrair e reter os professores mais talentosos, a FPB ainda oferece, por
meio do Programa de Desenvolvimento do Corpo Docente Laureate, um portal com acesso a
recursos acadêmicos, cursos online de desenvolvimento profissional (todos em Português),
certificado de Ensino e Aprendizagem no Ensino Superior (Português), pós-graduação (com
desconto) e Webinars (oferecido em vários idiomas).
81
A Faculdade Internacional da Paraíba tem sua política de apoio aos professores expressa
no Plano de Carreira Docente (PCD), além do já mencionado Plano Institucional de Capacitação
Docente (PICD), indicando perspectivas de atualização e qualificação a partir do contexto social,
político, econômico e cultural em que está inserida. Esse processo está orientado pela função
social da FPB e por tendências de qualificação profissional, configuradas num ambiente de
significativos avanços da ciência e da técnica e correspondentes possibilidades de aplicação.
Em decorrência, alinham-se os seguintes objetivos específicos do Plano de Carreira
Docente:
 Estabelecer a estrutura básica de composição do quadro docente, nas suas categorias
funcionais e no seu regime de trabalho;
 Estabelecer critérios para seleção de professores, bem como para o provimento das
diferentes categorias funcionais;
 Fixar critérios para a progressão por mérito no quadro de carreira acadêmica da
Faculdade Internacional da Paraíba;
 Incentivar o corpo docente ao aperfeiçoamento contínuo por meio da qualificação
profissional;
 Viabilizar o acompanhamento da capacidade produtiva e do enriquecimento curricular
do professor;
 Adotar tabela salarial condizente com o mercado de trabalho, compatível com o
trabalho desenvolvido.
Some-se a isso que todos os docentes da Instituição, dentro da política de
desenvolvimento e capacitação da FPB, podem usufruir de diversos instrumentos e políticas de
apoio, tais como:
 Descontos em cursos de Pós-graduação (inclusive na Graduação para seus
dependentes);
 Destinação de horas extraclasse para projetos aprovados pela Coordenação de Apoio a
Pesquisa e Extensão (CAPEX);
 Liberação para participação em Cursos de Pós-graduação Lato ou Stricto Sensu (sem
remuneração e sem perda de vínculo funcional);
 Acesso aos recursos informacionais, tais como Internet, e-mail Institucional (inclusive
rede wireless institucional), Laboratórios de Informática, FPB Virtual e Biblioteca
Virtual da Instituição e da Laureate Networking.
82
15.4.1 Detalhamento do corpo docente do CST em Logística
Titulação do corpo docente em programas stricto sensu
O corpo docente do CST em Logística da FPB é composto por 13 (treze) docentes, tendo 62% com
titulação obtida em programas de pós-graduação stricto-sensu (mestres ou doutores), três dos
quais (23%) são doutores.
Regime de trabalho
A FPB está sempre preocupada com os processos de ensino-aprendizagem, bem como, com as
práticas nas quais esse processo decorre, buscando, assim, maior envolvimento dos seus
docentes com o curso. Desta forma, o corpo docente do CST em Logística é de 61% em regime de
tempo parcial ou integral, suficientes no auxílio da gestão acadêmica do curso.
Experiência profissional
Os membros do corpo docente do CST em Logística da FPB possuem significativa experiência
profissional fora do magistério, expressando-se em 77% os que possuem pelo menos três anos de
experiência profissional, fora do magistério. Essa experiência poderá ser comprovada nos
currículos Lattes desses docentes e pela trajetória e carreira que também estão explicitadas nos
documentos comprobatórios, nas suas pastas individuais.
Experiência no magistério superior
Conforme Projeto Pedagógico do Curso e cadastro docente específico, 92% dos docentes
do CST em Logística da FPB possuem mais de dois anos de experiência no magistério superior.
Essa experiência poderá ser comprovada nos currículos Lattes desses docentes e pela trajetória e
carreira que também estão explicitadas nos documentos comprobatórios, nas suas pastas
individuais.
83
Detalhamento Corpo Docente Curso Superior de Tecnologia em Logística
Titulação
Máxima
Regime de
Trabalho
Tempo de
Mag. Sup.
Tempo de
Exp. Prof.
Nº de
Publicações
nos últimos
três anos
Mestre
Horista
2
9
4
Empreendedorismo, Gestão empresarial, Gestão de
projetos e processos.
Não
Especialista
TI
4
6
18
Gestão da qualidade e produtividade logística,
Marketing global, Negociação e processos decisórios
Sim
Giuseppe Cavalcanti
Doutor
TI
14
11
6
Segurança no trabalho, saúde ocupacional e meio
ambiente.
Sim
Gregório Pereira
Mestre
Tempo Parcial
4
8
34
Inglês I, Inglês II, Leitura e produção de texto.
Não
Helder de Lima Machado
Especialista
Tempo Parcial
8
5
3
Legislação aplicada a logística
Não
José Gentil Bezerra da Silva
Especialista
TI
4
5
20
Gestão de materiais e estoques.
Sim
Geovane Vitor Vasconcelos
Doutor
Horista
11
21
3
Sistemas de informação, Matemática financeira
Não
Luciana Batista de Oliveira Souza
Mestre
Horista
3
13
0
Introdução ao curso de Gestão, Gestão de pessoas.
Não
Marcos Mendonça Dantas
Mestre
Tempo Parcial
6
5
6
Gerenciamento de custo e risco, Logística internacional
Sim
Especialista
Tempo Parcial
5
13
0
Logística e a cadeia de suprimentos, Logística de
transportes e distribuição, logística de embalagens e
armazenagem, Estudos e práticas de Gestão
Não
Ramsés Nunes
Doutor
Horista
9
0
15
Sociologia das organizações
Não
Rosana Andrea Mergulhão
Mestre
TI
11
15
3
Planejamento e práticas de cenários logísticos
Sim
Especialista
Horista
1
17
0
Contabilidade aplicada
Não
Nome Completo
Amanda Herculano
Fábio Ferreira da Silva
Paulo Alves Gonçalves
Uilsan Fernandes da Nobrega
Unidade(s) Curricular(es) que ministra no curso
Pertencente
ao NDE
84
16) LABORATÓRIOS E INFRAESTRUTURA DE APOIO
16.1 Plano de Promoção de Acessibilidade e de Atendimento Diferenciado a
Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida
A FPB implementa seu plano de promoção de acessibilidade e de atendimento
diferenciado a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida por intermédio da Direção
Acadêmica, da Gerência Administrativa e do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP), objetivando
propiciar e garantir a essas pessoas igualdade de condições para o desempenho acadêmico e
administrativo; articular a formação de profissionais especializados em educação especial e apoiar
o desenvolvimento de pesquisa, em nível de iniciação científica, e trabalhos nesta área; socializar
o acesso e a permanência desses estudantes e funcionários, promovendo uma política de boa
convivência acadêmica que favoreça a integração e a formação de cidadãos plenos; propor a
eliminação de barreiras arquitetônicas e, por fim, adequar o currículo para atender a
especificidades dessas pessoas.
Em função disso, o projeto arquitetônico da Instituição garante a acessibilidade em seus
pavimentos, proporcionando mobilidade a todos, sem que se dependa de outras pessoas para
usufruir das áreas de convivência e espaços pedagógicos. Também destacamos o atendimento
prioritário (deficientes, idosos e gestantes) nas centrais de assistência ao estudante e outros
serviços, conforme o disposto no Decreto No. 5.296, de 02 de dezembro de 2004.
As pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida encontram, na Instituição, condições
de alcance, percepção e entendimento para a utilização, com segurança e autonomia, de
edificações. Espaços sem obstáculos para o cadeirante manobrar, deslocar-se, aproximar-se e
utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança; área com acesso direto à saída,
destinada a manter essas pessoas em segurança enquanto aguardam socorro em situação de
sinistro; rampa construída ou implantada na calçada ou passeio, dentre outros, são alguns dos
cuidados adotados.
Para os estudantes deficientes ou com mobilidade reduzida, a FPB apresenta as seguintes
condições de acessibilidade: livre circulação nos espaços de uso coletivo (eliminação de barreiras
arquitetônicas); vagas reservadas no estacionamento; rampas com corrimãos, facilitando a
circulação de cadeira de rodas; portas e banheiros adaptados com espaço suficiente para permitir
o acesso de cadeira de rodas; barras de apoio nas paredes dos banheiros; lavabos e bebedouros
em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas, plataforma hidráulica de acessibilidade,
entre outras.
85
Aos estudantes com deficiência auditiva, desde seu ingresso até a conclusão do curso, a
PPB proporciona intérpretes de língua de sinais, especialmente quando da realização de provas
ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha
expressado o real conhecimento do estudante; flexibilidade na correção das provas escritas,
valorizando o conteúdo semântico; aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na
modalidade escrita (para o uso de vocabulário pertinente às unidades curriculares do curso em
que o estudante estiver matriculado); materiais de informações aos professores para que se
esclareça a especificidade linguística dos surdos.
Para garantir o atendimento educacional especializado aos estudantes surdos ou com
deficiência auditiva, a FPB:
 Promove cursos de formação de professores para: a) o ensino e uso de LIBRAS; b) a
tradução e interpretação de LIBRAS Língua Portuguesa; c) o ensino da Língua
Portuguesa, como segunda língua para pessoas surdas;
 Oferece o ensino de LIBRAS e também da Língua Portuguesa, como segunda língua
para estudantes surdos;
 Contrata: a) professor de LIBRAS ou instrutor de LIBRAS; b) tradutor e intérprete de
LIBRAS Língua Portuguesa;
 Garante o atendimento às necessidades educacionais especiais de estudantes surdos
nas salas de aula e, também, em salas de recursos, em turno contrário ao de matrícula
dos mesmos;
 Apoia, na comunidade acadêmica, o uso e a difusão de LIBRAS entre professores,
estudantes, funcionários, Diretoria e familiares, inclusive por meio da oferta de cursos;
 Adota mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda língua, na
correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a
singularidade linguística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa;
 Desenvolve e adota mecanismos alternativos para a avaliação de conhecimentos
expressos em LIBRAS, desde que devidamente registrados em vídeo ou em outros
meios eletrônicos e tecnológicos;
 Disponibiliza equipamentos, acesso às novas tecnologias de informação e
comunicação, bem como recursos didáticos para apoiar a educação de estudantes
surdos ou com deficiência auditiva.
Conforme disposto no artigo 21 do Decreto nº 5.626/2005, a FPB incluiu em seu quadro
um tradutor e intérprete de LIBRAS Língua Portuguesa, para viabilizar o acesso à comunicação, à
informação e à educação de estudantes surdos. Esse profissional atua:
86
a) nos processos seletivos para os cursos na FPB;
b) nas salas de aula para viabilizar o acesso dos estudantes aos conhecimentos e
conteúdos curriculares, em todas as atividades didático-pedagógicas;
c) no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim da FPB.
Como garantia do direito à educação às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e
buscando assegurar aos estudantes o acesso à comunicação, à informação e à educação, em
conformidade com o Decreto nº 5.626/2005, a FPB apresenta condições de alcance, percepção e
entendimento para a utilização dos espaços físicos e educacionais, com segurança e autonomia.
Proporciona aos estudantes surdos os serviços de tradutor e intérprete de LIBRAS Língua
Portuguesa em sala de aula e em outros espaços educacionais, bem como equipamentos e
tecnologias que viabilizem o acesso à comunicação, à informação e à educação. Para os
professores é proporcionado acesso a literatura e informações sobre a especificidade linguística
do estudante surdo.
A FPB coloca à disposição de professores, estudantes e funcionários deficientes ou com
mobilidade reduzida ajudas técnicas e estruturais que lhes permitam o acesso às atividades
acadêmicas e administrativas em igualdade de condições com as demais pessoas, garantindo,
assim, o acesso, ingresso e permanência dessas pessoas na IES e em todos os ambientes de uso
coletivo.
Para a sociedade, de uma maneira geral, a Instituição também oferece programas e
campanhas de sensibilização destinadas a eliminar preconceitos, estereótipos e outras atitudes
que atentam contra o direito de todos serem tratados com equidade, permitindo, dessa forma, o
respeito e a convivência com as pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida.
16.2 Infraestrutura de apoio
a) Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
Todos os Coordenadores de Curso da Faculdade Internacional da Paraíba possuem
ambientes de trabalho individualizados equipados com computadores ligados à Internet e
rede wireless para a excelente condução de suas atribuições acadêmicas e administrativas
na gestão dos seus respectivos cursos. Estes ambientes são climatizados, possuem
iluminação e acústica adequadas para estudos e atendimentos. Contam, também, com a
comodidade de terem a sua disposição os assistentes de curso para auxiliá-los em suas
atividades.
87
b) Sala de professores
A sala de professores da Faculdade Internacional da Paraíba é devidamente climatizada,
mobiliada com cadeiras acolchoadas, mesas de reunião e armários para o arquivamento
de materiais pessoais, visando ao conforto do corpo docente e atendem todos os critérios
de disponibilidade de equipamentos, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação,
conservação e comodidade, constituindo-se em um ambiente agradável que contribui
para a integração docente. A sala também possui equipamentos de informática, onde
todos os docentes têm à sua disposição computadores com acesso à Internet. Ressalte-se
que a sala de professores conta com rede wireless e que um número significativo de
professores utiliza seu próprio notebook. Na mesma possui ainda murais informativos
com as principais notícias e informes da Instituição e eventos científicos.
Os docentes têm ao seu dispor uma equipe de suporte capacitada para manutenção e
conservação dos equipamentos e outra equipe de manutenção da limpeza. Eles também
podem contar com o apoio dos assistentes de curso no auxílio a procedimentos
administrativos, garantindo maior comodidade às atividades que serão desenvolvidas.
Neste mesmo ambiente os professores podem contar com área de descanso, serviço de
copa, “kit sala” (estojo individualizado com apagador e piloto) e gabinetes de
atendimento individualizado para orientações pedagógicas, supervisão de estágio e
estudos.
c) Salas de aula
As salas de aula da Faculdade Internacional da Paraíba têm padrão excelente: são
devidamente climatizadas e equipadas com data show, além de ótima acústica,
iluminação adequada para a prática docente e atividades dos discentes. Possuem, no seu
mobiliário, bancas acolchoadas em excelente estado de conservação.
Os discentes e docentes, além de terem em sala de aula acesso à tecnologia acima
descrita, podem acessar a Internet a partir de seus notebooks, caso desejem, por meio da
rede wireless disponibilizada em toda instituição. Estes têm, ainda, ao seu dispor, uma
equipe de apoio especialmente preparada para dar a assistência necessária no suporte
aos equipamentos e manutenção da limpeza das salas, contando com uma dinâmica
específica, proporcionando a comodidade necessária para o desenvolvimento das
atividades desenvolvidas em sala.
As salas de aula possuem dimensões adequadas e se localizam próximas a laboratórios,
coordenações de curso, à Biblioteca e banheiros, com climatização garantida por ar88
condicionado, iluminação artificial com lâmpadas com intensidade ideal para leitura e
demais atividades. É importante destacar que todas as instalações da Instituição e,
principalmente, as salas de aula, apresentam condições de alcance, com segurança e
autonomia, para serem acessíveis a pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida.
16.3 Equipamentos de informática
A Instituição disponibiliza à sua comunidade acadêmica diversos meios implantados de
acesso à informática para atendê-la de modo excelente, entre eles, conta com três laboratórios
de informática, dois dos quais com 25 m2 e 20 microcomputadores em cada, e um laboratório
com 54 m² e 38 microcomputadores. Todos estes equipamentos têm a seguinte configuração:
processador Core 2 Duo E7500, 2.93 GHz; memória de 2 GB; HD de 320 GB. Os laboratórios de
informática da FPB podem ser utilizados de segunda a sexta-feira no horário das 8h às 22h e aos
sábados das 8h às 12h.
O acesso aos equipamentos de informática também é disponibilizado na Biblioteca da
Instituição, onde estão instalados 20 microcomputadores, todos com a mesma configuração
acima especificada e acesso à Internet por meio da rede wireless da Instituição, para a realização
de estudos e pesquisas.
A Instituição dispõe de pessoal de apoio especializado para atender às necessidades
quanto à gerência de redes, sistemas operacionais e instalações de softwares e, ainda, preparação
dos equipamentos de informática e auxílio aos docentes durante as aulas práticas. A manutenção
e a conservação dos equipamentos de informática, dependendo de sua amplitude, serão
executadas por funcionários da Instituição ou mediante contratos com empresas especializadas.
As políticas de manutenção e conservação definidas consistem em:
a) manter equipamentos em funcionamento e adequados ao uso da comunidade
acadêmica;
b) proceder a reparos imediatos, sempre que necessários, mantendo as condições dos
equipamentos para o uso;
c) executar procedimentos de revisão periódica nos equipamentos da Instituição.
Assim, a Instituição disponibiliza à sua comunidade acadêmica equipamentos modernos e
softwares, por meio de laboratórios, usados no desenvolvimento das diferentes unidades
curriculares, em horários diferentes do funcionamento do curso, se necessário.
A utilização dessas ferramentas permite o enriquecimento do fazer e da vivência
pedagógica, relacionando teoria e prática, que garantem uma postura diferenciada do
profissional. Visualizando as atualizações e ampliações, há, no PDI vigente, a projeção de
instalação dos novos laboratórios de informática até 2016.
89
16.4 Biblioteca
A Biblioteca da Faculdade Internacional da Paraíba se encontra automatizada, sendo
utilizado o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB), que proporciona acesso imediato às
informações desejadas, por meio de terminais de computadores, permitindo a consulta local e/ou
remota, por autor, título e assunto. O SIB possibilita o controle das tarefas de catalogação,
classificação, cadastro de usuários por categoria (estudante, professor e funcionário), empréstimo
domiciliar, devolução, renovação on-line, reserva on-line, consulta por palavra-chave (assunto),
por título e autor de todos os documentos cadastrados. Na Biblioteca, existe controle automático
dos procedimentos realizados no setor mediante a impressão de recibos de empréstimos,
devoluções, renovações e nada consta.
A política de aquisição e atualização de livros e periódicos ocorre por meio de três etapas:
levantamento das necessidades e demandas dos cursos de graduação, de acordo com indicações
bibliográficas apresentadas pelos professores, por sugestões dos coordenadores de cursos, pela
pesquisa sobre lançamentos e publicações de obras de interesse de cada área; levantamento dos
custos de aquisição; e análise e aprovação pela Direção da IES. Sob esse direcionamento, a
Instituição contempla a atualização dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação já
existentes e garante a atualização e expansão do acervo devidamente indexado, carimbado e
tombado junto ao patrimônio da FPB.
Assim, a Biblioteca da FPB fornece à comunidade acadêmica o apoio bibliográfico e o
suporte informacional necessário ao desenvolvimento de competências e habilidades,
favorecendo aprendizagens significativas através de iniciativas de investigação e descobertas
científicas.
O CST em Logística da FPB conta com um acervo que atende adequadamente aos
programas das suas unidades curriculares, em quantidade suficiente, na proporção de um
exemplar para a faixa de 10 a menos de 15 vagas anuais ofertadas, referente aos títulos indicados
na bibliografia básica, com mínimo de três títulos, estando indexado, atualizado e tombado junto
ao patrimônio da IES.
O acervo de Bibliografia Complementar do Curso também atende às indicações do
instrumento de avaliação. Cada unidade da Matriz Curricular proposta conta com cinco títulos
complementares com no mínimo dois exemplares de cada título, visando a atender plenamente
aos programas das referidas unidades curriculares.
A busca e o uso da informação são processos presentes no cotidiano do ser humano,
principalmente, na academia. Umas das fontes de informação que é muito importante para o
desenvolvimento das atividades do Curso, indubitavelmente, são os periódicos especializados.
90
Tendo em vista que as informações neles contidas se prestam a muitas finalidades como a
pesquisa, o ensino, leitura básica e complementar, constituem o principal meio de comunicação e
divulgação da produção científica. Não servem apenas para disseminar a produção científica, mas
preservam o conhecimento registrado, o que é garantido com a manutenção do acervo na
biblioteca.
O periódico é tido como veículo de maior prestígio para o registro e a divulgação do
conhecimento científico, em substituição aos outros meios de informação, que se tornaram
inadequados para acompanhar o crescimento das novas descobertas.
Com esse entendimento, a Biblioteca da Faculdade Internacional da Paraíba conta com
periódicos que abrangem as principais áreas temáticas do conhecimento, distribuídos entre as
principais áreas do CST em Logística, possuindo atualmente as assinaturas de 20 periódicos
especializados, destacando-se, entre os quais estão: Revista Intralogística (impressa); Revista
Portuária Econômica e Negócios (impressa); Revista Mundo Logístico (impressa e online); Revista
Log Web (impresso); Revista Tecnologística (impressa e online); Revista de Administração de
Empresas – RAE (impressa); Revista HSM Management – Informação e Conhecimento para Gestão
Empresarial (impressa).
91
17) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Síntese de Indicadores Sociais: Uma
análise das condições de vida da população brasileira 2010. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinte
seindicsociais2010/SIS_2010.pdf>. Acesso em: 09 abr. 2013.
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia de Assuntos Jurídicos. Lei nº 12.587, de 3
de janeiro de 2012. Institui as Diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Disponível
em: <http:// www.planalto.gov.br>. Acesso em: 12 dez.2012.
CARLOS, J. G. Interdisciplinaridade no Ensino Médio: desafios e potencialidades. Orientador:
Prof.ª Dr.ª Érika Zimmermann. Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências. Brasília-DF:
UnB, 2007.
FACULDADE Internacional da Paraíba. Plano de Desenvolvimento Institucional 2012-2016. João
Pessoa, 2011.
FAZENDA, Ivani C. Arantes (org.). Didática e a Interdisciplinaridade. São Paulo: Papirus, 1996.
MANPOWERGROUP. Resultado da Pesquisa sobre a escassez de talentos. Disponível em:
<http://www.manpower.com.br/wpcontent/uploads/2012/09/Portugues_Escassez_Talentos_20
121.pdff>. Acesso em: 08 mai. 2012.
92
ANEXOS
93
Anexo A
DADOS GERAIS DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FPB
ÁREA
TODAS AS UNIDADES
Acervos
Livros
Mídias
Periódicos Nacionais
Títulos
Volumes
Títulos
Volumes
Títulos
Volumes
Ciências da Saúde
939
2.992
37
111
49
1.008
Ciências Exatas e da Terra
782
2.842
19
57
11
56
Ciências Humanas
679
2.404
08
48
18
141
Ciências Sociais e Aplicadas
951
10.267
31
142
47
1.236
Engenharias e Tecnologias
732
2.015
15
30
18
476
Linguísticas, Letras e Artes
632
1.925
02
02
-
5.718
22.445
112
390
143
TOTAL
2.917
Fonte: Biblioteca – FPB Jul/2013
94
BASES DE ACESSO LIVRE
Integra
duas
iniciativas:
registro
bibliográfico
e
publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes
nos acervos das Instituições de Ensino Superior
brasileiras.
A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma
biblioteca
eletrônica
que
abrange
uma
coleção
selecionada de periódicos científicos brasileiros.
Coleção de fontes de informação científica-técnica em
saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados
bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de
instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde.
Rede de bibliotecas digitais formada pelos órgãos do
Poder Judiciário, englobando as esferas federal e
estadual, além dos órgãos essenciais e auxiliares da
Justiça. integrar, os mais importantes repositórios de
informação digital jurídica do Judiciário, de forma a
permitir consultas unificadas nesses acervos e possibilitar
respostas instantâneas.
O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos
com textos completos, bases de dados referenciais com
resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e
outras publicações de acesso gratuito na Internet
selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por
importantes instituições científicas e profissionais e por
organismos governamentais e internacionais.
OUTROS SERVIÇOS
Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos
científicos disponíveis nos acervos das principais unidades
de informação do país.
Sistema desenvolvido para atender a comunidade
acadêmica no que diz respeito as pesquisas das Normas
Técnicas Brasileiras e do Mercosul. Disponível para
visualização na íntegra, nas Coordenações, Direções de
Cursos, e no Setor de Pesquisa Virtual das Bibliotecas de
cada Unidade.
95
Download

ppc do curso cst em logística