FACULDADE TEOLÓGICA INTEGRADA
ROSELY PEREIRA PONTES DE OLIVEIRA
Organizadora
KARINE JAMILLE ROCHA DE MORAES
EDILÚCIA LIRA TURIANO
HILGERLY GOMES ALVES
APOSTILA DE METODOLOGIA CIENTÍFICA
ORIENTAÇÕES SOBRE O TCC
RECIFE
2012
A REVOLUÇÃO CIENTÍFICA
Admite-se de maneira geral que o século XVII sofreu e realizou uma radicalíssima
revolução espiritual de que a ciência moderna é ao mesmo tempo a raiz e o fruto. Essa
revolução pode ser descrita, e foi de várias maneiras diferentes. Assim, por exemplo, alguns
historiadores viram seu aspecto mais característico na secularização da consciência, seu
afastamento de metas transcendentes para objetivos imanentes, ou seja, a substituição da
preocupação pelo outro mundo e pela outra vida pela preocupação com esta vida e este
mundo. Para outros autores, sua característica mais assinalada foi a descoberta, pela
consciência humana, de sua subjetividade essencial e, por conseguinte, a substituição do
objetivismo dos medievos; outros ainda creem que o aspecto mais destacado daquela
revolução terá sido a mudança de relação entre teoria e práxis, o velho ideal da vita
contemplativa cedendo lugar ao da vita activa. Enquanto o homem medieval e o antigo
visavam à pura contemplação da natureza e do ser, o moderno deseja a dominação e a
subjugação.
Tais caracterizações não são de nenhum modo falsas e, certamente, destacam alguns
aspectos bastante importantes da revolução espiritual – ou crise – do século XVII, aspectos
nos são exemplificados e revelados, por exemplo, por Montaigne, bacon, Descartes ou pela
disseminação geral do ceticismo e do livre pensamento.
Em minha opinião, no entanto, esses aspectos concomitantes e expressões de um
processo mais profundo e mais fundamental, em resultado do qual o homem, como às vezes
se diz, perdeu seu lugar no mundo ou, dito talvez mais corretamente, perdeu o próprio mundo
em que vivia e sobre o qual pensava, e teve de transformar e substituir não só seus conceitos e
atributos fundamentais, mas até mesmo o quadro de referência de seu pensamento.
Pode-se dizer, aproximadamente, que essa revolução científica e filosófica – é de fato
impossível separar o aspecto filosófico do puramente científico desse processo, pois um e
outro se mostram interdependentes e estreitamente unidos – causou a destruição do Cosmos,
ou seja, o desaparecimento dos conceitos válidos, filosófica e cientificamente da concepção
do mundo como determinava a hierarquia e a estrutura do ser, erguendo-se da terra escura,
pesada e imperfeita para a perfeição cada vez mais exaltada das estrelas e das esferas
celestes), e a sua substituição por um universo indefinido e até mesmo infinito que é mantido
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coeso pela identidade de seus componentes e leis fundamentais, e no qual todos esses
componentes são colocados no mesmo nível do ser. Isto, por seu turno, implica o abandono,
pelo pensamento científico, de todas as considerações baseadas em conceitos de valor, como
perfeição, harmonia, significado e objetivo, e, finalmente, a completa desvalorização do ser, o
divórcio do mundo do valor e do mundo dos fatos.
ARANHA, Maria Lúcia de arruda; MARTINS, Maria helena Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. 3 ed. Revista. São Paulo: Moderna, 2003. p. 182-183.
REFLETINDO SOBRE O TEXTO
O texto apresentado refere-se à revolução científica ocorrida em torno do século XVII.
Nesse aspecto, observamos uma radical mudança na concepção de ciência e pensamento dos
antigos para os modernos. Mediante a leitura do texto, poder-se-á destacar algumas
características como sendo próprias do pensamento antigo como também as que representam
o pensamento moderno. E, quanto à revolução científica citada, poderíamos admitir que de
acordo com o texto gera uma revolução social. Delineie seu pensamento a esse respeito.
Todo o conhecimento científico-natural é científico-social. Sendo uma revolução científica que ocorre
numa sociedade ela própria revolucionada pela ciência, o paradigma a emergir dela não pode ser apenas um
paradigma científico (o paradigma de um conhecimento prudente), tem de ser também um paradigma social( o
paradigma de uma vida decente).
Boaventura de Souza Santos
O professor Máximo Augusto Campos Masson (2004) comenta em seu texto a respeito
das relações entre a produção do conhecimento científico e as sociedades em que as ciências
modernas foram produzidas sobre a possibilidade de se obter um conhecimento que saísse da
esfera da fé e revelação sobrenatural. Foi uma conquista que se aspirou desde os séculos XVI
e XVII, mas que se obteve no afã da revolução científica, no século VXIII, no auge do
iluminismo e posteriormente, no século XIX quando as ciências se afirmaram como “saber
dominante”, pois somente a ciência é que passou a ser a detentora da verdade.
A partir da Reforma Protestante houve uma perda contínua da força política das
Instituições Religiosas, a despeito das igrejas católicas em alguns países como Itália, Espanha
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e Portugal terem relutado não foi possível “reverter o deslocamento do papel atribuído ao
sagrado como instância de definição da autoridade legítima, seja em assuntos de ordem
política, seja em assuntos de ordem ética”.
A partir de então, a Igreja como a única conhecedora da verdade, passava agora da
esfera pública ao lado do Estado para o âmbito do privado. A fé se tornava um movimento de
ordem totalmente pessoal, deixando de ser um dever político.
Novos rumos a modernidade explicita como a de considerar somente uma verdade se
for logicamente demonstrável. “A legitimidade do pensamento ocidental moderno é auferida
pelo espírito crítico” de forma que estabelece que o conhecimento deve ser obtido através de
meios racionais; visto a racionalidade moderna compreender que o conhecimento tradicional
“é um saber ingênuo que precisa ser analisado, depurado, enfim superado. De maneira que,
tanto as doutrinas teológicas como as tradições do senso comum são consideradas
ultrapassadas.
O conhecimento científico vai além do senso comum, pois esse é um conhecimento
limitado, que não vai além, permite-se ater-se a eles e, nada mais. Contrapõe-se, porém, a
ciência, quando concebe um saber objetivo, neutro, não permitindo a intervenção de valores
morais e outros preconceitos. A ciência parte de um fato observado, e procura racionalizar a
experiência delineando a partir de então uma pesquisa científica; numa perspectiva em que as
afirmações “se baseiam na dedução e são comprovadas pela experiência sistematicamente
controlada”, a ciência prioriza essa percepção dos fatos através da pesquisa.
E o que é Pesquisa? Não é a pesquisa “uma atividade voltada para a solução de
problemas, através de emprego de processos científicos”?
“A pesquisa científica é um conjunto de procedimentos sistemáticos, baseados no
raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para os problemas propostos
mediante o emprego de métodos científicos”.
A pesquisa pura (básica) tem a finalidade de pura satisfação do desejo de adquirir
conhecimentos, sem que haja uma aplicação prática prevista. Já a pesquisa aplicada os
conhecimentos adquiridos são utilizados para aplicação prática voltados para a solução de
problemas concretos da vida moderna.
Os tipos de Pesquisa classificam-se quanto à área da ciência em pesquisa (teórica,
metodológica, empírica e prática). Quanto à natureza (trabalho científico original e resumo de
assunto). Em relação aos objetivos (pesquisa exploratória, descritiva, e explicativa). Já aos
procedimentos (pesquisa de campo e de fonte de papel). Quanto ao objeto (pesquisa
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bibliográfica, de laboratório e de campo). Na forma de abordagem deve ser (pesquisa
quantitativa e qualitativa).
MODALIDADES DE PESQUISA
. Exploratória:
Seu objetivo é a caracterização inicial do problema, sua classificação e de sua
definição. Constitui o primeiro estágio de toda pesquisa científica.
. Teórica:
Tem como objetivo ampliar generalizações, definir leis mais amplas, estruturar
sistemas e modelos teóricos, relacionar e enfeixar hipóteses.
. Aplicada:
Tem como objetivo investigar, comprovar ou rejeitar hipóteses sugeridas pelos
modelos teóricos.
. Pesquisa de Campo:
É a observação dos fatos tal como ocorrem. Não permite isolar e controlar as
variáveis, mas perceber e estudar as relações estabelecidas.
. Experimental:
Objetiva criar condições para interferir no aparecimento ou na modificação dos fatos,
para poder explicar o que ocorre com fenômenos correlacionados.
Observação:
A Pesquisa Experimental: São investigações de pesquisa empírica que têm como
principal finalidade testar hipóteses que dizem respeito a relações de causa e efeito. Tem
como objetivo verificar hipóteses de pesquisa à procura de generalizações empíricas, pode ser
realizada no laboratório e no campo: a pesquisa de laboratório: utilizada para testar hipóteses
relacionadas a teorias como a pesquisa de campo: empregada em estudos que visam avaliar
ações ou interferências realizadas no âmbito social. É o caso, por exemplo, de estudos que
procuram avaliar a eficácia de programas ou de técnicas adotadas para auxiliar indivíduos ou
instituições.
. Bibliográfica:
Recupera o conhecimento científico acumulado sobre um problema.
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TIPOS DE PESQUISA: QUANTO AOS OBJETIVOS
. Pesquisa exploratória
- Proporcionar maior familiaridade com o problema
- Levantamento bibliográfico ou entrevista
- Pesquisa bibliográfica ou estudo de caso
É toda pesquisa que busca constatar algo num organismo ou num fenômeno. Ex.: Saber como
os peixes respiram
. Pesquisa descritiva
- Fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem
interferência do pesquisador.
- Uso de técnicas padronizadas de coleta de dados (questionário e observação
sistemática).
. Pesquisa explicativa
- Identificar fatores determinantes para a ocorrência dos fenômenos;
- Ciências naturais – método experimental; ciências sociais – método observacional.
TIPOS DE PESQUISA: QUANTO À FORMA DE ABORDAGEM
. Pesquisa quantitativa
- Traduz em números as opiniões e informações para serem classificadas e analisadas
- Utilizam-se técnicas estatísticas
. Pesquisa qualitativa
- É descritiva
- As informações obtidas não podem ser quantificáveis
- Os dados obtidos são analisados indutivamente
- A interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo
de pesquisa qualitativa.
Observação: métodos quantitativos e qualitativos
Os métodos quantitativos e qualitativos apresentam duas formas distintas de se
adquirirem novos conhecimentos no tratamento dos dados coletados, sendo a pesquisa
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qualitativa como “A tentativa de uma compreensão detalhada dos significados e
características situacionais apresentadas pelos entrevistados” diverge da quantitativa, pois não
faz análises estáticas para observar uma problemática, visto não objetivar “ numerar ou medir
unidades ou categorias homogêneas” (RICHARDSON et al., 1999, p. 90).
A pesquisa qualitativa é mais direcionada aos aspectos sociais visualizando,
normalmente, aos problemas sociopolíticos, econômicos, culturais, educacionais e
particularidades que não são quantificáveis.
Porém, como afirma Oliveira, (2005, p.39) “A pesquisa qualitativa segue um caminho
de investigação mais complexa que se detém em algumas características especiais, como ser
uma pesquisa que:
1. Deve manter uma relação direta com o ambiente que está sendo pesquisado. Por
exemplo: se o tema for exclusão escolar, faz-se necessário está a par de todo o
cotidiano escolar;
2. Dar mais ênfase ao processo da pesquisa mais do que os resultados;
3. Ausência de hipóteses rígidas;
4. Conforme Bogdan e Biklen citados por Ludke (1986, p. 12) “O significado que as
pessoas dão às coisas e à sua vida são focos de atenção especial pelo pesquisador”
numa pesquisa qualitativa.
A Pesquisa quantitativa divide a realidade em unidades passíveis de mensuração,
estudando-as isoladamente. É estática, como uma fotografia, mostra com precisão a
frequência, a duração e a intensidade dos fatos concretos observados. Ora, pergunta-se: Há
algum problema com esses dados?
O problema é que os dados se restringem a um determinado momento, não sendo
suficiente, por exemplo, a uma pesquisa na área da educação, visto nem sempre fornecer
respostas sobre a lógica do seu processo interno.
Porém, “esses dois tipos de abordagem não são excludentes, visto que, na opção por
uma pesquisa qualitativa, pode-se recorrer a dados quantitativos para melhor análise do tema
em estudo e vice-versa”, e em muitos momentos elas se completam como ‘menciona
(OLIVEIRA, 2005 p. 40). E, na abordagem de metodologia, esses métodos de pesquisa
devem ser informados se forem utilizados.
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ESTUDOS
. Estudos Transversais:
- Descrevem os indivíduos de uma população com relação às suas características
pessoais e suas histórias de exposição a fatores causais suspeitos.
. Estudo de caso controle:
- Seleciona-se um grupo que tem uma característica de interesse e se compara com
outro grupo que não possui essa característica.
Estudo de Caso
É um estudo realizado com grande profundidade objetivando adquirir o maior número
de informações sobre uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas. É pertinente atentar para
a não permissão de generalizações. Como afirma Almeida (1996, p. 106), o estudo de caso
“consiste em coletar e analisar informações sobre um determinado indivíduo, família, grupo
ou comunidade, a fim de estudar aspectos variados de sua vida, de acordo com o assunto da
pesquisa”.
Normalmente, o pesquisador detém-se em analisar fatos evidentes, que são adquiridos
em diversas fontes, especialmente os que são vindos das experiências reais, concretas
vivenciadas no cotidiano dos seres humanos. Esse tipo de pesquisa requer muito
desprendimento de tempo, de atenção, pois será um mergulhar no profundo do objeto da
pesquisa. Para determinadas investigações é bem pertinente delinear-se no estudo de caso.
É na pesquisa, portanto, que se utilizam diferentes instrumentos para se chegar a uma
resposta mais precisa na investigação do problema, sendo que o instrumento ideal deverá ser
estipulado pelo pesquisador para se atingir os resultados ideais. A elaboração, portanto, deste
trabalho requer um bom planejamento. E, como menciona Severino (1041, p. 129) “O Projeto
é o registro deste planejamento”. Ele é um plano de trabalho da pesquisa a ser realizada,
visando à definição dos rumos a serem adotados de acordo com a natureza específica do seu
estudo, facilitando seu trabalho futuro.
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PROJETO DE PESQUISA E A ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA - uma ferramenta
metodológica
A ARTE DE PESQUISAR
“Pesquisar é um conjunto de ações propostas para encontrar a
solução para um problema, que tem por base procedimentos racionais
e sistemáticos. A pesquisa é realizada quando se tem um problema e
não se tem informações para solucioná-lo”. (Severino, 1941, p.241)
“No desejo de descobrir reside o elemento básico do trabalho do pesquisador. Ele faz uso do
método científico, uma série de procedimentos dispostos de forma hierárquica e sequencial,
que direcionam e ordenam em etapas o seu trabalho. O método científico cumpre o seguinte
roteiro: Observação do fato, formulação do problema, levantamento de hipóteses,
experimentação, análise dos resultados e conclusão”. (MAREZWSKI, 1999, p.19)
“Investigando algum fenômeno, os cientistas trabalham de maneira organizada,
usando um método científico. Veremos, a seguir, como pode se desenvolver um método
científico. Para facilitar sua compreensão, tomaremos, como exemplo, o trabalho de Redi. A
investigação científica pode começar com a observação de um fato: “vermes” desenvolvemse na carne em decomposição. Como esses vermes surgiram na carne?” Será que eles se
originam mesmo da própria carne, como muitos acreditam? Perguntas como essas devem ter
sido formuladas por Redi. Ele estava, então, levantando um problema a ser resolvido.
“Esses vermes não devem se originar da carne em decomposição, e sim de outros seres
vivos”. Com uma ideia semelhante a essa, Redi estava levantando uma hipótese, isto é, uma
explicação para o problema. Essa hipótese estaria correta? Redi sabia que ela precisaria ser
testada. Então realizou uma experiência, usando frascos abertos e fechados, onde colocou
carne em decomposição. Tirou, então, uma conclusão que confirmou a sua hipótese: os
“vermes” não se originavam da carne em decomposição, e sim de moscas preexistentes. Se a
conclusão não confirmar a hipótese levantada pelo cientista, ele pode formular novas
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hipóteses e testá-las até confirmar uma delas. Comprovando a validade de sua hipótese,
depois de vários experimentos, os cientistas podem ainda estabelecer um princípio ou lei geral
para explicar os fatos observados, isto é, eles formulam uma teoria”. (BARROS E
PAULINO, 1997, p.8)
A característica que marca a diferença entre cientista e leigo é o processo de obtenção
e transmissão de conhecimento” (GOLDENBERG, 2000, p.105) Esse conhecimento
científico não é adquirido de forma aleatória; mas organizada, crítica, clara submetendo a uma
metodologia. Como significa no grego, a palavra méthodos – caminho para chegar a um fim e
logia – estudo sistemático, pesquisa. E, através da metodologia científica cumprem-se as
etapas na elaboração do Projeto de Pesquisa.
ETAPAS NA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA
1. ESCOLHA DO TEMA - PROBLEMA
O início da pesquisa científica envolve a concepção de um tema de estudo. Sua
definição é uma das partes essenciais do projeto, onde ocorre a seleção do objeto de pesquisa
indicando uma área de interesse a ser investigada. Investigação tal que será a busca do
desvelamento da situação de um determinado conflito à busca de uma solução. A realidade
de uma pesquisa científica ocorre a partir de uma problemática sem uma visível informação
de solução. De forma que o tema é construído a partir de uma problemática.
1.1 Problema - Tema
O problema é o fio condutor de todo trabalho da pesquisa. Para elaborar o projeto, é
imprescindível ao pesquisador ter bem nítido o seu objeto de pesquisa, como ele se coloca,
como ele está problematizado. Se uma pesquisa tem por objetivo investigar as causas da
evasão escolar em determinado bairro, imediatamente a ele procura-se associar um problema
prático para solucioná-lo, como o de reduzir a evasão. Sem o objetivo de solucionar
problemas práticos, a pesquisa não terá sentido. De forma que o tema deverá ser
problematizado.
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Porém, é pertinente atentar que nem todo problema pode ser considerado fazer parte
da categoria de científico; de maneira que se faz necessário observar essas questões com
acuidade e, como afirma Kerlinger, (1980, p. 33) observar com discernimento quando um
problema é científico é importante atentar, primeiramente, para aquilo que não é. Portanto,
“Como fazer para melhorar transportes urbanos?” O que pode ser feito para melhorar a
distribuição de renda? “Como aumentar a produtividade no trabalho? Nenhum desses
problemas consiste num tratamento científico, especialmente pela forma que estão propostos
não possibilitando a investigação científica.
1.2 O que é mesmo um problema científico?
Os problemas aceitos como científicos são os que concernem as variáveis que
normalmente são possíveis de ser testáveis. Kerlinger aponta exemplos “Em que medida a
escolaridade determina a preferência político partidário”? “A desnutrição determina o
rebaixamento intelectual?” “Técnicas de dinâmica de grupo facilitam a interação entre os
alunos”? É totalmente perceptível que se pode verificar a preferência política-partidária de
determinado grupo, bem como seu nível de escolaridade, para depois determinar em que
medida essas variáveis estão relacionadas entre si.
1.2.1 Construção de um Problema Científico
“Frequentemente, a formulação de um problema é mais
essencial que sua solução” Einstein
Um problema que faz parte da sociedade brasileira pode não consistir num problema
científico. Exemplificando:
A ingestão calórica de uma grande parte de brasileiros está numa média de 1500
calorias, quando a ingestão calórica desejada, até mesmo necessária deve ser 2.200. Eis um
problema social seríssimo, mas que na proposição demonstrada não se coaduna com a
natureza científica. Porém, quando se realiza a pergunta: Por que a ingestão calórica é
inferior ao desejado? Em busca da resposta, busca-se, logo em seguida, a gênese do
problema, constrói-se o tema – A INGESTÃO CALÓRICA INFERIOR AO DESEJADO NO
NORDESTE: Consequência do Capitalismo?
Vejamos outro exemplo:
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O divórcio, um problema que o pesquisador se depara na sociedade da cidade em que
está inserido, porém além do problema está numa abordagem generalizada, encontra-se numa
roupagem do senso comum. No entanto, ao serem formuladas perguntas ao problema como :
O quê? Para quê? Por quê? Onde? Como? Quando? Está-se provocando uma problemática
científica e, em seguida, poder-se-á formular o tema.
Observe:
Saindo do senso comum - O divórcio e se propuser a pesquisar : “Que fatores
provocam o divórcio”? Ou “Quais as características da pessoa que se divorcia”? Perguntas
como essas, provocativas, servirão de instigadoras do processo.
“Como funciona a mente?”, Esse problema não pode ser proposto para pesquisa,
porque não está claro a que se refere. Poder-se-ia perguntar assim: “Que mecanismos
psicológicos podem ser identificados no processo de memorização”?
Numa pesquisa científica, não se concebe referir-se a valores com percepções
pessoais, como no caso de pesquisar se os filhos da cidade grande são melhores do que os
filhos da cidade pequena. É pertinente, porém, salientar que a abordagem dos valores deve ser
numa perspectiva empírica como se porta Durkheim ao voltar-se para as ciências sociais.
Formular um problema referindo-se a ‘maus professores’, esse é um termo que indica
um valor pessoal fugindo de uma perspectiva científica; o pesquisador, porém, poderá voltarse para uma linha de pesquisa ao referir-se a “professores que seguem práticas autoritárias,
que não preparam suas aulas ou adotam critérios arbitrários de avaliação”. Dessa forma, as
noções iniciais são canalizadas em outras mais úteis, que se refiram ao âmbito científico.
2. HIPÓTESES
Como define Goldenberg, (2000, p. 7) “Hipótese é uma afirmação provisória a
respeito de determinado fenômeno em estudo. Uma hipótese é uma suposição duvidosa, algo
provável, que poderá ser posteriormente confirmada ou rejeitada”. Esta suposição procura
oferecer uma resposta ao problema levantado no tema escolhido. Impreterivelmente, todo
procedimento de coleta de dados depende da formulação prévia de uma hipótese.
É importante salientar que as hipóteses devem ter referências empíricas. As que
envolvem julgamentos de valor não podem ser adequadamente testadas; pois palavras como
‘bom’ ‘mau’ ‘deve’ ‘deveria’ não conduzem à verificação empírica e devem ser evitadas na
construção de hipóteses.
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Exemplificando:
‘Maus alunos não devem ingressar em faculdades de medicina’ essa não é uma
hipótese empírica, que pode ser verificada pela observação, no caso seria conveniente
elaborar da seguinte maneira ‘Alunos com baixo nível de aproveitamento escolar apresentam
maiores dificuldades para o exercício da profissão de médico’.
No que se refere à construção de hipóteses, acentua-se que devem ser expressas com
termos claros, concisos, sem ambiguidade gramatical e que possibilitem sua verificação
empírica, e quanto à pesquisa são de natureza qualitativa, e criativa; não é possível, portanto,
determinar regras para a elaboração de hipóteses. Nesse sentido cabe lembrar o que escreveu
De Morgan há mais de um século: “Uma hipótese não se obtém por meio de regras, mas
graças a essa sagacidade impossível de descrever, precisamente porque quem a possui não
segue, ao agir, leis perceptíveis para eles mesmos” (citado por Trujillo Ferrari, 1982, p. 131)
3. TEMA, PROBLEMA, HIPÓTESE - EXEMPLIFICANDO
Tema: A INFIDELIDADE É GERADORA DE CONSTANTES DIVÓRCIOS
Problema: Na contemporaneidade, o índice de divórcio é alarmante.
Hipótese: A infidelidade é geradora de constantes divórcios
Tema: A EDUCAÇÃO DA MULHER: a perpetuação da injustiça
Problema: A mulher é tratada com submissão pela sociedade.
Hipótese: A sociedade patriarcal, representada pela força masculina, exclui as
mulheres dos processos decisórios.
Tema: AFETIVIDADE E COGNIÇÃO: duas vertentes de uma mesma aula
Problema: A maioria dos discentes do 1º ano foram reprovados em Química.
Hipótese: A ausência de afetividade entre o docente com o discente, no exercício do
processo educacional dificulta a aprendizagem.
Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho
de pesquisa e que devem ser levados em consideração nesta escolha.
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3.1 Fatores Internos
. Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal. Para se trabalhar
uma pesquisa é preciso ter um mínimo de prazer nessa atividade.
. Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa. Temos que levar em
consideração a quantidade de atividades que teremos que cumprir para executar o trabalho.
. O limite da capacidade do pesquisador em relação ao tema pretendido. É preciso que
o pesquisador tenha consciência de sua limitação de conhecimentos para não entrar num
assunto fora de sua área. Se minha área é a de ciências humanas, devo me ater aos temas
relacionados a esta área.
3.2 Fatores Externos

A significação do tema escolhido, sua novidade, sua oportunidade e seus valores
acadêmicos e sociais. Na escolha do tema devemos ter cuidado para não
executarmos um trabalho que não interessará a ninguém. Que ele tenha
importância para sociedade.

O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho. Devemos evitar nos
enveredar por assuntos que não nos permitirão cumprir o prazo estabelecido para a
conclusão do trabalho.

Uma dificuldade na escolha do tema é a disponibilidade de material para consulta,
pois muitas vezes o tema escolhido é pouco trabalhado por outros autores e não
existem fontes secundárias para a consulta. Este problema não impede a realização
da pesquisa, mas deve ser levado em consideração para que o tempo institucional
não seja ultrapassado. Uma vez estabelecido o tema, o problema e a hipótese vem
a justificativa.
4. JUSTIFICATIVA (Por que você quer estudar o tema escolhido? Por que acha esse tema
importante?)
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A justificativa consiste na explicação das razões que sustentam a escolha do trabalho
que você está propondo para as práticas educativas. Essas razões podem ser de ordem prática,
de ordem educativa, formativa, recreativa, isto é: depende dos objetivos que você quer
alcançar. Enfim, quando falamos de justificativa, precisaremos deixar claro o porquê do
interesse pelo tema; a relevância do trabalho, ou seja, observar as contribuições que a
atividade a ser desenvolvida trará à sociedade. A justificativa, portanto, deve indicar:
1. O estágio de desenvolvimento dos conhecimentos referentes ao tema;
2. As contribuições que a pesquisa pode trazer com vistas a proporcionar respostas
aos problemas propostos ou a ampliar as formulações teóricas a esse respeito;
3. A relevância social do problema a ser investigado;
4. A possibilidade de sugerir modificações no âmbito da realidade abarcada pelo
tema.
Faz-se pertinente a justificativa tanto para o pesquisador como para os que
empreenderão algum financiamento para o projeto. Deve-se tomar o cuidado, na elaboração
da justificativa, de não se tentar justificar a hipótese levantada, ou seja, tentar responder ou
concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. A justificativa exalta a importância do
tema a ser estudado, ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal
empreendimento. Vejamos um exemplo de uma justificativa relativo ao seguinte tema:
Percepção de professores à inclusão de alunos especiais em uma escola pública do município
JUSTIFICATIVA
A lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96 que trata da educação especial, tem
como principal objetivo a inserção do indivíduo especial em qualquer ambiente de um dia
escolar.
A Secretaria de Educação Especial vinculada ao Ministério da Educação (MEC) tem
estimulado e oferecido apoio aos projetos de implementação da educação inclusiva, como o
objetivo de diagnosticar e obter propostas que podem proporcionar condição que favoreçam a
todos que estão inseridos no processo, especialmente, professores, alunos especiais e os não
especiais (ARANHA, 2004).
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Todavia, a bibliografia vem sendo publicada sobre o assunto, bem como o relato de
professores e diretores mostram que há muitas dificuldades neste processo. Por isto, este
projeto de pesquisa tem por finalidade avaliar a percepção dos professores durante o processo
de inclusão de alunos especiais de uma escola pública da cidade x.
5. OBJETIVOS (Para quê?)
Uma vez consciente da importância da pesquisa, o aluno cientista avança para as
metas a serem alcançadas; são os objetivos que são de natureza interna, ou seja, aqui não
interessa se o trabalho vai trazer ou não uma contribuição para a ciência, para a Faculdade,
para sociedade; mas o que se quer internamente explicar, resolver ou a que fim se quer chegar
com o trabalho.
Esses objetivos podem ser resumidos em um único parágrafo, transformando-se em
um objetivo geral, ou dividido em objetivos específicos. Quando aparecerem objetivos
específicos, estes devem vir em forma de alíneas.
Quer seja geral quer seja específico, devem ser escritos numa linguagem sintética, bem
objetiva, dando início a cada um deles com o verbo no infinitivo. Segue abaixo uma lista de
verbos que podem ser empregados:
Analisar, apontar, argumentar, aplicar, associar, avaliar, calcular, categorizar, citar, criar,
criticar, comunicar, comparar, classificar, conhecer, correlacionar, detectar, diagramar,
documentar, definir, diferenciar, distinguir, descriminar, destacar, desenvolver, demonstrar,
derivar, descrever, descobrir, deduzir, enunciar, enumerar, enunciar, escolher, escrever,
especificar, esquematizar, estabelecer, examinar, exemplificar, experimentar, expressar,
explicar, estruturar, extrapolar, estimar, empregar, formular, identificar, indicar, interpretar,
julgar, justificar, lembrar, listar, medir, mostrar, montar, nomear narrar, ordenar, operar,
padronizar, produzir, propor, provar, predizer, prever, praticar, questionar, relacionar, relatar,
reproduzir, reconhecer, registrar, reordenar, reorganizar, representar, selecionar, subdividir,
significar, sintetizar, separar, subdividir,
sublinhar, sumariar, solucionar, transformar.
Validar, verificar.
Observe os exemplos dos objetivos: geral e específico relativos ao tema acima
mencionado.
Objetivo Geral (define o que se pretende alcançar, possibilitando uma visão abrangente)
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Avaliar a percepção dos professores no processo de inclusão de alunos especiais em
uma escola pública do município x.
Objetivos Específicos (aplicação do objetivo geral a situações particulares (RUDIO, 1992,
p.47)
1. Verificar quais os cursos de capacitação que os professores fizeram antes do processo
de inserção dos alunos especiais;
2. Identificar os ajustes que se fizeram necessários na escola para receber os alunos
especiais;
3. Avaliar as facilidades e dificuldades que estão sendo vivenciadas pelos professores
após a inclusão dos alunos especiais nesta escola;
4. Averiguar se os equipamentos e materiais pedagógicos específicos foram adquiridos
pela escola.
7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A Fundamentação Teórica refere-se à literatura pertinente ao tema da pesquisa. Esse
levantamento bibliográfico deve ser feito com muito critério para que não seja um acréscimo
de livros que não possuam um conteúdo adequado ao objeto de pesquisa. Essa abordagem é
fundamental, sendo delineada através de uma construção lógica, com ideias bem coordenadas.
8. METODOLOGIA
Compreendendo que metodologia é o estudo dos métodos, este é o momento em que
se descreve com detalhes os diferentes métodos e técnicas que serão empregados para a
realização da pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado
(questionário, entrevista, etc.), o tempo previsto, formas de tabulação quando necessário,
todos os caminhos por onde se passará.
Que tipo de pesquisa você pretende realizar? Faz-se necessário informar a opção que
escolheu, se uma pesquisa de análise teórica, ou empírica com trabalho de campo ou de
laboratório; se uma pesquisa teórico-empírica, um estudo de caso, ou então, uma combinação
17
de dois tipos de pesquisa. Acrescenta-se, ainda, mencionar se levantará dados através da
pesquisa documental ou pesquisa bibliográfica.
8.1 Delineando a Pesquisa
Nas ciências Sociais os resultados das pesquisas dependerão da observação, entrevista,
questionário, estudo de caso.
8.1.1 Observação
A técnica de observação é uma das mais preciosas ferramentas na coleta de dados no
âmbito social. Para que essa técnica seja científica, é necessário que a observação seja
controlada e sistematizada. A observação poderá ser dada em diversos níveis, os mais
utilizados pelos pesquisadores são:
1- Observador Participante
Deve apresentar-se, expor sua intenção, ainda que possa inibir manifestações de
grande valia para o estudo (VIANNA, 2001). Entretanto, não deve interferir no
ambiente investigado.
2- Observador não Participante
Deixando o grupo livre para agir espontaneamente, ele não se apresenta, nem se
identifica; escondido atua como um espectador atuante (RICHARDSON et al.
1999).
3- Observador Participante e Ativo
Apresenta-se e expõe sua intenção ao grupo observado
8.1.2 Entrevista
De grande valor, a entrevista pode ser padronizada ou estruturada; despadronizada e
não estruturada. A padronizada segue um roteiro com perguntas selecionadas previamente. As
perguntas são fechadas com respostas já descritas selecionadas pelo entrevistador que objetiva
compará-las. Enquanto as perguntas despadronizadas são elaboradas durante o decorrer da
entrevista, o pesquisador é livre.
8.1.3 Questionário
18
Elaborado com questões abertas e fechadas. Respondidos na sua presença impede de
que não sejam devolvidos, porém pode inibir a espontaneidade. A linguagem deve ser
adequada ao tipo de população pesquisada.
9. CRONOGRAMA
O Cronograma é a previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de
acordo com as atividades a serem cumpridas. As atividades e os períodos serão definidos a
partir das características da cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho.
Os períodos podem estar divididos em dias, semanas, quinzenas, meses, bimestres, trimestres
etc.
10. RECURSOS
Normalmente as monografias, as dissertações e as teses acadêmicas não necessitam
que sejam expressos os recursos financeiros. Eles só serão inclusos quando o Projeto for
apresentado para uma instituição financiadora de Projetos de Pesquisa.
Os recursos financeiros podem está divididos em material Permanente, Material de
Consumo e Pessoal, sendo que esta divisão vai ser definida a partir dos critérios de
organização da cada um ou das exigências da instituição onde está sendo apresentado o
Projeto.
11. REFERÊNCIAS
As referências dos documentos, segundo a ABNT (NBR 6023: 2002; NBR 14724:
2002; NBR 6027: 2003; NBR 6028: 2003), consultados para a elaboração do projeto é
obrigatório. Nela normalmente constam os documentos e qualquer fonte de informação
consultados no Levantamento de Literatura.
12. ANEXOS
É uma informação colocada fora do corpo do trabalho e não representa elaboração do
autor, ou seja, é algo que foi obtido em outras fontes e apresentado da maneira que estava na
fonte original. Ex: mapas, leis, unidades de medida etc. Este item só é incluso caso haja
19
necessidade de juntar ao Projeto algum documento que venha dar algum tipo de
esclarecimento ao texto. A inclusão, ou não fica a critério do autor da pesquisa.
13. APÊNDICE
É uma informação do mesmo tipo do anexo, porém constitui elaboração do próprio
autor do trabalho. Ex.: detalhamento de partes do trabalho, cálculos de índices, fotos
produzidas dentro do trabalho pelo autor, questionários elaborados etc.
14. GLOSSÁRIO
São palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual
leitor, acompanhadas de definição. Não é um item obrigatório. Sua conclusão fica a critério
do autor da pesquisa, caso haja necessidade de explicar termos que possam gerar equívocos de
interpretação por parte do leitor. Recomenda-se que seja escrito no rodapé da página em que
foi citado.
ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ACADÊMICO – TCC
Apresentaremos a seguir, todos os elementos constituintes de uma monografia,
lembrando que, sempre o trabalho vai possuir elementos pré-textuais, os textuais e os póstextuais. Para ajudar, ainda existem os elementos de apoio ao texto, como citações, figuras,
quadro e tabelas, que servem para dar maior clareza e objetividade ao texto.A estrutura de
trabalhos acadêmicos compreende: parte externa e parte interna.
1. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
Os elementos pré-textuais são capa, folha de rosto, ficha catalográfica (no verso da
folha de rosto), folha de aprovação, resumo em língua vernácula, resumo em língua
estrangeira e o sumário. Elementos opcionais são a dedicatória, os agradecimentos e a
epígrafe, caso queiram utilizá-los deverão ser citados após a folha de aprovação. Na
sequência, vamos descrever detalhadamente cada um destes elementos.
1.1 CAPA (Cor azul Royal – letras douradas)
Elemento obrigatório, cujas informações devem figurar na seguinte ordem:
20
a) nome da instituição;
b) nome do autor;
c) Título do trabalho;
d) subtítulo se houver;
e) número de volumes (havendo mais de um, deve constar em cada capa a especificação do
respectivo volume);
f) local (cidade) da instituição onde o trabalho deve ser apresentado;
Letra da capa: caixa alta, centralizada, tudo em negrito.
21
Modelo: capa
Capa dura: letras douradas - cor azul royal
FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA
CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA
Tamanho da
fonte 14
ROSELY PEREIRA PONTES DE OLIVEIRA
A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS RELAÇÕES
INTERPESSOAIS
Tamanho da
fonte 16
Igarassu
2013
Tamanho da
fonte 14
22
Modelo: capa
Capa dura: letras douradas - cor azul royal
FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA
CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA
ROSELY PEREIRA PONTES DE OLIVEIRA
A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS RELAÇÕES
INTERPESSOAIS
IGARASSU
2012
23
6.2 FOLHA DE ROSTO
Folha de rosto é a folha que contém os elementos essenciais à identificação do
trabalho, ou seja:

Autor(es): quando houver mais de um, relacioná-los em ordem alfabética do
primeiro nome, começando na primeira linha da folha, fonte 14;

Título: claro e preciso, contendo palavras que identifiquem o seu conteúdo e
possibilitem a indexação e recuperação da informação, deve ser colocado no
meio da folha, negrito, fonte 16;

Subtítulo: se houver claramente subordinado ao título principal, precedido de
dois pontos (:);

Nota indicando a natureza acadêmica do trabalho (grau, área ou
disciplina): a unidade de ensino (departamento, curso, setor, escola ou
instituto, entre outros), seguida da indicação da turma entre parênteses, e a
instituição em que é apresentada – a parte correspondente a esse item deve vir
em entrelinhamento menor e estar a uma linha abaixo da última linha do título
(ou subtítulo, se houver). Deve ser digitados com alinhamento recuado a 7 cm
para direita. Fonte 10

Nome do(s) orientador (es) ou profesor(es) da disciplina: deve estar uma
linha abaixo da nota indicativa da natureza acadêmica do trabalho; Deve ser
digitados com alinhamento recuado a 7 cm para direita. Fonte 10

Local: cidade onde a instituição se situa, deve ser colocado na penúltima linha
da folha de rosto, fonte 14;

Data no formato: a que representa o ano, fonte 14.
Letra da folha de rosto: caixa alta, centralizada.
Veremos agora um modelo de folha de rosto com as especificações acima:
24
Modelo: Folha de rosto GRADUAÇÃO
KARINE JAMILLE ROCHA DE MORAES NASCIMENTO
A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS RELAÇÕES
INTERPESSOAIS
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à
Faculdade de Teologia Integrada no programa de
Graduação em Teologia, para obtenção do grau de
Bacharel em Teologia.
Área de Concentração: Psicologia Pastoral
Orientadora: Profª. Ms Rosely Pereira P. de
Oliveira
IGARASSU
2012
25
Modelo: Folha de rosto PÓS-GRADUAÇÃO
KARINE JAMILLE ROCHA DE MORAES NASCIMENTO
A QUESTÃO DA AFETIVIDADE NA RELAÇÃO
ENSINO-APRENDIZAGEM
Trabalho de Monografia apresentado à Faculdade de
Teologia Integrada no programa de Pós-Graduação
“Lato Sensu” em Psicopedagogia Institucional, para
obtenção
do
grau
de
Especialista
em
Psicopedagogia.
Área de Concentração: Ensino
Orientadora: Profª. Ms Rosely Pereira P. de Oliveira
IGARASSU
2012
26
6.3 FICHA CATALOGRÁFICA
No verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica, conforme o Código de
Catalogação vigente. Recomenda-se que seja elaborada e impressa após a aprovação do
trabalho. A biblioteca é responsável de orientar a ficha catalográfica para todos os alunos da instituição
procure a bibliotecária através do email [email protected]
Dados necessários para elaboração da ficha catalográfica:
Folha de rosto, resumo com as palavras chave, número de páginas, telefone e e-mail para possível
contato.
27
Modelo: ficha catalográfica
OLIVEIRA, ROSELY PEREIRA PONTES
A influência do protestantismo na educação do Colégio Americano
Batista em Pernambuco. Rosely Pereira Pontes de Oliveira; Orientador: Dr.
Paulo Mendes Pinto, Co-Orientador: Dr. Inácio Reinaldo Strieder. LisboaPT- 2012.
150 f.
Dissertação (Mestrado). Faculdade de Ciências Políticas, Lusofonia e
Relações Internacionais da Universidade Lusófona de Humanidade e
Tecnologia-ULHT. Programa de Pós-graduação em Ciências da ReligiãoÁrea de Concentração: Ensino Religioso Cristão.
1-Educação.2-Ensino religioso.3-Transcendência.4-Diálogo interreligioso
28
6.4 FOLHA DE APROVAÇÃO
Elemento obrigatório, colocado logo após a folha de rosto, constituído pelo:
a) nome do autor do trabalho,
b) título e subtítulo (se houver),
c) natureza, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração, e
d) data de aprovação,
e) nome, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a
que pertencem. A data de aprovação e assinatura dos membros componentes da banca
examinadora são colocados após aprovação do trabalho.
29
Modelo: folha de aprovação
KARINE JAMILLE ROCHA DE MORAES NASCIMENTO
A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS RELAÇOES INTERPESSOAIS.
Trabalho de Monografia apresentado à Faculdade de
Teologia Integrada no programa de Pós-Graduação
“Lato Sensu” em Psicopedagogia Institucional, para
obtenção
do
grau
de
Especialista
em
Psicopedagogia.
Orientadora:
Área de Concentração: Ensino
Data de Aprovação: 30 de novembro 2013
Resultado: _____________
BANCA EXAMINADORA
Rosely Pereira P. de Oliveira
Universidade Lusófona de Humanidades
Profª Msa
_______________
Jarbas de Araújo Gomes
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Profª Ms
_______________
Inácio Reinaldo Strieder
Universidade Federal de Pernambuco
Profª Dr.
_______________
30
6.5 RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA– NBR 6028
Elemento obrigatório, constituído de uma sequência de frases concisas e objetivas e
não de uma simples enumeração de tópicos. Em trabalhos acadêmicos deve conter cerca de
250 palavras, seguindo logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho,
isto é, palavras-chave e/ou descritores separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto
(NBR 6028). Ressalta-se o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A
primeira frase deve ser significativa e usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do
singular. Dependendo do tipo de documento, pode ser: crítico, indicativo ou informativo.
Em um único parágrafo, modo justificado, sendo que na primeira linha deve estar expresso o
assunto tratado.
Palavras-chaves: devem-se colocar três palavras que representem o assunto tratado
no trabalho, separadas por ponto final.
6.6 RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
Elemento obrigatório, que consiste em uma versão do resumo em vernáculo, em
idioma de divulgação internacional (em inglês Abstract, em castelhano Resumen, em francês
Résumé).
Sem abertura de parágrafo, modo justificado, sendo que na primeira linha deve estar
expresso o assunto tratado.
6.7 SUMÁRIO
Sumário é a enumeração dos capítulos, seções ou partes do trabalho, na ordem em que
aparecem no texto, indicando suas subordinações, bem como as folhas em que se iniciam.
Elemento obrigatório, cujas partes são acompanhadas(s) do(s) respectivo(s) número(s)
da(s) página(s). É a enumeração das divisões, seções e outras partes de uma publicação, na
mesma ordem e grafia que aparece no texto. Os elementos pré-textuais não aparecem no
sumário. É o último elemento pré-textual; a palavra sumário é centralizada e digitado com a
mesma fonte utilizada para as seções primárias. Havendo mais de um volume, em cada um
deve constar o sumário completo do trabalho, conforme a NBR 6027.
31

Em folha distinta, após o resumo em língua estrangeira;

Relacionando os títulos dos elementos pós-textuais, sem indicativo de numeração;

Relacionando os títulos dos elementos pré-textuais, dos elementos textuais (dos
capítulos, das seções ou das partes) e dos elementos pós-textuais com o mesmo padrão
gráfico empregado no texto;

Cada capítulo, seção ou parte deve apresentar os seguintes dados: indicativo numérico,
quando houver; título; número da folha inicial, ligado ao título por uma linha
pontilhada.
32
7. ELEMENTOS TEXTUAIS
Esta é a parte principal do trabalho monográfico. É o texto do trabalho propriamente
dito. Você pode dividi-la em quantos tópicos forem necessários para dar lógica e articulação
adequada ao tema que pretende defender. Não existe exatamente uma norma rígida que
oriente a construção desta seção, porém, ela deve ter uma introdução, um desenvolvimento e
uma conclusão.
7.1 INTRODUÇÃO
A introdução diz respeito ao próprio conteúdo do trabalho: sua natureza, sua
justificativa (o por quê da realização da pesquisa, sua relevância), seus objetivos gerais e
específicos e, em alguns casos, também sua metodologia ( o pesquisador irá definir onde e
como será realizada a pesquisa. Definirá o tipo de pesquisa – estudo de caso, pesquisa
bibliográfica, pesquisa documental, pesquisa experimental, etc. - , os instrumentos de coletas
de dados). A introdução não pode ser dispensada, pois é parte integrante do desenvolvimento
do trabalho científico.
Na introdução, deve-se anunciar a ideia central do trabalho, delimitando o ponto de
vista enfocado em relação ao assunto e à extensão; deverá situar-se o problema ou o tema
abordado, no tempo e no espaço.
Nesta parte do trabalho, deve ser enfocada a relevância do assunto no sentido de
esclarecer seus aspectos obscuros, bem como da contribuição do mesmo para uma melhor
compreensão do problema.
33
7.2 DESENVOLVIMENTO
Nesta parte, o autor deve preocupar-se em apresentar o trabalho resultante de sua
pesquisa. Isto implica uma apresentação clara, lógica e objetiva dos seus resultados, sejam
eles negativos ou positivos. Para a apresentação, o autor poderá fazer uso de diversas
ferramentas, como estatísticas, tabelas, gráficos e outros, de forma a complementar o texto e
amparar as análises discutidas.
A apresentação do tema é a parte mais livre do trabalho monográfico, pois é neste
momento que o autor pode argumentar sobre o tema e inferir determinadas conclusões.
Contudo, lembramos que a argumentação deve ser sólida, bem fundamentada, além de seguir
uma sequência lógica e coerente.
7.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
34
A conclusão deve limitar-se a um posicionamento sintetizado da argumentação
desenvolvida no corpo do trabalho. Lembramos que a conclusão deve estar toda
fundamentada na pesquisa. Ela deve ser breve, podendo incluir recomendações ou sugestões
para outras pesquisas na área. A conclusão deve apresentar as respostas aos objetivos
estabelecidos para o trabalho.
8. ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
8.1 REFERÊNCIAS
A referência é “o conjunto de elementos que permitem a identificação, no todo ou em
parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de material” (ABNT apud
SILVA; ALMEIDA; FISCHER, 1998, p. 51).
Elemento obrigatório, que consiste em um conjunto padronizado de elementos
descritivos retirados de um documento, que permite sua identificação individual, conforme a
NBR 6023, mesmo mencionados em notas de rodapé.
A referência deve ser exata, precisa e completa, para que possa atingir seu objetivo.
Neste sentido, ela se divide em elementos essenciais, indispensáveis à identificação de
publicações mencionadas em qualquer trabalho, e de elementos complementares, que
permitem caracterizar melhor as publicações referenciadas no mesmo.
As referências devem ser colocadas em ordem alfabética dentro das normas técnicas
especificadas. Em território brasileiro utiliza-se a ABNT (Associação Brasileira de Normas
Técnicas) para normatizar as referências apontadas durante o trabalho. É importante ressaltar
que cada tipo de material possui o seu próprio modelo de apresentação.
Exemplo:
PINKER, Steven. Como a mente funciona. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
O sobrenome do autor, em maiúsculas, vem na frente do nome, mas separado por
vírgula;
O título do livro deve ser colocado em negrito;
35
Segunda edição;
Local da publicação;
Editora;
Ano da edição.
Abaixo veremos uns modelos de referências de acordo com cada obra:
8.1.1 Revistas
(CONSIDERADOS NO TODO)
ARQUIVOS BRASILEIROS DE PSICOLOGIA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
1949.
(CONSIDERADOS EM PARTE)
TÍTULO DA REVISTA. Título do fascículo, suplemento ou número especial. Local: órgão
responsável, número do volume, número do fascículo, data. Número total de páginas do
fascículo, suplemento ou número/edição especial. Nota indicativa do tipo de fascículo.
VEJA. Guia da copa. São Paulo: Abril, v. 31, n. 23, 1998. 154 p. Especial.
8.1.2 Livro
(COM UM AUTOR)
LEITE, Eduardo de O. A monografia jurídica. 2. ed. Porto Alegre: Fabris, 1987.
(COM DOIS OU TRÊS AUTORES)
LEME, M. A. de T.; MARTINS, M. S.; SOUZA, M. I. F. Normas de referenciação e
descrição bibliográfica para o Sistema Embrapa de Informação. Brasília: Embrapa, 1996.
(COM MAIS DE TRÊS AUTORES)
SÁ, E. S. et al. Manual de normalização de trabalhos técnicos, científicos e culturais. 2.
ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
36
8.1.3 Livro traduzido
SENNERT, R. A cultura do novo capitalismo. Tradução de Clóvis Marques. Rio de Janeiro:
Record, 2006.
8.1.4 Jornais
(CONSIDERADOS NO TODO)
TÍTULO DO JORNAL. Local da publicação: Entidade responsável, Data.
FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo: RBS, 05 de jun. 2001.
(CONSIDERADOS EM PARTE)
TÍTULO DO JORNAL. Título do fascículo, suplemento ou número especial. Local: órgão
responsável, número do volume, número do fascículo, data. Número total de páginas do
fascículo, suplemento ou número/edição especial. Nota indicativa do tipo de fascículo.
FOLHA DE SÃO PAULO. Aonde vai a nossa água. São Paulo: Folha de São Paulo, n. 747,
24 abr. 1989, 14 p. Caderno Quero Mais.
8.1.5 Artigos em revistas
(COM AUTOR)
AUTOR do artigo. Título do artigo. Título da revista, Local da publicação, número do
volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data.
ALMEIDA, C.; MONTEIRO, M. Descrição de duas novas espécies (Homóptera). Revista
Brasileira de Zoologia, Curitiba, v. 9, n. 1/2, p.55-62, mar./jun. 1992.
(SEM AUTOR)
TÍTULO do artigo. Título da revista. Título do fascículo, suplemento. Local da publicação:
Órgão responsável, volume, fascículo, página inicial e final, data.
37
METODOLOGIA do índice nacional de preços ao consumidor – INPC. Revista Brasileira
de Estatística. Rio de Janeiro: IBGE, v. 41, n. 162, p. 323-330, abr./jun. 1980.
8.1.6 Bíblia
BÍBLIA. Língua. Título. Tradução ou versão. Edição. Local: Editora, ano.
(EXEMPLO DA BÍBLIA CONSIDERADA NO TODO):
BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Trad. João Ferreira de Almeida. 34 ed. São Paulo:
Sociedade Bíblica do Brasil, 1982.
(EXEMPLO DA BÍBLIA CONSIDERADA EM PARTES):
BÍBLIA, N. T. João. Português. Bíblia Sagrada. Reed. Versão de Antônio Pereira de
Figueiredo. São Paulo: Ed. Das Américas, 1950. Cap. 12, vers. 12.
8.1.7 Referências eletrônicas
AUTORIA. Título. Referência completa (se publicado). Disponível em: <endereço
eletrônico>. Acesso em: data (dia, mês, ano). Atenção, o mês é abreviado pelas três primeiras
letras, exceto “maio”, que não se abrevia.
(EXEMPLO SEM AUTOR):
ECONOMIANET. Fisiocracia: a concepção natural de excedente. Disponível em:
http://www.economiabr.net/economia/1_hpe3.html>>. Acesso em: 17 abr. 2005.
(EXEMPLO COM AUTOR):
ASHLEY, Patrícia A. Gestão ecocêntrica e consumo responsável: desafios para a
responsabilidade social corporativa. Disponível em: http://www.nd.edu/~isbee/papers/ashley.
doc> Acesso em: 15 dez. 2007.
8.2 GLOSSÁRIO
Glossário é a relação, em ordem alfabética, de palavras ou expressões de uso restrito ou de
sentido obscuro, acompanhadas das respectivas definições, com o objetivo de esclarecer o
leitor sobre o significado dos termos empregados no trabalho.
8.3 ANEXOS
38
Texto(s) ou documento(s) não elaborado pelo autor. Elemento opcional. São
identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
Exemplo:
ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas
em regeneração - Grupo de controle I (Temperatura ...)
ANEXO B - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas
em regeneração - Grupo de controle II (Temperatura ... )
39
40
41
42
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação.Rio de Janeiro,
2003.
______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro,
2003.
______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio
de Janeiro, 2002.
______. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. Rio de
Janeiro, 2005.
AZEVEDO, I. B. de. O prazer da produção científica. 5.ed. Piracicaba:Unimep, 1997.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas em pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. São Paulo: Atlas, 1993.
43
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Apostila - Metodologia Científica