Nº 36 Ano 6 Agosto/Setembro/Outubro 2009 sOLUçÕEs BR – Nº 36 – Ano 6 – Agosto/setembro/Outubro 2009 MINERAçãO Jazidas de bons negócios NOVOs pARcEIROs produtos químicos para o celeiro do Brasil BR AVIATION Expansão internacional P A L A V R A B R O Brasil já está se recuperando do impacto da crise financeira internacional, deflagrada no final do ano passado. O Índice de Confiança do Consumidor da Fundação Getúlio Vargas voltou a subir no mês de setembro, alcançando o maior nível desde maio de 2008; a inadimplência com cheques voltou ao nível pré-crise, segundo a Serasa; o juro no empréstimo pessoal é o menor desde 2004, de acordo com o Procon; o Ministério do Trabalho está calculando que fecharemos 2009 com a criação de 1,1 milhão de novos empregos e a estimativa de crescimento do PIB brasileiro em 2010 foi elevada em níveis significativos. É neste cenário que a Petrobras Distribuidora vem superando desafios e realizando novas conquistas: continuamos a crescer e consolidamos nossa liderança em praticamente todos os segmentos. Nesse período, reforçamos nossa atuação junto a importantes clientes, como o caso das grandes mineradoras. Elas estão expandindo sua produção apoiadas em soluções oferecidas pela BR para o abastecimento de combustíveis e para a geração de energia. Também vamos cada vez mais fundo na área offshore, onde conquistamos novos clientes a partir da intensificação das atividades exploratórias com as descobertas do Pré-sal. Ampliamos igualmente nossa rede de parceiros comerciais na área de produtos químicos – em especial no segmento de aviação – a fim de viabilizar a entrega de nossos produtos e serviços em todos os pontos do Brasil. Com a mesma busca pela excelência, continuamos fiéis ao nosso compromisso de antecipar a evolução do setor de asfalto, através da qualificação contínua de nossos profissionais. Além de nossos negócios, estamos comprometidos com o acesso da população à produção cultural brasileira, por meio de ações como o Programa BR de Cultura e o Cinema BR em Movimento, que, nesta edição, traz um vídeo sobre a questão da violência e da exploração sexual de crianças e adolescentes. Também é com orgulho que festejamos os cinco anos da integração da Liquigás aos nossos negócios. Nesse período, ela inovou e cresceu rumo à liderança no segmento de gás liquefeito de petróleo (GLP), consolidando um market share de 22,5%. Hoje são 35 milhões de consumidores, atendidos por uma infraestrutura completa formada por 21 unidades industriais de engarrafamento, 19 depósitos de armazenamento e uma rede de aproximadamente quatro mil revendedores. Diante disso só podemos desejar: que venham novos desafios! Foto Geraldo Falcão Novos tempos, novos desafios José Lima de Andrade Neto Presidente da Petrobras D istribuidora Entrevista alex messias 3 sem licensa para acomodação .................................................................. Corporativo 8 No rumo certo .................................................................. Reportagem de Capa 10 Uma mina de bons negócios .................................................................. Novos Clientes .................................................................. Marketing de Relacionamento Energia 29 Geração renovada .................................................................. Grandes consumidores 31 Linha direta .................................................................. Patrocínio Esportivo Produtos Químicos 36 expansão no agronegócio 38 Convite à excelência .................................................................. Aviação 40 além da fronteira 43 Brasil adentro .................................................................. Qualificação 46 Caminho pavimentado .................................................................. Lubrificantes 48 parceria azeitada .................................................................. Sumário Sistema Petrobras Luiz Claudio Caseira Sanches DIRETOR FINANCEIRO Nestor Cuñat Cerveró DIRETOR DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA José Zonis Alex Messias Antônio Carlos Alves Caldeira Edson Chil Érica Saião Caputo Francelino da Silva Paes Gilce Oliveira de Sant’Anna Hévila Aparecida Arbex Luis Marcelo Freitas Marco Antonio de Oliveira do Couto Sandra Braga Nery GERENTE DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Sylvia Sampaio Lopo GERENTE DE IMPRENSA E RECURSOS INFORMATIVOS Marcelo Siqueira Campos EDITORA CiNCo aNos de iNteGRaÇÃo Foto Banco de imagens Petrobras DIRETOR DA REDE DE POSTOS DE SERVIÇO CONSELHO EDITORIAL 32 emoções na quadra .................................................................. Beatriz Cardoso PRODUTORA Fernanda Conde Novaes REPORTAGEM Diogo Ferreira Gomes e Victor Dawes Abramo REVISÃO 50 .................................................................. Rede de Postos 55 presença em dose dupla .................................................................. Patrocínio Cultural 57 o espetáculo já começou .................................................................. Responsabilidade Social 59 Coisa de cinema .................................................................. Opinião 61 energia e emissões: desafios para o transporte do futuro .................................................................. Cenários .................................................................. 2 José Lima de Andrade Neto Andurte de Barros Duarte Filho .................................................................. 64 sucesso planejado P etrobras d istribuidora s.a. DIRETOR DE MERCADO CONSUMIDOR 20 Na rota capixaba 25 tecnologia e responsabilidade ambiental BR em Boa Companhia da PRESIDENTE 18 Combustível para operações offshore 62 Novo marco regulatório P ublicação Mariflor Rocha PROJETO GRÁFICO Marcelo Pires Santana / Paula Barrene de Artagão DIAGRAMAÇÃO Trama Criações de Arte PRODUÇÃO GRÁFICA Sérgio Murilo Silva Gomes FOTOS Agência Pedra Viva, Arquivo BR e Banco de Imagens Petrobras FOTO DE CAPA Flavia Valsani Produzida Por Trama Criações de arTe LTda. TIRAGEM 9 mil exemplares ENTREVISTA Sem licença para acomodação ALEX MESSIAS Foto Beatriz Cardoso Gerente de Marketing de Transporte O novo titular da Gerência de Marketing de Transporte (GMTR) da Petrobras Distribuidora, Alex Messias, acredita que seu principal desafio será antecipar-se às tendências do mercado, não só descobrindo novos nichos de atuação, mas também refinando os processos de fidelização de frotas e alavancando as vendas de especialidades para o segmento marítimo 3 ENTREVISTA A lém do seu carro-chefe, o Controle Total de Frotas (CTF BR), maior e mais completo programa de fidelização que se tem notícia, a GMTR continuará trabalhando na ampliação do seu portfólio de serviços, incluídos aí o Projeto Embarcador e o Lubrax System. No segmento marítimo, a intenção é ampliar a atuação nos terminais aquaviários com ênfase nos segmentos offshore e pesqueiro, sem esquecer da navegação de longo curso e de cabotagem. Soluções BR – Qual o maior desafio da GMTR? Alex Messias – Posso destacar três grandes desafios. O primeiro é refinar e integrar ainda mais o Controle Total de Frotas (CTF) à atividade diária da BR, um programa de fidelização que, até onde se sabe, é o maior e mais completo do mundo. O segundo desafio é na área marítima, para atender à demanda crescente por produtos e serviços já existentes e que, em médio e longo prazo, poderão ser amplamente majorados na exploração do pré-sal. Finalmente, teremos de nos estruturar, em todo o país para, a partir de 2012, atender à obrigatoriedade em todas as regiões metropolitanas do uso do óleo diesel S-50, além do diesel S10 (10 ppm – partículas por milhão – de enxofre) que deverá estar disponível em todo o território nacional para atender à nova geração de veículos médios e pesados (ônibus e caminhões). Soluções BR – Como o CTF BR pode ser melhor dimensionado? Alex Messias – Antes de mais nada, os sistemas da CTF precisam de uma maior integração com os sistemas informatizados da própria BR. Compatibilizar esses sistemas para que eles possam se “falar” – sem fa- 4 lhas de comunicação – é fundamental. Atualmente temos pequenas lacunas entre as duas plataformas que precisam ser eliminadas. Já estamos trabalhando no tratamento dessas pendências com vistas a resolvê-las dentro do próximo mês. O CTF é o nosso carro-chefe, um sucesso sem precedentes, mesmo quando olhamos mais além das fronteiras, para serviços similares em outras partes do mundo. Nossos números falam por si. Hoje temos nada menos do que 2.710 frotas contratadas, o que representa o monitoramento de mais de 140 mil veículos e um abastecimento de 120 mil m³ de combustí- “o CTF alcançou a marca de 702 postos de revenda e 1.200 pontos de abastecimento em todo o país” veis por mês, passando pelo sistema. No mês de setembro, por exemplo, o CTF alcançou a marca de 702 postos de revenda e 1.200 pontos de abastecimento credenciados em todo o país. Estudos recentes mostram que a utilização do monitoramento remoto de frotas reduz em até 30% o consumo de combustível, o que faz uma diferença enorme nos resultados das transportadoras. Soluções BR – Se é um sucesso tão grande, por que precisa ser aperfeiçoado? Alex Messias – Na verdade não chega a ser uma mudança estrutural, mas sim a adoção de uma atitude de marketing mais agressiva, para agre- gar novos clientes (que tenham volume e perfil para ser atendido pelo CTF) e ampliar nossos serviços. Percebemos que o CTF entrou numa espécie de zona de conforto, e isso não nos agrada. Mesmo sendo um marco no segmento, é preciso continuar crescendo e atendendo melhor. Afinal, essa é a forma de atuar de todo o Sistema Petrobras, está em nosso DNA. A manutenção da liderança é um desafio que nos leva sempre à frente, sempre em busca do melhor desempenho, da excelência em nossos serviços. A liderança não nos dá licença para acomodação. Precisamos seguir sempre em busca de novas tecnologias e da otimização de nossos métodos operacionais. E é isso que estamos fazendo. Soluções BR – Por que a implementação do novo diesel S-10 demanda uma estruturação tão grande? Alex Messias – Em primeiro lugar, precisamos entender bem como esse processo se dará. De acordo com regulamentação do Ministério dos Transportes, todos os veículos de transporte (caminhões e ônibus de médio porte a pesados) fabricados a partir de 2012 serão obrigados a utilizar o diesel S10, mais limpo, menos poluente, por ter apenas 10 partículas por milhão (ppm) de enxofre. Atualmente, o diesel metropolitano (S500) vem sendo substituído gradativamente pelo diesel S50. O diesel interior (S1800) teve uma redução no seu teor de enxofre no início deste ano, passando de 2.000 ppm de enxofre para 1.800 ppm e será inteiramente substituído pelo diesel S500 até 2014. Na verdade, o S50 já vem sendo introduzido gradativamente nas regiões metropolitanas desde 2008, devido ao acordo fechado entre a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Foto Rogério Reis Devido ao enorme potencial do transporte marítimo e fluvial no país, este segmento é estratégico para a BR, que é a única distribuidora presente em todo o território nacional Biocombustíveis (ANP), o Ministério Público, a Petrobras e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O que estamos vivendo é um novo paradigma nesse mercado, indo além da qualidade do produto: a preocupação com a emissão que o produto produz. Precisamos nos preocupar com o que foi estabelecido pelo Ministério dos Transportes. E a BR, assim como todo o Sistema Petrobras, tem a missão de atuar de forma social e ambientalmente responsável; logo, vamos trabalhar para estarmos – como sempre estivemos – rigorosamente dentro da lei. Soluções BR – Como a BR vai se preparar para abastecer todo o mercado? Alex Messias – Vamos acompanhar com muita atenção, passo a passo, todas as fases da implantação desses novos combustíveis. Volto a dizer: temos que atender à determinação dos entes fiscalizadores e garantir que o processo obedeça às rigorosas normas de segurança e qualidade estabelecidas pelo Sistema Petrobras. Portanto, temos uma enorme tarefa pela frente, porque teremos de fazer esse acompanhamento em todo o país, o que certamente exigirá uma estrutura ao mesmo tempo flexível e eficiente. Soluções BR – O que há de tão desafiante no segmento marítimo? Alex Messias – O extenso litoral brasileiro e a vasta rede hidroviária do país oferecem enorme potencial para utilização econômica do transporte marítimo e fluvial. Mais de 350 milhões de toneladas são transportadas anualmente por esse modal no país, equivalente a 11,72% do movimento de carga registrado no país. Entretanto, esse meio de transporte ainda não é totalmente explo- rado em razão dos investimentos iniciais exigidos e, principalmente, por ser um meio de transporte considerado “lento”. Com a recente privatização do sistema de navegação de cabotagem no país, espera-se maior volume de investimentos no setor. Já são 24 empresas autorizadas a operar pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e esse número deve crescer ainda mais. A frota geral de cabotagem já chega a quase duas centenas de embarcações. Os portos com maior frequência são Santos, Rio de Janeiro, São Sebastião, Paranaguá, Tubarão, Rio Grande, Salvador, Fortaleza, Vitória e Recife (Suape). A evolução da movimentação de contêineres nos portos brasileiros mostra que a navegação de cabotagem vem passando por um incremento constante. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma), só 5 ENTREVISTA nos últimos cinco anos, o aumento foi de 350%. Com relação às hidrovias, duas estão especialmente impulsionando o transporte fluvial no interior do Brasil e com os países vizinhos do Sul e Sudeste: as hidrovias do ParanáParaguai e do Tietê-Paraná, esta última também chamada “Hidrovia do Mercosul”. Soluções BR – Sendo assim, há um enorme potencial para desenvolver as vendas neste segmento, certo? Alex Messias – Atender a esse segmento é não só responsabilidade da BR, já que somos a distribuidora líder de mercado e a única a estar presente em todo o território nacional, como também nossa obrigação. De fato, a criação da Secretaria Especial da Aquicultura e Pesca do governo federal em 2003 – e que recentemente ganhou status de ministério – visava dar um novo impulso e mais competitividade à atividade. Para isso, foram criados instrumentos como a Subvenção Econômica ao Preço do Óleo Diesel e o Programa Nacional de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional (Profrota). Alguns números do Ministério da Pesca dão uma dimensão do quanto esse mercado é promissor e de sua relevância para nossa economia: a frota pesqueira marinha e estuarina que opera no litoral brasileiro, tanto na zona costeira quanto na pesca oceânica, está estimada em torno de 30 mil embarcações, 10% das quais, consideradas de médio e grande porte, e conhecidas como frota industrial. Essa frota considerada industrial, com tripulação média de 10 pescadores por embarcação, emprega em torno de 30 mil pescadores, ressaltando-se que o parque industrial, conforme mencionado 6 anteriormente é composto por cerca de 300 empresas relacionadas à captura e ao processamento. O Brasil é hoje apenas o 27º produ tor mundial de pescados, atrás de países como Chile, Peru e Argentina. Nosso consumo anual de pescado é de 6 kg/habitante/ano e, segundo a Food and Agriculture Organization (FAO), os produtos pesqueiros devem ter um consumo mínimo de 12 kg/habitante/ano graças às suas excelentes qualidades nutricionais. O setor é ainda responsável pela ge ração de aproximadamente 800 mil empregos diretos. A BR, como fornecedora de insumos e também de serviços, pode ajudar a alavancar significativamente a economia da pesca. Soluções BR – Como será a relação com a Petrobras? Alex Messias – No segmento de combustíveis, a Petrobras, nossa controladora, atua basicamente no atendimento a navios de longo curso. Portanto, será fundamental o diálogo com ela. Há toda uma gama de embarcações que podemos atender e que atualmente estão na mão de traders e agenciadores. A BR pode, e vai ocupar esse espaço. Já no ramo de lubrificantes marítimos, a BR é líder de mercado, com forte presença em todos os segmentos. Nosso grande trunfo é o contrato de licenciamento com a BP Marine, garantindo tecnologia de ponta para a linha Marbrax, que está aprovada nos principais fabricantes mundiais de motores marítimos. Trata-se de um baita diferencial tecnológico. Soluções BR – O que já vem sendo feito? Alex Messias – Estamos tentando melhorar os segmentos que já atendemos. Cabe à nossa Gerência de Vendas de Produtos Marítimos (GV- MAR) coordenar a comercialização de lubrificantes para todo o segmento marítimo e de combustíveis para a navegação de apoio e também para as empresas que atuam na exploração de petróleo offshore. Hoje a GVMAR tem como principais clientes a Transpetro (Petrobras Transportes S/A), a Marinha do Brasil e a própria BP Marine. Estamos ampliando nossa estrutura de armazenagem e entrando com operação no Depósito de Produtos Marítimos de Macaé (Demac), que irá reforçar e otimizar o atendimento das demandas de lubrificantes para plataformas e embarcações de apoio que atuam na Bacia de Campos. Soluções BR – Por falar em Bacia de Campos, como a BR encara o desafio de atender à demanda que inevitavelmente irá surgir com a exploração da camada de pré-sal? Alex Messias – Vale lembrar que a navegação de apoio marítimo é realizada por embarcações especializadas, em apoio às atividades de exploração e produção de petróleo no mar. Para a realização dessa atividade, basicamente contratada pela Petrobras, são investidos anualmente cerca de US$ 450 milhões. As empresas brasileiras de navegação que operam nesse segmento são responsáveis por cerca de 15% desse montante. A frota de supply (apoio à atividade offshore) é de uma centena de navios, enquanto o número de rebocadores e empurradores é três vezes maior. O atendimento às demandas que irão surgir com a exploração do pré-sal será um desafio abissal, tanto em termos do volume de diesel e lubrificantes, como também com relação à logística que será necessária para suprir as necessidades das plataformas e embarcações. Não Foto Geraldo Falcão podemos esquecer que alguns pontos de exploração estarão localizados a mais de 300 km da costa. No entanto, essa é uma situação que será enfrentada apenas no médio e longo prazos (em cerca de 8 ou 10 anos) e por isso a BR, assim como todos os outros atores envolvidos, terá tempo de se preparar bem para enfrentá-la com eficiência e responsabilidade. Soluções BR – Mudando de foco, no que consiste o Projeto Embarcador? Alex Messias – O Projeto Embarcador foi originalmente desenvolvido para fornecer combustível e prestar serviços a um dos mais importantes setores da economia nacional: a indústria de papel e celulose. O Embarcador possibilita a criação de uma infraestrutura própria de abastecimento de combustível para os veículos de transportadores de ma deira. As indústrias necessitam trans portar as madeiras até as fábricas para processamento. A BR instala na fábrica um tanque de arma zenamento de óleo e um ponto de abastecimento dotado de CTF BR. O Embarcador reduz substancialmente os custos das empresas, pois além do controle de combustível dispensa a manutenção de pequenos tanques de armazenagem. Com um consumo mais elevado, as companhias conseguem negocia ções mais vantajosas e a BR ganha na fidelização. Além disso, veículos que estiverem longe do ponto de abastecimento são atendidos por caminhões-comboio. Entre os clientes dessa solução estão a Votorantim, a Aracruz, a Suzano, a Cenibra (Celulose Nipo-Brasileira) e a Veracel (associação entre a Aracruz e a Stora Enso), os principais players desse mercado. Para se ter Atuar regionalmente para atender as demandas dos clientes locais, em qualquer ponto do país, é a estratégia da GMTR para manter a liderança na área de transporte uma ideia da importância desse setor para a economia brasileira, dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel dão conta de que o Brasil já é o quarto maior produtor mundial de celulose e o 11º de papel, gerando mais de 100 mil empregos diretos e outros 500 mil indiretos e divisas de quase US$ 6 bilhões em exportações. liderança nacional, precisamos atuar regionalmente de forma orquestrada, de maneira a sempre atender às demandas dos clientes locais, seja onde for e com as ferramentas adequadas a obtermos as melhores negociações. É uma oportunidade de consolidar nossa liderança na área de serviços e ganhar clientes onde for possível. Soluções BR – O Embarcador atende a grandes clientes, mas, por outro lado, a GMTR tem no seu foco um segmento muito capilarizado co mo é o de transporte. Como garantir a liderança nesse mercado? Alex Messias – O segmento de transporte não se organiza da mesma forma que o industrial. É um mercado bem mais competitivo. Não tem gran de concentração e está ao sabor da mudança dos ventos da economia e sujeito a todas as dificuldades logísticas que existem no Brasil. É o marketing do corpo a corpo, porque concorremos com todo o tipo de companhia distribuidora e não pode mos baixar a guarda. Soluções BR – Que palavras finais você gostaria de deixar para os parceiros e clientes? Alex Messias – A GMTR vai buscar não só a conquista de novos clientes e mercados, mas também procurará consolidar e melhorar a relação com os atuais. Distribuição é basicamente logística, ponto de venda e volume. Você deve ter condições de oferecer a quantidade de produto que o cliente precisa, no local exigido e com a melhor e mais econômica solução. Mas apenas isso não basta. Hoje em dia é preciso agregar valor à venda, oferecendo serviços sob medida para cada necessidade e, por último, mas não menos importante, manter a relação de parceria e confiança que já é tradicional entre a BR e seus clientes. Soluções BR – Qual será a estratégia nesse caso? Alex Messias – Para mantermos a 7 CORPORATIVO No rumo CERTO José Lima de Andrade Neto assume a presidência da Petrobras Distribuidora comprometendo-se a Foto Agência Petrobras de Notícias aprimorar o modelo de gestão que tem levado a Companhia a atingir êxito crescente nos resultados O presidente da BR, José Lima Neto, ao lado de José Eduardo Dutra, recebe os cumprimentos do ministro Edison Lobão e do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli A estratégia que tem assegurado à Petrobras Distribuidora seguir adiante na liderança do setor de combustíveis, tendo como marcas registradas a excelência e a inovação nos produtos e serviços que disponibiliza para o mercado será reforçada. Esta é a promessa do engenheiro químico José Lima de Andrade Neto, de 53 anos, que assumiu a presidência da Companhia no dia 20 de agosto. 8 José Eduardo Dutra entregou o comando ao novo executivo, em solenidade realizada na sede da Companhia, no Rio de Janeiro, com a presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, diretores da Petrobras, da BR e de outras empresas do Sistema Petrobras, além de dirigentes de órgão públicos, sindicatos e empresas ligadas ao setor de energia. José Lima de Andrade Neto afirmou que a gestão que se inicia tem a meta de continuar alcançando êxito nos resultados e tornar a Companhia ainda mais forte. Ele agradeceu a todos os que o apoiaram e ofereceram oportunidades de crescimento ao longo de sua carreira, citando o presidente da Petrobras, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro de Minas e Energia e o expresidente da BR. Destacou ainda ter tido a honra e a felicidade de trabalhar com todos eles. Após assinar o termo de posse, Lima recebeu o crachá da BR das mãos de José Sérgio Gabrielli. Agregando forças O ministro Edison Lobão agradeceu o apoio recebido enquanto Lima Neto esteve à frente da Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia. “Ele sempre demonstrou uma capacidade muito grande de agregar forças para desempenhar suas tarefas com o mais alto espírito público e a maior competência. Dentro da Petrobras não foi diferente, e certamente esse perfil extraordinário será mantido enquanto estiver à frente da Petrobras Distribuidora”, destacou. Gabrielli ressaltou a importância da BR nos resultados operacionais e financeiros do Sistema Petrobras e elogiou o desempenho de José Eduardo Dutra à frente da Companhia. Também ressaltou a capacidade de negociação e o per fil agregador de Lima Neto, res- ponsáveis por seu sucesso na área de Novos Negócios da Petrobras e na condução do complexo setor petroquímico. Dutra agradeceu o empenho de todos os funcionários da BR e elogiou seu sucessor, dizendo que deixava o cargo absolutamente tranquilo. “Este é, sem dúvida, um momento de certa tristeza por deixar para trás tantas amizades fortalecidas ao longo do trabalho. Mas também é um momento de grande conforto, pelo privilégio de passar o bastão para uma pessoa do gabarito de Lima Neto e saber que trabalhará sempre para elevar ainda mais o nome da BR”, afirmou. novos diretores O Conselho de Administração da Petrobras Distribuidora nomeou, no dia 21 de setembro, José Zonis para a diretoria de Operações e Logística, em substituição a Edimilson Dato Sant’Anna; e Luiz Claudio Caseira Sanches para a diretoria da Rede de Postos de Serviço, no lugar de Edimario Oliveira Machado. Desde 2006, José Zonis era titular da Gerência de Negócios de Energia (GNE). Formado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Finanças pela PUC-Rio, ele é do quadro técnico do Sistema Petrobras desde 1983. Já ocupou os cargos de diretor superintendente da TBG – Gasoduto Bolívia-Brasil e da Gaspetro (Petrobras Gás S/A), além da gerência geral de Marketing e Comercialização de Gás da Petrobras. O engenheiro civil Luiz Claudio Sanches, formado pela UFRJ, com cursos de pós-graduação em Gestão de Negócios Internacionais (IBMEC) e Gestão Executiva, ingressou no Sistema Petrobras em 1980. Desde 2006 ocupava o cargo de gerente geral de Abastecimento (Inter-TEC/AB) da Gerência Executiva Internacional de Suporte Técnico aos Negócios. No período de 2000 a 2002, Sanches foi diretor da subsidiária da BR constituída na negociação de troca de ativos entre a Petrobras e a Repsol YPF Brasil. Três décadas na Companhia O novo presidente da BR tem uma extensa folha de serviços prestados ao Sistema Petrobras A indicação de José Lima de Andrade Neto para a presidência da Petrobras Distribuidora foi aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia em 14 de agosto. Secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia desde abril de 2008, Lima Neto é funcionário de carreira da Petrobras desde 1978. Em 31 anos de Petrobras, ocupou vários cargos de gerência, entre os quais os de Novos Negócios e de Recursos Humanos, além de presidente da Petroquisa – subsidiária que administra as participações do Sistema Petrobras no segmento petroquímico. Teve a oportunidade de conduzir projetos de grande relevância como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a Petro- química de Paulínia (São Paulo) e a Petroquímica Suape (Pernambuco). Formado em Engenharia Química pela Universidade Federal de Sergipe e mestre em Engenharia de Petróleo pela Colorado School of Mines (EUA), Lima Neto foi professor e coordenador dos programas de formação e desenvolvimento de engenheiros da Universidade Petrobras. 9 REpoRTAGEm dE CApA Uma miNa de BoNs NeGÓCios As principais mineradoras do país implantam novos projetos e ampliam a produção mineral brasileira com o apoio da Petrobras Distribuidora, que garante o fornecimento de combustíveis em distintos pontos do Brasil, além de disponibilizar soluções energéticas para assegurar a produtividade das minas M ineração é – e sempre foi – uma atividade tradicional no Brasil, que desde o descobrimento tem no extrativismo – principalmente mineral – uma das atividades básicas de sua economia. Um dos fatores que acelerou a ocupação territorial do Brasil – inclusive nos tempos modernos –, a mineração é, ao lado da indústria petrolífera, uma das principais fontes geradoras de riqueza do país. a proximidade entre mineração de ouro, ferro, bauxita, nióbio, manganês, cobre, estanho, alumínio, entre outros recursos minerais, e 10 a prospecção de petróleo e gás, vai mais além do fato de todas essas riquezas estarem escondidas no nosso subsolo. estende-se também à própria cadeia produtiva dos dois setores da economia, uma vez que cada um deles consome – e intensivamente – insumos gerados pelo outro. assim como a indústria de petróleo demanda, cada vez mais, equipamentos feitos com materiais de origem mineral – aço, titânio, novas ligas etc. – para ir cada vez mais fundo nas suas atividades exploratórias, as mineradoras precisam de energia para manter e ampliar suas operações e a capacidade produtiva de suas minas – a céu aberto e as subterrâneas. portanto, nada mais natural que a maior distribuidora de combustíveis do Brasil, a petrobras distribuidora, seja uma das parceiras estratégicas das grandes mineradoras do país, como os grupos vale, anglo american, Yamana, alcoa e votorantim, entre outros. essas empresas vêm utilizando não somente os derivados de petróleo da BR para manter funcionando o “motor” dessa atividade econômica como também as Foto silvio simões soluções energéticas que a companhia disponibiliza. Hoje, a Gerência de Grandes Consumidores tem em seu portfólio de clientes empresas nacionais e estrangeiras que respondem pela maior parte do piB mineral (produto interno bruto do setor de mineração), que foi de Us$ 84 bilhões em 2008 (excluindo a produção de petróleo e gás) – cerca de 11% superior ao do ano anterior e 5,25% do piB do Brasil,que alcançou Us$ 1,57 trilhão. por meio de suas gerências regionais de consumidores, que atendem aos clientes nos quatro cantos do país, a BR tem garantido a energia necessária para a produção de minérios como ferro, alumínio (bauxita), cobre, caulim e manganês, en- tre outros, que responderam no ano passado por 52% do saldo total do comércio exterior do país, que foi de Us$ 25 bilhões (não contabilizando o saldo do setor de petróleo e gás). gRAndeS negócioS Nada menos que 585 mil toneladas de combustíveis é o volume previsto em apenas um dos contratos mais recentes fechados pela Gerência Regional de Consumidor do Centro-oeste (GRCCo), que até setembro havia comercializado um total de 200.000 toneladas de óleo combustível, 43 milhões de litros de diesel e 900 mil litros de lubrificantes exclusivamente para seus clientes do setor mineral. a importância dessa parceria ficou clara na solenidade realizada na sede da mineradora, em são paulo, na qual o presidente da anglo american Brasil, Walter de simoni e o gerente executivo de Grandes Consumidores da BR, antonio Carlos alves Caldeira, assinaram o contrato, na presença de gerentes e profissionais envolvidos nessa negociação das duas companhias. o “volumoso” contrato, com duração de 48 meses, foi fechado com a anglo american Brasil – metais pesados (aaBmp) – que terá todas as cinco unidades operacionais da empresa no país – Barro alto, Niquelândia, Catalão, ouvidor (todas em Goiás) e Cubatão (sp) – abastecidas pela BR. a parceria comercial prevê o suprimento de meio milhão de toneladas de óleo combustível , para processos 11 Walter de simone, presidente da anglo american Brasil, e o GGC, antonio Carlos Carlos alves Caldeira industriais, e 48 milhões de litros de óleo diesel, para máquinas, equipamentos e frotas. “É necessário destacar a importância de termos fontes seguras de energia para as nossas operações, principalmente a partir de 2011”, sublinhou o presidente da anglo american Brasil. “É fundamental termos o fornecimento seguro dos principais insumos, como é o caso do óleo combustível e diesel, recursos energéticos necessários para a nossa produção de ferro-níquel. então, nada melhor do que ter como parceira uma empresa confiável, de grande porte, e que também pensa a longo prazo, como nós”, destacou o executivo. o gerente executivo de Grandes Consumidores (GGC), antonio Carlos alves Caldeira, observou que a ampliação da parceria com a anglo american, que já era cliente da petrobras distribuidora, reforça ainda mais a participação da Companhia no setor de mineração. “temos negócios com empresas de praticamente todos os ramos da mineração. Nossa expertise e infraestrutura para garantir o fornecimento desses insumos nos colocam em uma posição privilegiada no mercado”, observa Caldeira. 12 a anglo american, ao lado da vale, Rio tinto e BHp Billiton, é uma das gigantes do minério de ferro no mundo. No Brasil, onde é uma das principais produtoras de ferro, níquel e nióbio, a empresa se estrutura para ampliar a produção movida a combustíveis da BR. por isso mesmo, a assinatura do novo contrato, além de promover o estreitamento da relação comercial, proporcionando ganhos de custo de produção em escala para ambas as empresas, assegura um impacto socioeconômico positivo na região. deMAndAS AtendidAS maior projeto da anglo american nos últimos anos, a planta de níquel de Barro alto, na região central de Goiás, que vai produzir anualmente cerca de 36 mil toneladas de ferroníquel, ao longo de 26 anos, já teve em torno de 70% do total de atividades finalizadas – em setembro já havia completado 99% da engenharia e 48% da construção. isso indica que o empreendimento, com um investimento total de Us$ 1,8 bilhão, vai entrar em operação em 2011, dentro do cronograma. diante dessa demanda anunciada, a anglo american viu que seria necessário negociar, desde agora, volumes maiores de óleo combustível e diesel. “a proposta da BR atendeu a todas as nossas necessidades”, afirmou Luiz alberto Roselli de souza, gerente de Compras da anglo american Brasil, lembrando que a BR abastece a usina de Niquelândia desde o início das operações, em 1982. ele acrescenta ainda que a parceria com a petrobras, umas das 10 empresas do mundo que mais se valorizaram e a oitava maior em valor de mercado, é a garantia de fornecimento contínuo de produtos. “a nossa expectativa era ter um grande fornecedor, que tivesse condições de estabelecer um plano de contingência para assegurar o abastecimento – como é o caso da petrobras, que tem diversas refinarias e bases de distribuição de combustível próximas às unidades da anglo american”, destacou. além do fornecimento de combustível, a Companhia também vai cuidar da gestão de estoques, da operação e manutenção das plantas de óleo combustível nas unidades industriais de Niquelândia (na divisa de Goiás com minas Gerais, onde está a sede da subsidiária Codemin) e Barro alto. “isso significa que reduziremos nossos custos de manutenção e inventário, pois até agora éramos responsáveis por essa gestão”, observa o gerente. Foto antonio Larghi Foto antonio Larghi REpoRTAGEm dE CApA Luiz alberto roselli de souza Foto net.i Projeto Barro alto incrementa ainda mais os negócios da Petrobras distribuidora no setor de mineração, que movimentou, até setembro, um total de 200.000 toneladas de óleo combustível, 43 milhões de litros de diesel e 900 mil litros de lubrificantes somente na região Centro-oeste No início de 2010, a BR vai dar a partida na construção dos tanques de armazenagem na planta de Barro alto, onde, antecipando-se às demandas, já instalou um posto de abastecimento de óleo diesel para a frota da anglo american. o posto terá o serviço de Controle total de frotas (Ctf BR), sistema que identifica os veículos a serem abastecidos, a quantidade de combustível utilizada, bem como o consumo de cada veículo, seja em horas trabalhadas por litro de diesel ou em quilômetros por litro. outro diferencial do acordo, que está alinhado com as diretrizes ambientais e de sustentabilidade da anglo american, é o fato de a BR dispor de um aditivo que reduz a emissão de poluentes para a atmosfera, o add Cleaner. “o histórico da petrobras no Brasil é muito parecido com o que pensamos e adotamos como premissas: preocupação e responsabilidade de não causar danos ao meio ambiente, gestão de pessoas, geração de empregos, entre outros aspectos”, diz Luiz alberto Roselli de souza. assim como a BR, a anglo american avalia todas as oportunidades de negócios com seus parceiros. “somos clientes também na área de químicos: a BR é a nossa maior fornecedora de amônia. e eu vejo que existem outras possibilidades, como o gás natural. se essa fonte energética se tornar viável, em termos de logística – lembrando que nossas operações estão no Centrooeste – é uma oportunidade de ampliarmos nossa matriz energética”, conclui o gerente. a possibilidade de renovação de contrato também está nos planos das duas empresas. “esse contrato está sendo assinado com toda a área de metais pesados: ou seja, já está cobrindo toda a nossa produção de níquel, nióbio e fosfatados (fertilizantes). sem dúvida, eu acho que é uma experiência que pode ser repetida”, afirmou o presidente da aaBmp, Walter de simoni. o Rico centRo-oeSte para se ter uma ideia da importância do setor de mineração nos negócios da Gerência Regional de Consumidor do Centro-oeste (GRCCo) nos últimos seis meses basta ver os números. “ele foi responsável por 12,4% das nossas vendas totais, com um volume médio mensal de 22.400 metros cúbicos de produtos da BR”, destaca o gerente regional Luiz maurício Leal vega, que, na sua área geográfica de atuação, atende, além da anglo american, a votorantim, a Yamana e a sama, entre outros. 13 Fotos Divulgação/Votorantim Com mais de duas décadas de bom relacionamento comercial, a Votorantim Metais é outra cliente da BR, que abastece as subsidiárias Votorantim Metais Níquel, sediada também em Niquelândia; a Votorantim Metais Zinco, com sede em Paracatu (MG) e a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), segunda maior produtora brasileira de alumínio, há 54 anos em atividades no país. “Na planta da Votorantim Metais Níquel (VMN), que possui um alto consumo de óleo combustível 2A – cerca de 120 mil toneladas por ano –, instalamos uma base para atender à unidade e cuidamos da gestão de todo o estoque do cliente”, destaca Luiz Maurício Leal Vega, acrescentando que é possível ampliar a gama de serviços oferecidos, acrescentando, entre outros, o CTF BR. Fundada em 1957, a mineradora explora uma mina desde 1981, dispondo de uma planta industrial com capacidade de processamento de 2,2 milhões de toneladas por A Votorantim consome 120 mil ton de combustível 14 Foto Arquivo BR REPORTAGEM DE CAPA Jackson Motta e Luiz Maurício, em Barro Alto ano, tendo produzido em 2008 um total de 23 mil toneladas de níquel contido no carbonato. O minério é processado nas quatro usinas de secagem e moagem (com uma capacidade total de 290 t/h), que consomem óleo combustível 2A e coque de petróleo. Além do óleo combustível, a mineradora consome diesel e lubrificantes. Maior produtora de zinco das Américas e entre as dez maiores produtoras mundiais, a Votorantim Metais Zinco (VMZ) tem minas nas cidades de Vazante e Paracatu (Morro Agudo), além de duas unidades industriais, em Três Marias e em Juiz de Fora, todas em Minas Gerais. Juntas, elas consomem mais de 24.000 t de óleo combustível, 5 milhões de litros de diesel e 300 mil litros de lubrificantes por ano. A unidade de Vazante, a maior jazida brasileira de minério e zinco, em operação desde 1969 e capacidade de processamento de 160 mil t/ano de zinco contido (metal), produziu 138.514 toneladas em 2008. Já a planta de Paracatu, onde a mina de Morro Agudo iniciou as operações em 1988 (exploração comercial – venda de concentrado), produz concentrado de chumbo e cerca de 37 mil toneladas/ano de zinco, fabricados a partir de minério de zinco sulfetado. Em três Marias, pioneira na implantação do processo eletrolítico para a metalurgia do zinco no Brasil, possui capacidade produtiva anual de 180 mil toneladas de zinco enquanto na unidade de Juiz de Fora a produção anual é de 98 mil toneladas. Luiz Maurício lembra ainda que outra empresa do grupo Votorantim, a Companhia Brasileira de Alumínio, que produz cerca de 475 mil toneladas/ano de alumínio primário, também está no portfólio da BR. A empresa possui a maior planta verticalizada do mundo: no mesmo local, realiza desde o processamento da bauxita até a fabricação de produtos (lingotes, tarugos, vergalhões, placas, bobinas, chapas, folhas, perfis, telhas e cabos). Da cor do ouro Outra cliente do portfólio da GRCCO é o Grupo Yamana, que iniciou operação no Brasil em 2003, quando adquiriu uma mina de ouro da brasileira Vale (outra cliente BR). A mineradora possui contratos de diesel e lubrificantes com a Petrobras Distribuidora nos três locais onde atua, explorando diferentes minérios. Segundo Luiz Maurício, o consumo médio do grupo na área de abrangência da gerência regional vem crescendo este ano. Na cidade de Alto Horizonte (GO), a subsidiária Mineração Ma racá Ind. e Com. tem uma capacidade de beneficiamento de 16 milhões de t/ano de cobre. Já em Mato Grosso, nas cidades de Vila Bela da Santíssima Trindade e Nova Lacerda, o negócio da Yamana é ouro. A subsidiária Serra da Borda Mineração e Metalurgia S/A tem plantas com capacidade de beneficiar 750 t/h de circuito de britagem e 1.300 t/h de lixiviação. Norte e Nordeste: mercados em expansão A capilaridade da BR, que tem operações e bases distribuídas por todo o país, é o principal diferencial observado pelas mineradoras que atuam em regiões mais inóspitas como o Norte – na região amazônica brasileira – e também no Nor- Foto Divulgação/Alcoa “Todas essas unidades possuem ainda o sistema CTF BR instalado para monitorar os abastecimentos dos veículos e auxiliar na gestão da frota”, pontua Luiz Maurício. No seu relacionamento com a BR, em todo o Brasil, o consumo médio total de diesel do grupo vem crescendo e já atingiu o volume mensal de mais de 3 milhões de litros. Também é abastecida pela BR uma das três maiores produtoras de fibra de crisotila (amianto crisotila) do mundo, a Sama S.A. Minerações Associadas. A empresa, criada em 1939 e que descobriu a sua grande mina em 1962, está em operação desde 1963, no município de Minaçu – que nasceu em função da atividade mineral. “São décadas de parceria com a Petrobras e a BR”, afirma o gerente regional. A empresa, que tirou o Brasil da dependência do amianto e está posicionada entre as maiores produtoras de amianto do mundo, extrai e beneficia o amianto crisotila da mina a céu aberto, utilizando tecnologia própria que assegura a produtividade e a qualidade, sem comprometer o meio ambiente. Com capacidade para processar 295 mil t de fibra de crisotila/ano – o suficiente para abastecer todo o mercado nacional e exportar para mais de 20 países – a unidade consume mais de 1 milhão de litros de produtos da BR, por mês. No projeto da Alcoa, em Juruti, além de geração de energia a BR tem duas tancagens para atender a demanda local deste, que vem crescendo em taxas superiores à média nacional. A Gerência Regional de Consumidor do Norte (GRCNO) tem em seu portfólio diversas empresas do setor de mineração, de diferentes segmentos de exploração mineral, como é o caso da Mineração Taboca, em Manaus (AM), que explora cassiterita (minério de estanho) na região, consumindo em torno de um milhão de litros de diesel. Outra parceira comercial é a Mineração Rio do Norte (MRN), que explora uma mina de bauxita (minério de alumínio) na região de Oriximiná (PA), tendo um consumo médio de 10 mil toneladas de combustível (70% de óleo combustível e 30% de diesel), atendida pela base da BR na área, denominada Baeri. A MRN, cliente da Companhia há duas décadas, é uma das maiores produtoras de bauxita do mundo, exportada (minério bruto) diretamente do local, ou segue para Belém, onde é beneficiada para produção de alumina e, depois, alumínio. Soluções integradas A capacidade da Petrobras Distribuidora em atender clientes de porte, com alta demanda energética, foi decisiva para participar de um novo e arrojado projeto da Alcoa, principal produtora e gerenciadora mundial de usinas de alumínio primário, alumínio industrializado e alumina. A mineradora deu início à exploração de uma mina de bauxita em Juruti (PA), na divisa com o estado do Amazonas, cuja produção inicial atingirá 2,6 milhões de toneladas métricas por ano – estando contudo estruturada e preparada para produzir até 12 milhões de t/ano do minério. A dimensão do projeto pode ser medida pela solenidade de inauguração, em 15 de setembro, que reuniu o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o presidente da Alcoa América Latina e Caribe, Franklin L. Feder, o presidente do Conselho de Administração da Alcoa Mundial, o brasileiro Alain Belda, a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa – que entregou pessoalmente a licença de operação da mina de Juruti –, e diversas autoridades e convidados, além de gerentes regionais e profissionais da Petrobras Distribuidora. Nesse megaempreendimento, que consumiu R$ 3,5 bilhões em investimentos, a Petrobras Distribuidora responde não somente pelo suprimento de combustíveis, 15 Energia assegurada A inauguração foi feita no Terminal Portuário de Juruti, onde a BR receberá o produto e armazenará parte dele em uma das duas unidades de tancagem instaladas pela Companhia para atender à demanda do Foto Arquivo BR através da Gerência de Grandes Consumidores (GGC), como também pelo fornecimento de energia, por parte da Gerência de Negócios de Energia (GNE). “É um projeto enorme e audacioso, no qual a BR atuou de forma diferenciada, analisando o empreendimento para propor, mais do que produtos e serviços, soluções integradas para as demandas energéticas da Alcoa no local”, destaca Marco Antonio de Oliveira Villela, titular da GRCNO. O terminal portuário de Juruti, com capacidade para navios de 75 mil toneladas, fica à margem do rio Amazonas, a cerca de 60 quilômetros das instalações industriais da mina. O transporte de produtos e minérios é feito por uma ferrovia de aproximadamente 50 quilômetros de extensão. Foram adquiridas duas locomotivas diesel-elétricas, com 3.300 HP de potência bruta e 3 mil HP de potência de tração, para conduzir os 40 vagões, cada um com capacidade de 80 toneladas. Foto Arquivo BR REPORTAGEM DE CAPA Villela: a BR está atuando de forma diferenciada “Crescemos junto com os clientes”, afirma Duff porto, da GNE e da ferrovia, que transportará o produto até a mina, a cerca de 50 quilômetros do porto. Nesse local está a outra unidade de tancagem da BR, para abastecer diretamente todos os equipamentos e veículos utilizados na lavra da mina. O consumo inicial previsto é de seis mil toneladas de combustível. Para fazer frente às operações locais, a BR solicitou e foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a estabelecer-se como Produtora Independente de Energia Elétrica, mediante a exploração de duas térmicas em Juruti, em parceria com a Alcoa. A UTE Alcoa Beneficiamento tem potência de 9,8 MW e opera com óleo diesel e óleo combustível, enquanto que a UTE Alcoa Porto (5,6 MW) usa apenas óleo diesel. A Alcoa é responsável pela construção civil enquanto os equipamentos, a montagem eletromecânica e o comissionamento são de responsabilidade da BR, que vai ainda operar e manter as térmicas por cinco anos, quando então serão transferidas para a mineradora. Com uma reserva de cerca de 700 milhões de toneladas métricas, Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo, necessários para atender à crescente demanda do mercado mundial. Foto Divulgação/Alcoa Escoamento da produção de minério é feito pelo terminal portuário de Juruti, onde a BR recebe seus produtos 16 Crescendo com o mercado O projeto Juruti possibilitou também a expansão de outro empreendimento no qual a Alcoa tem participação juntamente com a Alcan e BHP Billiton, a Alumar – Consórcio de Alumínio do Maranhão, em São Luís (MA), atendida pela Gerência Regional de Consumidor do Nordeste (GRCNE) da BR. A ampliação, iniciada em 2006, consumiu investimentos da ordem de R$ 4,9 bilhões. “Trata-se de um projeto integrado de grande peso, pois a Alumar processa a bauxita, beneficiando o minério para produzir alumina e, posteriormente, o alumínio”, explica o gerente da GRCNE, Carlos Eduardo Duff da Motta Pereira. Com mais matéria-prima para a refinaria, a Foto Divulgação/Alcoa BR fornece energia e combustíveis para o projeto da Alcoa em Juruti (PA), que tem capacidade para produzir até 12 milhões de toneladas de minério por ano expectativa da BR é que o consumo médio mensal de 12 mil toneladas de óleo combustível passe para 20 mil toneladas nos próximos meses. A planta industrial da Alumar recebeu em outubro as primeiras 43 mil toneladas do minério da mina de Juruti-PA, que foi transportada em navio cargueiro até a capital maranhense, percorrendo 1,6 mil quilômetros em 80 horas. Lá, da bauxita é extraída a alumina, que, por meio do processo de redução, é transformada em alumínio. Com a reforma, a capacidade de produção de alumina da Alumar saltou de 1,5 para 3,5 milhões de toneladas por ano – o maior projeto de expansão de uma refinaria de alumina já realizado no mundo. “Como as empresas de mineração são clientes tradicionais, na medida em que eles se expandem, nós crescemos junto”, observa Duff, lembrando de outros empreendimentos que também estão crescendo e demandando mais produtos e serviços BR. É o caso de duas coligadas da Vale (uma megacliente da Petrobras Distribuidora, que já foi objeto de matéria na revista Soluções BR), a Alunorte e Albras. Elas estão sediadas em Barcarena (PA), reconhecido como importante polo industrial, onde é feita a industrialização, beneficiamento e exportação de caulim, alumina e alumínio, entre outros itens. Cada empresa responde por uma etapa do beneficiamento da bauxita: a Alunorte produz a alumina, que é transformada em alumínio pela Albras. A Alunorte, que passou por sua terceira obra de ampliação, hoje tem capacidade de produzir 6,26 milhões de toneladas de alumina por ano – o que a coloca como a empresa capaz de responder por 7% da produção mundial de alumina. Já a Albras, em 2008 produziu cerca de 460 mil toneladas de alumínio primário. “A BR possui a Bavic (Base de Vila do Conde) para suprir a de- manda das duas plantas”, explica Duff, acrescentando que novos empreendimentos na região devem dobrar a produção mineral em 2013 e 2014. “O consumo atual está em torno de 55 mil toneladas de óleo combustível, mas com a expectativa de chegar a 110 mil toneladas”, destaca o gerente regional de Consumidor do Nordeste. “Na realidade, há inúmeros novos projetos nos demais estados da Região Nordeste, o que nos dá a perspectiva de um forte crescimento na região, abastecido pela BR, que tem aprimorado continuamente sua logística e bases para atender à demanda desses clientes de grande porte – e consumo alto”, conclui Duff. CONTATOS BR Luiz Maurício Leal Vega [email protected] – (61) 3429-7103 Carlos Eduardo Duff da Motta Pereira [email protected] – (71) 3340-2700 Marco Antonio de Oliveira Villela [email protected] – (92) 3621-3730 17 NOVOS CLIENTES Combustível para operações offshore A brasileira OGX vai prosseguir em suas atividades exploratórias nas bacias de Campos e Santos abastecida com combustíveis da Petrobras Distribuidora O aquecimento da indústria de petróleo e gás no Brasil vem proporcionando múl tiplas oportunidades de parcerias. É o que comprova a maior distribuidora do país, que lidera o mercado de combustíveis em terra firme e agora avança em águas profundas. Em setembro, a Petrobras Distribuidora, através da Gerência de Vendas para o Segmento Marítimo, da Gerência de Grandes Consumidores, fechou mais um importante a OGX encontrou e Santos. A previsão é de um consumo de 100 metros cúbicos por dia de combustível. Temos portanto um contrato de pelo menos 100 mil metros cúbicos ao longo de três anos”, detalha o diretor de Desenvolvimento da Produção da OGX, Reinaldo Belotti. “É um volume considerável para um primeiro contrato. E temos uma perspectiva de crescimento bem grande”, pondera o executivo, acrescentando que na medida em petróleo no bloco BM-C-43, no sul da Bacia de Campos, onde é operadora, com contrato de fornecimento de combustíveis para uma operadora offshore a OGX – maior companhia privada brasileira em número de áreas marítimas – que iniciou sua campanha exploratória no início do segundo semestre. A mais jovem petroleira brasileira planeja ir mais fundo abastecida com combustíveis da BR. “Temos sete embarcações de apoio dando suporte às quatro sondas contratadas pela OGX para desenvolver atividades nas bacias de Campos 18 100% de participação que a empresa for obtendo sucesso, essas atividades vão ser mais intensas e o consumo deve aumentar, o que não deverá demorar muito, uma vez que a OGX encontrou petróleo no bloco BMC-43, no sul da Bacia de Campos, onde ela é operadora, com 100% de participação. Também foram encontrados indícios de petróleo no bloco BM-S-29, na Bacia de Santos, operado pela Maersk, mas que tem 65% de participação da OGX. O melhor fornecedor Belotti observa que na fase exploratória, o maior consumo será de combustível. Mas nada impede que a parceria seja ampliada na fase de produção, uma vez que a BR fornece diversos tipos de produtos químicos para as operações offshore. “Sempre que houver demanda de produtos que a BR fornece, vamos consultá-los”, afirma o diretor da OGX, lembrando que outras empresas do grupo são clientes da Companhia. “Trabalhei cinco anos na BR e sei a seriedade com que a Companhia atua no mercado”, garante Belotti, afirmando que a OGX procura sempre empresas de ponta para o fornecimento de produtos e serviços de que necessita. Embora não haja cláusula específica de renovação, Belotti acredita que isso poderá ocorrer, uma vez que é natural manter o fornecedor que oferece produtos de melhor qualidade. “Com este contrato, a Petrobras Distribuidora amplia ainda mais seus negócios no segmento offshore, onde já tem uma respeitável carteira de clientes, para os quais fornece combustíveis e lubrificantes”, destaca o gerente de Vendas para o Segmento Marítimo, Kleber Lins. Foto Divulgação/OGX A mais jovem petroleira brasileira planeja ir mais fundo em suas atividades exploratórias abastecida com combustíveis da BR 19 MARKETING DE RELACIONAMENTO NA Rota capixab Tartarugas marinhas do Projeto Tamar, visita à Estação Fazenda Alegre, um dos grandes projetos de exploração de petróleo da Petrobras no Espírito Santo, e um giro de reconhecimento no Terminal Norte Capixaba foram os ingredientes de sucesso de mais uma Fotos Banco de Imagens Petrobras ação de relacionamento da BR 20 ba T ecnologia de ponta, responsabilidade socioambiental, desafios vencidos, entre outros pontos, estiveram na pauta do dia de mais uma iniciativa da Gerência de Grandes Consumidores que, em agosto passado, levou um grupo de executivos de empresas clientes da Petrobras Distribuidora para uma visita às unidades do Sistema Petrobras no Espírito Santo. A programação foi realizada de acordo com as ações de marketing de relacionamento previstas no Plano Mercadológico da Gerência de Grandes Consumidores (GGC) para 2009. Clientes da Gerência Regional de Consumidor do Sul (GRCSUL) foram conhecer de perto alguns dos principais empreendimentos do Sistema Petrobras no Espírito Santo, além de ser também uma das mais importantes e reconhecidas iniciativas para a preservação de tartarugas marinhas em todo o planeta – o Projeto Tamar. Compromisso ambiental A preservação do meio ambiente é questão prioritária para o Sistema Petrobras, que implementa, apoia e dá suporte a uma série de iniciativas em todo o país. Para sensibilizar os parceiros quanto à importância da preservação da tartaruga marinha, a programação foi aberta com uma visita a uma das unidades do Projeto Tamar. Com mais de 8 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar em 2007, o projeto foi criado oficialmente em 1980 e ganhou o patrocínio da Petrobras três anos depois. Desde então, o Tamar e a Petrobras vêm mantendo uma das mais fortes e significativas parcerias preservacionistas de que se tem notícia. Os convidados visitaram uma área do município de São Mateus, 21 MARKETING DE RELACIONAMENTO no norte do litoral capixaba, onde está a Base de Guriri, que há 21 anos monitora 50 km de praias, acompanhando uma média de 150 desovas por temporada, além de realizar pesquisas científicas e projetos de educação ambiental. O centro de visitantes da base oferece ainda exposição de banners e réplicas de tartarugas, exibição de vídeos e ainda três tanques de crescimento com três diferentes espécies de tartarugas marinhas. Alta tecnologia Depois de pernoitar em São Mateus, o grupo foi conhecer de perto a Estação Fazenda Alegre (EFAL). O Campo de Fazenda Alegre, no município de Jaguaré, é responsável por cerca de 60% do petróleo onshore (em terra) de todo o Espírito Santo, o segundo maior estado produtor brasileiro, atrás apenas do Rio de Janeiro. Com 5 km², o campo possui cerca de 60 poços em produção. A maior parte do petróleo é escoada por dutos para a Estação Fazenda Alegre. Localizada na área central do campo, a EFAL tem capacidade para coletar, tratar e transferir (por meio de oleoduto) todo o petróleo produzido para o Terminal Norte Capixaba, distante cerca de 14,8 km. Toda a infraestrutura instalada e a tecnologia utilizada para man ter as atividades no campo – maior produtor terrestre capixaba – impressionaram os visitantes. Eles quiseram saber com detalhes como funcionam os sistemas de automação e de gerenciamento do processo de produção de óleo e gás. Da EFAL, a comitiva seguiu para o Terminal Norte Capixaba (TNC), unidade operada pela Transpetro (Petrobras Transporte S/A). Construído na foz do rio Doce, em Linha- 22 Projeto Tamar é uma das iniciativas de âmbito nacional apoiadas pela Petrobras na área ambiental res, o TNC dispõe de cinco tanques com capacidade para armazenar 100 mil barris cada um, facilitando a programação dos embarques do óleo extraído nos campos terrestres e a chegada dos navios que levarão o produto até as refinarias do Sistema Petrobras. Investimento em pesquisa No TNC se faz a separação do óleo naftênico (específico para a produção de lubrificantes) dos demais tipos. Navios-tanques levam o óleo para a fábrica de lubrificantes da Petrobras em Fortaleza (Lubnor) e para a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), em Mataripe (BA). O TCN e a Estação Fazenda Alegre, entre os diversos empreendimentos implantados nesta região, alavancaram as pesquisas e os investimentos em óleo pesado, viabilizando o tratamento e a logística de distribuição do óleo produzido nos campos terrestres do Espírito Santo. No último dia da visitação, os convidados foram conhecer as instalações da Petrobras no Porto de Vitória e o Porto BR (Bunker) responsável pelo suprimento de produtos químicos, óleos, combustíveis, lubrificantes, fluidos especiais e serviços offshore para as unidades de Exploração e Produção da Petrobras no estado. A programação encerrou-se com uma visita à Coordenação de Pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo (Copes/Ufes) e o Labpetros, unidade de pesquisa mantida pela mesma instituição com o apoio da Petrobras. A iniciativa teve o objetivo de mostrar a amplitude do apoio às pesquisas e estudos realizados por instituições brasileiras consideradas parceiras estratégicas pela Petrobras e pela BR. Orgulho de ser brasileira Os visitantes ficaram impressionados com a grandiosidade das operações da Petrobras e tiveram uma impressão muito positiva. “Foi um grande prazer poder conhecer um pouco desta empresa, considerada a oitava maior do mundo. Foi muito interessante saber como funcionam as unidades de Estação Fazenda Alegre e o Terminal Norte Capixaba, presenciar a extração do petróleo, acompanhar todas as etapas do processo, os cuidados ambientais e de segurança necessários para o bom desempenho da operação”, conta, entusiasmado, Regis Eduardo Kraemer, diretor de Suprimentos da Trafo Equipamentos Elétricos. Ele frisou que o Projeto Tamar é um orgulho para todos os brasileiros e deveria ser um exemplo a ser seguido. Parabenizou o Sistema Petrobras pelo apoio à pesquisa e desenvolvimento, depois de assistir a uma apresentação dos projetos em andamento e novos investimentos na universidade. “Gostaria de agradecer a oportunidade de ter realizado a visita. Foram três dias de muita integração e troca de conhecimentos entre nós, e principalmente um privilégio conhecer uma empresa top no seu segmento.” Outro que não poupou elogios foi Humberto Jorge Sackl, proprietário da Viação Nossa Senhora da Glória, de Blumenau, Santa Catarina. “A visita foi muito proveitosa, pois tivemos uma visão não somente de como a Petrobras atua no campo social e ambiental, mas também de como o Brasil está avançado cada vez mais na exploração do seu petróleo. O programa foi bem elaborado e a dedicação da equipe da BR foi total. Aguardamos novas oportunidades”, disse o empresário catarinense. O Campo de Fazenda Alegre, no município de Jaguaré, é responsável por cerca de 60% do petróleo onshore (em terra) de todo o Espírito Santo 23 MARKETING DE RELACIONAMENTO Foto Arquivo BR Comitiva diversificada Representantes de empresas de diversos segmentos, que são parceiras comerciais da BR, durante a visita às instalações da Petrobras no Norte Capixaba O grupo de visitantes reflete a diversidade de segmentos atendidos pela BR. A área de transporte de passageiros estava representada por Fernando de Oliveira Vieira, da Expresso Caxiense, de Caxias do Sul (RS); Marco Aurélio Zang, da Viação Leopoldinense Ltda, que atua na Zona da Mata (MG); Hellene Vardamaratos e Stamatula Zwetsch, ambas da Viação Teresópolis Cavalhada, de Porto Alegre (RS); e por Eder Schere Teles e Igor Henrique Wingert, da Viação Feitoria, de São Leopoldo (RS). Da área de transporte de car ga foram convidados Eloi Fernando Basso, da Transportadora BLZ, empresa de Bento Gonçalves que atua em todos os estados da Região Sul do país, e Vilmar José Rui, da catarinense 24 Cooperativa dos Transportadores do Vale (Cootravale), presente em oito estados brasileiros e que atende a uma grande diversidade de segmentos, com ênfase no transporte de alimentos perecíveis. Dentre os clientes do setor de energia, participou desta ação Regis Eduardo Kraemer, da Trafo Equipamentos Elétricos, especializada em soluções integradas para o mercado de transmissão e distribuição de energia, no fornecimento de subestações em regime turn-key e na fabricação de transformadores. Com sede em Gravataí (RS), a Trafo tem a Petrobras entre seus principais parceiros comerciais. O setor de alimentação também esteve muito bem representado por Rogério Muniz, da BRF Brazil Foods S/A, a companhia gigante resultante da fusão entre a Perdigão e a Sadia, ocorrida em maio último. A nova empresa nasceu como a décima maior produtora de alimentos das Américas, segunda maior indústria alimentícia do Brasil e maior produtora e exportadora mundial de carnes processadas. E é uma tradicional cliente da Petrobras Distribuidora. Por fim, o segmento de autopeças foi representado na visitação por Luciano Mendes Pfeifer, representante da Divisão Victor Reinz da Dana Indústrias Ltda, referência em fabricação de produtos e sistemas de valor agregado para fabricantes de veículos automotivos e comerciais, presente no mercado brasileiro desde os anos 1950. Fotos Banco de Imagens Petrobras MARKETING DE RELACIONAMENTO Tecnologia e responsabilidade ambiental Gerência de Grandes Consumidores da Petrobras Distribuidora leva clientes para uma visita à rica província petrolífera de Urucu, de onde sai parte do gás natural produzido no país A paisagem encanta e assusta quem chega despreparado em um dos polos de produção de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil: ao invés de um oceano azul, o que se vê em Urucu é uma planta industrial em meio ao verdadeiro “mar” de floresta. Afinal, estamos falando da maior província petrolífera da Amazônia. São poucos os que conhecem a enorme infraestrutura implanta- da pela Petrobras naquela região para viabilizar a produção petrolífera, desde a extração ao transporte de gás natural e refino de petróleo, aliando tecnologia de ponta à responsabilidade ambiental. Foi o que comprovou o grupo de clientes levados pela BR entre os dias 20 e 23 de setembro para uma visita especial à província, no estado do Amazonas, onde a Petrobras atua há mais de duas déca- das, utilizando as mais sofisticadas tecnologias de exploração e produção de petróleo e gás dentro das mais rígidas medidas de segurança e proteção ambiental. Da cidade para a selva Convidados da GRCCO (Gerência Regional de Consumidor do Centro-Oeste) e da GRCSP (Gerência Regional de Consumidor de São Paulo) ficaram maravilhados com o 25 MARKETING DE RELACIONAMENTO Os clientes da Petrobras Distribuidora se estusiasmaram com as operações da Petrobras na selva amazônica trabalho realizado pelas empresas do Sistema Petrobras na região. Do Mato Grosso, Elusmar Maggi Scheffer, diretor do Grupo Bom Futuro, e Luis Fernando Alves, gerente de suprimentos do Grupo Maggi, ambas com sede em Cuiabá, integraram a comitiva, juntamente com Airton Dall-Agnol, da Transportadora Rodogrande, de Campo Grande (MS). Goiás esteve representado por Eliseu Marques, dono da Emisul Transportes, Benedito Carlos Pinheiro, gerente de Suprimentos da Goiasa Goiatuba Álcool, além de Indiara Ferreira e Miguel Jacinto Lopes, diretores da HP Transportadora, todas elas sediadas na capital, Goiânia. Arlei Rodrigues Borges, dono da Rodoborges Transportes, de Uberaba (MG), foi o único cliente mineiro a participar desta ação. Claudio Coelho Adamuccio, diretor do Grupo G-10, de Maringá (PR) foi o convidado do 26 Sul. Entre os clientes paulistas, estiveram presentes três representantes da Votorantim Metais São Paulo: o gerente-geral Francisco Carlos de Freitas, o consultor André Luis Betanho, e o gerente de comercialização, Pedro Roberto Franklin. Paulo Sergio Mendes, diretor do Grupo Vip São Paulo e André Stosito Mendes, assistente de diretoria do Grupo Expandir, ambos da Grande São Paulo, também foram conhecer a grandiosidade desta indústria na selva amazônica. Amazônia REDESCOBERTA A Base de Urucu, situada no interior da floresta, a cerca de 650 km a sudoeste de Manaus, foi o ponto de partida desta verdadeira expedição. Os visitantes acompanharam passo a passo todo o processo de produção de Urucu, que gera mais de 50 mil barris de petróleo e 10,36 mil m³ de gás por dia, volume que faz do Amazonas um importante produtor nacional. O grupo ficou surpreso em saber que o petróleo de Urucu é de alta qualidade, sendo o mais leve entre os óleos processados nas refinarias do país. Características que resultam em seu aproveitamento especialmente para a produção de gasolina, nafta petroquímica, óleo diesel e GLP (gás de cozinha), cujo processamento supera 1,5 mil toneladas diárias. Atualmente essa produção de GLP de Urucu abastece os estados do Pará, Amazonas, Rondônia, Maranhão, Tocantins, Acre, Amapá e ainda parte do Nordeste. Mas o que mais impressionou a comitiva foram os cuidados tomados para produzir petróleo nesse verdadeiro santuário ecológico, considerado um dos mais complexos ecossistemas do planeta. Também conheceram as tecnologias limpas desenvolvidas pela própria Companhia para garantir maior segurança e total controle operacional da unidade. Polo de Arara Ao percorrerem a área industrial da unidade, que está em operação desde 1988, os visitantes puderam comprovar a complexidade desta operação em plena floresta, por onde se estende 740 km de dutos, dos quais 600 km são terrestres e 140 km ficam submersos. Eles escoam a produção dos poços até o Polo de Arara, onde é realizado o processamento do petróleo, gás natural e GLP. Sempre acompanhados de um rigoroso controle de segurança, o petróleo e o GLP seguem depois por 285 km de dutos até o Terminal de Solimões, localizado no rio Solimões, próximo à cidade de Coari, e operado pela Transpetro. Nesse terminal, o óleo e o GLP são embarcados em navios petroleiros (para óleo) e navios butaneiros ou propaneiros (para gás), seguindo para a Refinaria Isaac Sabbá, em Manaus, e para outros pontos das regiões Norte e Nordeste do país. A comitiva teve a oportunidade ainda de conhecer o viveiro mantido pela Petrobras, com cerca de 86 mil mudas de espécies nativas da região Amazônica, criado especialmente para a recomposição da cobertura florestal após a perfuração dos poços, pois a Companhia mantém apenas uma pequena área limpa para os equipamentos de produção de petróleo e gás natural. Além disso, todo o resíduo orgânico gerado em Urucu é desti- nado ao Parque de Resíduos, sendo processado e transformado em composto para ser usado no reflorestamento. Refinaria pioneira De volta a Manaus, os convidados receberam todas as informações relacionadas à refinaria, uma das mais antigas do país: iniciou suas operações em 1956 como Companhia de Petróleo da Amazônia, quando a região sentia os efeitos da decadência da borracha. A Petrobras assumiu o seu controle em 1971, quando passou a denominá-la Refinaria de Manaus (Reman), rebatizando-a em 1997 com o nome do empresário pioneiro criador desta unidade industrial, Isaac Sabbá. Com uma área de 9,8 km², a unidade às margens do rio Negro produz GLP, nafta petroquímica, gasolina, querosene de aviação, óleo diesel, óleos combustíveis, óleo leve para turbina elétrica, óleo para geração de energia e asfalto. Tem capacidade instalada para processar 46 mil barris/dia e gera por ano mais de R$ 500 milhões em impostos para o estado do Amazonas. Satisfação e orgulho Em uma região de dimensões e distâncias grandiosas, os convidados perceberam que também é necessário uma grande infraestrutura para que a indústria petrolífera mantenha suas atividades. O diretor da empresa mineira Rodoborges, Arlei Rodrigues Bor- A alta tecnologia e os cuidados ambientais foram alguns dos aspectos que chamaram a atenção do grupo que visitou as instalações da Petrobras em Urucu 27 MARKETING DE RELACIONAMENTO ges, não tinha ideia da complexidade de toda a operação desta indústria, desde a exploração ao refino e distribuição dos derivados de petróleo. “Fiquei admirado não só pelos investimentos em estrutura e tecnologia de última geração, como também pela preocupação com a preservação do meio ambiente, utilizando-se de meios alternativos que não causam danos à natureza. Com dutos que percorrem quilômetros dentro dos rios para evitar o desmatamento com construção de estradas”, afirmou. Com filiais em outros estados, a Rodoborges atua no segmento de granéis sólidos e tem parceria comercial com a Petrobras Distribuidora, que abastece a frota própria da empresa, composta por veículos com idade média de 2,5 anos. O gerente-geral da Votorantim Metais, Francisco Carlos de Freitas, também ficou impressionado com a visita. “Nunca tinha visto uma área de exploração como essa, no meio da floresta. Foi uma oportunidade incrível de ver de perto todo o trabalho cuidadoso de controle ambiental e segurança desenvolvido pela Petrobras para preservar o ecossistema”, destacou, afirmando que visitas como estas servem não somente para estreitar ainda mais o relacionamento entre a distribuidora e seus clientes, mas também mostrar um pouco da maior companhia do Brasil. Projeto Peixe-boi O projeto peixe-boi, considerado emblemático entre os ambientalistas, está a caminho de completar três décadas graças ao apoio da Petrobras Para fechar a programação, a BR levou seus convidados para conhecer as instalações do Projeto Peixe-boi, trabalho desenvolvido desde 1980 pelo Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas (INPA), com apoio do Sistema Petrobras. O principal objetivo desta iniciativa é avaliar a situação destes animais e promover ações para a conservação das duas espécies de peixe-boi que existem no 28 país – o peixe-boi marinho e o amazônico –, ambas classificadas como vulneráveis, beirando a extinção. O Projeto Peixe-boi resgata, reabilita e reintroduz os animais no seu hábitat natural. Elementos importantes desta estratégia são a reprodução em cativeiro, com a reintrodução de animais, que hoje são monitorados diariamente pela equipe técnica do projeto através da radiotelemetria. Em 1990, o projeto recebeu o status de Centro Nacional de Conservação e Manejo de Sirênios, unidade descentralizada do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Em 1998, foi promovido a Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos, sempre atuando em parceria com a Fundação Mamíferos Marinhos na execução do Projeto Peixe-boi. ENERGIA Geração renovada Petrobras Distribuidora moderniza os sistemas de recebimento e estocagem de combustíveis da mais moderna usina geradora de energia do País, a Usina Tubarão, reinaugurada em Fotos Divulgação/Celpe agosto, que abastece todo o arquipélago de Fernando de Noronha A Usina de Tubarão tem capacidade de geração de 4.972 kW, suficiente para abastecer o arquipélago de Fernando de Noronha 29 ENERGIA O arquipélago de fernando de Noronha, verdadeiro santuário ecológico brasileiro e uma das mais belas paisagens da costa brasileira, está com energia renovada. a Companhia energética de pernambuco (Celpe) inaugurou, no dia 19 de agosto, na vila do trinta, em fernando de Noronha, a mais moderna usina geradora de energia elétrica do Brasil. Com capacidade de geração de 4.650 kW – três vezes o necessário para atender à população local –, a Usina tubarão foi projetada para utilizar tecnologia de ponta em equipamentos, segurança e preservação do meio ambiente. Completamente automatizada, a termelétrica exigiu investimentos da ordem de R$ 10 milhões e é, atualmente, a unidade que possui o melhor sistema de detecção e prevenção a incêndios e menor impacto ambiental do Brasil. fornecedora exclusiva de combustível para a Ute, a petrobras distribuidora também participou desse esforço de modernização, remodelando todo o sistema de recebimento e estocagem de diesel da unidade. a Usina tubarão conta com uma área com capacidade para receber 229 mil litros de diesel, distribuída em 7 tanques de 30 mil litros e mais um com 19 mil litros. o sistema dispõe ainda de uma centrífuga para as partículas líquidas do óleo; circuito fechado de televisão com transmissão em tempo real para os técnicos da termelétrica e também do Recife, cinco grupos geradores (dois com potência de 1.286kW, dois com 900 kW e um com 600kW), atenuadores de ruído, duas moto-bombas de combate a incêndios, entre outras tecnologias. ao todo, cerca de 1.200 consumidores serão beneficiados na ilha, 30 abastecimento seguro: a área tem sete tanques de armazenamento de 30 mil litros e um de 19 mil litros além de grande número de turistas. iniciadas em fevereiro de 2008, as obras tiveram mais de um ano e meio de duração, uma vez que foi necessário superar alguns desafios logísticos, entre os quais o transporte marítimo dos materiais e máquinas, além do translado dos trabalhadores da construção civil, levados da capital pernambucana, Recife, até a ilha fernando de Noronha. BiodieSel para minimizar o impacto ao meio ambiente, hoje a termelétrica utiliza como parte de seu combustível o biodiesel com 4% de óleo vegetal fornecido pela petrobras distribuidora. “Nossas máquinas estão preparadas para rodar usando até o B20, e em parceria com a Cummins estamos em negociação com a BR para colocarmos em operação a mistura de 20% de biodiesel e 80% de derivados de petróleo, o que ajudará a reduzir a emissão de Co2”, explica o gerente do departamento de en- genharia e manutenção do sistema elétrico, aldo formiga. Na nova Usina tubarão nenhum equipamento é manuseado mecanicamente. o sistema de abastecimento dos geradores é feito à distância, e a troca do óleo lubrificante foi automatizada. a manipulação de óleo também foi eliminada do funcionamento da usina, e os novos transformadores trabalham a seco, sem necessidade de óleo isolante, o que elimina riscos de contaminação do solo. entre as tecnologias de prevenção e segurança, a nova usina apresenta maior sensibilidade no monitoramento de todo o processo de geração, consumo de combustível, acesso, prevenção e combate a incêndios, como o que aconteceu em junho de 2007, quando os geradores de energia elétrica foram destruídos. CONTATO BR Gilvan de Sa Barreto Jr. [email protected] – (81) 3418-5641 LUZ GaRaNtida Com 2,93 milhões de clientes, a Companhia energética de pernambuco (Celpe) distribui energia elétrica para os 184 municípios de pernambuco e para a cidade de pedras de fogo, na paraíba. também é responsável pela geração e distribuição de energia elétrica no arquipélago de fernando de Noronha, que em 2007 ficou no escuro por mais de 15 horas depois de um incêndio que destruiu todas as células de geração de energia. totalmente remodelada e abastecida pela BR, a moderna unidade industrial de geração de energia elétrica não vai mais deixar no escuro os ilhéus de fernando de Noronha, um dos nossos patrimônios naturais. GRANdES CoNSumIdoRES LiNHa diReta Foto arquivo ntC Visita à NTC&Logística reforça a parceria com empresas do setor de transpor tes tayguara Helou, roberto Jorge rodrigues, Francisco Pelucio, antonio Carlos Caldeira, Flávio Benatti e andré Ferreira e roberto mira Jr na sede da ntC&Logistica D entro da política de estreitamento das relações com grandes consumidores, no dia 4 de agosto o gerente regional de Consumidor de são paulo (GRCsp), Roberto Jorge Rodrigues, acompanhou o gerente executivo de Grandes Consumidores, antonio Carlos alves Caldeira, na visita à sede da associação Nacional do transporte de Cargas e Logística (NtC&Logística), em vila maria, são paulo. os executivos da petrobras distribuidora se reuniram com os presidentes da NtC, flávio Benatti, e do sindicato das empresas de transporte do estado de são paulo (setcesp), francisco pelucio. No encontro, Caldeira falou sobre os projetos da Companhia para atender cada vez melhor os grandes consumidores, a expansão da malha de postos de abastecimento e o desenvolvimento de combustíveis e lubrificantes de última geração, capazes de aumentar a vida útil dos motores a diesel, além de reduzir os níveis de emissão de poluentes. a NtC & Logística apresentou seu novo projeto, cujo objetivo é realizar por meio de eventos regionalizados uma maior integração com seus associados e empresários do segmento de transporte de carga do país e com a BR. Com a finalidade de promover debates entre palestrantes e convidados e apresentar temas importantes para atualização de informações e idéias para o segmento, a NtC & Logística e o setCesp criaram a tRC tv, cuja transmissão é realizada através do site das entidades. Apoio A novAS lideRAnçAS os representantes da BR também estiveram com andré ferreira, coordenador nacional da ComJovem, comissão formada em fevereiro de 2008 pela NtC&Logística, em são paulo, com o objetivo de promover a integração e capacitação dos jovens empresários e executivos, despertando-os para futuras lideranças no setor de transporte de cargas e logística. o vice-coordenador da ComJovem nacional, tayguara Helou, e o coordenador da regional de são paulo, Roberto mira Junior, também participaram do encontro, em conjunto com o gerente executivo de Grandes Consumidores da BR. “todas as entidades e empresas que atuam neste setor devem dar sua contribuição para promover a geração de novas lideranças”, afirmou tayguara. a visita foi acompanhada ainda pelo diretor da NtC&Logística, antônio Luiz Leite, o assessor da presidência, marcelo marques da Rocha, o superintendente de Comunicações e Novos projetos, dimas Barbosa araújo, e a supervisora de Comunicações, elisete Balarini. Novos encontros já estão na programação da BR, sempre com o intuito de estabelecer um canal de comunicação cada vez mais forte entre a Companhia e seus parceiros. CONTATO BR Roberto Jorge de Souza Leão Rodrigues [email protected] – (11) 3116-5170 31 PATROCÍNIO ESPORTIVO Emoções NA QUADRA a Fotos Arquivo BR Clientes da BR participam da 5 Etapa do Citibank Masters Tour de tênis, na quadra e na torcida O GVCRIP Marcos Vieira (de pé, camisa azul) foi um dos escolhidos para entregar um dos troféus aos finalistas: a dupla vice-campeã Roberto Jabali e Mauro Menezes, e os campões desta etapa, Nelson Aerts e Marcio Carlsson (ajoelhados, da esquerda para a direita) P ara reforçar seus laços com os parceiros comerciais, a Gerência de Grandes Consumidores (GGC) da BR levou quatro convidados para a final da 5ª etapa do Citibank Masters Tour, único circuito de seniores do Brasil, que tem a Petrobras como uma das empresas patrocinadoras. Os tenistas Nelson Aerts e Marcio Carlsson sagraram-se cam- 32 peões dessa etapa, realizada em Ribeirão Preto (SP), no dia 13 de setembro, no Tennis Country Club, espaço tradicional do esporte em São Paulo. A iniciativa da Companhia teve um gosto especial para alguns parceiros, que “literalmente” entraram na quadra. O diretor da Viação Ramazini, Irione Ramazini, o gerente administrativo da Happening Transportadora Ltda., Luis Carlos Marquezini e o gerente de suprimentos da Bioenergética Vale do Paracatu/Bevap, Antonio Angelote, disputaram partidas, com grande disposição. Na plateia, outro convidado da GGC, o empresário Roque Felício Neto, diretor executivo da Rápido D’Oeste Ltda., incentivou os companheiros que suavam as camisas na quadra. Os tenistas-empresários Irione Ramazini, Luis Carlos Marquezini e Antonio Angelote: parceria campeã com a BR, dentro e fora das quadras esportivas Parceria vitoriosa Mesmo não subindo ao pódio, Ramazini comemorou a parceria com a Petrobras Distribuidora. “Achei excelente a iniciativa da BR em promover esse campeonato, principalmente porque eu adoro jogar tênis”, explicou o executivo da empresa que tem uma frota de 130 veículos – entre ônibus, micro-ônibus, vans e veículos de apoio – e um consumo de quase 170 mil litros de óleo diesel por mês. “Foi muito bom ter a oportunidade de estar perto dos mestres do tênis”, conclui Ramazini. Antonio Angelote, da Bevap, empresa que atua na produção de etanol, também elogiou a ação e o patrocínio a essa modalidade esportiva. “O apoio da Petrobras é muito importante, pois faz com que o torneio melhore a cada ano. Iniciativas como essa nos aproximam ainda mais da BR.” Na reta final Na partida final, a dupla Nelson Aerts e Marcio Carlsson derrotou Roberto Jábali e Mauro Menezes, vencendo por 2x1 sets. Com esse título, o gaúcho Aerts se tornou o maior campeão do circuito, com dois títulos em duas etapas realizadas. Em 2008, ele venceu essa etapa, tendo como parceiro o argentino Patrício Arnold. Já Roberto Jábali, tenista da cidade que contava com a torcida local para conquistar o primeiro troféu da temporada em casa, conquistou outra vez o vice-campeonato. O Citibank Masters Tour está em sua sétima edição. A temporada 2009 já teve etapas em Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). A etapa final será realizada no Clube Med de Angra dos Reis, em novembro. Representando a BR estiveram presentes o gerente de Vendas a Consumidores de Ribeirão Preto, Marcos Antonio Vieira, que entregou um dos troféus aos vencedores, e os profissionais Euripedes Kuhl e Sergio Roquette. O AMOR FILIAL EM CENA A Gerência de Vendas a Consumidores de Ribeirão Preto levou dez clientes para assistir em setembro ao espetáculo “Lucio 80-30”, um dos selecionados pelo Programa BR de Cultura 2009/2010. A peça reúne o veterano comediante Lucio Mauro e seus três filhos: Lucio Mauro Filho, responsável pelo texto e direção do espetáculo, e os ir- mãos Alexandre Barbalho e Luly Barbalho. Uma das convidadas foi a gerente de Suprimentos da Cia de Bebidas Ipiranga, distribuidor Coca-Cola, Solange Maria de Gouveia, que se emocionou junto com o público ao assistir a montagem, que celebra o amor filial e presta uma homenagem ao ofício de ator. 33 pATRoCíNIo ESpoRTIVo fÓRmULa tRUCk CHeGa À aRGeNtiNa a mais Competitiva CateGoRia do espoRte motoR BRasiLeiRo Leva a maRCa e a QUaLidade de ComBUstÍveis e LUBRifiCaNtes petRoBRas Cada veZ mais LoNGe Paixão que une a presidente da fórmula truck, t Neusa Navarro félix, ficou muito entusiasmada com toda a reper repercussão da primeira prova da categoria realizada no exterior. “É um momento muito especial para todos nós. os argentinos são apaixonados por automobilismo e se interessaram demais por nosso evento. Garanto que teremos que voltar muitas vezes aqui”, assegurou. a vitória do paulista felipe Giaffone foi o quarto triunfo do piloto da volkswagen na temporada da fórmula truck 2009. em segundo lugar chegou outro piloto da equipe, valmir Benavides, seguido de Geraldo piquet, da mercedesBenz, Renato martins, também da volkswagen, e fabiano Brito, da volvo. Com a vitória na prova histórica, Giaffone chega aos 138 pontos na classificação do campeonato e mantém-se na segunda posição. a liderança continua nas mãos de Benavides, que soma 151 pontos. o terceiro colocado é Roberval andrade, com 101. Truck kids iniciativa que conta com total apoio da BR e se destaca na temporada, o projeto truck kids teve início na etapa de Goiânia, onde foram sorteadas 40 crianças de quatro escolas municipais e estaduais para irem aos trei treinos nos de sábado da fórmula truck. todas t t levaram leva ram um acompa panhante, nhante, ganharam lanche e tiveram a oportunidade de conhecer os pilotos e assistir os treinos. No final, o momento mais esperado: monitoradas por pilotos oficiais da categoria, elas andaram nos minicaminhões e ganharam um kit contendo camiseta, balas e bonés. todas também receberam orientações sobre as leis de trânsito. depois de Goiânia, o truck kids voltou à pista nas etapas de são paulo e Londrina. acumulando vitórias no campo social, o truck kids ganhou homenagem em são vicente, no litoral paulista, onde a pista junto à orla foi fechada e as crianças que levaram 1 kg de alimento, como donativo a comunidades carentes, participaram da festa e andaram nos minicaminhões. CONTATOS BR Cláudio Menezes [email protected] – (21) 3876-4617 Nilson Francisco [email protected] – (21) 3876-3286 Foto agência Petrobras de notícias principal laboratório de testes para combustíveis e lubrificantes petrobras de última geração, a fórmula truck ultrapassou os limites do Brasil e levou toda a emoção desta categoria do automobilismo brasileiro para Buenos aires. a capital portenha foi o palco da primeira prova fora do país da f-truck: a sétima etapa da temporada de 2009 foi disputada no dia 20 de setembro e atraiu milhares de aficionados, entre argentinos e brasileiros. a petrobras distribuidora, fornecedora exclusiva de combustíveis e lubrificantes da categoria desde 1996 – quando o campeonato de fórmula truck foi homologado pela Confederação Brasileira de automobilismo (CBa) –, mais uma vez disponibilizou para todas as equipes o que há de mais moderno em lubrificantes para motores de elevada potência. aNtoNio CaRLos aLves CaLdeiRa é o titular da Gerência de Grandes Consumidores, que tem como objetivo ser líder na comercialização de combustíveis e lubrificantes no mercado. a unidade destaca-se pela excelência na qualidade de produtos e serviços a clientes. a gerência tem como compromisso se antecipar às mudanças no perfil energético brasileiro e assegurar, de forma sustentável, um retorno adequado aos investimentos. ([email protected]) 34 PRODUTOS QUÍMICOS Expansão no agronegócio BR fecha contratos com revendedores de óleo para pulverização agrícola (OPPA) no U m dos setores da economia que mais cresce no país e que segundo as previsões dos principais analistas econômicos deve manter elevadas taxas de crescimento nos próximos anos, o agronegócio vem sendo tratado como prioridade pela Petrobras Distribuidora. Antecipando-se à elevação da demanda por tais produtos e decidida a expandir sua rede de credenciadas no campo, no dia 7 de outubro a Companhia, através da GQUIF (Gerência de Química Fina e Agronegócios) da GPQ, agregou dois novos parceiros à rede de revendedores: a Cenze Transportes e Comércio de Combustíveis e Derivados Ltda., que atuará de forma exclusiva no Mato Grosso do Sul, e a MT Grãos, que atuará no Mato Grosso e Rondônia. É uma região que, segundo o último Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alcançou a posição de maior produtora de grãos do país, ultrapassando o Paraná, que agora ocupa o segundo lugar no ranking nacional. Parceiros estratégicos Sediada em Campo Grande (MT), a Cenze hoje é considerada a maior e mais bem estruturada 36 Foto Alexandre Loureiro Centro-Oeste para for talecer sua presença no principal celeiro agrícola do país Equipe da Gerência de Química Fina e Agronegócios e representantes da Cenze e da MT Grão formalizam a parceria que amplia ainda mais a a atuação da BR no campo empresa do ramo de TRR (Transportador e Revendedor Retalhista) do estado do Mato Grosso do Sul, levando óleo diesel e lubrificantes a pecuaristas, agropecuaristas, frotistas, transportadoras, usinas e empresas de engenharia. Já a MT Grãos, com sede em Nova Mutum, a 250 quilômetros da capital, atua há mais de 20 anos na comercialização de grãos e venda de fertilizantes em todo o estado de Mato Grosso. Por isso mesmo, a assinatura dos contratos com esses parceiros estratégicos é um passo importante para fortalecer a atuação da BR nesse celeiro agrícola. Para Wellington Luis Cenze, diretor-proprietário da empresa que leva o nome da família, o acordo vem ao encontro dos planos do grupo econômico. Hoje a Cenze distribui um volume significativo de óleo diesel e lubrificantes em diversas propriedades rurais e para distintos segmentos de empresas urbanas de Mato Grosso do Sul. “Esse contrato representa uma nova área de atuação, um novo desafio a ser vencido. Algo que pretendíamos fazer a bastante tempo”, afirma o executivo. “Com essa parceria vamos entrar definitivamente na área de insumos agrícolas, para atender aos empreen- Foto Bruno Veiga dimentos ligados ao agronegócio com a garantia de qualidade que a marca petrobras vai nos proporcionar.” da mesma forma, patrick Lunardi , diretor da mt Grãos, destacou a assinatura do contrato com a BR como uma oportunidade muito importante para a empresa alcançar suas metas de expansão. “a qualidade do produto BR certamente vai agregar valor a nosso trabalho. vai ser bom para nós e também para a petrobras distribuidora, que vai contar com nossa rede de distribuição já montada para elevar suas vendas na região Centro-oeste”, assegurou. AtendiMento MAiS ágil de acordo com Cassiano vieira de Campos filho, gerente de Química fina e agronegócios, da Gerência de produtos Químicos, o objetivo é atender com maior rapidez e cada vez mais longe um mercado que está em franca expansão na região Centro-oeste do país. “a escolha desses dois novos revendedores no ms, mt e Ro, que já contam com redes de distribuição bem estruturadas, faz parte de nossa estra- os produtos Br tem ampla utilização na agricultura, contribuindo para assegurar as safras agrícolas tégia de fortalecer nossa marca em toda a região”, explica o gerente. ele destaca que com esses dois novos parceiros a empresa vai intensificar as ações de marketing para, em um primeiro momento, elevar as vendas de oppa (Óleo para pulverização agrícola), pro- duto muito importante para a proteção da cultura da soja, que é o forte da região. “Num segundo momento vamos usar a mesma estratégia para alavancar as vendas de outros produtos também ligados ao agronegócio, como fertilizantes.” os óleos agrícolas são utilizados como inseticida, fungicida ou adjuvantes em diversas lavouras (entre elas a de soja, que é o forte da região Centro-oeste e das duas empresas contratadas). a petrobras distribuidora oferece dois tipos de óleos agrícolas, intensamente utilizados na agricultura. o oppa, componente principal na formulação dos principais óleos minerais agrícolas comer- cializados no mercado nacional, é usado no combate ao mal-desigatoka amarela, doença que ataca as plantações afetando a produção e qualidade das frutas. e o oppa-BR-eC é usado no controle de cochonilhas de carapaça na cultura de citros, eliminando-as por asfixia. além da ação direta do óleo, seu efeito adjuvante melhora a eficácia dos inseticidas de contato. Foto arquivo Br ÓLeos pRotetoRes Br desenvolveu o oPPa para o setor agrícola 37 PRODUTOS QUÍMICOS Convite À excelência A Refinaria Presidente Bernardes (RPBC) recebe representantes de empresas de tintas Foto Wilson Santos e vernizes de São Paulo em ação de relacionamento realizada pela GQTAB Representantes de empresas frabricantes de tintas e vernizes associadas ao Sitivesp conheceram de perto o processo de refino na RPBC, em Cubatão (SP) C om o objetivo de aumentar a proximidade com o cliente e mostrar a excelência das atividades do Sistema Petrobras para fornecer ao mercado o que há de melhor em produtos e serviços, a Gerência de Quí micos para Tintas, Adesivos e Borrachas (GQTAB) da BR convidou empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes 38 do Estado de São Paulo (Sitivesp) para visitar a Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC), na Baixada Santista, litoral paulista. Representantes do Sitivesp e de dez empresas associadas tiveram a oportunidade de ver de perto o processo produtivo e saber como é o sistema de certificação de qua lidade e de distribuição dos solventes (tolueno, xileno e hexano), insumo fundamental para a indústria de tintas e vernizes. “O nosso objetivo é estreitar a parceria institucional com o Sitivesp e reforçar as relações comerciais com as empresas do setor de tintas e vernizes, pois a BR tem um papel preponderante como fornecedor de solventes para esta indústria”, explicou Mario Richa de Sá Barreto, da Gerência de Químicos para tintas, adesivos e Borrachas (GQtaB). tudo SoBRe SolventeS além de visitar a área industrial da refinaria, os convidados foram conhecer o Centro de Controle integrado (CCi) da RpBC, responsável pelo controle das operações da refinaria dentro dos mais altos padrões de segurança. a comitiva ainda assistiu uma apresentação sobre a produção de solventes, qualidade dos produtos e dados estatísticos de produção, feita pelo engenheiro de processamento ian koscialkoeski fiore, da Gerência setorial de otimização de processos. a Gerência setorial de Relacionamento com o Cliente coordenou a visita de dirigentes do sitivesp e representantes das empresas anjo Química, Brasilux, Brazilian Color, Briltintas, maxirubber, Nova vulcão, Renner sayerlack, tec screen, tupahue e indutil. destacou a importância desta ação para estreitar o relacionamento dos fornecedores de matérias-primas com os fabricantes de tintas. “temos certeza de que esse encontro veio aproximar ainda mais a BR com os associados do sitivesp, contribuindo em muito para o desenvolvimento do setor de tintas”, afirmou o coordenador do sindicato. ApRoxiMAção conSolidAdA o coordenador do departamento de matérias-primas do sitivesp, sérgio Luiz Conti Borgianni CONTATO BR Mario Richa [email protected] – (19) 3735-6738 doW CoRNiNG HomeNaGeia BR petRoBRas distRiBUidoRa É eLeita a meLHoR foRNeCedoRa de soLveNtes peLa paRCeiRa de NeGÓCios, QUe distiNGUe Com Um pRêmio os seUs top sUppLieRs Líder mundial no mercado de silicones e derivados para limpeza automotiva e cliente de longa data da petrobras distribuidora, a dow Corning encerrou o primeiro semestre homenageando empresas fornecedoras pelos bons serviços prestados. em reconhecimento às parcerias que contribuem para o sucesso dos seus negócios, a dow Corning instituiu prêmios de melhor transportador, melhor logística e melhor fornecedor de solventes, categoria na qual a BR foi a grande vencedora. “esta é uma premiação que visa identificar nossos Top suppliers. É uma ocasião em que reconhecemos os fornecedores de produtos e serviços de alto impacto para nossos negócios”, afirmou vinicius Goes, executivo da dow Corning no Brasil. “avaliamos a atuação de cada fornecedor de acordo com alguns critérios internos, como proatividade na resolução dos problemas, flexibilização de preços e prazos de entrega, assim como o desempenho do produto ou serviço adquirido”, explica. o prêmio foi recebido pelo gerente de Química fina e agronegócios, Cassiano vieira de Campos filho, que represen- tou a BR na solenidade promovida no final de julho em são paulo. a dow Corning tem um consumo expressivo de produtos da linha eco da BR, com encomendas da ordem de cerca de 60 toneladas por mês do solbrax eco 255/285, além de utilizar em larga escala os solventes tolueno e Xileno. os representantes da dow Corning do Brasil deixaram claro que a BR é reconhecida não só como fornecedora de produtos de alta qualidade, mas como uma parceira de negócios em diferentes segmentos do mercado. LUis maRCeLo fReitas é o titular da Gerência de produtos Químicos, cujo objetivo é distribuir e comercializar produtos químicos, insumos e serviços para a indústria química, petroquímica e de petróleo. a gerência está apta a desenvolver, fabricar ou buscar fontes alternativas de suprimento, quando isto se mostrar necessário. a GpQ tem como compromisso observar os melhores prazos de atendimento e especificações para os clientes, com níveis adequados de rentabilidade. ([email protected]) 39 AVIAção aLÉm da fRoNte BR Aviation conquista novos clientes internacionais e bate recorde de vendas de combustível 40 eiRa 41 Foto/Montagem a partir de imagem cedida pela Br AVIAÇÃO A BR Aviation vem ampliando suas rotas de negócios, indo além das fronteiras. As turbulências econômicas internacionais não desestabilizaram o voo da companhia em busca de novos mercados. A BR Aviation chegou a novos aeroportos regionais, estabeleceu seguidos recordes no volume de combustível comercializado e conquistou mais clientes. Apesar dos prognósticos negativos, devido à retração da economia mundial, a BR Aviation conquistou novos parceiros de peso como a israelense Elal, a Mexicana Aviación, tes regiões do país, e ainda em três países vizinhos sul-americanos, a BR Aviation já conta com toda a confiança de grandes companhias aéreas como American Airlines, Air France, Lufthansa, TAP, United Airlines, Continental Airlines, Alitalia, Air Canada, Aeroméxico e Aerolíneas Argentinas. Recordes sucessivos Este “voo de brigadeiro” é confirmado pelas vendas da BR Aviation nos seis segmentos em que atua – regional, nacional e internacional, executivo, militar e revendedores. a BR Aviation JÁ conquistou companhias como A merican Airlines, Continental Airlines, tap, United Airlines, Lufthansa, Air Canada, alitália e Aerolíneas Argentinas Depois dos bons resultados obtidos no ano passado, com recorde de vendas em janeiro, as expectativas da Companhia eram altamente positivas. Com o tempo nublado na economia, o primeiro trimestre de 2009 não repetiu o desempenho do mesmo período do ano anterior. No entanto, no 1º semestre deste ano, a BR Aviation atingiu um recorde histórico CONTATOS BR Camila Igrejas [email protected] – (21) 3876 -4006 Cláudio Dissenha Portes [email protected] – (21) 3876-4593 Foto Arquivo BR a Korean Air e a peruana Taca e a Mac Air Jet S/A. E a partir de dezembro deste ano o portfólio da companhia passará a exibir também o nome da americana U.S. Airways – o que mostra que a BR Aviation é sinônimo de qualidade pelos céus afora. Presente em cerca de cem aeroportos localizados tanto em grandes centros como nas mais distan- com a comercialização de 290 mil metros cúbicos de combustível aeronáutico – querosene de aviação (Jet A-1), querosene de aviação aditivado (BR Jet Plus) e gasolina de aviação (Avgas). “É um grande volume. Certamente não alcançaríamos tal resultado se não fosse a excelência de nossos serviços e produtos”, comemora Carlos Fortunato de Campos Fest, que exerceu a função de gerente de Marketing de Companhias Aéreas até o final de setembro, quando foi designado para o cargo de assistente na Diretoria de Mercado Consumidor. Fest acrescenta ainda que a BR Aviation disputa mercado com as mais renomadas companhias com atuação mundial. Qualidade, pontualidade e confiabilidade são atributos da BR Aviation reconhecidos por nada menos que 49 companhias aéreas. Maior rede de distribuição de produtos de aviação do Brasil, a BR Aviation também está presente em 11 aeroportos no Chile, três no Paraguai e um no Uruguai, levando tecnologia, modernidade e inovação para atender as exigências do mercado. BR aviation está presente em 11 AEROPORTOS NO cHILE 42 Fotos Arquivo BR AVIAÇÃO A marca BR Aviation já se tornou um diferencial de qualidade nos aeroportos de todo o país, nos quais a Companhia disponibiliza produtos e serviços com tecnologia e qualidade Brasil adentro Presente em cerca de 100 aeroportos e sempre apta a realizar operações especiais para abastecer a aviação civil e a Força Aérea, a BR Aviation mostra que a capilaridade da Petrobras Distribuidora se estende a todos os segmentos em que atua 43 AVIAÇÃO E m terra, no mar e no ar, os combustíveis da Petrobras Dis tribuidora movem os mais variados veículos sobre rodas, embarcações de todos os tipos e portes, e aeronaves civis e militares. Desta forma, a Companhia consagra-se como a maior distribuidora de derivados de petróleo do país e grande integradora nacional. Maior prova disso é a sua presença nos cerca de 100 aeroportos espalhados de Norte a Sul e de Leste a Oeste do Brasil. A BR vende mensalmente cerca de 280 milhões de litros de querosene de aviação (Jet-A1) e outros 3 milhões de litros de gasolina e aviação (AVGAS), o que representa nada menos que 58,9% de um mercado consumidor de 440 milhões de Jet-A1por mês. Sempre pronta para novas deco- lagens, a empresa busca ampliar esta participação: em setembro a BR Aviation forneceu 290 milhões de litros de Jet A-1 (66% do total consumido no país), recorde de vendas, tendo em vista a crise mundial. A marca do diferencial Aliada aos produtos de alta qualidade, a BR Aviation procura disponibilizar um serviço diferenciado para o mercado, em qualquer aeroporto onde esteja presente. E faz isso de forma contínua graças a uma equipe altamente treinada: a força de trabalho que atua no segmento de produtos de aviação que levam a marca BR Aviation soma hoje mais de 1.300 profissionais, entre funcionários próprios e de revendedores. Em julho a BR Aviation bateu recorde de vendas ao fornecer 290 milhões de litros de Jet A-1 44 Graças a uma frota de 380 unidades abastecedoras de aeronaves a marca verde-amarela é vista da janelinha de aeronaves em todos os pontos do país. Rede de excelência Sempre buscando garantir voos mais altos para os mais de três mil clientes de seu portfólio, a BR Aviation vem estendendo seus serviços tanto para os grandes centros urbanos, onde opera nos principais aeroportos, como também em regiões mais distantes, como São Gabriel da Cachoeira, Tefé e Tabatinga, municípios ribeirinhos do estado do Amazonas, e Altamira, a cidade que cresceu às margens da Transamazônica. E vai além, ampliando a rede BR Aviation Center, que hoje tem presença de destaque em três aeroportos paulistas – Guarulhos, Congonhas, Sorocaba – e ainda em Cuiabá (MT), Brasília (DF), Uberlândia (MG) e Jacarepaguá (RJ). Não é a toa que a BR Aviation hoje detém nada menos que 80% do mercado regional, abastece 51% das companhias aéreas estrangeiras e 75% dos aviões e helicópteros militares. Sem falar nos contratos de abastecimento exclusivo no Brasil com empresas aéreas como a Gol, Trip, Taf, Passaredo, OceanAir, além das estrangeiras Air France, American Airlines, Alitalia, Continental e Avianca – não esquecendo dezenas de companhias menores. “O nosso maior desafio é manter um padrão de excelência na distribuição, onde quer que atuemos”, afirma Francelino Paes, gerente executivo de Produtos de Aviação (GPA), que comanda a grande tripulação da BR Aviation. Um plano de voo que todos pretendem cumprir. QUaLidade em todos os LoCais tecnologia, modernidade e inovação são as características principais da BR aviation, que está constantemente desenvolvendo produtos e serviços para atender e, por vezes, superar as exigências do mercado. o mix de seus produtos é composto por querosene de aviação (Jet a-1), querosene de aviação aditivado (BR Jet plus) e gasolina de aviação (avgas). a BR aviation preza pela qualidade e pela segurança em tudo que faz, desde seus produtos e serviços até as relações com os funcionários, a comunidade e o meio ambiente. trabalha dentro dos mais exigentes padrões nacionais e internacionais de procedimentos de manuseio de produtos e especificações de instalações de equipamentos. maPa de PresenÇa FÍsiCa Gerências de aeroporto revendas fRaNCeLiNo da siLva paes é o titular da Gerência de produtos de aviação (Gpa), cuja missão é distribuir produtos de aviação petrobras, atuando nos serviços de abastecimento de aeronaves e atividades correlatas. a unidade tem como objetivo garantir a satisfação dos consumidores, com competitividade, rentabilidade e responsabilidade social. ([email protected]) 45 QUALIFICAÇÃO CAMINHO PAVIMENTADO Alguns dos principais atores do segmento de asfalto vão implementar um programa Foto Agência Petrobras de Notícias nacional de qualificação de mão de obra para promover melhorias no setor O diretor Paulo Roberto Costa (ao centro), assina o protocolo de intenções do Programa de Capacitação e Técnica Profissionalizante em Pavimentação Asfáltica A poiar iniciativas que têm por objetivo a qualificação de capital humano, em todos os segmentos nos quais a Petrobras e a BR atuam, já se tornou uma prática reconhecida entre parceiros, clientes e o mercado em geral. Este compromisso foi reforçado no dia 10 de agosto, quando a Petrobras firmou um protocolo de intenções para desenvolver e implementar o Programa de Capacitação e Técnica Profissionalizante em Pavimentação Asfáltica, em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos (Abeda), a Associação Nacional das Empresas 46 de Obras Rodoviárias (Aneor) e a Associação Brasileira de Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O memorando foi assinado pelo diretor de Abastecimento da Companhia, Paulo Roberto Costa, o diretor geral do DNIT, Luiz Antônio Pagot, pelos presidentes da Abeda, Eder Gomes Vianna, e da Aneor, José Alberto Pereira Ribeiro, e pelo diretor tesoureiro da Abimaq, Walter Luiz Lapietra. Participaram ainda da cerimônia, realizada na sede da Petrobras no Rio de Janeiro (RJ), o gerente executivo de Marketing e Comercialização da Petrobras, José Raimundo Brandão Pereira, e Eunice Muniz Teixeira de Freitas, da Abeda, entre outras autoridades. Esforço conjunto De acordo com Edson Chil, gerente executivo de Comercialização de Asfalto (GCA) da Petrobras Distribuidora, a Companhia participa de várias ações similares, buscando a qualificação contínua dos profissionais que atuam em asfalto, além de apoiar iniciativas que visam ampliar as pesquisas neste segmento. “Um bom exemplo é o Centro de Excelência em Asfalto (Ceasf), criado em 2000, e que hoje tem diversos núcleos regionais. Há ainda o programa Asfalto na Universidade, criado para possibilitar o aprimoramento dos futuros engenheiros civis, qualificando-os para a execução de projetos e obras de pavimentação asfáltica”, pontua Chil, que ocupa Foto Banco de Imagens Petrobras a vice–presidência da Abeda, que criou esta iniciativa em parceria com a Petrobras. O Programa de Capacitação e Qualificação Técnica Profissionalizante em Pavimentação Asfáltica representa uma combinação de esforços de toda a cadeia produtiva para promover cursos de capacitação da mão de obra em pavimentação asfáltica em todos os níveis, e nos quatro cantos do país. A insuficiência de cursos de capacitação profissional é grande e contribui para a escassez de mão de obra especializada no setor, afetando a qualidade final de todo o processo de pavimentação. É bom lembrar que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), federal, destinou volumes recordes de investimentos às obras de infraestrutura rodoviária, ampliando ainda mais a demanda de recursos humanos capacitados para a execução destes empreendimentos. Com esta iniciativa, o Sistema Petrobras vai incrementar a integração da cadeia produtiva e a melhoria da qualidade da mão de obra. Esta ação resultará em vários benefícios, pois implicará no uso das melhores práticas de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) durante a O objetivo do programa é aprimorar o padrão de qualidade final de todo o processo de pavimentação aplicação do pavimento asfáltico. Há também ganhos de imagem, com a associação da marca Petrobras com tecnologia e geração de conhecimento, além de reforçar o compromisso social, tendo em vista que a formação e a atualização profissional são fatores importantes para garantia de renda e empregabilidade dos cidadãos. “É este conjunto de ações que vai propiciar ao mercado profissionais cada vez qualificados para atuar neste segmento”, conclui Edson Chil. Produção descentralizada A Gerência de Comercialização de Asfalto tem uma equipe técnica dando total suporte aos seus clientes, desenvolvendo novos produtos e fabricando emulsões asfálticas em nove unidades de produção distribuídas estrategicamente por quatro regiões brasileiras: no Norte , a Fasflis (São Luís/MA); no Nordeste, a Fasfcam (Camaçari/BA) e a Fasffor (Fortaleza/ CE); no Sul, por meio da Fasfnoas (Canoas/RS) e da Fasfpar (Ponta Grossa/PR) e no Sudeste, onde tem o maior número de unidades – a Fasfbet (Betim/ MG), Fasfduc (Duque de Caxias/ RJ), FasfSP (Diadema/SP) e Fasfvap (São José dos Campos/SP). EDSON CHIL é o titular da Gerência de Comercialização de Asfaltos, cuja missão é administrar a venda de asfaltos e emulsões, agregando serviços aos produtos, de forma competitiva e rentável. A unidade procura se entrosar com as demais áreas para o sucesso do negócio, orientada pelo mercado e com foco no cliente. ([email protected]) 47 LUBRIFICANTES Parceria AZEITADA Produção e vendas de lubrificantes batem novo recorde graças ao trabalho conjunto das equipes da Gerência Industrial (GEI) e das áreas comerciais da Petrobras Distribuidora A Petrobras Distribuidora bateu em julho um novo recorde na produção e vendas de lubrificantes: foram 30,8 mil m³, 6% a mais que a marca anterior, registrada em junho. Esse número é resultado da parceria entre a Gerência Industrial (GEI) e as áreas comerciais da BR, que atuam em fina sintonia para ampliar a participação da Companhia no mercado. da BR. “As áreas comerciais, com sua elevada capacidade técnica, conseguem traduzir muito bem as demandas de cada cliente para a GEI buscar as soluções mais adequadas.” O gerente executivo destaca que o empenho de todos os que integram a GEI tem um peso decisivo. “A equipe é altamente motivada. Todos sabem da importância de se trabalhar em conjunto para alcançarmos os nossos objetivos. Nossa atividade exige perfeita coordenação”, frisou. um trabalho intenso de suas áreas comerciais houve um expressivo avanço da linha Lubrax no mercado. Hoje, a BR é líder isolada, com 23,3% do mercado total”, comemora o executivo. Para se ter uma ideia do sucesso de alguns produtos da linha, dos mais de 30 mil m³ comercializados em julho, cerca 55% estão concentrados em sete itens: Lubrax Top Turbo; Lubrax MD-400; Lubrax SJ; Lubrax Extra Turbo; Lubrax Industrial SH-AD; Lubrax Industrial OB e Lubrax Tecno. “Os 45% restantes estão distribuídos entre os mais de cem produtos que fabricamos em Duque de Caxias (RJ)”, diz Celso. Atualmente, o portfólio tem, ao todo, 109 produtos, que se multiplicam em mais de 700 itens, considerando os diversos graus de viscosidade e apresentações em diferentes embalagens. Importante conquista Novos desafios Celso lembra que, em passado recente, ao contrário do que acontecia com a grande maioria dos produtos e serviços disponibilizados pela BR, a Companhia não tinha a liderança no mercado brasileiro de lubrificantes. “A partir de Como “as áreas comerciais querem mais recordes”, nas palavras do executivo, o Plano Corporativo Estratégico para Lubrificantes (PCEL), recém-aprovado pela diretoria, prevê investimentos expressivos tanto na capaci- ATUALMENTE, O PORTFÓLIO TEM, AO TODO, 109 produtos, que se multiplica m em m ais de 700 itens, considerando os diversos graus de viscosidade e diferentes embal agens “Buscamos aprofundar o conhecimento sobre as necessidades dos nossos clientes, que nos são colocadas pelas áreas comerciais. Sabemos que não há um cliente igual ao outro e trabalhamos sempre para atender as especificidades de cada um”, afirma Celso Pinho, titular da GEI. Esse diferencial, segundo ele, é resultado da estreita cooperação entre a GEI e a força de vendas 48 Foto Arquivo BR A fábrica da GEI em Duque de Caixas, no Grande Rio, onde são produzidos os mais de 100 produtos do portfólio da BR, terá sua capacidade ampliada dade produtiva da fábrica quanto na ampliação da força de vendas. “O mercado sinaliza constante aumento. A GEI precisa se manter preparada para dar conta deste crescimento.” A ampliação da capacidade de produção vem em boa hora, já que a integração dos ativos da Alvo, formado após a aquisição da Ipiranga, trouxe para a empresa um aumento imediato de demanda pelos produtos Lubrax. Outro desafio vem do recente lançamento do Plano Integrado de Marketing (PIM) da diretoria da Rede de Postos de Serviços (DRPS). “Ele nos trouxe, principalmente, desafios logísticos, pois precisamos entregar nossos produtos no mais longínquo posto da Companhia que tiver aderido ao Programa”, explica Celso. Como exemplo do constante esforço para ampliar ainda mais a participação no mercado, o titular da GEI cita o Lubrax Turbo Vigoros, que reforça o portfólio da linha Lubrax: “Ele vem para suprir as necessidades dos motores diesel com alta quilometragem, garantindo a redução do consumo de óleo, maior controle da formação de depósitos e redução da formação de fuligem – o que ajuda a evitar a perda de potência do motor”, conclui Celso. Produtos por segmento • Automotivos – 38 • Aviação – 3 • Ferroviários – 3 • Graxas – 21 • Industriais – 25 • Marítimos – 13 • Linha Syntesis – 6 CONTATO BR Celso Pinho [email protected] – (21) 2677-3250 49 SISTEMA PETROBRAS cinco anos de integr Adquirida pela BR em 2004, a Liquigás, subsidiária de distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) cresce sem parar rumo à liderança, respaldada na melhoria contínua de seus produtos e serviços, atendimento diferenciado e gestão transparente de seus negócios 50 Fotos Banco de Imagens Petrobras ração C om 21 unidades industriais de engarrafamento, 19 depósitos de armazenamento e uma re de com cerca de quatro mil revendedores, a Liquigás Distribuidora completa cinco anos de integração ao Sistema Petrobras, com performance de campeã. Com mais de 35 milhões con sumidores, além de clientes comer ciais e industriais abastecidos a granel em quase todos os estados brasileiros, a empresa conquistou um market share de 22,4%. De acordo com os dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente ao primeiro semestre de 2009, a Liquigás está na segunda posição no ranking nacional, sendo a líder no mercado de botijões de gás de 13 kg. Atingir a liderança do mercado total de GLP (botijões e granel) até 2012 é a meta da Liquigás, segundo Antonio Rubens Silva Silvino, presidente da Companhia, que fala da estratégia adotada para garantir este desempenho. “Os resultados obtidos são decorrentes da integração da expertise do negócio de engarrafamento,distribuiçãoecomer cialização de gás liquefeito de petróleo (GLP) da empresa adquirida do antigo acionista com o modelo de gestão, governança e melhores práticas da Petrobras e BR, aliado ao comprometimento da força de trabalho”, afirma o executivo. Ele explica que a empresa definiu um plano de negócios, com metas e orçamento anual, estabelecendo as bases para este crescimento e observando que a busca pela excelência em todos os processos é fator fundamental para alcançar bons resultados. Investimentos garantidos Para alcançar seus objetivos, a Liquigás está realizando investimentos da ordem de R$ 724 milhões até 2013 e implantando uma série de projetos em diversas áreas. Como parte das estratégias da Companhia, destaca-se a implantação de um sistema de governança corporativa; a adoção de padrões de excelência em todas as áreas; a modernização de centros operativos (unidades de engarrafamento e distribuição de GLP); o desenvolvimento de novos produtos e a implantação de novas ferramentas de tecnologia da informação. Os investimentos também foram direcionados para a aquisição de 51 SISTEMA PETROBRAS novos botijões e equipamentos de segurança; o aumento na eficiência na área de logística; o reforço da parceria com os revendedores; a melhoria na qualidade do atendimento aos clientes da área Granel e a valorização da força de trabalho, entre outras ações. Todas essas iniciativas têm assegurado bons resultados para a Liquigás, inclusive com o reconhecimento público demonstrado por várias premiações recebidas recentemente pela empresa. Em 2008, ela foi eleita a Melhor Empresa do Setor de Petróleo e Gás, pelo jornal Gazeta Mercantil, e a sétima melhor da área de energia do Brasil pelo anuário Melhores e Maiores da revista Exame. No mesmo ano, ficou em décimo lugar no setor de Petróleo e Gás no Guia Valor 1000 Maiores Empresas, do jornal Valor Econômico, e recebeu o troféu Masterinstal e a Medalha de Prata no Prêmio Paulista de Excelência da Gestão (Ipeg). O primeiro semestre de 2009 também contabiliza a conquista do Troféu Transparência 2009 e a tripla certificação da unidade operacional de Capuava, em Mauá (SP). (vide box) A força do capital humano O alto comprometimento dos colaboradores é outro aspecto fundamental para a obtenção de bons resultados. Alinhada à cultura organizacional das empresas do Sistema Petrobras, a Liquigás investe fortemente em políticas internas de segurança, qualidade de vida, benefícios e em mecanismos de reco- UM Modelo de Excelência O Centro Operativo da Liquigás em Capuava é a primeira unidade da Companhia a receber certificação no Sistema de Gestão Integrada ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 1800. Um marco para a Companhia e para o setor nacional de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), a tripla certificação do Centro Ope rativo da Liquigás em Capuava – localizado em Mauá, no Grande ABC paulista –, pela organização internacional ABS Quality Evaluations consagra a unidade como modelo corporativo de excelência. É a primeira unidade da empresa a se adequar às três normas abrangidas pelo Sistema de Gestão Integrada (SGI) – a ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (meio ambiente) e OHSAS 18001 (segurança e saúde ocupacional). Ela servirá de modelo corporativo e de excelência de gestão para as demais unidades de engarrafamento e distribuição de GLP da Liquigás no Brasil, as quais, pouco a pouco, também 52 passarão pelo processo de implantação do SGI. “Essa certificação nos dá um diferencial competitivo fundamental dentro do setor e demonstra nosso comprometimento em atender aos requisitos de nossos clientes, colaboradores e comunidade em geral com qualidade, responsabilidade, segurança e respeito ao meio ambiente”, afirma o presidente da Liquigás, Antonio Rubens Silva Silvino. Ele ressalta ainda que as adequações às normas do SGI garantem o alinhamento das práticas corporativas da Liquigás às do Sistema Petrobras. O processo de certificação foi realizado em 11 meses, tempo considerado recorde para certificações. Resultados imediatos Os padrões de trabalho implantados durante o processo de certificação trouxeram melhorias significativas ao Centro Operativo (CO): aumento da eficiência em função da padronização dos processos, reduções de custos de produção, de retrabalho e dos acidentes e incidentes de trabalho. Abastecido pela Recap (Refinaria Capuava da Petrobras),o CO Capuava engarrafa, comercializa e distribui GLP para fins industriais, residenciais e comerciais, dispondo de uma infraestrutura de armazenamento composta por 12 tanques de 60 toneladas e outros três tanques para 120 toneladas. A unidade tem capacidade diária para envasar 31 mil botijões de 13 kg/8 kg para uso doméstico, 1.200 vasilhames de 20 kg e cerca de 500 cilindros de 45 kg, além de embalagens de 90 kg de GLP para uso industrial e comercial, carregando também caminhões-tanque, que abastecem grandes clientes que consomem o GLP a granel. Ela abastece ainda os depósitos da Liquigás em Santos e em Guarulhos, que atendem aos consumidores de toda a Baixada Santista, Grande ABC e algumas cidades do interior de São Paulo. nhecimento e recompensa para os colaboradores. Ainda na área de recursos humanos, outro destaque é a redução do índice de acidentes de trabalho. A Taxa de Frequência de Acidentados com Afastamento (TFCA) da Liquigás, que era de 15 nesses cinco anos, passou a ser de somente 1,2 (média bem abaixo da indústria mundial do setor, que é de quatro). O resultado das boas práticas de gestão ficou evidenciado na última pesquisa de clima da companhia, na qual o Índice de Satisfação do Empregado foi de 74%, bem superior ao de 2006 (60%) e acima do aferido em 2007 (71%). Já o Índice de Comprometimento tem se mantido próximo dos 100% – na pesquisa de 2008, a Liquigás registrou o índice de 97%. A parceria com as revendas é outra importante ação para que a Liquigás alcance seus objetivos. A empresa vem capacitando os revendedores e suas equipes por meio de treinamento, manuais e diversas ações de marketing. “Realizamos convenções com os revendedores em vários estados do país, nas quais apresentamos nossa missão, visão e valores, bem como boas práticas de gestão. O objetivo é incentivá-los a desenvolver um trabalho de qualidade e com foco no consumidor final em seus respectivos mercados, assegurando a credibilidade da marca junto ao consumidor final”, conta Antonio Rubens. Novos produtos e serviços Entre as iniciativas que vêm reforçando a posição da Liquigás no mercado de GLP, destaca-se o desenvolvimento e lançamento de produtos inovadores, entre eles o botijão de 8 quilos de GLP (P-8), o botijão de 5 e 10 quilos em nova embalagem, a ser lançado em bre- Os presidentes da Petrobras, Sérgio Grabrielli, da Liquigás, Antonio Rubens Silvino, e da BR, José Lima de Andrade Neto, mostram nova embalagem do botijão de GLP ve, e o sistema FLEXGAS – mistura de GLP com gás atmosférico, que pode ser utilizado nos mesmos equipamentos industriais de queima de gás natural. Outra novidade que já faz sucesso é a recente implantação do sistema de medição individualizada de consumo de GLP a granel em condomínios residenciais e comerciais. “Todas essas inovações vêm contribuindo para o estabelecimento de bases sólidas que garantam o crescimento da Companhia”, observa o executivo, ao destacar que a Liquigás ampliou suas vendas em mais de 100 mil toneladas no período de cinco anos, batendo sucessivos recordes de venda. A construção da nova unidade de engarrafamento e distribuição de GLP em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, terceiro maior mercado nacional de GLP, local das sedes da Petrobras e da Petrobras Distribuidora também vai assegurar sua liderança. A nova unidade deverá ser inaugurada ainda este ano e irá gerar cerca de 90 empregos diretos e mais de mil indiretos. A construção desta unidade é a principal ação prevista no chamado “Projeto Rio”, que contempla também a abertura de novas revendas e o atendimento a novos clientes no segmento a granel, visando o crescimento do market share no estado. Para isso, a empresa conta também com o patrocínio ao Botafogo de Futebol e Regatas. “Este é mais um passo para a Liquigás se consolidar no Rio de Janeiro. Hoje, temos 12,7% do mercado e nossa meta é ampliar o market share para 21%”, conclui o presidente da Companhia. CONTATOS LIQUIGÁS Ana Paula Vieira Fernandes [email protected] – (11) 3703 -2774 Hosana Gomes [email protected] – (11) 3703 -2505 53 SISTEMA PETROBRAS Transparência reconhecida Entrega do Troféu Transparência reuniu representantes das empresas que mais se destacaram por suas atuação ética Mais importante premiação da classe contábil, o Troféu Transparência 2009 é um reconhecimento da atuação responsável e ética da Liquigás na conduta de seus negócios em um mercado altamente competitivo. Visto pelo mercado como um certificado de idoneidade das empresas vencedoras, o Troféu Transparência 2009 vem coroar uma trajetória de sucesso da Liquigás, empresa de distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), subsidiária da Petrobras Distribuidora. “Para a Liquigás, receber o Troféu Transparência é uma importante sinalização ao mercado de como a Companhia atua em seus negócios, com ética e responsabilidade, contribuindo para um setor de GLP cada vez 54 mais desenvolvido”, afirma o diretor Financeiro e de Serviços, Paulo Cesar Chaves Furlanetto. ética nos negócios A Liquigás foi uma das vencedoras na categoria Empresas Fechadas da décima terceira edição deste prêmio, criado pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A iniciativa tem ainda a parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) e a Serasa Experian, o maior banco de dados da América Latina sobre consumidores, empresas e grupos econômicos. As três organizações são reconhecidas no país por seus esforços no sentido de promover e incentivar a adoção de valores éticos na conduta dos negócios. O Prêmio Transparência Anefac-Fipecafi-Serasa Experian tem por objetivo incentivar a transparência corporativa no mercado, através do fornecimento de informações claras e de qualidade. Os organizadores analisam com rigor as práticas de transparência nas informações contábeis, no que diz respeito à qualidade do relatório da administração e consistência com os dados divulgados, dentre outros fatores. Também são avaliadas aspectos relevantes, como fluxo de caixa, demonstração do valor adicionado, Ebtida e valor econômico agregado, que influenciam no resultado final da premiação. A entrega do prêmio foi feita no dia 24 de setembro, em São Paulo. REDE DE POSTOS Presença em dose dupla Foto Arquivo BR BR e Liquigás são destaques em evento que mostrou novidades do setor de combustíveis e conveniência Parceiros, clientes e visitantes da Expo Postos 2009 degustaram alguns dos produtos que são oferecidos na rede de conveniência BR Mania R esponsável pela maior rede de postos de serviço e lojas de conveniência do país, a Petrobras Distribuidora participou mais uma vez da Expo Postos & Conveniência, o maior evento do mercado de distribuição e revenda de combustíveis e lojas de conveniência da América Latina. A Liquigás, subsidiária da BR na distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP), também participou, fazendo uma grande estreia na feira. Realizada entre 16 e 18 de setembro no Expo Center Norte, em São Paulo, a Expo Postos & Conveniência reuniu proprietários e gerentes de postos de serviços e lojas de conveniência, revendedores e executivos de distribuidoras, que le- varam o que há de mais moderno no setor. O Cartão Petrobras, a linha Lubrax, a gasolina Petrobras Podium e o Programa De Olho no Combustível – com nova identidade visual – foram alguns dos produtos e serviços divulgados no estande da BR. Quem visitou o local teve ainda a oportunidade de saborear os 55 REDE DE POSTOS produtos da área de food service da BR Mania. “A Expo Postos & Conveniência já se transformou em um marco, uma referência no setor. Além de sua importância para os negócios, com divulgação de novidades para o segmento, é uma ótima oportunidade de nos aproximarmos de nossos parceiros revendedores e franqueados, que contribuem para o sucesso da Petrobras Distribuidora no mercado”, afirmou Fernando Alves Jorge Junior, então gerente de Marketing da Rede de Postos da Petrobras Distribuidora. Sinergia fortalecida necimento e suprimento de gás a granel para uso em lojas de conveniência, restaurantes, lanchonetes e aquecimento de água em geral. A Expo Postos & Conveniência, que recebeu mais de 20 mil visitantes, contou com a participação de cerca de 100 empresas líderes do mercado nos setores de produtos, serviços e equipamentos para postos; serviços automotivos; Gás Natural Veicular; food service; produtos, serviços e equipamentos para conveniência; tecnologia e informática; e parceiros em soluções de negócios. Paralelamente à feira, foi realizado o V Fórum Internacional de Postos de Serviços, Equipamentos, Lojas de Conveniência e Food Service. CONTATO BR César Augusto Barbosa [email protected] – (21) 3876-8034 Foto Sirlei Cunha A presença da BR foi reforçada com a participação de sua subsidiária de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), a Liquigás Distribuidora. “Nossa presença no evento amplia e fortalece a sinergia com os agentes do mercado”, analisa Antonio Rubens Silva Silvino, presidente da Liquigás. “Nosso objetivo é mostrar aos participantes as vantagens da utilização do gás liquefeito de petróleo nos postos, lojas de conveniência e restaurantes, em condições de custo operacional mais barato para o revendedor do que outras fontes de energia como eletricidade, gás natural ou óleo diesel, além de outras aplicações para o produto e inovações que a Liquigás vem desenvolvendo”, disse o presidente. Em seu estande, a Liquigás destacou as principais utilizações do GLP nos postos de serviço, entre elas o uso de gaiolas (nas localidades em que a legislação permite) para armazenamento de botijões comercializados nestes estabelecimentos, e, principalmente, o for- A Liquigás também esteve na Expo Postos para apresentar as vantagens da utilização do GLP nos postos e lojas de conveniência 56 PATROCÍNIO CULTURAL O espetáculo já começou Petrobras Distribuidora dá a partida no Programa BR de Cultura, selecionando 43 peças Foto Alexandre Brum teatrais que percorrerão cerca de 85 cidades nos 27 estados do Brasil Resultado da seleção pública do Programa BR de Cultura 2009/2010 já se tornou um espetáculo a parte, pela dimensão desta ação que se estende a todo o Brasil C om a filosofia de “levar a arte onde o povo está”, Programa BR de Cultura 2009/2010 seleciona 43 peças teatrais dos 384 projetos inscritos nesta nova edição. Até dezembro de 2010, estes espetáculos percorrerão cerca de 85 municípios nos 27 estados do país. O resultado da Seleção Pública foi apresentado em solenidade comandada pelo novo presidente da BR, José de Andrade Lima Neto. Também participaram diretores da Companhia, representantes do Sistema Petrobras, do Ministério da Cultura (MinC), da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), além de artistas e membros dos grupos contemplados. Integrante do Programa Petrobras Cultural, o programa, para o qual foram destinados este ano R$ 12 milhões, tem também o objetivo de promover o intercâmbio cultural entre os estados e dar maior transparência à política de patrocínios culturais executada pela BR. “Com o Programa BR de Cultura temos por objetivo a democratização do acesso a espetáculos teatrais de qualidade, uma vez que estas peças circularão por todo o Brasil”, reforça a gerente de Patrocínio da Petrobras Distribuidora, Alena Aló. Ela afirma que, por meio desta iniciativa, a Petrobras Distribuidora reafirma seu compromisso com o incentivo à cultura: “Trata-se do papel natural de toda empresa cida dã”, frisa. Alena Aló lembra ainda 57 pATRoCíNIo CulTuRAl Foto nana de morais que, além de ser o primeiro plano de patrocínio cultural com seleção pública voltada unicamente para a circulação de peças teatrais, o Programa Br de Cultura também contempla projetos de continuidade, como o Cinema Br em Movimento e o Dançando para não Dançar. coMiSSão de notáveiS CONTATO BR Alena Aló [email protected] – (21) 3876-4419 Foto Guga melgar as atrizes marieta severo e andréia Beltrão, na comédia “as Centenárias”, uma das peças que foi selecionada pelo Programa Br de Cultura. inicialmente, os projetos foram analisados pela Comissão de seleção Companhia, que levou em conta quesitos como mérito, relevância artística, currículos dos profissionais envolvidos, viabilidade de execução, praças propostas e resultados obtidos em temporadas anteriores. a comissão contou com dois representantes do sistema petrobras e quatro consultores externos, todos de reconhecida competência no meio artístico: antonio pitanga, paulo de moraes, oscar José e Carlos Gregório. após a análise inicial, na etapa intermediária foi avaliado o enquadramento de cada projeto às exigências da Lei Rouanet. para agilizar esse processo, o minC e a BR assinaram um acordo de Cooperação técnica, com adoção de procedimentos conjuntos para a execução do programa. a última fase da seleção foi feita pelo Conselho BR de Cultura, presidido pelo então gerente executivo de Comunicação da Companhia, paulo otto von sperling (atual ouvidor da petrobras) e composto por representantes da secretaria de Comunicação da presidência da República, do ministério da Cultura e do sistema petrobras. a lista completa dos projetos contemplados está disponível no portal BR (www.br.com.br). “Lúcio 80-30”, projeto de Lucio mauro Filho, no qual ele dirige e contracena com o pai, o comediante Lucio mauro, que comemora 80 anos de vida e 60 de carreira 58 RESPONSABILIDADE SOCIAL Coisa de cinema O Cinema BR em Movimento chega à décima edição com 13 mil sessões gratuitas do melhor do cinema nacional para dois milhões de pessoas em todo o país Q uando o assunto é Cinema BR em Movimento, a tela é grande e os números maiores ainda. Com o patrocínio da Petrobras Distribuidora desde a estreia em 2000, o programa chega este ano à décima edição e faz história como o maior circuito de exibição não comercial da América Latina. Já foram mais de 13 mil sessões gratuitas do melhor do cinema nacional e mais de 1,7 milhões de expectadores de todos os cantos do país. Mil cidades já estiveram no roteiro e o programa já capacitou mais de 550 agentes culturais. Isso tudo sem contar a edição de 2009, iniciada no dia 3 de agosto em Manaus (AM), e que, com certeza, vai ampliar ainda mais estes números. Isso porque durante os cinco meses de duração do projeto, serão feitas mil exibições em nada menos que 200 cidades em todo o país. Programação eclética Como o público da edição atual passará de cem mil pessoas, a seleção de filmes deve agradar a todas 59 as idades, e por isso inclui desde a animação infantil Cine Gibi 3, até a comédia romântica Romance, com Letícia sabatella e Wagner moura. o grande sucesso de bilheteria meu nome não é Johnny, com selton mello, também está na programação do circuito, que não esqueceu dos curtas como vida maria, de márcio Ramos, e documentários como três irmãos de sangue, de Ângela patrícia Reiniger, sobre os irmãos Betinho, Henfil e Chico mário. as sessões acontecem perto de instalações da BR, da petrobras e da transpetro e em associações comunitárias, agremiações e sedes de projetos sociais, além de logradouros públicos em geral. ReSponSABilidAde cultuRAl os filmes obedecem a um critério de qualidade técnica e artística, Fotos mPC associados RESpoNSAbIlIdAdE SoCIAl até o final da programação, acredita-se que mais de dois milhões de pessoas terão assistido às sessões gratuitas sendo que o tema sempre tem relevância na geração de reflexões. “a contribuição cultural e intelectual que o projeto proporciona está totalmente alinhada à política de responsabilidade social da BR”, afirma alena aló, gerente de patrocínio da petrobras distribuidora. alena explica que o objetivo é reconhecer a cultura e o audiovisual nacionais como ferramentas para a educação e a transformação social: “este é um dos patrocínios de maior relevância da petrobras distribuidora, pois contribui para revigorar os filmes nacionais e fomentar a produção audiovisual brasileira”, resume. CONTATO BR Alena Aló [email protected] – (21) 3876-4419 Um miNUtiNHo QUe faZ a difeReNÇa Na QUaLidade de empResa amiGa da CRiaNÇa, a petRoBRas distRiBUidoRa iNCLUi vÍdeo soBRe a eXpLoRaÇÃo de CRiaNÇas e adoLesCeNtes aNtes de Cada sessÃo do CiNema BR em movimeNto a petrobras distribuidora, que pelo quinto ano consecutivo mantém o selo de empresa amiga da Criança, faz jus a esse reconhecimento da fundação abrinq desde 2004 e lança mais uma ação contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. trata-se de um vídeo de 57 segundos, mostrado antes de todas as sessões. Com o título esconderijo, procura conscientizar a plateia sobre o drama da exploração sexual infantil e exaltar a importância de denunciar qualquer caso desse tipo ao disque 100 – serviço que o Governo federal promove e que o sistema petrobras apoia dentro do siga Bem 60 Criança, programa que conta com o apoio dos caminhoneiros no combate à violência contra a criança e o adolescente e que valeu, em 2004, o prêmio top social advB ao trabalho da petrobras e da petrobras distribuidora. de maio de 2003 a abril de 2009, o disque 100 recebeu mais de 2 milhões de ligações e encaminhou aos órgãos competentes cerca de 95 mil denúncias vindas de todo o país. a polícia Rodoviária federal já identificou 241 rotas do tráfico de crianças, jovens ou adolescentes e mulheres para fins de exploração sexual no Brasil. OPINIÃO Energia e emissões: O modal rodoviário domina a matriz do transporte brasileiro, com participação de mais de 60%. Em um país continental como o Brasil, o transporte rodoviário tem seu papel de importância no cenário da logística nacional para transpor as distâncias e, principalmente, para garantir, na última milha, a distribuição correta dos produtos e o abastecimento das cidades e dos centros de produção. O caminhão, ator principal da intrincada operação de transporte de cargas, é um equipamento em franca evolução. Desde o gasogênio, utilizado pelas empresas de transportes no anos 40 para suprir a falta de combustíveis devido à Segunda Grande Guerra, até os veículos elétricos, que hoje já aparecem no cenário como alternativas e projetos em andamento, a energia que move o transporte de cargas no Brasil sempre foi um desafio. O diesel, principal combustível do transporte rodoviário na atualidade, fonte de energia fóssil nãorenovável, ainda é motivo de preocupação em nosso país, devido ao alto índice de enxofre em sua composição. Mas, empresas, montadoras e fornecedores de combustíveis têm realizado trabalhos, estudos e projetos para melhorar este cenário. O biodiesel apareceu como uma alternativa para o combustível fóssil. Renovável, com índices de emissão menores e mais ecológico, o diesel obtido a partir de fontes vegetais tem gerado renda para a agricultu- ra familiar, melhoria de desempenho nos veículos e economia para as empresas. Além disso, as empresas de transportes têm se esforçado para criar maneiras de economizar energia em suas operações, otimizando o uso dos caminhões, treinando seus motoristas e adotando políticas ambientais, como a medição da emissão de gases poluentes. Com todas essas iniciativas, as transportadoras entraram no Século XXI preocupadas com o aquecimento global e com o meio ambiente. Hoje, as empresas gastam menos combustível, utilizam energia renovável, monitoram os motores a diesel de suas frotas para mantê-los sempre regulados e, principalmente, conscientizam seus colaboradores para este problema mundial. Além do biodiesel, que já é uma realidade no Brasil, o estudo de outras matrizes energéticas para a aplicação no transporte de cargas é uma realidade. Uma montadora apresentou este ano o protótipo, ainda em fase de pesquisas, de um caminhão elétrico. Totalmente isento de emissões gasosas e independente de combustíveis fósseis, o caminhão elétrico pode ser uma alternativa para o futuro do transporte de cargas. O GNV e o etanol também são fontes de energia estudadas para o transporte de cargas e representam, também, um futuro recente pra o setor, mais limpo, mais eficiente e menos danoso ao meio ambiente. Foto Arquivo pessoal desafios para o transporte do futuro Francisco Pelucio Estas iniciativas, aliadas a empreendimentos como o Programa Despoluir, da Confederação Nacional do Transporte, que oferece gratuitamente às empresas a medição das emissões de seus veículos e dá orientações para a manutenção dos motores, representam a preocupação do setor com o emprego de, cada vez mais, energias limpas e eficientes. Este é o rumo que o setor de transporte de cargas tem seguido para um futuro melhor e mais sustentável para todos. A Petrobras, associada mantenedora do Setcesp, é um dos parceiros mais importantes dessa luta, sempre apresentando estudos e projetos de grande importância para o segmento. Este é o desafio: a energia para um Brasil mais integrado. Francisco Pelucio Presidente do Setcesp (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região) 61 CENÁRIOS NOVO MARCO REGULATÓRIO Com o Brasil em um patamar inédito no cenário mundial da indústria petrolífera, o país repensa a legislação que rege as atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural A descoberta da província petrolífera do pré-sal, que se estende da Bacia de Santos até o sul da Bacia do Espírito Santo, abrangendo a Bacia de Campos, que produz hoje 80% do petróleo nacional, é um marco na indústria mundial. Não somente pelo fato de, até agora, as três únicas descobertas já estimadas – Tupi (5 a 8 bilhões de barris), Iara: (3 a 4 bilhões de barris) e Parque das Baleias (1,5 a 2 bilhões de barris) – praticamente dobrarem as reservas brasileiras, hoje de 14 bilhões de barris, mas Natural e Biocombustíveis (ANP), assim como o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Mobilizando todos os órgãos representados no CNPE, essas propostas foram discutidas e elaboradas por um grupo de trabalho que reuniu, entre outros, o então secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, hoje presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto; o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, e o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tomalsquim. um fundo social possibilitará utiliz ar as riquez as advindas do pré-sal no combate à pobreza e a melhoria da educação e da saúde também pelo alto índice de sucesso exploratório. Dos 31 poços perfurados pela Petrobras nessa província até setembro, a taxa de sucesso foi de 87%, sendo que na Bacia de Santos, onde foram perfurados 13 poços, essa taxa foi de 100%. Todos esses fatores levaram o governo a solicitar estudos de mudanças no marco regulatório brasileiro, que está apoiado na chamada Lei do Petróleo (Lei 9.478, de 6 de agosto de 1997), por meio da qual foi criada a Agência Nacional de Petróleo, Gás 62 O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, destacou o papel do atual presidente da BR na elaboração do novo modelo, afirmando que Lima Neto soube “ouvir, conduzir e convencer” as partes envolvidas no processo. “O novo marco vai mudar a trajetória do setor de petróleo no país”, afirmou o executivo. Mudanças estruturais Menos de dois anos após a confirmação da primeira grande descoberta – o campo de Tupi, na Bacia de Santos, em outubro de 2007 –, o CNPE apresentou quatro projetos que estabelecem novas regras para a exploração do pré-sal e de áreas estratégicas que venham a ser licitadas no futuro. Esses projetos, que estão sendo debatidos no Congresso Nacional, onde já receberam mais de 800 emendas, inserem importantes mudanças na legislação atual, primeiro por instituir o sistema de partilha no lugar de concessão (em vigor desde a promulgação da Lei do Petróleo). No sistema vigente (que continua em vigor para áreas fora do pré-sal ou que não são consideradas estratégicas), a União detém o monopólio do hidrocarboneto existente no subsolo. Mas por meio de licitações públicas pode conceder áreas a terceiros, que passarão a deter a propriedade do petróleo encontrado e que for extraído. Em troca, além do bônus de assinatura no leilão, os concessionários pagarão royalties e participações especiais relativas ao que for produzido. O novo marco institui a partilha, por meio do qual a União poderá contratar diretamente a Petrobras para produzir no pré-sal ou, por meio da ANP, licitar empresas para participar dos contratos de partilha, em troca de um percentual de petróleo (óleo bruto) para o governo. Ganhará a empresa que oferecer a maior contrapartida em óleo. A Petrobras será a operadora de todos os blocos do pré- Foto Banco de imagens Petrobras sal, com uma participação mínima de 30%, que poderá ser ampliada caso a empresa deseje participar das licitações dos 70% restantes. a empresa vencedora empreenderá por sua conta e risco todas as operações exploratórias e, em caso de sucesso, será reembolsada em óleo pelos investimentos exploratórios e de desenvolvimento da produção, dentro dos limites preestabelecidos por período. o excedente (óleo bruto) será repartido de acordo com o que foi estabelecido no contrato de partilha. também está sendo proposta a criação de uma nova empresa pública (que já está sendo chamada de petro-sal), a qual vai representar a União nos consórcios e comitês operacionais que deverão ser criados para gerir os contratos de partilha. esse comitê, que será integrado por representantes das partes envolvidas no contrato, terá entre suas atribuições a tarefa de monitorar custos, analisar e aprovar os investimentos. o principal objetivo do governo ao criar a nova empresa é diminuir a assimetria de informações entre a União e as empresas de petróleo por meio da atuação e acompanhamento direto de todas as atividades na área de e&p, em especial o custo de produção do óleo. por último, o novo marco cria um novo fundo social, que terá como principal objetivo direcionar as riquezas advindas do pré-sal para ações prioritárias: combate à pobreza, melhoria da qualidade da educação e da saúde, inovação científica e tecnológica, entre outros. as principais fontes de recursos desse fundo serão o percentual oferecido à União na licitação, assim como o bônus de assinatura de contratos e os royalties decorrentes dos contratos de partilha de produção. dados importantes sobre as características do pré-sal e comportamento deste tipo de reservatório vem sendo obtidos pelo FPso Cidade de são Vicente, que está realizando o teste de Longa duração (tLd) de tupi os NúmeRos da pRovÍNCia do pRÉ-saL área total – 149.000 km² áreas concedidas – 41.772 km² (28%), sendo que, desse total, a petrobras detém 35.739 km² (24%). área ainda sem concessão – 107.228 km² (72%). os reservatórios estão situados entre 5.000 e 7.000 metros abaixo do nível do mar – mais de 2.000 metros de profundidade e outros 3 a 4 mil metros de subsolo, incluindo uma camada de sal que, em certas áreas, tem mais de 2 mil metros de espessura. poços perfurados pela petrobras – 31, com uma taxa de sucesso exploratório de 87%, sendo que 13 foram perfurados na Bacia de santos, com 100% de sucesso. 63 Foto Arquivo pessoal BR EM BOA COMPANHIA Sucesso planejado O Grupo Petrovila vem percorrendo uma trajetória singular, mostrando que o sucesso da empresa não é gratuito e possui alguns ingredientes encontrados nas melhores histórias de empresas bem-sucedidas do país. Entre eles, os princípios de austeridade, confiabilidade e credibilidade defendidos pelo seu fundador, Wagner Carvalho Villanuêva. Pesa ainda nesse sucesso outro fator: não existe empresa que cresça sem planejamento. Em um mercado competitivo, não basta ser arrojado. Na medida em que a empresa evolui, aumenta a necessidade de um bom planejamento. Também é importante a escolha de parceiros como a Petrobras Distribuidora, que caminha junto com a Petrovila desde 1984. A Petrovila escolheu a parceria com a BR porque procura o melhor, agregando experiência e técnica apurada, com profissionais conectados com o mercado, que nos escutam e entendem nossas necessidades. Uma companhia distribuidora deve ser criativa. E o portfólio da BR diz muito sobre o que podemos esperar em termos de resultado, preços competitivos, confiança. Essa é a chave de uma boa parceria: o bom relacionamento com o cliente. Esse é o segredo também para um projeto bem-sucedido. 64 A BR é nossa parceira comercial nos postos de abastecimento de combustíveis, além de fornecer óleo diesel e óleo BPF para a Petrovila Combustíveis Ltda. Como industrializador e envasador de sistemas-solventes, a Petrovila Química Ltda. adquire diversos produtos da BR, entre os quais aguarrás mineral desodorizada, querosene desodorizado, tolueno, xileno, a Linha Solbrax Eco e hexano. É a nossa maior fornecedora de solventes respondendo por 80% dos hidrocarbonetos alifáticos e 70% dos hidrocarbonetos aromáticos comercializados pela empresa. Com a preocupação crescente com os aspectos ambientais e o desenvolvimento sustentável, cresce cada vez mais, e de forma irreversível, a nossa parceria com a BR, que dispõe de soluções como o Solbrax Eco e Solbrax Neo Mix. Essa parceria é importante em função da sinergia e complementaridade das duas empresas, da evolução da relação entre cliente e fornecedor, servindo como ponto de sustentação para uma eficiente estratégia de crescimento, apoiada sempre na qualidade e numa relação favorável de benefícios x custos, principalmente em um mercado que exige a substituição de solventes que causam impactos ao meio ambiente e à saúde por soluções mais amigáveis e mais seguras. José Henrique Hermont Os solventes vêm sofrendo modificações acompanhando a tendência mundial de redução de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis). Mas o custo continua sendo o grande vilão, servindo de argumento para as indústrias deixarem de investir em produtos mais amigáveis. Portanto, o maior desafio do setor de solventes é aliar custo e desempenho em soluções menos agressivas ao meio ambiente. Mesmo diante de tais desafios, as nossas expectativas são boas. Com o crescimento de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, acreditamos que o Brasil possa crescer em torno de 1% este ano e chegar a 4% em 2010. Pretendemos aumentar nossas vendas em 15% até o final do ano e com a implantação de uma nova unidade fabril em 2010, prevemos um aumento real de 50% da produção. O grupo Petrovila, em conjunto com a BR, tem como missão desenvolver periodicamente novas maneiras de criar, implementar, comunicar e agregar valor aos nossos clientes e segmentos, através da qualificação permanente de nossos profissionais na gestão do negócio, de pesquisas, de parcerias estratégicas e do comprometimento com resultados. José Henrique D. Hermont Gerente Industrial da Petrovila