Cartilha de
Planejamento Financeiro
Aprenda a reduzir suas despesas
e multiplicar seus recursos
Índice
1
Orçamento familiar ............................................................................................................................................... 04
Despesas fixas ......................................................................................................................................................... 05
Despesas variáveis ............................................................................................................................................... 05
Despesas eventuais ............................................................................................................................................. 05
Planejamento financeiro ................................................................................................................................. 05
2
Evitando desperdícios ........................................................................................................................................ 07
Evitando desperdícios nas despesas fixas ..................................................................................... 07
Evitando desperdícios nas despesas variáveis ........................................................................... 10
Evitando desperdícios nas despesas eventuais ......................................................................... 10
Importância do controle das dívidas ..................................................................................................... 11
3
Formação de poupança .................................................................................................................................... 12
O que evitar ................................................................................................................................................................ 12
O que fazer .................................................................................................................................................................. 13
Fases da vida ............................................................................................................................................................. 14
4
3
Investimentos ............................................................................................................................................................ 15
Renda fixa .................................................................................................................................................................... 15
Renda variável .......................................................................................................................................................... 16
Dicas para investir com sabedoria .......................................................................................................... 17
Prezado participante, não participante e assistido,
Entender de onde vem e para onde vai o seu dinheiro. Esta é a receita para melhorar a
utilização de seus recursos e, assim, prosperar. Somente com um detalhado e cuidadoso
planejamento de seus gastos, você poderá organizar suas despesas, ter o controle de seu
dinheiro e, quem sabe ainda, formar uma poupança. De forma resumida e objetiva, a Cartilha de
Planejamento Financeiro da Visão Prev pretende colaborar para a disseminação de
conhecimentos básicos sobre Educação Financeira.
O objetivo é estimular participantes e assistidos a formar sua poupança por meio da
diminuição de desperdícios que podem se transformar em recursos para investimentos, visando
à melhoria da qualidade de vida. Com linguagem leve, simples e bastante didática, a Cartilha de
Planejamento Financeiro da Visão Prev ajudará você a organizar melhor seu orçamento familiar,
driblar as armadilhas do consumo e planejar as despesas de acordo com suas reais
necessidades. Esperamos que esta Cartilha contribua para que você mude o presente e planeje
melhor o futuro, realizando, de forma organizada, seus desejos pessoais e profissionais.
Visão Prev Sociedade de Previdência Complementar
4
Orçamento familiar
Fazer o orçamento familiar é a melhor maneira de você planejar e controlar todas as suas receitas
e despesas, sempre a partir de algumas prioridades.
Receitas: soma de todos
os recursos financeiros
recebidos pela família em
determinado período de
tempo. Exemplos: salário,
pensão, bolsa-família etc.
Despesas: soma de tudo
o que a família gasta
durante um determinado
período de tempo. Exemplos:
compras de supermercado,
aluguel, mensalidades
escolares etc.
Algumas pessoas não têm o hábito de fazer orçamentos por desconhecer sua importância. É uma tarefa extremamente simples que
vai contribuir para a conquista de seus objetivos, pois qualquer planejamento tem início com um orçamento benfeito. Planejar gastos e
economizar não significa abrir mão do que lhe dá prazer. É necessário, porém, definir prioridades. Faça uma análise honesta e cuidadosa
de sua situação financeira atual e coloque numa folha de papel a relação de todas as suas despesas no mês e de todas as suas receitas.
Consulte no blog do Programa Visão Educa, um exemplo prático de orçamento familiar mensal no link http://visaoeduca.com.br.
É bom lembrar que os valores relativos devem ser calculados sobre o valor líquido da remuneração ou das receitas da família e que
esse montante representa o limite máximo a ser gasto por segmento.
Esse alerta é necessário tendo em vista as facilidades para obtenção de crédito direto ao consumidor, cheque especial ou cartão de
crédito que, em muitos casos, são concedidos sobre o valor bruto dos salários, sendo comum, atualmente, o empréstimo superar esses
valores. Portanto, preste muita atenção, analise bem a necessidade de contratar um valor superior àquele de que você precisa.
Depois de analisar, tente adequar os custos mensais de manutenção da família à receita. É importante encontrar um ponto de
equilíbrio entre o que se ganha e o que se gasta. Seja rígido com as despesas variáveis, ou seja, aqueles gastos que envolvem itens
como lazer, restaurante e vestuário. É possível fazer um corte radical nesses gastos porque isso vai interferir pouco na rotina familiar.
Com o tempo, é possível, e até provável, que você possa colocá-los em seu orçamento.
Se mesmo após os cortes, você perceber que o seu saldo é negativo, ou seja, as despesas são maiores que a receita, refaça as contas
de tal modo que você consiga não apenas encaixar o seu orçamento dentro do salário, mas principalmente tenha uma reserva para
despesas eventuais. As despesas domésticas podem ser divididas em três grandes segmentos: despesas fixas, variáveis e eventuais.
5
Despesas fixas
São aquelas que ocorrem todos os meses e,
por isso, podem ser previstas com
antecedência. Exemplos: aluguel, condomínio,
contas de água, energia elétrica, escola.
Despesas variáveis
São aquelas que não ocorrem todos os meses
e variam proporcionalmente à necessidade
de consumo. Exemplos: gastos com
combustível, compra de roupas, despesas
com lazer.
Despesas eventuais
São aquelas que não temos como prever o
valor a ser gasto, mas que necessitam de
uma reserva. Exemplos: consultas e
tratamento médico, compra de remédios etc.
Planejamento financeiro
As pessoas, de forma geral, têm percebido a importância de se
elaborar um planejamento financeiro bem estruturado, no qual
é possível identificar claramente os objetivos a serem
perseguidos.
Seja para equilibrar as finanças, para a compra de um imóvel,
para a compra de um carro novo ou até mesmo para formar
uma bela poupança, o planejamento financeiro é peça
fundamental na vida de cada um. Ele serve como um guia que
deve ser seguido com rigidez com vistas a se alcançar os mais
diversos objetivos. Um planejamento financeiro eficiente
possui três pilares:
• Planejar o consumo
• Eleger prioridades
• Aprender a fazer escolhas
O consumo é importante não só para as famílias, mas também
para as empresas e todo o sistema econômico. Entretanto, não
se pode consumir tudo ao mesmo tempo e o consumo
excessivo é uma armadilha perigosa e de difícil solução.
Portanto, uma análise do que realmente é preciso, de quais são
as prioridades e do que pode ser postergado é fundamental.
Antes de sair de casa com a finalidade de gastar, saiba
exatamente o que deve ser adquirido e qual o limite financeiro
para isso. Assim, evitam-se situações de gastos desnecessários
que podem comprometer todo o orçamento do mês.
6
Fique em paz com o orçamento doméstico e desfrute os benefícios de um
planejamento financeiro eficiente, com essas dicas certas e inteligentes:
Utilize a “Planilha de Orçamento” que disponibilizamos
em nosso blog e lembre-se que o casal deve, de forma
conjunta, avaliar o que entra e sai todo mês. Não é
preciso enlouquecer se o orçamento não for
cumprido, mas é importante saber o valor médio
dos gastos e para onde vai seu dinheiro.
Um gasta e o
outro economiza?
Entrem em
acordo e definam
prioridades.
Reveja todos os
seguros contratados.
Talvez contratando
uma só empresa para
diversas modalidades
de seguro, o custo
mensal possa ser
menor.
Vocês já têm ou pretendem
ter filhos? O orçamento muda
completamente com mais um
integrante na família.
Procurem definir o padrão de
vida e a educação que
pretendem dar aos filhos.
Verifique o custo com
taxas bancárias e a
representatividade
disso em um ano.
Será que não é hora
de mudar de banco?
Ainda que só um
trabalhe e as contas
sejam separadas,
procurem tomar as
decisões em conjunto.
Nunca deixem de conversar sobre
finanças. Um deve saber o que o
outro tem, quanto ganha, quanto
gasta e como andam os
investimentos e as dívidas da família.
A transparência de ambos traz
segurança e conforto para o casal.
Para quem não é casado, é
fundamental detalhar ainda
mais as despesas, sendo que as
despesas variáveis costumam
constituir um significativo “ralo
financeiro” no orçamento.
Pode parecer chato e
desnecessário, mas atenha-se à
quantia gasta em entretenimento
e, principalmente, à quantidade e
à frequência desses eventos. O
indivíduo pode se surpreender
com o peso que esse tipo de
gasto tem sobre o orçamento.
TV a cabo é fundamental para todas as famílias de classe média. No entanto,
o custo desse serviço é muitas vezes desproporcional à quantidade de canais
assistidos. Faz sentido sempre analisar o custo x o benefício dos pacotes de
programação contratados para, quem sabe, solicitar uma revisão de seu
pacote, um desconto ou até mesmo mudar de operadora, já que a
concorrência no setor é grande e esse cenário é ótimo para os consumidores.
Quando se tem uma dívida elevada atrelada ao cartão de crédito, evite a utilização de um segundo cartão para
cobrir despesas. Primeiramente, tente liquidar a dívida o quanto antes e não fique rolando as contas pagando
somente o mínimo, pois, nesses casos, há a incidência de juros elevadíssimos, da ordem de 14% ao mês (taxa média
de mercado). Outra dica importante é procurar concentrar as contas em um só cartão que traga algum tipo de
vantagem por meio de programas de fidelização, seja juntando pontos ou ganhando prêmios diretos. Por fim, solicite
sempre descontos em anuidades dos cartões de crédito - como a concorrência é cada vez maior, nenhuma empresa
quer perder uma boa fatia de mercado por conta dessa cobrança.
7
Evitando desperdícios
Não há duvida de que um dos grandes problemas do Brasil é o desperdício. Ele ocorre em toda a cadeia
produtiva, prejudica empresas e governos, onera consumidores e usuários de produtos e serviços,
encarece o orçamento familiar, sem distinção de gênero, raça ou religião. O desperdício está no dia a dia
do brasileiro, consumindo energia, gerando prejuízos, abreviando a existência de recursos naturais.
Você já imaginou o quanto se desperdiça da água potável existente no planeta?
E você, tem feito a sua parte? Economizando ou desperdiçando?
No Brasil, os supermercados jogam fora 13 milhões de toneladas de alimentos por ano; as feiras livres
desperdiçam 300 mil toneladas de alimentos por ano; um quarto de tudo o que se produz no país em
frutas, verduras e legumes é jogado fora; 30% dos alimentos comprados pelas donas de casa vão para o
lixo. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de toda a produção econômica do
país, 15% são desperdiçados, gerando a perda de muitos bilhões de reais.
Então, como evitar desperdícios em casa? Acompanhando os três segmentos apresentados
anteriormente para análise, abordaremos os principais itens nos quais você pode detectar desperdícios.
Reduzindo-os ou até eliminando-os, você poderá juntar recursos para a formação de sua poupança.
Evitando desperdícios nas despesas fixas
No aluguel ou prestação e condomínio
8
No consumo de água
Não comprometa mais que 30% de sua renda com aluguel ou
prestação e condomínio.
Ao lavar calçadas evite mangueiras. Varra
primeiro e depois use o balde de água.
Compareça às reuniões de condomínio para não ser
surpreendido com a cobrança de taxas extras.
Ao fazer a barba, feche a torneira.
Acompanhe o índice de reajuste de seu aluguel ou de Contrato
de Financiamento da Casa Própria para saber qual será o
aumento em caso de renovação ou renegociação.
Faça um levantamento para verificar se
tratar a água da piscina não é mais
vantajoso do que trocá-la.
Se chover, para que molhar as plantas?
No uso do gás
No uso de energia elétrica
Acenda o fósforo antes de abrir o gás.
As chamas devem ter coloração azulada.
Caso estejam amareladas, é sinal de que
os queimadores estão desregulados ou
sujos, o que aumenta o consumo de gás.
Nesse item em especial, encontramos várias oportunidades
de diminuição de desperdícios, seja apenas por meio da mudança
de hábitos, adotando-se um consumo responsável, seja pelo investimento
na compra de aparelhos e lâmpadas de melhor desempenho no consumo
de energia. Existem três maneiras de usar a energia eficientemente:
Reduza o consumo, preparando alimentos
em fogo baixo e com a panela tampada.
• Hábitos inteligentes – use os equipamentos elétricos de maneira correta, como
indicado mais adiante.
Comparando forno elétrico e a gás,
estudos apontam que ambos têm o
mesmo consumo em dinheiro, isso se o
uso é moderado. O grande problema é a
perda de calor para o ambiente, sendo
que o forno de microondas não perde
nenhuma energia para o ambiente.
• Equipamentos eficientes – na hora de comprar, verifique se o equipamento tem o
selo de eficiência INMETRO/PROCEL que certifica se o aparelho consome menos
energia e observe qual a categoria de consumo do equipamento.
• Projetos inteligentes – ao reformar ou projetar sua casa, utilize algumas soluções
criativas que podem ajudar na redução do consumo de energia. Projete os
ambientes utilizando o máximo de luz natural, paredes pintadas com cores claras
e com melhor isolamento térmico, ventilação adequada, circuitos elétricos bem
dimensionados e forma de aquecimento de água mais adequada às suas
necessidades. Cada equipamento tem uma carga. Essa carga é o que se chama de
potência do equipamento o que, na linguagem popular, é quanto ele “puxa de
energia”. Para saber o consumo de seus eletrodomésticos, basta consultar sua
potência no manual de instruções ou em sua placa de identificação e multiplicar
pelo tempo em que ele fica ligado. Você pode economizar energia ao escolher
aparelhos com potência menor e ligá-los apenas durante o tempo necessário.
Chuveiro elétrico – de 25% a 35% da conta
• A posição verão, ideal para dias quentes, representa consumo 30% menor.
• Feche a torneira ao se ensaboar.
• Evite banhos nos horários de maior consumo de energia elétrica, ou seja, das 18h
às 19h30.
• Limpe periodicamente os orifícios de saída de água.
• Nunca reaproveite uma resistência queimada. Isso provoca o aumento do
consumo e coloca em risco a sua segurança.
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Geladeira – de 25% a 30% da conta
• Instale a geladeira em local ventilado,
afastado de fontes de calor.
• Evite deixar a TV ligada sem
necessidade.
• Ajuste o termostato de acordo com o manual
de instruções do fabricante.
• É comum as pessoas dormirem sem
desligá-la. Em que pese o fato de a maioria dos aparelhos
de hoje já serem produzidos com dispositivo para
desligamento programado, o desperdício continua.
• Degele e limpe com a frequência necessária.
• Mantenha as borrachas de vedação da porta
em bom estado.
• Evite colocar alimentos quentes para não
exigir esforço maior do motor.
• Nunca utilize a parte traseira da geladeira
para secar panos e roupas.
• Não bloqueie a circulação interna de ar frio
com prateleiras de vidro, de plástico ou de
outros materiais.
Ferro elétrico – 5% a 7% da conta
• Acumule roupa para passar de uma só vez e comece sempre
pelos tecidos que exigem temperaturas mais baixas.
• Ao desligar o ferro elétrico, aproveite a temperatura
existente para passar tecidos leves.
Ar-condicionado – 2% a 5% da conta
• Na hora de comprar uma geladeira nova,
prefira um modelo de tamanho compatível
com as necessidades de sua família.
• Limpe sempre os filtros. A sujeira impede
a livre circulação do ar e força o aparelho.
• Lembre-se sempre de verificar o consumo
declarado pelo fabricante e se a geladeira
tem o selo de economia de energia
INMETRO/PROCEL.
• Mantenha portas e janelas fechadas, evitando assim a
entrada de ar do ambiente externo
Lâmpadas – 15% a 25% da conta
• Ambientes desocupados, lâmpadas apagadas.
• Aproveite mais a iluminação natural.
• Em banheiros, cozinha, lavanderia e garagem,
instale lâmpadas fluorescentes que iluminam
melhor, duram mais e gastam menos energia.
• Uma lâmpada fluorescente de 15 a 40 watts
ilumina tanto quanto uma incandescente de
60 watts, com economia de 66% de energia
e durabilidade 5 a 10 vezes maior.
10
Televisor – 10% a 15% da conta
• Instale o aparelho em local com boa circulação de ar
• Mantenha o ar-condicionado sempre desligado, quando você
estiver fora do ambiente por muito tempo.
Máquina de lavar roupas – 2% a 5% da conta
• Ligue-a somente com a capacidade máxima indicada pelo
fabricante, economizando energia e água.
• Limpe frequentemente o filtro da máquina.
• Utilize somente a dosagem correta de sabão indicada pelo
fabricante para que você não tenha que repetir a operação
"enxaguar"
• Leia com atenção o manual do fabricante e aproveite ao
máximo a capacidade da sua máquina de lavar roupa.
Evitando desperdícios nas despesas variáveis
Na alimentação
No transporte e combustível
Evite compras mensais, aproveite as promoções.
Liste o necessário, evitando supérfluos.
Compare sempre os preços entre produtos
e marcas similares.
Não vá ao supermercado com fome
ou com crianças.
Na academia de ginástica ou clube
Se não está frequentando, cancele
sua inscrição.
Caminhar é barato e saudável.
Forme um grupo de amigos, para
lazer e diversão.
Não vá trabalhar de carro sozinho. Divida o
custo com um “amigo carona” é uma boa
opção.
Cuidado com combustível “mais barato”, isso
pode lhe custar uma manutenção bastante
onerosa.
Lembre-se que, salvo exceções de conseguir
estacionamento gratuito, esse custo pesa e
muito.
É muito mais barato realizar a manutenção
preventiva do que a corretiva, além de ser
mais seguro. Muitas vezes um desgaste
excessivo de alguma peça pode comprometer
outra em perfeito funcionamento.
Evitando desperdícios nas despesas eventuais
Mantenha conta em apenas um banco, pois o custo médio de manutenção de conta não é nada
barato. No link http://www.bcb.gov.br/fis/tarifas/htms/htarco01F.asp?idpai=portalbcb, você vai se
surpreender com os custos de serviços bancários divulgados oficialmente pelo Banco Central.
Além de evitar que você se perca em seu planejamento financeiro, o volume concentrado em uma
única conta pode gerar descontos nas tarifas.
Tenha apenas um cartão de crédito, o custo médio da anuidade é de, aproximadamente, R$ 150.
Outro ponto de atenção é que praticamente todas as administradoras de cartões de crédito hoje
têm a flexibilidade de negociar a anuidade. Não hesite em pedir descontos.
11
Em liquidação de roupas, compre peças clássicas e básicas que não saem da moda.
Se não há tempo para ler, cancele assinaturas de jornais e revistas.
Quanto você gasta com seus animais de estimação por mês? Quanto isso representa do seu salário
ou benefício? Pesquise e cuide do seu animal de estimação, mas sem exageros. Um animal saudável e
bem cuidado não precisa ser um peso no orçamento.
Importância do controle das dívidas
Quando tem uma perspectiva equivocada a respeito do dinheiro, você acaba utilizando-o sem
controle e com irresponsabilidade, sem pensar em seu futuro e em melhorar sua qualidade de vida.
Muitas pessoas pensam somente no hoje, sem se preocupar com o futuro. Pensar no futuro não
significa abrir mão do presente. A palavra que resume tudo isso é equilíbrio e isso deve ser
perseguido, pois, caso contrário, o amanhã se tornará um pesadelo.
É muito comum escutar pessoas dizendo que “ir às compras é uma forma de me livrar dos momentos
tristes”. Pode ser, mas utilizar o shopping center como terapia é uma armadilha perigosa, pois, além
de não ajudar a resolver o problema, pode criar novas dificuldades e, a partir de então, o círculo
vicioso de gastos desnecessários está formado.
As pessoas precisam de conhecimento financeiro para usar o cartão de crédito, o cheque especial ou
qualquer outro financiamento. Quando não tem as informações corretas sobre dinheiro, você corre o
risco de tomar as piores decisões. Passamos a vida inteira tomando decisões, todos os dias nós nos
deparamos com essa situação, sendo assim, quanto maior a qualidade das informações que possuir,
melhor tende a ser suas decisões.
Uma dificuldade enorme para se resolver problemas financeiros é reconhecer que eles existem. As
pessoas muitas vezes nem sabem que estão à beira da insolvência. Portanto, cuidado! Seguem
algumas situações que evidenciam quando uma pessoa está em situação de risco de inadimplência:
• Nos últimos seis meses pagou apenas o mínimo da fatura do cartão de crédito.
• Está usando o cheque especial pelo terceiro mês consecutivo.
• Não possui nenhuma reserva financeira.
• Tem 50% da renda comprometida com prestações.
12
Formação de poupança
Em uma economia equilibrada, partimos do princípio de que a renda recebida não é totalmente utilizada para o consumo,
gerando, assim, um excedente de recursos que chamamos de poupança. O nível de poupança está diretamente ligado à renda
e ao consumo do indivíduo e de sua família. Portanto, para que ocorra aumento do nível de poupança, é necessário que haja
aumento de renda ou redução de consumo. Se as famílias praticarem o consumo responsável, focado na diminuição dos
desperdícios cometidos diariamente, haverá aumento significativo do nível da poupança familiar, em particular, e da
sociedade, em geral. Como definição econômica, temos:
Renda = remuneração dos fatores de
produção, definidos como: Terra, Capital
e Trabalho. As remunerações desses
fatores são:
Terra = aluguel
Capital = juros
Trabalho = salário
Portanto, a poupança é a parcela da
renda não consumida, representada
pela equação:
Renda - Despesas = Poupança
A equação sugerida para o acúmulo de riqueza leva em conta que o indivíduo e sua família devem
direcionar parte de sua renda mensal, que na maioria dos casos deriva de salário, para a formação de
poupança. Poupança é o acúmulo de capital ou de bens imóveis (terra ou casas e apartamentos) que
lhes garantirá um futuro melhor.
Poupança + Renda - Despesas = Futuro melhor
13
O que evitar
Para não entrar nas “armadilhas” do dia a dia, é importante que você preste atenção, evitando
situações que possam prejudicar seus planos futuros e metas traçadas pela família, tais como:
• Endividamentos – despreocupação com o futuro custa caro. Avalie com seriedade e
responsabilidade a necessidade de se endividar com o cheque especial, cartão de crédito
ou linhas de financiamento ao consumidor.
• Pagar contas com atraso – fique atento ao vencimento de suas contas. Várias instituições
(escolas e faculdades particulares, por exemplo) adotam um sistema de cobrança em que o
valor até a data de vencimento tem desconto. Após essa data, os valores costumam sofrer
aumentos consideráveis.
• Evite supérfluos – lembre-se do amigo que comprou uma bicicleta ergométrica que virou
“cabide”. Não se deixe levar por rompantes de consumismo.
• Empréstimos a parentes e amigos – seja diplomático. Uma boa desculpa evita aborrecimentos
futuros. Normalmente, esses empréstimos acabam com amizades, separam familiares e,
quando pagos, são feitos em prazo costumeiramente superior ao combinado.
• Ser fiador – a pessoa amiga e responsável também passa por situações imprevisíveis como
perda de emprego, doenças, separação conjugal ou distanciamento. É grande a probabilidade
de esses problemas alheios baterem à sua porta, pela mão do credor.
O que fazer
Não menos importante do que evitar situações que atrapalham seu planejamento
familiar, é a busca por novas fontes de renda que podem derivar de investimentos
feitos com o capital poupado (juros/rendimentos) ou do aluguel de bens imóveis
adquiridos com o capital poupado (terras, casas, apartamentos). Independentemente
de sexo ou idade, também existem várias alternativas de trabalho extra que podem
gerar bons salários e até mesmo dobrar a renda do indivíduo.
14
Fases da vida
Cada fase da vida tem sua particularidade, seus benefícios e suas obrigações. Há
diversas formas de dividir as fases da vida, mas você deve procurar sempre guardar
pensando em usufruir no futuro. Na primeira fase, você forma o patrimônio. Depois,
poderá planejar a fase de resgates desses recursos, conhecidos como benefícios. Também
podemos dividir as fases da vida por idade:
Até 25 anos (Acumular)
Nesta fase, o tempo é um grande aliado. Com um longo futuro pela frente e poucas
obrigações, caso não possua filhos, poderá iniciar a formação de poupança com uma
parcela maior de seus recursos em investimentos com risco maior. Com o longo prazo como
aliado, essas aplicações tendem a ter um retorno maior do que as aplicações mais
conservadoras.
De 25 a 45 anos (Aportes maiores)
A carreira profissional está em ascensão, com oportunidades de maiores aportes do que em outras
fases. Tudo bem que a pressão dos gastos nessa fase também é maior e, por isso, as metas de
investimento devem estar bem estabelecidas. Nessa etapa, definimos os objetivos e tomamos as
decisões mais importantes da vida e que serão cruciais para um futuro tranqüilo – ou não.
De 45 a 65 anos (Prudência)
Esse é o momento de consolidar o que se acumulou até então para iniciar um período no qual a
prudência em investimentos deve ser vista como uma companheira constante. Um ponto relevante
será proteger seu patrimônio. Por isso, fique muito atento à diversificação de sua carteira.
De 65 anos em diante (Usufruir)
Esses podem ser os melhores anos de sua vida, mas, para isso, o patrimônio deve estar protegido, pois ele
servirá como complementação de renda durante a aposentadoria. É uma fase na qual devemos ser conservadores
na escolha dos investimentos; exposições elevadas ao risco podem comprometer desnecessariamente o que se
levou anos para conquistar.
15
Investimentos
O nível de investimentos interno de um país está diretamente ligado à sua capacidade de poupança, sendo que os agentes
econômicos, como famílias, empresas e governo, têm um papel de grande importância na constituição de um cenário econômico
favorável ao crescimento.
No caso especifico das famílias, é importante adequar o orçamento para
que, mensalmente, se consiga poupar um percentual da renda familiar,
aplicando os recursos disponíveis como forma de beneficiar o futuro de
todos. O investidor deve ter em mente três fatores básicos, para qualquer
tipo de investimento:
Rentabilidade: é o resultado da divisão
do valor de resgate ou venda pelo valor
da aplicação ou compra. Representa o
resultado financeiro da operação.
Segurança: é a previsibilidade do valor
de resgate ou venda de um ativo,
minimizando o risco do investimento.
Renda fixa
Liquidez: capacidade de transformar o
investimento em dinheiro.
São ativos financeiros com remuneração pré ou pós-fixada e prazo de
vencimento definido que servem como instrumento de captação de
recursos poupados por pessoas físicas, instituições financeiras e governo.
Alguns exemplos:
Caderneta de poupança
É uma aplicação que paga juros de 0,5% ao mês + a variação da Taxa Referencial (TR). Financia o
Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Depósitos a prazo fixo – CDB (Certificados de Depósito Bancário) e RDB (Recibo de Depósito Bancário)
O CDB é um título de crédito, físico ou escritural, e o RDB é um recibo. Ambos são emitidos pelos bancos
comerciais e representativos de depósitos a prazo feitos pelo cliente. O CDB e o RDB geram a obrigação
de o banco pagar ao aplicador, ao final do prazo contratado, a remuneração prevista que será sempre
superior ao valor aplicado. Financiam os bancos.
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Notas promissórias ou Comercial paper
São títulos de curto prazo, emitidos por empresas e sociedades anônimas,
para captar recursos de capital de giro. Podem ser emitidas por sociedades
anônimas de capital fechado pelo prazo máximo de 180 dias e pelas de capital
aberto pelo prazo de até 360 dias. Financiam as empresas.
Títulos públicos
As emissões desses títulos servem para antecipação da receita fiscal,
financiamento do déficit orçamentário ou de investimentos públicos.
Financiam os governos federal, estaduais e municipais.
Renda variável
São ativos cujo lucro é determinado pela diferença entre o preço de compra + os benefícios (dividendos, no caso das ações) –
o preço de venda. Alguns exemplos:
Ações
São cotas (pedaços) de uma empresa. Quando a empresa é aberta, seu patrimônio é
dividido em várias cotas – as ações - que são comercializadas via Bolsa de Valores junto a
investidores que, assim, se tornam seus acionistas. Por um lado, com as ações, as empresas se
capitalizam, reúnem recursos que são utilizados para novos investimentos; por outro lado, os
acionistas (que compram as ações) são beneficiados caso a empresa se valorize no mercado.
Moedas
Dólar, euro, iene etc.
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Commodities
Termo usado em transações comerciais internacionais para designar um tipo de mercadoria
em estado bruto ou com um grau muito pequeno de industrialização. As principais commodities
são produtos agrícolas (como café, soja e açúcar) ou minérios (cobre, aço e ouro, entre outros).
Debêntures Conversíveis
As debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazos, emitidos por sociedades
anônimas, que conferem ao debenturista (detentor do título) um direito de crédito contra a
mesma, de acordo com as características constantes na escritura de emissão (documento legal
que declara as condições sob as quais a debênture foi emitida, tais como prazo, remuneração,
garantias, periodicidade de pagamento de juros etc). Os recursos captados com a emissão de
debêntures são, geralmente, utilizados no financiamento de projetos, reestruturação de
passivos ou aumento de capital de giro. Cada debênture emitida representa uma fração do
total da dívida contraída pela companhia, no ato da emissão, e pode ser negociada no mercado
secundário. Apesar de serem classificadas como títulos de renda fixa, as debêntures podem ter
características de renda variável como prêmios, participação no lucro da empresa ou até
mesmo conversibilidade em ações da companhia.
Dicas para investir com sabedoria
Após uma série de informações importantes sobre planejamento financeiro, orçamento
equilibrado, a melhor maneira de acumular riqueza e opções de investimentos, fechamos o
conteúdo da Cartilha de Planejamento Financeiro da Visão Prev, abordando dois atributos
muito importantes para obter êxito ao investir seus recursos: disciplina e informação.
Como dizia o velho ditado: “Quem tem cuida”. O maior interessado em ver seu investimento
crescer é você mesmo. Lembre-se sempre que o dinheiro é seu e deixar decisões importantes
nas mãos de terceiros é, no mínimo, delicado. Acompanhe de perto o resultado obtido pelas
suas aplicações, pois o hábito de acompanhar seus investimentos irá deixá-lo mais informado
sobre as melhores oportunidades do mercado. Dá trabalho e exige tempo, mas reavaliar faz
parte do negócio.
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Por muito tempo, a sociedade brasileira conviveu com altas taxas de juros que nos davam a
ilusão de grandes ganhos, quando, na verdade, a maior parte dessas taxas era correção
monetária para fazer frente ao monstro inflacionário. Portanto, sempre analise os ganhos reais
de seus investimentos, isto é, juros descontados da inflação, pois são os juros reais que
representam o ganho verdadeiro nos investimentos.
Se os juros reais são importantes, os custos (como taxas e impostos) são fundamentais para
se avaliar a performance das aplicações financeiras. Entre os impostos incidentes sobre os
ganhos, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é um tributo que deve ser considerado,
pois incide sobre o rendimento dos investimentos de renda fixa, como fundos de investimentos,
CDBs , títulos públicos, debêntures etc., em saques com prazo inferior a 30 dias.
O Imposto de Renda (IR) também acarreta uma dedução relevante no rendimento das
aplicações financeiras. No caso dos investimentos em renda fixa, a taxa é de 20% sobre os
ganhos, enquanto nas aplicações de renda variável, a taxa é de 15 % sobre o lucro obtido, isso
para operações normais, pois no caso de Day Trade (compra e venda de ações no mesmo dia), a
tributação é de 20 % sobre o ganho.
A taxa de administração (remuneração exigida pelos gestores de fundos de investimento) é
outro custo que deve ser analisado com muito critério, cuidado e paciência. Há fundos no Brasil
que são inviáveis por conta de taxas extremamente altas, tendo em vista a conjuntura atual de
juros baixos. Recomenda-se contratar fundos de renda fixa que cobrem taxas de administração
de até 1% ao ano. Para fundos, com exigência de aplicação inicial entre R$ 100,00 a R$
1.000,00, essa tarefa não é nada fácil. Os fundos multimercado têm como praxe cobrar uma
taxa de administração de 2% ao ano + uma taxa de performance equivalente a 20% do que o
fundo superar sua meta estabelecida em prospecto (benchmark).
Os fundos de ações costumam cobrar praticamente a mesma taxa dos fundos multimercado,
ou então, taxas fixas de até 3 % ao ano, incluindo performance e administração.
Diante do exposto, concluímos que taxas acima das mencionadas acima proporcionam ao
gestor a maior parte do lucro obtido, sendo que boa fatia dos ganhos deve remunerar o dono do
dinheiro. Fundos que contrariam essa lógica devem ser evitados. Uma alternativa para quem
deseja investir em renda fixa e está cansado da baixa remuneração e alta taxação dos famosos
fundos DI e de renda fixa é o investimento em títulos públicos via Tesouro Direto.
O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos para pessoas físicas, via
internet, criado pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa. O investimento inicial
exigido, atualmente, é a partir de R$ 100,00 e o investidor pode montar uma carteira com
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títulos prefixados (rentabilidade definida no momento da aplicação) como as LTNs e NTN-Fs ,
ou títulos pós-fixados (rentabilidade não definida no momento da aplicação e atrelada a um
indexador) como as LFTs e NTN-Bs. Essa flexibilidade é extremamente benéfica, pois a
carteira pode ser composta de acordo com os objetivos de cada indivíduo, podendo combinar
diferentes títulos, com remunerações distintas e prazos diferentes.
Os custos que envolvem esse tipo de investimento são extremamente competitivos, pois
as ordens de compra podem ser lançadas pela internet, reduzindo os custos de intermediação
financeira junto a um banco ou corretora contratada. Atualmente, é cobrada uma taxa de
negociação, deduzida no momento da compra do título, equivalente a 0,10 % sobre o
montante investido. Pela custódia dos papéis, é cobrado 0,30 % ao ano sobre o valor dos
títulos e essa cobrança pode ocorrer semestralmente ou no pagamento dos juros ou no
vencimento dos títulos. É possível perceber claramente que as taxas são bem menores que
uma taxa de administração de fundo de investimento.
Os impostos deduzidos são os mesmos dos fundos de renda fixa (IOF e IR), sendo que o
Imposto de Renda é proporcional ao número de dias da aplicação. Quanto maior o prazo do
investimento, menor a alíquota sobre os lucros obtidos. Veja a tabela:
Aplicações com prazo de alíquota
20
Até 6 meses
(180 dias)
22,5%
De 6 meses (e 1 dia) a 1 ano
(de 181 até 360 dias)
20,0%
De 1 ano (e 1 dia) a 2 anos
(de 361 até 720 dias)
17,5%
Acima 2 anos (e 1 dia)
(de 721 dias em diante)
15,0%
Da mesma forma que o Tesouro Direto é uma excelente alternativa para investidores com perfil
conservador e adeptos da renda fixa, a compra direta de ações é uma alternativa interessante para
investidores com perfil agressivo que desejam se expor a riscos maiores.
Alguns cuidados são fundamentais para esse tipo de investimento – em primeiro lugar, é preciso
saber que os ganhos variam de acordo com as flutuações do cenário econômico, setoriais ou relativas
às empresas propriamente ditas.
Outro aliado importante para se obter sucesso é se manter atualizado. Ler publicações com
indicadores econômicos, consultar sites especializados e estudar tendências de mercado são
ferramentas poderosas para a tomada de decisão. Só assim é possível minimizar perdas ainda
maiores caso o cenário seja extremamente negativo para determinada ação investida.
Também é necessário levar em conta a liquidez de uma ação, ou seja, a facilidade de se desfazer do
papel em ordens de resgate, os potenciais de retorno de uma ação, isto é, quanto os analistas de
mercado acreditam que uma ação possa se valorizar no futuro e as possíveis perdas, no caso de reversão
de cenário, não só econômico mas também inerente ao negócio ou ramo de atuação de empresa.
O investimento em uma ação pode ser feito via internet, por meio de uma corretora ou de um
banco comercial. Não existe um valor mínimo para investimento em ações, entretanto, é
recomendado comprar lotes (Quantidade Mínima) e não adquirir as ações de forma fracionada, ou
seja, por unidade.
Justificamos essa orientação, pois o custo médio para compra de ações é de R$ 15,00 reais (Ordem
de Compra), independentemente da quantidade. Dessa maneira, quanto menor a quantidade de ações
adquirida maior será o retorno exigido das ações para cobrir o custo com corretagem. O retorno líquido,
efetivo com uma ação, está diretamente relacionado ao desconto de taxa de corretagem, taxa de
custódia (R$ 6,90 mês para contas com posição ativa de ações), taxa sobre valor em custódia (0,0130
% ao ano, para quem tem até R$ 1.000.000,00 investido) e IR (15 % sobre o rendimento líquido e
0,005 % retido na fonte como antecipação), sendo que estão isentos do IR os ganhos líquidos auferidos
por pessoa física em operações no mercado à vista de ações cujo valor realizado em cada mês seja igual
ou inferior a R$ 20.000,00 (ver detalhes no site da Bovespa, no link http://www.bmfbovespa.com.br/ptbr/regulacao/acoes/custos-operacionais/custos-operacionais.aspx?idioma=pt-br).
Finalizamos aqui a Cartilha de Planejamento Financeiro da Visão Prev e, com ela, ratificamos o
nosso compromisso de auxiliar os nossos participantes, não participantes e assistidos para que
tomem as melhores decisões na hora de investir. Acreditamos que somente dessa maneira
poderemos contribuir para que alcancem todos os objetivos que traçaram para seu presente e –
sobretudo – para seu futuro.
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Fontes bibliográficas
Halfeld, Mauro. Investimentos.
Editora Fundamento. São Paulo. 3ª ed. 2007.
Halfeld, Mauro. Administração Financeira e Orçamentária.
Editora Fundamento. São Paulo. 1ª ed. 2009.
Banco Itaú – Uso Consciente do Dinheiro.
Site: http://www.itau.com.br/#/orcamento?id=0.
Banco Central do Brasil.
Site: http://www.bcb.gov.br/pre/portalcidadao/index.asp?idpai=PORTALBCB
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Cartilha de Planejamento Financeiro