VARIAÇÃO POPULACIONAL DOS PRINCIPAIS IXODÍDEOS PARASITAS DE BOVINOS E EQÜINOS EM DIFERENTES CONDIÇÕES DE MANEJO, NOS MUNICÍPIOS DE PARACAMBI E ITAGUAÍ NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ANTONIO PEREIRA DE SOUZA 1990 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE BIOLOGIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA PARASITOLOGIA VETERINÁRIA VARIAÇÃO POPULACIONAL DOS PRINCIPAIS IXODÍDEOS PARASITAS DE BOVINOS E EQÜINOS EM DIFERENTES CONDIÇÕES DE MANEJO, NOS MUNICÍPIOS DE PARACAMBI E ITAGUAÍ NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ANTONIO PEREIRA DE SOUZA SOB A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR: DR. NICOLAU MAUÉS DA SERRA FREIRE Tese submetida parcial grau para de D o u t o r Medicina como r e q u i s i t o a obtenção do em C i ê n c i a s em Veterinária tologia Veterinária ITAGUAÍ, RIO DE JANEIRO OUTUBRO, 1990 - Parasi- T Í T U L O DA T E S E VARIAÇÃO POPULACIONAL DE B O V I N O S E E Q Ü I N O S NOS M U N I C Í P I O S DOS P R I N C I P A I S EM D I F E R E N T E S DE P A R A C A M B I IXODÍDEOS C O N D I Ç Õ E S DE M A N E J O , E I T A G U A Í NO E S T A D O DO RIO DE J A N E I R O AUTOR ANTONIO TESE APROVADA EM: PEREIRA 18/10/1990 N I C O L A U M A U É S DA S E R R A F R E I R E DAISY WILWERTH DA CUNHA J O Ã O LUIZ HORACIO FACCINI RÔMULO C E R Q U E I R A L E I T E ADAUTO ARAÚJO PARASITAS DE SOUZA iv. A minha esposa aos meus e Soraia. Creuza filhos e Ezequiel AGRADECIMENTOS Agradecemos tribuiram para Ao rientação, a e e LOPES, todos Veterinária namentos e desta Colegas AVELINO JOSÉ pela tese pelas A Santa so. da FREIRE, HORÁCIO con- especial: realização da do em SERRA Comissão professores pela deste curso. FACCINI de o- e CARLOS Orientação, pela tese. Curso Parasitologia do Curso BITTENCOURT gentileza em Aos COSTA LUIZ elaboração - a indiretamente de Pós-Graduação Veterinária, pelos em ensi- convívio. Aos TTENCOURT na DA durante JOÃO ou trabalho, MAUÉS membros os Medicina noas, NICOLAU Professores direta deste apoio sugestões A que, realização amizade GOMES amizade todos Professor Aos WILSON a sua colegas de de VÂNIA permitirem curso, e Universidade (UDESC) e proprietários RITA a da ELIAS Fazenda Ca- PINHEIRO BI- realização de parte propriedade. sugestões Catarina e por JOHN auxílio Para ter o na FURLONG e colheita ARLINDO dos Desenvolvimento permitido a LUIZ DA dados. do realização Estado deste de Cur- vi. Aos do Estado de APARECIDA cas, professores Santa SARTOR, da Universidade Catarina que, possibilitaram (UDESC), ao meu o VALDOMIRO assumirem afastamento Para minhas para a Desenvolvimento BELLATO e AMÉLIA atividades realização didáti- deste cur- so. Aos do Estado AGLAI professores Universidade de Santa Catarina (UDESC), CAMPOS, pela revisão de A pelo da apoio Empresa Catarinense para análise Ao Tecnológico a Conselho (CNPq) IVALDO o DOS Desenvolvimento SANTOS JUNIOR e português. de Pesquisa Agropecuária (EMPASC) estatística. Nacional pelo Para apoio de Desenvolvimento financeiro para a Científico execução e deste trabalho. Ao deral do passos professor Rio na Grande pesquisa Aos gicas ria, DA W.O. do SILVA, que para ARCHANJO ao a GONZALES, (UFRGS), que me da Universidade ensinou os Fe- primeiros científica. Neitz/Curso UFRRJ, CARLOS Sul funcionários da tribuído JOÃO da de dos Para Pós-Graduação GONÇALVES executarem formação Estação suas DA em SILVA tarefas alunos Pesquisas do Medicina e SEVERINO diárias CPGPV. muito ParasitolóVeterináGONÇALVES têm con- BIOGRAFIA ANTONIO Souza e Odete 1949, no PEREIRA Pereira município Cursou tti, do Caetano Agrícola do-se para a 1970 Federal de de dezembro o de 1974 cargo em que agosto março Cursou concentração de na em Santa Escola Lages, SC Maria, o e 06 de Rio setembro de no Negro, Medicina Rio de Pascoal científico de Arruda Catarina. ginasial o de curso Erosarte Municipal SC, Costa no contratado do exerceu de 1974 1976, a o Mestrado como Estado Patologia de Doenças nasceu Joaquim, da de Grande Dere- Colégio no A- Colégio Paraná. Veterinária do Sul, da graduan- 1973. foi disciplina filho Joaquim, Santa Desenvolvimento Em e Costa ingressou terinária, gia São Em em Para de Ferreira Em de São Lysímaco Universidade Souza, primário município grícola SOUZA, de de o DE professor de Clínica, até a disciplina Parasitárias, no dezembro assumiu em Santa curso do de Universida- Catarina de Doenças UDESC, Ve- ano. de Parasitolo- Parasitárias. Veterinária, Faculdade - Medicina mesmo disciplina Medicina na pela de área de Veterinária viii. da Universidade ço de dade 1977 como a Federal agosto de Professor Terapéutica das do Rio Grande 1979, Visitante Doenças do Sul sendo contratado para a Parasitárias no período por disciplina de agosto esta de de de mar- Universi- Patologia 1977 a e agos- to de 1979. Foi tologia nale Iº Vice-Presidente Veterinária, gestão Estagiou Parasitologia Vétérinaire outubro de em 1982 a agosto a Ciências dezembro de do Rio 1986, de de Parasi- Veterinária Alfort - na École Natio- França no período de 1983. curso como de de Medicina Lages, da Veterinária UDESC de do maio Centro de 1984 autor ou co-autor em quartoze traba- publicados. iniciou terinárias-Parasitologia ral Brasileiro 1985. científicos Em de Agroveterinárias Participou lhos do Colégio 1980-1982. D'Alfort-Maisons Coordenador de do Janeiro. o Curso Veterinária de na Doutorado em Universidade Medicina Ve- Federal Ru- CONTEÚDO Página 1. 1. INTRODUÇÃO 7. 2. REVISÃO DE LITERATURA 2.1. Fase de blyomma vida livre e variação Am7. s a z o n a l de Boo- 11. microplus 2.3. F a s e de v i d a l i v r e de A n o c e n t o r 3. M A T E R I A L de cajennense 2.2. F a s e d e v i d a l i v r e e v a r i a ç ã o philus sazonal nitens 15. 17. E MÉTODOS I 17. 3.2. E x p e r i m e n t o II 20. 3.3. III 21. 3.1. Experimento Experimento 4. R E S U L T A D O S 4.1. 23. E DISCUSSÃO Experimento 23. I 4.1.1. Amblyomma cajennense 4.1.2. Boophilus microplus 4.1.3. Ínstares ixodídeos e percentagens 23. 30. dos principais c o l e t a d o s nas p a s t a g e n s 35. X. Página 4.1.4. I n f l u ê n c i a do l o c a l e das nelas na quantidade cores das fla- de í n s t a r e s cole38. tados 4.2. Experimento 43. II 4.2.1. Amblyomma cajennense 43. 4.2.2. Anocentor nitens 48. 4.2.3. Ínstares ixodídeos 4.2.4. e percentagens coletados e das nelas na q u a n t i d a d e de Í n s t a r e s Experimento 51. nas p a s t a g e n s I n f l u ê n c i a do l o c a l cores das flacoleta55. dos 4.3. dos p r i n c i p a i s 57. III 4.3.1. Amblyomma cajennense 57. 4.3.2. Anocentor nitens 62. 4.3.3. Outros ixodídeos 65. 66. 5. C O N C L U S Õ E S 6. R E F E R Ê N C I A S BIBLIOGRÁFICAS 68. ÍNDICE DAS TABELAS Página T A B E L A 1. N ú m e r o total de Ínstares não p a r a s i t á r i o s xodídeos coletados e m Paracambi (RJ), no perío- do d e novembro de 1986 a outubro de 1988, local de i- por e tipo de armadilha 38. T A B E L A 2. Número total de ínstares não p a r a s i t á r i o s xodídeos coletados em Paracambi de i- (RJ), no perío- do de novembro de 1986 a outubro de 1988, por local e cor de flanela fixa 42. T A B E L A 3. Número total de Ínsitares não p a r a s i t á r i o s xodídeos coletados em Itaguaí (RJ), no de i- período de maio de 1987 a abril de 1989, por local e tipo de armadilha 55. xii. Página TAB ELA 4. N ú m e r o total de í n s t a r e s ixodídeos coletados do de m a i o de 1987 e cor de f l a n e l a não p a r a s i t á r i o s em I t a g u a í de (RJ), no perí o- a abril de 1989 por local 58. ÍNDICE DAS FIGURAS Página FIGURA 1. Variação populacional cajennense no municÍpio período de novembro FIGURA 2. Variação populacional cajennense no populacional cajennense no FIGURA 4. Variação cajennense populacional no de de Amblyomma Paracambi (RJ), larvas de de no Paracambi ninfas de de de (RJ), no de de Paracambi 24. Amblyomma Paracambi ninfas 24. Amblyomma de 1986 a outubro município período de novembro de de de 1987 a outubro de 1988 município período de novembro larvas de 1986 a outubro de 1987 município período de novembro FIGURA 3. Variação de (RJ), no de 1987 25. Amblyomma (RJ), no de 1987 a outubro de 1988 25. xiv. Página FIGURA 5. V a r i a ç ã o populacional Amblyomma bi (RJ), de m a c h o s cajennense no p e r í o d o no e fêmeas município de n o v e m b r o de de Paracam- de 1986 a ou- t u b r o de 1987 FIGURA 6. Variação populacional Amblyomma bi 26. de cajennense (RJ), no p e r í o d o machos no e município de n o v e m b r o fêmeas de de Paracam- de 1987 a ou- t u b r o de 1988 FIGURA 7. Variação populacional microplus período de n o v e m b r o médias de de Boophilus Paracambi (RJ), d e 1986 a o u t u b r o de larvas de de P a r a c a m b i e umidade de 1987 relativa (RJ), (RJ) no mínimas, máxi- do ar, no pe- de 1986 a o u t u b r o 31. Boophilus 31. de 1987. obtidos no P o s t o A g r o m e t e r e o l ó g i c o EMBRAPA-Itaguaí no de 1987 a o u t u b r o de 1988 das t e m p e r a t u r a s r í o d o de n o v e m b r o Dados larvas município no m u n i c í p i o 9. M é d i a s m e n s a i s mas, de populacional microplus FIGURA no de n o v e m b r o F I G U R A 8. Variação período 26. da 34. xv. Página FIGURA 10. M é d i a s mensais mas, m é d i a s das e umidade ríodo de n o v e m b r o Dados obtidos 11. Percentagens ixodídeos bi (RJ), mínimas, máxi- r e l a t i v a do ar, no pe- de 1987 a o u t u b r o no EMBRAPA-Itaguaí FIGURA temperaturas Posto de 1988. Agrometereológico da (RJ) 34. de l a r v a s de três coletados espécies nas p a s t a g e n s no p e r í o d o em de Paracam- de n o v e m b r o de 1986 a ou- tubro de 1988 FIGURA 12. P e r c e n t a g e n s 37. de Í n s t a r e s jennense coletados bi no p e r í o d o (RJ), Amblyomma de nas p a s t a g e n s de n o v e m b r o em ca- Paracam- de 1986 a ou- tubro de 1988 F I G U R A 13. Variação mma populacional cajennense no p e r í o d o FIGURA 14. Variação mma mma no no município de de Amblyo- Itaguaí (RJ), larvas de município de Itaguaí cajennense no das (RJ), a abril de 1989 ninfas município de de 44. Amblyo- das de m a i o de 1988 populacional no p e r í o d o larvas de m a i o de 1987 a abril de 1988 cajennense 15. Variação das populacional no p e r í o d o FIGURA 37. 44. Amblyo- Itaguaí (RJ), de m a i o de 1987 a abril de 1988 45. xvi. Página FIGURA 16. Variação mma populacional cajennense no período FIGURA 17. Variação mma no de maio das município no de de Amblyo- Itaguaí (RJ), 45. de 1988 a abril de 1989 populacional cajennense ninfas de adultos município de Amblyo- de Itaguaí (RJ), 46. no período de maio de 1987 a abril de 1988 FIGURA 18. Variação mina populacional cajennense no período FIGURA 19. Variação tor no de adultos município de maio no Itaguaí das larvas município de Itaguaí 20. Variação ror populacional nitens período FIGURA 21. Médias dias, no das larvas município de (RJ), no 49. 1988 Anocen- de Itaguaí (RJ), no 49. de maio de 1988 a abril de 1989 mensais máximas das e temperaturas umidade ríodo de maio de 1987 obtidos -Itaguaí relativa mínimas, do (RJ) ar, a abril de 1988. no Posto Agrometereológico 46. Anocen- de período de abril de 1987 a maio d e FIGURA (RJ), de 1988 a abril de 1989 populacional nitens de Amblyo- de mé- no pe- Dados da EMBRAPA 50. xvii. Página FIGURA 22. Médias mensais das t e m p e r a t u r a s mínimas, dias, máximas e umidade r e l a t i v a do ar, méno período de abril de 1988 a m a i o de 1989. Dados obtidos no Posto A g r o m e t e r e o l ó g i c o EMBRAPA-Itaguaí da 50. (RJ) F I G U R A 23. Percentagens de larvas de três ixodídeos letados nas pastagens em Itaguaí (RJ), cono 53. período de maio de 1987 a abril de 1988 FIGURA 24. Percentagens de ínstares não parasitários de Amblyomma cajennense gens em Itaguaí coletados nas pasta- (RJ), no p e r í o d o de maio de 53. 1987 a abril de 1989 F I G U R A 25. V a r i a ç ã o populacional dos m a c h o s de Amblyo- mma cajennense contados no corpo dos nos no município de Itaguaí (RJ), no do de maio de 1987 a FIGURA 26. Variação mma populacional cajennense eqüiperío59. abril de 1988 dos contados machos no nos no município de Itaguaí de corpo Amblyodos (RJ), no do de maio de 1988 a abril de 1989 eqüiperío59. xviii. Página FIGURA 27. Variação mma populacional cajennense contadas nos no m u n i c í p i o do de m a i o F I G U R A 28. V a r i a ç ã o mma do de m a i o no de corpo Amblyodos eqüi- (RJ), no p e r í o - 60. a abril de 1988 populacional das fêmeas contadas nos no m u n i c í p i o fêmeas de Itaguaí de 1987 cajennense F I G U R A 29. V a r i a ç ã o das no de Itaguaí Amblyo- de corpo dos eqüi- (RJ), no p e r í o - de 1988 a abril de 1989 populacional das fêmeas 60. de Anocen- tor nitens c o n t a d a s no corpo dos e q ü i n o s no município de de m a i o de 1987 F I G U R A 30. Variação (RJ), no período 63. a abril de 1988 populacional tor nitens município Itaguaí contadas de I t a g u a í das fêmeas de Anocen- no corpo dos e q ü i n o s (RJ), no p e r í o d o m a i o de 1988 a abril de 1989 no de 63. RESUMO No dou-se a período de variação Amblyomma racambi, do Foram e Rio de aproximadamente do experimento, 26 bovinos e de no amostras qual, uma lotação ao e em arrasto sobre de maio de 1987 abril semelhantes para os estádios nitens, uma lotação dia seis eqüinos no 16 ha média de tratamentos foram nas a cores não município no 12 qual utilizados a município de de durante o primeiro de Pa- pasto somente 1989 Itaguaí os de a A. em quais fi- branca. No estudos cajennense um e carra- piquete e de manteve-se receberam em Concomitantemente, e ano amarela experimento ano. contagem e de realizaram-se (RJ), o inverna- equinos amostragem azul de por dois branca, o eqüinos/ano, para parasitários uma Para durante acaricidas estu- de parasitários de 1988, locais média bovinos. xadas aproximadamente três manteve-se 28 de (RJ). na flanelas Anocentor no em utilizou-se período microplus, ha, de outubro não 30 segundo, a ínstares Janeiro patos solo 1986 dos Boophilus coletadas da de populacional cajenennse Estado novembro identificação de méseis ma- xx. chos e A. fêmeas nitens. maiores Os nos de julho a mar com o outono maio ano do anos; e por adultos, larvas inicio adultos maio e no por nitens, no ninfas de julho sendo primeiro cajennense fêmeas comparação fixas menos no de permitiu afir- estádios pastagens aqueles maiores a a infestações a no nos das dois no de julho no ao segundo parasitados compreendido se- pastagens outubro intensamente meses segundo abril duração por duran- nos novembro janeiro a- infestações setembro a junho meses ocorreram maior período segundo entre foram para as cajennense entre por outubro A. nitens de maio a agosto no primeiro e de a de de mais no e de o e estiveram nicípios e junho picos novembro adultos de quatro a e e Ocorreram A. das as nos dos importantes (RJ), maio A. não cajennense a A. flanelas A. Paracambi, ninfas ocorrência mais Itaguaí primeiro pelas infestações os de pelas maio as Em larvas equinos de sendo outubro outubro Os de em de utilizada maior de de de de que, larvas setembro, picos inverno. setembro ano. ano. quatro por a por metodologia período experimento; por gundo de a a microplus pastagens de e B. de junho e o afirmar pastagens de outubro Ocorreram larvas permitem das meses precisão dultos. das resultados infestações ocorreram te A. cajennense e de fêmeas com mais de 4 mm de de os mais as ano do tipos efetivas larvas dos experimento. de para Nos armadilhas a captura ixodídeos. dois mu- mostra que de ninfas SUMMARY From November, of free-living variation Boophilus microplus Janeiro 1986 were to October, stages of studied 1988, the Amblyomma in Paracambi, populational cajennense State of and Rio de a 30 (RJ). Samples hectare were pasture, in collected which, in during three the localities first year in of experiment an average of two equines and 26 bovines during the first year and 28 ticks was cotton only bovines the performed flannel the in second, with attached white. the to Similar was maintained. use of the ground studies with The white, and sampling blue for and pasture free-living of yellow dragging forms of A. cajennense and Anocentor nitens were also conducted in Itaguaí, State of hectares Rio in de Janeiro, which ah average of when these during the acarid treatments/year. and females more than experiment of 4 A. mm, within In 6 12 order cajennense equines a count females were area equines/year animais to and fenced were utilized, was under and of of A. about 16 maintained 6 anti- identify males nitens, with simultaneously, xxii. the so far obtained results showed that in Paracambi, the heavier infestations due to larval A. cajannense on the pasture occurred to from October June and detection of to the the September; applied nymphae methods greates appeared induced amount of to adult from an July accurate stages, four infestation by larval B. microplus on the pasture were detected and the most important were those occurring during autumm and winter. In Itaguaí, State of Rio de Janeiro, that heaviest infestations to of September years of November larval and June experiment, in both A. to cajannense September, respectively; years; of were in of adults observed the first nymphae, from from and from October to May second July May to from January to April in each referred year. Four infestation peaks by larval longest from A. occurred June respectively of A. nitens to from on July October equine cajennense, the were pasture to in the more between the were observed beginning first heavily October and of May the October and second parasitized and and and years, by by adults females of A. nitens from May to August and from May to November in the first and second years of experiment, respectively. In the two municipalities, that fixed comparison flannels were between more the patterns effective to of traps retains shows nymphae and adults and less appropriate to capture larval ixodids. 1. INTRODUÇÃO O nos parasitismo animais Todavia, o gentes vel, papel direta No lista ros de e 1897), que estas parasitas prejuízos la transmissão são 1787) de na de agentes vetores diversos de importância banal. a- considerá- seguidamente dos animais sua ação publicaram dos muito ação etiológicos gênee sil- microplus (Ca- Amblyomma nitens (Neumann, os na quais adquirem produtividade difícil patogênica de 10 uma bovinos: eqüinos, e em domésticos Boophilus produção pela (1961), Anocentor e tornando-se maiores como distribuídas preferencial preferenciais nacional, os ixodídeos, parasitos importância freqüente considerado mais FONSECA encontram-se: (Fabricius, se & parasita fenômeno 1982). ARAGÃO como um uma representa de é como confere (BOURDEAU, 1887), relevante pecuária a espécies Dentre cajennense seguidamente desempenham Brasil, 57 nestrini, e lhes incriminadas vestres. uma que superior patogênica carrapatos domésticos patogênicos bem por de da reconhecer, direta enfermidades. ou pe- 2. B. microplus missão de Babesia ponsáveis LER, e bovis, B. mortalidade bigemina e 0,7 os KITAOKA (1961), por teleógina a uma 0,8 ml, principalmente e Anaplasma morbidade esteróis na economia SHORT raças mais que bovinas como do por na trans- marginale, res- rebanho bovino (KESS- mediram durante aos com carrapatos Europeu, representaram thorn x e diferenças Hereford (p < média de 20 parado com 75 100 nos nas constataram contagens em trolados com superior a bovinos banhos 45 uma mortalidade TON (1977), zos provocados US$ kg de têm da na ordem 10% nos 30 28 relação 40% nos um sangue aproximadamen- total, As entre o ferro de de cruzas carrapatos x ganho 3% peso em que de 46% Brahman e lado & nos do com- corpo, alta os repetibi(1975), animais ganho testemunha, e de WHARTON inquérito estimativo sobre os uma cifra incluindo: custos para o a governo conpeso observaram controle. chegaram Shorcon- LEATCH um não Africander com apresentaram e re- Europeu animais carrapatos ani- x que grupo nos mestiços idade ao diferentes animais mas por & nos Hereford, de em de na TURNER encontraram JOHNSTON meses perdas eles, infestação Africander Shorthorn aos de de demonstrado Eles individuais. em realizaram 42.000.000, a é nitrogênio incremento acaricidas, pelos o semanas. 0,001). uma lidade base significativas, tinham a microplus efeito um de quantidade microplus, o 27 carrapatos x B. a diária. B. de Brahman que australianos livres lação de excreção ocasionadas (1972), calculou tendo Pesquisadores de incriminado 1988). ingerida te por está e & ROULSprejuíanual fazendei- 3. ros, ro diminuição e custos na com de países US$ (1976), como 64.700.000 Segundo nos desvalorização afirmou que as Estados Unidos e 20.000.000/ano, US$ NUÑES ocasionadas mortalidade, do cou- pesquisas. STEELMAN alguns produção, et pelos al. da América (1982), carrapatos perdas econômicas e Austrália em foram respectivamente. as perdas oscilam de entre peso 40 e de 50 bovi- kg por cabeça e por ano. No cas feitas os trabalhos da raça um grupo dia de ram de no de para Janeiro, demonstrando que, bovinos carrapatos/anlmal/dia, kg/animal/ano a encontram-se cada 14 a menos dias. 204/animal, os ob- do que a mé- Quando animais deixa- cajennense São contra doença (MONTEIRO relacionado Paulo, inclusive partir da a & foi FONSECA, 1944). Depois, larvas, ninfas e de carrapa- MONTEIRO, CUNHA o procurando-se criação 1933; com 1937; (1978) adultos de evidenA. ca- coelhos. FREIRE 1981, da A. em de (1975), econômi- kg. ocorrido a implicações VIDOR 98 10,4 para 36,9 30, toxicóforo SERRA leiteiros de de carrapaticida de poder e peso por das (1983), média VALLEJO-FREIRE, & 1980 al. uma década laboratório de et média tos jennense Sul em vacinas o do aumentou produzir ciou Grande com endêmico" TRAVASSOS estimativa de carrapatos em da com tratado ganhar além BRANCO ganho Na "Tifo Rio Hereford tiveram o Brasil, de região 35,02% eram (1982), 89.720 carrapatos fisiográfica A. salientou de cajennense; que colhidos Resende, 62,15% B. durante de o período 3.007 bovinos Estado do microplus Rio e de 2,83% 4. A. nitens. dos de SERRA FREIRE com ovinos e caprinos por A. indutor de paralisia por qualquer desenvolvimento, número de infestações (1983), trabalhos vinos, poder Posteriormente salientando espécimes naturais no e e da resulta- experimentais cajennense, um entanto, infestantes publicou bo- caracterizando dos que em três estádios isto linhagem da de dependia espécie o do traba- lhada. SERRA senvolvido bovinos durante mestiços constatou uma centração de neutrofilia que FREIRE a pato redução inicial e as globular, globular a tristeza as e hemoglobina, de alterações e dede cajennense e da con- leucócitos, com prolongada. parasitária estudo sanguíneas A. por da média linfocitopenia de alterações parasitados volume intensificar estágio doença MASSARD dídeo, a um bovinos Esses não animais. só (1983) larvas outro comprovou em se Relatou a ainda verminose induzidas os agentes pelo que patogênicos ninfas alimentaram durante caprino que condições aspectos para de demonstrou ruminantium, (1984) à transmissão de Cowdria com a a UILENBERG no bovis de sobre resultados con- "carra- estrela". que, e do hemoglobina para nantes, ram meses divulgou Holando/Zebu, Sobre do 12 esplenectomia, correram (1984), tornam eqüinos, A. a em um reação sadio, dois cajennense de para cajennense A. caprino febril, meses rumi- infectatransmiti- mais tarde, Ehrlichia transmite experimentais. evidente como a importância também para desse outras ixo- espécies 5. Somado qüência mação nos e sável da rigidez secundária pela et Estados e a equi a ocasiona Esta Babesia Todavia, com maior principalmente pela auricular dermatites biológica Dermacentor o que pavilhão miíases. e 1964). Unidos do predispõem transmissão al., diretos representados nitens A. equina (Nutallia ROBY danos eqüídeos, perda sangüínea, teriana aos por espécie dos e defor- espoliação invasão também agentes fre- é da bac- respon- piroplasmose caballi) (ROBY & ANTHONY, 1963; SOULSBY nitens (1987) (= A. afirmou nitens) não que nos se in- fecta por B. equi. FALCE ficaram 4.076 et al. (1983), carrapatos de no Paraná, eqüídeos, dos coletaram e quais, identi- 51,6% eram A. nitens, 44% B. microplus e 4,4% A. cajennense. Apesar deos, de o controle produtos próprios fato, a dem de todavia o freqüência estas nalizadas. que maioria uma de o três aumento de exclusivamente das orientação manejo espécies e vezes técnica subdoses de por ixodí- com o uso escolha dos adequada. de populações uso de Este ou mesmo carrapatos carrapaticidas. anos papel controle Brasil, destas quase na para últimos importante No e problemas aos Nos para feito sem concorre resistentes gicos é criadores, comercial, o importância químicos aliado ses, da que dos estes em, tem B. pesquisas sido reconhecido, desempenham os em vários estudos paí- epidemioló- carrapatos. estudos têm microplus, necessitam sido A. ser realizados, cajennense e intensificadas pela A. e or- nitens, regio- 6. Para se parasitários, por RAWLINS pelo pasto lhas que (1979), fim que de dióxido o variação uma et de em ninfas (1985), durante flanelas dos uma e horas, de a vegetação, branca A. que são triguttatum ca- armadi- mais para não adotada flanela demonstraram adultos, porém não para larvas de Amblyomma a adultos três sobre ínstares semelhante arrastar larvas, al. carbono estacional metodologia consiste capturar de arraste a usado GLUGLIELMONE com vas tem-se a jennense. conhecer efeti- ninfas e trigutta- rum. O nhecer B. a rar e a e têm rasitários da fêmeas dos A. de cajennense do A. em não nitens; e de dos A. ixodídeos, parasitária, em nitens de e se de e atração eqüinos. e parasitários de de manejo; flanelas branca, para ínstares variação de A. Paracompa- fixas, microplus, cores machos co- de B. a de: municípios de de as intuito não nos acompanhar fêmeas o condições flanela verificar com ínstares parasitários influências nitens, elaborado diferentes arrasto ínstares desses foi populacional diferentes fase trabalho (RJ), eficiência captura azul A. Itaguaí jennense nal variação microplus, cambi a presente para A. amarela não cae pa- populacio- cajennense e 2. REVISÃO DE LITERATURA 2.1. Fase de vida livre e variação sazonal de Amblyomma cajennense Os rosos e estudos requerem longo sultados que caz e econômico de cada região, de ixodídeo, cos de que portância ra o possam a de tem as possível e as de de que microplus, estabelecer a usados em A a uma tais as apesar para um mais Centros controle de de de one- obter re- mais efi- climática cada agentes espécie etiológi- privilegiadas Pesquisas geralmente mais se são variabilidade transmissão escolha, ou ixodídeos biológicas localidades ou dos investigação características determinado é de parasitas. patogenia econômica, bioecologia ser destes desenvolvimento B. a Universidades Assim com a tempo vir enfermidades, xistência res sobre espécies por de pela são ordem e- fatode im- carrapatos pa- estudos. pesquisas de modelos ainda já serem são mais avançadas insuficientes, epidemiológicos já simulados é e 8. avançar ta. com Tal maior possibilidade realizados cies, estudos no res e órgãos dições de de 4 & a SMITH 12 de ovinos pré-postura de tempo que para mentarem de destas 7 177 a foi de e 50% o das período de dias, ríodo de a dade relativa o das dias; dos adultos WHETSTONE ingurgitadas do ar (UR) em dos um a foi de um ano superior ecdise, que morres- a 179 dias a sete as a 14 dias. 80%, ali- a foram utilizando gastos observaO teleóginas a o alimenta- quatro suspendeu mantidas e se alimentarem. e a dias se (1975), labo- de de 145 e período sem 12 bovinos de sem para de de i- ocorrer de con- ínstares 43 metaninfa-adulto, longevidade & levou em ecologia período a caje- período larvas Para após A. do condições dias. ninfas pesquisado- sobre 32 que alimentarem foi de 19 espé- dias. verificou sendo ecdise destes 28 em das que alimentação cajennense a a 50% 8 Outras um alimentação sendo DRUMMOND A. se 4 de seis alimentação a sobre morte gastos sem de a foram realizados também pré-eclosão a livre investigação adultos, dias, foram realizar ções a três Para 18 dos dias, 212 dias. 14 uma não dos determinar de parasi- pesquisas. vida postura para a 13 ninfas de de 1944), cajennense, ocorresse metalarva-neoninfas sem e onde interesse de permitiram para a fase deste populacional. despertar a coelhos regiões financiadores em A. utilizando e variação a dias estratégico em VALLEJO-FREIRE, (1975), evolutivo maturos ção começam laboratório, pré-postura mesmo a referentes (TRAVASSOS controle ocorre governamentais nnense ratório, no sobre entanto, Estudos ciclo rapidez 27°C verificaram pe- de e umi- os pe- 9. ríodos de pré-postura pectivamente, e em e postura média um médias período de 6,3 mínimo e de 28,5 dias, incubação res- de 32 dias. OLIVIERI & SERRA lizados com coelhos e mantidas sob 27°C UR superior a e larvas dois a três foi de três a mais até o início 0,04 dias. ções são ninfas xas oito um quatro ao a oito da a não 27°C e equina bovina. e et superior DAEMON A dos to, sobretudo na sivelmente de essas outras para se foi de larvas de do corpo até médio ± capazes levaram alimentação dos encontrado de 15,97 foram de tempo fixarem, valor 80%), ani- foi nessas cinco 10,91 condi- meses. permanecendo do final As fi- da ali- As nin- 0,14 dias. de resistir condição uma o a um dos ocorram ínsta- (temperatura estirpe de origem estirpe de origem autores ciclo parasitária também uma destes sobre não estudos laboratório utilizaram resultados hospedeiros sobre de utilizando (1985) dos espécies realizaram condições diferenças Trabalhos jejum O (temperatura mantidas um (1985), em al. comparação influência das al. a et ver dias. em dias. parasitários UR dias médio rea- alimentadas as o larvas a ecdise que valor as condições 100 OLIVIERI res três nessas superior que e que desprendimento o resistir a início mantidas jejum ecdise, trabalhos cajennense observaram Do em controladas fixarem dias. de A. de 70%), se da (1984a,b), condições Verificaram levaram mentação ninfas para capazes por fas dias e FREIRE vital (CUNHA, com sugere do carrapa- 1986). estirpes ha- Posoriun- animais. a verificação dos períodos de pré-pos- 10. tura e GUEZ DIEGO e postura 20,8 & DIEGO e & UR, e 21,3°C e ses 55 tendo das 76 de Os e de noroeste larvas tono da e e três da inverno) SMITH arbitrária máximo secas, entre tudos foram da sitários, ral do em novembro Rio as Brasil, sazonal quatro de por áreas Janeiro, no UR, de RODRIGUEZ de emersão constataram de pe- temperatura durante 26,5°C e sobre as de sete 88%, meres- variações Amblyomma coletadas de bovinos as maiores durante durante as o e e secas por (ou- verão. Tobago", por imaturos, que no infestações estações encontrado as uma avaliação estimou durante que as populações o estações tornavam-se chuvosas. SERRA a epidemiologia FREIRE comportamento do período distribuição sobre e o a março, trabalhos das estudaram era estações realizados variação em e larvas ínstares carrapatos média períodos. "Trinidad dos a (1982), adultos (1975), de os cajennense por durante No nnense e das mensão encontraram especialmente número reduzidas A. de de e média e 14,1 processos quando RODRI- de postura. em fizeram HADANI Argentina 60% para de os ixodídeo, durante & 76,9% de médios apenas período emersão não UR e temperaturas espécies ninfas o naturais valores estudaram para das GLUGLIELMONE sazonal para desse autores temperaturas 24,9°C Sobreviveram médias condições Referindo-se ainda dias UR. como pectivamente. 85,7% larvária a 85% e em registraram sendo (1985) sobrevivência de como 24°C VILLALBA ríodos (1984), respectivamente. e pré-postura cajennense VILLALBA dias, temperaturas A. de Campus período de da (1982) dos de caje- que relatou ínstares não Universidade setembro A. de para- Federal 1980 a es- Ru- agosto 11. de 1981, ra dos ínstares. larvas e ocorreu flanela braca Registrou que de janeiro adultos de setembro exploração da de da arrastando metalúrgica no corpo vas nos de meses nho. a e de outubro, junho e julho e ça (RJ), em bovinos na determinou fazenda que leiteiros as por ninfas e novembro, 2.2. livre de vida e de adultos adultos de agosto natureza na região carrapatos meses de de Marquês de lar- agosto, outubro intensidades e da de de em captu- a ocorrência nos Mônica maiores dos meses de julho contagem ninfas Santa maio (1984), maior a ocorrência de MORENO uma julho, para independentes realizou a m maior ninfas dezembro, encontrou 1,20 de de abril (1986), x pico de CUNHA Fase o março, Gerais, bovinos 3,00 agropastoril. Minas dos setembro, área a de a de Ju- Valen- parasitismo ocorreram ao redor respectivamente. variação sazonal de Boophilus micro- América do Sul a plus As B. logia do RHOR (1909), Brasil, que o xava iniciou período a leiros croplus observações microplus quando em de na devem-se os a estudos condições LAHILLE (1904), biológicos ambientais pré-oviposição foi mais sobre na deste Argentina. ixodídeo controladas longo a bio- no constatou medida que bai- temperatura. Foi neiro, primeiras somente reiniciaram quando na os um de trabalhos OLIVEIRA constataram década et al. período de 70 sobre (1974), que a os pesquisadores bloecologia no oviposição Estado mínimo do de do Rio brasiB. de 16,9 miJadias 12. e um são máximo dos ram de ovos 36,5 houve No Rio durante três concluiram leóginas que nos larvas ximos para a va nos do de da que de luz BRUM ginas de lizarem a a latando de as No rificaram de que no 60,5 et do pelo 11 dias; decresce a Santa Vitória do Palmar não expostas deram permaneceu de pré-postura, origem sempre Santa Planalto aos 18,3°C de no à BRUM meio inferior Catarina, eclosão SOUZA os e das teleórea- Pelotas, quan- de al. sendo a bovi- de ambiente larvas, os durante et em protegidas mesmo em município Catarinense postura, de e perío- dias infestar ou lar- fixarem seu e incapacidade dias; (1979), 60 verão de inverno no o má- da se durante o condições 97 LARANJA com pelo e longevidade infestantes durante abaixo e e te- como postura no semelhantes assim nas dias; envelhecidas (1985), frio minímos fértil al. microplus valores 19 eclo- estuda- os demonstraram esteve B. postura, larvas tiveram a (1975), respectivamente. das até dias. al. postura et Estado e ambiente, não teleóginas temperaturas 2 larvas meio em 1983 a 40 dias, (1985), resultados e a negativa desenvolverem média LARANJA agosto ximos al. postura, que 2 teleógina livre Relataram neolarva As direta, temperatura contraram de se no vida envolvem capacidade neles et de 30,5 influência 238 realizarem período. das e solar fase que e a ensaio, nos. e 21 da GONZALES Sul, uma dias; queda do infestantes. 100 a de a envelhecimento. tubos do e bovinos anos Desde variação pré-postura infestante concluiu Grande períodos nas 5 uma ocorre calor eclosão dias. todo o Vacaria, en- (1985), re- entre que abril a média 15°C. et períodos al. (1988a) mínimos longevidade das e vemá- larvas 13. infestantes LES et te, nos sa al. de ovos, peraturas semelhante, o que até ano a expostas tiveram no Vale ocorrência Grande, larvas morre Itajaí, 19 a Grosso 20 mas- às tem durante em postura entre da devido do Mato ambien- redução 13,8°C de GONZA- meio a de larval por no uma inferiores Campo das registrados provavelmente longevidade em maioria agosto, (1989a), uma (1986), a teleóginas baixas, BECK e aqueles inférteis, muito & que as verificaram GOMES servou que tornando-os PALOSCHI todo e do abril médias período. rante maiores (1975), meses de sa foram pesqui- fértil du- 205 dias. do Sul, e o 30 dias obde idade. SAUERESSING registrou a postas meio e no longevidade Andropogon durante postura, & postura LIMA dois ram sobre período Esses longando a vivência nacional e a (1986), anos um (1986), época nificativamente em a de e 87 dias, respectivamente. eclosão dos ovos Horizonte, e Minas inverno) se vida livre larval do B. Entre os trabalhos e a os das do a do B. entre e de pré- diminui sig- larvas. MAGALHÃES realizado durante microplus, 8 e influência calor nativo verificou períodos estudo larval demonstram Gerais, alongam em ecologia sobrevivência serviram de eclodibilidade de que em 69 pasto ex- junho e biologia teleóginas de (outono Belo de Federal, mês Estado de Distrito oriundas seca resultados fase o média no taxa em Planaltina, larvas durante gayanus, a em de ambiente FURLONG que (1986), 24 do encontrasemanas. frio diminuindo a prosobre- microplus. de encontrados suporte para na as literatura pesquisas inter- brasilei- 14. ras, destacam-se LEGG (1930) postura, postura e dias verão máximo no tivamente. quelas O os rasitária correu (1974), ra os quando A 41,6°C durante verão 50% por quatro ram por ser B. de a quatro No Brasil, ser adultas que rência de de para 26,6°C maior a os não pa- somente alta a umi- não 70%. a teleóginas et al. BENNET duas das entre a foram (1983), e- temperatu- completamente 50% la- ovos 29,4°C por em temperaturas as inverno B. ovipo- necessários observaram que semanas 10% larvas de a e sobrevive- fase de população estimadas sobre microplus, a que correlacionada pesquisas GONZALES número que em inibiu pastagens, altamente de e na- fase com 15 dias, eclosão inferiores demonstrou nas estudaram que: o a e respec- verificou, ambiente ocorreu 40°C 154 a pré- cinco inverno, de que 36,6°C de semanas. (1961), bovinos. Assim em no sobre em umidades postura dois, foi UR sobreviveram nos giões. e larvas microplus autores e períodos (1955) das parasitas mos larval UTECH pode fêmeas a Durante dias evidenciou 21,1C a 55 horas. flanelas, de e 24 WILKINSON vas de mantidos letal semanas. três 30 e situando-se para mínimo o HITCHCOCK foram temperatura mas os temperatura submetidos sição, no da que observou longevidade entre 38,8°C, ótima. 12, inverno. ovos constatou e com microplus temperatura clodem 12,7°C no B. do de de efeitos quando e incubação máximo eclodidas boratório, dade e que com a et al. B. microplus a de população de realizadas livre (1979), nos e lar- arrasto variação foram vida por de populacional pelos nas registraram bovinos mesmas mesre- a ocor- nos meses 15. de maio CO do e a junho, et al. (1987), um em novembro o terceiro outono, que que e encontraram ocorram quatro (1986), relataram de parasitismo correm resultados al. de PALOSCHI do 2.3. Fase BECK verão de O a vida conhecimento rência variações A são, as maioria do a variações tratam dos períodos em condições de temperatura HOOKER oriundas et de de al. várias (1987), ano. FURLONG as que a maior de abril & LIMA intensidaa junho. infestações agosto maiores reprova- MAGALHÃES de o al. diferentes maiores a o- novembro. infestações no no ainda de e meio não umidade bem a prin- e, ambiente sobre em decor- esclarecido. fase postura controladas espécies animais nitens está pré-postura, utilizando espécies A. do realizados diferentes (1912), nitens biologia trabalhos provenientes em 1985 menores, fevereiro durante relatando as Anocentor climáticas dos et por período que de sen- inverno. sobre suas BRUM ano. de no as livre leóginas tens do livre sobre ano registraram início cipalmente, das e (1989b), e o por concluiram abril de BRAN- definidos, mês gerações gerações de infestação trabalhando observada (1988b), o de semelhantes, durante foi janeiro & final que bem durante máximo três resultados picos resultados embora GOMES et aos (1986), giões, de grau de e velmente o dos três outro existência (1986) da dezembro, refletindo a parcialmente encontraram assemelhando-se sugerem SOUZA diferindo de e e vieclo- com te- A. ni- a uma animais. 12 fêmeas de e mantendo-as 16. temperatura de 37 de dias e 30°C, incubação DRUMMOND tes de que o incubação o A. de em condições lizando de 19 de de posição de a 20 de dias, que cinco dias esses que superior a DAEMON ginas & inferior posição aos (29°C nos, de 1 et UR verificaram 90 pararam ± e postura até e 15 a de a três provenien- 80%, a verifi- cinco dias e a SERRA (26°C ± 1 de não FREIRE UR parasitária (1984), superior os a equinos, observaram 0,67 dias, um máximo período médio de incubação ± um e fase da postura tiveram uma realiza 80%) uti- um pe- a ovi- para de nos eclodibilidade 25,26 primeiros de 94,11%, posteriores. FREIRE origem se quais (1987), quando obtiveram equina e um o utilizaram índice período de teleó- eclodibi- máximo de ovi- foi de 30 dias. ABREU das foi & bovinos, de de teleóginas superior referentes posturas de UR DAEMON ovos SERRA postura dias. 84% das provenientes lidade e 30°C 4,64 com Verificaram sendo a provenientes dias. e utilizando 23 a de (1969), laboratório pré-postura período dias. trabalhos teleóginas um pré-postura devem-se nitens 24 mantidas Brasil, de de al. período No ríodo et eqüinos, caram de verificaram 10 dias. com UR 87%) um dias, A (1986), em utilizando período de eclosão sobrevivência estudos 85%) al. realizados condições teleóginas provenientes pré-postura 14 dias das em e larvas naturais médio de sobrevivência não condições diferiu de controlade bovi- 3,16 dias, das larvas quando laboratório com(25ºC 3. 3.1. Experimento MATERIAL E MÉTODOS I No período de novembro de 1986 a outubro de 1988, a cada 14 dias, tários de foram ixodídeos da Fazenda do Rio de de terreno predominava encosta encosta pim-de-burro tros e e o de no no alto com batatais dactylum), gramíneas, ínstares de morros. e Na de parte na com capim parte áreas leguminosas e Estado pastos mais ha, alta ade do notatum), na braquiária (Brachia- baixa de 30 topografia formando (Paspalum era parasi- Paracambi, apresentava acentuados, dos não aproximadamente município batatais predomínio grama de propriedade bastante grama (Cynodon tipos invernada Esta declives baixada, ria decumbens) uma amostras localizada Janeiro. com de de Canoas, cidentada, tagem coletadas B. pas- predominava ca- decumbens. Ou- arbustos contribuíam para a formação de cerca de 15% de vegetação local e estavam distribuídas em toda Essa experimento a área. invernada para o foi pastejo de utilizada bovinos durante e o eqüinos, primeiro com ano lotação do mé- 18. dia anual tilizada de 28 de dois somente possuiam 1/4 nos bovinos o de 26 pastejo Holandês Preto bovinos, de No bovinos, os utilizados 3/4 e estudados perimento, de Branco eram segundo com ano lotação vacas primeiro em mesmo ano. tembro do Os foi média de campos queima e e utilizavam parcial da antecipar dois 1988 como vegetação a brotação, e que novilhas. de leiteira (Gir animais apenas fevereiro proprietários Os secas o exploração zebuíno (HPB). receberam sendo para sangue animais cidas, prática eram aproximadamente pastos dos para e animais/ano. Os e eqüinos o Durante o ex- carrapati- segundo manejo para Guzerá) permaneciam banhos e e dos em pastos promover principalmente se- a a limpeza nos locais com C. dactylum. No e outubro, parte os foram lho, agosto baixa. sem segundo pelo a setembro e carrapatos, o que coleta ixodídeos técnica de foi RAWLINS das local regiões queima do meses metade da do alto de de setembro vegetação experimento do realizada quase setembro na a realizada em área dos a atingiu troca mesma amostras (1979), foi atingiu provocou semelhantes, o nos morro onde e da se encosta fogo. ano queima A atingir As a experimento, aproximadamente contudo carrapatos. e do queimada Somente terísticas dos ano atingidas No dos foi baixa, coletava não primeiro para meses totalidade de da juparte o local da coleta um local com carac- experimental. ínstares utilizando-se duas nos etapas: uma a não parasitários modificação primeira da consis- 19. tia em colocar m, nas de maneira lar cores a que a linha do a em uma flanela m3 diâmetro, e o to era uma mais de minados (aqui com as cada próximo segundo de baixada), dos morros), a média sendo ficava um mesmas do 80 Os (pastos de encosta) delas perpendicuoutra de na e e as em em a armadilhas, 1/2" de de aber- cada arras- foram deter- baixa (pasto um totali- flanela parte alta con- consis- com coleta utilizado metade descritas, 90 0,80 estacas, segunda, com já x em a distância locais invernada um a de A da cada e mantinham solo. m. solo m horizontal) ferro que 1,25 posição locais altitude em em dimensões extremidade, possível ao minutos; dos de de vertical) quinze barras aproximadamente fixadas considerada cada duas flanelas considerada durante com em delas (aqui a de amarela uma próximo e e solo branca 1,00 azul pastagem, arrastar compostas cada solo tia ta de do com zando branca, linha paralela tato armadilhas (pastos do conjunto alto de ar- período com madilhas. As preendido em entre cada das coletas 8:30 ocasião. gicas para W.O. o Neitz logia Veterinária cados por de um ANASTOS 11:00 cada do (CPGPV). em da água as Estação de no local foram do para e e Pesquisas Pós-Graduação coletados trans- Parasitoló- em foram identificados início acondiciona- identificados ínstares fervendo o flanelas plásticos, Curso Os realizadas alternando-se captura sacos (EPPWON) foram h, laboratório microscópio com Parasitosacrifiauxílio estereoscópico. identificação (1960). ínstares em imersão A & e Após individualmente portados dos As das ninfas, larvas foi considerando feita as segundo CLIFFORD características, se- 20. melhantes aos Os ram dados obtidos Pesquisa local adultos no de ARAGÃO temperatura Posto & e FONSECA umidade Agrometereológico Agropecuária da - EMBRAPA/RJ, da Km (1961). relativa Empresa 47, do ar fo- Brasileira distante 30 de km do coleta. Para dant segundo análise (Teste estatística utilizou-se o método de Stu- "T"). 3.2. Experimento II No dias, de foram da no tagem lum la e em um de Este piquete algumas (Cynodon 10% Durante o nimais por ano, ração, nas épocas em média ceberam da todo pastejo os de do Estado do não Rio por de cada 14 parasitários ha da EPPWON/ localiza- Janeiro. plana, cuja batatais mutica), (Paspaango- decumbens) espécies de pas- capim (Digitaria Outras tipos a Janeiro, grama pangola dactylun). 16 de topografia outros 1989, de vegetais gramíocupavam pastagem. o de experimento eqüinos, com quais recebiam maior carência seis Rio (Brachiaria capim e de aproximadamente Rural braquiaria abril ínstares principalmente leguminosas aproximadamente a de apresentava purpurascens), capim-de-burro para com Itaguaí, capim 1987 amostras constituída (Panicum de Federal município notatum), mente maio piquete Universidade era neas, de coletadas ixodídeos CPGPV da período tratamentos essa uma área lotação alimentação de foi pasto. acaricidas utilizada média de 12 suplementar Estes por eqüinos ano, soacom re- princi- 21. palmente rio nas épocas estabelecido dias após a para mês 70% de da 3 km As e procedimento minados 3.3. piquete. Foram manentemente lado no esquerdo tuadas com (machos e dos do fêmeas) as se a as infestações na identificação vados cópico. da EMBRAPA/RJ, de coleta. amostras do no o crité- máximo experimento, pelo Km dos dois e denominados, e UR obtidos distante ínstares não I. locais "um, dois no aproxima- parasitários obedeceram Os aciden- fogo. 47, estatístico experimento utilizados piquete e corpo de de A. de fêmeas metodologia ao ano temperatura Simultaneamente intervalos somente com o mesmo foram e deter- três". III Desenvolvido mo de no aleatoriamente acordo realizado destruída delineamento utilizado Experimento foi das o segundo dados local coletas ixodídeos do os porém de ixodídeos. pastagem do incidência, manejo, dos Agrometereológico damente de o julho Utilizou-se Posto maior contagem No talmente, de por dos laboratório cada e do só as de (1941), microplus. gêneros, para 4 para os mm mes- grupo mantido per- de carrapatos foram ínstares ao do efe- adultos nitens foram contatamanho, para adaptandodeterminar apresentavam-se ixodídeos identificação de os utilizada Quando II, contagens cajennense. Para A. mais no contagem animal, dias VILLARES B. experimento eqüinos realizada 14 com de seis ao eram dúvidas coletados microscópio e le- estereos- 22. Os cidas por nejo. Estes gação, eqüinos ano, no máximo de sultados perimento acordo tratamentos Os método de receberam, dois do epidemiológica. (fase foram II média, seis critério após buscando-se experimento III o ocorreram dias resultados Studant, com em estabelecido sempre a banhos depois contagem de dos estatisticamente também (fases parasitária de de a uma o ma- investi- analisados livre) adultos) para carrapatos. associação vida carrapati- entre com para os pelo os re- do ex- interpretação 4. 4.1. Experimento RESULTADOS uma do lotação ano, tas ano 28 rísticas detectar bovinos; de as médias, se nas Nos das de pastagens junho a mantido e das e manejo uma que, durante área 26 bovinos e médias mensais das UR (Figuras ixodídeos populacionais em em 9-10); encontrados, das larvas, o de 30 ha, no segundo temperatu- as caracte- foi possível ninfas e adul- e das larvas de B. microplus. Amblyomma cajennense resultados figuras: de eqüinos máximas variações Os foi dois dos tos de A. cajennense 4.1.1. aspectos variações biológicas as os experimento, média mínimas, DISCUSSÃO I Considerando: primeiro E 1-2 das variações (larvas), dois anos por larvas setembro, do pelas de 3-4 populacionais (ninfas) experimento, A. ninfas 5-6 as cajennense de e julho (adultos). maiores ocorreram a encontram- outubro infestações nos e meses por a- 24. FIGURA FIGURA 1. 2. Variação populacional de larvas de Amblyomma cajennense no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1986 a outubro de 1987. Variação populacional de larvas de Amblyomma cajennense no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1987 a outubro de 1988. 25. FIGURA 3. Variação populacional de ninfas de Amblyomma cajennense no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1986 a outubro de 1987. F I G U R A 4. Variação populacional de ninfas de Amblyomma cajennense no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1987 a outubro de 1988. 26. F I G U R A 5. FIGURA 6. Variação populacional de machos e fêmeas de Amblyomma cajennense no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1986 a outubro de 1987. Variação populacional de machos e fêmeas de Amblyomma cajennense no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1987 a outubro de 1988. 27. dultos em março e abril Provavelmente gens por mente adultos seja em (Figuras 5-6), tos eram to durante em uma o tores não locado as e de maior, do as altas por abril isto não número este das de de ínstar das pasta- está claraco- maior, mui- próprio pas- pelo fixas 1987. espécimes ser flanelas armadilhas de infestações contudo pequeno retirados e de reduções maior controlados flanelas do número ocorrência (Figuras fixas capturaram ínstares ou de larvas devem-se, 1-2), como realizado o durante a época provavelmente por fa- por ter co- locais me- exemplo, arrasto em infestados. Verificou-se ções por larvas e & HADANI tensidade seca, e por infestações apesar durante a UR das épocas foram SMITH em as geralmente semelhantes (1982) das que ninfas Resultados NE bem fevereiro área. três considerada em período talvez, arrasto pequena 1986 função capturados As nos o demonstrado letados de (1975), relação diferentes de maiores esteve infesta- abaixo de observados por no respeito às que diz épocas metodologias de 70%. GUGLIFLMOa in- estação mais pelos auto- utilizadas res. SERRA cia em FREIRE estacional quatro Rio de áreas Janeiro, finidos de em ínstares de com com parte, estudou não pastagens manejo predominância parcialmente, fica, dos (1982), os pelo da cada resultados pequeno um ano de Universidade Federal e um deste número evidenciou dos de adultos ocorrên- cajennense, Rural do bem de- picos íntares, trabalho. a A. parasitários diferente de durante Isto coincidindo se justi- capturados no 28. presente trabalho ferentes durante bém explicam-se com os aliado des e, os fato diferenças obtidos de diferentes e pelas experimentos. as resultados ao talvez, que Por MORENO estes quando e tam- se comparam CUNHA (1986), trabalharam para di- semelhantes (1984) autores bovinos climáticas razões encontradas por utilizaram condições em localida- realizarem as conta- gens. Observou-se pós o os a início períodos de queda ao que os do FREIRE em do fato maio e que provavelmente dos períodos turou grande está tiram ao contrados muito de ocorra maiores número de próximo jejum, por de com ano tempo (1975), o e larvas próximos e do novembro junho geração ocorrências, ínstares, capacidade & que de SERRA maior et & SERRA al. (1985) 20,5°C ocorridas contribuíram por de as nas pro- pasta- conforme nos ano, períodos pois os 120 os e rede indica a quais dias. larvas infestar FREIRE ninfas respectivamente, durante foi em levemente zero, utilizada, uma com período. de a a- laboratório. experimento maior coincide OLIVIERI de mês entre DAEMON 21,3°C do um decorrido foi metodologia àquele OLIVIERI o período de muito pela e (1985), médias iniciou provavelmente condições ocorrência índices obtidos a al. em cada da que SMITH et justificar apresentar outubro em ninfas Este por realizados para o ecdise. OLIVIERI junho O sultados a das alimentação temperaturas de pico larvas, encontrados vavelmente, do e experimentos gens o fixação, (1984a), mês das solo As no que duração se cap- Este perío- ninfas resis- hospedeiros, (1984a,b), em en- condi- 29. ções de laboratório. ram que que durante 26,5°C a e RODRIGUEZ sobrevivência este 88%. realizado em condições verificar se com ciam com do que por ideal MONE dióxido número da exara verificação arrasto de de o adulto Os até a tal em condições (1944), SMITH RE (1984a,b), de resultados RODRIGUEZ DIEGO em & et UR e forem que dos foi autores permane- por longo por naturais, não é que & de GUGLIEL- armadilhas são mais com efeti- triguttatum HADANI a deste do (1981), que du- cajennense período de sobrevivência do (1975). a de queda forma TRAVASSOS (1975), DAEMON 1985), et & principalmente teleógiou to- VALLEJO FREI- SERRA FREI- & al. dos que das parcial OLIVIERI diferindo (1984, nin- populacional horas desde (1985), e A. estudadas, DRUMMOND VILLALBA utilizada la- de SMITH por um larvas triguttatum adultos por resultados 3 A. semelhantes, condições e se as variação GUGLIELMONE pelo al. relação durante e larvas (1975), presentam meses ainda capturados, demonstraram laboratório, OLIVIERI larvas pelos compreendidos das sete objetivo metodologia de verificados emersão RE adultos ainda períodos nas quais parasitados ano, relata- encontrado o as em reforçada flanelas bovinos menor utilizadas captura encontraram estudos adultos a os do de que (1985), instar jejum demonstra a aos temperaturas era outro, carbono (1985), infestante. al. todo não de 60% trabalho é a de único tempo é rante o VILLALBA das população de o média naturais, hipótese para que seja Esta et a & foi a para ínstar. vas pequeno indica fas, este capacidade O larvária período Embora DIEGO (1985), resultados realizaram no processo ade tais de 30. emersão das larvária (55-76 temperaturas Esse realizados foi cajennense de motivo estudos em B. condições nas do de larvas raro durante obtidos por o ocorrência talmente função de que e neles to, uma e os outono e das as as condições se vez capturadas mais e que a população de de flanelas, pode de parasitas nos de vida as a média de serem livre épocas populacional nas quatro das A. do do ano. larvas figuras picos importantes os no de 7-8. de maior de de a não por ano. maior ser A também se bovinos Porém de se contribuiu ocor- Diferem que contaram para a to- parasitismo em LARANJA (1979), nos bovinos explicar idade (1961) estimada resultados a coincidiu fixarem correlacionada dos resultados verificaram de de ocorre- os e WILKINSON pastagens, que não determinar Todavia, altamente bovinos. (1986), afirmação pode nas com intensidade capacidade flanelas. larvas GOMES dos climáticas. aqueles coincidindo corpo gerações ainda nas necessidade todas encontram-se desenvolverem, vas em inverno, perdem que e a fase variação (1986) épocas larvas a ocorreram sendo quatro com sobre da teleóginas de período B. microplus nas pastagens, durante cada ano FURLONG partenóginas o microplus que de experimento, durante claro naturais pastagens Observou-se rência bem regionais resultados microplus quando 21,3°C. torna 4.1.2. Boophilus Os dias) com de pelo a o das falar- estimou arrasto população GONZALES et al. (1979), MAGALHÃES & LIMA (1986), BRANCO et al. (1987), BRUM 31. FIGURA FIGURA 7. 8. Variação populacional de larvas de Boophilus no município de Paracambi (RJ), no microplus período de novembro de 1986 a outubro de 1987. Variação populacional de larvas de Boophilus microplus no município de Paracambi (RJ), no período de novembro de 1987 a outubro de 1988. 32. et al. pelas tos (1987), SOUZA condições serem et al. climáticas menos (1983b) dos favoráveis e PALOSCHI diferentes ao & locais desenvolvimento BÉCK dos da (1989b), experimen- fase de vida livre. No ra 7), veram da relacionadas média origem a eclodibilidade e das UR larvas o maio período de inverno foi mais mais amenas o tadas das larvas pelos (1930), (1975), (1986), BRUM FURLONG (1988a) e frio na que o BECK região queda da de do em de tam- ocorreu pico RHOR (1986), várias até tal. a pelas sobre- são susten- (1975), SOUZA LEGG a e por et GOMES et al. fase de demonstrando (1974) eclosão tem- maior postura experimento, inverno. GONZALES sobre regiões, pré-postura, presente al. estudos duran- (1909), (1974), & e de uma et em dando condições afirmações LIMA prová- con- LARANJA OLIVEIRA teleógina ao al. é encontraram Tais (1904), (1989a) períodos trabalho Essas 21°C, hospedeiro proporcionado et MAGALHÃES microplus os mesma da & B. prolonga Destacando-se balhado (1985), al. proporciona- Também permitiram LAHILLE et (1986), de que esti- (mínima 9). abril origem longo, OLIVEIRA ovos, possivelmente, pastagens. de de postura. dando (1955), PALOSCHI livre nas trabalhos HITCHCOCK junho, dos (Figu- pastagens, encontrado mês que, de mensais e o experimento das (Figura tenham realizarem eclosão, do temperaturas 69% durante para ano infestações médias que a primeiro meses vivência maram altas 31°C) teleóginas peraturas vida as dessas favoráveis os al. do das máxima favoreceram Esse o e multas a dições te março com condições 25°C que bém de provavelmente pelas vel mês que eclosão. ter tra- os quais afir- dos ovos houve 33. uma de variação de LARANJA 30,5 et al. a (1985), (1988a) que constataram ratura média inferior redução da demonstrou te postura. a melhantes não Os curta dia UR 61,9 tempo em função das altas as GONZALES et ERESSING (1986), entre tas 36°C al. outros, o infestações frias um período de inibiu de e tempehouve 27,3°C) BENNET completamen- temperaturas de 20° e se- Janeiro. fevereiro, temperaturas (média com al. prolongado, Rio novembro et inférteis. 40°C no trabalhos têm a uma 32°C média (mé- mensal de respectivamente. sobrevivência durante épocas verão de 65%, às o meses a SOUZA ocorrência dos 24°C (1985), a picos e durante dos al. temperatura que contrário tornaram-se raras e A por são 25,7°C) de et ovos Ressalta-se duração de os a Ao durante 18,3ºC e que dias. BRUN que a postura (1974) 60,5 das épocas larvas mais (1975), quentes UTECH SOUZA et et al. que explica das pastagens B. de do al. parte nos ano é (1983), (1988a), em microplus a de por (1986), & pequena meses menor assinalada GOMES PALOSCHI por BECK duração novembro, SAU- (1989a), das al- fevereiro e março. No das segundo larvas tensidade ocorreu e provavelmente, pastejada no uma duração às diferenças por (Figuras A bro de do na somente climáticas ano queima primeiro experimento forma dos no a variação semelhante. períodos manejo, bovinos, e As dos populacional variações picos, quando a principalmente na in- deveram-se, invernada às foi condições 9-10). das ano, pastagens e em nos julho, meses agosto de e setembro setembro no e outusegundo FIGURA 9. FIGURA Médias mensais das temperaturas mínimas,_ máximas, médias e umidade relativa do ar (x x), no período de novembro de 1986 a outubro de 1987. Dados obtidos no Posto Agrometereológico da EMB R A P A - I t a g u a í (RJ). 10. Médias mensais das temperaturas mínimas, máxi_ mas, médias e umidade relativa do ar (x x), no período de novembro de 1987 a outubro de 1988. Dados obtidos no Posto Agrometereológico da EMBRAPA - Itaguaí (RJ). 35. ano do ambas experimento, da ocasiões somente as vavelmente teve xodídeos, tou pois algum ciou a sido ros e rea com os ambos a brotação 4.1.3. Na principais A explicada dos casos não os pastos, a dos onde queimado como se a é lotação hospedei- pastejar muito ini- facili- encontrem a ires- e inicialmente passam pro- na à- e rá- alta populações. ínstares e coletados nas percentagens espécies de ixodídeos percentagem manejo e principais são as percentagens coletados de larvas lotação quais dos ixodídeos pastagens observam-se os funciona em baixada, tempo foi reinfestação 11 bovinos, onde animais de mais parasitários figura pelo por atingindo populacional consideravelmente, quando as maior dinâmica agrupam os ínstares posteriormente na realizada, pastagens posteriormente Em recompondo sempre e se foi das influência aumentada que como parte animais alimento para pida, os brotação. tivesse tando pouca forma de da nas B. larvas das pastagens. microplus invernada, hospedeiros de pode onde ser predominou preferenciais desta es- verifica-se que pécie. Quando a quantidade pre e maior 1278 ano tuais, de de no A. observa-se larvas segundo motivo pelo figuras 1-2 de A. cajennense ano do experimento, cajennense respectivamente, as não qual e 2907 e altera optou-se 5162 e e 7-8 B. sendo de B. microplus que o elaborar sem- total (616 microplus) significativamente por foi somente em os uma cada percenfigu- 36. ta representativa O aumento experimento porém nos o está fato de durante fluenciado mero de o um número anos relacionado sido os de houvesse às mantida ano experimento. de larvas condições uma do de no segundo climáticas lotação média experimento, percentuais larvas, haja e de parece ano manejo, dois não visto do eqüi- ter que in- o nú- nitens também aumentou no segundo ano. Pa- A. influência maior do quantidades primeiro larvas que dois das ter sobre ra dos de determinante eqüinos talvez (hospedeiros fosse necessário preferenciais A. de cajennense e A. nitens). No ses Brasil a tem sido ixodídeos RE (1982), pécies COSTA assinalada (1982) figura parasitários As cente e duas por ou ARAGÃO mais espécies (1936), SERRA FALCE et al. de de 12 demonstra os percentuais (1983) em desFREI- diferentes es- percentagens larvas fatores, para com a das populações adultos, resposta com maior intensidade nos de armadilhas utilizadas para de dos ínstares não cajennense. A. do ação entre animais. A tros associação pode estar imunológica ínstares a de ínstar relacionado dos mais captura cada entre hospedeiros, jovens, dos decres- com ínstares, os e ou- atuantipos com a predadores. Durante nitins, sendo cional. Foi um o experimento número coletado foram pequeno também uma adultos de para coletadas analisar fêmea adulta 42 a de larvas variação de A. popula- Rhipicephalus sanguineus. Entre os 33 A. cajennense, 15 eram machos e 37. FIGURA FIGURA 11. 12. Percentagens de larvas de três deos coletados nas p a s t a g e n s no período de novembro de 1986 espécie de ixodíem P a r a c a m b i (RJ), a outubro de 1988. Percentagens de ínstares de Amblyomma cajennense coletados nas pastagens em P a r a c a m b i (RJ), no período de novembro de 1986 a outubro de 1988. 38. 18 fêmeas, não o que apresentando nível de 0,01, controu dos uma no diferença proporção de Isto aplicadas presente 4.1.4. cais da de talvez e ao de pequeno (1986), contadas a número Influência do de comparação dos local dados, e das ínstares entre os elaborou-se TABELA BRO DE COLETADOS 1986 A sobre diferença de adultos cores das fêmeas, ao que en- o corpo nas me- encontra- EM OUTUBRO PARACAMBI DE 1988, flanelas na coletados tipos a de tabela armadilhas e lo- 1. 1. N Ú M E R O T O T A L DE ÍNSTARES N Ã O P A R A S I T Á R I O S IXODÍDEOS de significativa de CUNHA fêmeas, deve-se 54,5% experimento. a coleta proporção estatisticamente 74% quantidade Para uma d i f e r i n d o dos r e s u l t a d o s bovinos. todologias do representa (RJ), POR NO LOCAL PERÍODO E TIPO DE DE DE NOVEMARMADILHA 39. Pelo de armadilhas, para o de 0,01, desta para última armadilhas pastagens de pela os própria autores 15 como A. americanum adultos minutos a de de de por e m2 0,05 É de de nove ninfas superfície superfície disso, e adultos uso das observou-se das armadilhas possível capturadas as nível de da uma saíam espera. e o 0,01 ao captura Além subiam fossem condições atrativo distância, m2. que 4,50 passou 192 nível ninfas para apenas arrasto elas como co crer cobrissem nível tipos também algumas que retiradas pastagem. Estas guns e arrasto leva a os significativa de eficientes o ao captura mais aproximadamente ninfas o na entre ao e diferença fato enquanto durante durante havendo estas comparação microplus Este são embora algumas fixas não na significativa B. de eficiência fixas pastagens, que larvas a Studant, diferença espécie. adultos, das de cajennense, A. de houve total de e tente e são KOCH & McNEW para capturar capturaram 1,4% reforçadas das (1982), menos ninfas, pelos que trabalhos utilizaram os estádios não de 0,1% larvas 2,5% dos das machos e de al- gelo se- parasitários a 1,7% 1,5 das m de de fêmeas a 9,3 m. GUGLIELMONE de carbono ra a porém (CO 2 ) captura não zontal nando pela uma de para As é al. mais as (1985), efetivo ninfas ninfas sua et e do adultos demonstraram que de o A. arrasto que de triguttatum o dióxido flanela pa- triguttatum, larvas. e maior distribuição adultos possuem uma maior do que as uniforme nas pastagens. mobilidade, mais dispersão larvas, hori- proporcioIsto pode 40. ser confirmado locava de as pelo armadilhas número de aglomerado destas e a este Já resultados de que fixas, larvas, próxima nos fato já algumas se observava significando na local com que mesma ocasião capturava um ninfas e vezes, na foi flanela número cogran- sobre armadilha pequeno a se um colocada outra adultos, enquanto um colocada de larvas. variabilidade foi me- microplus foi nor. A observada se por por LEWS SERRA captura a dispersão de metade A FREIRE cada (1982) o uma parasitários, ça estatisticamente as para ninfas larvas que ínstares A. e permanecia entre os cajennense, ninfas em ao nível entre entre fixas, já a que vertical. coleta, não cajennen- possibilitou posição de fixas A. de armadilhas locais microplus, B. de provavelmente nas armadilhas B. larvas larvas significativa de de de delas por dos ínstares apresentou diferen- de 0,05, a a parte média os três locais, não e ser baixa ao e nível 0,01. Quando dados obtidos larvas de B. ve diferença as partes maiores tribuíram a comparação pelo arrasto, microplus. Já estatística alta De ram de destes não de e comparação para vento (1968), alguns de pelo uma na vários e média parte foi feita resultado foi o de A. para alta geral, baixa. fatores, o locais as ninfas significativa e maneira dos e entre baixa, as Para os ao ocorrência quais, a dos para cajennense de área infestações a mesmo nível da através das 0,01% as hou- entre experimental. pastagens deste fato, localização de foconum 41. açude nesta área e da cionando aos cais, e conseqüentemente Outros fatores bilidade vas, de animais sede como a alguns também um são o te nível baixa O se explique a observa-se quando o na dos notatum em 3-4) que embora o de branca, pico mente sendo a fixas, comparação entre B. microplus e amarela significativas possível nenhum dos lo- teleóginas. e a águas possi- das chu- P. no- na par- ínstares segundo de a na larvas tenha cores deles existência vida livre. decubens, que talvez alta, do por pois experimento foi realizado aumentado, a in- semelhante. totais um preferência ano em e baixo. parte invernada das alto, B. da a das tabela de flanelas capturados de nas diferenças ao de utili- 2. ínstares apresentaram cada mais acentuada cajennense não determinar uma elaborou-se os predominava manteve-se manteve-se A. entre sempre no influência A e pelas propor- estes de pastejo onde ninfas de ninfas avaliar alta, de na número de armadilhas azul de detrimento predominância experimento, vre esta, por maior carregados terem eqüinos nas número decubens B. haviam zadas a constante locais manteve-se eqüinos P. maior Para de parte predominava de do mais um serem não tensidade por que (Figuras já de preferência pastagem fato alimentar queda próxima consideráveis. de onde propriedade deslocamento ínstares Observou-se tatum da nível atração vida li- flanelas estatisticade 0,01, pelas não cores TABELA NÚMERO IXODÍDEOS DE NOVEMBRO DE 1986 TOTAL DE COLETADOS A OUTUBRO ÍNSTARES EM DE 2. NÃO PARACAMBI 1988, POR PARASITÁRIOS (RJ), LOCAL NO E COR DE PERÍODO DE FLANELA FIXA 43. 4.2. Experimento II Considerando: mento mantendo, eqüinos, ano; os as máximas dos variações e UR larvas receberam das das 21-22) encontrados, das larvas, A. nitens. de de ha, uma temperaturas as e o mínimas, de de 12 acaricidas detectar adultos experi- média por médias características possível ninfas durante tratamentos e foi manejo 16 seis médias (Figuras ixodídeos aspectos aproximadamente quais populacionais das em os e biológicas as flutuações cajennense A. e 4.2.1. Amblyomma cajennense Os nas resultados figuras: As cajennense ano e por maiores junho de a julho adultos de nos a Verificou-se pastagens 70%, com exceção ano do lhantes ções devem-se durante a (Figuras no diferenças realização e do 17-18 pastagens por e de ano o do a ninfas a setembro e Estes I. condições pois as no de A. primeiro experimento; anos período experimento trabalho, do (adultos). larvas setembro, janeiro 21-22). das a dois de encontram-se (ninfas), maio nos durante meses populacionais segundo larvas encontrados às de no maio que dos experimento aos a por das meses novembro, outubro das 15-16 infestações setembro ções variações (larvas), ocorreram de ninfas 13-14 das pelas experimento e abril. de UR altas esteve outubro abaixo no resultados As de de primeiro são pequenas climáticas épocas infesta- semevaria- ocorridas coleta dos 44. FIGURA 13. Variação populacional das larvas de Amblyomma cajennense no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1988. FIGURA 14. Variação populacional das larvas de Amblyomma cajennense no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. FIGURA 15. Variação populacional das ninfas de Amblyomma no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1988. cajennense FIGURA 16. Variação populacional das ninfas de Amblyomma cajennense no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. 46. FIGURA 17. Variação cajennense ríodo FIGURA 18. de populacional de adultos de Amblyomma no município de Itaguaí (RJ), no pemaio de 1987 a abril de 1988. Variação populacional de adultos de Amblyomma cajennense no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. 47. dados somente coincidiram e manejo, pois ao perimento derada era do de julho, o menor que um período to I. mente foi mais Rio épocas por quatro em de rante e, os a outubro local e do a de 1988, presente lotação, ex- consi- menor UR pelo e da pelas no mês ano acide larvas. que verificar no pastejo experimen- contínuo acordo cada com so- HADANI ano parasitários de A. Universidade e um de adultos condições (1982). a bem do de- coincidindo se capturados climáticas Rural picos Isto ocorrên- cajennense, ínstares, trabalho. resultados Federal evidenciou dos ínstares os um deste número & pelos durante diferente resultados talvez, de estudou de pequeno queima permitiu do pelo GUGLIFLMONE não manejo os das principalmente estão pastagens com pela coletados, infestações segundo ocorrida destruição infestações ínstares de pastagem, o lotação. (1982), dos da principalmente alta durante principalmente altas FREIRE com justifineste diferentes exdu- experimentos. Para os de predominância parte, perimento a de áreas parcialmente, ca, o eqüinos adultos (1975) Janeiro, finidos 1987 ocorrido grande SMITH estacional de e 70% de deve-se maiores SERRA em ninfas uma extenso eqüinos em que por influenciado número fato encontrados cia de provocou As jovens, somente pico maior Este em de considerar aproximadamente O novembro alta. experimento, dental deve-se pastejado muito O de estudos interpretação sobre a biologia dos do resultados A. foram cajennense considerados realizados em 48. condições de (1944), laboratório SMITH SERRA-FREIRE (1975), DRUMOND (1984a,b), (1985) e em (1984, 1985). feitos por & WHETSTONE OLIVIERI et naturais por condições TRAVASSOS al. & VALLEJO-FREIRE (1973), (1985), RODRÍGUEZ OLIVIERI DAEMON DIEGO et & & al. VILLALBA 4.2.2. Anocentor nitens Os larvas resultados A. de referentes nitens nas a variação pastagens populacional encontram-se nas das figuras 19-20. Observam-se gens por sendo até larvas o o de junho te está maior início de ligada ras médias A res média alta das infestações permitiu uma entre temperaturas maior de que Esta e ocorreu e sobrevivência do nestas variação vez, mensais ano sendo em nos 22,8°C, larvária. pasta- experimental. desde julho experimento duração 24,6°C) uma médias ano maior uma das ocorreu, geralmente (com 21,6°C 22,3°C cada primeiro que amenas somente foi aquele no de infestações durante segundo. fato mais mensais mais no de nitens, outubro ao temperaturas picos duração outubro rem ratura A. de de a quatro e provavelmenépocas das que ocor- temperatua tempe- setembro de 1988. períodos de maio- respectivamente o que FIGURA 19. nitens do FIGURA 20. Anocentor populacional das larvas de no m u n i c í p i o de Itaguaí (RJ), no períomaio de 1987 a abril de 1988. Variação de Variação populacional das larvas de Anocentor no m u n i c í p i o de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. nitens 50. FIGURA 21. Médias mensais das temperaturas mínimas, _médias, máximas e umidade relativa do ar (x x), no período de maio de 1987 a abril de 1988. Dados obtidos no Posto Agrometereológico da EMBRAPA - Itaguaí (RJ). FIGURA 22. Médias mensais das temperaturas mínimas, _ médias, máximas e umidade relativa do ar (x x), no período de abril de 1988 a maio de 1989. Dados obtidos no Posto Agrometereológico da EMBRAPA - Itaguaí (RJ). maior a ferença vel do Verificou-se que variação temperaturas no pela do rais limite menor de controladas contraram ciados sais em mais altas 29,6°C, fevereiro 27,5°C Os larvas, e UR 87%) até 90 dias, às nos e abril intervalos e com a incubação, DRUMMOND gerindo que entre Na município período seus de de no os dos ano figura 23 observa-se de ixodídeos (RJ). e en- com e estu- UR 85%). estando asso- médias men- (maio ano de 25,4ºC, dezembro maior do ja- 26,5ºC, ocorrência experimento, de coincide pos- HOOKER et al. DUNN & SERRA por ano. percentagens nas Itaguaí duração, não pré-postura, gerações coletados 1 so- de DAEMON e ± de períodos al. ínstares (25°C temperaturas picos por quatro autores natu- segundo). segundo (1969), os resultados curta verificados espécies de no somatória ocorrem 4.2.3. principais et um primeiro 22,4°C Diferin- encontraram que di- responsá- ocorrência. correspondentes no foi condições sendo foi maior em condições 27,8°C com que laboratório foram experimento mensais, maior compararam períodos principalmente parcialmente (1915), (1986), de do provavelmente al. picos março que et condições demais médias de quando provavelmente neiro tura de o ano período (29°C diferença Os do ABREU larval realizados primeiro superior, duração trabalho brevivência dos das no dos (1912), FREIRE (1987), principais su- ixodídeos pastagens as percentagens coletados nas de larvas das pastagens no 52. Os em trabalhos condições de sobrevivência & de WETSTONE larvas ABREU DIEGO de et que as tagem a também nitens larvas desta 14 e 20 de A. e cajennense experimento, e 3420 com de e (SOULSBY, têm Este Quando uma A. nitens idéia de uma as número figura motivo representativa dos em percen- figuras onde 13 de e larvas ano do cajennense respectivamente, percentuais, de mai- pastagens A. ano, elaborar maior de cada por a 4181 em pode-se cajennense primeiro nitens, de uma a no e optou-se A. o os capacidade maior 6677 os que por sobre- com foi de significativamente uma aliado nas observa-se e dias, maior explica total terando 90 de as observaram fato fêmea DRUMMOND meses Comparados detectadas ter de cinco até uma condições condições 1987), espécie por observaram de uma revelaram nestas meses. ambiente. cajennense, dias; de que nitens por 212 que cajennense eqüinos. um A. A. postos pode-se a mesmas A. de (1975) jejum sete A. meio A. somente 5083 no um nas de ovos manteve de que de se 19 a (1984), larvas de 177 afirmaram VILLALBA larvas larvas SMITH de resistir larvas de de quais (1986), de quantidade relação de com por larvas os das al. sobrevivência or das & 60% sobrevivência supor 50% capazes RODRÍGUEZ vivência laboratório, (1973), são realizados não pelo e al- qual dois anos experimentais. Um minuição ma do acidental A dos fatores total de de 70% figura que larvas das 24 provavelmente coletadas pastagens demonstra parasitários de A. cajennense. no durante os contribuiu segundo o mês percentuais ano de de para foi a a diquei- julho. ínstares não 53. FIGURA FIGURA 23. 24. Percentagens de larvas de três ixodídeos coletados nas pastagens em Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1988. Percentagens de ínstares não parasitários de Amblyomma cajennense coletados nas pastagens em Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1989. 54. Verificou-se experimento I, de larvas com resposta intensidade lhas certa ocorrendo cionais a uma um para decréscimo adultos, imunológica nos ínstares utilizadas para semelhança a o dos com das que jovens, captura dos observado percentagens pode estar hospedeiros, mais o com com tipos ínstares e popula- relacionado atuando os no de com a maior armadi- ação dos de 134 predadores. Durante larvas de lisar a B. o microplus, variação Foram uma ninfa tipos e de de um com SERRA cia do o & heteroxeno indubadora novos foram capazes que com um total insuficiente em "BOD" para se em para seis ana- condições que nitens, de bovinos as e se ocorrên- a ocorrên- metalarvas e e me- incubadas em respectivas neóginas e concordando comprovaram obtendo locais de naturais, (ninfas, fixarem gonandros, diferentes possibilidade realizarem obtidos novamente a (1989), A. neóginas, nitens naturalmente ínstares de cinco sugere MIZIARA desprendidas os coletadas número A. de heteroxeno FREIRE ses; um também metaninfa ciclo ciclo estufa sendo coletados uma foram populacional. armadilhas, cia taninfas experimento e edci- neandros), desenvolverem nos bo- vinos. Entre 38 do fêmeas, um os das percentual 83 adultos quais uma de 45,78% ça estatisticamente dos resultados de 74% de contadas fêmeas de estava de significativa CUNHA (1986), sobre A. o cajennense 45 eram semi-ingurgitada, fêmeas ao que corpo não nível de 0,01; um bovinos, e representan- apresentando encontrou dos machos diferendiferindo percentual o que de possi- 55. velmente explica as d i f e r e n ç a s As d i f e r e n ç a s to I, onde ao acaso, se tisticamente machos e em um fêmeas de A. do quantidade de coleta a comparação dos os dados, local em r e l a ç ã o casos de 0,01, capturadas e das dos ao de não h o u v e ínstares entre resultados percentual ao nível cajennense Influência Para maior ambos significativa 4.2.4. cais da que os de p e r c e n t u a i s encontrou visto entre autores. experinen- fêmeas deve-se diferença entre esta- o número no meio ambiente. cores das flanelas de na coletados os t i p o s elaborou-se de armadilhas a tabela e lo- 3. T A B E L A 3. NÚMERO DE MAIO IXODÍDEOS DE 1987 TOTAL DE Í N S T A R E S COLETADOS A ABRIL NÃO EM I T A G U A Í DE 1989, PARASITÁRIOS (RJ), POR LOCAL NO P E R Í O D O E TIPO DE DE A R M A D I L H A 56. das comparação entre os tipos de o total larvas coletadas de sob nitens ao mente do A de nível de 0,01, significativa, sendo que as armadilhas adultos de camente significativas, A. experimento I, captura de efetiva para res não pelas fixas. ser armadilhas os dois de e e três ao ao nível de de e estatisti- encontrados efetivo coleta de apresentou de 0,01 ninfas no para a mais adultos. 0,01 e e entre dos ínsta- ínstares coletados diferença estatis- A. de ninfas nível as proporcionalmente número as efetivo cajennense entre com adultos entre dois e ao três os nível 0,05. Quando obtidos pelo sentou diferença um três com aos mais locais somente mais sob A. 0,01. e do e estatistica- diferenças fixas os através significativa um ninfas entre ticamente locais de fixas, flanelas arrasto flanelas comparação diferença semelhantes o analisa- cajennense analisadas de as captura parasitários, locais nível confirmando a há apresentaram são e A. de Quando não ao que arrasto resultados larvas A o cajennense Esses mostra armadilhas, a comparação arrasto, dois e ao 0,01. Para o número nifica ao nível letados estar deste nível de menor pelos relacionado local, que de de 0,05 número dois os locais de larvas de número estatística e O o entre entre continha A. ao nível de 0,05 0,01 entre os locais larvas entre de tipos através A. de os nitens locais larvas e outros fatores em torno de e no ao 30% cajennense apre- entre dois e locais três diferença a sig- A. cajennense co- local dois, pode tipo a os três. de ninfas armadilhas dados houve um de dos mai s de de vegetação C. dacty- 57. lun do para que os menos os eqüinos. tempo lizadas nas ca, e res as azul e e branca qual tração 4.3. entre de e das os totais em para as permaneciam infestação. cores das a tabela de entre cores as não parasitá- das flanelas ao cores nível azul e A. nitens entre de uti- 4. ínstares as por flanelas estatística larvas palatável, menor relação cajennense menos eqüinos elaborou-se diferença A. capim, os uma influência fixas, amarela, e não de a este que causando analisados ninfas sendo supor apresentou de bran- as co- amarela. Estes no se local, comparação somente para de avaliar coletados 0,05 locais, armadilhas A fixas, Há neste Para rios outros resultados foi diferem possível nenhum dos Experimento detectar ínstares por dos obtidos a existência uma das no experimento de cores uma maior I, a- utilizadas. III 4.3.1. Amblyomma cajennense Nas nais dos figuras ínstares 25 adultos Verificou-se outubro a maio e Pode-se dos no raram ção máximo as do curto dias as junho os após a as variações populacio- cajennense. maiores de que maior período observa-se A. menores dizer de 28 de que as dois épocas a infestações a ocorrência parasitário dos de de setembro. tratamentos contagem ocorreram dos A. acaricidas, ixodídeos, cajennense, adultos. realizanão alte- em fun- Afirmação seme- TABELA NÚMERO PARASITÁRIOS NO PERÍODO DE M A I O DE DE TOTAL DE IXODÍDEOS 1987 4. A ABRIL ÍNSTARES COLETADOS DE 1989 NÃO EM ITAGUAÍ POR LOCAL (RJ), E COR DE FLANELA 39 -- • FIGURA 25. Variação populacional dos machos de Amblyomma cajennense contados no corpo dos eqüinos no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1988. FIGURA 26. Variação populacional dos machos de Amblyomma cajennense contados no corpo dos eqüinos no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. 60. FIGURA. 27. Variação populacional das fêmeas de Amblyomma cajennense contadas no corpo dos eqüinos no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1988. FIGURA 28. Variação populacional das fêmeas de Amblyomma cajennense contadas no corpo dos eqüinos no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. 61. lhante foi gia de não afetou FREIRE é de feita banhos riação tidos populacional II, durante captura cajennense nos animais, por do uma mês Na carrapatos estraté- microplus OLIV IERI & por ano coindicem pastagens parcialmente (Figura com 18). das sobre com SERRA adultos com a va- no primeiro ano os resultados ob- Essa diferença armadilhas que a variação contagens em dos bovinos ocorrência está utilizadas na populacional de de por adultos encontrou uma ínstares MORENO de adultos (1984), outubro maior a ocorrência que julho ao re- novembro. Argentina coletados cajennense e realizados (1986), de B. parasitário trabalho nas trabalhos maior CUNHA ao a pastagens. r ealizados foram que combate período eficiência nas Brasil, A. o relatou cajennense. presente 17) pouca adultos No encontrou a no A. verificada segundo com de que do Figura o qual dias. resultados relacionada dor oito a usada p or relataram a (experimento (1986), infestações (1984b), quatro CUNHA carrapaticidas as Os e por durante GUGLIELMONE de todo bovinos o & e ano, com HADANI (1982), encontraram maior utilizaram de A. o ve- por es- adultos número durante rão. As ses diferenças autores cipalmente mentos e e os com as do entre presente condições as espécies de Dos ínstares adultos, os resultados trabalho, climáticas hospedeiros encontrados estão dos relacionadas locais utilizados para prin- dos experi- a obtenção dos dados. contados sobre o corpo dos eqüi- 62. nos, 4.438 centagem vel de eram de 58,22% 0,01%. perimentos I fêmeas contadas ambiente, chos, tenham que vez foram que o com o que 54,5% dos que devido tenha sido desapercebidos, encontrados 45,78% entre eqüinos ao de ao ní- nos ex- fêmeas, res- percentuais de os encontrados no menor que per- os e realizada o uma estatística dos e diferença corpo representou diferença diferem de há supor inspeção passado fêmeas resultados sobre a 6.184 fêmeas, pode-se embora guns II, Uma e de Estes e pectivamente. meio machos tamanho dos ma- cuidadosamente, al- Justificaria os resul- tados. CUNHA fêmeas que quando por realizou outro ambiente (33 suficiente (1986), lado e 82 para leva também encontrou contagens a crer experimento apresentar I sobre que e uma um o o maior corpo número II, percentual dos bovinos, encontrado respectivamente) diferença de o no meio seja, in- estatisticamente sig- nificativa. 4.3.2. Anocentor nitens A figuras no populacional de A. nitens encontra-se nas 29-30. Os to variação picos primeiro g u n d o ano. ano mais do significativos experimento e ocorreram de maio de a maio novembro a agosno se- FIGURA 29. Variação populacional das fêmeas de Anocentor contadas no corpo dos eqüinos no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1987 a abril de 1988. nitens FIGURA 30. Variação populacional das fêmeas de Anocentor nitens contadas no corpo dos eqüinos no município de Itaguaí (RJ), no período de maio de 1988 a abril de 1989. 64. Observou-se parcialmente, que dificultando cional de A. nitens, noxeno e no ciclo (1989), o dias em e período tanto tempo vez 23-42 parasitário tem uma a cada a corpo em 14 um em em SERRA de 26 Como foi 41 as é & de (1987), a popula- geralmente FREIRE bovinos SOULSBY hospedeiro. variação ixodídeo segundo dias. na interferiram MIZIARA 21 refere dias sem contagens mo- a 31 que o no en- eram rea- geralmente na observação dos dados sub- ocorreu uma diminuição do número des- eqüinos. nas impossível acaricidas, este duração tratamento, Todavia, ticamente que dias, dos que ingurgitamento de seqüentes no uma acaricidas interpretação parasitário, de especificar tratamentos a coelhos lizadas tes os condições de virtude do realizar da presente tais experimento estudos patogenicidade e da sem é pra- tratamentos ocorrência de miía- ses. Durante de suscetibilidade nimais morreram projeto o que de nal pode desse tados larvas do dos ou eqüinos foram influenciar falta de ixodídeo primeiro ano Os do com maior carrapatos. pois então conhecimentos diferenças Alguns faziam destes parte substituídos sobre permite no qual ocorreram acima grandes por de aum outros, resultados. experimento fatores aos sendo os II, pastagens, observou-se sacrificados, somente experimento nas contribuem experimento helmintologia, A no o uma os de e de variação comparação picos mais junho ao Julho a citados, intensidade a para com os resul- importantes início outubro provavelmente a populacio- explicação de no por outubro segundo. são os que das diferen- 65. ças encontradas. Durante A. trados pescoço, nitens peito, nimais se pavilhão crinas fixos encontravam períneo. 4.3.3. Outros Durante algum este era e plus, respectivamente. do parasitismo dições de e por resultados e é criação para a foram encon- corpo como: patas, locais onde parasitados, região do do uma os maior explicação do sob as proteção do a- além pescoço, de experimento dos fenômeno. visual c ajennense nem A. ao laboratório desta uma forma e duas diferem, B. função da localização animais. se para de o se não possuia A. nitens, ao mi- em duas o- de encontrados microplus em B. micro- por equídeos, geográfica, encon- exame confirmou teleóginas dos de dos quando observação 44% encontrou Paraná, Os oferecem pela levado o do locais nem estereoscópico sue do ventre. virilha, que casiões (1983), regiões intensamente realização típicas Estes infestações, ixodídeos a coletado croscópio mais contribui ixodídeo, características várias eram: que maiores flanco, Estes o de em costelas, solares, trava épocas auricular, e raios as FALCE no clima Estae con- 5. CONCLUSÕES No tagens ses por de dois de Paracambi de A. cajennense larvas junho anos de a do No cos município município infestações os mais no inverno. As Paracambi, nas mais de das importantes por pelas infestações mantiveram-se ninfas de das altas julho a pas- nos me- outubro, nos (RJ), pastagens por aqueles infestações larvas de Paracambi quatro pi- de baixada e que da verificou-se de larvas ocorreram invernada, A. cajennense por ninfas de e B. A. B. microplus, durante no o outo- município de ocorreram microplus cajennense na parte alta. No das de maiores pastagens e as experimento. sendo e setembro (RJ), município pastagens maio a por de larvas setembro, no Itaguaí de A. primeiro (RJ), as cajennense ano do maiores infestações ocorreram experimento, e nos meses de junho 67. a setembro anos da e no por ano segundo; adultos infestações das cio de outubro As para a as de pastagens experimental, a de maio no Itaguaí por sendo o julho e de a novembro janeiro a captura de ninfas e e A. nos abril, o junho a mais adultos de dois em ca- picos de durante A. julho outubro efetivas de quatro nitens, duração de foram ocorreram de maior ano fixas (RJ), larvas de primeiro armadilhas do cada até no que segundo. o cajennense iní- arras- e menos larvas. Não las outubro município ano para de ninfas experimental. No to pelas cores foi possível branca, azul determinar e amarela a existência de estádios não pelos atração pe- parasitários de A. cajennense, A. nitens e B. microplus. No município intensamente parasitados compreendido entre to no primeiro de por outubro ano do Itaguaí e (RJ), os adultos de A. maio por A. experimento e e maio eqüinos estiveram cajennense nitens a de novembro no maio no mais período a agos- segundo. 6. ABREU, R.; RODRIGUEZ nitens (Acarina: naturales. I. BIBLIOGRAFIA* DIEGO, J.G.; Ixodidae) Protoquia VILLALBA, Fase y G. 1986. preparasítica Cotoquia. en Anocentor condiciones Rev. Salud Animal 8: de alguns países li- 31-34. ARAGÃO, H.B. 1936. mítrofes. Mem. Ixodídeos Inst. brasileiros Oswaldo e Cruz, Rio de Janeiro 31:759- 843. ARAGÃO, e H. chave leira. * & Norma FONSECA, para Mem. de Instituto os Inst. F. Notas de Ixodologia. representantes da Oswaldo 59(2):115-129. referências Oswaldo 1961. Cruz de e Cruz, fauna acordo com as REY (1988). VIII ixodológica Normas das Lista brasi- Memórias do 69. BENNET, G.F. 1974. Oviposition of Boophilus microplus (Canestri- ni) (Acarina: Ixodidae) I. Influence of tick size on egg production. 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