Sumário Executivo de
Caxias do Sul/RS
1
Sumário
Sumário Executivo de .................................................................................................................................. 1
Caxias do Sul/RS ........................................................................................................................................... 1
Introdução ....................................................................................................................................................... 4
Vitórias e conquistas da reciclagem nos últimos anos. ............................................................. 4
Princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidosno Brasil .................................................... 5
Benefícios da coleta seletiva ........................................................................................................... 5
Oportunidades em finanças e negócios sustentáveis na cadeia da reciclagem .............. 6
1) Município de Caxias do Sul/RS ...................................................................................................... 7
2) Mapa da Cidade- A mancha urbana pode ser vista no mapa a seguir: ......................... 7
3) Caracterização básica: ....................................................................................................................... 8
Análise dos Níveis de Eficiência das Organizações de Catadores: faturamento,
quantidade comercializada, preços, assimetrias comerciais ............................................. 11
SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA AMOSTA .................................................................................... 11
As Unidades De Produção ............................................................................................................. 13
Eficiências Comparadas................................................................................................................... 15
4) Linhas centrais da estratégia de intervenção do águaBrasil em Caxias do Sul/RS: . 21
Organizações parceiras ........................................................................................................................ 22
ESTRATÉGIA 1: ESTRUTURAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES.............................................................. 22
RESULTADOS ATÉ 2013 ....................................................................................................................... 22
ESTRATÉGIA 2: ESTRATÉGIAS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA ........................................ 22
RESULTADOS ATÉ 2013 ....................................................................................................................... 22
ESTRATÉGIA 3: POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO SOCIOECONÔMICA ...................... 22
RESULTADOS ATÉ 2013 ....................................................................................................................... 22
ESTRATÉGIA 4: ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ARCS ..................................... 23
RESULTADOS ATÉ 2013 ....................................................................................................................... 23
ESTRATÉGIA 5: CAPACITAÇÃO.......................................................................................................... 23
RESULTADOS ATÉ 2013 ....................................................................................................................... 23
ESTRATÉGIA 6: ORGANIZAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES ............................................................... 23
RESULTADOS ATÉ 2013 ....................................................................................................................... 23
IMPACTOS ESPERADOS – 2 ANOS E 4 ANOS ............................................................................. 23
INDICADORES DE RESULTADOS DO PLANO DE AÇÃO (6 meses) ...................................... 24
2
BENEFICIÁRIOS - CRITÉRIOS ELEGÍVEIS E DE CONTINUIDADE ............................................ 24
6) Perspectiva de articulação com estratégia dos parceiros águaBrasil (BB e FBB):26
6)
Alinhamento sobre GOVERNANÇA LOCAL DA INICIATIVA ÁGUA BRASIL-
COMITE DE APOIO LOCAL – CAL – Funcionamento/governança ................................... 27
8) Parceiros e entidades .................................................................................................................. 28
9) Oportunidades e Potencialidades .......................................................................................... 30
10) Principais Entregas / Produtos .............................................................................................. 31
11) Próximos passos (atividades dos próximos 03 meses) .................................................... 31
12) Observações e complementos .................................................................................................. 31
3
Introdução
O diagnóstico do município de CAXIAS DO SUL/RS, teve por objetivo levantar os
principais problemas no campo da gestão, coleta e destino final dos resíduos sólidos
gerados pelo município com vistas a subsidiar a WWF Brasil para propor a sociedade
local, numa segunda etapa, ações integradas de consumo consciente, coleta seletiva e
reciclagem, visando a melhoria da qualidade ambiental urbana da cidade e a geração
de postos de trabalho e renda para setores excluídos da sociedade assentados numa
perspectiva de sustentabilidade ambiental e desenvolvimento de eco-negócios.
A seguir contextualizamos o cenário institucional-legal, os campos de intervenção e as
oportunidades em negócios e finanças sustentáveis na cadeia da reciclagem:
Vitórias e conquistas da reciclagem nos últimos anos.
2003 -Criação do Comitê Interministerial
2006 – Coleta Seletiva Solidária – Dec. 5940/06
Decreto nº
7.405/2010 PróCatador
Lei nº 11.107/2005 Consórcios Públicos
Decreto nº 6017/2007
Lei nº 11.445/2007 Saneamento Básico
Decreto nº 7.217/2010
Lei nº 12.305/2010 Política Nacional de Resíduos
Sólidos – PNRS
Decreto n° 7.404/2010
Fonte: Adaptado de MMA/2011
4
Princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidosno Brasil
Benefícios da coleta seletiva
 R$ 1,4 bilhões a R$ 3,3 bilhões / ano;

Com a reciclagem total do aço, alumínio, papel, plástico e vidro esse volume
poderia chegar a R$ 8 bilhões;

Redução das emissões de gases de efeito estufa;

Redução no consumo de energia;

Redução na extração de recursos naturais (matéria prima).
Campos de Intervenção
Organização dos
Catadores
Governos
Movimento
Geradores
Política Pública
Intermediário
Intermediário
S i d d Ci il
Intermediário
ONGs, Igreja,
FLICs AMOBs
$$
Cooperados
Rua
Catadores
Parcerias com a
Indústria
Cooperativa Industrial
Lixão
Fortalecimento das
Cooperativas
F
o
5
Oportunidades em finanças e negócios sustentáveis na cadeia da
reciclagem
1. Bancarização, apoio não reembolsável e MPO (Crescer individual) para os
catadores e suas organizações;
2. Conta da Cooperativa, MPO (Crescer Individual e Coletivo) e Capital de Giro
para as Cooperativas;
3. Capital de Giro, MPO (Crescer Coletivo), crédito para equipamento para as
Redes de comercialização e produção e fomento a empresas de reciclagem
(INDÚSTRIA);
4. Financiamento das Prefeituras para as inversões necessárias para o
cumprimento da PNRS;
5. Financiamento para os grandes geradores desenvolverem seus Planos de
Gerenciamento de resíduos e se adequarem a PNRS , estimulando a integração
com as organizações de catadores.
6
1) Município de Caxias do Sul/RS
Segundo fontes do Arquivo Histórico e Patrimonial de Caxias do Sul,este municipio é um
dos mais influentes do interior do Rio Grande do Sul, encontra-se na mesorregião do
Nordeste Rio Grandense e na Microrregião de Caxias do Sul. O município faz divisa ao
norte com São Marcos, Campestre da Serra, Monte Alegre dos Campos, a sul com Vale
Real, Nova Petrópolis, Gramado e Canela, a leste com São Francisco de Paula e a oeste
com Flores da Cunha e Farroupilha. O mapa a seguir mostra a localização de Caxias do
Sul e as cidades que fazem divisa com esta.
Mapa 1 – Localização do Município de Caxias do Sul – RS.
Fonte: Adaptado por Roberto M Pereira com base no I3GEO do MMA com Google Earth para Limites Municipais e Sedes
Municipais do IBGE para Google Earth, 2011.
2) Mapa da Cidade- A mancha urbana pode ser vista no mapa a seguir:
Mapa 2 – Mancha Urbana de Caxias do Sul - RS
Fonte: Google Earth, 2011.
7
De acordo com o Censo Demográfico do IBGE, em 2010, Caxias do Sul possuía
população residente de 435.564 pessoas, sendo 213.612 homens e 221.952 mulheres
o que representa respectivamente 49,04% e 50,96%. O número de domicílios
recenseados foi de 162.342, o que dá uma média de 2,68 moradores por domicílio. O
município tinha 279761eleitores nas Eleições de 2006.
3) Caracterização básica:
“Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul – CODECA
A Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (CODECA) foi fundada nos
anos 70. A Lei Municipal nº 2192, em 29 de outubro de 1974, autorizou o Poder
Executivo a constituir a Companhia. A criação foi formalizada dia 15 de março
de 1975. A empresa atua nas áreas de limpeza urbana (coleta, varrição e capina),
pavimentação e obras. O quadro funcional é de 1.058 pessoas.
Catadores e Carroceiros: Perfil das Cooperativas de Catadores visitadas nos município
Quadro Geral
Nome da
Cooperativa/Ass
ociação
Nº de
Coop/Ass
oc
Como faz a
captação do
material?
Associação de
Recicladores de
Caxias do Sul ARCS
193
Recebe o
material
triado das
outras 12
associações
parceiras.
Associação de
recicladores
interbairros
16
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Infraestrutura
existente
Quantidade
de material
comercializa
do
Pavilhão com
351,565
refeitório,
toneladas/mê
banheiro, sala
s
de reuniões,
empilhadeira,
moinho,
máquina de
processament
o de plástico
duro,
máquina de
plástico mole.
Galpão
55
próprio,
toneladas/mê
esteira de 12
s
metros e um
elevador de
carga
Renda
Média
mensal
por
associado
R$ 800,00
R$ 940,00
8
Associação de
recicladores
Carroceiros
Aeroporto - ARCA
25
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Galpão
próprio, duas
prensas, uma
esteira de 6
metros e um
elevador de
carga.
35
toneladas/mê
s
R$ 750,00
Associação de
Recicladores do
Monte Carmelo
15
Uma prensa e
uma balança
de 500 kg.
31
toneladas/mê
s
R$ 700,00
Associação de
Recicladores do
Serrano
27
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
75
toneladas/mê
s
R$
1.200,00
Associação de
Recicladores Vida
Nova Fátima
14
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
20
toneladas/mê
s
R$ 380,00
Associação de
Recicladores
Novo Amanhã
7
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Galpão
próprio,
quatro
prensas, três
carrinhos de
transporte,
uma esteira
12 metros,
uma esteira
de carga e
uma balança
1000 kg.
Galpão
próprio, duas
prensas, um
carrinho de
transporte,
um elevador
de carga e
uma esteira
12 metros.
Galpão
próprio, duas
prensas, um
carrinho para
transporte,
um elevador
de fardo e
uma esteira
transportador
a.
12
toneladas/mê
s
R$ 800,00
9
Associação de
Recicladores do
Reolon
15
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
ARTEL
9
Associação
Gaúcha de
Recicladores de
Caxias do Sul
14
Associação de
Recicladores
Kauani
8
Cooperativa de
Recicladores
Clean
23
Associação de
Recicladores do
Consolação
12
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
Recebe o
material
coletado nos
containers de
lixo seletivo
da CODECA
O
documento
“Levantamento
do
Perfil
Galpão
próprio, três
prensas, um
elevador de
carga, e uma
esteira de 12
metros.
Galpão
próprio.
25
toneladas/mê
s
R$ 650,00
11,815
toneladas/mê
s
R$ 550,00
Galpão
próprio, uma
prensa e uma
balança.
15
toneladas/mê
s
R$ 550,00
Uma prensa e
uma esteira
transportador
a.
11,9
toneladas/mê
s
R$ 250,00
Sede própria
e três
prensas.
35
toneladas/mê
s
R$ 750,00
Galpão
próprio, duas
prensas e
uma esteira
10 metros.
25
toneladas/mê
s
R$ 650,00
Socioeconômico
dos
recicladores,
gestores/tesoureiros conveniados e amostra com os catadores de Caxias do Sul”
realizado entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012 pela Prefeitura Municipal de
Caxias e Universidade de Caxias do Sul junto aos cooperados das organizações de
catadores do município revelou o seguinte quadro:
a) 42% dos gestores possuem entre 41 e 59 anos , 41% entre 22 e 40 anos e 17%
acima de 60 anos.
10
b) 33% dos gestores possui um nível de escolaridade que va da 5ª a 8ª série
incompleto, 25% possui o ensino médio completo, 17% cursou até a 4ª série
incompleta do ensino fundamental e 25% possui a 4ª seria completa do ensino
fundamental .
Análise dos Níveis de Eficiência das Organizações de Catadores: faturamento,
quantidade comercializada, preços, assimetrias comerciais
Essa análise dos dados primários coletados junto a cooperativas, associações e outras
constituições coletivas de catadores de materiais recicláveis na cidade gaúcha de Caxias
do Sul. O escopo do trabalho, materializado neste relatório, é a apresentação do
contexto local em que ocorre a atividade de catação de recicláveis, com foco nas
organizações coletivas enquanto unidades de produção.
A pesquisa contribui para o debate acerca dos caminhos para a inclusão social e
econômica dos catadores à medida que amplia e atualiza o conhecimento acerca da
atuação destes agentes, suas condições de operação, grau de organização e
produtividades física e econômica, dado o contexto local. Ademais, tais variáveis são
tomadas em comparação com o um conjunto mais amplo de unidades de produção,
investigado em outras oportunidades por instituições de pesquisa como o
PANGEA/UFBA.
A metodologia de trabalho envolveu o levantamento direto de dados em organizações
coletivas de catadores, doravante apenas unidades de produção. A aplicação dos
questionários foi realizada no decorrer do mês de julho de 2011 e representa uma
amostra de 10 unidades que reúnem, ao todo, 177 catadores, e recuperam para o
sistema produtivo mais de 318 toneladas de materiais descartados nos resíduos sólidos
urbanos todos os meses.
Além do esforço de sistematização dos dados coletados em pesquisa primária, são
apresentadas as primeiras estimativas dos recicláveis presentes nos resíduos sólidos
urbanos dos municípios em que estas unidades se localizam. Tal informação somada ao
mapeamento dos principais trajetos e identificação dos modais de transporte
existentes para o escoamento da produção de recicláveis é fundamental para o
dimensionamento logístico da atividade de catação, bem como para a eventual
organização das unidades em redes de comercialização de recicláveis.
SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA AMOSTA
Em virtude do elevado grau de informalidade, das altas taxas de mortalidade das
unidades de produção e do caráter ainda incipiente do conhecimento acadêmico ou
11
prático em torno das dessas organizações, fatores que dificultam o mapeamento de
seu universo, optou-se aqui pela amostragem intencional.
Deste modo, a seleção das unidades pesquisadas obedeceu a um processo de
amostragem estratificada não-aleatória, de modo a promover a inter-relação e
complementaridade destes dados com o conjunto de informações já disponíveis. Sobre
a escolha do processo de amostragem são válidas as seguintes observações:
i)
A escolha do processo de amostragem resulta da busca de uma distribuição
territorial e dimensional – quanto ao tamanho das unidades pesquisadas –
razoavelmente proporcional em relação ao Universo presumido;
ii)
O prazo disponível para a realização do trabalho de campo e redação do
relatório final impôs a limitação da amostra às 10 unidades pesquisadas;
iii)
Existem organizações de catadores que possuem várias unidades operacionais –
de forma geograficamente dispersas – funcionando com variáveis graus de autonomia,
muitas vezes elevado. Para os efeitos deste trabalho, cada unidade foi singularizada, de
maneira a ser ela própria caracterizada individualmente. Isto visou captar o grau de
heterogeneidade existente entre “matriz” e unidades “periféricas”, que, de resto, é
aparente em um grande número de casos. Deve, entretanto, ficar claro que alguma
externalidade positiva dessa relação passa a não ser captada – sem prejuízo para os
objetivos deste trabalho;
iv)
A estratificação da amostra levou em conta:
•
os portes relativos das unidades;
•
as eficiências diferenciais das unidades, evidenciadas pelos seus estágios
de organização;
•
os volumes físicos de equipamentos das unidades, de forma a preservar
a diversidade na amostra;
•
a sua localização espacial;
•
a presença ou não de entidades mantenedoras, incubadoras ou
financiadoras, de forma a obter a necessária heterogeneidade;
v)
Os dados foram obtidos via preenchimento direto de questionários em
entrevistas locais, complementadas pelo envio eletrônico de dados adicionais.
Algumas unidades chegaram a ser visitadas duas vezes, outras também foram
contatadas por telefone.
12
As Unidades De Produção
Aplicado o procedimento de desindentificação das organizações coletivas, abaixo
segue a lista das unidades de produção segundo a produção mensal física, em valores
monetários e o número de catadores. São válidas as convenções:
a) NÚMERO DE CATADORES: Indica o número de catadores efetivamente
declarados em atividade – formalizados, ou não – pelas administrações das
unidades de catadores;
b) PRODUÇÃO Kg: Representa a magnitude - em peso - média do volume
mensal de material reciclado efetivamente recolhido, triado, enfardado e
comercializado pelas respectivas unidades de catadores;
c) VALOR DA PRODUÇÃO R$: Representa o valor obtido pela venda média do
volume mensal de material reciclado efetivamente recolhido, triado, enfardado
e comercializado pelas respectivas unidades de catadores;
TABELA
–
PRODUÇÃO
FÍSICA
MENSAL
EM
Kg,
VALOR
DA
PRODUÇÃO
COMERCIALIZADA MENSAL E NÚMERO DE CATADORES, 2011 .
1
CÓDIGO
PRODUÇÃO KG
UNID 8
UNID 5
UNID 9
UNID 4
UNID 3
UNID 1
UNID 6
UNID 7
UNID 10
UNID 2
TOTAL
102200
57847
23305
18415
34169
11938
35390
13048
14435
7900
318.647
VALOR
PRODUÇÃO
DA
R$ 37.885,00
R$ 18.554,90
R$ 9.586,00
R$ 8.625,50
R$ 12.904,56
R$ 7.937,40
R$ 11.233,00
R$ 5.296,79
R$ 4.364,00
R$ 3.570,50
R$ 119.957,65
Nº
CATADORES
39
28
24
16
15
14
14
14
7
6
177
FONTE: Dados primários de pesquisa direta – BAINEMA (2011)
As medidas de concentração aplicadas a estes dados dão conta de que, em média, uma
unidade possui 17,7 catadores e recupera 31.864,70 Kg’s de materiais recicláveis, o
valor obtido com a comercialização dessa produção gira em torno de R$ 11.995,77.
Conforme
esperado,
há
grande
variação
entre
as
unidades,
refletindo
a
heterogeneidade característica deste segmento econômico. A razão entre os desviospadrão e as médias das variáveis citadas, ou seja, o coeficiente de variação denota que,
1
Naturalmente o número de identificação das unidades de produção foi atribuído de modo aleatório, assim, a tabela não
corresponde à disposição das cooperativas em ordem alfabética ou qualquer outro critério comumente discernível.
13
para o número de catadores os desvios atingem em torno de 57% da média, para a
produção mensal alcançam 91% da média, e para o valor comercializado 84% da
média. Um modo mais claro de visualizar a questão é através da contraposição d o
número de catadores à produção física por catador e valor da produção comercializada
por catador.
VALORES PER CAPITA DA PRODUÇÃO MÉDIA MENSAL EM KG/mês E NÚMERO DE
CATADORES
3000
2500
2000
1500
1000
500
0
UNID UNID UNID UNID UNID UNID UNID UNID UNID UNID
8
5
9
4
3
1
6
7
10
2
Nº CATADORES
KG/CATADOR
FONTE: Elaboração própria, 2011.
No gráfico acima as unidades estão dispostas em ordem decrescente do número de
catadores, o que de imediato revela a inexistência de uma relação causal direta entre o
número de catadores e a produção per capita. Assim, a relação mais geral entre
eficiência e tamanho das unidades produtivas irá requerer algumas qualificações.
O GRÁFICO em seguida traz o número de catadores vis-à-vis o valor per capita obtido
através da comercialização dos materiais recicláveis. Uma vez mais o padrão exibido
descarta a relação imediata entre o tamanho da unidade de produção e sua eficiência.
GRÁFICO - VALORES PER CAPITA DA PRODUÇÃO MÉDIA MENSAL COMERCIALIZADA,
EM R$/mês, E NÚMERO DE CATADORES
14
1000
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
UNID 8 UNID 5 UNID 9 UNID 4 UNID 3 UNID 1 UNID 6 UNID 7 UNID UNID 2
10
Nº CATADORES
R$/CATADOR
FONTE: Elaboração própria, 2011.
Na cidade de Caxias do Sul as unidades de produção pesquisadas são em sua maioria
de tamanho pequeno, com até 30 catadores.
Eficiências Comparadas
A divisão das unidades de produção de recicláveis por tamanho segundo o número de
catadores não conduz a um melhor entendimento do desempenho do conjunto
amostrado. Uma alternativa a este tratamento, bastante exploradas em trabalhos
anteriores do MNCR é a classificação conforme os critérios de eficiência física e
eficiência econômica, quais sejam:
Eficiência física: definida pela relação entre a produção total de cada unidade,
em Kg por mês de materiais recicláveis recuperados, e o número de catadores
de cada unidade.
Eficiência econômica: definida pela relação entre a receita total mensal obtida
com a comercialização dos materiais recicláveis e o número de catadores de
cada unidade.
Em um mercado idealizado, dado o conjunto de preços de equilíbrio entre oferta e
demanda, a eficiência econômica é tão somente a contrapartida monetária da
produção física, e neste caso os critérios de eficiência são coincidentes. Todavia, do diaa-dia dos mercados, os ganhos com a venda de recicláveis podem variar muito e
respondem às condições específicas de comercialização de cada unidade produtiva,
como o poder de barganha, ganhos de escala, condições e prazos de pagamento, etc.
Em Caxias do Sul não apenas há grande variação dos preços de comercialização dos
recicláveis, como também há grande variação nos tipos de materiais recuperados em
15
cada unidade de produtiva, como será visto posteriormente. Abaixo a TABELA
apresenta os preços máximos e mínimos de alguns materiais selecionados.
TABELA
- PREÇOS MÁXIMOS, MÍNIMOS E VARIAÇÃO PERCENTUAL, MATERIAIS
SELECIONADOS, CAXIAS DO SUL, 2011.
Material
Preço Máximo
PET
PVC
PEAD
PET óleo
PP
R$
R$
R$
R$
R$
1,25
0,35
0,90
0,70
1,35
Preço Mínimo
R$
R$
R$
R$
R$
0,80
0,12
0,45
0,08
0,30
Variação
56%
192%
100%
775%
350%
FONTE: Elaboração própria, 2011.
A distribuição das unidades produtivas entre os dois critérios de eficiência também
ilustra a grande variação dos casos enquanto aponta a esperada correlação entre os
indicadores.
GRÁFICO – DISPERSÃO DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO ENTRE AS EFICIÊNCIAS FÍSICA
(RS PER CAPITA) E ECONÔMICA (KG PER CAPITA)
R$ 1.200,00
R$ 1.000,00
R$ 800,00
R$ 600,00
R$ 400,00
R$ 200,00
R$ 0,00
-
500,00
1.000,00
1.500,00
2.000,00
2.500,00
3.000,00
FONTE: Dados primários de pesquisa direta – BAINEMA (2011)
O tamanho da amostra impossibilita a classificação das unidades de produção por
degraus de eficiência através da Análise Discriminante, conforme elaborado em
trabalhos da BAINEMA. Deste modo, foi feita a opção pela comparação das eficiências
das unidades de produção de Caxias do Sul, individualizadas e em conjunto, com os
16
resultados obtidos em pesquisas anteriores do MNCR para 83 unidades espalhadas
pelo Brasil, reunidos em Damásio (2010).
A TABELA a seguir apresenta as eficiências calculadas para a amostra de Caxias do Sul.
TABELA – EFICIÊNCIAS FÍSICAS E ECONÔMICAS DAS UNIDADES DA AMOSTRA DE
CAXIAS DO SUL, 2011.
CÓDIGO
Nº CATADORES
UNID 2
UNID 10
UNID 1
UNID 6
UNID 7
UNID 3
UNID 4
UNID 9
UNID 5
UNID 8
TOTAL
6
7
14
14
14
15
16
24
28
39
177
KG/CATADOR
1.316,67
2.062,14
852,71
2.527,86
932,00
2.277,93
1.150,94
971,04
2.065,96
2.620,51
1.800,27
R$/CATADOR
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
595,08
623,43
566,96
802,36
378,34
860,30
539,09
399,42
662,68
971,41
677,73
FONTE: Elaboração própria, 2011.
Nas unidades de produção amostradas os materiais recuperados per capita alcançam
cerca de 1.800 Kg de por mês, o que implica uma receita per capita de vendas de R$
677, 73. Outra vez, há grande variação entre as unidades, tanto em termos da
produtividade física quanto da econômica.
FONTE: Elaboração própria, 2011.
17
QUADRO – EFICIÊNCIAS ECONÔMICAS DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO DA AMOSTRA
DE CAXIAS DO SUL, 2011, 2 – 2.
PRODUÇÃO
UNIDADE 8 UNIDADE 9 UNIDADE 10 MÁXIMA PER
R$ 19,49
R$ 32,31
R$ 67,44
R$ 67,44
R$ 40,38
R$ 51,28
R$ 138,46
R$ 4,50
R$ 10,00
R$ 45,00
R$ 13,13
R$ 58,13
R$ 30,00
R$ 25,00
R$ 75,00
R$ 50,00
R$ 32,00
R$ 34,29
R$ 17,14
R$ 51,43
R$ 21,43
R$ 17,14
R$ 142,86
R$ 230,13
R$ 153,08
R$ 256,41
R$ 4,50
R$ 134,50
R$ 97,92
R$ 54,21
R$ 17,14
R$ 198,57
R$ 114,29
R$ 105,71
R$ 15,38
R$ 29,42
R$ 17,14
R$ 5,13
R$ 161,54
R$ 591,54
R$ 6,15
ND
ND
R$ 24,36
R$ 971,41
R$ 181,54
R$ 4,50
ND
ND
R$ 6,25
R$ 399,42
R$ 45,71
R$ 282,86
R$ 8,57
ND
ND
R$ 623,43
CAPITA
R$ 50,00
R$ 92,76
R$ 189,00
R$ 18,21
R$ 189,00
R$ 57,14
R$ 51,28
R$ 395,36
R$ 3,62
R$ 90,59
R$ 398,24
R$ 218,43
R$ 256,41
R$ 1,71
R$ 179,58
R$ 0,21
R$ 6,56
R$ 163,42
R$ 591,54
R$ 27,44
ND
ND
R$ 33,93
R$ 971,41
PRODUÇÃO
MÍNIMA PER
CAPITA
R$ 4,50
R$ 10,00
R$ 23,14
R$ 6,79
R$ 29,93
R$ 2,89
R$ 17,14
R$ 31,07
R$ 3,62
R$ 3,04
R$ 54,11
R$ 28,65
R$ 20,21
R$ 1,71
R$ 9,11
R$ 0,21
R$ 0,77
R$ 18,61
R$ 78,71
R$ 3,43
ND
ND
R$ 4,57
R$ 378,34
RAZÃO
MÉDIA SIMPLES
PRODUÇÃO
DA
MÁX/MÍN PROD/CATADOR
11,11
R$ 25,58
9,28
R$ 34,52
8,17
R$ 65,11
2,68
R$ 12,74
6,32
R$ 73,07
19,79
R$ 29,80
2,99
R$ 33,36
12,72
R$ 149,41
1,00
R$ 3,62
29,84
R$ 25,85
7,36
R$ 202,86
7,62
R$ 131,88
12,68
R$ 86,03
1,00
R$ 1,71
19,72
R$ 45,87
1,00
8,51
R$ 3,59
8,78
R$ 91,71
7,52
R$ 325,59
8,00
R$ 11,42
ND
ND
ND
ND
7,42
R$ 17,28
2,57
R$ 639,91
DESVIO
PADRÃO
COEFICIENTE
DE VARIAÇÃO
20,27
29,69
58,33
6,51
55,98
17,88
19,93
107,37
0,79
0,86
0,90
0,51
0,77
0,60
0,60
0,72
37,18
109,21
68,01
73,18
1,44
0,54
0,52
0,85
55,00
0,15
2,99
69,46
192,93
9,32
ND
ND
14,57
270,01
1,20
0,83
0,76
0,59
0,82
ND
ND
0,84
0,42
FONTE: Elaboração própria, 2011.
Conforme esperado, há grande variação entre as eficiências econômicas das unidades
de produção, em geral, e também em cada tipo de material. Os coeficientes de
variação da produção per capita de cada material estão sempre acima de 50% das
respectivas médias. Na maior parte das unidades, o plástico total é o reciclável que
mais contribui para a receita de vendas per capita. Evidentemente a receita de vendas
não se confunde com a maior rentabilidade, que deve ser apurada deduzida dos custos
de produção.
O QUADRO a seguir revela as eficiências físicas per capita e suas estatísticas descritivas
para o conjunto de dados amostrado.
18
QUADRO – EFICIÊNCIAS FÍSICAS DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO DA AMOSTRA DE
CAXIAS DO SUL, 2011, 1 – 2.
10 UNIDADES E 177 CATADORES.
UNIDADE 1 UNIDADE 2 UNIDADE 3 UNIDADE 4 UNIDADE 5 UNIDADE 6 UNIDADE 7
AMOSTRA CAXIAS DO SUL, 2011
VIDRO TOTAL
FERRO E AÇO TOTAL
ALUMÍNIO TOTAL
Outros Metais ñ Ferrosos TOTAL
METAIS NÃO FERROSOS TOTAL
PAPEL BRANCO TOTAL
PAPEL MISTO TOTAL
PAPELÃO I TOTAL
PAPELÃO II TOTAL
Jornal/Revista TOTAL
PAPEL E PAPELÃO TOTAL
PET TOTAL
PEAD TOTAL
PEBD TOTAL
PP TOTAL
PS TOTAL
PVC TOTAL
PLÁSTICO MISTO TOTAL
PLÁSTICO TOTAL
TETRAPACK
CAIXA DE OVO
ÓLEO DE COZINHA
OUTROS MATERIAIS
TOTAL
70,00
70,00
610,71
83,33
333,33
325,00
610,71
142,86
29,14
106,93
35,36
8,25
35,71
178,57
12,86
0,71
13,57
664,29
137,36
178,57
16,07
2,14
18,21
200,00
107,14
187,50
15,00
0,94
15,94
87,50
618,39
35,36
237,50
1.317,86
678,57
741,67
150,00
50,00
578,67
30,13
754,93
1.470,67
209,07
118,40
175,00
500,00
78,13
74,38
1.326,11
25,57
21,82
225,00
33,60
76,25
1.342,86
371,43
71,43
28,57
57,14
ND
ND
100,00
525,00
50,00
ND
ND
263,27
624,33
182,93
ND
ND
18,75
137,50
385,00
62,50
ND
ND
852,71
1.316,67
2.277,93
1.150,94
172,00
7,93
2,14
5,46
18,61
81,54
ND
ND
4,57
2.065,96
285,71
814,29
107,14
ND
ND
35,71
2.527,86
17,86
325,00
160,71
16,43
6,43
60,71
244,29
28,57
ND
ND
932,00
FONTE: Elaboração própria, 2011.
QUADRO 5 – EFICIÊNCIAS FÍSICAS DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO DA AMOSTRA DE
CAXIAS DO SUL, 2011, 2 – 2.
PRODUÇÃO PRODUÇÃO
UNIDADE 8 UNIDADE 9 UNIDADE 10 MÁXIMA PER MÍNIMA PER
CAPITA
CAPITA
256,41
29,17
357,14
357,14
29,17
230,77
83,33
228,57
618,39
83,33
28,21
20,00
17,14
70,00
12,86
1,46
2,14
2,14
0,71
28,21
21,46
19,29
70,00
13,57
115,38
83,33
71,43
664,29
8,25
641,03
250,00
142,86
641,03
142,86
512,82
250,00
571,43
1.317,86
107,14
30,13
30,13
37,50
142,86
754,93
17,86
1.269,23
620,83
928,57
1.470,67
325,00
130,77
83,33
142,86
371,43
25,57
282,05
52,50
157,14
282,05
21,82
28,57
28,57
51,28
40,83
42,86
225,00
7,93
2,14
2,14
25,64
25,64
5,46
243,59
128,57
285,71
18,61
733,33
176,67
471,43
814,29
81,54
76,92
37,50
57,14
182,93
28,57
ND
ND
ND
ND
ND
ND
ND
ND
ND
ND
25,64
2,08
35,71
2,08
2.620,51
971,04
2.062,14
2.620,51
852,71
RAZÃO
MÉDIA SIMPLES
PRODUÇÃO
DA
MÁX/MÍN PROD/CATADOR
12,24
163,16
7,42
243,67
5,44
26,83
3,00
1,48
5,16
27,75
80,52
157,83
4,49
341,80
12,30
518,97
1,00
30,13
42,28
225,63
4,53
913,56
14,53
149,47
12,93
95,21
1,00
28,57
28,38
61,26
1,00
2,14
4,69
14,07
15,36
154,75
9,99
422,79
6,40
75,34
ND
ND
ND
ND
17,14
17,00
3,07
1.677,78
DESVIO
PADRÃO
COEFICIENTE
DE VARIAÇÃO
142,47
172,31
19,01
0,66
18,46
196,39
214,18
339,49
ND
303,37
410,42
93,21
82,08
ND
64,74
ND
9,80
98,69
253,06
49,78
ND
ND
16,35
700,35
0,87
0,71
0,71
0,45
0,67
1,24
0,63
0,65
ND
1,34
0,45
0,62
0,86
ND
1,06
ND
0,70
0,64
0,60
0,66
ND
ND
0,96
0,42
FONTE: Elaboração própria, 2011.
Em termos da produtividade física per capita, tomada pelo peso em KG dos materiais
recuperados, a categoria papel total contribui mais fortemente que os demais
recicláveis para a produção. Há que se observar contudo que a logística de coleta de
recicláveis envolve mais considerações do que apenas o peso total dos resíduos,
19
também o volume desses materiais é fundamental na determinação dos custos
implicados na recuperação de recicláveis.
As médias por materiais das produtividades física e econômica per capita das unidades
de produção de Caxias são agora comparadas às médias per capita das unidades
investigadas em Damásio (2010). O QUADRO em seguida traz estes dados.
QUADRO– EFICIÊNCIAS FÍSICAS COMPARADAS, KG/CATADOR – AMOSTRA CAXIAS DO
SUL E AMOSTRA BRASIL.
10 UNIDADES AMOSTRA CAXIAS DO
SUL ; 83 UNIDADES AMOSTRA
BRASIL
AMOSTRA
CAXIAS DO
SUL
AMOSTRA
BRASIL ALTA
EFICIÊNCIA
EFICIÊNCIA FÍSICA
VIDRO TOTAL
FERRO E AÇO TOTAL
ALUMÍNIO TOTAL
Outros Metais ñ Ferrosos TOTAL
METAIS NÃO FERROSOS TOTAL
PAPEL BRANCO TOTAL
PAPEL MISTO TOTAL
PAPELÃO I TOTAL
PAPELÃO II TOTAL
Jornal/Revista TOTAL
PAPEL E PAPELÃO TOTAL
PET TOTAL
PEAD TOTAL
PEBD TOTAL
PP TOTAL
PS TOTAL
PVC TOTAL
PLÁSTICO MISTO TOTAL
PLÁSTICO TOTAL
TETRAPACK
CAIXA DE OVO
ÓLEO DE COZINHA
OUTROS MATERIAIS
TOTAL
KG/CAT
163,16
243,67
26,83
1,48
27,75
157,83
341,80
518,97
30,13
225,63
913,56
149,47
95,21
28,57
61,26
2,14
14,07
154,75
422,79
75,34
ND
ND
17,00
1.677,78
KG/CAT
483,80
343,90
14,80
5,40
19,50
181,20
239,70
410,10
248,30
295,40
1.115,30
140,40
90,20
110,60
42,70
11,20
31,60
119,20
411,90
44,50
4,50
33,10
4,60
2.311,90
AMOSTRA
BRASIL
MÉDIA
EFICIÊNCIA
KG/CAT
298,30
190,40
16,50
10,80
23,10
226,30
93,70
260,90
585,60
179,70
807,30
101,40
43,00
75,20
58,10
15,50
42,60
236,20
403,60
41,10
13,90
70,10
12,80
1.592,10
AMOSTRA
BRASIL
BAIXA
EFICIÊNCIA
KG/CAT
176,40
103,00
10,30
11,40
19,20
118,50
119,60
239,30
87,50
75,20
467,50
63,10
26,60
83,30
29,10
7,90
16,30
114,80
246,20
30,10
58,20
6,90
4,80
957,90
AMOSTRA
BRASIL
BAIXÍSSIMA
EFICIÊNCIA
KG/CAT
57,00
43,30
5,10
6,10
7,30
35,30
50,30
90,30
31,80
35,80
162,00
28,00
10,60
29,20
4,90
5,10
11,10
33,60
74,70
9,50
3,50
15,10
2,20
304,00
FONTE: Elaboração própria a partir de Damásio (2010) e pesquisa direta nas unidades de Caxias do Sul, 2011.
No QUADRO acima estão destacados em azul os materiais em que a produção média
per capita das unidades de Caxias do Sul supera a produção média per capita da
amostra Brasil em qualquer nível de eficiência. Em vermelho estão os materiais para os
quais as unidades gaúchas têm menor produção per capita que o mais baixo indicador
da amostra Brasil.
20
10 UNIDADES AMOSTRA CAXIAS DO
SUL ; 83 UNIDADES AMOSTRA
BRASIL
AMOSTRA
CAXIAS DO
SUL
AMOSTRA
BRASIL ALTA
EFICIÊNCIA
EFICIÊNCIA ECONÔMICA
VIDRO TOTAL
FERRO E AÇO TOTAL
ALUMÍNIO TOTAL
Outros Metais ñ Ferrosos TOTAL
METAIS NÃO FERROSOS TOTAL
PAPEL BRANCO TOTAL
PAPEL MISTO TOTAL
PAPELÃO I TOTAL
PAPELÃO II TOTAL
Jornal/Revista TOTAL
PAPEL E PAPELÃO TOTAL
PET TOTAL
PEAD TOTAL
PEBD TOTAL
PP TOTAL
PS TOTAL
PVC TOTAL
PLÁSTICO MISTO TOTAL
PLÁSTICO TOTAL
TETRAPACK
CAIXA DE OVO
ÓLEO DE COZINHA
OUTROS MATERIAIS
TOTAL
R$/CAT
R$ 25,58
R$ 34,52
R$ 65,11
R$ 12,74
R$ 73,07
R$ 29,80
R$ 33,36
R$ 149,41
R$ 3,62
R$ 25,85
R$ 202,86
R$ 131,88
R$ 86,03
R$ 1,71
R$ 45,87
R$ 0,21
R$ 3,59
R$ 91,71
R$ 325,59
R$ 11,42
ND
ND
R$ 17,28
R$ 639,91
R$/CAT
R$ 65,36
R$ 104,50
R$ 50,28
R$ 34,28
R$ 80,08
R$ 78,28
R$ 44,31
R$ 113,54
R$ 49,83
R$ 46,26
R$ 275,46
R$ 145,93
R$ 80,91
R$ 75,83
R$ 38,52
R$ 4,48
R$ 15,96
R$ 65,45
R$ 336,70
R$ 9,16
R$ 0,59
R$ 33,08
R$ 6,45
R$ 855,60
AMOSTRA
BRASIL
MÉDIA
EFICIÊNCIA
R$/CAT
R$ 30,07
R$ 39,99
R$ 47,57
R$ 45,14
R$ 67,15
R$ 76,64
R$ 14,89
R$ 60,47
R$ 100,97
R$ 26,99
R$ 183,68
R$ 69,00
R$ 34,73
R$ 37,73
R$ 30,73
R$ 16,99
R$ 14,10
R$ 78,86
R$ 191,95
R$ 7,43
R$ 1,07
R$ 29,72
R$ 7,63
R$ 504,55
AMOSTRA
BRASIL
BAIXA
EFICIÊNCIA
R$/CAT
R$ 14,00
R$ 24,56
R$ 28,39
R$ 11,62
R$ 33,31
R$ 43,06
R$ 18,98
R$ 55,54
R$ 21,27
R$ 10,44
R$ 109,17
R$ 50,85
R$ 18,17
R$ 42,76
R$ 14,34
R$ 3,51
R$ 10,67
R$ 54,92
R$ 138,42
R$ 6,31
R$ 8,25
R$ 5,09
R$ 3,10
R$ 309,37
AMOSTRA
BRASIL
BAIXÍSSIMA
EFICIÊNCIA
R$/CAT
R$ 3,42
R$ 12,38
R$ 14,87
R$ 56,15
R$ 28,77
R$ 16,40
R$ 6,71
R$ 23,50
R$ 8,52
R$ 4,09
R$ 38,98
R$ 23,79
R$ 6,04
R$ 17,95
R$ 2,92
R$ 1,56
R$ 0,35
R$ 13,45
R$ 43,98
R$ 1,92
R$ 0,49
R$ 14,41
R$ 3,47
R$ 115,52
FONTE: Elaboração própria a partir de Damásio (2010) e pesquisa direta nas unidades de Caxias
do Sul, 2011.
4) Linhas centrais da estratégia de intervenção do águaBrasil em Caxias
do Sul/RS:
O plano de ação de Caxias do Sul está estruturado da seguinte forma:
I. Estratégias, resultados e eixos de ação
1. Estruturação das associações
2. Estratégias de comercialização e venda
3. Políticas públicas de inclusão socioeconômica
4. Organização e desenvolvimento de ARCS
5. Capacitação
6. Organização das associações
II. Impactos esperados
III. Indicadores
IV. Beneficiários
V. Governança local
21
Organizações parceiras











ARBOM
Associação Gaúcha
SDE
Assistente social
Diretor SDE
WWF-Brasil
UCS
Secretário SDETE e Comitê CPR
DRS
Banco do Brasil
Secretaria de Meio Ambiente
ESTRATÉGIA 1: ESTRUTURAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES
RESULTADOS ATÉ 2013
1. Mais produtividade e maior satisfação de um modo geral
2. Todas as Reciclagens equipadas (2 anos)
3. Todas as Reciclagens com prédio próprio (4 anos)
ESTRATÉGIA 2: ESTRATÉGIAS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA
RESULTADOS ATÉ 2013
1. Materiais com maior valor
2. Informações de valores e padrões compartilhados entre as Associações
3. Definição e acordo do que será vendido em conjunto e quem são os bons
clientes
ESTRATÉGIA 3: POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO SOCIOECONÔMICA
RESULTADOS ATÉ 2013
1. Nenhum reciclador analfabeto
2. Código de Limpeza Urbana do Município elaborado
3. Dispensa de licença ambiental para as Reciclagens
4. Fundo Municipal para projetos das Reciclagens criado
5. Campanha Educativa integrada entre secretarias
6. Material separado sem rejeitos
22
7. Acordo com a RGE (linha de projetos de responsabilidade social) sobre a
isenção/redução das tarifas para as Reciclagens
ESTRATÉGIA 4: ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA ARCS
RESULTADOS ATÉ 2013
1. ARCS legalizada financeiramente e juridicamente
2. Todas as Associações participando ativamente da ARCS
3. ARCS visível e compreendida pelos Associados
4. Política de comunicação e troca de informação entre as Associações
estabelecida
5. Critérios de inclusão e direito para atuar no ramo
6. Problemas e decisões compartilhados com os associados, diretoria e
demais envolvidos
ESTRATÉGIA 5: CAPACITAÇÃO
RESULTADOS ATÉ 2013
1. Conhecimento dos direitos e deveres para maior participação
2. Associações praticando o estatuto e regimento
3. Melhor qualidade na triagem, produção e logística
4. Mais pessoas com habilidades para exercer cargos de diretoria
ESTRATÉGIA 6: ORGANIZAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES
RESULTADOS ATÉ 2013
1. Sistema de garantia de direitos assegurado
2. Partilha com maior valor (conhecer a realidade de cada Associação e o
porque existe tantas diferença em relação à partilha e número de
associados)
3. Produção eficaz
4. Credibilidade das recicladoras frente a sociedade e uma melhor adesão à
coleta seletiva
5. Planejamento de cada Associação elaborado participativamente
6. Grupos com talão de notas e recibos para comercialização (buscar
informação)
IMPACTOS ESPERADOS – 2 ANOS E 4 ANOS
23

300 Recicladores

Redução do material seletivo no aterro, aumento do índice de reciclagem

Incorporar resíduos dos grandes geradores

Pagamento da previdência

Agregar valor ao produto

Catadores de rua saírem da informalidade

Redução da rotatividade nas reciclagens

Rede de educação ambiental do município implementada com foco único
(definir resultados concretos da EA)
INDICADORES DE RESULTADOS DO PLANO DE AÇÃO (6 meses)
INDICADOR
INSTRUMENTO DE VERIFICAÇÃO
1.
Unidades das Associações
Reuniões = pautas e listas de presença
2.
Melhora da Partilha
Levantamento produtivo
3.
Concretização do Projeto Água
Chegada dos apoios: equipamentos e
Brasil
assessoria
Aumento do Número de
Levantamento: Número sócios hoje/daqui 1 ano
Associados
Planejamento: plano de metas/Associação
5.
Adesão dos Associados
Listas de presenças por atividades
6.
Associação nas ARCS
Número de reuniões, pautas e listas de
4.
presenças
BENEFICIÁRIOS - CRITÉRIOS ELEGÍVEIS E DE CONTINUIDADE
1. Associação: definir a contrapartida
2. Compromisso: participação continuada
3. Documentação legal ou compromisso com tempo determinado para
regularizar
4. Garantia de pagamento de INSS: tempo X regularizar
5. Número mínimo de pessoas (10 - 16) = compromisso de ampliar X
tempo (levantamento causas)
24
5) Perspectiva de articulação da estratégia de intervenção com políticas públicas:
A Política Nacional de Resíduos Sólidos tem como objetivo promover os seguintes
aspectos:






Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Articulação entre as diversas esferas públicas e setores
Integração dos catadores de materiais recicláveis nas ações
Não geração, redução, reutilização, reciclagem, e tratamento de resíduos sólidos
Padrões sustentáveis de produção e consumo
Proteção da saúde pública e qualidade ambiental
Seguindo as orientações da Política Nacional de Resíduos Sólidos, os Planos de
Coleta Seletiva, Consumo Responsável & Reciclagem estarão contidos nos Planos de
Gestão de Resíduos Sólidos. O projeto Água Brasil do WWF em seu componente de
gestão de resíduos sólidos urbanos terá como foco a construção do Plano de Coleta
Seletiva, Consumo Responsável e Reciclagem, estes serão compostos, a princípio,
por quatro sub-temas:
1. coleta seletiva,
2. gestão de resíduos dos grandes geradores,
3. organização dos catadores e a relação com a prefeitura (coleta, triagem,
tratamento),
4. comunicação comunitária e educação para o Consumo Responsável.
Dentre os objetivos da política nacional de resíduos sólidos, adotada como princípio no
projeto, os seguintes focos são prioritários: inclusão social dos catadores e sua
integração na limpeza urbana.
25
6) Perspectiva de articulação com estratégia dos parceiros águaBrasil (BB e FBB):
parceiro
BB:
Local / regional
Possibilitar DRS BB com a
CATAPIRI, capacitando os em
Educação
financeira
para
acesso a credito e promover o
acesso dos cooperados e da
Cooperativa aos serviços e
produtos bancários
FBB:
Nacional
DRS Reciclagem
Apoio à consolidação dos
créditos de Desenvolvimento
Regional Sustentável (DRS) já
existentes
na
região
relacionados a cadeia da
Reciclagem,
caso
haja
interesse.
Fortalecer a CATAPIRIpara que CATAFORTE
ela possa atuar em conexão
com a CENTCOOP Brasília e
com as redes do Estado de
Goiás, especialmente na região
de influência de Goiânia e
Anápolis
26
6) Alinhamento sobre GOVERNANÇA LOCAL DA INICIATIVA ÁGUA BRASIL-COMITE
DE APOIO LOCAL – CAL – Funcionamento/governança
Objetivos
1. Monitorar, acompanhar e apoiar a implementação do plano de ação local e os
critérios e indicadores de resultado
2. Coordenar as ações dos vários parceiros para um planejamento comum
Água Brasil/WWF
COMITÊ GESTOR
LOCAL
SEMMA
BB- DRS
28 de janeiro
Assoc. Recicladores
proposta de
UCS
reunião
Definição:
- funcionamento
- Coordenar Agendas e Cronograma
-
GRUPO
das ações
responsabilidades/tarefas
COORDENADOR
- Integrar
- agenda
- Comunicar
base
27
8) Parceiros e entidades
Instituição Contato
Prefeitura
José Ivo
Municipal
Sartori
de Caxias
do Sul
Guilherme
Guila
Sebben
Carlos
Antônio
Búrigo
Adelino
Teles
Nerio
Jorge
Susin
Elemara
Borghetti
dos Reis
Bruno
Sassi
Brunelli
Leonel
Costa
Gerson
Reis
Vanessa
CODECA
(Companhi
a do
Desenvolvi
mento de
Caxias do
Sul)
Gilberto
Meletti
Adiló
Didomenic
o
Rafael R.
G. navajas
Deoclécio
da Silva
Ademir
Schwaiser
Função
Prefeito
e-mail
[email protected].
br
Secretário
Municipal do
Desenvolvimento
Econômico,
Trabalho e
Emprego
Secretário de
Gestão e
Finanças
Secretário do
Meio Ambiente
SEMMA
[email protected]
v.br
[email protected]
r
[email protected]
54-32170151
Diretora da
Divisão de
Educação
Ambiental
Diretor Geral –
Sec. Mun.
Desenvolvimento
Econômico
Trabalho e
Emprego
SDE
[email protected]
54-81188324
[email protected].
br
54-99064555
32186033
[email protected]
SDE
[email protected]
54 – 9658
7014
54 – 9103
1307
54 – 9121
6699
3218 6033
54 – 3224
9300
[email protected].
br
vanessafalcao@caxias.
rs.gov.br
Gerente
Comercial e de
Comunicação
Codeca - Cia de
Desenvolvimento
de Caxias do Sul
- Presidente
Codeca - Cia de
Desenvolvimento
de Caxias do Sul
– Engenheiro
Civil
CODECA
Codeca - Cia de
Desenvolvimento
de Caxias do Sul
– Gerente de
Telefone
54
32186010–
32186012
54 3218
6033 –
99491669
[email protected]
[email protected]
[email protected].
br
54-84035424
[email protected]
.br
[email protected]
r
54 84162102
54-84035351
28
FBB
BB/DRS
Rosélio
Arnoldo
Fürst
Sérgio
Luiz
Valmorbid
a
(“Marau”)
Geovane
Finger
Kramer
João
Carlos
Anghinoni
Jonatan
Pontin
Carlomag
no Goebel
Jefferson
Correa P.
Amando
Jone
Roberto
Maron
WWFBrasil
Fabio
Cidrin
Michel
Rodrigues
dos
Santos
Warner
Bento
Filho
Infraestrutura
Superintendente
Regional
[email protected]
54 – 3220
2591 – 3225
2257
54 3220
2590 – 3223
4453
Gerente Geral
(Agencia Caxias
do Sul)
[email protected]
Gerente de
Relacionamento
(Agencia Setor
Público Porto
Alegre –
Plataforma
Caxias do Sul
BB
[email protected]
54 – 3220
2500 – 3223
4453
[email protected]
54 91273247
BB
[email protected] ou
[email protected]
m
[email protected].
br
54 – 9603
4559
[email protected]
51 – 3358
3490 – 3337
2612
WWF-brasil
Coordenador do
Programa
Educação para
Sociedades
Sustentáveis
WWF-Brasil
[email protected]
61 – 8222
6900
3364 7472
[email protected]
61 – 9202
6564
3364 7416
WWF-Brasil
assessor
comunicação
[email protected]
3364 7477
Gerente DRS
(Superintendenci
a de Negócios
Varejo e Governo
Rio Grande do
Sul)
Superintendente
Regional de
Governo (Super
Regional de
Verejo e Governo
Rio Grande do
Sul)
Banco do Brasil –
Super RS –
Analista DS
51 – 3358
3499
29
9) Oportunidades e Potencialidades
•
Estruturar fusões entre as organizações de recicladores, com redefinições e
incrementos qualitativos e quantitativos dos galpões e equipamentos, visando
aumentar eficiência física e reorganizar o sistema de produção, visando o
aumento da produtividade por reciclador.
•
Reestruturar a gestão administrativa-financeira das organizações de
recicladores, implantando sistema de acompanhamento de custos e receitas e
organizando a comercialização em rede, visando conferir as organizações de
catadores sustentabilidade institucional e fortalecer suas condições de autogestão. (CATAFACIL).
•
Estruturar a Rede de Recicladores de Caxias do Sul, da governança até seu
modelo logístico-produtivo-comercial, visando o domínio da cadeia produtiva
regional, fortalecendo a articulação das associações e tornando-a ponto de
convergência da agregação de valor dos materiais recicláveis do ramo plástico
de todas as organizações de recicladores.
•
Estimular a adoção do plano legal disponível no plano federal para os
municípios através das Leis 11.445 e 12.305 visando construir arranjos
inovadores para a prestação dos serviços de coleta seletiva e logística reversa
com o poder público municipal e a iniciativa privada.
•
Incrementar as ações de educação ambiental em parceria com a Prefeitura
Municipal de Caxias do Sul, fortalecendo a cultura da coleta seletiva na
sociedade local.
30
10) Principais Entregas / Produtos
2011
•
•
•
•
2012
Diagnóstico : Variação dos preços praticados em cada grupo.
Construção participativa do Plano de Ação;
Formação “De Catador pra Catador”;
Elaboração do projeto para aquisição de equipamentos para as 10
organizações de catadores;
• Alteração do proponente da aquisição dos equipamentos;
• Cine Extraordinário – Cine Debate com os recicladores;
Contratação de empresa especializada para elaboração dos projetos
básicos de reforma e ampliação das unidades produtivas.
Contratação de empresa especializada para assessorar no
desenvolvimento organizacional e econômico da Rede de
comercialização.
Formalização das associações em Cooperativas
2013
2014
Avaliação e monitoramento das atividades implementadas
2015
Avaliação final das atividades e sugestões de encaminhamentos
11) Próximos passos (atividades dos próximos 03 meses)
Mês
ATIVIDADES
Janeiro
Fevereiro
Reunião com o Prefeito e seus secretários para apresentação do Acordo de
Cooperação Técnica e seu respectivo Plano de Trabalho
Contratação de empresa especializada para elaboração dos projetos básicos de
reforma e ampliação das unidades produtivas.
Contratação de empresa especializada para assessorar no desenvolvimento
organizacional e econômico da Rede de comercialização.
Realizar oficina de planejamento das atividades do Água Brasil para 2013/14
Março
12) Observações e complementos

Eleições Municipais Pleito vencido pelo candidato da Situação (Vice-Prefeito
da gestão atual) .

Potencial a ser aproveitado nessa nova gestão: Envolver demais áreas da
prefeitura, principalmente as Secretarias do Meio Ambiente, de Educação e a
CODECA.

Estratégia da Intervenção: Fortalecimento e estruturação de uma Rede de
Comercialização entre as reciclagens . Migração da relação por convênio para
uma relação contratual com a s reciclagens.
31

Intervenção nos galpões de triagem: Intervenção para otimizar a organização
e metodo da produção nas reciclagens(projeto básico e memorial descritivo
das reformas, adequações e obras para mudança do lay-out de produção) e
implementação do Sistema de Gestão CATAFÁCIL.

Decisão a ser tomada: Realização de reunião com o novo gestor.
32
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Caxias do Sul/RS