RELATÓRIO ANUAL DE CURSO 13/14
Gestão Artística e Cultural
Escola Superior de Educação
A.1. Publicação de Plano de Estudos
Publicação do plano de Estudos em DR: Portaria n.º 1412/2007 de 29 de Outubro
-Área científica predominante (Maior número de ECTS alocado): Artes e Humanidades
-Área fundamental (de acordo com a Portaria nº 256/2005 de 16 de Março): CAE345/341/347P – Artes
-Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: 180
-Duração do ciclo de estudos (art.º 3 DL-74/2006): 3 anos
-Número de vagas aprovado nos 4 últimos anos letivos:
Nº de Vagas/ano
2011/2012
Nº de vagas
2012/2013
30
2013/2014
30
2014/2015
30
30
-Condições especificas de ingresso: Uma das seguintes disciplinas: Português, História, História da Cultura e das
Artes
- Regime de funcionamento : Diurno
- Docente Responsável pela Coordenação: Doutora Anabela Moura
A.2. Estágios e Períodos de Formação em Serviço
Instituição acolhedora
Local
n.º de Estágios
Centro Cultural Vila Flor
C. M. Guimarães (2011/2015)
5
Centro Cultural de Paredes de Coura
Paredes de Coura
(2010/2011)
1
Centro Cultural do Alto Minho
Viana do Castelo(2010/2011)
1
Centro Cultural de São Paulo
Brasil (2011/2012)
1
Centro Cultural São Mamede
Guimarães (2014/2015)
1
Associação Y’Arte
Oficina Cultural do IPVC
IPVC- Gabinete de Comunicação
Viana do Castelo
(2013/2014)
Viana do Castelo (2010/2011)
(2011/2012)
Viana do Castelo (2009/2010)
Imagem e Som
Casa das Artes
Casa da Juventude de Barcelos
Arcos de Valdevez
(2010/2011)
Barcelos (2011/2012)
3
4
1
1
1
ACEP
Meadela, Viana do
Castelo(2010/2011)
1
Museu Alberto Sampaio
Guimarães (2010/2011)
1
Museu da Quinta das Cruzes
Ponte de Lima (2009/2010)
1
Museu da Marioneta
Viana do Castelo(2010/2011)
1
Museu Municipal de Esposende
Esposende (2011/2012)
2
Museu Nogueira da Silva
Braga (2011/2012)
1
Porto (2010/2011)
Fundação de Serralves
(2011/2012)
6
(2012/2013)
Vila Nova de Cerveira
Fundação da Bienal de Arte
Contemporânea
(2011/2012)
(2012/2013)
5
(2013/2014)
(2014/2015)
Fundação INATEL
DRCN
Viana do Castelo
(2009/2010)
Viana do Castelo(2010/2011)
(Citânia de Santa Luzia)
1
1
Vila Nova de
Casa das Artes de Famalicão
Famalicão(2010/2011)
4
(2014/2015)
Casa da Juventude de Barcelos
C. M. Barcelos(2011/2012)
1
Viana do Castelo
Câmara Municipal de Viana do
Castelo
(2009/2010)
(2010/2011)
7
(2011/2012)
(2014/2015)
Esposende
Câmara Municipal de Esposende
(2009/2010)
3
(2011/2012)
Câmara Municipal de Vila Nova de
Cerveira
Câmara Municipal de Guimarães
Vila Nova de Cerveira
(2010/2011; 2011/2012;
4
2014/2015)
Guimarães (2010/2011)
4
Ponte de Lima
Câmara Municipal de Ponte de Lima
(2009/2010)
(2010/2011)
(2014/2015)
6
Câmara Municipal de Vila Nova de
Famalicão
Câmara Municipal de Vila do Conde
Câmara Municipal da Póvoa do
Vila Nova de Famalicão
(2009/2010)
(2009/2010)
(2009/2010)
Varzim
Caminha (2010/2011)
Câmara Municipal de Caminha
(2011/2012)
1
1
1
3
Paredes de Coura
Câmara Municipal de Paredes de
(2010/2011)
Coura
(2011/2012)
Câmara Municipal de Arcos de
(2010/2011)
Valdevez
3
1
Barcelos
Câmara Municipal de Barcelos
(2009/2010)
(2011/2012)
Câmara Municipal de Amares
Câmara Municipal de Braga
Casa da Juventude de Esposende
2
Amares (2009/2010)
1
Braga (2010/2011)
2
Esposende
(2009/2010)
Teatro Diogo Bernardes
Ponte de Lima (2010/2011)
Grupo de Estudos Históricos de Vale
Vale do Neiva
do Neiva
(2009/2010)
1
2
1
Paredes de Coura
RITMOS, Agenciamento e Produção
(2010/2011)
de Artistas e Espectáculos, Lda.
(2013/2014)
3
(2014/2015)
Vila Praia de Âncora
ÂNCOREVENTOS
(2013/2014)
1
Vila Praia de Âncora
(2009-2010)
Academia de Música Fernandes Fão
(2010/2011)
6
(2011/2012)
(2013/14)
Fundação Átrio da Música
Curso de Música Silva Monteiro
Viana do Castelo
(2011/2012)
Porto (2010/2011)
1
1
Escola Profissional de Música de
Viana do Castelo (2010/2011)
Viana do Castelo
Positiva Eventos
Ovar (2011/2012)
Centro de Atividades Ocupacionais
Póvoa do Varzim (2011/2012)
MAPADI
C.M. Viana do Castelo
VIANA FESTAS
(2011/2012)
1
1
1
5
Associação Ao Norte
Viana do Castelo (2014/2015)
2
Associação Efeito Borboleta
Guimarães (2009/2010)
1
Associação Empresarial de Viana do
Viana do Castelo (2009/2010)
Castelo
Empresa Dínamo 10 Lda.
Viana do Castelo (2012/2013)
Arte Total
Coliseu do Porto
Cine Teatro Constantino Nery
Companhia Instável
Braga
(2014/2015)
Porto
(2009/2010)
Matosinhos
(2009/2010)
Porto
(2014/2015)
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E
Darque
RECREIO DARQUENSE
(2014/2015)
AISCA – Associação de Intervenção
Social, Cultural e Artística
APPACDM
1
2
2
1
1
1
3
Viana do Castelo
(2011/2012)
10
(2013/2015)
Viana do Castelo
(2012/2013)
1
Viana do Castelo
MAO- Marionetas Actores & Objetos
(2009/2010)
2
(2010/2011)
Total (n.º instituições)
Total (n.º estagiários) 134
1. Autoavaliação do Ciclo de Estudos
1.1. Objetivos gerais definidos para o CE
Os objetivos do curso situam-se a dois níveis - ligados a um perfil profissional do Licenciado e ligados à
formação de 1° ciclo necessária ao prosseguimento de estudos no 2º ciclo de estudos, considerando-se de
forma clara e em simultâneo os seguintes níveis de objectivos: a) perfil profissional do licenciado; b) articulação
equilibrada da formação com os mestrados. Os objectivos contemplam a formação de gestores culturais
capazes de:

Aproximar as Artes e a Cultura do mais largo e diversificado leque de públicos;

Assegurar a integração da cultura enquanto elemento estratégico na cooperação bilateral, regional e
internacional para o desenvolvimento, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento
sustentável e promovendo a sua proteção;

Estimular, difundir e preservar a cultura, através de eventos e apresentação de produtos artísticos e
culturais, efetuando uma gestão adequada dos recursos humanos e financeiros e fortalecendo
parcerias com a sociedade civil, as organizações não governamentais e o sector privado, tornando os
seus estudantes aptos para prosseguir estudos ao nível do 2° ciclo de formação (mestrado), através
dos quais podem fortalecer competências comunicativas, organizacionais, jurídicas e financeiras,
necessárias à programação e dinamização de projetos em contextos diversos e de programas da União
Europeia relativos à política regional, aos fundos estruturais e à cooperação descentralizada.
O terceiro objectivo foi ampliado, para dar visibilidade à importância da continuidade de uma formação para
um 2° ciclo de estudos (mestrado).
1.2 Inserção do CE na estratégia institucional de oferta formativa face à missão da instituição.
O IPVC é uma instituição pública de ensino superior que produz, difunde e transfere conhecimento e cultura,
promove a formação integral dos cidadãos e a aprendizagem ao longo da vida, numa atitude de permanente
inovação, qualidade e espírito empreendedor, centrado no desenvolvimento regional, do país e na
internacionalização, em convergência com o espaço europeu do ES. Valoriza e promove a liberdade, a
responsabilidade e a cidadania, o espírito crítico e de pertença, a solidariedade, a inclusão, a cooperação e a
multiculturalidade. Identifica, em cada momento, as partes interessadas– agentes científicos, culturais, sociais e
económicos, da região, do país ou estrangeiros– e com elas promove as parcerias consideradas necessárias
para uma ação eficaz e de sucesso. A criação de sinergias pela ação concertada das comunidades interna
(alunos, funcionários e professores) e externa, em particular, autarquias, serviços educativos de museus e
bibliotecas, e outros contextos culturais diversos, tais como fundações, escolas, teatros, associações e
empresas, constituirão a atitude-marca da instituição e do curso de Licenciatura em Gestão Artística e Cultural.
Dispõe de uma oferta formativa que assegura a formação integral das pessoas, fomentadora do sucesso, da
auto aprendizagem e da capacidade de empreender. Usa métodos e processos de ensino/aprendizagem
inovadores, atrativos, suportados em novas tecnologias e um ambiente académico estimulante. Desenvolve os
seus processos formativos com grande proximidade ao tecido social e económico visando a aproximação dos
estudantes ao seu papel social futuro e à realidade do mundo empresarial e do trabalho.
A ESE-IPVC é uma escola integrada no IPVC, em funcionamento desde 1984, que tem como missão formar
profissionais qualificados nos domínios da Educação, das Artes, do Social e da Cultura, bem como produzir
investigação associada aos ciclos de estudo e contribuir para a inovação educacional, artística e cultural da
região em que se insere. Desde a sua criação tem tido como principal área de atuação a formação de
professores, educadores e outros agentes educativos, ao nível da formação inicial, formação pós-graduada,
formação contínua e em serviço e formação complementar, pelo que a maioria dos seus docentes está alocada
à área científica de Educação e às de Artes Design e Humanidades e Ciências Sociais, transversais ao IPVC,
onde se insere o grupo disciplinar de Artes, Design e Humanidades.
Destaca-se a sua colaboração nos projectos internacionais de formação para a cidadania através das artes e
tecnologias digitais e da formação a nível de 1º e 2º ciclos de estudo, envolvendo estudantes nacionais,
internacionais e especificamente com países lusófonos. Tem desenvolvido investigação na área das artes,
design e humanidades e das ciências sociais em projetos financiados e com parcerias interinstitucionais, cujos
resultados têm sido divulgados em publicações e encontros científicos.
1.3. Meios de divulgação dos objetivos aos docentes e aos estudantes envolvidos no CE
A apresentação do Ciclo de Estudos (CE), seus objetivos, duração, perfil e saídas profissionais, assim como
plano curricular e condições de acesso estão explicitamente descritos no portal do IPVC (www.ipvc.pt), na
ligação associada ao mesmo. No início de cada ano letivo são dinamizadas reuniões com os docentes e
estudantes envolvidos no CE para a divulgação dos objetivos gerais e funcionamento. Na primeira aula de cada
UC é efetuada a apresentação dos objetivos específicos dessa UC, programa e metodologias de avaliação. Esta
informação também é disponibilizada através da plataforma de e-learning do IPVC (http://elearning.ipvc.pt). A
divulgação dos objectivos da Licenciatura de GAC é realizada de diversas formas, permitindo assim dar a
conhecer este Ciclo de Estudos e o seu ensino ministrado. Essas formas assumem formatos diversos,
destacando-se aqui as seguintes:

Utilização Portal do IPVC;

Newsletters e redes sociais para a divulgação de informação sobre o CE, especificamente os
eventos (seminários, conferências, exposições) promovidos anualmente pela Comissão de Curso,
com a colaboração dos estudantes e de outras instituições culturais e educativas, locais, regionais,
nacionais e internacionais;

organização/participação em feiras e mostras de divulgação e comunicação através da imprensa
regional e nacional (consultar programa memória IPVC);

Publicação da Revista “Diálogos com a Arte”, http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte
onde se divulgam
artigos
e investigações realizadas pelos docentes e estudantes de pós
graduação nacionais e internacionais, e projectos de investigação a decorrer em colaboração
com diversos países europeus;

Colaboração sistemática com investigadores de instituições com protocolo de colaboração com
o IPVC e especificamente este ciclo de estudos – caso da Universidade de De Montfort em
Leicester e Roehampton University, Londres; Charles University, e Anglo-American University em
Praga; e Escolas de Artes de Belo Horizonte da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil;

Publicações sistemáticas, prática artística e colaboração com equipas nacionais e internacionais
em projectos diversificados de investigação.
Perante a forma como é efetuada a divulgação do ciclo de estudos e o ensino ministrado, a coordenação
de curso considera adequados os métodos de comunicação usados pelo IPVC para o ciclo de estudos.
2. Organização Interna e Mecanismos de Garantia da Qualidade
2.1. Organização Interna
2.1.1. Estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudo
A aprovação da criação ou restruturação de Ciclos de Estudos (CE) é da competência do Presidente, com
parecer da Direção da UO, Conselho Pedagógico (CP), área Cientifica (AC) e do Conselho Técnico-Científico
(CTC) e de entidades externas (conforme aplicável).O Coordenador de Curso (CC),em colaboração com a
Comissão de Curso, elabora o relatório anual do CE, que é apreciado pela Direção e pelo CP da Escola. Este
relatório pode conter propostas de alteração ou ações de melhoria do CE, sujeitas a aprovação pelos órgãos
competentes. O CC articula com os responsáveis das UCs a atualização dos programas, que são aprovados pelo
CTC, e garante a sua concretização. Anualmente, os CC identificam as necessidades de serviço docente do
curso. Com base nessa informação, as AC, através dos seus grupos disciplinares, propõem contratação,
renovação de contratos e distribuição de serviço docente aos diretores das UO’s que enviam à respetiva
comissão técnico-científica para aprovação em CTC e homologação pela Presidência.
2.1.2. Participação ativa de docentes e estudantes
A participação dos docentes é assegurada pela sua intervenção no Conselho Geral, CTC, AC, CP, Coordenações
de Curso, Comissões de Curso e de Auto-Avaliação. Além disso, essa participação é ainda promovida em
reuniões periódicas de docentes, participação em inquéritos de avaliação do funcionamento do IPVC,
intervenção em processos pedagógicos e académicos chave como a preparação de materiais pedagógicos,
análise de pedidos de creditação de competências, júris de provas, acompanhamento de estágios, etc. A
participação dos estudantes é assegurada através da sua representação no Conselho Geral, CP, Comissão de
Curso e de Auto-Avaliação, intervenção das Associações e Federação de Estudantes, Inquéritos de avaliação da
Qualidade de Ensino, das Bibliotecas e dos Serviços de Acão Social.
%participação
11/12
IASQE
12/13
13/14
1ºS
21,6%
41,5%
38,1%/65,3%
2ºS
2,2%
27,2%
6%
2.2. Garantia da Qualidade
2.2.1. Estruturas e Mecanismos de garantia da qualidade para o CE
O IPVC tem implementado um Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade (SGGQ), certificado desde 2009,
no âmbito da ISO 9001 por entidade acreditada pelo IPAC e certificado pela A3ES desde janeiro de 2013. O
sistema está organizado em processos e orientado para a melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem e
atividades de IDI, de gestão e de suporte. O SGGQ, coordenado pelo Gabinete de Avaliação e Qualidade (GAQ),
gera informação para definir medidas de melhoria contínua dos ciclos de estudos e procura o
comprometimento de todos os atores neste processo. O GAQ apoia as Coordenações de Curso nos
mecanismos de Garantia da Qualidade, em cooperação com órgãos e serviços que intervém nas atividades
administrativas, científicas e pedagógicas. Anualmente, é implementado um Programa de Auditorias,
permitindo definir causas de ocorrências e ações corretivas. São elaborados Relatórios das UC’s e de Curso que
permitem, juntamente com os Relatórios das auditorias, Relatórios de auscultação às partes interessadas e
com os resultados dos indicadores de desempenho dos processos relacionados com o ensino e aprendizagem,
efetuar uma análise do grau de cumprimento dos objetivos e definir ações de melhoria para o ciclo de estudo.
2.2.2. Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do CE
O GAQ tem implementado procedimentos de auscultação para avaliar o grau de satisfação das partes
interessadas incluindo a realização de inquéritos e monitorização de sugestões e reclamações e estudos de
follow-up, feitos a antigos estudantes, parceiros e instituições empregadoras. Destaca-se o inquérito de
avaliação da satisfação da qualidade de Ensino elaborado semestralmente aos estudantes, que inclui uma
componente de avaliação da escola, dos docentes e das UC’s, ECTS e do CE no seu todo.
É continuamente monitorizada informação relativa a candidaturas e colocações, caracterização dos
estudantes, sucesso, abandono e empregabilidade para o CE, que juntamente com os relatórios resultantes das
auditorias internas e dos processos de auscultação e avaliação da satisfação, são usados para a avaliação
periódica do CE e reportados no Relatório anual de Curso. Com base nos resultados, são definidas ações de
melhoria.
2.2.3. Discussão e utilização dos resultados das avaliações
O envolvimento de estudantes de 1º Ciclo de Estudo de Licenciaturas de Gestão Artística e Cultural e Turismo
em projectos de investigação individuais e com docentes facilitando o desenvolvimento de competências da
sua futura actividade empresarial, com dinamismo e capacidade competitiva, tornando - os profissionais mais
aptos a gerarem desenvolvimento sustentável, com vista à eficiência económica e participação cívica.
Os projectos permitem ainda uma abordagem profissional e adaptada às necessidades dos estudantes, com
fortes ligações a profissionais nacionais e internacionais. Os dados recolhidos das diversas fontes têm
permitido a construção de uma base de dados que será posteriormente analisada, utilizando o software SPSS.
No âmbito destes projetos tem-se procurado recolher informação num conjunto alargado de áreas de
investigação. Entre os objetos de estudo destacam-se questões relativas ao sector público – a cidade e as
autoridades públicas regionais incluindo questões de apoio financeiro e de sustentabilidade de longo prazo e
outras questões analisadas com maior detalhe tais como: licenciamentos, práticas de saúde e segurança e
impacto ambiental; os parceiros dos sectores público e privado, as suas motivações, a sua avaliação dos
benefícios para os próprios e outras perspectivas no desenvolvimento e sustentabilidade de longo prazo.
Os relatórios de Inquéritos (bibliotecas, qualidade de ensino,…) e Relatórios de Curso são analisados em CP e
são divulgados à comunidade através do portal do IPVC. Poderão também ser analisados em reuniões de
docentes e de estudantes do CE. As ações de melhoria propostas são submetidas à Direção da Escola,
coordenadas com a AC/GD e no caso de envolverem modificações ao plano de estudos, também ao CTC. As
ações são planeadas entre a Coordenação de Curso e a Direção, definidos responsáveis e prazos de
implementação. O acompanhamento e a análise da eficácia das ações implementadas para a melhoria do CE é
da responsabilidade do CC que reporta à Direção e regista no relatório de Curso seguinte. O seguimento das
ocorrências detetadas em auditorias, acompanhamento de sugestões e reclamações e avaliação da eficácia das
ações corretivas é da responsabilidade do GAQ, que também monitoriza os indicadores desempenho dos
processos e dos objetivos gerais da Qualidade do SGGQ, definidos anualmente, e reporta nos Balanços da
Qualidade para Revisão do Sistema.
Desenvolvimento das Jornadas Pedagógicas da ESE-IPVC
As Jornadas Pedagógicas no mês de Junho permitiram uma reflexão sobre a formação nos cursos de Gestão
Artística e Cultural. Foram realizadas no dia 13 de Junho, debatendo-se o olhar dos docentes e discentes.
Foram abordado os seguintes aspectos:
- a organização do curso (carga horária, interligação entre UC, docentes)
- interligação entre Licenciatura e Mestrado:
- modelo de Estágio
- supervisores e locais de estágio
- constrangimentos, fragilidades, oportunidades de melhoria de cada curso
Aspetos abordados pelos estudantes de licenciatura:
- organização do curso
- constrangimentos, fragilidades, oportunidades de melhoria do curso
Aspetos abordados pelos diplomados que fizeram todo o percurso na ESE:
- mais valia desta formação para o seu desenvolvimento profissional
- sugestões de melhoria do funcionamento do(s) curso(s).
2.2.4. Outras vias de avaliação/acreditação
O SGGQ do IPVC está certificado pela Norma Internacional ISO 9001, desde Janeiro de 2009 e obteve em
Janeiro de 2013 a certificação do SGGQ pela A3ES .
3. Recursos Materiais e Parcerias
3.1 Recursos Materiais
3.1.1 Instalações Físicas (em 13/14)
Recursos Materiais –Áreas Disponíveis / reformuladas
Tipo de Espaço
Área (m2)
Os espaços são diversificados e cumprem as necessidades do Curso.
3.1.2 Recursos Materiais – Equipamentos (novos em 13/14)
Recursos Materiais – Novos Equipamentos e materiais em 2013/14
Equipamento e material
Número
No que concerne às sugestões de melhoria apresentadas pelos docentes no relatório anterior, constata – se
que, apesar de ter sido realçada a importância de dotar o curso de mais recursos técnicos de captação de som
e imagem, como máquinas de filmar e fotografar e gravadores de som, nada disso foi adquirido.
3.1.3 Recursos financeiros
Anualmente são adquiridos novos recursos bibliográficos a fim de se proporcionarem o necessário suporte às
diversas unidades curriculares.
3.2. Parcerias
3.2.1 Parcerias internacionais
O IPVC tem definido os procedimentos, para a cooperação em projectos I&D, com apoio da OTIC, cooperação
em mobilidade, com coordenação pelo GMCI, Coordenação de Curso e Coordenadora ERASMUS, para
cooperação em projetos de investigação, coordenados, neste caso específico pela coordenadora da
licenciatura de GAC, nos projectos “Images & Identity” (http://www.image-identity.eu/-142345 LLP – 1-2008-1UK-COMENIUS-CMP), “Creative Connections” (http://creativeconnexions.eu/pt/ – 2011-5033/001-001), em
parceria com cinco instituições Europeias, de Ensino Superior; “Estudo Preliminar das Festas de Nossa Senhora
da Agonia”, em parceria com a De Montfort University Leicester, financiado pela Câmara Municipal de Viana
do Castelo; “Diálogos com a Arte”- Revista de Arte e Cultura, actualmente online, já vai na 4ª edição e conta
com a colaboração de investigadores de Taiwan, Macau, Áustria, Malta, Brasil, Inglaterra, República Checa,
Portugal.
http://www.imperiodolivro.com.br/revista-dialogos-com-a-arte-n%C2%BA2/
http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte
Destaca-se o Fórum Internacional de Gestão Artística, realizado anualmente desde 2010, da responsabilidade
dos estudantes de 3º ano (http://www.ipvc.pt/figac-2014-agenda), assim como os Encontros Internacionais de
Arte – em 2014 foram realizados 2, em Maio e em Novembro,
http://www.ipvc.pt/9-encontro-artes
http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/ese/ese_projectos/ese_projetos_creative_connections
http://portal.cm-viana-castelo.pt/pt/agenda-cultural/conferencia-final-do-projeto-internacional-creativeconnections , que contaram com a presença de investigadores de Portugal, Espanha, Inglaterra, Irlanda,
República Checa, Alemanha, Áustria, Finlândia, Angola e China.
A identificação de oportunidades para estabelecimento de parcerias para Mobilidade, I&D e Cooperação tem
sido desencadeada pelos órgãos dirigentes do IPVC e das UO’s, pela Coordenadora de Curso de GAC do IPVC.
Os contactos iniciais são realizados pelos preponentes ou pelo GMCI, que dará conhecimento desta intenção à
Presidência do IPVC. O estabelecimento de parcerias para mobilidade tem sido realizado com base em acordos
bilaterais entre instituições europeias detentoras da Carta Universitária Erasmus (EUC) ou através de acordos
com Consórcios de Países Terceiros e/ou do Espaço Europeu.
Desde o início do funcionamento deste curso, existem parcerias protocoladas (para actividades pedagógicas,
incluindo estágios; colaborações em leccionação de
aulas/seminários; organização conjunta de eventos
técnico-cientificos), com diversas instituições, artistas e investigadores, destacando-se alguns exemplos:
Universidade do Minho, Braga, Portugal; Universidade de Roehampton, Londres; Universidade de De
Montfort, Leicester, Inglaterra; Anglo-American University e Charles University, Praga, República Checa;
Goerlitz University, Alemanha; Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo
Horizonte, Brasil.
3.2.2. Parcerias nacionais
Ver ponto 2.2.1.2. Locais de estágio e/ou formação em serviço. Como exemplos destas práticas temos a
participação dos alunos em estágios nas instituições; no apoio a projetos desenhados e implementados
pelas
instituições
parceiras (Fig. 1),
aplicando
as
competências adquiridas, nomeadamente na
programação, produção e gestão operacional das atividades.
Figs 1 Cartaz de divulgação de actividades no âmbito da opção Oficina de Projetos Transdisciplinares, GAC,2014.
Como exemplos podemos apresentar a dinamização sociocultural de equipamentos como o CMIA (em sede
de FIGAC), o relançamento da AISCA, a animação do Museu de Viana do Castelo, etc. Destacamos a
actividade nas instituições com forte dinâmica artística, tais como a Academia de Música Fernandes Fão,
Polos de Vila Praia de Âncora, Ponte de Lima, Caminha, Valença e Melgaço; AÍSCA; APPACDM; Centro
Cultural Vila Flor; Dínamo; Câmara Municipal de Viana do Castelo; Câmara Municipal de Caminha; Câmara
Municipal de Esposende; Câmara Municipal de Paredes de Coura; Câmara Municipal de Ponte de Lima;
Centro Vila Flor, Guimarães; Fundação Serralves; F u n d a ç ã o B i e n a l d e Vila Nova de Cerveira;
Associação RITMOS-Festival de Paredes de Coura; TalkFest Music Festival; Direção Geral das Artes; Canal 180.
Paralelamente são feitas ligações via skype, que permitem aproximar os estudantes de pessoas ligadas ao
sector artístico. No dia 9 de maio de 2014, foi feito por Joana Faria, o seguinte registo na plataforma do IPVC,
relativo à sessão skype call com João Costa Espinho: “João Costa Espinho falou por skype com os alunos de
GAC na sessão da Unidade Curricular de Produção de Espetáculos. Uma chamada Directamente do museu
Palais de Tokyo em Paris, onde a cultura vibrante do envolvente se fazia sentir. João expôs o seu percurso na
dança e coreografia aos alunos e demonstrou-se bastante disponível na resposta a todas as perguntas que
lhe foram colocadas. Esta exposição nua e crua do trabalho e realidade do João permitiu aos alunos uma
percepção de um caminho trilhado individualmente e com grande reconhecimento mundial. Obrigada João
Costa Espinho pelo teu contributo para os alunos da licenciatura em GAC”.
3.2.3. Colaborações intrainstitucionais com outros ciclos de estudos
As Conferências Internacionais de Arte, a Revista “Diálogos com a Arte”, a produção científica colaborativa
(grupos de docentes e discentes de GAC – Fig. 2) e os projectos mencionados no ponto 3.2.1., tais como
“Estudo Preliminar das Festas de Nossa Senhora da Agonia”, em parceria com a De Montfort University
Leicester, financiado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, têm contado não só com a colaboração de
investigadores de diversos países e de instituições Portuguesas, como também com a colaboração de
investigadores de outras escolas do IPVC e de outras áreas científicas.
Fig.2 Envelhecimento Criativo, publicação editada no FIGAC’11, fotografia@alain barbosa
4. Pessoal Docente e Não Docente
4.1 Pessoal Docente
4.1.1 Distribuição de Serviço Docente e
Docente
Grau
Académico
Categoria
Área Científica
Regime de
Tempo (%)
UC Lecionadas no Curso
Comunicação, Imagem e Som
Práticas das Artes Performativas
Práticas de Produção Multimédia II
Alexandre Costa
Licenciado
Assistente
Convidado
Artes, Design e
Humanidades
50
Iniciação à Prática Profissional I
Seminário de Intervenção I: Design de
Projectos
Iniciação à Prática Profissional II
Opção Agenciamento
Métodos e Técnicas de Investigação
Anabela da Silva Moura
Correia
Doutor
António Jácomo
Doutor
António Jorge Simões Dantas
Doutor
António Pedro Queirós
Pereira
Doutor
Carla da Assunção da Silva
Magalhães
Professor
Adjunto
Artes, Design e
Humanidades
100
Artes, Design e
Humanidades
20
Iniciação à Prática Profissional I
Iniciação à Prática Profissional II
Professor
adjunto
convidado
Professor
Adjunto
Professor
Adjunto
Artes, Design e
Humanidades
Educação e Ciências
Sociais
Mestre
Assistente
Convidado
Artes, Design e
Humanidades
Carlos Alberto dos Santos
Almeida
Doutor
Professor
Adjunto
convidado
Artes, Design e
Humanidades
100
Francisco Manuel de Almeida
Trabulo
Mestre
Professor
Adjunto
Artes, Design e
Humanidades
100
Henrique Fernandes
Rodrigues
Doutor
Professor
Adjunto
Educação e Ciências
Sociais
100
João Miguel Ferreira Moura
Alves
Doutor
Professor
Adjunto
Convidado
Ciências da Saúde
Joaquim José Peres Escaleira
Doutor
Joana Margarida Fins Faria
Mestre
Jorge Fernando Ferreira dos
Licenciado
Professor
Coordenador
Assistente
Convidado
Assistente
Ciências Económicas
e Empresariais
Artes, Design e
Humanidades
Artes, Design e
100
100
Seminário de intervenção II: Execução e
avaliação de projetos
Opção Empreendedorismo
Ética Profissional
Práticas das Artes Performativas
50
Financiamento para a Cultura
História da Música
Comunicação, Imagem e Som
Arte, Educação e Desenvolvimento
Práticas das Artes Visuais
História Moderna e Contemporânea I
História Moderna e Contemporânea II
Arte, Ciência e Tecnologia
60
Seminário de Investigação I
Seminário de Investigação II
100
20
50
Economia e Políticas da Cultura
Gestão Cultural II
Produção de espetáculos
Tecnologia Aplicada às Artes
Santos
Convidado
Humanidades
Comunicação, Imagem e Som
Opção Serviços Educativos nos Museus
Residências Artísticas
Tecnologia de Luz e Som
José Manuel de Almeida e
Melo de Carvalho
Doutor
Professor
Adjunto
Educação e Ciências
Sociais
100
Luís Alberto de Seixas Mourão
Doutor
Professor
Coordenador
Artes, Design e
Humanidades
100
Manuela Benvinda Vieira
Gomes Cachadinha
Mestre
Educação e Ciências
Sociais
100
Maria Antonieta Lopes Vilão
Vaz de Morais
Doutor
Artes, Design e
Humanidades
100
Maria Augusta Cadilha Xavier
Gonçalves Manso
Mestre
Professor
Adjunto
Equiparada a
assistente 1º
triénio
Professor
Adjunto
Educação e Ciências
Sociais
100
Métodos e Técnicas de Investigação
História das Artes do Palco
Aspetos Contemporâneos da Cultura
Sociologia e Antropologia da Cultura
História das Artes Visuais
Processos Cognitivos Básicos
Gestão Cultural I
Gestão Cultural II
Manuel Gama
Doutor
Assistente
convidado
Artes, Design e
Humanidades
Produção de Espectáculos
30
Atelier de Eventos Culturais
Iniciação à Prática Profissional I e II
Patrícia Alexandra Pinheiro de
Castro Vieira
Mestre
Tiago Alexandre Cardoso
Alves Trancoso
Licenciado
Rui Manuel Gonçalves
Licenciado
Equiparada a
assistente do
1º triénio
Equiparada a
assistente do
2º triénio
Assistente
convidado
Seminário de Intervenção II: Execução e
Avaliação de Projecto
Práticas de Produção Multimédia I
Artes, Design e
Humanidades
100
Ciências Económicas
e Empresariais
100
Artes, Design e
Humanidades
10
Práticas de Produção Multimédia II
Gestão Operacional e Financeira
Atelier de eventos culturais
4.1.2 Dados da equipa docente
(todas as % são sobre o nº total de docentes ETI)
N.º/ ETI
Docentes do CE a tempo integral na instituição
15
Docentes do CE em tempo integral com grau de doutor
10
Docentes do CE com grau de doutor
11
Docentes não doutorados com grau de mestre (pré-Bolonha)
6
Docentes do CE com o grau de doutor especializados nas áreas fundamentais* do CE
10
Docentes em tempo integral com o título de especialista
0
%
Especialistas, não doutorados, de reconhecida experiência e competência profissional nas áreas
2
fundamentais* do CE
Docentes do CE a tempo integral, com ligação a instituição há mais de 3 anos
14
Docentes inscritos em programas de doutoramento há mais de um ano
7
*São “Áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos” aquelas que, de harmonia com a classificação das áreas de
educação e formação aprovada pela Portaria nº 256/2005, de 16 de março, representam pelo menos 25% do total de
créditos (artigo 3º, alínea h), do Decreto-Lei nº 74/2006, alterado pelo Decreto-Lei nº 115/2013, de 7 de agosto).
4.1.3. Avaliação do desempenho dos docentes e medidas para a sua permanente atualização
O IPVC considera que o potencial das pessoas pode ser melhor usado através da partilha de valores e de uma
cultura de confiança e de responsabilização, que encoraje o envolvimento de todos. Baseado numa gestão e
partilha de conhecimentos, dentro de uma cultura de aprendizagem contínua, inovação e melhoria, procura-
se: transmitir a importância da contribuição de cada um; identificar fatores que constituem obstáculo ao
trabalho; aceitação das responsabilidades; avaliar o seu desempenho, em função de objetivos e metas;
estimular o reforço das suas competências, conhecimentos e experiência e sua partilha; a discussão aberta de
problemas e questões relevantes. O Regulamento do Sistema de Avaliação do Desempenho do Pessoal
Docente do IPVC, está implementado e define os mecanismos para a identificação dos objetivos do
desempenho docente para cada período de avaliação, explicitando a visão da instituição, nos seus diversos
níveis, ao mesmo tempo que traça um quadro de referência claro para a valorização das atividades dos
docentes e estabelece, ainda, as regras para alteração do posicionamento remuneratório de acordo com os
artigos 35º-A e 35º-C do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDESP). As
medidas para a atualização do corpo docente não poderão ser vistas, no momento atual, afastadas da
obrigação legal das instituições de ensino superior criarem condições aos seus docentes para fazerem ou
concluírem a sua formação avançada, como condição básica da sustentabilidade do próprio subsistema, da
própria instituição e do acesso à carreira por parte dos docentes. Até ao final de 2011, o programa PROTECPrograma de apoio à Formação Avançada de Docentes do Ensino Superior, acordado entre o MCTES e o CCISP
e gerido pela FCT, permitiu um impulso na formação avançada dos docentes do ensino superior politécnico,
contratualizando essa formação com universidades europeias.
Além da formação avançada o IPVC têm mantido uma atitude de incentivo e ajuda à atualização permanente
do corpo docente, quer através de formação organizada internamente, quer por apoio à participação em
formação externa quer, ainda, pela concessão do estatuto de bolseiro. A própria existência do Sistema de
Gestão e de Garantia da Qualidade, em que, no âmbito do Processo de gestão dos Recursos Humanos, se
diagnosticam as necessidades formativas e se elaboram Planos anuais de Formação, apoia a política de
formação da instituição. A instituição assume que a qualidade do ensino & aprendizagem, de investigação e de
prestação de serviços se baseia nas qualificações e competências dos seus docentes e funcionários. De referir
ainda, nesta política de Melhoria da Qualidade, a realização periódica dos inquéritos de avaliação da qualidade
de ensino aos estudantes e inquéritos de avaliação da satisfação aos docentes. Com base no RJIES e dos
Estatutos, todas estas informações são debatidas a nível das direções das UO’s, das AC/GD, do Conselho de
Gestão alargado, dos Conselhos Técnico-Científico e Pedagógico e das Comissões de Curso.
4.2 Pessoal Não Docente
4.2.1 Número, regime e qualificação do pessoal não docente
A implementação dos novos Estatutos do IPVC, conduziu a uma reestruturação transversal, com a
centralização nos Serviços Centrais dos seguintes serviços: Direção de Serviços Administrativos e Financeiros,
Direção de Serviços informáticos, Divisão de Serviços Técnicos, Divisão de Serviços Académicos, Divisão de
Recursos Humanos, Gab. Comunicação e Imagem, Gab. Mobilidade e Cooperação Internacional, Gab. Avaliação
e Qualidade e a OTIC. De referir ainda os funcionários dos SAS (Gabinete de Saúde, Bolsas, Residências,
Cantinas e bares,…). Para além destes serviços transversais os cursos a funcionar na Escola Superior de
Educação contam com o apoio de 2 informáticos, 1 bibliotecária, 4 funcionárias administrativas e 3 assistentes
operacionais em regime de tempo integral. São ainda apoiados por alunos a trabalhar a tempo parcial ao abrigo
da bolsa de colaboradores criada pelos Serviços de Ação Social do IPVC. A limpeza e segurança da escola,
que se mantém aberta 24h sobre 24h são asseguradas por empresas contratadas para o efeito.
4.2.2 Avaliação do desempenho do pessoal não docente
A Avaliação do Pessoal Não Docente é feita através do SIADAP, modelo de avaliação global que permite
implementar uma cultura de gestão pública, baseada na responsabilização dos trabalhadores relativamente à
prossecução dos objetivos fixados para o avaliado, por UO e Serviço. Posteriormente, a harmonização das
propostas de avaliação é efetuada através da reunião do Conselho Coordenador de Avaliação. A avaliação
decorre através de preenchimento de ficha de autoavaliação e posterior ficha de avaliação preenchida em
reunião entre o avaliador e o avaliado. Esta avaliação é objeto de parecer por parte da Comissão Paritária para
a Avaliação. As avaliações são homologadas pelo Presidente do IPVC, com o conhecimento do Avaliado.
5. Estudantes e ambiente de ensino e aprendizagem
5.1 Caracterização dos estudantes
11/12
CARACTERIZAÇÃO DOS ESTUDANTES
12/13
13/14
14/15
(provisório)
Género
%
%
%
%
Feminino
56
65
67
75
Masculino
44
35
33
25
Idade
%
%
%
%
Até 20 anos
3
26
36
48
20-23 anos
29
23
23
27
24-27 anos
16
12
10
5
28 e mais anos
52
39
31
19
Região
%
%
%
%
Norte
87
97
98
99
Centro
13
1
2
1
Lisboa
0
0
0
0
Alentejo
0
0
0
0
Algarve
0
0
0
0
Ilhas
0
0
0
0
Escolaridade dos Pais
%
%
%
%
Superior
15
15
10
10
Secundário
24
16
16
19
Básico 3
12
21
25
27
Básico 2
16
18
18
17
Básico 1
34
31
32
27
Situação Profissional dos Pais
%
%
%
%
Empregados
22
48
48
50
Desempregados
5
8
11
15
74
44
41
35
Reformados
Outros
5.1.2. Número de estudantes por ano curricular
Ano Curricular
11/12
12/13
13/14
14/15
1º
26
32
21
31
2º
28
20
21
17
3º
33
25
19
29
TOTAL
87
77
61
77
5.1.3 Procura do ciclo de estudos
Curso
2009/10
2010/11
2011/12
2012/13
2013/14
2014/15
(para analisar e
discutir evolução)
N.º de Vagas
N.º de Candidatos
N.º de Candidatos 1.ªopção
N.º de Colocados
N.º de Colocados 1.ª opção
30
30
30
30
30
30
29
45
32
70
62
63
14
8
5
9
7
15
23
17
10
32
34
31
14
8
5
9
7
7
119,8
129,5
124,2
Nota Mínima de entrada
Nota Média de entrada
122
5.2 Ambientes de Ensino/Aprendizagem
5.2.1. Estruturas e medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso académico dos
estudantes.
Da análise das metodologias adotadas nas UC’s do Curso constata-se que procuram reger-se por perspetivas
construtivistas e reflexivas, consideradas as mais adequadas atendendo aos objetivos de aprendizagem
delineados. No conjunto das UC’s são contempladas sessões: de exposição; de discussão e debate; trabalho
individual e em grupo; visitas de estudo; apresentação individual e em grupo; análise e discussão de artigos de
investigação. Estas metodologias permitem: esclarecer e/ou aprofundar conhecimentos específicos e didáticos
nas áreas e domínios das orientações curriculares para a educação do gestor das artes e da cultura;
desenvolver a autonomia e capacidades de análise, discussão e reflexão sobre temas da gestão das artes e da
cultura; contribuir para a avaliação e reflexão sobre as intervenções nos profissionais; desenvolver capacidades
de escrita científica, comunicar, oralmente e por escrito e argumentar. A adequação das UC’s tem sido avaliada
favoravelmente pelos alunos em resultados de inquérito. Os estudantes encontram apoio pedagógico junto da
Coordenação de Curso e dos docentes, estando definidos horários de atendimento para o efeito. O CP da UO, o
CG e o Conselho Académico do IPVC, são estruturas onde os estudantes estão representados e que permitem
discutir a orientação pedagógica, apreciar queixas relativas a falhas pedagógicas e propor providências
necessárias. O IPVC possui um Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional que presta apoio e
aconselhamento aos estudantes ao nível da mobilidade internacional. Os SAS têm ao nível do Gab. de Saúde
apoio psicológico e de orientação para o estudo.
5.2.2 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica
O IPVC produz um Guia de Acolhimento ao estudante, possui uma Oficina Cultural, um Gabinete de Saúde e
um Centro Desportivo que existem para o fomento da cultura, desporto e saúde e para a integração dos seus
estudantes no ambiente académico. Anualmente, são promovidas atividades extracurriculares que estimulam
a participação da comunidade académica. As Associações e a Federação Académica, em articulação com o
Provedor do Estudante, têm como função a defesa dos interesses dos estudantes e a sugestão de ações de
melhoria das condições de ensino e de estímulo da participação na comunidade. O Dia do IPVC, Dia da Escola,
Semana de Receção ao Caloiro, Semana Académica e Semanas Culturais são eventos, também, promovidos
com essa finalidade. Estas medidas são monitorizadas através dos inquéritos de satisfação da qualidade de
ensino, sendo os resultados considerados para avaliação das medidas implementadas e para a definição de
ações de melhoria. Os Serviços de Ação Social, juntamente com as Coordenações de Curso e Serviços
Académicos acompanham situações de potencial abandono sinalizadas e procuram reduzir a sua ocorrência.
Existe ainda a Bolsa de Estudantes Colaboradores IPVC.
5.2.3 Estruturas e medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e emprego
A UNIVA – Unidade de Inserção na Vida Ativa do IPVC, em articulação com a OTIC, presta aconselhamento ao
nível do financiamento a projetos de investimento e à criação do autoemprego durante e após a conclusão da
formação. O empreendedorismo é efetivamente uma das capacitações que se pretende incutir aos estudantes,
nomeadamente através de concursos de ideias (ex. Poliempreende, Star Up Program). O IPVC possui ainda
uma bolsa de emprego online no seu Portal e usa as redes sociais onde são publicitadas ofertas de emprego ao
público em geral e aos estudantes do IPVC em particular. Através dos SAS, os estudantes candidatam-se a
bolsas de estudo que são concedidas com base nas regras definidas pela tutela para o efeito. Paralelamente, o
IPVC criou a Bolsa de Colaboradores Bolseiros, iniciativa que visa proporcionar aos estudantes a realização de
atividades profissionais pagas, em tempo parcial na instituição, em condições apropriadas ao desenvolvimento
simultâneo da sua atividade académica.
5.2.4 Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na melhoria do processo
ensino/aprendizagem
Semestralmente é promovido o Inquérito de Avaliação da Satisfação da Qualidade de Ensino. Neste
instrumento de auscultação, os estudantes são convidados a pronunciar-se sobre questões relacionadas com a
escola, o curso, funcionamento das UC’s, ECTS e desempenho dos docentes. Deste processo resulta um
relatório que é distribuído pelas Escolas e analisado no Conselho Pedagógico e onde se podem aferir os
resultados com base nos quais são definidas medidas de melhoria do processo de ensino/aprendizagem. São
ainda consideradas as reclamações e sugestões apresentadas pelos Estudantes no âmbito do CE e serviços de
apoio. Complementarmente, é realizado um inquérito anual aos utilizadores das bibliotecas. A informação
resultante do processo de auscultação dos estudantes é analisada no âmbito do Relatório Anual de Curso e nos
órgãos e comissões de curso. Os docentes esforçam-se por relacionar sempre a teoria com a prática, quer pela
análise de casos em aula, pesquisa em grupo quer pelo convite de oradores de acordo coma temática das
sessões.
Acompanhamento de acções com base em resultados do relatório IASQE 12/13
Resultado
IASQE
que planos
de prazo
Resultados
Responsáveis/
implicou definição de melhoria
intervenientes
melhorias
A
programação
conteúdos
são
condutoras
e
linhas
para
a
organização das sessões
Revisão anual Ao
Maior
de conteúdos, longo
estudantes;
estratégias
Maior
do ano
motivação
dos Todos
docentes
comprometimento
leccionadas e definição
pedagógicas,
dos
dos oradores a convidar
preparação de
objectivos
e
recursos
perseverança no alcance
visitas
de
estudo
a
e
estudantes
exigentes
com
e
os
implementar.
instrumentos
das metas definidas;
de
Melhor
avaliação
contínua
e
utilização
de
tecnologias de informação
final.
e comunicação com vista à
realização de um trabalho
de melhor qualidade
Em curso
Acompanhamento de acções com base em resultados do relatório IASQE 13/14
Resultado
IASQE
que planos
de prazo
Resultados
implicou definição de melhoria
Responsáveis/
intervenientes
melhorias
Estudantes com vivências Continuidade
artísticas e
Ao longo do ano
culturais da promoção
Visitas
estudo
de Todos
docentes
reduzidas;
de Encontros
Incipiente
mobilidade Internacionais,
estudantes
ERASMUS
de reforço
ERASMUS
Artistas
internacional
estudantes de GAC.
de
parcerias
nacionais
os
Contacto com Estudantes
Investigadores
e
internacionais
Em curso
5.2.5 Estruturas e medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo de créditos
O Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional e o Gabinete de Estudos e Educação para o
Desenvolvimento do IPVC funcionam atualmente com diversos programas (ERASMUS + Mobilidade, ERASMUS
Mundus, Leonardo da Vinci, Comenius, EILC e projetos de cooperação com os PALOP, IACOBUS,..), a vários
níveis e em vários âmbitos, promovendo a dimensão internacional nos estudos e o fomento da mobilidade dos
estudantes, docentes e não docentes no ensino superior. Este serviço é transversal a toda a instituição e serve
todos os CE. Como instrumento para a equivalência de créditos é celebrado um plano de equivalência (learning
agreement) que define o plano de estudos a frequentar em mobilidade para o estudante, nacional ou
estrangeiro. Outras competências obtidas pelo estudante em mobilidade, para além do plano de estudos
definido, são objeto de reconhecimento de créditos através do Suplemento ao Diploma. Está definido o
regulamento do estudante Internacional do IPVC e estão em desenvolvimento cursos de duplo grau e cursos
conjuntos.
6. Processos (Formação)
6.1 Objetivos de aprendizagem de ensino, estrutura curricular e plano de estudos
6.1.1. Objetivos de aprendizagem
A adequação e relevância, a flexibilidade e reflexividade, equilíbrio e articulação têm sido os critérios de
qualidade curricular que permitem aos estudantes, serem eles os construtores activos e autónomos no
seu processo de aprendizagem, ou seja, ficarem capazes de interpretar e intervir no mundo que os rodeia,
promovendo a redução de problemas, a sua transformação através, de uma acção informada e esclarecida.
Como foi isso contemplado no ano de 2013/2014 pelos docentes? Neste contexto recorremos a duas fontes
que consideramos ser úteis para elaborar o perfil de competências do profissional de Gestão Artística e
Cultural:
(i) Recolha de informação sobre o conteúdo das tarefas exigidas na sua prática profissional, procedendo-se à
análise funcional de um técnico a exercer neste domínio (componente profissional);
(ii) Definição e operacionalização das competências que um técnico neste domínio deve possuir para exercer a
prática profissional (componente académica). Da análise dos relatórios das UCs produzidos no ano letivo
2013/2014 observou-se que:
- O programa das UCs foi cumprido na generalidade.
- A maioria dos docentes considerou que os alunos estavam preparados, em termos de conhecimentos
prévios, para o acompanhamento das UCs, no entanto o número de docentes que considerou que os
alunos não estavam preparados para acompanhar devidamente os conteúdos lecionados nas UCs foi de
sete, a saber: na UC de Financiamento para Cultura a docente responsável lamentou o facto de os
documentos indicados pela docente no que respeita a legislação ou regulamentos sobre programas de
financiamento, disponibilizados na plataforma moodle, que deveriam ser de consulta prévia em relação
a cada sessão, para permitir uma mais fácil leitura e interpretação dos conteúdos/temas a abordar nos
exercícios práticos, não foi cumprido pela maioria dos alunos; o docente da UC de Gestão Cultura I
assinalou a falta de conhecimentos prévios básicos sobre áreas da cultura e da gestão (revelando
desconhecimento do plano de estudos), que deveriam ter sido assimilados no 1º ano e que tiveram de
ser novamente abordados nesta unidade curricular; a docente de Gestão Operacional e Financeira
salientou que a ausência de conhecimentos prévios exigindo um acompanhamento mais personalizado; na
UC de Seminário de Investigação diagnosticou a falta de conhecimentos prévios básicos relativos às várias
metodologias de investigação que tiveram que ser novamente abordados; na UC de Comunicação, Imagem
e Som considerou-se que o conhecimento dos alunos a nível artístico, bem como as suas vivências eram
muito deficitários, sendo ainda salientado que em alguns casos tinha sido através da UC que tiverem o seu
primeiro contacto e experiência com algum elemento a nível artístico; na UC de Economia e Políticas da
Cultura observou-se a necessidade de motivação para os métodos quantitativos; e na UC de Tecnologia
de Luz e Som sublinhou-se a falta de conhecimentos prévios básicos sobre áreas de iluminação e
sonoplastia de Palco.
Este Curso tem vindo a habilitar os futuros profissionais da Gestão Artística e Cultural a desenvolver
competências no domínio de disciplinas, linguagens e gramáticas que modelam em cada época e em
cada espaço, a identidade de cada cultura, de forma a conseguirem perceber as implicações que as
expressões e realidades podem ter ao nível das relações entre sociedades e culturas, ao nível das relações
entre seres humanos, ao nível das relações entre pessoas e o mundo em que vivem. Assim, consultando as
investigações, relatórios, estudos de caso, entrevistas que estes estudantes têm vindo a realizar desde
2007 no Curso, deparamos com evidências das competências previstas para os três anos da formação
dos estudantes, ou seja, a consciencialização dos estudantes para as questões das influências
económicas, políticas, culturais e comunitárias na cultura e nos processos de produção do conhecimento
no contexto da globalização, necessárias à elaboração e gestão de projectos.
Esta metodologia tem-lhes permitido compreender que um exercício profissional competente e responsável
implica uma consciencialização e preparação eficaz para responder aos desafios
contemporâneos
propostos diariamente ao profissional nos diversos contextos em que irão actuar, de forma criativa e
empreendedora, eficiente no processo e eficaz nos resultados. Nesta perspectiva, os estudantes estão
consciente que não basta mais aprender a fazer. É preciso também saber seleccionar o quê, o como e o
porquê fazer para uma Gestão Artística e Cultural, em função da diversidade de serviços que presta. O
número de candidatos em Gestão Artística e Cultural e a possibilidade de postos de trabalhos nos sectores
das artes e da cultura torna o mercado cada vez mais competitivo, exigindo profissionais actualizados e
com pleno domínio dos conhecimentos de sua área de actuação. Uma maior bagagem profissional e
cultural deve tornar-se num diferencial de competência e a inserção ou optimização da participação no
mercado de trabalho tem que ser eficaz. Nesta perspectiva, não basta mais aprender a fazer. É preciso
também saber seleccionar o quê, o como e o porquê fazer. Para a Gestão Artística e Cultural, em função da
diversidade de serviços que presta, ressaltam-se as competências que promovem a capacidade de
raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria e espírito empreendedor, bem
como capacidade de visualização e de resolução de problemas, firmeza e segurança nas decisões e
acções.
A avaliação dos sucessivos eventos promovidos pela Coordenação de Curso, tem sido avaliada de forma
positiva, como se pode constatar pelo feedback dado pelos docentes: “As iniciativas levadas a cabo pela
direção do curso parecem-me extremamente úteis e relevantes na formação dos nossos alunos. Os nossos
alunos são, maioritariamente originários do noroeste de Portugal e neste mesmo espaço geográfico e
cultural fizeram e fazem a sua escolarização e formação. As iniciativas que possam contribuir para o
alargamento dos horizontes culturais, sociais (e mesmo geográficos) são necessárias na boa formação e no
enriquecimento cultural e educativo dos gestores culturais que pretendemos formar. As iniciativas
empreendidas (Encontros Internacionais de Arte, visitas de estudo a Madrid e outras, Mostra de IPVC,
intercâmbios ERASMUS de docentes e discentes, Edição da Revista Diálogos com a Arte, participação em
projetos e Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural da responsabilidade dos alunos finalistas)
constituem eventos formativos e culturais de relevância estratégica no Curso de Gestão Artística e Cultural e
são fatores de superação de eventuais limitações que a formação anterior dos nossos alunos possa
apresentar. A abertura ao mundo e a outras realidades culturais, formativas e socias, a experimentação do
trabalho colaborativo, em parceria e em rede são motores formativos e de enriquecimento para quem tem
acesso a tais realidades e experiências. Num mundo global, em permanente mudança, onde se faz patente a
crescente multiculturalidade e interculturalidade, importa que a realidades múltiplas, diversas e interligadas
(ou não) sejam contempladas e refletidas. A formação de gestores culturais deve ter presentes as
transformações culturais, sociais e conceptuais que estamos a viver. Estamos a formar pessoas que irão
trabalhar num mercado e numa cultura orientada para a globalização internacionalização (MC,
08/12/2014)”.
6.1.2. Periodicidade da Revisão Curricular
Os programas das UCs são revistos com uma periodicidade igual aos anos de duração do respetivo ciclo
de estudos, sem prejuízo de serem alterados no decorrer deste intervalo de tempo sempre que seja
identificada essa necessidade. Partindo dos relatórios das UC elaborados pelos docentes e enquanto não é
apresentada a reformulação geral do CE, os conteúdos lecionados nas UC têm sofrido alterações, no
sentido de fornecerem competências mais adequadas ao perfil do licenciado em Gestão Artística e Cultural. O
currículo é concebido anualmente dentro de uma lógica integradora, mobilizadora e actuante da relação dos
alunos com o saber, com um carácter integrador e mobilizador de um conjunto vasto de conhecimentos e
competências,
de
forma
a
permitir-lhes,
em
cada
exercício
em
grupo
ou
individual/projecto/ensaio/relatórios individuais e em grupo (ou situação, problema, questão, objecto
cognitivo ou estético, e outros), serem capazes de mobilizar eficazmente diversos conhecimentos
prévios, seleccioná-los e integrá-los adequadamente, numa dinâmica participativa e integradora que tem
sempre enfatizado o processo de educação ao longo da vida, onde todos devem ser constantemente
estimulados a aproveitar as oportunidades que se lhes oferecem para aprender, actualizar-se, requalificar-se
na procura do conhecimento e de competências adequadas às exigências sociais e económicas, a partir
da diversidade de estratégias com que os diversos docentes os confrontam, assim como o programa
cultural anual promovido pela Coordenação de Curso, que possibilita o contacto dos estudantes com
especialistas, programadores/gestores, agentes culturais, educadores, artistas de contextos nacionais e
internacionais e contextos diversos nas aulas, nos Fóruns anuais promovidos pelos estudantes finalistas e nos
Encontros Internacionais de Arte, que são anuais.
São diversas as sugestões dadas pelos docentes para revisão curricular. No entanto as indicações do CTC
aconselham a proceder a essa revisão, após a análise da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino
Superior (A3ES). No caso da Unidade Curricular de Sociologia e Antropologia da Cultura, a docente sugere a
necessidade de um aumento da carga horária da mesma UC. O docente da UC de Economia e Políticas da
Cultura, nas Jornadas Pedagógicas que decorreram no mês de Junho de 2014, alegou que os estudantes têm
uma certa reacção à sua UC, por utilizar a matemática e sugeriu a possibilidade de criação de uma UC no 1º
ou 2º semestre do Curso, que desenvolvesse simples competências matemáticas, como contas, leitura de
gráficos, percentagens, por considerar isso uma mais-valia para as questões quantitativas, não tendo tal
sugestão sido bem recebida pelos estudantes que participaram nessas Jornadas. A propósito de
competências básicas MC refere: “Quando se deteta carências formativas na área das Ciências Sociais e
Humanas (o que é frequente), faz-se um esforço no sentido de uma consolidação das noções básicas (o que
são a Sociologia e a Antropologia, para que servem e como trabalham; o que é a cultura e os diferentes
conceitos de cultura na atualidade). Esta consolidação exige frequentemente que se prolonguem os tempos
previstos inicialmente para os primeiros blocos programáticos, em detrimento do tempo que fica disponível
para o último bloco de matérias” (08/12/2014). Tal comentário da regente da UC de Sociologia e Antropologia
da Cultura reforça a necessidade de todos os docentes verificarem, no início da leccionação das suas UCs,
uma avaliação diagnóstica, no sentido de conhecerem as trajetórias formativas dos seus estudantes e as
competências previamente desenvolvidas por eles, no domínio dos diversos saberes. Esse diagnóstico
permitiu à regente de PMII, fazer algumas alterações ao currículo, pois segundo ela “os alunos não possuíam
conhecimentos prévios sobre elementos básicos de design gráfico, comunicação visual ou de software para
além de alguns programas do pacote da Microsoft Office, o qual, na óptica do utilizador, medianamente
dominavam. Assim, esta UC permitiu que os alunos adquirissem alguns conhecimentos sobre a linguagem
gráfica e visual, que poderá ser aplicada academicamente noutras UC's e profissionalmente no futuro”.
6.2. PUC alterados
Os PUCs são revistos com uma periodicidade igual aos anos de duração do respetivo CE, sem prejuízo de serem
alterados no decorrer deste intervalo de tempo sempre que seja identificada essa necessidade. Essas revisões
consistem em pequenas alterações anuais aos conteúdos e actualização sistemática da bibliografia. FIGAC,
Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural, é um evento que se realiza desde o ano de 2010 na Região
do Alto Minho e é produzido pelos alunos finalistas da Licenciatura em Gestão Artística e Cultural da Escola
Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, na UC de IPPI & II. Em 2014 considerou-se
que esse projecto deveria ser transferido para a UC de Seminário de Intervenção I & II, dando assim aos
estudantes a oportunidade de se focarem nessas duas UCS unicamente na programação, implementação e
avaliação desse evento. Assim, as horas que eram consideradas insuficientes em IPP I e II, passaram a ficar
mais equilibradas, uma vez que os estudantes se podem dedicar mais às actividades do plano de acção das
suas Instituições de Acolhimento.
As fragilidades detectadas nas respostas dos estudantes às tarefas solicitadas nas diversas UCS, têm vindo
a ser colmatadas com o reforço da estrutura global do curso que reúne e a inclusão de unidades opcionais,
visando não só, a ‘ambientação/integração dos alunos’ em termos culturais, sociais e éticos, como também
a preparação para a integração das outras áreas. Os estudantes participam em visitas de estudo, assistem e
observam a organização de eventos promovidos pela Coordenação dos cursos de Licenciatura e Mestrado de
Gestão Artística e Cultural, tais como 9 º e 10º Encontros Internacionais das Artes (Figs.3 & 4), FIGAC’2014,
Conferência Internacional de Cinema e Educação, falando e contactando especialistas de áreas diversas, tais
como, cultura, artes, educação, política, gestão cultural e colegas dos outros anos da sua licenciatura e de
outras licenciaturas (e.g. Educação Básica)
Figs 3 & 4 Concerto de Natal, Academia de Música Fernandes Fão, Hotel AXIS, Dez. 2012. fotografia@carlos almeida
Fig. 5 Secretariado do 10º Encontro das Artes Creative Connections, Nov. 2014. fotografia@inês castanheira
Fig. 6 Parcerias Internacionais, 10º Encontro das Artes, ESEVC. fotografia@inês castanheira
Fig. 7 Disseminação dos resultados do Projeto Creative Connections. fotografia@inês castanheira
6.3. Metodologias de Ensino/Aprendizagem
6.3.1. Adequação das metodologias de ensino e das didáticas aos objetivos de aprendizagem das UC’s
Inquiridos os docentes sobre este ponto, regista-se este projecto como paradigmático de um exemplar
envolvimento de estudantes em investigações com docentes - caso do livro “Imagens, Memórias e Escritos da
Guerra” (Fig.8), coordenado e editado pelo regente das UC de História Moderna e Contemporânea I & II
(2014). HR, que afirma o seguinte: “Neste contexto, para os estudantes conhecerem tipos e variedades de
fontes, fizeram-se recolhas de documentos sobre a 1ª Guerra Mundial e sobre e a Guerra Colonial em arquivos
privados e no Arquivo Histórico Militar. Ao mesmo tempo, vários estudantes, juntamente com o docente e
colegas de outras turmas, organizaram uma exposição sobre a Guerra Colonial e uma exposição com fontes da
Grande Guerra (bilhetes postais enviados de França entre 1917-1918), que estiveram patentes na ESE, dirigidos
a vários públicos, entre 6 e 20 de Junho. Ao mesmo tempo foi organizado, envolvendo cerca de 20 elementos,
um seminário com a presença de ex-combatentes, destacando a figura do Eng. Mário Simões Teles,
Comandante de Mar-e-Guerra, Capitão de Abril, que proferiu a conferência de abertura. O produto final ficou
sintetizado numa publicação de que se fez uma tiragem de 100 exemplares. Assim, foi possível abarcar a quase
totalidade dos objectivos propostos no programa, identificando conjunturas económicas e políticas e sócioculturais, Descrevendo a evolução das mesmas, analisando processos políticos, institucionais, sociais, culturais.
Para melhor adequar as metodologias de ensino, articulando-as com os objectivos, proporcionamos a outros
estudantes a elaboração de trabalhos que permitiram relacionar a arte, cultura e mentalidades, projectos que
partiram dos conteúdos programáticos. Os resultados finais permitiram a elaboração de documentários onde a
gestão cultural se patenteia. Na experiência de vida dos estudantes, realçando ex-combatentes e exemigrantes, o quadro cultural ficou mais enriquecido com uma investigação realizada por Leandro Matos sobre
a emigração documentada para França, usando passaportes emitidos no Arquivo Municipal de Viana do
Castelo. Este trabalho de pesquisa será brevemente publicado e foi apresentado em contexto de turma, o que
muito enriqueceu a actividade pedagógica e a própria gestão das aprendizagens e da cultura.” (14/12/2014)
Fig. 8 Exposição na ESEVC, 2014. fotografia@nuno barreiros
6.3.2 Verificação de que a carga média de trabalho necessária aos estudantes corresponde ao estimado em
ECTS
Analisou-se a média do tempo de estudo e concluiu-se que corresponde ao estimado, em ECTS,
considerando o Inquérito de Avaliação da Qualidade de Ensino e o Relatório da UC, instrumentos
necessários e úteis para a verificação sistemática desta questão. As reuniões da Coordenadora de Curso com
os estudantes permite igualmente ir adequando às s u a s necessidades as estratégias e actividades
docentes e discentes e mantendo um equilíbrio da carga de trabalho necessária.
Saliente-se que analisados os relatórios das UC do CE podemos concluir que o tempo total de estudo,
revelado pelos estudantes que responderam aos Inquéritos de Avaliação da Satisfação e Qualidade de
Ensino se situa nonas 13 horas semanais. O tempo de estudo médio semanal de estudo autónomo dos
alunos, previsto pelos docentes das várias UCs nos seus Relatórios de Avaliação, situa-se, por unidade
curricular, entre as 3 e as 4 horas semanais.
Conclui-se pois que a verificação é feita através da apreciação de estudantes (realizada no lnquérito à
Qualidade do Ensino) e dos docentes (no relatório da UC). A coordenação de curso tem ainda informação
complementar de carácter qualitativo recolhida nas reuniões com docentes e de estudantes. Em termos gerais,
na apreciação dos docentes, a carga média de trabalho é congruente com o estimado em ECTS; Os estudantes
estimaram em média 13 horas de trabalho autónomo semanal (lQE de 2013-14), verificando-se alguma
variabilidade individual nesta apreciação. A distribuição por UCs do tempo de trabalho autónomo estimado é
relativamente congruente com os ECTS atribuídos, mas tende a ser mais elevada nas UCs da área de Gestão
Cultural I e II e de lPP.
6.3.3. Formas de garantir que a avaliação da aprendizagem dos estudantes é feita em função dos objetivos
de aprendizagem da UC
A avaliação dos estudantes é feita em função dos objetivos das UC’s e de acordo com as metodologias de
ensino que privilegiam a participação dos Estudantes em atividades Técnico- Científicas. (análise geral baseada
em informação de Rel. das UC’s). A avaliação das competências desenvolvidas tem decorrido da análise de
dados diversos, tais como a estrutura curricular que é implementada, focada em competências e construída a
partir da reflexão e envolvimento do corpo docente nos processos de planeamento, implementação, reflexão e
avaliação das suas unidades curriculares, das metodologias presenciais e não presenciais utilizadas, das
actividades e estratégias adoptadas nas aulas e nas tutorias, dos recursos construídos, dos instrumentos de
avaliação adoptados e da leitura dos relatórios. A operacionalização das competências específicas necessárias ao
exercício da profissão decorre do plano de estudos, metodologias, programas das unidades curriculares
existentes e formas de avaliação. A análise dos relatórios e dos inquéritos aos alunos evidencia a formação
teórica, teórico-prática e prática, ao longo dos seis semestres, dos três anos da licenciatura, explicitando as
modalidades de trabalho relativas às unidades curriculares constantes do plano de estudos. No regulamento de
avaliação em vigor estão previstas as modalidades de avaliação contínua, periódica e final. A coordenação do
curso analisa com os estudantes a calendarização da avaliação contínua e o C. Pedagógico aprecia os calendários
de avaliação final. No curso privilegiam-se a avaliação contínua e periódica, nas quais o(a) docente acompanha a
evolução da aprendizagem dos estudantes através de elementos/provas de avaliação, selecionando os formatos
mais adequados às temáticas em questão e aos objetivos de aprendizagem. Estes podem revestir a forma de
provas escritas, tarefas, apresentação de trabalhos individuais e de grupo, portfólios de trabalhos. O conjunto
dos elementos de avaliação de uma UC cobre os objetivos de aprendizagem do programa. A avaliação final é
constituída por uma prova escrita que contempla os principais tópicos do programa.
6.3.4. Metodologias de ensino que facilitam a participação dos estudantes em atividades científicas
As aulas assentam em metodologias de exposição teórica e visionamento de exemplos com recurso a meios de
projecção audiovisuais, essencialmente de caracter prático e aplicativo, “sendo os conceitos e técnicas
expostos e o conhecimento consolidado sob a forma de exercícios e projectos, individuais e em grupo, com
acompanhamento directo da docente e através da plataforma e-learning. As aulas/projectos exploraram
técnicas e ferramentas de concepção, desenvolvimento e implementação, assim como de auto análise e auto
crítica.” (PV, 05/12/2014).
7. Resultados
7.1. Resultados Académicos
7.1.1. Eficiência formativa
Curso
2008/09
2009/10
22
2010/11
16
2011/12
27
2012/13
17
2013/14
15
22
13
22
13
12
0
3
5
3
3
0
0
0
1
0
0
0
0
N.º diplomados
N.º diplomados em N anos
N.º diplomados em N +1 anos
N.º diplomados N+2 anos
N.º diplomados em mais de N+2 anos
Os resultados apresentados revelam que a conclusão do curso é feita maioritariamente nos anos do curso.
A maior parte dos diplomados (salvo 6 alunos) concluíram o curso nos 3 anos curriculares.
7.1.2 Sucesso Escolar
Codigo e Nome Curso
Codigo
Disciplina
Inscricao
Nome Disciplina
Nota Final
Disciplina
Amostragem AVG
Nota
Final
Nota Final
Disciplina Disciplina
MAX
MIN
8112-Gestão Artística e Cultural
2458062 História da Música
3
12,67
13
12
8112-Gestão Artística e Cultural
2458064 Sociologia e Antropologia da Cultura
1
11,00
11
11
8112-Gestão Artística e Cultural
2458071 Comunicação, Imagem e Som
1
16,00
16
16
8112-Gestão Artística e Cultural
2458083 Gestão Cultural II
6
4,83
11
0
8112-Gestão Artística e Cultural
2458112 Opção Serviços Educativos nos Museus (S1)
1
14,00
14
14
8112-Gestão Artística e Cultural
2458090 Seminário de Intervenção I: Design de Projectos
18
14,94
18
12
8112-Gestão Artística e Cultural
2458091 Seminário de Investigação I
18
14,22
18
10
8112-Gestão Artística e Cultural
18
16,72
18
15
8112-Gestão Artística e Cultural
2458092 Iniciação à Prática Profissional I
Seminário de Intervenção II: Execução e Avaliação
2458095 de Projecto
18
15,72
18
10
8112-Gestão Artística e Cultural
2458096 Seminário de Investigação II
18
14,06
20
10
8112-Gestão Artística e Cultural
2458097 Iniciação à Prática Profissional II
18
16,94
18
16
8112-Gestão Artística e Cultural
2458155 Aspetos Contemporâneos da Cultura
6
14,83
17
13
8112-Gestão Artística e Cultural
2708031 Ética Profissional
7
15,00
16
14
8112-Gestão Artística e Cultural
12
18,58
19
18
8112-Gestão Artística e Cultural
2708037 Oficina de Projectos Artísticos Transdisciplinares
Curadoria de Projectos, exposições, festivais e
2708038 bienais
10
16,00
17
13
9859-Gestão Artística e Cultural
2458061 História das Artes Visuais
22
13,23
16
0
9859-Gestão Artística e Cultural
2458062 História da Música
20
13,70
18
11
9859-Gestão Artística e Cultural
2458063 História das Artes do Palco
20
13,45
16
11
9859-Gestão Artística e Cultural
2458064 Sociologia e Antropologia da Cultura
20
13,40
16
7
9859-Gestão Artística e Cultural
2458065 Tecnologia Aplicada às Artes
23
14,22
18
8
9859-Gestão Artística e Cultural
2458069 Práticas das Artes Visuais
19
13,53
15
12
9859-Gestão Artística e Cultural
2458070 Práticas das Artes Performativas
20
11,90
14
8
9859-Gestão Artística e Cultural
2458071 Comunicação, Imagem e Som
20
12,85
16
10
9859-Gestão Artística e Cultural
2458072 Processos Cognitivos Básicos
19
12,16
14
8
9859-Gestão Artística e Cultural
2458073 Práticas de Produção Multimédia I
22
12,59
16
0
9859-Gestão Artística e Cultural
2458114 Opção Agenciamento (S2)
11
12,55
18
0
9859-Gestão Artística e Cultural
2458150 Atelier de Eventos Culturais
9
15,22
17
14
9859-Gestão Artística e Cultural
2458155 Aspetos Contemporâneos da Cultura
1
12,00
12
12
9859-Gestão Artística e Cultural
2708024 Arte, Ciência e Tecnologia
21
12,52
18
4
9859-Gestão Artística e Cultural
3002602 Lingua e Cultura Portuguesa
1
19,00
19
19
9859-Gestão Artística e Cultural
2458076 História Moderna e Contemporânea I
29
13,79
17
0
9859-Gestão Artística e Cultural
2458077 Gestão Cultural I
25
11,52
15
0
9859-Gestão Artística e Cultural
2458078 Economia e Políticas da Cultura
25
12,04
16
8
9859-Gestão Artística e Cultural
2458079 Práticas de Produção Multimédia II
27
15,37
16
11
9859-Gestão Artística e Cultural
2458080 Métodos e Técnicas de Investigação
26
13,77
17
10
9859-Gestão Artística e Cultural
2458083 Gestão Cultural II
25
13,04
19
10
9859-Gestão Artística e Cultural
2458084 Financiamento para a Cultura
25
13,76
19
10
9859-Gestão Artística e Cultural
2458085 Gestão Operacional e Financeira
24
13,96
19
10
9859-Gestão Artística e Cultural
2458086 História Moderna e Contemporânea II
26
14,85
19
10
9859-Gestão Artística e Cultural
2458087 Produção de Espectáculos
25
13,60
19
11
9859-Gestão Artística e Cultural
2458112 Opção Serviços Educativos nos Museus (S1)
13
16,54
19
13
9859-Gestão Artística e Cultural
2708026 Residências Artísticas
13
16,15
19
12
9859-Gestão Artística e Cultural
2708036 Indústrias Culturais e Criativas
25
15,80
19
13
9859-Gestão Artística e Cultural
2458140 Opção Empreendedorismo
1
12,00
12
12
Taxa de Inscritos
Codigo
Disciplina
Inscricao Nome Disciplina
Taxa de Avaliados
Abandono
Não
Inscritos /
Aprovados Avaliados Reprovados Avaliados
Avaliados /
Aprovados
Inscritos /
Não
Avaliados
2458062
História da Música
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458064
Sociologia e Antropologia da Cultura
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458071
Comunicação, Imagem e Som
50,00%
100,00%
50,00%
0,00%
2458080
Métodos e Técnicas de Investigação
100,00%
100,00%
0,00%
0,00%
2458083
Gestão Cultural II
66,67%
100,00%
33,33%
0,00%
2458084
Financiamento para a Cultura
100,00%
100,00%
0,00%
0,00%
2458085
Gestão Operacional e Financeira
100,00%
100,00%
0,00%
0,00%
2458090
Seminário de Intervenção I: Design de Projectos
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458091
Seminário de Investigação I
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458092
Iniciação à Prática Profissional I
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458095
Seminário de Intervenção II: Execução e Avaliação de Projecto
94,74%
0,00%
2458096
Seminário de Investigação II
2458097
Iniciação à Prática Profissional II
100,00%
2458112
Opção Serviços Educativos nos Museus (S1)
2458155
Aspetos Contemporâneos da Cultura
2708031
Ética Profissional
2708037
Oficina de Projectos Artísticos Transdisciplinares
2708038
Curadoria de Projectos, exposições, festivais e bienais
2458021
Teorias e Práticas das Artes Visuais e Artes Performativas
2458061
História das Artes Visuais
2458062
História da Música
2458063
História das Artes do Palco
2458064
Sociologia e Antropologia da Cultura
90,48%
2458065
Tecnologia Aplicada às Artes
91,67%
2458069
Práticas das Artes Visuais
2458070
50,00%
33,33%
94,74%
5,26%
100,00%
94,74%
5,26%
100,00%
94,74%
0,00%
100,00%
100,00%
0,00%
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
100,00%
87,50%
0,00%
100,00%
100,00%
0,00%
9,09%
100,00%
90,91%
0,00%
100,00%
100,00%
0,00%
0,00%
95,45%
4,55%
100,00%
95,45%
0,00%
95,24%
4,76%
100,00%
95,24%
0,00%
100,00%
100,00%
0,00%
9,52%
100,00%
90,48%
0,00%
4,17%
91,67%
95,65%
4,17%
86,36%
13,64%
100,00%
86,36%
0,00%
Práticas das Artes Performativas
86,36%
13,64%
100,00%
86,36%
0,00%
2458071
Comunicação, Imagem e Som
95,24%
4,76%
100,00%
95,24%
0,00%
2458072
Processos Cognitivos Básicos
85,71%
14,29%
100,00%
85,71%
0,00%
2458073
Práticas de Produção Multimédia I
90,91%
9,09%
100,00%
90,91%
0,00%
2458076
História Moderna e Contemporânea I
96,55%
3,45%
100,00%
96,55%
0,00%
2458077
Gestão Cultural I
92,00%
8,00%
100,00%
92,00%
0,00%
2458078
Economia e Políticas da Cultura
96,00%
4,00%
100,00%
96,00%
0,00%
2458079
Práticas de Produção Multimédia II
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458080
Métodos e Técnicas de Investigação
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458083
Gestão Cultural II
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458084
Financiamento para a Cultura
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458085
Gestão Operacional e Financeira
100,00%
96,00%
0,00%
87,50%
12,50%
100,00%
90,91%
100,00%
96,00%
4,17%
4,00%
2458086
História Moderna e Contemporânea II
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458087
Produção de Espectáculos
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458112
Opção Serviços Educativos nos Museus (S1)
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458114
Opção Agenciamento (S2)
81,82%
100,00%
81,82%
0,00%
2458140
Opção Empreendedorismo
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458150
Atelier de Eventos Culturais
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2458155
Aspetos Contemporâneos da Cultura
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2708024
Arte, Ciência e Tecnologia
100,00%
85,71%
0,00%
2708026
Residências Artísticas
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
2708036
Indústrias Culturais e Criativas
100,00%
100,00%
100,00%
0,00%
3002600
Língua e Cultura Portuguesa
3002602
Lingua e Cultura Portuguesa
18,18%
85,71%
14,29%
100,00%
100,00%
-100,00%
100,00%
#DIV/0!
100,00%
7.1.3 Empregabilidade
O IPVC encontra-se neste momento a promover a auscultação dos seus antigos estudantes através de um
inquérito online. Esta metodologia de auscultação é recente e está implementada desde Fevereiro de 2012,
não tendo sido possível obter um conjunto de resposta que permita, desde já, a resposta à questão 7.1.4 do
ACEF. Desta forma, o enquadramento da empregabilidade dos diplomados do ciclo de estudo é efetuado
considerando os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, descritos no Relatório do do
DGEEC-MEC. Em Dezembro de 2012, o número de diplomados do CE inscritos nos Centros de Emprego
do IEFP era de (valor constante na tabela anexa: http://www.dgeec.mec.pt/np4/92/ ).
Tabela 1 Categorias profissionais identificadas
CATEGORIAS PROFISSIONAIS EM
EXERCÍCIO
Actor (2)
SECTORES DE ATIVIDADE
Adjunto
de Comunicação
Animador Cultural
Assessor
de Comunicação
Assessor
de Imprensa
Operador de Audiovisuais
rádios
Associações públicas e privadas
Associações públicas e privadas
Associações públicas e privadas
IPVC
Diretor Técnico
Teatro
Sá
de Miranda
Viana do Castelo
Diretor Artístico
Gestor Artístico e Cultural
(2)
Teatro
Sá
de Miranda
Viana do Castelo
Academia
de Música
Fernandes Fãocom 5 polos
no Distrito
Docente (3)
Agente mercado da música (2)
IPVC-ESEVC Escola de Educação Básica
RITMOS
Teatro Noroeste
Assessor de Departamento da Câmaras
Cultura (2)
Técnico de Serviços Educativos (1) Museu em Viana do Castelo
Bailarinos (1)
Programador Cultural (2)
INATEL (2)
Em Dezembro de 2013, o número de diplomados do ciclo de estudos inscritos nos Centros de Emprego do
IEFP era de 7,5%, (valor constante na tabela enviada pelo GAQ). http://infocursos.mec.pt/. A auscultação aos
estudantes permite concluir que grande parte tenta desenvolver os seus próprios projectos, trabalhar como
100,00%
0,00%
freelancer e fazer estágios ou dar continuidade à sua atividade em sectores relacionados com organizações
culturais nas áreas do património, das actividades culturais e artísticas e das indústrias culturais,
nomeadamente em:

Organizações culturais municipais estatais
Por ex: teatros e companhias de bailado nacionais; sectores camarários das divisões de cultura;
museus e galerias do sector público; festivais culturais municipais.

Fundações e Companhias artísticas privadas
Por ex: companhias de teatro, dança e música; galerias e museus privados; promotores de eventos
artísticos

Organizações culturais locais
Por ex: comissões de festas populares; organizadores de eventos culturais para todo o tipo de público.

Indivíduos ou empresas de serviços de base artística
Por ex: agentes e managers de artistas; gestores de espaços; promotores de cursos de curta
duração; seminários e workshops,
ganhando dessa forma experiência. Quatro estudantes matricularam-se em 2014, no 2º Ciclo de Estudos.
7.2. Resultados das atividades científicas, tecnológicas e artísticas
7.2.1. Indicação do(s) Centro(s) de Investigação
Anabela Moura
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
CIEC-UMINHO
Carlos Almeida
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
CIEC-UMINHO
Manuela Cachadinha
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
CEMRI
Henrique Rodrigues
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
CETRAD
Joaquim Escaleira
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
Alexandre Costa
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
Jorge Santos
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
João Moura Alves
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
Manuel Gama
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
Luis Mourão
CITAR – Universidade Católica
Membro do grupo de investigação MODO modos de conocimiento artístico. Universidad
de Vigo.
Membro do grupo de investigação MODO modos de conocimiento artístico. Universidad
de Vigo.
Membro do Centro de Neurociências e Biologia
Celular (CNC) - Universidade de Coimbra e do
Centro de Farmacologia e Biopatologia Química
(U38) - Universidade do Porto
Centro de Estudos de Comunicação e
Sociedade da UM
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
Centro de Estudos Humanísticos da
Universidade do Minho
Melo de Carvalho
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
UNIFAI
António Jácomo
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
CITAR – Universidade Católica
Carla Magalhães
Filiação em Centro de Investigação (se aplicável)
Centro de Estudos de Comunicação e
Sociedade da UM
A ESE-lPVC não tem Centro de lnvestigação próprio, mas muitos dos docentes a colaborar no curso
integram centros de investigação avaliados com Excelente (CEHUM da U. Minho), Muito Bom (Centro de
lnvestigação em Estudo da Criança-UM (ClEC), Cl CRACS & lnesc-Porto LA, Centro de Psicologia da UP,
Ciper - Centro lnterdisciplinar de Performance Humana da Faculdade de Motricidade Humana da
Universidade Técnica de Lisboa, Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, lDГ, lnstituto de
lnvestigação em Design, Media e Cultura da Universidade de Aveiro e Universidade do Porto) e Bom (Centro
de lnvestigação em educação (ClEd) da Universidade do Minho, Centro de Estudos das Migrações e das
Relações lnterculturais(CEMRl), Centro de lnvestigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória
(ClTCEM), Centro de lnvestigação e lntervenção Educativas(CllE), CETUR (associado ao CETRAD da UTAD).
As qualificações e experiência profissional dos diferentes docentes são um ponto forte deste curso. Tabela 1
Qualificações do Corpo Docente
Antonieta Morais
Conclusão de Doutoramento em 2014
Manuel Gama
Conclusão de Doutoramento em 2014
A frequentar Programa de Pós Doutoramento
Tiago Trancoso
Conclusão de Doutoramento em 2014
João Moura Alves
A frequentar Programa de Pós Doutoramento
Francisco Trabulo
Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015
Alexandre Costa
Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015
Helder Dias
Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015
Manuela Cachadinha
Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015
Augusta Manso
Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015
Carla Magalhães
Passagem a Especialista
Jorge Santos
Passagem a Especialista
Uma das docentes da UC de História das Artes Visuais refere a propósito do seu contributo ao Curso: “O
contributo de um especialista (Mestre e Doutor) em História da Arte poderá trazer bastantes contributos para o
discente de um Curso em Gestão Artística e Cultural: o conhecimento da produção artística, o conhecimento de
fundamentos técnicos bem como da terminologia adequada para descrever os diversos fenómenos artísticos e
visuais; conhecimento extensivo da historiografia histórico-artística, capacidade analítica, que nasce da
observação contínua e minuciosa da produção visual, saber reconhecer e posicionar-se criticamente em relação
às produções artísticas locais e internacionais. Para além destes pontos, o profissional de História da Arte, para
além da docência, é ele próprio um agente cultural, no sentido em que este poderá desenvolver diferentes
atividades profissionais, pois as suas competências o permitem, tais como: atividades curatoriais em museus e
galerias; pesquisador em museus, acervos e instituições ligadas ao património histórico e artístico, gerência
Cultural; crítica de arte e produção editorial, consultorias diversas no campo da arte., etc. Durante a sua
atividade de docência, foi ele próprio um interveniente na organização de várias Exposições de curso de Design
de Produto da ESTG, assim como participou e foi responsável pela parte Expositiva da Bienal de Artes e Design,
de Viana do Castelo, em parceria com a Câmara Municipal de Viana do Castelo e Fundação de Serralves (Tendo
docente uma experiência ativa, durante algum tempo, no campo da Arte (Pintura) e tendo realizado algumas
exposições de pintura (individuais e coletivas), poderá contribuir para uma melhor compreensão da parte do
discente da relação de um agente artístico e o artista. Tendo o docente trabalhado como guia em espaços
expositivos para a Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses, dando apoio aos
Ateliers pedagógicos, adquiriu saberes de como transmitir conhecimento, através da circulação e uma
organização de um espaço expositivo, com o recurso às artes visuais, etc., o que poderá ser uma mais valia
para a sua docência no Curso de Gestão Artística e Cultural.
Publicações em 2013-2014
Edição de Livro
Campion, Magdalena; Moura, Anabela; Camargo, Ana M. F. ; Coquet, Eduarda. 2013. Changing the World:
Social, Cultural and Political Pedagogies in Civic Education. Polónia: Pedagogical University, Department of
Safety and Civics-Kraców -Viana do Castelo-Braga: WAX Andrzej Jedraszczak. Krakowie: -IPVC; UFC; UM. ISBN:
978-85-7713-146-4; ISBN 978- 972-8952-25-9.
Costa, Alexandre A. R. et al. (2014) Neste Universo: Rumor Simultâneo. Vila do Conde: Centro de Memória –
Museu e Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Vila do Conde em colaboração com a Faculdat de Bellas
Artes, Universidad de Vigo. (Publicação resultante do proceso de investigação artística do grupo MODO)
Edição de Revista
Moura, A.; Almeida, C.; Coquet, E. 2014. (coords).Diálogos com a Arte – revista de arte, cultura e educação - n.º
5/2014 http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte/
Moura, A.; Coquet, E. 2013. (coords).Diálogos com a Arte – revista de arte, cultura e educação - n.º 4/2013
http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte/
Capítulo em Livro
Cachadinha, M. (2013). As Histórias de Vida na Investigação em Educação e Interculturalidade. In H. Rodrigues
& E. Português (coord.), Escritas Privadas da Mobilidade e da Guerra (pp. 333- 354). Viana do Castelo:
Fundação Caixa Agrícola do Noroeste: 333-354.
Costa, Alexandre A. R. (2014) “Apontamentos desordenados - algumas práticas artísticas de transformação do
sistema”. Rianxo ( A Coruña): Axóuxere. Artigo integrado no livro - resultante do encontro “Seminario Im-
Pulsos Creativos, 27 de Setembro de 2013, Centro de Estudos Avanzados da Universidade de Santiago de
Compostela e organizado por: Pérez, Aránzazu (Universidade de Santiago Compostela) e Romaní, Lucía
(Universidade de Vigo) - grupo de investigação “ArtConte. Arte e estética contemporánea” da U.S.C. en
colaboración coa Facultade de Belas Artes da UVIGO.
Costa, Alexandre A. R. em: Caeiro, Mário (2014) Arte na Cidade – História Contemporânea. Lisboa: Ciclo de
Leitores (Temas e Debates). Referências e reflexões de Mário Caeiro a partir de obras de Alexandre A. R. Costa,
com utilização de imagens relativas às mesmas e ainda citações de diversas fontes do artista. Obras em análise:
1/War Toy In My War: Anti-Monumento à Guerra (com J.F Santos, em Vila Nova de Famalicão/PT); 2/UTOPIA
(em Durham/UK); 3/Without a Box (em Lisboa/PT e, em Sète/FR).
Gama, Manuel A; Sousa, Maria H. C. C. e; Mourão, Luís A. S. (2014). Primeiras Impressões Sobre um Projeto
Cultural em Rede Promovido por Cinco Municípios da Região Norte. In Políticas Públicas de Cultura: dinâmicas,
tensões e paradoxos, 89 - 102. ISBN: 978-989-8377-67-8. Coimbra: Grácio Editor.
Gama, Manuel A. (2014). Criação artística na Fundação de Serralves. In Cultura e Participação: Animação
Sociocultural em Contextos Iberoamericanos, 254 - 265. ISBN: 978-989-20-5122-2. Leiria: RIAP - Associação
Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural Nodo Português.
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Cultura: II Jornada de Doutorandos em Ciências da Comunicação e Estudos Culturais, Centro de Estudos
Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho, ISBN 978-989-8600-19-6, 60-72
Moura, A. (2013).Interdisciplinary art approach to learning about citizenship and art within the European
context. In Mason, Rachel, Buschkühle, Carl Peter (eds.). Images and Identity: Improving Citizenship Through
Visual Arts, ed. Bristol (UK), 117-134. ISBN: 978-1-84150-742-2. Chicago (USA): Intellect books Ltd.
Moura, A; Gonçalves, T; Magalhães, I.; Peixoto, A.; Moura Alves, J.; Almeida, C. (2013). Art Teacher Training for
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PEDAGOGIES IN CIVIC EDUCATION. Kraków: WAX Reklama; ISBN: 978-85-7713-146-4; 978-972-8952-25-9: 4656.
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& Vella, Raphael (eds.) Mediterranean Art and Education: Navigating Local, Regional and Global Imaginaries
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Journal
of
Educational
Studies,
29-42.
ISBN
978-94-6209-461-1.
https://www.sensepublishers.com/catalogs/bookseries/comparative-and-international-education-a-diversityof-voices/mediterranean-art-and-education/
Atas em Encontros Científicos
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Escaleira, J. [2009], “A designação CELTA como marca, num contexto de utilização de Património Imaterial, no
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Outubro, pp. 116 – 135.
Gama, Manuel A. (2014). Viagem na companhia do Sr. Deschuyfeleere, In Atas do II Congresso Mundial de
Comunicação Ibero-Americana, Confibercom: Os desafios da investigação, Braga.
Gama, Manuel A. (2014).Políticas Culturais: Um Olhar Transversal pela janela-ecrã de Serralves, In Atas do VIII
Congresso Português de Sociologia, Évora.
Gama, Manuel A. (2014).Cultura de redes culturais: O estado das redes do Estado, In Atas do VIII Congresso
Português de Sociologia, Évora.
Moura, Anabela; Magalhães, Carla; Gama, Manuel A. (2014). "Pública 14: relato de uma visita de estudo como
estratégia educacional de integração na dimensão internacional das metas do ensino superior", In Atas do IX
Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança
social, Viana do Castelo: AXIS Hotel. 27 e 28 de maio de 2014. ISBN: 978-989-8756-008.
Moura, A; Gonçalves, T; Peixoto, A.; Moura Alves, J.; Almeida, C.; Pereira, J. (2014). CREATIVE CONNECTIONS:
UM CAMINHO PARA A CIDADANIA ATRAVÉS DA ARTE In Atas do IX Encontro Internacional das Artes:
Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS
Hotel, 27 e 28 de maio de 2014. ISBN: 978-989-8756-008.
Artigo em Revista com Arbitragem Científica
Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa. 2013. Cultural Intermediation: cultural
offer and cultural practices, In Moura, A. & Coquet, E. (ed.). CESC-UM & ESEVC (editor.).
Diálogos com a Arte: Revista de Arte, Cultura e Educação, 4: 25 - 30.Online
Cachadinha, M. (2013). Interculturalidade e Inclusão de Novos Públicos na Escola - Um Desafio Global e
Regional. Estudos Regionais, II Série, nº 7, 167-179.
Costa, Alexandre A. R. (2013) Que podes fazer perante o desaparecimento da utopia? “Diálogos com a Arte”–
revista de arte, cultura e educação, nº 3, 182-221. Viana do Castelo: Eds. CESC – Universidade do Minho, ESE –
Instituto Politécnico de Viana do Castelo, EBA – Universidade Federal de Minas Gerais.
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Magalhães, C. (2013). «Teatro de Marionetas em Portugal - Renovação do passado para uma definição do
presente» In Moura, A. & Coquet, E. (eds.) (2013), Diálogos com a Arte – Revista de arte, cultura e educação, n.
3., Centro de Estudos da Criança do Instituto de Educação da Universidade do Minho e Escola Superior de
Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, ISSN 2183-1726, pp. 164-181, Online.
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Colonial (co-autoria) in Escritas privadas, da Mobilidade e da Guerra. Monção: Câmara Municipal de Monção,
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Artigo em Revista sem Arbitragem Científica
Gama, Manuel A; Sousa, Maria H. C. C. e; Mourão, Luís A. S. (2013). As redes de uma cidade que se quer
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Publicação em Revista Internacional
Moura, A.; Magalhães, C.; Gama, M. 2014. Pública 14: A Report of a Fieldtrip as an Educational Strategy of
Integrating the International Dimension into the Goals of Higher Education, International Research Journal for
Quality in Education 1, 2: 12 - 17.Gargh, S. (ed).
Coordenação Científica de Projeto Internacional
Moura, A. & Maughan, C. (2014). “Estudo preliminar sobre as Festas de Nossa Senhora D ́Agonia: implicações
socioculturais, económicas e ambientais”, em colaboração com a De Montfort University, Leicester, Inglaterra.
Financiado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo (3500 Euros)
Coordenadora Portuguesa de Projetos Internacionais, “Images & Identity” http://www.image-identity.eu/ (Ref.
do Projeto: 142345-LLP-1-2008-1-UK-COMENIUS) e “Creative Connections”(http://creativeconnexions.eu/pt/)
(Ref. do Projeto: COMENIUS EACEA-517844) (entre 2008 e 2014).
Co- orientação de Tese de Doutoramento
Co-orientação da tese de Doutoramento “An Analysis of Social Organisations and Cultural Practices of the Ilha
de Luanda Community and Implications for Primary Art Education”, Jorge Gumbe, Universidade de
Roehampton, Londres. Concluída em 2014.
Curadoria de Exposição
Costa, A. (2014). Projeto P.O.S.T.E. #1 - Projecto de divulgação de vídeo arte / Disclosure project video art.
Projecto com o apoio / a project supported by Fundação Extéril, Nixfuste.pt, Haogeneo.com, Porto. com:
(momento 1) Francisco Laranjeira, (momento 2): Ana Serra, Manuela T. Campos, (momento 3): Fictionary
Players, André Fonseca, Maria Trabulo, Hugo de Almeida Pinho.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Curadoria: no Evento "Sopa de Pedra e Cavalo Cansado". Com: Ana Serra, Ana
Ulisses, Alexandre A. R. Costa, André Fonseca, Ana Ulisses, Dalila Vaz, Fictionary Players, Filipa Guimarães,
Francisco Laranjeira, Hugo de Almeida Pinho, Hugo Soares, João Gigante, Jorge Fernando dos Santos, José
Alberto, Laetitia Morais, Maria Trabulo, Miguel Marques, Miguel Seabra e Catarina Lima, Sarah Klimsch,
Teixeira Barbosa, Tiago Cabral, Vítor Lago Silva, Hoc Opus. Ateliers Mompilher, Porto, Portugal.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Exposição Ibérica “Neste Universo:”, do grupo de investigação doutoral
em Belas Artes – MODO, da Universidade de Vigo, Espanha. Centro de Memória – Museu e Arquivo de
Vila do Conde. Notícias/Destaques: Imprensa do Município de Vila do Conde; Imprensa do Instituto
Politécnico de Viana do Castelo; Jornal Opinião Pública de Vila Nova de Famalicão; IPorto - Agenda
Metropolitana da Cultura.
Moura, A. (2014) “Viana Terra e Mar: memórias viajadas entre a figuração e a abstração” - Uma Exposição de
Pintura de Isabel Pinelo, mês de Agosto na Casa Espregueira, Viana do Castelo.
Dissertação de Doutoramento
Cachadinha, M. (2015). Fatores Interculturais no Desenvolvimento Autónomo: estudo de um grupo de seniores
residentes na área urbana de Viana do Castelo. Dissertação de Doutoramento em Sociologia da Cultura. Lisboa:
Universidade Aberta/CEMRI.(Aguarda Defesa)
Gama, M. (2014). Políticas Culturais: Um olhar transversal pela janela-ecrã de Serralves. Dissertação de
Doutoramento em Estudos Culturais- Sociologia da Cultura. Braga: Universidade do Minho.
Morais, A. (2014). O Traje feminino em Portugal na primeira metade do Séc. XIX: mercado e evolução da
moda”. Porto: [s. n.], 2013. Dissertação de Doutoramento em Historia da Arte em Portugal. Porto: Faculdade
de Letras da Universidade do Porto
Projetos de Design de Comunicação
Santos, J. (2014). Cartaz da Exposição/Performance Projetos Transdisciplinares. Darque & Viana do Castelo:
SIRD/ESEVC-Cave.
Santos, J. (2013). Cartaz FIGAC 2013. Viana do Castelo: ESEVC
Vieira, P. (2014). Cartaz e Flyer do 9º Encontro das Artes- Viana do Castelo: Escola Superior de Educação.
Exposições
Costa, Alexandre A. R. et al. (2014) Neste Universo: Rumor Simultâneo. Vila do Conde: Centro de Memória –
Museu e Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Vila do Conde em colaboração com a Faculdat de Bellas
Artes, Universidad de Vigo. (Exposição coletiva e internacional sob curadoria de Alexandre A. R. Costa, de 30 de
novembro de 2013 a 27 de janiero de 2014).
Santos, J. (2013) Exposição Coletiva “Resgate”. Só, se pensa, série de 6 fotografias, Catálogo da exposição,
Barcelos.
Catálogo de Exposição
Alexandre A. R. (2014) “Kuenstlerleben, ou quando deres conta a vida passou...", na exposição coletiva “Teoria
da Pintura”, AISCA - Associação de Intervenção Social, Cultural e Artística, Viana do Castelo, Portugal: Catálogo
“Teoria da Pintura”.
Costa, Alexandre A. R. (2014) “1/War Toy In My War: Anti-Monumento à Guerra (com J.F Santos, em Vila Nova
de Famalicão/PT); 2/UTOPIA (em Durham/UK); 3/Without a Box (Lisboa/PT e, Sète/FR)”em: Caeiro, Mário
(2014) Arte na Cidade – História Contemporânea. Lisboa: Ciclo de Leitores (Temas e debates). (referências e
reflexões de Mário Caeiro a partir das obras de Alexandre A. R. Costa, com utilização de imagens relativas às
mesmas e ainda citações de diversas fontes do artista).
Costa, Alexandre A. R. et al. (2014) “Neste Universo: Rumor Simultâneo”. Vila do Conde: Centro de Memória –
Museu e Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Vila do Conde em colaboração com a Facultad de Bellas
Artes, Universidad de Vigo. (Publicação resultante do processo de investigação artística do grupo MODO, e
consequente exposição coletiva e internacional sob curadoria de Alexandre A. R. Costa, de 30 de novembro de
2013 a 27 de janeiro de 2014).
Costa, Alexandre A. R. (2013), “Universo em Marcha #1” na Exposição Resgate. Edifício-Casa Sá-Cortinas,
Barcelos, Portugal.
em: Catálogo da exposição RESGATE, Edição do Ministério da Saúde e da Associação Recovery to Mental
Health.
Costa, Alexandre A. R. (2013) Alexandre A. R. Costa: “Universo em Marcha#2”, com curadoria de Mário Caeiro
(ESAD, Cr.) e José Moura (FCT-UNL). Caparica: Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de
Lisboa: Catálogo da Exposição “Good News – Comunicar é complicar”, Edição da FCT.
Costa, Alexandre A. R. “Que podes fazer perante o desaparecimento da utopia?” - versão digital apresentada
pela revista “Diálogos com a Arte” revista de arte, cultura e educação – nº3 / 2013 (Ed: CESC – Universidade do
Minho, ESE – Instituto Politécnico de Viana do Castelo, EBA – Universidade Federal de Minas Gerais).
Santos, J. (2013). Exposição Coletiva “Resgate”. Só, se pensa, série de 6 fotografias, Catálogo da exposição,
Barcelos.
Reportagem
Costa, Alexandre A. R (2013). Sobre o 3º aniversário do Anti-Monumento à Guerra “war toy on my
war”, reportagem com entrevista no programa Portugal em Direto: RTP 1.
Costa, Alexandre A. R (2013). Sobre o 3º aniversário do Anti-Monumento à Guerra “war toy on my
war”, reportagem com entrevista no Jornal Diário, canal cabo: Porto Canal;
Costa, Alexandre A. R (2013). Sobre a Exposição "Resgate" e a Instalação "Universo em
marcha/dispositivo para acontecimentos", reportagem com entrevista no canal cabo: Porto Canal,
Magazine Territórios;
Performances & Instalações
Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 4: Representação], 15`.
+
Video: "Time is on my (our) side", 15`. Fundación RAC, Pontevedra, Espanha.
Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 2: Esta liberdade, os
segredos da banca e um caneco atrás de outro], 15`.
+ Video: "Time is on my (our) side", 15`.,(Con)Tributos da
Liberdade a Joan Miró, Cooperativa Árvore, Porto.
Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 3: Ressonância
Catabólica], 15`.
+ Video: "Time is on my (our) side", 15`.BAAMMM 3, Sonoscopia, Associação Cultural, Porto.
(Alexandre A. R. Costa como Kas`Drovitch)
Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 1: Guelras para que te
quero...], 15`.
+ Video: "Time is on my (our) side", 15`.Expedição /// Seminário HANGAR /// A Sua Agulha
Aponta o Sul e Não o Norte!, Espaço Maus Hábitos, Porto.
Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance e Instalação: "Kuenstlerleben, ou quando deres conta a vida
passou...", exposição coletiva “Teoria da Pintura”, AISCA - Associação de Intervenção Social, Cultural e Artística,
Viana do Castelo, Portugal.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação: "Universo em Marcha # Acontecimento 4 - Con los otros" na
Exposição "Neste Universo…" (grupo de investigación MODO – modos de conocimiento artístico, Facultad de
Belas Artes Pontevedra – Universidade de Vigo, e com curadoria de Alexandre A. R. Costa).Centro de Memória
– Museu e Arquivo, Vila do Conde, Portugal (30.11.2013_26.01.2014.).
Costa, Alexandre A. R. (2013). Curadoria: Exposição Coletiva "Neste Universo..." (grupo de investigación MODO
– modos de conocimiento artístico, Facultad de Belas Artes Pontevedra – Universidad de Vigo). Com: Alba
Fandiño, Alejandra Pombo, Antonio Bonome, Armando Pereira, Berta Cáccamo, Carlos Suárez, Carlos
Trindade, Carlota Salgado, Eugenia Blanco, Helena Guerreiro, Iria Vázquez, J.Ramón Méndez, Jesús de la
Iglesia, Joan Morera, J F. Santos, Liliana Lista, Lucía Romaní, Marta Bran, Olalla Cortizas, Sara Fuentes, Uxía
Fernández, Victor Hugo Costas. Centro de Memória – Museu e Arquivo, Vila do Conde, Portugal
(30.11.2013_26.01.2014.).
Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalações: "Universo em Marcha # Acontecimento 3"; "Naufrágio à entrada
(Imersão 1)"; "Detritus (Imersão 2)"na Exposição coletiva "6 proyectos de espacio para 1 espacio". Centro
Cultural Pazo Torrado, Cambados (Espanha). Curador: Javier Tudela.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação: "Universo em Marcha # Acontecimento 2" na exposição colectiva
"Good News - comunicar é complicar". F.C.T. - Faculdade de Ciência e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa,
Lisboa. Curadoria: Mário Caeiro e José Moura.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance: "O Raio de Schwarzschild" (com Hugo Soares), durante a
construção da Universo em Marcha #2, momentos de pré-abertura da exposição colectiva "Good News comunicar é complicar": F.C.T. - Faculdade de Ciência e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa.
Curadoria: Mário Caeiro e José Moura.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance e Instalação: "A instabilidade quase me fazia acertar", no Evento
Creative Connections - performance event, Espaço Laissez Faire, Porto. Curador: Filipe Garcia.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Video/filme: "To Dark", no "Between Document & Fiction – Film event".
Marquee Theatre, Madison/Washington D.C., United States of America. Curator: José Carlos Teixeira.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance e Instalação: "Lei Natural, ou, o agitamento molecular do sistema
aberto". Exposição In-Tensões, no Espaço-Ex-sede do Banco Montepio, Avenida dos Aliados, Porto (em
substituição intensional do Edifício AXA). Curadoria de Dalila Vaz.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Video/filme: "To Dark" no Evento "Sopa de Pedra e Cavalo Cansado". Ateliers
Mompilher, Porto, Portugal.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance e processo colaborativo: "Sopa ao lume na cozinha e todos a cantar
em uníssono: Liberdade!" Ateliers Mompilher, Porto, Portugal.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance: "Da arte, da vida, da morte" no Line Up Action Extensions.
Mosteiro de Santa Clara, Montemor-o-Velho.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance: "Da arte sem ilha. da vida e morte em mar alto". CMIA - Parque
ecológico urbano, Figac 2013, Viana do Castelo.
Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação e Performance: "Confettis negros" na exposição
CRE(A)TIVE.CONNECTIONS #0. Quarck productions.in.site.galerie, Porto.
Curadoria: Filipe Garcia & Maari
Soekov
Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação, performance e processo colaborativo: "Universo em Marcha #1", na
Exposição Colectiva "Resgate". Edifício-Casa Sá Cortinas, Barcelos, Portugal. Curadoria de Hugo Soares.
Gama, Manuel A. (2014). QUE POEMA DE ENTRE TODOS OS POEMAS? - Na rua com Sophia...,2014
(Teatral).Performance final da Oficina da Palavra realizada no Agrupamento de Escolas Clara de Resende em
colaboração com a Dois Pontos Associação Cultural.
Gama, M.(2013). NA BIBLIOTECA...,2013 (Teatral). Performance final das Oficinas de Teatro de Verão realizadas
em Viana do Castelo.
Moura, A. (2013)TSURUS, coordenação da instalação montada por estudantes de Educação Básica no Hall da
ESEVC, Dezembro.
Catálogo Digital
Pereira, J. ; Moura, A.; Gonçalves,
http://creativeconnexions.eu/pt/
T.;
Peixoto,
A.;
Almeida,
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&
Moura,
J.(2014).
Comunicações
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consequente: a oferta cultural, o papel da escola e as práticas culturais dos alunos, In II Congresso Mundial de
Comunicação Ibero-Americana, Braga.
Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). A intermediação cultural: Oferta e
práticas culturais, In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e
da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978-989-8756-008.
Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). Intermediação Cultural no Ensino
Superior em Viana do Castelo, In VIII Congresso Português de Sociologia, Évora.
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no Centro Local de Aprendizagem da Universidade Aberta em Ponte de Lima em 28 de maio de 2014.
Cachadinha, M. (2014). Comunicação intitulada "Cultura e Envelhecimento: o papel da cultura no
envelhecimento bem-sucedido", In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o
papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978989-8756-008.
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Clara Montemor-o-Velho.
Costa, Alexandre A. R. (2013). "Da arte sem ilha. da vida e morte em mar alto" @ (Mesa-redonda + Ciclo de
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Paper presented at the ECER Conference The Past, Present and Future of Educational Research in Europe.
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Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social,
Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978-989-8756-008.
Moura, A; Gonçalves, T; Peixoto, A.; Moura Alves, J.; Almeida, C.; Pereira, J. (2014). CREATIVE CONNECTIONS:
UM CAMINHO PARA A CIDADANIA ATRAVÉS DA ARTE In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com
a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de
maio 2014, ISBN: 978-989-8756-008.
Moura Alves, J. (2013). A ARTE NA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - O PAPEL DO CINEMA; 2ª CONFERÊNCIA
INTERNACIONAL
DE CINEMA DE VIANA. Viana do Castelo: ESE/IPVC.
Rodrigues, H. (2013). Comunicação intitulada "Histórias de vida e Migração" no Seminário Memória e Herança
Cultural, realizado na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, em 24 de abril de 2013.
Moderações
Costa, Alexandre A. R. A sustentabilidade dos festivais e a atual preocupação ambiental: uma dualidade
praticável? Mesa redonda, Oradores: Adolfo Luxúria Canibal, João Carvalho e Filipe Pinto. @ CMIA - Parque
ecológico urbano, Figac 2013, Viana do Castelo.
Gama, M. IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura
na mudança social, 2014 (Encontro). Nome da Instituição: IPVC/UM; Cidade do evento: Viana do Castelo /
Hotel Axis
Moura, J. IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura
na mudança social, 2014 (Encontro). Nome da Instituição: IPVC/UM; Cidade do evento: Viana do Castelo /
Hotel Axis
Membro/Avaliador(a) de Revistas Nacionais e Internacionais
Cachadinha, M. Membro da Equipa Redatorial da Revista Estudos Regionais (nºs 2/3), publicação vocacionada
para a divulgação da investigação sobre Cultura, História e Sociedade do Noroeste de Portugal
Martins, Moisés de Lemos; Baptista, Maria Manuel; Gama, Manuel A. Revista Lusófona de Estudos Culturais,
de 2014/08/01 até 2014/12/31, Função ou tipo de participação: Corpo editorial.
Moura, A. , desde 2005 avaliadora (Referee) de revistas nacionais e internacionais da especialidade como
Revista Ensinarte - A Poética da Arte – A Arte em contexto educativo, International Journal of Education
through Art, Studia de Securitate et Educatione Civili- Wydawnictwo Naukwo Uniwersytetu
Pedagogicznego, Investigar em Educação – Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (2014),
Profissão Docente (on-line) da Universidade de Uberaba (desde 2009) e Diálogos com a Arte – revista de
arte, cultura e educação, co-coordenando esta última desde 2009.
Moura, J., desde 2010 avaliador (Referee) de revistas internacionais da especialidade (do top 10) como o
International Journal of Biomedical Science e a revista Immunology e membro da comissão científica da
revista Diálogos com a Arte.
Cursos de Curta Duração
Gama, M. (2013). Oficina de Teatro de Verão, promovido por Dois Pontos Associação Cultural.
Duração: 30 horas. Local: Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, Cidade: Viana do Castelo, Tipo de
participação: Docente.
Curso promovido em colaboração com os cursos de Educação Artística e de Gestão Artística e Cultural do IPVC
no âmbito de um programa de sensibilização de novos públicos para a cultura.
Organização de Eventos Internacionais
Gama, M. (2014).V Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural,2014 (Encontro / Organização).
Moura, A. & Almeida, C.; (2014) IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel
das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014.
Moura, A.; Almeida, C.; Gonçalves, T.; Moura, J.; Peixoto, A.; Pereira, J. (2014) X Encontro Internacional das
Artes: Creative Connections, Viana do Castelo: ESEVC, 20 e 21 de novembro 2014.
7.3 Internacionalização
Incoming 2013/2014: 5 alunos
Charles University (República Checa) - 2 alunas
College of Nyiregyhaza (Hungria) - 1 aluna
Faculty of Tourisme Studies (Eslovénia) - 1 aluna
Univerzita Hradec Kralove (República Checa) - 1 aluna
Outgoing 2013/2014: 7 alunos
Charles University (República Checa) - 4 alunos
Universidad de Valencia - 3 alunos
Incoming 2014/2015 (1º semestre): 3 alunos
Hochschuke Zittau (Alemanha) - 2 alunas
Universidad de Valencia - 1 aluno
Outgoing 2013/2014 (1º semestre): 0 alunos
A Coordenadora da ESEVC do programa ERASMUS referiu o seguinte: “Quanto às questões da motivação,
posso dizer que o curso de GAC tem sido procurado todos os anos por alunos estrangeiros de diferentes
instituições e países. O grau de motivação e de satisfação tem sido bom, havendo um feedback globalmente
positivo sobre as aprendizagens, o apoio dos professores e sobre o curso” (AB, Dezembro, 2014).
8. Análise SWOT do Ciclo de Estudos
8. Pontos fortes
O âmbito do Sistema centra-se no processo ensino & aprendizagem, mas considerando todos os processos de
suporte ao mesmo (ver Manual da Qualidade), incluindo os processos de gestão estratégica, cooperação
internacional, gestão académica, recursos humanos, projetos, infraestruturas, serviços de apoio (bibliotecas,
alojamento, alimentação, bolsas), verifica-se em termos de MISSÃO E OBJETIVOS:
Pontos Fortes: A conceção deste CE tem contado com o conhecimento adquirido ao longo do seu ciclo de
existência (criação em 2007), não esquecendo que foi o primeiro em Portugal. Os seus docentes têm larga
experiência nas suas áreas de especialidade, contempladas na formação de Gestores Artísticos e Culturais ao
nível da sua formação inicial. O CE, bem como os seus objetivos, está enquadrado pela legislação no que se
refere ao processo de Bolonha. Os objetivos contemplam diferentes dimensões e articulam de forma
integrada saberes e
competências científicas, pedagógicas e investigativas, proporcionando modos de
trabalho diferenciado, que
favorecem o trabalho colaborativo entre os docentes das áreas científicas
contempladas, numa perspetiva de articulação entre teoria e prática. Por outro lado estão formulados de
modo a permitir uma intervenção efetiva com as instituições de acolhimento e a comunidade educativa.
Atratividade do curso. A licenciatura integra-se num sistema de graus de fácil compreensão e comparáveis na
Europa e articula-se com um 2° ciclo de formação que permite o acesso ao sector das artes e da cultura.
Encontram-se bem definidas as componentes de formação na licenciatura. A licenciatura é direcionada para o
desenvolvimento de um perfil profissional alargado, ligado à intervenção em contextos formais e não formais,
públicos e privados.
Simultaneamente, a licenciatura permite que aqueles que ingressam nos mestrados de ensino tenham uma
visão mais global sobre a organização e sequencialidade da educação artística e gestão das artes numa
diversidade de contextos. Este aspeto está igualmente associado a uma orientação na escolha do mestrado,
baseada nas experiencias formativas na licenciatura. Grau de satisfação muito bom por parte de alunos
estrangeiros que procuram o curso de GAC para desenvolver o seu programa de mobilidade - consultando o
link Erasmus Surveys http://internacional.ipvc.pt/en/node/674 ,onde se encontram os relatórios com os
resultados dos questionários aos alunos estrangeiros, verifica-se o sucesso deste programa.
Fig.12 Atividade desenvolvida na uc de história moderna e contemporânea. fotografia@nuno barreiros
Existência de metodologias de monitorização e controlo de activ., com definição anual de objetivos,
indicadores e metas para cada processo com base no Plano Estratégico e na Politica da Qualidade. Destaca-se o
Inquérito de aval. da qualidade de ensino, realizado semestralmente aos estudantes, as auditorias internas ao
longo do ano e os relatórios de avaliação da satisfação de estudantes, colaboradores e entidades externas e os
balanços da qualidade relativos ao desempenho do SGGQ. Com os novos estatutos, o IPVC definiu uma
eficiente estrutura de decisão hierárquica e congregando vários níveis de participação.
Outros pontos fortes são: Forte envolvimento em actividades muito diversificadas na IPPI e IPPII, que vão
desde a caracterização das instituições de acolhimento, mapeamento de actividades culturais a nível local e
regional
e aplicação integrada e interdisciplinar de conhecimentos e domínio de modelos de gestão
concretos, que resulta de uma total articulação entre IPPI&II e outras UCS do curso; Implementação de uma
cultura reflexiva por parte dos estudantes, supervisora
e cooperantes das instituições de acolhimento;
Avaliação contínua considerada pelos estudantes como uma prática habitual
no processo avaliativo;
Atendimento tutorial muito organizado; Reuniões da Coordenação de Curso com estudantes permitindo
igualmente ir adequando ás suas necessidades as estratégias e actividades docentes e discentes e
mantendo um equilíbrio da carga de trabalho necessária aos estudantes. A organização científico-pedagógica
está conforme os modelos estruturais instituídos e com os normativos
gerais e locais aplicáveis; A
conceção, estrutura, execução e cumprimento do Plano de Estudos evidencia uma conformidade com os
normativos, quer no que diz respeito a duração, carga horária e opções; Dimensão auto-reguladora e de
conformidade normativa, com uma preocupação de uma afinação generalizada relativamente à qualidade
técnico - pedagógica da elaboração dos sumários, indicação bibliográfica, etc.; Trabalho colaborativo entre
docentes muito enfatizado; Documentação em quantidade e qualidade sobre organização, funcionamento e
gestão do curso é entregue aos estudantes, especificamente em relação ao regulamento de IPPI e II.
Pontos Fracos:
A legislação que regulamenta as alterações ao Plano de Estudos, apresenta-se com pouca flexibilidade para
reformular dimensões inerentes à formação e às unidades de crédito.
Oportunidades:
Desde a sua criação que a ESEVC tem tido um papel de relevo na área da Educação, sendo uma instituição de
referência na região e a nível nacional. Consequentemente ao longo dos seus mais de 30 anos de existência
têm sido estabelecidas relações muito estreitas entre as organizações educativas, culturais e artísticas da
região, e através de programas nacionais, projetos e encontros nacionais e internacionais, em colaboração com
muitas IES parceiras a nível de programas ERASMUS, COMENIUS e outros. Este relacionamento tem
contribuído para facilitar e incrementar o reconhecimento da formação proporcionada e a captação de alguns
estudantes de outras instituições. A ESEVC foi a primeira e das únicas IES a nível nacional que oferece formação
a nível deste perfil. Por outro lado este curso habilita para o exercício da profissão em contextos muito
diversificados, facilitando os níveis de empregabilidade dos seus diplomados.
Constrangimentos:
A emergência de uma identidade profissional que estes estudantes são obrigados a desenvolver de forma
muito rápida, não esquecendo que as matérias do Plano de Estudos, a nível conceptual, se consubstanciam em
algo totalmente novo para a maioria dos alunos. Tem-se constatado um reduzido hábito de vivências culturais e
artísticas e um conhecimento diminuto sobre arte contemporânea e não contemporânea, sendo necessário
cativar os estudantes para espectáculos e para a oferta cultural nacional – já que planeamento dos seus
projectos deverá aparecer a jusante destas questões. Baixo reconhecimento social da profissão; Fraca
valorização de mão de obra especializada neste sector.
ORGANIZAÇÃO E MECANISMOS DE GARANTIA:
Pontos Fortes: SGGQ certificado pela ISO 9001 desde Jan. de 2009 certificado pela A3ES desde jan. 2013. O
âmbito do Sistema centra-se no processo ensino & aprendizagem, mas considerando todos os processos de
suporte ao mesmo (ver Manual da Qualidade), incluindo os processos de gestão estratégica, cooperação
internacional, gestão académica, RH, projetos, infraestruturas, higiene e segurança e serviços de apoio
(bibliotecas, alojamento, alimentação, bolsas). Existência de metodologias de monitorização e controlo de
activ., com definição anual de objetivos, indicadores e metas para cada processo com base no Plano
Estratégico e na Politica da Qualidade.
Destaca-se o Inquérito de aval. da qualidade de ensino, realizado semestralmente aos estudantes, as auditorias
internas ao longo do ano e os relatórios de aval. da satisfação de estudantes, colaboradores e entidades
externas e os balanços da qualidade relativos ao desempenho do SGGQ. Com os novos estatutos, o IPVC
definiu uma eficiente estrutura de decisão hierárquica e congregando vários níveis de participação. SGGQ
certificado pela ISO 9001 desde Jan. de 2009 certificado pela A3ES desde jan. 2013.
Existe um trabalho de articulação entre a coordenação do curso de licenciatura, sendo de salientar nesta
colaboração a grande coesão existente entre eles. Este grupo reúne periodicamente favorecendo não só a
articulação entre alunos e otimizando o seu funcionamento. Ao mesmo tempo funciona como “órgão”
regulador no que diz respeito à formação da LGAC na sua articulação com o mestrado de GAC. As reuniões de
CC contribuem para garantir coerência e eficácia da formação, assim como o acompanhamento próximo e
intensivo dos estudantes, numa perspetiva de supervisão pedagógica. Identidade do curso tem crescido
expressivamente. Adequada utilização da plataforma e learning.
Pontos Fracos:
Reconhecimento da importância por parte dos estudantes do sistema interno de garantia da qualidade cuja
participação se mostra ainda reduzida. No inquérito proposto aos estudantes há necessidade de rever algumas
das questões do mesmo. Por outro lado, constata-se a necessidade de organizar para além deste, mais
momentos de reunião e debate sobre a organização e qualidade do ciclo de estudos envolvendo estudantes e
professores. O resultado destes inquéritos surge muito tardiamente não permitindo fazer aferições
atempadamente de todos os processos. É necessário melhorar os canais e sistemas de comunicação entre
docentes e serviços administrativos, tornando mais eficiente o fluxo de informação/documentos de suporte.
Oportunidades:
O historial da ESEVC em Educação Artística permitiu ao longo dos anos estabelecer boas relações com outras
instituições de ensino superior nacionais e internacionais, o que alarga a construção de uma referência sobre
exemplos de boas práticas e sobre outros aspetos que permitem garantir uma contínua regulação e
consequentemente melhorar a qualidade do funcionamento do curso de GAC. Por outro lado permitiu também
estabelecer relações com as diferentes instituições educativas do distrito que acolhem os estudantes, e que
manifestam sempre elevada recetividade e procura o que permite selecionar cooperantes com larga
experiência profissional. Acresce-se o trabalho continuado de longos anos entre professores supervisores da
ESE e cooperantes que permite uma avaliação permanente do curso contribuindo assim para a melhoria da
qualidade da formação.
Constrangimentos:
O facto de o curso ser muito recente e seguir um modelo complexo é um fator que tem constrangido a
formalização dos processos associados à garantia da qualidade, o que acarreta algumas dificuldades de
articulação entre os calendários escolares dos vários parceiros (escolas e ESE) e deste modo garantir a
qualidade. As várias exigências dos mecanismos para garantir a qualidade da avaliação acrescido ao tempo
despendido nesta tarefa, por todas as pessoas envolvidas, a par do risco de excessiva burocratização do
processo, podem ser um entrave à disponibilidade necessária para se colocar em primeiro plano o seu
principal objetivo: a garantia da qualidade. Mais recentemente os constrangimentos financeiros e os poucos
recursos humanos não docente da ESE disponíveis condicionam a melhoria da qualidade.
RECURSOS MATERIAIS E PARCERIAS:
Pontos Fortes:
A ESE tem infraestruturas com equipamentos adequados e diferenciados pelas áreas. O acesso aos diferentes
laboratórios proporciona materiais para a formação dos estudantes e para o apoio às aulas. O acesso a meios
bibliográficos está facilitado pelo nº de títulos adquiridos e pela pesquisa na b-on. As instituições culturais tais
como as bibliotecas, associações (e.g. ACEP, SIRD), o GEED e muitas outras, dispõem também de recursos
materiais. A boa relação existente entre parceiros, como se tem constatado nos fóruns internacionais
realizados anualmente na LGAC e MGAC da ESE, permite estabelecer parcerias que se concretizam, p.e. a
nível da articulação de seminários conjuntos e na realização de encontros temáticos.
O número alargado de parcerias internacionais no que se refere à formação dos estudantes. Crescimento do
turismo cultural a nível local e regional, emergência de novos Festivais, Encontros e Bienais e projectos de
iniciativa privada dinâmicos e com efeitos de arrasto; Aumento significativo de serviços educativos nas
instituições e equipamentos culturais bem como do número de projectos que
envolvem populações
desfavorecidas; Crescente potencial de internacionalização gerado pela organização dos Encontros
Internacionais das Artes, pelos Fóruns Internacionais de Gestão Artística e Cultural, pela Diálogos com a
Arte - revista de arte, cultura e educação e projectos conjuntos(e.g. Images and Identity e
Creative
Connections) e outros submetidos à FCT e CIM, mas não financiados; Existência de salas de espectáculo e
espaços de Juntas de Freguesia ou
de Associações subaproveitadas; Necessidade de criação e
desenvolvimento de redes de mediadores culturais; Existência de instituições no concelho e no distrito com
forte dinâmica associativa com falta de quadros capazes de desenvolvimentos futuros.
Pontos Fracos:
A falta de apoio financeiro para atualizar alguns dos equipamentos sobretudo ao nível de computadores e
de
material multimedia. Sistema de informação com baixa integração (ainda fraccionado por
processos/serviços), incluindo o sistema de acompanhamento de indicadores de desempenho e de
recolha e fornecimento em continuo de informação por diferentes níveis de acesso. Poucos recursos
humanos disponíveis e elevados custos financeiros associados às oportunidades identificadas para a
melhoria do sistema interno de garantia da qualidade. Falta de legislação para lecionar aulas de algumas
UC em inglês; Falta de enquadramento para lecionar turmas em tutoria só para estrangeiros; Poucos
recursos humanos disponíveis e elevados custos financeiros associados às oportunidades identificadas
para a melhoria do sistema interno de garantia da qualidade; Vulnerabilidade significativa dos sectores
cultural e artístico face à conjuntura económica, acentuada pela crise financeira
de instituições
tipicamente patrocinadoras da cultura; Débil diferenciação da cidade de Viana do Castelo, face a outras
cidades, devido à falta de especialização das actividades e indústrias criativas; Entendimento restrito da
importância das
parcerias por parte de responsáveis políticos; nº elevado de estudantes que não
dominam outras línguas
Oportunidades:
Há protocolos com instituições de ensino superior internacionais, sobretudo a nível do programa
ERASMUS,COMENIUS, permitindo, deste modo, o intercâmbio de professores. O GEED proporciona aos
estudantes a frequência de cursos de voluntariado e a possibilidade de integrar missões de voluntariado. A
tradição de quase 30 anos na formação de profissionais ligados às Artes e à Cultura faz com que este curso se
enquadre perfeitamente na política de desenvolvimento do distrito.
Constrangimentos:
O número de horas da IPPI e IPPII do curso constrange o estabelecimento de parcerias com algumas
instituições culturais que preferem o estágio em sistema de full time. A crise financeira que o país atravessa
tem reflexos muito significativos nos orçamentos das instituições de
ensino superior, dificultando a
atualização de recursos materiais, assim como o estabelecimento de intercâmbio mais sistemáticos com os
parceiros (e.g. Financiamento para reuniões de e para a ESE e outros locais).
PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE
Pontos Fortes:
A equipa docente deste ciclo de estudos evidencia elevada qualificação profissional, constituída por a quase
totalidade de docentes doutorados e especialistas (dois) e apenas sete não doutorados, mas que se
encontram em fase final do seu doutoramento, o que permite uma maior consistência na qualidade do
curso. Para além disso a maioria do corpo docente apresenta larga experiência na área que lecciona e na
investigação publicada e associada a este ciclo de estudos. No âmbito do IASQE a apreciação feita pelos
estudantes à equipa docente é muito favorável. Distribuição adequada da responsabilidade institucional, não
se verificando qualquer desvio aos princípios e normas por que se rege o exercício de cargos orgânicos de
direcção e coordenação, designadamente no que diz respeito à qualificação académica dos respectivos
titulares, aos critérios e modos de selecção. Tem sido preocupação
da Coordenação do Curso a afectação
de recursos humanos que contribuam para uma formação qualificada dos estudantes; Leccionação das
unidades curriculares por docentes pertencentes a três áreas Científicas do IPVC, que garantem uma
adequada
articulação científico-pedagógica; Trabalho sistemático de articulação teórica e prática das
componentes científicas e das componentes pedagógicas, por parte da Coordenação de Curso, garantindo
uma permanente interdisciplinaridade e transdisciplinaridade; Coordenação científicas das UCs a cargo de
docentes qualificados (doutores e mestres e especialistas, considerados competentes pelos estudantes;
Capacidade de análise crítica e de introspecção dos docentes do curso; Coordenação das Iniciações à
Prática Profissional I e II, assegurada por docente com doutoramento, com larga experiência em
acompanhamento de estágios; Juventude do corpo docente em busca de melhores qualificações
académicas.
AM, docente da UC de História das Artes refere a propósito da boa adequação do corpo docente: “Como
docente do Curso de Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do IPVC, venho atestar a
importância das diferentes iniciativas tomadas quer pela Coordenação de Curso, como pelo grupo de docentes,
das quais poderei destacar: As idas à Feira de Arte Contemporânea (Madrid), onde os discentes convivem com
as diferentes manifestações artísticas da contemporaneidade; o Fórum Internacional de Gestão Artística e
Cultura, onde ao longo dos anos, as temáticas escolhidas permitem a reflexão e a partilha real de experiências
e onde os alunos podem testar as capacidades e conceitos adquiridos ao longo da licenciatura; os diferentes
Encontros Internacionais das Artes, cuja programação integra a realização de Conferências, Performances,
Comunicações, Visitas de Estudo (Figs. 13, 14 & 15) e Workshops contando com a presença de investigadores,
artistas e agentes culturais, pretendendo estimular e fortalecer o debate e intercâmbio entre investigadores e
agentes culturais no âmbito internacional e, tanto as outras iniciativas. Como docente de História das Artes
Visuais penso que os alunos ao adquirirem uma formação compreendida como uma unidade viva de
conhecimento de diversas obras de arte, dos diferentes agentes culturais e de variadas experiências,
acompanhado por uma avaliação crítica dos debates estéticos, mais facilmente irão compreender o
pensamento estético- artístico que apoia a perceção e compreensão do produto artístico”.
Fig.13 Visita de Estudo desenvolvida na uc de prática profissional ii.
fotografia@jorge santos
Fig.14 FIGAC 2012. fotografia@jorge santos
Fig.15 FIGAC 2014. fotografia@jorge santos*
* Mesa Redonda com Christopher Maughan, Administrador do Centro Anne Peaker, diretor do Centro de Dança Clássica Indiana e diretor do Leicester
Comedy Festival, Ricardo Bramão, Director do Talkfest, Tiago Veiga, um dos diretores do SWR Barroselas Metalfest e Tiago Martins, director do festival
Viana Stroke Roll.
Pontos Fracos:
Na equipa de docentes, cinco docentes não se encontram a tempo integral o que interfere com a organização
do curso, concretamente ao nível da disponibilidade para com os estudantes e para os momentos de reunião
entre docentes e com a CC. Não há funcionários afetos ao curso e na instituição este número é muito reduzido
para todas as solicitações. No entanto, destaca-se que há um reduzido grupo de pessoal não docente muito
empenhado e com elevado sentido de responsabilidade e entrega, que contribui para o bom funcionamento
do curso.
Oportunidades:
Sendo um curso novo e com áreas de intervenção que não sendo novas, o são neste modelo, poderá ser uma
oportunidade, para um investimento dos docentes nesta área como área privilegiada de investigação. Este
modelo de formação poderá apresentar maior notoriedade e procura dos seus diplomados por parte das
instituições empregadoras. A coordenadora do curso tem tido responsabilidade na distribuição de serviço, o
que se mostra muito adequado às exigências do curso, seleccionando os docentes com um perfil adequado
para o curso e que se identificam com ele.
Constrangimentos:
Ausência de abertura de concursos para contratação de docentes a 100%. Os cortes financeiros nas IES faz com
que haja uma taxa de esforço muito elevada dos seus docentes, dificultando grandemente o seu trabalho na
área da investigação. Também há um apoio financeiro reduzido à sua atualização, para deslocações a
congressos nacionais e internacionais, que a concretizar-se se fazem a expensas dos próprios docentes. O
reduzido número de funcionários obriga a que estes desempenhem um vasto leque de funções e atividades,
sob o risco de perder alguma qualidade, sobretudo em termos temporais, nas tarefas em que estão envolvidos.
ESTUDANTES
Pontos Fortes:
A relação entre corpo docente e estudantes é de grande abertura, criando um ambiente de bem-estar entre a
comunidade académica. A oferta de espaços disponibilizados quer pela ESE quer pelo IPVC é diversificada,
adequada e facilitadora da formação, assim como com as instituições educacionais onde decorrem as IPPI &
II. São implementadas medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento aos estudantes durante o seu
percurso académico, por todos os docentes das diferentes UC’s e pela coordenadora de curso, que resulta no
sucesso académico dos seus estudantes. Salienta-se a proximidade existente entre supervisores, cooperantes
e estudantes no âmbito das IPPI & II. Incentiva-se a participação dos estudantes em eventos de natureza
diversa, procurando a sua integração quer com os outros licenciados, quer nas comunidades académica,
científica e cultural. Boa procura, evidenciada pela taxa de candidatos. Satisfação boa dos estudantes com a
sua inserção na escola e no curso.
Pontos Fracos:
A flexibilidade do plano de estudos permite a construção de percursos formativos individuais e a
internacionalização, sobretudo ao nível dos estudantes, pois ao nível do corpo docente é mais difícil. Há um
grande número de estudantes que trabalha, não necessariamente com o estatuto de trabalhador estudante,
o que se traduz na dificuldade em usufruir de um completo envolvimento no processo de ensino e
aprendizagem e no ajuste de horários que permitam a frequência das UCs. Este aspeto revela-se importante
sobretudo com as dificuldades financeiras atuais o que condiciona a assiduidade às aulas, pois têm como
prioridade o emprego. A atitude preconceituosa dos estudantes em relação a noções básicas de cálculo. Apesar
da plataforma Moodle constituir uma mais-valia para a comunicação entre docentes e estudantes, existem
docentes que ainda não recorrem às potencialidades desta ferramenta, de forma eficaz. Este aspeto terá que
ser revisto.
Oportunidades:
Este curso é uma oportunidade para todos os estudantes que iniciam a GAC e pretendem continuar, sobretudo
para os estudantes da região. Estes estudantes têm oportunidade de participar em todas as iniciativas de
carácter científico, o que facilita a sua participação em conferências e seminários de diverso tipo. Em particular
há estudantes desta licenciatura que se encontram envolvidos no projecto “Estudo Preliminar sobre a Romaria
de Nossa Senhora d'Agonia”, numa parceria entre o IPVC, a Universidade de De Montfort, Leicester e a
CMVC, o que lhes é permitido devido à relação e coordenação entre docentes da instituição e o mundo
empresarial. Estando inseridos num meio pequeno têm oportunidade também de participar nas atividades
académicas promovidas pela academia e pela própria cidade muitas das quais constituem uma mais-valia
para a sua integração como futuros cidadãos e também profissionais (e.g. ENCONTROS de CINEMA de VIANA
do CASTELO, Encontros Internacionais de Arte, que se realizam anualmente). Mobilidade de estudantes
(oportunidades e concretização).
Constrangimentos:
A procura de formação de nível superior tem sido afetada significativamente pela crise económica e financeira
que o país atravessa, o que poderá vir a refletir-se neste curso para o próximo ano letivo. Além disso, alguns
estudantes que frequentam o curso, como já referido, trabalham, o que diminuiu a sua disponibilidade para o
estudo, o que tem reflexos evidentes na qualidade da sua prestação. Estes constrangimentos financeiros,
associados a um número de estudantes fora da área de intervenção da ESE faz com que se ausentem da
instituição durante a componente lectiva, o que acarreta um distanciamento das rotinas de trabalho/estudo
dificultando a conclusão das tarefas das UCs. Os estudantes manifestam fraco domínio da língua inglesa. A
identidade do curso e dos seus estudantes vai sendo adquirida ao longo do curso, mas muito perto da sua
conclusão, mas não na perspetiva de “mestrado”.
PROCESSOS
Pontos Fortes:
A IPP tem 2 semestres, é uma mais-valia na organização do curso. Este contempla diferentes dimensões e
articula de forma integrada saberes e competências científicas, pedagógicas e investigativas, baseadas em
metodologias diferenciadas. Permite o trabalho entre docentes e a intervenção articulada com instituições
culturais e artísticas em contextos muito diversos. Pretende-se um profissional interventivo, reflexivo e crítico,
que identifique problemas e proponha soluções, apoiando-se na investigação. Esta componente é garantida
pelas UC’s através de formação científica e da investigação decorrente da UC de Seminário de Investigação I &
II. A IPP apresenta um acompanhamento multidisciplinar, garantido por especialistas nas áreas e domínios e
por cooperantes com perfis diversificados. Nas sete edições do curso foi possível reajustar as metodologias das
UC´s fruto da reflexão interna promovida pela CC e pelo RIASQE. As reuniões da comissão e/ou da
coordenadora com os estudantes e docentes, é uma forma de regular o cumprimento dos objetivos das
diferentes UC´s. Disponibilidade dos docentes e da coordenação de curso para atendimento individual.
Existência de um regulamento de IPPI e II que define as competências dos diversos intervenientes nesse
espaço curricular.
Pontos Fracos:
O tempo destinado à IPP (estágio) é apontado por estudantes e cooperantes como reduzido. No entanto,
aquando da avaliação da 1.ª edição foi efetuado um alargamento no número de horas dos estudantes em
contexto profissional, mostrando-se inviável um alargamento maior devido à restante componente curricular
neste curso durante os 5º e 6º semestres. Os estudantes de modo geral, e de algum modo expectável,
demonstram pouca autonomia sobretudo na realização do trabalho de investigação associado à UC de
Seminário de Investigação I & II. Embora os programas das UC’s não expressem de modo formal claramente a
dimensão de formação pessoal e ética, isso não invalida que ela seja trabalhada.
Oportunidades:
O plano de estudos do curso dá uma oportunidade única aos estudantes que é poderem contactar com cada
dos contextos com que futuramente terão de trabalhar, tendo um cooperante para os acompanhar, para
além dos professores supervisores da ESEVC. A existência de 3 UC’s relacionadas com metodologias de
investigação é uma oportunidade para os estudantes se iniciarem como investigadores. Há docentes com
grande actividade pedagógica pelos cargos que ocupam e pela atividade científica que desenvolvem,
permitindo-lhes estar em constante contacto com as recentes tendências deste setor a nível nacional e
internacional. Ao mesmo tempo divulgam o trabalho desenvolvido nos projetos em que colaboram. Esta
dinâmica conflui para a formação de qualidade dos estudantes. Vários dos livros/artigos de referências usados
nas aulas de algumas UC’s são da autoria da equipa docente do curso. Promove-se a participação em eventos
artísticos e científicos, com a possibilidade de apresentar comunicações (e.g. Posters Científicos de estudantes
de GAC expostos nos ENCONTROS de CINEMA de VIANA do CASTELO, 2014). Relação equilibrada do sistema
de formação e sistema de emprego, no processo de profissionalização.
Constrangimentos:
Sendo este modelo de formação assente num novo paradigma de formação bastante recente, ainda não há
dados científicos que permitam fazer opções. As diferentes parcerias realizadas entre a Coordenação de
Curso GAC da ESEVC e Licenciaturas de Universidades Europeias (e.g. De Montfort University, Leicester; Charles
University, Praga; Postam University, Postdam) e a participação em Conferências Internacionais (e.g.
Pública’14, Madrid; Cultural eXanges- festival of ideas, insight and inspiration, De Montfort University,
Leicester), tem permitido perceber que há várias modalidades adotadas pelas diferentes instituições
internacionais na organização deste curso, o que servirá de reflexão para contrastar com a nossa. A parca
investigação que sustente o impacto deste tipo de formação no desenvolvimento profissional no país e nas
instituições culturais, para as quais estes estudantes se direcionam inviabiliza tomadas de decisão mais
fundamentadas. As recentes medidas governamentais sobre a política de contratação e o papel dos Institutos
Politécnicos, criam alguma instabilidade no corpo docente.
RESULTADOS
Pontos Fortes:
Os estudantes apresentam uma elevada taxa de sucesso durante o curso dentro dos prazos previstos. Nas
últimas quatro edições, os estudantes inscritos concluíram com êxito as suas monografias e projectos de
estágio, contemplando diferentes áreas e domínios. Os resultados da monitorização do sucesso escolar têm
sido utilizados na definição de ações de melhoria do funcionamento do curso. A IPP é outro ponto forte deste
curso pois funciona como mediador entre a teoria e prática e entre a formação, a escola e a sociedade.
Anualmente os estudantes de 3º ano planificam e implementam um Fórum Internacional de Gestão Artística e
Cultural, FIGAC, que é um evento que se realiza desde o ano de 2010 na Região do Alto Minho e é produzido
pelos alunos finalistas da Licenciatura em Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do Instituto
Politécnico de Viana do Castelo, supervisionados pelos docentes, cujo foco principal é oferecer aos profissionais
e estudantes deste sector momentos de reflexão e partilha de conhecimento, sendo assim um centro de
discussão abrangente em vários aspetos na área da gestão cultural.
Sobre a empregabilidade, e particularmente, apenas se pode referir as atividades de empreendedorismo por
parte de ex-estudantes que criaram a sua própria empresa. Outros ex-estudantes continuaram a integrar os
quadros de empresas (e.g. Câmaras Municipais e Teatros). O corpo docente como já foi referido tem
elementos com grande atividade artística, cultural e científica o que é uma mais-valia para estes estudantes
ao permitir-lhes estar constantemente atualizados com que se passa a nível do seu objeto de estudo.
Participação dos estudantes em diversos contextos profissionais. Orientação clara dos estudantes para um
perfil profissional específico. Expressiva mobilidade ERASMUS.
Pontos Fracos:
Existência de unidades curriculares com sucesso menos satisfatórias sobretudo nas áreas onde o domínio da
Língua Portuguesa é essencial. Verifica-se ainda a falta de hábitos culturais necessários às exigências
formativas do ciclo de estudos. Destaca-se a falta de autonomia manifestada pelos estudantes para gerirem
processos de construção de conhecimento desejados para este ciclo de estudos.
Oportunidades:
A consolidação deste curso far-se-á através de um trabalho continuado pelas IES e pelo desenvolvimento de
projectos e trabalhos de investigação que permitam analisar potencialidades e fragilidades do curso e ao
mesmo tempo divulgá-lo. Pode ser uma oportunidade para os docentes como um novo campo de
investigação contribuindo deste modo para o enriquecimento do curso e para a valorização pessoal do
docente. A habilitação que este curso proporciona é uma mais-valia para a cultura e constitui uma
oportunidade de emprego para estes estudantes. Colaboração significativa com eventos e equipamentos
culturais. Colaboração com organizações responsáveis por grandes eventos culturais com impacto local,
regional, nacional e internacional, como “Serralves em Festa” (2014) e as Conferências Internacionais de
Cinema e Vídeo integrada nos ENCONTROS de CINEMA de VIANA do CASTELO.AO NORTE (Fig. 9)
Fig. 9 Abertura oficial da Conferência Internacional de Cinema de Viana, na ESEVC. fotografia@Ricardo Silva
Projecto concretizado (e.g.FIGAC’s 2010; 2011; 2012; 2013; 2014) com efeitos mobilizadores na área da
cultura, a nível local e regional, como foi também o caso do Festival Internacional dos Jardins em Ponte
de Lima, em 2010); Inserção do Curso de Licenciatura numa Escola Superior de Educação, com grande
experiência na organização de grandes eventos culturais, com impacto local, nacional e internacional (Figs.
10, 11 & 12)
Figs. 10 & 11 Vivências Artística 2013 & FIGA’2014, Escola Superior de Educação. fotografias@Ricardo Silva
Sector do empreendedorismo em desenvolvimento e forte apoio de políticas Europeias de financiamento;
Contributo desta oferta formativa para a qualificação da população da região em que se insere.
Constrangimentos:
O nível de empregabilidade é um aspeto fundamental na aferição externa da qualidade dos resultados.
Contudo, considera-se que este aspeto não deve ser tido em conta dada a escassa oferta de emprego por
parte das entidades empregadoras e pelas restrições governamentais na colocação de gestores das artes e da
cultura. São ainda pouco robustas as metodologias de auscultação de antigos estudantes e das entidades
empregadoras.
9. Proposta de acções de melhoria
Objectivos gerais do ciclo de estudos
Debilidades
Fracos hábitos de leitura e investigação; Taxa reduzida de participação nos inquéritos pode melhorar; Fraco
domínio de línguas estrangeiras por parte de docentes e discentes e consequente obrigatoriedade de os alunos
estrangeiros assistirem a aulas em português; Área de proveniência do secundário da maioria dos estudantes,
associada às dificuldades sentidas no curso, nas áreas de Economia da Cultura, Gestão Operacional e
Financeira, Financiamento da cultura; Procura reduzida de apoio tutorial; Estudantes com vivências artísticas e
culturais reduzidas. Como resultado das reflexões dos docentes do curso, dos estudantes e dos cooperantes e
no sentido de concretizar de modo mais efetivo os seus objetivos mostra-se necessário um conhecimento
prévio dos contextos profissionais onde decorre a IPP, bem como um trabalho contínuo de articulação
interdisciplinar entre UCs. Desta forma os estudantes poderão ultrapassar mais cedo algumas das dificuldades
que evidenciam presentemente aquando da sua integração nos contextos profissionais e na programação do
FIGAC.
Proposta de melhoria
Pretende-se, no âmbito da presente estrutura curricular, pensar a organização interna de algumas unidades
curriculares, prévias às unidades curriculares de 3º ano, no sentido de permitir a realização de observações, em
contexto profissional, que contribuam para um maior conhecimento desses contextos onde se irão realizar as
intervenções profissionais no 3º ano. Enriquecimento de redes de formação e investigação e possibilidades de
empregabilidade. Incentivo a uma maior envolvência nos sectores das artes e da cultura, como voluntários
(e.g. caso do Estudo Preliminar da Romaria de Nossa Senhora da Agonia, financiado pela Câmara Municipal de
Viana do Castelo) e de observação de espectáculos.
Organização interna e mecanismos de garantia da qualidade.
Debilidades
A reduzida intervenção do coordenador na afetação dos docentes ao curso. A publicação tardia do RIASQE
sendo este um feedback importante para o curso. Baixo reconhecimento do sistema interno de garantia da
qualidade por parte dos estudantes e a sua participação no mesmo. Gestão documental e de sistemas de
acompanhamento de indicadores de desempenho e de recolha de informação pouco eficiente. Ferramentas
de avaliação de desempenho do sistema interno de garantia da qualidade ainda não totalmente adaptados
aos referenciais e critérios propostos pela A3ES.
Proposta de melhoria
1. Sensibilizar o SGGQ para a
importância da apresentação atempada do RIASQE, c/o mais 1 contributo p a
melhoria da qualidade do curso;
2. Melhorar a participação dos estudantes no SGGQ, incluindo aumento da taxa de participação nos inquéritos à
qualidade de ensino;
3.
Integração de docentes do curso nas equipas de auditorias internas ao sistema;
4. Melhorar os
sistemas d informação e comunicação tornando mais eficiente o fluxo de informação/documentos
de suporte ao sistema e monitorização de indicadores de desempenho e tomada de decisão para a melhoria
continua;
5. Implementação de sistema de
workflow que permita a redução do papel nos fluxos documentais e melhorar
integração dos sistemas de informação administrativos entre si;
6. Adaptação
do SGGQ aos princípios, referenciais e critérios propostos pela A3ES (aplicar o Guião de Auto-
avaliação
Recursos materiais e parcerias
Debilidades
Quebra de desenvolvimento das políticas culturais no actual contexto nacional.
Proposta de melhoria
Fortalecimento de parcerias com outras instituições culturais nacionais e internacionais que permitam a
integração de estudantes onde possam implementar diferentes experiências de boas práticas (e.g. Latin
Gallery, Praga).
9.4 Pessoal docente e não docente
Debilidades

O curso conta, entre os docentes que o ministram, com 50% de docentes contratados a tempo parcial.
Essas contratações dificultam a convergência de atitudes a nível de equipa do curso, a articulação
inter e pluridisciplinar e uma maior articulação vertical e horizontal; A maior parte dos docentes está
contratada a tempo parcial, o que implica que não podem estar dedicados exclusivamente ao curso.

Algumas UC’s do curso, pela sua natureza de trabalho próxima dos estudantes, exigem disponibilidade
dos docentes para além das horas atribuídas nos horários.

Para além disso há docentes que apresentam uma dispersão de tarefas entre letivas e não letivas.
Estes aspetos dificultam a gestão dos recursos humanos, particularmente no que se refere à realização
de reuniões de trabalho que estão condicionadas pela disponibilidade de uns e dificultam aos outros a
conclusão da sua formação.

O n.º reduzido de pessoal não docente da ESE penaliza os docentes do curso que respondem a
solicitações várias acrescidas a todas as funções que desempenham.

A dinâmica funcional integrada e integradora, bem como as articulações inter unidades curriculares
estão em fase de profundo estudo, com vista à sua reformulação organizacional e administrativa,
existindo uma clara consciência de fragilidades que as têm vindo a afectar, em consequência da
passagem dos Departamentos a Áreas Científicas e à optimização de recursos humanos que não são
muitas vezes adequados às necessidades do curso.
Proposta de melhoria

Contratação de docentes a tempo integral o que pressupõe um descongelamento na progressão da
carreira, para a abertura de concursos.

Contratação (redistribuição) de pessoal não docente do IPVC de forma a dar uma resposta satisfatória
a todas as solicitações da instituição e do curso em particular.
Estudantes e ambientes de ensino/aprendizagem
Debilidades

O Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural, não é produzido com a autonomia desejável
pelos alunos finalistas da Licenciatura em Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do
Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

A área artística sobre que versa a monografia final de Curso, nem sempre é a primeira escolha do
estudante.

Maior aprofundamento na formação dos estudantes nos modelos de gestão cultural.
Proposta de melhoria

Para a programação e implementação de forma mais autónoma do FIGAC, este projeto foi transferido
para a UC de Seminário de Intervenção I & II, o que permite uma melhor contextualização e
problematização da actividade ao longo dos dois semestres.

Operacionalizar nos programas de algumas UC’s aspetos mais relacionados com a teorias e práticas da
Gestão Cultural.

Participação dos estudantes em órgãos e na coordenação de curso o que constitui uma oportunidade
de auscultação dos estudantes e de monitorização contínua sobre o desenvolvimento do curso;
Envolvimento de alunos em práticas de investigação em muitas das UCs de índole prática e teóricoprática.
Processos
Debilidades

A formação na área de economia da cultura, financiamento da cultura, produção de espectáculos e
comunicação, imagem e som foi considerada deficitária tanto pelos docentes do curso, como pelos
cooperantes, que detetaram debilidades nas implementações que os estudantes fizeram em contexto,
principalmente no que se refere ao uso de tecnologias de luz e som e à área de fundraising. Os
docentes dessas áreas consideram que a carga horária atribuída às suas UCs é reduzida. A formação
prévia nestas áreas obtida nas UCs de 1º e 2º anos foi considerada insuficiente pelos estudantes.

Reduzida autonomia dos estudantes na realização do trabalho de investigação e FIGAC.

O reduzido domínio de competências associadas à adequada gestão da carga de trabalho, à leitura e
escrita científica.
Proposta de melhoria

No sentido de colmatar a deficiente formação dos estudantes na áreas atrás mencionadas, foram
reorganizadas as unidades curriculares, tornando-as mais práticas e interligadas.
Resultados
Debilidades
1. Como o FIGAC necessita de financiamento, mas os estudantes têm dificuldade nesse âmbito e na
obtenção de patrocínios, esta é das questões que tem acarretado problemas na concretização deste
evento.
2. O desenvolvimento de investigação e produção científica associada ao curso realizada pelos docentes é
ainda reduzido, dada a inexistência de horas atribuídas à investigação. Todo o trabalho que apesar destes
constrangimentos ainda é realizado nesta área é concretizado para além de todo o trabalho docente.
Proposta de melhoria
1. Organizar calendário para as diferentes tarefas a realizar e monitorizar.
2. Aumentar tempo atribuído ao acompanhamento do trabalho de investigação. Sugere-se 20 minutos
para cada estudante e por semana.
3. Envolver mais os docentes e estudantes em atividades de investigação com a comunidade.
9. Proposta de ações de melhoria para o CE
Unidades curriculares que deveriam positivamente incorporar uma abordagem artística, em virtude da
natureza do curso em que se enquadram, acabam por tratar matérias que se desligam de um ensino articulado
com matérias relevantes para a aquisição de saber teórico e prático sobre o Sector Cultural e das Artes. Em
virtude desta vicissitude, os discentes deste curso GAC têm vindo a sentir dificuldades em aplicar
conhecimentos adquiridos ao seu campo global de estudos e à sua área científica de interesse, devido à
generalização, e abstracção, em que necessariamente incorre a leccionação de algumas UCs como a Gestão
Operacional e Financeira e Financiamento da Cultura e Práticas de Produção Multimédia I e II ou Tecnologias
das Artes, matérias que devem ser enquadradas dentro das especificidades do sector artístico e cultural. Temse verificado uma redução da multiplicação de conteúdos anteriormente detetada. Esta e outras questões
deveriam ser, por isto, harmonizadas em unidades curriculares comuns, com vista a se atingir uma maior
coerência científica e níveis de aprendizagem mais eficientes, e também mais especializados.
As unidades curriculares que devem ser organizadas em sistema modular, deverão ser a de Gestão Artística e
Cultural e a de Comunicação, Imagem e Som, pois é nestas que os discentes devem adquirir ideias basilares do
seu conhecimento para a prática no Sector das Artes e da Cultura. A Gestão Artística e Cultural I e II (3º e 4º
semestres do curso de Licenciatura) é uma área de conhecimento com suficientes especificidades conceptuais
e práticas estabelecidas para ter - desde o seu aparecimento no universo académico há mais de três décadas
em várias universidades e politécnicos europeus e norte-americanos – autonomizado campos de várias áreas
científicas. Isto acontece, na verdade, por força do crescente peso do Sector Cultural na sociedade, mas
também pelo facto deste sector possuir características, dinâmicas, códigos e problemáticas particulares. Hoje,
a autonomização científica de campos do Direito, da Economia e das Finanças na área de Gestão Artística e
Cultural, é pacificamente aceite (o que é, de resto, manifesto na literatura especializada na área, na estrutura
curricular de cursos de gestão artística e cultural, assim como na formação académica daqueles que leccionam
nos referidos cursos). Consequentemente, mais se verifica que na eventualidade destas Unidades Curriculares
não serem integradas e harmonizadas dentro da unidade curricular de Gestão Artística e Cultural, deverão
continuar a ser leccionadas por docentes com relevante experiência académica e prática na área da Cultura e
das Artes.
Ouvida a Coordenação de Curso, docentes e discentes, verifica-se a necessidade de proceder a uma
reestruturação do curso, que beneficie o sucesso escolar, a confiança na mobilidade e uma maior
probabilidade de inserção na vida ativa, a partir da maior ligação das UCs à vida prática e da inclusão das
seguintes unidades curriculares:
1. Inglês Técnico;
2. Introdução à Gestão;
3. Turismo Cultural.
Pontualmente quase todos os docentes fizeram pequenas alterações nos conteúdos programáticos das UC's,
como foi o caso das UCs de PPM 1 e PPM 2, onde a regente responsável, Mestre Patrícia Vieira alega ter feito
em 2013/2014 uma reformulação/reestruturação em termos de terminologia para que os conteúdos fossem
mais explícitos, tendo os estudantes trabalhado em grupo spots de divulgação para o Fórum Internacional de
Gestão Artística e Cultural 2014 (FIGAC’14), a título curricular e para envolver os alunos no tema do evento. Em
2014-2015 manteve o programa de ambas as UCs.
A questão de falta de assiduidade nalgumas UCs tem vindo a ser compensada com apoio tutorial e outras
estratégias, como é o caso do regente da UC de Gestão Operacional e Financeira, JE, que disse:” criarei este
ano uma espécie de roadmap que possa apoiar alunos nestas circunstâncias. Assim, pedia-lhe o favor de
acrescentar: - Reforço do material de apoio às aulas, nas vertentes expositiva e prática".
Constata-se a necessidade de fortalecer um programa tutorial a implementar ao longo do curso, de carater
obrigatório, especificando para cada ano as competências a desenvolver nos estudantes. Esta necessidade foi
identificada em reunião de docentes e encontra-se em elaboração um programa que contemple as seguintes
áreas de competência: competências ligadas ao estudo (1° ano); competências empreendedoras (2° ano);
competências ligadas à escrita científica (3° ano).
Tempo de implementação da Medida: de seis meses a um ano.
Uma última palavra sobre algumas disciplinas de carácter opcional ou obrigatório, assim como sobre outras de
carácter mais artístico, que surgem de forma independente na estrutura do curso: O enquadramento
segmentado, em disciplinas próprias, de opcionais tais como agenciamento, assim como de disciplinas como
produção de espectáculos, práticas das artes performativas ou práticas de produção multimédia obriga-nos a
rever essa fragmentação e a propor a sua inclusão na Unidade Curricular de Gestão Cultural, que passaria a
intitular-se de Programação e Produção Artística e Cultural I, II e III, assim como a de Comunicação Imagem e
Som passaria de 1 para três semestres, aumentando em ambas o nº de horas em cada semestre. Todas estas
unidades curriculares estão conceptual e tecnicamente em plena ligação à área de Gestão Cultural,
trabalhando os seus conceitos e problemáticas, partindo das mesmas premissas teóricas. Em suma, as
unidades curriculares referidas são campos que fazem, ou devem fazer, intrinsecamente parte da Gestão
Cultural.
Em virtude das circunstâncias aqui explanadas, as unidades curriculares de Gestão Cultural I e II (3º e 4º
semestres da Licenciatura) acabam por sofrer de um notório esvaziamento de conteúdos, cuja fragmentação
poderá conduzir a incoerências técnicas e a processos de aprendizagem espartilhados e fragilizados. A
sistematização prática destes conteúdos, acompanhada por pontuais aprofundamentos teóricos, deverá, por
isso, acontecer não em módulos independentes que se sobrepõem aos conteúdos de Gestão Cultural, mas sim
em UCs que possibilitem aos estudantes estruturar projectos culturais.
O Projeto FIGAC, tradicionalmente criado no âmbito da Iniciação à Prática Profissional I e II, passou para a UC de
Seminário de Intervenção: Design de projectos, sendo esperado que os estudantes integrem conceptualmente
conceitos de Gestão Cultural com aplicabilidade a diferentes áreas, trabalhando formas de programação,
produção, comunicação, financiamento, e técnicas de orçamentação e empreendedorismo, no contexto de
paisagens sócio -culturais e tecnológicas reais e renovadas.
O trabalho participado com docentes, estudantes, ex-estudantes e representantes de instituições parceiras,
tem vindo a ser elaborado para melhor definir um perfil de saída detalhado do Licenciado em Gestão Artística e
Cultural. Essa análise envolverá alterações que implicarão autorização da A3ES, devendo ser propostas até 30 de
Setembro de 2015. Pequenas alterações irão ser propostas agora no mês de Dezembro.
10. Acompanhamento de acções de melhoria apresentadas no Rel. Curso 12/13
No que concerne às sugestões de melhoria apresentadas pelos docentes no relatório anterior, salientam-se as
seguintes:

nas UCs de Práticas de Produção Multimédia I e II foi realçada a importância de dotar o curso de mais
recursos técnicos de captação de imagem, como máquinas de filmar e de fotografar; nas UCs de
Comunicação Imagem e Som, História da Música e Arte, Educação e Desenvolvimento foi sublinhada a
importância de aumentar os incentivos aos estudantes para se tornarem consumidores críticos dos
diversos produtos artísticos e culturais; na UC de Seminário de Investigação I foi sugerida a ligação
mais intensa com a UC de Metodologia de Investigação; nas UCs de Iniciação à Prática Profissional I e II
foi realçada a importância de aprofundar a relação com as UCs do 2º ano; nas UCs de Seminário de
Intervenção I e II foi proposta a interligação com as UCs de Iniciação à Prática Profissional; e a docente
da UC de Financiamento para a Cultura a docente sugeriu a transformação da UC numa UC
anual.Submetendo a estrutura do Curso de Licenciatura em Gestão Artística e Cultural a detalhado
escrutínio, torna-se clara a figuração estanque e segmentada de determinadas áreas do saber.
Futuras Acções

Proceder a um levantamento de dados e a uma análise partilhada com docentes e com estudantes e
analisar a eventualidade de revisão do plano de estudos do curso e dos programas das UCs.

Disponibilizar informação sobre o tipo e a quantidade de trabalho que se espera que os estudantes
desenvolvam nas UCs
Análise Conclusiva

Verificamos que para uma manutenção do número de vagas, nos últimos 5 anos letivos (2009/10 a
2013/14) o número de candidatos teve um aumento de 113%, constituindo-se em mais do dobro de
candidatos a preferir o curso.

No entanto verifica-se um decréscimo de candidatos em primeira opção, que em percentagem, foi
sempre inferior a 18%, exceto em 2009/10 que foi de 48%.

Este facto levou a que entrassem todos os candidatos em primeira opção, não tendo chegado os
candidatos em opções seguintes para preencher o número de vagas existente.

Assim a taxa de colocação foi de 77% em 2009/10; de 57% em 2010/11; de 33% em 2011/12; de 100%
em 2012/13 e de 100% em 2013/14. O aumento esta taxa a partir de 2012/13, pode dever-se ao facto
de o curso passar de pós laboral a diurno, aumentando assim a procura.

As notas médias de entrada, a partir da informação disponível, mantêm-se muito semelhantes, no
intervalo dos 12 - 13 valores.

Quanto ao ano de 2014/15, mantêm a tendência dos anos, como curso diurno, tendo a registar a
manutenção do número de vagas, a manutenção
do número de candidatos, a subida do número
de candidatos em 1ª opção (passou para 50%, sendo a maior dos anos anteriores analisados) e a
manutenção de taxas de colocados e de colocados em 1ª opção.

Como análise final da situação das colocações no presente ano letivo e tendo em conta os pontos
anteriores, podemos referir que o curso mantém um interesse dos alunos em o frequentar, mas com
uma atratividade de recurso, como podemos concluir da fraca taxa de entrados em 1ª opção,
quebrada ligeiramente no presente ano.
Coordenação de Curso de GAC
09/Janeiro 2014
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Relatório Anual 2013/14