RELATÓRIO ANUAL DE CURSO 13/14 Gestão Artística e Cultural Escola Superior de Educação A.1. Publicação de Plano de Estudos Publicação do plano de Estudos em DR: Portaria n.º 1412/2007 de 29 de Outubro -Área científica predominante (Maior número de ECTS alocado): Artes e Humanidades -Área fundamental (de acordo com a Portaria nº 256/2005 de 16 de Março): CAE345/341/347P – Artes -Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: 180 -Duração do ciclo de estudos (art.º 3 DL-74/2006): 3 anos -Número de vagas aprovado nos 4 últimos anos letivos: Nº de Vagas/ano 2011/2012 Nº de vagas 2012/2013 30 2013/2014 30 2014/2015 30 30 -Condições especificas de ingresso: Uma das seguintes disciplinas: Português, História, História da Cultura e das Artes - Regime de funcionamento : Diurno - Docente Responsável pela Coordenação: Doutora Anabela Moura A.2. Estágios e Períodos de Formação em Serviço Instituição acolhedora Local n.º de Estágios Centro Cultural Vila Flor C. M. Guimarães (2011/2015) 5 Centro Cultural de Paredes de Coura Paredes de Coura (2010/2011) 1 Centro Cultural do Alto Minho Viana do Castelo(2010/2011) 1 Centro Cultural de São Paulo Brasil (2011/2012) 1 Centro Cultural São Mamede Guimarães (2014/2015) 1 Associação Y’Arte Oficina Cultural do IPVC IPVC- Gabinete de Comunicação Viana do Castelo (2013/2014) Viana do Castelo (2010/2011) (2011/2012) Viana do Castelo (2009/2010) Imagem e Som Casa das Artes Casa da Juventude de Barcelos Arcos de Valdevez (2010/2011) Barcelos (2011/2012) 3 4 1 1 1 ACEP Meadela, Viana do Castelo(2010/2011) 1 Museu Alberto Sampaio Guimarães (2010/2011) 1 Museu da Quinta das Cruzes Ponte de Lima (2009/2010) 1 Museu da Marioneta Viana do Castelo(2010/2011) 1 Museu Municipal de Esposende Esposende (2011/2012) 2 Museu Nogueira da Silva Braga (2011/2012) 1 Porto (2010/2011) Fundação de Serralves (2011/2012) 6 (2012/2013) Vila Nova de Cerveira Fundação da Bienal de Arte Contemporânea (2011/2012) (2012/2013) 5 (2013/2014) (2014/2015) Fundação INATEL DRCN Viana do Castelo (2009/2010) Viana do Castelo(2010/2011) (Citânia de Santa Luzia) 1 1 Vila Nova de Casa das Artes de Famalicão Famalicão(2010/2011) 4 (2014/2015) Casa da Juventude de Barcelos C. M. Barcelos(2011/2012) 1 Viana do Castelo Câmara Municipal de Viana do Castelo (2009/2010) (2010/2011) 7 (2011/2012) (2014/2015) Esposende Câmara Municipal de Esposende (2009/2010) 3 (2011/2012) Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira Câmara Municipal de Guimarães Vila Nova de Cerveira (2010/2011; 2011/2012; 4 2014/2015) Guimarães (2010/2011) 4 Ponte de Lima Câmara Municipal de Ponte de Lima (2009/2010) (2010/2011) (2014/2015) 6 Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Câmara Municipal de Vila do Conde Câmara Municipal da Póvoa do Vila Nova de Famalicão (2009/2010) (2009/2010) (2009/2010) Varzim Caminha (2010/2011) Câmara Municipal de Caminha (2011/2012) 1 1 1 3 Paredes de Coura Câmara Municipal de Paredes de (2010/2011) Coura (2011/2012) Câmara Municipal de Arcos de (2010/2011) Valdevez 3 1 Barcelos Câmara Municipal de Barcelos (2009/2010) (2011/2012) Câmara Municipal de Amares Câmara Municipal de Braga Casa da Juventude de Esposende 2 Amares (2009/2010) 1 Braga (2010/2011) 2 Esposende (2009/2010) Teatro Diogo Bernardes Ponte de Lima (2010/2011) Grupo de Estudos Históricos de Vale Vale do Neiva do Neiva (2009/2010) 1 2 1 Paredes de Coura RITMOS, Agenciamento e Produção (2010/2011) de Artistas e Espectáculos, Lda. (2013/2014) 3 (2014/2015) Vila Praia de Âncora ÂNCOREVENTOS (2013/2014) 1 Vila Praia de Âncora (2009-2010) Academia de Música Fernandes Fão (2010/2011) 6 (2011/2012) (2013/14) Fundação Átrio da Música Curso de Música Silva Monteiro Viana do Castelo (2011/2012) Porto (2010/2011) 1 1 Escola Profissional de Música de Viana do Castelo (2010/2011) Viana do Castelo Positiva Eventos Ovar (2011/2012) Centro de Atividades Ocupacionais Póvoa do Varzim (2011/2012) MAPADI C.M. Viana do Castelo VIANA FESTAS (2011/2012) 1 1 1 5 Associação Ao Norte Viana do Castelo (2014/2015) 2 Associação Efeito Borboleta Guimarães (2009/2010) 1 Associação Empresarial de Viana do Viana do Castelo (2009/2010) Castelo Empresa Dínamo 10 Lda. Viana do Castelo (2012/2013) Arte Total Coliseu do Porto Cine Teatro Constantino Nery Companhia Instável Braga (2014/2015) Porto (2009/2010) Matosinhos (2009/2010) Porto (2014/2015) SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E Darque RECREIO DARQUENSE (2014/2015) AISCA – Associação de Intervenção Social, Cultural e Artística APPACDM 1 2 2 1 1 1 3 Viana do Castelo (2011/2012) 10 (2013/2015) Viana do Castelo (2012/2013) 1 Viana do Castelo MAO- Marionetas Actores & Objetos (2009/2010) 2 (2010/2011) Total (n.º instituições) Total (n.º estagiários) 134 1. Autoavaliação do Ciclo de Estudos 1.1. Objetivos gerais definidos para o CE Os objetivos do curso situam-se a dois níveis - ligados a um perfil profissional do Licenciado e ligados à formação de 1° ciclo necessária ao prosseguimento de estudos no 2º ciclo de estudos, considerando-se de forma clara e em simultâneo os seguintes níveis de objectivos: a) perfil profissional do licenciado; b) articulação equilibrada da formação com os mestrados. Os objectivos contemplam a formação de gestores culturais capazes de: Aproximar as Artes e a Cultura do mais largo e diversificado leque de públicos; Assegurar a integração da cultura enquanto elemento estratégico na cooperação bilateral, regional e internacional para o desenvolvimento, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento sustentável e promovendo a sua proteção; Estimular, difundir e preservar a cultura, através de eventos e apresentação de produtos artísticos e culturais, efetuando uma gestão adequada dos recursos humanos e financeiros e fortalecendo parcerias com a sociedade civil, as organizações não governamentais e o sector privado, tornando os seus estudantes aptos para prosseguir estudos ao nível do 2° ciclo de formação (mestrado), através dos quais podem fortalecer competências comunicativas, organizacionais, jurídicas e financeiras, necessárias à programação e dinamização de projetos em contextos diversos e de programas da União Europeia relativos à política regional, aos fundos estruturais e à cooperação descentralizada. O terceiro objectivo foi ampliado, para dar visibilidade à importância da continuidade de uma formação para um 2° ciclo de estudos (mestrado). 1.2 Inserção do CE na estratégia institucional de oferta formativa face à missão da instituição. O IPVC é uma instituição pública de ensino superior que produz, difunde e transfere conhecimento e cultura, promove a formação integral dos cidadãos e a aprendizagem ao longo da vida, numa atitude de permanente inovação, qualidade e espírito empreendedor, centrado no desenvolvimento regional, do país e na internacionalização, em convergência com o espaço europeu do ES. Valoriza e promove a liberdade, a responsabilidade e a cidadania, o espírito crítico e de pertença, a solidariedade, a inclusão, a cooperação e a multiculturalidade. Identifica, em cada momento, as partes interessadas– agentes científicos, culturais, sociais e económicos, da região, do país ou estrangeiros– e com elas promove as parcerias consideradas necessárias para uma ação eficaz e de sucesso. A criação de sinergias pela ação concertada das comunidades interna (alunos, funcionários e professores) e externa, em particular, autarquias, serviços educativos de museus e bibliotecas, e outros contextos culturais diversos, tais como fundações, escolas, teatros, associações e empresas, constituirão a atitude-marca da instituição e do curso de Licenciatura em Gestão Artística e Cultural. Dispõe de uma oferta formativa que assegura a formação integral das pessoas, fomentadora do sucesso, da auto aprendizagem e da capacidade de empreender. Usa métodos e processos de ensino/aprendizagem inovadores, atrativos, suportados em novas tecnologias e um ambiente académico estimulante. Desenvolve os seus processos formativos com grande proximidade ao tecido social e económico visando a aproximação dos estudantes ao seu papel social futuro e à realidade do mundo empresarial e do trabalho. A ESE-IPVC é uma escola integrada no IPVC, em funcionamento desde 1984, que tem como missão formar profissionais qualificados nos domínios da Educação, das Artes, do Social e da Cultura, bem como produzir investigação associada aos ciclos de estudo e contribuir para a inovação educacional, artística e cultural da região em que se insere. Desde a sua criação tem tido como principal área de atuação a formação de professores, educadores e outros agentes educativos, ao nível da formação inicial, formação pós-graduada, formação contínua e em serviço e formação complementar, pelo que a maioria dos seus docentes está alocada à área científica de Educação e às de Artes Design e Humanidades e Ciências Sociais, transversais ao IPVC, onde se insere o grupo disciplinar de Artes, Design e Humanidades. Destaca-se a sua colaboração nos projectos internacionais de formação para a cidadania através das artes e tecnologias digitais e da formação a nível de 1º e 2º ciclos de estudo, envolvendo estudantes nacionais, internacionais e especificamente com países lusófonos. Tem desenvolvido investigação na área das artes, design e humanidades e das ciências sociais em projetos financiados e com parcerias interinstitucionais, cujos resultados têm sido divulgados em publicações e encontros científicos. 1.3. Meios de divulgação dos objetivos aos docentes e aos estudantes envolvidos no CE A apresentação do Ciclo de Estudos (CE), seus objetivos, duração, perfil e saídas profissionais, assim como plano curricular e condições de acesso estão explicitamente descritos no portal do IPVC (www.ipvc.pt), na ligação associada ao mesmo. No início de cada ano letivo são dinamizadas reuniões com os docentes e estudantes envolvidos no CE para a divulgação dos objetivos gerais e funcionamento. Na primeira aula de cada UC é efetuada a apresentação dos objetivos específicos dessa UC, programa e metodologias de avaliação. Esta informação também é disponibilizada através da plataforma de e-learning do IPVC (http://elearning.ipvc.pt). A divulgação dos objectivos da Licenciatura de GAC é realizada de diversas formas, permitindo assim dar a conhecer este Ciclo de Estudos e o seu ensino ministrado. Essas formas assumem formatos diversos, destacando-se aqui as seguintes: Utilização Portal do IPVC; Newsletters e redes sociais para a divulgação de informação sobre o CE, especificamente os eventos (seminários, conferências, exposições) promovidos anualmente pela Comissão de Curso, com a colaboração dos estudantes e de outras instituições culturais e educativas, locais, regionais, nacionais e internacionais; organização/participação em feiras e mostras de divulgação e comunicação através da imprensa regional e nacional (consultar programa memória IPVC); Publicação da Revista “Diálogos com a Arte”, http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte onde se divulgam artigos e investigações realizadas pelos docentes e estudantes de pós graduação nacionais e internacionais, e projectos de investigação a decorrer em colaboração com diversos países europeus; Colaboração sistemática com investigadores de instituições com protocolo de colaboração com o IPVC e especificamente este ciclo de estudos – caso da Universidade de De Montfort em Leicester e Roehampton University, Londres; Charles University, e Anglo-American University em Praga; e Escolas de Artes de Belo Horizonte da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil; Publicações sistemáticas, prática artística e colaboração com equipas nacionais e internacionais em projectos diversificados de investigação. Perante a forma como é efetuada a divulgação do ciclo de estudos e o ensino ministrado, a coordenação de curso considera adequados os métodos de comunicação usados pelo IPVC para o ciclo de estudos. 2. Organização Interna e Mecanismos de Garantia da Qualidade 2.1. Organização Interna 2.1.1. Estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudo A aprovação da criação ou restruturação de Ciclos de Estudos (CE) é da competência do Presidente, com parecer da Direção da UO, Conselho Pedagógico (CP), área Cientifica (AC) e do Conselho Técnico-Científico (CTC) e de entidades externas (conforme aplicável).O Coordenador de Curso (CC),em colaboração com a Comissão de Curso, elabora o relatório anual do CE, que é apreciado pela Direção e pelo CP da Escola. Este relatório pode conter propostas de alteração ou ações de melhoria do CE, sujeitas a aprovação pelos órgãos competentes. O CC articula com os responsáveis das UCs a atualização dos programas, que são aprovados pelo CTC, e garante a sua concretização. Anualmente, os CC identificam as necessidades de serviço docente do curso. Com base nessa informação, as AC, através dos seus grupos disciplinares, propõem contratação, renovação de contratos e distribuição de serviço docente aos diretores das UO’s que enviam à respetiva comissão técnico-científica para aprovação em CTC e homologação pela Presidência. 2.1.2. Participação ativa de docentes e estudantes A participação dos docentes é assegurada pela sua intervenção no Conselho Geral, CTC, AC, CP, Coordenações de Curso, Comissões de Curso e de Auto-Avaliação. Além disso, essa participação é ainda promovida em reuniões periódicas de docentes, participação em inquéritos de avaliação do funcionamento do IPVC, intervenção em processos pedagógicos e académicos chave como a preparação de materiais pedagógicos, análise de pedidos de creditação de competências, júris de provas, acompanhamento de estágios, etc. A participação dos estudantes é assegurada através da sua representação no Conselho Geral, CP, Comissão de Curso e de Auto-Avaliação, intervenção das Associações e Federação de Estudantes, Inquéritos de avaliação da Qualidade de Ensino, das Bibliotecas e dos Serviços de Acão Social. %participação 11/12 IASQE 12/13 13/14 1ºS 21,6% 41,5% 38,1%/65,3% 2ºS 2,2% 27,2% 6% 2.2. Garantia da Qualidade 2.2.1. Estruturas e Mecanismos de garantia da qualidade para o CE O IPVC tem implementado um Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade (SGGQ), certificado desde 2009, no âmbito da ISO 9001 por entidade acreditada pelo IPAC e certificado pela A3ES desde janeiro de 2013. O sistema está organizado em processos e orientado para a melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem e atividades de IDI, de gestão e de suporte. O SGGQ, coordenado pelo Gabinete de Avaliação e Qualidade (GAQ), gera informação para definir medidas de melhoria contínua dos ciclos de estudos e procura o comprometimento de todos os atores neste processo. O GAQ apoia as Coordenações de Curso nos mecanismos de Garantia da Qualidade, em cooperação com órgãos e serviços que intervém nas atividades administrativas, científicas e pedagógicas. Anualmente, é implementado um Programa de Auditorias, permitindo definir causas de ocorrências e ações corretivas. São elaborados Relatórios das UC’s e de Curso que permitem, juntamente com os Relatórios das auditorias, Relatórios de auscultação às partes interessadas e com os resultados dos indicadores de desempenho dos processos relacionados com o ensino e aprendizagem, efetuar uma análise do grau de cumprimento dos objetivos e definir ações de melhoria para o ciclo de estudo. 2.2.2. Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do CE O GAQ tem implementado procedimentos de auscultação para avaliar o grau de satisfação das partes interessadas incluindo a realização de inquéritos e monitorização de sugestões e reclamações e estudos de follow-up, feitos a antigos estudantes, parceiros e instituições empregadoras. Destaca-se o inquérito de avaliação da satisfação da qualidade de Ensino elaborado semestralmente aos estudantes, que inclui uma componente de avaliação da escola, dos docentes e das UC’s, ECTS e do CE no seu todo. É continuamente monitorizada informação relativa a candidaturas e colocações, caracterização dos estudantes, sucesso, abandono e empregabilidade para o CE, que juntamente com os relatórios resultantes das auditorias internas e dos processos de auscultação e avaliação da satisfação, são usados para a avaliação periódica do CE e reportados no Relatório anual de Curso. Com base nos resultados, são definidas ações de melhoria. 2.2.3. Discussão e utilização dos resultados das avaliações O envolvimento de estudantes de 1º Ciclo de Estudo de Licenciaturas de Gestão Artística e Cultural e Turismo em projectos de investigação individuais e com docentes facilitando o desenvolvimento de competências da sua futura actividade empresarial, com dinamismo e capacidade competitiva, tornando - os profissionais mais aptos a gerarem desenvolvimento sustentável, com vista à eficiência económica e participação cívica. Os projectos permitem ainda uma abordagem profissional e adaptada às necessidades dos estudantes, com fortes ligações a profissionais nacionais e internacionais. Os dados recolhidos das diversas fontes têm permitido a construção de uma base de dados que será posteriormente analisada, utilizando o software SPSS. No âmbito destes projetos tem-se procurado recolher informação num conjunto alargado de áreas de investigação. Entre os objetos de estudo destacam-se questões relativas ao sector público – a cidade e as autoridades públicas regionais incluindo questões de apoio financeiro e de sustentabilidade de longo prazo e outras questões analisadas com maior detalhe tais como: licenciamentos, práticas de saúde e segurança e impacto ambiental; os parceiros dos sectores público e privado, as suas motivações, a sua avaliação dos benefícios para os próprios e outras perspectivas no desenvolvimento e sustentabilidade de longo prazo. Os relatórios de Inquéritos (bibliotecas, qualidade de ensino,…) e Relatórios de Curso são analisados em CP e são divulgados à comunidade através do portal do IPVC. Poderão também ser analisados em reuniões de docentes e de estudantes do CE. As ações de melhoria propostas são submetidas à Direção da Escola, coordenadas com a AC/GD e no caso de envolverem modificações ao plano de estudos, também ao CTC. As ações são planeadas entre a Coordenação de Curso e a Direção, definidos responsáveis e prazos de implementação. O acompanhamento e a análise da eficácia das ações implementadas para a melhoria do CE é da responsabilidade do CC que reporta à Direção e regista no relatório de Curso seguinte. O seguimento das ocorrências detetadas em auditorias, acompanhamento de sugestões e reclamações e avaliação da eficácia das ações corretivas é da responsabilidade do GAQ, que também monitoriza os indicadores desempenho dos processos e dos objetivos gerais da Qualidade do SGGQ, definidos anualmente, e reporta nos Balanços da Qualidade para Revisão do Sistema. Desenvolvimento das Jornadas Pedagógicas da ESE-IPVC As Jornadas Pedagógicas no mês de Junho permitiram uma reflexão sobre a formação nos cursos de Gestão Artística e Cultural. Foram realizadas no dia 13 de Junho, debatendo-se o olhar dos docentes e discentes. Foram abordado os seguintes aspectos: - a organização do curso (carga horária, interligação entre UC, docentes) - interligação entre Licenciatura e Mestrado: - modelo de Estágio - supervisores e locais de estágio - constrangimentos, fragilidades, oportunidades de melhoria de cada curso Aspetos abordados pelos estudantes de licenciatura: - organização do curso - constrangimentos, fragilidades, oportunidades de melhoria do curso Aspetos abordados pelos diplomados que fizeram todo o percurso na ESE: - mais valia desta formação para o seu desenvolvimento profissional - sugestões de melhoria do funcionamento do(s) curso(s). 2.2.4. Outras vias de avaliação/acreditação O SGGQ do IPVC está certificado pela Norma Internacional ISO 9001, desde Janeiro de 2009 e obteve em Janeiro de 2013 a certificação do SGGQ pela A3ES . 3. Recursos Materiais e Parcerias 3.1 Recursos Materiais 3.1.1 Instalações Físicas (em 13/14) Recursos Materiais –Áreas Disponíveis / reformuladas Tipo de Espaço Área (m2) Os espaços são diversificados e cumprem as necessidades do Curso. 3.1.2 Recursos Materiais – Equipamentos (novos em 13/14) Recursos Materiais – Novos Equipamentos e materiais em 2013/14 Equipamento e material Número No que concerne às sugestões de melhoria apresentadas pelos docentes no relatório anterior, constata – se que, apesar de ter sido realçada a importância de dotar o curso de mais recursos técnicos de captação de som e imagem, como máquinas de filmar e fotografar e gravadores de som, nada disso foi adquirido. 3.1.3 Recursos financeiros Anualmente são adquiridos novos recursos bibliográficos a fim de se proporcionarem o necessário suporte às diversas unidades curriculares. 3.2. Parcerias 3.2.1 Parcerias internacionais O IPVC tem definido os procedimentos, para a cooperação em projectos I&D, com apoio da OTIC, cooperação em mobilidade, com coordenação pelo GMCI, Coordenação de Curso e Coordenadora ERASMUS, para cooperação em projetos de investigação, coordenados, neste caso específico pela coordenadora da licenciatura de GAC, nos projectos “Images & Identity” (http://www.image-identity.eu/-142345 LLP – 1-2008-1UK-COMENIUS-CMP), “Creative Connections” (http://creativeconnexions.eu/pt/ – 2011-5033/001-001), em parceria com cinco instituições Europeias, de Ensino Superior; “Estudo Preliminar das Festas de Nossa Senhora da Agonia”, em parceria com a De Montfort University Leicester, financiado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo; “Diálogos com a Arte”- Revista de Arte e Cultura, actualmente online, já vai na 4ª edição e conta com a colaboração de investigadores de Taiwan, Macau, Áustria, Malta, Brasil, Inglaterra, República Checa, Portugal. http://www.imperiodolivro.com.br/revista-dialogos-com-a-arte-n%C2%BA2/ http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte Destaca-se o Fórum Internacional de Gestão Artística, realizado anualmente desde 2010, da responsabilidade dos estudantes de 3º ano (http://www.ipvc.pt/figac-2014-agenda), assim como os Encontros Internacionais de Arte – em 2014 foram realizados 2, em Maio e em Novembro, http://www.ipvc.pt/9-encontro-artes http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/ese/ese_projectos/ese_projetos_creative_connections http://portal.cm-viana-castelo.pt/pt/agenda-cultural/conferencia-final-do-projeto-internacional-creativeconnections , que contaram com a presença de investigadores de Portugal, Espanha, Inglaterra, Irlanda, República Checa, Alemanha, Áustria, Finlândia, Angola e China. A identificação de oportunidades para estabelecimento de parcerias para Mobilidade, I&D e Cooperação tem sido desencadeada pelos órgãos dirigentes do IPVC e das UO’s, pela Coordenadora de Curso de GAC do IPVC. Os contactos iniciais são realizados pelos preponentes ou pelo GMCI, que dará conhecimento desta intenção à Presidência do IPVC. O estabelecimento de parcerias para mobilidade tem sido realizado com base em acordos bilaterais entre instituições europeias detentoras da Carta Universitária Erasmus (EUC) ou através de acordos com Consórcios de Países Terceiros e/ou do Espaço Europeu. Desde o início do funcionamento deste curso, existem parcerias protocoladas (para actividades pedagógicas, incluindo estágios; colaborações em leccionação de aulas/seminários; organização conjunta de eventos técnico-cientificos), com diversas instituições, artistas e investigadores, destacando-se alguns exemplos: Universidade do Minho, Braga, Portugal; Universidade de Roehampton, Londres; Universidade de De Montfort, Leicester, Inglaterra; Anglo-American University e Charles University, Praga, República Checa; Goerlitz University, Alemanha; Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil. 3.2.2. Parcerias nacionais Ver ponto 2.2.1.2. Locais de estágio e/ou formação em serviço. Como exemplos destas práticas temos a participação dos alunos em estágios nas instituições; no apoio a projetos desenhados e implementados pelas instituições parceiras (Fig. 1), aplicando as competências adquiridas, nomeadamente na programação, produção e gestão operacional das atividades. Figs 1 Cartaz de divulgação de actividades no âmbito da opção Oficina de Projetos Transdisciplinares, GAC,2014. Como exemplos podemos apresentar a dinamização sociocultural de equipamentos como o CMIA (em sede de FIGAC), o relançamento da AISCA, a animação do Museu de Viana do Castelo, etc. Destacamos a actividade nas instituições com forte dinâmica artística, tais como a Academia de Música Fernandes Fão, Polos de Vila Praia de Âncora, Ponte de Lima, Caminha, Valença e Melgaço; AÍSCA; APPACDM; Centro Cultural Vila Flor; Dínamo; Câmara Municipal de Viana do Castelo; Câmara Municipal de Caminha; Câmara Municipal de Esposende; Câmara Municipal de Paredes de Coura; Câmara Municipal de Ponte de Lima; Centro Vila Flor, Guimarães; Fundação Serralves; F u n d a ç ã o B i e n a l d e Vila Nova de Cerveira; Associação RITMOS-Festival de Paredes de Coura; TalkFest Music Festival; Direção Geral das Artes; Canal 180. Paralelamente são feitas ligações via skype, que permitem aproximar os estudantes de pessoas ligadas ao sector artístico. No dia 9 de maio de 2014, foi feito por Joana Faria, o seguinte registo na plataforma do IPVC, relativo à sessão skype call com João Costa Espinho: “João Costa Espinho falou por skype com os alunos de GAC na sessão da Unidade Curricular de Produção de Espetáculos. Uma chamada Directamente do museu Palais de Tokyo em Paris, onde a cultura vibrante do envolvente se fazia sentir. João expôs o seu percurso na dança e coreografia aos alunos e demonstrou-se bastante disponível na resposta a todas as perguntas que lhe foram colocadas. Esta exposição nua e crua do trabalho e realidade do João permitiu aos alunos uma percepção de um caminho trilhado individualmente e com grande reconhecimento mundial. Obrigada João Costa Espinho pelo teu contributo para os alunos da licenciatura em GAC”. 3.2.3. Colaborações intrainstitucionais com outros ciclos de estudos As Conferências Internacionais de Arte, a Revista “Diálogos com a Arte”, a produção científica colaborativa (grupos de docentes e discentes de GAC – Fig. 2) e os projectos mencionados no ponto 3.2.1., tais como “Estudo Preliminar das Festas de Nossa Senhora da Agonia”, em parceria com a De Montfort University Leicester, financiado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, têm contado não só com a colaboração de investigadores de diversos países e de instituições Portuguesas, como também com a colaboração de investigadores de outras escolas do IPVC e de outras áreas científicas. Fig.2 Envelhecimento Criativo, publicação editada no FIGAC’11, fotografia@alain barbosa 4. Pessoal Docente e Não Docente 4.1 Pessoal Docente 4.1.1 Distribuição de Serviço Docente e Docente Grau Académico Categoria Área Científica Regime de Tempo (%) UC Lecionadas no Curso Comunicação, Imagem e Som Práticas das Artes Performativas Práticas de Produção Multimédia II Alexandre Costa Licenciado Assistente Convidado Artes, Design e Humanidades 50 Iniciação à Prática Profissional I Seminário de Intervenção I: Design de Projectos Iniciação à Prática Profissional II Opção Agenciamento Métodos e Técnicas de Investigação Anabela da Silva Moura Correia Doutor António Jácomo Doutor António Jorge Simões Dantas Doutor António Pedro Queirós Pereira Doutor Carla da Assunção da Silva Magalhães Professor Adjunto Artes, Design e Humanidades 100 Artes, Design e Humanidades 20 Iniciação à Prática Profissional I Iniciação à Prática Profissional II Professor adjunto convidado Professor Adjunto Professor Adjunto Artes, Design e Humanidades Educação e Ciências Sociais Mestre Assistente Convidado Artes, Design e Humanidades Carlos Alberto dos Santos Almeida Doutor Professor Adjunto convidado Artes, Design e Humanidades 100 Francisco Manuel de Almeida Trabulo Mestre Professor Adjunto Artes, Design e Humanidades 100 Henrique Fernandes Rodrigues Doutor Professor Adjunto Educação e Ciências Sociais 100 João Miguel Ferreira Moura Alves Doutor Professor Adjunto Convidado Ciências da Saúde Joaquim José Peres Escaleira Doutor Joana Margarida Fins Faria Mestre Jorge Fernando Ferreira dos Licenciado Professor Coordenador Assistente Convidado Assistente Ciências Económicas e Empresariais Artes, Design e Humanidades Artes, Design e 100 100 Seminário de intervenção II: Execução e avaliação de projetos Opção Empreendedorismo Ética Profissional Práticas das Artes Performativas 50 Financiamento para a Cultura História da Música Comunicação, Imagem e Som Arte, Educação e Desenvolvimento Práticas das Artes Visuais História Moderna e Contemporânea I História Moderna e Contemporânea II Arte, Ciência e Tecnologia 60 Seminário de Investigação I Seminário de Investigação II 100 20 50 Economia e Políticas da Cultura Gestão Cultural II Produção de espetáculos Tecnologia Aplicada às Artes Santos Convidado Humanidades Comunicação, Imagem e Som Opção Serviços Educativos nos Museus Residências Artísticas Tecnologia de Luz e Som José Manuel de Almeida e Melo de Carvalho Doutor Professor Adjunto Educação e Ciências Sociais 100 Luís Alberto de Seixas Mourão Doutor Professor Coordenador Artes, Design e Humanidades 100 Manuela Benvinda Vieira Gomes Cachadinha Mestre Educação e Ciências Sociais 100 Maria Antonieta Lopes Vilão Vaz de Morais Doutor Artes, Design e Humanidades 100 Maria Augusta Cadilha Xavier Gonçalves Manso Mestre Professor Adjunto Equiparada a assistente 1º triénio Professor Adjunto Educação e Ciências Sociais 100 Métodos e Técnicas de Investigação História das Artes do Palco Aspetos Contemporâneos da Cultura Sociologia e Antropologia da Cultura História das Artes Visuais Processos Cognitivos Básicos Gestão Cultural I Gestão Cultural II Manuel Gama Doutor Assistente convidado Artes, Design e Humanidades Produção de Espectáculos 30 Atelier de Eventos Culturais Iniciação à Prática Profissional I e II Patrícia Alexandra Pinheiro de Castro Vieira Mestre Tiago Alexandre Cardoso Alves Trancoso Licenciado Rui Manuel Gonçalves Licenciado Equiparada a assistente do 1º triénio Equiparada a assistente do 2º triénio Assistente convidado Seminário de Intervenção II: Execução e Avaliação de Projecto Práticas de Produção Multimédia I Artes, Design e Humanidades 100 Ciências Económicas e Empresariais 100 Artes, Design e Humanidades 10 Práticas de Produção Multimédia II Gestão Operacional e Financeira Atelier de eventos culturais 4.1.2 Dados da equipa docente (todas as % são sobre o nº total de docentes ETI) N.º/ ETI Docentes do CE a tempo integral na instituição 15 Docentes do CE em tempo integral com grau de doutor 10 Docentes do CE com grau de doutor 11 Docentes não doutorados com grau de mestre (pré-Bolonha) 6 Docentes do CE com o grau de doutor especializados nas áreas fundamentais* do CE 10 Docentes em tempo integral com o título de especialista 0 % Especialistas, não doutorados, de reconhecida experiência e competência profissional nas áreas 2 fundamentais* do CE Docentes do CE a tempo integral, com ligação a instituição há mais de 3 anos 14 Docentes inscritos em programas de doutoramento há mais de um ano 7 *São “Áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos” aquelas que, de harmonia com a classificação das áreas de educação e formação aprovada pela Portaria nº 256/2005, de 16 de março, representam pelo menos 25% do total de créditos (artigo 3º, alínea h), do Decreto-Lei nº 74/2006, alterado pelo Decreto-Lei nº 115/2013, de 7 de agosto). 4.1.3. Avaliação do desempenho dos docentes e medidas para a sua permanente atualização O IPVC considera que o potencial das pessoas pode ser melhor usado através da partilha de valores e de uma cultura de confiança e de responsabilização, que encoraje o envolvimento de todos. Baseado numa gestão e partilha de conhecimentos, dentro de uma cultura de aprendizagem contínua, inovação e melhoria, procura- se: transmitir a importância da contribuição de cada um; identificar fatores que constituem obstáculo ao trabalho; aceitação das responsabilidades; avaliar o seu desempenho, em função de objetivos e metas; estimular o reforço das suas competências, conhecimentos e experiência e sua partilha; a discussão aberta de problemas e questões relevantes. O Regulamento do Sistema de Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente do IPVC, está implementado e define os mecanismos para a identificação dos objetivos do desempenho docente para cada período de avaliação, explicitando a visão da instituição, nos seus diversos níveis, ao mesmo tempo que traça um quadro de referência claro para a valorização das atividades dos docentes e estabelece, ainda, as regras para alteração do posicionamento remuneratório de acordo com os artigos 35º-A e 35º-C do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDESP). As medidas para a atualização do corpo docente não poderão ser vistas, no momento atual, afastadas da obrigação legal das instituições de ensino superior criarem condições aos seus docentes para fazerem ou concluírem a sua formação avançada, como condição básica da sustentabilidade do próprio subsistema, da própria instituição e do acesso à carreira por parte dos docentes. Até ao final de 2011, o programa PROTECPrograma de apoio à Formação Avançada de Docentes do Ensino Superior, acordado entre o MCTES e o CCISP e gerido pela FCT, permitiu um impulso na formação avançada dos docentes do ensino superior politécnico, contratualizando essa formação com universidades europeias. Além da formação avançada o IPVC têm mantido uma atitude de incentivo e ajuda à atualização permanente do corpo docente, quer através de formação organizada internamente, quer por apoio à participação em formação externa quer, ainda, pela concessão do estatuto de bolseiro. A própria existência do Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade, em que, no âmbito do Processo de gestão dos Recursos Humanos, se diagnosticam as necessidades formativas e se elaboram Planos anuais de Formação, apoia a política de formação da instituição. A instituição assume que a qualidade do ensino & aprendizagem, de investigação e de prestação de serviços se baseia nas qualificações e competências dos seus docentes e funcionários. De referir ainda, nesta política de Melhoria da Qualidade, a realização periódica dos inquéritos de avaliação da qualidade de ensino aos estudantes e inquéritos de avaliação da satisfação aos docentes. Com base no RJIES e dos Estatutos, todas estas informações são debatidas a nível das direções das UO’s, das AC/GD, do Conselho de Gestão alargado, dos Conselhos Técnico-Científico e Pedagógico e das Comissões de Curso. 4.2 Pessoal Não Docente 4.2.1 Número, regime e qualificação do pessoal não docente A implementação dos novos Estatutos do IPVC, conduziu a uma reestruturação transversal, com a centralização nos Serviços Centrais dos seguintes serviços: Direção de Serviços Administrativos e Financeiros, Direção de Serviços informáticos, Divisão de Serviços Técnicos, Divisão de Serviços Académicos, Divisão de Recursos Humanos, Gab. Comunicação e Imagem, Gab. Mobilidade e Cooperação Internacional, Gab. Avaliação e Qualidade e a OTIC. De referir ainda os funcionários dos SAS (Gabinete de Saúde, Bolsas, Residências, Cantinas e bares,…). Para além destes serviços transversais os cursos a funcionar na Escola Superior de Educação contam com o apoio de 2 informáticos, 1 bibliotecária, 4 funcionárias administrativas e 3 assistentes operacionais em regime de tempo integral. São ainda apoiados por alunos a trabalhar a tempo parcial ao abrigo da bolsa de colaboradores criada pelos Serviços de Ação Social do IPVC. A limpeza e segurança da escola, que se mantém aberta 24h sobre 24h são asseguradas por empresas contratadas para o efeito. 4.2.2 Avaliação do desempenho do pessoal não docente A Avaliação do Pessoal Não Docente é feita através do SIADAP, modelo de avaliação global que permite implementar uma cultura de gestão pública, baseada na responsabilização dos trabalhadores relativamente à prossecução dos objetivos fixados para o avaliado, por UO e Serviço. Posteriormente, a harmonização das propostas de avaliação é efetuada através da reunião do Conselho Coordenador de Avaliação. A avaliação decorre através de preenchimento de ficha de autoavaliação e posterior ficha de avaliação preenchida em reunião entre o avaliador e o avaliado. Esta avaliação é objeto de parecer por parte da Comissão Paritária para a Avaliação. As avaliações são homologadas pelo Presidente do IPVC, com o conhecimento do Avaliado. 5. Estudantes e ambiente de ensino e aprendizagem 5.1 Caracterização dos estudantes 11/12 CARACTERIZAÇÃO DOS ESTUDANTES 12/13 13/14 14/15 (provisório) Género % % % % Feminino 56 65 67 75 Masculino 44 35 33 25 Idade % % % % Até 20 anos 3 26 36 48 20-23 anos 29 23 23 27 24-27 anos 16 12 10 5 28 e mais anos 52 39 31 19 Região % % % % Norte 87 97 98 99 Centro 13 1 2 1 Lisboa 0 0 0 0 Alentejo 0 0 0 0 Algarve 0 0 0 0 Ilhas 0 0 0 0 Escolaridade dos Pais % % % % Superior 15 15 10 10 Secundário 24 16 16 19 Básico 3 12 21 25 27 Básico 2 16 18 18 17 Básico 1 34 31 32 27 Situação Profissional dos Pais % % % % Empregados 22 48 48 50 Desempregados 5 8 11 15 74 44 41 35 Reformados Outros 5.1.2. Número de estudantes por ano curricular Ano Curricular 11/12 12/13 13/14 14/15 1º 26 32 21 31 2º 28 20 21 17 3º 33 25 19 29 TOTAL 87 77 61 77 5.1.3 Procura do ciclo de estudos Curso 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 (para analisar e discutir evolução) N.º de Vagas N.º de Candidatos N.º de Candidatos 1.ªopção N.º de Colocados N.º de Colocados 1.ª opção 30 30 30 30 30 30 29 45 32 70 62 63 14 8 5 9 7 15 23 17 10 32 34 31 14 8 5 9 7 7 119,8 129,5 124,2 Nota Mínima de entrada Nota Média de entrada 122 5.2 Ambientes de Ensino/Aprendizagem 5.2.1. Estruturas e medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso académico dos estudantes. Da análise das metodologias adotadas nas UC’s do Curso constata-se que procuram reger-se por perspetivas construtivistas e reflexivas, consideradas as mais adequadas atendendo aos objetivos de aprendizagem delineados. No conjunto das UC’s são contempladas sessões: de exposição; de discussão e debate; trabalho individual e em grupo; visitas de estudo; apresentação individual e em grupo; análise e discussão de artigos de investigação. Estas metodologias permitem: esclarecer e/ou aprofundar conhecimentos específicos e didáticos nas áreas e domínios das orientações curriculares para a educação do gestor das artes e da cultura; desenvolver a autonomia e capacidades de análise, discussão e reflexão sobre temas da gestão das artes e da cultura; contribuir para a avaliação e reflexão sobre as intervenções nos profissionais; desenvolver capacidades de escrita científica, comunicar, oralmente e por escrito e argumentar. A adequação das UC’s tem sido avaliada favoravelmente pelos alunos em resultados de inquérito. Os estudantes encontram apoio pedagógico junto da Coordenação de Curso e dos docentes, estando definidos horários de atendimento para o efeito. O CP da UO, o CG e o Conselho Académico do IPVC, são estruturas onde os estudantes estão representados e que permitem discutir a orientação pedagógica, apreciar queixas relativas a falhas pedagógicas e propor providências necessárias. O IPVC possui um Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional que presta apoio e aconselhamento aos estudantes ao nível da mobilidade internacional. Os SAS têm ao nível do Gab. de Saúde apoio psicológico e de orientação para o estudo. 5.2.2 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica O IPVC produz um Guia de Acolhimento ao estudante, possui uma Oficina Cultural, um Gabinete de Saúde e um Centro Desportivo que existem para o fomento da cultura, desporto e saúde e para a integração dos seus estudantes no ambiente académico. Anualmente, são promovidas atividades extracurriculares que estimulam a participação da comunidade académica. As Associações e a Federação Académica, em articulação com o Provedor do Estudante, têm como função a defesa dos interesses dos estudantes e a sugestão de ações de melhoria das condições de ensino e de estímulo da participação na comunidade. O Dia do IPVC, Dia da Escola, Semana de Receção ao Caloiro, Semana Académica e Semanas Culturais são eventos, também, promovidos com essa finalidade. Estas medidas são monitorizadas através dos inquéritos de satisfação da qualidade de ensino, sendo os resultados considerados para avaliação das medidas implementadas e para a definição de ações de melhoria. Os Serviços de Ação Social, juntamente com as Coordenações de Curso e Serviços Académicos acompanham situações de potencial abandono sinalizadas e procuram reduzir a sua ocorrência. Existe ainda a Bolsa de Estudantes Colaboradores IPVC. 5.2.3 Estruturas e medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e emprego A UNIVA – Unidade de Inserção na Vida Ativa do IPVC, em articulação com a OTIC, presta aconselhamento ao nível do financiamento a projetos de investimento e à criação do autoemprego durante e após a conclusão da formação. O empreendedorismo é efetivamente uma das capacitações que se pretende incutir aos estudantes, nomeadamente através de concursos de ideias (ex. Poliempreende, Star Up Program). O IPVC possui ainda uma bolsa de emprego online no seu Portal e usa as redes sociais onde são publicitadas ofertas de emprego ao público em geral e aos estudantes do IPVC em particular. Através dos SAS, os estudantes candidatam-se a bolsas de estudo que são concedidas com base nas regras definidas pela tutela para o efeito. Paralelamente, o IPVC criou a Bolsa de Colaboradores Bolseiros, iniciativa que visa proporcionar aos estudantes a realização de atividades profissionais pagas, em tempo parcial na instituição, em condições apropriadas ao desenvolvimento simultâneo da sua atividade académica. 5.2.4 Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na melhoria do processo ensino/aprendizagem Semestralmente é promovido o Inquérito de Avaliação da Satisfação da Qualidade de Ensino. Neste instrumento de auscultação, os estudantes são convidados a pronunciar-se sobre questões relacionadas com a escola, o curso, funcionamento das UC’s, ECTS e desempenho dos docentes. Deste processo resulta um relatório que é distribuído pelas Escolas e analisado no Conselho Pedagógico e onde se podem aferir os resultados com base nos quais são definidas medidas de melhoria do processo de ensino/aprendizagem. São ainda consideradas as reclamações e sugestões apresentadas pelos Estudantes no âmbito do CE e serviços de apoio. Complementarmente, é realizado um inquérito anual aos utilizadores das bibliotecas. A informação resultante do processo de auscultação dos estudantes é analisada no âmbito do Relatório Anual de Curso e nos órgãos e comissões de curso. Os docentes esforçam-se por relacionar sempre a teoria com a prática, quer pela análise de casos em aula, pesquisa em grupo quer pelo convite de oradores de acordo coma temática das sessões. Acompanhamento de acções com base em resultados do relatório IASQE 12/13 Resultado IASQE que planos de prazo Resultados Responsáveis/ implicou definição de melhoria intervenientes melhorias A programação conteúdos são condutoras e linhas para a organização das sessões Revisão anual Ao Maior de conteúdos, longo estudantes; estratégias Maior do ano motivação dos Todos docentes comprometimento leccionadas e definição pedagógicas, dos dos oradores a convidar preparação de objectivos e recursos perseverança no alcance visitas de estudo a e estudantes exigentes com e os implementar. instrumentos das metas definidas; de Melhor avaliação contínua e utilização de tecnologias de informação final. e comunicação com vista à realização de um trabalho de melhor qualidade Em curso Acompanhamento de acções com base em resultados do relatório IASQE 13/14 Resultado IASQE que planos de prazo Resultados implicou definição de melhoria Responsáveis/ intervenientes melhorias Estudantes com vivências Continuidade artísticas e Ao longo do ano culturais da promoção Visitas estudo de Todos docentes reduzidas; de Encontros Incipiente mobilidade Internacionais, estudantes ERASMUS de reforço ERASMUS Artistas internacional estudantes de GAC. de parcerias nacionais os Contacto com Estudantes Investigadores e internacionais Em curso 5.2.5 Estruturas e medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo de créditos O Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional e o Gabinete de Estudos e Educação para o Desenvolvimento do IPVC funcionam atualmente com diversos programas (ERASMUS + Mobilidade, ERASMUS Mundus, Leonardo da Vinci, Comenius, EILC e projetos de cooperação com os PALOP, IACOBUS,..), a vários níveis e em vários âmbitos, promovendo a dimensão internacional nos estudos e o fomento da mobilidade dos estudantes, docentes e não docentes no ensino superior. Este serviço é transversal a toda a instituição e serve todos os CE. Como instrumento para a equivalência de créditos é celebrado um plano de equivalência (learning agreement) que define o plano de estudos a frequentar em mobilidade para o estudante, nacional ou estrangeiro. Outras competências obtidas pelo estudante em mobilidade, para além do plano de estudos definido, são objeto de reconhecimento de créditos através do Suplemento ao Diploma. Está definido o regulamento do estudante Internacional do IPVC e estão em desenvolvimento cursos de duplo grau e cursos conjuntos. 6. Processos (Formação) 6.1 Objetivos de aprendizagem de ensino, estrutura curricular e plano de estudos 6.1.1. Objetivos de aprendizagem A adequação e relevância, a flexibilidade e reflexividade, equilíbrio e articulação têm sido os critérios de qualidade curricular que permitem aos estudantes, serem eles os construtores activos e autónomos no seu processo de aprendizagem, ou seja, ficarem capazes de interpretar e intervir no mundo que os rodeia, promovendo a redução de problemas, a sua transformação através, de uma acção informada e esclarecida. Como foi isso contemplado no ano de 2013/2014 pelos docentes? Neste contexto recorremos a duas fontes que consideramos ser úteis para elaborar o perfil de competências do profissional de Gestão Artística e Cultural: (i) Recolha de informação sobre o conteúdo das tarefas exigidas na sua prática profissional, procedendo-se à análise funcional de um técnico a exercer neste domínio (componente profissional); (ii) Definição e operacionalização das competências que um técnico neste domínio deve possuir para exercer a prática profissional (componente académica). Da análise dos relatórios das UCs produzidos no ano letivo 2013/2014 observou-se que: - O programa das UCs foi cumprido na generalidade. - A maioria dos docentes considerou que os alunos estavam preparados, em termos de conhecimentos prévios, para o acompanhamento das UCs, no entanto o número de docentes que considerou que os alunos não estavam preparados para acompanhar devidamente os conteúdos lecionados nas UCs foi de sete, a saber: na UC de Financiamento para Cultura a docente responsável lamentou o facto de os documentos indicados pela docente no que respeita a legislação ou regulamentos sobre programas de financiamento, disponibilizados na plataforma moodle, que deveriam ser de consulta prévia em relação a cada sessão, para permitir uma mais fácil leitura e interpretação dos conteúdos/temas a abordar nos exercícios práticos, não foi cumprido pela maioria dos alunos; o docente da UC de Gestão Cultura I assinalou a falta de conhecimentos prévios básicos sobre áreas da cultura e da gestão (revelando desconhecimento do plano de estudos), que deveriam ter sido assimilados no 1º ano e que tiveram de ser novamente abordados nesta unidade curricular; a docente de Gestão Operacional e Financeira salientou que a ausência de conhecimentos prévios exigindo um acompanhamento mais personalizado; na UC de Seminário de Investigação diagnosticou a falta de conhecimentos prévios básicos relativos às várias metodologias de investigação que tiveram que ser novamente abordados; na UC de Comunicação, Imagem e Som considerou-se que o conhecimento dos alunos a nível artístico, bem como as suas vivências eram muito deficitários, sendo ainda salientado que em alguns casos tinha sido através da UC que tiverem o seu primeiro contacto e experiência com algum elemento a nível artístico; na UC de Economia e Políticas da Cultura observou-se a necessidade de motivação para os métodos quantitativos; e na UC de Tecnologia de Luz e Som sublinhou-se a falta de conhecimentos prévios básicos sobre áreas de iluminação e sonoplastia de Palco. Este Curso tem vindo a habilitar os futuros profissionais da Gestão Artística e Cultural a desenvolver competências no domínio de disciplinas, linguagens e gramáticas que modelam em cada época e em cada espaço, a identidade de cada cultura, de forma a conseguirem perceber as implicações que as expressões e realidades podem ter ao nível das relações entre sociedades e culturas, ao nível das relações entre seres humanos, ao nível das relações entre pessoas e o mundo em que vivem. Assim, consultando as investigações, relatórios, estudos de caso, entrevistas que estes estudantes têm vindo a realizar desde 2007 no Curso, deparamos com evidências das competências previstas para os três anos da formação dos estudantes, ou seja, a consciencialização dos estudantes para as questões das influências económicas, políticas, culturais e comunitárias na cultura e nos processos de produção do conhecimento no contexto da globalização, necessárias à elaboração e gestão de projectos. Esta metodologia tem-lhes permitido compreender que um exercício profissional competente e responsável implica uma consciencialização e preparação eficaz para responder aos desafios contemporâneos propostos diariamente ao profissional nos diversos contextos em que irão actuar, de forma criativa e empreendedora, eficiente no processo e eficaz nos resultados. Nesta perspectiva, os estudantes estão consciente que não basta mais aprender a fazer. É preciso também saber seleccionar o quê, o como e o porquê fazer para uma Gestão Artística e Cultural, em função da diversidade de serviços que presta. O número de candidatos em Gestão Artística e Cultural e a possibilidade de postos de trabalhos nos sectores das artes e da cultura torna o mercado cada vez mais competitivo, exigindo profissionais actualizados e com pleno domínio dos conhecimentos de sua área de actuação. Uma maior bagagem profissional e cultural deve tornar-se num diferencial de competência e a inserção ou optimização da participação no mercado de trabalho tem que ser eficaz. Nesta perspectiva, não basta mais aprender a fazer. É preciso também saber seleccionar o quê, o como e o porquê fazer. Para a Gestão Artística e Cultural, em função da diversidade de serviços que presta, ressaltam-se as competências que promovem a capacidade de raciocínio, autonomia intelectual, pensamento crítico, iniciativa própria e espírito empreendedor, bem como capacidade de visualização e de resolução de problemas, firmeza e segurança nas decisões e acções. A avaliação dos sucessivos eventos promovidos pela Coordenação de Curso, tem sido avaliada de forma positiva, como se pode constatar pelo feedback dado pelos docentes: “As iniciativas levadas a cabo pela direção do curso parecem-me extremamente úteis e relevantes na formação dos nossos alunos. Os nossos alunos são, maioritariamente originários do noroeste de Portugal e neste mesmo espaço geográfico e cultural fizeram e fazem a sua escolarização e formação. As iniciativas que possam contribuir para o alargamento dos horizontes culturais, sociais (e mesmo geográficos) são necessárias na boa formação e no enriquecimento cultural e educativo dos gestores culturais que pretendemos formar. As iniciativas empreendidas (Encontros Internacionais de Arte, visitas de estudo a Madrid e outras, Mostra de IPVC, intercâmbios ERASMUS de docentes e discentes, Edição da Revista Diálogos com a Arte, participação em projetos e Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural da responsabilidade dos alunos finalistas) constituem eventos formativos e culturais de relevância estratégica no Curso de Gestão Artística e Cultural e são fatores de superação de eventuais limitações que a formação anterior dos nossos alunos possa apresentar. A abertura ao mundo e a outras realidades culturais, formativas e socias, a experimentação do trabalho colaborativo, em parceria e em rede são motores formativos e de enriquecimento para quem tem acesso a tais realidades e experiências. Num mundo global, em permanente mudança, onde se faz patente a crescente multiculturalidade e interculturalidade, importa que a realidades múltiplas, diversas e interligadas (ou não) sejam contempladas e refletidas. A formação de gestores culturais deve ter presentes as transformações culturais, sociais e conceptuais que estamos a viver. Estamos a formar pessoas que irão trabalhar num mercado e numa cultura orientada para a globalização internacionalização (MC, 08/12/2014)”. 6.1.2. Periodicidade da Revisão Curricular Os programas das UCs são revistos com uma periodicidade igual aos anos de duração do respetivo ciclo de estudos, sem prejuízo de serem alterados no decorrer deste intervalo de tempo sempre que seja identificada essa necessidade. Partindo dos relatórios das UC elaborados pelos docentes e enquanto não é apresentada a reformulação geral do CE, os conteúdos lecionados nas UC têm sofrido alterações, no sentido de fornecerem competências mais adequadas ao perfil do licenciado em Gestão Artística e Cultural. O currículo é concebido anualmente dentro de uma lógica integradora, mobilizadora e actuante da relação dos alunos com o saber, com um carácter integrador e mobilizador de um conjunto vasto de conhecimentos e competências, de forma a permitir-lhes, em cada exercício em grupo ou individual/projecto/ensaio/relatórios individuais e em grupo (ou situação, problema, questão, objecto cognitivo ou estético, e outros), serem capazes de mobilizar eficazmente diversos conhecimentos prévios, seleccioná-los e integrá-los adequadamente, numa dinâmica participativa e integradora que tem sempre enfatizado o processo de educação ao longo da vida, onde todos devem ser constantemente estimulados a aproveitar as oportunidades que se lhes oferecem para aprender, actualizar-se, requalificar-se na procura do conhecimento e de competências adequadas às exigências sociais e económicas, a partir da diversidade de estratégias com que os diversos docentes os confrontam, assim como o programa cultural anual promovido pela Coordenação de Curso, que possibilita o contacto dos estudantes com especialistas, programadores/gestores, agentes culturais, educadores, artistas de contextos nacionais e internacionais e contextos diversos nas aulas, nos Fóruns anuais promovidos pelos estudantes finalistas e nos Encontros Internacionais de Arte, que são anuais. São diversas as sugestões dadas pelos docentes para revisão curricular. No entanto as indicações do CTC aconselham a proceder a essa revisão, após a análise da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). No caso da Unidade Curricular de Sociologia e Antropologia da Cultura, a docente sugere a necessidade de um aumento da carga horária da mesma UC. O docente da UC de Economia e Políticas da Cultura, nas Jornadas Pedagógicas que decorreram no mês de Junho de 2014, alegou que os estudantes têm uma certa reacção à sua UC, por utilizar a matemática e sugeriu a possibilidade de criação de uma UC no 1º ou 2º semestre do Curso, que desenvolvesse simples competências matemáticas, como contas, leitura de gráficos, percentagens, por considerar isso uma mais-valia para as questões quantitativas, não tendo tal sugestão sido bem recebida pelos estudantes que participaram nessas Jornadas. A propósito de competências básicas MC refere: “Quando se deteta carências formativas na área das Ciências Sociais e Humanas (o que é frequente), faz-se um esforço no sentido de uma consolidação das noções básicas (o que são a Sociologia e a Antropologia, para que servem e como trabalham; o que é a cultura e os diferentes conceitos de cultura na atualidade). Esta consolidação exige frequentemente que se prolonguem os tempos previstos inicialmente para os primeiros blocos programáticos, em detrimento do tempo que fica disponível para o último bloco de matérias” (08/12/2014). Tal comentário da regente da UC de Sociologia e Antropologia da Cultura reforça a necessidade de todos os docentes verificarem, no início da leccionação das suas UCs, uma avaliação diagnóstica, no sentido de conhecerem as trajetórias formativas dos seus estudantes e as competências previamente desenvolvidas por eles, no domínio dos diversos saberes. Esse diagnóstico permitiu à regente de PMII, fazer algumas alterações ao currículo, pois segundo ela “os alunos não possuíam conhecimentos prévios sobre elementos básicos de design gráfico, comunicação visual ou de software para além de alguns programas do pacote da Microsoft Office, o qual, na óptica do utilizador, medianamente dominavam. Assim, esta UC permitiu que os alunos adquirissem alguns conhecimentos sobre a linguagem gráfica e visual, que poderá ser aplicada academicamente noutras UC's e profissionalmente no futuro”. 6.2. PUC alterados Os PUCs são revistos com uma periodicidade igual aos anos de duração do respetivo CE, sem prejuízo de serem alterados no decorrer deste intervalo de tempo sempre que seja identificada essa necessidade. Essas revisões consistem em pequenas alterações anuais aos conteúdos e actualização sistemática da bibliografia. FIGAC, Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural, é um evento que se realiza desde o ano de 2010 na Região do Alto Minho e é produzido pelos alunos finalistas da Licenciatura em Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, na UC de IPPI & II. Em 2014 considerou-se que esse projecto deveria ser transferido para a UC de Seminário de Intervenção I & II, dando assim aos estudantes a oportunidade de se focarem nessas duas UCS unicamente na programação, implementação e avaliação desse evento. Assim, as horas que eram consideradas insuficientes em IPP I e II, passaram a ficar mais equilibradas, uma vez que os estudantes se podem dedicar mais às actividades do plano de acção das suas Instituições de Acolhimento. As fragilidades detectadas nas respostas dos estudantes às tarefas solicitadas nas diversas UCS, têm vindo a ser colmatadas com o reforço da estrutura global do curso que reúne e a inclusão de unidades opcionais, visando não só, a ‘ambientação/integração dos alunos’ em termos culturais, sociais e éticos, como também a preparação para a integração das outras áreas. Os estudantes participam em visitas de estudo, assistem e observam a organização de eventos promovidos pela Coordenação dos cursos de Licenciatura e Mestrado de Gestão Artística e Cultural, tais como 9 º e 10º Encontros Internacionais das Artes (Figs.3 & 4), FIGAC’2014, Conferência Internacional de Cinema e Educação, falando e contactando especialistas de áreas diversas, tais como, cultura, artes, educação, política, gestão cultural e colegas dos outros anos da sua licenciatura e de outras licenciaturas (e.g. Educação Básica) Figs 3 & 4 Concerto de Natal, Academia de Música Fernandes Fão, Hotel AXIS, Dez. 2012. fotografia@carlos almeida Fig. 5 Secretariado do 10º Encontro das Artes Creative Connections, Nov. 2014. fotografia@inês castanheira Fig. 6 Parcerias Internacionais, 10º Encontro das Artes, ESEVC. fotografia@inês castanheira Fig. 7 Disseminação dos resultados do Projeto Creative Connections. fotografia@inês castanheira 6.3. Metodologias de Ensino/Aprendizagem 6.3.1. Adequação das metodologias de ensino e das didáticas aos objetivos de aprendizagem das UC’s Inquiridos os docentes sobre este ponto, regista-se este projecto como paradigmático de um exemplar envolvimento de estudantes em investigações com docentes - caso do livro “Imagens, Memórias e Escritos da Guerra” (Fig.8), coordenado e editado pelo regente das UC de História Moderna e Contemporânea I & II (2014). HR, que afirma o seguinte: “Neste contexto, para os estudantes conhecerem tipos e variedades de fontes, fizeram-se recolhas de documentos sobre a 1ª Guerra Mundial e sobre e a Guerra Colonial em arquivos privados e no Arquivo Histórico Militar. Ao mesmo tempo, vários estudantes, juntamente com o docente e colegas de outras turmas, organizaram uma exposição sobre a Guerra Colonial e uma exposição com fontes da Grande Guerra (bilhetes postais enviados de França entre 1917-1918), que estiveram patentes na ESE, dirigidos a vários públicos, entre 6 e 20 de Junho. Ao mesmo tempo foi organizado, envolvendo cerca de 20 elementos, um seminário com a presença de ex-combatentes, destacando a figura do Eng. Mário Simões Teles, Comandante de Mar-e-Guerra, Capitão de Abril, que proferiu a conferência de abertura. O produto final ficou sintetizado numa publicação de que se fez uma tiragem de 100 exemplares. Assim, foi possível abarcar a quase totalidade dos objectivos propostos no programa, identificando conjunturas económicas e políticas e sócioculturais, Descrevendo a evolução das mesmas, analisando processos políticos, institucionais, sociais, culturais. Para melhor adequar as metodologias de ensino, articulando-as com os objectivos, proporcionamos a outros estudantes a elaboração de trabalhos que permitiram relacionar a arte, cultura e mentalidades, projectos que partiram dos conteúdos programáticos. Os resultados finais permitiram a elaboração de documentários onde a gestão cultural se patenteia. Na experiência de vida dos estudantes, realçando ex-combatentes e exemigrantes, o quadro cultural ficou mais enriquecido com uma investigação realizada por Leandro Matos sobre a emigração documentada para França, usando passaportes emitidos no Arquivo Municipal de Viana do Castelo. Este trabalho de pesquisa será brevemente publicado e foi apresentado em contexto de turma, o que muito enriqueceu a actividade pedagógica e a própria gestão das aprendizagens e da cultura.” (14/12/2014) Fig. 8 Exposição na ESEVC, 2014. fotografia@nuno barreiros 6.3.2 Verificação de que a carga média de trabalho necessária aos estudantes corresponde ao estimado em ECTS Analisou-se a média do tempo de estudo e concluiu-se que corresponde ao estimado, em ECTS, considerando o Inquérito de Avaliação da Qualidade de Ensino e o Relatório da UC, instrumentos necessários e úteis para a verificação sistemática desta questão. As reuniões da Coordenadora de Curso com os estudantes permite igualmente ir adequando às s u a s necessidades as estratégias e actividades docentes e discentes e mantendo um equilíbrio da carga de trabalho necessária. Saliente-se que analisados os relatórios das UC do CE podemos concluir que o tempo total de estudo, revelado pelos estudantes que responderam aos Inquéritos de Avaliação da Satisfação e Qualidade de Ensino se situa nonas 13 horas semanais. O tempo de estudo médio semanal de estudo autónomo dos alunos, previsto pelos docentes das várias UCs nos seus Relatórios de Avaliação, situa-se, por unidade curricular, entre as 3 e as 4 horas semanais. Conclui-se pois que a verificação é feita através da apreciação de estudantes (realizada no lnquérito à Qualidade do Ensino) e dos docentes (no relatório da UC). A coordenação de curso tem ainda informação complementar de carácter qualitativo recolhida nas reuniões com docentes e de estudantes. Em termos gerais, na apreciação dos docentes, a carga média de trabalho é congruente com o estimado em ECTS; Os estudantes estimaram em média 13 horas de trabalho autónomo semanal (lQE de 2013-14), verificando-se alguma variabilidade individual nesta apreciação. A distribuição por UCs do tempo de trabalho autónomo estimado é relativamente congruente com os ECTS atribuídos, mas tende a ser mais elevada nas UCs da área de Gestão Cultural I e II e de lPP. 6.3.3. Formas de garantir que a avaliação da aprendizagem dos estudantes é feita em função dos objetivos de aprendizagem da UC A avaliação dos estudantes é feita em função dos objetivos das UC’s e de acordo com as metodologias de ensino que privilegiam a participação dos Estudantes em atividades Técnico- Científicas. (análise geral baseada em informação de Rel. das UC’s). A avaliação das competências desenvolvidas tem decorrido da análise de dados diversos, tais como a estrutura curricular que é implementada, focada em competências e construída a partir da reflexão e envolvimento do corpo docente nos processos de planeamento, implementação, reflexão e avaliação das suas unidades curriculares, das metodologias presenciais e não presenciais utilizadas, das actividades e estratégias adoptadas nas aulas e nas tutorias, dos recursos construídos, dos instrumentos de avaliação adoptados e da leitura dos relatórios. A operacionalização das competências específicas necessárias ao exercício da profissão decorre do plano de estudos, metodologias, programas das unidades curriculares existentes e formas de avaliação. A análise dos relatórios e dos inquéritos aos alunos evidencia a formação teórica, teórico-prática e prática, ao longo dos seis semestres, dos três anos da licenciatura, explicitando as modalidades de trabalho relativas às unidades curriculares constantes do plano de estudos. No regulamento de avaliação em vigor estão previstas as modalidades de avaliação contínua, periódica e final. A coordenação do curso analisa com os estudantes a calendarização da avaliação contínua e o C. Pedagógico aprecia os calendários de avaliação final. No curso privilegiam-se a avaliação contínua e periódica, nas quais o(a) docente acompanha a evolução da aprendizagem dos estudantes através de elementos/provas de avaliação, selecionando os formatos mais adequados às temáticas em questão e aos objetivos de aprendizagem. Estes podem revestir a forma de provas escritas, tarefas, apresentação de trabalhos individuais e de grupo, portfólios de trabalhos. O conjunto dos elementos de avaliação de uma UC cobre os objetivos de aprendizagem do programa. A avaliação final é constituída por uma prova escrita que contempla os principais tópicos do programa. 6.3.4. Metodologias de ensino que facilitam a participação dos estudantes em atividades científicas As aulas assentam em metodologias de exposição teórica e visionamento de exemplos com recurso a meios de projecção audiovisuais, essencialmente de caracter prático e aplicativo, “sendo os conceitos e técnicas expostos e o conhecimento consolidado sob a forma de exercícios e projectos, individuais e em grupo, com acompanhamento directo da docente e através da plataforma e-learning. As aulas/projectos exploraram técnicas e ferramentas de concepção, desenvolvimento e implementação, assim como de auto análise e auto crítica.” (PV, 05/12/2014). 7. Resultados 7.1. Resultados Académicos 7.1.1. Eficiência formativa Curso 2008/09 2009/10 22 2010/11 16 2011/12 27 2012/13 17 2013/14 15 22 13 22 13 12 0 3 5 3 3 0 0 0 1 0 0 0 0 N.º diplomados N.º diplomados em N anos N.º diplomados em N +1 anos N.º diplomados N+2 anos N.º diplomados em mais de N+2 anos Os resultados apresentados revelam que a conclusão do curso é feita maioritariamente nos anos do curso. A maior parte dos diplomados (salvo 6 alunos) concluíram o curso nos 3 anos curriculares. 7.1.2 Sucesso Escolar Codigo e Nome Curso Codigo Disciplina Inscricao Nome Disciplina Nota Final Disciplina Amostragem AVG Nota Final Nota Final Disciplina Disciplina MAX MIN 8112-Gestão Artística e Cultural 2458062 História da Música 3 12,67 13 12 8112-Gestão Artística e Cultural 2458064 Sociologia e Antropologia da Cultura 1 11,00 11 11 8112-Gestão Artística e Cultural 2458071 Comunicação, Imagem e Som 1 16,00 16 16 8112-Gestão Artística e Cultural 2458083 Gestão Cultural II 6 4,83 11 0 8112-Gestão Artística e Cultural 2458112 Opção Serviços Educativos nos Museus (S1) 1 14,00 14 14 8112-Gestão Artística e Cultural 2458090 Seminário de Intervenção I: Design de Projectos 18 14,94 18 12 8112-Gestão Artística e Cultural 2458091 Seminário de Investigação I 18 14,22 18 10 8112-Gestão Artística e Cultural 18 16,72 18 15 8112-Gestão Artística e Cultural 2458092 Iniciação à Prática Profissional I Seminário de Intervenção II: Execução e Avaliação 2458095 de Projecto 18 15,72 18 10 8112-Gestão Artística e Cultural 2458096 Seminário de Investigação II 18 14,06 20 10 8112-Gestão Artística e Cultural 2458097 Iniciação à Prática Profissional II 18 16,94 18 16 8112-Gestão Artística e Cultural 2458155 Aspetos Contemporâneos da Cultura 6 14,83 17 13 8112-Gestão Artística e Cultural 2708031 Ética Profissional 7 15,00 16 14 8112-Gestão Artística e Cultural 12 18,58 19 18 8112-Gestão Artística e Cultural 2708037 Oficina de Projectos Artísticos Transdisciplinares Curadoria de Projectos, exposições, festivais e 2708038 bienais 10 16,00 17 13 9859-Gestão Artística e Cultural 2458061 História das Artes Visuais 22 13,23 16 0 9859-Gestão Artística e Cultural 2458062 História da Música 20 13,70 18 11 9859-Gestão Artística e Cultural 2458063 História das Artes do Palco 20 13,45 16 11 9859-Gestão Artística e Cultural 2458064 Sociologia e Antropologia da Cultura 20 13,40 16 7 9859-Gestão Artística e Cultural 2458065 Tecnologia Aplicada às Artes 23 14,22 18 8 9859-Gestão Artística e Cultural 2458069 Práticas das Artes Visuais 19 13,53 15 12 9859-Gestão Artística e Cultural 2458070 Práticas das Artes Performativas 20 11,90 14 8 9859-Gestão Artística e Cultural 2458071 Comunicação, Imagem e Som 20 12,85 16 10 9859-Gestão Artística e Cultural 2458072 Processos Cognitivos Básicos 19 12,16 14 8 9859-Gestão Artística e Cultural 2458073 Práticas de Produção Multimédia I 22 12,59 16 0 9859-Gestão Artística e Cultural 2458114 Opção Agenciamento (S2) 11 12,55 18 0 9859-Gestão Artística e Cultural 2458150 Atelier de Eventos Culturais 9 15,22 17 14 9859-Gestão Artística e Cultural 2458155 Aspetos Contemporâneos da Cultura 1 12,00 12 12 9859-Gestão Artística e Cultural 2708024 Arte, Ciência e Tecnologia 21 12,52 18 4 9859-Gestão Artística e Cultural 3002602 Lingua e Cultura Portuguesa 1 19,00 19 19 9859-Gestão Artística e Cultural 2458076 História Moderna e Contemporânea I 29 13,79 17 0 9859-Gestão Artística e Cultural 2458077 Gestão Cultural I 25 11,52 15 0 9859-Gestão Artística e Cultural 2458078 Economia e Políticas da Cultura 25 12,04 16 8 9859-Gestão Artística e Cultural 2458079 Práticas de Produção Multimédia II 27 15,37 16 11 9859-Gestão Artística e Cultural 2458080 Métodos e Técnicas de Investigação 26 13,77 17 10 9859-Gestão Artística e Cultural 2458083 Gestão Cultural II 25 13,04 19 10 9859-Gestão Artística e Cultural 2458084 Financiamento para a Cultura 25 13,76 19 10 9859-Gestão Artística e Cultural 2458085 Gestão Operacional e Financeira 24 13,96 19 10 9859-Gestão Artística e Cultural 2458086 História Moderna e Contemporânea II 26 14,85 19 10 9859-Gestão Artística e Cultural 2458087 Produção de Espectáculos 25 13,60 19 11 9859-Gestão Artística e Cultural 2458112 Opção Serviços Educativos nos Museus (S1) 13 16,54 19 13 9859-Gestão Artística e Cultural 2708026 Residências Artísticas 13 16,15 19 12 9859-Gestão Artística e Cultural 2708036 Indústrias Culturais e Criativas 25 15,80 19 13 9859-Gestão Artística e Cultural 2458140 Opção Empreendedorismo 1 12,00 12 12 Taxa de Inscritos Codigo Disciplina Inscricao Nome Disciplina Taxa de Avaliados Abandono Não Inscritos / Aprovados Avaliados Reprovados Avaliados Avaliados / Aprovados Inscritos / Não Avaliados 2458062 História da Música 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458064 Sociologia e Antropologia da Cultura 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458071 Comunicação, Imagem e Som 50,00% 100,00% 50,00% 0,00% 2458080 Métodos e Técnicas de Investigação 100,00% 100,00% 0,00% 0,00% 2458083 Gestão Cultural II 66,67% 100,00% 33,33% 0,00% 2458084 Financiamento para a Cultura 100,00% 100,00% 0,00% 0,00% 2458085 Gestão Operacional e Financeira 100,00% 100,00% 0,00% 0,00% 2458090 Seminário de Intervenção I: Design de Projectos 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458091 Seminário de Investigação I 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458092 Iniciação à Prática Profissional I 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458095 Seminário de Intervenção II: Execução e Avaliação de Projecto 94,74% 0,00% 2458096 Seminário de Investigação II 2458097 Iniciação à Prática Profissional II 100,00% 2458112 Opção Serviços Educativos nos Museus (S1) 2458155 Aspetos Contemporâneos da Cultura 2708031 Ética Profissional 2708037 Oficina de Projectos Artísticos Transdisciplinares 2708038 Curadoria de Projectos, exposições, festivais e bienais 2458021 Teorias e Práticas das Artes Visuais e Artes Performativas 2458061 História das Artes Visuais 2458062 História da Música 2458063 História das Artes do Palco 2458064 Sociologia e Antropologia da Cultura 90,48% 2458065 Tecnologia Aplicada às Artes 91,67% 2458069 Práticas das Artes Visuais 2458070 50,00% 33,33% 94,74% 5,26% 100,00% 94,74% 5,26% 100,00% 94,74% 0,00% 100,00% 100,00% 0,00% 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 100,00% 87,50% 0,00% 100,00% 100,00% 0,00% 9,09% 100,00% 90,91% 0,00% 100,00% 100,00% 0,00% 0,00% 95,45% 4,55% 100,00% 95,45% 0,00% 95,24% 4,76% 100,00% 95,24% 0,00% 100,00% 100,00% 0,00% 9,52% 100,00% 90,48% 0,00% 4,17% 91,67% 95,65% 4,17% 86,36% 13,64% 100,00% 86,36% 0,00% Práticas das Artes Performativas 86,36% 13,64% 100,00% 86,36% 0,00% 2458071 Comunicação, Imagem e Som 95,24% 4,76% 100,00% 95,24% 0,00% 2458072 Processos Cognitivos Básicos 85,71% 14,29% 100,00% 85,71% 0,00% 2458073 Práticas de Produção Multimédia I 90,91% 9,09% 100,00% 90,91% 0,00% 2458076 História Moderna e Contemporânea I 96,55% 3,45% 100,00% 96,55% 0,00% 2458077 Gestão Cultural I 92,00% 8,00% 100,00% 92,00% 0,00% 2458078 Economia e Políticas da Cultura 96,00% 4,00% 100,00% 96,00% 0,00% 2458079 Práticas de Produção Multimédia II 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458080 Métodos e Técnicas de Investigação 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458083 Gestão Cultural II 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458084 Financiamento para a Cultura 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458085 Gestão Operacional e Financeira 100,00% 96,00% 0,00% 87,50% 12,50% 100,00% 90,91% 100,00% 96,00% 4,17% 4,00% 2458086 História Moderna e Contemporânea II 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458087 Produção de Espectáculos 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458112 Opção Serviços Educativos nos Museus (S1) 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458114 Opção Agenciamento (S2) 81,82% 100,00% 81,82% 0,00% 2458140 Opção Empreendedorismo 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458150 Atelier de Eventos Culturais 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2458155 Aspetos Contemporâneos da Cultura 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2708024 Arte, Ciência e Tecnologia 100,00% 85,71% 0,00% 2708026 Residências Artísticas 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 2708036 Indústrias Culturais e Criativas 100,00% 100,00% 100,00% 0,00% 3002600 Língua e Cultura Portuguesa 3002602 Lingua e Cultura Portuguesa 18,18% 85,71% 14,29% 100,00% 100,00% -100,00% 100,00% #DIV/0! 100,00% 7.1.3 Empregabilidade O IPVC encontra-se neste momento a promover a auscultação dos seus antigos estudantes através de um inquérito online. Esta metodologia de auscultação é recente e está implementada desde Fevereiro de 2012, não tendo sido possível obter um conjunto de resposta que permita, desde já, a resposta à questão 7.1.4 do ACEF. Desta forma, o enquadramento da empregabilidade dos diplomados do ciclo de estudo é efetuado considerando os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, descritos no Relatório do do DGEEC-MEC. Em Dezembro de 2012, o número de diplomados do CE inscritos nos Centros de Emprego do IEFP era de (valor constante na tabela anexa: http://www.dgeec.mec.pt/np4/92/ ). Tabela 1 Categorias profissionais identificadas CATEGORIAS PROFISSIONAIS EM EXERCÍCIO Actor (2) SECTORES DE ATIVIDADE Adjunto de Comunicação Animador Cultural Assessor de Comunicação Assessor de Imprensa Operador de Audiovisuais rádios Associações públicas e privadas Associações públicas e privadas Associações públicas e privadas IPVC Diretor Técnico Teatro Sá de Miranda Viana do Castelo Diretor Artístico Gestor Artístico e Cultural (2) Teatro Sá de Miranda Viana do Castelo Academia de Música Fernandes Fãocom 5 polos no Distrito Docente (3) Agente mercado da música (2) IPVC-ESEVC Escola de Educação Básica RITMOS Teatro Noroeste Assessor de Departamento da Câmaras Cultura (2) Técnico de Serviços Educativos (1) Museu em Viana do Castelo Bailarinos (1) Programador Cultural (2) INATEL (2) Em Dezembro de 2013, o número de diplomados do ciclo de estudos inscritos nos Centros de Emprego do IEFP era de 7,5%, (valor constante na tabela enviada pelo GAQ). http://infocursos.mec.pt/. A auscultação aos estudantes permite concluir que grande parte tenta desenvolver os seus próprios projectos, trabalhar como 100,00% 0,00% freelancer e fazer estágios ou dar continuidade à sua atividade em sectores relacionados com organizações culturais nas áreas do património, das actividades culturais e artísticas e das indústrias culturais, nomeadamente em: Organizações culturais municipais estatais Por ex: teatros e companhias de bailado nacionais; sectores camarários das divisões de cultura; museus e galerias do sector público; festivais culturais municipais. Fundações e Companhias artísticas privadas Por ex: companhias de teatro, dança e música; galerias e museus privados; promotores de eventos artísticos Organizações culturais locais Por ex: comissões de festas populares; organizadores de eventos culturais para todo o tipo de público. Indivíduos ou empresas de serviços de base artística Por ex: agentes e managers de artistas; gestores de espaços; promotores de cursos de curta duração; seminários e workshops, ganhando dessa forma experiência. Quatro estudantes matricularam-se em 2014, no 2º Ciclo de Estudos. 7.2. Resultados das atividades científicas, tecnológicas e artísticas 7.2.1. Indicação do(s) Centro(s) de Investigação Anabela Moura Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) CIEC-UMINHO Carlos Almeida Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) CIEC-UMINHO Manuela Cachadinha Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) CEMRI Henrique Rodrigues Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) CETRAD Joaquim Escaleira Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) Alexandre Costa Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) Jorge Santos Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) João Moura Alves Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) Manuel Gama Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) Luis Mourão CITAR – Universidade Católica Membro do grupo de investigação MODO modos de conocimiento artístico. Universidad de Vigo. Membro do grupo de investigação MODO modos de conocimiento artístico. Universidad de Vigo. Membro do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) - Universidade de Coimbra e do Centro de Farmacologia e Biopatologia Química (U38) - Universidade do Porto Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da UM Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho Melo de Carvalho Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) UNIFAI António Jácomo Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) CITAR – Universidade Católica Carla Magalhães Filiação em Centro de Investigação (se aplicável) Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da UM A ESE-lPVC não tem Centro de lnvestigação próprio, mas muitos dos docentes a colaborar no curso integram centros de investigação avaliados com Excelente (CEHUM da U. Minho), Muito Bom (Centro de lnvestigação em Estudo da Criança-UM (ClEC), Cl CRACS & lnesc-Porto LA, Centro de Psicologia da UP, Ciper - Centro lnterdisciplinar de Performance Humana da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, lDГ, lnstituto de lnvestigação em Design, Media e Cultura da Universidade de Aveiro e Universidade do Porto) e Bom (Centro de lnvestigação em educação (ClEd) da Universidade do Minho, Centro de Estudos das Migrações e das Relações lnterculturais(CEMRl), Centro de lnvestigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória (ClTCEM), Centro de lnvestigação e lntervenção Educativas(CllE), CETUR (associado ao CETRAD da UTAD). As qualificações e experiência profissional dos diferentes docentes são um ponto forte deste curso. Tabela 1 Qualificações do Corpo Docente Antonieta Morais Conclusão de Doutoramento em 2014 Manuel Gama Conclusão de Doutoramento em 2014 A frequentar Programa de Pós Doutoramento Tiago Trancoso Conclusão de Doutoramento em 2014 João Moura Alves A frequentar Programa de Pós Doutoramento Francisco Trabulo Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015 Alexandre Costa Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015 Helder Dias Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015 Manuela Cachadinha Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015 Augusta Manso Aguarda defesa de Tese de Doutoramento - 2015 Carla Magalhães Passagem a Especialista Jorge Santos Passagem a Especialista Uma das docentes da UC de História das Artes Visuais refere a propósito do seu contributo ao Curso: “O contributo de um especialista (Mestre e Doutor) em História da Arte poderá trazer bastantes contributos para o discente de um Curso em Gestão Artística e Cultural: o conhecimento da produção artística, o conhecimento de fundamentos técnicos bem como da terminologia adequada para descrever os diversos fenómenos artísticos e visuais; conhecimento extensivo da historiografia histórico-artística, capacidade analítica, que nasce da observação contínua e minuciosa da produção visual, saber reconhecer e posicionar-se criticamente em relação às produções artísticas locais e internacionais. Para além destes pontos, o profissional de História da Arte, para além da docência, é ele próprio um agente cultural, no sentido em que este poderá desenvolver diferentes atividades profissionais, pois as suas competências o permitem, tais como: atividades curatoriais em museus e galerias; pesquisador em museus, acervos e instituições ligadas ao património histórico e artístico, gerência Cultural; crítica de arte e produção editorial, consultorias diversas no campo da arte., etc. Durante a sua atividade de docência, foi ele próprio um interveniente na organização de várias Exposições de curso de Design de Produto da ESTG, assim como participou e foi responsável pela parte Expositiva da Bienal de Artes e Design, de Viana do Castelo, em parceria com a Câmara Municipal de Viana do Castelo e Fundação de Serralves (Tendo docente uma experiência ativa, durante algum tempo, no campo da Arte (Pintura) e tendo realizado algumas exposições de pintura (individuais e coletivas), poderá contribuir para uma melhor compreensão da parte do discente da relação de um agente artístico e o artista. Tendo o docente trabalhado como guia em espaços expositivos para a Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses, dando apoio aos Ateliers pedagógicos, adquiriu saberes de como transmitir conhecimento, através da circulação e uma organização de um espaço expositivo, com o recurso às artes visuais, etc., o que poderá ser uma mais valia para a sua docência no Curso de Gestão Artística e Cultural. Publicações em 2013-2014 Edição de Livro Campion, Magdalena; Moura, Anabela; Camargo, Ana M. F. ; Coquet, Eduarda. 2013. Changing the World: Social, Cultural and Political Pedagogies in Civic Education. Polónia: Pedagogical University, Department of Safety and Civics-Kraców -Viana do Castelo-Braga: WAX Andrzej Jedraszczak. Krakowie: -IPVC; UFC; UM. ISBN: 978-85-7713-146-4; ISBN 978- 972-8952-25-9. Costa, Alexandre A. R. et al. (2014) Neste Universo: Rumor Simultâneo. Vila do Conde: Centro de Memória – Museu e Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Vila do Conde em colaboração com a Faculdat de Bellas Artes, Universidad de Vigo. (Publicação resultante do proceso de investigação artística do grupo MODO) Edição de Revista Moura, A.; Almeida, C.; Coquet, E. 2014. (coords).Diálogos com a Arte – revista de arte, cultura e educação - n.º 5/2014 http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte/ Moura, A.; Coquet, E. 2013. (coords).Diálogos com a Arte – revista de arte, cultura e educação - n.º 4/2013 http://www.ese.ipvc.pt/revistadialogoscomaarte/ Capítulo em Livro Cachadinha, M. (2013). As Histórias de Vida na Investigação em Educação e Interculturalidade. In H. Rodrigues & E. Português (coord.), Escritas Privadas da Mobilidade e da Guerra (pp. 333- 354). Viana do Castelo: Fundação Caixa Agrícola do Noroeste: 333-354. Costa, Alexandre A. R. (2014) “Apontamentos desordenados - algumas práticas artísticas de transformação do sistema”. Rianxo ( A Coruña): Axóuxere. Artigo integrado no livro - resultante do encontro “Seminario Im- Pulsos Creativos, 27 de Setembro de 2013, Centro de Estudos Avanzados da Universidade de Santiago de Compostela e organizado por: Pérez, Aránzazu (Universidade de Santiago Compostela) e Romaní, Lucía (Universidade de Vigo) - grupo de investigação “ArtConte. Arte e estética contemporánea” da U.S.C. en colaboración coa Facultade de Belas Artes da UVIGO. Costa, Alexandre A. R. em: Caeiro, Mário (2014) Arte na Cidade – História Contemporânea. Lisboa: Ciclo de Leitores (Temas e Debates). Referências e reflexões de Mário Caeiro a partir de obras de Alexandre A. R. Costa, com utilização de imagens relativas às mesmas e ainda citações de diversas fontes do artista. Obras em análise: 1/War Toy In My War: Anti-Monumento à Guerra (com J.F Santos, em Vila Nova de Famalicão/PT); 2/UTOPIA (em Durham/UK); 3/Without a Box (em Lisboa/PT e, em Sète/FR). Gama, Manuel A; Sousa, Maria H. C. C. e; Mourão, Luís A. S. (2014). Primeiras Impressões Sobre um Projeto Cultural em Rede Promovido por Cinco Municípios da Região Norte. In Políticas Públicas de Cultura: dinâmicas, tensões e paradoxos, 89 - 102. ISBN: 978-989-8377-67-8. Coimbra: Grácio Editor. Gama, Manuel A. (2014). Criação artística na Fundação de Serralves. In Cultura e Participação: Animação Sociocultural em Contextos Iberoamericanos, 254 - 265. ISBN: 978-989-20-5122-2. Leiria: RIAP - Associação Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural Nodo Português. Magalhães, C. & Baptista, M. M. (2013). Renovação do passado para uma definição do presente – A abertura do Teatro de Marionetas à cena contemporânea, In Pinto-Coelho, Z. & Fidalgo, J. (eds.) (2013), Comunicação e Cultura: II Jornada de Doutorandos em Ciências da Comunicação e Estudos Culturais, Centro de Estudos Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho, ISBN 978-989-8600-19-6, 60-72 Moura, A. (2013).Interdisciplinary art approach to learning about citizenship and art within the European context. In Mason, Rachel, Buschkühle, Carl Peter (eds.). Images and Identity: Improving Citizenship Through Visual Arts, ed. Bristol (UK), 117-134. ISBN: 978-1-84150-742-2. Chicago (USA): Intellect books Ltd. Moura, A; Gonçalves, T; Magalhães, I.; Peixoto, A.; Moura Alves, J.; Almeida, C. (2013). Art Teacher Training for Citizenship Education – Some Contributions in CHANGING THE WORLD: SOCIAL, CULTURAL AND POLITICAL PEDAGOGIES IN CIVIC EDUCATION. Kraków: WAX Reklama; ISBN: 978-85-7713-146-4; 978-972-8952-25-9: 4656. Moura, A. (2013). Cultural spaces as sites for identity formation: a Portuguese case study, In Baldacchino, John & Vella, Raphael (eds.) Mediterranean Art and Education: Navigating Local, Regional and Global Imaginaries through the Lens of the Arts and Learning . Rotterdam/Boston/Taipei: Sense Publishers & Mediterranean Journal of Educational Studies, 29-42. ISBN 978-94-6209-461-1. https://www.sensepublishers.com/catalogs/bookseries/comparative-and-international-education-a-diversityof-voices/mediterranean-art-and-education/ Atas em Encontros Científicos Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). Intermediação Cultural no Ensino Superior em Viana do Castelo, In Atas do VIII Congresso Português de Sociologia, Évora. Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). Diagnóstico para uma prática consequente: a oferta cultural, o papel da escola e as práticas culturais dos alunos, In Atas do II Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana, Braga. Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). A intermediação cultural: Oferta e práticas culturais, In Atas do IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo:AXIS Hotel, 27 e 28 de maio de 2014. ISBN: 978-9898756-008. Cachadinha, M. (2014). Comunicação intitulada "Cultura e Envelhecimento: o papel da cultura no envelhecimento bem-sucedido" In Atas do IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio de 2014. ISBN: 978-989-8756-008. Escaleira, J. [2009], “A designação CELTA como marca, num contexto de utilização de Património Imaterial, no âmbito da Economia Criativa”, In Atas do II Congresso Transfronteiriço de Cultura Celta de Ponte da Barca, Outubro, pp. 116 – 135. Gama, Manuel A. (2014). Viagem na companhia do Sr. Deschuyfeleere, In Atas do II Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana, Confibercom: Os desafios da investigação, Braga. Gama, Manuel A. (2014).Políticas Culturais: Um Olhar Transversal pela janela-ecrã de Serralves, In Atas do VIII Congresso Português de Sociologia, Évora. Gama, Manuel A. (2014).Cultura de redes culturais: O estado das redes do Estado, In Atas do VIII Congresso Português de Sociologia, Évora. Moura, Anabela; Magalhães, Carla; Gama, Manuel A. (2014). "Pública 14: relato de uma visita de estudo como estratégia educacional de integração na dimensão internacional das metas do ensino superior", In Atas do IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel. 27 e 28 de maio de 2014. ISBN: 978-989-8756-008. Moura, A; Gonçalves, T; Peixoto, A.; Moura Alves, J.; Almeida, C.; Pereira, J. (2014). CREATIVE CONNECTIONS: UM CAMINHO PARA A CIDADANIA ATRAVÉS DA ARTE In Atas do IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio de 2014. ISBN: 978-989-8756-008. Artigo em Revista com Arbitragem Científica Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa. 2013. Cultural Intermediation: cultural offer and cultural practices, In Moura, A. & Coquet, E. (ed.). CESC-UM & ESEVC (editor.). Diálogos com a Arte: Revista de Arte, Cultura e Educação, 4: 25 - 30.Online Cachadinha, M. (2013). Interculturalidade e Inclusão de Novos Públicos na Escola - Um Desafio Global e Regional. Estudos Regionais, II Série, nº 7, 167-179. Costa, Alexandre A. R. (2013) Que podes fazer perante o desaparecimento da utopia? “Diálogos com a Arte”– revista de arte, cultura e educação, nº 3, 182-221. Viana do Castelo: Eds. CESC – Universidade do Minho, ESE – Instituto Politécnico de Viana do Castelo, EBA – Universidade Federal de Minas Gerais. Gama, Manuel A. (2014). Imagens de uma Investigação sobre políticas culturais portuguesas, In Andión, M., García, X. & Santiso, M. (ed.). Anuário Internacional de Comunicação Lusófona, 1, 12, 121 - 134. Gama, Manuel A; Martins, Moisés L; Baptista, Maria M. (2014). POLÍTICAS CULTURAIS: Contribuições para o necessário debate, In Martins, M., Baptista, M. & Gama, M. (ed.)Revista Lusófona de Estudos Culturais. 2, 2: 5 9. Gama, Manuel A. (2013). Sensibilização e Formação de Públicos na Fundação de Serralves, In Moura, A. & Coquet, E.(eds.). CESC-UM & ESEVC (editor).Diálogos com a Arte: Revista de Arte, Cultura e Educação, 3: 132 143. Centro de Estudos da Criança do Instituto de Educação da Universidade do Minho e Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, ISSN 2183-1726.Online. Magalhães, C. (2013). Estudo sobre o Teatro de Marionetas português com o apoio do Instituto Internacional da Marioneta. UNIMA Portugal Magazine, Vº 3, 10-11, 18 Outubro 2013. Magalhães, C.& Baptista M. M. (2013). Políticas Públicas para o Teatro e a Cultura em Portugal – Avanços e Recuos em tempos de Democracia, In Revista Ensaio Geral, 5 (10), ISSN 1984-5197, 83-100. Magalhães, C. (2013). «Teatro de Marionetas em Portugal - Renovação do passado para uma definição do presente» In Moura, A. & Coquet, E. (eds.) (2013), Diálogos com a Arte – Revista de arte, cultura e educação, n. 3., Centro de Estudos da Criança do Instituto de Educação da Universidade do Minho e Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, ISSN 2183-1726, pp. 164-181, Online. Moura, A.; Gonçalves, T; Almeida, C. (2013). Cross Cultural Narratives of Creative Connections on Cultural Learning: the case of Viana do Castelo Escola Superior de Educação, Portugal, In Moura, A. & Coquet, E.(eds.). CESC-UM & ESEVC (org.).Diálogos com a Arte: Revista de Arte, Cultura e Educação, 3: 34 - 47. Centro de Estudos da Criança do Instituto de Educação da Universidade do Minho e Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, ISSN 2183-1726.Online Moura Alves, J.; (2013).Effects of Domestic Violence on Children: A Case Study developed by an Art Teacher at a Rural Village in Portugal; Diálogos com a Arte - revista de arte, cultura e educação, nº3, 318-324. Viana do Castelo: Eds. CESC – Universidade do Minho, ESE – Instituto Politécnico de Viana do Castelo, , ISSN 2183-1726. Online Rodrigues, H. (2013). Mobilidades Urbanas e Rurais Oitocentistas no Alto Minho, in As cidades na História, I Congresso Histórico Internacional, vol III, Cidade Moderna II. Guimarães: Câmara Municipal de Guimarães, 309369. Rodrigues, H. (2013). Escrever para não morrer. Correspondências de um soldado de Monção na Guerra Colonial (co-autoria) in Escritas privadas, da Mobilidade e da Guerra. Monção: Câmara Municipal de Monção, 207-262. Artigo em Revista sem Arbitragem Científica Gama, Manuel A; Sousa, Maria H. C. C. e; Mourão, Luís A. S. (2013). As redes de uma cidade que se quer criativa, In CITTASLOW Ambiente Favorável para a Criatividade, 1: 57 - 59 Publicação em Revista Internacional Moura, A.; Magalhães, C.; Gama, M. 2014. Pública 14: A Report of a Fieldtrip as an Educational Strategy of Integrating the International Dimension into the Goals of Higher Education, International Research Journal for Quality in Education 1, 2: 12 - 17.Gargh, S. (ed). Coordenação Científica de Projeto Internacional Moura, A. & Maughan, C. (2014). “Estudo preliminar sobre as Festas de Nossa Senhora D ́Agonia: implicações socioculturais, económicas e ambientais”, em colaboração com a De Montfort University, Leicester, Inglaterra. Financiado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo (3500 Euros) Coordenadora Portuguesa de Projetos Internacionais, “Images & Identity” http://www.image-identity.eu/ (Ref. do Projeto: 142345-LLP-1-2008-1-UK-COMENIUS) e “Creative Connections”(http://creativeconnexions.eu/pt/) (Ref. do Projeto: COMENIUS EACEA-517844) (entre 2008 e 2014). Co- orientação de Tese de Doutoramento Co-orientação da tese de Doutoramento “An Analysis of Social Organisations and Cultural Practices of the Ilha de Luanda Community and Implications for Primary Art Education”, Jorge Gumbe, Universidade de Roehampton, Londres. Concluída em 2014. Curadoria de Exposição Costa, A. (2014). Projeto P.O.S.T.E. #1 - Projecto de divulgação de vídeo arte / Disclosure project video art. Projecto com o apoio / a project supported by Fundação Extéril, Nixfuste.pt, Haogeneo.com, Porto. com: (momento 1) Francisco Laranjeira, (momento 2): Ana Serra, Manuela T. Campos, (momento 3): Fictionary Players, André Fonseca, Maria Trabulo, Hugo de Almeida Pinho. Costa, Alexandre A. R. (2013). Curadoria: no Evento "Sopa de Pedra e Cavalo Cansado". Com: Ana Serra, Ana Ulisses, Alexandre A. R. Costa, André Fonseca, Ana Ulisses, Dalila Vaz, Fictionary Players, Filipa Guimarães, Francisco Laranjeira, Hugo de Almeida Pinho, Hugo Soares, João Gigante, Jorge Fernando dos Santos, José Alberto, Laetitia Morais, Maria Trabulo, Miguel Marques, Miguel Seabra e Catarina Lima, Sarah Klimsch, Teixeira Barbosa, Tiago Cabral, Vítor Lago Silva, Hoc Opus. Ateliers Mompilher, Porto, Portugal. Costa, Alexandre A. R. (2013). Exposição Ibérica “Neste Universo:”, do grupo de investigação doutoral em Belas Artes – MODO, da Universidade de Vigo, Espanha. Centro de Memória – Museu e Arquivo de Vila do Conde. Notícias/Destaques: Imprensa do Município de Vila do Conde; Imprensa do Instituto Politécnico de Viana do Castelo; Jornal Opinião Pública de Vila Nova de Famalicão; IPorto - Agenda Metropolitana da Cultura. Moura, A. (2014) “Viana Terra e Mar: memórias viajadas entre a figuração e a abstração” - Uma Exposição de Pintura de Isabel Pinelo, mês de Agosto na Casa Espregueira, Viana do Castelo. Dissertação de Doutoramento Cachadinha, M. (2015). Fatores Interculturais no Desenvolvimento Autónomo: estudo de um grupo de seniores residentes na área urbana de Viana do Castelo. Dissertação de Doutoramento em Sociologia da Cultura. Lisboa: Universidade Aberta/CEMRI.(Aguarda Defesa) Gama, M. (2014). Políticas Culturais: Um olhar transversal pela janela-ecrã de Serralves. Dissertação de Doutoramento em Estudos Culturais- Sociologia da Cultura. Braga: Universidade do Minho. Morais, A. (2014). O Traje feminino em Portugal na primeira metade do Séc. XIX: mercado e evolução da moda”. Porto: [s. n.], 2013. Dissertação de Doutoramento em Historia da Arte em Portugal. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto Projetos de Design de Comunicação Santos, J. (2014). Cartaz da Exposição/Performance Projetos Transdisciplinares. Darque & Viana do Castelo: SIRD/ESEVC-Cave. Santos, J. (2013). Cartaz FIGAC 2013. Viana do Castelo: ESEVC Vieira, P. (2014). Cartaz e Flyer do 9º Encontro das Artes- Viana do Castelo: Escola Superior de Educação. Exposições Costa, Alexandre A. R. et al. (2014) Neste Universo: Rumor Simultâneo. Vila do Conde: Centro de Memória – Museu e Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Vila do Conde em colaboração com a Faculdat de Bellas Artes, Universidad de Vigo. (Exposição coletiva e internacional sob curadoria de Alexandre A. R. Costa, de 30 de novembro de 2013 a 27 de janiero de 2014). Santos, J. (2013) Exposição Coletiva “Resgate”. Só, se pensa, série de 6 fotografias, Catálogo da exposição, Barcelos. Catálogo de Exposição Alexandre A. R. (2014) “Kuenstlerleben, ou quando deres conta a vida passou...", na exposição coletiva “Teoria da Pintura”, AISCA - Associação de Intervenção Social, Cultural e Artística, Viana do Castelo, Portugal: Catálogo “Teoria da Pintura”. Costa, Alexandre A. R. (2014) “1/War Toy In My War: Anti-Monumento à Guerra (com J.F Santos, em Vila Nova de Famalicão/PT); 2/UTOPIA (em Durham/UK); 3/Without a Box (Lisboa/PT e, Sète/FR)”em: Caeiro, Mário (2014) Arte na Cidade – História Contemporânea. Lisboa: Ciclo de Leitores (Temas e debates). (referências e reflexões de Mário Caeiro a partir das obras de Alexandre A. R. Costa, com utilização de imagens relativas às mesmas e ainda citações de diversas fontes do artista). Costa, Alexandre A. R. et al. (2014) “Neste Universo: Rumor Simultâneo”. Vila do Conde: Centro de Memória – Museu e Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Vila do Conde em colaboração com a Facultad de Bellas Artes, Universidad de Vigo. (Publicação resultante do processo de investigação artística do grupo MODO, e consequente exposição coletiva e internacional sob curadoria de Alexandre A. R. Costa, de 30 de novembro de 2013 a 27 de janeiro de 2014). Costa, Alexandre A. R. (2013), “Universo em Marcha #1” na Exposição Resgate. Edifício-Casa Sá-Cortinas, Barcelos, Portugal. em: Catálogo da exposição RESGATE, Edição do Ministério da Saúde e da Associação Recovery to Mental Health. Costa, Alexandre A. R. (2013) Alexandre A. R. Costa: “Universo em Marcha#2”, com curadoria de Mário Caeiro (ESAD, Cr.) e José Moura (FCT-UNL). Caparica: Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa: Catálogo da Exposição “Good News – Comunicar é complicar”, Edição da FCT. Costa, Alexandre A. R. “Que podes fazer perante o desaparecimento da utopia?” - versão digital apresentada pela revista “Diálogos com a Arte” revista de arte, cultura e educação – nº3 / 2013 (Ed: CESC – Universidade do Minho, ESE – Instituto Politécnico de Viana do Castelo, EBA – Universidade Federal de Minas Gerais). Santos, J. (2013). Exposição Coletiva “Resgate”. Só, se pensa, série de 6 fotografias, Catálogo da exposição, Barcelos. Reportagem Costa, Alexandre A. R (2013). Sobre o 3º aniversário do Anti-Monumento à Guerra “war toy on my war”, reportagem com entrevista no programa Portugal em Direto: RTP 1. Costa, Alexandre A. R (2013). Sobre o 3º aniversário do Anti-Monumento à Guerra “war toy on my war”, reportagem com entrevista no Jornal Diário, canal cabo: Porto Canal; Costa, Alexandre A. R (2013). Sobre a Exposição "Resgate" e a Instalação "Universo em marcha/dispositivo para acontecimentos", reportagem com entrevista no canal cabo: Porto Canal, Magazine Territórios; Performances & Instalações Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 4: Representação], 15`. + Video: "Time is on my (our) side", 15`. Fundación RAC, Pontevedra, Espanha. Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 2: Esta liberdade, os segredos da banca e um caneco atrás de outro], 15`. + Video: "Time is on my (our) side", 15`.,(Con)Tributos da Liberdade a Joan Miró, Cooperativa Árvore, Porto. Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 3: Ressonância Catabólica], 15`. + Video: "Time is on my (our) side", 15`.BAAMMM 3, Sonoscopia, Associação Cultural, Porto. (Alexandre A. R. Costa como Kas`Drovitch) Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance + video: "A dar água sem caneco" [versão 1: Guelras para que te quero...], 15`. + Video: "Time is on my (our) side", 15`.Expedição /// Seminário HANGAR /// A Sua Agulha Aponta o Sul e Não o Norte!, Espaço Maus Hábitos, Porto. Costa, Alexandre A. R. (2014). Performance e Instalação: "Kuenstlerleben, ou quando deres conta a vida passou...", exposição coletiva “Teoria da Pintura”, AISCA - Associação de Intervenção Social, Cultural e Artística, Viana do Castelo, Portugal. Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação: "Universo em Marcha # Acontecimento 4 - Con los otros" na Exposição "Neste Universo…" (grupo de investigación MODO – modos de conocimiento artístico, Facultad de Belas Artes Pontevedra – Universidade de Vigo, e com curadoria de Alexandre A. R. Costa).Centro de Memória – Museu e Arquivo, Vila do Conde, Portugal (30.11.2013_26.01.2014.). Costa, Alexandre A. R. (2013). Curadoria: Exposição Coletiva "Neste Universo..." (grupo de investigación MODO – modos de conocimiento artístico, Facultad de Belas Artes Pontevedra – Universidad de Vigo). Com: Alba Fandiño, Alejandra Pombo, Antonio Bonome, Armando Pereira, Berta Cáccamo, Carlos Suárez, Carlos Trindade, Carlota Salgado, Eugenia Blanco, Helena Guerreiro, Iria Vázquez, J.Ramón Méndez, Jesús de la Iglesia, Joan Morera, J F. Santos, Liliana Lista, Lucía Romaní, Marta Bran, Olalla Cortizas, Sara Fuentes, Uxía Fernández, Victor Hugo Costas. Centro de Memória – Museu e Arquivo, Vila do Conde, Portugal (30.11.2013_26.01.2014.). Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalações: "Universo em Marcha # Acontecimento 3"; "Naufrágio à entrada (Imersão 1)"; "Detritus (Imersão 2)"na Exposição coletiva "6 proyectos de espacio para 1 espacio". Centro Cultural Pazo Torrado, Cambados (Espanha). Curador: Javier Tudela. Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação: "Universo em Marcha # Acontecimento 2" na exposição colectiva "Good News - comunicar é complicar". F.C.T. - Faculdade de Ciência e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa. Curadoria: Mário Caeiro e José Moura. Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance: "O Raio de Schwarzschild" (com Hugo Soares), durante a construção da Universo em Marcha #2, momentos de pré-abertura da exposição colectiva "Good News comunicar é complicar": F.C.T. - Faculdade de Ciência e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa. Curadoria: Mário Caeiro e José Moura. Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance e Instalação: "A instabilidade quase me fazia acertar", no Evento Creative Connections - performance event, Espaço Laissez Faire, Porto. Curador: Filipe Garcia. Costa, Alexandre A. R. (2013). Video/filme: "To Dark", no "Between Document & Fiction – Film event". Marquee Theatre, Madison/Washington D.C., United States of America. Curator: José Carlos Teixeira. Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance e Instalação: "Lei Natural, ou, o agitamento molecular do sistema aberto". Exposição In-Tensões, no Espaço-Ex-sede do Banco Montepio, Avenida dos Aliados, Porto (em substituição intensional do Edifício AXA). Curadoria de Dalila Vaz. Costa, Alexandre A. R. (2013). Video/filme: "To Dark" no Evento "Sopa de Pedra e Cavalo Cansado". Ateliers Mompilher, Porto, Portugal. Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance e processo colaborativo: "Sopa ao lume na cozinha e todos a cantar em uníssono: Liberdade!" Ateliers Mompilher, Porto, Portugal. Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance: "Da arte, da vida, da morte" no Line Up Action Extensions. Mosteiro de Santa Clara, Montemor-o-Velho. Costa, Alexandre A. R. (2013). Performance: "Da arte sem ilha. da vida e morte em mar alto". CMIA - Parque ecológico urbano, Figac 2013, Viana do Castelo. Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação e Performance: "Confettis negros" na exposição CRE(A)TIVE.CONNECTIONS #0. Quarck productions.in.site.galerie, Porto. Curadoria: Filipe Garcia & Maari Soekov Costa, Alexandre A. R. (2013). Instalação, performance e processo colaborativo: "Universo em Marcha #1", na Exposição Colectiva "Resgate". Edifício-Casa Sá Cortinas, Barcelos, Portugal. Curadoria de Hugo Soares. Gama, Manuel A. (2014). QUE POEMA DE ENTRE TODOS OS POEMAS? - Na rua com Sophia...,2014 (Teatral).Performance final da Oficina da Palavra realizada no Agrupamento de Escolas Clara de Resende em colaboração com a Dois Pontos Associação Cultural. Gama, M.(2013). NA BIBLIOTECA...,2013 (Teatral). Performance final das Oficinas de Teatro de Verão realizadas em Viana do Castelo. Moura, A. (2013)TSURUS, coordenação da instalação montada por estudantes de Educação Básica no Hall da ESEVC, Dezembro. Catálogo Digital Pereira, J. ; Moura, A.; Gonçalves, http://creativeconnexions.eu/pt/ T.; Peixoto, A.; Almeida, C. & Moura, J.(2014). Comunicações Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). Diagnóstico para uma prática consequente: a oferta cultural, o papel da escola e as práticas culturais dos alunos, In II Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana, Braga. Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). A intermediação cultural: Oferta e práticas culturais, In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978-989-8756-008. Almeida, Carlos; Gama, Manuel A; Jácomo, António; Pontes, Adalgisa (2014). Intermediação Cultural no Ensino Superior em Viana do Castelo, In VIII Congresso Português de Sociologia, Évora. Cachadinha, M. (2014). Comunicação intitulada "A Mulher na Sociedade Portuguesa depois de Abril de 1974 Novos e Velhos Desafios" na Palestra a Mulher na Democracia - as mudanças e os desafios de abril, realizada no Centro Local de Aprendizagem da Universidade Aberta em Ponte de Lima em 28 de maio de 2014. Cachadinha, M. (2014). Comunicação intitulada "Cultura e Envelhecimento: o papel da cultura no envelhecimento bem-sucedido", In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978989-8756-008. Costa, Alexandre A. R. (2013). "Apuntes desordenados: Algunhas prácticas artísticas de transformación do sistema", Seminário Im-pulsos Creativos (Org: Lúcia Romaní – Universidade Vigo- / Arantxa Perez – Universidade Santiago Compostela) Centro de Estudios Avanzados, Universidade de Santiago de Compostela. Costa, Alexandre A. R. (2013). "Da arte, da vida, da morte" @ Line Up Action Extensions, Mosteiro de Santa Clara Montemor-o-Velho. Costa, Alexandre A. R. (2013). "Da arte sem ilha. da vida e morte em mar alto" @ (Mesa-redonda + Ciclo de performance Arte: Arte Pública/Rede), CMIA - Parque ecológico urbano, Figac 2013, Viana do Castelo. Escaleira, J. [2009], “A designação CELTA como marca, num contexto de utilização de Património Imaterial, no âmbito da Economia Criativa”, In II Congresso Transfronteiriço de Cultura Celta de Ponte da Barca, Outubro, pp. 116 – 135. Gama, Manuel A; Pontes, Adalgisa. Espaço Cultura ESEVC 2015/2017,2014 (Comunicação).In IV jornadas sobre La relación pedagógica en la universidad: Aprender cuando se enseña. 18 e 19 de setembro de 2014 na Universidade de Barcelona. Gama, Manuel A. (2014). Viagem na companhia do Sr. Deschuyfeleere, In II Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana, Confibercom: Os desafios da investigação, Braga. Gama, Manuel A. (2014).Políticas Culturais: Um Olhar Transversal pela janela-ecrã de Serralves, In VIII Congresso Português de Sociologia, Évora. Gama, Manuel A. (2014).Cultura de redes culturais: O estado das redes do Estado, In VIII Congresso Português de Sociologia, Évora. Moura, A. (2014). Estado da Arte: o caso do Creative Connections, In X Encontro Internacional das Artes: Creative Connections, Viana do Castelo: ESEVC, 20 de novembro 2014. Moura, A.; Gonçalves, T.; Peixoto, A.; Almeida, C. Alves, J. & Pereira, J.(2014). Active citizenship, contemporary art and intercultural education: A case study in initial teacher education. Paper presented at the ECER Conference The Past, Present and Future of Educational Research in Europe. Porto, 2-5 de setembro, 2014 Moura, A.; Gonçalves, T. & Garrocho, I. (2014). Children’s perceptions on contemporary art and political issues. Paper presented at the ECER Conference The Past, Present and Future of Educational Research in Europe. Porto, 2-5 de setembro, 2014. Moura, A. (2014). From Berenika Ovcácková to Sean Hillen: an open eye through creative connections, In International Conference Creative Connections, Prague, 11 Junho Anabela Moura, Teresa Gonçalves, Ana Peixoto, João Moura, Carlos Almeida, João Pereira (2014), Creative Connections um projeto internacional envolvendo escolas do ensino básico, In Ensinar e aprender com criatividade dos 3 aos 12 anos-Congresso Internacional, Viana do Castelo: ESEVC, Junho 2014. Peixoto, A.; Almeida, C.; Moura, A. (2014). Art Education with students from 12 to 13 years: case study at Colégio do Minho, Portugal, In ETEN Annual Conference, Leipzig, Alemanha: Universitat Leipzig, 3-5 de abril. Moura, A.; Escaleira, J.; Jácomo, A.; Magalhães, C. (2014). Europe as a Cultural Project, In Cultural eXchanges – a festival of ideas, insight and inspiration. Leicester: De Montfort University, UK, 19 Fevereiro. Moura, Anabela; Magalhães, Carla; Gama, Manuel A. (2014). "Pública 14: relato de uma visita de estudo como estratégia educacional de integração na dimensão internacional das metas do ensino superior", In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978-989-8756-008. Moura, A; Gonçalves, T; Peixoto, A.; Moura Alves, J.; Almeida, C.; Pereira, J. (2014). CREATIVE CONNECTIONS: UM CAMINHO PARA A CIDADANIA ATRAVÉS DA ARTE In IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014, ISBN: 978-989-8756-008. Moura Alves, J. (2013). A ARTE NA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - O PAPEL DO CINEMA; 2ª CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE CINEMA DE VIANA. Viana do Castelo: ESE/IPVC. Rodrigues, H. (2013). Comunicação intitulada "Histórias de vida e Migração" no Seminário Memória e Herança Cultural, realizado na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, em 24 de abril de 2013. Moderações Costa, Alexandre A. R. A sustentabilidade dos festivais e a atual preocupação ambiental: uma dualidade praticável? Mesa redonda, Oradores: Adolfo Luxúria Canibal, João Carvalho e Filipe Pinto. @ CMIA - Parque ecológico urbano, Figac 2013, Viana do Castelo. Gama, M. IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, 2014 (Encontro). Nome da Instituição: IPVC/UM; Cidade do evento: Viana do Castelo / Hotel Axis Moura, J. IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, 2014 (Encontro). Nome da Instituição: IPVC/UM; Cidade do evento: Viana do Castelo / Hotel Axis Membro/Avaliador(a) de Revistas Nacionais e Internacionais Cachadinha, M. Membro da Equipa Redatorial da Revista Estudos Regionais (nºs 2/3), publicação vocacionada para a divulgação da investigação sobre Cultura, História e Sociedade do Noroeste de Portugal Martins, Moisés de Lemos; Baptista, Maria Manuel; Gama, Manuel A. Revista Lusófona de Estudos Culturais, de 2014/08/01 até 2014/12/31, Função ou tipo de participação: Corpo editorial. Moura, A. , desde 2005 avaliadora (Referee) de revistas nacionais e internacionais da especialidade como Revista Ensinarte - A Poética da Arte – A Arte em contexto educativo, International Journal of Education through Art, Studia de Securitate et Educatione Civili- Wydawnictwo Naukwo Uniwersytetu Pedagogicznego, Investigar em Educação – Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (2014), Profissão Docente (on-line) da Universidade de Uberaba (desde 2009) e Diálogos com a Arte – revista de arte, cultura e educação, co-coordenando esta última desde 2009. Moura, J., desde 2010 avaliador (Referee) de revistas internacionais da especialidade (do top 10) como o International Journal of Biomedical Science e a revista Immunology e membro da comissão científica da revista Diálogos com a Arte. Cursos de Curta Duração Gama, M. (2013). Oficina de Teatro de Verão, promovido por Dois Pontos Associação Cultural. Duração: 30 horas. Local: Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, Cidade: Viana do Castelo, Tipo de participação: Docente. Curso promovido em colaboração com os cursos de Educação Artística e de Gestão Artística e Cultural do IPVC no âmbito de um programa de sensibilização de novos públicos para a cultura. Organização de Eventos Internacionais Gama, M. (2014).V Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural,2014 (Encontro / Organização). Moura, A. & Almeida, C.; (2014) IX Encontro Internacional das Artes: Dialogando com a Desigualdade: o papel das artes e da cultura na mudança social, Viana do Castelo: AXIS Hotel, 27 e 28 de maio 2014. Moura, A.; Almeida, C.; Gonçalves, T.; Moura, J.; Peixoto, A.; Pereira, J. (2014) X Encontro Internacional das Artes: Creative Connections, Viana do Castelo: ESEVC, 20 e 21 de novembro 2014. 7.3 Internacionalização Incoming 2013/2014: 5 alunos Charles University (República Checa) - 2 alunas College of Nyiregyhaza (Hungria) - 1 aluna Faculty of Tourisme Studies (Eslovénia) - 1 aluna Univerzita Hradec Kralove (República Checa) - 1 aluna Outgoing 2013/2014: 7 alunos Charles University (República Checa) - 4 alunos Universidad de Valencia - 3 alunos Incoming 2014/2015 (1º semestre): 3 alunos Hochschuke Zittau (Alemanha) - 2 alunas Universidad de Valencia - 1 aluno Outgoing 2013/2014 (1º semestre): 0 alunos A Coordenadora da ESEVC do programa ERASMUS referiu o seguinte: “Quanto às questões da motivação, posso dizer que o curso de GAC tem sido procurado todos os anos por alunos estrangeiros de diferentes instituições e países. O grau de motivação e de satisfação tem sido bom, havendo um feedback globalmente positivo sobre as aprendizagens, o apoio dos professores e sobre o curso” (AB, Dezembro, 2014). 8. Análise SWOT do Ciclo de Estudos 8. Pontos fortes O âmbito do Sistema centra-se no processo ensino & aprendizagem, mas considerando todos os processos de suporte ao mesmo (ver Manual da Qualidade), incluindo os processos de gestão estratégica, cooperação internacional, gestão académica, recursos humanos, projetos, infraestruturas, serviços de apoio (bibliotecas, alojamento, alimentação, bolsas), verifica-se em termos de MISSÃO E OBJETIVOS: Pontos Fortes: A conceção deste CE tem contado com o conhecimento adquirido ao longo do seu ciclo de existência (criação em 2007), não esquecendo que foi o primeiro em Portugal. Os seus docentes têm larga experiência nas suas áreas de especialidade, contempladas na formação de Gestores Artísticos e Culturais ao nível da sua formação inicial. O CE, bem como os seus objetivos, está enquadrado pela legislação no que se refere ao processo de Bolonha. Os objetivos contemplam diferentes dimensões e articulam de forma integrada saberes e competências científicas, pedagógicas e investigativas, proporcionando modos de trabalho diferenciado, que favorecem o trabalho colaborativo entre os docentes das áreas científicas contempladas, numa perspetiva de articulação entre teoria e prática. Por outro lado estão formulados de modo a permitir uma intervenção efetiva com as instituições de acolhimento e a comunidade educativa. Atratividade do curso. A licenciatura integra-se num sistema de graus de fácil compreensão e comparáveis na Europa e articula-se com um 2° ciclo de formação que permite o acesso ao sector das artes e da cultura. Encontram-se bem definidas as componentes de formação na licenciatura. A licenciatura é direcionada para o desenvolvimento de um perfil profissional alargado, ligado à intervenção em contextos formais e não formais, públicos e privados. Simultaneamente, a licenciatura permite que aqueles que ingressam nos mestrados de ensino tenham uma visão mais global sobre a organização e sequencialidade da educação artística e gestão das artes numa diversidade de contextos. Este aspeto está igualmente associado a uma orientação na escolha do mestrado, baseada nas experiencias formativas na licenciatura. Grau de satisfação muito bom por parte de alunos estrangeiros que procuram o curso de GAC para desenvolver o seu programa de mobilidade - consultando o link Erasmus Surveys http://internacional.ipvc.pt/en/node/674 ,onde se encontram os relatórios com os resultados dos questionários aos alunos estrangeiros, verifica-se o sucesso deste programa. Fig.12 Atividade desenvolvida na uc de história moderna e contemporânea. fotografia@nuno barreiros Existência de metodologias de monitorização e controlo de activ., com definição anual de objetivos, indicadores e metas para cada processo com base no Plano Estratégico e na Politica da Qualidade. Destaca-se o Inquérito de aval. da qualidade de ensino, realizado semestralmente aos estudantes, as auditorias internas ao longo do ano e os relatórios de avaliação da satisfação de estudantes, colaboradores e entidades externas e os balanços da qualidade relativos ao desempenho do SGGQ. Com os novos estatutos, o IPVC definiu uma eficiente estrutura de decisão hierárquica e congregando vários níveis de participação. Outros pontos fortes são: Forte envolvimento em actividades muito diversificadas na IPPI e IPPII, que vão desde a caracterização das instituições de acolhimento, mapeamento de actividades culturais a nível local e regional e aplicação integrada e interdisciplinar de conhecimentos e domínio de modelos de gestão concretos, que resulta de uma total articulação entre IPPI&II e outras UCS do curso; Implementação de uma cultura reflexiva por parte dos estudantes, supervisora e cooperantes das instituições de acolhimento; Avaliação contínua considerada pelos estudantes como uma prática habitual no processo avaliativo; Atendimento tutorial muito organizado; Reuniões da Coordenação de Curso com estudantes permitindo igualmente ir adequando ás suas necessidades as estratégias e actividades docentes e discentes e mantendo um equilíbrio da carga de trabalho necessária aos estudantes. A organização científico-pedagógica está conforme os modelos estruturais instituídos e com os normativos gerais e locais aplicáveis; A conceção, estrutura, execução e cumprimento do Plano de Estudos evidencia uma conformidade com os normativos, quer no que diz respeito a duração, carga horária e opções; Dimensão auto-reguladora e de conformidade normativa, com uma preocupação de uma afinação generalizada relativamente à qualidade técnico - pedagógica da elaboração dos sumários, indicação bibliográfica, etc.; Trabalho colaborativo entre docentes muito enfatizado; Documentação em quantidade e qualidade sobre organização, funcionamento e gestão do curso é entregue aos estudantes, especificamente em relação ao regulamento de IPPI e II. Pontos Fracos: A legislação que regulamenta as alterações ao Plano de Estudos, apresenta-se com pouca flexibilidade para reformular dimensões inerentes à formação e às unidades de crédito. Oportunidades: Desde a sua criação que a ESEVC tem tido um papel de relevo na área da Educação, sendo uma instituição de referência na região e a nível nacional. Consequentemente ao longo dos seus mais de 30 anos de existência têm sido estabelecidas relações muito estreitas entre as organizações educativas, culturais e artísticas da região, e através de programas nacionais, projetos e encontros nacionais e internacionais, em colaboração com muitas IES parceiras a nível de programas ERASMUS, COMENIUS e outros. Este relacionamento tem contribuído para facilitar e incrementar o reconhecimento da formação proporcionada e a captação de alguns estudantes de outras instituições. A ESEVC foi a primeira e das únicas IES a nível nacional que oferece formação a nível deste perfil. Por outro lado este curso habilita para o exercício da profissão em contextos muito diversificados, facilitando os níveis de empregabilidade dos seus diplomados. Constrangimentos: A emergência de uma identidade profissional que estes estudantes são obrigados a desenvolver de forma muito rápida, não esquecendo que as matérias do Plano de Estudos, a nível conceptual, se consubstanciam em algo totalmente novo para a maioria dos alunos. Tem-se constatado um reduzido hábito de vivências culturais e artísticas e um conhecimento diminuto sobre arte contemporânea e não contemporânea, sendo necessário cativar os estudantes para espectáculos e para a oferta cultural nacional – já que planeamento dos seus projectos deverá aparecer a jusante destas questões. Baixo reconhecimento social da profissão; Fraca valorização de mão de obra especializada neste sector. ORGANIZAÇÃO E MECANISMOS DE GARANTIA: Pontos Fortes: SGGQ certificado pela ISO 9001 desde Jan. de 2009 certificado pela A3ES desde jan. 2013. O âmbito do Sistema centra-se no processo ensino & aprendizagem, mas considerando todos os processos de suporte ao mesmo (ver Manual da Qualidade), incluindo os processos de gestão estratégica, cooperação internacional, gestão académica, RH, projetos, infraestruturas, higiene e segurança e serviços de apoio (bibliotecas, alojamento, alimentação, bolsas). Existência de metodologias de monitorização e controlo de activ., com definição anual de objetivos, indicadores e metas para cada processo com base no Plano Estratégico e na Politica da Qualidade. Destaca-se o Inquérito de aval. da qualidade de ensino, realizado semestralmente aos estudantes, as auditorias internas ao longo do ano e os relatórios de aval. da satisfação de estudantes, colaboradores e entidades externas e os balanços da qualidade relativos ao desempenho do SGGQ. Com os novos estatutos, o IPVC definiu uma eficiente estrutura de decisão hierárquica e congregando vários níveis de participação. SGGQ certificado pela ISO 9001 desde Jan. de 2009 certificado pela A3ES desde jan. 2013. Existe um trabalho de articulação entre a coordenação do curso de licenciatura, sendo de salientar nesta colaboração a grande coesão existente entre eles. Este grupo reúne periodicamente favorecendo não só a articulação entre alunos e otimizando o seu funcionamento. Ao mesmo tempo funciona como “órgão” regulador no que diz respeito à formação da LGAC na sua articulação com o mestrado de GAC. As reuniões de CC contribuem para garantir coerência e eficácia da formação, assim como o acompanhamento próximo e intensivo dos estudantes, numa perspetiva de supervisão pedagógica. Identidade do curso tem crescido expressivamente. Adequada utilização da plataforma e learning. Pontos Fracos: Reconhecimento da importância por parte dos estudantes do sistema interno de garantia da qualidade cuja participação se mostra ainda reduzida. No inquérito proposto aos estudantes há necessidade de rever algumas das questões do mesmo. Por outro lado, constata-se a necessidade de organizar para além deste, mais momentos de reunião e debate sobre a organização e qualidade do ciclo de estudos envolvendo estudantes e professores. O resultado destes inquéritos surge muito tardiamente não permitindo fazer aferições atempadamente de todos os processos. É necessário melhorar os canais e sistemas de comunicação entre docentes e serviços administrativos, tornando mais eficiente o fluxo de informação/documentos de suporte. Oportunidades: O historial da ESEVC em Educação Artística permitiu ao longo dos anos estabelecer boas relações com outras instituições de ensino superior nacionais e internacionais, o que alarga a construção de uma referência sobre exemplos de boas práticas e sobre outros aspetos que permitem garantir uma contínua regulação e consequentemente melhorar a qualidade do funcionamento do curso de GAC. Por outro lado permitiu também estabelecer relações com as diferentes instituições educativas do distrito que acolhem os estudantes, e que manifestam sempre elevada recetividade e procura o que permite selecionar cooperantes com larga experiência profissional. Acresce-se o trabalho continuado de longos anos entre professores supervisores da ESE e cooperantes que permite uma avaliação permanente do curso contribuindo assim para a melhoria da qualidade da formação. Constrangimentos: O facto de o curso ser muito recente e seguir um modelo complexo é um fator que tem constrangido a formalização dos processos associados à garantia da qualidade, o que acarreta algumas dificuldades de articulação entre os calendários escolares dos vários parceiros (escolas e ESE) e deste modo garantir a qualidade. As várias exigências dos mecanismos para garantir a qualidade da avaliação acrescido ao tempo despendido nesta tarefa, por todas as pessoas envolvidas, a par do risco de excessiva burocratização do processo, podem ser um entrave à disponibilidade necessária para se colocar em primeiro plano o seu principal objetivo: a garantia da qualidade. Mais recentemente os constrangimentos financeiros e os poucos recursos humanos não docente da ESE disponíveis condicionam a melhoria da qualidade. RECURSOS MATERIAIS E PARCERIAS: Pontos Fortes: A ESE tem infraestruturas com equipamentos adequados e diferenciados pelas áreas. O acesso aos diferentes laboratórios proporciona materiais para a formação dos estudantes e para o apoio às aulas. O acesso a meios bibliográficos está facilitado pelo nº de títulos adquiridos e pela pesquisa na b-on. As instituições culturais tais como as bibliotecas, associações (e.g. ACEP, SIRD), o GEED e muitas outras, dispõem também de recursos materiais. A boa relação existente entre parceiros, como se tem constatado nos fóruns internacionais realizados anualmente na LGAC e MGAC da ESE, permite estabelecer parcerias que se concretizam, p.e. a nível da articulação de seminários conjuntos e na realização de encontros temáticos. O número alargado de parcerias internacionais no que se refere à formação dos estudantes. Crescimento do turismo cultural a nível local e regional, emergência de novos Festivais, Encontros e Bienais e projectos de iniciativa privada dinâmicos e com efeitos de arrasto; Aumento significativo de serviços educativos nas instituições e equipamentos culturais bem como do número de projectos que envolvem populações desfavorecidas; Crescente potencial de internacionalização gerado pela organização dos Encontros Internacionais das Artes, pelos Fóruns Internacionais de Gestão Artística e Cultural, pela Diálogos com a Arte - revista de arte, cultura e educação e projectos conjuntos(e.g. Images and Identity e Creative Connections) e outros submetidos à FCT e CIM, mas não financiados; Existência de salas de espectáculo e espaços de Juntas de Freguesia ou de Associações subaproveitadas; Necessidade de criação e desenvolvimento de redes de mediadores culturais; Existência de instituições no concelho e no distrito com forte dinâmica associativa com falta de quadros capazes de desenvolvimentos futuros. Pontos Fracos: A falta de apoio financeiro para atualizar alguns dos equipamentos sobretudo ao nível de computadores e de material multimedia. Sistema de informação com baixa integração (ainda fraccionado por processos/serviços), incluindo o sistema de acompanhamento de indicadores de desempenho e de recolha e fornecimento em continuo de informação por diferentes níveis de acesso. Poucos recursos humanos disponíveis e elevados custos financeiros associados às oportunidades identificadas para a melhoria do sistema interno de garantia da qualidade. Falta de legislação para lecionar aulas de algumas UC em inglês; Falta de enquadramento para lecionar turmas em tutoria só para estrangeiros; Poucos recursos humanos disponíveis e elevados custos financeiros associados às oportunidades identificadas para a melhoria do sistema interno de garantia da qualidade; Vulnerabilidade significativa dos sectores cultural e artístico face à conjuntura económica, acentuada pela crise financeira de instituições tipicamente patrocinadoras da cultura; Débil diferenciação da cidade de Viana do Castelo, face a outras cidades, devido à falta de especialização das actividades e indústrias criativas; Entendimento restrito da importância das parcerias por parte de responsáveis políticos; nº elevado de estudantes que não dominam outras línguas Oportunidades: Há protocolos com instituições de ensino superior internacionais, sobretudo a nível do programa ERASMUS,COMENIUS, permitindo, deste modo, o intercâmbio de professores. O GEED proporciona aos estudantes a frequência de cursos de voluntariado e a possibilidade de integrar missões de voluntariado. A tradição de quase 30 anos na formação de profissionais ligados às Artes e à Cultura faz com que este curso se enquadre perfeitamente na política de desenvolvimento do distrito. Constrangimentos: O número de horas da IPPI e IPPII do curso constrange o estabelecimento de parcerias com algumas instituições culturais que preferem o estágio em sistema de full time. A crise financeira que o país atravessa tem reflexos muito significativos nos orçamentos das instituições de ensino superior, dificultando a atualização de recursos materiais, assim como o estabelecimento de intercâmbio mais sistemáticos com os parceiros (e.g. Financiamento para reuniões de e para a ESE e outros locais). PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE Pontos Fortes: A equipa docente deste ciclo de estudos evidencia elevada qualificação profissional, constituída por a quase totalidade de docentes doutorados e especialistas (dois) e apenas sete não doutorados, mas que se encontram em fase final do seu doutoramento, o que permite uma maior consistência na qualidade do curso. Para além disso a maioria do corpo docente apresenta larga experiência na área que lecciona e na investigação publicada e associada a este ciclo de estudos. No âmbito do IASQE a apreciação feita pelos estudantes à equipa docente é muito favorável. Distribuição adequada da responsabilidade institucional, não se verificando qualquer desvio aos princípios e normas por que se rege o exercício de cargos orgânicos de direcção e coordenação, designadamente no que diz respeito à qualificação académica dos respectivos titulares, aos critérios e modos de selecção. Tem sido preocupação da Coordenação do Curso a afectação de recursos humanos que contribuam para uma formação qualificada dos estudantes; Leccionação das unidades curriculares por docentes pertencentes a três áreas Científicas do IPVC, que garantem uma adequada articulação científico-pedagógica; Trabalho sistemático de articulação teórica e prática das componentes científicas e das componentes pedagógicas, por parte da Coordenação de Curso, garantindo uma permanente interdisciplinaridade e transdisciplinaridade; Coordenação científicas das UCs a cargo de docentes qualificados (doutores e mestres e especialistas, considerados competentes pelos estudantes; Capacidade de análise crítica e de introspecção dos docentes do curso; Coordenação das Iniciações à Prática Profissional I e II, assegurada por docente com doutoramento, com larga experiência em acompanhamento de estágios; Juventude do corpo docente em busca de melhores qualificações académicas. AM, docente da UC de História das Artes refere a propósito da boa adequação do corpo docente: “Como docente do Curso de Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do IPVC, venho atestar a importância das diferentes iniciativas tomadas quer pela Coordenação de Curso, como pelo grupo de docentes, das quais poderei destacar: As idas à Feira de Arte Contemporânea (Madrid), onde os discentes convivem com as diferentes manifestações artísticas da contemporaneidade; o Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultura, onde ao longo dos anos, as temáticas escolhidas permitem a reflexão e a partilha real de experiências e onde os alunos podem testar as capacidades e conceitos adquiridos ao longo da licenciatura; os diferentes Encontros Internacionais das Artes, cuja programação integra a realização de Conferências, Performances, Comunicações, Visitas de Estudo (Figs. 13, 14 & 15) e Workshops contando com a presença de investigadores, artistas e agentes culturais, pretendendo estimular e fortalecer o debate e intercâmbio entre investigadores e agentes culturais no âmbito internacional e, tanto as outras iniciativas. Como docente de História das Artes Visuais penso que os alunos ao adquirirem uma formação compreendida como uma unidade viva de conhecimento de diversas obras de arte, dos diferentes agentes culturais e de variadas experiências, acompanhado por uma avaliação crítica dos debates estéticos, mais facilmente irão compreender o pensamento estético- artístico que apoia a perceção e compreensão do produto artístico”. Fig.13 Visita de Estudo desenvolvida na uc de prática profissional ii. fotografia@jorge santos Fig.14 FIGAC 2012. fotografia@jorge santos Fig.15 FIGAC 2014. fotografia@jorge santos* * Mesa Redonda com Christopher Maughan, Administrador do Centro Anne Peaker, diretor do Centro de Dança Clássica Indiana e diretor do Leicester Comedy Festival, Ricardo Bramão, Director do Talkfest, Tiago Veiga, um dos diretores do SWR Barroselas Metalfest e Tiago Martins, director do festival Viana Stroke Roll. Pontos Fracos: Na equipa de docentes, cinco docentes não se encontram a tempo integral o que interfere com a organização do curso, concretamente ao nível da disponibilidade para com os estudantes e para os momentos de reunião entre docentes e com a CC. Não há funcionários afetos ao curso e na instituição este número é muito reduzido para todas as solicitações. No entanto, destaca-se que há um reduzido grupo de pessoal não docente muito empenhado e com elevado sentido de responsabilidade e entrega, que contribui para o bom funcionamento do curso. Oportunidades: Sendo um curso novo e com áreas de intervenção que não sendo novas, o são neste modelo, poderá ser uma oportunidade, para um investimento dos docentes nesta área como área privilegiada de investigação. Este modelo de formação poderá apresentar maior notoriedade e procura dos seus diplomados por parte das instituições empregadoras. A coordenadora do curso tem tido responsabilidade na distribuição de serviço, o que se mostra muito adequado às exigências do curso, seleccionando os docentes com um perfil adequado para o curso e que se identificam com ele. Constrangimentos: Ausência de abertura de concursos para contratação de docentes a 100%. Os cortes financeiros nas IES faz com que haja uma taxa de esforço muito elevada dos seus docentes, dificultando grandemente o seu trabalho na área da investigação. Também há um apoio financeiro reduzido à sua atualização, para deslocações a congressos nacionais e internacionais, que a concretizar-se se fazem a expensas dos próprios docentes. O reduzido número de funcionários obriga a que estes desempenhem um vasto leque de funções e atividades, sob o risco de perder alguma qualidade, sobretudo em termos temporais, nas tarefas em que estão envolvidos. ESTUDANTES Pontos Fortes: A relação entre corpo docente e estudantes é de grande abertura, criando um ambiente de bem-estar entre a comunidade académica. A oferta de espaços disponibilizados quer pela ESE quer pelo IPVC é diversificada, adequada e facilitadora da formação, assim como com as instituições educacionais onde decorrem as IPPI & II. São implementadas medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento aos estudantes durante o seu percurso académico, por todos os docentes das diferentes UC’s e pela coordenadora de curso, que resulta no sucesso académico dos seus estudantes. Salienta-se a proximidade existente entre supervisores, cooperantes e estudantes no âmbito das IPPI & II. Incentiva-se a participação dos estudantes em eventos de natureza diversa, procurando a sua integração quer com os outros licenciados, quer nas comunidades académica, científica e cultural. Boa procura, evidenciada pela taxa de candidatos. Satisfação boa dos estudantes com a sua inserção na escola e no curso. Pontos Fracos: A flexibilidade do plano de estudos permite a construção de percursos formativos individuais e a internacionalização, sobretudo ao nível dos estudantes, pois ao nível do corpo docente é mais difícil. Há um grande número de estudantes que trabalha, não necessariamente com o estatuto de trabalhador estudante, o que se traduz na dificuldade em usufruir de um completo envolvimento no processo de ensino e aprendizagem e no ajuste de horários que permitam a frequência das UCs. Este aspeto revela-se importante sobretudo com as dificuldades financeiras atuais o que condiciona a assiduidade às aulas, pois têm como prioridade o emprego. A atitude preconceituosa dos estudantes em relação a noções básicas de cálculo. Apesar da plataforma Moodle constituir uma mais-valia para a comunicação entre docentes e estudantes, existem docentes que ainda não recorrem às potencialidades desta ferramenta, de forma eficaz. Este aspeto terá que ser revisto. Oportunidades: Este curso é uma oportunidade para todos os estudantes que iniciam a GAC e pretendem continuar, sobretudo para os estudantes da região. Estes estudantes têm oportunidade de participar em todas as iniciativas de carácter científico, o que facilita a sua participação em conferências e seminários de diverso tipo. Em particular há estudantes desta licenciatura que se encontram envolvidos no projecto “Estudo Preliminar sobre a Romaria de Nossa Senhora d'Agonia”, numa parceria entre o IPVC, a Universidade de De Montfort, Leicester e a CMVC, o que lhes é permitido devido à relação e coordenação entre docentes da instituição e o mundo empresarial. Estando inseridos num meio pequeno têm oportunidade também de participar nas atividades académicas promovidas pela academia e pela própria cidade muitas das quais constituem uma mais-valia para a sua integração como futuros cidadãos e também profissionais (e.g. ENCONTROS de CINEMA de VIANA do CASTELO, Encontros Internacionais de Arte, que se realizam anualmente). Mobilidade de estudantes (oportunidades e concretização). Constrangimentos: A procura de formação de nível superior tem sido afetada significativamente pela crise económica e financeira que o país atravessa, o que poderá vir a refletir-se neste curso para o próximo ano letivo. Além disso, alguns estudantes que frequentam o curso, como já referido, trabalham, o que diminuiu a sua disponibilidade para o estudo, o que tem reflexos evidentes na qualidade da sua prestação. Estes constrangimentos financeiros, associados a um número de estudantes fora da área de intervenção da ESE faz com que se ausentem da instituição durante a componente lectiva, o que acarreta um distanciamento das rotinas de trabalho/estudo dificultando a conclusão das tarefas das UCs. Os estudantes manifestam fraco domínio da língua inglesa. A identidade do curso e dos seus estudantes vai sendo adquirida ao longo do curso, mas muito perto da sua conclusão, mas não na perspetiva de “mestrado”. PROCESSOS Pontos Fortes: A IPP tem 2 semestres, é uma mais-valia na organização do curso. Este contempla diferentes dimensões e articula de forma integrada saberes e competências científicas, pedagógicas e investigativas, baseadas em metodologias diferenciadas. Permite o trabalho entre docentes e a intervenção articulada com instituições culturais e artísticas em contextos muito diversos. Pretende-se um profissional interventivo, reflexivo e crítico, que identifique problemas e proponha soluções, apoiando-se na investigação. Esta componente é garantida pelas UC’s através de formação científica e da investigação decorrente da UC de Seminário de Investigação I & II. A IPP apresenta um acompanhamento multidisciplinar, garantido por especialistas nas áreas e domínios e por cooperantes com perfis diversificados. Nas sete edições do curso foi possível reajustar as metodologias das UC´s fruto da reflexão interna promovida pela CC e pelo RIASQE. As reuniões da comissão e/ou da coordenadora com os estudantes e docentes, é uma forma de regular o cumprimento dos objetivos das diferentes UC´s. Disponibilidade dos docentes e da coordenação de curso para atendimento individual. Existência de um regulamento de IPPI e II que define as competências dos diversos intervenientes nesse espaço curricular. Pontos Fracos: O tempo destinado à IPP (estágio) é apontado por estudantes e cooperantes como reduzido. No entanto, aquando da avaliação da 1.ª edição foi efetuado um alargamento no número de horas dos estudantes em contexto profissional, mostrando-se inviável um alargamento maior devido à restante componente curricular neste curso durante os 5º e 6º semestres. Os estudantes de modo geral, e de algum modo expectável, demonstram pouca autonomia sobretudo na realização do trabalho de investigação associado à UC de Seminário de Investigação I & II. Embora os programas das UC’s não expressem de modo formal claramente a dimensão de formação pessoal e ética, isso não invalida que ela seja trabalhada. Oportunidades: O plano de estudos do curso dá uma oportunidade única aos estudantes que é poderem contactar com cada dos contextos com que futuramente terão de trabalhar, tendo um cooperante para os acompanhar, para além dos professores supervisores da ESEVC. A existência de 3 UC’s relacionadas com metodologias de investigação é uma oportunidade para os estudantes se iniciarem como investigadores. Há docentes com grande actividade pedagógica pelos cargos que ocupam e pela atividade científica que desenvolvem, permitindo-lhes estar em constante contacto com as recentes tendências deste setor a nível nacional e internacional. Ao mesmo tempo divulgam o trabalho desenvolvido nos projetos em que colaboram. Esta dinâmica conflui para a formação de qualidade dos estudantes. Vários dos livros/artigos de referências usados nas aulas de algumas UC’s são da autoria da equipa docente do curso. Promove-se a participação em eventos artísticos e científicos, com a possibilidade de apresentar comunicações (e.g. Posters Científicos de estudantes de GAC expostos nos ENCONTROS de CINEMA de VIANA do CASTELO, 2014). Relação equilibrada do sistema de formação e sistema de emprego, no processo de profissionalização. Constrangimentos: Sendo este modelo de formação assente num novo paradigma de formação bastante recente, ainda não há dados científicos que permitam fazer opções. As diferentes parcerias realizadas entre a Coordenação de Curso GAC da ESEVC e Licenciaturas de Universidades Europeias (e.g. De Montfort University, Leicester; Charles University, Praga; Postam University, Postdam) e a participação em Conferências Internacionais (e.g. Pública’14, Madrid; Cultural eXanges- festival of ideas, insight and inspiration, De Montfort University, Leicester), tem permitido perceber que há várias modalidades adotadas pelas diferentes instituições internacionais na organização deste curso, o que servirá de reflexão para contrastar com a nossa. A parca investigação que sustente o impacto deste tipo de formação no desenvolvimento profissional no país e nas instituições culturais, para as quais estes estudantes se direcionam inviabiliza tomadas de decisão mais fundamentadas. As recentes medidas governamentais sobre a política de contratação e o papel dos Institutos Politécnicos, criam alguma instabilidade no corpo docente. RESULTADOS Pontos Fortes: Os estudantes apresentam uma elevada taxa de sucesso durante o curso dentro dos prazos previstos. Nas últimas quatro edições, os estudantes inscritos concluíram com êxito as suas monografias e projectos de estágio, contemplando diferentes áreas e domínios. Os resultados da monitorização do sucesso escolar têm sido utilizados na definição de ações de melhoria do funcionamento do curso. A IPP é outro ponto forte deste curso pois funciona como mediador entre a teoria e prática e entre a formação, a escola e a sociedade. Anualmente os estudantes de 3º ano planificam e implementam um Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural, FIGAC, que é um evento que se realiza desde o ano de 2010 na Região do Alto Minho e é produzido pelos alunos finalistas da Licenciatura em Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, supervisionados pelos docentes, cujo foco principal é oferecer aos profissionais e estudantes deste sector momentos de reflexão e partilha de conhecimento, sendo assim um centro de discussão abrangente em vários aspetos na área da gestão cultural. Sobre a empregabilidade, e particularmente, apenas se pode referir as atividades de empreendedorismo por parte de ex-estudantes que criaram a sua própria empresa. Outros ex-estudantes continuaram a integrar os quadros de empresas (e.g. Câmaras Municipais e Teatros). O corpo docente como já foi referido tem elementos com grande atividade artística, cultural e científica o que é uma mais-valia para estes estudantes ao permitir-lhes estar constantemente atualizados com que se passa a nível do seu objeto de estudo. Participação dos estudantes em diversos contextos profissionais. Orientação clara dos estudantes para um perfil profissional específico. Expressiva mobilidade ERASMUS. Pontos Fracos: Existência de unidades curriculares com sucesso menos satisfatórias sobretudo nas áreas onde o domínio da Língua Portuguesa é essencial. Verifica-se ainda a falta de hábitos culturais necessários às exigências formativas do ciclo de estudos. Destaca-se a falta de autonomia manifestada pelos estudantes para gerirem processos de construção de conhecimento desejados para este ciclo de estudos. Oportunidades: A consolidação deste curso far-se-á através de um trabalho continuado pelas IES e pelo desenvolvimento de projectos e trabalhos de investigação que permitam analisar potencialidades e fragilidades do curso e ao mesmo tempo divulgá-lo. Pode ser uma oportunidade para os docentes como um novo campo de investigação contribuindo deste modo para o enriquecimento do curso e para a valorização pessoal do docente. A habilitação que este curso proporciona é uma mais-valia para a cultura e constitui uma oportunidade de emprego para estes estudantes. Colaboração significativa com eventos e equipamentos culturais. Colaboração com organizações responsáveis por grandes eventos culturais com impacto local, regional, nacional e internacional, como “Serralves em Festa” (2014) e as Conferências Internacionais de Cinema e Vídeo integrada nos ENCONTROS de CINEMA de VIANA do CASTELO.AO NORTE (Fig. 9) Fig. 9 Abertura oficial da Conferência Internacional de Cinema de Viana, na ESEVC. fotografia@Ricardo Silva Projecto concretizado (e.g.FIGAC’s 2010; 2011; 2012; 2013; 2014) com efeitos mobilizadores na área da cultura, a nível local e regional, como foi também o caso do Festival Internacional dos Jardins em Ponte de Lima, em 2010); Inserção do Curso de Licenciatura numa Escola Superior de Educação, com grande experiência na organização de grandes eventos culturais, com impacto local, nacional e internacional (Figs. 10, 11 & 12) Figs. 10 & 11 Vivências Artística 2013 & FIGA’2014, Escola Superior de Educação. fotografias@Ricardo Silva Sector do empreendedorismo em desenvolvimento e forte apoio de políticas Europeias de financiamento; Contributo desta oferta formativa para a qualificação da população da região em que se insere. Constrangimentos: O nível de empregabilidade é um aspeto fundamental na aferição externa da qualidade dos resultados. Contudo, considera-se que este aspeto não deve ser tido em conta dada a escassa oferta de emprego por parte das entidades empregadoras e pelas restrições governamentais na colocação de gestores das artes e da cultura. São ainda pouco robustas as metodologias de auscultação de antigos estudantes e das entidades empregadoras. 9. Proposta de acções de melhoria Objectivos gerais do ciclo de estudos Debilidades Fracos hábitos de leitura e investigação; Taxa reduzida de participação nos inquéritos pode melhorar; Fraco domínio de línguas estrangeiras por parte de docentes e discentes e consequente obrigatoriedade de os alunos estrangeiros assistirem a aulas em português; Área de proveniência do secundário da maioria dos estudantes, associada às dificuldades sentidas no curso, nas áreas de Economia da Cultura, Gestão Operacional e Financeira, Financiamento da cultura; Procura reduzida de apoio tutorial; Estudantes com vivências artísticas e culturais reduzidas. Como resultado das reflexões dos docentes do curso, dos estudantes e dos cooperantes e no sentido de concretizar de modo mais efetivo os seus objetivos mostra-se necessário um conhecimento prévio dos contextos profissionais onde decorre a IPP, bem como um trabalho contínuo de articulação interdisciplinar entre UCs. Desta forma os estudantes poderão ultrapassar mais cedo algumas das dificuldades que evidenciam presentemente aquando da sua integração nos contextos profissionais e na programação do FIGAC. Proposta de melhoria Pretende-se, no âmbito da presente estrutura curricular, pensar a organização interna de algumas unidades curriculares, prévias às unidades curriculares de 3º ano, no sentido de permitir a realização de observações, em contexto profissional, que contribuam para um maior conhecimento desses contextos onde se irão realizar as intervenções profissionais no 3º ano. Enriquecimento de redes de formação e investigação e possibilidades de empregabilidade. Incentivo a uma maior envolvência nos sectores das artes e da cultura, como voluntários (e.g. caso do Estudo Preliminar da Romaria de Nossa Senhora da Agonia, financiado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo) e de observação de espectáculos. Organização interna e mecanismos de garantia da qualidade. Debilidades A reduzida intervenção do coordenador na afetação dos docentes ao curso. A publicação tardia do RIASQE sendo este um feedback importante para o curso. Baixo reconhecimento do sistema interno de garantia da qualidade por parte dos estudantes e a sua participação no mesmo. Gestão documental e de sistemas de acompanhamento de indicadores de desempenho e de recolha de informação pouco eficiente. Ferramentas de avaliação de desempenho do sistema interno de garantia da qualidade ainda não totalmente adaptados aos referenciais e critérios propostos pela A3ES. Proposta de melhoria 1. Sensibilizar o SGGQ para a importância da apresentação atempada do RIASQE, c/o mais 1 contributo p a melhoria da qualidade do curso; 2. Melhorar a participação dos estudantes no SGGQ, incluindo aumento da taxa de participação nos inquéritos à qualidade de ensino; 3. Integração de docentes do curso nas equipas de auditorias internas ao sistema; 4. Melhorar os sistemas d informação e comunicação tornando mais eficiente o fluxo de informação/documentos de suporte ao sistema e monitorização de indicadores de desempenho e tomada de decisão para a melhoria continua; 5. Implementação de sistema de workflow que permita a redução do papel nos fluxos documentais e melhorar integração dos sistemas de informação administrativos entre si; 6. Adaptação do SGGQ aos princípios, referenciais e critérios propostos pela A3ES (aplicar o Guião de Auto- avaliação Recursos materiais e parcerias Debilidades Quebra de desenvolvimento das políticas culturais no actual contexto nacional. Proposta de melhoria Fortalecimento de parcerias com outras instituições culturais nacionais e internacionais que permitam a integração de estudantes onde possam implementar diferentes experiências de boas práticas (e.g. Latin Gallery, Praga). 9.4 Pessoal docente e não docente Debilidades O curso conta, entre os docentes que o ministram, com 50% de docentes contratados a tempo parcial. Essas contratações dificultam a convergência de atitudes a nível de equipa do curso, a articulação inter e pluridisciplinar e uma maior articulação vertical e horizontal; A maior parte dos docentes está contratada a tempo parcial, o que implica que não podem estar dedicados exclusivamente ao curso. Algumas UC’s do curso, pela sua natureza de trabalho próxima dos estudantes, exigem disponibilidade dos docentes para além das horas atribuídas nos horários. Para além disso há docentes que apresentam uma dispersão de tarefas entre letivas e não letivas. Estes aspetos dificultam a gestão dos recursos humanos, particularmente no que se refere à realização de reuniões de trabalho que estão condicionadas pela disponibilidade de uns e dificultam aos outros a conclusão da sua formação. O n.º reduzido de pessoal não docente da ESE penaliza os docentes do curso que respondem a solicitações várias acrescidas a todas as funções que desempenham. A dinâmica funcional integrada e integradora, bem como as articulações inter unidades curriculares estão em fase de profundo estudo, com vista à sua reformulação organizacional e administrativa, existindo uma clara consciência de fragilidades que as têm vindo a afectar, em consequência da passagem dos Departamentos a Áreas Científicas e à optimização de recursos humanos que não são muitas vezes adequados às necessidades do curso. Proposta de melhoria Contratação de docentes a tempo integral o que pressupõe um descongelamento na progressão da carreira, para a abertura de concursos. Contratação (redistribuição) de pessoal não docente do IPVC de forma a dar uma resposta satisfatória a todas as solicitações da instituição e do curso em particular. Estudantes e ambientes de ensino/aprendizagem Debilidades O Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural, não é produzido com a autonomia desejável pelos alunos finalistas da Licenciatura em Gestão Artística e Cultural da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. A área artística sobre que versa a monografia final de Curso, nem sempre é a primeira escolha do estudante. Maior aprofundamento na formação dos estudantes nos modelos de gestão cultural. Proposta de melhoria Para a programação e implementação de forma mais autónoma do FIGAC, este projeto foi transferido para a UC de Seminário de Intervenção I & II, o que permite uma melhor contextualização e problematização da actividade ao longo dos dois semestres. Operacionalizar nos programas de algumas UC’s aspetos mais relacionados com a teorias e práticas da Gestão Cultural. Participação dos estudantes em órgãos e na coordenação de curso o que constitui uma oportunidade de auscultação dos estudantes e de monitorização contínua sobre o desenvolvimento do curso; Envolvimento de alunos em práticas de investigação em muitas das UCs de índole prática e teóricoprática. Processos Debilidades A formação na área de economia da cultura, financiamento da cultura, produção de espectáculos e comunicação, imagem e som foi considerada deficitária tanto pelos docentes do curso, como pelos cooperantes, que detetaram debilidades nas implementações que os estudantes fizeram em contexto, principalmente no que se refere ao uso de tecnologias de luz e som e à área de fundraising. Os docentes dessas áreas consideram que a carga horária atribuída às suas UCs é reduzida. A formação prévia nestas áreas obtida nas UCs de 1º e 2º anos foi considerada insuficiente pelos estudantes. Reduzida autonomia dos estudantes na realização do trabalho de investigação e FIGAC. O reduzido domínio de competências associadas à adequada gestão da carga de trabalho, à leitura e escrita científica. Proposta de melhoria No sentido de colmatar a deficiente formação dos estudantes na áreas atrás mencionadas, foram reorganizadas as unidades curriculares, tornando-as mais práticas e interligadas. Resultados Debilidades 1. Como o FIGAC necessita de financiamento, mas os estudantes têm dificuldade nesse âmbito e na obtenção de patrocínios, esta é das questões que tem acarretado problemas na concretização deste evento. 2. O desenvolvimento de investigação e produção científica associada ao curso realizada pelos docentes é ainda reduzido, dada a inexistência de horas atribuídas à investigação. Todo o trabalho que apesar destes constrangimentos ainda é realizado nesta área é concretizado para além de todo o trabalho docente. Proposta de melhoria 1. Organizar calendário para as diferentes tarefas a realizar e monitorizar. 2. Aumentar tempo atribuído ao acompanhamento do trabalho de investigação. Sugere-se 20 minutos para cada estudante e por semana. 3. Envolver mais os docentes e estudantes em atividades de investigação com a comunidade. 9. Proposta de ações de melhoria para o CE Unidades curriculares que deveriam positivamente incorporar uma abordagem artística, em virtude da natureza do curso em que se enquadram, acabam por tratar matérias que se desligam de um ensino articulado com matérias relevantes para a aquisição de saber teórico e prático sobre o Sector Cultural e das Artes. Em virtude desta vicissitude, os discentes deste curso GAC têm vindo a sentir dificuldades em aplicar conhecimentos adquiridos ao seu campo global de estudos e à sua área científica de interesse, devido à generalização, e abstracção, em que necessariamente incorre a leccionação de algumas UCs como a Gestão Operacional e Financeira e Financiamento da Cultura e Práticas de Produção Multimédia I e II ou Tecnologias das Artes, matérias que devem ser enquadradas dentro das especificidades do sector artístico e cultural. Temse verificado uma redução da multiplicação de conteúdos anteriormente detetada. Esta e outras questões deveriam ser, por isto, harmonizadas em unidades curriculares comuns, com vista a se atingir uma maior coerência científica e níveis de aprendizagem mais eficientes, e também mais especializados. As unidades curriculares que devem ser organizadas em sistema modular, deverão ser a de Gestão Artística e Cultural e a de Comunicação, Imagem e Som, pois é nestas que os discentes devem adquirir ideias basilares do seu conhecimento para a prática no Sector das Artes e da Cultura. A Gestão Artística e Cultural I e II (3º e 4º semestres do curso de Licenciatura) é uma área de conhecimento com suficientes especificidades conceptuais e práticas estabelecidas para ter - desde o seu aparecimento no universo académico há mais de três décadas em várias universidades e politécnicos europeus e norte-americanos – autonomizado campos de várias áreas científicas. Isto acontece, na verdade, por força do crescente peso do Sector Cultural na sociedade, mas também pelo facto deste sector possuir características, dinâmicas, códigos e problemáticas particulares. Hoje, a autonomização científica de campos do Direito, da Economia e das Finanças na área de Gestão Artística e Cultural, é pacificamente aceite (o que é, de resto, manifesto na literatura especializada na área, na estrutura curricular de cursos de gestão artística e cultural, assim como na formação académica daqueles que leccionam nos referidos cursos). Consequentemente, mais se verifica que na eventualidade destas Unidades Curriculares não serem integradas e harmonizadas dentro da unidade curricular de Gestão Artística e Cultural, deverão continuar a ser leccionadas por docentes com relevante experiência académica e prática na área da Cultura e das Artes. Ouvida a Coordenação de Curso, docentes e discentes, verifica-se a necessidade de proceder a uma reestruturação do curso, que beneficie o sucesso escolar, a confiança na mobilidade e uma maior probabilidade de inserção na vida ativa, a partir da maior ligação das UCs à vida prática e da inclusão das seguintes unidades curriculares: 1. Inglês Técnico; 2. Introdução à Gestão; 3. Turismo Cultural. Pontualmente quase todos os docentes fizeram pequenas alterações nos conteúdos programáticos das UC's, como foi o caso das UCs de PPM 1 e PPM 2, onde a regente responsável, Mestre Patrícia Vieira alega ter feito em 2013/2014 uma reformulação/reestruturação em termos de terminologia para que os conteúdos fossem mais explícitos, tendo os estudantes trabalhado em grupo spots de divulgação para o Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural 2014 (FIGAC’14), a título curricular e para envolver os alunos no tema do evento. Em 2014-2015 manteve o programa de ambas as UCs. A questão de falta de assiduidade nalgumas UCs tem vindo a ser compensada com apoio tutorial e outras estratégias, como é o caso do regente da UC de Gestão Operacional e Financeira, JE, que disse:” criarei este ano uma espécie de roadmap que possa apoiar alunos nestas circunstâncias. Assim, pedia-lhe o favor de acrescentar: - Reforço do material de apoio às aulas, nas vertentes expositiva e prática". Constata-se a necessidade de fortalecer um programa tutorial a implementar ao longo do curso, de carater obrigatório, especificando para cada ano as competências a desenvolver nos estudantes. Esta necessidade foi identificada em reunião de docentes e encontra-se em elaboração um programa que contemple as seguintes áreas de competência: competências ligadas ao estudo (1° ano); competências empreendedoras (2° ano); competências ligadas à escrita científica (3° ano). Tempo de implementação da Medida: de seis meses a um ano. Uma última palavra sobre algumas disciplinas de carácter opcional ou obrigatório, assim como sobre outras de carácter mais artístico, que surgem de forma independente na estrutura do curso: O enquadramento segmentado, em disciplinas próprias, de opcionais tais como agenciamento, assim como de disciplinas como produção de espectáculos, práticas das artes performativas ou práticas de produção multimédia obriga-nos a rever essa fragmentação e a propor a sua inclusão na Unidade Curricular de Gestão Cultural, que passaria a intitular-se de Programação e Produção Artística e Cultural I, II e III, assim como a de Comunicação Imagem e Som passaria de 1 para três semestres, aumentando em ambas o nº de horas em cada semestre. Todas estas unidades curriculares estão conceptual e tecnicamente em plena ligação à área de Gestão Cultural, trabalhando os seus conceitos e problemáticas, partindo das mesmas premissas teóricas. Em suma, as unidades curriculares referidas são campos que fazem, ou devem fazer, intrinsecamente parte da Gestão Cultural. Em virtude das circunstâncias aqui explanadas, as unidades curriculares de Gestão Cultural I e II (3º e 4º semestres da Licenciatura) acabam por sofrer de um notório esvaziamento de conteúdos, cuja fragmentação poderá conduzir a incoerências técnicas e a processos de aprendizagem espartilhados e fragilizados. A sistematização prática destes conteúdos, acompanhada por pontuais aprofundamentos teóricos, deverá, por isso, acontecer não em módulos independentes que se sobrepõem aos conteúdos de Gestão Cultural, mas sim em UCs que possibilitem aos estudantes estruturar projectos culturais. O Projeto FIGAC, tradicionalmente criado no âmbito da Iniciação à Prática Profissional I e II, passou para a UC de Seminário de Intervenção: Design de projectos, sendo esperado que os estudantes integrem conceptualmente conceitos de Gestão Cultural com aplicabilidade a diferentes áreas, trabalhando formas de programação, produção, comunicação, financiamento, e técnicas de orçamentação e empreendedorismo, no contexto de paisagens sócio -culturais e tecnológicas reais e renovadas. O trabalho participado com docentes, estudantes, ex-estudantes e representantes de instituições parceiras, tem vindo a ser elaborado para melhor definir um perfil de saída detalhado do Licenciado em Gestão Artística e Cultural. Essa análise envolverá alterações que implicarão autorização da A3ES, devendo ser propostas até 30 de Setembro de 2015. Pequenas alterações irão ser propostas agora no mês de Dezembro. 10. Acompanhamento de acções de melhoria apresentadas no Rel. Curso 12/13 No que concerne às sugestões de melhoria apresentadas pelos docentes no relatório anterior, salientam-se as seguintes: nas UCs de Práticas de Produção Multimédia I e II foi realçada a importância de dotar o curso de mais recursos técnicos de captação de imagem, como máquinas de filmar e de fotografar; nas UCs de Comunicação Imagem e Som, História da Música e Arte, Educação e Desenvolvimento foi sublinhada a importância de aumentar os incentivos aos estudantes para se tornarem consumidores críticos dos diversos produtos artísticos e culturais; na UC de Seminário de Investigação I foi sugerida a ligação mais intensa com a UC de Metodologia de Investigação; nas UCs de Iniciação à Prática Profissional I e II foi realçada a importância de aprofundar a relação com as UCs do 2º ano; nas UCs de Seminário de Intervenção I e II foi proposta a interligação com as UCs de Iniciação à Prática Profissional; e a docente da UC de Financiamento para a Cultura a docente sugeriu a transformação da UC numa UC anual.Submetendo a estrutura do Curso de Licenciatura em Gestão Artística e Cultural a detalhado escrutínio, torna-se clara a figuração estanque e segmentada de determinadas áreas do saber. Futuras Acções Proceder a um levantamento de dados e a uma análise partilhada com docentes e com estudantes e analisar a eventualidade de revisão do plano de estudos do curso e dos programas das UCs. Disponibilizar informação sobre o tipo e a quantidade de trabalho que se espera que os estudantes desenvolvam nas UCs Análise Conclusiva Verificamos que para uma manutenção do número de vagas, nos últimos 5 anos letivos (2009/10 a 2013/14) o número de candidatos teve um aumento de 113%, constituindo-se em mais do dobro de candidatos a preferir o curso. No entanto verifica-se um decréscimo de candidatos em primeira opção, que em percentagem, foi sempre inferior a 18%, exceto em 2009/10 que foi de 48%. Este facto levou a que entrassem todos os candidatos em primeira opção, não tendo chegado os candidatos em opções seguintes para preencher o número de vagas existente. Assim a taxa de colocação foi de 77% em 2009/10; de 57% em 2010/11; de 33% em 2011/12; de 100% em 2012/13 e de 100% em 2013/14. O aumento esta taxa a partir de 2012/13, pode dever-se ao facto de o curso passar de pós laboral a diurno, aumentando assim a procura. As notas médias de entrada, a partir da informação disponível, mantêm-se muito semelhantes, no intervalo dos 12 - 13 valores. Quanto ao ano de 2014/15, mantêm a tendência dos anos, como curso diurno, tendo a registar a manutenção do número de vagas, a manutenção do número de candidatos, a subida do número de candidatos em 1ª opção (passou para 50%, sendo a maior dos anos anteriores analisados) e a manutenção de taxas de colocados e de colocados em 1ª opção. Como análise final da situação das colocações no presente ano letivo e tendo em conta os pontos anteriores, podemos referir que o curso mantém um interesse dos alunos em o frequentar, mas com uma atratividade de recurso, como podemos concluir da fraca taxa de entrados em 1ª opção, quebrada ligeiramente no presente ano. Coordenação de Curso de GAC 09/Janeiro 2014