DADOS TÉCNICOS Caudal, avaliação do coeficiente de caudal e do diâmetro de passagem Condições a ter em conta É importante escolher bem o tamanho das válvulas. Se seleccionarmos uma válvula demasiado grande ou demasiado pequena, haverá efeitos nefastos no funcionamento do sistema. Regra geral, é necessário reunir o máximo de condições a respeito da aplicação considerada: Subdimensionar uma válvula, risco de: 1) reduzir o caudal desejado 2) provocar a vaporização dos líquidos à saída da válvula 3) provocar uma perda significativa de carga nas tubagens e na válvula 4) diminuir a pressão de saída Sobredimensionar uma válvula, risco de: 1) aumentar o custo das instalações por causa dos equipamentos sobredimensionados Para as electroválvulas de comando assistido: 2) provocar um caudal variável através da válvula ou ainda um comando irregular do caudal devido a um ∆P insuficiente 3) reduzir a duração de vida de certas válvulas devido às oscilações nas partes internas quando o caudal não permite manter as pressões diferenciais internas necessárias 4) provocar uma utilização irregular de certas válvulas: por exemplo, uma válvula de três e quatro orifícios corre o risco de não mudar de posição porque o caudal é insuficiente 5) diminuir a duração de vida dos assentos e obturadores pelo aparecimento de um fenómeno de cavitação provocado pela rapidez de circulação do fluido. Definição do coeficiente de caudal Kv O coeficiente de caudal Kv em m3/h ou l/min é um caudal volumétrico experimental (capacidade) realizada através de uma válvula que, para um trabalho específico, terá as seguintes condições: - perda de pressão admissível (∆pKv) através da válvula igual a 105 Pa (1 bar) - o fluido transportado é água para uma zona de temperatura de 278 K a 313 K (5°C a 40°C) - a unidade de caudal volumétrico é o m3/h ou l/min O valor do coeficiente de caudal Kv obtém-se por meio da seguinte equação a partir dos resultados dos testes: Kv = Q ∆p ∆ pKv ρ Kv . ρ ∆p . ρw ∆p onde: Q ∆pKv ∆p ρ é o caudal volumétrico medido em m3/h ou em l/min é a perda de carga admissível de 105 Pa (ver acima) é a perda de carga admissível em pascais, medida através da válvula é a densidade do fluido em kg/m3 é a densidade da água (ver acima) em kg/m3 (segundo a norma CEI 534) Caudal - Está indicado em metros cúbicos por hora (m3/h) para os líquidos, em Normal metros cúbicos por hora (Nm3/h) para os gases, ou em kilogramas por hora (kg/h) para o vapor. Este valor é definido pelo utilizador: lendo as informações inscritas nas placas sinaléticas dos materiais de bombagem, diagramas de caldeiras ou calculados. Pressão de entrada (p1) - Obtém-se este valor quando se conhece a fonte de alimentação ou colocando um manómetro na entrada da válvula. Pressão de saída (p2) - Este valor é obtido no manómetro, mas faz frequentemente parte das especificações relativas à perda de carga no sistema. Se se conhece a pressão de entrada e a perda de carga, é fácil calcular a pressão de saída. Perda de carga (∆p) - Nos sistemas complicados ou de grande tamanho, aconselha-se manter a perda de carga através da válvula a um nível mínimo. Por outro lado, o utilizador tem com frequência as suas próprias especificações no que diz respeito a este coeficiente. Se a válvula descarga no ar livre e se o fluido transportado é um líquido, a perda de carga é evidentemente igual à pressão de entrada. Quando se procede à escolha de uma válvula que transportará um gás ou um vapor, não se pode ter em conta, para exprimir a perda de carga utilizada nas fórmulas, mais de 50 % da pressão de entrada (correntemente chamada de perda de carga crítica). Aplica-se também se a válvula descarga na atmosfera. Em todos os outros casos, a perda de carga será a diferença entre as pressões de entrada e de saída. Nota: É muitas vezes difícil compreender o significado do termo "pressão diferencial mínima de funcionamento" (ver página V1210). Certas electroválvulas de comando assistido funcionam graças a uma pressão diferencial criada no interior da válvula. Esta pressão diferencial é a diferença entre as condições de entrada e de saída de toda a válvula. Se apenas se conhecem as informações de caudal, sem ter em conta as condições de pressão, é necessário utilizar as tabelas das fórmulas para calcular a perda de carga daí resultante. Se a perda de carga é inferior à pressão diferencial necessária, a válvula está sobredimensionada. Neste caso, será necessário propôr uma válvula com uma pressão diferencial mínima de funcionamento inferior ou escolher uma válvula de tamanho mais pequeno com um coeficiente de caudal Kv mais baixo. As fórmulas necessárias para determinar o coe- ficiente de caudal Kv são bastante complicadas: é a razão pela qual a ASCO/JOUCOMATIC oferece uma série de gráficos de caudal para reduzir este problema. O cálculo de caudal para um fluido foi reduzido a uma fórmula de base : Kv Kv = Caudal solicitado:: Q Q Débit demandé Coeficiente(s): Fglgl Fsg, F Coefficient (s) : FFgm gm, Fsg Encontrará facilmente os coeficientes Fgm, Fsg, Fgl, situando os parâmetros conhecidos para cada aplicação nos gráficos I a X das páginas seguintes (ver exemplos de cálculo na página seguinte). Os quadros abaixo permitem avaliar o coeficiente de caudal Kv se o diâmetro de passagem aproximado é conhecido, ou vice-versa. Este quadro baseia-se nas propriedades das válvulas em linha. Para um dimensionamento preciso da válvula e uma conversão dos coeficientes de caudal de uma válvula específica em caudal real, é necessário consultar os gráficos de caudal assim como os valores reais dos Kv definidos nas páginas de cada produto. Ø passaKv aprox. gem aprox. (mm) (m³/h) (l/min) 0,8 0,02 0,33 1,2 0,05 0,83 1,6 0,08 1,33 2,4 0,17 2,83 3,2 0,26 4,33 3,6 0,31 5,17 4,8 0,45 7,50 6,4 0,60 10,0 8 1,5 25,0 9 1,7 28,3 Ø passaKv aprox. gem aprox. (mm) (m³/h) (l/min) 13 3 50,0 16 4 66,7 18 4,5 75,0 19 6,5 108 25 11 183 32 15 250 38 22 366 51 41 683 64 51 850 76 86 1433 80 99 1650 100 150 2500 125 264 4400 150 383 6375 00011PT-2006/R01 Avaliação do tamanho das válvulas A Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-1 Caudal - DADOS TÉCNICOS EXEMPLOS DE PROBLEMAS LÍQUIDOS (gráficos I e III) AR E GÁS (gráficos I e IV a VII) VAPOR (gráficos VIII a X) Para encontrar o coeficiente de caudal Kv: Qual é o coeficiente de caudal necessário para permitir a passagem de 22 litros de óleo por minuto com uma densidade relativa de 0,9 e uma perda de carga de 1,5 bar? Para encontrar o coeficiente de caudal Kv: Procurar uma válvula que veiculará 14 Nm3/h a uma pressão de entrada de 4 bar e para uma perda de carga (∆p) de 0,5 bar. Qual será o coeficiente de caudal quando o fluido transportado é dióxido de carbono? Para encontrar o coeficiente de caudal Kv: Procurar uma válvula que veiculará 25 kg/h de vapor saturado a uma pressão de entrada de 1 bar e uma perda de carga (∆p) de 0,2 bar. Qual é o coeficiente de caudal Kv ? Solução: Remeter ao gráfico VI (pressão de entrada de 1 a 10 bar). A fórmula utilizada será: Solução: Remeter aos gráficos de vapor correspondentes (gráficos VIII e IX). A fórmula utilizada será: A viscosidade é inferior a 9° Engler. Solução: A fórmula será: Kv (m3 /h) = Q (m3 /h) Fgm . Fsg Kv (Nm3 /h) = Q (Nm3 /h) Fgm . Fsg Kv (m3 /h) = Q (kg/h) Fgm Kv (l/min) = Q (m3 /h) Fgl . Fsg Kv (Nl/min) = Q (Nm3 /h) Fgl . Fsg Kv (l/min) = Q (kg/h) Fgl Para encontrar os coeficientes Fgl e Fgm, utilizar o gráfico (III) de caudal dos líquidos. O coeficiente Fgm corresponde a uma perda de carga de 1,5 bar e é igual a 1,25. O coeficiente Fgl correspondente é 0,075. Obtemos o coeficiente Fsg a partir do gráfico I. Corresponde a uma densidade relativa de 0,9 e é igual a 1,05. Localizar o Fgm a partir da intersecção da pressão de entrada 4 bar e da característica da perda de carga ∆p=0,5 bar. Descer para encontrar Fgm = 43,5. O coeficiente correspondente Fgl é 2,61. Localizar os coeficientes Fgm e Fgl nos gráficos VIII ou IX, intersecção da pressão de entrada 1 bar e de ∆p 0,2 bar. Descer para encontrar: Fgm = 13,8 e Fgl = 0,83 Marcar o Fsg correspondente à densidade relativa do dióxido de carbono (= 1,5) no diagrama I. Fsg = 0,81 Aplicação numérica: Aplicação numérica: Aplicação numérica: Kv = Q (Nm3 /h) 14 = = 0, 4 Nm3 /h Fgm . Fsg 43, 5.0, 81 Kv = Q (kg/h) = 25 = 1, 8 m3 /h Fgm 13, 8 Kv = Q (Nm3 /h) 14 = = 6, 62 Nl/min Fgl . Fsg 2, 61.0, 81 Kv = Q (kg/h) = 25 = 30 l/min Fgl 0, 83 −3 Kv = 60.22.10 = 1 m3 /h 1, 25.1, 05 Kv = 60.22.10 = 16, 7 l/min 0, 075.1, 05 Fórmulas para os líquidos (S.G.) (S.G.)N T1 T2 Q QN Kv p1 p2 ∆p (kg/m3) (kg/m3) (°C) (°C) (m3/h) (Nm3/h) (m3/h) (bar) (bar) (bar) Fórmulas para gases (com correcção da temperatura) (1) : densidade relativa em relação à água (líquidos) : densidade relativa em relação ao ar (gases) : temperatura do fluido à entrada da válvula : temperatura do fluido à saída da válvula : caudal : caudal volumétrico através da válvula : coeficiente de caudal : pressão à entrada da válvula : pressão à saída da válvula : perda de carga Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-2 (1) Para o cálculo do caudal volumétrico QN é necessário: - o KV coeficiente - a densidade (S.G.)N do fluido - a perda de carga ∆p através da válvula - a pressão do fluido p2 depois da válvula - a temperatura do fluido T1 antes da válvula 00011PT-2006/R01 −3 Caudal - DADOS TÉCNICOS Gráfico II: Determinação do coeficiente Ft de correcção de temperatura A coeficiente Ft coeficiente Fsg Gráfico I: Determinação do coeficiente Fsg TEMPERATURA DO FLUIDO t2 (°C) Densidade relativa (S.G.) OUTRAS DENSIDADES OUTRAS TEMPERATURAS densidade relativa (para 1 bar absoluto e Num intervalo de -7°C a +65°C a correcção de temperatura a efectuar é muito pequena e pode ser ignorada para as aplicações correntes Gráfico III: Determinação dos coeficientes de caudais Fgm e Fgl para um líquido 0,48 0,42 Coeficiente Fgm (m3/h) 0,36 0,30 0,24 0,18 0,12 0,06 0,03 00011PT-2006/R01 Coeficiente Fgl (l/min) 0,54 0 Perda de carga ∆p (bar) Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-3 Caudal - DADOS TÉCNICOS Gráfico IV: Determinação dos coeficientes de caudais Fgm e Fgl para ar ou gás Pressão de entrada de 0,01 a 0,1 bar (manométrica) Perda de carga ∆p (bar) Não ler abaixo desta curva de limite Coeficiente Fgm (m3/h) 0,17 0,18 0,21 0,24 0,27 0,30 0,36 0,42 0,48 0,54 Coeficiente Fgl (l/min) Pressão de entrada de 0,1 a 1 bar (manométrica) Gráfico V: Determinação dos coeficientes de caudais Fgm e Fgl para ar ou gás Perda de carga ∆p (bar) Coeficiente Fgm (m3/h) 0,24 0,30 0,36 0,42 0,48 0,54 0,6 0,66 0,72 1,08 1,56 0,84 0,96 1,2 1,32 1,8 2,04 1,92 1,44 1,68 0,9 1,26 1,38 1,62 0,78 1,14 1,74 1,98 1,02 1,86 2,1 1,5 Coeficiente Fgl (l/min) Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-4 00011PT-2006/R01 Não ler abaixo desta curva de limite Caudal - DADOS TÉCNICOS Gráfico VI: Determinação dos coeficientes de caudais Fgm e Fgl para ar ou gás Pressão de entrada de 1 a 10 bar (manométrica) Perda de carga ∆p (bar) A Não ler abaixo desta curva de limite 0,6 1,8 1,2 3,0 2,4 3,6 4,2 4,8 5,4 6 6,6 7,8 7,2 8,4 9 Coeficiente Fgm (m3/h) 9,6 1,02 1,08 Coeficiente Fgl (l/min) Pressão de entrada de 10 a 100 bar (manométrica) Gráfico VII : Determinação dos coeficientes de caudal Fgm e Fgl para ar ou gás Perda de carga ∆p (bar) 00011PT-2006/R01 Não ler abaixo desta curva de limite Coeficiente Fgm (m3/h) 0 6 12 18 24 30 36 42 48 54 60 66 72 78 84 90 96 102 Coeficiente Fgl (l/min) Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-5 Caudal - DADOS TÉCNICOS Pressão de entrada de 0,1 a 1 bar (manométrica) Gráfico VIII: Determinação dos coeficientes de caudais Fgm e Fgl para o vapor Perda de carga ∆p (bar) Não ler abaixo desta curva de limite 0,18 0,3 0,54 0,42 0,66 0,9 0,78 0,72 0,24 0,36 0,48 0,6 0,84 0,96 1,02 1,08 1,14 1,2 1,26 1,32 1,38 Coeficiente Fgm (m3/h) 1,44 1,5 1,56 1,62 1,68 Coeficiente Fgl (l/min) Pressão de entrada de 1 a 10 bar (manométrca) Gráfico IX: Determinação dos coeficientes de caudais Fgm e Fgl para o vapor Perda de carga ∆p (bar) Não ler abaixo desta curva de limite 0 0,6 1,2 1,8 2,4 3,0 3,6 4,2 4,8 5,4 6,0 6,6 Coeficiente Fgm (m3/h) 7,2 7,8 8,4 9,6 Coeficiente Fgl (l/min) Pressão de entrada de 10 a 100 bar (manométrica) Gráfico X : Determinação dos coeficientes de caudal Fgm e Fgl para o vapor Perda de carga ∆p (bar) 0 6 12 18 24 30 36 42 48 54 60 Coeficiente Fgm (m3/h) 66 72 78 84 Coeficiente Fgl (l/min) Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-6 00011PT-2006/R01 Não ler abaixo desta curva de limite Caudal - DADOS TÉCNICOS OUTRAS FÓRMULAS DE CAUDAL E OUTROS DADOS FÍSICOS Definição do coeficiente de caudal Kv (ou Cv) O coeficiente de caudal de uma válvula Kv (ou Cv) é o caudal de água (densidade de 1) expressa em unidades de volume "A" por unidade de tempo "B". Este caudal atravessará uma válvula tendo uma per-da de carga igual à unidade de pressão "C". (ver quadro abaixo) A Tabela de conversão Kv e Cv unidades símbolo fórmulas de conversão tempo "B" pressão "C" litro min. bar Kvl metro cúbico hora bar Kv 0,06 Kvl = 1,04 Cve = 0,865 Cv galão GB min. psi Cve 0,058 Kvl = 0,i63 Kv = 0,833 Cv galão US min. psi Cv 0,069 Kvl = 1,6 Kv = 1,2 Cálculos de caudal Informações gerais: Os valores de perda de carga que não figuram nas curvas podem ser determinadas por interpolação nos gráficos. Todavia, podem-se obter resultados mais precisos para o cálculo dos valores desejados, e tal graças às fórmulas seguintes (sobre as quais estão baseados os gráficos de caudal): p1 = pressão absoluta de entrada (bar) = pressão manométrica + pressão atmosférica igual a 1,013 bar p2 = pressão absoluta de saída (bar) = pressão manométrica + pressão atmosférica igual a 1,013 bar ∆p = p1 - p2 = perda de carga através da válvula (bar) t = 0°C Nota: Na maior parte dos sistemas, convém manter a perda de carga a um nível mínimo. Se necessário - no caso de líquidos - a perda de carga pode ser igual à pressão total de entrada (manométrica). O caso é igual para o ar, os gases e o vapor sendo a pressão de entrada (manométrica) de 1,013 bar. Todavia para estes fluidos, não é preciso utilizar um ∆p superior a 50 % da pressão de entrada absoluta de modo a evitar as perdas de carga excessivas que correm o risco de provocar um caudal irregular. Se o ∆p não é especificado e se esta informação é necessária para poder dimensionar a válvula, pode-se rapidamente calcular a perda de carga tomando 10 % da pressão de entrada. Líquidos Fgm = ∆p (m3 /h) e Fgl = 0, 06 ∆p (l/min) Exemplo: para ∆p = 1,7 bar, teremos: Fgm = 1,3 (m3/h) e Fgl = 0,08 (l/min) Nota: Se a viscosidade do fluido é superior a 300 SSU (cerca de 9°E), o valor do coeficiente de caudal Kv deve ser modificado, consultar. 16,7 Ar e Gás Fgm = 18, 9 ∆p (2p1 − ∆p) (m³/h) Fgl = 1, 13 ∆p (2p1 − ∆p) (l/min) Exemplo: ∆p = 0,4 bar; p1 = 3 bar relativos ou 4,013 bar absolutos. Cálculo: Fgm = 18, 9 0, 4(8, 026 − 0, 4) = 33 m3 /h Fgl = 1, 13 0, 4(8, 026 − 0, 4) = 1, 97 l/min Nota: As fórmulas para os gases só se aplicam com precisão para uma temperatura do fluído de 20°C (neste catálogo, o metro cúbico standard Nm3 foi definido para 20°C e 1,013 bar absoluto). A temperatura diferente t2 (°C) - ver gráfico II - o valor do coeficiente do caudal Kv1 deve ser modificado com a ajuda do coeficiente corrector seguinte: Ft = 293 273 + t 2 Densidade de certos líquidos a 20°C (em relação à água 4°C) Álcool etílico Benzeno Tetracloreto de carbono Óleo de rícino Fuel n° 1 Fuel n° 2 Fuel n° 3 Fuel n° 4 Fuel n° 5 Fuel n° 6 Gasolina Glicerina Óleo de linhaça Azeite Terebintina Água 0,79 0,88 1,589 0,95 0,83 0,84 0,89 0,91 0,95 0,99 0,75 a 0,78 1,26 0,94 0,98 0,862 1,000 Kv = 17,3 Cve = 14,4 Cv Cve Vapores (p.ex. refrigerantes) Para o vapor: Fgm = 15, 83 ∆p(2P1 − ∆P) (m³/h) Fgl = 0, 95 ∆p(2P1 − ∆P) (l/min) Exemplo: ∆p = 7 bar, p1 = 40 bar ou 41,013 bar abs. Cálculo: Fgm = 15, 83 7(82, 026 − 7) = 363 m /h 3 Fgl = 0, 95 7(82, 026 − 7) = 21, 8 l/ min Nota 1: As fórmulas que se aplicam ao vapor são relativas ao vapor saturado. Para o vapor sobreaquecido, será necessário aplicar um coeficiente corrector. Neste caso, consultar a ASCO/JOUCOMATIC. Nota 2: Para outros vapores (como por exemplo o fréon), é necessário utilizar outros coeficientes. Densidade de certos gases (para uma temperatura de 20°C, à pressão atmosférica e em relação ao ar) Acetileno Ar Amoníaco Butano Dióxido de carbono Cloro Etano Cloreto de etileno Hélio Metano Cloreto de metileno Azoto Oxigénio Propano Dióxido de enxofre 0,91 1,000 0,596 2,067 1,53 2,486 1,05 2,26 0,138 0,554 1,785 0,971 1,105 1,56 2,264 O coeficiente de caudal real é Kv = Kv1 2 Ft 00011PT-2006/R01 volume "A" Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-7 00011PT-2006/R01 A ASCO/JOUCOMATIC reserva o direito de modificar os seus produtos sem pré-aviso. Caudal - DADOS TÉCNICOS Todos os folhetos disponíveis em: www.ascojoucomatic.com V050-8