PROJETO CAMPUS CEILÂNDIA
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UNB
Ceplan
Marta Adriana Bustos Romero
Liza Maria Souza de Andrade
Marta RomeroEstagiários
Liza AndradeJúlia Ritter
Matheus Ribeiro Assunção Vieira Mendes
Natália da Silva Lemos
Patrícia da Silva Fiuza Pina
Colaboração
Valmor Cerqueira Pazos
Setembro / 2008
Planejamento do Território
Sumário
Instrumentos de Gestão Ambiental Urbana
• PDL Ceilândia – Centro Metropolitano – MDE – Sistema Viário
• Plano de Manejo ARIE JK
• Plano de Gerenciamento Integrado
de Recursos Hídricos do DF – Bacia do Descoberto
Princípios de Sustentabilidade Aplicados ao Desenho Urbano
Universidade
Marta
Romero Sustentável
Mobilidade Sustentável
Liza
Andrade
•Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Paisagismo Produtivo
Análise de Repertório
Campus Universitários,
Superestrutura,
Expo Zaragoza 2008
Telhados Verdes
Instrumentos de Gestão Ambiental Urbana
PDL - Ceilândia
Planejamento do Território:Planos, Zoneamentos e Diretrizes de Ocupação
Conflito entre Agendas Ambientais
Instrumentos de Gestão Ambiental Urbana
• PDL – Ceilândia/Centro Metropolitano/Sistema Viário
• Plano de Manejo – ARIE JK – Ribeirão Taguatinga
• Recursos Hídricos – Bacia do Descoberto/Sub-bacia Melchior
/Sub-bacia do Ribeirão Taguatinga
• Agenda Verde - refere-se a preservação de florestas, biodeversidade
e mudanças climáticas
•Agenda Marrom – refere-se aos problemas ambientais urbanos.
Conflito entre Agendas Ambientais
Instrumentos de gestão ambiental
urbana
• EIA RIMA, Zoneamentos, Planos
Os zoneamentos (urbano, ambiental ou econômico ecológico e de
regime hídrico) com seus respectivos planos e Conselhos ou Comitês,
não conseguem promover uma gestão integrada dos recursos hídricos.
Zoneamento Ambiental
Zoneamento
Zoneamento Urbano
ou econômico ecológico
Regime Hídrico
Conselho de
Planejamento
Urbano
Plano
Conselho
Diretor Gestor da UCs
Plano de
Manejo
Comitê
de Bacias
Plano de RH
por Bacia
Mediação de conflitos:
Aproximação do projeto arquitetônico, urbanístico com a parte ecológica, para a
sua inserção na Agenda Marrom.
• Aproximação urbanística por parte dos cientistas ambientais.
• Esse conflito parte das diferenças entre prioridades ambientais dos países.
• Necessidade de desenvolver projetos mais ecológicos.
PDL – Plano Diretor Local de Ceilândia
Zoneamento Urbano
Conselho de
Planejamento
Urbano
Plano Diretor
Área urbana existente
Centro regional
Área de desenvolvimento econômico.
A – ADE centro-norte
B – ADE do Descoberto
Área de restrição físico-ambiental
Área proteção de manacial do
córrego currais
Área rural remanescente - Parque JK
Zona rural de uso diversificado
Zona rural de uso controlado
Área perimetral verde
Área perimetral sul
Área perimetral norte
Parque do Descoberto
PDL – Plano Diretor Local de Ceilândia
Macrozoneamento
Localização
• Zona Urbana de Dinamização
• Categoria L2 – lote de menor restrição a atividades
incômodas.
Função
• Ordenar desenvolvimento físico-territorial,
compatibilizando-o com o desenvolvimento sócioeconômico e com a utilização racional e equilibrada dos
recursos naturais.
• Atender o plano de desenvolvimento da função social da
cidade e o bem estar da população.
• Qualidade do espaço público.
Zona urbana de dinamização.
Zona rural de uso diversificado
Zona rural de uso controlado
Centro Regional
Aspectos Ambientais
• Bordas da Ceilândia – Área especial de proteção 3 – com
restrição ambiental - compreendem as faixas de
tamponamento no entorno das unidades de conservação,
bem como as áreas com restrições físicas e bióticas, suas
imediações de zonas urbanas.
PDL – Plano Diretor Local de Ceilândia
Categoria do Lotes
L2 –
Campus
Ceilândia
ADE
Centro
Norte
Ceilândia – Lotes de categoria L2
L0
L1
L2
L3
Critérios Urbanos – L2
• Permeabilidade do solo - 30%
• Evitar a criação de grandes áreas de estacionamento
público.
• Pólo gerador de tráfego tipo P - mínimo uma vaga para
cada 25m2
• Será permitida a construção de marquises sobre a área
pública
Restrições
• Afastamento das divisas voltadas para logradouros
públicos.
• Afastamento em fachadas com aberturas para aeração e
iluminação
Centro Metropolitano
Tipos de Usos
Localização
• Área lindeira à via de ligação Ceilândia-Taguatinga –DF085 .
Função
• Função administrativa e cívica, poderá transformar-se
em um pólo econômico do DF. Prevê uma via que divide o
lote da universidade.
Aspectos Ambientais
• Área constituída segundo Plano de Manejo, mas não
detalha as restrições do Plano.
Uso Institucional
Uso misto
Uso comercial
Uso residencial
Universidade de Brasília
Centro Esportivo Serejão
Áreas verdes preservadas
Área da CEB
Critérios Urbanos
• Barreira vegetal ao longo da linha do metrô
• Lógica de ocupação perimetral com pátios internos
permeáveis.
Restrições
Centro Metropolitano
Quadro Demonstrativo de Unidades Imobiliárias- MDE
Localização
• Centro-Regional, conjunto A, lote 01
• Segundo PDOT, Zona Urbana de Dinamização.
• Categoria L2 – Menor restrição a atividades incômodas.
Função
• O Campus UNB exercerá impacto positivo sobre o nível
de desenvolvimento social e econômico da região e
entorno, como importante fator na redução das
desigualdades regionais.
Planta de Situação
Aspectos Ambientais
• Solos hidromórficos.
• Declividade suave acentuando-se, à medida que se
aproxima do córrego até 30%.
• Nascentes.
• “Campos de murundus”.
Critérios Urbanos
Zonas de amortecimento, zonas de conservação e zonas
de preservação. Parâmetros: coeficiente de
aproveitamento 6, taxa de permeabilidade 30%,
Planta de Locação
Restrições
• Vetado o uso de alvenaria e telhas para o cercamento
do lote com Altura máxima permitida de 2,20 m.
•Existência de solos hidromórficos, declividade
acentuada (>30%), nascentes e campos de murundus.
•ZC3 do Plano de Manejo – Uso Restrito
Sistema Viário - PDL
Hierarquização das vias
L2 –
Campus
Ceilândia
Arteriais
Avenida de atividade - principal
Eixos de circulação - principal
Secundárias
Sistema Viário
Critérios Urbanos
• Dimensionamento das vias
Via Secundária ou coletora – perimetral UNB
-11 m de caixa de via.
- 7 m de pista de rolamento.
- 3m de calçada.
-Não é necessário canteiro central.
-Deverá ser garantida a visibilidade nos lotes de
esquina, a continuidade da calçada e raio de giro
correspondente com a via de intersecção.
• Raio de giro interno mínimo
Via Secundária ou coletora
Via principal
-10 m de raio de giro.
Via Secundária ou coletora
Via secundária,
local ou marginal.
-6 m de raio de giro.
Dimensionamento de vagas para
estacionamentos particulares e públicos
A=90º
- Sentido duplo = 4,5m.
- Largura mínima = 2,40 m.
• Vaga de estacionamento exigida por
atividade
-1 vaga para cada 25 m² de área da
construção.
- Lote UNB-Ceilândia = m²/ 25 m² =.
• Vagas exclusivas
- Área de carga e descarga
- Embarque e desembarque
Plano de Manejo – ARIE JK
Zoneamento Ambiental
ou econômico ecológico
Conselho
Gestor da UCs
Plano de
Manejo
Plano de Manejo – ARIE JK
Unidades de Preservação
Localização
• Zona de amortecimento da ARIE – Área de Relevante
Interesse Ecológico.
Função
• Uso sustentável da zona de amortecimento, partindo da
premissa da influência da ação antrópica nessa região, em
função da preservação da ARIE JK, significativamente
alterada devido a retira, substituição e variedade de usos
devido ao crescimento e avanço da malha urbana.
Aspectos Ambientais
• Visão sistêmica. Abrangência : Unidade de conservação,
zona de amortecimento e corredores ecológicos.
APA do Planalto Central
ARIE Parque JK
Bacia do Ribeirão Taguatinga
APA do Planalto Central contígua à ARIE JK e dentro da
zona de amortecimento da ARIE.
Critérios Urbanos
• Manutenção dos ecossistemas naturais e
compatibilização com o uso sustentável e recursos
naturais.
Plano de Manejo – ARIE JK
Terreno Campus Ceilândia UNB
Zoneamentos
Plano de Manejo – ARIE JK
Campos de Murundus
Atividade Ensino Superior – Emissão de gases, ruídos, resíduos e efluentes
Uso coletivo
Emissão de
gases
Emissão de
ruídos
Resíduos sólidos Resíduos sólidos
orgânicos
inorgânicos
Detalhes
Educação
superior – grupo
D
80.3
A – alto; B – baixo; M – médio; D – desprezível.
B
B
M
Efluentes líquidos Efluentes líquidos
produzidos
produzidos
inorgânicos
orgânicos
B
D
Plano de Manejo – ARIE JK
Zoneamento - Regime Hídrico
Comitê de Bacias
Plano de RH
por Bacia
Plano de Gerenciamento Integrado
de Recursos hídricos do DF
Plano de Gerenciamento Integrado
de Recursos hídricos do DF
www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-4042200500...
Plano de Gerenciamento Integrado
de Recursos hídricos do DF
Mapa Hidrológico
Localização
• Eixo Oeste-Sudoeste
Função
• Fator que caracteriza o vetor de crescimento urbano e
implica na demanda de abastecimento hídrico.
Aspectos Ambientais
• Lançamento de esgoto na sub-bacia do rio Melchior ou
Belchior.
• Uso da água subterrânea
Alagado
Curso d`água
Curso d` água intermitente
Lagoa e Pesque e Pague
Bacia H. Belchior
Bacia H. Descoberto
Bacia H. São Marcos
Bacia H. Paranoá
Bacia H. Descoberto
Bacia do Ribeirão Taguatinga
ARIE Parque JK
Critérios Urbanos
• Gerenciamento dos recursos hídricos , em termos
prospectivos, para o adensamento populacional previsto.
Restrições
Princípios de Sustentabilidade Aplicada ao Desenho Urbano
Mobilidade Sustentável
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Ocupação e Drenagem Urbana
Paisagismo Produtivo
Universidade Sustentável
A Universidade e o futuro do Planeta
“O bem-estar de todas as gerações futuras depende da habilidade e da eficácia com
as quais informamos e inspiramos a base de conhecimento e os valores daqueles que
atualmente estão em nossas escolas e universidades.” John Fien
A preocupação com o desenvolvimento sustentável e ações de gestão ambiental vem
ganhando um espaço crescente nas Instituições de Ensino Superior. A Abordagem
didática ambiental deve ser empregada na preparação de estudantes e fornecimento
de informações e conhecimento sobre gestão ambiental bem como nos exemplos
práticos incorporados na operação de seus campi.
UNIVERSIDADES SUSTENTÁVEIS - tem como objetivo
...“discutir a aplicação dos conceitos relacionados à sustentabilidade e agregar
cada vez mais dados que auxiliem na discussão sobre o papel das universidades e
instituições de ensino superior em relação ao desenvolvimento sustentável e discutir
os resultados de pesquisas e políticas elaboradas pelas universidades .....”
(IEncontro Latino Americano sobre Universidades Sustentáveis - ELAUS, 2008)
·
PUC Paraná
I Encontro Latino Americano sobre Universidades Sustentáveis - 2008
Temas
• Formação Universitária para Desenvolvimento Sustentável a Nível de Graduação e
Pós-graduação
• Construção, Modernização e Operações Sustentáveis de Campi Universitários
• Investigação em Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
• Universidade e Comunidade
School of Art, Design & Media at Nanyang Technological University - Singapura
Universidade Sustentável
ELAUS 2008
Universidade Sustentável
ELAUS 2008
Construção, Modernização e Operações Sustentáveis
de Campi Universitários
Princípios de sustentabilidade aplicados ao desenho urbano
Políticas dos 3R’s (reduzir,
reusar e reciclar).
Proteção ecológica
Adensamento urbano
Revitalização urbana
Implantação de centros de
bairro - economia local
Drenagem natural
Mobilidade sustentável
Visão sistêmica para a
aplicação dos
princípios de
sustentabilidade
ambiental
Moradias
economicamente viáveis
Comunidades com
sentido de vizinhança
Gestão integrada da água
Energias alternativas
Tratamento de esgoto
alternativo
Andrade, Liza (2005)
Mobilidade Sustentável
Mobilidade Sustentável
Mobilidade e Qualidade de Vida
• Necessidade de uma nova cultura de mobilidade urbana.
• Preservação da qualidade do ambiente natural
• Desafio – Inclusão social
• Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida
• Inserir o transporte, no trânsito, como fator da questão ambiental.
Apropriação equitativa do espaço e do tempo
de circulação urbana
Acessibilidade para todos
Prioridade do modo de transporte
coletivo, bicicleta e a pé, sobre o
automóvel particular.
• Corredores de integração de
diversos modos.
• Incorporar o espaço da calçada
como via pública de fato.
Bicicletario para aluguel em Amsterdam
Ciclovia em Florianópolis
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Equilíbrio dos Espaços
Drenagem Tradicional - Córregos canalizados e
edificações situadas nas várzeas.
Vias como caminho da inundação ou
detenções imprevistas de fluxos
principais de inundação
Caminho da drenagem
natural pavimentado
Casas em locais
historicamente indesejáveis
em respeito à topografia
Esgoto de chuva para
chuvas não muito fortes
Drenagem Natural - Córregos preservados e edificações
fora dos fluxos de água com pequenos canais de infiltração.
Canais de infiltração
Ruas nos divisores de água
Canais de infiltração ao
longo das vias e entre as
edificações
Locais clássicos –
edificações no topo
da aresta
Caminho da drenagem
natural preservado associado
a vegetação
Escoamento superficial
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Mudanças Climáticas
Ocupação e Drenagem Urbana
• Disponibilidade dos recursos hídricos.
Deterioração dos Recursos Hídricos
Perda da Biodiversidade
• Perda do habitat e biodiversidade.
• Intervenções antrópicas que afetam os
regimes hidrológicos.
• Artificialização da paisagem.
Impermeabilização dos solos
Destino das águas:
precipitação nas diversas densidades urbanas.
• Aumento do escoamento de água
pluvial.
Redução dos aquíferos
• Maior contraste entre período
chuvoso e seco.
Controle das densidades
urbanas
• cidades compactas tem menos
permeabilidade.
40%
Evapo-transpiração
38%
35%
30%
Escoamento
Área 1
10%
Área 2
20%
25%
Área 3
Área 4
30%
55%
20%
15%
5%
Infiltração
profunda
Área 1 - Área Natural ou rural
Área 2 - Baixa densidade – superfície impermeabilizada 10 a 20%
Área 3 - Média densidade - superfície impermeabilizada 30 a 64%
Área 4 - Alta densidade superfície impermeabilizada 65 a 100 %
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Ocupação e Drenagem Urbana
Gestão ecológica do ciclo da água:
Gestão Tradicional:
• Revegetação, canais de infiltração,
armazenamento de água da chuva.
• Canalização dos canais de drenagem, pouca
vegetação, rápido escoamento superficial e
assoreamento dos corpos d’água.
• Impermeabilização de uma parte da unidade
hidrográfica.
• Distorções maiores do fluxo de água de
drenagem.
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Armazenamento de Água
Potsdamer Platz, Berlim
Captação de água
da chuva cobertura
verde
Corpo
d’água
urbano
Cisterna
Armazenamento
Uso
doméstico
Cisterna
Cisterna
Potsdamer Platz
Sistema de manejo integrado:
• Armazenar água para evitar inundações.
• Reduzir poluentes do cana circunvizinho – Landwehrkanal.
• Regular a temperatura.
• Deleite urbano.
Acesso livre a água.
5 cisternas subterrâneas
armazenam e encaminham a água
para as zonas de purificação.
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Armazenamento de Água
Ecolônia, Holanda
Ecolônia, Holanda
Lagoa de retenção
das águas pluviais.
• Drenos conduzem a
água para a lagoa e é
purificada.
Retenção da água pluvial.
Pisos permeáveis.
• O sistema contribui
contra a pressão
exercida nos sistemas
tradicionais.
Reduz necessidade
de
superdimensionamen
to de sistemas de
drenagem para picos
de fluxo
Sistema de tratamento de
água..
Efluentes são drenados lentamente pelo
solo, para reconstituição do lençol
freático.
Gestão Ecológica do Ciclo da Água
Armazenamento de Água
Petrópolis
Wetlands
Comunidade de Sertão do Carangola,
Petrópolis.
- Wetland
• Sistemas alternativos de tratamento
anaeróbico.
• Com leitos cultivados.
Contaminantes e sedimentos filtrados.
Dissipa
fluxo de
energia
Fluxo de
água limpa.
• Menor custo de manutenção.
• Incorporador ao desenho da paisagem.
Provém habitat natural
Fluxo de água
subterrâneo
Bactérias destróem
contaminantes.
Liberação lenta da
água armazenada
Paisagismo Produtivo
Stryphnodendron adstringens
(barbatimão)
Árvore de pequeno porte,
característica de cerrado
aberto. Utilizada para curtir
couro.
Anonna ssp (araticum)
Produz um fruto típico da
região, parecido com uma
pinha, porém de casca mais
dura. É aproveitado ao
natural, para confecção de
licor e doces.
Eugenia dysenterica (cagaita)
Uma pequena e bela árvore
florida em Setembro
Paisagismo Produtivo
Lafoensia pacari (dedaleiro)
Árvore de baixo a médio
porte tem floração e frutos
muito vistosos. O fruto se
assemelha a um dedal, daí o
nome.
Tabebuia ssp
É a espécie de ipê mais
utilizada em paisagismo. Não
produz árvore de grande porte,
porém floresce rápido.É
reconhecida pelo fruto menor e
mais áspero (ver foto do fruto,
em comparação com a
Tabebuia serratifolia)
Caryocar ssp (pequi)
Árvore médio porte, é um
símbolo do Cerrado. Seus
frutos são preparados com
arroz e muito apreciados,
apesar da dificuldade devido
aos espinhos dentro da polpa.
Faz-se também um licor. É uma
espécie de crescimento
muitíssimo lento.
Paisagismo Produtivo
Magonia pubescens (tingui)
Árvore de médio a grande
porte, Possui um fruto grande
e marrom, que a distingue das
outras. Adapta-se bem a
qualquer tipo de solo.
Pouteria ramiflora (curriola)
Qualea ssp (pau-terra, pau-detucano)
Árvore de médio a grande porte,
muito comum no cerrado, tem
flores amarelas vistosas e fruto
característico, em forma
triagular.
Paisagismo Produtivo
Hancornia speciosa (mangaba)
Jacarandá ssp
Eugenia florida (pitanga
preta)
Aspidosperma ssp
Horta Mandala
•O modelo de horta mandala deve garantir
a maior biodiversidade possível, contendo
uma grande variedade de plantas e outros
organismos.
•Uma das maneiras para garantir esta
condição é não revolver o solo, ou fazê-lo
de forma muito localizada e restrita,
preservando a grande maioria dos
organismos ali presentes.
•A busca por padrões não retilíneos amplia
a criação de bordas produtivas e otimiza a
ocupação dos espaços.
•A dimensão dos canteiros é proporcional
ao alcance do braço e seu diâmetro é
calculado pela necessidade de consumo e
capacidade de suporte em mão-de-obra.
Espiral de Ervas
•As plantas com o sistema radicular mais
profundo, devem ser plantadas na parte mais
elevada da espiral. Ex: - alecrim, pimenta,
manjericão.
•Plantas com o sistema radicular mais
superficiais, são plantadas nas partes baixas da
espiral. Ex: - orégano, manjerona, poejo.
•Quanto ao fator umidade, no topo é mais seco,
na base mais úmido.
• Ambientes mais ou menos ensolarados, o
plantio deve ser efetuado de acordo com a
preferência das espécies.
•Plantas companheiras devem ser plantadas
juntas, plantas antagônicas devem ser plantadas
separadas (a losna é uma planta que não se
aconselha plantar na espiral, pois não combina
com nenhuma outra espécie).
•Os objetivo podem ser: paisagísticos, produção
( hortaliças, condimentares, aromáticas, ou
medicinais ), flores, ou até combinando todas.
Composteiras
• A composteira pode ser feita de vários
materiais, como tijolos, madeira, pedras,
tela de arame e deve ser dimensionada
de acordo com a quantidade de resíduos
orgânicos gerados.
• A compostagem pode ser feita na
superfície de canteiros novos, a fim de
que os microorganismos se
desenvolvam no próprio local.
• A compostagem acelera o ciclo natural
da matéria orgânica que ocorre na
natureza, devolvendo nutrientes e
alimentando a vida do solo.
• O resultado final do processo é o
composto, material rico em ácidos
húmicos que estimula a bioatividade das
plantas e da pedofauna (fauna de solo)
• A gestão local dos resíduos orgânicos
da cozinha, horta, viveiro e jardins evita
deslocamentos e transporte destes
materiais, facilitando a logística de
destinação final e reutilização dos
recursos gerados.
Repertório de Campus Universitários
Universidade Federal do ABC
PUC/MG - Universidade Católica
Universidade em Pontevedra,Espanha
Faculdade Senac – SP
CNEC – Campus Capivari – SP
Universidade Porto Seguro – BA
Faculdade Pedro Leopoldo – MG
FACED – MG
CNEC – DF
Universidade Federal do ABC
Campus de Santo André – São Paulo
Arquitetura: Libeskindllovet Arquitetos S/S Ltda.
Ficha Técnica
Área do Terreno: 77.443,90m²
Total de Área Construída: 96.409,03m²
Detalhes do Projeto
• Blocos de atividades
Bloco A
Edifício Administrativo e Acadêmico. Área construída 39.426,07m² divididos em 3 pavimentos.
Reitoria e Salas de Aula.
Prédio 1 – Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências
Sociais Aplicadas (10 andares).
Prédio 2 – Centro de Matemática, Computação e Cognição
(8 andares).
Prédio 3 – Centro de Ciências Naturais e Humanas (9
andares).
Fonte da informações e imagens: http://www.ufabc.edu.br/
Bloco B
Edifício Acadêmico.
Área Construída - 13.985,32m².
Salas de Aula; Salas de Docentes e Laboratórios de
Pesquisa e Ensino.
Bloco C
Centro Cultural (11 andares).
Área Construída - 9.738,11m².
Auditórios, Teatro e Biblioteca.
Bloco D
Restaurante Universitário.
Área Construída - 1.725,25m²
Área de um antigo Matadouro restaurado com
reconversão de uso.
Bloco E
Conjunto Esportivo.
Área Construída - 3.652,89m²
Quadras, Piscinas e Ginásio Poliesportivo Coberto.
Bloco F
Torre do Relógio.
Área Construída - 1.126,45 m²
Relógio, Mirante (76 m) e Reservatório de água.
Fonte da informações e imagens: http://www.ufabc.edu.br/
PUC/MG - Universidade Católica
Campus de Barreiro
Arquitetura: Sebastião de Oliveira Lopes
Ficha Técnica
Área do Terreno: 40.000m²
Detalhamento do Projeto
•
Princípios de Partido Projetual
- Iniciativas para redução de impacto:
1.
Projeto paisagístico dentro da
2.
Universidade, com área verde densa.
3.
Plantio de aproximadamente 900 mudas de
árvores nas ruas do entorno ou parques da região.
4.
Pista de caminhada ao redor do terreno.
5.
Projeto e adoção de praça pública na avenida
Afonso Vaz de Melo.
6.
Área verde junto ao pontilhão da rua Pastor
Francisco Pessoa.
7.
Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos
(tratamento do lixo produzido).
8.
Sinalização vertical e horizontal das vias do
entorno.
Fonte de informações e imagens: www.sebastiaolopes.com.br
Blocos de atividades
Prédio 1
Centro de Convívio (2 pavimentos).
Refeitório, Central de Café, Lojas,
Posto Bancário, Livraria, Fotocópias,
Depósitos, Diretórios Acadêmicos e
Enfermaria.
Prédio 2
Centro de Ensino (3 pavimentos).
1º andar – Biblioteca, Sala de
Conferências e Secretárias
Acadêmicas.
2º andar – Diretoria/Pró-reitoria,
Coordenações de Curso,
Coordenação de Estágio,
Coordenação de Pesquisa,
Coordenação de Extensão, Divisão
Financeira, Assessoria de
Comunicação, Sala de Professores,
Sala de Reuniões,
Setor de Infra-estrutura, Sala da
Assistente Social, Salas de Aula.
3º andar – Salas de Aula,
Laboratórios de Informática, CPD.
4º andar – Salas de Aula.
Fonte de informações e imagens: www.sebastiaolopes.com.br
Universidade em Pontevedra, Espanha
Arquitetura: Paulo Mendes da Rocha,
MMBB Arquitetos e Alfonso Penela
Fernandez.
Ficha Técnica
Área do campus - 1.100.000m².
Previsão de áreas construídas:
• 22.864m² para vias elevadas.
• 2.115m² para elevadores.
• 94.270m² para edifícios-garagem.
• 230.000m² para novos edifícios.
Detalhes do projeto
• Edifícios-garagem - substituir os esparsos e
custosos estacionamentos a céu aberto.
• Preservação natural no campus - as edificações
tocarão o solo o mínimo possível - recuperar boa
parte da vegetação natural.
• Pilares de concreto - atingirão o solo –
delimitadores externos da galeria técnica de
tubulações abaixo dos corredores de pedestres.
Maquete eletrônica da via principal, na qual se visualiza o
acentuado desnível do terreno e a posição dos elevadores e dos
edifícios-garagem
fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/arquitetura683.asp
Fonte de informações e imagens: www.arcoweb.com.br
• Problemática de ocupação do lote - lote
acidentado – construção dos edifícios segundo as
parciais da topografia – ocupação em áreas
isoladas.
• Plano de circulação por vias elevadas circulação de pedestres independente da topografia
– não se ajustando ao níveis topográficos –
circulação horizontal por quase 2km.
• Circulação vertical - elevadores externos às
edificações e vias secundárias para interligar as
novas circulações aos prédios e áreas de
convivência.
• Pontos nas extensas passarelas – ligação
direta dos edifícios complementares aos existentes
(correspondentes à ampliação do campus) –
alargamentos triangulares - funcionarão como
saguões de convívio, locais para pequenas livrarias
e cafés, entre outros serviços.
Fonte de informações e imagens: www.arcoweb.com.br
Faculdade Senac – SP
Campus Santo Amaro
Arquitetura: Aflalo e Gasperini.
Ficha Técnica
Local - bairro Santo Amaro, São
Paulo, SP.
Área do terreno 118.056 m².
Área construída 55.522 m² (1ªetapa) e 9.075m² (2ª
etapa).
Detalhes do Projeto
• As soluções visam a racionalização do consumo de
água e energia elétrica e o conforto dos usuários.
• Criaram circulações independentes para automóveis
e pedestres, novos desenhos realçam a arborização
original das praças
preexistentes - na entrada do conjunto tira-se partido
da sombra proporcionada por frondosa árvore.
Fonte de informações e imagens: www.arcoweb.com.br e www.vitruvius.com.br
• Dois prédios já existentes no local foram reformulados.
Um deles é o espaço da Biblioteca – com fachada
inclinada e protegida por brises metálicos que permitem o
controle da incidência solar ao longas das quatro
estações do ano.
• Entre suas principais características estão o átrio central
com pé-direito livre total, o forro trabalhado em lâminas
curvas de alumínio, a caixilharia recuada e o fechamento
em pré-moldados de concreto com acabamento
texturizado.
• Buscando uma unidade de linguagem, o prédio recebeu
sheds iguais aos dos outros blocos. Estes novos sheds
foram ajustados ao sistema de energia solar que fornece
água quente à cozinha.
• A necessidade de prover todas as salas de aulas com
luz natural e ventilação cruzada levou à preservação dos
sheds e à abertura
de três pátios internos no edifício acadêmico, o que
tornou possível criar corredores centrais com salas
voltadas tanto para o pátio como para o exterior.
Fonte de informações e imagens: www.arcoweb.com.br e www.vitruvius.com.br
Faculdade Senac – SP
Campus Santo Amaro
Universidade Porto Seguro – BA
Arquiteto: Sebastião de Oliveira Lopes
Fonte de informações e imagens: www.sebastiaolopes.com.br
Faculdade Pedro Leopoldo – MG
Arquiteto: Sebastião de Oliveira Lopes
Fonte de informações e imagens: www.sebastiaolopes.com.br
FACED – MG
Arquiteto: Sebastião de Oliveira Lopes
Fonte de informações e imagens: www.sebastiaolopes.com.br
CNEC – DF
Faculdade Cenecista de Brasília – Campus Ceilândia
Arquiteto: Sebastião de Oliveira Lopes
Fonte de informações e imagens: www.sebastiaolopes.com.br
Repertório: Superestrutura e Coberturas Verdes
Conjunto Residencial Parque Guinle – RJ
Conjunto Residencial Pedregulho
The Baker House
Expo Zaragoza 2008
Conjunto Residencial Parque Guinle - RJ
Edifícios Nova Cintra, Bristol e Caledônia.
Arquitetura: Lucio Costa
Detalhes do Projeto
•
Edifício Nova Cintra
Orientação favorável no Rio de Janeiro - fachada sul locados os cômodos de estar - sem vista para o
parque.
•
Edifícios Bristol e Caledônia
Orientação desfavorável – fachada oeste - locados os
cômodos de estar – vista do parque.
•
Aplicações no conjunto
Sistema de proteção para incidência solar x vista do
parque – recuo das delimitações dos cômodos e
fechamentos com brises angulados em 45° e
elementos vazados (combógos).
Fonte da imagens: Google Images
Conjunto Residencial Pedregulho
Arquitetura: Affonso Reidy
Fonte da imagens: http://www.educatorium.com/projetos/projetos_int.php?id_projetos=7 e
www.vitruvius.com.br
The Baker House
Residência estudantil
Arquitetura: Alvar Aalto
Fonte da imagens: Google Images
EXPO ZARAGOZA 2008
Telhado Verde
Água e Desenvolvimento Sustentável
Parque de Exposições
Reabilitação Ambiental – Rio Ebro
Área – 25 ha
EXPO ZARAGOZA 2008
Espelho d’água
Telhados Verdes Nova York
Simulação de Telhados Verdes em Nova York
Cobertura do Metropolitan em Nova York
www1.folha.uol.com.br/.../rf3108200709.shtml
Telhados Verdes – School of Art,
Design and Media
School of Art, Design and Media at Nanyang Technological University in Singapore.
School of Art, Design and Media at Nanyang Technological University in Singapore.
Telhados Verdes
Cidade de Dongtan
Principais objetivos
Conservar uma marca ecológica de 2,2
ha/pessoa;
Minimizar o consumo de energia nos
edifícios e nos transportes;
Utilizar o máximo de energias renováveis;
Criar um círculo virtuoso de reciclagem,
Cidade Verde de Dongtan – China - ARUP
Incitar os habitantes a produzirem seu
próprio alimento (hortas).
Área de 86 km2 será organizada em 3
aldeias 10 000 pessoas até 2010. e
poderá atingir os 500 000 habitantes em
2040.
A utilização dos 634 hectares disponíveis
será assim distribuída:
- 43% dos 634 hectares serão compostos
de espaços verdes, de água e infraestrutura de estradas,
- 27.000 habitações serão construídas.
A ocupação dos 5,1 milhões de m2 será
feita da seguinte maneira:
55%: residencial;
Cidade Verde de Dongtan – China - ARUP
24%: comércio, vendas e empresas;
16%: cultura, turismo, lazer, hotéis,
5%: educação, social.
lqes.iqm.unicamp.br/canal_cientifico/lqes_new...
Memorial Descritivo e Estudo Preliminar do Campus Ceilândia
•Expansão UNB
• Memorial Descritivo
• Análise do local
•Ventos Predominantes
•Acessos
•Estudos Iniciais
•Estudo Preliminar: Superestrutura
•Implantação
•Modelagem 3D
Expansão UNB
Planejamento de expansão do Campus UNB
Análise do local
Do Inicio
Para a realização do projeto houve a
necessidade de incorporar estratégias que
contribuíssem para melhorar a percepção de
organização do espaço. Houve necessidade de
interpretação dos referentes urbanos entre os
quais o entro Metropolitano localizado entre o
estádio Serejão e a via de conexão
Samambaia-Ceilândia, a cidade de Ceilândia
com a proximidade da estação de Metrô e a
alça da rede que ingressa nas quadras
residências em frente a área destinada ao
campus, e finalmente a Arie JK que abarca a
depressão da grande ocupação urbana
Taguatinga, Ceilândia, Samambaia.
São estratégias sobre a percepção e a
imaginação do espaço, buscando significado
contemporâneo a um espaço a principio sem
outro sentido que a caótica aparência.
Captamos o potencial urbano em uma
compreensão visual do lugar. Assim sentimos
necessidade de enriquecer as visuais, uma vez
que a alça do Metrô e a via de ligação
Ceilândia Samambaia removeram a já escassa
vegetação do lugar. Inventamos urbanidade
nos elementos existentes mesmos, na sua
própria matéria.
Eixos e Acessos
Caráter dos espaços públicos
Regional
Local
Local mais íntimo
Do Sitio
Os
Análise do local
Direção dos ventos predominantes
programas dos campi demandam grandes
extensões de terra, nesta especial situação esta
premissa afortunadamente foi cerceada, uma vez
que pelas restrições dadas pelo plano de manejo
da Arie JK somente foi possível ocupar com
edificações um pouco menos de 2/3 da área
destinada.
O controle possível sobre o clima a ser exercido, com
eficiência e economia pelo projeto urbano, iniciase pela;
a) seleção do sitio pelas vantagens microclimáticas,
evitando a parte mais próxima dos fundos de vale
ou grandes depressões, escolhemos áreas com
boa ventilação e adequada orientação ao sol (o
sitio da implantação foi selecionado pelas
vantagens microclçimáticas e projetado para
maximizá-las);
b) a configuração da massa edificada de acordo
com o que se quer controlar (a massa foi
configurada e orientada para a maximização
desejada, minimizando as exposições negativas);
c) a escolha adequada dos materiais e superfícies
de revestimento do solo.
A escassa modificação da topografia expressa à
substância principal do projeto. O traçado irregular
segue a declividade das curvas de nível do terreno
e acomoda as edificações e os espaços de
convívio a ele. Busca a orientação /exposição às
energias naturais: sol, vento, som para tirar
proveito bioclimático delas.
Noroeste – vento das chuvas
Leste vento
predominante
Sudoeste – vento da seca
Análise do local
Impactos ambientais da região
Obras da ligação Ceilândia-Samambaia
Tecido Urbano projetado
Do significado
Em uma tentativa de deixar de lado a clássica característica dos
campi implantados no Brasil e no mundo, o campus de Ceilândia
caracteriza-se por romper o “isolamento do tecido urbano” ao
estar separado somente por uma avenida das quadras
residenciais da Ceilândia Sul e, internamente, por quebrar a
“segregação de atividades” ao incorporar em uma superestrutura
diversas funções e usos.
ARIE JK
Sambódromo
UnB
UnB
A idéia de campus em áreas segregadas e que edifica suas
instalações no meio de grandes espaços verdes é a de um
microcosmo com vida independente, projetado a partir das
necessidades internas da universidade; portanto, o sentido de
integração atinge apenas indivíduos que compõem a comunidade
acadêmica. Lembramos que o espaço universitário nasceu
confinado, primeiro por claustros que logo influenciam os colleges,
onde estudantes de famílias ricas residiam e eram educados para
ocupar posições de destaque. As diversas áreas de conhecimento
que surgem no século XIX demandam edifícios próprios para as
faculdades, ressurgem então os palazzos renascentistas, com
grandes espaços, bem subdivididos e bem integrados na cidade.
A idéia de campus universitário, no modelo que adotamos no
Brasil, nasce da necessidade de espaços exclusivos (academic
village campus da University of Virginia e posteriormente Berkeley
nos EUA), isolados do urbano e no meio de áreas rurais, numa
clara opção por espaços bucólicos, próprios para a contemplação
e o estudo das novas áreas de conhecimento. O campus de
Ceilândia rompe com a idéia de microcosmos de vida
independente uma vez que esta inserido na malha urbana da
Ceilândia e tangencia o futuro Centro Metropolitano, mostrando
assim o destaque reservado pela proximidade das áreas
administrativas e de direção regional.
UnB
UnB
Estudos Iniciais
Sem definição
da área de
restrição
ambiental
Estudos Iniciais – Superestrutura
com definição da restrição ambiental
O campus de Ceilândia elimina também outro vilão: “grande porcentual de área
destinada ao sistema viário” ao não permitir que o carro acesse ao interior do espaço
projetado, ficando na periferia do campus. O campus de Ceilândia, integra as
edificações com passeios e paisagismo produtivo como também por meio das infra
estruturas verdes, eliminando os “edifícios isolados entre si por extensas áreas
ajardinadas geralmente sem nenhuma utilização”, deixa visível o ciclo da água e projeta
os indutores do total aproveitamento das águas urbanas, com isso elimina também o
ultimo vilão “paisagem extremamente uniforme”.
Estudos Preliminar – Superestrutura Implantação
Via perimetral
Acesso de veículos
apenas ao
estacionamento
Estudo de Tipologias
Do Projeto
Nossos projetos de urbanismo, e este plano
diretor em especial, possuem um componente
arquitetônico. O oposto do urbanismo abstrato e
este urbanismo como arte, arte de construir a
cidade. A intervenção pontual desencadeia uma
serie de idéias potenciais para esse determinado
espaço dotado assim de grande urbanidade.
A urbanidade pode ser encontrada em qualquer
lugar onde convirjam pessoas e edifícios. Para
Solá Morales, a urbanidade não deixa de ser
algo indissoluvelmente unido ao tangível, ao
material. A estratégia utilizada planeja o campus
a partir de uma seqüência de espaços
(edificados e abertos) em espinha dorsal. A
superestrutura é o ponto focal que relacionaria os
demais edifícios. As atividades não estão
rigidamente setorizadas e assim se confere o
impulso inicial ao urbanismo.
Sobre a densidade de construção, a trama
urbana formada por cheios e vazios com grande
grau de continuidade da massa, alta densidade
de construção concentrada no quadrante norte
da área, favorecendo a integração com a malha
da cidade da Ceilândia que margeia o
empreendimento. As declividades e albedo
(propriedades físicas dos materiais superficiais)
serão objeto de detalhamentos posteriores.
Campus UNB
Implantação
Esquina
Na esquina que enfrenta a vias que trazem o
fluxo de pedestres do Metrô e dos ônibus se
propõe construir pequenos quiosques (jornais,
lanches, sorvetes) que sirvam de transição entre
o amplo espaço da praça e a estrutura do viaduto
do Metrô. Espaço com características ambientais
que não promovam a delinqüência e aumentem a
possibilidade de ocorrência de delitos de
oportunidade, espaços que promovam a
vigilância natural com grande transparência
visual e grande presencia de luz natural.
O interior da praça se dispõe em círculos de
diferentes naturezas (pedra, grama, jardins) eles
permitem a nivelação entre o nível da via e o do
pequeno anfiteatro, que arremata num nível (a
verdadeira cota do lugar) com três mastros de
bandeiras, aberto e gramado que abrigará
atividades cívicas e culturais e dará passo, por
um espaço transparente e amplo ao passeio de
ligação das diferentes edificações do campus. A
pavimentação da praça seria o elemento
dominante em esse espaço entendido como um
sistema de relações entre vários edifícios vista
antes de mais nada como um grande pavimento,
que assinala as relações a partir de uma
geometria própria e de materiais específicos. O
pavimento relaciona a rua com a base dos
edifícios.
Vista principal - esquina
Conexões
O passeio de ligação costura o projeto, entendido
como um sistema de conexões, entra nos
diferentes platôs que o constituem. O passeio
acompanha as declividades em ritmo suave, sem
ressaltos nem grandes rampas, até terminar no
espaço circular que arremata os edifícios da
Administração, que o cobrem na sua passagem
por baixo deles, sem perder a continuidade da
perspectiva e descortinando a paisagem do
verde que será restaurado na área, permitindo
uma experiência visual muito variada nos
percursos.
Em uma busca formal do lugar e a preocupação
pela experiência dos percursos as calçadas
periféricas estão acompanhadas de vegetação
de sombra em continuidade as biovaletas em
declive que recolhem a água e a guardam para
irrigar a vegetação que nela esta plantada.
Prolongando as oportunidades de passeio num
itinerário sombreado para pedestres. E
importante
reconhecer
o
espaço
dos
estacionamentos como autênticos espaços
coletivos, permeáveis, com vegetação arbórea
que vai contribuir a umidificar e resfriar o ar, ao
mesmo tempo que vai fornecer variações
florística ao longo do ano, em continua
composição com os espaços aberto e os lugares
simbólicos.
Gestão Ecológica do ciclo da água
Infra-estrutura verde
Captação e armazenamento de
água da chuva.
Canteiros Pluviais
Jardins de chuva
Canais de infiltração
Tratamento de águas residuais
com plantas – weltlands
Campus UNB
Modelagem
Memorial Descritivo
Para o sudeste se descortina a paisagem em sucessivas linhas de pequenas hortas e
vegetadas com espécies próprias para a investigação de plantas medicinais do
campus, as linhas estarão acompanhadas com fios de água encaminhadas para juntar
e aproveitar a água de drenagem assim como fornecer sombra para resfriar o vento da
seca que ascenderá semi resfriado pelo córrego que se encontra no quadrante inferior
da área. Sob as ávores, bancos e algumas outras amenidades poderão marcar pontos
para contemplação e descanso. O lugar tem que assegurar a tranqüilidade inicial
acrescida da vegetação incorporada á paisagem construída. Em esse sentido o plano
diretor requer um estudo detalhado da vegetação, quanto ao tamanho, densidade, e
capacidade de modelar e filtrar das espécies.
Ventos Predominantes
O vento em esse espaço é um parâmetro muito importante para os estabelecimentos
das condições de conforto térmico e salubridade no espaço do campus. Na análise
do plano de massas a serem construídas, verifica-se o campo de velocidade e de
turbulência do vento ao nível do solo para as principais orientações do vento e se
fazem intervir o mobiliário urbano, a vegetação, os elementos de quebra-vento tais
como telas, pérgulas, pátios etc. A permeabilidade à passagem dos ventos fica
garantida e definida a partir do arranjo adotado e da porosidade ou índice de
ocupação e da existência de vazios. Assim a rugosidade adotada, quer dizer, o
espaçamento e alturas relativas da massa construída, onde as edificações de até oito
pisos se misturam com as de menor altura (um e dois pisos) mistura atividades,
multiplica os movimentos e garantem o escoamento natural do fluxo do vento no
ambiente projetado para o Campus da Ceilândia.
Sudeste
Leste
Noroeste
Cálculo de áreas
Superestrutura = total de área a ser construída 91.584,42 m²
Área de projeção = 22.904,98 m²
Administrativo UAC UED = total de área a ser construída =9.370 m²
Área de projeção = 2583 m² (x2)
Quiosques = 1.150 m²
CO - Apoio = total de área a ser construída =3.750 m²
Área de Projeção = 1.875 (x3)m²
Reitoria = total de área a ser construída = 7.149 m²
Área de projeção = 615,58 m²
Moradia = Área a ser construída = 11.506,8 m²
Área de projeção = 1.917,8 m² (x6)
Campo esportivo =área construída = 2712,1 m²
Total de vagas de estacionamento= 896 vagas + 240, total 1.136 vagas
Total de área a ser construída= 124.510,22 m²
Área do terreno= 190.000 m²
Área de projeção= 44.736,46 m²
Área impermeabilizada = 23,54%
Área permeável =76,46%
Edifícios existentes
UAC e UED
www.unb.br/fau/pesquisa/sustentabilidade
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Relatório Digital